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Páginas 6 e 7

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Presidente da Novacap vai revitalizar a primeira estatal de Brasília, fundada por JK Ano IX - 488

DISTRIBUIÇÃO GRATUITA

Entrevista / Fernando Leite

Brasília, 31 de outubro a 6 de novembro de 2020

JOEL RODRIGUES/AGÊNCIA BRASÍLIA

AGÊNCIA BRASIL

Bolsonaro ameaça o Presidente vai reeditar, nesta semana, o decreto que permite a participação de entidades privadas na gestão de Unidades Básicas de Saúde. Pode ser o começo do fim do Sistema Único de Saúde, uma conquista da Constituição Cidadã de 1988. A reação no meio político e nas redes sociais foi altamente negativa. ‘Seria uma insanidade falar isso”, despistou Páginas 5 e 9 o ministro da Economia, Paulo Guedes. RENATO ALVES/AGÊNCIA BRASÍLIA

GDF Saúde vai atender 500 mil pessoas

Lotes de Vicente Pires terão escritura

Miau Que Mia

Ibaneis anuncia cronograma de adesão ao plano para servidores e dependentes

Governador encaminha regularização das glebas 2 e 4 da Região Administrativa

Peça o prato e aproveite o rodízio de acompanhamentos

Via Satélites – Página 8

Pelaí – Página 3

Dedé Roriz – Página 10


Brasília Capital n Opinião/Política n 2 n Brasília, 31 de outubro a 6 de novembro de 2020 - bsbcapital.com.br

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Não nos curvaremos à censura Diretor de Redação Orlando Pontes ojpontes@gmail.com Diretor Comercial Júlio Pontes comercial.bsbcapital@gmail.com Pedro Fernandes (61) 98406-7869 Diagramação / Arte final Giza Dairell Diretor de Arte Gabriel Pontes redação.bsbcapital@gmail.com

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O

Brasília Capital vem acompanhando denúncias apresentadas pela Rede Pelicano Brasil de Direitos Humanos, por meio do Instituto Brasileiro de Estudos Políticos, Administrativos e Constitucionais (Ibepac), junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), sobre a criação da Central de Registro de Imóveis do Rio Grande do Sul, em parceria com a empresa Sky Informática. Há suspeita de prática de suposto monopólio na prestação de serviços públicos. Representante do Instituto de Registro Imobiliário do Rio Grande do Sul e diretor da empresa Sky, respectivamente, Denise Alban Scheibler e Fabrício Müller, em ação aparentemente coordenada, encaminharam “notificações extrajudiciais” de teor semelhante à nossa Redação, infor-

mando sobre matéria publicada no Jornal Estado de Minas com o título “Jornalista Orlando Pontes investiga máfia gaúcha”. Ambos dão a entender que a notícia seria de autoria do editor do Brasília Capital. Baseados na notícia criada, sabe-se lá por quem, e publicada por outro veículo, exigem, sob pena de responder por crime de calúnia, retratação do jornalista daquilo que não disse, não escreveu, não assinou e, muito menos, sabe quem seja o autor. E, com base na notícia criada em outro jornal, onde tentam criar uma falsa verdade e uma falsa acusação, querem cercear o direito à liberdade de expressão, com censura prévia ao Brasília Capital, proibindo-o de fazer qualquer matéria sobre o assunto. O Brasília Capital entrará com uma representação ao ministro Fux,

Presidente do CNJ, contra a cartorária Denise Alban Scheibler e o empresário Fabrício Müller para que provem o que dizem, além de supostamente terem praticado os crimes de falsidade ideológica e difamação com a imputação de fatos que não foram praticados por nossa equipe, bem como para que seja garantido o direito humano e fundamental à liberdade de expressão, o direito à informação e seu corolário, a liberdade de imprensa. Os advogados do Brasília Capital ainda avaliam outras medidas cabíveis. Afinal, todas as matérias que publicou foram baseadas em documentos e investigações da Corregedoria-Geral de Justiça do TJRS. O Brasília Capital não aceita ser responsabilizado, tampouco censurado previamente, em função de notícias publicadas por outro veículo.

Bolívia e EUA Júlio Miragaya (*) AGÊNCIA BRASIL

Os dias atuais serão lembrados pela realização de duas eleições paradigmáticas envolvendo países muito desproporcionais: Bolívia e EUA. Em 18 de outubro, os bolivianos deram uma vitória esmagadora a Luís Arce, candidato do Movimento Ao Socialismo (MAS), que obteve 55% dos votos, o dobro do candidato da direita, Carlos Mesa (28%). Após o violento golpe civil-militar que derrubou Evo Morales – além de matar dezenas e prender centenas de partidários deste e o exilar na Argentina – a direita boliviana sofreu mais uma fragorosa derrota nas urnas. Somada às derrotas de Macri, na Argentina, do PRI/PAN, no México, e à quixotesca tentativa de golpe na Venezuela, fica evidente que o projeto neoliberal não tem sustentação popular na América Latina, só se impondo pela força das armas ou, a novidade, a fraude jurídica endossada pela grande

mídia (Brasil, Paraguai e Honduras). Terça-feira (3 de novembro), haverá eleição no país que promove e sustenta golpes, ditaduras e projetos neoliberais mundo afora. Os norte-americanos decidirão se continuam com o governo ultra reacionário de Trump ou retornam às mãos dos Democratas. Tudo leva a crer que Joe Binden vencerá, mas Trump é tinhoso, e anda recorrendo ao jogo sujo, dificultando o voto por correspondência, criando fake news contra o adversário etc. Entretanto, se no cenário interno Democratas e Republicanos têm divergências, no plano internacional ambos implementam fielmente a política ditada pelo complexo industrial-militar imperialista: Guerra do Vietnam, Baía dos Porcos, intervenções no Iraque e Afeganistão, sustentação de monarquias reacionárias e sanguinárias no Oriente Médio. A lista é interminável. O orgulho norte-americano sofreu um forte abalo nesta semana, com a divulgação pelo FMI de que, em 2019, o PIB da China (US$ 24,7 trilhões) superou o dos EUA (US$ 22,6 trilhões), pelo critério PPC (Pa-

ridade do Poder de Compra). Isto apenas restabelece uma supremacia que havia no início do século XIX, quando a economia chinesa era a maior do mundo, e foi destruída pela força militar do Ocidente (Guerra do Ópio, em 1839). A arrogância do Ocidente, notadamente a norte-americana, com seus parcos 400 anos de história, despreza os valores de uma civilização com 4.500 anos, cujos conhecimentos e avanços foram apropriados por toda a humanidade. O mesmo desprezo dispensado aos iranianos, esquecendo-se que a Civilização Persa, herdeira da Elamita, tem mais de 4.700 anos, e que cidades persas, junto com Bagdá, foram, durante o Califado Abássida, os principais centros de produção científica do mundo, enquanto o Ocidente estava mergulhado nas trevas medievais. Para o bem da humanidade, que vença Biden, o menos arrogante.

