Gazeta da Zona Leste - 1962

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DA ZONA LESTE

MÃES GUARDIÃS

Segunda chamada será amanhã

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho da Prefeitura de São Paulo divulgou na última quarta-feira, 27, a segunda chamada para o Programa Operação Trabalho, na modalidade Guardiãs da Alimentação Escolar. As mulheres precisam se dirigir à sede da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, amanhã, 1º de setembro, das 9 às 11 horas. > VEJA + PÁGINA 4

Renato Góes celebra sequência de projetos na TV

Há quase 20 anos na tevê, Renato Góes assumiu todas as doses de pressão e exigências que o remake de “Vale Tudo” carrega. Ainda assim, em meio a toda a tensão de refazer uma clássica obra da teledramaturgia, ele encontrou caminhos de alívio, tranquilidade e, principalmente, prazer ao encarnar o esforçado Ivan. > VEJA + PÁGINA 7

Prefeitura amplia em duas horas

A Prefeitura de São Paulo está ampliando a jornada escolar no ensino fundamental da rede municipal de ensino de 7 para 9 horas diárias, totalizando 50 horas/aula semanais. A medida, aprovada pelo Conselho Municipal de Educação, representa um avanço na política de educação integral da cidade. > VEJA + PÁGINA 5

JORNADA ESCOLAR
DIVULGAÇÃO

A solução para as cidades está na natureza

Até 2050, cerca de 70% da população global viverá em áreas urbanas. A expansão das cidades tende a agravar os impactos da mudança do clima e afetar ainda mais as populações que vivem em regiões vulneráveis, como encostas, margens de rios e zonas costeiras. Ondas de calor, escassez de água, enchentes, perda de infraestrutura, serviços públicos sobrecarregados e aumento das desigualdades sociais serão desafios crescentes para os centros urbanos em um mundo cada vez mais quente. É preciso repensar. A urbanização desordenada, que ignora a lógica dos ecossistemas naturais, compromete não apenas a qualidade de vida, mas também os serviços ambientais essenciais à sobrevivência humana. Cidades impermeabilizadas, com áreas verdes escassas e insensíveis à degradação de ecossistemas naturais costeiros como manguezais, restingas e recifes de corais vêm enfrentando dificuldades crescentes para lidar com os extremos climáticos. É nesse cenário que ganham força as Soluções Baseadas na Natureza — abordagem que alia conservação, restauração ecológica e tecnologias inovadoras baseadas em infraestrutura verde para enfrentar os desafios urbanos. Além de economicamente vantajosas em relação às obras de engenharia convencional, essas soluções representam uma oportunidade eficaz de transformar o modelo de desenvolvimento urbano no Brasil. Recuperar áreas degradadas, ampliar a arborização, restaurar nascentes e mananciais, conectar parques e expandir áreas verdes em territórios periféricos significa agir simultaneamente por justiça climática, saúde coletiva, biodiversidade e segurança hídrica.

comportamento

Pessoas

não são máquinas

Construir relacionamentos humanizados é a melhor forma de exercer a liderança. Afinal, liderar não é apenas conduzir processos ou atingir metas, mas compreender que pessoas não são máquinas e que cada indivíduo carrega consigo sentimentos, histórias e crenças que moldam suas ações e reações.

Quando substituímos o “eu” pelo “nós”, passamos a enxergar o outro como um ser completo e estabelecemos vínculos que transcendem as responsabilidades profissionais, criando conexões verdadeiras e eficazes. Esse é o papel de quem lidera: estimular, orientar e inspirar.

Essa ideia não é um segredo. Afinal, a vida humana é marcada por relacionamentos desde antes de sua estreia no mundo, no nascimento.

Com o passar dos anos e à medida que nos tornamos líderes em diferentes atividades, sejam elas profissionais ou em qualquer outro campo, damos os primeiros passos na liderança imitando comportamentos, padrões de decisão, premissas etc. Não está errado, é natural termos referências, mas é necessário buscar a emancipação para seguir nossas próprias premissas e paradigmas.

