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DISTRIBUIÇÃO GRATUITA

Informativo mensal - Ano 01 - nº 01 - Piracicaba/SP - Outubro de 2010

Veja como é feita 03 a estrutura de um telhado

CASA&REFORMA

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Andaimes e plataformas de trabalho

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PAISAGISMO

Fórmula Infalível 05

SEGURANÇA DO TRABALHO

Qual a forma correta de construir escadas? Existe uma fórmula para calcular?

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ARQUITETURA RA

Contratação de mão-de-obra Ótimas dicas de como Valorize pendurar quadros seu imóvel Para a decoração ficar bacana, é preciso ter arte nas paredes. Não tem jeito. E não basta sair pendurando sem critério. Altura, organização e outros quesitos devem ser observados na hora da montagem. Organizar quadros em uma parede é uma coisa pessoal. Confira o certo e o errado, assim como outras dicas para deixar sua casa mais bonita. Quadros atrás do sofá devem ficar centralizados e com o eixo a uma altura de 1,60 m, porém a pelos menos 25 cm do topo do móvel. Mais pag 02

DECORAÇÃO

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Uma boa dica é ter os documentos regularizados. Mais pag 02

Claudinei


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DICA & DECORAÇÃO

Como pendurar quadros corretamente? Fonte: casaeimoveis.uol.com.br/decoracao

ara a decoração ficar bacana, é preciso ter arte nas paredes. Não tem jeito. E não basta sair pendurando sem critério. Altura, organização e outros quesitos devem ser observados na hora da montagem. Organizar quadros em uma parede é uma coisa pessoal. Confira o certo e o errado, assim como outras dicas para deixar sua casa mais bonita. • Fique atento em relação à altura. O eixo do quadro (linha imaginária que o divide ao meio) deve estar a 1,60 m do piso. Essa é a altura dos olhos de uma pessoa de estatura média. Em geral, quadros altos demais deixam qualquer parede um desastre. A forma clássica de organizar os quadros em um ambiente é a seguinte: 1. Obras de arte de maior importância devem ocupar local de destaque, de preferência uma parede vazia, se essa obra tiver um bom tamanho; 2. Quadros atrás do sofá devem ficar centralizados e com o eixo a uma altura de 1,60 m, porém a pelos menos 25 cm do topo do móvel; 3. Obras pequenas devem ser agrupadas e organizadas em uma só parede. O ideal é criar um eixo e montá-las respei-

tando determinado critério; 4. Sobre um aparador, deixe pelo menos 20 cm de altura entre o quadro e o móvel. • Um bom truque para organizar vários quadros em uma parede é fazer moldes do mesmo tamanho em jornal ou papel kraft. Coloque algumas fitas no verso e espalhe pelo plano onde as obras serão instaladas. Se não gostar, tente organizar mais uma vez. Depois de escolher a melhor posição para cada moldura, comece a furar nos locais onde os quadros de verdade serão montados; • Outra forma de organizar sua coleção de arte é sobre uma prateleira estreita na sala, que deve estar a 1 m do piso. O bacana é que você pode reordenar as peças sem fazer sujeira. E sempre há um espacinho para uma obra nova; • Não tenha medo de misturar molduras, estilos e tamanhos. Quadros não precisam combinar entre si. Uma coleção de arte em uma sala, por mais modesta que seja, dá personalidade e charme ao lar. As obras precisam ser escolhidas pela afinidade e valor sentimental dos moradores, não exclusivamente pela função estética na decoração.

Dica: Antes de começar, tenha em mãos uma furadeira, buchas, parafusos (de preferência, todos número 6), lápis, trena, fita crepe e jornal. Algumas pessoas usam pregos ou adesivos que são opções não muito confiáveis, melhor não arriscar.

Valorize seu imóvel

Ciro Marcondes: ciroeng@bol.com.br

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e você pretende negociar sua casa ou mesmo um terreno uma boa dica é ter os documentos regularizados. Na negociação de qualquer imóvel, um dos primeiros fatores a ser analisado é o da documentação! Documentação irregular muitas vezes inviabiliza um negócio. Todo imóvel possui um documento de posse que pode ser uma matrícula, uma transcrição (documento antigo de posse) ou documentos emitidos pelo INCRA em caso de imóveis rurais. Uma matrícula regularizada tem que ter todas as medidas, os ângulos e descrever a área superficial do terreno. Em caso de imóveis com construção é necessário também estar averbado (registrado) na matrícula a área construída.

