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www.futebolportugal.clix.pt 22/10/13

A GLÓRIA EUROPEIA CHAMPIONS LEAGUE - TAÇA - CAMPEONATOS EUROPEUS - SCOUT


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VISÃO SOCIAL

TWEETS DA SEMANA @luispedro10 Outro golaço do Fulham! O primeiro foi qualquer coisa...

@Claudio_Moreira Quer tenha cuspido, quer não, é bom para o Josué ser castigado

@magalhaes81 2 questões: -quando é o Portugal- Suécia? -dá tempo do Maxi foder uma gancheta ao Zlatan para um mês? @JTFigueiredo Abençoada Taça de Portugal para fazer lembrar as imagens míticas dos postes em frente às câmaras nos Estádios


21/04/2012

POSTS DA SEMANA Neymar Jr. “On the road”

Sergio Ramos Cuando no hay nada de que hablar está la gran genialidad de inventar. Qué menos que saludar a tus compañeros de tu anterior equipo... ...Yo soy el primero que lo hago siempre. No todos entienden nuestro sentido del humor @isco_alarcon..Feliz Domingo


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VISÃO VERDE

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FESTA DE GOLOS FESTA DA TAÇA FRANCISCO FERREIRA GOMES FOTO: DPI.PT

uando se pensa em Taça de Portugal um estádio cheio num domingo à tarde costuma ser o cenário mais recorrente; e se normalmente enchem os estádios dos clubes mais pequenos, repletos de público ansioso por ver ao vivo aquelas equipas e jogadores que só podem contemplar através da televisão, o jogo de Domingo deitou por terra o monopólio das vastas molduras humanas pertencente aos clubes de escalões inferiores. Mais de vinte mil em Alvalade contribuíram decisivamente para um ambiente digno da Taça de Portugal, e onde a festa foi constante. “E foi assim que houve taça: duas equipas a darem o seu melhor, jogando de igual para igual num ambiente emotivo e de comunhão em torno do futebol.” No que toca ao Sporting, poder-se-ia esperar algum relaxamento e cautela, afinal de conta o próximo jogo é no Dragão, e seria de evitar qualquer tipo de imprudência que pusesse em risco esse importante encontro. Todavia, Leonardo Jardim parece ter deixado bem clara a necessidade de empenho dos jogadores, não alterando a sua forma de jogar independentemente


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do adversário. O onze não sofreu alterações de maior relativamente ao habitual, algo que se justificava devido, não só ao longo período de paragem das competições nacionais, mas também à pouca (ou nenhuma) utilização dos jogadores internacionais aquando dos compromissos das suas selecções; era necessário retomar o ritmo competitivo. E assim o Sporting entrou em campo em alta rotação, tomando rapidamente conta do jogo e impedindo qualquer veleidade a um adversário que iria deixar tudo em campo naquela que era uma oportunidade única para alguns jogadores jogarem num palco como o Estádio de Alvalade. É caso para dizer que este jogo foi especial; a vitória nunca esteve em causa, não derrotámos um rival, mas jogámos com a dedicação e concentração de quem joga uma final[…]

“[…]não podemos comparar o Alba com o FC Porto enquanto adversário, no entanto, a atitude e empenho incutida por Leonardo Jardim nos jogadores leoninos parece ter propriedades daltónicas; aos olhos da equipa as camisolas são todas iguais e merecem o mesmo tipo de respeito e dedicação.” Certamente que muito tempo passará até que possa olhar para os ecrãs de Alvalade e ver o resultado de 8-1; muito mais tempo irá passar até que os golos e as substituições do adversário mereçam a ovação dos adeptos sportinguistas. É caso para dizer que este jogo foi especial; a vitória nunca esteve em causa, não derrotámos um rival, mas jogámos com a dedicação e concentração de quem joga uma final…e de facto, para os homens de Albergaria-a-Velha, esta era mesmo uma final, um jogo para guardar na memória colectiva da equipa e da cidade. E se assim foi, o que se dirá de “Pesquina”, o felizardo jogador do Alba que, após um desentendimento de Boeck e Ruben Semedo, marcou o golo dos visitantes e levou para casa, não só uma camisola do Sporting exibida orgulhosamente na flash interview, mas também uma história para contar aos netos ao pé de uma lareira daqui a uns anos.

Apesar da diferença abissal entre as duas equipas, estava ansioso para que rapidamente resolvêssemos o jogo, afinal de contas e como se diz na gíria, «Taça é taça» e nunca se sabe o que pode acontecer. Contudo rapidamente percebi que não havia qualquer motivo para preocupação já que a concentração e empenho dos jogadores leoninos era visível e rapidamente se traduziu É certo que não podemos comparar o Alba com no marcador; após algumas oportunidades falhadas o FC Porto enquanto adversário, no entanto, a atitude calmamente chegámos ao 3-0, o jogo estava decidido. e empenho incutida por Leonardo Jardim nos jogadores leoninos parece ter propriedades daltónicas; aos olhos Mas engane-se quem pense que a segunda parte o da equipa as camisolas são todas iguais e merecem o Sporting tirou o pé do acelerador. Perante um Sport mesmo tipo de respeito e dedicação. Assim, é de esperar Clube Alba corajoso e batalhador, os leões tiveram a que o espírito leonino no próximo domingo seja em tudo maior demonstração possível de respeito pelo adversário: idêntico ao demonstrado neste último fim-de-semana, marcaram mais golos, nunca baixando o ritmo ou pois só assim poderemos alcançar o grande objectivo da demonstrando qualquer tipo de condescendência ou época: ganhar o próximo jogo. altivez. E foi assim que houve taça: duas equipas a darem o seu melhor, jogando de igual para igual num ambiente emotivo e de comunhão em torno do futebol. “[…]o que se dirá de “Pesquina”, o felizardo jogador do Alba que, após um desentendimento de Boeck e Ruben Semedo, marcou o golo dos visitantes e levou para casa, não só uma camisola do Sporting exibida orgulhosamente na flash interview, mas também uma história para contar aos netos ao pé de uma lareira daqui a uns anos.” Obviamente que não vou descrever cada um dos golos do Sporting, contudo enfatizo a técnica e instinto presente nos três golos de Freddy Montero (nada de novo), o esforço do Capel no golo que marcou (novamente, não há novidade), e ainda para a estreia de Slimani a marcar, um golo que, mesmo perante um adversário mais fraco, é muito importante para o garante de motivação do jogador. O lugar de ponta-de-lança suplente pode ser propício a uma quebra de confiança à medida que os jogos vão passando e as oportunidades para jogar vão escasseando, algo que acaba por afectar o desempenho do jogador quando este é finalmente chamado a intervir; um avançado vive de golos, independentemente de quem seja o adversário.


