A IM MAGAZINE é uma publicação da Ingram Micro Brasil, maior distribuidor mundial de tecnologia e líder global da cadeia de suprimentos de TI. Além dos serviços de distribuição de soluções e produtos, oferece apoio para o desenvolvimento de seu ecossistema, com benefícios exclusivos, recursos de logística e de mobilidade, suporte profissional técnico e soluções financeiras, atuando como um elo vital na cadeia de valor de tecnologia. No Brasil desde 1997, a Ingram Micro dispõe de produtos e soluções de mais de 80 fabricantes, além de ampliação do portfólio em diversas verticais do mercado e soluções de big data e advanced analytics, security cloud, customer experience, IoT, infraestrutura convergente e mobilidade, para pronta-entrega e importação exclusiva.
As informações contidas nas páginas de publicidade são de inteira responsabilidade dos anunciantes. ANO 9 • N O 19
Estratégias tecnológicas, decisões humanas
Atualmente, estamos testemunhando um novo tipo de cognição emergente, impulsionada por algoritmos capazes de compor sinfonias, gerar imagens, sugerir diagnósticos médicos e até programar código com alto nível de eficiência. Diante disso, surge uma pergunta incômoda: qual será o papel da mente humana nesse novo cenário?
É sobre isso que trata nossa matéria de capa. A partir da página 10, mostramos como a inteligência artificial está remodelando não apenas setores inteiros da economia, mas também os conceitos de autoria e inovação.
Essa transformação, no entanto, não ocorre no vácuo. Ela nos obriga a discutir o que significa delegar decisões a sistemas que aprendem com dados – muitas vezes enviesados – e operam sob uma lógica de eficiência que nem sempre se alinha aos valores humanos. Nesse sentido, nossa reportagem da página 28 mergulha nos dilemas éticos que cercam as decisões automatizadas.
Para além do mundo dos dados, esta edição aborda as transformações na infraestrutura de TI. Na página 14, discutimos como a busca por alternativas à VMware tem impulsionado a adoção de novos modelos. Outro destaque é a reportagem sobre computação de borda. Na página 8, mostramos como a inteligência está migrando dos data centers para os limites físicos da operação, permitindo decisões locais em tempo real.
E se a tecnologia avança, o mundo do trabalho avança com ela. Mapeamos, na página 32, as habilidades mais valorizadas na nova economia digital e, na página 36, propomos uma reflexão sobre o ciclo de vida dos equipamentos e o papel da TI na agenda ESG.
Porque inovar, hoje, não é mais uma escolha. É um movimento inevitável. Que esta edição inspire consciência, preparo e ação estratégica.
Boa leitura – e boas decisões!
Carla Santos, VP & Brazil Chief Executive da Ingram Micro Brasil
1 minuto
06
As novidades e conquistas da Ingram Micro Brasil
Edge computing além do hype
08
Como a tecnologia ganha força em setores como saúde e logística, permitindo decisões em tempo real
A revolução criativa das máquinas
10
Reportagem especial sobre as múltiplas aplicações da IA Generativa nos negócios, na arte, na saúde e na educação
Virtualização sob nova gestão
14
Com mudanças no mercado, empresas buscam opções à VMware para modernizar seus ambientes de TI
Triple S e AWS
16
Conheça o case de sucesso da empresa que escolheu a AWS para expandir sua atuação no universo cloud
A nova era da defesa com ia
18
A IA revoluciona a cibersegurança, com soluções capazes de prever, prevenir e reagir a ameaças em tempo real
Moldando o futuro
Gêmeos digitais redefinem processos industriais, varejistas e logísticos com simulações em tempo real
ética e os algoritmos 28
À medida que algoritmos influenciam decisões críticas, crescem debates sobre responsabilidade e regulação
Profissões do amanhã
32
As transformações digitais vêm moldando exigências de competências técnicas e comportamentais
Do berço ao reboot
36 A economia circular em tecnologia ganha força com práticas como ITAD, logística reversa e outros
nova direção de marketing para a América Latina
WELINGTON SOUSA ASSUME POSIÇÃO QUE VISA
INTEGRAR ESFORÇOS GLOBAIS E MERCADOS REGIONAIS
AIngram Micro anunciou a nomeação de Welington Sousa como Diretor de Marketing para a América Latina, reforçando sua liderança no setor de tecnologia e ampliando sua atuação regional. Sousa, que já ocupava o cargo de head de marketing da empresa no Brasil, assume agora uma posição estratégica que visa integrar esforços globais com as demandas específicas dos mercados locais latino-americanos.
O novo cargo tem como objetivo fortalecer a proposta de valor da empresa na região, acelerando o crescimento sustentável por meio de uma abordagem integrada de marca e marketing. Sousa comandará iniciativas voltadas para amplificar a visibilidade da Ingram Micro e alavancar sua plataforma digital Xvantage™, adaptando campanhas às particularidades de cada fabricante e canal parceiro.
Reportando-se diretamente a Luis Férez, vicepresidente sênior e presidente da Ingram Micro para a América Latina, Sousa terá papel essencial na consolidação de uma comunidade de canais mais coesa e ativa. Férez destacou a escolha como estratégica, afirmando: “Welington é um líder com um histórico exemplar e profundo conhecimento do mercado latino-americano. Sua capacidade de inovação e foco em resultados será crucial para impulsionar nossa estratégia regional.”
Com mais de duas décadas de experiência nas áreas de marketing, experiência do cliente, business intelligence e estratégia digital, Sousa é reconhecido por sua atuação transformadora na Ingram Micro Brasil. Desde 2018, ele lidera processos de digitalização e adoção de modelos orientados a resultados, tornando-se referência em marketing de alto impacto.
Entre os destaques de sua trajetória estão a transição de modelos tradicionais para abordagens digitais, o fortalecimento das relações com a rede de canais via estratégias baseadas em dados e a criação de modelos replicáveis usados como referência em diversos países. Sousa também recebeu o título de Melhor Profissional de Marketing em três ocasiões,
Desde 2018, Sousa lidera processos de digitalização e adoção de modelos orientados a resultados, tornando-se referência em marketing de alto impacto
sendo duas delas concedidas pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).
A nomeação reforça o compromisso da Ingram Micro com a evolução da experiência dos parceiros na América Latina e aponta para uma atuação mais ousada e personalizada nos mercados da região. A expectativa é que, sob a liderança de Sousa, a empresa amplie sua influência e acelere iniciativas de transformação digital junto a fabricantes, revendedores e integradores.
Com isso, a Ingram Micro reafirma seu papel como catalisador de inovação tecnológica na América Latina, apostando em talentos locais para conectar sua visão global às realidades regionais. Welington Sousa inicia este novo capítulo com a missão de fortalecer o posicionamento da empresa frente aos desafios de um mercado dinâmico e competitivo.
