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Como forma de celebrarmos o XI Panorama RIOARTE de Dança, queremos lembrar o quão raro são os projetos que, na política pública e, especialmente, na cultura, alcançam longevidade. Primeiro movimento de uma acertada política para a dança do Município do Rio de Janeiro, o Panorama soube se impor pela qualidade e seriedade, e hoje é reconhecido internacionalmente. Patrocinado pela Prefeitura do Rio, foi o Panorama que abriu o caminho para as demais ações que se seguiram. Aos esforços de seus organizadores - Lia Rodrigues, equipe do Rioarte, bailarinos de todas as tendências - somaram-se os importantes apoios do British Council, Instituto Goethe e Consulado Geral da França. Neste segundo momento, consolidados os programas de Bolsa e de Subvenção à Dança, chegaremos a 2004 com o Centro Coreográfico do Rio, um novo sopro para o futuro que garante, para a população e para a categoria profissional, as conquistas que fizemos com a política cultural para a dança carioca. Longa vida ao Panorama RIOARTE de Dança. Boas vindas aos novos projetos: Balé Brasil, Cia DeAnima, Circuito Carioca da Dança, Dança em Trânsito e a todas as demais idéias da área que fazem do Rio uma cidade única, maravilhosa e em permanente processo de transformação.

As a way to celebrate the 11th Panorama RioArte de Dança, we want to recall how rare long term public projects are, specially the ones related to Culture . First move of a correct dance policy in Rio de Janeiro City, Panorama imposed itself through its quality and seriousness and nowadays it's internationally recognized. Sponsored by the City Hall of Rio de Janeiro, Panorama made its way to the actions that followed. To the eftorts of its organizers - Lia Rodrigues, RioArte staft, dancers of ali tendencies - we could add the important support given by the British Council, Goethe Institute and General Consulate of France. On a second moment, once the scholarship and subvention to dance programs are consolidated, we will get to the year 2004 with Rio's Choreographic Centre, a new spell to the future which grants the achievements we've made in carioca dance through our cultural policy both to the population and the professionals. Long life to Panorama RIOARTE de Dança. Welcome to new projects: Balé Brasil, Cia DeAnima, Circuito Carioca da Dança, Dança em Trânsito and ali the related ideas that make Rio a unique and wonderful city in permanent transformation.

Ricardo Macieira Secretário Municipal das Culturas Municipal Culture Secretary


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Instituto Municipal de Arte e Cultura - RIOARTE - saúda a realização do XI Panorama RIOARTE de Dança, com a certeza de que este será o primeiro de uma nova década da dança contemporânea carioca. Neste ano, o festival mantém o ineditismo e o seu especial apreço pela vanguarda e investe também na solidificação de tendências existentes. O convite a três artistas de renome internacional para um programa de residências amplia a extensão do evento para além das bordas da programação oficial e permite aprofundar nosso bemsucedido conjunto de parcerias junto ao Consulado da França, o Instituto Goethe e o British Council. O festival definitivamente integra o calendário oficial de eventos da Cidade. Esta é uma conquista dos organizadores, de toda a sua equipe técnica e dos artistas que ajudaram o Panorama a ocupar uma posição central na história da dança carioca. Apoiado pela rede de ações da Prefeitura do Rio dedicados à dança, o Panorama de 2002 aparece em ótima companhia. A retomada do Circuito Carioca de Dança, a realização do I Dança em Trânsito, as estréias, temporadas e projetos inéditos incentivados pelo RIOARTE somam-se ao longevo Programa de Bolsas RIOARTE e ao Programa RIOARTE de Subvenção à Dança Carioca, apontando para este que será o último dos Panoramas realizado sem a presença do Centro Coreográfico do Rio. Em dezembro próximo, o lançamento da Revista Gesto - especialmente dedicada à reflexão sobre o corpo e a vida contemporânea - encerrará um ano de grandes realizações que também poderia ser chamado de festa da dança carioca. A festa continua agora com a abertura do Panorama RIOARTE de Dança, evento que não se restringe à dança, mas se estende e incorpora o movimento contemporâneo da Cidade do Rio de Janeiro.

The Municipal Institute of Art and Culture - RioArte salutes the realiiation of the 11 th Panorama RioArte de Dança, convinced that this will be the first year of a new decade for contemporary dance in Rio. This year the festival maintains its characteristics of showing premieres with special appreciation for vanguard. But it also invests on the solidification of existing trends. The invitation for three internationally renowned artists to a residence program extends the event for beyond the borders of the ofticial program and allows us to deepen our successful partnerships with The Consulate of France, The Goethe Institute and the British Council. The Festival is definitely part of the ofticial calendar of events in Rio. This achievement belongs to the organizers, the whole technical staft and the artists who have helped Panorama to occupy a central position in carioca dance history. Supported by the group of actions the City Hall of Rio has dedicated to dance, Panorama 2002 is in good company. The restart of the Carioca Dance Circuit, the realization of the first "Dança em Trânsito", the debuts, the seasons and unpublished projects encouraged by RioArte are added to RioArte's long term Scholarship Program and the Subvention Program to carioca dance , pointing out that this will be the last Panorama without the existence of the Choreographic center in Rio. Next year the release of Gesto Magazine - specially dedicated to the discussion about the body and contemporary life - will close a year of qreat accomplishments which could also be called the carioca dance party. The party continues now with the opening of Panorama RioArte de Dança - an event that is not restricted to dance, but that stretches and incorporates the contemporary movement in the City in Rio de Rio de Janeiro. Fábio Ferreira Presidente do RIOARTE President of RioArte


"Contemporary art is still seen with prejudice: contemporary art is acode and a piece of art can only be admired if this code is spread out, that means , if the tools concerning this kind of language are available" Nelson Leirner "There's no piece of art that doesn't point to a way out for life, that doesn't trace a path among the stones" Gilles Deleuze "... History says a revolution conquers a "permanent status", or at least some duration, whereas the riot is "temporary". This way, a riot is "a peak experience" if compared to the "normal" patterns of awareness and experience. Like festivais, riots cannot happen everyday - or they wouldn't be extraordinary" Hakim Bay What is the role of a contemporary dance festival in Brazil? What is important to be shown to audiences these days? How can we expand and deepen partnerships? How can we include more, lead to more thinking, provoke more questions? How can we expand and create new and different nets? How can we occupy more, alter more, confront more? How can we promote an occupation which is not merely an urban territory or geographic occupation, but also the occupation of the body? How can we stimulate the capacity to surprise, act, risk? How can we subvert the expectations and create zones of mobility and change? The attempt to answer these questions is 'in the format and program of this 11th Edition of Panorama RioArte de Dança. Panorama doesn't have just one goal: it can and shall play several roles; it can and shall act in different fronts. It can and shall also inform and put in evidence different ways of making and thinking dance, through national and international artists' pieces, never performed in Rio de Janeiro: - It has a very important role for the making of new projects: Residencies that offer 3 week experiences with guest professionals: Gary Stevens, Thomas Lehmen, Jérôme Bel e Jan Ritsema. - It is always inviting new generations as in Novíssimos, an exhibition of new creators, which on this edition has been enriched by Novíssimos Curadores: three students from dance universities in Rio de Janeiro have been responsible for the choices and format of this project, under orientation of Roberto Pereira, - It offers the opportunity to experiment other fields of artistic creation through its project Curador-Criador, which invites choreographers to conceptualize and organize one night during the festival. - It provokes new creation: six carioca choreographers have accepted the invitation to elaborate small solos, whith the theme of Self Portraits. - It expands partnerships: the Springdance Festival, in the Netherlands, has been promoting, through the sensible investment made by its director Simon Dove, an instigating dialog with Brazilian choreographers in Panorama Rioarte/Springdance Dialogue. - lt expands and forms new audience: the R$ 1,00 ticket for any shows is the possibility to include and make the access to culture more democratic. - Occupy new spaces: the use of four theatres from the City of Rio de Janeiro (Teatro Carlos Gomes, Espaço Cultural Sérgio Porto, Centro de Arte Helio Oiticica, Teatro do Jóquei), alongside Maison de France Theatre is an important territorial gain for dance. This comprehensive program is only possible due to a great union of power and desires, with the huge and passionate work of people and institutions committed to dance in Brazil: Roberto Pereira, precious partner who shares with me Panorama's curatorship; Alexandra Di Calafiori and her always impeccable staff; Nayse López with her competence to coordinate the Residencies; the British Council, General Consulate of France, Goethe Institute, AFAA and SESC, our constant partners, who make the international projects possible through their sensibility and generosity. The Brazilian and foreign artists, technicians, dance professionals and programmers who can understand the importance of constructing the future and enthusiastically take part in the festival. Dance study groups, always a provocative guide. The City of Rio de Janeiro, its Culture Secretary and RioArte, which have been proving that investment and steadiness are keywords for a true cultural policy. Panorama RioArte de Dança has been an extraordinary Welcome to everybody! Lia Rodrigues Diretora Artística

meeting possibility for the last ten years .


"Ainda olha a arte contemporânea com preconceito: a arte contemporânea é um código e uma obra só pode ser admirada se este código for difundido, ou seja, se as ferramentas desta espécie de idioma forem acessíveis." Nelson Leirner "Não há obra que não indique uma saída para a vida, que não trace um caminho entre as pedras." Gilles Deleuze "... A História diz que uma revolução conquista 'permanência', ou pelo menos alguma duração, enquanto o levante é 'temporário'. Nesse sentido, um levante é uma 'experiência de pico' se comparada ao padrão 'normal' de consciência e experiência. Como os festivais, os levantes não podem acontecer todos os dias - ou não seriam 'extraordinários'." Hakim Bay Qual o papel de um festival de dança contemporânea no Brasil? O que é importante, hoje, mostrar para o público do Rio de Janeiro? Como ampliar e aprofundar parcerias? Como incluir mais, fazer pensar mais, provocar mais questões? Como expandir e criar redes diferenciadas e novas? Como ocupar mais, alterar mais, confrontar mais? Como promover uma ocupação que não é apenas de território urbano ou geográfico mas também uma ocupação no território do corpo? Como estimular a capacidade de surpreender, agir, arriscar? Como subverter as expectativas e criar zonas de mobilidade e mudança? A tentativa de responder essas questões está no formato e na programação dessa 11ª edição do Panorama RioArte de Dança. O Panorama não tem apenas um único objetivo: ele pode e deve desempenhar vários papéis, pode e deve atuar em várias frentes. Assim como pode e deve também informar e colocar em evidência formas diferenciadas de se fazer e de se pensar dança, através de obras de artistas nacionais e internacionais, inéditas no Rio de Janeiro: - Cumpre com o importante papel de formação com um novo projeto: as Residências, que oferece três semanas de experimentação com profissionais convidados: Gary Stevens, Thomas Lehmen, Jerome Bel e Jan Ritsema. - Investe na nova geração com a continuidade dos Novíssimos, mostra de novos criadores cariocas que, nessa edição, vem enriquecida com os Novíssimos Curadores: três estudantes de faculdades de dança da cidade do Rio de Janeiro foram os responsáveis pela escolha e formatação desse projeto sob a orientação de Hoberto Pereira. - Oferece a oportunidade de experimentação em outras áreas da criação artística com o projeto CuradorCriador, que convida coreógrafos para conceituar e organizar uma das noites do festival. - Provoca novas criações: seis coreógrafos cariocas aceitaram o convite para elaborar pequenos solos tendo por tema o Auto-retrato. - Amplia parcerias: o Festival Springdance, da Holanda, através do investimento sensível de seu diretor Simon Dove, vem promovendo um instigante diálogo com coreógrafos brasileiros com o projeto Panorama Rioarte/Springdance Dialogue. - Amplia e forma novos públicos: o ingresso a R$1,00 para qualquer espetáculo é possibilidade de inclusão e democratização do acesso à cultura. - Ocupa novos espaços: a utilização de quatro teatros da Prefeitura do Rio (Teatro Carlos Gomes, Espaço Cultural Sérgio Porto, Centro de Arte Helio Oiticica, Teatro do Jóquei) além do teatro da Maison de France, é um importante ganho de território para a dança. Essa extensa programação só é possível com uma grande união de forças e desejos, com um trabalho intenso e apaixonado de pessoas e instituições comprometidas com a dança no Brasil: Roberto Pereira, preciosa parceria, que divide comigo a curadoria do Panorama; Alexandra di Calafiori e sua equipe de produção sempre impecáveis; Nayse López com sua competência na coordenação das Residências; o British Council, Consulado Geral da França, Instituto Goethe, AFAA e SESC São Paulo, nossos parceiros constantes, que com sensibilidade e generosidade possibilitam a realização dos projetos internacionais. Artistas, técnicos, profissionais da dança e programadores, brasileiros e estrangeiros, que sabem compreender a importância de se construir o futuro e que participam com entusiasmo do festival. Grupo de Estudos em Dança do Rio de Janeiro, sempre um guia provocador. A Prefeitura do Rio e sua Secretaria das Culturas e RioArte, que vêm provando que investimento e continuidade são palavras chaves para uma verdadeira política cultural. O Panorama RioArte de Dança tem sido, ao longo dos últimos dez anos, uma possibilidade extraordinária de encontro. Boas vindas a todos! Lia Rodrigues Diretora Artística


