Issuu on Google+


Editorial

S

omos graduados em Comunicação Social UMC/SP e resolvemos criar esse blog para postar o que pensamos, o que gostamos. Por isso o nome “Mundo Híbrido” pois é uma mistura de tudo. Criada em 2010, no primeiro ano do curso de comunicação, a agência PLUGIN publicidade tinha como proposta atender ao projeto de PPM. A finalidade era apenas aquele, nada muito ambicioso, queríamos juntar um grupo de colegas de classe para trabalhar no desenvolvimento de um tema específico. Ao passar de certo período, fomos amadurecendo, encaramos situações desagradáveis como uma forma de aprendizado, e levamos os bons momentos como conquistas de nossos esforços. Em 2011, no Projeto Propagação com o tema: Advergames, ganhamos a menção honrosa. Relatamos, com muito orgulho, que o mérito adquirido, se deve ao suor da equipe. Para este ano de 2012 nosso objetivo é mostrar que queremos e que podemos mais. Iniciaremos um projeto, no qual trabalharemos efetivamente com um cliente, dessa forma, detalhamos aqui, que a política de nossa agência é respeitar o posicionamento estratégico do mesmo, mostrando que sua participação durante o desenvolvimento da campanha será essencial e de extrema importância. Ao mesmo tempo, levaremos soluções de maneira criativa, inteligente e eficaz, e hoje, afirmamos com muito orgulho, que somos formados por uma equipe que acredita no seu próprio potencial. As cores escolhidas para o logo não foram por mero acaso. Na publicidade, o preto segue duas vertentes opostas, onde pode representar melancolia, depressão e tristeza, por outro lado essa mesma cor significa dignidade, poder, elegância e sofisticação. Já o amarelo representa inteligência, comunicação, bom humor e brilho. Ativa o sistema nervoso, o aparelho digestivo e estimula o funcionamento do cérebro. O amarelo é estimulante. Sendo uma cor imprecisa pode produzir vacilação no indivíduo e dispersar sua atenção. A combinação do preto com o amarelo é o que melhor se vê a distância, o contraste é perfeito. As duas cores juntas resultam em algo interessante e eficaz. . Uma boa técnica é o que nos torna melhores como profissionais, contudo, acreditamos que ela venha junto com nossas experiências diárias. O convívio com familiares e amigos, nos acrescenta novas inspirações, idéias e planejamento. Concluímos então, que a agência PLUGIN se encaixa em um perfil no qual todos se destacam por qualidades distintas, nossas percepções entram em contraste, porém cada um tem sua liberdade para pensar ou agir, respeitando a espontaneidade alheia. São nossas diferenças que nos unem a uma só ideologia: estar conectado ao mundo.


ÍNDICE |

18 | CAPA

Desperate Housewives; a série que comoveu o EUA e o mundo

15 | GAMES Favela Wars: O game de estratégia Brasileiro que traz confronto no Rio

20 | ANIMES Os Cavaleiros do Zodiaco: Lenda do Santuário chega no Brasil em Julho

22 | CINEMA Orações Para Bobby - Uma História real

26 | LITERATURA O Livro do Amor Vol. 1 Da Pré- história a Renascença / Vol 2. Do Iluminismo à atualidade - Regina Navarro ( Resenha)

30 | SÉRIES E TV O From dusk till dawn the series (Um Drink no inferno) Estreia no Brasil pela Netflix

30 | artigo America latina se rende ao sucesso global provocando reações diversas;


CAPA |

D

Desperate Housewives: A série que comove

esperate Housewives é, na verdade foi uma premiada série de televisão americana, criada por Marc Cherry, e transmitida pela ABC de 2004 à 2012. Em Wisteria Lane na cidade ficcional de Fairview, o tema da série é a vida de cinco donas de casa, durante as suas lutas domésticas enquanto vários mistérios são desvendados. O estilo da série combina com elementos de drama, comédia, mistério e novela. A série, ao todo, teve 39 indicações ao Emmy Awards, ganhando 7. Em 5 de Agosto de 2011, A ABC anunciou que a oitava temporada da série também seria a última. O último episódio foi exibido em 13 de maio de 2012. Em 2005 foi uma das séries mais vistas em todo o mundo. Vou denunciar Desperate Housewives por me fazer uma pessoa viciada na vida alheia e no que se esconde por trás da felicidade dos moradores de Wisteria Lane. Nessa minha curta vida de seriadora, poucos pilotos de séries me instigaram tanto e me deixaram tão curiosa como o de Desperate Housewives, mas nós vamos falar disso logo abaixo.

Poucas séries conseguem fazer o que Desperate Housewives fez, que muito além de sobreviver oito anos com um ótimo nível de audiência todos os domingos, ir embora com a dignidade do dever cumprido. Do mesmo jeito que Mark Schwahn disse que aconteceria com One Tree Hill, Marc Cherry disse que vai acontecer com DH: elas se vão, mas a vida em Wisteria Lane continua.

que ficam escondidas na sua vida “perfeita”, mas que sofrem muito mais do que deixam aparentar. A série fez tanto sucesso que surgiram vários “spin offs” que na verdade não são isso. O canal Bravo lançou várias séries chamadas de “The Real Housewives of…” e tem de vários locais… Orange County, Atlanta, New York e são realities shows que acompanham a vida de verdade

Do mesmo jeito que Mark Schwahn disse que aconteceria com One Tree Hill, Marc Cherry disse que vai acontecer com DH: elas se vão, mas a vida em Wisteria Lane continua A história: Desperate Housewives começou quando Marc Cherry estava com sua mãe vendo uma reportagem sobre Andrea Yates, uma mãe texana que afogou seus cinco filhos porque não suportou o peso da maternidade. Quando acabou a reportagem, ele ficou pensativo sobre como uma mãe pode fazer esse tipo de coisa e a mãe disse que já tinha pensado em fazer o mesmo. Cherry começou então a observar essas mulheres,

dessas mulheres, do mesmo jeito que a gente pode fazer com DH. Além disso, a série ganhou adaptações pelo mundo inteiro. Aqui no Brasil, a RedeTV trouxe “Donas de Casa Desesperadas”, que não deu muito certo, mas não vamos entrar nos méritos dessa produção. Você pode até pensar: “Nossa, uma série sobre donas de casa? Que chatice! Prefiro ver novela!” e talvez é por isso mesmo que você vai amar tanto DH. O pequeno


eu mais de 120 milhões de telespectadores “que” de novela mexicana da série, com muitos plots twists e cenas que você fica: “mas que merda acabou de acontecer?”, te conquista desde o piloto. E quando você acaba o piloto, você não consegue mais parar!

E

lenco: Sabe o que acontece quando você junta um monte de bons atores e atrizes e dá boas histórias pra todos eles? Eles viram amiguinhos! E fazem séries lindas e cenas emocionantes. O elenco de DH é um dos mais unidos de todos que eu “conheço”. É claro que em oito anos de convivência eles tiveram algumas brigas e a mais famosa delas é a do produtor executivo da série com Nicolette Sheridan, a Eddie, mas fala sério, hoje é pra comemorar essa jornada e nós não vamos falar de brigas. Todos os atores e principalmente as atrizes de DH são muito fofos e dá vontade de colocar todo mundo no bolso e carregar pra sempre.