Ingram Micro amplia parcerias estratégicas
A Ingram Micro Brasil anunciou uma série de parcerias estratégicas com grandes players do setor tecnológico, consolidando sua posição como protagonista na modernização digital de empresas. Os acordos envolvem soluções de conectividade, cibersegurança, computação em nuvem e gerenciamento de eventos críticos.
No setor de infraestrutura de redes corporativas, a Ingram firmou parceria com a Ubiquiti para distribuir toda a linha UniFi, incluindo dispositivos com Wi-Fi 6 e 7. O objetivo é oferecer soluções sem custos recorrentes de licenciamento, facilitando a modernização de redes empresariais. A aliança também prevê ações de capacitação em parceria com o NIC.br, visando impulsionar a digitalização de empresas em todo o país.
Na frente de segurança digital, a distribuidora fechou acordo com a SentinelOne para trazer ao Brasil a plataforma Singularity, baseada em inteligência artificial.
A tecnologia oferece proteção autônoma contra ameaças e acelera a resposta a incidentes. A colaboração reforça a presença da SentinelOne no mercado brasileiro, priorizando canais de alto desempenho e otimizando a distribuição.
Complementando a estratégia de cibersegurança, a Ingram também se uniu à Cymulate para fornecer soluções voltadas à validação de exposição a ameaças. Os destaques
incluem simulação de ataques, testes de phishing e avaliação de postura de segurança. A iniciativa fortalece o portfólio da distribuidora e acompanha o crescimento acelerado da demanda por proteção digital no Brasil.
Em computação em nuvem, a Ingram passou a integrar o ecossistema de parceiros do Google Cloud na América Latina, ganhando acesso ao programa Partner Advantage. A expectativa é ampliar a oferta de soluções em nuvem, acelerar sua adoção por empresas e impulsionar a transformação digital com suporte especializado aos canais de vendas e serviços.
Outro movimento relevante foi a aliança com a Virtuozzo, fornecedora de soluções de virtualização e infraestrutura hiperconvergente. A parceria introduz alternativas locais aos serviços de hiperescaladores, como a Virtuozzo Hybrid Infrastructure e Application Platform, voltadas à implementação de ambientes de nuvem pública, privada e multinuvem no Brasil.
A Ingram também anunciou parceria com a Everbridge, líder global em gerenciamento de eventos críticos, para distribuir suas plataformas no Brasil. Entre elas estão o Everbridge 360, xMatters e o Centro de Controle, voltados à gestão de riscos, segurança física e incidentes de TI. O objetivo é fortalecer a resiliência das organizações frente a ameaças, crises e desastres naturais.
Edge computing além do hype
COMPUTAÇÃO DE BORDA GANHA FORÇA NO BRASIL COM APLICAÇÕES EM IA, 5G E ANÁLISE DE DADOS EM TEMPO REAL
Edge computing – ou computação de borda, em português – é um método de processamento de informações que busca executar os dados o mais próximo possível da fonte onde são gerados. O principal objetivo é reduzir o tempo de comunicação, melhorar a eficiência no uso de banda e aumentar a segurança, uma vez que informações sensíveis podem ser processadas localmente, sem o risco de atravessar fronteiras regionais.
“Em geral, são processados dados que necessitam de análise rápida, resposta em tempo real ou até mesmo algum tratamento antes de serem enviados para a nuvem ou data centers centrais. Informações de sensores de Internet das Coisas (IoT), imagens ou vídeos, veículos conectados ou autônomos, dispositivos wearables ou médicos são os casos mais comuns”, aponta Rodrigo Santos Barbosa Magalhães,
Arquiteto de Nuvem na IBM Brasil. Na prática, os micros data centers de edge computing processam as informações próximas da origem e fazem uma triagem dos dados recebidos. O conteúdo usado com maior frequência permanece armazenado no próprio data center, enquanto as informações acessadas com menor regularidade são enviadas para a nuvem.
Com essa seleção, a latência no tráfego de dados diminui, permitindo que empresas e usuários acessem informações com mais agilidade e menos intermediários.
Setores críticos
Setores com alta criticidade operacional, grande volume de dados e necessidade de resposta em tempo real estão entre os que mais se beneficiam com a adoção da computação de borda. Manufatura, varejo, saúde, logística, agropecuária e cidades inteligentes se destacam nesse contexto.
“Os ganhos são, principalmente, de agilidade em fornecer melhores soluções para os clientes das empresas que atuam nesses setores, além de atender a desafios de negócios do ponto de vista da segurança da informação, do armazenamento adequado de dados sensíveis e da consolidação de infraestruturas tecnológicas, facilitando o gerenciamento”, comenta Joel Brawerman, Diretor de Vendas do Grupo de Soluções de Infraestrutura (ISG) da Dell Technologies para a América Latina.
Com o avanço da inteligência artificial, o edge computing se tornou ainda mais eficiente, permitindo análises preditivas diretamente no local antes do envio para a nuvem ou data centers centrais. “A IA possibilitou também que algumas decisões fossem tomadas de forma autônoma, como envio de alertas, ajustes de parâmetros ou até mesmo a execução de rotinas sem intervenção humana”, afirma o executivo. No varejo, por exemplo, já existem aplicações de computer vision e câmeras com IA embarcada que analisam o comportamento dos consumidores, monitoram filas e ajudam a prevenir perdas em tempo real. No setor de telecomunicações, por sua vez, tecnologias como MEC (Multi-access Edge Computing) e CDN (Content Delivery Network)
TECNOLOGIA PERMITE
À esquerda, Rodrigo Santos Barbosa Magalhães, Arquiteto de Nuvem na IBM Brasil; abaixo, Joel Brawerman, Diretor de Vendas do Grupo de Soluções de Infraestrutura (ISG) da Dell Technologies para a América Latina
processam e distribuem dados mais próximos do usuário, acelerando a entrega de conteúdo e dando suporte a aplicações críticas com baixa latência.
Em outros segmentos, dispositivos com processadores de IA realizam análises diretamente na borda, sem depender da nuvem. No setor manufatureiro, por exemplo, o uso de edge computing com inteligência artificial é aplicado para monitoramento em tempo real e manutenção preditiva nas fábricas, gerando ganhos de produtividade e eficiência operacional.
Perspectivas de crescimento
Com o avanço das aplicações de edge computing, sua massificação deve continuar em ritmo acelerado. A consultoria IDC projeta que os gastos globais com a tecnologia cheguem a US$ 261 bilhões até o fim de 2025 e a US$ 380 bilhões em 2028, impulsionados pela consolidação da borda inteligente, viabilizada por conexões 5G, redes privativas e soluções com IA embarcada.
“O futuro do edge computing será marcado pela personalização de soluções, com ofertas customizadas para as demandas específicas de cada empresa. A integração com 5G e IoT promete revolucionar setores inteiros, permitindo o processamento de grandes volumes de dados com baixa latência. Investimentos em icrocontroladores e modelos de machine learning otimizados para dispositivos de borda também se destacam nesse cenário”, conclui Magalhães.