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VISÃO VERMELHA

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BENFICA (DES)UNITED EDUARDO PEREIRA FOTO: DPI.PT

ogar em Cinfães pedia goleada. Mesmo em vésperas de Liga dos Campeões e com um onze aos retalhos, esta terceira ronda da Taça era ideal para qualquer coisa como mudar aos dois e acabar aos quatro. Ou seis. Ou oito. Mas a história contou-se, uma vez mais, pela margem mínima: Ola John atirou para o fundo da rede e o golo, que nem foi muito bonito, lá garantiu a passagem à fase seguinte. Compreendese que, contra equipas da Liga Zon Sagres, o objectivo principal deva ser a vitória mas, numa competição em que medimos forças com clubes de escalões secundários, uma vitória tangencial nunca deixa um adepto tranquilo. Basta olhar para os resultados dos nossos históricos rivais para percebermos que há duas faces para uma mesma moeda. O FC Porto bateu o Trofense, também por 1-0, numa exibição sem exuberâncias, durante a qual terá controlado o jogo (e digo “terá” porque apenas assisti aos resumos), mas nunca se colocou verdadeiramente a salvo de um percalço, apesar de os remates mais perigosos da equipa da Trofa não terem levado a direcção da baliza. Por seu lado, o Sporting recebeu o


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modesto Alba e, sem contemplações, construiu uma verdadeira “cabazada” das antigas, fazendo a equipa da Associação de Futebol de Aveiro regressar a casa com oito golos no saco. Dirão várias vozes: “o Sporting não tem de se preocupar com as competições europeias a meio da semana”. E não tem, de facto. Mas toda a gente sabia isso desde o princípio da temporada, do mesmo modo que, no Benfica e no Porto, era facto sobejamente conhecido que o calendário ia ser, como de costume, muito exigente.

peso da camisola e uma capacidade técnica teoricamente superior. Eram suplentes? Sim, quase todos mas, tanto quanto sei, são peças com as quais contamos para lutar por títulos nesta temporada. Espera-se, por isso, que a qualidade esteja dentro dos padrões do clube. Estão desmotivados? É uma possibilidade mas, nesse caso, a direcção tem de fazer passar a mensagem de que só pode estar no Benfica quem vem para trabalhar no máximo das suas capacidades, independentemente de ser titular ou de ficar sentado no banco.

Não vou debruçar-me sobre os porquês do resultado da formação azul-e-branca, cabendo ao João Miranda esmiuçar o mesmo na Visão Azul. No que toca ao Benfica, porém, não posso deixar de manifestar preocupação pela forma como as épocas vêm sendo planeadas de há vários anos a esta parte. Sim, vamos receber o Olympiacos já amanhã e a equipa tem de estar no máximo do seu potencial. Não ganhar pode bem ser o princípio do adeus aos oitavos-de-final. Compreendo, por isso, que o Benfica não tenha entrado no terreno do Cinfães com a primeira equipa. Até aqui, nada de novo. O que verdadeiramente surpreende é a falta de soluções que os suplentes – e dois “Bês” – demonstraram ao longo dos 90 minutos. O objectivo final foi cumprido, é certo, e isso pode retirar força à crítica que pretendo estruturar, mas não consigo conceber como é que os responsáveis encarnados – Vieira, Rui Costa, Jesus, entre outros – falham tão redondamente na missão de reforçar um plantel que, como se viu na temporada passada, tem valor para chegar muito longe, tanto nas provas nacionais como na Europa. Termos perdido tudo, em termos das exibições da equipa, é secundário. Viu-se que era possível comandar o campeonato, avançar sem grandes dificuldades na Liga Europa e levar para o museu mais uma das Taças, fosse a de Portugal, fosse a da Liga. Tudo isso era possível com os jogadores que tínhamos e, como bónus, ainda jogávamos bem. A missão era só a de colmatar aquela falha que não permitiu converter a possibilidade em realidade. Fácil, certo?

Finalmente, não se pode ignorar a desunião entre quem comanda o clube e os adeptos. Sócios e simpatizantes do Benfica, já se percebeu, estão divididos no que diz respeito à continuidade da equipa técnica e direcção. A ideia de que é preciso reformular toda a estrutura parece ganhar força a cada jogo e nomes como Cortez, Steven Vitória, Sílvio, Ola John, Jardel, Funes Mori ou Rodrigo têm sido mais frequentemente achas para a fogueira do que soluções para o problema. Em vez de reforçar inequivocamente o plantel, o Benfica parece cair, cada vez mais, na dependência da inspiração das suas primeiras linhas, ficando refém das ausências de jogadores-chave, como se tem visto ao longo desta lesão de Salvio. Sendo superior à equipa orientada por João Manuel Pinto, o Benfica venceu com naturalidade e apurou-se para a quarta eliminatória da Taça, embarcando num novo balão de oxigénio para direcção e treinador. No fim-de-semana que aí vem, o embate entre Porto e Sporting pode dar ainda mais alento ao grupo de trabalho, desde que se cumpra com a obrigação de, na Luz, levar de vencida um Nacional acabado de eliminar da Taça de Portugal, às mãos do quase desconhecido Santa Maria. Dentro de uma semana, o primeiro lugar pode estar à distância de uma vitória, é certo; resta saber se as dúvidas sobre a qualidade deste projecto estarão mais longe do que isso.

Partir por três lados Errado. Se há coisa que o Benfica ganhou foi desunião e o jogo de Cinfães demonstrou-o. Primeiro, desunião entre equipas A e B. Os jovens que Jesus chamou à formação principal – Ivan Cavaleiro, Lindelöf, Bernardo Silva e João Cancelo – não trouxeram o valor que se poderia esperar deles e, note-se, o adversário era de um escalão inferior também para estes jogadores. Percebe-se que esta transição foi forçada e que não há – ou não houve, até agora – um trabalho de adaptação eficaz destes atletas à equipa principal. O resultado foi um Cinfães afoito, com várias iniciativas de ataque e que nunca deu por perdida a batalha pelo meio campo. A desunião entre o grupo de trabalho em busca da vitória também já se tornou evidente há algum tempo. A equipa exibe-se frequentemente com pouca garra e os fracassos de 2012/13 já começam a não explicar tudo. Não explicam, por exemplo, que um onze em que só dois elementos foram “pescados” à formação B não seja capaz de se impor a um Cinfães enquanto equipa, fazendo valer o


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VISÃO AZUL

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EM FRENTE COM SERVIÇOS MÍNIMOS JOÃO MIRANDA FOTO: DPI.PT

confronto entre o primeiro classificado da Primeira Liga e o último classificado da Segunda Liga não deu numa boa exibição. Uma vitória magra do FC Porto frente ao Trofense, com o Zenit e o Sporting já no pensamento. Ainda não foi desta que o FC Porto concretizou uma exibição agradável durante os noventa minutos. Os jogadores da equipa da casa foram mesmo alvo de alguns assobios no fim do jogo, pela gestão da posse de bola contra um adversário de escalão inferior e que ocupa o último lugar da classificação geral. Por sua vez, o Trofense chegava ao Dragão sem qualquer vitória no campeonato mas com a possibilidade de surpreender o campeão nacional. Paulo Fonseca mexeu bastante no habitual onze da equipa da casa. Dos habituais titulares, apenas Danilo, Fernando e Silvestre Varela alinharam de início. A maior das surpresas foi sem dúvida a presença de Victor Garcia no eixo defensivo do FC Porto. O defesa lateral colombiano de dezanove anos realizou a sua primeira partida na equipa principal, já que é peça habitual do puzzle da equipa b do clube. O FC Porto começou o jogo a pressionar o Trofense como seria de esperar. Apesar das