W

isteria Lane (wisteria é o nome de um arbusto muito comum da família das “fabaceae”, a glicínia. O nome da Rua seria Alameda das Glicínias) é o nome da rua onde é ambientada a série Desperate Housewives. A Alameda Wisteria está localizada na cidade fictícia de Fairview, Eagle State (também fictício), e é uma típica rua de subúrbio estadunidense. Na Alameda Wisteria, moram as Desesperadas: Susan Delfino, Bree Van de Kamp, Lynette Scavo, Gabrielle Solis, Angie Bolen, Katherine Mayfair, Edie Britt (e na segunda temporada Betty Applewhite; anterior a série Mary Alice Young. A cidade cenográfica, bem como os estúdios onde são gravados os episódios, localizam-se na Colonial Street, dentro do Universal Studios em Hollywood,

Desde a terceira temporada até a sétima temporada, houve uma catástrofe particular ou episódio de grande conflito (meio da temporada) que envolve todo o elenco de uma maneira ou de outra. Estes episódios de desastres vem no intervalo entre 7°-10° e incluem a morte de um grande personagem ou um personagem recorrente (como nas temporadas 1 e 2, mas esses não foram os episódios de desastres, pois envolvem apenas uma história particular). Um tema recorrente nestes episódios é que um personagem que está causando muita confusão ou chantagem na vida de uma das desesperadas normalmente é morto.


CAPA |

A mãe de Bree Mason faleceu na noite de Natal, atropelada enquanto ia dar um presente aos vizinhos do outro lado da rua. O pai de Bree, Henry, casou-se com Eleanor, que sempre foi um pouco fria para Bree. Na universidade, Bree conheceu Rex Van De Kamp, e os dois casaram-se. Sabe aquela personagem que você ama muito, mesmo com todos os defeitos e problemas? É a Bree. Bree é republicana, que fique bem claro. E controladora obsessiva. Enquanto tudo não estiver em perfeita harmonia ela não para. É também uma exímia cozinheira e uma mãe… obcecada? Nem tanto. Tudo que Bree quer é a perfeição. Ela é casada com Rex, mãe de Danielle e Andrew e como muitas pessoas, ela se esconde atrás das aparências. Como se uma vez que as coisas estão no lugar, tudo vai continuar assim por muito tempo, impedindo o desabamento. Bree é rica, bonita, tem filhos saudáveis e um casamento respeitável, já que o marido é um médico. Ao longo da primeira

temporada, a gente percebe a desconstrução da personagem, que de egoísta e mesquinha, do tipo não posso ter um fio de cabelo fora do lugar, passa a ser uma pessoa que a gente sente pena e quer abraçar e dizer que vai ficar tudo bem ao longo da série. Bree é baseada na mãe do seu criador, Martha Cherry. A família de Bree é baseada na adolescência de Marc. Originalmente, Marcia Cross audicionou para o papel de Mary Alice Young. No entanto, quando ela entrou na sala de audições, Marc pensou imediatamente que ela era perfeita para desempenhar o papel de Bree. Bree e o seu primeiro marido Rex tiveram os seus nomes derivados dos nomes de outras personagens de duas outras séries de Marc Cherry, “The Five Mrs. Buchanans” (“Bree”) e “The Crew” (“Rex”). Lynette Lindquist nasceu filha de Stella, sendo a mais velha de três filhas. As suas duas irmãs mais novas são Lucy e Lydia.

Enquanto era nova, Lynette tinha problemas com a mãe, que era uma toxicodependente. Quando Stella foi diagnosticada com um cancro, Lynette perguntou-lhe se ela se sentia como se estivesse a ser castigada por tudo o que fez de errado. Quando cresceu, Lynette tornou-se numa mulher de negócios, numa empresária de marketing de sucesso, ganhando até imensos prémios, dirigindo muitas pessoas e aparecendo em artigos de jornais. Quando ficou grávida, o seu marido, Tom, sugeriu-lhe que ela deixasse o seu emprego, pois as crianças saem-se melhor com mães que ficam em casa. Quando descobriu que estava grávida de gémeos, Lynette ficou irritada, pois queria apenas um filho. Hoje em dia, Lynette toma conta de cinco crianças. Casada com Tom Scavo, na relação mais bonita da série inteira (in my opinion),


Lynette começa a série como mãe de três pestinhas e uma bebê fofa: os gêmeos e filhos mais velhos Preston e Porter, o filho do meio, Parker (que tem quase a mesma idade dos gêmeos) e Penny. O mais legal é que Lynette não queria filhos e desistiu da carreira como executiva famosa para ser mãe. Lynette é manipuladora e faz de TUDO pra conseguir o que quer. O que não a faz menos humana. Pelo contrário. Eu diria que Lynette é de todas, a que mais chega perto da minha realidade. Eu realmente amo Lynette e em todas essas temporadas, foi a personagem que mais me fez chorar e refletir. Gabrielle Marquez nasceu em Guadalajara, no México, assim como o seu actual marido, Carlos Solis. Filha de Lucia Marquez, Gabrielle foi abusada pelo seu padrasto Alejandro quando tinha apenas quinze anos.

Envergonhado, Alejandro deu-lhe dinheiro para ela viajar para Nova Iorque e deixou a mãe dela. Gabrielle conseguiu emprego como modelo de revistas e desfiles de moda, e desistiu da sua carreira antes dos trinta anos para se mudar para Wisteria Lane, Fairview, com o seu marido, Carlos. Como Carlos está sempre fora em viagens de negócios, Gabrielle inicia um caso amoroso com o seu jardineiro adolescente John Rowland. Eu devo começar a falar de Gaby dizendo que eu amo todas elas muito, mas a Gaby eu amei desde o primeiro momento que ela apareceu, então ela é minha preferida. Não sei se é por causa da personalidade marcante, das tiradas fantásticas, das crises de riso que ela me causou ou dos momentos em que me fez chorar muito. Pode ser porque Gaby é a que menos se parece comigo e de um jeito, ela se parece demais

Gaby é egoísta. É meio queima filme falar isso, mas eu também sou assim. Acho importante ser egoísta em alguns aspectos da vida. Gaby também é pra mim, a personagem que mais cresceu durante a série inteira. Veja bem, ela cresceu, mas não perdeu sua essência. Ela ainda é a mesma Gaby do piloto, mas muito mais humanizada e muito mais querida. Anyway. Gaby é casada com Carlos Solis, mas a gente vê no piloto que ela é como um troféu para o marido. Talvez por isso, ela esteja pegando o jardineiro, interpretado pelo maravilhoso Jesse MetCalfe. Ao longo da série, a gente percebe que entre altos e baixos, Carlos e Gaby realmente se amam muito e eu amo eles muito também! Susan é a mais atrapalhada de todas as personagens. Sabe aquele que você olha e fala: “bom, graças a Deus a vida dela não é a minha!”, mas nem por isso ela deixa de ser adorável.