A revolução criativa das máquinas
DOS NEGÓCIOS À ARTE, DESCUBRA COMO A
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL GENERATIVA ESTÁ
REMODELANDO MERCADOS INTEIROS
Na última década, a inteligência artificial generativa protagonizou uma grande evolução. O avanço nas arquiteturas de redes neurais e o aumento da capacidade computacional e da disponibilidade de dados foram alguns fatores de impulso.
“Saímos de modelos limitados para soluções multimodais. Hoje, contamos com IAs que entendem e criam diferentes tipos de conteúdo, como texto, imagem, áudio, vídeo e até código”, destaca Flavio Moraes, Chief Country Executive da Ingram Micro Índia. Esse cenário permitiu que a tecnologia deixasse de ser apenas suporte operacional e passasse a ocupar lugar estratégico.
De acordo com Fabio Lima, SME AI MLOps, Data, AI and Security da IBM Brasil, a transição de modelos tradicionais para arquiteturas baseadas em transformadores, como os grandes modelos de linguagem (LLMs), foi um ponto de virada. Em especial porque permitiu que os algoritmos aprendessem padrões complexos de linguagem, imagens e sons.
“Isso abriu caminho para aplicações em áreas como atendimento ao cliente, marketing, design, programação, educação e pesquisa científica. Essa evolução consolidou a IA como uma ferramenta tática, capaz de aumentar produtividade, acelerar inovação e transformar
radicalmente os negócios em praticamente todos os setores”, afirma Lima.
Criatividade ampliada
Em um cenário cada vez mais dinâmico, as empresas têm utilizado a IA generativa para acelerar processos, testar ideias com maior agilidade e escalar a produção de conteúdo sem perder a originalidade. “O que era automatização transformou-se em co-criação. Estamos entrando em uma era de inteligência aplicada, na qual humanos e máquinas criam juntos”, explica Moraes.
A aceleração de processos e a democratização do acesso à criação potencializados pela inteligência artificial têm transformado a indústria criativa em todos os mercados, aumentando a produtividade e reduzindo os custos. Para Lima, o impacto mais visível está na capacidade de experimentação em escala: algo que antes levava dias ou semanas, hoje pode ser feito em minutos.
“Vale destacar que isso não substitui o papel humano, e sim o potencializa: criativos passam a atuar como curadores e diretores de criação, orientando a máquina para alcançar os resultados desejados”, explica o executivo da IBM. Em paralelo, graças aos avanços dos
Case de sucesso
De acordo com Flavio Moraes, presidente da Ingram Micro Brasil, o aprimoramento do setor está sendo puxado por dois fatores: a demanda crescente por conteúdo personalizado em tempo real e a facilidade de testar, ajustar e refinar ideias rapidamente e com baixo custo.
“Um exemplo inspirador vem de um dos nossos clientes do setor de logística, que está transformando sua maneira de criar campanhas nas redes sociais. Por meio de nossa unidade de serviços, a BRLink, e utilizando tecnologias de Gen AI da AWS, apoiamos o desenvolvimento de um agente inteligente treinado com base em postagens anteriores, identidade visual e tom de voz da marca”, explica o executivo. Atualmente, com um simples comando — como “crie uma campanha de desconto para a Black Friday” ou “Prepare uma ação para o Dia dos Pais” —, o agente gera, em segundos, conteúdos completos: com textos e imagens prontos para publicação nos perfis da empresa. “O que antes levava dias para ser produzido, agora acontece em tempo real e com custo de apenas alguns centavos. O resultado é aumento na agilidade e impacto positivo direto no negócio”, conta.
agentes de IA (que combinam geração com raciocínio e ação), a tecnologia caminha para a automação de funções mais sofisticadas, como interações personalizadas e execução de tarefas em larga escala.
Ética e responsabilidade
Diante de tanto potencial, surgem também uma série de questões éticas e legais relacionadas à IA generativa. Em especial no âmbito de privacidade e uso de dados, veracidade das informações e propriedade intelectual — sem falar em tópicos ainda mais delicados, como viés e descriminação, desinformação e manipulação de opinião pública.
“Todos esses dilemas éticos geram desafios que se intensificam à medida que a tecnologia se torna mais acessível e presente em setores estratégicos, como comunicação, educação, governo e saúde”, conta Lima. Mais do que isso, podem gerar prejuízos financeiros ou de reputação da marca.
“A boa notícia é que governos, organizações internacionais e a própria indústria estão em movimento. Iniciativas como o AI Act, da União Europeia, os marcos regulatórios no Brasil e as diretrizes éticas de grandes empresas e ONGs tecnológicas mostram que há um caminho sendo construído — com foco em
O IMPACTO MAIS VISÍVEL DA IA GENERATIVA ESTÁ NO AUMENTO DA CAPACIDADE DE EXPERIMENTAÇÃO EM ESCALA: ALGO QUE ANTES LEVAVA DIAS OU SEMANAS, HOJE PODE SER FEITO EM MINUTOS
transparência, governança algorítmica e responsabilidade compartilhada”, explica Moraes. No Brasil, o Projeto de Lei 2338/2023 tem como proposta estabelecer uma base legal para a inteligência artificial — definindo princípios como transparência, segurança, respeito aos direitos fundamentais e supervisão humana. Segundo Lima, o PL está alinhado às legislações internacionais e coloca o País entre as noções que buscam um modelo equilibrado: que incentive o uso, mas com responsabilidade.
A IBM tem ajudado empresas de diferentes segmentos a adotar a IA generativa com segurança e governança através da plataforma watsonx. Para garantir que essa adoção seja responsável, a companhia oferece o Watson.governace. “Com recursos de rastreabilidade, explicabilidade, detecção de viés e auditoria contínua, a solução garante conformidade com legislações como o AI Act europeu e o Projeto de Lei 2338 no Brasil”, explica Lima.
Aliado de ponta a ponta
Para o executivo da IBM, o grande desafio atual é transformar os princípios incentivados pela lei em práticas aplicáveis. E que isso seja feito de modo a proteger as pessoas sem frear o potencial positivo gigantesco da IA.
Com esse amparo, a IA generativa será parte cada vez mais integrante da jornada de empresas de todos os setores. Na integração natural entre humanos e inteligência artificial, a tecnologia vai atuar como um copiloto estratégico para tomar decisões, acelerar inovação e traduzir complexidades.
“No entanto, o sucesso desse futuro depende de dois pilares: educação e ética”, afirma o presidente da Ingram Micro Brasil. “Precisamos capacitar pessoas para usar a IA com senso crítico e garantir que a tecnologia seja desenvolvida e aplicada de maneira responsável. A IA generativa pode ser uma força exponencial de progresso, desde que usada com intenção, propósito e supervisão.”