Estar à frente de uma equipe é também uma relação baseada na troca de confiança, à qual se atribui um alto valor. A habilidade de se relacionar com outras pessoas, especialmente de trocar confiança entre elas, é um dos traços mais significativos e é primordial para ocupar os cargos mais altos.

Ser referência para uma equipe, por exemplo, exige atitudes sinceras e honestas, que promovam o diálogo aberto entre seus membros. Mas isso não é suficiente. Além de promover ações afirmativas pró-ambiente de confiança, cabe ao líder combater todo tipo de atitudes que possam minar esse ambiente, como fofocas, mentiras, privilégios etc.

Quem estimula boas relações cria bons ambientes, propícios a diversas conquistas, que vão desde bons números e índices de qualidade no ambiente de trabalho até avanços em temas nos quais a organização anteriormente patinava.

Ou seja, as relações humanizadas no ambiente de trabalho têm potencial para desenvolver conexões genuínas, concretas, honestas e verdadeiras, que devem ser praticadas e incentivadas. O resultado? Realizações extraordinárias.

Júlio Volpp é mestre e doutor em Administração de Empresas

MEIO AMBIENTE

Lixo eletrônico: O desperdício silencioso

Presentes na maioria dos lares e empresas, os equipamentos eletroeletrônicos incluem desde utensílios básicos de cozinha até dispositivos de tecnologias de informação e comunicação, tais como telefones celulares e laptops. Cada produto tem um perfil de vida útil específico, o que significa que possuem diferentes quantidades de resíduos, valores econômicos e potenciais impactos na saúde e no meio ambiente, se reciclados de maneira inadequada. Quando o tempo de vida desse produto termina, ele se torna um resíduo eletroeletrônico (REEE).

Desde 2010 os REEEs aumentaram significativamente: isso se deve principalmente ao fato de que mais pessoas estão tendo acesso a celulares e Internet. Por exemplo, o mundo conta com mais de 7,7 bilhões de assinaturas de telefone celular e, no Brasil, 83% dos indivíduos com dez anos ou mais possui telefone celular (NIC.br, 2019). Pode-se dizer que cada morador teve em média 3 aparelhos celulares nos últimos 10 anos, o que equivale a uma vida útil de mais ou menos 3 anos por aparelho.

A rápida obsolescência de dispositivos eletrônicos somado à constante evolução da tecnolo-

gia tem dado mais espaço para o descarte inadequado desses aparelhos, representando uma ameaça significativa ao meio ambiente e para a saúde humana. Os dispositivos eletrônicos contêm uma variedade de materiais tóxicos, como mercúrio, chumbo, cádmio e substâncias químicas perigosas. Quando esses produtos químicos entram em contato com o solo e a água, podem poluir o ambiente e prejudicar a fauna e flora local.

Existem soluções sustentáveis para lidar com o lixo eletrônico. Isso inclui a reciclagem adequada de eletrônicos, a reutilização de componentes e a doação de dispositivos ainda funcionais para organizações que podem fornecê-los a comunidades carentes. Além disso, muitas empresas agora estão adotando programas de reciclagem e recondicionamento de dispositivos para reduzir o impacto ambiental.

Na minha experiência como empreendedor nesta área, com a reciclagem correta é possível recuperar cerca de 60% de metais preciosos (outro, prata, cobre); 15% de plásticos (que tem uma taxa de reciclagem bem abaixo da de metais devido a complexidade das misturas dos materiais); e 50% de vidro.

