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20/10/2011

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N.º 1070 * 20 de Outubro de 2011

NOTÍCIAS DAS FREGUESIAS MOSTEIRO DE FRÁGUAS OBRAS ÚTEIS

pag. 13

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II Série

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Ano XXI

Director: Manuel Ventura da Costa

VISITA DA IMPRENSA REGIONAL DO DISTRITO AO PARLAMENTO EUROPEU

pag. 10

LOBÃO DA BEIRA

CONVÍVIO DOS ALUNOS DO COLÉGIO TOMAZ RIBEIRO

ARTERRA/ESCOLA ACIDENTE EM TRABALHOS AGRÍCOLAS.

pag. 6

CARAMULO

pag. 14

ALVARIM

DIA MUNDIAL DA MÚSICA NO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO CARAMULO

OS 29 ANOS DA ARCA

pag. 7

pag. 15 pág. 4

TOURIGO

NOTÍCIAS DA AFERT – BTTOURIGO 2011 pag. 15

VILA NOVA DA RAINHA VENERAÇÃO A NOSSA SENHORA DE FÁTIMA pag. 16

PARADA DE GONTA XII ENCONTRO CONVÍVIO SÉNIOR DO CONCELHO DE TONDELA MONTARIA AO JAVALI

Federação Portuguesa de Futebol

Carlos Marta é candidato à presidência pag. 8

DESPORTO III Eliminatória da Taça de Portugal

TONDELA SEGUE NA TAÇA AO SOM DO TANGO ARGENTINO Anadia, 2 – Tondela, 3 pag. 21

Campeonato Distrital de Honra

BOM ESPECTÁCULO C.A. Molelos, 3 – V. Açores, 1 pag. 20

Tondela

Seleção jovem de Portugal promoveu jogo contra a Roménia na escola secundária

Campeonato da 1.ª Divisão Distrital

RESULTADO PECA POR ESCASSO M. DÃO, 1 - SP. NANDUFE, 2 pag. 19

1.ª Divisão Distrital

VITÓRIA MERECIDA E JUSTA DO MANGUALDE P. Gonta, 0 – Mangualde, 5

AULAS DE DEMONSTRAÇÃO DE CAPOEIRA

pag. 20

pag. 17

1.ª Divisão Nacional – Feminino

ERMIDA (TONDELA)

ACREDITAR ATÉ AO FIM PREMIOU O ESCOLA URCadima, 1 – EFC Molelinhos, 2

15.º TORNEIO DE SUECA LIMPEZA DAS RUAS

pag. 21

pag. 18

CAMINHADA TRILHO DO RIO DÃO

CAPARROSINHA VIDA RELIGIOSA

pag. 18

ASSEMBLEIA GERAL DE MILITANTES DO PS DE TONDELA ARRANQUE DO ANO LETIVO DA ESCOLA PROFISSIONAL

pag. 13

CENTRO SOCIAL DO TOURIGO, IPSS

TONDELA

pag. 5

FERREIRÓS DO DÃO PARABÉNS À ASSOCIAÇÃO VALE DO DÃO

O TEIA

CONTACTE-NOS: 917 627 957

ASS. D. RADICAL DE TONDELA pág. 9

pag. 19


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20/10/2011

VENTOS E MARÉS

COMISSÃO DIOCESANA “JUSTIÇA E PAZ”

PELO SONHO É QUE VAMOS…

Solidariedade, Impostos e Justiça Social

A

ndamos para aí amarruados, azoinados, a falar da triste sina que nos bateu à porta, mas com isso não remediamos as coisas, antes pelo optimismo. Por isso: Venham as Moody’s todas deste mundo, venham as aves agoirentas, os comentadores da desgraça, os velhos do Restelo, as “corporações” de defesa do seu umbigo, os profissionais do “manifestómetro”, os que estão sempre contra tudo e contra todos porque sofrem de défice de adaptação à vida dos nossos dias; vivem de um passado que não tem futuro. Venham as garras de quem, deixado de estar contido pela “guerra fria”, sonha pela hegemonia e pelo mundo a seus pés. Venham os utópicos das grandes liberdades, mas sem quaisquer responsabilidades, porque estas são sempre dos outros. Venham os defensores dos direitos dos trabalhadores, mas que os únicos direitos que defendem são os deles próprios. Venham os dinossauros do poder, a este agarrados como se de Salazares se tratasse. Venha a senhora com ar de matrona e mandona na casa alheia, sempre a debitar bitates por tudo quanto é lado para disfarçar as desgraças que vão lá por casa. E de lá nunca veio nem vento bom nem casamento a condizer. Pairem de vassoura as bruxas de Salém, voem todas e mais alguém que não irão destruir o que desde Afonso, o primeiro, a Manuel, o último, foi feito por Portugal e pelos portugueses. E depois deles, muitos outros. Os interesses hegemónicos, que não são só de outros continentes, porque no nosso, velhinho e carcomido pelos maus tratos também há quem tenha sonhos de conquista e de poder, o que aliás não é de agora, rondando o espaço à procura de despojos. Mas os abutres e outras aves de rapina não destroem Portugal, mesmo que alguns, por cá, talvez até gostassem. Na hora do desalento, quando desaba sobre nós a desesperança de ser português, são as Moody’s , matronas e outros fantasmas da ópera bufa que fazem fervilhar nas veias o sangue dos nossos antepassados, daqueles que já cá andavam, e de pé, enquanto outros ainda andavam de gatas e escondidos atrás das árvores. É certo que nós pusemo-nos a jeito quando arvorámos incapacidades para a governação (e tantas têm sido desde 1974). Portugal nunca viveu na abastança, nem mesmo no tempo do oiro do Brasil e das especiarias da Índia. E foi na poupança, na contenção e no orgulhosamente sós que se arrecadou oiro para manter o País quando veio o desaforo até levar à pedincha. Por isso, também hoje e por obra dos pobres e de quem trabalha (os outros estão isentos, no outro, neste e no próximo governo) havemos de sair da crise, a que gerámos pela nossa incompetência e a que recebemos pela habilidade de quem domina o mundo e a nossa Europa ainda não conseguiu suster. Mais uma vez serão as classes média e baixa a pagar a crise, porque as actuais lideranças do mundo nasceram, cresceram e educaram-se a ter o cifrão como meta. Mas um dia virá em que o Sol há-de raiar. Vai demorar e o pobre e o remediado muito terão que sofrer, mas tal como o Poeta Sebastião da Gama, do alto da Serra da Arrábida, a sua Serra, falava ao mar: Pelo sonho é que vamos… JOÃO DE BESTEIROS P.S. –O Governo já tem 120 dias e a seta ainda só está virada para a classe média. Mudem de direcção, antes que seja tarde.

P

ara uma concepção cristã sobre a organização social e política, a solidariedade é considerada como o princípio básico e primário, regulador da ordem social justa. Na perspectiva da Doutrina Social da Igreja (DSI) significa ela a homogeneidade e igualdade física e moral de todos os homens, de todos os tempos e lugares – igualdade no facto da criação e igualdade no benefício da redenção – que constituem uma unidade total ou família, que obriga gravemente a todos e a cada um a praticar uma coesão social firme, criadora de convivência. Todos iguais, mas também todos diferentes. Diferenças nas capacidades e nas oportunidades que, sem o tempero da solidariedade, originam as desigualdades sociais e toda a panóplia de conflitos socias delas derivados. A nossa condição humana de termos de viver em sociedade e partilhar o mesmo espaço não deixa alternativa: ou somos solidários e viveremos em harmonia e paz social, como irmãos – homo homini frater; ou vivemos no individualismo com menosprezo da dimensão da fraternidade, e devoramo-nos uns aos outros, como lobos – homo homini lupus. Assim sendo, quem tem (mais) haverá que repartir com quem não tem. Este “dever ser” confrontase, porém, com a realidade do “ser”, a força do egoísmo e individualismo congénito a todo o ser humano. É perante estas duas realidades antagónicas – o egoísmo que gera o individualismo e a solidariedade como exigência da vida social – que surge a legitimação do lançamento de impostos, como meio coercivo de solidariedade e instrumento de justiça e paz social. Ninguém questiona a legitimidade de o Estado cobrar impostos, no exercício do seu múnus de promover o bem comum, o

que não significa que todos os paguem do mesmo modo como a aceitam. Tão velha como a sociedade é a fuga ao fisco. Até na sociedade teocrática de Israel ela ocorria, como nos dá conta o Profeta Malaquias (Ml 3,8): Por ventura pode algum homem enganar a Deus? Mas vós enganaisme! E ainda perguntais: em que é que te enganamos? Foi no pagamento dos dízimos e nas ofertas. A maldição espera-vos, mas vós, a nação inteira, continuais a enganar-me. Pagai integralmente os dízimos ao tesouro do Templo, para que haja alimento na minha casa. O facto de a cobrança dos impostos ser uma actividade soberana do Estado e ser regulada por leis estatais – leis positivas – em nada lhe retira a natureza de “Lei Divina” que se impõe por si mesma, como decorrência da natureza social do ser humano, como tal criado por Deus. Jesus Cristo foi muito peremptório na resposta que deu aos fariseus, quando estes o questionaram sobre a licitude ou não de pagarem o tributo a César (a Roma): dai a César o que é de César (Mt 22, 21). “Dai”, é um imperativo, não apenas um conselho ou uma opinião. É uma “ordem”, reafirmada pelo próprio Deus, na pessoa de Jesus Cristo. Como cristãos, temos o dever de assumir, ainda com maior consciência cívica, que a fuga ao fisco não é apenas o incumprimento, quiçá inconsequente, de uma lei estatal, mas sim uma violação grave do dever de solidariedade que põe em causa a justiça social, sem o que não haverá paz. No documento concili-

ar Gaudium et Spes, 30, a Igreja adverte para a inadmissível situação de haver pessoas que, fazendo profissão de ideias amplas e generosas, vivem no entanto, como se nenhum caso fizessem das necessidades sociais. E até atrevem-se a eximir-se, com várias fraudes e enganos, aos impostos e outras obrigações sociais. O pagamento integral dos impostos que, por justiça, são devidos não esgota nem dispensa outras formas de solidariedade que são devidas a título de caridade, ou seja, por melhor que se cumpra a justiça, sempre haverá lugar à caridade. Porém, pretender praticar a caridade sem antes cumprir a justiça, será algo que soa a falso. Pode mesmo dizer-se que o cumprimento da justiça é o primeiro patamar da caridade, sendo vã a tentativa de subir ao segundo patamar sem antes passar pelo primeiro. Na difícil conjuntura económico-social que ora se vive na nossa sociedade não faltam as tentações de fuga ao fisco, com as mais variadas fundamentações: porque são injustos, exagerados, mal aplicados, porque... Poderemos eventualmente enganar os “cobradores de impostos”, mas jamais a voz da consciência, o santuário do homem no qual se encontra a sós com Deus, cuja voz se faz ouvir na intimidade do seu ser (GS, 16), e lhe ordena, como há dois mil anos: primeiro, cumpre a justiça – dá a César o que é de César – e só após é que virás então junto do altar apresentar a tua oferta (exercer a caridade) – Mt 5,24. COMISSÃO DIOCESANA “JUSTIÇA E PAZ”

CRISTIN A B APTIST A CRISTINA BAPTIST APTISTA

PEDIATRIA CONSULTAS E MARCAÇÕES

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Rua Dr. Flausino Torres - Tondela


OPINIÃO 3

20/10/2011

Notas Semanais

Notas & Comentários

CÍLIO CORREIA

JOÃO VENTURA DA COSTA

EUROPA, O FUTURO DA AMÉRICA!

A

história dirá que foi de Lisboa que partiram “caravelas” para construir a primeira globalização. Portugal, esta “ponta mais ocidental da Europa”, teve as suas épocas de sucesso. Deu “novos mundos ao mundo”, apesar dos “velhos do Restelo”. Vasco da Gama, Colombo e Fernão Magalhães contribuíram para uma “sociedade civil global” quando demonstraram que o planeta era “circum-navegável”. Desse Portugal restam os sobrenomes, os vestígios monumentais e os testemunhos vividos. O que não podemos escamotear é que vivemos, tal como todo o Mundo, uma crise sem precedentes que, no nosso caso, não começou ontem. Longe disso. Só que assume agora aspectos mais gravosos, fruto de décadas de “erros estratégicos em momentos históricos cruciais”. Continuamos a alimentar a ideia de vir a ser um país da elite europeia. Se calhar temos que ser mais austeros e realistas nesta ambição. Não há cálculos do PIB, comerciais, industriais ou demográficos, por mais engenhosos, que afirmem uma realidade diferente. Cometemos, desde logo, um “erro estratégico” quando na II Guerra Mundial o governo manifestou simpatia e compreensão pelo regime nazifascista. Falhámos a aproximação aos Aliados e ao desenvolvimento agrícola, comercial e industrial em resultado do Plano Marshall. Persistimos no “orgulhosamente sós”. Não percebemos os sinais de luta contra o colonialismo. Mantivemos a defesa intransigente e obstinada dos territórios ultramarinos, sem perceber o que se desenhava à volta, como a queda do império colonial britânico. Alimentou-se uma Guerra do Ultramar que nos consumiu. Foram-se meios financeiros e recursos humanos, para gáudio da

“máquina militar”. O regime não resistiu aos “ventos de mudança”, apesar da “primavera marcelista”. A emigração maciça, clandestina ou não, dos trabalhadores jovens, a emergência dos movimentos de libertação nas ex-colónias apoiados pelas grandes potências e por um forte movimento de opinião pública internacional a favor das liberdades democráticas e do pluralismo político-partidário, eram a face visível da rotura. Nos anos imediatos à Revolução as várias lideranças político-partidárias pensaram mais em fazer prevalecer o seu papel. A realidade tornou-se implacável. Seguiram-se períodos conturbados e de luta política intensa. Foi preciso pedir ajuda ao FMI. A Europa de Leste sucumbiu. Mário Soares apelidou esse imaginário de “colossal embuste”. A realidade de hoje é outra, bem diferente. Há uma Europa democrática e em paz. Somos europeus. Acreditamos na Europa. Só que, associada ao cenário de profunda crise económica e financeira emergiu uma crise de liderança e de projecto político, tanto ou mais gravosa a nível europeu. O projecto europeu não pode ser governado por forças e líderes anti-europeístas. O caminho passa pelo aprofundamento democrático da Europa. Não há lugar para directórios. Podem surgir momentos de desânimo em relação ao tempo que vai demorar a encontrar padrões de vida europeus. A sensação que fica é de que vai levar demasiado tempo a recuperar. Três ou quatro anos?!... Era bom. Talvez mais. Diríamos, corroborando a opinião de muitos analistas bem informados, que antes de uma década os resultados não serão efectivos. Perguntam: e haverá lugar e tempo para tanto?!... Estamos a assistir à emergência, por um lado, duma economia

hightech (alta tecnologia) e, por outro, à queda dum modelo económico global sem referências históricas e protagonizada pelos ditos “filhos de Marx e da Coca-cola” submersos numa mentalidade emergente de novo riquismo. Apátridas. Não precisavam dos Estados. A globalização ou a mundialização, como lhe queiram chamar, trouxe a desmaterialização das fortunas, daí a dificuldade dos Estados no controlo e nas cobranças fiscais. Habermas buscava, em Marx, a sociologia política que falta na liderança europeia. Marx regressou, por mais paradoxal que pareça. Tornou-se ventríloquo, um verdadeiro espectro, um pai que testemunha a infâmia dos “filhos”. Marx não gostava dos “socialistas utópicos”. Nesta viagem para “um espaço global concebido como consequência da modernidade”, como lhe chamou Anthony Giddens, não podemos esquecer os 500 milhões de pessoas que vivem na Europa, cidadãos europeus, os 450 milhões de latino americanos e caribenhos que acabaram com a tradição das ditaduras militares nos seus países e passaram a ter governos eleitos, sob pressão dos milhões de pessoas que viviam na extrema pobreza, e os 180 milhões de brasileiros. A Europa é o nosso horizonte de esperança. A Europa é o futuro da América e o nosso. Temos todos que saber estar acima dos egoísmos individuais, à altura das nossas responsabilidades e não repetir “erros estratégicos” anteriores. Era o pior que nos poderia suceder.

Tramado de novo

A

ndamos todos indignados. Mais coisa menos coisa, andamos indignados pelos mesmos motivos; contudo, há razões muito diferentes nas milhentas indignações que por aí circulam, pequenas e grandes nuances na análise que cada um de nós faz do que nos indigna. É uma análise solitária aquela em que reconhecemos o que nos chateia, porque é que nos chateia e o modo como gostaríamos de alterar a situação. Agregadas, todas estas indignações individuais, tomam outra dimensão e ganham uma outra força, outras causas sobrepõem-se ao particular, no meio da confusão é preciso organizar o pandemónio de indignações, de repente sobressaem uns organizadores principais que depois escolhem os seus ajudantes, seleccionam-se umas quantas indignações e são essas que vão para a montra, expor ao passante o produto que está à venda. Para a história, ficam pois, as indignações dos que, por mérito próprio ou não, ficam encarregados de preparar a montra de cada bairro, de cada cidade, de cada país; este conjunto de montras é, também ele, agregado e organizado, de modo a que possa ser devidamente tratado pela grande montra que conta na nossa sociedade ocidental: a televisão de referência. Um canal de televisão de referência é um daqueles canais de que a gente não tem medo nem vergonha de dizer, em público, que vê no recato da casa; com a actual formatação, qualquer gajo se sente à vontade a dizer que vê a BBC, ou a CNN, ou a RTP1. Pelo contrário, dizer que se vê a FOX News (ou até a SKY) é um convite a uma chusma de insultos e a pedidos para internamento psiquiátrico imediato. Quem chega ao palco principal destas televisões de referência, não pode ser portador de indignações que não estejam de acordo com as normas do supostamente correcto (por exemplo, não pode ser contra a adopção de filhos por parte de casais de maricas, não senhor, ser con-

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tra é muito feio e muito retrógrado e muito fora de moda, estão a ver?). Por isso é que a variante do vírus da indignação, cuja propagação está a ser feita à escala mundial, é uma variante que eu topo de ginjeira, ai não que não topo! Passeando pelos vários canais de televisão a que a tecnologia de hoje me dá acesso, até fico tonto pela velocidade com que certas indignações tomaram conta da montra. Desde os indignados em Nova Iorque, Londres, Paris ou Lisboa, é ver desfilar nos ecrãs das televisões os esquerdalhos suspeitos do costume: realizadores de cinema, actores, cantores, dirigentes de pequenos partidos de extrema-esquerda (ou extrema direita que, no fundo, vai dar ao mesmo), enfim, gente que, desde que eu me lembro, exigiu, defendeu, fez crescer, amamentou e protegeu o tipo de empobrecimento desenvolvimento económico que nos trouxe até à presente situação: o esbanjador amado estado social, os seus amigos, os seus subsídios, a sua galopante divida e um futuro feito de aumentos de impostos. Lendo e ouvindo as declarações que esta gente pública fez no passado mais ou menos longínquo, espanta a lata e a total falta de vergonha, lembram-me marcianos completamente drogados com manteiga de amendoim (acho que foi o professor Marcelo que disse isto dos marcianos, por isso só pode ser verdade). Eu também berro contra os grandes bancos e as grandes empresas. A diferença, brutal, é que eu só sou contra os bancos e as empresas que apenas são grandes e com sucesso por causa das negociatas que fazem, nas costas do povo, com os governantes, negociatas essas que são, sempre, prejudiciais para a as populações. Estou indignado com os indignados que vejo nas fantochadas assembleias populares mas a minha indignação não conta, não a vejo em nenhum manequim exposto na montra.