Fabio Lima, SME AI MLOps, Data, AI and Security da IBM Brasil
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COM A MUDANÇA NO MODELO DE NEGÓCIOS DA VMWARE, EMPRESAS ACELERAM A BUSCA POR ALTERNATIVAS
Avirtualização, tecnologia que permite transformar um único sistema físico em diversos ambientes computacionais independentes, passa por uma profunda reformulação. Em um cenário cada vez mais orientado à nuvem e à otimização de recursos, o setor está revendo modelos de negócios, reestruturando ofertas e repensando estratégias. Tudo isso porque a líder de mercado, VMware, entrou em uma nova fase após ser adquirida pela Broadcom, em dezembro de 2023.
Com a mudança de comando, a tradicional fornecedora de soluções de virtualização abandonou o modelo de licenças perpétuas e adotou um sistema baseado em assinaturas, alinhado à estratégia multicloud da nova controladora. A medida levou a um aumento substancial nos custos de licenciamento –de 3 até 15 vezes. Como resultado, 74% dos clientes da VMware passaram a considerar alternativas para suas cargas de trabalho locais, segundo pesquisa do Gartner. Trata-se de um movimento de grandes
proporções, já que 92% das empresas da Fortune 1000 rodam seus ambientes na VMware, conforme dados da consultoria IDC.
“Com a aquisição da VMware pela Broadcom e as mudanças em regras de licenciamento, políticas comerciais e estrutura da empresa, muitos clientes começaram a reavaliar o uso da plataforma. Antes, a VMware dominava os ambientes on-premise e raramente se discutiam alternativas. Agora, vemos empresas buscando opções tanto em cloud quanto on-premise, postergando renovações ou planejando migrações, muitas vezes influenciadas também por investimentos existentes em hardware ainda não depreciado”, explica Rodrigo Mielke, Azure GTM Manager da Microsoft.
Alternativas em foco
Organizações ao redor do mundo estão avaliando novas opções, e três caminhos têm se destacado. Um deles é o modelo conhecido como lift and shift, indicado para empresas que precisam migrar seus workloads rapidamente e com o menor impacto possível. Nessa estratégia, os sistemas são transferidos para ambientes compatíveis – sejam on-premise, sejam em nuvem –, mantendo-se a arquitetura tradicional baseada em máquinas virtuais.
PREVISÃO É DE QUE
PROPORÇÃO DE VMS SE MANTENHA ESTÁVEL NOS PRÓXIMOS TRÊS ANOS; USO DE CONTÊINERES
DEVE CRESCER PARA 45%
Por outro lado, há empresas que encaram o atual momento como uma oportunidade para romper com o modelo tradicional e promover uma modernização mais profunda. Nesse caso, a migração envolve a reestruturação de aplicações legadas para plataformas modernas, como contêineres e microsserviços, aproveitando os recursos avançados da nuvem. Apesar de mais complexa e demorada, essa abordagem é vista como estratégica para companhias que desejam ampliar sua competitividade tecnológica no longo prazo.
Existe ainda uma terceira via, recomendada para organizações que, por motivos regulatórios, estratégicos ou geográficos, precisam manter parte dos workloads em data centers próprios. Para esses casos, o modelo híbrido tem ganhado espaço ao oferecer uma experiência de nuvem dentro do ambiente on-premise.
“Quando falamos de virtualização, não existe uma ‘bala de prata’. Não há um único caminho ideal. Por isso, é fundamental entender os workloads, as aplicações e o momento de cada empresa para, então, escolher a melhor alternativa – que, muitas vezes, pode até combinar essas três abordagens”, comenta o executivo.
Um olho no amanhã
Atualmente, os ambientes das empresas globais são compostos por 61% de workloads em máquinas virtuais e 38% em contêineres. De acordo com o relatório realizado pela Red Hat em parceria com a Illuminas, a previsão é de que a proporção de VMs se mantenha estável nos próximos três anos, enquanto o uso de contêineres deva crescer para 45%.
“Se antes o foco estava na migração para depois modernizar, hoje vemos que a migração e a modernização das aplicações devem andar juntas. O futuro aponta para ambientes cada vez mais heterogêneos, e o grande desafio será ajudar os clientes a simplificar a gestão, a governança e a segurança em um cenário cada vez mais complexo”, conclui Mielke.
Rodrigo Mielke, Azure GTM Manager da Microsoft
Triple S e AWS
UMA
JORNADA
DE PIONEIRISMO, TRANSFORMAÇÃO E
CRESCIMENTO COM O APOIO DA INGRAM MICRO F
undada em 1999 como uma provedora de serviços de aplicação, a Triple S nasceu com a missão de entregar softwares críticos com segurança, desempenho e disponibilidade – o que hoje é reconhecido como Software as a Service (SaaS). À época, a infraestrutura ainda era limitada e o termo “nuvem” sequer figurava no vocabulário do mercado. Mesmo assim, a empresa construiu uma sólida base de conhecimento técnico e propriedade intelectual em torno da gestão de serviços essenciais.
Ao perceber que o mercado ainda não estava maduro para esse modelo inovador, a Triple S redesenhou sua proposta e passou a focar serviços gerenciados, atuando com diferentes tipos de infraestrutura – de máquinas virtuais a contêineres, Kubernetes e bancos de dados. Essa mudança estratégica, sustentada por uma equipe altamente capacitada, foi fundamental para o crescimento da empresa.
Em 2002, a Triple S se tornou uma das primeiras parceiras da VMware na região. Reconhecendo o potencial transformador da virtualização, a empresa decidiu investir na construção de seu próprio data center e incorporou a tecnologia VMware como base para serviços. Ao longo dos anos, esse pilar se mostrou bem-sucedido: mais de 2.300 projetos já foram implementados com a tecnologia.
Com o avanço da transformação digital, a Triple S identificou um padrão claro: os clientes mais inovadores eram aqueles que adotavam infraestrutura em nuvem. Reconhecendo a necessidade de se reinventar novamente, a empresa escolheu a AWS como parceira estratégica para expandir a atuação no universo cloud.
“A cultura da AWS, sua obsessão pelo cliente e a liderança em serviços de nuvem ressoaram fortemente com os nossos valores”, comenta Marcos Ferrari, fundador da Triple S. A decisão foi respaldada também pela vasta gama de serviços e pela confiança do mercado na AWS.
Foi nesse contexto que a Ingram Micro passou a desempenhar papel fundamental na transição da Triple S para a nuvem. Desde o início, ela atuou como catalisadora da mudança – educação, capacitação técnica, orientação comercial e marketing especializado foram apenas algumas das frentes em que a parceria fez a diferença.
A mudança, contudo, não veio sem desafios. A transição de um modelo de receita comissionada para um de taxas recorrentes exigiu coragem e ajustes estratégicos. Também houve barreiras culturais, tanto internas quanto do lado dos clientes. Foi necessário desenvolver novas habilidades, revisar modelos operacionais e até mesmo redesenhar políticas de remuneração para alinhar os times à nova proposta.