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intenções, a equipa azul e branca nunca conseguiu traduzir o seu domínio em ocasiões de verdadeiro perigo. A equipa da Trofa jogou num bloco baixo e dificultou ao máximo os movimentos atacantes da equipa da casa, tentando explorar o contra-ataque sempre que era possível. Só Ghilas e Danilo tinham causado algum embaraço à defesa visitante quando Varela assinou o único golo da partida. Numa jogada de Carlos Eduardo, talvez o melhor do FC Porto, Silvestre Varela rematou cruzado, fazendo o primeiro e único golo do jogo, estavam decorridos vinte e cinco minutos. A partir do golo, o FC Porto começou a jogar com menos pressão e as jogadas ofensivas melhoraram. Neste período, o jovem colombiano Quintero esteve em evidência, controlando cada decisão do ataque azul e branco. Segunda parte, mais do mesmo A segunda parte não trouxe grandes mudanças no jogo. O Trofense começou a tentar mais alguma coisa no ataque mas sem causar grandes preocupações à defensiva do FC Porto, que procurou o segundo golo mas sem grande interesse. O controlo do jogo foi feito com posse mas as jogadas de ataque já não eram tão rápidas e com tanta profundidade, até ao momento em que a bola chegava aos pés de Ricardo, o único que lutava contra o aborrecimento no Estádio do Dragão. Ghilas novamente e Quintero estiveram perto do golo mas sem êxito. Já dentro da última meia hora, o Trofense teve o lance de maior perigo. Um remate de longe de Padilla passou bem perto do poste da baliza de Fabiano. Já na parte final do jogo, só Kelvin trouxe alguma euforia ao público que assistia ao jogo nas bancadas do Estádio do Dragão. A entrada do jovem brasileiro também espevitou a equipa, que aproveitou o maior desgaste físico do adversário para voltar a carregar no jogo, mas sem sucesso. No último lance da partida, Fernando perde a oportunidade de fazer o segundo golo da partida na cara de Conrado. Esta vitória com pouco brilhantismo poderia ser mais um factor de preocupação para os adeptos do FC Porto. Servirá como atenuante a proximidade do jogo caseiro com o Zenit, bastante importante para o futuro portista na Liga dos Campeões, e o jogo para a Primeira Liga com o Sporting, num jogo que vai juntar dentro das quatro linhas os dois primeiros classificados da competição. FC Porto: Fabiano, Danilo (Alex Sandro 46’), Maicon, Diego Reyes, Victor Garcia, Fernando, Carlos Eduardo, Quintero (Steven Defour 69’), Ricardo, Ghilas, Silvestre Varela (Kelvin 62’); Trofense: Conrado, Mesquita, Dennis, Luís Alberto, Zouain, Tiago, Hélder Sousa, Marcelo, Padilla (Fonseca 64’), Viafara (Rua 87’), Preciado (Rateira 80’)


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NACIONAL ELIMINADO PELO SANTA MARIA Um golo marcado aos 39 minutos bastou para colocar o Nacional da Madeira fora da competição. A jogar em casa, o Santa Maria protagonizou a surpresa da jornada, tendo conseguido segurar o resultado até ao final da partida e ter sido o verdadeiro “tomba gigantes” da 3ª eliminatória da Taça de Portugal. Telmo Fernandes, jogador do Santa Maria, equipa de Barcelos que atua no Campeonato Nacional de Seniores, foi o herói do jogo, marcando o golo que qualificou o coletivo para a próxima eliminatória. Com este resultado, o Nacional é a primeira equipa do escalão principal a ser eliminada na Taça de Portugal.

ACADÉMICA VENCE NOS PENALTIS A única partida entre equipas da Primeira Liga aconteceu no Estádio do Restelo, e apenas foi decidida com a marcação de grandes penalidades. No entanto, a história do jogo conta-se da seguinte forma: a primeira equipa a marcar foi o Belenenses, com um golo de Fredy aos 39 minutos. A resposta da Académica só chegou no segundo tempo, com um auto golo de Diakité. Os estudantes passaram para a frente do marcador por Fernando Alexandre, sendo que aos 70 minutos, o Belenenses beneficiou de uma grande penalidade, que resultou no 2x2. Após um prolongamento sem golos e com uma Académica reduzida a 10 unidades após a expulsão de Djavan, o resultado do jogo foi resolvido através da conversão de grandes penalidades. 2x4 foi o resultado que eliminou o Belenenses da prova e confirmou a continuidade da equipa orientada por Sérgio Conceição.

GUIMARÃES SOMA E SEGUE

CURTAS DÉBORA ESPÍRITO SANTO

O detentor do troféu, Vitória de Guimarães, deslocou-se a Fátima e defrontou a equipa local, tendo obtido uma vitória expressiva, com três golos sem resposta. Perante uma equipa que milita no Campeonato Nacional de Seniores e em semana que antecede uma cartada importante por parte dos vimaranenses na luta pela qualificação na Liga Europa, o jogo começou e acabou em clima de festa para o Vitória. Ainda antes de começar o encontro, Rui Vitória, técnico vimaranense, foi homenageado pelos dirigentes do Fátima pelos 4 anos em que treinou o clube, e o técnico continuaria com motivos para sorrir pois, logo aos 7’, veria a sua equipa chegar à liderança do marcador com golo de Fernando Russi. O mesmo Fernando Russi iria bisar aos 35 minutos, e, já perto do final do encontro, Jean Barrientos, faria o 0-3 final. A equipa da cidade berço apresentou-se com poucas baixas, tendo adotado uma postura atacante durante grande parte da partida.


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CROMOS DA BOLA


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NADA NA MANGA, NADA NA MÃO MARCO MORAIS FOTO: DPI.PT

uas cartadas que poderão ser decisivas esperam um melhor jogo por parte de um FC Porto que tem desiludido exibicionalmente e que deixa os ‘experientes’ adeptos portistas de pé atrás. A ideia de que são os jogos de Champions que servem de indicador às potencialidades da equipa já por aqui foi sublinhada, e a derrota com o Atlético Madrid comprovou os receios da nação azul e branca. A equipa está longe de ser um ‘produto acabado’, assim como o seu treinador, e se outros resultados deixaram esse engano arrastar-se, a Champions, e o seu nível, nunca mostrará contemplações para com tanta fragilidade. O Atlético era, por isso, o adversário ideal para se aferir o ponto em que estava o ‘modelo’ que Paulo Fonseca quer implementar. O mesmo cedeu, a olhos vistos, e a falta de maturidade táctica esteve na origem do ‘tombo’. Uma equipa que se colocou em vantagem mas que rapidamente, depois do golo marcado, se encolheu, que deixou o adversário crescer e ocupar-lhe o meio-campo durante grande parte do jogo, que se viu empatada e que depois não conseguiu dar resposta adulta,