MIGUEL P P.. CARDOSO

MÉDICO DENTISTA Com: IMPLANTOLOGIA e ORTODONTIA

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4 REPORTAGEM

20/10/2011

VISITA DA IMPRENSA REGIONAL DO DISTRITO AO PARLAMENTO EUROPEU

Acompanhados por representantes das respectivas Comissões Políticas Distritais – Aveiro, Coimbra e Viseu – e a convite da eurodeputada do PSD no PPE (Partido Popular Europeu), Regina Bastos, cerca de três dezenas de jornalistas da Imprensa Regional, deslocaram-se a Bruxelas no intuito de melhor se inteirarem do funcionamento daquela Instituição Comunitária. Da Comissão Política da distrital de Viseu faziam parte, José António de Jesus, de Tondela; António José Correia, de Santa Comba Dão e Daniel Azevedo do Sátão e ainda o Vereador Pedro Adão. Em Bruxelas, no dia da chegada, na tarde do dia 11, esperava a comitiva o chefe do Gabinete da Delegação do PSD no Parlamento, Pedro Miguel Esteves que conduziu todos os membros ao Hotel onde ficaram alojados. No dia 12, logo pela manhã, jornalistas e representantes políticos foram recebidos pela eurodeputada Regina Bastos que lhes expressou o seu contentamento pela

visita e desejou uma boa estada, esperando que ela fosse enriquecedora no que toca ao funcionamento daquela Organização Comunitária. Seguiu-se uma visita aos serviços de Imprensa, salas de conferências, estúdios de rádio e televisão, agora com explicações de Sandra Correia, assessora de Imprensa do Partido Popular Europeu (PPE) do qual faz parte o PSD. O Chefe da delegação portuguesa do PSD no Parlamento Europeu, Paulo Rangel esperava a comitiva para o almoço que teve lugar num restaurante próximo do Edifício e no qual participaram também a eurodeputada Regina Bastos, o eurodeputado Carlos Coelho e outros assistentes parlamentares. No final da refeição a eurodeputada, Regina Bastos e o eurodeputado Paulo Rangel, referiram-se ao objectivo do convite, sensibilizando os jornalistas para a necessidade de bem informar quanto ao trabalho desenvolvido pelo Parlamento Europeu em prol de toda

a Comunidade. Paulo Rangel não esqueceu a situação crítica que o nosso país atravessa e sem outra coisa que pudesse prometer, deixou uma palavra de esperança quanto ao futuro que se avizinha – tempos difíceis em que urge conjugar esforços e reforçar competências da União Europeia. Estamos a assistir a uma outra maneira de fazer política. O Estado está a perder força e por isso deve ser concedido maior poder às entidades regionais. E é por isso que o papel da Comunicação Social Regional, mais perto dos cidadãos, deve ser olhada de forma diferente para que no seu espaço promova a união e congregue vontades para que se possa vencer e transpor estes tempos difíceis que se nos deparam. Terminou expressando a sua confiança no papel dos jornalistas para que a sua missão seja vocacionada para a construção de um futuro melhor. De volta ao Parlamento, prosseguiu a visita com uma reunião em que o eurodeputado Carlos Co-

elho e Regina Bastos intervieram e centraram a sua atenção na construção do projecto europeu. O primeiro fez um pequeno historial sobre a União dos 27 Países, lamentando o desconhecimento de muitos sobre o verdadeiro trabalho dos parlamentares de Bruxelas. E mais uma vez lembrou o papel dos jornalistas que podem melhorar essa informação, divulgando-a junto dos cidadãos e respectivas famílias. Por seu turno a eurodeputada Regina Bastos centrou a sua intervenção sobre o emprego e a frustração dos jovens apontado a necessidade de ajudas para novas competências e adequação do mercado de trabalho. Apontou outros caminhos como “mais integração, mais poderes a nível da comunidade, mais orçamento comunitário para que a economia europeia seja competitiva em relação às economias do resto do Mundo. “Atravessamos sérios momentos de indefinição e de gravidade para o projecto europeu. Torna-se por isso necessário termos

consciência de que só com a união de todos conseguiremos resistência e capacidade para fazer frente á crise que em parte se deve a uma certa irresponsabilidade e a uma demasiada abundância que não soubemos aproveitar.” A comitiva pode ainda assistir, por momentos, a uma sessão no Parlamento em que, com tradução simultânea, pode ouvir algumas intervenções de eurodeputados de outros países membros. Vária documentação e algumas lembranças foram oferecidas a cada um dos visitantes, destacando-se o “Novo Dicionário de Termos Europeus” e um “Passaporte de Cidadão Europeu”. Abstraindo-nos de qualquer carga política que a visita possa suscitar por parte dos que encontram em tudo motivos para fazer críticas, – por vezes venenosas – esta visita da Imprensa Regional a Bruxelas, não só foi gratificante pelo seu aspecto pedagógico, como também foi uma espécie de reconhecimento da importância que representa esta “voz

incómoda” que é a Imprensa Regional, que tão mal tem sido tratada por alguns sectores do Poder. Ainda que essa incomodidade por vezes não agrade, os jornais regionais são um serviço de utilidade pública que as pessoas apreciam e privilegiam, e de que o Poder local beneficia. Por tudo isso fica o agradecimento a quem proporcionou esta visita ao Parlamento Europeu e também o reconhecimento pela maneira afável e quase familiar como a comitiva foi recebida e tratada durante a sua estada em Bruxelas. No que nos diz respeito e porque sempre entendemos a nossa intervenção não como o exercício de um poder, mas antes como o cumprimento do nosso dever de informar e de servir, fica também um agradecimento especial aos membros da Comissão Política que nos acompanharam e cuja presença veio reforçar os laços de proximidade que devem existir entre os que mandam e os que lhes obedecem. MANUEL V. COSTA


CIDADE 5

20/10/2011

Assembleia geral de Faleceu o P. Manuel Lopes, militantes do PS de Tondela cmf

A comissão política concelhia do PS de Tondela promoveu, no dia 15 de outubro, uma reunião da assembleia geral de militantes. António Pereira, presidente da comissão política concelhia, e Luís Sá, presidente da assembleia geral, estiveram no centro desta iniciativa dos socialistas de Tondela que para além de agregar muitas e muitos militantes do concelho fez deslocar a Tondela o presidente da federação de Viseu do PS, João Azevedo, os deputados José Junqueiro, Elza

Nascido na freguesia de Pínzio, concelho de Pinhel e diocese da Guarda, a 28 de Outubro de 1923, entrou no seminário menor de Santo António de Serém (Macinhata do Vouga Águeda) a 9 de Novembro de 1936. Frequentou o noviciado em Alpendorada (Marco de Canaveses), local onde vem a professar, por vez primeira, a 19 de Março de 1942. Cursa filosofia em Serém, Termas de São Vicente (Pinheiro, Penafiel) e Águas Santas (Jerez de los Caballeros, Badajoz – Espanha), e teologia em Zafra (Badajoz), onde professa perpetuamente a 19 de Março de 1945. Recebe a ordenação sacerdotal em Zafra, Espanha, a 30 de Maio de 1948. Ao longo da sua vida, para além de ilustre pregador, exímio escritor, professor e membro de uma equipa formativa, exerceu também o cargo de prefeito provincial de Apostolado, entre 1968 e 1974. Tondela recorda-se dele porque fez parte da equipa de missionários que primeiro vieram para esta cidade. Foi em 1990, juntamente com os Padres Florentino e Manuel Rocha. À saída do Pe. Manuel Rocha, de Tondela, em 1993, exerceu o cargo de Reitor da

Igreja de Nossa Senhora do Carmo e foi o responsável pelo douramento dos altares. E este múnus, que exerceu entre 1993 e 2001 foi acumulado com o de Pároco de Tonda, onde também restaurou o templo sagrado dando-lhe a beleza que ainda hoje se pode visitar. Em Setembro de 2001, vem para a comunidade de Fátima, onde se manteve como superior até ao final da sua vida. Faleceu na manhã do dia 6 de Outubro de 2011, no Hospital de Leiria, depois de vários internamentos nos últimos tempos e de luta contra a sua saúde, entretanto bastante debilitada, agravada por uma pneumonia que sofrera recentemente. Nas cerimónias fúnebres esteve uma bonita representação de Tondela, Tonda e Lobão da Beira. Esteve também o actual Pároco de Tonda, Pe. João Pedro e o Senhor Bispo, D. Ilídio Leandro, fez-se presente através de uma mensagem muito sentida e que todos registamos. Paz à sua alma e que junto do Pai reze por todos nós. PE. MANUEL ANTÓNIO ROCHA

Pais e Acácio Pinto, os membros da federação, José Rui Cruz, Miguel Ginestal e Rafael Guimarães e o presidente da concelhia de Mangualde, Marco Almeida. Nesta sessão, que contou com uma forte mobilização, muitos dos militantes presentes (Joaquim Santos, Eduardo Rolo, Martinho Loureiro, Firmino, António Jorge, Nelson Martins, Paulo Albernaz, Luís Sá e António Pereira) quiseram deixar bem vincada a sua posição sobre diversas temáticas da atualidade,

nomeadamente, contra as medidas recessivas e atentatórias dos mais elementares direitos das pessoas que o governo está a levar a cabo e que vai potenciar, superlativamente, através da proposta de orçamento de estado para 2012. João Azevedo, Acácio Pinto, Miguel Ginestal e Elza Pais deixaram também as suas perspectivas sobre a situação atual e comentaram as questões levantadas pelos militantes. ACÁCIO PINTO

S. O. S. – BOMBEIROS Ocorrências registadas pelos Bombeiros Voluntários de Tondela no período de tempo compreendido entre os dias 10 e 16 de Outubro de 2011. Foram 128 as chamadas que envolveram 262 Bombeiros, que efectuaram 140 saídas com viaturas, percorreram 7.563 quilómetros, perfazendo, em tempo, 262, 28m. O número de doentes transportados foi de 148.


6 GERAL

20/10/2011

CONVÍVIO DOS ALUNOS DO COLÉGIO TOMAZ RIBEIRO Pela quarta vez o mesmo ritual – reunião no terreiro da nossa infância, no jardim, sob o olhar brônzeo do Soldado Desconhecido, em frente da Igreja Matriz. Do outro lado da estrada o nosso Colégio! Cenário diferente, é certo, mas num canto da nossa mente, embora esbatida pelo tempo, revemos a bela imagem que guardámos de menino. E, olhos fechados deixamos que o filme deslize nos dentes enferrujados da velha engrenagem. E sonhamos. Por pouco tempo. Eles e elas começam a chegar… À alegria junta-se, por vezes, a emoção. E não são preciso espelhos, porque o colega que não víamos há anos, devolve-nos fielmente a nossa imagem – mais barriga, menos barriga, mais cabelo, menos cabelo – a aiveca do arado do tempo, fez, em ambos, a mesma “destruição”! Missa em sufrágio dos que partiram e de acção de graças pelos que ainda cá estão. Um sincero obrigado ao Grupo Coral da Igreja que gentilmente colaborou na Eucaristia e lhe acrescentou mais solenidade e devoção. Um bem-haja também para o celebrante, o Senhor Padre Rocha que tão bem soube exprimir e interpretar na sua homilia os sentimentos que nos vão na alma ao confrontarmos passado e presente. Na nossa vida vamos acumulando lembranças. Umas boas, outras más, umas positivas outras negativas, mas todas elas contribuíram para construir os alicerces da nos-

sa Fé. E é ela que nos ensina que viver é peregrinar, é estar sempre a caminho de mais verdade e contrariar aqueles que afirmam que a «a velhice é o calvário da vida». Porque não é!... Seguidamente e como manda a tradição foi o posicionamento de todos na escadaria da Igreja Matriz para registo fotográfico para mais tarde recordar. Serve também o registo como exemplo para os descendentes, transmitindo-lhes a mensagem de que a vida é a maior dádiva que Deus nos deu. E por isso, enquanto podemos, há que aproveitar todos os momentos. Seguiu-se a romagem ao cemitério – uma homenagem bem sincera aos colegas que já partiram. E foram muitos! No almoço poderíamos dizer que se falou mais do que se comeu. Havia muita coisa a recordar e as conversas, nalguns casos, sobrepuseram-se às iguarias servidas. Aproveitamos esta hora da sobremesa para lembrar a todos os que frequentaram o Colégio Tomaz Ribeiro que o convívio é para todos – novos e menos novos. Não há distinção quanto a idades. Para o ano ficou decidido que o convívio se realizasse de novo, pois como a vida é curta não se podem desperdiçar estes momentos que nos trazem de volta tantas e tão belas recordações. Aqui fica o apelo. Venham todos. Cá estaremos à espera…

FICHATÉCNICA

Registo na DGCS nº 109 629 Depósito legal nº 54581/92 Semanário Regional Independente (Fundado em 10/08/1989) DIRECTOR: Manuel Ventura da Costa E-mail:mventuracosta@sapo.pt REDACÇÃO Arménio Pereira E-mail: armeniopereira@mail.telepac.pt PAGINAÇÃO E MONTAGEM Angelo M. S. Ferreira

M. VENTURA DA COSTA

COLABORADORES Eng.º Hélio Bernardo Lopes, Dr. Cílio Correia, Dr.ª Marta Catarina Rosa, Maria da Conceição Marques Correia, Prof. Sérgio Carvalho, Dr. Leonel Marcelino, João A. Ventura da Costa, Artur Jorge Amaral Leitão CORRESPONDENTES Dr. Elisio Gomes de Matos (Barreiro de Besteiros), Henrique Marques Gonçalves (Caparrosinha), Optacilio de Matos Fragoso (Cortiçada), Herminio Henriques (Corveira), António Lopes de Sousa (Ermida), António Pais Ferreira (Lobão da Beira), José da Cruz Mendes (Mosteiro de Fráguas), Rodrigo Marques Xavier (Parada de Gonta), Amadeu Dias dos Santos (Tonda), Antonino Coimbra dos Santos (Vila Nova da Rainha), Manuel Francisco de Figueiredo (Vilar de Besteiros), Paulo Manuel L. Pereira da Fonseca (C. de Besteiros), Ana Maria de Almeida Simões (Lajeosa do Dão), Joaquim VIegas Conceição (Freimoninho), José Manuel Gomes Ferreira (Coelhoso), Eduardo Pereira Marques (Mouraz), Fausto Varela Macedo (Alvarim), Graciete Gomes (Ferreirós do Dão), José Fernando (Nandufe) PROPRIEDADE / ADMINISTRAÇÃO COMPOSIÇÃO SEDITON - Soc. Editora Tondelense, Lda Registo na DGCS nº 215 348 - Nº Cont. 502468076 Detentores com mais de 10% do Capital da Empresa, Eduardo António Ferreira Marques Arménio Ferreira Marques R. Dr. Marques da Costa Apartado 97 - 3461-909 Tondela E-mail: jornaldetondela@mail.telepac.pt Site: jornaldetondela.com.sapo.pt

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GERAL 7

20/10/2011

MOVIMENTO ENCONTRO MATRIMONIAL 1.º FIM-DE-SEMANA DA BEIRA ALTA Centro Sócio-Pastoral de Viseu, 14 a 16 de Outubro de 2011

O dia 14 de Outubro de 2011 passa a constituir um marco importante para o Movimento Encontro Matrimonial em Portugal e, particularmente, nesta região da Beira Alta. O Centro Sócio-Pastoral de Viseu engalanou-se para receber o 1º Fim-deSemana (FDS) de Encontro Matrimonial da Beira Alta. A maioria dos casais de Tondela que já pertencem ao Movimento e outros vindos dos Carvalhos prepararam os espaços e acolheram os 12 casais e 1 religiosa que iam ter o privilégio de serem os primeiros a realizar nesta zona o FDS de Encontro Matrimonial. Casais, uns oriundos da zona de Tondela e outros, de várias regiões da zona Norte. A Religiosa é de Canas de Santa Maria. Encontro Matrimonial é um Movimento de Igreja que surgiu para dar aos casais a oportunidade de examinarem a sua vida a dois e aos sacerdotes, religiosos/as, a sua relação com a comunidade; é uma ocasião para partilhar sentimentos, esperanças, desacordos, alegrias, desilusões, júbilos… A dinâmica encoraja para um diálogo aberto e honesto, cara a cara, coração a coração, com a pessoa que escolhemos para viver o resto das nossas vidas ou, no caso dos sacerdotes, religiosos/as,

com a comunidade em que estão inseridos. Para esta comunicação, marido e esposa, sacerdote, religioso/a, são convidados a passar um Fim-de-semana longe das distracções e tensões da vida diária, centrando-se um no outro ou na comunidade e, através de temas de reflexão, é-lhes dada a oportunidade de se olharem como pessoas e de olharem o seu casamento, a sua comunidade, a sua relação com Deus e com o mundo com outros olhos e de forma mais bonita e comprometida. Os casais e a religiosa que tiveram a dita de ser os primeiros a viver este FDS da Beira Alta, acompanhados por três casais e um sacerdote que constituíam a Equipa do FDS, puderam saborear o que significa subir ao Monte Tabor, deixar-se transfigurar no Amor e pelo Amor, para, depois, com alegria, descer do Monte para, no mundo, serem sinais de que é possível ser fiel, amar sem condições, dialogar e escutar mais com o coração do que com a cabeça, no fundo, dar prioridade à relação em detrimento do plano do mundo que convida ao egoísmo. PE. MANUEL ANTÓNIO ROCHA

Tondela

Dois sábados dedicados às artes decorativas A papelaria e Atelier pormenores, na Rua Dr. Amadeu Ferraz de Carvalho, nº 257, junto à Escola Secundária de Tondela, promove no próximo sábado, dia 22 de Outubro e no seguinte, 29, aulas gratuitas para quem quiser aprender técnicas surpreendentes de artes decorativas. Para isso as pessoas terão apenas de adquirir neste espaço os materiais necessários para que essas aulas sejam levadas a sério e os seus protagonistas aprendam tudo que os seus promotores irão ensinar. A.P.