Como a organização internacional oficial do Reino Unido para relações educacionais e culturais, o British Council tem o prazer de participar da 11ª edição do Panorama RioArte de Dança, reforçando uma parceria em Dança Contemporânea, através da qual temos a possibilidade de convidar os mais expressivos artistas. Gary Stevens é o nosso convidado especial, que esperamos irá sedimentar ainda mais nossas iniciativas nesta área, trazendo ao Rio de Janeiro o inédito AND em remontagem com profissionais brasileiros. Expressamos nossos especiais agradecimentos aos organizadores do Panorama e a Secretaria de Culturas, através da RioArte, desejando-Ihes bons momentos juntos.

As the United Kingdom's international organisation and cultural relations, the British Council is delighted to participate in the 11ª Panorama RioArte de Dança Edition, reinforcing a partnership in Contemporary Dance through which we have the possibility of inviting artists of great expression. Gary Stevens is our special guest, whom we hope will help strengthen even more our initiatives in this area by bringing the work AND to Rio de Janeiro on a new production with Brazilian professionals. We would like to express our gratitude to the Panorama organisers and to the Secretaria de Cuturas and RioArte and wish you an enjoyable time together. Mark Baumfield Diretor, Rio de Janeiro Director, Rio de Janeiro

Mais esta etapa, mais um degrau vencido, mais uma gotinha neste oceano de possibilidades que é a Dança Contemporânea. Assim é nossa parceria com o Panorama, que se configura através de um pensamento casado, de cumplicidade em conteúdo e colaboração. Sempre uma via dupla, onde propomos e recebemos propostas, aprendemos, crescemos juntos, construindo caminhos e linguagens inovadoras, acreditando que algo definitivamente consistente está sendo acrescentado ao cenário da dança contemporânea brasileira e britânica. É com este enfoque que orgulhosamente oferecemos aos profissionais brasileiros a residência de 3 semanas com o artista de artes visuais Gary Stevens na remontagem de AND, um trabalho instigante. Pela primeira vez um profissional britânico estará tanto tempo em contato com artistas locais, trocando experiências enriquecedoras com todos os envolvidos e que certamente estarão refletidas em suas próximas criações. Estamos entusiasmados com as possibilidades que este novo caminho estará nos levando, motivando-nos a pensar já as próximas edições do Panorama!

One more batlle won, one more step taken into an ocean of possibilities, we call Contemporary Dance. This is our partnership with Panorama, configured through train of thoughts, context, collaboration and complicity. Always a two way street where we propose and receive proposals, learning, growing together, building innovative ways and languages, believing that something definitely consistent is being added into the Brazilian and British contemporary dance scene. Through this focus we proudly offer to Brazilian professionals a 3-week residency with the visual artist Gary Stevens in the brazilian new production of AND, an intriguing work. For the first time a British professional will interact for a long period of time with local artists, creating an important exchange of experiences, tht will be reflected in the future creations of everyone involved. We are enthusiastic with the prospects this new trial will take, motivating us to already think about future editions of Panorama !!! Cristina Bokel Becker Gerente de Artes & Industrias Criativas Arts & Creative Industries Manager, Rio de Janeiro


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Panorama RioArte de Dança já conquistou seu público e tem lugar de destaque na cena cultural carioca. É portanto com satisfação que o Consulado Geral da França no Rio de Janeiro participa mais uma vez desse evento, apresentando companhias francesas que vêm mostrar suas mais recentes criações e, igualmente, compartilhar experiências em ateliês e oficinas voltados para profissionais da dança. Nossa colaboração com o Panorama RioArte de Dança já trouxe para os palcos cariocas alguns dos mestres da coreografia francesa atual, como Jérôme Bel, Maguy Marin e Boris Charmatz. Neste ano, novamente está presente o chamado "enfant terrible" da dança francesa, Jérôme Bel, à frente de um grande elenco, apresentando The Show must go on, espetáculo que criou em 2001 para o Théâtre de Ia Ville em Paris. Uma oficina de dança também será dada por Jérôme Bel no Espaço Maison de France. A vinda da Companhia de Jérôme Bel se insere dentro do projeto França Contemporânea, desenvolvido pela Embaixada da França no Brasil desde o ano de 2001. Com o objetivo de divulgar as várias vertentes da criação contemporânea francesa, o projeto enfocou em 2001 as Artes Plásticas e, em 2002, favorece as artes cênicas, particularmente a Dança, através dessa parceria com o Panorama RioArte de Dança. Os festivais são espaços de encontro, mas também de criação. Assim, esperamos que o intercâmbio realizado nesses encontros de profissionais franceses e brasileiros possa incentivar a criação artística de ambos os países, produzindo o nascimento de novas tendências e linguagens.

Panorama RioArte de Dança has already conquered its audience and has a distinctive place in the carioca cultural scene. It's therefore with great pleasure that the General Consulate of France takes part once again in this event, presenting French companies that come to show their most recent creations and also share experiences in studios and workshops for dance professionals. Our collaboration with Panorama RioArte de Dança has already brought to stages in Rio some masters of the new French choreography, such as Jérôme Bel, Maguy Marin e Boris Charmatz. This year the so called "enfant terrible" of French dance, Jérôme Bel, will be conducting a big cast in The Show must go on, a show created for the Théâtre de Ia Ville in Paris. There will also be a dance workshop with him in Maison de France. The presence of Jérôme Bels company is part of the Contemporary France Project, developed by the French Embassy in Brazil sincé 2001. With the purpose of spreading out the various faces of the contemporary French creation, the project focused on Visual Arts in 2001, and in 2002 it favors the performing arts, particularly dance, through this partnership with Panorama RioArte de Dança. The Festivais are meeting points, but also a space for creation. We expect this exchange between French and Brazilian professionals can encourage both countries' artistic creation, given birth to new trends and languages.

Jean-Paul l.efevre Adido de Cooperação e de Ação Cultural Consulado Geral da França no Rio de Janeiro Cooperation and Cultural Action Officer General Consulate of France in Rio de Janeiro


the ancient's steal ali our best ideas' The 'dialogue' principie is certainly not a new idea. Both Socrates and Plato understood the power of questions to liberate new ideas. And in the process of creating a new work of art , in any medium, finding the right answers is greatly helped if Vou are able to ask yourself the right questions. The Springdance/festival has for over twenty years presented new developments in contemporary dance from around the world in Utrecht, Netherlands. In 2000 we confronted ourselves with a few critica I questions: What is the role of a dance festival at the beginning of the 21 st century? What responsibilities does it have to the artists and the audiences? How has the context of dance making changed? And how can a dance festival really make a difterence to the creative development of an artist? In trying to answer these questions Springdance evolved a new structure and a new set of strategies to develop its work. The Springdance/dialogue project was conceived as a way to bring young dance makers together from several difterent countries with artists to reflect critically on their own work. A structured dialogue process, facilitated by experienced mentors, encourages each artist to evaluate their own work and their working processo The invited artists are selected from each country in partnership with a presenter or producer who knows the dance landscape and shares our commitment to support the development of young makers. Encouraged to visit Brazil in 2001 by Lia Rodrigues and Helena Katz I was quite astonished, not by the diversity and quality of dance work across the country, but rather by the vibrancy and productivity of the independent artists in the face of extraordinary financial difticulties. Here was a dynamic new generation with plenty of ideas and commitment forging new work which challenged both themselves and their public. It was clear that the Dialogue process could benefit from these perspectives on dance making, as well as provoke further developmental thinking. So in April this year we worked with the Panorama RioArte team to invite young Brazilian makers to the third Springdance/Dialogue in Utrecht, alongside their peers from Poland, Portugal and the Netherlands, mentored by Jan Ritsema and Scott deLahunta. It was an inspiring meeting of minds provoking some crucial questions for everyone. So we are very pleased to continue our partnership with the Panorama RioArte festival organising the fourth Dialogue, in Rio de Janeiro: Any questions? Simon Dove Director Springdance

We are grateful for financial support for this event from the Consulate General of the Netherlands, Rio de Janeiro


"os antigos roubaram todas as nossas melhores idéias"

o princípio

do "diálogo" certamente não é uma idéia nova. Tanto Sócrates quanto Platão entenderam o poder das perguntas para liberar novas idéias. E no processo de criar um novo trabalho de arte, seja qual for o meio, encontrar as respostas certas é de grande ajuda se você for capaz de se fazer as perguntas certas.

o festival

Springdance tem há mais de 20 anos apresentado em Utrecht, na Holanda, os novos desenvolvimentos/caminhos da dança contemporânea no mundo inteiro. Em 2000 nos confrontamos com algumas perguntas criticas: qual é papel de um festival de dança no começo do século 21? Qual é a sua responsabilidade para com os artistas e o público? Como mudou o contexto da dança? E como pode um festival realmente fazer diferença para o desenvolvimento criativo de um artista?

