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Ano 13 . Nº 5 . Outubro| 2015 . R$ 10,00

Expo/Fenadi

O desfile, o novo palco e o visual 2015 das etnias Mittsuo Fotografia

Ijuí 125 Anos

Gente que escolheu viver aqui comenta sua opção Lições de quem adestra cães MODELO DA CAPA

Adriano Casagrande

CONCORRENTES E VENCEDORES

Jovem empreendedor inaugura em Ijuí a DIMARE, marca dedicada à soluções inteligentes para viver bem


For Exclusive Woman

Vista

Thyers


Vista

Thyers


índice ESPORTE

Como é a vida de técnico de futebol, segundo o ijuiense Guilherme Macuglia

CAPA

A inauguração da Dimare, a nova loja de móveis planejados de Ijuí

PROFISSÃO

O veterinário ijuiense Felipe Krawczak se destaca no cenário nacional de pesquisa

ENTREVISTA

Especialista opina sobre os diferentes tipos de parto e suas implicações

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CÃES

Adestrar é a forma de preprarar nossos melhores amigos para diferentes funções IJUI 125 ANOS

Depoimentos de homens e mulheres que se tornaram ijuienses por adoção

EXPO-IJUI/FENADI

O desfile étnico-cultural e o novo visual dos grupos de danças

CONCURSO

A cobertura completa do Modelo da Capa todos os concorrentes e os vencedores

HOMENAGEM

Casa da Amizade comemora 40 anos e homenageia sócias-fundadoras

NOVIDADE

O novo Palco das Etnias - superestrutura que qualifica a programação cultural de Ijuí

PELO MUNDO

Carlos e Arlete Kopczinski relatam sua trajetória desde que saíram de Ijuí em 2001

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stampa@jornaldamanhaijui.com Ano 13 - Nº 5 | Outubro | 2015 PUBLICAÇÃO GRÁFICA E EDITORA JORNALÍSTICA SENTINELA LTDA CNPJ: 87.657.854/0001-23 RUA ALBINO BRENDLER, 122 - FONE: (55) 3331-0300 98.700-000 IJUÍ/RS DIRETOR EDMUNDO HENRIQUE POCHMANN EDIÇÃO IARA SOARES iara@jornaldamanhaijui.com COLABORADORES: CARLOS ALBERTO PADILHA CLAUDIA DE ALMEIDA, DEISE MORAIS, MARISTELA MARTINS, JOCELAINE SIMÃO, CECILIA MATHIONI IMPRESSÃO CIA DE ARTE (55 3331-0319)

Assinatura semestral: R$ 55,00 - Ligue 3331-0300 Informações contidas em matérias comercializadas são responsabilidade integral das empresas e/ou dos profissionais.


RUA BENJAMIN CONSTANT, 655, EDIFÍCIO APOLO - |55| 3333-0464 - IJUÍ/RS


Beleza e qualidade diferenciam ambientes E

Taças Bico de Jaca, um retrô mais que atual

xistem certas marcas e produtos, que pela sua beleza e qualidade, conseguem ultrapassar a fronteira do tempo e de gerações, sendo sempre a escolha certa no universo do mobiliário e da decoração. Esta é a definição da Mobiliário 21. A consagração desta ideia é atingida quando uma única peça ou móvel consegue atingir este dueto - beleza e qualidade - e obviamente, associada ao bom gosto para a escolha do design, ou modelo e a forma certa de colocá-la no contexto de qualquer ambiente. O resultado final não poderia ser diferente senão: perfeito. E assim, “justamente pela nossa experiência de mercado, pelo nosso olhar visionário, por entender a real diwferença de produtos de qualidade e seus similares, e claro, por conseguir identificar, sem afetação, quem são eles, que conseguimos juntar tudo isso em um único lugar, na Mobiliário 21!”, comenta a sócia-proprietária Gisele Barbi. Conheça esse conceito de perto na Rua do Comércio, 1802, telefone 3333-0233.

Romanzza estofados: você totalmente satisfeito

O PACIENTE DO CACON NÃO PODE ESPERAR

Cristais Murano: a origem da arte

AÇÃO ENTRE AMIGOS REFORMA E AMPLIAÇÃO DO CACON CENTRO DE ALTA COMPLEXIDADE EM ONCOLOGIA-HCI Lions Clube

Imagens meramente ilustrativas

SORTEIO PRORROGADO PARA O DIA 19 DE OUTUBRO DE 2015 NA EXPO-IJUÍ / FENADI

Com a ajuda de todos o CACON vai salvar vidas com humanização 1º Prêmio: Automóvel Chevrolet Onix LTZ 1.4 2015 2º Prêmio: Moto Yamaha YBR Factor 125 - 2016 3º Prêmio: TV LED Tela Plana 39''

PARA ADQUIRIR CAUTELAS LIGUE PARA: (55) 3331.9901 ou (55) 9141.2319


Vida de técnico Um técnico de futebol dedicado à profissão, quando não está atuando em um clube, precisa seguir buscando aperfeiçoamento, como conta aqui o ijuiense Guilherme Macuglia

Guilherme Macuglia acompanha com atenção jogos das categorias de base. Treinador trabalhou nos Juniores do Grêmio

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técnico de Ijuí Guilherme Macuglia, que iniciou na função nos Juniores do São Luiz, não está treinando nenhuma equipe neste momento, mas a sua rotina segue ligada ao que acontece dentro das quatro linhas. Com residência fixa em Porto Alegre, ele aproveita para assistir jogos das categorias de base e de profissionais do Grêmio, Internacional e outros times gaúchos. “Normalmente procuro me atualizar, assistindo a jogos e busco alguma literatura voltada ao futebol. Tento dar um pouco de atenção à família. Na minha carreira tive a oportunidade de trabalhar em diversas regiões do país. E cada equipe dessas regiões tem suas particularidades. Mas notei que em algumas equipes por incrível que pareça, ainda falta uma gestão profissional. Dirigentes sem o mínimo conhecimento do cargo que ocupa. Por isso, a necessidade de gestores profissionais em clubes de futebol. Em algumas equipes tivemos muitas dificuldades de infraestrutura. Outras, com estruturas boas. Hoje os treinadores precisam de apoio de dirigentes”, opina. Guilherme diz que a dificuldade de montar uma equipe, trabalhar este time e dar resultado logo, é muito grande. Acredita que os treinadores têm que ter uma pitada de sorte, porque o tempo é curto e a necessidade de resultados, imediata. “Não é fácil montar um grupo de jogadores comprometidos com os objetivos dos clubes. Hoje se trabalha com empresários que não estão preocupados com os clubes, eles querem colocar os jogadores e o pior, é que os dirigentes que se aliam a determinados empresários tentam levar vantagens com os cargos que ocupam. Hoje a classe prefere ganhar pouco, mas ter um projeto e trabalhar com a confiança da direção. Por isso, acho necessário que as direções contratem técnicos que tenham o perfil da diretoria e da competição”. Guilherme Macuglia iniciou a carreira nas categorias de base do São Luiz. Depois trabalhou três anos no Ypiranga de Erechim, e pelo mesmo tempo, na SER Santo Ângelo. Posteriormente, atuou na Chapecoense, Pelotas, Brasil-Pel, categorias de base do Grêmio, Pelotas novamente, 15 de Novembro de Campo Bom, São José-POA, Esportivo de Bento Gonçalves, Novo Hamburgo, Inter B, Ulbra, Chapecoense, Criciúma, Coritiba, Guaratinguetá, Figueirense, São Caetano, Guarani, América (RN), Náutico, 8 | STAMPA

Chapecoense novamente, Criciúma, Caxias, Paraná, Rio Branco (AC), Cerâmica de Gravataí e por último no Marcílio Dias de Itajaí, Santa Catarina. Guilherme Macuglia gosta do esquema tático 3-1-4-3, que melhor preenche os espaços do campo. Ele acha que os esquemas melhoraram na compactação das equipes e os métodos de treinamento evoluíram muito nos últimos anos. Ele entende que o treinador somente é valorizado quando ganha. No momento em que perde passa a ser o principal culpado. Em termos financeiros a valorização é de uma pequena minoria. Macuglia salienta que o futebol brasileiro passa por uma crise técnica muito grande, porque não se trabalha mais como antes nas categorias de base. “Não temos mais profissionais competentes nas categorias inferiores. Faltam bons gestores de futebol”. De uma família de atletas, Guilherme Macuglia jogou no futebol amador de Ijuí no São José e Imasa, entre outros times. Os irmãos marcaram época no futebol regional. O atacante Capucho e o zagueiro Casca jogaram por muito tempo no Ouro Verde, o atacante Tarcísio no São Luiz, Goiás, Inter e futebol da Venezuela, e o volante Toni foi colega de Guilherme no São José, time tradicional no amador ijuiense nos anos 70 e na base do Grêmio. O sobrinho Eduardo Macuglia é preparador físico do time Sub-19 do São Luiz e auxilar de preparação física no elenco profissional. O treinador defende uma mudança no futebol gaúcho e ela passa pela melhora no calendário. Recentemente Guilherme participou na sede da Federação Gaúcha de Futebol (FGF) de um Fórum de técnicos, preparadores físicos, treinadores de goleiros e diretores executivos dos clubes. O encontro liderado por Edson Porto (Edinho), ex-técnico do São Luiz, Santa Cruz, Veranópolis e clubes do Japão tratou sobre a profissionalização dos treinadores e o fortalecimento da categoria. Eles reivindicam um Gauchão mais atraente reunindo os clubes das Séries A e B começando o campeonato em agosto, sem a dupla Gre-Nal, Juventude e Brasil-Pel. Os clubes disputariam uma competição até dezembro com a classificação de oito equipes para o Super Gauchão com 12 times, e caindo três equipes para a Divisão de Acesso. Esta mudança somente poderá ser colocada em prática em 2016.


Dimare Móveis Planejados: ambientes para viver bem A

gora Ijuí conta com a loja Dimare Móveis Planejados que, sob a direção do empresário Adriano Casagrande, traz um conceito novo em planejados de alto padrão à região, montagem especializada, design contemporâneo, cumprimento de prazos e preços competitivos. Na noite de 29 de setembro, um coquetel reuniu amigos e autoridades para conhecer o showroom que mudou o conceito de planejados em Ijuí. A Dimare é uma marca exclusiva que aplica matéria-prima de alta qualidade, equipamentos e tecnologia de ponta em seus produtos, resultando em projetos especialmente desenvolvidos às necessidades de cada cliente. Essas condições associadas aos profissionais altamente qualificados decorrem na fabricação de produtos com excelência, que se harmoniza em ambientes personalizados e exclusivos entregue a seus clientes e consumidores. Venha projetar os ambientes residenciais e corporativos, conheça nossas opções de cores e acabamentos, com vidros temperados, puxadores e lacca (a legítima lacca italiana). Visite a Dimare Móveis Planejados, na Avenida 21 de abril, 411, ou agende um horário diferenciado pelos telefones 3333-6472 e 9178-8101.

A Dimare chega a Ijuí para revolucionar o mercado de planejados

Convidados conferiram o ambiente moderno da loja Dimare

Família Casagrande: Sérgio, Cleci, Adriano e Ricardo

Adriano Casagrande saudou os convidados Vinicius, Francine, Ana Carolina, Adriano, Nina Rosa, Elder, Patrícia e Fernando Adriano Casa Grande e Gessy Ballin

Adriano e Ana Carolina

Thays e Ricardo Casagrande

Colaboradoras Silvana Moraes e Gabrieli Weber STAMPA | 9


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Novidades na Escola Adventista

Escola Adventista faz parte de uma rede mundial de ensino, focada no desenvolvimento completo da criança em suas habilidades físicas, mentais e espirituais. Em 2016 completará 120 anos de Educação Adventista no Brasil. Atende crianças a partir dos 3 anos de idade, na Educação Infantil e Ensino Fundamental completo, do jardim ao 9º ano. Em janeiro acontece a primeira colônia de férias, para participar basta procurar a secretaria e fazer sua inscrição. Para participar da colônia de férias não se faz necessário estar matriculado no ensino regular, pode ser feita a inscrição para participar apenas durante este mês. As atividades serão no turno da tarde, para crianças de 3 a 10 anos, com início no dia 5 de janeiro e duração de 30 dias, das 13h30 às 17h30. Outra novidade para o próximo ano será o turno integral, para alunos matriculados e também amigos de outras escolas que desejem proporcionar atividades lúdicas e oficinas durante as manhãs de seus filhos. Este será para alunos do jardim ao 3º ano, e funcionará no turno da manhã. A Escola Adventista conta com uma excelente estrutura para atender os alunos, ambientes diversificados e profissionais preocupados em transmitir princípios e valores cristãos que perduram por toda a vida. Faça uma visita e conheça melhor o espaço e métodos de trabalho. Estamos te esperando. Acesse o site é ijui.educacaoadventista.org.br e a página no facebook para ver fotos das atividades realizadas durante o ano.