CAPA | É a única das quatro que começa a série divorciada e cuidando da filha, a espeta Julie, que tem idade mental mais elevada que a mãe, mesmo tendo só treze anos. Ela vive em pé de guerra com o ex marido, Karl Mayer, um advogado sem noção nenhuma das coisas, mas está mesmo de olho em Mike Delfino, o novo morador e encanador da rua. Susan é um desastre em forma de pessoa e talvez por isso, algumas das cenas mais engraçadas da primeira temporada fiquem por conta dela. Lembra que eu falei lá em cima sobre a genialidade do piloto de DH? Pois é, a série começa com um voice over estranho. É a voz de Mary Alice Young, narrando os acontecimentos de seu dia. E ela nos alerta: quando vocês pegarem o jornal, vão ler sobre mim. E ai ela se mata. E ninguém entende porque, já que a sua vida parecia normal e perfeita. Ai está a grande sacada. Você quer saber porque ela se matou. E você embarca nessa com as amigas dela, que Mary Alice vai apresentando ao longo do piloto. Por isso eu disse que poucas vezes eu vi um piloto tão bom. Mary Alice nos intriga com sua morte e vai apresentando suas vizinhas e amigas mais próximas. E ai, lá no meio da temporada, você ainda quer muito saber o que aconteceu com Mary Alice, mas você passa a ser importar MUITO com as outras. Além disso, outra característica marcante de Desperate Housewives é o acréscimo de um mistério, que vem junto com um vizinho a cada temporada, como se cada uma delas fosse um livro bem escrito de mistério, romance, comédia e muita loucura. Ou seja, no final das contas, oito capítulos brilhantemente executados, mesmo que a oitava temporada não tenha sido um mistério em si, mas uma tentativa de encobrí-lo, muito bem feita por sinal. No meio de tantas coisas, é claro que não podiam faltar episódios chocantes, outra coisa que DH fez bem. Nos chamados episódios de desastre, que acontecem lá pelo episódio nove (jogada estratégica, já que é nessa época que as séries entram de recesso e só voltam um tempo depois), já se passaram várias situações inesperadas de verdade: assassinato, suícidio, omissão de socorro, tiroteio em um supermercado com vários reféns, tornado, uma rua em chamas, acidente de avião e até um motim. Esses episódios são ótimos e você pode acabar descobrindo grandes dicas sobre o que vem a seguir na série a partir deles.

De todos os desastres, acho que os meus preferidos são o do tiroteio em um supermercado, que acontece na terceira temporada e o acidente de avião, na sexta temporada… e devo dizer que esse último, mais por causa do episódio seguinte do que tudo. Com tantos desastres, MUITAS mort es aconteceram em Wisteria Lane. Sinceramente, essas cidades e ruas fictícias são lugares tensos demais pra se viver. Você pode conferir aqui as várias mortes de Desperate Housewives e honestamente, todas são bem chocantes.

Acho injusto tanta série boa assim acabar e uns lixos ficarem espalhados pela programação, mas é a vida. Eu ia falar sobre Marc Cherry, mas já ficou bem claro o que eu penso sobre ele né? Não? Bem, ele é foda. Pegar problemas comuns da vida cotidiana e transformar numa série que conta tanto sobre nós mesmo é jogada de gênio. Ele disse, em uma entrevista que gostaria de terminar a série com um sentimento de que a vida continua em Wisteria Lane. A vida continua mesmo, mas a gente queria ver toda semana né, senhor Marc!?

Para finalizar e parar de falar da genialidade que é esse roteiro, é importante acrescentar os voice overs de Mary Alice à lista. Todas as narrações são muito pontuais e como eu disse antes, elas fazem a gente refletir bastante sobre a própria vida. Mesmo que você não tenha os problemas que essas mulheres tem, você acaba se colocando no lugar delas e imaginando o que você faria nessa situação. E você entende as atitudes de todas elas e eu acho que isso é característica de um roteiro impecável, merecedor de todos os prêmios que possui. O FIM Eu perdi muitas coisas esse ano e ele ainda nem passou da metade. Já se foram Chuck, One Tree Hill, Fazendo Meu Filme e agora eu vou me despedir de Desperate Housewives.

De qualquer jeito, eu vou sentir muito mais falta do que eu poderia imaginar dessas donas de casa desesperadas, loucas, alegres, mães, imaculadas, malvadas, manipuladoras, safadas, obsessivas, controladoras, “machas”, especiais, felizes, deprimidas, clinicamente perturbadas, vadias, multifacetadas, traíras, chantagistas, culpadas, esposas, habilidosas, vingativas, estressadas, amorosas, sexies, compreensivas, compulsivas, viciadas, amigas, amantes, cômicas, impulsivas, engraçadas, selvagens, intuitivas, desesperadamente humanas e apaixonantemente perfeitas na imperfeição. E vou mudar a frase da Bree: de todas as séries no mundo, de tudo que passa na televisão, eu estou feliz porque vocês vieram parar na minha!


séries e tv| Ryan Murphy fala sobre “American Horror Story: Coven” e sobre as temporadas 4 e5

Terminou a terceira temporada de “American Horror Story”, chamada de “Coven”, e o site americano Entertainment Weekly conversou com Ryan Murphy, criador da série, sobre o desenrolar de Coven e seus planos para as futuras temporadas. Você sempre soube que cordelia seria a Supreme?

Foi um final bem sombrio para Sim. Eu acho que essa sempre foi a trajetória do personagem. Toda essa ela? temporada foi sobre mães e filhas, segundas chances, fases da vida e acreditando em si mesmo quando mais ninguém acredita. E se você olhar para trás, ela sempre foi assim. Mesmo no primeiro episódio quando dizem ‘Você é a Supreme?’ com tanta humildade e tristeza. Então você voltar a série e ver a história de Cordelia que tanto gostamos de fazer.”

A Sara sempre soube que ela seria a Supreme? Não, nós nunca contamos a eles essas coisas.”

Foi trágico. Foi bem triste. Mas eu acho

que isso é algo que a série faz. Sempre tem alguns finais felizes, mas eu acho que o de Fiona foi o mais hediondo de todos e também o mais deslumbrante, mas ela sabia que isso ia acontecer.

A cena em que Cordelia está fazendo a entrevista para a TV me Você sempre teve aquele final lembra muito da cena da entrevista de Lana na season finale de em mente para Fiona? Asylum, “Madness Ends”. Isso foi uma homenagem? Eu não acho que aquilo foi algo tão Talvez sim. Eu sempre amei que agora todas as garotas de todo o mundo podem ser um pouco mais livres e bem mais fora do armário. Foi uma metáfora para tantas coisas. Mas eu consigo ver a similaridade nisso.

Eu adoro a miséria de cada pessoa. Agora, o que foi divertido criar?

Com certeza a parte mais divertida foi a da Madison. Existiram vários tipos de histórias divertidas. Foi tudo sobre não ser visto, não ser escutado. Eu acho que a história divertida de se criar foi a de “Misty Day”, porque eu sempre achei que dissecar sapos é uma coisa medonha para uma criança fazer. E também sempre foi um pouco triste. A história dela é sobre todas as coisas vivas e sobre ter que as assistir morrer sempre e sempre. É algo bem perturbador.”

ruim para ela. Eu acho que o inferno dela – e talvez esse meu pensamento seja porque eu sou um pai de primeira viagem e penso dessa forma -, mas eu acho que o real inferno para ela seria acordar um dia e ver que ela conseguiu estragar a própria filha. Durante toda a temporada ela esteve socializando e curtindo e viajando e fazendo sexo. E bem no final, mais precisamente em sua linda cena de morte, ela reconheceu a tragédia de seus erros em sua vida.”


Eu sei que Sarah e Jessica amam trabalhar juntas. Elas gostaram de filmar o final da série juntas? Sim, elas amam trabalhar juntas. Elas são ótimas amigas. Eu não acho que a Jessica gostou muito de todas aquelas horas na sala de maquiagem. Mas ela levou na esportiva. Eu sei que ela amou a escrita das cenas e ela também amou sobre o que foi escrito. Ela é uma mãe e ela ama cenas emocionantes.