Tentando responder a estas questões o Springdance criou uma nova estrutura e um novo conjunto de estratégias para desenvolver esse trabalho. O projeto do Springdance/dialogue foi concebido como um caminho para promover o encontro entre criadores da dança de diferentes países e outros artistas para refletirem criticamente sobre seus próprios trabalhos. Um processo estruturado de diálogo, facilitado por mentores experientes, encoraja cada artista a avaliar seu próprio trabalho e seu processo de trabalho. Os artistas convidados de cada país são selecionados em parceria com um criador ou produtor que conheça o panorama da dança e compartilhe do nosso compromisso em apoiar o desenvolvimento de jovens criadores. Encorajado por Lia Rodrigues e Helena Katz a visitar o Brasil e1m2001, fiquei bastante surpreso não tanto pela diversidade e qualidade do trabalho de dança pelo país afora, mas pela vibração e produtividade de artistas independentes face a extraordinárias dificuldades financeiras. Aqui estava uma nova geração dinâmica, cheia de idéias e comprometidas com a criação de novos trabalhos que desafiavam tanto a eles mesmos quanto ao público. Estava claro que o processo do Dialogue poderia se beneficiar com essas novas perspectivas da criação de dança, assim como provocar um maior desenvolvimento do pensamento. Assim, em abril desse ano nós trabalhamos com o time do Panorama RioArte de Dança para convidar jovens criadores da dança para o terceiro Springdance/Dialogue em Utrecht, juntamente com colegas da Polônia, Portugal e Holanda, tendo como mentores Jan Ritsema e ScoU deLahunta. Foi um inspirado encontro de pensamentos que provocaram perguntas cruciais para todos. Então estamos muito felizes em continuar nossa parceria com o festival Panorama RioArte, organizando o quarto Dialogue no Rio de Janeiro.

Alguma pergunta? Simon Dove Diretor Springdance

Somos gratos ao Consulado Geral da Holanda do Rio de Janeiro por seu suporte financeiro a esse evento.


Last year, when Lia Rodrigues asked me after the 10th Edition of Panorama what was the most important contribution of the festival to dance in Rio, I immediately said that it had been the spread of information, the exchange opportunity for the artists, people and dance from several places interacting here, in Rio, contaminating and reverberating in the city production .We decided then to start together a line of action for the festival that was clearly dedicated to this, that could open a formal space so that the exchange between foreign and local artists could happen. Panorama Residences 2002 were born from this idea of exploring the artistic exchange, in a informal gathering at Klaus Vetter's appartment, at the time Goethe Institute's Director, who left us ali this year. The Residences will always have a little of him. We came to three different artists, three different kinds of experience. For these three weeks of the project dozens of artists, not only from dance and not only from Rio will be exploring possibilities, partnerships, learning, teaching and most of ali getting to know other artists. And with a delightful colaboration with the Springdance /Dialogue, in Holland, directed by Simon Dove, we bring the scholar jan Ritsema to a three day workshop of questions and (maybe) some answers with the participants of the process with Thomas Lehmen. The festival 's long term partners - Goethe Institute, British Council and General Consulate of France - accepted the challenge of rescheduling agendas and providing the necessary financial support so that we could have here three of the most interesting artists from Europe's performance scene. The German Thomas Lehmen, the British Gary Stevens and the French J茅r么me Bel are more than just dance characters, they are artists that discuss performance status and think what kind of art is being made, how to make it and how to keep on making it in the future. Ever so important is Ritsema, whom in todays dance goes from teaching to performing, but most of ali, asking the relevant questions. Completely different artists that look at dance from different perspectives and with different purposes. New spaces Panorama opens for exchange, discussion and dance thinking in Rio. The residences are a natural consequence of what Panorama has been doing over a decade. This year we show that when the exchange of ideas and collaboration come from the partners - from Rio de Janeiro City to the European institutes involved - it is multiplied into artistic practice. What results from this mix is unpredictable. But it is already known that the mixture of people, backgrounds, ideas and imagination are in the basis of the cool things in the world, such as this this piece of land that loves dancing named Brazil. Nayse L贸pez Residences and Exchange Coordinator


Quando no ano passado, depois da edição de 10 anos do Panorama, quando Lia Rodrigues me perguntou o que tinha sido a contribuição mais importante do festival para a dança carioca, imediatamente respondi que era o espalhar da informação, a oportunidade de troca entre os artistas, o cruzamento de gentes e danças de vários lugares aqui, no Rio, contaminando e reverberando na produção da cidade. Decidimos então começar juntas uma linha de atuação do festival que fosse declaradamente dedicada a isso, que abrisse um espaço formal para que a troca e a convivência entre artistas estrangeiros e artistas da cidade acontecessem. As Residências Panorama 2002 nasceram com essa idéia de explorar a convivência artística, numa reunião na casa de Klaus Vetter, então diretor do Goethe Institut, que nos deixou este ano. As Residências Panorama serão sempre um pouquinho dele. Chegamos a três artistas diferentes, três tipos de convivências diferentes. No total, dezenas de artistas, não só da dança e não só do Rio, estão nestas três semanas de projeto diariamente explorando possibilidades, experimentando parcerias, aprendendo, ensinando e, fundamentalmente, conhecendo outros artistas. E numa deliciosa parceria com o Springdance/Dialogue, dirigido po Simon Dove, trazemos ao Rio o teórico Jan Ritsema, para três dias de perguntas e (talvez) respostas com os participantes da residência com Thomas Lehmen. Parceiros do festival de longa viagem, o Goethe Institut, o British Council e o Consulado Geral da França de cara toparam o desafio de mover agendas e verbas para ter aqui três dos mais interessantes artistas da cena performativa européia hoje. O alemão Thomas Lehmen, o britânico Gary Stevens e o francês Jérôme Bel são mais que figuras da dança, são artistas que discutem os estados da performance e pensam sobretudo que arte é essa que vem sendo feita, como fazê-Ia hoje e continuar fazendo no futuro. Tão importante quanto eles é Ritsema, cujo papel na dança hoje vai de ensinar a se apresentar no palco, sempre fazendo as perguntas relevantes. Artistas completamente diferentes, que olham o corpo que dança de lugares e com objetivos diferentes. Três espaços abertos pelo Panorama para a troca, a discussão e o arejamento do pensamento em dança no Rio. As residências são um desdobramento natural do que o panorama vem fazendo há uma década no Rio. Este ano, mostramos que quando a troca de idéias e colaboração começam nos parceiros - da Prefeitura do Rio aos institutos culturais europeus envolvidos - ela se multiplica na prática artística. Os resultados dessa mistura são imprevisíveis. Mas já se sabe que a mistura de gentes, origens, idéias e imaginações está na base das coisas bacanas do mundo, como este nosso pedaço de terra que adora dançar chamado Brasil. Nayse López Coordenadora

de Residências e Intercâmbio Internacional


Noite Abertura Festival's Opening

de quinta-feira

Night

Choose, relate, frame. The festival gave out one night to Dupla de Dança Ikswalsinats for a program chosen by them. Frederico Paredes & Gustavo Ciríaco have been developing together a consistent research about dance, humor, drama and performance. Their last show, Mildred, Mildred, was partially supported by RioArte Scholarship Programo In April of this year they were invited to Springdance/Dialogues, in Utrecht, Netherlands, together with other three groups from Brazil.

Teatro Carlos Gomes - 20 h Carlos Gomes Ocupado Performances com artistas cariocas se espalham pelos vários cantos do teatro. Experimentação, criatividade, invenção e o inesperado em 17 performances numa noite. Various Performances with artists from Rio in different places of Carlos Gomes Theatre. Experiment, creativity, invention and the unexpected in 17 performances in one night.

Criadores-Curadores: Frederico Paredes & Gustavo Ciríaco - Dupla de Dança Ikswalsinats Agradecimentos/Special Thanks: Lia Rodrigues e Roberto Pereira, Asan Viagens, Bia Radunsky e SESC - Rio de Janeiro, Joelson Gusson, Luciana Froés, Thereza Rocha e Equipe do Espaço Cultural Sérgio Porto. Imagem. 20 mino Duas linguagens artísticas

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o corpo

performático

e a

Grupo de Rua de Niterói + Andrea Jabor & Arquitetura do Movimento + Faculdade de Dança da UniverCidade + Esther Weitzman Cia de Dança + Humas Cia de Dança + Charles Siqueira Dança para a Galera + Fauller + Faculdade de Angel Vianna + Irmãos Rocha + Flávia Meireles + VACAS. + Faculdade de Dança da UFRJ + Tanzhaus Cia. de Dança + Paulo Mantuano Cia de Dança + Focus Cia de Dança + Cláudio Lacerda

fotografia - atuando como veículo para investigação da imagem. Um tempo sem começo, meio e fim, tempo do perpetum mobile.

e ainda Cia de Dança Dani Lima sobre a instalação Espaço em Branco entre 4 paredes (dentro - fora) de Tatiana Grinberg, que ficará no Teatro Carlos Gomes durante todo o mês de novembro.

Concepção/ Conception: Marcela Levi e Claudia Garcia Criação e Interpretação/ Creation and interpretation: Marcela Levi Iluminação/ Lighting: Antônio Mendel Cenografia! Set: Ana Gastelois Música/ Music: Brothers gonnawork it out (Chemical Brothers) Influências Essenciais/ influences: Lia Rodrigues, Francis Bacon, Egon Schiele, Tunga e Lígia Clark. Agradecimentos especiais/ Special thanks: Duda Maia, Sérgio Resende, Joana e Bruno Levi, Ginetta Levi Mortera, Jamil Cardoso, Alê e Thiago Granato.

Abertura do Panorama Lounge Panoramas Meeting Point DJ Spark

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sexta-feira

Espaço Cultural Sérgio Porto - 21 h Criadores-Curadores Dupla de Dança Ikswalsinats (Rio de Janeiro) A night curated by Dupla de Dança IIkswalsinats Escolher, relacionar, emoldurar. O festival entrega uma noite à Dupla de Dança Ikswalsinats para uma miniprogramação escolhida por eles. Frederico Paredes & Gustavo Ciríaco vêm desenvolvendo uma consistente pesquisa sobre dança, dramaturgia de humor e encenação. Seu último espetáculo, Mildred, Mildred, foi parcialmente apoiado pelo Programa de Bolsas da Hioarte, Em abril deste ano foram, com outros três grupos nacionais, convidados do Springdance/Dialogue, em Utrech, na Holanda.

Two artistic languages - the performatic body and photography - working as a vehicle for image investigation. A time without beginning, middle or end, time of the perpetum mobile.

Estudo sobre o tempo. 30 mino Partindo da experiência peculiar de um corpo em reconstrução, a dançarina se propõe a observar seu corpo através do tempo, entendendo a limitação física enquanto um fator organizador de novos padrões e possibilidades para o movimento. From the peculiar experience of a body being reconstructed, the dance r proposes observing her body through time, understanding the physical limitation as an organizing facto r of new patterns and possibilities for the rnovernent. Criação/ Creation: Renata Ferreira lIuminação/ Lighting: Leonardo Pavanelo Produção e operação de luzi Production and Light operation: Claudia Guimarães Projeto realizado com recursos do Programa Território Minas TELEMIG Celular 2002, FIO - Fórum Internacional da Dança - Lei Estadual de Incentivo à Cultura - Secretaria de Estado da Cultura - Governo do Estado de Minas Gerais.