Método Kumon incentiva e dá autonomia a estudantes

o ano todo! Unidade Ijuí Centro

Tel.: (55) 3332-9536

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Matemática, português e inglês são disciplinas que costumam dar dor de cabeça para os estudantes e também aos pais, que se desafiam a ajudar os filhos em suas tarefas. No entanto, para os alunos que praticam o método Kumon, essas matérias que até então eram tidas como pesadelo, acabam tornando-se uma paixão. “O Kumon é uma metodologia que visa incentivar a independência nos estudos, buscando fortalecer o potencial de aprendizado de cada aluno. Por meio de um material próprio e auto instrutivo, trabalhamos habilidades que o aluno neAna Paula Kaminski cessitará em todas as etapas de sua vida escolar, como a concentração, disciplina e hábito de estudo.” Explica a Orientadora Ana Paula Kaminski. Fundado no Japão em 1958 por Toru Kumon, a franquia Kumon foi eleita pela revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios como a melhor micro franquia de 2012. O ensino fortalece aquilo que o aluno já conhece das disciplinas e trabalha onde estão instaladas as dificuldades. “Começamos de conteúdos básicos para que o aluno adquira autoconfiança e fortaleça a base da disciplina antes de enfrentar os assuntos onde tem maior dificuldade. Nosso material atende desde a criança com três anos até adultos. Alfabetizamos crianças,jovens e adultos”, enfatiza a orientadora. Ana Paula destaca que o aluno que possui uma base sólida consegue acompanhar com mais facilidade e motivação os conteúdos vistos na escola. “Esse é um dos focos do Kumon: proporcionar uma base sólida de estudos”. Com mais de 220 alunos, o Kumon está com matrículas abertas o ano todo e em promoção até o dia 10 de outubro. Para mais informações sobre o método Kumon,basta acessar o site www.kumon.com.br. Ligue e marque uma entrevista.Telefone:(55)3332.9536. O Kumon está situado à Rua Floriano Peixoto, 357/ sl. 1, no centro de Ijuí.


Outubro Rosa O

movimento conhecido como Outubro Rosa tem como objetivo estimular a população no controle e prevenção do câncer de mama. Tem como símbolo o laço cor-de-rosa que representa a busca pela cura da doença. Para sensibilizar a população, vários locais, principalmente públicos, recebem enfeites com o laço rosa. Monumentos e prédios recebem iluminação especial, que Gerson Delazeri gera um efeito visual lindo e reMastologista mete a uma leitura visual da importância deste movimento em vários locais do mundo. Segundo o INCA, o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres, respondendo por 22% dos casos novos a cada ano. Se diagnosticado e tratado oportunamente, o prognóstico é relativamente bom. No Brasil, as taxas de mortalidade por câncer de mama continuam elevadas, muito provavelmente porque a doença ainda é diagnosticada em estágios avançados. Apesar de todas informações, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 40% das mulheres brasileiras, de 50 a 69 anos de idade, não fazem mamografia. Esta é a faixa etária definida como prioritária para a realização do exame preventivo pela Organização Mundial de Saúde (OMS). A Sociedade Brasileira de Mastologia recomenda o rastreamento mamográfico anualmente a partir dos 40 anos. A extensão inicial da doença é o principal preditor da sobrevida das mulheres acometidas pela doença. O diagnóstico precoce e o tratamento efetivo poderiam evitar 1/3 dos casos de morte por câncer. O rastreamento mamográfico é a principal ferramenta para detecção precoce e para identificação de lesões pré-malignas e do câncer nos seus estágios iniciais. A mamografia, o método mais efetivo de diagnóstico precoce do câncer de mama, é o único exame radiológico em que é possível identificar, de modo sistemático, o tumor em estágio inicial, passível de cura. Se você, mulher, tem mais de 40 anos, não deixe de fazer sua mamografia!!!

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HCI comemora 15 anos da UTI de recém-nascidos

m 16 de setembro, Ijuí ganhava a primeira Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal da cidade. Hoje, a UTI Neonatal do Hospital de Caridade de Ijuí ou UTI Neo, como costuma ser chamada pelos profissionais da casa, possui 10 leitos e é referência para a região, pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Centenas de recém-nascidos foram cuidados e salvos nesse espaço. A comemoração do 15º aniversário teve a presença dos médicos da unidade, enfermeiros e técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, fonoaudióloga, higienizadoras, escriturária, dirigentes do hospital e algumas estrelas da festa, pacientes que venceram a luta pela vida e vieram com seus pais para agradecer o atendimento da equipe especializada. Os 15 anos de funcionamento tiveram celebração diferente, no auditório do HCI, com depoimentos dos profissionais, vídeos e fotos das crianças e uma benção especial do padre Felipe Neto da Matriz da Natividade. Somente no último ano, foram atendidos 2.485 recém-nascidos, que exigem de toda a equipe um preparo que sustente a complexidade das atividades desenvolvidas. Conforme a enfermeira coordenadora da UTI Neo Cibele Thomé da Cruz, a equipe implantou um projeto chamado de Grupo de Apoio a Pais e Familiares de Recém-nascidos Internados. “A equipe multidisciplinar avalia positivamente o grupo e a participação dos pais e familiares. São realizados encontros aos sábados, com diferentes temas, visando à educação em saúde”, disse a especialista em Enfermagem em Terapia Intensiva. Também foi desenvolvida a cartilha informativa “Cuidando de pequenos Anjos”, entregue aos pais durante a internação. Atualmente a UTI Neonatal tem como médico responsável o pediatra Maurício Bortolini.

Equipe comemora 15 anos de sucesso da UTI de recém-nascidos


Karisma: em todos Moda praia Rosa Tatuada

os momentos, você merece o melhor

Há mais de 20 anos a Karisma oferece o bem-estar a seus clientes, pensando na decoração de seu lar, disponibilizamos de cortinas, cama, mesa e banho e para você uma ampla linha de moda íntima dia, noite e praia. A Karisma trabalha com marcas consagradas, tais como: Hope, Malwee, Un.i, Duloren, Daniela Tombini, Emocione, Buddemayer, Ilha Bikini, Rosa Tatuada, entre outras, atentas as tendências da moda. Possui fabricação própria de cortinas e roupas de cama, produtos sob medida. Solicite seu orçamento sem compromisso. Acabamento que traduz qualidade que é característica da empresa, tecidos e modelos que evidenciam as tendências da estação.

Moda íntima noite Daniela Tombini


Ijuiense se destaca em área de pesquisa Felipe Krawczak está desenvolvendo um estudo inédito sobre a Febre Maculosa no Rio Grande do Sul e faz doutorado em Atlanta, EUA

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Com a placa de Melhor Trabalho Científico no Congresso Brasileiro de Doencas Transmitidas por Carrapatos para o Homem

Felipe no Centro de Controle de Doencas e Prevencao em Atlanta, Estados Unidos

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ijuiense Felipe Krawczak, 29 anos, filho dos empresários Mauri Krawczak e Elaine da Silva Krawczak, é médico veterinário formado pela Universidade Federal de Santa Maria, mestre e doutorando em Epidemiologia das Zoonoses (doenças transmitidas do animal para o homem), pela Universidade de São Paulo (USP). Felipe vem trabalhando na área de doenças que são transmitidas pelos animais ao ser humano e seu maior foco é a Febre Maculosa, doença que é veiculada ao homem pela picada de algumas espécies de carrapato, apresentando alta taxa de mortalidade em certas regiões do país. É uma doença de notificação compulsória ao Ministério da Saúde. “Esta enfermidade é causada por uma bactéria que é inoculada no momento da picada do carrapato e acomete com gravidade somente o ser humano. As espécies de carrapato que a transmitem são bem distintas do carrapato do boi, mais conhecido pela população”, explica. Atualmente, ele está desenvolvendo um estudo inédito sobre a Febre Maculosa no Rio Grande do Sul, já que o Estado apresenta casos confirmados da doença no Ministério da Saúde, e até o estudo dele, o conhecimento sobre esta doença rara era escasso. “Com este trabalho, tive a oportunidade, na área da pesquisa, de ministrar palestras e apresentar trabalhos em congressos nacionais e internacionais, entre os quais, em Cape Town, África do Sul, em 2014, no maior Congresso Mundial de Doenças Transmitidas por Carrapatos”, conta. Recentemente, Felipe foi agraciado com o Prêmio de Melhor Trabalho Científico na área Médica e de Vigilância em Saúde, apresentado no 1º Congresso Nacional de Doenças Transmitidas por Carrapatos para Humanos. O estudo que lhe conferiu o prêmio relata a primeira detecção molecular desta doença em um paciente de Santa Catarina, pois apesar deste Estado ser o segundo com o maior número de casos da doença no Brasil, os diagnósticos eram feitos apenas com testes sorológicos, e pela primeira vez, Felipe detectou em laboratório, molecularmente, a bactéria causadora da doença em um paciente humano residente em Santa Catarina. Nesse mesmo evento ele ministrou duas palestras para equipes médicas e de vigilância epidemiológicas do Brasil. “No inicio de 2014, eu descobriu uma nova espécie de carrapato para o mundo aqui no Rio Grande do Sul, contribuindo assim com o conhecimento da fauna ixodológica do Estado. Este estudo foi publicado em uma revista internacional européia de alto impacto científico”. Desde o início de setembro, Felipe está no CDC (Centers for Disease Control and Prevention) em Atlanta, Estados Unidos para realizar uma parte das análises de sua tese de doutorado. O centro americano é considerado um dos maiores do mundo no controle de doenças, e lá Felipe permanecerá por cinco meses. “Apesar de receber todo o financiamento e apoio destas pesquisas do Governo do Estado de São Paulo a partir da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), após o término do meu doutorado tenho grande interesse de retornar ao Rio Grande do Sul, principalmenNo laboratório te para nossa região Noroeste, para contribuir da Universidade com a população através de todo conhecimende Sao Paulo to adquirido em meus estudos”, finaliza.


Liane Beatriz Righi P

Liane Beatriz Righi atua na área da saúde há mais de 30 anos

O Ministério da Saúde recomenda que a forma de nascimento seja decidida, de forma conjunta, entre a mulher e o profissional de saúde. Cesárea, natural, normal, humanizado. Qual seria o mais adequado? O mais adequado é o mais indicado para cada singularidade. No entanto, estamos (mulheres e médicos) decidindo em um contexto que se caracteriza por mortalidade infantil e materna elevadas com causas evitáveis por ações de saúde, asfixia intraparto, e grande parte dos óbitos infantis ocorrem no primeiro dia de vida; intensa medicalização do nascimento, onde 98% partos hospitalares, 88% por médicos e 55,7% cesariana; e avanços tecnológicos, porém práticas sem respaldo científico, aqui entra a banalização da cesariana e do parto com intervenções desnecessárias que comprometem sua fisiologia, desrespeitando as evidências científicas, e os direitos das mulheres e das crianças. Assim, chegamos a uma alarmante proporção de cesáreas: 56% de nascimentos no Brasil são por via cirúrgica, sendo 40% no SUS e 88% no setor privado. Bacana a forma como você formulou esta pergunta. Ela vai no miolo da questão, pois o mais adequado é o mais adequado para a situação. Eu apenas retiraria desta questão o parto humanizado. Penso que o humanizado não deve ser mais um tipo de parto, mas que todas as formas devem respeitar princípios da humanização.

or diferentes motivações ao longo dos anos, iniciando quando ainda era uma criança, Liane Beatriz Righi escolheu atuar na área da saúde, e lá se vão mais de 30 anos. Aos 51 anos, casada com Daniel Cenci, mãe de três meninas e um menino, ela é graduada em Enfermagem por uma antiga faculdade agregada a UFSM (1984), fez parte do curso de Filosofia e uma especialização em Saúde Pública na Unijuí (1989), e tem doutorado em Saúde Coletiva pela Unicamp (2002). Seu primeiro emprego como enfermeira foi na cidade de Braga, que coincidiu com o movimento da Reforma Sanitária. Seu primeiro trabalho foi com a implantação das Ações Integradas de Saúde, e com esta estratégia, a criação do embrião dos Conselhos de Saúde, das Secretarias Municipais de Saúde e da contratação das primeiras equipes de saúde pelos municípios. Foi uma das primeiras contratadas para a atenção básica/primária na região, em uma época em que se acreditava na importância da atenção básica, mas era preciso construir as unidades, criar leis nos municípios, viabilizar concursos, convencer autoridades. Assim, nas experiências que participou - e que são as precursoras do SUS na região – assumiu Secretarias Municipais de Saúde, fez assessorias e contribuiu para a criação de consórcios de saúde. Em 1990, foi admitida para ser professora da área de saúde pública no curso de Enfermagem da Unijuí, onde ficou até 2008. Atualmente é professora de Saúde Coletiva na UFRGS. Aqui, ela aborda um tema que é uma das grandes discussões femininas atuais: os diferentes tipos de partos. Por Deise Morais

Onde estariam os problemas relacionados a esse tema? Então, o problema está sendo a falta de alternativa, o problema é que, no Brasil, a cesárea está sendo sinônimo de nascimento. Não é problema que alguém tenha feito cesárea, no limite, também não é problema que uma mulher bem informada opte pela cesárea. O problema é que há uma clara indução à cesárea. Já não há espaços nem profissionais bem treinados para assistir um parto normal, frequente. A taxa de cesáreas não é efeito de boa clínica e bom vínculo. Pelo contrário, mostra a degradação da relação clínica e desinformação. Quero fazer uma observação: eu não estou dizendo que a mulher que opta pela cesárea é mal informada. Estou afirmando que 90% de cesárea é indicativo alarmante e analisador da qualidade da clínica, vínculo e informação. Quais as diferenças entre o parto normal e o humanizado? Tem-se definido como parto humanizado o parto que utiliza tecnologia adequada e que respeita direitos. Isso gerou importantes debates no interior dos hospitais. Como trabalhar em equipe? Quais características do ambiente da maternidade? A luta de usuárias e trabalhadores vinculadas à Rede Humanizasus é pelo uso de tecnologia adequada, que o atendimento ao parto se sustente em evidências científicas e que não tenha violência. De novo, uma cesariana pode ser humanizada e um

parto pode ser violento. O problema é que associamos cesárea à assistência humanizada, a um procedimento sem dor. As pessoas que militam pela defesa do nascimento humanizado disputam estes conceitos. Elas dizem, e eu concordo, que o parto bem acompanhado e sem violência institucional não é sinônimo de sofrimento; ao contrário, é experiência rara na vida de um casal ou família. Então, parto humanizado não é sinônimo de parto normal ou domiciliar. É um conjunto de cuidados para que o nascimento ocorra de forma a apoiar a mulher e sua rede e respeitar a mulher em seus aspectos físicos, psíquicos e na sua capacidade de tomar decisões e empoderar-se.