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não augura lógica ao tão utilizado e displicente discurso que mistura FC Porto e Final no Estádio da Luz. Sonhos são sonhos mas para trazê-los à realidade tem de existir sabedoria e sensatez por parte de uma equipa que não pode ser tão desequilibrada em tantos aspectos do jogo. São demasiados passes errados, são demasiados desposicionamentos que se fundem com uma dificuldade enorme em romper as defesas adversárias. E se Paulo Fonseca tem algum trunfo na manga, esta é uma boa altura para o mostrar. Isto porque, até agora, é a palavra imberbe a que assenta melhor ao seu ‘reinado’ no banco do Dragão. Imberbe nas declarações e tentativas de provocaçãoes (ataque a Jesus no Estoril, apelidar de italiano o Atlético, a fama de Josué com as miúdas...), imberbe na defesa do jogo da equipa (para Fonseca a equipa esteve sempre a alto nível) e imberbe na montagem táctica da equipa (quando a equipa controla não cria e quando precisa de marcar não controla). Não há castelo de cartas que dure para sempre e fica difícil a olho nu identificar a ‘rocha’ em que Paulo quer edificar a equipa. Como já foi dito, se ela existe, o jogo com o Zenit é a melhor altura de todas para a mostrar até porque o tempo começa a urgir para um ‘modelo’ que tem o condão de não respeitar o que é a tradição dos últimos anos de FC Porto, juntamente com as suas exibições e equilíbrio. E já ia sendo tempo de Paulo Fonseca rever essa matéria até porque as críticas do Tribunal azul e branco não têm por norma cair do céu. E os adeptos sabem do que falam quando comparam o futebol do FC Porto actual com o do Paços de Ferreira do ano passado. E todos eles se lembram que as exibições contra portistas e benfiquistas nada tiveram de fantástico. Ou alguém acredita que um Porto a este nível conseguisse as vitórias na Luz que o destacaram do maior rival nos últimos quatro anos? Mas esta é uma luta que nada terá de esforço e nada terá de cansativo. Os jogos, só eles, saberão dar as melhores respostas áquilo que pode evoluir na ideia de Fonseca. Wenger e Jesus são os seus ídolos e isso notase na montagem de um meio-campo com um elemento totalmente desposicionado. Aliás teremos de puxar pela cabeça para nos lembrarmos da última equipa que ganhou um campeonato português jogando com dois homens (vulgo duplo-pivot) com (imensas) preocupações defensivas no centro do terreno. Até Jesus ganhou a sua única liga com Javi García como ‘pivot’ único. E se falarmos do que tem ganho Wenger... Muito lhes encanta a fórmula de menos um a atacar e de menos um a defender. Mas os jogos, só eles, poderão confirmar o potencial (ou falta dele) de um modelo que irrita tanto como o FC Porto passar a jogar de... vermelho.

Terça-feira, 22 de outubro de 2013 FC Porto-Zenit, 19.45h, TVI FC Porto (equipa provável): Helton; Danilo, Mangala, Otamendi e Alex Sandro; Fernando, Defour e Lucho; Licá, Jackson e Josué.


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ogo interessante do grupo C da Liga dos Campeões. O Sport Lisboa e Benfica recebe o Olympiacos FC da Grécia, num jogo que pode desde já dar um avanço na luta por um lugar na fase do “mata-mata” da liga dos milhões.

BATALHA DOS SEGUNDOS JOÃO FRANCISCO FOTO: DPI.PT

O Benfica de Jorge Jesus esta época ainda não demonstrou todo o potencial que tem, tendo um dos melhores plantéis dos últimos anos, pelo menos em valor individual. Esta é praticamente a mesma equipa que atingiu a final da Liga Europa a época passada e ainda tem os acrescentos de jogadores de grande potencial como Lazar Markovic e Filip Djuricic e jogadores já com estatuto alcançado como Fejsa e Siqueira. A verdade é que os resultados não têm aparecido e o Benfica parte para este jogo em 3o lugar do respectivo campeonato nacional a 5 pontos do líder, F.C. Porto. Por outro lado, os gregos ao comando de Michel estão invictos no campeonato cedendo apenas um empate, registando um “goal average” impressionante: 242! As grandes figuras desta equipa são Mitroglou, avançado “matador” que já leva 10 golos no campeonato e que alia o poder


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físico à sua capacidade finalizadora e de desmarcação, Vladimir Weiss, o pequeno esloveno com uma técnica e velocidade acima da média, o próprio Saviola, bem conhecido dos benfiquistas e Paulo Machado, o médio português que dá um elevado grau de competência ao meio campo. Roberto e Leandro Salino são ainda outros jogadores do plantel que já passaram pelo campeonato português, S.L. Benfica e S.C. Braga, respectivamente. Falando agora na Liga dos Campeões. As águias obtiveram uma vitória caseira diante do Anderlecht e foram derrotadas em pleno Parque dos Príncipes por um Paris Saint Germain muitos furos acima dos visitantes. E é aqui mesmo que quero focar! O PSG tem precisamente duas vitórias no grupo com as duas equipas aqui em análise mesmo tendo feito jogos completamente diferentes. Se por um lado houve um Benfica apático e impotente para travar Ibrahimovic e companhia também é verdade que na Grécia os parisienses tiveram muito mais dificuldades em impor o seu jogo, sendo o resultado (1-4) muito enganador. O Olympiacos dominou a 1a parte saindo para o intervalo empatado a uma bola, com um grande golo de Weiss. No segundo tempo sofre dois golos de canto IGUAIS sendo Thiago Motta o finalizador de ambos, e o resto é história... Tudo isto para dizer que esta equipa grega não é um adversário nada fácil podendo muito bem vir arrancar um empate ou vitória no Estádio da Luz. De frisar ainda que o poderio a jogar em casa está ainda distante do que podem fazer fora de portas, mesmo tendo indo à Bélgica vencer por 0-3 o Andrelecht. Acredito que se apresentem com o onze típico, um 4-4-2, apostando assim na velocidade dos alas para surpreender a defesa encarnada. Equipa provável: Roberto; Maniatis, Manolas, Siovas, Bong; Weiss, Ndinga, Machado, Fuster; Saviola e Mitroglou. O Benfica, a jogar em casa, poderá apresentar-se com 2 avançados, visto o meio-campo dos visitantes não estar tão preenchido como na maioria das equipas do campeonato português, que se apresentam num 4-3-3. Lanço assim uma equipa provável das águias: Artur; André Almeida, Luisão, Garay, Siqueira; Enzo Pèrez, Fejsa , Matic, Gaitán; Lima e Cardozo. Quanto a confrontos directos entre estas duas equipas, na memória dos portugueses está o 5- 1 sofrido na Grécia a contar para a Taça Uefa de 2008/2009. De referir que o árbitro nomeado para este jogo é o espanhol Alberto Undiano Mallenco, e que dos três jogos da equipa portuguesa que apitou, o Benfica nunca conseguiu vencer. Lançados os dados, fica em perspectiva um grande jogo de futebol, em que a equipa da casa vai fazer de tudo para ganhar e os visitantes de tudo para levarem pontos para a segunda mão... sendo isto a batalha pelo segundo lugar. Bom jogo!

Quarta-feira, 23 de outubro de 2013 Benfica x Olympiakos, 19.45h, SportTV 1 Artur; André Almeida, Luisão, Garay, Siqueira; Enzo Pèrez, Fejsa , Matic, Gaitán; Lima e Cardozo.


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A

O ANO DA REDENÇÃO DANIEL TEIXEIRA FOTO: DPI.PT

época de 2012/2013 foi para esquecer no que toca aos adeptos nerazzurri. Com Stramaccioni ao comando do Inter, a equipa acabou o campeonato num humilhante 9º lugar na Serie A, ficando arredado das competições europeias para esta temporada. Para a TIM Cup o Inter ainda chegou as semi-finais, mas perdeu com a Roma (5-3 no conjunto das duas mãos) e na Liga Europa caiu após a fase de grupos perante o Tottenham (4-4, após prolongamento, os ingleses passaram com a regra dos golos fora). A péssima campanha na Serie A fez soar o alarme na equipa presidida por Moratti e os resultados afastaram o treinador, dando lugar esta época a Mazzarri, proveniente do Nápoles. Sem competições europeias este ano, o Inter de Milão vai procurar redimir-se da época transata estando focado no campeonato nacional, de modo a restabelecer a sua presença europeia, mas acima de tudo para recuperar o ânimo e a alma que faltou em 2012/2013. Como foi referido, Mazzarri é o novo treinador do Inter de Milão, mas não foi a única mexida, com 7 novos reforços de destaque. Será a época de 2013/2014 aquela que marca o renascer do Inter de Milão após uma