Espaço cultural Sérgio Porto - 21 h Cia. Felix Ruckert (Alemanha) Deluxe Joy Pilot. 1h20min Incômodo e cercado de controvérsia desde sua criação, em 2000, o mais recente espetáculo de Felix Ruckert vai mais ~diante na fronteira das relações entre artista e platéia que e a marca de seus trabalhos anteriores. O resultado em Deluxe Joy Pilot é um encontro sensual e ritualístico entre danç~rinos e espectadores que dilui o limite entre ação e reaçao: trata-se de uma inocente, lúdica, sofisticada (e pública) forma de sexualidade, onde a perturbação e a provocaçã? estão presentes. Encenado num espaço com cadeiras e camas confortáveis, tem ambiente sonoro criado por Christian Meyer, que confirma o caráter caloroso, aconchegante e emocional da peça. Uncomfortable and surrounded by controversy since its creation in 2000 , Felix Ruchert's latest show goes a step further in the borderline of the relations between artist and audience, which is the trademark of his former works. The result in Deluxe Joy Pilot is a sensual and ritualistic encounter between dancers and spectators that thins the limit between action and reaction : it's about an innocent, playful, sophisticated ( and public) form of sexuality, where disturbance and provocation are present. Performed in a space with chairs and comfortable beds, it has a sound environment created by Christian Meyer, confirming the warm, cozy and emotional aspect of the play. Felix Ruckert estudou dança na Folkwang Hochschule Essen, em Paris e Nova York, entre 1982 e 1992. Em 1992, j~~tou-se ao Wuppertaler Tanztheater de Pina Bausch e partícipou da criação de Das Stück mit dem Schiff (1992) e de Trauerspiel (1993). Em 1994, deixou a companhia para trabalhar como coreógrafo nômade. Em 1995 criou a primeira versão de Hautnah que, por seu caráter incomum e perturbador, precisou de anos para chegar ao sucesso. Em 1999, Hautnah foi incluída pelo New York Times na lista das 'dez apresentações mais importantes do ano'. Felix Ruckert studied dance in Folkwang Hochschule Essen, in Paris and New York, between 1982 and 1992. In 1992, he joined Pina Bausch's Wuppertaler Tanztheater and took part in the creation of Das Stück mit dem Schiff (1992) and Trauerspiel (1993). In 1994 he left the company to work as a nomad choreographer. In 1995 he created the first version of Hautnah that, for its unusual and disturbing charachter, took years to be successful. In 1999, Hautnah was included by the New York Times in the top ten shows of the year list. Concepção e coreografia / Conception and choreography: Felix Ruckert Elenco/ Cast: Matthieu Burner, Laura Frigato, Hanna Hedman, Dominique Pollet, Catherine Jodoin, Delta Ra'i, Marika Rizzi, Anton Reza Bernal, Gabriel Staelen e Daniela Wedhorn Música / Music: Christian Meyer Palco e iluminação / Stage and Lighting: Felix Ruckert e Bruno Pocheron Design da luz / Light design: Stephan Haller Assistência técnica! Technical assistance: Asier Sola na

Gerência/ Management: Isabelle Fuchs Co-produção / Co-prodution: Cie Felix Ruckert, lIes de Danse 2001 / lIe de France Opéra et Ballet, com apoio with the support of Berlin Senate.

segunda-feira

Espaço cultural Sérgio Porto - 21 h Cia. Felix Ruckert (Alemanha) Deluxe Joy Pilot. 1h20min Incômodo e cercado de controvérsia desde sua criação, em 2000, o mais recente espetáculo de Felix Ruckert vai mais adiante na fronteira das relações entre artista e platéia que é a marca de seus trabalhos anteriores. O resultado em Deluxe Joy Pilot é um encontro sensual e ritualístico entre dançarinos e espectadores que dilui o limite entre ação e reação: trata-se de uma inocente, lúdica, sofisticada (e pública) forma de sexualidade, onde a perturbação e a provocação estão presentes. Encenado num espaço com cadeiras e camas confortáveis, tem ambiente sonoro criado por Christian Meyer, que confirma o caráter caloroso, aconchegante e emocional da peça. Uncomfortable and surrounded by controversy since its creation in 2000 , Felix Ruchert's latest show goes a step further in the borderline of the relations between artist and audíence, which is the trademark of his former works. The result in Deluxe Joy Pilot is a sensual and ritualistic encounter between dancers and spectators that thins the limit between action and reaction : it's about an innocent, playful, sophisticated ( and public) form of sexuality, where disturbance and provocation are present. Performed in a space with chairs and comfortable beds , it has a sound environment created by Christian Meyer, confirming the warm, cozy and emotional aspect of the play. Felix Ruckert estudou dança na Folkwang Hochschule Essen, em Paris e Nova York, entre 1982 e 1992. Em 1992, juntou-se ao Wuppertaler Tanztheater de Pina Bausch e participou da criação de Das Stück mit dem Schiff (1992) e de Trauerspiel (1993). Em 1994, deixou a companhia para trabalhar como coreógrafo nômade. Em 1995 criou a primeira versão de Hautnah que, por seu caráter incomum e perturbador, precisou de anos para chegar ao sucesso. Em 1999, Hautnah foi incluída pelo New York Times na lista das 'dez apresentações mais importantes do ano'. Felix Ruckert studied dance in Folkwang Hochschule Essen, in Paris and New York, between 1982 and 1992. In 1992, he joined Pina Bausch's Wuppertaler Tanztheater and took part in the creation of Das Stück mit dem Schiff (1992) and Trauerspiel (1993). In 1994 he left the company to work as a nomad choreographer. In 1995 he created the first version of Hautnah that, for its unusual and disturbing charachter, took years to be


successful. In 1999, Hautnah was included by the New York Times in the top ten shows of the year list. Concepção e coreografia / Conception and choreography: Felix Ruckert Elenco/ Cast: Matthieu Burner, Laura Frigato, Hanna Hedman, Dominique Pollet, Catherine Jodoin, Delta Ra'i, Marika Rizzi, Anton Reza Bernal, Gabriel Staelen e Daniela Wedhorn Música / Music: Christian Meyer Palco e iluminação / Stage and Lighting: Felix Ruckert e Bruno Pocheron Design da luz / Light design: Stephan Haller Assistência técnica! Technical assistance: Asier Solana Gerência! Management: Isabelle Fuchs Co-produção / Co-prodution: Cie Felix Ruckert, IIes de Danse 2001 / IIe de France Opéra et Ballet, com apoio with the support of Berlin Senate. Platéia Foyer - após o espetáculo haverá conversa com os artistas coordenada pelo Grupo de Estudos em Dança do Rio de Janeiro Platéia Foyer - talk with the choreographer just after the performance, coordinated by Grupo de Estudos em Dança do Rio de Janeiro

terça-feira

Somos três embora um. 3 min 30 sego Coreógrafa e intérprete / Choreographer Ana Andréa Almeida Músico/ Musician: André Bukowitz

and interprete r:

Sobre todas as esquinas do mundo. 9 mino Coreógrafo e intérprete/ Choreographer and Vinícius Salles e Renata Reinheimer

interpreter:

Aurélio. 7 mino Coreógrafos/ Choreographers: Taís Vieira e Paulo Azevedo Intérprete/ Interpreter: Amílton Vilarindo De repente a repente. 7 mino Coreógrafo e intérprete/ Choreographer João Paulo Groz

and

interpreter:

Braços ao Vento. 4 min 30 sego Coreógrafo e intérprete/ Choreographer Paulo Mazzoni

and

interpreter:

Fraudes. 9 mino Coreógrafa e intérprete/ Cláudia Pacheco

Choreographer

and

interpreter:

In memmorian. 6 mino Coreógrafo e intérprete/ Marcellus Ferreira

Choreographer

and

interpreter:

Ta que tá atacada. 3 min 40 sego Coreógrafa e intérprete/ Choreographer Patrícia Barcellos

and

interpreter:

Insônia. 8 mino Coreógrafo e intérprete/ Cláudio Ribeiro

and

interpreter:

Choreographer

Centro de Arte Hélio Oiticica - 18 h Palestra com Nicky Childs (Reino Unido) A inglesa Nicky Childs é uma das gerentes da Artsadmin (www.artsadmin.co.uk), uma das mais importantes agências de produção, pesquisa e comercialização de performance, instalações e live art no cenário contemporâneo. Nicky Childs is one of the managers in Artsadmin (www.artsadmin.co.uk), one of the most important production, research, performance, installation and live art managing offices in the contemporary scene.

Impressões. 7 mino Coreógrafo/ Choreographer: Márcio Cunha Intérprete/ Interpreter: Lylien Vass e Renata Brandão Splicit Lirics. 6 min 30 sego Coreógrafo e intérprete/ Choreographer André Masseno

and

interpreter:

Medley. 9 mino Coreógrafo/ Choreographer: Fernando Azevedo Intérprete/ Interpreter: Fernando Azevedo e Rodrigo Gondim

Espaço Cultural Sérgio Porto - 21 h Os Novíssimos A novíssima geração de criadores cariocas selecionados durante uma oficina de curadoria feita com três jovens estudantes de dança do Rio de janeiro: Bruno Beltrão (UniverCidade), Dani Saad (UniverCidade) e Juliana Polo (Faculdade Angel Vianna). The new generation of choreographers from Rio selected through a workshop of curatorship with 3 young dance college students Bruno Beltrão (UniverCidade), Dani Saad (UniverCidade) e Juliana Ribeiro (Faculdade Angel Vianna)

quarta-feira

Centro de Arte Hélio Oiticica - 18 h Palestra com Gary Stevens (Reino Unido) Um dos mais interessantes nomes da performancelinstalação européia hoje, o britânico Gary Stevens aos poucos foi sendo absorvido pelo mundo da dança; Suas instalações e


obras para palco discutem o corpo e suas relações com o espaço e a dramaturgia. A divertida e reflexiva ANO, que Gary está remontando no Rio com 22 artistas brasileiros, em parceria com o British Council, mostra por que seu trabalho é sempre inesperado. One of the most interesting names of the European performance/installation these days, the British Gary Stevens has slowly been absorbed by the world of dance; his installations and pieces for the stage discuss the body and its relations to space and drama. The fun and reflective ANO, which Gary is setting up in Rio with 22 artists in partnership with the British Council, shows why his work is always unexpected.

Direção Artística e Concepção/ Artistic direction and conception: Giselle Rodrigues Coreografias/ Choreography: Giselle Rodrigues e elenco Intérprete/ Interpreters: Alessandro Brandão, Márcia Lusalva e Rachei Cardoso Figurinos/ Costumes: Alessandro Brandão Cenografia! Set: Marcelo Larrea Luzes/ Light: Dalton Camargos Trilha Sonora Original/ Original sound track: Cláudio Vinícius Produção Executiva! Executive production: Alaor Rosa Assistência de Produção/ Prodution assistance: Fernanda Maria Oliveira e Roberta Oliveira Video: Dalton Camargos e André Cunha Programação Visual/ Graphic design: Marcelo Larrea

Teatro Carlos Gomes - 19 h

Espaço Cultural Sérgio Porto - 22 h

Panorama Paraíso Marcela Levi e Claudia Garcia (Rio de Janeiro)

Os Novíssimos A novíssima geração de criadores cariocas selecionados durante uma oficina de curado ria feita com três jovens estudantes de dança do Rio de janeiro: Bruno Beltrão (UniverCidade), Dani Saad (UniverCidade) e Juliana Polo (Faculdade Angel Vianna).

Imagem. 20 mino Duas linguagens artísticas - o corpo performático e a fotografia - atuando como veículo para investigação da imagem. Um tempo sem começo, meio e fim, tempo do perpetum mobile. Two artistic languages - the performatic body and photography - working as a vehicle for image investigation. A time without beginning, middle or end, time of the perpetum mobile. Concepção / Conception: Marcela Levi e Claudia Garcia Criação e Interpretação / Creation and interpretation: Marcela Levi Iluminação / Lighting: Antônio Mendel Cenografia / Set: Ana Gastelois Música / Music: Brothers gonna work it out (Chemical Brothers) lntluências Essenciais / Influences: Lia Rodrigues, Francis Bacon, Egon Schiele, Tunga e Lígia Clark. Agradecimentos especiais / Special thanks: Duda Maia, Sérgio Resende, Joana e Bruno Levi, Ginetta Levi Mortera, Jamil Cardoso, Alê e Thiago Granato.