Chegamos a uma alarmante proporção de cesáreas: 56% de nascimentos no Brasil são por via cirúrgica, sendo 40% no SUS e 88% no setor privado.

Mulheres que não realizam o pré-natal correm que tipo de riscos? Como sanitarista, eu posso dizer que é importante por três motivos: antecipar situações de risco, acompanhar e estabelecer vínculos com equipes e serviços. Isso não está sendo tranquilo nas nossas realidades de vida e trabalho. A primeira dimensão (antecipar riscos) se dá quando o pré-natal segue protocolos validados, é feito por equipe e dispõe de recursos adequados. A solicitação de exames não é suficiente para garantir a antecipação de riscos. Nesta dimensão, a equipe da atenção básica reúne boas condições para fazer um bom pré-natal, pois ela conhece a população e não depende apenas da consulta de pré-natal para identificação de situações de risco. >>>

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nesta mesma lógica. É um procedimento invasivo, necessário em situações bem definidas e que salva vidas. Tem um risco maior que o parto. Se feita em larga escala, tem efeitos de epidemia. Amplia a mortalidade materna e infantil.

Liane (1ª à direita), com seu grupo de trabalho

Há muitas formas de violência e - o que é pior a violência obstétrica é naturalizada. De forma mais genérica, ela é reflexo da complexidade histórico-socialeconômica e cultural do Brasil.

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Qual o papel dessa equipe no contexto do pré-natal? A equipe, incluindo os agentes comunitários de saúde, tece uma rede mais heterogênea de cuidados com visitas, vacinas, consultas, grupos. Para além da antecipação do risco, uma equipe da atenção básica pode oferecer um cardápio mais sofisticado de alternativas de acompanhamento, como consultas com médico e enfermeiro, com nutricionista, grupos de gestantes, alguma oferta de atividade física, psicólogo, fisioterapeuta. Estou falando da qualidade de alguns lugares e da potência de outros. Há unidades ou cidades em que a consulta de pré-natal é toda centralizada ou entregue ao médico obstetra. Nós, que trabalhamos no desenho de redes de atenção, defendemos a ideia da clínica compartilhada com equipes de referência e apoio matricial. Ou seja, no SUS é possível, não estou dizendo que é fácil, porque as pessoas precisam ver sentido nisso, compor ação de acompanhamento feito por equipe e ação de profissionais especializados, como médicos obstetras e enfermeiros com formação na área. Desejamos esta composição porque a equipe desempenha a função filtro e promove a melhor utilização do saber atento a casos graves. Uma equipe especializada traria mais segurança na hora do parto? Há pelo menos duas questões polêmicas nesta minha posição. Há dois anos, circulou a notícia de que o Hospital de Clínicas voltou a estruturar o atendimento com enfermeiras obstétricas. A notícia foi comemorada, mas para as entidades, o uso do trabalho de enfermagem é para economizar, para eles, a qualidade do atendimento seria melhor se fosse feito somente por médicos. Por que estas entidades estão erradas? Porque precisamos voltar a formar gente especialista no que é mais frequente, no que é comum. No caso dos partos, enfermeiras plantonistas acionariam uma série de recursos e dariam conta de atendimento seguro a cerca de 80% dos casos. Ah, e vamos deixar morrer os outros 20%? Não, é preciso trabalhar, ao mesmo tempo, com várias tecnologias. Um serviço com jeito de casa.

Também não defendo que uma parte seja responsabilidade de enfermeiros e outra de médicos. Quais os principais tipos de violência na hora do parto? Há muitas formas de violência e, o que é pior, a violência obstétrica é naturalizada. De forma genérica, ela é reflexo da complexidade histórico-social-econômica e cultural do Brasil, que implica na discriminação de gênero. Parto como procedimento médico; desloca o protagonismo e autonomia da mulher e família; violência institucional, violência obstétrica; desrespeito à lei do acompanhante no parto; controle da natureza, do “corpo defeituoso” da mulher; interesses da indústria ou “business” do nascimento. Uma mulher de baixo risco tendo seu primeiro filho em hospital de ensino pode ser atendida por até 16 pessoas durante as 6 horas de trabalho de parto, e ainda assim estar só a maior parte do tempo. Foram incorporados vários procedimentos, muitos sem evidência científica, que tornam o parto uma experiência traumática, com intervenções desnecessárias e iatrogênicas: ocitocina, jejum, confinamento no leito, restrição de dieta, restrição de acompanhante, não oferta de métodos de alívio da dor, desconsideração do período sensível. Quais os riscos de tantas intervenções? Há uma denominação para o excesso de intervenção, que é parto armado. Não só o movimento de Hunanização do Brasil denuncia o excesso de intervenção no nascimento. No mundo todo, especialmente nos países mais desenvolvidos da Europa, o tema da proteção, da não exposição a intervenções desnecessárias está na agenda dos governos. Mas veja que não é só em relação ao nascimento, mas também às condições crônicas, também à morte. Em todas estas situações discute-se a produção de iatrogenias, que são as doenças e os sofrimentos causados ou agravados pela intervenção. Uma importante associação internacional de medicina propõe a não exposição a procedimentos que não tenham justificativa e evidência científica. A cesárea está

Que fatores são estimulantes ao parto natural? Para ampliar o número de partos é necessário incorporar boas práticas de gestão e atenção ao parto e nascimento: acolhimento com classificação de risco, direito a acompanhante, doulas , métodos de alívio à dor, liberdade de posição no parto, privacidade, restrição de episiotomia, amniotomia, ocitocina e outras. A estrutura oferecida pelo SUS hoje atende a todos os tipos de parto? Não. Nós fomos desativando salas de parto. Precisamos reativá-las e qualificar espaços que contribuam para que o parto natural seja uma experiência possível e boa. O Ministério da Saúde reconhece como necessárias mudanças nas estruturas que atendem parto, como a adequação da ambiência das maternidades, criação de centros de partos normais peri ou intra-hospitalares e criação de casas de gestantes, puéperas e bebês. De forma mais detalhada, está sendo desenhada uma rede com mais pontos de atenção. Os centros de parto normal são unidades de cuidado de uma instituição hospitalar, localizada nas dependências internas ou externas. Deve ter ambiência acolhedora: o “ninho” do parto e garantir a integração da família no cuidado e a inclusão dos homens no parto e nascimento. Como mudar essa realidade? Penso que são mudanças nas estruturas/ambientes que atendem parto e mudança nas práticas de atenção e gestão. Estou novamente usando material do Ministério da Saúde. As mudanças de modelo de gestão e atenção ao parto e nascimento dizem respeito a regulação obstétrica e neonatal, contratualização de serviços, repasse de recursos atrelados a metas qualitativas, incentivo financeiro a maternidades de baixo risco atrelado a processo de monitoramento e avaliação. A reestruturação da formação médica com graduação e residência. A disponibilização de vagas de enfermagem obstétrica, adequação da estrutura física dos serviços. A singularização de populações estratégicas, como adolescentes, mulheres do campo e floresta, indígenas. E o fortalecimento da vinculação das Unidades Básicas de Saúde ao local de referência ao parto e nascimento. O Ministério da Saúde reconhece que a fiscalização sanitária é incipiente, que há vazios assistenciais e que a atenção resolutiva em rede é o principal desafio.


A

Transforme o mundo do seu filho com mais amor, criatividade e entusiasmo!

Escola Educare e Educare Baby acredita nas potencialidades de seus alunos desde muito pequenos e os incentiva na busca de informações que sejam transformadas em conhecimento, vida e sabedoria. A Educare tem como principal objetivo a formação de crianças autônomas, em um espaço acolhedor e humano, onde possam ser verdadeiramente crianças e felizes. A escola tem como diferencial as aulas de inglês, pois atualmente com um mundo cada vez mais globalizado, muitos pais questionam qual a melhor idade para seu filho aprender uma segunda língua. A Educação Infantil na Educare e Educare Baby contempla as seguintes faixas etárias: Berçário I Nível 1 (1 ano), Nível 2 (2 Anos), Nível 3 (3 Anos), Nível 4 (4 Anos), Nível 5 (5 Anos), completados até 30 de junho. A equipe multidisciplinar conta com pedagogas, nutricionista, enfermeira, coordenação pedagógica, professora de música, professor de Inglês, professora de Ballet, equipe de apoio auxiliares de Educação Infantil, cozinheira, auxiliar de limpeza. A Educare oferece dentro da grade curricular Educação Física e Música. Aulas de Inglês e Ballet (opcionais) e Educação Nutricional, Cuidando do meu corpinho. A criança também recebe aulas de música, com profissional habilitado, onde tem seu primeiro contato com sons e ritmos, conhecendo os diversos instrumentos. A escola conta com Material Didático atualizado, Lego Zoom (conteúdo e material rico em atividades lúdicas e interativas, onde os jogos e brincadeiras estimulam a criança a pensar, trocar e respeitar valores indispensáveis à sua formação). O material promove a autonomia, o gosto pelas descobertas e a valorização das experiências individuais e coletivas infantis. Todas as salas dispõem de monitoramento 24h. Para 2016 a Educare traz muitas novidades no seu espaço, como salão de festas, com festas

personalizadas oferecidas aos papais, para sua comodidade, um espaço novo e envolvente, o escovo dromo, personalizado para o cuidado com os dentinhos, com a orientação da profissional dentista, cozinha experimental tudo no tamanho e espaço adequados para as crianças aprenderem ainda mais nas aulas de Educação Nutricional, aulas de cuidados e conhecimento de noções do corpo e cuidados de higiene com uma profissional enfermeira. Além disso, uma boutique baby, com roupinhas e acessórios para seu bebê, buscando sempre estar conectados com o mundo atual, trazendo as famílias mais segurança, aliado a um trabalho fundamentado. Priorizando sempre o Amor, Cuidado e Estímulo. Horário de Funcionamento: manhã 7h30 às 12h, tarde 13h15 às 18h30 e integral 7h30 às 18h30. Agende sua visita pelo site ou pelo telefone 3333-6380.

Tatiana Queruz e a coordenadora Daiana Schmidt


Adestradores de amigos O cachorro é considerado o melhor amigo do homem, e através dos tempos, tem sido seu companheiro. Mas, mais do que isso, cachorros servem aos humanos em diferentes situações, como cães policiais, guias de cegos, cães pastores e os famosos cães de guarda em nossas casas. Para isso, o adestramento é imprescindível.