Dia Mundial da Música no Agrupamento de Escolas do Caramulo

Comemorou-se o Dia Mundial da Música, na Escola Básica do Caramulo. Realizaram-se algumas atividades durante a semana de 3 a 7 de outubro. Estas atividades pretenderam despertar a sensibilidade acústicomusical, motivar atitudes e relações mais positivas, alegres e artísticas, promover um maior conhecimento cultural, musical e de partilha de experiências, vivências e conhecimentos. Elas consistiram na exposição de instrumentos tradicionais de vários continentes, com incidência na Europa, África e América do Sul (Brasil); audições na rádio escolar de música de géneros diversos, como

Clássica, Pop/Rock, Popular/Tradicional, Jazz, Musicais e Banda sonoras de filmes. Nos dois últimos dias, e para divulgação e partilha de experiências, deslocaram-se à escola uma banda de guitarras que interpretou música portuguesa e alguns instrumentistas da Banda filarmónica da Casa do Povo de Tondela que interpretaram peças musicais tradicionais do seu repertório. Todos os intervenientes apreciaram as atividades e acrescentaram mais algum saber cultural e artístico ao seu conhecimento geral, pois que “O saber que o saber não ocupa espaço”. No dia 6 de Outubro, a convite da BE, o Profes-

sor Zé Cardoso e seus alunos atuaram na Escola EB 2,3 do Caramulo a fim de comemorar o Dia Mundial da Música. Toda a escola assistiu à atuação musical! Os alunos de uma forma disciplinada e com muita empatia, cantaram e bateram palmas! Foi uma tarde memorável! Obrigada professor Zé Cardoso! Obrigada a seus alunos: Afonso, Carolina, Marcos, John e Miguel! AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO CARAMULO CLUBE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL BIBLIOTECA ESCOLAR PROFESSORA DE EDUCAÇÃO MUSICAL


8 REPORTAGEM

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Molelos

Federação Portuguesa de Futebol

Terapias Zen para uma vida Carlos Marta é candidato mais saudável

à presidência TEXTO: ARMÉNIO PEREIRA

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TEXTO E FOTOS: ARMÉNIO PEREIRA

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espaço Woman Zen é um novo serviço integrado da Farmácia Molelos. A ideia é ter todos os dias da semana uma oferta diferenciada de serviços que sirva com qualidade a população que recorre ao atendimento desta unidade farmacêutica. Nesta primeira fase o espaço Woman Zen aceitará marcações para uma utilização de um dia por semana, tendo como objetivo primordial funcionar com uma oferta de serviços inovadores junto das populações locais, sobrevalorizando o fator proximidade. A intenção dos proprietários da Farmácia Molelos é apostar na

potenciação de prestação de cuidados ligados à qualidade de vida, beleza e bem-estar. Esta responsabilidade estará entregue a uma técnica especializada de massagens e foi precisamente ela que nos deu algumas informações fundamentais para percebermos o que todas as mulheres poderão usufruir a partir desta semana na Farmácia Molelos. “Vamos ter oito tipo de massagens, todas elas muito variadas consoante as necessidades das clientes e do que procuram, tendo como premissa personalizar cada atendimento, porque cada uma procura uma coisa diferente relativamente às outras…”. Jorge Soares responsável pelo espaço reafirmou a convicção de trazer serviços para Molelos que só existem nos grandes centros e que não estão

ao alcance da sociedade em geral, porque havendo essa proximidade também torna mais fácil que as pessoas possam desfrutar deles. De forma mais especifica o espaço Woman Zen apresenta os seus serviços em três áreas distintas, a primeira relacionada com o Tratamento de Rosto que engloba a limpeza de pele, hidratação facial e tratamentos específicos. O Tratamento de Corpo inclui a esfoliação corporal, esfoliação com e n v o l v i m e n t o , chocoterapia, vinoterapia, cerejoterapia e envolvimentos diversificados. Por último, as Terapias Holísticas, abarcam relax localizada, relax corpo inteiro, velas aromoterapia, pedras quentes, reflexologia, drenagem linfática, anticelulítica e oriental com pisamentos.

notícia foi tornada pública a meio da tarde de quinta-feira, 13 de Outubro, embora já fosse praticamente um dado adquirido que o presidente da Câmara Municipal de Tondela iria concorrer às eleições do próximo dia 10 de Dezembro para presidente da Federação Portuguesa de Futebol. Depois da apresentação das candidaturas de Fernando Gomes e António Sequeira, Carlos Marta aceitou o desafio que foi lançado conforme indicação do comunicado divulgado através da agência Lusa: “Sou candidato à presidência da FPF. Recebi um conjunto de apoios bem significativos de estruturas de classe, de clubes e de muitas personalidades ligadas ao futebol e ao desporto, depois de uma ponderação séria, entendi que estavam reunidas as condições e, sobretudo, preparado para este extraordinário desafio de ser presidente da FPF”. O currículo desportivo de Carlos Marta é vasto, tendo sido futebolista profissional vários anos com o nome de “Águas”. Iniciou a sua carreira no Clube Desportivo de Tondela, seguiram-se a Académica de Coimbra, Académico de Viseu, União de Leiria, Marítimo e Mangualde. Depois de ter abandonado o futebol e completado a licenciatura em Educação Física, foi delegado em Viseu da extinta Direção-Geral de Desportos, presidente da Associação de Futebol de Viseu, presidente do Conselho Superior de Desporto e liderou a Comissão Parlamentar de Fiscalização do Euro-2004. Para além da faceta desportiva, Carlos Marta, junta também o percurso vitorioso de autarca, desde que em Janeiro de 2001, assumiu as rédeas do poder autárquico, substituindo antecipadamente, António Tenreiro da Cruz.

Em Outubro desse mesmo ano venceu de forma esclarecedora as eleições para a Câmara Municipal de Tondela. Seguiram-se mais duas vitórias estrondosas em 2005 e 2009, para o cargo que ainda exerce, a par de outros com menos importância. Entre estes há um que ainda assim se destaca dos demais e que tem sido determinante para a marca empreendedora que impôs na utilização dos dinheiros comunitários provenientes do QREN, liderando a Comunidade Intermunicipal da Região Dão Lafões, sediada em Tondela. Pessoa determinada, astuto politicamente, entusiasta convicto pelas causas em que acredita, aos 54 anos, segura mais um desafio, na sua vida, provavelmente um dos mais difíceis pela amplitude nacional e internacional que lhe é conferida, mas também um dos mais aliciantes que podia ter imaginado. A apresentação oficial da candidatura com o programa que lhe está ligado está marcada para a próxima sextafeira, dia 21 de Outubro, às 12 horas, em princípio na sede da Federação Portuguesa de Futebol. Nessa altura serão divulgadas as linhas gerais do manifesto eleitoral.


CONCELHO 9

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Tondela

Seleção jovem de Portugal promoveu jogo contra a Roménia na escola secundária

Vereador do Pelouro do Desporto, António Dinis, no uso da palavra

Jovens atletas no sintético TEXTO E FOTOS: ARMÉNIO PEREIRA

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vereador do Pelouro de Des porto do Município de Tondela, António Dinis, chefiou na tarde de segunda-feira, 17 de Outubro, a receção da comitiva composta pelos técnicos e jogadores da Seleção de Sub-17 de Portugal que decorreu no recinto sintético da Escola Secundária de Tondela. O contacto direto com os alunos deste estabelecimento de ensino teve como finalidade promover o jogo que a seleção fará em Tondela, sendo apro-

veitado o momento para os elementos que fazem parte do gabinete de desporto da autarquia distribuírem t-shirts alusivas a este evento desportivo. Desta forma a ação desenvolvida serviu também para sensibilizar a comunidade escolar a assistir ao jogo que irá decorrer no estádio João Cardoso frente à Roménia, no dia 29 de Outubro, às 16 horas, a contar para a primeira fase de qualificação do Campeonato da Europa de Sub-17. A Seleção de Futebol de Sub-17, através de toda a comitiva autografou uma bola que foi oferecida à Escola Secundária de Tondela, tendo sido entregue ao presidente do con-

selho executivo, Júlio Valente, pelo capitão da equipa, o central do Sporting, Ricardo Tavares. A equipa das quinas é composta pelos jogadores Palha, Rúben Alfaiate (guarda-redes), Alex Alfaiate, João Nunes, Rafa, Rebocho, Ricardo Tavares (defesas), Filipe Nascimento, Francisco Ramos, Marcos Lopes, Raphael Guzzo, Tomás Podstawski (médios), André Silva, Raúl, Cristian, Ivo Rodrigues, João Gomes e Romário Baldé (avançados). A equipa técnica também esteve presente, sendo composta pelo treinador principal, Hélio Sousa, o treinador assistente, Emílio Peixe e o treinador

Capitão Ricardo Tavares oferece uma bola autografada a Júlio Valente

de guarda-redes, Pedro Roma e outros elementos do staff da Federação Portuguesa de Futebol. Nenhum destes elementos prestou quaisquer informações adicionais à nossa reportagem, alegando não estar autorizado para o fazer, explicando que para tal teria sido necessário solicitar essa autorização previamente. Nesta pequena cerimónia esteve também presente o campeão europeu de sub-17 de 2003 disputado na região, com o jogo da final, a ser realizado no estádio do Fontelo em Viseu. Quem esteve presente ainda se lembra certamente que a equipa das quinas, tal como foi dito pelo

professor Carlos Alberto da Divisão do Desporto, Juventude e Turismo do Município de Tondela triunfou por 2-1 frente à Espanha com os dois golos lusos a serem apontados por Márcio Sousa que hoje é jogador do Clube Desportivo de Tondela. Este atleta teve a oportunidade de dirigir algumas palavras aos seus colegas mais novos, lembrando o privilégio que teve em ser campeão da Europa em 2003, referindo que é um orgulho enorme para qualquer jogador representar a Seleção Nacional de Sub17. O campeão europeu em 2003 incentivou todos os atletas a empenharemse a fundo nos próximos

jogos que terão de disputar, salientando que esta é uma oportunidade que cada um não deve desperdiçar. Márcio Sousa expressou a ideia de que mesmo que consigam ganhar alguma coisa nesta fase, isso ainda é muito pouco porque terão de continuar sempre a trabalhar de forma árdua, mantendo sempre viva a união de todo o grupo. O professor Carlos Alberto agradeceu ainda aos agrupamentos de escolas que trouxeram os seus alunos e que vieram apoiar a seleção nacional, tendo esta seguido de imediato para um treino que tinha agendado no estádio João Cardoso.

Márcio Sousa (jogador do CDT), Campeão Europeu de Sub 17 em 2003, incentivou os jovens atletas


10 REPORTAGEM

20/10/2011

Tondela

Arranque do ano letivo da escola profissional

Rosa Pinto, mãe do melhor aluno em 2009/2010, segura o cheque de 500 Euros TEXTO E FOTOS: ARMÉNIO PEREIRA

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Escola Profissional de Tondela promoveu na manhã da passada sexta-feira, dia 14 de Outubro, no auditório 1 da ACERT, a abertura do ano letivo 2011/2012. A direção desta escola quis atribuir especial simbolismo a este momento, como “um sinal de identidade e vitalidade da comunidade educativa”, por isso convidaram todos os alunos do estabelecimento de ensino para participar nesta cerimónia. Na mesa de honra estiveram Carlos Marta que presidiu à sessão, tendo ao seu lado Fernando Sebastião, presidente do Instituto Politécnico de Viseu, convidado também a estar presente e acompanhá-los esteve Miguel Rodrigues, diretor da Escola Profissional de Tondela. O primeiro a usar da palavra foi precisamente este último, tendo começado por referir a satisfação sentida por este momento servir também para a distinção nesta oportunidade do melhor aluno em 2009/2010. Para tal foi-lhe entregue o diploma de mérito, mas também um prémio monetário, um cheque no valor de 500 euros, neste caso a Vítor José Lopes Pinto. Na impossibilidade deste poder estar presente por se encontrar em Coimbra

a iniciar um curso superior foi representado por sua mãe Rosa Maria Pinto. Miguel Rodrigues referiu o testemunho público daqueles que pelo seu esforço, dedicação e competência se destacaram podendo constituir neste caso concreto forte incentivo aos menos motivados ou empenhados. O diretor disse aos alunos “que ao longo dos sucessivos anos do vosso percurso escolar é vos pedido que trabalhem com dedicação, rigor e afinco, para que possam desta forma se destacar, obtendo assim os melhores resultados possíveis para serem os melhores…”. Miguel Rodrigues afirmou ainda que este tipo de iniciativas deve fazer parte do quotidiano das escolas, “o desenvolvimento de uma cultura de mérito que culmine neste tipo de iniciativas tem a virtude de possibilitar uma maior solidariedade e entre-ajuda entre os jovens alunos, destacando assim aqueles que mais se salientam pelo seu trabalho e mérito, podendo também contribuir para o crescimento dos seus colegas”. O diretor da escola terminou com o desejo que a passagem de todos os alunos pela EPT corresponda às expetativas, dotando-os da maturidade, competências e conhecimentos necessários para enfrentar os desafios e os níveis de exigência que cada vez mais irão encontrar.

Miguel Rodrigues ainda teve tempo de dirigir uma palavra aos encarregados de educação e aos pais fazendo-o na pessoa do jovem aluno distinguido, para além do papel fundamental dos docentes, dos colaboradores e das empresas que com a escola profissional trabalham e contribuem para o sucesso deste processo formativo.

A IMPORTÂNCIA DAS ÁREAS TECNOLÓGICAS O presidente do Instituto Politécnico de Viseu, Fernando Sebastião, na sua intervenção salientou o valor insofismável do projeto educativo da escola profissional de Tondela. Este responsável aludiu mesmo à forma de sair da crise que o país atravessa, “toda a gente diz que isso, passa pelo desenvolvimento da nossa economia, mas para tal é importante o incremento e internacionalização das empresas. Estas, por sua vez, para serem competitivas, um dos aspetos fundamental deve estar na qualidade dos seus recursos humanos, ou seja, estas devem ter pessoas qualificadas para poderem ser competitivas…”. Fernando Sebastião fez uma referência direta à fuga no ensino por parte dos alunos das áreas tecnológicas, acabando tal ser um contra-senso, na medida que a empregabilidade está pre-

Fernando Sebastião e Carlos Marta cisamente nestes setores. Em seu entender, os alunos saem das engenharias, por causa do ensino da matemática e do seu insucesso, defendendo um combate efetivo a este problema, tal como da física, desenvolvendo um programa nacional que comece desde logo no primeiro nível de ensino. Estas são áreas estratégicas fundamentais para o futuro do país e o seu desajustamento em relação à colocação destas vagas no ensino superior em relação às restantes. O presidente da Câmara Municipal de Tondela, Carlos Marta encerrou a sessão, tendo-se mostrado satisfeito um dia depois de ter tomado “uma decisão muito difícil da minha vida (concorrer às eleições para a Federação Portu-

guesa de Futebol) e nada melhor que na minha primeira intervenção pública depois dessa decisão ter aqui mais de trezentos alunos para eventualmente receber de vós não tenho nenhuma dúvida sobre isso, carinho, amizade e naturalmente respeito. Poder estar aqui hoje é seguramente um incentivo para o extraordinário desafio que vou fazer na minha vida pessoal…”. Carlos Marta incentivou os alunos a trabalharem com afinco na medida em que cada vez mais o mercado de trabalho está difícil, elevando como tal os níveis de exigência das novas gerações. O presidente do município encorajou os alunos a terem determinação, nunca desistirem e que não sintam qualquer tipo

de pressão, “acreditando apenas nas vossas capacidades e no querer conquistar algo de importante para as vossas vidas…”. Carlos Marta lembrou ainda que é este o caminho que a Escola Profissional de Tondela tem procurado percorrer ao longo destes 18 anos de existência, para além dos conteúdos programáticos, toda a comunidade educativa, a sociedade civil, Câmara Municipal, empresas e todas as instituições do concelho, constituem uma grande família. Esta cerimónia terminou com um espetáculo musical fantástico protagonizado pelo grupo coral e instrumental do agrupamento de escolas de Tondela.

Trezentos alunos na assistência


GERAL / OPINIÃO 11

20/10/2011

Carta aberta à maioria municipal que nos “ governa” !...

Carvalhal (Tondela) AF

ASSEMBLEIAGERAL DO C.S.C.D.R. CARVALHAL Vai-se realizar no próximo dia 22 de Outubro, pelas 21 horas, uma Assembleia-geral desta Colectividade com a seguinte Ordem de Trabalhos: Leitura da Acta da Assembleia anterior; Apresentação e aprovação do Relatório de Contas da Direcção anterior; Discussão de assuntos de interesse da Associação; e Eleição de novos Corpos Sociais.

Como é do regulamento, se à hora marcada não se encontrarem presentes um número mínimo de associados, a mesma realizar-se-á meia hora depois com qualquer número de sócios. Espera-se a presente com o maior número possível de sócios para discutir assuntos que são do interesse de todos e para bem da nossa Colectividade.

GRUPO “MALTA” No próximo dia 22 de Outubro, pelas 22,30 horas o Grupo Malta fará um

espectáculo musical nas instalações do Centro Social Cultural Desportivo e Recreativo do Carvalhal. Será uma noite de música, diversão e convívio para todos os fãs deste Grupo assim como de quem gosta de passar uma noite animada, com boa música e bom ambiente. Tudo isto está garantido pelo que contamos com a presença de muitos entusiastas destes ambientes. Contamos com todos. Até lá!....