Teatro Carlos Gomes - 20 h Basirah Grupo de Dança (Brasília) Uroboros. 60 mino O novo trabalho do núcleo de dança contemporânea baSiraH é um mergulho na essência humana. Uroboros, a serpente que morde a própria cauda, vem depois do sucesso de Sebastião, que recebeu críticas elogiosas da imprensa de todo país. A coreógrafa Giselle Rodrigues agora se volta para o autoconhecimento e a espiritual idade .. Núceo de Dança Contemporânea Basírahs new work is a dive into human essence. Uroboros, the snake which bites its own tail forming a circle, came after the success of Sebatião, which received complimentary reviews of the press's ali over the country. The choreographer Giselle Rodrigues focus now on self knowledge and spirituality.

The new generation of choreographers of Rio selected through a workshop of curatorship with 3 young dance college students Bruno Beltrão (UniverCidade), Dani Saad (UniverCidade) e Juliana Ribeiro (Faculdade Angel Vianna) Somos três embora um. 3 min 30 sego Coreógrafa e intérprete / Choreographer Ana Andréa Almeida Músico/ Musician: André Bukowitz

and interpreter:

Sobre todas as esquinas do mundo. 9 mino Coreógrafo e intérprete/ Choreographer and Vinícius Salles e Renata Reinheimer

interpreter:

Aurélio. 7 mino Coreógrafos/ Choreographers: Taís Vieira e Paulo Azevedo Intérprete/ Interpreter: Amílton Vilarindo De repente a repente. 7 mino Coreógrafo e intérprete/ Choreographer João Paulo Groz

and

interprete r:

Braços ao Vento. 4 min 30 sego Coreógrafo e intérprete/ Choreographer Paulo Mazzoni

and

interpreter:

Fraudes. 9 mino Coreógrafa e intérprete/ Cláudia Pacheco

Choreographer

and

interpreter:

In memmorian. 6 mino Coreógrafo e intérprete/ Marcellus Ferreira

Choreographer

and

interpreter:

Ta que tá atacada. 3 min 40 sego Coreógrafa e intérprete/ Choreographer Patrícia Barcellos

and

interpreter:


Insônia. 8 mino Coreógrafo e intérprete/ Cláudio Ribeiro

Teatro Carlos Gomes - 20 h Choreographer

and

interpreter: Solos Cariocas / Auto-retratos

Impressôes. 7 mino Coreógrafo/ Choreographer: Márcio Cunha Intérprete/ Interpreter: Lylien Vass e Renata Brandão Splicit Lirics. 6 min 30 sego Coreógrafo e intérprete/ Choreographer André Masseno

and

interpreter:

Medley. 9 mino Coreógrafo/ Choreographer: Fernando Azevedo Intérprete/ Interpreter: Fernando Azevedo e Rodrigo Gondim

quinta-feira

Teatro Carlos Gomes - 19 h Panorama Paraíso Marcela Levi e Claudia Garcia (Rio de Janeiro) Imagem. 20 mino Duas linguagens artísticas - o corpo performático e a fotografia - atuando como veículo para investigação da imagem. Um tempo sem começo, meio e fim, tempo do perpetum mobile. Two artistic languages - the performatic body and photography - working as a vehicle for image investigation. A time without beginning, middle or end, time of the perpetum mobile. Concepção / Conception: Marcela Levi e Claudia Garcia Criação e Interpretação / Creation and interpretation: Marcela Levi Iluminação / Lighting: Antônio Mendel Cenografia / Set: Ana Gastelois Música / Music: Brothers gonna work it out (Chemical Brothers) Influências Essenciais / Influences: Lia Rodrigues, Francis Bacon, Egon Schiele, Tunga e Lígia Clark. Agradecimentos especiais / Special thanks: Duda Maia, Sérgio Resende, Joana e Bruno Levi, Ginetta Levi Mortera, Jamil Cardoso, Alê e Thiago Granato.

Patricia Niedermeier Não se fala com os muros. 10 mino Foi criado a partir de sensações, idéias, lembranças, desejos, fragmentos, personagens, memórias, movimentos, silêncios e textos. "pergunto a mim mesmo se tudo isso não é invenção, se na realidade as coisas não se passaram de outro modo, segundo um esquema que tive de esquecer", disse Samuel Beckett. It was created from sensations, ideas, remembrance, desires, fragments, characters, memories , movements, silences and texts. " I ask myself if ali this is not an invention, if in reality things have not happened in a different way, according to a system I had to forget", said Samuel Beckett. Patrícia Nidermeier trabalhou como atriz com os diretores Rubens Correa, Gerald Thomas, Miguel Falabella, Fábio Ferreira, Bernardo Jablonski, Tonio Carvalho e Márcio Viana, entre outros. E como bailarina na Companhia de Dança Márcia Rubin e na de Atores e Bailarinos da coreógrafa Regina Miranda. Patrícia Nidermeier worked as an actress with the directors Rubens Correa, Gerald Thomas, Miguel Falabela, Fábio Ferreira, Bernardo Jablonski, Tonio Carvalho, Márcio Viana, and others. And as a dancer in , she worked for Companhia de Dança Marcia Rubin and for the choreographer Regina Miranda's Actors and Dancers'Company. Criação e coreografia/creation: Patrícia Niedermeier Direção geral/direction: Oscar Saraiva Texto/text: Patrícia Niedermeier Música/music: Felipe Rocha lIuminação/lightdesign: Renato Machado

Giselda Fernandes Castelo d'água (espessamentos de uma linha curva). 15 mino "Na ocasião do convite para participar Panorama com um auto-retrato, eu finalizava um solo inspirado na coreografia de Susanne Linke, 1m Bade Wannen. Se antes reinterpretava a relação de um outro corpo com um outro objeto, agora são pontos e linhas, linhas e pontos. Continuamente eu e meu castelo de água. Momentos de delicadeza e intimidade." "When I was invited to take part in Panorama with a self - portrait, I was finishing a solo inspired in Susanne Linke's choreography 1m Bade Wannen. If before I would reinterpret the relation of a body and another object, now there were only points and lines, lines and points. Continuously me and my water castle. Moments of delicacy and intimacy." Giselda Fernandes, diversos coreógrafos

após produzir, dirigir e dançar com e manter um vasto repertório de solos


dos coreógrafos Paulo Marques, Airton Tenório e Roberto Anderson, em abril de 2002 estreou como coreógrafa seu primeiro solo, Arca d'Água, em Portugal. Agora retoma sua parceria com o artista plástico Hilton Berredo, se apresentando com o projeto-performance Ô Água. After producing , directing and dancing with several choreographers, Giselda Fernandes mantains a comprehensive repertory of solos by Paulo Marques, Airton Tenório and Roberto Anderson and in April 2002 had her debut as a choreographer in her first solo Arca d'Água in Portugal.Now once again she works in parntership with the visual artist Hilton Barreto, presenting the performance - project Ô Água. Concepção, coreografia e interpretação/choreography and creation: Giselda Fernandes Artista Colaborador/collaborating artist: Hilton Berredo Direção de Movimento/ Ensaiadora!movement direction: Vera Andrade Desenho de luzllight design: Denise Calaça Fotografia Digital/digital photography: Hilton Berredo Música!song: "Hamburguer Lady", Throbbing Gristle Produção/production: Os Dois Produções Artísticas Agradecimentos/thanks to: Faculdade Angel Vianna, Lyceu de Dança, Airton Tenório, Ana Pessoa, Ceme Jambay, Cida Fernandes, Carolina Levi, Christina Almeida, Dinoã de Souza, Luciana Bicalho, Luiz Machado, Katie Van Scherpenberg, Márcia Feijó, Meire Lunierie, Maria Elisa Berredo, Neuza Berredo, Paulo Marques, Nenem Krieger.

Alexandre Franco A casa dos ossos (work in progress). 10 mino A mobilidade e a criação do movimento partem do interesse pelo corpo cotidiano, sua estrutura biológica, seus pulsos e impulsos, bem como sua gestualidade, memória e afetos.

The mobility and creation of movement stem from the interest in the daily body, its biological structure, its pulses and impulses, and also its gestures, memories and affection. Formado nos cursos de Dança Contemporânea e Recuperação Motora e Terapia através da Dança pela Escola Angel Vianna, Alexandre Franco fez sua formação com Angel e Klauss Vianna, e, mais tarde, através de João Fiadeiro e Ângela Guerreiro, com quem participou de projetos na Europa e no Brasil. Desde 1995 dirige a companhia Alexandre Franco Dança-Teatro. Com apoio de Bolsa Rioarte, criou o projeto Esculpir Mitos em 1995.

Desenho de Luzllight design: Renato Machado Trilha Sonora!soundtrack: Tiago Didaq Produção/production: Luk Monteiro e Marcio Franco Assessoria de Projetos/project manager: Maria Brezensky Maquiagem/make up: Valéria Peixoto Técnica de Pilates/Pilates tecnique: Mariana Lobato Fisioterapeuta!Physiotherapist : Núbia Barbosa Técnica de Alexander/Alexander tecnique: Edmundo Dias Apoios/Support: Ceta - Centro de Estudos da Técnica de Alexander, Faculdade e Escola Angel Vianna, Mariana Lobato - Técnica de Pilates, SinMed - Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro, Staccato Dança Contemporânea Agradecimentos/thanks to: Thereza Rocha, Paulo Caldas, Allberto Benzecry, André Masseno, Roberto Pereira, Lia Rodrigues, Michelli Franco, Angel Vianna, Maria Alice Poppe, Mariana Lobat e Edmundo Dias.

Henrique Schuller Organochronomachina. 10 mino "O fragmento coreográfico organochronomachina é baseado na idéia do corpo material/imaterial, o homem real e virtual com suas próteses, técnicas e tecnologias. Esta dança é uma colagem de todas as minhas peças coreográficas com as coreografias dançadas e concebidas por Nijinski. Não sou eu o de sempre, talvez um Henrique outro, nem tão pouco o nijinski conhecido por mim e pela platéia, o mito fixado; é um outro que surge deste diálogo" .

The choreographic fragment organochronomachina is based on the Idea of material/ immaterial , the real and virtual man with their prosthesis, techniques and technology. This dance is a mix of ali my choreographic pieces, with choreographies danced and conceived by Nijinsky. lt's not the common me, maybe it's another Henrique, it's definitely not The Nijinsky I and the audience know, not the fixed myth ; it's a new one that emerges from this dialog. Henrique Schüller, coreógrafo, bailarino e CMA [Certified Movement Analyst] graduado nos estudos adiantados do Sistema Laban de Análise do Movimento, em Nova York/98, pela bolsa Virtuose do Ministério da Cultura. Formado em dança contemporânea pela Escola Angel Vianna, no Rio de Janeiro/89, fundou em 1990 a Cia Tabula Rasa, que participou das edições 92/93 do Panorama RioArte de Dança. Em 1996 conquistou 6 prêmios com o solo TAO. Em 2001 foi um dos selecionados do Mapeamento Rumos Dança realizado pelo Itaú Cultural.

Majored in Contemporary Dance, Physical Rehabilitation and Therapy from Escola Angel Vianna, Alexandre Franco studied with Angel Vianna and Klauss Vianna and later with João Fiadeiro and Ângela Guerreiro, taking part in projects in Brazil and Europe.Since 1995 he has directed the company Alexandre Franco DançaTeatro. With the support from RioArte Scholarship he's created the project Esculpir Mitos in 1995.