Nodier, em frente ao Presídio Central de Porto Alegre, com um de seus cães adestrados

S

O golden retriver, com os filhos de Nodier, Lorenzo e Mardyon: cão de companhia para as crianças

Treinando ataque em um dos cachorros que atuam no Presídio Central 18 | STAMPA

eja qual for a função principal que cada raça de cão desempenhe, todas elas devem receber o adestramento adequado. Nodier de Oliveira Machado, de 35 anos, atua há 9 anos como adestrador de cães da Brigada Militar. Ele se especializou em treinar cães policiais. O curso denominado Cinotécnico é a qualificação de PMs para trabalhar com cães. Morador do bairro Modelo, em Ijuí, ele se desloca à Porto Alegre todas as semanas, e durante quatro dias treina os animais da BM. Na capital, Nodier atua no Presídio Central, com cães do sistema penitenciário. São cerca de 100 cães dentro da casa prisional. Todos direcionados para fazer segurança externa e interna do presídio. A atividade final é o cão carcerário, bem como cães de intervenções, que atuam em situações de rebeliões. Nodier é um apaixonado por cães desde a adolescência. Na Brigada Militar ele já entrou com o objetivo de trabalhar com os animais.Já treinou com campeões mundiais de adestramento, como Celso Alves. Nodier explica que antigamente havia só o adestramento tradicional, que consistia em colocar um colar no cachorro, muitas vezes de forma incorreta que o tornava um enforcador e não um objeto de ensinar, fazendo o cão pular e se sentir sufocado. “Usando da forma correta, fazendo com que o colar se solte e volte, a técnica trabalha no ponto de correção que é o pescoço. Nós trouxemos o cão para nosso meio e queremos que eles sejam parecidos com nós. Somos nós que temos que nos adaptar aos cães, e não eles à nós. Estamos invertendo valores”. Segundo ele, o adestramento está evoluindo, fazendo com que o cachorro pense. “Ele pensando, usamos nossa linguagem corporal e começamos a interpretar o cão”, explica ressaltando que o castigo só vem do adestramento incorreto, como puxar o colar de forma abrupta. “Como corrigir em cima do que ele não sabe? Se deixarmos o cão pensar e mostrar para ele que é aquele comportamento que se quer dele, ele vai começar a refletir e executar várias vezes aquilo para ganhar a recompensa”. São variações possíveis de recompensas, como carinho, bolinha, comida... “Se o animal gosta muito de carinho, ele sabe que obedecendo e fazendo o que está sendo ensinado, terá carinho como recompensa”. Segundo o adestrador, algumas raças são mais inteligentes do que outras e mais fáceis de adestrar. Entre eles, border collie, pastor alemão e o pastor belga de malinois são os mais avançados, e o boxer é um dos menos inteligentes. “Mesmo assim, ele sendo menos inteligente, se conseguirmos olhar para um cão e ver que ele está triste, ele também pode nos olhar e interpretar nossa expressão corporal. Eles são muito mais inteligentes do que nós”. A raça pastor alemão está perdendo espaço para o pastor belga de malinois que está despontando, por ser um cão mais rústico, com menos pelo, mais ágil. “O rottweiler, por exemplo, também perdeu muito espaço para ser um cão de polícia, pois não aguenta, dentro de um presídio, o impacto do trabalho. Aguenta poucas horas de trabalho”. Nodier explica que a partir de 45 dias o cão pode começar a ser adestrado. Um golden retriever, por exemplo, é um cão muito bom para adestrar. Existem variações de tipo de adestramento. De preferência após as três vacinas, para poder levá-lo a outros ambientes e fazer o treinamento. Ele estando imune à doenças, pode-se levá-lo a parques e praças. “Não adianta fazer só em casa o treinamento. No primeiro dia que ele sair, pode não fazer tudo que aprendeu em casa, na rua. Esse é o período de sociabilização, que começa a partir dos 45 dias de vida. A memória do cão é uma folha em branco. Se nesse tempo, a pessoa agredir, ele não esquece, guarda na memória fotográfica, e a cada movimento suspeito, ele pode ter uma reação”. Um cão aprende por condicionamento, por repetição. Os comandos de sentar, deitar, ele aprende com controle e repetição desde bebê até adulto. Nodier afirma que uma pessoa sem curso de adestramento pode adestrar seu animal. “O que eu posso fazer, qualquer pessoa pode, mas é preciso dedicar tempo para isso”.


Nodier ressalta que é preciso fazer com que o animal respeite não apenas o adestrador, mas também o dono. Se houver uso de força, não haverá resultados, pois o comportamento e temperamento de cada cão interfere no adestramento. “É preciso respeitar fases. Primeiro ensinar o controle, para não morder, no adestramento básico, depois vem o adestramento de obediência, e se o dono necessita, adestramento específico, que inclui o cão guia, por exemplo.” Dentro da polícia, há classificações. São cães policiais e os cães sociais. O projeto Cão Cidadão mostra o lado menos visível da polícia, e é dedicado à atividades para as crianças. Alguns cães que atuam no trabalho policial podem ser adaptados para atividades, tanto para dentro do presídio, como trabalho social, mas a leitura desse cão é o PM quem faz. “Tem cães de temperamento muito forte, dentro do presídio. Lá são mais de quatro mil detentos e um cão não pode se assustar com batida de pau, por exemplo. Esse cão não dá para usar na atividade das crianças, pois podem atacar uma criança que vem correndo, por exemplo. As raças para trabalhar com crianças são o pastor alemão mais sociável e o golden retriever. Mas eu tento não trabalhar com margem nenhuma de erro, e sim com os mais mansos, que permitem que a criança passe a mão, dê comandos, como deitar, dar a pata. O objetivo do projeto é amenizar a visão que a criança tem da polícia”, explica. Nodier conta que há algum tempo, em uma operação policial, um de seus cães chamou a atenção de uma garotinha, quando foi usado para farejar drogas na casa dela. A BM prendeu o irmão dela, por tráfico de drogas. “No dia, eu usei o cão para acalmar e distrair a menina. Algum tempo depois, na audiência contra o irmão, ela me viu e veio ao meu encontro com uma cartinha pra mim, dizendo da saudade que estava do cão e de mim. Uma carta muito emocionante. Esse é o lado bom, de trabalhar com os animais. Eles representam muitas coisas boas, eles amenizam muitas coisas ruins.”

Mazzaroppi ensina os animais recompensando com carinho a cada atividade aprendida

Carinho como recompensa

O

adestrador Neri Esteves, popularmente conhecido por Mazzaroppi atua com adestramento de cães em Ijuí desde 1992. Ele é especializado em adestrar cães domésticos. “Meu amor pelos animais se tornou uma habilidade para ensinar e cuidar deles. Sou apaixonado por essa arte que é proporcionar ao dono, um animal educado e obediente”, explica. Mazzaroppi diz que jeito e paciência são fundamentais no processo de adestrar os animais que vivem em casas ou apartamentos. Apesar de adestrar cães de médio e grande porte, ele ressalta que é possível ensinar a se portar dentro de casa. “A raça não interfere. O animal ouve e obedece”. Mazzaroppi diz que meia hora com animal já é suficiente para saber se o animal leva jeito para ser adestrado de forma rápida, ou se os treinamentos serão longos. O adestrador fica com o animal meia hora por dia, três vezes por semana. Isso facilita o adestramento e o cão não cansa. Para ele, a recompensa para o cão obediente é o carinho, não o petisco. “Passo a mão no dorso dele, não gosto de dar comida, pois o animal se alimenta fora de hora e de maneira errada, prejudicando sua saúde. Cada um tem um jeito de trabalhar, e esse é o meu.” STAMPA | 19


Ijuienses por opção No mês que Ijuí completa 125 anos, Stampa foi ouvir aqueles que não nasceram aqui, mas que escolheram a cidade para viver e trabalhar “Tudo começou em 2004 quando eu atuava como Treinee da Multinacional Monsanto, e ao final do contrato o então diretor comercial da empresa me convidou para uma reunião, me ofereceu uma oportunidade de trabalho e disse que eu poderia escolher entre duas vagas que estavam disponíveis no Brasil, Luis Eduardo Magalhães (BA) e Ijuí (RS). Disse a ele que pensaria e daria a resposta dentro dos próximos dias, e para minha surpresa, ele me disse que eu tinha 20 minutos para tomar a decisão e já iniciar de imediato os trabalhos na região. Tomei um café na copa e algo me disse para escolher Ijuí, pra onde parti uma semana depois. Escolha mais que acertada, fiz muitos amigos, tive grandes oportunidades profissionais, conheci pessoas maravilhosas, e entre elas, a minha esposa Fernanda Betinelli, que me deu duas lindas filhas, Laís e Helena. Como todas as cidades interioranas do Rio Grande do Sul, Ijuí é bastante carente em opções culturais e esportivas, pois vindo de São Paulo tinha acesso ilimitado as mais diversas oportunidades de lazer. Sinto falta de bons teatros, sinfônicas, cinemas e restaurantes. Como sou dos ‘ares’, gasto meu tempo aos finais de semana curtindo minha família e praticando paraquedismo e outros esportes ao ar livre. Por motivos óbvios, o Aeroporto Municipal é o meu local preferido. Atualmente sou presidente do Rotary Club de Ijuí, com a missão e oportunidade de devolver à comunidade de Ijuí um pouco de tudo o que ela já me trouxe de bom! Obrigado Ijuí!” Armando Pettinelli, engenheiro agrônomo

“Por ter nascido na região, sou natural de Tentente Portela, sempre tive em mente, retornar para perto de minha terra. A criação do Instituto do Coração do HCI tornou este sonho realidade. Realizo uma atividade na medicina (cardiologia intervencionista), realizada em poucos locais do Rio Grande do Sul e esta estrutura criada em Ijuí, oferece todas as ferramentas para o tratamento completo das doenças do coração. Acredito muito no potencial de Ijuí, em suas diversas áreas de desenvolvimento, principalmente como polo em saúde e educação. Considero que um cinema iria criar uma importante opção de lazer para a cidade e região. Estou há sete anos em Ijuí e tenho certeza de ter feito uma boa escolha para minha família, uma cidade que tem tudo para crescer ainda mais.” Leonardo Zanatta, cardiologista 20 | STAMPA

“Sou natural de Tenente Portela e meu marido, Rodrigo Picolo Goin, de Tuparendi, mas podemos dizer com orgulho que, por opção, somos ijuienses! Aqui, obtivemos formação superior nos anos de 2002 e 2004, respectivamente; passamos a morar e trabalhar, em 2008; até que, no ano de 2010, nasceu nosso filho, Luca Picolo Goin, e o verdadeiro significado de uma família! Para nós, que viemos de municípios menores, a qualidade do ensino local é digna de nota, bem como as oportunidades de trabalho e lazer são diferenciadas e, por suposto, melhores. Encontro realização nas minhas atividades profissionais e na qualidade dos relacionamentos encontrados. Igualmente, nas possibilidades desportivas. Tenho muito carinho pelas colegas de vôlei que tão bem me acolheram, sejam as dos times simplesmente chamados de “vôlei das segundas e das terças-feiras”, sejam as do “Voleimania” e do “MAV – Mulheres Amantes do Vôlei”. Sempre há aspectos a melhorar, principalmente, em razão da minha família e eu frequentarmos o cinema de Santo Ângelo, por falta da opção local. De qualquer sorte, Ijuí nos faz feliz e traz o sentimento de permanência.” Carla Beatriz Picolo Goin, assessora no Fórum de Ijuí


“Sou natural de São Lourenço, Minas Gerais. Há 26 anos estou em Ijuí. Gosto de morar e sou feliz aqui. Vivi e vivo momentos preciosos e inesquecíveis nessa cidade que me acolheu, onde tive a oportunidade de estudar, trabalhar, crescer profissionalmente, constituir minha família e tornar-me a pessoa que sou. Conquistas, amizades, afetos e experiências compartilhados fazem dessa terra o meu lar, meu porto seguro. Penso que Ijuí oferece muitas coisas boas: um mercado de trabalho em várias frentes com um comércio bastante forte, setor de ensino com destaque para nossa Universidade que, além de muitos cursos, tem crescido verticalmente oferecendo especialização, mestrado e doutorado. A qualidade e segurança de vida que a cidade me proporciona. Gosto de transitar pelas ruas, ver amigos, pessoas conhecidas e ser recebida com alegria, simpatia e calor humano em cada encontro. Sentir que as pessoas nos querem bem é maravilhoso! Quando me perguntam como cheguei aqui digo que é uma longa e bonita história. Assim traduzo minha vida em Ijuí. Sou ijuiense de coração e nesse viver entre famílias, mineira e gaúcha, tenho o hábito de dizer aos amigos que sou uma ‘mineirucha’, é como manifesto minha afeição. Um lugar que gosto muito, além da minha casa, é o belíssimo Câmpus da Unijuí, minha instituição formadora, com seus diferentes cenários trocados em cada estação. Ali, o outono e a primavera se mostram mais generosos. O que vejo de negativo - a cidade não tem atrativo turístico e falta mais entretenimento. Sinto falta de um cinema.” Solange Castro Schorn, psicóloga “Há exatamente 25 anos chegamos a Ijuí, vivenciando o centenário de um município que já se destacava como importante centro comercial e cultural da região Noroeste, rota para o Mercosul e detentor de um enorme potencial logístico e de fomento ao desenvolvimento. Naturais de Marau, aqui no Rio Grande do Sul, moramos alguns anos em Santa Maria, mas adotamos Ijuí onde construímos nossa família e crescemos pessoal e profissionalmente. A mistura étnica que faz de Ijuí um município que recebe gente de todos os lugares tem, na Unijuí, sua maior representante. Talvez seja por este motivo que nos sentimos tão bem no Câmpus, lugar onde a cultura, o conhecimento e o lazer se confundem num misto de pulsação e calmaria no contato com a natureza. O que precisa mudar? Hoje, as grandes melhorias que Ijuí precisa são de infraestrutura (ruas, calçadas, praças, iluminação pública, limpeza urbana) que é o cartão de visitas de qualquer município. Mas Ijuí guarda particularidades que são marcantes como o respeito às faixas de segurança, modelo para outros municípios, a qualidade da educação dos Anos Iniciais ao Ensino Superior, a área da saúde que é referencial, as oportunidades que chegam pelos novos empreendedores – os desbravadores do século 21. Tudo isto faz parte do pacote que nos permite ver o futuro com muito otimismo. Neste um quarto de século de convivência, nos sentimos privilegiados por termos sido acolhidos por Ijuí e sua gente e poder fazer parte desta terra de culturas diversificadas.” Edson Luis Bassi e Chelca Santin Ghiggi, sócios-proprietários da Portal Imóveis