Nandufe O CESTEIRO

"VALAS POR REPARAR" Na avenida General Humberto Delgado foram feitos rasgos na estrada para efectuar alguma ligação. Esse rasgo (vala) foi tapada e foi colocado algum alcatrão.No entanto, a mesma tem vindo a ceder devido à passagem constante de veículos, pelo que se pede aos res-

ponsáveis o favor de mandar reparar, porque este defeito tem causado problemas ao trânsito que por aqui circula.

" XII ENCONTRO CONVÍVIO SÉNIOR" A Junta de Freguesia de Nandufe informa a população, em especial os reformados e todos aque-

les que tenham mais de 65 anos e queiram participar neste XII Encontro Convivio dos Seniores do Concelho de Tondela que se realiza no próximo dia 06 de Novembro no Pavilhão Municipal de Tondela,que devem inscrever-se na Sede da Junta de Freguesia até ao dia 24 de Outubro.

Noticias da Casa do Concelho de Tondela em Lisboa

3.º Encontro de Folclore e Música Popular

Vai decorrer no proximo dia 22 de Outubro o 3.º Encontro de Folclore e Música Popular no salão de Festas do Vale Fundão em Marvila. Programa: 17,00 - Grupo de Concertinas- Os serranitos - Casa de Pampilhosa da Serra 17,30 - Rancho Folclórico e Etnográfico da Casa do Concelho de Cinfães 18,00 - Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Pampilhosa da Serra 21,00 - Ruizinho de Penacova - Casado Concelho de Penacova 21,30 - Grupo de cavaquinhos da casa do Concelho de Ponte de Lima 22.00 - Sessão Solene 22,30 - Rancho Folclórico do Beco, Santo Aleixo - Casa Regional de Ferreira de Zezere 23,00 -Cavaquinhos do Coentral-"Fragas e Giestas" - Casa do Concelho de castanheira de Pera. 23,30 - Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa - Casa da Comarca de Arganil 24,00 - Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez Não haverá nenhuma representação de Tondela por motivos da distância e da hora tardia da sua actuação. ELISIO LUIS CHAVES

JORNAL DE TONDELA

Afinal, tal como se previa, as contas estavam (des) controladas…

Nos últimos anos foi-se construindo um discurso falacioso no poder local e autárquico em que tudo é justificável em nome da obra que se faz e de um interesse, por vezes, putativamente público. Não se tem olhado a meios/despesas para trazer a “ prole” contente, serena e colaborante. Mas eis que chega a crise e tudo se complica, escasseando os meios e as alternativas de financiamento para solver os encargos. Urgia uma solução! Não tardaram alguns municípios a descobrir a solução para tais problemas, surgindo assim as conhecidas parcerias público-privadas. Sim as PPPs, as tais que afinal não decorrem somente da iniciativa do anterior governo, mas também e sobretudo de muitos que na praça pública as criticavam mas que se foram “salvando” com elas. Ocorre-me, a este respeito, fazer uma referência a uma entidade do meu Concelho, que tanto quanto julgo saber tem esse supra-aludido formato a Tondelviva-investimentos urbanos, SA. Efectivamente a Tondelviva tem tanto quanto é público chamado a si património municipal, transmitindo esse direito superficiário a entidades terceiras, provavelmente financeiras, pois com a quantidade de obra que tem feito é certo que alguém estará a financiar. Assim sendo colocam-se-me algumas dúvidas: o aludido direito superficiário foi obtido por que valor? E ao ser, como se prevê, dado como garantia real aos financiadores que valor atingiu? Durante quantos anos esse direito superficiário foi transmitido? 40, 50 anos? Mais? Menos? A que juros? Foram negociados valores fixos? Foi negociado algum período de carência? Qual o real e verdadeiro montante envolvido nesta operação de desorçamentação municipal? Percebemos agora, porque é que se reitera a premissa de que “as contas estão equilibradas porque se fez trabalho de casa”, pois enormes valores monetários deixaram de orbitar no univer-

so público, passando para aquele outro do público-privado! Todo este processo tem a meu ver, ainda, uma curiosa característica que é aquela que resulta do município não ser de direito dono de muitas obras, mas sê-lo de facto fazendo uma despudorada manipulação política. O concelho, os munícipes merecem uma explicação cuidada, criteriosa e objectiva pois poderá estar em causa a sua viabilidade/ sustentabilidade económica. Corremos o risco de ter as próximas 2 ou 3 gerações completamente hipotecadas na sua autarcia. O rigor orçamental, a contenção de despesa, o incremento de receita não podem ser apanágio exclusivo do governo central, devendo o governo local dar, também, esse exemplo de forma peremptória e absoluta. Ainda a este respeito ocorre-me relembrar que um ilustre membro do governo afirmou que Tondela era um exemplo para Portugal, ficando eu sem saber qual a leitura que deverei fazer destas palavras; relembrarei, também, um artigo de opinião publicado num jornal de Viseu, pelo Exmo. Sr. Vice-presidente do município de Tondela, cujo título me permiti utilizar, pese embora algumas alterações, no qual se fazia uma “ profissão de fé” acerca da clareza e da transparência governativa” a mesma que eu espero presida à resposta para esclarecer todas as minhas dúvidas. Hoje, como sempre, as pessoas estão primeiro, é em nome delas, é em nome dos meus conterrâneos e por imperativo de consciência que escrevo estas linhas e questiono quem de direito. É em nome dessas pessoas que fico na expectativa de uma resposta célere, porque afinal tal como se previa as contas estavam (des) controladas…!? PAULO ALBERNAZ PROFESSOR DO ENSINO SECUNDÁRIO E ELEITOR NA FREGUESIA DE TONDELA.

JORNAL DE TONDELA Online Também nos pode ler na Internet em: http://jornaldetondela.com.sapo.pt


12 GERAL

20/10/2011

VIVÊNCIAS

A tradição da olaria na família Maneira Para os enaltecer e lhes agradecer, curvandome a todos: ao solo moldável e arável, simultaneamente, fruto da Natureza; aos meus antecedentes familiares que trabalharam nesta arte, alguns bem distantes: trisavô, bisavô e avô pelo contributo e estímulo que me deram para os continuar, não deixando assim morrer esta tradição familiar nesta arte milenar com o meu modesto contributo. Sei que não é fácil, porque a emoção é muita, explicar através da escrita tudo o que me vai na alma, sem jeito para o fazer deixa-me sem respiração. Contudo, aqui deixo um espaço em branco para os entendidos poderem dar-me um “puxão de orelhas” pelo meu atrevimento, ajudando-me, assim, a dar a este episódio o brilho que porventura mereça. Entretanto, e enquanto os ditos cujos me não acodem, cá vou garatujando à minha maneira, sem nunca me queixar que a culpa pertence aos pais pelo facto de me não terem mandado ao liceu. Aí nunca rompi os fundilhos das calças, mas nem tudo foi mau e a culpa pertence a cada um de nós. Falar da nossa família de oleiros, da qual orgulhosamente descendo, não é tarefa fácil. Todos os registos relativos a estes meus antepassados são minúsculos e, em certos

casos, inexistentes. Afinal, trata-se de quatro gerações de oleiros antes de mim: o meu trisavô, José Francisco Maneira, oleiro, casado com Maria Antunes Sousa, foi contemporâneo das Guerras Liberais; o meu bisavô, Manuel Maneira, oleiro, casado com Emília Rodrigues em 18/7/1855; o avô, António Rodrigues Maneira, oleiro, nascido em 27/12/1870 e casado com Maria Emília em 6/8/ 1892, moradores no Botulho, mais tarde tendose fixado em Molelinhos; seus dois irmãos, também oleiros, João Maneira, nascido no ano de 1857 e casado com Maria Fernandes da Costa em 10/12/1880 e José Rodrigues Maneira, nascido em 30/5/1866, casado com Encarnação Coimbra em 1/9/1891. Já nos inícios do séc. XX, o meu tio Artur Rodrigues Maneira,

casado em 1912 com Maria Antunes Coimbra, filho do meu avô oleiro, foi oleiro ele próprio, seguindo a tradição familiar. O meu pai foi o elo que partiu nesta corrente familiar. Era um homem muito recatado, honesto e trabalhador que no serviço militar aprendeu a profissão de barbeiro. Quando regressou à aldeia, devido à pouca clientela, exercia só aos finsde-semana, trabalhando os restantes dias da semana na construção civil. Nesta árvore genealógica, o último oleiro fui eu, Manuel Fernandes Maneira. Para mim, foi e continua a ser uma grande honra ter seguido os passos destes meus antepassados, bravos lutadores que, naquela altura, conseguiram cumprir a sua tarefa apesar dos meios rudimentares, como por exemplo as rodas de oleiro

tocadas com o pé, o sovar do barro ou o processo de cozedura da soenga que exigia grande esforço. No passado, de um modo geral, as peças de barro negro eram cozidas através de um processo primitivo chamado soenga. Este processo consistia em escavar uma cova no solo pouco funda coberta de caruma. A seguir, o oleiro colocava as peças emborcadas e apoiadas umas nas outras em jeito de pirâmide de modo a formar intervalos para

que o calor e os gases passassem. Esta operação requeria muita atenção na colocação das peças para evitar que tombassem. De seguida, colocavam-se cavacas de pinho em toda a volta das peças, desde a base até ao cimo, cobrindo-se a pilha com torrões de terra com raízes, tanto melhor se estes forem cavados em áreas com muitas mimosas, devido à sua abundância de raízes muito indicadas para o efeito. Na base da pilha, ficam quatro ou mais buracos para a entrada de lenha a fim de alimentar a combustão durante 8 a 12 horas. Este tempo depende de vários factores, como por exemplo o volume de peças ou o grau de secagem destas e ainda as próprias condições atmosféricas. No cimo, ficava uma abertura para saída dos gases, a chamada chaminé. Ao terminar a cozedura, colocavam-se uns pedaços de lenha muito resinosa através dos tais buracos para provocar um aumento da combustão e

de fumos. Entretanto, vãose fechando os buracos na base e, por fim, a chaminé, provocando, assim, um abafamento total. Para terminar, envolvia-se toda a estrutura com terra, desde a base até ao cimo, para que o fenómeno da carbonização fosse coroado de êxito. A loiça deveria permanecer assim durante mais 8 a 12 horas, passadas as quais é a hora da desenforna. Apesar da dureza deste trabalho que envolve grande esforço e sacrifício, quando os resultados eram bons esqueciam-se as dificuldades e dava motivo para brindar com uns copos e cantar entre a família. Naquela altura, era também uma prática corrente os próprios oleiros extraírem directamente o barro em locais específicos, as chamadas barreiras, muitas delas bastante distantes da aldeia, e depois transportando-o à cabeça em gamelas ou de carro-de-mão. CONTINUA NA PRÓXIMA EDIÇÃO


CONCELHO 13

20/10/2011

CENTRO PAROQUIAL DE CANAS DE SANTA MARIA

ALMOÇO – CONVÍVIO O Centro Paroquial de Canas de Santa Maria vai realizar no próximo dia 23 de Outubro (Domingo) um almoço convívio, cujo produto reverterá a favor das obras do Novo Centro Paroquial. A ementa constará de entradas variadas, caldo verde, grelhada mista com arroz de feijão. Castanhas e doçaria diversa farão parte da sobremesa. Também não faltarão os respectivos líquidos de variadas cores. As inscrições podem ser feitas até ao dia 22 de Outubro e os preços são de 10 castanhas para os adultos e de 5 para crianças até aos 12 anos. Podem inscrever-se através dos nºs: 232 848 148 e 232841542. A solidariedade e a entreajuda são as únicas armas com que podemos combater a crise. Não faltem. Esperamos por todos.

CENTRO SOCIAL DO TOURIGO, IPSS

SEMINÁRIO VOLUNTARIADO – “Coração e Atitude” No próximo dia 22 de Outubro de 2011 vai realizar-se no Centro Social do Tourigo, IPSS, um Seminário sobre Voluntariado, com o seguinte programa:

Mosteiro de Fráguas JOSÉ DA CRUZ MENDES

OBRAS ÚTEIS Recentemente foram colocadas lombas transversais nas extremidades da ponte do Dinha, no lugar do Ribeiro, o que há muito se esperava pela pouca largura do local e com certeza pelo notado abuso na velocidade. Já aqui lembrámos da curva frente à escola ou Jardim-de-infância em Fráguas onde há estacionamento obrigatório para entregar e receber crianças. Observámos ali autênticos atentados à segurança das pessoas, pelos que circulam tanta vez com velocidade que nos faz meditar. Aqui está a prioridade das prioridades se assim o entenderem os nossos responsáveis. Lembramos também e mais uma vez o caminho milenar, Ladeira Vale da Cuba, totalmente abandonado, o de Fráguas à Mouraria atravessado por silvas, o do Amainho, o do Cardoso, etc.

A Junta de Freguesia tem pessoal diário e um tractor ao seu serviço e parece-nos que só as ruas que atravessam a nossa terra são vistas para as limpezas. Seria bom que o caminho do enxudre também fosse dotado de reparação pois há buracos que o tornam nalguns sítios quase intransitável, vêm e dizem os que ali passam. Isto é apenas um alerta aos nossos responsáveis que até é natural que para eles estes lugares sejam desconhecidos.

FALECIMENTO Mais uma morte originada pela tal doença que não perdoa e que tem levado para o além tantas e tantas pessoas, novas e velhas. Desta vez foi a Maria Dolores Pinto da Silva de Fráguas que há cerca de 3 meses viu partir o marido, segundo consta, com o mesmo mal. Contava 55 anos de

idade, era irmã das sras. Cremilde, Isabel e Anabela, sendo a mais nova das quatro, deixa uma filha de 23 anos. Esteve internada no Hospital de São Teotónio em Viseu vindo daí o seu corpo transladado para a Capela de Nosso Senhor dos Aflitos onde esteve em câmara ardente até à hora do funeral que se realizou após missa de corpo presente. A Dolores era uma mulher trabalhadora e educada, deixa muitas saudades, não só à família mas também às pessoas que com ela lidavam no dia a dia. O seu funeral foi muito participado, que assim quiseram despedir-se da nossa vizinha Maria Dolores, acompanhando-a à sua última morada no nosso cemitério. Que Deus a tenha no seu Reino, aos familiares especialmente á Carlita, endereçamos as mais sinceras condolências.

14:00 - Abertura do Secretariado (Entrega da Documentação) 14:30 - Sessão de Abertura – Manuel Ventura Costa – Presidente CST – IPSS TEMA: O trabalho voluntário e as organizações 15:00 - 15:30 -Rotary Clube de Tondela – Ser Rotário, é ser um voluntário – Felisberto Marques (Dr.) 15:30 - 16:00 - Banco Alimentar de Viseu – A importância do voluntariado no Banco Alimentar de Viseu – Catarina Sobral (Dra.) 16:00 - 16:30 - EAPN – Rede Europeia Contra a Pobreza – José Machado (Dr.) 16:30 - Pausa para o café TEMA: O que é ser voluntario: testemunhos pessoais 16:45- 17:05 - O que é para mim, ser voluntária – Ana Maria Foure (Dra.) 17:05 - 17:35 - O que é para mim, ser voluntário – Hélio Domingues (Dr.) 17:35 - 18:25 - Perguntas e Respostas – Debate 18:30 - Sessão de Encerramento – Manuel Ventura da Costa – Presidente do CST – IPSS Inscrição Através do site, endereço www.cstourigo-ipss.com ou directamente na sede do CST - IPSS, no Tourigo. 3 Euros – Sócios 5 Euros – Não Sócios Até aos 18 anos – Inscrição é Gratuita

ACTUALIZE A SUA ASSINATURA CONTACTE-NOS PELO TELEFONE:

232 822 137

Ferreirós do Dão GRACIETE GOMES

PARABÉNS À ASSOCIAÇÃO VALE DO DÃO A Associação Vale do Dão completou ontem dia 16 de Outubro de 2011, 19 anos de vida. Foi com pompa e circunstância que comemorou o acontecimento, realizando um almoço convívio, com todos os sócios que se quiseram juntar à festa. Estiveram presentes, o nosso Presidente da Câmara, Dr. Carlos Marta e seus Vereadores, Dr. José António, Eng. Carla Pires, Eng. Dinis, Pedro Adão e Dra. Cecília e o Sr. Padre José Fernando, como representante da Fábrica da igreja, que aproveitou a ocasião para abençoar as instalações e ainda os membros da nossa Junta de Freguesia, Sr. Luciano Costa, Sr. Gilberto Oliveira e Sr. Henrique Carvalho e um representante da Casa do Povo de Ferreiros do Dão o Sr. António Rabaçal.

Ficaram assim representadas todas as instituições da nossa freguesia. A tarde cultural iniciou-se ainda durante o almoço com a apresentação do grupo de dança de Hip Hop pertencente a Associação. De seguida apresentou-se a Escola de Música também da Associação e por fim o Rancho folclórico de Santiago de Besteiros. Pelo meio tiveram lugar os discursos dos quais dou especial destaque ao do nosso Presidente da Junta o Sr. Luciano Costa, já que para além dos devidos parabéns à Associação, utilizou o seu discurso para frisar alguns pontos importantes, como todas as actividades desportivas e culturais que a Associação realiza ao longo de todo ano, mas tocou na ferida, ou seja em alguns pontos importantes para a vida da nossa freguesia – o tão falado livro verde, sobre a organização do território, que dei-

xa Ferreirós em muito maus lençóis, devido ao nº reduzido de residentes inscritos nos cadernos eleitorais. Enalteceu também a boa gestão do poder Camarário, na figura do seu Presidente e dos seus vereadores para contrariar a má gestão do poder central, que levou o nosso país ao descalabro em que nos encontramos. Mas acima de tudo reforçou o papel importante que as instituições têm na nossa terra em especial o da Associação Vale do Dão. A associação por fim presenteou os seus convidados com um vídeo que representa toda sua existência, desde o seu início até aos dias de hoje e também com um grande bolo para celebrar o seu aniversário. Da minha parte dou-lhe os meus parabéns e espero que os próximos 19 anos sejam tão bons ou melhores do que estes.