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travessia no deserto? O passado a servir de motivação Foi uma época onde tudo que podia correr mal ... correu ainda pior para o Inter. No campeonato ficou com um 9º lugar pouco honroso, com resultados mediocres, tal como as suas exibições (16 vitórias, 16 derrotas e 6 empates). A equipa acabou a competição interina com 57 golos sofridos e 55 marcados. Com a Serie A a ser uma catástrofe a equipa tentou virar-se para os outros troféus em disputa (Taça Italiana e Europa League), mas mesmo assim a equipa acabou por ser eliminada em ambos os casos, falhando qualquer conquista nesse ano. Stramaccioni sentiu na pele o descambar da péssima época quando foi demitido do cargo no final da temporada, após 14 meses como treinador principal. Sem poder dislumbrar as competições europeias este ano, o Inter procedeu a uma pequena revolução. A troca de treinador é evidente (Mazzarri é o novo homem do leme) e a contratação de jovens jogadores é mais um passo positivo para a reestruturação de um plantel envelhecido. Com um nome reconhecido em Itália como treinador e uma equipa mais jovem e com mais garra, o Inter procura assim redimir-se do ano sem glória de 2012/2013, onde dessa experiência só pode (e deve) mesmo tirar a motivação para fazer bem melhor. As novas caras O Inter de Milão para esta época contratou jovens com potencial futuro, de modo a serem não só mais valias para o estado actual do clube, como também serem activos importantes para futuras vendas (tendo em conta a situação financeira do clube). São os casos de Taider (6 milhões) proveniente do Bolonha, Icardi (6 milhões) contratado ao Sampdória e Belfodil (8 milhões) vindo do Palermo. Contratados a custo zero assinaram ainda Carrizo (Lázio) e Campagnaro que saiu do Nápoles como o seu treinador rumo ao Inter de Milão. Por empréstimo o clube ainda recrutou Wallace ao Chelsea e o português Rolando ao FC Porto e ainda fez regressar Mudingayi que estava a jogar no Bolonha. Da equipa do ano passado a nível de saidas destaca-se o fim de carreira de Stankovic, o terminar do empréstimo de Gargano, a saída de Cassano para o Parma (Obi também foi, mas por empréstimo), Schelotto foi para o Sassuollo e Rocchi encontra-se de momento sem clube. É com este toque sublime (mas importante) no plantel que o Inter vai atacar a Serie A este ano, juntando a Handanovic, Ranocchia, Ricky Alvarez, Kovacic, Guarin e Palacio esta nova fornada de jogadores jovens provenientes de Itália prontos a demonstrar serviço. Mazzarri, o comandante do “ano zero”

Com créditos firmados em Itália Mazzarri assume o comando deste Inter de Milão que procura dar tudo o que tem de modo a passar uma borracha na memória que a época transata recorda. Sempre directo, o novo treinador já explicou os objectivos: “Tendo em conta o que aconteceu o ano passado, queremos estar nas competições europeias. Este é o ano zero para nós. Os jogadores estão a lutar e já vimos algumas melhoras. Penso que os verdadeiros frutos do nosso trabalho poderão ser vistos em dois ou três anos. Temos de ser pacientes”. O homem que já conquistou uma TIM Cup pelo Nápoles em 2011/2012 até admite acabar a carreira de treinador no Inter de Milão: “O Inter de Milão é um grande clube e quem cá está tem a sensação de viver numa grande família. Vamos esperar para ver o que acontece, mas não me importava de ficar aqui toda a minha carreira”. O tempo irá ditar se Mazzarri foi o comandante ideal para este ano e se o continuará a ser por muitos anos. Mas é nele que reside a fé nerazzurri. O estilo de jogo Olhando para o 11 base que Mazzarri tem apresentado é notória uma versão mais combativa, mas também com versatilidade e capacidade de finalização que podem tornar o Inter de Milão num bom concorrente no campeonato italiano. Num 3-5-1 bem visível Handanovic é dono e senhor da baliza e a sua frente como trio de centrais tem os jovens Ranocchia e Juan Jesus acompanhados por Campagnaro. Todos eles fortes fisicamente sabendo ainda assim sair com a bola controlada. A frente desses três jogadores está o incontornável Cambiasso que coordena as operações e mais a frente tem o sempre combativo Fredy Guarin que disputa todos os lances com garra como se do ultimo se tratasse. Taider aparece neste 11 como o médio que representa a velocidade no que toca as transições no meio do terreno (fletindo para as alas de modo a que Guarin ganhe alguns metros ofensivos). Nas alas Jonathan e Nagatomo garantem o equilibrio defensivo quando descem e são a arma para desiquilibrar marcações quando sobem no campo (principalmente o japonês). Atrás do ponta de lança está Ricky Alvarez que ao que tudo indica pegou de estaca após um início conturbado quando chegou a Milão. O argentino é o virtuoso da equipa e é aquele que os adeptos olham com mais expectativa. Um “10” com o 11 nas costas, é ele que tenta servir o melhor possível o jogador a sua frente, tendo um toque de bola certo para o que a equipa precisa. Um talento pronto a mostrar-se em campo. Na frente como “homem-golo” Mazzarri aposta em Palacio. O internacional argentino de 31 anos tem como missão ser o mais eficaz possível e já com muita experiência passada, o avançado com a trança na nuca é uma excelente opção. Ainda assim o treinador tem opções no banco de suplentes que podem trazer ainda mais à equipa, como Kovacic, Icardi, Belfodi, Kuzmanovic e a experiência de campo de Samuel e do “principe” Diego Milito.

Sai do Nápoles 5 anos após ter assinado e de ter feito com que a sua equipa batalhasse no ano passado com a Juventus pelo título. Este italiano de 52 anos com historial de jogador (81/82 até 95/96, com passagem pela Fiorentina em 83/84), foi o escolhido de Moratti para suceder a Stramaccioni que apesar de ser apelidado de Mourinho não resitiu aos maus resultados. Zanetti: porque parar não é opção


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O Inter nas “mãos” de Erick Thohir Está desde 1995 no Inter, tem 16 títulos conquistados, em 2010 tornou-se o primeiro jogador como capitão de um clube a vencer um “triplete” em Itália (campeonato, taça e Champions League) e as suas qualidades valeramlhe o respeito de todos dentro e fora de campo ... Isto é Javier Zanetti. O número 4 é um ícone do clube e figura como uma das lendas do Inter. No entanto no dia 28 de Abril o azar bateu a porta do capitão, com o argentino a sofrer uma lesão no tendão de Aquiles, a lesão mais grave da sua carreira. Com 40 anos, parecia o fim da linha dentro dos relvados para Zanetti ... mas o próprio promete voltar. Seis meses depois, o argentino confirma a hipótese: “Estou melhor, acho que estou na última fase da minha recuperação. Espero voltar em breve e ficar a disposição do treinador.” Como é notório, parar não parece entrar no dicionário de Javier Zanetti que apesar da idade avançada (em termos de futebol) e com uma lesão grave, promete voltar para ajudar a sua equipa como fez durante estes 18 anos de ligação ao Inter de Milão. O contrato do “eterno capitão” termina no final desta temporada, resta saber quanto tempo mais Zanetti tem ainda para dar e para ser aplaudido pelo Giuseppe Meazza.