Quanto tempo levou para fazer a maquiagem da Jessica? Horas e horas. Primeiro, você tem que começar criando o esqueleto e depois criar o cabelo saindo dele. Não é bem fácil. Mas ela é durona, a Jessica. Jessica é uma das belezas do mundo mas ela sempre gostou de se esconder atrás dos personagens. Ela gosta disso. Vejam a trabalho dela em ‘Grey Gardens.

Um dos meus momentos favoritos foi Queenie dançando sob o controle de mente de Cordelia? Sim, foi uma cena bem engraçada. Tem umas coisas bem engraçadas nesse episódio.

Você pode dizer algo definitivo sobre quem está voltando para a próxima temporada? Eu não quero falar porque nem se quer começamos os contratos e eu literalmente comecei a ver isso nessa segunda. Eu estarei me encontrando com algumas pessoas e os escritores ainda não começaram seu trabalho

Voltando atrás, agora que acabou, o que você achou de Coven? “Eu sinto que é o meu preferido. Mas eu digo isso em toda temporada, porque eu sinto muita tristeza em ter que dizer adeus. Eu achei que foi muito divertido trabalhar em Coven e foi muito desafiante. Eu tenho as próximas duas temporadas planejadas e eu gosto muito de ambas. Eu estou admirado que a série cresceu tanto, porque quando criamos essa temporada todo mundo achou que teríamos números baixos por ser algo tão específico. O fato de conseguirmos os melhores números da série com essa temporada é algo muito interessante e prova que você nunca consegue prever o que as pessoas vão gostar. Eu fiquei surpreso e em choque. Estou muito orgulhoso. Eu amei todos os atores, todos os vestimentos e a produção de design desse ano foi incrível. Eu achei que todo o departamento da série fez um trabalho incrível. Próximo ano será tão desafiante quanto esse, porque será tão bizarro e louco e gótico. Minha intuição é que, se você amou essa temporada, você vai amar a próxima. Tem o mesmo tom de comédia.”


artigo|

M

uitos dias não deveriam existir, pois nos lembram de um fardo enorme que a sociedade carrega fardo esse, antigo e ultrapassado. Existem dia das mães, dia de Natal, dia de páscoa, dia disso, dia daquilo e o dia do contra, sim, o dia do contra e por que existem os dias do contra? A maioria das datas sempre são em comemoração há alguma coisa. O comércio ferve e o sabor do capital transpira, enfim, o importante aqui é entender a comemoração dos dias do contra. Fazendo uma análise pela internet você encontra o bendito dia do contra, porém em outro sentido, algo pejorativo “o dia que lúcifer caiu do céu”.

G

Os dias do contra Os últimos dias foram em comemoração aos dias do contra, contra a discriminação racial e o dia Internacional da Síndrome de Down, ambos caíram no mesmo dia são casos diferentes, mas com a mesma essência, aliás, toda discriminação tem a mesma raiz entre algumas, o medo e as diferenças. Agora você está sentado lendo esse texto e na sua mente pensando: Que horror! Preconceito, eu não tenho, bem, em nosso inconsciente sempre apresentamos preconceito sobre determinada situação ou objeto não tem como fugir, o problema é partir para discriminação superficial e sem lógica. No entanto, se comemoramos tantas datas agraciadas onde presenteamos pessoas amadas, os dias do contra foram criados justamente pela necessidade de combater e debater alguma ferida aberta na sociedade que necessita de cura.

O dia internacional da mulher foi fruto de uma historia terrível e um acontecimento catastrófico, o dia deveria se chamar: dia contra a discriminação da mulher e sua luta, Podemos olhar horrorizados para um coleguinha que olhou torto para uma criança especial ou chamou de retardado pelo fato dela não conseguir acompanhar os demais colegas em algumas tarefas da escola, ou imaginar que o cidadão trabalhador de 25 anos foi espancado por causa da cor de sua pele, é terrível! Porque comemorar o dia contra discriminação racial? Afinal não somos iguais? Seria utópico idealizar um mundo sem os dias do contra? Não custa tentar, quem sabe não precisaremos mais destes dias, todavia enquanto existir precisa ser tratado e gradativamente abolido, porque só existem dias do contra porque existem feridas abertas.

A revolução do patinho feio

ritos, caras pintadas, multidões, cartazes com frases “Queremos justiça” ficou na história do Brasil assim como em muitas revoluções em todo mundo. Se em uma determinada época as pessoas saiam na rua para protestar, seja de modo progressivo, pacífico ou radical, denunciando as mais profundas mazelas em uma tentativa de promover mudanças econômicas, políticas, culturais e sociais de uma sociedade. Hoje,a motivação nobre e singular continua, entretanto, tudo começa nas comunidades onlines isto é, redes sociais. O uso das redes sociais, como plataforma primária em desencadear uma revolução de massa, tem tomado forças nos últimos anos, principalmente nas revoluções de minorias, desafortunados, excluídos e estigmatizados.

Entramos em uma aldeia interligada onde os indivíduos com interesses semelhantes se reúnem em prol de uma causa maior e perspicaz, ou em algumas vezes nem tanto. Embora as redes sociais desenvolvam um papel cultural e social fundamental na construção de uma geração baseada cada vez mais na rede, os caminhos para travar uma luta ainda é requer mais atenção e quebras de alguns preconceitos. De fato, podemos enfatizar aqui, a luta da classe trabalhista, negros, homossexuais que voltaram a sua voz para as redes sociais numa revolução por condições melhores ou direitos civis. A partir do momento que toda a espécie de protesto (Charges, reuniões on-line, hashtag via twitter) é usada para excitar uma revolução em massa, percebemos a dimensão que essas comunidades estão tomando a favor daqueles que por muito tempo foram ignorados e excluídos. Para tanto, a revolução dos patinhos feios agora é uma realidade sem precedentes.


séries e tv|

Avenida Brasil e “los Hermanos latinos”

Por Wanderly Neupomoceno

America latina se rende ao sucesso global provocando reações diversas; Quem se lembra da novela Avenida Brasil? Pergunta boba, é claro que todos, ou pelo menos a maioria dos brasileiros. Até mesmo aqueles não adeptos de novelas, ouviram muito falar em Nina, Carminha, Tufão e sua trupe do Divino.

No Chile a novela já terminou, mas o sucesso foi tão grande, que a emissora transmitiu o último capítulo em horário nobre, já que a trama foi exibida no período da tarde. Após mudar o horário de exibição do

Se você pensa que a novela acabou e que já é passado, ou que agora é só aguardar o “vale a pena ver de novo” da rede Globo, em certa parte sim, pelo menos para nós telespectadores brasileiros. Mas em muitos países a trama de

capítulo final o Canal 13 do chile com certeza se arrependeu e muito, de não ter feito isso antes, pois a emissora alcançou um resultado histórico, que nenhuma outra novela havia proporcionado ao ser exibida na faixa das 22h00 .