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20/10/2011

Lobão da Beira ANTÓNIO PAIS FERREIRA

ARTERRA/ ESCOLA “No passado dia 11 de Outubro a Escola Primária de Lobão da Beira deslocou-se ao ARTErra para que os alunos pudessem usufruir da acção que lhes foi preparada por Milú Sardinha. Esta artista(ceramista/pintora)

aproveitou a sua residência para poder partilhar um pouco da sua sensibilidade com as crianças. Partindo do livro “Pássaro da Alma” (a todos se recomenda) meninos e meninas, foram desafiados a desenvolver uma actividade plástica em conjunto com a artista. Num acto de enorme ge-

nerosidade, a Milú não quis deixar de aproximarse um pouco da comunidade local, e com eles privar e distribuir a sua arte, o seu coração! Foi uma alegria poder repartir com estes meninos uma tarde especial. OBRIGADA.” “O escultor/fotógrafo canadiano Karl Ciesluk

andou por Lobão da Beira a trabalhar no seu já longo percurso dedicado á Land Art ou Earth Art. Durante 25 dias, fez do ARTErra a sua casa. Não parou de procurar e explorar as redondezas da aldeia. Utilizando a paisagem natural e seus elementos (rochas, pedras, árvores, frutos...) este artista faz as suas composições e posteriormente fotografa-as, esperando pelo momento certo, luz certa. Um dos seus temas de eleição é o feminino, procurando explorar formas triangulares. Alguns dos seus trabalhos, partes deles ainda estão espalhados pelos pinhais nas traseiras da Ermida Nossa Senhora do Crasto. Poderá encontrar mais informação no facebook do ARTErra” h t t p : / / arterra.weebly.com/ http://arterraresidencias.blogspot.com/

INCÊNDIO TERÇA DE TARDE Na terça dia 11, de tarde, via-se muito fumo entre Várzea e Naia. Ouvimos os bombeiros, certamente estiveram no local para resolver mais uma situação que não deveria repetir-se. Um outro incêndio haveria para os lados da Lajeosa, pouco depois. A sempre rápida e eficaz presença dos Homens de Bem/Soldados da Paz, está para por cobro às porventura más atitudes.

ACIDENTE EM TRABALHOS AGRÍCOLAS. Na tarde de quarta feira 12, quando procedia à apanha de azeitona, Horácio Silva Antunes caiu da árvore onde trabalhava, ficando mal tratado. Chamados os socorros/Bombeiros, rapidamente e assinalando devidamente a marcha compareceram no local. O acidentado seguiu para o Hospital de Viseu, aí permanecendo até Sexta-feira, dia do regresso à sua residência, onde, no seio familiar, continua em recuperação. As melhoras.

FERNANDO COSTA EXPÕE NO MUSEU MUNICIPAL. Filho do Professor Alberto Figueira e Costa (oriundo de Lobão da Beira e neto de Jaime Costa, falecidos. O Professou Figueira e Costa exerceu em Esgueira/Aveiro, aí dinamizou associações locais, foi jogador de futebol, entre outros expedientes) e da Profª. Manuela Vale. Connosco temos presente um pagela que com o devido respeito transcrevemos, e espelha bem a pessoa referida. A mesma está exposta junto duma sala Museu Municipal de Tondela, onde o autor expõe os seus “rostos”, podendo ser visitada até 31 de Dezembro/2011. Diz:

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“natural de Tondela, filho de Alberto Figueira e Costa e Manuela Vale, desde muito cedo se mudou para Aveiro. Entusiasta da fotografia, com participação em diversos concursos, considera-se um “amador”, pois nunca frequentou qualquer curso, mas sua paixão por este mundo da fotografia, tem superado tudo e qualquer obstáculo. Confia nos sentidos e no material que usa para fotografar, raramente transforma ou altera o seu trabalho. Sendo este projecto =Rostos= e por isso mais pessoal, é também a oportunidade de seu Pai. É com toda a dedicação que o apresenta, e partilha com todos aqueles que o visitem”. Assistimos à apresentação dos seus quadros, sensibilizou-nos pela arte exposta, bem como, pelo convite que nos foi enviado.

PADRE/ CLARETINO MANUEL LOPES FALECEU Faria em 28 do corrente 88 anos de vida. Presidiu a variadas cerimónias religiosas na nossa freguesia, algumas vezes, enquanto responsável na paróquia de Tonda e residente na congregação Claretiana de Tondela. Natural da diocese da Guarda, foi largo seu apostolado, merecedor de grande história, tecida pelos seus directos irmãos/ clero e conhecidos. Foi sepultado no cemitério da freguesia de Fátima em 07/10/11 após ofícios na Igreja, concelebrados por entidades religiosas, familiares e civis, que com ele partilharam momentos de vida. Esteve desde 1993 no seminário do Coração de Maria em Fátima, e, nos derradeiros meses no hospital de Leiria. Um saudoso amigo que Lobão recorda com saudade. Paz à sua Alma.


CONCELHO 15

20/10/2011

Alvarim (Dardavaz)

Tourigo

FAUSTO V. MACEDO

MANUEL DA COSTA

ÁGUAS DO PLANALTO Foram recentemente postas cartas nas casas dos contribuintes que ainda não têm água nas suas casas para consumo doméstico, ameaçando as pessoas com multas no caso de não procederem à respectiva ligação, só que os custos dessa ligação para muitas famílias é insuportável. Decerto que quem aprova as custas dessas tais ligações não recebe o ordenado mínimo nacional nem tem reforma de 100 ou 200 euros mensais. Mas com tudo isto será que a água que consumimos será de boa qualidade? Ainda na semana passada fomos atacados com cheiro imundo em plena rua com a descarga de água de uma boca-de-incêndio junto à nossa Igreja em que as pessoas perguntavam umas ás outras se era desta água que iam por em suas casas. É certo que os funcionários do Planalto lá estavam a recolher as respectivas amostras para análise, noutros tempos vinha um funcionário do Delegado de Saúde, periodicamente, ás casa, recolher o precioso líquido para analisar, mas até isso acabou. Que se pague, sim, mas ao menos que tenhamos qualidade.

AINDA OS MAUS CHEIROS Ainda há pouco tempo a nossa povoação foi surpreendida com um cheiro insuportável e ninguém sabia de onde vinha, mas veio a saber-se que foi o tractor que a câmara municipal trás na descarga das fossas, que introduzem na conduta do saneamento, a descarga deixou dejectos. Sabemos muito bem que as descargas têm que ser feitas, mas neste caso devem ser feitas numa conduta o mais próximo possível da ETAR de tratamento e não à entrada da povoação, como foi feita. Daqui o alerta para os responsáveis por estes serviços para que os funcionários destes serviços tenham mais cuidado e brio profissional.

OS 29 ANOS DA ARCA Após o dia de aniversário no passado dia 8 do corrente, o dia 16, domingo, foi o dia marcado para a anunciada caminhada matinal. O inicio desta caminhada procedeu-se junto ás instalações da ARCA e percorrendo cerca de 8 quilómetros a meta foi instalada no Parque do Lameiro, onde ali se encontrava uma cozinheira a confeccionar um belo caldo verde e castanhas assadas. As mais de 30 pessoas, entre 0s 16 e 80 anos de idade, fizeram o percurso em mais ou menos 1h50 e no final todas foram ás instalações da ARCA onde foi servida a respectiva bica e notava-se no rosto de todos a satisfação e alegria por mais este evento organizado pela Direcção da ARCA.

O TEIA O nosso grupo de teatro o TEIA, deslocou-se no último fim-de-semana ao Entroncamento onde fez uma brilhante actuação com muito público a assistir. E assim se vai dando a conhecer o melhor da nossa terra, Freguesia e Concelho.

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CENTRO SOCIAL DO TOURIGO, IPSS É já no próximo sábado, dia 22 do corrente mês de Outubro, pelas 14 horas que se realiza no Centro Social, IPSS o Seminário sobre VOLUNTARIADO – “Coração e Atitude”. Apesar de toda a divulgação que tem sido feita, não queremos deixar de lembrar que se trata de uma espécie de aula em que serão explicadas todas as formas de auxiliar o próximo contribuindo assim para minorar as necessidades dos mais carenciados. Em tempo de crise, como este que estamos a atravessar, a entreajuda e a solidariedade, são duas formas de que dispomos que podem ajudar a ultrapassar momentos difíceis para quem mais precisa e menos tem. Apesar de estar já ultrapassado o prazo das inscrições, os mais distraídos podem ainda fazê-las na sede da Instituição, hoje, dia 20 e amanhã, sexta, dia 21.

NOTÍCIAS DA AFERT – BTTOURIGO 2011 Decorreu no passado Domingo, dia 16 de Outubro, a 3ª edição do BTTourigo, organizada pelo Núcleo de Desporto da AFERT. Contando com 182 inscrições e um belo dia de sol, a prova iniciou-se pelas 9:30h com um pequeno passeio pelo Tourigo, seguindo-se a derradeira competição. O percurso passou por caminhos e trilhos das Freguesias de Tourigo, Barreiro de Besteiros e Castelões, com uma extensão de cerca de 45 km. Para quem não se atreveu a competir com os melhores, pôde desfrutar do percurso mais curto para passeio, com cerca de 20 km. Durante a prova houve uma paragem para reforço na escola de Múceres, onde

a Junta de Freguesia local ofereceu o pão com chouriço, feito na hora por algumas simpáticas anfitriãs. Nos vários pontos de controlo havia também reforço de águas e alguns alimentos. Os grandes vencedores desta prova foram: · Masculino: 1.º - Tiago Clamote, Manhoso Bike Team, com tempo de 2:10:14 2.º - Rafael Lopes, Prociclar, com tempo de 2:15:28 3. º - João Paulo Pereira, Vasconha

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BTTVouzela, com tempo de 2:22:38 · Feminino: 1.º - Helena Arede, Sempre a 30, 3:47:16 · Maior equipa: Biriattus · Equipa mais distante: Piranhas do Alqueva de Reguengos de Monsaraz Após a prova houve o sorteio de vários prémios aliciantes entre os participantes, do qual destacamos 1 fim-de-semana no Algarve para 4 pessoas que foi para um participante do Botulho.

Pelas 13h iniciou-se o almoço, servido na sede da AFERT, para todos os ciclistas e familiares que se inscreveram. A ementa foi caldo verde, seguida pelo tradicional porco no espeto com arroz de feijão e ainda bolos e frutas para sobremesa. A tarde ficava concluída com a entrega dos troféus classificativos. A AFERT agradece os patrocínios e apoios de todas as entidades que fizeram questão de se associar ao evento. ANA VENTURA

JORNAL DE TONDELA - A CIDADE E O CONCELHO SEMPRE EM FOCO


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20/10/2011

Vila Nova da Rainha ANTONINO DOS SANTOS

A CATARINA DESEJOU RECEBER O SACRAMENTO DO BAPTISMO Cumprindo a profecia dos pais, que só baptizariam a filha a seu pedido, ei-la junto do Senhor a seu exemplar desejo. De Sintra a S. João da Pesqueira da Diocese de Lamego para satisfazer o desejo. Catarina Lopes Coimbra, filha de Carlos Manuel Gonçalves Coimbra, natural de Vila Nova da Rainha/Tondela, e de Angelina Conceição Costa Lopes, natural de S. João da Pesqueira, residentes em Mem Martins/ Sintra, quiseram baptizar a menina nas raízes de sua mãe. A irmã Maria Alice da Costa Lopes Pinto, casada com José Amaro Ferreira Pinto testemunharam o Sacramento. Estiveram também presentes os avôs (paternos) Antonino Coimbra Santos e Elsa Gonçalves Silva e Sebastião Lopes (Materno). “Não é vulgar entre nós baptizar uma criança com 5 anos. Hoje é um dia que me faz feliz. Celebro o meu aniversário natalício, faz um ano que cheguei a esta Paróquia, dia em que baptizo esta menina. Ela que me acompanha para o Baptistério de mãos nas minhas mãos. Ela que dá o seu corpito livremente para receber a água do baptismo… mais felicidade não devo ter”, disse o celebrante Padre José Filipe, descendo até junto da assembleia de Leccionário na mão, proclamando ali a Palavra das Liturgias na sua homilia. O almoço banquete foi confeccionado e servido pela mãe e tia madrinha na casa desta. Sou suspeito dizer que

a comida estava apetitosa. As cerca de 30 pessoas estavam satisfeitas porque também tudo estava bem organizado. As tias (paternas), Júlia e Filomena e seus maridos, apesar dos 800 quilómetros que tiveram de percorrer estavam satisfeitos. Outros parentes convidados para a festa da “Dona Catarina”, idos do Porto, como é o caso da família Zé Quintans, também eles se viam radiantes, como o ainda Luís Gomes e esposa, amigos da família que partiram de Mem Martins por gostarem da Catarina. Enfim, um brado de alegria e agradecimento à família José Amaro/Alice. A Catarina como as outras crianças escreveu aos pais a agradecer-lhes por não a terem abortado e ainda lhe pediu para a fazerem crescer sob os desígnios de Deus. Eis o que diz a carta: “Queridos Pais! Sinto-me feliz por ter nascido. Obrigado pela vida que me destes e pelo amor com que me recebestes. Hoje, dia do meu baptismo, sinto-me parti-

cularmente feliz por ter sido acolhida na família dos filhos de Deus. Comemorai todos os anos este acontecimento para que eu não esqueça que sou baptizada, procure viver como filha de Deus e membro da Igreja. Que eu seja uma verdadeira cristã aberta à verdade, capaz de gastar a vida ao serviço do bem. Queridos pais, sei que me ides ajudar nesta minha missão, sendo os primeiros catequistas, pois a semente que plantais hoje mais tarde dará o seu fruto. Quando eu tiver idade juntar-me-eis a um grupo de catequistas para aumentar os meus conhecimentos e adesão a Cristo. Que a nossa casa seja sempre lugar de amizade, de concórdia e de alegria. Pais queridos, por me teres ajudado a crescer em sabedoria, em estatura e em graça, o meu obrigado antecipado para toda a vida. Catarina Lopes Coimbra”

VISITA GUIADA À ADEGA COOPERATIVA

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Acabado o almoço banquete, foi-nos feito um convite para visitar a Adega Cooperativa de S. J. da Pesqueira. Esperava-nos um amigo que ali trabalha. Estava a decorrer a campanha das vindimas. Era domingo, só alguns trabalhos específicos estavam a ser feitos. Logo que chegamos

constatamos com a grandeza do imóvel: sob seu teto – calculámos, pode albergar-se as Adegas de Tondela e Santa Comba Dão. É Douro!? O tempo é pouco. Teve que ser gerido. Visitou-se a zona das máquinas: tegões, linha de engarrafamento, filtragens, elevadores, etc. Passamos à zona das cubas inox, número que não conseguimos saber, sector de armazenagem de vinhos para o mercado, zona de tonéis, talvez 315, com capacidade de cerca de 5.000 litros, contendo vinho generoso a envelhecer em madeira de carvalho, algum já com cerca de 20 anos, do outro lado encontravam-se grandes quantidade de pipas (500 litros), havendo ainda em grande número as velhas cubas construídas em argamassa. Passámos ainda pelo museu de velharias para terminar na sala de provas com um brinde ao meu grupo de 5 pessoas. Foi uma visita agradável a uma Adega Cooperativa na Rota dos Vinhos do Douro ou do Deus Baco.

VENERAÇÃO A NOSSA SENHORA DE FÁTIMA No passado dia 12 a comunidade cristã deu provas uma vez mais, de quanto gostam e adoram Nossa Senhora. Renovamos aqui a generosidade e fé da Família Gouveia por terem oferecido à nossa Igreja a bonita imagem de Nossa Senhora de Fátima. A sua presença junta de seus devotos purifica a nossa fé. A veneração traduziuse numa concentração para a oração dando volta à povoação de vela acesa em punhos. Teve muita adesão, ultrapassando todas as expectativas. Um aceno de simpatia ao casal Jorge Coimbra / Cristina pela iniciativa de colherem uma foto ao vivo com os três pastorinhos e que ofereceram ao Jornal. Obrigado Cristina.


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20/10/2011

Parada de Gonta RODRIGO XAVIER

TONDELA

FALECIMENTO No passado dia 12 de Outubro faleceu no Hospital de S. José em Lisboa, onde residia há longos anos, a sra. Maria Pereira Felício Chaves de 87 anos de idade, viúva do sr. Eng.º Amado José Chaves. Esta nossa conterrânea, natural de Parada de Gonta, era filha de António de Matos e de Áurea Pereira Felício, irmã de Ana Pereira de Matos Felício, José Carlos de Matos Pereira Felício, já falecidos, Elsa de Matos Pereira Felício, viúva de Joaquim de Matos Pereira Felício, e de Rosa Pereira de Matos, viúva. Seu corpo veio translado para a sua terra natal onde esteve em câmara ardente na Capela de Nossa Senhora da Conceição, saindo no dia 13, pelas 18 horas, para a Igreja Matriz onde foi celebrada pelo Padre Américo missa de corpo presente. No final, Irmandade, Pároco, familiares e muito público acompanharam esta nossa conterrânea Maria á sua última morada no cemitério da Freguesia onde repousa em cavouco familiar junto aos seus pais. Jornal de Tondela e seu correspondente nesta localidade apresentam sentidos pêsames a toda esta família que vive no luto profundo e paz para a alma da sra. Maria Pereira Felício.

XII ENCONTRO CONVÍVIO SÉNIOR DO CONCELHO DE

No âmbito das actividades programadas anualmente pelo Gabinete de Acção Social do Município de Tondela, realizar-se-á no dia 6 de Novembro, no Pavilhão Municipal de Tondela, o XXII Encontro Convívio Sénior no qual estão convidados a participar todos os idosos residentes no Concelho de Tondela, com o seguinte programa: Às 11 horas, concentração no Pavilhão, seguida de eucaristia. O almoço terá inicio cerca das 12h30 e ás 15 horas o Senhor Presidente da Câmara Municipal dirigirá uma mensagem a todos os presentes. De seguida haverá um espectáculo musical em que participarão a fadista Maria Pedro e o Grupo musical “Quinta do Paço”. Os interessados paradenses deverão fazer as inscrições até ao dia 28 de Outubro na Junta de Freguesia, Associações locais, IPSS. Inscreve-te e aproveita este convívio de lazer e confraternização para te relaxar e esquecer os péssimos e maus momentos porque nós idosos, passamos, principalmente na falta de médicos nos postos de saúde de Lageosa, Lobão e Canas de Santa Maria.