(*) Doutor em Desenvolvimento Econômico Sustentável, ex-presidente da Codeplan e do Conselho Federal de Economia


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Bolsas – O GDF pagou, quarta-feira (28), os cartões Bolsa Alimentação e Bolsa Alimentação Creche para 127.849 estudantes da rede pública e 21.414 crianças de instituições conveniadas à Secretaria de Educação. Os auxílios foram criados para garantir que nenhum estudante fique sem assistência alimentar e nutricional no período de suspensão das aulas presenciais devido à pandemia. O investimento em outubro chegou a R$ 12 milhões. A Bolsa Alimentação Creche é de R$ 150 mensais. Neste mês, o investimento foi de quase R$ 3,5 milhões. FABIO RODRIGUES POZZEBOM/AGÊNCIA BRASIL

Sensível O senador Telmário Mota (PROS-RR) afirmou que o jornalista Romano dos Anjos, sequestrado dentro de casa na terça-feira (27) e encontrado com vários ferimentos, “deve estar sendo vítima de suas próprias palavras”.

Puxa-encolhe O TSE tira, o STF bota. E ninguém entende o puxa-encolhe da Justiça em relação a José Gomes (PSB). Duas semanas depois de perder o mandato, por decisão da Corte Eleitoral, o Supremo resolveu devolver-lhe a cadeira de deputado distrital. Já a suplente Luzia de Paula (PSB) não para de arrumar e desarrumar a casa, ops, o gabinete. ENTENDA – O ministro Dias Toffoli

(STF) deferiu liminar requerida pela defesa e suspendeu a cassação do mandato do empresário decidida unanimemente pelo TSE. Para Toffoli, o TSE não poderia autorizar a posse da suplente enquanto estão pendentes os embargos de declaração interpostos pelos advogados de Gomes, condenado pelo TRE-DF por abuso de poder econômico, por pressionar seus empregados a votar nele em 2018.

DIVULGAÇÃO/INSTITUTO LULA

APREÇO – Pelo WhatsApp, ele mostra o “apreço” que tem pelo profissional. “Para mim, se o cabra não presta, pode até morrer. Não vou dizer: ‘Ah, coitadinho, morreu’. Não. Se não presta, não presta. Acabou”. RADAR – No mesmo áudio, o senador qualifica Romano de “mau caráter”, “bandido” e “mentiroso safado”. Ele entrou no radar dos investigadores que apuram as motivações do crime...

Agressores de animais Lei do deputado Eduardo Pedrosa (PTC) sancionada terça-feira (27) pelo governador Ibaneis Rocha (MDB) obriga agressores de animais a custear todas as despesas médico-veterinárias decorrentes de qualquer lesão sofrida em caso de violência em geral e até de atropelamento. A lei impede que autores de violência tenham qualquer tipo de pet por um período de três a cinco anos quando a violação atingir a integridade física do animal. As denúncias de maus-tratos a animais podem ser feitas na Ouvidoria do GDF pelo telefone 162 ou pelo site www.ouv.df.gov.br.

Lula e Ciro Às turras desde 2018, quando o PT, em vez de apoiar o candidato do PDT lançou Fernando Haddad, o ex-presidente Lula e o ex-ministro Ciro Gomes se encontraram no início do mês passado e selaram as pazes. Mas não significa aliança para 2022. HERMANOS – A aproximação lembra estratégias que deram certo

na Argentina e na Bolívia. No primeiro, a atual vice, Cristina Kirchner, apoiou seu ex-chefe de gabinete, Alberto Fernández, com quem ficou quase dez anos sem falar. Na Bolívia, Evo Morales trabalhou no exílio pela candidatura de seu ex-ministro da Economia, Luis Arce, e recuperaram a Presidência para o Movimento Ao Socialismo (MAS).

Regularização à vista O governador Ibaneis Rocha encaminhou a regularização das glebas 2 e 4 de Vicente Pires, o que possibilitará entrega das primeiras escrituras da região. Espera-se que o processo burocrático demore de um a dois meses. Logo depois será possível obter o registro cartorial do

projeto de regularização e dar início à outorga das escrituras. Calamidade – O GDF estuda decretar estado de calamidade pública na Região Administrativa devido às fortes chuvas, que foram agravadas pelas obras de infraestrutura em andamento no local.

Maior abandonado Preso pela Operação Lava-Jato em fevereiro de 2016 e solto seis meses depois sob fiança e mediante acordo de delação premiada com o STF, o publicitário João Santana concedeu, segunda-feira (26), ao programa Roda Viva, da TV Cultura, sua primeira entrevista após ser solto. O marqueteiro dos ex-presidentes Lula da Silva e Dilma Rousseff se disse abandonado pelos petistas. "Nunca mais falei com eles", afirmou. UNHA ENCRAVADA – Durante a entrevista, com tornozeleira eletrônica, o publicitário admitiu o uso de caixa dois nas campanhas eleitorais e confirmou que Lula e Dilma tinham ciência de pagamentos oficiais e paralelos feitos como contraprestação aos serviços prestados. "O caixa dois não foi apenas uma 'unha encravada' no sistema político; foi sempre a alma do sistema eleitoral e era uma coisa geral. E poucos foram punidos", afirmou. INFÂMIA – Ele revelou, ainda, que enfrentou um câncer no estômago logo após fazer a delação e passou por uma cirurgia no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. “Essa queda da fama para a infâmia é um buraco tão profundo, nem sei se tem fundo. (...) Por outro lado, é muito rico em descobertas e redescobertas". DIVULGAÇÃO


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Fake news leva à cadeia Candidato ou o eleitor que divulgar mentiras na campanha eleitoral pode pegar de dois a oito anos de prisão O candidato que for flagrado disseminando notícias falsas contra adversários políticos pode ser condenado à prisão, conforme o artigo 326 do Código Eleitoral. Aquele que impulsionar conteúdo difamatório ou fake news está sujeito a pagar multa proporcional ao valor pago para aumentar a publicação. Ao cidadão, cabe ficar atento e informar ao Tribunal Superior Eleitoral, pelo site da Corte, irregularidades, como compartilhamento de mentiras ou envio de mensagens em massa pelo WhatsApp. Especialista em direito eleitoral, o advogado Felipe Ribeiro (foto) alerta que o TSE alterou 60 pontos da lei para enfrentar

novos desafios do pleito deste ano. “Com a alteração na legislação, o candidato ou o eleitor que divulgar denunciação caluniosa com o intuito de desabonar a imagem do adversário político e para ganhar vantagem na disputa pode cumprir de dois a oito anos de prisão”, alerta. Antes da norma aprovada pelo Congresso, a previsão era de seis meses de prisão para quem caluniasse um candidato durante a campanha. REGRAS – Os conteúdos políticos patrocinados no Facebook, no Instagram, no YouTube, no Twitter, no TikTok, no Google, ou em qualquer outro canal de comunicação online, devem estar identificados como “Patrocinado”. Lembrando que a lei eleitoral determina que o serviço de impulsionamento só pode ser realizado para beneficiar candidatos e suas agremiações. É proibida a utilização de robôs, perfis falsos e páginas ligadas a empresas e entidades públicas. Na última semana, o TSE permitiu aos candidatos