João Emanuel Carneiro está a todo vapor e enlouquecendo seus telespectadores, e enlouquecendo de verdade! Na Argentina a novela se tornou o programa mais visto de sua faixa horaria (as 16h30 da tarde), e o sucesso é tanto que o acidente de carro sofrido por Isis Valverde virou capa de revista, e não é só isso não os programas de TVs fazem reportagem sobre a vida pessoal dos atores e atrizes, com mais destaque para Cauã Reymond e Murilo Benício, que tiveram a vida contada em detalhes, tudo para saber quem namorou mais as colegas de trabalho. Isso sem falar nas várias matérias que o jornal Clarin fez sobre a trama, nem a pequena Mel Maia escapou, a garotinha prodígio foi parar na Caras Argentina.

E não é só os dados de ranting que virou notícia não, os atores da novela também fizeram muito sucesso por lá, e Cauã Reymond que o diga, já que surgiu uma certa reportagem no Chile informando que ele é gay. Sem falar nos reportares que vieram ao Brasil apenas para entrevistar Adriana Esteves e Cauã Reymond, e ele que o diga de novo, pois foi assediado por uma repórter bem safadinha. E para espanto de todos em fevereiro Avenida Brasil estreou no México, e está sendo transmitida em pleno horário nobre pela TV Azteca, e para lançamento da novela a emissora contou com a presença de Debora Falabella e Vera Holts, que foram entrevistadas em vários programas para falar da trama e seus personagens.

E pra alegria da emissora mexicana a audiência no horário de transmissão da novela aumentou em 60%, ficando atrás apenas de sua concorrente Televisa, principal produtora de novelas no México. Dale Avenida Brasil! Que aliás não levou só confetes e serpentinas pra terra da tequila não, foi preciso levar também muita arruda e sal grosso pra espantar os recalcados de plantão, tudo porque os artistas da própria TV Azteca criticaram a emissora por colocar uma trama internacional em horário nobre, mas claro eles foram simpáticos e elogiaram a novela, mas disseram que é preciso valorizar os atores e as produções mexicanas. E se você se espantou com a atitude dos artistas do México, não se preocupe a próxima notícia com certeza não vai te surpreender, eu falo dos nossos Hermanos Argentinos, que por sua vez criticaram as mídias por darem destaque para a novela e seus atores, e claro não faltou críticas a Telefé por transmitir uma novela brasileira, e as críticas passaram das redes sociais e foram parar em programas de tv, e alguns artistas, sabe sebe se lá porque, não foram muito simpáticos, argumentaram que “no Brasil produto Argentino não entra”. Pelo visto a rivalidade entre vizinhos vai além do futebol!


From dusk till dawn the series (Um Drink no inferno) Piloto Por Gilbson Fonseca

Mais uma série de vampiros para quem gosta estreou dia 19 de março. Se formos comparar com The Vampire Diaries e True Blood , From dusk till dawn the series (Um Drik no inferno) está mais para True Blood. Bom, para quem não sabe a série é baseada no filme de 1996 com o mesmo título e é uma série original Netflix, mas você provavelmente encontrará no sites para assistir online. Infelizmente a Netflix mudou, antes eles lançavam todos os episódios de uma vez só, contundo, agora, será liberado 1 por semana. Os irmãos Seth Gecko (D.J. Cotrona) e o explosivo Richard “Richie” Gecko (Zane Holtz), assaltaram um banco estão foragidos deixando vários mortos. Em seu encalço, estão o FBI e os Texas Rangers Earl McGraw e Freddie Gonzales. Ao entrarem em um mercadinho - aqueles típicos no meio do deserto que vemos em filmes americanos o

Richie começa a flertar com uma cliente, nesse momento ele começa a ver na cliente uma outra mulher . Richie tem alucinações/visões de uma mulher (Eiza González) que provavelmente é uma vampira sussurrando coisas que o perturbam, ele comete um monte de cagada revelando-se para os que estavam no estabelecimento que eles eram os assaltantes procurados pelo FBI. Os policiais Earl McGraw (Don Johnson) e Freddie Gonzalez (Jesse Garcia) que já estavam atrás dos criminosos chegam no mercadinho por acaso, a partir daí a trama esquenta com muito tiros, negociações, e sangue. O episodio segue a linha flashbacks, aliás nem sei se é isso mesmo, explico-me. Algumas cenas começam com determinado desfecho, depois começa a passar várias situações anteriores aquela cena em questão explicando melhor o que aconteceu.

Pelo que vi a série tratará também do espírito de vingança, não vou dizer porque, pois terei que contar boa parte do piloto. Talvez por ser inspirada em um filme eu achei que no primeiro episódio faltou justamente o importante. vampiros! Esperaremos o episódio 2 para ter uma ideia melhor. Para quem assistiu o filme provavelmente já se familiarizou com a série, para quem não viu, como eu, só nos próximos episódios para ter uma noção melhor.


Gilbsonf


fonsecA


literatura| Por Gilbson Fonseca

A

O Livro do Amor Vol. 1 Da Pré- história a Renascença / Vol 2. Do Iluminismo à atualidade - Regina Navarro ( Resenha)

História do amor e da sexualidade é muito extensa e complexa. Como a própria autora afirma, só foi possível ter dados sobre esse tema por causa de um ramo da História que é “a História das mentalidades –ramo este, que estuda os sentimentos das pessoas, o que pensavam, temiam, desejavam e sentiam -, ao contrário da História tradicional ,datas,acontecimentos e etc. A primeira manifestação do amor segundos Antropólogos, foi a 40 mil anos atrás quando começaram a enterrar os entes queridos enfeitando seus túmulos com flores. Antes do patriarcado se firmar só existiam Deusas e as mulheres eram cultuadas pois acreditava-se que os filhos vinham do ar ou por poderes mágicos e ela era a única que podia conceber a vida. A partir daí, quando o homem descobriu que tinha participação na concepção de uma criança começou a propriedade privada “isso é meu” e é claro, o poder sobre a mulher – pois queriam filhos legítimos, até então não existia papeis sexuais definidos. Na Grécia antiga ou há 3000 anos a.C quando começou a História escrita, as pessoas começaram a colocar por escrito seus sentimentos. A cada capítulo do livro, tanto o volume 1 e o 2 há uma história da literatura para nos levar a refletir como o amor era em cada época - Na Grécia o culto a sexualidade era

explicito, porém as mulheres casadas eram dominadas por seus maridos, tenho como papel somente ter filos saudáveis. Os homens podiam ter um amor livre, se relacionar com a Heterias – (espécie de prostitutas) e os éfebos (jovem rapazes). O amor entre dois homens era a perfeição, pois a mulher era tão desvalorizada que o amor só podia acontecer com os homens, porque na Grécia o ser macho era uma espécie de semi-deus. Uma vasta literatura sobre o amor é escrita, sempre ligada a tragédia, os gregos inventaram uma deusa do amor Afrodite. Depois que a Grécia foi invadida por Roma, as coisas mudaram , os homens desenvolveram a ideia de prudência lutando contra o amor visando evitar sofrimentos. O amor em Roma era encarado como diversão. O casamento era algo privado. Foi até escrito o manual do adultério. Diferente da Grécia, o amor entre o mesmo sexo era puramente físico e evitavam-se emoções. Entretanto, começou a surgir um movimento o “cristianismo” trazendo uma nova moral e a ideia de carne e pecado que dantes não existia. Mas só foi ganhar força no sec. III (antiguidade tardia) o que caracterizou pela desvalorização do corpo, recusa ao prazer, castidade e a culpa, e a desvalorização da mulher e uma nova ética sexual caracterizada em principio pela monogamia.