Henrique Schüller, choreographer, dancer and CMA [Certified Movement Analyst] graduated in advanced studies of Laban Movement Analysis system in New York/98 through the Ministry of Culture's Virtuose Scholarship. Majored in contemporary dance from Escola Angel Vianna in Rio de Janeiro, in 1990 he founded Cia. Tabela Rasa, which took part in 92/93 Editions of Panorama RioArte de Dança. In 1996 he won 6 awards with the Solo TAO. In 2001 he was selected by Mapeamento Rumos Dança, on event from Itaú Cultural.

Direção geral, Coreografia, Figurino e Interpretação/creation, choreography,costumes and dance: Alexandre Franco

Concepção, direção e interpretação/creation, direction and dance: Henrique Schüller.


Assistência de direção e de coreografia/assistant director and choreographer: Cecília Terrana No teatro/ In the theatre - Thierry Tremoreoux; na vozlvoice - Marilena Bibas; no video - Luis Felipe Sá; na edição musical/ Musical edition - João Kahuna e José Nóbrega; na reconstituição do espéctro da rosa/espectro da rosa reconstitution - Fauzi Mansur; no cenário/ set - Ana Paula Guinle e Flávia de Faria; no figurino/ Costumes - Ana Paula Guinle; na luzi Light - Btuca Trindade e Luis Felipe Sá; no design gráfico/ Graphic design - Glória Afflalo; nas fotos/ Photographs - Cláudia Tavares; no cabelo/ Hair style - Karla Guerra; na produção e divulgação/ production and broadcast - Cia. Tabula Rasa; na direção de produção/ direction and production - Henrique Schuller; na assistência de produção/ assistance production - Cecília Terrana Músicas! Songs: Petrouchka (Igor Stravinsky), A tarde de um fauno (Claude Debussy), Convite à valsa (Karl Maria Von Weber), A sagração da Primavera (Stravinsky), Mistery voice (Micheal Sterns), Desbaudes (Paulo Vivacqua), Le piler du millet (percursões da áfrica) Agradecimentos/ Special thanks: Faculdade Escola Angel Vianna, A CASA, Ana Paula Guinle, Manfredo de Souza Neto, Salão Essentialis e Tai Yang.

Paula Águas Águas com saudades de mar. 10 mino

"Aqui é que não é lugar de permanência: eternamente voltado para o mar a comparar a sua liberdade com a minha", disse Stig Dagerman. A partir da ópera "Tristão e Isolda" de Richard Wagner criei uma célula de movimentos que sofrerá interferência do compositor Túlio Mourão e sua improvisação sobre "A morte de Isolda". "Here is definitely not a place to stay : forever and ever facing the sea comparing its freedom to mine ", said Stig Dagerman. Stemmed from the opera" Tristan and Isolde" by Wagner, I've created a movement cell that suffers the interference of the composer Túlio Mourão and his improvisation about "Isolde's death " Paula Águas é carioca, nasceu em 1970 e possui formação em ballet clássico e jazz. Ex-integranteda Quasar Cia de Dança/GO, da Companhia Nós da Dança/RJ e da Cia de Dança Carlota Portela/RJ, tendo integrado várias turnês nacionais. Como criadora solo, assinou este ano Sobre flo-

Wagner Schwartz (Uberlândia/

Minas Gerais)

Que nome daremos a nossos pares? 20 minoQuestiona as imagens advindas de um encontro entre dois amantes, suas possíveis causas e a dor que se estabelece em um cenário simbiótico.

The piece questions the images from an encounter between two lovers, its possible causes and the pain established in a symbiotic scenario. Wagner Schwartz é formado em Letras e começou na dança fazendo sua intercessão com a literatura. Estudou com Fergus Early, do London Contemporary School. Foi selecionado pelo Instituto Itaú Cultural no programa Rumos Dança 2000/2001. Participou do Festival Internacional da Novadança e da Mostra Internacional de Videodança do Uruguai. Estudou com Luiz Mendonça, Paulo Caldas, Henrique Rodovalho e Silvio Dufrayer. Wagner Schwartz majored in Languages and started his relation with dance through literature.He studied with Fergus Early from London Contemporary School. He was selected by Itaú Cultural in Rumos Dança 2000/2001 programo He took part in Novadança International Festival and Mostra Internacional de Videodança do Uruguai. He studied with Luiz Mendonça, Paulo Caldas, Henrique Rodovalho e Silvio Dufrayer. Criação & Interpretação/creation and dance: Wagner Schwartz ( Música/music: F. Coperin (ar. J. Savall), Sainte Colbmbe (ar. J. Savall). lIuminação/light design: Márcio Túlio

Paulo Mantuano

e

Kylie-Jane

Wilson ( Rio de Janeiro

/Australia) Duo. 12 mino

Dois corpos diferentes... Duas vidas diferentes... Dois espaços diferentes... No jogo do tempo, consciência e sensibilidade jogam com estas duas distintas personalidades. Two different bodies... Two different lives... Two different spaces... In the time game, awareness and sensibility play with these two distinct personalities.

res amarelas.

Paula Águas is carioca, was born in 1970 and studied classical ballet and jazz. Former dancer in Quasar Cia de Dança/GO, Companhia Nós da Dança/RJ and Cia de Dança Carlota Portela/RJ, she toured several times in Brazil. As a solo creator she signed this year Sobre flores amarelas.

Criação / interpretação/criation and dance: Paula Águas Direção/direction: Mariana Lobato lIuminação/light design: Alexandre Nazareth Poesia/poetry: Vida/Tempo - Viviane Mosé Música/music: Túlio Mourão, Improvisação sobre Tristão e Isolda de Richard Wagner.

A australiana Kylie-Jane Wilson iniciou sua carreira dançando com The Chrissie Parrott Dance Company da Austrália para qual também já coreografou trabalhos. Na Europa trabalhou com Gelabert/Azzorpardi Cia de dança (Cesc Gelebert) Connie Jansen Dans, Thomas McManus e Francesca Harper (Frankfurt ballet) entre outros. Coreografou seu primeiro solo em 2001. Atualmente no Rio, trabalha neste duo com Paulo Mantuano, um dos mais importantes bailarinos e novo criador da cidade. Mantuano se formou na Escola Angel Vianna e desenvolvve trabalhos para sua própria companhia. The Australian Kylie-Jane Wilsn started her career dancing with The Chrissie Parrott Dance Company trom Australia for whom she's already choreographed. In


Europe she worked with Gelabert/Azzorpardi Dance Company (Cesc Gelebert) Connie Jansen Dans, Thomas McManus and Francesca Harper (Frankfurt ballet) , among others.ln 2001 she coreographed her first solo.Living in Rio now, she works on this duo with Paulo Mantuano , one of the most important dancers and creators in Rio. Mantuano graduated from Escola Angel Viannaand develops works for his own company. Direção artística, coreografia e performance/arstistic direction, choreography and performance: Paulo Mantuano e Kylie-Jane Wilson. Design de luz/light design: Alexandre Malta Figurino/costumes: Kylie-Jane Wilson Trilha sonoralsoundtrack: Paulo Mantuano

sexta-feira

Centro de Arte Hélio Oiticica - 18h à 22h

Teatro Carlos Gomes - 19 h Panorama Paraíso Marcela Levi e Claudia Garcia (Rio de Janeiro) Imagem. 20 mino Duas linguagens artísticas - o corpo performático e a fotografia - atuando como veículo para investigação da imagem. Um tempo sem começo, meio e fim, tempo do perpetum mobile. Two artistic languages - the performatic body and photography - working as a vehicle for image investigation. A time without beginning, middle or end, time of the perpetum mobile. Concepção / Conception: Marcela Levi e Claudia Garcia Criação e Interpretação / Creation and interpretation: Marcela Levi Iluminação / Lighting: Antônio Mendel Cenografia / Set: Ana Gastelois Música / Music: Brothers gonna work it out (Chemical Brothers) Influências Essenciais / Influences: Lia Rodrigues, Francis Bacon, Egon Schiele, Tunga e Lígia Clark. Agradecimentos especiais / Special thanks: Duda Maia, Sérgio ReseMe, Joana e Bruno Levi, Ginetta Levi Mortera, Jamil Cardoso, Alê e Thiago Granato.

Gary Stevens (Inglaterra) ANO Gary Stevens vem há 20 anos experimentando as fronteiras das artes do corpo e do espaço. Em AND, discute o que une duas coisas e as torna uma terceira diferente. "É um confronto entre a escultura e a dramaturgia. A primeira existe quando estática e parada, a segunda só acontece em movimento. Mas como fazer uma escultura de corpos e lidar com a dramaturgia que daí emerge?", pergunta Gary. Em AND, platéia e performers se misturam, é preciso ser atento para saber se o que se vê é casual ou dramático, escultura ou vida cotidiana. AND é uma performance contínua, exibida em Galerias e que já passou pela South London Gallery, pelo Museu de Arte Moderna de Oxford e pelo Theatre Arsenic, na Suíça. No Brasil, é o resultado de uma oficina de 3 semanas com 22 artistas locais. For 20 years Gary Srevens has been studying the frontiers of the body and space arts. In AND he discusses what joins two things and changes them a into a third different one. It's a confrontation between sculpture and drama The first one exists when static and still whereas the second one only happens through movement .So how could we make a sculpture with bodies and yet deal with the dramaturgy that emerges?", wonders Gary. In AND audience and performers mingle and you've got to pay attention to know whether what vou see is casual or dramatic, sculpture or daily fife. AND is a continuous performance exhibited in galleries such as the Plea South London Gallery, the Museum of Modern Arts in Oxford and the Arsenic Theatre in Switzerland. In Brazil, it is the result of a 3 week workshop with 22 local artists. Este projeto é uma parceria com o British Council. This project was made possible by a partnership with the British Council.

Teatro Carlos Gomes - 20 h Thomas Lehmen

(Alemanha)

Oistanzlos. 55 mino Thomas Lehmen faz perguntas difíceis sobre a arte da dança e sobre si mesmo. Reduzido a mínimos elementos em cena, Thornas torna a platéia consciente da diferença entre uma idéia coreográfica e sua tradução cênica. As reações a Oistanzlos em suas apresentações pelo mundo têm sido a prova da habilidade de Thomas em expandir os limites do que a dança pode fazer no palco. Thomas Lehmen asks difficult questions about the art of dance and about himself. Using as few elements as possible, Thomas makes the audience aware of the difference between a choreographic idea and its scenic translation. The reactions to Oistanzlos in shows ali over the world prove Thomas's abifity to expand the limits of what dance can do on stage Texto, coreografia e concepção/text, choreography and creation: Thomas Lehmen Técnicaltechnical crew: Gõtz Dihlmann / Uwe Renken Gerente de produção/production manager: Petra Roggel Produção/production: Thomas Lehmen e Petra Roggel; Co-Produção/co-production: Bergen Internasjonale Teater; gefbrdert durch den Fonds Darstellende Künste Essen e.v. aus Mitteln des Bundes; unterstützt von Podewil, Tanzwerkstatt, Berlin


Espaço Cultural Sérgio Porto - 22h

Andrea Jabor (Rio de Janeiro)

Thembi Rosa (Belo Horizonte/MG)

l-eu, solo armado, um pré-texto para a improvisação. 30 mino

Ajuntamento (25 min) 10 X 1, de Rodrigo Pederneiras e Como areia na água, de

O conflito presente entre a poesia criativa do mundo interno e a correria objetiva do mundo externo. Como estar dentro e fora? Numa ponte entre os dois mundos e na dificuldade de transitar entre eles, surge a poesia deste solo. "Minha entrega desvenda minha dança. As situações que vivo em cena desvendam e desnudam intimidades e pensamentos."