Erick Thohir, de 43 anos, já é dono do DC United, clube da Major League Soccer, e é também acionista da equipa de basquetebol Philadelphia 76ers ... agora é dono do Inter de Milão. Massimo Moratti, cuja família tinha em sua posse a maioria das ações do Inter, reuniu-se em Paris com Thohir,que agora possui 70 por cento do clube. “É um dia especial na minha vida. É uma honra que o sr Moratti me tenha confiado a responsabilidade de liderar o Inter até ao próximo capítulo” (ainda não é conhecido quem comandará oficialmente o clube). O Inter pode ser deste modo financiado de forma “externa” como outros casos no futebol. Com os resultados financeiros a não serem os melhores desde 2010, o clube italiano pode ver esta hipótese como uma tábua de salvação económica e também como uma oportunidade de atrair jogadores para o seu projecto. Um caminho que acaba por ser incontornável, e que mais cedo ou mais tarde, teria de ser feito.


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MUNDIAL REGRESSA A CASA RAFAEL COSTA FOTO: DPI.PT

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o falar de futebol é incontornável falar do Brasil. O país sul-americano não é o berço do desportorei mas, é um dos expoentes máximos do futebolarte. Neste momento, toda a nação brasileira está em contagem decrescente para o Campeonato do Mundo de futebol. Os olhos do Mundo estão postos no Brasil e, apesar das preocupações manifestadas pela FIFA quanto ao atraso das obras, ninguém está disposto a perder esta oportunidade. Os responsáveis brasileiros já descansaram os representantes do órgão que tutela o futebol mundial. Tudo estará pronto a tempo e horas.

do futebol. Ainda hoje este jogo é recordado como “uma espinha atravessada” na garganta de toda uma nação. Este Mundial é encarado como a oportunidade dos brasileiros “chutarem para canto” essa maldição. Para tal, contam com um renovado Maracanã e um lote de estádios espalhados por todo o país. Não será por falta de condições que o “Escrete” não conquistará o tão ambicionado hexa. De entre os palcos que acolhem o evento, sete são completamente novos: Maracanã (Rio de Janeiro), Arena Amazónia (Manaus), Estádio das Dunas (Natal), Arena São Paulo (S. Paulo), Arena Pernambuco (Recife) e Fonte Nova (Salvador). Os restantes cinco foram reconstruídos ou receberam obras de beneficiação. São os casos do Mineirão (Belo Horizonte), Castelão (Fortaleza), Arena da Baixada (Curitiba), Arena Pantanal (Cuiabá) e do Estádio Nacional em Brasília.

Aliás, os atrasos nas obras inerentes à organização do maior certame de futebol são recorrentes. Nada que tenha impedido a realização de um Mundial. Basta recuar três anos e lembrar os mesmos problemas na África do Sul. Atrasos nas infra-estruturas e segurança eram as questões que preocupavam a FIFA. As mesmas que se põem agora. Apesar dessas reservas, o Mundial africano Foi preciso esperar 64 anos para o melhor futebol do teve lugar como previsto e, decorreu sem problemas de globo regressar a uma das suas casas mais queridas. maior. Agora, resta esperar que a bola comece a rolar nos “gramados”. Até lá, vamos “espreitar” o futebol que se Esta não é a primeira vez que o Brasil acolhe a elite do pratica em cada um dos 32 países que estarão na fase futebol mundial. Na primeira ocasião, em 1950 – o primeiro final. Todas as semanas uma viagem diferente, com início Mundial realizado no pós-guerra – tudo estava preparado no Brasil e (esperemos) um final feliz em Portugal. para ser a grande festa “canarinha”. Tudo apontava para que o Brasil fosse finalmente “coroado” como rei do jogo da bola na, então recém-inaugurada, “catedral” do Maracanã. No entanto, a “celeste” uruguaia não estava pelos ajustes. A selecção do Uruguai estragou os planos dos brasileiros. Em pleno Estádio Jornalista Mário Filho – o verdadeiro nome do Maracanã – a “celeste” sagrou-se campeã pela segunda vez no seu historial. Perante um estádio a abarrotar de brasileiros confiantes na vitória, este título uruguaio constitui uma das lendas


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POUCO UNIDOS ANDRÉ SÁ FOTO: DPI.PT

rustração. Este era o sentimento dos adeptos, jogadores e treinador do Manchester United no final do jogo com o Southampton. O golpe fatal nas ambições dos “Reds” foi desferido por Lallana, médio dos “Saints”, aos 89 minutos, estabelecendo o resultado final em 1-1. Duro, muito duro, mas nem por isso surpreendente, pois este é o pior começo de época na história do clube na Premier League! Até ao momento são 3 vitórias, 2 empates e 3 derrotas, sendo que a goleada sofrida frente ao eterno rival Manchester City (4-1), e a derrota caseira frente ao modesto West Bromwich Albion (1-2), apresentam-se como os resultados mais difíceis de digerir. Claro que a derrota frente ao Liverpool (1-0), o empate caseiro com o Chelsea de Mourinho (0-0), e ainda o resultado desta jornada, em nada contribuem para acalmar os mais críticos da nova liderança de David Moyes. Mas voltemos ao jogo de sábado à tarde. Old Trafford estava cheio, para não variar, e as expectativas dos adeptos eram altas. Só a vitória interessava, pois os concorrentes directos no ataque ao título inglês já gozavam de um significativo avanço pontual. Conquistando os três pontos e realizando uma boa exibição, faria, no


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“After the match” No final do jogo Pochettino afirmou que o Southampton mereceu o empate. Por seu lado, Moyes queixou-se das oportunidades falhadas pela sua equipa. Começam a escassear as desculpas para justificar tantos pontos perdidos. A sorte do técnico escocês é que o United tem fama de dar tempo aos seus treinadores, como fez, há muitos anos, com Alex Ferguson. Apesar de ter criado algumas boas ocasiões de golo, fica a ideia que este Manchester United ainda não interiorizou as ideias do seu novo técnico. Principalmente nos jogos em Old Trafford, em que têm obrigação de sufocar os adversários, a equipa mostra-se apática e raramente consegue dominar o meio campo. A entrada de Fellaini ainda não se revelou proveitosa.Tal como Carrick, o belga não consegue unir o jogo entre meio campo e ataque, ficando assim um 1ª Parte buraco entre os dois sectores. Esta poderá ser uma explicação para o insucesso, mas a verdade é que os Relativamente ao jogo jogado, David Moyes manteve- 10 golos sofridos em 8 jogos também explicam muita se fiel aos seus princípios e repetiu o quarteto atacante coisa. Muito trabalho terá David Moyes pela frente para do jogo anterior, composto pelo “nosso” Nani, pelo recuperar os 8 pontos que separam o United do líder belga-inglês-albanês-turco-sérvio Adnan Januzaj, nova Arsenal. O fantasma de Sir Alex Ferguson (ainda) paira coqueluche do Manchester United, e pelos consagrados em Old Trafford... Rooney e Van Persie. A carne estava toda no assador, pronta a terminar com o recorde quase sobrenatural de imbatibilidade da defesa do Southampton, na qual o também “nosso” José Fonte, titularíssimo em todos os jogos até agora, tem estado em clara evidência. O que de facto aconteceu aos 26 minutos de jogo, quando Januzaj assistiu brilhantemente Rooney, que rematou para defesa apertada de Boruc, sobrando a bola para Van Persie inaugurar o marcador. A muralha do Southampton tinha sido penetrada, à terceira tentativa do holandês. Minutos depois, Rooney, assistido por Nani, viu a trave da baliza negar-lhe o 2-0. Nesta primeira parte o jogo dos anfitriões não foi consistente mas, ainda assim, criaram oportunidades de golo. Já o Southampton dominou a meio campo, com especial destaque para Wanyama e Schneiderlin, mas não criou muito perigo. intímo de quase todos os adeptos, com que o United desse definitavamente um pontapé na crise interna e arrancasse para uma época de conquistas, algo a que os seus apoiantes estão mais que habituados. Só que do outro lado estava a equipa-sensação do arranque desta edição da Premier League. O Southampton, que vinha de 3 vitórias consecutivas e que não sofria golos há praticamente 7 (!) horas, ou não fosse treinado pelo antigo defesa internacional argentino Maurício Pochettino, visitava Old Trafford com o estatuto de melhor defesa do campeonato, apenas com 3 golos sofridos em 7 jogos. Os “Saints” ocupavam o 4º lugar no campeonato, só com 1 derrota até ao momento. Além destas fantásticas estatísticas a qualidade do seu jogo era alvo dos mais rasgados elogios.