“Ijuí surgiu pra mim, primeiramente, não como opção propriamente dita, mas “destino”, pois faltando apenas três meses para meu marido [Alexandre Müller] terminar a especialização em oftalmologia em São José do Rio Preto, São Paulo, a gente se conheceu e se apaixonou. Desde o início ele me deixou bem claro que iria morar no interior do Rio Grande do Sul, a mais de 1,5 mil quilômetros de minha casa, em uma cidade ao qual nunca ouvira falar. Mas nem sempre pode-se pensar racionalmente o tempo todo, e depois de muita conversa e um namoro de meses a distância, resolvi vir para Ijuí. E confesso que me adaptei mais fácil do que pensava. Sofri muito com o frio, tinha dia que nem dava vontade de sair de casa, mas aos poucos fui me acostumando. A primeira vez que visitei Ijuí, fui ver a Expo-Ijuí/Fenadi e fiquei impressionada com o evento, com as casas, culturas e história dos imigrantes! Nunca tinha visto nada parecido, adoro a feira, vou todos os dias passear e curtir. Depois, veio a família de meu marido, muitos amigos, e comecei a me sentir muito acolhida, extremamente feliz e satisfeita com o que a cidade poderia me oferecer: uma vida boa, tranquila, cheia de pessoas queridas que gosto muito. Há quatro anos e meio Deus me presenteou duplamente com minhas filha gêmeas (depois do susto!), nascidas em Ijuí, coroando tudo de bom que essa cidade me trouxe. Hoje me sinto uma Ijuiense, criando minha família cercada de pessoas adoráveis, aprendendo a gostar cada vez mais de cada pedacinho dessa cidade encantadora! Samantha Diniz STAMPA | 21


“A primeira coisa a dizer é que sou muito grato a esta cidade - um cidadão Ijuiense por opção e com muito orgulho. Minha história em Ijuí começa em 1987 quando, assim como muitos, vim para o município em busca de formação profissional em nível Superior. O curso de Administração de Empresas da Unijuí foi que me fez sair de Júlio de Castilhos, passando, mais tarde, à formação em Direito. Aliás, este é um aspecto importante que me levou a ficar na cidade: a Universidade, com proposta pedagógica de viés crítico-libertário. Soma-se a esse, a diversidade cultural do município. A formação universitária em uma perspectiva social permitiu-me atuar numa área do Direito que viria a se tornar uma das mais procuradas, o Direito Previdenciário. Graças a isso, sou uma pessoa realizada profissionalmente. Mas, além de trabalho e realização profissional, Ijuí também está em meu coração por ter me dado uma linda família. Aqui conheci minha esposa e é aqui que criamos nossos filhos e netos. E já são quase 30 anos como ijuiense. Nesse tempo, vi nossa cidade crescer e desenvolver diversos setores, tornar-se Polo Regional. Mas, sabemos que nem tudo são flores e é preciso termos consciência sobre onde podemos melhorar. Questões como a destinação correta de resíduos, a falta de voos regulares de Ijuí ou região para os grandes centros precisam ser solucionadas para que tenhamos ainda mais qualidade de vida. Contudo, sou otimista quanto a nossa capacidade de encontrar soluções e avançar no processo civilizatório.” EdmilsoMichelon, advogado previdenciarista

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“Sou natural de Passo Fundo e estou em Ijuí desde 1965, ou seja, neste ano completo 50 anos nessa cidade. O que penso sobre Ijuí: A forte presença da cultura do associativismo, do cooperativismo e a riqueza do movimento étnico, são diferenciais positivos que me encantam em viver aqui. Se um dia mudar de Ijuí, serei seletivo, buscando uma localidade com semelhantes características. No trânsito, o sentimento de respeito de motoristas ao pedestre, quando este usa a faixa de segurança é louvável e é comentado com destaque pelos visitantes, além-fronteiras. Vejo aqui um crescimento no plano de vida e profissional está a disposição de quem faz o seu melhor, sempre. Um excelente lugar para viver em paz e professar a fé em Deus. Ijuí é uma “incubadora” de talentos humanos, na dança, ciências, esportes, música, gastronomia, ensino..., que disseminam a imagem da Terra das Culturas Diversificadas pelo planeta terra. São lindos os prédios residenciais, comerciais e públicos e em número significativo, localizados não só na zona central da nossa cidade. No meio rural está a maior dádiva da natureza, que além das boas terras para a atividade agropecuária, tem matas, açudes e rios que contribuem para a hidroeletricidade. Opções em tratamento especializado em saúde e o elevado padrão de ensino fundamental, médio e superior, são fatores de pujança que destacam o nosso município. Gosto de visitar e caminhar pelas dependências do belo Parque de Exposições e na Praça Central, mas é indescritível a emoção, quando do alto de edifícios, observo o traçado dos logradouros, a cobertura vegetal, a silhueta predial e principalmente, no início e ao final de um dia, o horizonte, é divino. Podemos assumir mais a condição de cidade polo em educação, saúde, comércio e serviços. O volumoso trânsito de veículos no perímetro urbano é insalubre e desfavorável à ambiência, pela poluição sonora e química, o que é um grande desafio que passa pela conscientização de cada cidadão. Precisamos atrair investidores e estimular os empreendimentos em atividade industrial diversificada. A cultura do assistencialismo público precisa ser dosada, permitindo o resgate da autoconfiança, da aptidão ao trabalho e da dignidade do ser humano, é preciso a desacomodação. Podemos informar aos viajantes que cruzam pelas rodovias RS’s e BR 285, que estão no território da cidade de IJUÍ, criativamente. Desejo ver minha morada, minha rua, meu bairro, minha cidade, limpinha e florida!” João Luiz Leone de Senna, diretor-executivo do HCI


Claudio Stormowski

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om uma proposta inovadora para o mercado de manutenção veicular, a empresa Storm Automotive investe em tecnologia atual e aperfeiçoamento técnico constante. Neste ano, a empresa investiu em equipamentos para realização de teste e reciclagem em sistemas de ar condicionado automotivo e também adquiriu mais um moderno scanner de diagnóstico para atender principalmente o segmento de veículos importados. A Storm também realiza conserto e manutenção em sistemas de câmbio automático, tão presente nos veículos atualmente. “A busca pela excelência em serviços exige investimentos nos campos tecnológico, de gestão

e qualificação técnica ”, afirma Claudio Stormowski, proprietário da empresa. O câmbio automático, explica, é um sistema tecnológico em automóveis modernos, tendo a função de realizar a troca de marchas por um sistema de transmissão que detecta a velocidade e rotação do motor de forma imperceptível proporcionando praticidade e versatilidade para os motoristas. A Storm trabalha com toda linha de veículos importados: Mercedes Benz, BMW, Jaguar, Land Rover, Volvo, Suzuki, Porsche, Volkswagen Importado, Audi, Hyundai, Mitsubishi, Mini Cooper, Smart, Kia etc.

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Etnias na história de Ijuí Na tarde de 27 de setembro, com o tema “Ijuí 125 anos: Nossa História, Nosso Orgulho”, etnias e entidades tradicionalistas encenaram a história de Ijuí na 9ª edição do Desfile Étnico-Cultural. Nas quadras em torno da Praça da República, mostraram a criação de Ijuí, com representação da chegada dos imigrantes, até o desenvolvimento da cidade que se tornou conhecida como “Colmeia do Trabalho”. Etnias contaram a história dos 125 anos de Ijuí, desde a chegada dos imigrantes

Abrindo Caminhos, representado pelos gaúchos e afro-descendentes- Ijuhy a partir de 1840

A chegada dos imigrantes vindos das Colônias Velhas, representado pelos italianos, árabes e suecos.

As Embaixatrizes da Expo-Ijuí/Fenadi 2015 em carro alegórico

Do sonho à construção da Colônia Ijuhy (19111920), retratado pelos alemães e espanhóis

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Desfile teve a participação das bandas do CSCJ, Ceap e Imeab

Comunicação, Fé, Educação e Saúde: Alicerces da Nova Colônia, período de 1940, representado pelos poloneses, austríacos e portugueses


Ijuí, Colmeia do Trabalho, representados pelos letos e holandeses

Galeria de ex-prefeitos: homenageando àqueles que construíram a história de 125 anos

Ao final do desfile: as etnias e Associação Tradicionalista Querência Gaúcha juntos

Educação: alicerce na construção de Ijuí

Os imigrantes que chegaram a Ijuí, há 125 anos

Integração das etnias formadoras de Ijuí

Os mascotes das etnias também desfilaram STAMPA | 27


VISUAL 2015 DOS GRUPOS ÉTNICOS FOTOS: MITTSUO FOTOGRAFIA

Herdeiros de Zumbi

Frohe Jugend - Centro Cultural 25 de Julho

Associação Tradi

Svenska Danser- Centro Cultural Sueco

Windmolen - Centr Pimpinelli - Centro Cultural Italiano

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Piast - Centro Cultural Polonês

Alma Lusa- Centro


- Centro Cultural Afro

icionalista Gaúcha

ro Cultural Holandês

o Cultural Português

Lustige Tiroler - Centro Cultural Austríaco

Staburags - Centro Cultural Leto

Hijos del Sol - Centro Cultural Espanhol

Hayatt - Centro Cultural Árabe

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Saimon e Talia venceram D

ia 23 de setembro, no Clube Ijuí, 19 rapazes e garotas disputaram o título de Modelo da Capa, concurso anualmente promovido pela Stampa e Jornal da Manhã. O concurso teve marcas de peso como patrocinadores, que atuaram na produção visual dos concorrentes, fizeram a escolha e premiaram os vencedores. O Modelo da Capa teve a coordenação geral de Luiz Carlos Leindecker, apresentação de Eliane Canci e fotos de Miguel Aguiar. Os vencedores vão protagonizar um editorial de moda, e serão capa da Stampa em edições separadas, no decorrer do ano.

Saimon Fonseca

Talia Makoski

Patrocinadores e jurados, com os vencedores: Gilvani Alves Martins, da Pratic Line, Patrícia da Silva, da Pérola Fashion, Nadine Dubal, de sua loja Nadine Dubal, Modelos da Capa Saimon e Talia, Elaine Pochmann, da For Men, Bruna e Paulo Brizolin, da Looks Óptica

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O produtor Luiz Carlos Leindecker com os vencedores

Sorteios: Patrícia Silveira, da Pérola Fashion, presenteia Barbara Maviszak

Sorteios: Valdeir de Oliveira recebe presente de Andressa Alves, da loja Nadine Dubal

Karin Coppetti recebe presente de Bruna Brizolin, da Looks Óptica

Modelo da Capa 2014 Eduardo Macuglia entregou o prêmio de R$ 500 aos vencedores Saimon e Talia

Da Stampa: Cecilia Mathioni, Claudia de Almeida e Eliane Canci 32 | STAMPA

Alana Barth é presenteada por Elaine Pochmann, da For Men

Cecília Mathioni entrega à Kethlen Ferrari, o smartphone oferecido pela Stampa

Gilvani Alves Martins entregou kits de produtos de sua Pratic Line para os vencedores

Talia e sua mãe Maria Vogt

Saimon com os pais Vilson e Celia e a irmã Jordana


Gislaine Albuquerque, 17 anos

Karin Coppetti, 17 anos

Eduarda Willms, 17 anos

Alana Barth, 16 anos

Gabriel Fauro, 16 anos

Luiza Bueno, 19 anos STAMPA | 33


Carina Machado, 21 anos

Luana Lisbinski, 16 anos

Clenir de Moura, 42 anos

Fernanda Zanetti, 16 anos Barbara Maviszak, 17 anos

Daiana Dal Ros, 16 anos 34 | STAMPA

Luiz Fernando CorrĂŞa, 22 anos


Josiani Merรงoni, 16 anos

Saimon Fonseca, 28 anos

Valdeir de Oliveira, 23 anos

Talia Makoski, 17 anos

Diulia Fonseca, 17 anos

Kethlen Ferrari, 16 anos STAMPA | 35


Kika Moda Íntima remodelada Há mais de 30 anos a Kika Moda Íntima oferece o que existe de melhor em lingeries, moda praia, linha noite e acessórios para homens, mulheres e crianças. Sempre trazendo novidades e tendências da moda íntima, a loja também se renova constantemente. Em setembro, Kika Moda Íntima apresentou seu espaço totalmente remodelado e atraente, exibindo as coleções para o verão 2016 de lingerie e moda praia. Recepcionados por Dulce de Pauli e suas colaboradoras, clientes se encantaram com a beleza e sofisticação do novo ambiente. Visite e conferir o novo espaço e as novidades da Kika Moda Íntima no Shopping JB, fone 3332-9315. Dulce (de óculos no centro) com suas colabroadoras

Colaboradoras da Nova Era prestigiaram as novidades

No novo ambiente, muitas novidades de verão

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Dulce e Adriana Lucchese Miron

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Mari, Dulce e Neusa

Zélia Schiavo e Dulce


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Na Glasnost

Elda Bertol e Neusa Dressler

Salão Underground

novo espaço com novidades imperdíveis

Tânia e Gilceu Bellé

O Salão Underground foi inaugurado na noite de 14 de setembro, onde Rosana Freitas e Cristiane Minaus, sócias proprietárias do salão, recepcionaram sua clientela e convidados, oferecendo coquetel, onde todos se sentiram à vontade para conhecer o novo espaço. Rosana trabalha há seis anos na área de cabelo, mas, agora viu a necessidade de aumentar o seu negócio, apostando em novidades. Sempre inovando, agora em espaço maior, acrescentando café,acessórios e tudo relacionado a salão, para poder atender as mulheres que hoje estão cada vez mais exigentes e sem tempo para se deslocar de um lugar para outro. As proprietárias oferecem tudo em um só lugar: manicure, pedicure, depilação, escovas, mechas, progressivas, cortes masculinos, femininos e infantis, hidratações, massagens estéticas, limpeza de pele, maquiagem, sobrancelha definitiva fio a fio e de henna. O Salão trabalha com vários produtos de linhas conhecidas e de alta qualidade. Visite e confira: Rua Floriano Peixoto, Centro, telefone 3308-1210.