Dudude Herrmann. "Convidei os coreógrafos Rodrigo Pederneiras, Dudude Herrmann, Adriana Banana e Luciana Gontijo para trabalharem comigo, a fim de criar com cada um uma peça coreográfica com uma média de dez minutos de duração. Além de experimentar a diversidade destes processos específicos de criação também ficam claras as possibilidades adaptativas do corpo para lidar com linguagens tão distintas e particulares. No Panorama serão apresentadas as peças de Rodrigo Pederneiras e Dudude Herrmann. "I invited the choreographers Rodrigo Pederneiras, Dudude Herrmann, Adriana Banana e Luciana Gontijo to Rodrigo Pederneiras, Dudude Herrmann, Adriana Banana e Luciana Gontijo work separately with me in order to create with each of them a choreography which would last about 10 minutes. Besides experimenting the diversity / variety of these specific processes, the adaptable possibilities of the body to deal with such distinct and particular languages was also clear". In Panorama she shows the ones by Rodrigo Pedernerias and Dudude Herrman. Thembi Rosa em 2000 apresentou em Belo Horizonte e em Portugal o espetáculo Propriocepção, seu primeiro trabalho solo realizado em parceria com o duo musical O Grivo. Durante o período de 1997 a 2000, com o Ur=Hor, dirigido por Adriana Banana, realizou os espetáculo Creme e Magazin. Recebeu o prêmio Amparc Bonsucesso de melhor bailarina em 1999 por Magazin. E de 1993 a 1996 integrou o GOM, Grupo Oficcina Multimédia. Atualmente, em parceria com Jacqueline Gimenes, desenvolve o projeto, cronômetro: 10 X 1 - daqui, para onde vamos? pesquisa selecionada para participar do Programa Território Minas Telemig Celular promovido pelo Fórum Internacional de Dança. tn 2000 Thembi performed her show Propriocepção in Belo Horizonte and Portugal. It was her first solo in partnership with the musical duo O Grivo. From 1997 to 2000 she performed in Creme and Magazin, from Ur=Hor, directed by Adriana Banana. She received the Amparc Bonsucesso Award as the best dance r in 1999 for her part in Magazin. From 1993 to 1996 she joined GOM, Grupo Oficcina Multmédia. She now is developing cronômetro 10 x 1- daqui para onde vamos in partnership with Jacqueline Gimenes. This research has been selected to participate in Território Minas Telemig Celular Program promoted by International Dance Forum. Concepção, direção e interpretação/creation, direction and dance: Thembi Rosa Coreografias/choreography: Rodrigo Pederneiras, Dudude Herrmann e Thembi Rosa lIuminador/liht design: Marcos Malafaia Trilha Sonora/soundtrack: O Grivo (Marcos Moreira Marcos e Nelson Soares) Figurino/costumes: Ronaldo Fraga Ensaiadora de 10 X 1/rehearser for 10x1 : Paula Cançado

The present conflict between the creative poetry of the inner world and the objective rush of the external world . . How can we be inside and outside? The poetry of this solo comes from a bridge between two worlds and the difficulties to walk on them. "My abandon unveils my dance, The situations I live on stage reveal and unveils intimacies and thoughts". Andréa Jabor é formada pela School for New Dance Development em Amsterdã e pelo Laban Centre de Londres. É bailarina e coreógrafa e diretora da companhia Arquitetura do Movimento. Estudou com professores como Steve Paxton, Lisa Nelson, Deborah Hay, Katie Duck e Luiz Mendonça entre outros. Seus espetáculos mais recentes são De Areia e Mar (1999) e Arq-móvel, Estamos em Trânsito (2000/01). Andrea Jabor graduated from the School for New Dance Development in Amsterdam e the Laban Centre in Londres. She's a dance r and choreographer and the director of the Arquitetura do Movimento Company. She's studied several dance techniques with teachers like Steve Paxton, Lisa Nelson, Daborah Hay, Katie Duck, Katie Duck and Luiz Mendonça. De Areia e Mar (1999) and Arq-móvel, Estamos em Trânsito (2001) are her latest shows. Concepção, dança, coreografia e trilha sonora/creation, reography, dance and soundtrack: Andrea Jabor Direção/mis-en-scene: Ana Achcar lIuminação/light design: Alexandre Malta Figurino/costumes: Bia Jabor

cho-

sábado

Centro de Arte Hélio Oiticica - 14h às 18h Gary Stevens (Inglaterra) ANO Gary Stevens vem há 20 anos experimentando as fronteiras das artes do corpo e do espaço. Em ANO, discute o que une duas coisas e as torna uma terceira diferente. "É um confronto entre a escultura e a dramaturgia. A primeira existe quando estática e parada, a segunda só acontece em movimento. Mas como fazer uma escultura de corpos e lidar com


a dramaturgia que daí emerge?", pergunta Gary. Em ANO, platéia e performers se misturam, é preciso ser atento para saber se o que se vê é casual ou dramático, escultura ou vida cotidiana. ANO é uma performance contínua, exibida em Galerias e que já passou pela South London Gallery, pelo Museu de Arte Moderna de Oxford e pelo Theatre Arsenic, na Suíça. No Brasil, é o resultado de uma oficina de 3 semanas com 22 artistas locais. For 20 years Gary Stevens has been studying the frontiers of the body and space arts. In ANO he discusses what joins two things and changes them a into a third different one. It's a confrontation between sculpture and drama The first one exists when static and still whereas the second one only happens through movement .So how could we make a sculpture with bodies and yet deal with the dramaturgy that emerges?", wonders Gary. In ANO audience and performers mingle and you've got to pay attention to know if whether what you see is casual or dramatic, sculpture or daily life. ANO is a continuous performance exhibited in galleries such as the Plea South London Gallery, the Museum of Modern Arts in Oxford and the Arsenic Theatre in Switzerland. In Brazil, is the result of a 3 week workshop with 22 local artists. Este projeto é uma parceria com o British Council. This project was made possible by a partnership with the British Council,

Teatro Carlos Gomes - 19 h Panorama Paraíso Marcela Levi e Claudia Garcia (Rio de Janeiro) Imagem. 20 mino Duas linguagens artísticas - o corpo performático e a fotografia - atuando como veículo para investigação da imagem. Um tempo sem começo, meio e fim, tempo do perpetum mobile. Two artistic languages - the performatic body and photography - working as a vehicle for image investigation. A time without beginning, middle or end, time of the perpetum mobile. Concepção / Conception: Marcela Levi e Claudia Garcia Criação e Interpretação / Creation and interpretation: Marcela Levi Iluminação / Lighting: Antônio Mendel Cenografia / Set: Ana Gastelois Música / Music: Brothers gonna work it out (Chemical Brothers) Influências Essenciais / Influences: Lia Rodrigues, Francis Bacon, Egon Schiele, Tunga e Lígia Clark. Agradecimentos especiais / Special thanks: Duda Maia, Sérgio Resende, Joana e Bruno Levi, Ginetta Levi Mortera, Jamil Cardoso, Alê e Thiago Granato.

Teatro Carlos Gomes - 20 h Kaiowas Grupo de dança (Santa Catarina) Oito trigramas. 45 mino Novo representante da dança feita no Sul, em especial a bela Florianopolis que já nos deu o Cena 11, o grupo Kaiowas nasceu do grupo juvenil Mahabhutas do Amanhã, criado por Teimo Gomes enquanto dirigia o Mahabutas Cia. de Dança. Em 1998, o grupo começou sua profissionalizaçao, abandonou o velho nome e virou o Kaiowas. Nesta sua primeira produção, a coreografa Karina Barbi se debruçou sobre os simbolos da milenar sabedora chinesa do I Ching. De acordo com a filosofia chinesa, os Trigramas são representações do céu, da terra e do que está entre eles. New representative of the dance in the South of Brazil, specially in the beautiful Florianópolis, which has already given to us the dance company Cena 11, the group Kaiowas stems from the juvenile group Mahabutas do Amanhã, created by Teimo Gomes while directing the Mahabutas Cia. de Dança.ln 1988 the group started its professional life, abandoned the old name and became Kaiowas. In this first production, the choreographer Karina Barbi studied the milenar I Ching Chinese wisdom.According to Chinese philosophy, the Trigrams are representations of heaven, earth and what is between them. Direção Artística & Coreografia/artistic direction and choreography : Karina Barbi; Bailarinos/dancers: Adele Speck, Bianca Barbi, Gabriela Haviaras, Karina Barbi, Natália Ad-Víocula; Ensaiadora/Maitre de ballet: Malú Rabelo; Som/sound: Arthur Bellaguarda; Iluminaçãolight design: Rogers Barbi; Figurino/costumes: Karina Barbi e Idalina Aparecida da Silva; Produção Cultural/production: Kaiowas Grupo de Dança.

Espaço Cultural Sérgio Porto - 22h Cristina Moura

(Brasília/Dinamarca)

Like an idiot. 55 mino "Ser um outro ser. Sentir um outro corpo, o calor de outro corpo. Permitir que eu seja novamente. Sentir minha vulnerabilidade, minha autenticidade. Lembrar. Ultrapassar meus limites, mas não me perder. Meu mundo está quebrado, absurdo, incoerente, redundante, acidental, divertido, coincidente, confuso, alegre, inútil e constrangido. Centenas de questões batendo na minha cabeça. Mas então: se você ouvir o que eu ouço, ver o que vejo, ainda irá se importar com as respostas? To be another being. Feel another body, another body's heat. Allow me to be myself again. Feel my vulnerability, my authenticity remember. Surpass my limits, but not get lost. My world is broken, absurd, incoherent, redundant, accidental, fun, coincident, confused, joyful, useless, embarrassed. Hundreds of questions in my head. But then: if you can hear what I hear, see what I see, will you still care about the answers?


Cristina Moura tem formação em ballet clássico e dança contemporânea. Trabalhou com EnDança (Brasil), João Fiadeiro (Portugal), Rui Horta (Portugal), Angela Guerreiro (Portugal/Alemanha), Angela Margarit Mundances (Espanha), L'Esquisse (França) eLes Ballet C. de Ia B. (Bélgica). "Pourquoi c'est toujour moi" (1999) e "Paraíso Radisson" (2001) são suas coreografias e desde 2000 Cristina Moura vive e trabalha na Dinamarca.

Este projeto é uma parceria com o Goethe Institut. This was made possible by a partnership with Goethe Institut.