MONTARIA AO JAVALI MATA-SE E LEVASE O Clube de Caça e Pesca do Rio Pavia organiza no próximo dia 6 de Novembro mais um Montaria ao Javali com o seguinte programa: 7h00 – concentração dos caçadores na sede do Clube (pequeno-almoço); 8h30 – sorteio das portas; 9h00 – Partida para as respectivas portas; 13h00 – almoço convívio. As inscrições estão abertas até ao dia 2 de Novembro nos seguintes

contactos: 913102012, 917248915 e 966277215. Se, como se comenta, os javalis são tantos que se os caçadores não falharem nas suas pontarias, as previsões são de um montaria de grandes êxitos.

AULAS DE DEMONSTRAÇÃO DE CAPOEIRA Entre as 10h e as 12h da manha foi feito um treino e uma pequena demonstração de capoeira com a colaboração de cerca de 8 alunos da modalidade inserida em Tondela há cerca de 3 anos, leccionada pelo professor Tintin (Tiago Cristina) do Grupo Agbara Capoeira do conceituado Mestre Nininho com sede em Lisboa e contou com a participação de 10 crianças da localidade a convite de um representante de alguns encarregados de educação de Parada de Gonta. A modalidade teve uma boa aceitação da parte dos seus participantes. As crianças gostaram e deu para gastarem algumas energias acumuladas, tendo em conta que na localidade não existe praticamente nenhuma actividade desportiva para aquela faixa etária. Logo que acabou o exercício físico, começou o ritmo com a professora de Dance Fusion Carla Marques. Dance Fusion é uma modalidade nova que mistura o fitness com a dança, envolvendo coreografias complexas e ritmos contagiantes tais como o hip-hop, latina, house, reggaeton, tribal, rock & roll, pop dance, etc. Esta modalidade levou as crianças de Parada de Gonta ao rubro fazendo elas se apaixonarem pela modalidade e estando todas elas á altura da modalidade. A permanência destas actividades na localidade depende apenas da aceitação das modalidades por parte dos encarrega-

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dos de educação, porque são modalidades que para se auto-sustentarem dependem obviamente do numero de inscrições, mas nos tempos em que vivemos, as dificuldades financeiras são elevadas

fazendo-nos rever as prioridades em relação aos orçamentos familiares, mas tendo em conta que quando falamos sobre a prática destas actividades, estamos a referirmos ás nossas cri-

anças, ficamos a pensar que pelos nossos filhos será que valerá a pena??? A resposta é claro que sim, porque no fim de contas são eles o nosso futuro e a razão das nossas vidas...

O ESTADO DO TEMPO PARA OS PRÓXIMOS DIAS DIA 5.ª 6.ª Sáb. Dom. 2.ª

TEMPO Ensolarado Índice UV: 4 Baixo

Ensolarado Índice UV: 4 Baixo

Predominância de sol Índice UV: 4 Baixo

Chuva fraca Índice UV: 3 Baixo

Aguaceiros Índice UV: 4 Baixo

3.ª

Parcialmente nublado

4.ª

Parcialmente nublado

Índice UV: 4 Baixo Índice UV: 4 Baixo

MÁX.

MIN.

19.ºC

9.ºC

19.ºC

9.ºC

19.ºC

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9.ºC

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9.ºC


18 CONCELHO

20/10/2011

Maria Manuela de Figueiredo Almeida NOTÁRIA

Ermida (Tondela)

NIF: 128 291 990 Av. Dr. António Manuel Tenreiro da Cruz, n.º 54

JUSTIFICAÇÃO NOTARIAL Certifico, narrativamente para efeitos de publicação que por escritura exarada de folhas 123 a folhas 125 verso do livro de notas número 115-I, deste Cartório, Francisco Ferreira Marques e mulher Maria Aldina Rodrigues, casados sob o regime da comunhão geral, naturais do concelho de Tondela, ele da freguesia de Tondela e ela da freguesia de Barreiro de Besteiros, onde residem na Rua das Almas, n.º 13, que se declaram com exclusão de outrem, donos e legítimos possuidores dos seguintes bens, sitos na freguesia de Barreiro de Besteiros, concelho de Tondela, omissos na Conservatória do Registo Predial de Tondela, à excepção dos indicados sob os números três e cinco: Um - Rústico, sito na Várzea, composto por semeadura, com a área de duzentos e noventa metros quadrados, que confronta do norte e sul com caminho, a nascente com Manuel do Fundo da Rua e do poente com Manuel Rodrigues, inscrito na matriz em nome do justificante, sob o artigo 3904. Dois - Rústico, sito no Carvalhinho, composto por semeadura com videiras, barracão para arrumos, eira, pinhal e pastagem, com a área de mil quatrocentos metros quadrados, que confronta do norte com Leandro da Costa Pereira, a sul com rego, a nascente com Elias Domingues, a poente com Joaquim Marques Ferreira, inscrito na matriz em nome de Maria Isolinda Ferraz, sob o artigo 4001. Três - Um terço indiviso do prédio rústico, sito na Lomba Chã, Barreiro de Besteiros, composto no seu todo por terreno de semeadura com videiras, com a área de mil quatrocentos e quarenta metros quadrados, que confronta do norte e nascente com caminho, a sul com Serventia e do poente com Maria da Anunciação Ferreira Lopes, inscrito na matriz em nome de Hermínia Matos Afonso, da herança de Américo Dias de Matos e da herança de Gilberto de Matos, sob o artigo 6293, descrito na citada Conservatória do Registo Predial sob o número mil seiscentos e sessenta e oito, não este direito qualquer inscrição de aquisição. Quatro - Metade indivisa do rústico, sito em Cruzes, composto no seu todo por pinhal, com a área de mil quatrocentos e sessenta metros quadrados, que confronta do norte com Maria Júlia Ferreira a sul com Acácio de Matos, a nascente com Virgílio Rodrigues da Costa e do poente com Caminho, inscrito na matriz em nome de Maria Deolinda Ferreira, sob o artigo 6309. São compossuidores deste prédio, Maria do carmo Rodrigues Costa e marido Joaquim Costa, residentes em Oeiras. Cinco - Um sétimo indiviso do prédio rústico, sito na Sargaçosa, Barreiro de Besteiros, composto no seu todo por terreno de semeadura com vinha e mato, com a área de três mil, seiscentos e quarenta metros quadrados, que confronta do norte com Henrique Alves de Matos, a sul com Maria Luísa de Matos, a nascente com Rio e do poente com Eduardo Dinis Novo, inscrito na matriz em nome de Manuel Pais dos Santos, Antenor de Matos Afonso, Hermínia dos Anjos de Matos, Maria Luísa de Matos, das heranças de Maria da Graça de MAtos Afonso, Américo Dias de Matos, Gilberto de Matos e Amável de Matos Afonso, sob o artigo 7885, descrito na citada Conservatória sob o número mil seiscentos e sessenta e sete, não tendo este direito qualquer inscrição de aquisição. Seis - Urbano, sito no Barreiro, composto por casa de habitação com dois pisos com a superfície coberta de cento e onze metros quadrados e anexo com a área de cinquenta e dois metros quadrados, que confronta do norte com Ribeiro, a sul e nascente com Rua e do poente com Cacilda Gomes da Silva, inscrito na matriz em nome de Manuel Rodrigues Ferreira, sob o artigo 534. Que adquiriram os mencionados bens pela forma seguinte: O identificado em um, por volta de mil novecentos e setenta e quatro, por compra que fizeram a Armando dos Santos e mulher Maria da Conceição, residentes em Tourigo, Tondela; Os identificados em dois, quatro e seis, em mil novecentos e oitenta e cinco, por doação que lhes foi feita por de Maria Izelina, que também era conhecida por Maria Isolinda e Maria Isolinda Ferreira, mãe da justificante, viúva, residente que foi em Barreiro de Besteiros; O identificado em três e cinco, em mil novecentos e oitenta e sete, por compra que fizeram a Hermínia dos Anjos Afonso, viúva, residente em Barreiro de Besteiros, sem que no entanto ficassem a dispor de qualquer título formal, que lhes permita efectuar o seu registo na Conservatória do Registo Predial, sendo certo porém, que sempre têm exercido os poderes de facto correspondente ao direito de propriedade, sem interrupção, fruindo como donos as utilidades possíveis, á vista de todos e sem discussão nem oposição de ninguém. Está conforme o original. Tondela, 13 de Outubro de 2011. A colaboradora da Notária, devidamente autorizada para a prática deste acto, Carine Maria Martins Agostinho, inscrita na Ordem dos Notários sob o n.º 110/2. (assina) (JORNAL DE TONDELA, 20 DE OUTUBRO DE 2011)

ANTÓNIO LOPES DE SOUSA

15.º TORNEIO DE SUECA Está a decorrer muito bem o 15.º Torneio de Sueca que a Associação de Cultura e Recreio Ermidense está a realizar. Embora se tenham inscrito 20 equipas, só 17 se apresentaram para dar o seu inicio, mas felizmente a Direcção resolveu mesmo assim realizar o

15.º Torneio que está a decorrer com muito civismo e desportivismo.

LIMPEZA DAS RUAS Finalmente as ruas da Ermida foram limpas a cargo da Junta de Freguesia de Tondela. Trabalho este feito por funcionários de uma empresa da construção mas

felizmente as coisas ficaram muito mais limpas, sem aquelas ervas nas bermas e passeios. A Rua das Raposeiras ficou mais linda com as ervas e silvas, que queriam praticamente tomar conta desta rua, mas em boa hora que foi feito este trabalho. Os nossos agradecimentos à Junta de Freguesia por este trabalho.

Caparrosinha (Caparrosa) J. A.

FALECIMENTOS Faleceu no dia 15 de Outubro do corrente ano, com 84 anos de idade, no hospital de Viseu, o Sr. João Marques de Almeida, viúvo de Patrocínia Marques de Oliveira, pai do Sr. Ramiro Marques de Almeida, casado com Ana Maria Oliveira e de Eunice Marques de Almeida, casada com José António Fernandes Quintão da Silva, avô do Rui, Sónia, Cláudia Almeida, irmão da Sr.ª Lurdes, Isilda, Olímpia, Margarida, Irene (já falecida), e do Sr. António Marques de Figueiredo conhecido pelo Sr. (António manco). O Sr. João, filho de uma família numerosa, que aprendeu a arte de carpinteiro, deixada pelo seu pai, criando a sua própria oficina, ensinando e dando trabalho a muita gente. Foi uma carpintaria de sucesso que modernizou conforme a evolução e condições que a época oferecia. Numa aldeia votada ao acaso, sem vias de comunicação, com apenas um telefone particular, sem luz eléctrica, com as máquinas geridas a água, depois a motor e mais tarde por um gerador e finalmente com a tão desejada energia eléctrica, o Sr. João nunca baixou os braços, ao desenvolvimento e modernização da sua carpintaria que hoje liderada pelo

seu filho Ramiro, continua com espírito empreendedor e modernismo, tornando-se assim uma carpintaria de sucesso e recomendada. Depois de cumpridas as formalidades legais o funeral realizou-se no dia 16 pelas 17H30 depois de missa de corpo presente na igreja da N.S da Conceição, seguido de cortejo fúnebre para o cemitério local onde foi a sepultar. Familiares e amigos juntaram-se a este momento de despedida e à dor da família. À família enlutada apresentamos sentidas condolências.

VIDA RELIGIOSA A missa vespertina que teve lugar no passado sábado dia 15 pelas 20horas, teve um brilhantismo a que as crianças desta aldeia já nos habituaram sempre a quando do inicio do ano da catequese. As cerca de 30 crianças e adolescentes que frequentam a catequese muito

bem ensaiadas que foram, por pessoas dedicadas e responsáveis, participaram na missa, substituindo e muito bem os adultos, com as leituras e entoando bonitos e afinados cânticos. A importância do papel das catequistas como formadoras de um bem para a vida, e aos catequizandos um veículo do transporte dos bons princípios e modelos para as futuras gerações. São estas as motivações que nós humanos, devemos sentir partilhar e esbanjar, a todos quantos andam perdidos na fé, envoltos de um mundo cada vez mais irrealista, e perdido. No final o Sr. Padre Felisberto convidou pais, crianças e adolescentes para um diálogo envolto na fé. …(caríssimos Pais, sentis, hoje, uma alegria grande de ver crescer os vossos filhos com uma proposta de vida orientada pela fé no sentido da realização da vossa própria vocação de Pais Cristãos. Os vossos filhos precisam de vós, do vosso amor, da vossa ajuda, do vosso testemunho.) … Com a atividade religiosa que teve lugar este fim-de-semana na igreja da nossa Sr.ª da Conceição, ficou testemunhado que na verdade é mesmo necessário que a casa mortuária já pensada, seja uma realidade. (mãos á obra).

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DESPORTO 19

20/10/2011

CAMINHADA TRILHO DO RIO DÃO ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA RADICAL DE TONDELA

Campeonato da 1.ª Divisão Distrital

Resultado peca por escasso

M. DÃO, 1 - SP. NANDUFE, 2 INTERVALO: 0-2

A Associação Desportiva Radical de Tondela (ADRT) com a colaboração das juntas de freguesia de Tondela, Tonda e Ferreirós do Dão, organiza no domingo dia 30 de outubro, pelas 08:30 h, a última das caminhadas do projeto Trilhos ao Tom d’Ella relativas ao plano de atividades do presente ano. Este projeto desenvolvido pela ADRT é integrado no Programa de Combate ao Sedentarismo do Município de Tondela e tem ainda o apoio do Instituto Português da Juventude, da equipa de Enfermagem da Unidade de Cuidados na Comunidade Lusitânia e de todas as juntas de freguesia onde são percorridos trilhos e caminhos. Durante este ano, nas últimas 5 caminhadas realizadas, envolveu mais de 1.000 participações e espera-se que no próximo dia 30 possam estar presentes neste último percurso cerca de 200 caminhantes.

Os participantes têm ao dispor uma sessão de saúde e uma sessão de aeróbica pelas 08:30 h no Parque Urbano de Tondela e pelas 09:00 h o grupo sairá em direção à Praia Fluvial de Ferreirós do Dão. Durante o trajeto estão contempladas passagens pela freguesia de Tonda, Ecopista do Dão, foz da ribeira de Lobão, Póvoa do Rodrigo Alves, poldras dos rios Dinha e Pavia, a passagem pela serra da Panela, rica em fauna e flora, a visita à parte antiga de Ferreirós do Dão e por fim a chegada à praia fluvial do rio Dão onde decorrerá o almoço convívio. As inscrições podem ser realizadas preferencialmente online em www.adrt.pt, na Camisaria Cordeiro, Stand Bandeira e juntas de freguesia de Tonda e Ferreirós do Dão. A EQUIPA DA ADRT

Os nandufenses deslocaram-se ao sempre dificil campo do Moimenta do Dão e sairam vencedores por 1-2. Os três pontos deram seguimento à vitória caseira do passado domingo ante o Santar. Inicio de jogo algo nervoso com a equipa da casa a tentar surpreender os leões de Nandufe, mas volvidos 10 min o Sporting Nandufe começou a acercar-se da baliza do Moimenta. Num livre directo a bola ainda bateu na barra a guarda de Godinho, mas responderam bem os forasteiros com oportunidades através de Josélito e de Liró. Liró que foi o nosso capitão, à passagem do minuto 26 iria colocar o Nandufe em vantagem, com Josélito a tirar um cruzamento perfeito, e com um gesto técnico impressionante levou Liró a marcar um grande golo de cabeça. Desnorteou-se a equipa da casa e o Nandufe começava a ter oportunidades de golo. Numa jogada fabulosa em que a velocidade de Josélito foi evidente a arrancar antes de meio campo uns 2 metros e a fugir a todos, na área foi travado em falta e mesmo assim levantou-se e dominou e fuzilou para o golo, golo soberbo este pela arrancada fenomenal que a juiza da partida anulou alegando que o mesmo ao cair deu com a bola na mão, quando o mesmo foi travado e nem tocou com a mão na bola, erro grosseiro da árbitra da partida. Até ao intervalo o marcador não sofreu alteração. Na 2ª parte esperavase um Nandufe mais afoito, mas um golo na própria baliza aos 58 minutos veio descordenar as cabeças dos leões de Nandufe, que passaram a jogar feio e a não conseguirem assentar o jogo no chão. Disso aproveitavase a equipa de Moimenta que mais rápida sobre a bola conseguia ganhar os ressaltos. O Nandufe mexeu na equipa, fazendo entrar Lameiras e Máquinas e isso trouxe mesmo não se jogando muito bem uma série de oportunidades falhadas. Lameiras foi o primeiro quando apareceu na cara do guarda redes chutando muito por

Jogo em Moimenta do Dão. Equipa de Arbitragem: Catarina Araújo (Viseu), António Barros e Ana Ciciou

M. DÃO: Sergio Luis Carlos Fábio Fausto Amaral Paulo Santos Leandro Malveira Fabrício Ricardo Lopes Jerónimo

Suplentes: Adriano Daniel Costa Ruben Adrien Gomes Paulo Lopes

Substituições: Não houve

Treinador: José Ribeiro

SP.NANDUFE: Godinho Cris Fernando Galão Araújo Rodrigo Manobras Liró (cap.) Josélito Rui Roias João Chaves

Substituições: Lameiras rendeu J. Chaves aos 55 min Máquinas rendeu Rui Roias aos 58 min Matateu rendeu João Pedro aos 65 min

Não Utilizados: Márcio Mauro Hugo Paulo Monteiro

Treinador: Quinjó/ Zé Rui cima da barra. Matateu entrava também para o miolo dado que havia um fosso ali no centro, numa tentativa de estancar ali o jogo. De seguida foi Máquinas a aparecer na cara do guarda redes também chutou contra o corpo do mesmo, era o desespero de tantas as oportunidades que se iam desperdiçando. O Moimenta através da pressão e do assinalar de faltas junto à area do Nandufe criava situações de algum perigo e aí Galão e Fernando foram importantes a tirar o perigo. Numa nova situação foi Josélito por duas vezes também á boca da baliza a desperdiçar, numa picando a bola, e na outra a chutar também contra o corpo do guarda redes. O nervosismo apoderava-se das hostes verdes que viam um resultado que podia ser fortemente ampliado, mas que se tornava escasso. Depois foi Manobras que jogou muito abaixo das suas possibilidades também a chutar á figura do guarda redes. O golpe de teatro veio quando a equipa de arbitragem exibiu a placa de 8 minutos de descontos, gargalhadas, pois notou-se alguma tendência caseira da arbitragem ou

Golos: Liró aos 26 min. e Josélito aos 34 min. Cris (P.B.) aos 58 min.

pela pressão ou por motivos que não entendemos. O jogo ia acabar 9 minutos depois com uma vitória esforçada mas mais que merecida num jogo não muito bem jogado, mas que o Nandufe arrecadou 3 precisos pontos num campo onde é sempre dificil jogar. Sobre a equipa de arbitragem, terá que ter mais autoridade e assinalar as infracções cometidas pelos adversários que foram muitas e ao contrário fazia vista grossa, não usando a mesma dualidade de critérios.Numa sintese, esta como outras equipas de Arbitragem precisam de ter coragem e desempenharem o seu papel no minimo dentro da perfeição que se lhe exige! Domingo haverá um dérbie em Nandufe, com Nandufe - Parada de Gonta, espera-se uma boa moldura humana e aqui voltam a estar presentes os antigos dérbies do concelho de Tondela. C.