“Acreditamos que o incentivo impulsiona o comportamento. Foi preciso treinar, capacitar e reorganizar pessoas e processos. A Ingram nos ajudou muito nessa jornada”, ressalta Ferrari.
Um dos destaques da parceria foi o programa DLAD (Distribuidor Líder em Aceleração Digital), que ajudou a empresa a acelerar a construção de seu pipeline de vendas e a encontrar os programas ideais para cada perfil de cliente. Com isso, a Triple S conseguiu levar rapidamente ofertas ao mercado e consolidar sua presença como um parceiro relevante de cloud.
Hoje, a Triple S está se alinhando às novas diretrizes da AWS, com foco em verticais específicas, como indústria automotiva, manufatura, serviços financeiros, setor público, entre outras. A Ingram tem sido peça-chave nesse movimento, promovendo conexões com ISVs (Independent Software Vendors) e ajudando na criação de soluções de negócios sob medida para cada segmento.
Para os próximos anos, a expectativa da Triple S é de forte crescimento no mercado de pequenas e médias empresas. “Agora que as grandes companhias já estão na nuvem, é hora das menores também colherem os benefícios. Estaremos com a Ingram para ajudá-las nessa jornada”, diz o executivo.
O caso da Triple S é um exemplo de como visão de longo prazo, capacidade de adaptação e parcerias estratégicas podem transformar uma empresa. Com raízes no mundo da virtualização e olhos no futuro da nuvem, a empresa segue consolidando sua posição como parceiro confiável, inovador e comprometido com os resultados dos clientes – com a AWS como plataforma e a Ingram Micro como ponte para o sucesso.
A EXPECTATIVA DA TRIPLE S É DE FORTE CRESCIMENTO NO MERCADO DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS, QUE A PARTIR DE AGORA DEVEM COMEÇAR A APOSTAR NA NUVEM
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A nova era da defesa com ia
COMO AS EMPRESAS PODEM UTILIZAR
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA POTENCIALIZAR
SEGURANÇA E COMBATER AMEAÇAS DIGITAIS
Com o mundo cada vez mais digital, a cibersegurança assume o status de prioridade estratégica para governos e empresas do mundo todo. “Na América Latina, os riscos são particularmente elevados. Segundo o relatório Digital Defense Report, a região registra aumento expressivo nas ameaças cibernéticas – tendência que reforça a urgência na adoção de medidas robustas de proteção”, destaca André Toledo, Líder de Segurança da Microsoft Brasil.
Nesse sentido, a inteligência artificial (IA) assume importância vital nas abordagens e estratégias modernas de proteção cibernética. Alexandre Nakano, Diretor de Segurança e Networking da Ingram Micro Brasil, destaca que a IA tem se mostrado uma ferramenta transformadora no setor. “Em especial quando aplicada a soluções de segurança em tempo real, monitoramento e prevenção”.
Fernando Zamai, Líder de Cibersegurança da Cisco no Brasil, ressalta o grande ganho de escala de algoritmo e o benefício do alto poder de processamento oportunizado por várias tecnologias. “Esse volume de dados estrondoso à disposição aumenta a precisão nas tomadas de decisões, tornando-as mais rápidas e assertivas para lidar com a sofisticação dos ataques atuais.”
Benefícios e ganhos na prática
Os agentes inteligentes têm potencial para transformar a atuação dos profissionais de segurança diante de ameaças altamente prejudiciais. Em 2024, a Microsoft detectou mais de 30 bilhões de e-mails de phishing direcionados a seus clientes.
“Um volume como esse sobrecarrega as equipes que ainda dependem de processos manuais e defesas fragmentadas. Isso dificulta a triagem rápida das mensagens maliciosas e a adoção de estratégias baseadas em dados para uma gestão mais eficaz dos riscos cibernéticos”, explica Toledo.
Ainda de acordo com o Digital Defense Report, o uso de IA proporciona economia de pelo menos 20 horas por semana somente em triagem e classificação de solicitações de segurança. “Isso proporciona ganhos de eficiência notáveis, pois permite que os profissionais concentrem esforços em iniciativas estratégicas –tornando a defesa cibernética mais proativa e resiliente”, comenta o líder de segurança da Microsoft. No entanto, integrar a tecnologia para detecção proativa de padrões e comportamentos anômalos em redes e sistemas é só um dos tópicos da lista de oportunidades. De acordo com Nakano, também é possível fazer a automação de respostas a incidentes,
onde sistemas baseados em IA realizam ações corretivas automáticas – como isolar dispositivos comprometidos ou bloquear acessos não autorizados.
Além disso, a análise de tráfego de rede e a detecção de malware se tornam mais rápidas e eficazes. Soluções como essas permitem redução de custos, menor tempo de inatividade e maior proteção contra ameaças cada vez mais complexas.
Dois lados da moeda
Ao mesmo tempo em que o avanço da inteligência artificial abre oportunidades, também traz riscos à cibersegurança. A 9ª edição do Cyber Signals mostra que a IA está reduzindo a barreira técnica para criminosos, permitindo a criação de conteúdos maliciosos mais convincentes e em maior escala – com destaque para engenharia social e golpes de suporte técnico.
Em paralelo, Zamai, da Cisco, afirma que as organizações criminosas estão investindo esforços e dinheiro em ataques cada vez mais avançados e sofisticados. O ransomware – que criptografa dados e exige resgate para restaurar o acesso aos arquivos –segue em alta. Além disso, é visto um grande avanço da chamada indústria de Cybercrime-as-a-Service (CaaS).
“Já existem IAs que descobrem vulnerabilidades e atacam automaticamente, sem interação humana. Isso traz um novo risco para o contexto de cibersegurança, que já é bastante complexo”, garante.
André Toledo, Líder de Segurança da Microsoft Brasil
Adversidades na implementação
“A implementação de IA em cibersegurança traz vários desafios. A Ingram Micro tem mitigado tais obstáculos por meio da oferta de suporte contínuo e soluções avançadas para facilitar a adoção da tecnologia”, afirma Nakano. Esse é o melhor caminho para que todo o potencial da inteligência artificial seja alcançado com responsabilidade, integridade e segurança.
É fundamental, por exemplo, que as empresas tenham dados limpos e precisos para treinar seus modelos de inteligência artificial sem comprometer a eficácia das soluções de segurança. Falta de transparência (caixapreta) é outra grande questão. Por isso, a Ingram Micro trabalha com ferramentas de IA explicáveis (XAI), permitindo que as equipes de segurança compreendam as decisões tomadas pelos sistemas inteligentes. As melhores práticas de implementação também incluem a adoção de uma abordagem em camadas. “Na chamada estratégia de defesa em profundidade, a IA é integrada como parte de uma série de outras defesas cibernéticas. Isso permite proteção mais abrangente contra uma gama de ameaças”, explica Nakano.