DIVULGALÇÃO

impulsionar conteúdo na internet que use como palavra-chave o nome de adversários, desde que não direcione para notícia falsa. PUNIÇÃO – Para combater a proliferação de notícias falsas, o presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, firmou parcerias com agências de checagem e plataformas de mídias sociais. O objetivo, segundo o minstro, é contestar de forma ágil as inverdades e “inundar o mercado de ideias com notícias verdadeiras”, valorizando o trabalho da imprensa profissional. O advogado Felipe Ribeiro (foto) lembra que é permitida a divulgação da campanha por pessoas famosas, desde que elas não recebam para fazê-lo. “A manifestação de forma espontânea de eleitor identificado é permitida. Portanto, as celebridades podem utilizar suas redes para apoiar o candidato de sua preferência”. Está vedada a participação de candidatos em lives promovidas por artistas com o intuito de fazer campanha eleitoral.

Frente convoca Fórum de Desenvolvimento do Semiárido A Frente Parlamentar Mista em Prol do Semiárido marcou para os das 3 a 5 de dezembro o Fórum de Desenvolvimento do Semiárido 2020. O evento, organizado pela Companhia do Desenvolvimento do Vale do São Francisco (Codevasf) e realizado pelo Instituto Sagres, ocorrerá em Mossoró (RN), considerada a capital nacional do semiárido. O crescimento econômico e social daquela região é visto como o motor de partida para um novo movimento de crescimento nacional, auxiliando na realização do que parecia instransponível por décadas. Apesar das características físico-climáticas desfavoráveis para o desenvolvimento de atividades agrícolas, e sua elevada densidade populacional (em comparação às regiões semiáridas do planeta), a

proposta do Fórum e do Plano de Desenvolvimento do Semiárido é baseada no planejamento, na intervenção humana e hídrica, em parcerias e muita tecnologia. A meta é transformar o semiárido na nova fronteira do agronegócio no Brasil. Por isso, o Fórum receberá palestrantes, especialistas, técnicos e autoridades de todo Brasil para a troca de conhecimento, identificação dos problemas e a convergência de propostas dos diferentes agentes, públicos e privados, interessados em desenvolver ações de fomento a investimentos multissetoriais, em empreendimentos para atualizar o Programa de Desenvolvimento do Semiárido (PDS). Serão dois dias de debates sobre 13 Eixos Temáticos: Recursos Hídricos, Energia, Agronegócio, Merca-

do, Relações Exteriores (comércio), Recursos Minerais, Segurança - Jurídica e Fundiária, Educação - Capacitação Turismo, Transporte e Logística, Novas tecnologias e Inovação, Comunicação -TI e Meio Ambiente. O evento propiciará a discussão de propostas que subsidiarão a atualização do PDS, que tem como objetivo aproveitar as possibilidades econômicas da região e alcançar as metas socioeconômicas, hídricas e ambientais, por meio de ações e processos que envolvem a participação da sociedade, sobretudo aquela inserida na área de abrangência do Plano. Além do Fórum, o evento oferecerá um pavilhão com Feira de Exposição aberto ao público, contendo apresentação de tecnologias de aproveitamento de resíduos sólidos

urbanos, produção eólica e solar, produção agrícola em ambiente protegido, dessalinização, serviços e produtos ligados ao desenvolvimento do semiárido e shows culturais. Existe uma ferramenta de internet no site com grupos de discussão e de proposição de livre participação, onde as pessoas terão oportunidade de debater os temas prioritários e propor projetos ou políticas públicas que agreguem e contribuam para o desenvolvimento da região. Todo o material será compilado e levado à plenária, para compor a discussão presencial. Ao final, será consolidado um documento final, para que a Frente Parlamentar Mista possa trabalhar na tramitação, no Congresso Nacional, de um Projeto de Lei indicando novas condições para o desenvolvimento da região.


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A morte anunciada do SUS Bolsonaro insiste na privatização das UBS O presidente Jair Bolsonaro voltou a usar a tática do bate e assopra. Desta vez, o alvo é uma das instituições mais caras para os brasileiros: o Sistema Único de Saúde (SUS), uma das maiores conquistas da Constituição de 1988, que universalizou o atendimento para todos os cidadãos. Até então, o antigo INPS (Instituto Nacional de Previdência Social) atendia apenas segurados com Carteira de Trabalho assinada. Desempregados e trabalhadores rurais ficavam à margem do sistema público. Na terça-feira (27), um decreto presidencial autorizava a realização de estudos para nortear a participação de entidades privadas na construção, gestão e operação de Unidades Básicas de Saúde. O ato autorizava o Ministério da Economia a realizar estudos sobre a inclusão das UBS no Programa de

Parcerias de Investimentos da Presidência da República (PPI). Diante da péssima repercussão política e nas redes sociais, Bolsonaro cancelou a decisão na quarta (28). Mas, na noite de quinta (29), disse que reeditará, provavelmente nesta semana, o decreto de privatização das UBS. “Tivemos um probleminha com o decreto do SUS, que não tinha nada ver com privatização. Mas grande parte da mídia caiu em cima dizendo que o pobre não ia poder usar o SUS. Revoguei o decreto. E, nos próximos dias, devemos reeditá-lo”. INSANIDADE – No mesmo dia, o ministro Paulo Guedes negara, durante audiência pública na comissão especial do Congresso Nacional sobre covid-19, que o intuito do decreto 10.530/20 era privatizar o SUS, e classificou a situação como “guerra ideológica de narrativas”. Segundo o titular da Economia, há cerca de 4 mil UBS com obras atrasadas e que a intenção do governo era colocar a iniciativa privada para finalizá-las. “Jamais esteve sob análise privatizar o SUS, seria insanidade falar isso. Seria uma chance

MARCELLO CASAL JR/AGÊNCIA BRASIL

Bolsonaro tentou - e promete tentar de novo - começar a privatização do Sistema

de colocar o capital privado a serviço da saúde brasileira”, frisou. Guedes afirmou, ainda, que se assustou com a reação em torno do tema. “O SUS mostrou, durante a crise, porque é decisivo e porque foi um passo acertado essa ferramenta poderosa de um sistema descentralizado de saúde. Sobre o decreto, seria um contrassenso privatizar o SUS”. GRÁTIS – Ele revelou que a ideia foi trazida pela secretária especial do PPI, Martha Seiller, para

aumentar a capacidade de atendimento do sistema de saúde, e que o estudo foi solicitado pelo Ministério da Saúde. E garantiu que os serviços seguiriam 100% gratuitos para a população. A psicóloga e psicanalista da UFJF, Rita Almeida, escreveu artigo em suas redes lamentando o projeto. “Todos os brasileiros que habitam este território que chamamos Brasil fazem uso e se beneficiam do SUS”, afirmou, listando os serviços prestados pelo sistema em todos os momentos da vida dos cidadãos.