O império romano torna-se cristão cominando com a queda do mundo clássico, o casamento e amor tornaram-se algo “divino” somente para procriação. Na idade média o amor tornou-se mais divino ainda, só era aceito amar a Deus, dissociando amor e sexo. O que é engraçado porque a prostituição era aceita pela Igreja, porque as prostitutas mantinham a ordem, ou seja, as mulheres castas não ficariam devassas. Já no livro 2 Regina nos apresenta nesse livro, como as noções de amor que concebemos desde pequenos são construídas culturalmente. Em contraponto ao que pensamos o amor não é algo atemporal, mas revela-se em diferentes formas de acordo com cada época. Do Iluminismo à atualidade a Regina apresenta sempre uma história, seja ela verídica, ou da literatura, ou do cinema para representar o amor naquela época. O que é muito interessante, pois é na literatura, filmes, novelas que vemos a fotografia de uma sociedade. Assim foi no Iluminismo, a idade da razão, porém esse sentimento denominado amor cai em desprestígio nas classes intelectuais e o amor chega a ser algo ridículo, não podendo transparecer tal sentimento. Os bailes de máscaras que o diga, fez muito sucesso nessa época, a traição era algo moralmente questionável, mas era comum.


A seleção: O velho conto de fadas literatura jovem| para meninas que sonham com o príncipe A seleção, da autora Kiera Cass , autora que por sinal é nova no ramo, é um livro para jovens/adolescentes é um conto de fadas moderno com resquícios dos velhos contos que conhecemos. Pelo que pude notar as meninas amaram a historia e eu amei a capa. Em uma época futurística o EUA não existe , agora é um país chamado Iléa na qual não existe democracia, e as classe sociais são an verdade casta, ou seja da casta 1 a casta 8. A realeza fazia parte da 1º, o miseráveis da 8º , entre esses extremos existe America Singer que faz parte da casta 5, representada pelos artistas, pintores e etc. Ela tem um relacionamento secreto com Aspen, um garoto da casta seis, que seus pais jamais aprovariam por ele ser de uma casta inferior a dela. Em Iléa, quando o príncipe atinge a idade de 19 anos, é feito uma espécie de concurso chamado de A Seleção 9 uma reality show transmitido pela rede no país. America acaba se inscrevendo a pedido de Aspen, que se sente culpado por não poder dar a ela uma vida melhor, e por insistência de sua mãe e de May. Ela concorda em participar do concurso e acaba sendo uma das garotas selecionadas. Se ela vencesse seria ótimo para sua família que passaria a ter uma condição melhor de vida

A

Aspen, sentindo-se incomodado por não poder dar o melhor para ela, termina o namoro. America vai para o castelo participar da seleção sem esperança de ser uma das escolhidas, mas podendo render algum dinheiro para a família. No castelo America sentindo-se aprisionada resolve uma noite ir passear no jardim. Acaba conhecendo o príncipe Maxon, é super grosseira com ele e descobre que ele não é o que ela imaginava, o príncipe é educado, charmoso, inteligente e com uma imensa bondade. Caindo em si pela falta de educação que cometera pede desculpas. Acabam ficando amigos e fazendo um acordo. O príncipe a deixaria ficar e ela seria sua amiga e confidente ajudando-o no que fosse preciso, pois além de ter que administrar o país tinha que ter tempo para escolher uma das garotas para ser a sua princesa. Os rebeldes de colônias que odiavam Illéa atacam o palácio inúmeras vezes enquanto as selecionadas estão por lá. Com o tempo America vai percebendo que a política de Illéa é muita mais complicada, e secreta, do que todos imaginam.

Deus, um delírio - Resenha

A obra é dividida em dez capítulos, cada um deles tem sua temática muito bem desen volvida. Dawkins desnuda a religião e todo alicerce que a sustenta, em quase 500 páginas. O mais interessante do livro é realmente trazer a ideia que Deus é uma hipótese como qualquer outra - se pessoas o afirmam, deve então provar essa afirmação - a partir daí Dawkins usa todo seu sarcasmo para dissecar todas as religiões e principalmente as monoteístas. No primeiro capítulo ele aborda sobre a religião ter um respeito merecido e ter a cobertura do Estado, ele também aborda os diferentes níveis de crença do 1° ao 7° nível. Fala do experimento da fé, um estudo que foi pago por religiosas , porém não deu certo. Dawkins analisa os argumentos para existência de Deus e refuta-os de 1 em 1, . A partir do 3° capítulo usa vários conceitos de biologia, ai a leitura pode se torna mais técnica, ele foca principalmente o cristianismo e o islamismo, aborda sobre as raízes darwinianas da religião, no final de tudo ele conclui que Deus na verdade é um Deus das lacunas , se ainda não há explicações para determinado fim, coloca-se deus. O sétimo capítulo Dawkins mostra como o mito do Deus bom não vem do Antigo Testamento, no qual o Deus é vingativo, egoísta, perveso e mal. outro ponto é sobre a doutrinação de crianças que para ele é uma espécie de abuso infantil – crianças judias, crianças muçulmanas, crianças cristãs , crianças neo-liberais, mas enfim, ele gerou muito debate com esse livro no meio intelectual, justamente por escreve sobre um assunto delicado de tamanho apelo emocional e fé para milhões e milhões de pessoas, mesmo com a predominância da racionalidade científica e filosófica no meio acadêmico. Já por outro lado, provocou fúria nos espaços religiosos , prova disso é que apologistas cristãos escreveram uns 2 dois livros


cinema|

Orações Para Bobby - Uma História real Orações para Bobby’ é um filme para ver e refletir. Um filme para todos. É impossível assistir ao filme e não se emocionar com a história real de Bobby Griffith e Mary Griffith,(1979)

I

Por Gilbson Fonseca

nterpretados por Ryan Kelley, e Sigourney Weaver. As interpretações são marcantes, e Sigonery Weaver está brilhante, o que lhe rendeu o Globo de Ouro de melhor atriz. O filme feito para televisão é baseado no livro homônimo do jornalista Leroy Aarons, (Prayers for Bobby) de 1995, e conta a história real do jovem Bobby Griffith. Foi exibido na TV americana no canal lifetime em janeiro de 2009 abrindo o debate homossexualidade–família–Igreja. Orações para Bobby” conta a emocionante história de Mary Griffith (Sigourney Weaver), uma religiosa Presbiteriana que tem a família perfeita 4 filhos e seu esposo, o desejo dela era passar a eternidade com sua família e segue à risca todas as palavras da Bíblia que lhe foram ensinadas.