Marcelo Souza é especialista em economia circular

METRÔ - Estudo prevê extensão da Linha Verde até o Tatuapé

De acordo com Ismael Molina, gerente de Planejamento de Transporte Metropolitano, há um estudo em andamento sobre a possível extensão da Linha Tamanduateí até a estação Tatuapé. “Constantemente fazemos a revisão da rede e colocamos em estudo linhas futuras. Dentro disso cogitamos esta possibilidade de extensão, que faria a ligação até o Tatuapé”, disse. Como ainda é um estudo, as possibilidades para o traçado são várias. “Estamos analisando as alternativas”, explicou o gerente, reforçando que

a filosofia do Metrõ é de trabalhar com o mínimo de desapropriações, mas que em alguns casos é inevitável não acontecer. “Para a realização deste trecho serão necessárias algumas desapropriações, mas quantas e onde não podemos dizer.” Molina destacou ainda que a rede está em revisão desde o ano passado, e que um dos benefícios que o trecho Tamanduateí Tatuapé traria seria a alternativa de desafogar o número de passageiros que circula diariamente pela Linha 3 Vermelha que está no seu limite máximo.

Juliana Baladelli Ribeiro é bióloga
Perspectiva ilustrada da Fachada
Perspectiva ilustrada da Piscina

PROGRAMA MÃES GUARDIÃS

Prefeitura faz segunda chamada

ASecretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho da Prefeitura de São Paulo divulgou na última quarta-feira, 27, a segunda chamada para o Programa Operação Trabalho – POT Mães Guardiãs, na modalidade Guardiãs da Alimentação Escolar.

As mulheres precisam se dirigir à sede da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, na Rua Líbero Badaró, 425 - 12º andar – Centro, amanhã, 1º de setembro, das 9 às 11 horas, munidas de documentos pessoais e que comprovem o perfil exigido do programa como ter idade entre 18 e 59 anos, ser moradoras

da Capital, estar desempregadas há mais de seis meses e não estar recebendo, neste momento, o seguro-desemprego.

COMUNIDADE ESCOLAR

Outras exigências são renda familiar de até meio salário-mínimo por pessoa da família e ter filho matriculado na rede municipal de ensino ou pertencer à comunidade escolar, como avós, cuidadoras e responsáveis legais pelos bebês, crianças e adolescentes, que estejam nas escolas da Prefeitura de São Paulo.

Também serão analisados a escolaridade a partir do ensino fundamental incompleto, comprovantes de vacinação contra Covid-19, entre outros documentos.

As mulheres atuarão no projeto pelo período de 12 meses, com possibilidade de renovação por mais seis meses, totalizando 18 meses.

As beneficiárias que passarem na seleção irão atuar em equipamentos como EMEIs, Emef e Ciejas distribuídos em 13 Diretorias Regionais de Educação na Capital, num raio de dois quilômetros entre a residência e o local das atividades.

A nova turma vai receber capacitação on-line pelo Portal do Cate, Centros POT e também apoio na formação em temáticas ligadas à área pela Secretaria Municipal de Educação.

Divulgação
Nova convocação conta com lista de 70 mulheres pré-selecionadas, que se inscreveram no início deste ano

ENSINO FUNDAMENTAL

Ampliação do horário da rede municipal

APrefeitura de São Paulo está ampliando a jornada escolar no ensino fundamental da rede municipal de ensino de 7 para 9 horas diárias, totalizando 50 horas/aula semanais. A medida, aprovada pelo Conselho Municipal de Educação, representa um avanço na política de educação integral da cidade.

A nova matriz cur-

ricular traz disciplinas inéditas, como Jogos e Estratégias de Raciocínio Lógico, Escrita e Educomunicação e Investigações e Inovações, além de reforço em Literatura e Educação Digital. O objetivo é oferecer uma formação mais completa, desenvolvendo competências cognitivas, criativas e socioemocionais. Atualmente, 414,1 mil alunos entre os mais de 1 milhão da rede municipal já participam do ensino

integral em 444 unidades de ensino.

O modelo de educação integral de São Paulo é estruturado pelo Currículo da Cidade - Educação Integral, que envolve diferentes áreas do conhecimento e valoriza o território como espaço de aprendizagem. Iniciativas como o Mais Educação São Paulo, o Imprensa Jovem e o Programa de Robótica Criativa seguirão complementando a nova jornada, com ati-

Unidades vão passar de 7 para 9 horas diárias

vidades culturais, esportivas e de tecnologia.