Anvisa libera importação de matéria-prima da Coronavac Não adiantou o veto político do presidente Jair Bolsonaro. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, quarta-feira (28), a importação de matéria-prima para produção de 40 milhões de doses da CoronaVac, vacina chinesa que será produzida pelo Instituto Butantan, em São Paulo. A instituição acredita ser possível que as doses estejam à disposição até dezembro. A CoronaVac é alvo de disputa política envolvendo o Ministério da Saúde, o presidente Jair Bolsonaro e o governador de São Paulo, João Doria. Na semana passada, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello,

anunciou a negociação para adquirir as 46 milhões de doses. Contrariado, Bolsonaro mandou cancelar a compra – e o Ministério, por sua vez, divulgou novo posicionamento afirmando que não havia intenção de compra. A liberação para importação da matéria-prima encerra outro capítulo da polêmica envolvendo os dois governos. As autoridades paulistas afirmaram que o cronograma de produção da vacina sofreria atrasos diante da demora da Anvisa na liberação da importação de matéria-prima da China. O Butantan solicitou, em 18 de setembro, a autorização excepcio-

nal para importação da matéria-prima. A Anvisa negou demora e disse que seguiu o trâmite normal de avaliação do pedido. A Anvisa já tinha liberado a importação de 6 milhões de doses da CoronaVac, que chegarão na próxima semana e virão envasadas e prontas para o uso. A CoronaVac está na terceira fase de testes. A Sinovac, farmacêutica chinesa responsável pela vacina, ainda não obteve o registro para aplicação do imunizante no Brasil, que não pode ser utilizado na população. Até momento, apenas dados parciais referentes à segurança da vacina foram apresentados pelo governo de São

Paulo, mas não foram publicados em revistas científicas. COBRANÇAS – Na última semana, o Instituto Butatan, que é ligado ao governo estadual, fez cobranças públicas pela liberação da importação. A Anvisa havia respondido dizendo que havia "discrepâncias" no pedido de importação. Dimas Covas, diretor geral da instituição, cobrou a Anvisa, afirmando que a demora estava atrasando o cronograma de produção da CoronaVac. De acordo com o Butantan, a fábrica, em São Paulo, tem capacidade para produzir 1 milhão de doses por dia.


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Entrevista / Fernando Leite Esta é a sua terceira experiência à frente de uma estatal do GDF. Como se sente ocupando a cadeira de Israel Pinheiro, primeiro presidente da Novacap? – Tenho dito que vivo essa experiência com muita satisfação. Eu tenho uma longa carreira no governo do Distrito Federal e sempre tive vontade de trabalhar na Novacap. Por que essa vontade? – Porque a Novacap tem uma história maravilhosa. Foi

“Quando Ibaneis assumiu, o problema era o abandono. Estamos resgatando o formato original da cidade” criada para construir Brasília. A CEB, onde eu comecei como estagiário, depois a Caesb, foram desmembradas da Novacap. Eu pensava: “poxa, conheço as filhas, mas morro de vontade de conhecer a mãe”. Você assimiu em junho. Nesses quatro meses já deu pra perceber quais são os maiores desafios, em comparação à CEB e à

Caesb? – O desafio é muito grande. A Novacap foi, literalmente, abandonada nos últimos dez anos, até o governo Ibaneis. A proposta da Novacap é maravilhosa. Ela foi criada pelo presidente Juscelino Kubistchek com o objetivo de construir a cidade mais moderna do Brasil, a capital do País, que representava uma ruptura com os nossos padrões tradicionais. O Brasil era um país agrícola; que cresceu de frente para o oceano e de costas para o seu interior. Então, ele queria uma capital que fosse um polo de desenvolvimento, que descobrisse o verdadeiro Brasil, o seu interior. Então a Novacap tem, no seu DNA, esse gene da mudança. Eu costumo dizer aos colegas que ela tem essa mudança, do novo, até no nome. Mas envelheceu precocemente: 64 anos para as grandes empresas é infância, é uma empresa jovem. Entretanto, se analisarmos a estrutura, a forma de trabalhar, ela envelheceu precocemente. E a culpa não é das pessoas, mas dos governos. O que você está fazendo para revitalizar a Novacap? – Nós estamos com muitas propostas em andamento, apresentando para o governo. Nossa proposta é fazer uma nova empresa. Vai ter concurso público? – Sim. Tem que ter. Nosso quadro de funcionários precisa passar por essa mudança. Estamos com PDV (Programa de Demissão Voluntária) em andamento que será fechado agora em novembro. A Novacap tem 1900 funcionários. Existe uma necessidade grande de reformular, para revitalizarmos a empresa. Ainda assim, a Novacap continua sendo o braço executor das obras do governo... – Quando você

anda pelas cidades, o pavimento, as calçadas, os meios-fios, o paisagismo, tudo que você vê passou pela Novacap. A empresa foi criada para edificar a nova capital. Mas Brasília continuou crescendo. E a Novacap tem que cuidar da ampliação, da mobilização e zelar pelo que já existe. Uma das principais atribuições da Novacap é a zeladoria. Nós precisamos fazer Brasília continuar bonita, bem conservada, com a grama aparada, com os pisos adequados. Mas ficamos 10 anos abandonados. Quando o governador Ibaneis assumiu, o problema não era falta disso ou daquilo, mas o abandono. Agora, estamos cuidando das ruas, das escolas, dos teatros. Nesses primeiros dois anos de governo, estamos resgatando o formato original da cidade. Estamos com mil projetos e programas para reestruturar tudo isso. Em 2021, vamos coroar esse projeto com os programas Inova Novacap (de tecnologia) e Cidade Sempre Viva (de zeladoria). Nessa revitalização, a Novacap voltará a ter capacidade de fazer tudo, como era na época da fundação, ou apenas coordenará as terceirizações e as licitações de obras do GDF? – Essa é uma grande mudança que nós, dentro das orientações do governador Ibaneis, estamos implementando. A Novacap precisa de ser uma moderna gerenciadora de empreendimentos. Empresa moderna não faz tudo. Isso não existe nem mais na iniciativa privada, quanto mais numa empresa pública. Nós temos que ter capacidade para fazer a gestação, os estudos, os projetos e as contratações das obras importantes para o governo. Quem executa tem que ser a iniciativa privada, que gera empregos. Agora, quem é responsável, quem gerencia, é a Novacap. Ela

“A Novacap tem o mas envelheceu Orlando Pontes

E

x-presidente da CEB, onde começou como estagiário, e da Caesb, Fernando Leite assumiu a Novacap em junho deste ano. Nesta entrevista ao Brasília Capital, ele fala de seu compromisso de renovar