Centro de Arte Hélio Oiticica - 14 h às 18 h Gary Stevens (Inglaterra)

ANO Cristina Moura has a background on classical ballet and contemporary dance. She has worked with EnDança (Brasil), João Fiadeiro (Portugal), Rui Horta (Portugal), Angela Guerreiro (Portugal/Germany), Angela Margarit Mundances (Spain), L'Esquisse (France) eLes Ballet C. de Ia B. (Belgium). "Pourquol c'est toujour moi" (1999) e "Paraíso Radisson" (2001) are her choreoghaphy and since 2000 she has been living and working in Denmark. Concepção, criação, coreografia e dança/creation,choreography and dance: Cristina Moura Conselho dramatúrgico/dramaturgy: Carmen Mehnert Concepção musical/musical conception: Beat Halberschmidt / Cristina Moura Luz/light design: Sergio Pessanha Música/music: Beat Halberschmidt! Mozart / Gilberto Gil / Bob Marly / Lauryn Hill / sainkho Namtchylak Agradecimentos/thanks to: Aisha, Dieter, Carla, Lia, Lauryn, minha família e todos os envolvidos neste projeto. Perguntas extraídas do livro Why ali these questions editado por Gabriel Smeets, em iniciativa do Springdance Festival e lista baseada em material do Institut of Failure/Tim Etchells-Matthew Goulish. Questions extracted from the book Why ali these questions published by Gabriel Smeets, with Springdance Festival iniciative. List based on material from Institut of Failureffim Etchells-Matthew Goulish.

domingo

Gary Stevens vem há 20 anos experimentando as fronteiras das artes do corpo e do espaço. Em AND, discute o que une duas coisas e as torna uma terceira diferente. "É um confronto entre a escultura e a dramaturgia. A primeira existe quando estática e parada, a segunda só acontece em movimento. Mas como fazer uma escultura de corpos e lidar com a dramaturgia que daí emerge?", pergunta Gary. Em AND, platéia e performers se misturam, é preciso ser atento para saber se o que se vê é casual ou dramático, escultura ou vida cotidiana. AND é uma performance contínua, exibida em Galerias e que já passou pela South London Gallery, pelo Museu de Arte Moderna de Oxford e pelo Theatre Arsenic, na Suíça. No Brasil, é o resultado de uma oficina de 3 semanas com 22 artistas locais. For 20 years Gary Stevens has been walking the frontiers of the body and space arts. In AND he discusses what joins two things and changes them a into a third different one. It's a confrontation between sculpture and drama The first one exists when static and still whereas the second one only happens through movement .So how could we make a sculpture with bodies and yet deal with the dramaturgy that emerges?", wonders Gary. In AND audience and performers mingle and you've got to pay attention to know if whether what Vou see is casual or dramatic, sculpture ar daily life. AND is a continuous performance exhibited ingalleries such as the Plea South London Gallery, the Museum of Modern Arts in Oxford and the Arsenic Theatre in Switzerland. In Brazil, is the result of a 3 week workshop with 22 local artists. Este projeto é uma parceria com o British Council. This project was made possible by a partnership with the British Council.

Teatro Carlos Gomes - 19 h Panorama Paraíso Teatro do Jóquei - 14h

Marcela Levi e Claudia Garcia (Rio de Janeiro)

Residência com Thomas Lehmen: resultados de trabalho

Imagem. 20 mino

Apresentação dos resultados da oficina de criação de 3 semanas com Thomas Lehmen e os criadores Dani Lima, Frederico Paredes, Gustavo Ciríaco, Marcela Levi, Toni Rodrigues, Andrea Maciel, Raquel Vivian Nicoletti, Alex Cassals, Denise Stutz e Sacha Witkowski. Presentation of the result of the 3 week residence with Thomas Lehmen and the creators Dani Lima, Frederico Paredes, Gustavo Ciríaco, Marcela Levi, Toni Rodrigues, Andrea Maciel, Raquel Vivian Nicoletti, Alex Cassals, Denise Stutz e Sacha Witkowski.

Duas linguagens artísticas - o corpo performático e a fotografia - atuando como veículo para investigação da imagem. Um tempo sem começo, meio e fim, tempo do perpetum mobile. Two artistic languages - the performatic body and photography - working as a vehicle for image investigation. A time without beginning, middle or end, time of the perpetum mobile. Concepção / Conception: Marcela Levi e Claudia Garcia Criação e Interpretação / Creation and interpretation: Marcela Levi


Iluminação / Lighting: Antônio Mendel Cenografia / Set: Ana Gastelois Música / Music: Brothers gonna work it out (Chemical Brothers) Influências Essenciais / Influences: Lia Rodrigues, Francis Bacon, Egon Schiele, Tunga e Lígia Clark. Agradecimentos especiais / Special thanks: Duda Maia, Sérgio Resende, Joana e Bruno Levi, Ginetta Levi Mortera, Jamil Cardoso, Alê e Thiago Granato.

Teatro Carlos Gomes - 20 h Márcia Rubin Companhia de Dança (Rio de Janeiro) Um estudo. 15 mino Depois do solo a paisagem daqui é outra, apresentado no Panorama 2001 e considerado um dos dez melhores espetáculos do ano pela crítica especializada, Márcia Rubin apresenta um estudo com música de Bartók, Bach e Ligeti. O espetáculo apresenta um outro olhar sobre o trabalho da companhia; desta vez a palavra cede espaço ao movimento puro, revelando uma linguagem onde a sensação nasce da escritura do corpo no espaço. After the solo a paisagem daqui é outra performed in Panorama 2001 and considered by the specialized press one of the ten best shows of the year, Márcia Rubin presents a study with music by Bartók, Bach and Ligeti. A study brings a new look over the company's work. This time the word gives space to the pure movement revealing a language where sensation is born from the writing of the body in space. Márcia Rubin estudou ciências sociais e especializou-se em dança e expressão corporal no Curso de Formação em Dança Contemporânea / Escola Angel Vianna, onde aprofundou seus estudos sobre o Sistema Laban de Análise do Movimento com Regina Miranda. Fundou sua Companhia de dança em 1991 onde criou Já Não Penso Mais em Ti (1994), Tudo Que Eu Nunca te Disse (1997), Correr em vez de Caminhar (1998) e A Paisagem Daqui é Outra (2001). faz direçao de movimento para teatro e cinema. Márcia Rubin studied Social Sciences and specailized in dance and body expression. She majored in Contemporary dance at Escola Angel Vianna , where she studied the Laban system more deeply with Regian Miranda. In 1991 she founded her dance company where shes already created the shows Já Não Penso Mais em Ti (1994), Tudo Que Eu Nunca te Disse (1997), Correr em vez de Caminhar (1998) and A Paisagem Daqui é Outra (2001). She also works as a movement director for the theatre and cinema. Coreografia e direção/choreography, direction: Márcia Rubin Intérpretes/dancers: Renata Reinheimer, Vinícius Salles e Márcia Rubin lIuminação/light design: Renato Machado Figurino/Costumes: Ticiana Passos Trilha sonoralsoundtrack: Marcia Rubin com a colaboração de Felipe Rocha Produção/production: Neco FX Agradecimentos/thanks to: Espaço Castelo, Rita Almeida, Perfeito FortunalFundiçao Progresso.

Cristian

Duarte,Shani

Granot &

Peter Foi (São

Paulo/Belgium)

Middle high tones. 35 mino Cristian Duarte e Shani Granot investigam os limites da autonomia humana. Como operar com independência em um ambiente que requer adaptação constante? Em outras palavras, onde está a diferença entre ser conduzido pelo ambiente e seguir seus próprios desejos e motivos? O espetáculo foi realizado durante estudos desenvolvidos na PAR.T.S. (Performing Arts, Research and Training Studios) em Bruxelas/Bélgica 2002, onde Cristian foi bolsista do programa ApArtes - CAPES do Ministério da Educação Governo Brasileiro. Cristian Duarte e Shani Granot investigate the limits of human autonomy. How can someone operate with independence in an environment which requests constant adaptation? In other words, where is the difference between being conducted but the environment and fellowing your own wishes and motivations? The show was created during studies developed at P.A.R.T.S (Performing Arts, Research and Training Studios) in Brussels / Belgium in 2002, where Cristian has been as a student in the program ApArtes - CAPES do Ministério da Educação - Governo Brasileiro. Cristian Duarte nasceu em são Paulo em 1973, trabalhou por seis anos como dançarino da Cia. Nova Dança. Ano passado criou non fiction, quarteto mostrado no Festival d'Automne de Paris dentro do projeto parts@paris. Middle High Tones é seu projeto de graduação na escola belga, em colaboração com a bailarina israelense Shani Granot. Estreou no Springdance Preview em UtrechVHolanda em abril deste ano. Cristian Duarte was Born in São Paulo in 1973 and worked as a dancer in Nova Dança Company for 6 years. In 2001 created non fiction, a dance quartet shown in the Festival d'Automne in Paris in the frame of the project parts@paris. Middle High Tones is the joint graduation project in collaboration with Shani Granot. Premiered at Springdance Preview last april in Utrecht - Holland. Criação/creation: Cristian Duarte, Shani Granot Performance: Cristian Duarte, Shani Granot e Peter Foi Técnicaltechnical crew: Peter Foi Operação de luz e som/light and sound design: Cristian Duarte, Shani Granot e Peter Foi Produção/production: PAR.T.S. Produção no Brasil/production

in Brazil: Dora Leão.


Teatro Carlos Gomes Intendente / Artistic Director - Amir Haddad Administradores / Administrators - Sula Villela e Marco Figueiredo Operador de Luz / Lighting Technician - Jairo Martins Eletricista Cênico / Set Electrician - Marcos Paulo e Luiz Gonzaga Ferrari Chefe de Manutenção / Head of Maintenance - Antônio Ferrari Eletricista / Electrician - Gelcimar Santos e Antônio Paulino Cenotécnico / Set Technician - Humberto Silva Maquinista / stage-engineer - Celso Paiva e Humberto Oliveira Silva e Beto Almeida Diretor de Cena / Stage Director - Cezar Salles Contra-Regra / prompter - Alex Campos Camareira / Chambermaid - Cecília Vianna Equipe de Som / Sound Crew - Ailson Conceição e Eliel de Oliveira Ferreira Recepcionistas / Hosts - Juanildo Santos - Marcelo Eduardo Portaria / Doorkeeper - José Raimundo dos Santos Bilheteria / Box Office - Fátima Oliveira e Maria de Fátima Peixoto Telefonia / Telephone Operators - Tina de Oliveira e Fernanda Figueiredo

Espaço Cultural Sérgio Porto Administradora / Administrator - Isabel Gomide Secretária de frente / Secretary - Bianca Siqueira Bilheteira / Box Officer - Ivone da Silva Cenotécnicos / Set Technicians - Jeová Alves Carneiro e Emanuel Mendes Nunes (Mineiro) Operadores de luz / Lighting Technicians Adeilson Mendes Moreira - Orlando Freitas Matos Operadores de som / Sound Technicians - John Gomes Moreira (Jonny) - Marcos Aurélio

Centro de Arte Hélio Oiticica Administradores

/ Administrators - Margareth G. Fernandes e Vicente Santana Moura Secretária / Secretary - Helen Freitas Eletricista de Manutenção / Head of Maintenance - Paulo César da Mota Nunes Equipe de Apoio - Conservação / Support Crew Recepção / Reception - Sheyla da Conceição Machado e Luciene Monteiro dos Santos

Teatro do Jockey Administradora / Administrator - Leo Bezerra Secretária de frente / Secretary - Suzana Queiroz Operador de luz / Lighting Technician - Bruno M. Barreto Operador de som / Sound Technician - Rony Vilanova Maquinista / stage-engineer - Renato da Silva Contra-Regra / prompter - Dudu Apolinário Eletricista de Manutenção / Head of Maintenance - Antônio Lopez Bilheteira / Box Officer - Regina Santos Limpeza / Cleanness - Maria José e Cristina Vigilantes da Fênix / Fênix Security - Wellington, Adilson e Álvaro Serviço de Bar / Bar Service - Judith Dayan e Glauce Ferreira

Teatro da Maison de France Presidente / President - Michel Oyharçabal Diretor Administrativo / Administrative Director - Cédric Gottesmann Técnico de Som e Luz / Sound and Lighting Technician - Rodrigo Bezerra de Meio


Festival Panorama 2002  

11ª Edição Festival Panorama.

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