ENSINO FUNDAMENTAL

O Ensino Fundamental no Brasil é uma etapa da educação básica obrigatória, com duração de 9 anos, destinada a crianças

a partir dos 6 anos de idade. É dividido em duas fases: Anos Iniciais (1º ao 5º ano) e Anos Finais (6º ao 9º ano).

O Ensino Fundamental é fundamental para o desenvolvimento integral das crianças, tanto no as-

pecto cognitivo quanto no social e emocional. É nessa etapa que se constrói a base para a aprendizagem ao longo da vida e para a formação de cidadãos conscientes e preparados para os desafios do futuro.

DA REDAÇÃO

Fiscalização de veículos que transportam produtos

DA REDAÇÃO

OIpem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo) realizou no último dia 26, a operação “Cavalo de Aço”, com a finalidade de fiscalizar veículos e equipamentos utilizados no transporte rodoviário de produtos perigosos, em sua maioria combustíveis, e também em cronotacógrafos, na Avenida Salim Farah Maluf, esquina com a Avenida Vila Ema. A iniciativa está alinhada às atividades de Vigilância de Mercado

conduzidas pelo Ipem-SP, na qualidade de órgão delegado do Inmetro, com foco na segurança, conformidade técnica e proteção dos cidadãos. Durante a operação, foram fiscalizados 10 veículos transportadores de produtos perigosos, dos quais 3 foram autuados por diversas irregularidades, entre elas: sistema de lacração ineficiente, permitindo acesso ao produto transportado; transporte por volume sem certificação adequada; e certificado de verificação volumétrica vencido. Dos 14 crono-

tacógrafos fiscalizados, 1 foi autuado por estar com o lacre violado.

Nos veículos que transportam produtos perigosos, os veículos-tanque, os fiscais do instituto inspecionam cerca de 50 itens do tanque que transportam combustíveis líquidos, com objetivo de prevenir acidentes, proteger o cidadão, o patrimônio e o meio ambiente.

O cronotacógrafo, popularmente conhecido como tacógrafo, é um aparelho obrigatório em veículos que transportam produtos perigosos

Fiscalização tem a finalidade de prevenir acidentes, proteger o cidadão, o patrimônio e o meio ambiente no transporte de produtos perigosos

(veículos-tanque), transportadores de GLP, caminhões, veículo escolar e transporte de passageiros com mais de dez lu-

gares, e tem a finalidade de prevenir acidentes nas rodovias ao verificar se os condutores e proprietários dos veículos estão

cumprindo a legislação no uso do equipamento, garantindo a todos a segurança nas rodovias e estradas.

Renato Góes, de ‘Vale Tudo’, celebra sequência de projetos na TV

Ohorário nobre traz naturalmente uma enorme carga de responsabilidade diante das câmeras. Há quase 20 anos na tevê, Renato Góes assumiu todas as doses de pressão e exigências que o remake de “Vale Tudo” carrega. Ainda assim, em meio a toda a tensão de refazer uma clássica obra da teledramaturgia, ele encontrou caminhos de alívio, tranquilidade e, principalmente, prazer ao encarnar o esforçado Ivan. “É um projeto incrível, mas que traz muita responsabilidade. Você acaba se sentindo muito contemplado pela carreira. São quase 20 anos de Globo. 13 novelas. É quase um abraço”, valoriza.

Na novela das nove, Ivan é um sujeito gente boa, charmoso e sagaz. Apesar de não ser uma pessoa abençoada pela sorte, ele sabe abrir seus caminhos e dorme e acorda em busca da grande oportunidade que vai mudar sua vida. Encontra em Raquel, papel de Taís Araujo, amor e apoio para sua jornada. “O Ivan é um cara super gente boa e muito ambicioso, a fim de dar certo naquilo que vê como uma justiça. Eu quero que o Brasil se reconheça nesse personagem como alguém que quer fazer de tudo para ter aquilo que acha que merece”, aponta.

P – Logo após “Família é Tudo”, você entrou para o elenco de “Vale Tudo”. O que mais chamou a sua atenção nessa participação na novela das nove?