2ª Parte Na segunda parte viu-se mais do mesmo. Aos 62 minutos houve dupla oportunidade para o United: primeiro, na sequência de um canto, o cabeceamento e Van Persie foi demasiado certeiro, embatendo na barra; na jogada de insistência foi o guarda redes forasteiro a brilhar na defesa a um potente remate do miúdo Januzaj, que, curiosamente, tinha assinado um novo contrato de 5 anos com o clube no dia do jogo. Este não engana. O Southampton ia resistindo e, por vezes, conseguiase libertar no ataque. Aos 85 minutos avisou, quando o lateral direito Nathan Clyne, após boa jogada, rematou para defesa de De Gea. Aos 89 concretizou: canto da esquerda, cabeceamento de Lovren, e Lallana a tocar na bola subtilmente na pequena área, mesmo na “cara” de De Gea. Era a história das 7 primeiras jornadas “all over again”. A equipa da casa já não se conseguiu refazer do golpe fatal, e foram mesmo os “Saints” a criar a última oportunidade de golo, aos 94 minutos.


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CHELSEA VOLTA A VENCER O Chelsea de José Mourinho voltou a vencer este fim-de-semana na receção ao Cardiff por 4-1, somando a quinta vitória em oito jogos, o que coloca os blues na segunda posição a par do Liverpool com 17 pontos, a dois da liderança. O jogo até começou mal para a equipa da casa com Jordon Mutch, aos 10’, a aproveitar da melhor maneira um erro inacreditável de David Luiz que confiou na sorte e acabou por deixar o inglês na cara de Cech, para fazer o 0-1. O Chelsea chegaria ao empate ainda na primeira parte num lance que mostrou o melhor e o pior de Eto’o. O camaronês rouba uma bola ao guardaredes David Marshall, Hazard acaba por servi-lo à boca da baliza mas o camaronês perde a oportunidade de marcar, valendo na circunstância que a bola sobrou para o belga que restabeleceu o resultado com que se atingiu o intervalo. Na segunda parte a equipa de Mourinho chegaria à goleada com golos de Eto’o (finalmente a estrear-se a marcar), Oscar e novamente Hazard.

CURTAS FRANCISCO BAIÃO

1º 2º 3º 4º 5º

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Arsenal – 19 pontos Chelsea – 17 pontos Liverpool – 17 pontos M. City – 16 pontos Tottenham – 16 pontos

ARSENAL VENCE E LIDERA ISOLADO O Arsenal regressou, este fim-de-semana, aos triunfos na Premier League ao receber e vencer o Norwich por 4-1 com destaque para o alemão Ozil que se estreou a marcar e logo em dose dupla. A equipa da casa chegaria à vantagem com um golo de Jack Wilshere que fez o 1-0 com que se atingiu o intervalo para, depois do intervalo, aos 58’, Ozil ampliar para 2-0. Jonny Howson ainda iria reduzir para 2-1 aos 70’ e seria já nos últimos 10 minutos de jogo que os londrinos resolveriam a questão com mais dois, um de Ramsey e outro de Ozil. O Arsenal passa, assim, a somar 19 pontos em 8 jogos e tem dois de vantagem de Chelsea e Liverpool.

VILLAS BOAS ASCENDE AO 5º LUGAR Uma jornada depois da inesperada e humilhante derrota por 0-3 frente ao West Ham e que custou ao Tottenham um lugar no topo da classificação da Premier League, os comandados de Villas-Boas deslocaram-se ao recinto do Aston Villa para somar mais 3 pontos ao vencerem por 0-2, resultado que coloca a equipa no 5º posto com 16 pontos, a um ponto apenas do 2º lugar e a 3 da liderança. Foi com um golo em cada parte que os spurs alcançaram a quinta vitória em oito jogos na presente Premier League, cabendo a Townsend, no primeiro tempo e ao espanhol Soldado na segunda parte a obtenção dos golos.


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VISÃO DE SCOUT

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O SUCESSO DOS SUB 21 NUNO MELO E CASTRO FOTO: DPI.PT

s mais recentes resultados da equipa das quinas no escalão de Sub-21, com três goleadas nos últimos quatro jogos, mais a vitória no sempre difícil terreno do Azerbaijão, trouxeram à luz uma nova geração para o futuro do futebol português e, particularmente, para a Seleção Nacional que, após muitos anos, parece poder ser reforçada por jogadores de qualidade. Este novo balanço proporcionado por uma nova geração que está a crescer com um maior nível competitivo, tem muito a ver com dois fatores, já aqui analisados em edições anteriores deste Magazine. São eles a aposta nas equipas B, que ao contrário da primeira versão não são para castigar ou despromover jogadores mas sim para potenciar possíveis reforços para as primeiras equipas, e ainda a crise financeira mundial, que retira meios financeiros para importar fornadas de jogadores, muitas vezes de qualidade duvidosa mas que retiram espaço aos nossos jovens. Este novo conjunto de jogadores que começou a ser preparado em outubro de 2012, quando Rui Jorge anunciou o arranque de um novo ciclo, depois da falhada a qualificação para o Euro-2013, que recorde-se teve contornos de verdadeira frustração, já que Portugal foi eliminado pela diferença de apenas um golo. Dessa equipa sobraram apenas dois repetentes, Luís Martins e Sérgio Oliveira. Na altura, Rui Jorge referiu que “O grupo é praticamente todo diferente, há apenas duas exceções. Para a equipa técnica foi uma angústia e tristeza por não conseguimos o nosso objetivo, mas sabemos que, em