é um braço operacional do governo. Mas, para ser esse braço, ela não precisa de fazer tudo por conta própria. Ela vai precisar fazer tudo por conta própria dentro de uma visão estratégica, em segmento próprio. O restante quem tem que fazer é a iniciativa privada, que tem a expertise. Isso vale a pena em termos de custos? – Claro que vale! Vou te dar um exemplo: imagine um hospital de alta tecnologia. Embora tenhamos aqui profissionais altamente competen-

tes, excelentes técnicos, arquitetos e engenheiros, não consegue – como qualquer órgão público no mundo – acompanhar a evolução da tecnologia aplicada na saúde ou na engenharia. Enquanto nós estamos conversando aqui, a tecnologia para tratamentos e para a construção de hospitais já mudou. É muito rápido. O governo não tem capacidade para especializar seus funcionários com a mesma velocidade da iniciativa. Mas o governo pode gerir tudo isso? – Tem que ser um excelente gestor. Tem


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FOTOS: JOEL RODRIGUES/AGÊNCIA BRASÍLIA

Ex-presidente da CEB e da Caesb, Leite é o 56º a ocupar a cadeira de Israel Pinheiro

o novo no nome, u precocemente” a “empresa-mãe”, fundada em 1956 pelo presidente Juscelino Kubstchek e que teve como primeiro chefe o desbravador Israel Pinheiro. Leite é o 56º a ocupar a cadeira. “A Novacap tem no seu DNA o gene da mudança”, acredita.

que saber contratar, acompanhar a execução e saber receber as obras concluídas para entregá-las à população. Uma coisa que sempre acontece e causa indignação na população são os atrasos e os aditivos. Por que tantas obras começam e param na metade por falta de dinheiro? Agora mesmo, várias reformas de tesourinhas sofreram atrasos. – Esse é o drama do setor público brasileiro. Você tem obras, como por exemplo a transposição do São Francisco que duram

mais uma década de execução. Quanto às tesourinhas, não é verdade... Mas as obras estavam andando e pararam esperando uma suplementação... – Mas isso é outra história. Quando nós chegamos aqui, as tesourinhas já estavam sendo reformadas, e estamos no processo de execução. Até o início do ano que vem nós vamos entregar todas em pleno funcionamento. Já fizemos 70% dos trabalhos. Houve alguma intercorrência? – O problema é

que as tesourinhas nunca foram reformadas. E elas têm uns 60 anos. Qual o problema do atraso? Não existem projetos físicos guardados das tesourinhas. Aí, você começa a fazer a obra de reforma e quando abre a vistoria para autorizar o andamento, encontra uma coisa muito mais séria, como problemas estruturais. Aí, tivemos que fazer reforços na estrutura. Isso atrasa tudo. E encarece muito. A verdade é que o governador Ibaneis está tendo a coragem de fazer uma reforma em Brasília que ninguém fez. Muitas vezes são obras que não aparecem, como tesourinhas e viadutos. Estamos reformando tudo, para evitar coisas como o desabamento da Galeria dos Estados. Ela é um bom exemplo: foi entregue totalmente reformulada e revitalizada. A Novacap participa da construção do túnel de Taguatinga? – Não. Essa obra é da Secretaria de Obras. Não é gerenciada pela Novacap. Nós fizemos somente o processo licitatório. Você é o 56º presidente da Novacap, coincidentemente criada em 1956. Qual a marca pretende deixar desta sua passagem pela empresa? – Nós viemos para fazer com que a Novacap honre a sua história de ser uma empresa nova. Queremos resgatar a Novacap pela importância que ela teve na construção desta cidade. É claro que os tempos mudaram. A Novacap trabalha com recursos do Tesouro. Não tem renda própria. Temos um orçamento fixo. O orçamento de obras depende da demanda. Cada obra tem o seu orçamento, que é repassado. Vem ou do Tesouro, ou da área federal por meio das obras que presta para a saúde, a educação. Nós exe-

cutamos todas as obras da Secretaria de Saúde, mas os recursos são da própria Secretaria de Saúde. Fale um pouco mais dessa reformulação da Novacap... – Isso é orientação do governador. Queremos montar uma nova empresa, mais enxuta, mais moderna, bem mais ágil, com muito mais preocupação em valorizar seu pessoal, após o PDV. Aqui, ao longo da história, a dívida com os empregados tornou-se muito grande. Além disso, temos problemas internos. Não temos plano de saúde ou de previdência. No Dia do Servidor (28 de outubro), o governador anunciou um plano de saúde para o funcionalismo do GDF. Abrange a Novacap? – A nossa intenção é de que sejamos contemplados. Agora, nós temos que resolver os problemas estruturais. A

“A cidade precisa estar limpa, organizada, sem buracos e com a grama aparada para continuar bela. Nós faremos isso”

estrutura de pessoal daqui é muito antiga, falta capacitação. Nós ainda temos uma visão antiga, de quando a Novacap foi criada para fazer tudo. Hoje isso não cabe mais. Existe a iniciativa privada que supre essas necessidades. Você terceiriza. Este governo tem essa visão. Em quanto tempo a Novacap alcançará essa nova estrutura? – Tem que ser em 2021. A proposta é de que criarmos uma nova Novacap, mais ágil. A digitalização dentro da empresa está longe do padrão que é realmente necessário. Vai trazer para cá a experiência da Caesb? – Sim. Graças a Deus nós tivemos essa oportunidade. Durante três anos seguidos a Caesb foi a melhor empresa de saneamento do Brasil. A meta agora é fazer isso na Novacap. Teve um caso interessante quando cheguei aqui, um colega me perguntou “você vai repetir aqui o que fez na Caesb e na CEB?”. Eu falei: “não, vou fazer muito melhor”. Os tempos mudaram. Então nós precisamos fazer melhor. Qual a mensagem você deixaria para a população do DF? – Sem dúvida, uma mensagem de otimismo, de muita esperança. Em primeiro lugar, para os empregados da Novacap: acreditem na proposta do governador Ibaneis, que é séria. Nós vamos reformular e fazer da Novacap a empresa dos sonhos de vocês. Para população, queria falar que o objetivo da Novacap é promover as melhorias, mas também estaremos focados na prestação de serviço, na zeladoria, para fazer com que a cidade fique limpa, seja organizada, sem buracos, com a grama aparada. A cidade tem que funcionar, tem que continuar bela. E nós vamos fazer isso.


Brasília Capital n Cidades n 8 n Brasília, 31 de outubro a 6 de novembro de 2020 - bsbcapital.com.br

VIA

Satélites

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Desemprego – Pesquisa do Emprego e Desemprego (PED) divulgada na terça-feira (27) mostra que a taxa de desemprego no DF registrou queda de 19,1% em agosto para 18,4% em setembro. É o menor índice observado desde abril, quando o mercado de trabalho passou a ser fortemente afetado pela pandemia de covid-19. O contingente de desempregados totalizou 288 mil pessoas. O resultado se deve, entre outros fatores, ao aumento no nível de ocupação, com 34 mil novos cidadãos em atividade, em número superior ao crescimento da População Economicamente Ativa (PEA).

Por Lorrane Oliveira

Começou o Candangão Feminino

DISTRITO FEDERAL RENATO ALVES/AGÊNCIA BRASÍLIA.