Somente tem a posse plena de um imóvel quem tem seu nome registrado na matrícula, através de uma escritura. Para consultar a situação de seu imóvel é necessário ir até o cartório de registro de imóveis onde é pesquisado o documento de posse através do endereço de correspondência.

Expediente: Informativo mensal - Ano 01 - nº 01 - Piracicaba/SP - Outubro de 2010 - DISTRIBUIÇÃO GRATUITA e DIRIGIDA. Tiragem: 4.000 exemplares. Os anúncios, matérias e informações bem como opiniões e declarações contidas neste informativo são de responsabilidade única e exclusiva de seus autores, não sendo necessariamente coincidentes com as da Equipe Editorial. Criação, Edição e Diagramação: Fábio Grecchi. Comercialização: Claudinei 19 8127-7575


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CASA&REFORMA

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Veja como é feita a estrutura do telhado

odos queremos um telhado sobre as nossas cabeças. Mas como deve ser esse telhado? Existem muitas variações de desenhos e opções de acabamento para construir o que é considerado por alguns como a quinta fachada do edifício. Mostramos ao lado um esquema básico de construção de um telhado, tipo de cobertura composta por uma estrutura de sustentação - o madeiramento, e um sistema de fechamento formado por telhas. A construção começa com as tesouras, a estrutura triangular que vence o vão transversal da construção e são dispostas nas extremidades do telhado. Em seguida são colocadas as terças, vigas de grandes dimensões que vencem o vão longitudinal da construção, entre as tesouras. O próximo passo é colocar os caibros, peças mais esbeltas dispostas no sentido oposto ao das terças. Com as ripas, que são instaladas a seguir, os caibros formam a trama.

Fonte e imagens: casaeimoveis.uol.com.br

As ripas são ainda mais esbeltas que os caibros e é necessário colocar uma para cada linha de telhas. Logo, o distanciamento entre as ripas vai depender do tamanho da telha utilizada como cobertura.


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PAISAGISMO

Imagine morar em harmonia com a natureza

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A casa dos seus sonhos pode ser bonita, confortável e, de quebra, ainda respeitar a natureza, é só você querer

magine morar em harmonia com A outra novidade é que os chamados a natureza, respeitando o meio materiais ecológicos estão com preços ambiente e ajudando a preservar cada vez mais competitivos. Pisos de maos recursos naturais. Papo aranha de eco deira de reflorestamento hoje podem cuschato? Nem um pouco. Há tempos a ar- tar mais barato que muitos tradicionais. quitetura descobriu que pode construir “Produtos como forros de fibra de coco, sem agredir tanto o planeta. Basta ter tijolo de solo cimento (que não passa pelo criatividade, consciência e, claro, von- processo de queimada e gasto de energia) tade. “Uma construção ecologicamente e revestimentos de bambu são bastante correta está diretamente ligada à postura viáveis economicamente”, afirma Ivone do ser humano no mundo em que vive. E Rocha, sócia, ao lado de Letícia Achcar o arquiteto pode desempenhar um enor- e Carlos Tonezze, da PrimaMatéria, uma me papel de educador”, diz José Caputo, loja de eco-materiais. arquiteto e especialista Um dos primeiros “Com a riqueza e a diversida- passos ao se planejar no tema. Por construção eco- de do nosso país, não precisamos uma casa é analisar o logicamente correta, de altas tecnologias para traba- espaço do terreno, cheentenda-se aquela que lhar “green” cando o que de melhor reduz, de diversas maele pode oferecer. Se há neiras, o impacto que pode causar em seu bastante barro e argila, é possível fazer, entorno. Desde o momento em que está por exemplo, paredes barreadas. Se sobra concebendo o projeto de uma residência, fibra, por que não optar por forros, pisos o arquiteto e o futuro morador devem e objetos desse material? “Mesmo em se preocupar com os tipos de produtos meio a prédios e construções cinzas, piutilizados: no lugar de materiais não re- tadas de vida e natureza podem compor o cicláveis e que prejudicam a natureza, espaço e melhorar a vida dos habitantes”, devem optar por madeiras de refloresta- diz Galeno, que há 30 anos trabalha com mento, tintas com pigmento natural e até arquitetura sustentável. soluções inusitadas, como a utilização de Levar em conta o ciclo de vida do plásticos moídos e moldados na forma de material utilizado, sua extração, produtijolos. Mas uma eco-casa envolve mui- ção, venda, vida útil e demolição é um to mais que isso e a boa notícia é que o dos pilares da arquitetura sustentável. Brasil é um lugar cheio de potencial para “Ao reutilizar materiais já existentes na que a ideia se popularize. “Com a riqueza obra, como madeiras e pedras do próprio e a diversidade do nosso país, não preci- terreno, o construtor dá um novo uso a samos de altas tecnologias para trabalhar produtos que simplesmente iriam para o green”, diz o construtor Galeno Flávio lixo. Isso é ser ecologicamente correto”, Simões, “Basta ser bem informado e pes- diz o arquiteto Marcio Kogan, que vem quisar saídas inteligentes.” incluindo a sustentabilidade em seus tra-