Gabriela, Márcio, Bertiele e Enzo Müller José Perin, Rosana Freitas, Cristiane e Leandro Vender

Francieli Pasqualotti e Leonardo Benvenutti

Marli Sartori e Cleusa Dressler O brinde das sócias Rosana Freitas e Cristiane Vender

Marlene de Jesus, Nara Meira e Deise Barriquelo

Mara Pereira, Regina Kussler e Solange

Rosana e a filha Kamilly Freitas

Clientes e amigos brindaram ao sucesso do novo espaço de beleza


Case-se no Valle Verde Com um bom atendimento e seriedade no trabalho, o Centro de Eventos Valle Verde conta com uma equipe altamente qualificada e treinada para personalizar cada evento. Um deles, o casamento. O Valle Verde oferece espaço ao ar livre para a realização da cerimônia religiosa e espaço para a festa, com capacidade para até 300 pessoas, e estacionamento amplo. Para os mais diversos eventos, o cardápio é diferenciado, entre eles, churrasco, castelão, boi no rolete, coquetel campeiro, entre outros. Atuando no ramo de festas e eventos em geral, também presta os serviços de churrasco, café da manhã, formaturas, bodas, aniversários, festas infantis e de 15 anos, almoços, jantares e reuniões empresariais. A estrutura também conta com campo de futebol 7 para locação, com espaço para churrasco com os amigos esportistas. Informações podem ser obtidas pelos telefones 8428-0678 e 81185411, e e-mail faleconosco@valleverdeijui.com.br. O Valle Verde está localizado na Linha 3 Leste. Faça uma visita e se encante com os espaços do Valle Verde!

Linha 3 Leste, Ijuí/RS 8428.0678 | 8118.5411 faleconosco@valleverdeijui.com.br


Semana Farroupilha

Cristina Schwartz e Antônio Baggio no Chaleira Preta

Os ijuienses novamente se reuniram nos centros e grupos folclóricos para festejar a data magna da cultura gaúcha

Adriana Goll e Fatima Maicá no Piazzito Carreteiro

Sabrina e Juliano Gewehr no Chaleira Preta

Valmair de Andrade Dias e Mônia Peripolli Diasno Farroupilha

Aline Kosloski e Graciela Guiotto no Chaleira Preta

Eliza Reimann e José Carlos Silva no Laureano Medeiros

Camila e Valdenir da Silva no Laureano Medeiros Flávio Peri e Rosemeri do Carmo no Chaleira Preta

Marlon Martini e Fabiane Macuglia no Chaleira Preta 40 | STAMPA

Siloney e Márcia Marques no Piazzito Carreteiro

Daiane Neumann e Tiago Pozzatti no Piazzito Carreteiro


TAT’S, trajes a rigor com formalidade e sofisticação O mundo contemporâneo pede uma mudança no visual masculino. Hoje, a roupa masculina precisa valorizar o corpo, e algumas sutis alterações vem ocorrendo, tanto na escolha do tecido, como nos detalhes, especialmente os modelos mais ajustados ao corpo. A TAT’S dispõe de elegantes, sofisticados e diferenciados ternos, smookings, fraques, meio-fraques, para crianças e adultos, além de modelos GG feitos sob medida. O aluguel de roupas sociais é uma prática em

alta, nesse momento de crise econômica, pois você economiza, e consegue se vestir com elegância sem gastar muito. Surpreenda-se com a diversidade de modelos, o inesperado dos detalhes, a nobreza dos tecidos. Com certeza você fará a diferença no evento social com muito charme. Escolha seu traje social e brilhe! A TAT’S oferece tudo isso e muito mais, visite e conheça peças incríveis. A loja situa-se na Rua Marechal Mallet, 466 (próximo a rótula na subida ao quartel). Telefone: 3332-4231.

A emoção do casamento começa aqui Especializada em aluguel de trajes a rigor masculino adulto e infantil: ternos, fraque, meio fraque, smooking, modelo slim para noivos.

Mais de 30 anos de experiência Rua Marechal Mallet, 466 - Ijuí Próximo à rótula na subida ao Quartel 55 3332-4231 | 9901-5775 STAMPA | 37


Homenagens na Casa da Amizade Na noite de 26 de setembro, um jantar marcou os 40 anos da Casa da Amizade, clube formado originalmente por esposas de rotarianos e atualmente sob presidência de Luciana Bottega. Momento especial foi a homenagem a três fundadoras: Wilinda Lemanski, Esther Sabo Buchholz e Aracy Baggio Leitte. Elas ainda participam ativamente nos eventos da entidade.

Presidente Luciana Bottega

As fundadoras homenageadas Wilinda Lemanski, Esther Sabo Buchholz e Aracy Baggio Leitte

Celi Beal e Gerson Wender

Valter e Carmen Persich

Ademar e Adriana Cesar

Juliane e Pablo dos Santos

Centrais Telefônicas e Interfonia

Sigma

Telecom e automação Tida Costa e Eneida Bilibio Lemanski

Kit Videoporteiro com monofone Terminal inteligente

Fechadura Digital

Carlos Barros Teles e Neli Amaral Padilha

Módulo Inteligente de Portaria

Venda - Instalação - Manutenção Fone: (55) 3333.0734 | Cel: (55) 9115.0273 Rua 15 de Novembro, 1191 | Ijuí-RS facebook.com/Sigma-Telecom

Geny Raineski, Edith Protti e Leonides Dupuy


Nadine Dubal para Loucos & Santos

Equipe brindando o sucesso da noite em rosa, inclusive nos cálices

Turma da Liga: Eliza, Neiva, Inge, Emilia, Nara, Girlei e Nerli

O mês de outubro é de causa solidária na loja de calçados e acessórios da empresária Nadine Dubal. Em 1º de outubro, para promover o lançamento da nova coleção da marca Loucos & Santos, ela recebeu clientes e amigos em um momento que combinou moda e solidariedade. Além de mostrar as novidades da marca para o verão 2016, promoveu a abertura de campanha do Outubro Rosa, mês de conscientização à prevenção ao câncer, em parceria com a Liga Feminina de Combate ao Câncer de Ijuí. Quatro mulheres que enfrentaram ou enfrentam a doença foram as modelos escolhidas para exibir os lançamentos da Loucos & Santos. A homenagem prestada por Nadine a elas ao final do desfile e o agradecimento de Nerli Biesdorf foram momentos emocionantes. O engajamento de Nadine Dubal à causa também inclui a destinação de uma porcentagem das vendas da loja neste mês à Liga, além do recolhimento de doações de calçados e roupas.

Exemplar: Nadine Dubal proporcionou momento marcante para as ações do Outubro Rosa

Modelos: Nadine exaltou a força e a solidariedade das mulheres envolvidas com a doença

Silvana Walter, Araci Coppetti e Adriana Miron

Médica mastologista Maria Cristina Biesdorf e Gustavo Pretto

Pablo e Patrícia Juswiak

Rafael Terra, Daniel Barbosa e Marco Barbosa, da Loucos & Santos STAMPA | 43


autorretrato

A administradora Marisa Tages Felippe, 36 anos, é o nome à frente da unidade local da CarHouse Toyota, concessionária que abriu as portas este ano em Ijuí, com uma superestrutura no trevo principal de acesso à cidade. Natural de Uruguaiana, está há quatro anos em Ijuí, e tem três filhos, - Marcela Eduarda, Felippe Alexandre e José Alexandre. É formada em administração de empresas e correspondente bancária pela Febraban.

Mariza Tages Felippe

Um lugar: A estância onde nasci Uma conquista: Ser a primeira mulher a ser gerente de pós-venda de concessionária de veículos pesados no RS Um sonho: Que acabe a corrupção e hipocrisia no Brasil Uma alegria: Meus lindos filhos Uma tristeza: Violência contra as crianças Uma saudade: Minha infância Quem é chato: Pessoas insistentes, o tempo é uma preciosidade, tenho minha posição, costumo sempre dar o meu melhor O que me tira do sério: Mentira Uma mania:

Dar risadas quando estou nervosa Marca pessoal: Seriedade O melhor presente: Deus não permitir que eu ficasse cega Quero ir para: Europa Adoraria aprender: A fazer um bolo decente Não vivo sem: Alimentar meu espírito Se pudesse, compraria: Sabedoria para o povo Gasto muito com: Sapatos Melhor hora do dia: A hora de acordar Prazer à mesa: Reunir meus filhos e agradecer o alimento Livro marcante: A Cabana

Som preferido: O som dos pássaros pela manhã Filme inesquecível: À Espera de um Milagre Lazer: Jogar futebol com meu filho na Fonte É lixo: Política É luxo: Ter qualidade de vida Homem bonito: Meu pai Mulher bonita: Minha mãe Se não fosse o que sou, seria: Uma águia, pela capacidade de se renovar Ijuí é: Uma cidade muito promissora, rica em cultura diversificada e, como agora moro aqui, me considero também ijuiense!


O 1º aninho de Sofia de Oliveira Chiappetta A garotinha Sofia, encanto dos papais Rúbia Dalferth de Oliveira e Marcelo Mucari Chiappetta, ganhou duas festas para marcar seu primeiro aninho, transcorrido em 15 de junho. A primeira foi em Ijuí, e a segunda, em Porto Alegre, organizada pela avó paterna Eliana. Foram dois momentos de grande felicidade e alegria para a aniversariante, pais e avós.

Jeans, eternamente soberano Não existe nada mais clássico em nosso guarda-roupa do que o bom e velho jeans. O jeans é tão fantástico que você pode usá-lo no inverno, verão, num evento mais social (se usar com um blazer, por exemplo) e até mesmo em situação mais descontraída. Em 2016 ele aparece soberano em vestidos, saias, macacões, calças com shapecropped, flare, rasgado, ultra skninny, ou seja, é um investimento absoluto para qualquer tipo de guarda-roupa. Na Incógnita você encontra diversas opções que agradam gregos e troianos. Sinônimo de lifestyle e de atitude, o bom jeans faz a sua diferença. Marcas top como Daslu, Colcci, Animale, Calvin Klein, Ellus e Lelis Blanc investem no jeans como um supercoringa para montar o visual.

Calças Daslu você encontra na Incógnita, em Ijuí

Com os pais e os avós Jorge e Valmi Amaral, na festa em Ijuí

Com os pais e a vovó Eliana na festa em Porto Alegre, inspirada na Galinha Pintadinha

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CULTURA

A arte tocando a vida. E tocando vidas! A

arte é, há mais de um século, um dos pilares do ensino no Ceap. A sensibilização estética, a capacidade de expressar-se através de diferentes manifestações culturais e de ler o mundo são potencializadas através da música, do movimento, do teatro e das artes plásticas. E todo esse incentivo acaba mobilizando alunos para projetos artísticos e culturais para além do curricular, como o Coro Infantil, os grupos teatrais, a Banda Musical e o Conjunto Instrumental. A participação nestes grupos proporciona momentos marcantes na vida desses alunos. Recentemente, por exemplo, o Ceap sediou o 34º Encontro de Conjuntos Instrumentais da Rede Sinodal de Educação, o Ecore. Durante três dias, 250 alunos instrumentistas de doze escolas reuniram-se em Ijuí para fazer e viver música instrumental,

Perdidos no Palco

Grande Conjunto Instrumental

proporcionando três grandes espetáculos ao público. Já o Coro Infantil e o Grupo de Flautas participaram do 23º Dia do Canto da Rede Sinodal, em Três de Maio, enquanto o grupo de teatro Perdidos no Palco esteve na 37ª Atese, a Amostra de Teatro da Rede Sinodal, em Horizontina. No ano todo se respira arte no Ceap. Por isso são muitos outros, ainda, os espaços de manifestação cultural, dentro e fora da escola. Neste mês de outubro, os cinco grupos de teatro fazem o “Ceap em Cena”, enquanto na Expo-Ijuí/Fenadi a Banda Musical, o Conjunto Instrumental e o Coro Infantil com o Grupo de Flautas participam de homenagens e celebrações na programação da feira. É a arte construindo cidadania. A arte tocando a vida. E tocando vidas.