R – Foi uma oportunidade repleta de respeito e admiração. Uma responsabilidade também, né? Mas você acaba se sentindo muito contemplado pela carreira. Uma fase muito gostosa de dedicação à minha carreira. São quase 20 anos de Globo. 13 novelas. É quase um abraço. Espero seguir por mais 20 anos (risos).

P – Qual foi o seu contato com a obra original de Gilberto Braga, Aguinaldo Silva e Leonor Bassères?

R – Eu cheguei a começar a rever a novela, mas não fui muito longe. Tentei entender o clima da novela, captar alguns trejeitos. Queria ver alguns possíveis artifícios para ter alguma conexão com o trabalho do Fagundes. Minha ideia era trazer essa essência do Ivan dentro dessa nova leitura. Queria que o público visse

O ator começou a trabalhar aos quatro anos como modelo mirim em desfiles e fazendo figurações em comerciai s

alguma conexão entre a minha construção e a construção do Fagundes. Afinal, ele é um profissional que admiro muito e gosto muito dos caminhos que ele tomou ao longo da obra. Mas também trouxe minhas reflexões.

P – Como assim?

R – Entendo que um remake como esse traz uma pressão grande. Muita expectativa. Mas procurei fazer o meu Ivan, do jeito que acredito no personagem. Um reflexo do brasileiro. Quero que as pessoas ve-

jam o Ivan e pensem: “Nossa, mas como ele fez isso?”. Mas, logo depois, pensem novamente: “No lugar dele, eu também faria”. Passo um pano para o personagem (risos). Depois de outubro, eu mudo.

P – Mas, ao contrário da Raquel, o personagem do Ivan acaba tomando atitude que geram conflitos éticos ao longo da novela. Qual a sua visão desse caminho tortuoso?

R – O Ivan é um reflexo do povo. Não quer passar por cima de ninguém, quer

correr e suar. Mas quer ver mudanças e uma progressão que vá de encontro ao esforço que ele faz. Ele sabe o que quer e onde é o lugar dele. Ele acha que tem de ter o que merece.

P – O Ivan, por mais que não tenha intenção de prejudicar terceiros, é um homem bastante ambicioso. Qual lugar a ambição ocupa no seu dia a dia?

R – Eu sou uma pessoa determinada. Ambição e ganância são coisas difíceis de relacionar. Ambição parece uma vontade cega de seguir em frente. A ambição pode até ser legal se bem utilizada. Mas prefiro dizer que sou um cara determinado.

P – Você chegou a fazer um mergulho nas suas emoções para a construção do Ivan?

R – Não acredito em quem diz que não empresta nada de si para o personagem. Sempre empresta. Somos múltiplos e plurais. Assim como o Ivan, sou um homem apaixonado. Apaixonado pela vida, pela minha família, pela minha mulher... em dosagens certas e corretas sempre podemos emprestar algo. Por exemplo, a raiva é um sentimento que pode aparecer nos personagens. Sou um sujeito tranquilo, mas já tive meus extremos de raiva.

P – Como lidou isso?

R – Terapia. Fiz terapia a vida toda. Quando pequeno, eu fazia terapia porque dava muito trabalho no colégio. Não consegui mais largar. Ajudou muito em muitas áreas da vida. Ajudou a ver meus defeitos.

CORAÇÃO DE ESTUDANTE

Fora das telas, Renato Góes ainda persiste em alguns sonhos. Um deles, inclusive, é concluir a faculdade de História. Por conta da agenda intensa de trabalhos, os estudos têm ficado de lado na rotina do ator. “Eu tranquei. Ano passado, eu praticamente só paguei (a faculdade) e não compareci. Então, decidi trancar agora”, afirma.

As idas e vindas pelos corredores da faculdade e o tempo longo para conclusão do curso não desanimam Renato de focar em seu objetivo final. “Falta um período de aulas e três períodos de estágio. Quero muito e vou terminar minha faculdade de História”, planeja.

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