balhos de forma cada vez mais constante. Já ouviu falar de telhas feitas com pasta de dente ou caixinhas de leite? São de longa durabilidade, fazem pouco barulho e não esquentam tanto quanto as de amianto. Existem inúmeros materiais alternativos como esse, que, apesar de não

serem naturais, podem ser usados para outros fins. Para mostrar como é possível construir de forma consciente, preocupando-se não apenas com o conforto ou a estética, mas também com a natureza. Por: Tatiana Barbosa - Fonte de pesquisa: Revista Go Outside - www.paisagismobrasil.com.br Foto: acervo o mestre das obras


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SEGURANÇA DO TRABALHO

Andaimes e plataformas de trabalho Os Andaimes e as Plataformas de Trabalho devem: 1. Serem apoiados em sapatas ou rodízios sobre piso sólido, capaz de suportar os esforços solicitados; 2. Possuírem escada de acesso acoplada ao equipamento; 3. Possuírem acesso seguro, podendo ser por meio de portão com trinco; 4. Terem piso completo e antiderrapante; 5. Serem providos de guarda-corpo, com no mínimo 1,20 m, revestido de material resistente, com rodapé de 0,20 m e travessão intermediário na altura de 0,70 m; 6. Terem travamento que garanta a sua estabilidade; 7. Serem fixados à edificação ou ancorados em 4 pontos, quando a altura for maior que 4 vezes à menor dimensão da base;

8. O acesso aos andaimes e às plataformas de trabalho deve ser seguro, podendo ser feito por meio de cabo-guia ligado ao sistema de trava-quedas ou cinto de segurança do tipo paraquedista, com duplo talabarte; 9. Não serem instalados em locais que se aproximem das redes elétricas. IMPORTANTE: 1. Os andaimes móveis só poderão ser montados em superfícies planas e nunca movimentados com trabalhadores sobre os mesmos. É expressamente proibida a montagem de andaimes sobre veículos. 2. Na montagem e desmontagem de andaimes tubulares ou suspensos, de formas, de gruas e elevadores, deverá ser utilizado o cinto de segurança do tipo duplo talabarte pela facilidade de locomoção e segurança obtidos.

Dicas de Segurança Trabalho em altura, cinto de segurança e sistemas de ancoragem. Em todas as atividades com o risco de queda, o trabalhador deve utilizar o cinto de segurança do tipo paraquedista, dotado de dispositivo trava-quedas e ligado a cabo-guia, independente da estrutura do equipamento. Os Sistemas de Ancoragem devem ser projetados pelo profissional legalmente habilitado (engenheiro) e estarem fixados em elemento estrutural. O Sistema deve suportar uma carga de 1.200 kgf e ser utilizado exclusivamente para a ancoragem do cabo de segurança e dos equipamentos. Fonte: feticom-sp