Para Zamai, o ponto de partida é sempre a conscientização e o treinamento do time de segurança, seguidos diretamente pela visibilidade – isto é, é necessário compreender os riscos para controlá-los. O
segundo passo é buscar parceiros confiáveis que ofereçam níveis de serviço e atendimento profissional. “Qualificar os fornecedores é essencial. Parece clichê, mas o barato pode sair caro”.
O monitoramento e a atualização contínua dos modelos de inteligência artificial também garante a adaptação rápida às novas ameaças. Em paralelo, o Diretor de Segurança e Networking da Ingram Micro Brasil lembra que a IA deve complementar a inteligência humana, e não a substituir. É a combinação desses dois poderes que vai colocar as empresas um passo à frente do avanço dos hackers.
Projeções para o futuro
“Os ataques em velocidade de máquina e a complexidade das ameaças geram um volume massivo de dados e atividades”, destaca o Líder de Segurança da Microsoft. Segundo ele, por meio da IA, o futuro da cibersegurança será mais proativo, automatizado e inteligente – permitindo que os times foquem em decisões estratégicas e os agentes cuidem de tarefas operacionais com eficiência e escala.
Nakano reforça que as mudanças rápidas que não param de acontecer prometem transformar o setor. “E a Ingram Micro estará no centro desse movimento, fornecendo ferramentas e expertise para empresas ao redor do mundo.”
Alexandre Nakano, Diretor de Segurança e Networking da Ingram Micro Brasil | Fernando Zamai, Líder de Cibersegurança da Cisco no Brasil
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Moldando o futuro
EMPRESAS APOSTAM EM GÊMEOS DIGITAIS PARA PREVER FALHAS, ECONOMIZAR RECURSOS E ACELERAR INOVAÇÃO
Em 1970, a NASA enfrentou um desafio crítico na missão Apollo 13, que tinha o objetivo de pousar na Lua. O tanque de oxigênio da espaçonave explodiu inesperadamente, causando danos significativos ao veículo e colocando em risco a vida de três astronautas que estavam a milhares de quilômetros da Terra. À distância, engenheiros da agência espacial dos Estados Unidos recorreram a uma série de simuladores, que foram adaptados e modificados rapidamente para replicar as condições atuais da nave, permitindo desenvolver e testar soluções em tempo real.
A estratégia utilizada para lidar com a falha crítica e garantir que a tripulação retornasse em segurança é vista por especialistas como uma versão primitiva do que hoje é conhecido como gêmeos digitais. A diferença é que, com o passar dos anos, a ideia foi aperfeiçoada e evoluiu junto com recursos tecnológicos, como computação em nuvem, internet das coisas (IoT) e inteligência artificial.
Atualmente, os digital twins (como são chamados em inglês) funcionam não apenas como simuladores. Por meio de sensores e soluções high tech, os modelos virtuais são conectados em tempo real aos sistemas físicos que eles representam. Isso significa que é possível trabalhar com dados totalmente atualizados, refletindo com precisão absoluta um projeto físico.
“Para explicar essa tecnologia, podemos traçar um paralelo com os jogos de videogame focados em corridas. Em alguns deles o jogador pode, por exemplo, virar o volante, mas sem ter a sensação de realmente estar dirigindo. Em outros, a direção endurece, responde às acelerações e até treme e sente os impactos de acordo com a condução. A ideia do gêmeo digital segue esse conceito de funcionar como um emulador, proporcionando a maior realidade física
possível dentro de um software”, diz Vanderlei Cunha Parro, engenheiro de sistemas e professor do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT).
Mais eficiência para os negócios Um levantamento divulgado pela multinacional francesa Capgemini mostra que 75% das empresas que utilizam gêmeos digitais relataram melhorias significativas na eficiência operacional. Além disso, a consultoria McKinsey aponta que a tecnologia é capaz de reduzir custos de produção em até 15%.
Fábio Lima, professor de Engenharia de Produção da Fundação Educacional Inaciana (FEI), explica que,
Vanderlei Cunha Parro, engenheiro de sistemas e professor do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT)
atualmente, as áreas mais avançadas na aplicação de gêmeos digitais são as mais automatizadas e digitalizadas, a exemplo dos setores automobilístico, aeronáutico, logístico e até o do agronegócio.
Dentro de um gêmeo digital, uma indústria consegue, por exemplo, criar um clone virtual da linha de produção. Com isso, é possível monitorar de forma detalhada e até pensar em estratégias para melhorar diversas etapas do processo, desde a chegada da matéria-prima e a interação dos robôs até o encaixotamento, a saída dos produtos e as interações com os colaboradores.
“A comunicação em tempo real provida pelos gêmeos digitais é fundamental para aumentar a eficiência de processos produtivos. Com o modelo virtual bem concebido, pode-se tomar decisões em tempo real para máquinas e pessoas”, destaca Lima. “Essas decisões podem implicar não só aumento de desempenho, mas também uma maior confiabilidade e segurança aos processos”, completa.
Em algumas áreas, o gêmeo digital é criado antes mesmo do projeto físico ganhar vida. “Quando vamos
Sem limitações
Por não ter grandes limitações, a aplicação de gêmeos digitais funciona nos mais variados setores e contextos. Na Fórmula 1, por exemplo, onde milésimos de segundo fazem a diferença, as equipes adotam réplicas virtuais dos carros para simular o comportamento de cada componente em diferentes condições de corrida, como variações de temperatura, desgaste de pneus ou mudanças na aerodinâmica. A iniciativa permite testar dezenas de configurações antes mesmo de os veículos irem para a pista, economizando tempo, reduzindo custos e aumentando a precisão das escolhas técnicas.
A área da saúde também tem demonstrado grande interesse no potencial dos digital twins. Entre os cases mais populares, destaca-se o da Tata Consultancy Services (TCS), que desenvolveu um gêmeo digital do coração da maratonista Desiree “Des” Linden por meio de exames específicos e monitoramento contínuo. Além de fornecer feedbacks em tempo real, o modelo é capaz de simular o funcionamento do órgão em diferentes cenários, fornecendo insights para impulsionar o desempenho esportivo. A expectativa é de que projetos como esse ganhem popularidade ao longo dos próximos anos, principalmente para ajudar a otimizar tratamentos e impulsionar a medicina preditiva de forma personalizada.
desenvolver um telescópio, por exemplo, o primeiro passo é criar uma versão digital dele. A partir daí, podemos verificar se a construção é viável e definir como será feita. Depois que o equipamento ficar pronto, podemos equipá-lo com sensores que realimentarão o software com novas informações, aprimorando o digital twin e permitindo que continue sendo utilizado para tomar decisões”, conta Parro.
O futuro é digital
Em 2022, o mercado global de gêmeos digitais foi avaliado em US$ 6,9 bilhões. A consultoria Market and Markets estima que esse valor suba para US$ 73,5 bilhões até 2027.