O Campeonato Candango Feminino 2020 começou na quarta-feira (28). O evento, que tem apoio da Secretaria de Esporte e Lazer, será realizado nos centros de treinamento dos clubes, com exceção da decisão, prevista para 13 de dezembro, marcada para ocorrer no Estádio Bezerrão, no

Servidor ganha plano de saúde O governador Ibaneis Rocha anunciou, quarta-feira (28), os moldes de operacionalização, cronograma de adesão e o edital de chamamento público para o plano de saúde dos servidores do Distrito Federal. Denominado GDF Saúde, o benefício tem previsão de alcançar cerca de 500 mil pessoas. Inicialmente, a cobertura será em todo o DF e funcionará na

modalidade de atendimento ambulatorial e hospitalar com obstetrícia. As mensalidades serão descontadas na folha de pagamento. Para o titular, o desconto será de 4% da remuneração mensal bruta e mais 1% por familiar dependente. O cronograma para adesão no plano de saúde será feito por meio do site do Inas no endereço www.inas.df.gov.br

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Gama. Participam do torneio o Cresspom, dono de sete títulos brasilienses; o Minas Brasília e o Real Brasília, que participam simultaneamente do Campeonato Brasileiro; o Ceilândia, o Gama e o Paranoá. A primeira fase, disputada em turno único, terá cinco rodadas e todos se enfrentam.

TAGUATINGA

HRT receberá leitos do hospital de campanha O Hospital de Taguatinga (HRT) vai ganhar dez novos leitos com suporte de ventilação mecânica e um de isolamento, que serão instalados na nova Unidade de Cuidados Intermediários (UCI). O espaço contará com equipamentos que faziam parte do antigo Hospital de

Campanha do Estádio Mané Garrincha. Com isso, o HRT poderá fazer mais cirurgias e desafogará o pronto-socorro. A UCI terá 474 metros quadrados de área útil e fica próxima ao centro cirúrgico, no espaço onde eram guardados os prontuários antigos.

AGÊNCIA BRASÍLIA.

BRB firma acordo para investimentos O BRB firmou, terça-feira (27), um acordo de cooperação técnica com o Consórcio Nordeste e passa a ser parceiro preferencial da entidade em nove estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Pelo acordo, o BRB e o

Consórcio irão desenvolver uma plataforma de investimentos que permitirá financiar projetos estruturantes para o desenvolvimento econômico. O objetivo é captar recursos nacionais e internacionais para o financiamento dos investimentos nos estados consorciados.

Inaugurada a clínica da mulher Foi inaugurado, segunda-feira (26), o primeiro Centro Especializado de Saúde da Mulher (Cesmu). Localizada na 514 Sul, a clínica da mulher vai ofertar 3.700 atendimentos

por mês, sendo 2.800 consultas médicas e 900 consultas com equipe multidisciplinar. O encaminhamento para o centro será feito pelas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

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PLANO PILOTO

Wi-Fi Social na Estação Central do Metrô Foi inaugurado na terça-feira (27), na Estação Central do Metrô, na Rodoviária do Plano Piloto, o Wi-Fi Social. A iniciativa é um projeto que consiste na disponibilização de acesso público e gratuito à internet, via sinal wi-fi, aos cidadãos em diferentes locais com elevada circulação de pessoas no Distrito Federal.

O serviço é oferecido à população sem ônus ao poder público ou ao usuário, uma vez que o custo de instalação e manutenção das redes é de responsabilidade das empresas credenciadas no programa que, em contrapartida, podem explorar modalidades de publicidade digital quando os aparelhos se conectam às suas redes.


Brasília Capital n Cidades n 9 n Brasília, 31 de outubro a 6 de novembro de 2020 - bsbcapital.com.br

Parabéns servidores públicos, vocês são essenciais No dia 28 de outubro é comemorado o Dia do Servidor Público. Na data, foram realizadas diversas homenagens, tanto no âmbito federal quanto nos estados. Aqui no DF, teve solenidade no Palácio do Buriti – com direito a bastante aglomeração, diga-se de passagem. Na contramão dos reiterados tributos, no entanto, no mesmo dia fomos surpreendidos por um Decreto Federal que representava um grave risco ao Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, tanto no DF quanto no restante do País, o que se vê é uma descarada tentativa de desmonte do serviço público. Digo descarada porque, para mim, como presidente do SindMédico-DF e da Fenam, ano a ano fica mais evidente que o plano não é recuperar. Ao contrário, parece que o projeto é precarizar: ir de encontro ao caos, deixar a população sofrer, acabar com os direitos dos servidores públicos para, então, privatizar/terceirizar serviços essenciais, como a Saúde e a Educação. E tudo isso por quê? Ou melhor, para quem? Eu digo. Novos “modelos de negócios” que servirão de cabides de emprego e

facilitarão favorecimentos ilegais e superfaturamentos. A narrativa é uma só. E, para isso, é preciso que a população enxergue o servidor público como vilão da história. Mas ele não é. O servidor público trabalha, efetivamente, para a população. É ele que está à frente dos serviços oferecidos pelo Estado; é quem toca o barco. Com investimentos chegando até a ponta ou não. É o que ocorre agora, na batalha contra o novo coronavírus. São os servidores do SUS que se dedicam ao atendimento dos pacientes com a doença. Graças à persistência desses servidores, entre médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem, o Brasil registra mais de 4,9 milhões casos de pessoas recuperadas da covid-19. Também não é verdade – mas é frequente ouvir – que há excesso de funcionários públicos no Brasil. O número de servidores representa 12,5% do total de trabalhadores no País, contra 21,2%, da média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Com relação à proporção populacional,

os servidores públicos brasileiros somam 5,6%, também abaixo da média da OCDE (9,6%). Importante lembrar ainda que grande parte desses servidores está em áreas sociais e metade ganha menos de R$ 2,7 mil por mês. Hoje, uma das principais justificativas para a Reforma Administrativa – outro presente de grego para a população brasileira – é acabar com os ditos “privilégios” do funcionalismo. Entretanto, altos salários e benefícios abastados não são a regra. Aliás, eles estão onde essa reforma não chega: na elite do funcionalismo. Portanto, falar no congelamento de salários dos servidores e até do corte de parte da renda mensal é, no mínimo, injusto. Assim como falar do fim da estabilidade. É graças a esse instrumento que o funcionário público pode desempenhar suas funções sem pressões políticas ou de grupos econômicos. Ou seja, sem isso, voltam indicados e cabos eleitores. Os vilões da história do Brasil e únicos responsáveis pela crise econômica pela qual estamos passando são os sucessivos governos eleitos; é a incapacidade de gestão.

Dr. Gutemberg Fialho Médico e advogado Presidente da Federação Nacional dos Médicos e do Sindicato dos Médicos do Distrito Federal

Aqui, se gasta mal, demasiadamente, e se investe pouco naquilo que é realmente necessário à população. Para o serviço público, digo sempre, a fórmula é básica: planejamento estratégico, cumprimento de metas, avaliação de desempenho, auditorias eficazes e informatização dos processos de gestão. Para todo problema há uma solução. E para o nosso País, ela não está na perseguição aos servidores públicos. Eles não são o problema. Os servidores, digo sempre, são parte da solução.