Quando seu filho Bobby (Ryan Kelley) revela ser gay aos 16 anos, ela imediatamente leva o filho para terapias médicas e cultos religiosos com o intuito de “curá-lo” coloca papelzinho em toda casa com versículos bíblicos “Eu sou puro de coração”,” Se pedi todas as coisas de coração receberás” entre centenas de outros versos Bobby teve suportar as intervenções religiosas da mãe para afastá-lo do pecado. No entanto, ele não suporta a pressão e se atira de uma ponte, encerrando sua vida aos 20 anos de idade. Depois desse fato, Mary descobre um diário do garoto e passa a conhecer melhor o mundo do seu filho e seus conflitos. Este é não é um filme de final feliz, mas mostra que depois do final infeliz pode haver um recomeço. Mesmo que ele seja duro, angustiado e cheio de culpas nos questionamentos sociais e


uanto à homossexualidade. Sim, este é um filme que se conta o final, mas que não termina com a morte de Bobby, mas com tudo o que vem depois. E para a mãe Mary Griffith, o depois seria o inferno, pois seu filho teria cometido o pecado da homossexualidade. O filme é também uma história sobre o amor materno. Um filme intenso, dramático, e que espelha ainda hoje a realidade de muitos jovens no mundo. O filme traz alguns trechos narrados do diário de Bobby onde ele escreve: “Eu não posso deixar que ninguém saiba que eu não sou hétero. Isso seria tão humilhante. Meus amigos iriam me odiar, com certeza. Eles poderiam até me bater. Na minha família, já ouvi várias vezes eles falando que odeiam os gays, que Deus odeia os gays também. Isso realmente me apavora quando escuto minha família falando desse jeito, porque eles estão realmente falando de mim. Às vezes eu gostaria de desaparecer da face da terra… Às vezes sofro tanto… Estou assustado e sozinho. Estou condenado. Estou afundando lentamente num vasto lago de areia movediça. Um poço sem fundo. Gostaria de poder rastejar para baixo de uma pedra e dormir para sempre. [...]Posso sentir os olhos de Deus olhando para mim com pena.” Com a morte de Bobby começa a jornada de redenção de Mary Griffith, cujas últimas palavras que disse para seu filho foram “Eu não posso ter um filho gay”. A parti daí o filme trata da angústia de Mary, angustiada, questiona-se o tempo todo. Como poderia um garoto tão bom e puro de coração ir para o inferno? Querendo cuidar da alma do filho morto, Mary procura respostas na própria religião, mas não as encontra tão fácil. Para muitos, pouco importaria saber se sua alma estivesse no céu ou não. Mas ela gostaria que estivesse. Mais que um filme temático, ‘Orações para Bobby’ é uma jornada emocional em busca do que há de mais digno em um ser humano, o seu caráter e amor. Superação – Ele desapareceu, mas as suas angústias sobreviveram personificadas na imagem da sua mãe. Tal angústia materna supera e vence os ranços religiosos. Quebra os paradigmas sobre a palavra de Deus e suas interpretações por parte dos religiosos intolerantes. Principalmente no clichê de que Deus abomina o pecado, mas ama o pecador. Mas se Deus é tão poderoso e perdoa tudo, por que não salvou a vida de Bobby? É entre a palavra de Deus e a memória do filho que Mary Griffith tem que escolher. E o faz da forma mais humana, ainda que tardiamente.

‘Orações para Bobby’ é um filme que todo cristão deveria ver, pois trata de um tema complexo e provoca fortes emoções em quem assiste. O filme nos leva a refletir sobre um tema tão delicado.

Às vezes sofro tanto… Estou assustado e sozinho. Estou condenado. Estou afundando lentamente num vasto lago de areia movediça.


música|

O

disco combina heavy metal e elementos modernos, o talento da vocalista Manda Ophuis, a produção e mixagem do tecladista Joost van den Broek, ex-After Forever. The Quiet Resistance meio que faz um paralelo entre o Lacuna Coil pós Shallow Life e o Evanescence de sempre, e se deixar até lembra vagamente o Amaranthe, já que todas as bandas fazem parte dessa invasão de modernismo. Destaques: Afterlife é a repetição do meu apego à baladinhas sem sofrer das dores do coração. A música tem uma letra até bem simples, mas muito significativa, e que ganha um colorido extra graças a interpretação emotiva de Manda; Como agora ando mais ligada em bandas que antes eu não estava, foi fácil ter curiosidade de ouvir High Enough, pois a faixa traz o dueto entre Manda e a bonitinha da Charlotte Wessels, vocalista do Delain. O resultado é bem fofo; It’s Over por sua vez é o outro lado da moeda, pois Manda dueta agora com Marcus Klavan do BulletProof Messenger, outra banda que assim como o Nemesea fez parte do projeto Sellaband. Matt Litwin (também do BulletProof) participa como DJ e programador da música. Conclusão: The Quiet Resistance pode ser basicamente definido como pé no chão, sem exageros e experimentos mal sucedidos, característica que recentemente eu tenho buscado muito nas bandas. Graças a esse disco o Nemesea está em sua melhor fase, mais bonita e com melhor sonoridade, que serviria sem problemas como trilha de um game.

T

udo começa com uma rápida introdução falada ao som de um violino, que então cede espaço para Shot In The Dark, uma abertura que lembrando algo que o Wakashimazu costuma dizer no Waka Review, é uma bela “voadora”. In The Middle of The Night é interessante: tem um ritmo que me lembra o power metal clássico, e Faster (que fora divulgada antes como single) é uma música ideal para exemplificar o quão moderna banda está, principalmente “por culpa” dos teclados. Mas se você quiser algo que lembre um pouco mais os trabalhos anteriores, Fire and Ice é uma boa pedida. É uma baladinha mais orquestrada que não esconde outra mudança extremamente positiva: a voz de Sharon. Em The Unfogiving ela adotou uma voz mais semelhante à The Heart of Everything (música) por ser mais agressiva, menos sutil, mas ainda assim belíssima. Isso pode ser bem visto também em Where Is The Edge, que possui um perfil de easy listening parecido com o de What Have You Done (música que eu também gosto), e me faz sentir uma carga emocional também parecida com a de Frozen. Por fim, quero falar de Murder, que é sombria, literalmente mortal, onde Sharon é o destaque outra uma vez, mostrando que é uma vocalista mais versátil do que poderia se esperar. Resumindo? Por ter fugido de alguns clichês e ter sido corajoso, The Unforgiving (favor não confundir com Unforgiven, do Metallica) é marcante para a banda e fãs, sem dúvidas. Ah, e a história (conceitual), vocês podem conhecer através do site da banda,?

Review d nemesea

within temptation


de albuns Gostando ou não, é inegável que Celine Dion sabe cantar e é uma das mais bem-sucedidas artistas que já existiram. E, após muitos anos na estrada, muitos milhões de cópias vendidas e muitos prêmios conquistados, tudo acaba ficando mesmo muito previsível. A saída buscada por Celine em “Loved Me Back To Life” foi diversificar. O repertório começa carregado com bases eletrônicas, mas com linhas melódicas puxadas para o lado viajante. Encaixam-se aí a faixa-título, “Somebody Loves Somebody” e um dueto meio sem graça com o rapper Ne-Yo (de novo!). Já “Water and a Flame” é mais sóbria e melancólica. Vale lembrar que ela foi escrita por Daniel Merriweather e gravada também por Adele, o que dá uma ideia do que vem pela frente. Como Celine Dion apenas interpreta canções e não as escreve, o disco conta com um batalhão de compositores (de Sia Furler a Diane Warren) e produtores e músicos descolados e experientes que assumem essa função. O dueto com Stevie Wonder na clássica “Overjoyed”, de autoria do próprio, é um dos destaques do trabalho por razões obvias. Outro bom cover é “At Seventeen”, de Janes Ian. Mas existem também faixas bastante genéricas em sem brilho, geralmente as baladas. Felizmente, elas não são maioria. “Loved Me Back To Life” traz uma Celine Dion não tão aguda e mais contida, o que é uma excelente notícia. De qualquer forma, quem tem birra com a canadense vai encontrar facilmente motivos para criticá-la, assim como seus seguidores também terão fortes argumentos para continuar amando a “diva”.