O crescimento acelerado revela não apenas o potencial tecnológico dos digital twins, mas também sua importância estratégica à medida que empresas do mundo inteiro enfrentam pressões por eficiência, sustentabilidade e inovação. Para Lima, as duplas digitais fazem parte de um contexto ainda mais amplo de transformação industrial, já que aceleram significativamente a jornada rumo à Indústria 4.0, movimento que promove integração de tecnologias digitais inteligentes em processos de produção (também conhecido como Quarta Revolução Industrial).
“Trata-se de uma tecnologia que está em constante evolução e com adesão crescente pelo mercado. Por isso, a expectativa é de que os setores em que os gêmeos digitais são aplicados sejam ampliados”, diz o professor de Engenharia de Produção da FEI. “Para o futuro, também se espera uma precisão e assertividade crescente dos modelos matemáticos e computacionais que são incorporados aos gêmeos digitais, incluindo o uso mais intenso de inteligência artificial”, finaliza.
Fábio Lima, professor de Engenharia de Produção da Fundação Educacional Inaciana (FEI)
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ética e os algoritmos
ESPECIALISTAS DISCUTEM LIMITES LEGAIS E POR TRÁS DAS DECISÕES AUTOMATIZADAS
Até 2027, 50% das decisões corporativas serão automatizadas ou apoiadas por agentes de inteligência artificial (IA). Os dados, presentes em um relatório divulgado pela consultoria Gartner, são embasados pela popularização da chamada “inteligência de decisão”, que combina dados, analytics e as próprias tecnologias de IA para analisar contextos e determinar as melhores soluções e caminhos a serem seguidos.
A ampla adoção de ferramentas do tipo desperta otimismo em muitos setores, mas também acende
alertas em relação aos limites legais e éticos por trás das decisões automatizadas. À medida que algoritmos influenciam decisões críticas, crescem os debates sobre viés, aplicabilidade, regulação e a responsabilidade.
Alexander Coelho, sócio do escritório Godke Advogados e especialista em direito digital, inteligência artificial e cibersegurança, conta que casos concretos de algoritmos que tomaram decisões equivocadas já começaram a surgir no Brasil. Alguns exemplos envolvem negativas automatizadas de
crédito, fraudes por sistemas preditivos e até deep fakes e violação de direitos da personalidade.
“Nessas ocasiões, responsabilizar o algoritmo em si seria uma abstração jurídica inócua, já que não há personalidade jurídica ali. A atribuição deve recair sobre quem tem controle sobre o sistema e benefício econômico com sua operação – a empresa controladora. O programador ou fornecedor da tecnologia pode ser responsabilizado solidariamente, se houver falha técnica ou omissão dolosa”, explica o profissional, que também é membro da Comissão de Privacidade e Proteção de Dados e Inteligência Artificial da OAB/São Paulo.
A expectativa é de que o assunto ganhe mais destaque com o avanço de alguns modelos de regulação já estabelecidos ao redor do mundo. “O europeu AI Act, por exemplo, prioriza precaução e direitos fundamentais, sendo mais protetivo e regulando preventivamente os sistemas de alto risco. É técnico e bem estruturado, mas pode engessar a inovação em setores dinâmicos. Já o modelo norteamericano é mais permissivo e focado em autorregulação, dando liberdade às empresas, com menor interferência estatal. Entretanto, isso tem um custo alto em termos de confiança social e riscos éticos”, afirma Coelho.
Alexander Coelho, sócio do escritório Godke Advogados e especialista em direito digital, inteligência artificial e cibersegurança
imespecial
O ALGORITMO PRECISA SER EXPLICÁVEL, AUDITÁVEL E RESPONSÁVEL. ALÉM DISSO, A COMPANHIA DEVE ENTENDER E CONCORDAR COM COMO ELE FUNCIONA
Para o especialista, o Brasil pode – e deve – seguir uma via híbrida: firme na proteção de direitos, mas flexível na forma de aplicar os princípios conforme o risco do sistema de IA envolvido. Atualmente, o País debate a criação do Sistema Nacional de Regulação e Governança de Inteligência Artificial, uma estrutura normativa e institucional para organizar o ecossistema regulatório da IA. Os principais objetivos são evitar a fragmentação regulatória entre diferentes setores, criar diretrizes para a gestão do risco algorítmico (especialmente nos sistemas de grande risco) e estabelecer princípios de ética, transparência e governança tecnológica.
“O maior desafio é que o Direito se move em séculos. Já a tecnologia, em milissegundos”, ressalta Coelho. “A saída está em criar leis principiológicas e regulamentos infralegais dinâmicos, com testes regulatórios, espaços de experimentação jurídica e atualização constante de parâmetros técnicos. A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) é um bom exemplo: foi escrita com base em princípios, e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) assume o papel de desenvolver a regulação técnica”, completa.
Foco na cultura organizacional
Os obstáculos trazidos pela automatização de decisões não se restringem apenas à área jurídica. Atualmente, os algoritmos também têm impactado o modo de trabalho das empresas, que estão apostando em novas culturas organizacionais para que essa tecnologia seja utilizada de forma eficiente e responsável.
“Garantir que as decisões automatizadas sejam justas, éticas e transparentes é um ponto muito importante e sensível. No mundo empresarial, o primeiro passo para isso é compreender que não basta o algoritmo funcionar. Ele precisa ser explicável, auditável e responsável. Além disso, a companhia deve entender e concordar com como ele funciona”, explica André Miceli, coordenador do MBA de Negócios Digitais da Fundação Getulio Vargas (FGV).
Para o profissional, também é importante
desmistificar que o algoritmo é uma verdade neutra e que tem respostas absolutas. Isso porque os sistemas não passam de construções humanas e, como tal, carregam falhas, escolhas, intencionalidades, problemas, vieses e questões que ainda precisam ser resolvidas.
Uma boa solução para essas questões é educar as pessoas não só de forma técnica, mas também para que elas compreendam, de fato, como a tecnologia atua e entendam as nuances e características da inteligência artificial. Esses profissionais devem estar aptos a utilizar os dados, mas sem deixar de lado fatores como visão crítica, ética e capacidade de julgamento.
Enquanto empresas mais digitais já absorvem essa lógica de estruturação de dados, automação e governança, muitas ainda seguem um modelo hierárquico, com decisões puramente baseadas em instinto, e não em evidências. “É claro que o instinto humano deve ser conciliado com os dados, mas ele não pode ser mais a única forma de tomada de decisão. Ainda existe uma resistência natural às mudanças, relacionada principalmente ao medo de perder espaço, controle e até vaga no mercado de trabalho. É justamente por isso que essa transformação precisa ser cultural”, finaliza Miceli.
André Miceli, coordenador do MBA de Negócios Digitais da Fundação Getulio Vargas (FGV)
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Profissões do amanhã
AS HABILIDADES QUE A NOVA ERA TECNOLÓGICA VAI EXIGIR
Aevolução tecnológica segue sem freios em constante aceleração. A crescente dominação das inteligências artificiais generativas no mercado está redesenhando o trabalho globalmente.