Refletir a morte hoje Antônio Villarreal (*) DIVULGALÇÃO

Se tem um assunto sobre o qual não gostamos de abordar é a morte. Lembramos de forma distante. Mas, atualmente, não há como nos afastarmos desse fato. É torturante e nos causa uma dor diferente de todas as outras. Quase insuportável. Nos traz arrependimento, frustração, culpa e um aperto no peito. Ficamos sem chão, sem voz. A morte vem e leva a todos. Simples assim.

A partir daí, a dor nos envolve com lembranças pela perda que nos faz nos afastar de nossa rotina. E dá aquela vontade de chorar. A dor nos abala e nos deixa sem palavras. Passamos a lutar com nossos próprios sentimentos. Estamos tão ocupados com nossos afazeres e projetos de vida, que um dos recursos mais usados por alguns de nós é o esquecimento, sem refletir e sem entender essa dor. Neste momento de pandemia, piora a situação. Afinal, o tema é notícia obrigatória em todas as mídias. Falam de quantidades de mortos, das famílias em desespero, dos cuidados para o vírus não se alastrar, da

necessidade de enterrar com rapidez para não transmitir a covid-19. Até o velório, que nos reúne para lembranças e homenagens, ficou descartado. A morte se tornou mais do que um pesadelo. Por mais que possamos driblá-la, ela aparece. Sem escrúpulos e sem pedir licença. Ela está em tudo que nos rodeia. Em qualquer lugar. É o assunto principal. Quando o silêncio do distanciamento social nos faz começar a esquecê-la, as sirenes das ambulâncias vêm nos alertar e nos angustiar a alma. Dia 2 de novembro de 2020 ficará marcado como um Dia de Finados diferente. Será uma data que nos fará refletir sobre uma

mudança necessária dentro de nós e na nossa sociedade individualista e excludente. E isso é o que importa, pois a alma que não se sensibiliza, jamais realizará seus sonhos e desejos. Menos elitismo e mais humanidade talvez nos façam mais humanos. E assim vamos reaprendendo a dar mais valor à vida. Teremos mais capacidade de nos comprometermos e não ficarmos alheios e distantes. Com menos elitismo, melhoraremos nossas atitudes e buscaremos o bem-comum, a paz, a justiça e a igualdade em nosso planeta. (*) Professor de História da Secretaria de Educação do DF


Brasília Capital n Gastronomia n 10 n Brasília, 31 de outubro a 6 de novembro de 2020 - bsbcapital.com.br

Gastronomia

Empresário e radialista divulgando a boa gastronomia e eventos de Brasília

Dedé Roriz

FOTOS: DIVULGAÇÃO

MIAU QUE MIA

À parmegiana para comer em família No restaurante Miau que Mia você escolhe seu prato família para até quatro pessoas e se serve no rodízio de guarnições. Entre as opções tem as deliciosas parmegianas de filé mignon e de frango, o filé com gorgonzola e a picanha. Depois, começam a passar pelas mesas as saladas, o arroz, a batata recheada, o pão com alho, banana à milanesa, farofa, pastel de catupiry, entre muitas outros. Uma farra de comida. O espaço é um bom local para assistir jogos de futebol, petiscando variedades como a batata com chedar e bacon, espetinhos e deliciosos hambúrgueres. O Miau Que Mia também tem o chopp estupidamente gelado, um dos melhores da capital. A casa é comandada pelo empresário Jeremias, mais conhecido como Jera, criador da rede Zimbrus há mais de 20 anos. Ele sempre teve o empreendedorismo na veia e já foi promoter de várias festas em Brasília.

Serviço

Instagram: @miau_que_mia Asa sul- 304, bloco D Reservas e entregas: 3443-5743

PASSAPORTE YOLO CLUB

Um novo jeito de frequentar restaurantes sofisticados A Yolo Club é um passaporte de vantagens nos melhores restaurantes de Brasília. Determinando-se dias e horários, a pessoa compra um prato e ganha de presente outro de mesmo valor. A ideia foi do empresário Victor Thomé e vem se espalhando pela capital da República. Os primeiros restaurantes que acreditaram na proposta do Yolo foram o Santé 13, o Villa Tevere, o Avenida Paulista, o Dudu Bar, o Lake's. Hoje, são mais de 60 estabelecimentos parceiros. Entre eles, o Noah Garden, o Santé Lago, o Pecorino, o The Famous Burger, o Vila Tarego, o Rapport, o Blend Boucherie, entre outros. Para adquirir o passaporte Yolo é muito simples. Basta acessar o site www.yoloclub.com.br

TV Comunitária lIGADA EM BRASÍLIA

Serviço

Instagram: @miau_que_mia Asa sul- 304, bloco D Reservas e entregas: 3443-5743

CANAL 12 NA NET WWW.TVCOMUNITARIADF.COM @TVComDF

TV Comunitária de Brasília DF


Brasília Capital n Geral n 11 n Brasília, 31 de outubro a 6 de novembro de 2020 - bsbcapital.com.br DIVULGAÇÃO

HISTÓRIA & ARTE

@priscila.coser O que sugerem as instalações imersivas nas artes visuais? Quanto mais insistimos em rejeitar a sombra, mais distantes nos tornamos da luz Se você deseja encontrar o seu lado luz, vai se deparar com seu lado sombra. Claro que luz e sombra são conceitos muito relativos. Quanto mais insistimos em rejeitar a sombra, mais distantes nos tornamos da luz. Pergunte-se sempre como melhorar, como lidar, o que aprender? E durante esse período, evite o autojulgamento. Acolha seu processo. Seja gentil com você mesmo. Desenvolver formas de comunicação recorrendo à luz na arte faz com que adote-se a luz como meio de ativar diretamente a percepção, produzindo uma

ambiência luminosa, em movimento, em contínuo processo de modificação da percepção. Na imagem criada, o interesse centrou-se principalmente na ampliação do olhar consciente, do lado de dentro e do lado de fora do espaço. A luz passa a fazer parte da própria arquitetura, do material da instalação e da escultura, da obra. Destaca as diferentes gradações de luz e sombra que contrastam. Explorar a abordagem da luz como arte e num espaço que, tal como este tipo de representação, emerge para algo

ESPÍRITA

José Matos Magnetismo e vida após a morte Não há juízes nem julgamentos. O juiz é a própria consciência que marca a alma com sinais característicos O que determina a localização das almas após a morte? O magnetismo gerado em vida pelos pensamentos e sentimentos. O ódio, a mágoa, a maldade, a desonestidade, a falsidade, a inveja etc. tornam o espírito pesado, acompanhado de um magnetismo particular, que faz com que as almas sejam atraídas para regiões de sofrimento

com outras almas semelhantes. Não há juízes nem julgamentos. O juiz é a própria consciência que marca a alma com sinais característicos. Não obstante, segundo Chico Xavier, 70% das pessoas permanecem aqui mesmo, ignorando, temporariamente, a sua condição de espíritos desencarnados. São as chamadas pessoas “mor-

além, criando ambientes de luz que possibilitam percepções novas e autorreflexivas. A arte reforça, muitas vezes, a luz como o que traz clareza e reforça a dualidade. No caminho sem volta e maravilhoso que é viver a vida, quando estamos a nos conectar mais com nossa essência e com nosso caminho evolutivo, nos deparamos com questões dentro de nós que precisam ser resolvidas.