20 DESPORTO

20/10/2011

Campeonato Distrital de Honra

1.ª Divisão Distrital

Bom espectáculo

C.A. Molelos, 3 – V. Açores, 1 Confesso que foi a primeira vez que vi o Atlético em jogos oficiais esta época e o que vi foram quatro golos de belo efeito com os três do Molelos a serem apontados por Nuno Rato, que marcou o primeiro com uma autêntica bomba do meio da rua, e os outros dois a pertencerem ao fogoso Carlos Almeida que ostentava no dorsal o lendário número 18 que através dos tempos e da história será sempre o incontornável “18” de Molelos. Vi também uma bem estruturada equipa de V. Açores que vendeu bem cara a derrota e que até esteve a ganhar durante largos minutos, com um grande golo, nos minutos iniciais da partida e que por tudo o que fez durante o jogo, talvez o resultado mais justo fosse pela margem tangencial. Claro que vi também uma boa moldura humana debaixo de um estranho sol abrasador, com gente dos mais diversos pontos do Concelho e que gostam

de presenciar os jogos no Vale da Pata e ver os rapazes da camisola encarnada, com destaque para o pessoal de terras de Campo de Besteiros e arredores, com menção especial para a Vila do Caramulo, de onde são oriundos vários atletas nos quatro escalões. Portanto, basicamente, foi o que eu vi nesta partida taco-a-taco, mas com um justo vencedor, que foi o Atlético de Molelos, que neste fim-desemana venceu em todos os escalões, nas várias frentes, com vitórias dos Iniciados em O. De Frades, dos Juvenis em Santa Comba e do Juniores perante o Desportivo de Tondela. Isto para além dos Veteranos que bateram o pé a um opositor de alto gabarito. E agora digam lá se não gostam de aqui viver!? Por último vi também a equipa de arbitragem, e sinceramente, não gostei nada do “canário” do apito, sobretudo quando marcava faltas contra o

Jogo disputado no complexo desportivo de Vale da Pata em Molelos.

A.MOLELOS: Jambé Filipe Ivo Matateu Pacheco David Rato Carlitos Almeida Marinho Júlio

Suplentes: Pica Milho Fabian Almiro Paulo Mau-Mau Espanhol Zé Russo

Molelos, porque se fosse ao contrário até era um gajo porreiro. Na próxima jornada o Atlético desloca-se a Parada de Gonta. MACARINHO

Vitória merecida e justa do Mangualde ADRCP. Gonta, 0 – Mangualde, 5 O resumo deste jogo pouco tem que comentar olhando o que se passou nestes 90 minutos mais 5 de jogo. A equipa vinda de Mangualde foi de facto, sem desculpas, a melhor equipa em campo onde apresentou qualidades muito superiores à equipa paradense. Mesmo assim, a jovem equipa visitada deu tudo quanto tinha para dar em vontade, coragem garra e ambição, a mostrarem que perante algumas equipas existentes neste Campeonato a jovem e remodelada equipa paradense ainda vai com certeza dar algumas alegrias aos seus sócios e amigos, os quais os devem apoiar sempre que possam. Mediante a diferença das duas equipas, podemos finalizar que a vitória o resultado assenta bem na equipa de Mangualde a qual na minha opinião será a equipa que mais pretensões terá na subida à divisão superior. Parabéns às duas equipas pelo “fair-play” em campo. Da equipa de arbitragem, para além de em alguns cartões mostrados, talvez o critério não fosse igual, não havendo influências no resultado final, nota 4 de 0 a 5. No próximo domingo, dia 23 de Outubro, a equipa paradense deslocar-

Equipa de arbitragem: André Amaral auxiliado por Pedro Pinto e Fábio Pães.

ADRCP. GONTA:

Manuel Fernandes (cap.) Sérgio Peixoto Cartaxo Janeiro Amílcar Eduardo Zé Pedro Negrete Paulito Dani Pedro Rocha

Suplentes:

Suplentes:

Rui Nuno Viegas Renato Moura Tito

Treinador: Roberto Cardoso

Sai Filipe entrou Moura, sai Mário Brás entra Tito, sai Rafael entra Nuno

se-á à vizinha freguesia de Nandufe onde irá disputar a 4.ª jornada deste Campeonato com a equipa do Sporting Clube de Nandufe. Vamos apoiar ambas as equipas e que ganhe a melhor, e que haja “fairplay” em ambas as equipas. RODRIGO XAVIER

ORTOPEDISTA CONSULTAS EM PARADA DE GONTA ÀS SEGUNDAS FEIRAS PELAS 15 HORAS Telem.: 967 851 889

DR. PETER GREBE

TRATAMENTO DE ENXAQUECAS/CEFALEIAS DOENÇAS DO SISTEMA NERVOSO

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PAUL O MONTEIR O ULO MONTEIRO MÉDICO ESPECIALISTA EM REUMATOLOGIA DOENÇAS REUMÁTICAS E OSTEOARTICULARES

Tondelmédica - Telef.: 232 821 815 Rua Dr. Flausino Torres - Tondela

Sérgio Marques Guilherme Tonito Lamagal Marcelo Zé Manuel Jó

Treinador: Jorge Valente

Segundo tempo:

ANTÓNIO FIGUEIREDO

NEUR OL OGIA NEUROL OLOGIA

MANGUALDE:

Samuel Ivo (cap.) Antony Fernando Bruno Filipe David Edgar Joceano Mário Brás Rafael

Urgência

112

PRATIQUE DESPORTO, DESPORTO FAZ BEM À SAÚDE

Segundo tempo: Sair Eduardo entra Lamegal, sai Dani entra Tonito, sai Pedro Rocha entra Marcelo.

Golos: Aos 14 e 58 mnts Amílcar, 20 mnts Paulito, 27 e 50 mnts Eduardo

I DIVISÃO NACIONAL (FEMININO) Cadima ------------------- 1 ESCOLA ----------------- 2 F. Benfica ---------------- 0 Boavista ------------------ 0 CP Martim --------------- 1 C. Albergaria ------------ 3 Vilaverdense ------------- 4 EF Setúbal -------------- 0 1.º Dezembro ----------- 3 Leixões ------------------- 1 J

V E D

F

C

P

1.º Dezembro

6

5

1

0

20

5

16

Boavista

6

4

1

1

10

6

13

F. Benfica

6

3

2

1

8

4

11

C. Albergaria

6

3

1

2

12

10

10

Leixões

6

2

1

3

16

13

7

CP Martim

6

2

1

3

9

13

7

ESCOLA

6

2

1

3

5

10

7

Vilaverdense

6

1

2

3

10

10

5

Cadima

6

1

1

4

9

18

4

EF Setúbal

6

1

1

4

5

15

4

PRÓXIMA JORNADA C. Albergaria - EF Setúbal ESCOLA - Vilaverdense Leixões - Cadima Boavista - 1.º Dezembro CP Martim - F. Benfica


DESPORTO 21

20/10/2011

1.ª Divisão Nacional – Feminino

III Eliminatória da Taça de Portugal

Acreditar até ao fim Tondela segue na taça ao som do premiou o Escola tango argentino U.R.Cadima, 1 – EFC Molelinhos, 2 Anadia, 2 – Tondela, 3 (APÓS PROLONGAMENTO) TEXTO: ARMÉNIO PEREIRA

GRANDE EXIBIÇÃO DO ARGENTINO PIOJO NA ANADIA

O Escola deslocou-se, à 6.ª jornada, ao terreno do Cadima com o único intuito de vencer a partida mantendo desta forma a intenção de chegar à frente na classificação. Mas nem tudo correu bem, logo aos 3 minutos o Escola já perdia por 1 a 0, livre apontado por Mélia perto da grande área de C. Sousa, aparece um “cacho” de jogadoras, não se sabendo quem tenha sido a autora. Mas a jovem equipa comandada por Luís Carlos não baixou os braços e logo aos 25 minutos surge o 1 a 1. O Escola comandava as operações. Uma bola bem metida por C. Bernardes para a área do Cadima surge Inês Cruz que levava com ela duas adversárias onde uma delas introduz a bola na sua própria baliza. O intervalo chega com o 1 a 1. O segundo tempo trazia as equipas a tentarem ganhar o jogo. Via-se o conjunto da casa a tentar sair para o ataque e a equipa forasteira a sacudir jogadas de perigo para fora do seu meio campo e, com contra-ataques que levavam perigo para a baliza de Teresa, até que aos 65 minutos, numa jogada de insistência, aparece Inês Aguiar entre as centrais e marca um golo fantástico elevando para 1 a 2. O treinador deste Clube deu ordem para dentro do campo para irem para a frente e não para recuarem. Foi aos 75 minutos que o Escola esteve à beira do 1 a 3, Sandrine pelo

Árbitra, Eunice Mortágua auxiliada por Carlos Casimiro e Carlos Freitas, da Associação de Aveiro

UR CADIMA: Teresa Sandra Raquel Marta Dina Sónia Diana Antónia Anita Mélia Tih

Suplentes: Renata Rita Maria Beatriz Daniela Ana Martinho Cátia

EF MOLELINHOS: Catarina de Sousa Carolina Silva Sandrine Marta Cabral Inês Cruz Catarina Bernardes Bárbara Filipa Inês Aguiar Sueli(cap.) Leila Tomaz Micaela Matos

Suplentes: Mariana Gomes Andreia Coimbra Gabriela Correia Elsa Santos Mariana Simões Ana Figueiredo Márcia Silva

Treinador:

Treinador:

João Barrabás

Luís Carlos

seu lado esquerdo leva a bola em grande velocidade, chega perto do canto central, com conta, peso e medida para a cabeça de Inês Aguiar, mas Teresa com as pontas dos dedos envia para canto. A equipa do Escola é toda jovem, tem jogadoras dos 13 aos 16, 17. As menos jovens são Sueli, C. Bernardes, é uma equipa sem estrelas mas que valem um por todas. A equipa de arbitragem cometeu muitos erros. Eunice Mortágua habituou-nos a boas actuações. Desta vez, desde o primeiro ao último minuto, tentou derrotar a nossa turma. As jogadoras do Cadima podiam fazer tudo, uma jogadora fez 3 faltas

por trás e vê um cartão amarelo quando ao segundo devia ver o vermelho. Cotoveladas que as nossas jogadoras sofriam a tudo fazia vista grossa. Vem o caso do jogo, dá 5 minutos de compensação, que era muito nesse tempo, Luís Carlos queria fazer uma substituição e não foi autorizado, perguntou porquê, recebeu ordem para abandonar o banco. O encontro só acabou 12 minutos depois. Tudo fez para que a equipa da casa fizesse o empate. Os seus auxiliares fizeram bom trabalho. A assistência é a pior por onde esse Clube passa. C. MANEIRA

Uma semana depois do Tondela ter vencido em Anadia para o campeonato por 0-2, voltou a vencer, no último domingo, dia 16 de Outubro, por 2-3, após prolongamento, para a Taça de Portugal. Esta foi a oitava vitória consecutiva do CDT, cinco para o campeonato, três para a Taça de Portugal, continuando assim a encher de esperança os seus adeptos de que pode realizar uma grande época. Em relação a este jogo, o C.D. Tondela entrou com tudo para levar de vencido o seu adversário e o golo madrugador de Piojo voltou a confirmar o grande momento que o clube está a realizar, tal como o próprio argentino que está a fazer o melhor inicio de época desde que chegou a Tondela. Apesar disso, a equipa da casa deu mais réplica do que no jogo para o campeonato e empatou a partida por Roberto logo abrir a segunda-parte. Márcio Sousa recolocou o CDT a vencer à passagem dos 77 minutos para ao cair do pano do encontro, Paulo Adriano empatar na marcação de uma grande penalidade, levando desta forma o jogo para prolongamento. Na etapa complementar a equipa do C.D. Tondela voltou a superiorizar-se mesmo com os homens do Anadia a usarem de alguma dureza excessiva na tentativa desesperada de contrariar a maior valia técnica adversária. Nesta fase Piojo voltou a salientar-se, marcando o golo decisivo, no inicio do prolongamento, na conversão de uma grande penalidade, desperdiçando ainda outra sem que isso manchasse uma exibição

Jogo no estádio engenheiro Sílvio Rodrigues Árbitro, Rui Rodrigues, auxiliares, Pedro Felisberto e Vítor Cruz (A. F. Lisboa)

ANADIA: Marco André Nogueira Paulo Adriano Fachada (Roberto 45m), Rafael Branco (Diogo Ribeiro 82m) Nélson Reis Rui Beato Hélder Ferreira Alberto (Ivan 75m) Vítor Hugo

Treinador: Amândio Barreira

CD TONDELA: Cláudio Ramos Tiago Lopes Pica Materazi Hélder Lopes Fábio Pacheco Gomes (cap.) (Magano 75m) Pedrosa (Vieirinha 75m) Márcio Sousa Piojo Béré (Hugo Costa 90m)

Treinador: Vítor Paneira

Disciplina: Cartões amarelos a Paulo Adriano (18m), Branco (44m), Roberto (60m), André Nogueira (75m), Hélder Ferreira (93m) Nélson Reis (102 e 107m) e Rafael (110m) Cartão vermelho: Nélson Reis (107m)

Golos: Roberto (46m) e Paulo Adriano (87m) G.P. de grande nível. Agora começa a pairar a possibilidade do Tondela poder defrontar um clube do campeonato nacional

Disciplina: Cartões amarelos a Hélder Lopes (45m e 86m), Piojo (91m), Materazi (100m) e Vieirinha (119 m) Cartão vermelho: Hélder Lopes (86m)

Golos: Piojo (13m), Márcio Sousa (77m) e Piojo (92m) G.P. da primeira divisão, ou quem sabe mesmo um dos grandes de Portugal o que seria uma grande noticia para a região.

Piojo, grande exibição em Anadia


22 DESPORTO TAÇA DE PORTUGAL Amares/Fátima/ Pampilhosa Olhanense (adiado) Portimonense ----------- 0 Benfica -------------------- 2 P. Pinheiro --------------- 0 FC Porto ------------------ 8 1.º Dezembro ----------- 1 SP. Braga ---------------- 3 B. Mar -------------------- 0 Marítimo ------------------ 1 Torreense ---------------- 1 G. Vicente --------------- 0 Famalicão ---------------- 0 Sporting ------------------- 2 GD Joane ---------------- 0 Gondomar ---------------- 1 Penafiel ------------------- 4 Marelinense ------------- 2 Portosantense ---------- 0 R. Brava ------------------ 2 Académica -------------- 1 Oriental ------------------- 0 M. Cavaleiros ------------ 3 Naval ---------------------- 5 Trofense ------------------ 1 Belenenses -------------- 2 D. Aves ------------------- 4 Infesta --------------------- 0 Tirsense ------------------ 3 Sampedrense ----------- 1 Mirandela ---------------- 1 V. Setúbal ---------------- 0

20/10/2011 DIVISÃO DE HONRA

I DIVISÃO ZONA SUL

JUNIORES A - ZONA SUL

JUNIORES B - ZONA SUL

JUNIORES C - ZONA SUL

DISTRITAL - A.F.V.

DISTRITAL - A.F.V.

DISTRITAL - A.F.V.

DISTRITAL - A.F.V.

DISTRITAL - A.F.V.