“É mais do que apenas um álbum para mim”, Lea Michele recentemente disse à Billboard sobre seu álbum de estréia, “Louder”. “É um pedaço da minha vida que eu estou tão feliz que está aqui para me ter para o resto da minha vida. Agora que está saindo, é inacreditável.” É fácil ver por que ela está tão emocionada. Até este ponto, o sucesso musical de Michele foi confinado a canções da Broadway e os covers de “Glee”. Mas com “Louder”, ela está olhando para se juntar às fileiras de Katy, Miley e Taylor – e não é um salto irracional. fãs de “Glee” são os fãs de pop, então por que não misturar os dois?

Os benefícios de voz altamente treinada de Michele, e ela não parece fora do lugar dentro do contexto dos hinos do clube dançante e baladas crescentes que são a marca registrada de “Louder”. Mas liricamente, “Louder” é um pouco de um lado, como muitas vezes ela canta sobre os perigos de relacionamentos, mais e mais, de forma que todos nós temos ouvido muitas vezes neste momento. Ainda assim, é um esforço contínuo que mostra que ela tem a promessa como um bona fide artista pop. Da próxima vez, espero, ela vai cavar mais fundo na alma Lea. Quais músicas em “Louder” merecem ser virado para cima? Confira nossa análise faixa-a-faixa do LP de estreia de Lea Michele.

Com o talento de Lea Michele, sua versatilidade musical e o grande leque de produtores que ela tinha a disposição, fica inconclusivo como ‘Louder’ acabou por se tornar algo decepcionante. O disco não configura perda total, mas está longe de ser o que deveria. Como ouvinte, não consegui compreender qual o ponto que ela e a gravadora (ou, quem sabe, apenas a gravadora) quiseram chegar com a escolha de canções tão fracas em sua grande maioria e que provavelmente não causarão o menor impacto, com exceção de alguns fãs que provavelmente acharam o material perfeito e digno de grandes nomes da música. Enfim, talvez com a Lea explicando, nós consigamos entender.


artigo| Por Wanderly Neupomoceno

Hit do Carnaval ou Vergonha Nacional? Este ano de 2014 todos que foram a uma festa de carnaval, ou ligaram a TV,Alias mal gosto é o que mais se vê pelo país nos últimos tempos, e essa música não fugiu a regra, e se você ainda não analisou a canção, ou não conhece, segue a letra para “apreciação”. Alias mal gosto é o que mais se vê pelo país nos últimos tempos, e essa música não fugiu a regra, e se você ainda não analisou a canção, ou não conhece, segue a letra para “apreciação”. Se você pensa que eu errei a letra fique sossegado, não errei não, está é mais numa das varias canções que falam de dinheiro, de perder casa e carro, e ser pobre. E como não ficaram contentes resolveram também Hã! Como? Que bom que ele nos avisou, pois nos próximos protestos vamos providenciar cartazes escrever neles Lepo Lepo, porque pelo visto esta é a palavra de impacto pra mudar uma nação.

foram surpreendidos por uma música que até então era desconhecida pela maioria dos brasileiros. Mas mesmo desconhecida pela população a mídia já dizia “novo hit do carnaval”.Claro que você já se tocou e descobriu de que canção estou falando, pois a até então desconhecida Lepo Lepo acabou indo parar na boca de jovens, adultos e até crianças. E foi justamente ouvindo as pessoas cantarem com tanto entusiasmo e alegria, que pensei : o que levam as pessoas a gostarem da música e consecutivamente elegê-la como hit? E pior ainda, porque nossos célebres artistas ajudam a propagar tamanho mal gosto, mesmo sabendo que o Brasil possui grandes músicos e compositores, que estão esquecidos a margem da sociedade? Será que as pessoas pararam para analisar a letra da música que cantam e disseminam com tanto fervor?

Ah, eu já não sei o que fazer Duro, pé-rapado e com o salário atrasado Ah, eu não tenho mais pra onde correr Já fui despejado, o banco levou o meu carro Agora vou conversar com ela Será que ela vai me querer? Agora vou saber a verdade Se é dinheiro, ou é amor, ou cumplicidade Eu não tenho carro, não tenho teto E se ficar comigo é porque gosta Do meu rá rá rá rá rá rá rá o lepo lepo É tão gostoso quando eu rá rá rá rá rá rá rá o lepo lepo

seguir a onda de palavras (nem sei se podemos chamar assim) que não significam nada, e não fazem sentindo algum. O que mostra a total falta de criatividade e bom senso dos novos compositores e músicos brasileiros.

E se não bastasse a vergonha que temos que chamar de música, Márcio Victor vocalista da banda Psirico em uma entrevista a revista Caras disse que “Lepo Lepo é um grito contra o capitalismo”.


GAMES e ANIMES| Sailor Moon vai ganhar série especial Para os fãs de Sailor Moon, uma alegria! Para a nova geração que nunca viu, uma oportunidade de conhecer esse anime que marcou uma época. Foram no total 200 episódios. Serena, que é protagonista tem um jeito destramenhada e inusitado de resolver os problemas junto com as outras guerreiras. Em 2014 para comemorar os seus 20 anos, “Sailor Moon” vai ganhar uma série ! A nova série se chama “Crystal”, como dá para ver na imagem acima. De acordo com o fã-site SOS Sailor Moon, a história mostrará a desajeitada Usagi (Serena, no Brasil), que vai ter a missão de encontrar suas companheiras e o misterioso Cristal, que também está sendo procurado pela perigosa rainha Beryl. Será que a missão da Sailor Moon vai ter sucesso? O novo anime vai ser baseado fielmente no mangá “Bishojo Senshi Sailor Moon”, ou seja, nem é um remake do primeiro anime, nem uma continuação das temporadas existentes. Ah, e olha só que bacana: em breve esse mangá será lançado pela primeira vez em português no Brasil! Demais, né? “Sailor Moon Crystal” vai ser exibido a partir de julho no Japão e em outras partes do mundo. Vai ser uma ótima oportunidade de todo mundo matar as saudades da diva dos animes nos anos 90 e relembrar os velhos tempos em que todos nós ficávamos grudados em frente à TV Manchete para ver o anime.

The Last of Us vence BAFTA Awards Depois de uma vitória incontestável no DICE Awards, a Naughty Dog adicionou mais alguns prêmios à sua sala de troféus no BAFTA Awards, concedido pela British Academy of Film and Television Arts. The Last of Us venceu quatro categorias, inclusive a de Melhor Jogo do Ano. Os principais concorrentes foram GTA V e Tearaway, que conquistaram trÊs troféus cada. Veja abaixo a lista completa de finalistas e vencedores do BAFTA Awards 2014:

Melhor Jogo do Ano

The Last of Us Assassin’s Creed 4: Black Flag Grand Theft Auto V Papers, Please Super Mario 3D World Tearaway

Melhor Jogo de Ação e Aventura The Last of Us Assassin’s Creed 4: Black Flag BADLAND Grand Theft Auto V LEGO Marvel Super Heroes Tomb Raider

Melhor Jogo para Família

Tearaway Animal Crossing: New Leaf Super Mario 3D World Skylanders SWAP Force Rayman Legends Brothers: A Tale of Two Sons Melhor Jogo de Estratégia e Simulação Win Papers, Please Civilization V: Brave New World Democracy 3 Forza Motorsport 5 Surgeon Simulator 2013 XCOM: Enemy Within



Mundo Híbrido