Perdidos no Palco

Perdidos no Palco

Coro Infantil

Grande Conjunto Instrumental

Vi, li e recomendo Por Vânia Diel Empresária

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As Brumas de Avalon

Livro de Marion Zimmer Bradley Trata-se de um romance de um profundo conflito entre o cristianismo e a velha religião de Avalon. Publicada em 1992, são quatro volumes que fazem o leitor mergulhar de forma natural e profunda na lenda da história do Rei Artur, que é contada atráves da visão e da percepção das mulheres que tiveram papel central na sua vida. O mundo Arturiano de Avalon e Camelot, com todas as suas paixões e aventuras revelado pelas suas heroínas Rainha Guinevere (mulher de Artur), Igraine (mãe de Artur), Viviane, a senhora do lago (sacerdotisa de Avalon) e pela irmã de Artur, a Fada Morgana (feiticeira), que nesta épica versão da lenda desempenha um papel crucial tanto na coroação, como na destruição de Artur. Simplesmente fantástico.

A menina que roubava livros

De Brian Percival O filme é um drama americano, baseado no livro do mesmo nome de Markus Zusak, lançado em 2014. Para quem leu o livro, impossível não buscar as mesmas emoções e intensidades com que o autor descreve essa história que acontece durante a Segunda Guerra Mundial onde a menina Liesel e seu irmão foram entregues por dinheiro pela sua família que era perseguida pelos nazistas, e levados para viver numa pequena cidade do interior da Alemanha. Seu irmão morreu no trajeto e ela ficou sozinha para se adaptar à nova vida. Ela aprende a ler com seu pai adotivo e desenvolve o hábito de roubar obras para ler para o amigo Max, um judeu que mora clandestinamente em sua casa.


EXPO-IJUÍ/FENADI

O

Cultura ganha um senhor palco

Maquete em 3D do Palco (externo e interno)

A inauguração do Palco das Etnias é um dos grandes momentos da Expo-Ijuí/ Fenadi ... e estrutura quase pronta

novo espaço é considerado pelo presidente da União das Etnias de Ijuí (Ueti), Nelson Casarin, como o novo cartão de visita do Parque de Exposições Wanderley Burmann. “O movimento étnico dentro da Expo-Ijuí é o nosso diferencial, pois reunimos 12 casas com culinária típica em um único evento”, ressalta Casarin. Para ele, o Palco das Etnias é o grande marco desta edição. “O novo espaço é o nosso cartão de visita, um legado para o município”, declara. Casarin é enfático em dizer que a obra é o resultado da ação conjunta de várias lideranças, que desde 2012 estão se mobilizando para que este grande empreendimento saísse do papel. “Esta é uma importante iniciativa para o Município que passa a ter mais um espaço adequado para realizar suas atividades artístico-culturais. O novo palco serve para fortalecer as raízes e todo potencial artístico, possibilitando que a comunidade tenha um novo espaço de visitação cultural na cidade.” Para o presidente da Ueti, o Palco das Etnias vai se transformar no mais novo centro cultural do Município, pois terá capacidade de receber shows e atrações durante todo o ano no Parque de Exposições. O Palco, que foi projetado pelos arquitetos Cláudia Legonde e Maurício Secchi, tem 1,2 mil metros quadrados de área construída, capacidade para mais de mil expectadores e conta ainda com quiosques, camarins, banheiros e depósito. Segundo Casarin, a obra está avaliada em mais de R$ 1 milhão, sendo R$ 800 de recursos do Ministério do Turismo e R$ 230 mil dos fundos municipais da Associação Comercial e Industrial de Ijuí (ACI) e União das Etnias (Ueti). Outro ponto ressaltado por Casarin é que se começa uma nova fase para os grupos étnicos. “Já passou da hora do Município entender que tem um produto especial nas mãos, ou seja, tornar as etnias um patrimônio turístico, assim como ocorre em outras cidades do Estado, como por exemplo Gramado”, defende o presidente da Ueti.

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Perto ou longe, onde vivem ijuienses

Mateus Andrighetto Tamiozzo

U

m filho do mundo. Essa expressão define bem o ijuiense Mateus Andrighetto Tamiozzo. Aos 23 anos, solteiro, ele acumula carimbos em seu passaporte, tanto no exterior quanto dentro do País. Quando o assunto é viajar, e a possibilidade de conhecer novas pessoas e novos caminhos, o jornalista não poupa esforços. Filho de Denise Andrigheto e Vanderlei Tamiozzo, Mateus reside em Barueri, região metropolitana de São Paulo, desde fevereiro de 2014 quando foi contratado como assessor de imprensa na Azul Linhas Aéreas. O emprego lhe proporciona, além de experiência profissional, conhecer recantos do País, como o Nordeste, onde ele esteve nas férias e também a trabalho, entre outros tantos destinos. Essa não é a primeira vez que Mateus voa para longe do ninho. Em setembro de 2011 mudou-se para a cidade do Porto, em Portugal, onde permaneceu até fevereiro de 2012, para um intercâmbio de estudos. Feliz em São Paulo, Mateus divide-se entre a rotina do trabalho, conhecer lugares da cidade grande e curtir a noite paulista. Diariamente, ele vai a pé para o trabalho, o que é um grande feito em se tratando de São Paulo. “Moro praticamente ao lado da empresa. Meu trabalho é em horário comercial. À noite, costumo ficar em casa, sobretudo por ser longe dos lugares que mais gosto em São Paulo, mas agora tenho aproveitado mais a noite durante a semana em Barueri mesmo”, conta. Em terras paulistas, a primeira dificuldade encontrada foi na Estação da Barra Funda, a principal de São Paulo em transporte rodoviário. “Achei que seria engolido pela cidade. Muita gente, muitas pessoas aceleradas, muito tumulto. Muito grande, muito complexo. Mas depois que a poeira assentou, eu passei a viver o ritmo local e hoje já considero que sei lidar bem com a cidade. Hoje a distância ainda me desafia bastante, é comum, e se tornou comum pra mim também achar que uma hora é pouco tempo para percorrer um percurso dentro da própria cidade, na verdade, é rápido.” E foi no transporte que ele viveu uma das situações mais cômicas por lá. “Um dia, durante a Copa do Mundo, errei de linha no metrô três vezes. As linhas do metrô sofreram alterações sem aviso prévio e estava muito tumultuado. Saí de casa antes de começar um jogo a que eu assistiria na Fan Fest e cheguei só no fim do primeiro tempo. E o lugar, o Anhangabaú, nem era “tão longe” do lugar onde eu então

No monumento As Bandeiras, em frente ao Parque Ibirapuera, na capital paulista, e no Aeroporto Viracopos, em Campinas, onde esteve a trabalho, conhecendo o novo avião da empresa

morava, ao lado da Avenida Paulista.” Lidando com a saudade da família e dos amigos, morar em São Paulo encanta Mateus pela diversidade de pessoas, em especial, e de opções de lazer, a ocupação de espaços públicos, e os espaços culturais. “Gosto de passear por São Paulo, ainda tenho muito que conhecer por aqui. As festas são legais, porém muito caras.”

Travessa Lino Amaral, 300 - Sala 4 Ijuí-RS - (55) 3333.5670 email:taniabap@mksnet.com.br 44 | STAMPA


Perto ou longe, onde vivem ijuienses

Arlete e Carlos Kopczinski

Arlete e Carlos com os filhos Cauê e Carrie; e em um dos pontos turísticos de Formosa. A família partiu de Ijuí em 2001.

O

s ijuienses Arlete Maria Pascoal e Carlos Alberto Kopczinski são casados há 33 anos e atualmente residem em Formosa, no estado de Goiás. Ela é filha de Zenir João Pascoal (in memorian) e Julieta Tremea Pascoal, que reside em Ijuí. Os irmãos Édison Pascoal e Volnei Pascoal também moram aqui, Leonir Pascoal é professor na UFSM e mora em Santa Maria, e a irmã Marilei Perondi mora em Formosa (GO). Carlos Alberto é filho de Sigismundo Kopczinski (in memorian) e Theresa Kopczinski, que reside no Distrito de Santana, interior de Ijuí. Os irmãos Geraldo Kopczinski e Vera Rabuke moram em Ijuí e a irmã Mara Karlinski em Distrito Santana. Arlete e Carlos têm dois filhos, Carrie, 27 anos, formado em Engenharia de Controle e Automação (Mecatrônica) em Uberlândia, Minas Gerais, e Cauê, 25 anos, formado em Tecnologia de Jogos Digitais, pela Universidade de Brasília. Arlete trabalhou durante 21 anos na escola Imeab, em Ijuí e em outras escolas estaduais. Carlos, por sua vez, formou-se em Cooperativismo pela Fidene, trabalhou 11 anos na Cotrijui, e posteriormente, atuou como repre-

sentante comercial. O casal saiu de Ijuí em 2001 pela oportunidade de trabalho e melhor acessibilidade de estudos para os filhos. Carlos atuou na área comercial de uma empresa agropecuária em Monte Carmelo, Minas Gerais, até 2007. No período fez pós-graduação na Universidade Federal de Uberlândia em Gestão Empresarial de Marketing. Arlete fez concurso público e continuou a carreira como professora de educação física. “Depois fomos morar em Uberlândia, para facilitar os estudos dos filhos, mas Carlos transferiu-se para Formosa, em Goiás, atrás de nova oportunidade profissional. No ano seguinte, conclui meu tempo de serviço e, aposentada, mudei também para Formosa”, explica Arlete. Carlos idealizou e organizou um grupo de produtores e adquire insumos para lavoura (soja, milho e feijão) de forma conjunta. Constituiu uma cooperativa, a Cooplan - Cooperativa Agro Comercial do Planalto Central, com sede em Formosa, e atuação nos estados de Goiás, Minas Gerais e Distrito Federal, áreas de produção de 92.000 hectares de área irrigada, verão e safrinha. Formosa, com 110 mil habitantes, tem

20% de sua populaçao oriunda do sul do País (grande parcela de gaúchos), onde se mantém forte a tradição gaúcha com o CTG Querência Formosa, mantendo-se a Semana Farroupilha, com as danças típicas, comida alemã e italiana, costelões e bailes com conjuntos do sul. “As festividades religiosas, de influência portuguesa, também são muito fortes nesta região, como a festa do Divino Espírito Santo, de Santo Reis e Nossa Senhora D’Abadia”, conta Carlos. “As pessoas ainda se voltam muito para a vida rural, pequenas fazendas, festa de peão, festa agropecuária, porém existem grandes fazendas com alta produtividade.” Na culinária se usa muito polvilho e muitos pratos feitos à base de milho. O clima é totalmente diferente do Sul, seis meses não chove, de abril a outubro, onde só planta quem tem pivô nas lavouras. A umidade do ar chega a menos de 15 %. “Não temos planos de sair daqui. Fizemos grandes amizades por onde passamos, quer dizer, temos amigos esparramados por parte deste Brasil. Nós gostamos daqui”, finaliza Arlete. STAMPA | 49


VIAGEM

Jornada ao fim do mundo A advogada Ilhana Vendruscolo e a filha, a médica Shana, visitaram Ushuaia, na Argentina, e se encantaram Mãe e filha conheceram todas as atrações turísticas de Ushuaia, enfrentando temperaturas bem baixas

A

I

lhana Maria Segatto Vendruscolo e a filha Shana Segatto Vendruscolo, médica pediatra, residente em Pneumologia Pediátrica, no Hospital São Lucas da PUC/RS em Porto Alegre, tiraram uns dias de folga e foram conhecer Ushuaia, Província da Terra do Fogo, na Argentina, lugar conhecido como Fim do Mundo. A aventura de mãe e filha aconteceu de 28 de agosto a 2 de setembro. O roteiro incluiu Buenos Aires, na ida e na volta, e elas aproveitaram para visitar os principais pontos turísticos da capital argentina. “A viagem para Ushuaia há muitos anos era meu sonho, mesmo antes do local se tornar atrativo nos moldes que é hoje. O turismo efetivo no local é recente, em torno de 10 anos, com aeroporto que facilita a chegada”, explica Ilhana. As duas conheceram e navegaram pelo Canal de Beagle até El Faro, Ilha dos Lobos, La Pinguinera e Estância Harberton, onde puderam curtir as aves marinhas, leões e elefantes marinhos. O Parque Nacional Terra do Fogo é a principal atração turística de Ushuaia, onde se tem contato direto com a flora e fauna local, tudo aliado à paisagem austral. Bahia Lapataia é um dos sítios mais

belos e está localizado dentro do Parque. O Trem do Fim do Mundo é outra experiência de Ushuaia. “No início da colonização, Ushuaia tinha um presídio que hoje é um museu. Os presos eram levados no trem, floresta adentro para colher madeira. Hoje o trem é meramente turístico e permite aos passageiros viajar pela floresta que é recortada por rios e lagos”, comenta Shana. Nesta época é o forte do inverno em Ushuia, com temperaturas variando de 10 graus negativos a 10 graus positivos, com nevascas constantes e sol. A rede hoteleira é variada, atendendo a todos os bolsos. Possui três cassinos, lojas e shoppings. “A viagem valeu muito a pena, mas pretendemos voltar a Ushuaia em outra estação do ano, no outono, para conhecê-la dourada, visto que, desta vez, no inverno, está totalmente branca”, observa a advogada. Uma próxima viagem já está sendo estudada pela dupla. “Queremos descobrir um local rústico, com paisagens bucólicas, mas quente, para contrapor a esta viagem. Certamente não iremos para local totalmente urbano, são muito iguais”, finaliza Ilhana.