Fornelos ------------------ 1 LAG. DÃO ---------------- 3

C. Sal --------------------- 2 Nelas ---------------------- 0

Mortágua ----------------- 0 V. Benfica ---------------- 2

Mangualde --------------- 5 Ranhados ---------------- 0

V. Benfica ---------------- 4 Mortágua ----------------- 0

Paivense ------------------ 1 C. Daire ------------------- 3

C. S. MARIA ------------ 0 Farminhão --------------- 3

C. Senhorim ------------- 3 Santacomba ------------- 0

Santacomba ------------- 1 MOLELOS --------------- 2

Ac. Viseu ---------------- 1 Mangualde --------------- 1

Mortágua ----------------- 4 Arguedeira --------------- 0

Cassurrães -------------- 2 V. C. Sá ------------------ 0

Campia ------------------- 1 Repesenses ------------- 6

Repesenses ------------- 3 V. Benfica ---------------- 0

Campia ------------------- 0 Lusitano ------------------ 9

Alvite ---------------------- 1 Sátão ---------------------- 1

P. GONTA ---------------- 0 Mangualde --------------- 5

MOLELOS --------------- 1 TONDELA ---------------- 0

Ac. Viseu ---------------- 4 Nelas ---------------------- 0

PESTINHAS ------------- 1 P. Castelo ---------------- 1

Silgueiros ---------------- 1 Parada -------------------- 0

M. Dão -------------------- 1 NANDUFE --------------- 2

P. Castelo ---------------- 1 Lusitano ------------------ 0

P. Castelo ---------------- 0 C. Senhorim ------------- 0

Crasto --------------------- 1 MOLELOS --------------- 2

J

V E D

F

C

P

MOLELOS --------------- 3 V. Açores ---------------- 1

Santar --------------------- 1 Campia ------------------- 5

Repesenses

1

1

0

0

6

1

3

C. Senhorim

1

1

0

0

3

0

3

Mortágua Vouzela

Repesenses ------------- 0 Pinguinzinho ------------ 1

Tarouquense ------------- 1 Lusitano ------------------ 3 Lamelas ------------------ 2 V. Benfica ---------------- 0

2

0

3

MOLELOS

1

1

0

0

1

0

3

J

V E D

F

C

P

Mangualde

3

3

0

0

18

0

9

P. Castelo

1

1

0

0

1

0

3

Ac. Viseu

3

3

0

0

13

0

9

Farminhão

3

3

0

0

7

0

9

TONDELA

1

0

0

1

0

1

0

Mangualde

3

2

1

0

14

3

7

NANDUFE

3

2

0

1

11

3

6

Lusitano

1

0

0

1

0

1

0

Santacomba

3

2

0

1

9

2

6

Campia

2

2

0

0

7

1

6

Mortágua

1

0

0

1

0

2

0

Repesenses

2

2

0

0

5

0

6

Nelas

3

1

1

1

6

7

4

Santacomba

1

0

0

1

0

3

0

P. Castelo

3

1

2

0

3

2

5

Cassurrães

3

1

1

1

4

3

4

Campia

1

0

0

1

1

6

0

MOLELOS

3

1

1

1

4

6

4

C. S. MARIA

3

1

0

2

5

8

3

C. Senhorim

2

1

1

0

2

0

4

C. Sal

2

1

0

1

3

2

3

Mortágua

2

1

0

1

2

3

3

V. Benfica

3

0

1

2

2

6

1

Vouzela

2

0

0

2

2

11

0

TONDELA

1

0

0

1

0

2

0

Nelas

2

0

0

2

0

5

0

Ranhados

3

0

0

3

0

16

0

P

C. Daire

4

4

0

0

12

3

12

M. Dão

3

1

0

2

3

12

3

Sátão

4

3

1

0

10

4

10

C. Viriato

2

1

0

1

2

3

3

MOLELOS

4

3

1

0

7

2

10

P. GONTA

3

1

0

2

2

9

3

Silgueiros

4

3

0

1

9

7

9

V. C. Sá

3

0

0

3

2

6

0

Lusitano

4

2

1

1

8

5

7

Santar

3

0

0

3

1

17

0

Mortágua

4

2

0

2

12

9

6

Tarouca

4

2

0

2

7

6

6

V. Açores

4

2

0

2

6

7

6

Paivense

4

2

0

2

5

7

6

Alvite

4

1

2

1

3

4

5

Lamelas

4

1

1

2

4

7

4

LAG. DÃO

4

1

1

2

4

7

4

V. Benfica

4

1

0

3

4

6

3

Fornelos

4

1

0

3

4

9

3

Parada

4

0

1

3

5

9

1

Arguedeira

4

0

0

4

3

11

0

PRÓXIMA JORNADA

PRÓXIMA JORNADA V. Benfica - C. Senhorim TONDELA - Mortágua Santacomba - P. Castelo Lusitano - Campia Repesenses - MOLELOS

Farminhão - C. Sal V. C. Sá - C. S. MARIA Mangualde - Cassurrães NANDUFE - P. GONTA Campia - M. Dão C. Viriato - Santar

J

V E D

F

C

P

Lusitano

3

3

0

0

22

1

9

V. Benfica

3

2

1

0

7

2

7

MOLELOS

3

2

1

0

5

2

7

Pinguinzinho

3

2

1

0

4

1

7

P. Castelo

3

1

2

0

6

2

5

PESTINHAS

2

1

1

0

7

1

4

C. Senhorim

2

1

1

0

1

0

4

Mangualde

3

0

2

1

2

3

2

Crasto

3

0

1

2

3

12

1

Ac. Viseu

3

0

1

2

2

6

1

Repesenses

3

0

1

2

0

5

1

Mortágua

2

0

0

2

0

5

0

Campia

3

0

0

3

0

19

0

PRÓXIMA JORNADA

PRÓXIMA JORNADA

Vouzela - Repesenses Ranhados - Mortágua MOLELOS - Mangualde Nelas - Santacomba C. Senhorim - Ac. Viseu TONDELA - P. Castelo

Lusitano - PESTINHAS MOLELOS - Campia Pinguinzinho - Crasto Mangualde - Repesenses Mortágua - Ac. Viseu C. Senhorim - V. Benfica

FUTSAL DIV. HONRA

FUTSAL FEMININO

PRÓXIMA JORNADA Fornelos - Paivense C. Daire - Mortágua Arguedeira - Alvite Sátão - Silgueiros Parada - MOLELOS V. Açores - Tarouquense Lusitano - Lamelas LAG. DÃO - V. Benfica

Sta. Maria ---------------- 4 Monsantos --------------- 2

Sp. Pombal -------------- 1 Oliveirense --------------- 7

Anadia -------------------- 2 TONDELA ---------------- 3

0

P

C

J. Évora ------------------- 2 E. Lagos ------------------ 0

Sp. Espinho ------------- 3 SJ Ver --------------------- 5

0

C

F

Alcochetense ----------- 2 U. Leiria ------------------ 1

Leixões ------------------- 1 Aljustrense -------------- 0

1

F

V E D

Vizela --------------------- 5 Fafe ------------------------ 3

Lousada ------------------ 1 Coimbrões --------------- 0

1

V E D

J

Sp. Lamego -------------- 1 Sp. Covilhã --------------- 4

Feirense ------------------ 0 Nacional ------------------ 1

V. Benfica

J

Moreirense --------------- 3 Pontassolense ---------- 1 V. Guimarães ----------- 2 Moura --------------------- 1 P. Ferreira ---------------- 1 Chaves -------------------- 0 E. Praia ------------------- 3 Vila Meã ------------------ 1 R. Ave --------------------- 5 Sousense ---------------- 2

PAULA M. PENEDOS

MÉDICA DENTISTA CONSUL TAS TODOS OS DIAS ÚTEIS CONSULT ACORDO C/ SAMS ENFERMÉDICA-Tel.: 232 813 556 Largo Visconde de Tondela (Finanças) - TONDELA

JUNIORES D - ZONA SUL

ESCOLAS SUB10 - S.A

DISTRITAL - A.F.V.

DISTRITAL - A.F.V.

DISTRITAL - A.F.V.

DISTRITAL - A.F.V.

Pinguinzinho ------------ 7 D. Estação -------------- 0

Pinguinzinho ----------- 3 D. Estação ------------- 0

TONDELA --------------- 3 Sp. Lamego ------------- 6

Crasto -------------------- 7 N. Viseu ----------------- 6

PESTINHAS S. André

PESTINHAS S. André

A. Girão ----------------- 3 Pedreles ----------------- 11

Penedono --------------- 1 IF Tarouca --------------- 1

Crasto --------------------- 3 Viriatos ------------------- 0

Crasto -------------------- 4 V. C. Sá ----------------- 4

C. Daire ------------------ 3 31 Barcos --------------- 5

Mangualde -------------- 1 O. Frades --------------- 5

Nelas ---------------------- 2 O. Frades ---------------- 0

Lusitano ----------------- 4 Repesenses ------------ 3

M. Beira ----------------- 6 V. 2001 ------------------ 1

CB Mortágua ----------- 1 U. Estação ------------- 4

V. Benfica ---------------- 4 Ac. Viseu ---------------- 1

Nelas --------------------- 0 O. Frades --------------- 2

SJ Pesqueira ----------- 9 Armamar ---------------- 1

Carbelrio ----------------- 5 Lusitano ----------------- 1 V E D

F

C

P

V. Benfica --------------- 0 Ac. Viseu --------------- 14

S.M. Orgens ----------- 0 B. Nova ------------------ 11

J

V.2001 -------------------- 3 P. Castelo ---------------- 3

U. Estação

4

4

0

0

35

4

12

Penedono

4

3

1

0

18

5

10

Carbelrio

3

3

0

0

18

3

9

CB Mortágua

4

2

0

2

10

9

6

O. Frades

3

1

1

1

9

13

4

Mangualde

4

1

1

2

8

23

4

I. Tarouca

4

1

1

2

7

10

4

Lusitano ------------------ 0 Repesenses ------------- 1

V.2001 ------------------- 4 C. Sal -------------------- 3 J

V E D

F

C

P

Ac. Viseu Lusitano Viseu 2001

1

1

0

0

14

0

3

1

1

0

0

4

3

1

1

0

0

4

Pinguinzinho O. Frades Crasto V. C. Sá

1

1

0

0

1

1

0

1

0

1

1

0

Repesenses C. Sal PESTINHAS S. André

1

R. Moinhos ------------- 4 S.M. Mouros ----------- 1 J

V

E

D

F

C

P

N. Viseu

4

1

0

3

12

18

3

R. Moinhos

3

3

0

0

10

4

9

Crasto

3

1

0

2

9

21

3

3

31 Barcos

3

2

1

0

18

9

7

Lusitano

4

0

1

3

5

15

1

3

3

Pedreles

2

2

0

0

18

7

6

0

1

2

4

14

1

3

0

3

B. Nova

V. BESTEIROS 3

3

2

0

1

16

5

6

0

2

0

3

SJ Pesqueira

3

2

0

1

15

7

6

0

4

4

1

M. Beira

3

2

0

1

13

6

6

1

0

4

4

1

Sp. Lamego

3

1

1

1

13

13

4

0

0

1

3

4

0

C. Daire

3

1

1

1

12

13

4

1

0

0

1

3

4

0

SM Mouros

3

1

1

1

9

11

4

0

0

0

0

0

0

0

Viseu 2001

3

1

0

2

13

13

3

0

0

0

0

0

0

0

TONDELA

2

1

0

1

7

7

3

1

0

0

1

0

2

0

A. Girão

3

0

0

3

8

29

0

0

Nelas D. Estação

1

0

0

1

0

3

0

Sm Orgens

3

0

0

3

4

19

0

0

V. Benfica

1

0

0

1

0

14

0

Armamar

3

0

0

3

3

16

0

J

V E D

F

C

P

Pinguinzinho V. Benfica Crasto

1

1

0

0

7

0

3

1

1

0

0

4

1

3

1

1

0

0

3

0

3

Nelas Repesenses Viseu 2001 P. Castelo

1

1

0

0

2

0

3

1

1

0

0

1

0

3

1

0

1

0

3

3

1

1

0

1

0

3

3

1

Pestinhas S. André Lusitano O. Frades

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

1

0

0

1

0

1

0

1

0

0

1

0

2

0

Ac. Viseu Viriatos

1

0

0

1

1

4

0

1

0

0

1

0

3

D. Estação

1

0

0

1

0

7

PRÓXIMA JORNADA

PRÓXIMA JORNADA

PRÓXIMA JORNADA

D. Estação - V.2001 S. André - Pinguinzinho Viriatos - PESTINHAS Repesenses - Crasto O. Frades - Lusitano Ac. Viseu - Nelas P. Castelo - V. Benfica

D.Estação - V. 2001 St. André - Pinguinzinho V. C. Sá - PESTINHAS Repesenses - Crasto O. Frades - Lusitano Ac. Viseu - Nelas C. Sal - V. Benfica

Sp. Lamego - A. Girao Pedreles - C. Daire 31 Barcos - M. Beira SM Mouros - SJ Pesqueira Armamar - SM Orgens V. 2001 - R. Moinhos B. Nova - TONDELA

PRÓXIMA JORNADA Lusitano - Crasto UF Tarouca - Carbelrio U. Estação - Penedono O. Frades - CB Mortágua V. BESTEIROS - Mangualde

JORNAL DE TONDELA


DESPORTO 23

20/10/2011

Sudoku

Momentos de Poesia MARIA DA CONCEIÇÃO

SOLUÇÃO DO NÚMERO ANTERIOR.

A culpa foi da má governação, Mais do que tinha, quem não quis gastar?... Quando chegou a hora de pagar De tal riqueza, foi-se a ilusão… E assim ficou Europa em convulsão, Com Grécia prestes, já, a soçobrar, Consigo, outros mais, irá levar, De falência, agiganta-se a visão… Se quem tem pouco vai contribuir, Quem muito tem, com mais tem que aderir, Prós culpados da crise é um dever. Em situação difícil como esta, Aos Portugueses isto é quanto resta! Por Portugal lutar, até vencer!

De Tudo Um Pouco MVC

UM “ C “ A MAIS EXCELENTES CONSIDERANDOS...

Palavras cruzadas MANUEL DA COSTA Horizontais: 1-Bebida geralmente associada a castanhas. Nota musical. 2-Terreno estéril. 3-Espécie de feijão de Moçambique. O mais ilustre dos nossos poetas. 4-Missiva. 5-Curar. Nome de mulher. 6-Triturara com os dentes. Bolo de farinha e azeite de coco. 7-Isolado. Discurso laudatório (pl.). 8-Dó. 9-Incólume (pl.). Buraco. 10-Mordiscara. 11-Pega. Iluminas. Verticais: 1-Está sepultado. Abrev. de Sr. Fogueira onde se queimam cadáveres. 2-Período de tempo limitado. Pão sem começo. Aquelas. 3-Órgão excretor com a forma de um feijão. Acusada. Filha do filho. 4-Moda sem começo. Parecença. Membro das aves. 5-Poeira. Chefe etíope. Mas. 6-Graça, espírito (fig.). 7-Liga de ferro e carbono. 8-Antónimo de bem. 9-Instrumento musical de teclado. 10-Distância que se percorre entre dois pontos. 11-Nome de homem. Carta de jogar.

Quando eu escrevo a palavra ação, por magia ou pirraça, o computador retira automaticamente o C na pretensão de me ensinar a nova grafia. De forma que, aos poucos, sem precisar de ajuda, eu próprio vou tirando as consoantes que, ao que parece, estavam a mais na língua portuguesa. Custa-me despedir-me daquelas letras que tanto fizeram por mim. São muitos anos de convívio. Lembro-me da forma discreta e silenciosa como todos estes CCC,s e PPP,s me acompanharam em tantos textos e livros desde a infância. Na primária, por vezes gritavam ofendidos na caneta vermelha da professora: não te esqueças de mim! Com o tempo, fui-me habituando à sua existência muda, como quem diz, sei que não falas, mas ainda bem que estás aí. E agora as palavras já nem parecem as mesmas. O que é ser proativo? Custa-me admitir que, de um dia para o outro, passei a trabalhar numa redação, que há espetadores nos espetáculos e alguns também nos frangos, que os atores atuam e que, ao segundo ato, eu ato os meus sapatos. Depois há os intrusos, sobretudo o R, que tornou algumas palavras arrevesadas e arranhadas, como neorrealismo ou autorretrato. Caíram hífenes e entram RRR.s que andavam errantes. É uma união de facto, e para não errar tenho a obrigação de os acolher como se fossem família. Em ‘há de’ há um divórcio, não vale a pena criar uma linha entre eles, porque já não se entendem. Em veem e leem, por uma questão de fraternidade, os EEE,s passaram a ser gémeos, nenhum usa (^^^) chapéu. E os meses perderam importância e dignidade; não havia motivo para terem privilégios; assim, temos janeiro, fevereiro, março, são tão importantes como peixe, flor, avião. Não sei se estou a ser suscetível, mas sem P, algumas palavras são uma autêntica deceção, mas por outro lado é ótimo que já não tenham. As palavras transformam-nos. Como um menino que muda de escola, sei que vou ter saudades, mas é tempo de crescer e encontrar novos amigos. Sei que tudo vai correr bem, espero que a ausência do C não me faça perder a direção, nem me fracione, e nem quero tropeçar em algum objeto. Porque, verdade seja dita, hoje em dia, não se pode ser atual nem atuante com um C a atrapalhar. Só não percebo porque é que temos que ser NÓS a alterar a escrita, se a LÍNGUA É NOSSA?!... DA INTERNET

Pensamento da Semana Solução do número 1069 Horizontais: Dinis, Maria, adorno, lis, rasas, carta, ar, mi, região, mio, ena, L, asso, mó, mísero, c, alto, ro, rupturas, água, eiró, o, sossego, lar.

Ponto Final

A CULPA DE MUITOS!...

Há muito tempo que os homens procuram uma língua comum a todos os povos. Mas há apenas uma – a das crianças antes de saberem falar. JEAN JACQUES ROUSSEAU (TRAD. E ADAPT.)

MANUEL VENTURA DA COSTA

Carapuças

H

á homens que recriam o mundo a partir de si próprio e que se julgam uma espécie de deuses. Acreditam que podem bastar-se sozinhos, que não precisam de ninguém, e só o que pensam e dizem é que conta. Só eles sabem. Dizem-se detentores de toda a sapiência, arvoram-se em construtores de ideias e rejeitam quaisquer modificações à sua maneira de pensar. Tudo o que os outros fazem está mal feito e só eles podem fazer melhor. Não gostam de ser contrariados, nem aceitam que lhes digam que têm defeitos. Os defeitos estão sempre nos outros, que não neles. Como todo o ditador que se preze eles precisam de público, de gente que com eles partilhe, que tenha os mesmos gostos, que cultive os mesmos ideais e, sobretudo, que faça da bajulação um sacerdócio, aplaudindo-os, elogiando-os, apoiando-os. Raiva, ódio, maledicência e inveja são sentimentos que, ao mais leve sopro, podem explodir e atingir inocentes alheios às suas manobras e contrários à sua conduta. Não há fronteiras para essa gente e na sua caminhada pela vida, não hesitam em fazer ataques com armas imorais como a difamação, a calúnia, a traição, o embuste, a mentira e a hipocrisia. Nada os detém e envoltos num esfarrapado manto de superioridade, eles pavoneiam-se emproados, cheios de nada, tentando a todo o custo transmitir a imagem de que nada temem. A arrogância é outra das suas armas de defesa, porque na sua maneira de pensar quem mais alto fala, mais facilmente é ouvido. Pobres deles!.. Insuflados de sentimentos de importância, usam sempre a primeira pessoa do singular no exagero dos seus feitos, nem sempre verdadeiros. Têm obsessão por fantasias de sucesso ilimitado, procuram fama, poder e omnipotência. Procuram adulação, atenção e afirmação. Não aceitam que deles discordem e vivem convencidos que merecem tratamento especial, sempre com prioridade em relação aos outros. São invejosos e pensam que os outros têm o mesmo sentimento em relação a eles. Desconfiam de tudo e de todos. São, por tudo isso, uns eternos dependentes. Dependentes de uma fachada que criaram e cuja manutenção necessita de cuidados cada vez maiores. Com o rolar dos anos, com a erosão do tempo e a diminuição das forças, as aparências tornam-se cada vez mais difíceis de manter. E como neste mundo tudo é efémero, da falsa aparência que sempre ostentaram ficará apenas desencanto e frustração. Que não haja ilusões – o êxito pessoal depende sempre da humildade, da persistência e da lealdade com que procuramos realizar os sonhos que temos. Todos sabemos que o novo-riquismo mudou mentalidades. Veja se a carapuça lhe serve…


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20/10/2011

JT 1070  

Jornal de Tondela

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