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termos de futebol, temos de virar a página, olhar para Daniel Fernandes aquilo que temos de fazer e tentar agora o apuramento Posição: Guarda-redes para o Euro-2015”. Clube: Osnabruck (Alemanha) Filho de emigrantes na Alemanha, é atualmente titular no Esta nova fase da em tempos denominada seleção de Osbabruck. Esperanças começou a tomar forma a 14 de agosto do presente ano com o primeiro jogo de preparação para João Amorim a fase de qualificação para o Euro-2015. Nesse dia, a Posição: defesa seleção de sub-21 goleou a Suíça por 5-2, naquele que Clube: V. Guimarães foi o primeiro sinal que algo estava diferente. Seguiram- Depois de ter rodado no Freamunde a época passada, é se mais duas goleadas em setembro. Primeiro à Noruega titular na equipa B dos minhotos (5-1), no primeiro jogo da qualificação, depois à Polónia (6-1), em mais um jogo de preparação. Dezasseis golos Josué em três jogos chamaram a atenção dos mais distraídos. Posição: defesa Já depois do Verão, novo triunfo sobre Israel (3-0) a Clube: V. Guimarães destacar Portugal no primeiro lugar do Grupo 8 da fase de Formado no Sporting, já foi titular esta época, tendo qualificação, antes do jogo no Azerbaijão, onde Portugal jogado o jogo da Supertaça frente ao FC Porto sentiu dificuldades mas venceu, sem sofrer golos, num jogo em que normalmente as jovens equipas de Portugal Paulo Oliveira falhavam. Esse jogo foi uma prova de maturidade, espírito Posição: defesa competitivo e qualidade dos jogadores da seleção. Clube: V. Guimarães Completa o trio de defesas vimaranenses. Depois de Neste novo grupo, há dez jogadores que já jogam com ter subido à primeira equipa em Janeiro afirmou-se no regularidade em equipas da principal liga portuguesa. eixo da defesa e é já um dos indiscutíveis no onze de Rui São os casos do guarda-redes José Sá do Marítimo, Luís Vitória Martins do Gil Vicente, Paulo Oliveira, central do Vitória de Guimarães, William Carvalho (Sporting), Tiago Silva Luís Martins (Belenenses) e Sérgio Oliveira (P. Ferreira). Depois há Posição: defesa outros que estão prestes a dar o salto, mas não deixam Clube: Gil Vicente de jogar com regularidade, desta feita nas equipas B, depois de ter chegado à equipa principal do Benfica, como acontece com Ivan Cavaleiro (Benfica) ou Betinho tendo mesmo atuado na Liga dos Campeões, está no (Sporting). Existem ainda seis jogadores que não evoluem Gil Vicente onde é opção frequente. O Benfica mantém internamente, e se alguns deles não estão a ser primeiras o direito de opção sobre o lateral esquerdo, que já foi apostas, como acontece, nesta altura, com Tiago Ilori comparado por Jorge Jesus a Fábio Coentrão (Liverpool), Elton Monteiro (Club Brugge) ou Aladje (Sassuolo) também há exceções, como são os casos Raphael Guerreiro de Daniel Fernandes (Osnabruck), Raphaël Guerreiro Posição: defesa (Lorient) e Bruma (Galatasaray). Bruma, inclusivamente, Clube: Lorient já foi chamado à principal equipa de Portugal no jogo outro jogador filho de emigrantes, desta vez em França, contra o Luxemburgo. é titular no Lorient, na liga francesa Fique a conhecer um pouco melhor a nova geração Tiago Ilori do futebol português: a afirmar-se como madeirenses Posição: defesa est nova geraço Luxemburgo. golos, num jogo em que Clube: Liverpool normalmente as jovens equipas de Portugal falham. formado no Sporting, este ano transferiu-se para o Liverpool. Já esteve duas vezes no banco da equipa de Anfield, mas só jogou na equipa de reservas do José Sá clube. Esteve no Mundial sub-20 e a tardia mudança de Posição: guarda-redes clube fez que só fosse chamado à seleção nesta última Clube: Marítimo convocatória. O guarda-redes dos madeirenses está a afirmar-se como primeira escolha, tendo mesmo sido noticiado o interesse Tiago Ferreira do Benfica. Ainda assim, vai alternando entre a equipa Posição: defesa principal e a equipa B do Marítimo. Clube: FC Porto titular na equipa B do FC Porto soma 8 jogos e um golo Luis Ribeiro na Liga de Honra. Posição: guarda-redes Clube: Sporting Elton Monteiro É o titular na baliza do Sporting B na Liga de Honra mas o Posição: defesa treinador Leonardo Jardim já observou o jovem com vista Clube: Club Brugge a ser opção na equipa principal Talvez o mais desconhecido dos portugueses, fez toda a formação no Arsenal, em Inglaterra. Este ano assinou


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Lucas João Posição: avançado William Carvalho Clube: Nacional Posição: médio Chegou este ano ao Nacional da Madeira e já foi Clube: Sporting utilizado por Manuel Machado em 3 jogos. Tem tido boa formado no Sporting, concluiu a formação na Bélgica, produtividade na selecção de sub-21 onde vai apontando emprestado dois anos ao Cercle Brugge. Voltou no início alguns golos. desta temporada para a equipa principal dos leões e é uma das figuras da equipa de Leonardo Jardim Ivan Cavaleiro Posição: extremo André Gomes Clube: Benfica Posição: médio Uma das estrelas da equipa é neste momento o jogador Clube: Benfica em destaque na segunda liga e no Benfica B. Atuou no está há dois anos entre a equipa B e a equipa principal passado sábado pela primeira vez pela equipa principal do Benfica. Promete muito, mas tarda em afirmar-se. no jogo da Taça frente ao Cinfães, e em breve tem tudo para ser opção regular na equipa principal do Benfica. Sérgio Oliveira Posição: médio Ricardo Clube: Paços de Ferreira Posição: avançado formado no FC Porto, é agora titular indiscutível no Clube: FC Porto Paços de Ferreira assumindo o lugar de Josué. Formado no Sporting, afirmou-se em Guimarães e chegou ao FC Porto. Tem sido opção de Paulo Fonseca, mas tem Rafa Silva jogado também na equipa B. Posição: médio Clube: Sp. Braga Betinho Foi um dos alvos mais apetecíveis do mercado, esteve Posição: avançado quase no Sporting, mas foi para o Sp. Braga. Foi titular Clube: Sporting em dois jogos, mas é opção regular de Jesualdo Ferreira Avançado da equipa B do Sporting, deve continuar a evoluir na segunda liga. João Mário Posição: médio Aladje Clube: Sporting Posição: avançado irmão de Wilson Eduardo, é uma das figuras do Sporting Clube: Sassuolo B. Tem via aberta em breve para a equipa principal joga em Itália, é muito possante, mas com a concorrência ainda só jogou uma vez com Rui Jorge. Juntamente com Tó Zé Bruma, deu nas vistas no Mundial de sub-20, escalão Posição: médio onde já tinha representado Portugal em 2011 na Colômbia. Clube: FC Porto titular na equipa B do FC Porto, já soma dez jogos e Bruma quatro golos na segunda liga portuguesa. Posição: avançado Clube: Galatasaray Tiago Silva Depois da novela de Verão, seguiu para a Turquia onde Posição: médio vai sendo opção na equipa principal. Deverá ficar pouco Clube: Belenenses tempo nos sub-21, e é opção séria para o Mundial do segunda temporada na equipa principal. Esta época é Brasil, caso Portugal elimine a Suécia. titular na equipa do Restelo e já apontou um golo. pelo Club Brugge, mas não tem jogado na equipa belga.

Luís Gustavo Posição: médio Clube: Rio Ave proveniente do Barcelona B, começou a temporada no Rio Ave, mas tem tido dificuldades em ser opção. Ricardo Esgaio Posição: médio Clube: Sporting o polivalente jogador leonino chegou a ser opção principal quando da passagem de Vercauteren pelo banco dos leões. Nesta altura é titular na equipa B.


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EDITORIAL

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FUTEBOL PORTUGAL MAGAZINE COORDENAÇÃO: Francisco Baião e Carlos Maciel EDITOR CHEFE: Francisco Baião DIRECÇÃO DE ARTE: Carlos Maciel REDACÇÃO: João Miranda, Francisco Ferreira Gomes, Eduardo Pereira, Débora Espírito Santo, Marco Morais, Daniel Teixeira, André Sá, Francisco Baião, Rafael Costa e Nuno Melo e Castro

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