Outra vez em Barcelona

advogada Nair Albuquerque repetiu em agosto uma viagem que já fez outras vezes. Foi a Barcelona, Espanha, rever a filha Graciela, que vive lá desde 2008. Graciela foi fazer um mestrado na Primeira Universidade de Barcelona, com retorno previsto para o ano seguinte. Mas conheceu o catalão Manuel Rodrigo Gutierrez, e se casou em agosto de 2009. “Nesse ano, fui juntamente com familiares para o casamento, que aconteceu em bela cerimônia na Costa Brava. A partir daí tenho ido todos os anos”. Nair procura sempre ir na época de férias da filha e do genro, em agosto. “Então, viajamos pela Europa, aproveitando o verão. Já fomos para França, Alemanha, Itália e Portugal. No ano passado, estivemos no Sul da Espanha e Principado de Andorra. Este ano ficamos em Barcelona e cidades próximas, conhecendo novas praias. No meu aniversário, fomos para a paradisíaca praia de Cala Santa Cristina, na Costa Brava”. Nair diz que Barcelona, em agosto, fica ainda mais repleta de atrações. “Concertos esplêndidos nos parques, sem qualquer custo para os frequentadores. As festas 50 | STAMPA

do Barrio de Gracia, um dos mais antigos da cidade, durante uma semana, com a decoração temática feita pelos moradores, teatro, cinema, shows de artistas renomados, museus, restaurantes com comidas típicas, além das belas paisagens naturais. Esse cenário todo é fascinante”. Nair conta que em suas viagens não se detém apenas às belezas arquitetônicas, à gastronomia ou à cultura. “Gosto de conhecer um pouco da economia, da legislação e da política desses países. Na próxima viagem, ano que vem, queremos visitar a Inglaterra e Holanda”. Graciela e Nair em Barcelona

Pelas belas praias da Espanha


VIAGEM

Na Praça Tiananmenn, em Pequim

Do outro lado do mundo

Provando comidas diferentes no Mercado Flutuante na Tailândia

Durante 22 dias, o diretor do CCAA Ijuí, Hussein Hatem conheceu os mistérios e a culinária da China, Tailândia e Emirados Árabes Unidos

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ussein Hatem passou 22 dias, em setembro, visitando cidades da China, Tailândia e Emirados Árabes. Ele é guia da Unesul Turismo, e viajou em um grupo de 30 pessoas do Rio Grande do Sul, entre guias da Unesul, convidados e guias locais, encarregados de conduzir o grupo. Na China, estiveram em Pequim, Xian, Guilin, Hangzhou, Suzhou, Shanghai, Hong Kong e Macau. O grupo esteve também em Bangkok, na Tailândia, Dubai e Abu Dhabi, nos Emirados Árabes. O roteiro começou em Pequim, visitando suas principais atrações, como a Cidade Proibida e Praça Mao Tsé-Tung a maior do Mundo, onde Mao Tsé Tung declarou constituída a República Popular da China em 1949. “Fiquei encantado com a Muralha da China, patrimônio Unesco em 1987, e com o estádio Olímpico de Pequim, onde foram realizadas as Olimpíadas de 2008”. Em Xian, Hussein esteve no Museu dos Guerreiros e Corcéis de Terracota, e visitou uma mesquita construída no século 8, durante a dinastia Tang. “Em Guilin, cruzeiro pelo Rio Li Jiang com cenário cinematográfico, como do filme Avatar, e visitação à Caverna de Flauta de Bambu, onde pude contemplar uma imensa gruta de formação calcária com grande números de estalactites e estalagmites de cores vivas e formas impressionantes, lugar conhecido como Palacio das Artes Naturais”, conta Hussein. Depois, ele seguiu para Hangzou, capital da província de Zhejiang, considerada um paraíso na terra e famosa por suas belas paisagens. “Dali, segui de trem-bala para Suzhou, uma das cidades mais originais da China, conhecida como Veneza do Oriente, e também visitei uma área de plantação de arroz, principal cultivo do local e uma casa típica chinesa construída a mais de mil anos”. Em Xangai, denominada Pérola do Oriente, Hussein se impressionou com o jardim Yuyuan, projetado no século 16 e restaurado em 1957, com mais de 20 mil metros quadrados. Depois de Hong Kong, cidade famosa por seus restaurantes flutuantes e um dos principais e maiores portos do sul asiático, o grupo seguiu a Banckok, na Tailândia. “Cidade cosmopolita e moderna, de fácil locomoção, povo hospitaleiro, visitamos o mercado flutuante e o pagode de Nakom Pathom”, conta Hussein. Dubai e Abu Dhabi foi o fechamento da jornada, segundo ele, em grande estilo. Visitou Jazira, ex-residência do Shaikh Zayed, o pai da nação, e a Mesquita de Sheikh Zayed, construída com um bilhão de dólares e que pode abrigar mais de 40 mil pessoas. “A China realmente me surpreendeu com todos seus 1,3 bilhão de habitantes e pela sua beleza natural, suas cidades superpopulosas, modernas, povo que realmente valoriza suas origens e tradições no dia a dia. Cidades que deixam claro e evidenciado a diferença entre o moderno e o antigo. Na China, existem carros das marcas mais famosas do mundo, porém na agricultura se usa a forma mais rudimentar possível, a força braçal”, destaca Hussein.

Na Grande Mesquita Sheikh Zayed, em Abu Dhabi

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NAS ESCOLAS

Você se acha responsável? “Eu me considero responsável porque na escola eu sou um aluno que procura frequentar todas as aulas, eu sou pontual nos trabalhos e nos horários, procuro não faltar muito e em casa sempre procuro ter responsabilidade, para cumprir as minhas tarefas, que são ordenadas pela minha família” Leonardo dos Santos Hochmuller, 15 anos 2º ano, Escola Antônio Padilha

“Eu me considero responsável porque na minha opinião a definição de responsabilidade é ter consciência das ações que realizamos, ter noção do que é certo e do que é errado. E quando eu faço algo errado eu tenho consciência disso, então por isso eu me considero responsável.” João Alexandre Rats, 17 anos - 3º ano, Ceap

“Sim, eu me considero uma pessoa responsável, pois eu aprendi muito com os meus pais, a tomar as atitudes corretas, o que é certo e o que é errado. A educação na escola também me ajudou a discernir o que eu devo fazer ou não, e eu assumi essas atitudes para mim, e tenho consciência dos meus atos, por isso eu me considero responsável.” Julia Prauchner de Castilhos, 17 anos – 3º ano, Ceap

“Sim, pois eu cumpro com os meus deveres, tanto em casa como na escola, sempre procurando ser mais responsável a cada dia. Para conseguirmos ser bons cidadãos hoje e futuramente, responsabilidade é uma qualidade que precisamos ter, e quem não tem precisa adquirir”. Jamile Faller Telles, 16 anos – 3º ano, Escola Antônio Padilha 52 | STAMPA

“Sim, pois eu consigo realizar todas as minhas tarefas no tempo certo e consigo organizar meu tempo para poder estudar, me divertir e cumprir as minhas obrigações diárias. Responsabilidade é preciso que todas as pessoas tenham, pois atualmente, se você não é responsável, se atrasa e não cumpre com compromissos, futuramente arrumar um emprego vai ser complicado.” Gabriela Hagemann Brust, 15 anos 2º ano, Ceap

“Sim, porque nós temos que ser responsáveis na escola, em casa, ou em qualquer lugar. Se não formos responsáveis a gente acaba perdendo a confiança dos professores, dos pais e das demais pessoas. Então, temos que chegar na hora certa na escola, temos que entregar trabalhos, em casa precisamos ajudar os nossos pais, e ter responsabilidade sempre”. Mariele Lindner Schultz, 15 anos - 1º ano, Escola Antônio Padilha

“Eu me considero responsável, porque sou uma pessoa que tem caráter, e eu cumpro com os meus horários e compromissos. Porém, eu só sou responsável porque a minha família e a minha escola impõem limites para mim. Sobre responsabilidade, eu acho que tudo o que fazemos de errado precisamos assumir e depois repensar os nossos planos, e tentar mudar em uma direção melhor e mais responsável” Rodrigo Burmann, 17 anos – 3º ano, Ceap


KARISMA Colcha com babado duplo, com 2 capas de almofadas - 10x de R$ 37,45 LE MOND Short Lança Perfume, com cinto - R$ 439,90

TAT’S Aluguel de trajes a partir de R$ 100,00, completo e com sapato

ÓPTICA WOLFF Relógio Michael Kors rose - 10x de R$ 160,00; Michael Kors dourado 10x de R$ 220,00

MOBILIÁRIO 21 Set duas taças Glam Base metal Gold com Swarovski R$ 590,00 NADINE DUBAL Sapatilha Loucos e Santos - 4x de R$ 77,50; bolsa Confraria 4x de R$ 177,50 PRATIC LINE Meg Ervas - digestivo, diurético e desintoxicante R$ 30,00

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O BOTICÁRIO Elysée Eau de Perfum, 50 ml - R$ 195,00

HYDROLUX Conjunto Turin, marca Bertazoli - R$ 1.390,00

KIKA MODA ÍNTIMA Short Doll Daniela Tombini - R$ 159,90; pijama infantil Daniela Tombini - R$ 109,00 STAMPA | 53


Humor & Cia

Crenças

Encontram-se um espanhol e um cubano. O cubano pergunta: - Você é católico? - Eu acredito, mas não pratico. E você, é comunista? - Eu pratico, mas não acredito.

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Vingança Uma mulher chegou inesperadamente em casa e encontrou seu marido na cama com outra mulher. Louca de raiva, ela pegou uma arma e arrastou o marido até a garagem. Chegando lá, prendeu o pinto dele numa morsa (prensa), em cima da bancada, apertou até ficar bem preso e retirou a alavanca da morsa. Aí, ela foi no armário de ferramentas, retirou um serrote e colocou na bancada. O marido gritou: - Querida, você não vai cortar ele, vai??? - Não, retrucou a mulher. Você é quem vai. Eu só vou botar fogo na garagem!

No bar

For Exclusive Woman O sujeito estava no bar, e próximo a ele, um bêbado dormia em uma mesa. De vinte em vinte minutos o dono do bar chegava no tonto, dava uma chacoalhada no infeliz e gritava: - Acordaaaaaa! Depois da terceira ou quarta vez, o cara não agüentou e chamou o dono: - Pô, que sacanagem é esta? Por que você tá acordando o cara e o deixa continuar na mesa? E o dono explica: - É que o cara, alem de ser muito chato, paga a conta toda vez que eu o acordo...

Após o depoimento da testemunha da defesa, o advogado de acusação lhe diz: - Devo parabenizá-la pela sua inteligência! - Obrigada! - a testemunha diz. Eu só não retribuo a gentileza, porque estou sob juramento!

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Num último esforço antes de morrer, o velhinho segurou a mão da mulher: - Quando voltei ferido da 1ª Guerra, em 1918, você estava ao meu lado. Quando me soltaram do campo de concentração, em 1945, você me esperava, querida. Sem conter as últimas lágrimas, continuou: - Quando a minha velha loja teve que fechar e fiquei sem um tostão, você esteve sempre comigo. Há alguns anos, quando o médico diagnosticou esta doença, você estava lá, comigo, meu amor. E, agora, estou aqui, morrendo, e você aí, a meu lado. Engasgado de emoção e do esforço, ainda conseguiu mais uma frase: - Poxa, querida, você é um tremendo de um pé-frio!

Se alguém nasceu na Rússia, cresceu na África, mudou-se para a América e morreu no Japão, o que é? ... ... Um defunto.

No hospício, um grupo de loucos organiza fuga. O plano era pular portão à noite, mas quando chegou na hora H, o doido líder disse: - Ih, não vai dar pra pular o portão. - Mas porquê? - Esqueceram ele aberto.

O melhor

Num concurso de morcegos, estavam fazendo uma disputa para ver quem era melhor para chupar sangue. Chega o primeiro com a boca cheia de sangue, babando mesmo, entra e diz: - Tá vendo aquela galinha morta ali, fui eu. Chega o segundo com a barriga tão cheia de sangue que quase não conseguia voar, entra e diz: - Tá vendo aquela vaca morta ali, fui eu. Chega o terceiro com sangue da cabeça aos pés, totalmente ensanguentado, o pessoal olha pra ele e fala, já ganhou, já ganhou. Então ele diz: - Tá vendo aquele muro ali, eu não tinha visto.

Thyers ‘‘ Vista

Fuga de louco

ENTRE ASPAS

“Para conhecermos os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso, verificamos a quantidade, e na desgraça, a qualidade.” Confúcio (551 a.C-470 a.C), filósofo chinês

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Vista

Thyers


Stampa outubro  
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