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ARQUITETURA

Fórmula infalível Qual a forma correta de construir escadas? Existe uma fórmula para calcular? Existe uma fórmula bastante útil para calcularmos as escadas: 2 x Espelho + Pisada = 64 cm ou 65 cm Como exemplo, temos uma escada ideal com espelho de 18 cm e pisada de 28 cm. Assim: 2 x 18 + 28 = 64. Podemos então notar que quanto menor for o espelho, maior deverá ser o piso e vice-versa. A questão é que esta fórmula está ligada ao tamanho médio de um passo das pessoas. Admitem-se variações dessas medidas, mesmo porque as pessoas não têm o mesmo tamanho, mas quanto mais distante dessa fórmula ideal, maior é a probabilidade das pessoas muito altas ou muito baixas se sentirem desconfortáveis. Todos os degraus de uma escada devem estar equidistantes uns dos outros, ou seja, os espelhos devem ter sempre a mesma altura sob pena de se tropeçar ao subir

ou ao descer. Nosso cérebro se acostuma com a altura dos primeiros degraus e se programa para os próximos. É por isso que conseguimos subir ou descer uma escada no escuro sem tropeçarmos. Devemos ainda lembrar que uma questão importante ao falarmos de escadas é a segurança. Escadas com pisos muito estreitos, com degraus de alturas variáveis ou com revestimentos escorregadios podem provocar acidentes. Outro fator importante é o uso de guarda-corpos e corrimãos. Apesar de poderem ser prescindidos em casos específicos, auxiliam bastante no equilíbrio e aumentam a segurança. É importante notar que mais do que um mero elemento de ligação entre dois níveis distintos de uma construção, as escadas podem ser elementos escultóricos ou decorativos. Fonte:casaeimoveis.uol.com.br

Foto:shopping do corrimão


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FIQUE ATENTO

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Minha casa tem várias trincas e rachaduras! É problema estrutural? O que devo fazer? Ao surgir uma desagradável marca na parede ou teto de sua casa, a primeira pergunta que você deve fazer é: Trata-se realmente de uma rachadura? Ou pode ser uma fissura ou uma trinca?

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Qual é a diferença entre elas? s diferenças entre essas aberturas são referentes à ordem de gravidade de cada uma. São classificadas formalmente em função de fenômenos físicos entre diferentes elementos da construção. Para cada uma delas existem soluções diferentes e tratamentos diferentes, como se fossem doenças em seres humanos. De fato, a forma com que os especialistas da construção civil se referem a elas também é similar à de um médico: os problemas são tratados como patologias, e existe o diagnóstico e o tratamento correto para cada um deles. Podemos, no entanto, caracterizar de forma bastante geral as diferenças entre elas. Fissuras: as fissuras apresentam-se geralmente como estreitas e alongadas aberturas na superfície de um material. Usualmente são de gravidade menor e superficiais, como, por exemplo, fissuras na pintura, na massa corrida ou no cimento queimado, não implicando problemas estruturais. Porém, toda rachadura começa como uma fissura, por isso é importante ficar atento e observar se há evolução do problema ao longo do tempo, ou se a fissura permanece estável. Trincas: as trincas são aberturas mais profundas e acentuadas. O fator determinante para se configurar uma trinca é a “separação entre as partes”, ou seja, o material em que a trinca se encontra está separado em dois. Uma parede, por exemplo, estaria dividida em duas partes. As trincas podem ser muito difíceis de visualizar e categorizar, exigindo equipamentos especializados. Por isso, sempre desconfie se o que parece uma fissura não é, na verdade, uma trinca. As trincas são muito mais perigosas do que as fissuras, pois apresentam ruptura dos elementos, como no caso mencionado da parede, e assim podem afetar a segurança dos componentes da estrutura de sua casa ou prédio. Rachaduras: as rachaduras têm as mesmas características das trincas em relação à “separação entre partes”, mas são aberturas grandes, profundas e acentuadas. São bastante pronunciadas e facilmente observáveis. Para serem caracterizadas