Segundo o levantamento “Future of Jobs 2025”, publicado pelo Fórum Econômico Mundial (WEF), 86% dos negócios devem investir em tecnologias como IA e processamento de dados até 2030 – enquanto 58% pretende apostar na robotização e automação.
Em vista disso, 60% dos entrevistados acreditam que a implementação dessas novas ferramentas tende a transformar seus empregos nos próximos cinco anos. E eles não estão errados. O relatório aponta que 22% dos empregos mudarão até 2030. De acordo com o estudo, haverá a criação de 170 milhões de novos postos de trabalho, mas 92 milhões desaparecerão, resultando em um acréscimo de 7% ou 78 milhões de novos empregos.
As profissões ligadas à tecnologia e análise de dados estão entre as que mais crescem. Especialistas em big data, inteligência artificial e machine learning estão sendo os mais buscados pelas companhias, além de desenvolvedores de software e aplicativos.
“Vivemos uma era em que o futuro é movido por tecnologia, dados e inteligência. As profissões mais promissoras estão diretamente ligadas à capacidade de resolver problemas complexos, criar soluções inovadoras e transformar realidades. Ao mesmo tempo, surgem novas carreiras que até pouco tempo não existiam, como engenheiro de prompts, especialista em IA generativa e profissionais que atuam na interface entre tecnologia e negócios, capazes de traduzir dados em estratégias e inovação”, explica o pró-reitor do Centro Universitário FIAP, Wagner Sanchez.
Cursos mais buscados
Entre os cursos mais demandados estão as áreas de Análise e Desenvolvimento de Sistemas,
Engenharia de Software, Ciência da Computação, Engenharia de Computação, Inteligência Artificial, Cibersegurança e Design Digital.
Também há uma procura crescente por formações que combinam gestão, tecnologia e inovação. Alguns dos cursos mais buscados são de Sistemas de Informação, Banco de Dados, Arquitetura de Soluções, Desenvolvimento Mobile, Defesa Cibernética, Jogos Digitais, Engenharia de Dados e Engenharia de Produção com foco em tecnologia aplicada.
Habilidades essenciais
No campo técnico, entre as habilidades fundamentais destacam-se conhecimentos em inteligência artificial, ciência de dados, desenvolvimento de software, automação, segurança
Wagner Sanchez, pró-reitor do Centro Universitário FIAP
digital, engenharia de prompts e modelagem de soluções baseadas em IA generativa.
“Entretanto, o cenário atual exige muito mais do que domínio técnico. As novas profissões demandam profissionais capazes de unir habilidades técnicas de alto nível com competências humanas e comportamentais igualmente sólidas. A fluência tecnológica deixou de ser diferencial — hoje ela é pré-requisito”, destaca o pró-reitor.
Com isso, as chamadas soft skills tornaram-se absolutamente essenciais. Capacidade de resolver problemas complexos, pensamento crítico, criatividade, adaptabilidade, comunicação, colaboração e visão sistêmica são fundamentais. Além disso, surge uma competência ainda mais relevante: a aprendizagem contínua, a habilidade de aprender, desaprender e reaprender de forma constante.
“O profissional do futuro e, na verdade, já do presente precisa ser alguém que não apenas entende de tecnologia, mas que sabe como gerar valor, impacto e transformação a partir dela. E isso exige uma combinação precisa entre técnica, comportamento, mentalidade digital e consciência de mundo”, detalha o especialista.
tudo
em nuvem
Uma das áreas que busca por cada vez mais trabalhadores qualificados é a computação em nuvem. A relevância na análise de dados para os próximos anos traz a necessidade de profissionais específicos para tratar de informações delicadas e dos ambientes . A oferta de empregos e a quantidade de alunos formados na área não é compatível. De acordo com o Relatório Perspectivas do Mercado de Trabalho do Macrossetor de Tecnologias de Informação e Comunicação, da Brasscom, há uma diferença de 30,2% entre a demanda e a oferta por profissionais de tecnologia. Enquanto entre 2019 e 2024 surgiram mais de 665 mil vagas, houveram cerca de 464 mil formações dentro do mercado de TIC.
“Além disso, há uma dificuldade latente do mercado em encontrar profissionais seniores, que, de alguma maneira, sejam capazes de acompanhar a evolução da tecnologia”, comenta a CRO da Escola da Nuvem, Ana Letícia Lucca. Por isso, a Escola da Nuvem investe em cursos profissionalizantes para pessoas desempregadas ou em sub-empregos, com baixos salários e pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica. A formação mais buscada na entidade é de “Fundamentos em Tecnologia e Computação na Nuvem + IA”, que tem o objetivo de introduzir os principais conceitos e serviços da nuvem.
Reskilling e upskilling
A transformação digital ainda gera uma obsolescência acelerada de habilidades. Segundo o levantamento do WEF, funcionários podem esperar que 39% de suas habilidades serão transformadas ou desatualizadas até 2030. Com isso, reskilling (requalificação) e upskilling (aprimoramento) tornaramse estratégias centrais.
A FIAP, por exemplo, tem apoiado empresas com programas e challengers corporativos. A instituição tem sido muito cotada para auxiliar na oxigenação dos seus times, provocação criativa e novas formas de pensar.
A faculdade oferece soluções personalizadas para empresas, com foco em reskilling, upskilling e inovação aplicada. Um case de sucesso é a parceria com a PwC Brasil, em que instituições co-criaram um ecossistema de aprendizagem contínua para preparar colaboradores da PwC para os desafios da transformação digital.
“O futuro pertence a quem entende a tecnologia, mas, acima de tudo, sabe como gerar impacto positivo com ela. A tecnologia não é o nosso fim, é o nosso atalho”, complementa o doutor.
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Logística Reversa
Gerenciamento de Ativos
função de garantir a destruição e sigilo dos dados, mas também em garantir que os equipamentos e seus componentes sejam eliminados de maneira certa com o menor impacto possível na natureza”, afirma o diretor da Ingram Micro Brasil, Paulo Fernandes.
as certificações exigidas de mercado. O parceiro ainda pode usar o valor dos equipamentos usados como desconto na compra dos novos”, explica Fernandes. Os produtos com maior incidência no programa são os notebooks e desktops. Contudo, o plano está
diretor da unidade de negócios Ingram Micro Lifecycle, Guilherme Barreiro.
Os próximos passos do ITAD no Brasil envolvem a expansão para novas geografias, o fortalecimento de sua relevância no contexto das práticas ESG e o governança em todo o processo.
“Esses pilares demonstram o compromisso da Ingram Micro com a sustentabilidade, a responsabilidade social e a excelência em governança, tanto em âmbito global quanto no contexto brasileiro”, finaliza Fernandes.
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