nas”: não são boas para irem para as regiões celestiais e nem ruins para irem para as regiões de sofrimento. As que permanecem aqui demoram-se para entender que não pertencem mais ao chamado “mundo dos vivos”. Por que isso acontece? Porque as almas, sem perceberem, plasmam, com a mente, roupas e objetos que usavam, criando a ilusão de que continuam na matéria. Você nasce como um caminhão vazio e, ao longo do tempo, vai enchendo-o com todo tipo de lixo – inveja, mágoa, ódio, raiva, frustração, racismo, pessimismo, maldade, desonestidade etc. Tudo isso gera fluidos doentios na alma. Daí a necessidade das doenças (para limpeza) e das regiões de sofrimento (para reflexão e arrependimento). No processo de evolução, a vida fará o racista nascer negro, precisar do negro, e só o negro

Pode ser que esse caminho seja um tico desconfortável, sabe? Mas é aquela dor que vem enquanto estamos cicatrizando, é um desconforto necessário para que você se sinta aliviado mais adiante. Dói, mas tem cura. E já está sendo curado.

Priscila Coser Formanda de Teoria Crítica e História da Arte da UnB

poderá ajudá-lo. É assim que mudará de atitude e se educará, atendendo à Lei de Harmonia. Matou? Dê vida. Destruiu? Construa. Roubou? Devolva. Prejudicou? Repare. “Só a educação dissipa as trevas da ignorância”. Não reme contra a maré. Siga com a vida e com Dalai Lama: “Se não pode ajudar, pelo menos não atrapalhe”. Ame! Vivemos num regime de interdependência. Sem ajuda uns dos outros e da natureza, não podemos viver. A caridade é amor em ação. A desonestidade, a maldade, o egoísmo e o orgulho são plantações contra você mesmo. “Quando você nasceu, todos sorriam e só você chorava. Viva de tal modo que, ao partir, todos chorem e só você sorria”. José Matos

Professor e palestrante


Brasília Capital n Esportes n 12 n Brasília, 31 de outubro a 6 de novembro de 2020 - bsbcapital.com.br

A volta do Brasília Futebol Clube VINICIUS DE MELO/AGÊNCIA BRASÍLIA

Oito vezes campeão brasiliense, clube planeja chegar à primeira divisão do Brasileirão em cinco anos Gustavo Pontes O tradicional Brasília Futebol Clube (antigo Brasília Esporte Clube), fundado em 1975 por um grupo de empresários ligados à Associação Comercial do Distrito Federal (ACDF), voltará a disputar a Segunda Divisão do Campeonato Brasiliense ainda em 2020. O anúncio foi feito quarta-feira (28), durante a solenidade de reabertura do estádio Joaquim Domingos Roriz, em Samambaia. O Rorizão estava interditado há três anos pelo Ministério Público (MPDFT) por falta de laudos que comprovassem condições de funcionamento. A questão foi solucionada pela Secretaria de Esporte e

Vice-governador Paco Britto e secretária Celina Leão: apoio ao esporte

Lazer, que montou uma força-tarefa de vistoria para garantir a liberação do espaço com segurança para o público e para os atletas. CAMPEÃO – O BFC é o terceiro clube com mais títulos do futebol candango e a equipe da capital com maior número de participações na série A do Campeonato Brasileiro. Foi

oito vezes campeão brasiliense da primeira divisão, duas vezes da segunda divisão, conquistou uma taça JK e uma Copa Verde. O novo presidente do Brasília, Flávio Simão, disse que o planejamento é chegar à elite do futebol nacional em cinco anos. Para isso, precisará conquistar a primeira divisão local ainda em 2021 e ficar

entre os primeiros quatro colocados das séries D, C e B nos anos subsequentes. “Estamos resgatando a história do BFC, que também é parte da história da cidade”, frisou Simão. Para o presidente da Federação de Futebol do DF, Daniel Vasconcelos, “o Colorado tem todas as chances de subir já em 2021”. Atualmente, o time disputa a segunda divisão do DF, mas, sendo vitorioso em 2020, passará a integrar a Série A no próximo ano. “Sabemos o que o BFC significa para o DF, e não queremos apenas um time local na primeira divisão. Queremos vários. Para isso, podem contar com o apoio do governo, pois sabemos que o futebol precisa de ajuda do Estado para dar certo”, disse a secretária de Esportes e Lazer, Celina Leão. O vice-governador Paco Britto reforçou que o GDF tem trabalhado para a reabertura dos estádios ao público, “mas de forma gradual e responsável”. Paco elencou ações do governo na área do esporte, entre elas os reparos feitos no estádio Elmo Serejo Farias, o Serejão, em Taguatinga, para receber jogos do Candangão.

SÉRIE D

Líder em crise O Gama vive momento turbulento fora de campo. Em grave crise financeira, o clube deve sete meses de salários e encarou uma greve de jogadores esta semana. Na terça-feira (27), a diretoria divulgou um comunicado oficial admitindo as dificuldades. Alega agravamento das contas com a pandemia, e evita fazer críticas ao elenco.

"Não recriminamos a atitude de pararem, pelo contrário. Esta atitude não só nos enche de gana em resolver as questões financeiras, como serve de alerta para que prometidos recursos sejam disponibilizados o mais rapidamente possível", diz trecho do comunicado. Devido ao atraso de salários, os jogadores do Gama decidiram, se-

Entregamos em Domicílio ou Retire seu pedido

gunda-feira (26), paralisar as atividades. O grupo só voltou na sexta-feira (30), como preparação para o jogo de sábado contra o Tupynambás-MG. Porém, a greve não terminou. Segundo os atletas, depois da partida, eles voltam a paralisar as atividades e só retornam após a quitação de pelo menos parte dos débitos. VAQUINHA – Um movimento nas redes sociais tenta arrecadar recursos. Na quarta-feira (28), o clube divulgou que já recebeu R$ 4.200 em doações.

Além de incentivarem doações pessoais, torcedores também têm buscado apoio de empresários da cidade. Apesar do momento financeiro conturbado, o alviverde candango vive ótima fase dentro de campo. É o atual bicampeão brasiliense - na caminhada sofreu apenas uma derrota - e dono da melhor campanha da Série D do Brasileirão. O outro representante da capital é o Brasiliense, que está em segundo lugar na chave e joga contra o Palmas no domingo (1), às 16h, no estádio Nilton Santos, Palmas.

202 Sul

Taguatinga Norte

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