como rachaduras, essas aberturas são de tal magnitude que vento, água e até luz passam através dos ambientes. Por terem as mesmas características das trincas, mas em um estágio mais acentuado, as rachaduras requerem imediata atenção. O que causa fissuras, trincas e rachaduras? Existem muitas razões diferentes que podem estar relacionadas à ocorrência dessas aberturas. Podemos citar algumas causas comuns para esses problemas: Retração do concreto ou argamassa: o concreto, quando curado, apresenta retração, e quanto mais água ou cimento existir na massa, maior será essa retração. Em geral, podem surgir fissuras, como as de cimento queimado ou argamassas. Retrações diversas: a tinta, quando seca, apresenta um pouco de retração e pode apresentar fissuras mais tarde. Uma estrutura feita de madeira que não foi seca em estufa, tende a secar durante os primeiros anos da obra pronta. Essa perda de umidade faz o material diminuir de tamanho, causando aberturas nos pontos em que está em contato com as paredes. Esses dois exemplos bastante diversos ilustram que o problema da retração dos materiais acontece de muitas maneiras e cabe ao engenheiro ou arquiteto prever os necessários componentes de ligações entre os materiais. A dilatação: por estarem expostas ao sol, algumas partes de uma casa, por exemplo, trabalham (ou seja, dilatam e retraem) mais do que outras, causando possíveis fissuras. Um exemplo comum são trincas horizontais no alto de paredes que suportam lajes. A laje, que dilata bastante com o sol, “arrasta” a parede que está solidarizada com ela, causando trincas. Vibrações e trepidações: vibrações contínuas podem vir a afetar alguns trechos de edifícios. Essas vibrações podem ser causadas por excesso de veículos trafegando na rua, pelo metrô, elevadores e inúmeras outras fontes. Recalque: recalque é o “assentamento” do terreno de uma construção. Sempre que se realiza uma obra em um terreno, há uma acomodação, em maior ou menor grau.

Essa acomodação ocorre com os materiais que compõem o edifício e com o terreno. Dependendo de como foram realizadas as fundações, pode ocorrer apenas o recalque planejado ou algo chamado “recalque diferencial”, ou seja, uma parte da casa cede mais do que outra, provocando fissuras, trincas e rachaduras. As questões de recalque são complexas e podem ser evitadas com um bom projeto de fundações e um preparo adequado do solo quanto à compactação e drenagem. Sempre que for realizar uma obra, faça uma sondagem e preste bastante atenção para o tipo de fundação estudado.

Foto e Fonte: casaeimoveis.uol.com.br

Patologias como fissuras, trincas e rachaduras podem ser causadas por simples processo de dilatação e retração do material de acabamento, até por problemas estruturais. É importante observar sua evolução e consultar um especialista.


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ESPAÇO DO PROFISSIONAL

Contratação de mão-de-obra referencialmente, somente chamar profissionais conhecidos ou indicados por amigos ou parentes se possível, é bom ver um trabalho pronto. Utilizar uma equipe que normalmente trabalha para o seu arquiteto ou engenheiro pode ser mais cômodo, mas nem sempre sai mais em conta. Caso outros operários competentes e de confiança sejam conhecidos, verificar com o profissional responsável pela obra se não há empecilhos, fazer a cotação com os dois grupos e então decidir. Quando se tem um empreiteiro, é ele o responsável pela contratação e pagamento de encargos trabalhistas. Se a administração da obra não contar com esse profissional, é importante estabelecer uma relação contratual por escrito com os operários, especificando o tipo de serviço que se espera deles, o prazo e o valor. Não se deve esquecer de recolher o INSS dos trabalhadores, caso contrário esse valor terá que ser acertado de uma só vez ao requerer o Habite-se à Prefeitura, evitando problemas com a Justiça do trabalho. Determinar uma forma de pagamento baseada na produção, estabelecendo assim que o pagamento da mão-de-obra ficará condicionado ao cumprimento de determinadas etapas e prazos.

“O mais importante na contratação da mão de obra para execução de uma casa são as referências”

ACOMPANHAMENTO É importante acompanhar de perto a obra para ter certeza de que o planejamento está sendo cumprido e de que não há desperdícios. Caso isso não seja possível, deve-se escolher um profissional competente e de confiança para tanto. Fonte: www.construcaoereforma.com.br


O Mestre das Obras