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nforma ano 17 / dezembro de 2016

Além-muros Novas perspectivas levam o SantiSustentável para fora da escola

Conviver é preciso Estratégias educativas promovem a harmonia nas relações entre alunos

Por conta própria Histórias inspiradoras de ex-alunos que viraram empreendedores Pintura surrealista, 9º ano – Dora

“No mistério do sem-fim equilibra-se um planeta. E, no jardim, um canteiro. No canteiro, uma violeta. E, sobre ela, o dia inteiro, a asa de uma borboleta.” Cecília Meireles


vai rolar dezembro

01, 5ª feira Último dia de aula do EF 2 02 a 09 Atividades Culturais e Esportivas do EF 2 06, 3ª feira Término das aulas de 2° e 3° anos 07, 4ª feira Torneio interno de 2º e 3 º anos Término das aulas de 4° e 5° anos 08, 5ª feira Torneio interno de 4º e 5º anos 10, sábado Formatura do 9º ano na escola 15, 5ª feira Término das aulas do T2 ao 1º ano Término das aulas do Santimais 25, domingo Natal

Educação para a sustentabilidade

janeiro 26 a 31 30, 2ª feira 31, 3ª feira

Semana de integração e planejamento da equipe Santi Reunião de pais de alunos novos do T2 ao T5 (matriculados no período da manhã e tarde) às 13h Reunião de pais de alunos novos do 1º ano (matriculados no período da manhã e tarde) às 8h

fevereiro 01, 4ª feira 02, 5ª feira 06, 2ª feira

Início das aulas do T4 ao 9º ano e das aulas do Santimais A secretaria retoma o horário normal das 7h20 às 18h Início das aulas do T3 Início das aulas do T2

São tempos desafiadores. É preciso promover, mais do que nunca, o diálogo, o respeito mútuo, o reconhecimento do próximo e da comunidade como condições para a construção de um futuro de sustentabilidade e de solidariedade.

expediente Santinforma é uma publicação da Escola Santi R. Abílio Soares, 452 – Paraíso 04005-001 – São Paulo – SP fone: 11 3882-6600 site: www.escolasanti.com.br e-mail: santi@escolasanti.com.br Coordenação: Adriana Cury Sonnewend e Claudia Rossi Produção editorial: Equipe Santi e Regina Cury Projeto gráfico: Zaic Branding – 11 2184.8100 Fotografias: Arquivo Santi Tiragem: 2,3 mil exemplares Impressão: dezembro de 2016

convênios e parcerias UNIFORMES Sugerimos que telefonem antes para confirmar os tamanhos disponiveis na loja. A lista encontra-se no site da escola. Free Way 3884-0928 Texblun 3051-3252 ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO Colégio Bandeirantes Colégio Nossa Senhora das Graças Escola Lourenço Castanho Escola Vera Cruz

ESCOLAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL Escola Criarte Escola Espaço Aberto Escola Miguilim Escola Primeiro Passo ESCOLAS DE FUNDAMENTAL 1 Escola be.Living TRANSPORTE ESCOLAR Empresa Danigir Roberto e Luciana 3207-5847 | 98147-6294 | 99698-6909

Editorial

AVALIAÇÃO AUDIOLÓGICA (audiometria) Dra. Flávia Tonucci de Araújo Lopes R. Maestro Cardim, 560 cj 142 3289-4900 ACADEMIA Academia Competition R. Cincinato Braga, 520 - Bela Vista 3149-9777

A Santi acredita que o papel da educação na construção desse futuro se realiza também para além dos muros da escola. Por isso, levou suas ideias, práticas e a capacidade realizadora de pais, alunos e professores a outras escolas e comunidades, promovendo o diálogo, o conhecimento mútuo e a ação em rede. Entrevistamos Laís Fleury, diretora do Instituto Alana e coordenadora do projeto Criança e Natureza, que nos fez revelações sobre a importância da conexão com a natureza. Neste número, você encontrará também uma matéria sobre o trabalho realizado nessa perspectiva com as crianças da Educação Infantil. Plantas e bichinhos do jardim, tanques de areia e até os jabutis, nossos mascotes, foram grandes parceiros nessa iniciativa. Neste semestre, a Santi também continuou aprimorando as ações voltadas para a construção da autonomia moral, que começam já no T5, aos 5 anos de idade, e vão até o 9º ano. E como o futuro também se constrói com empreendedorismo, fomos procurar ex-alunos que se tornaram empreendedores e pedimos a eles que contassem suas histórias inspiradoras. Desejamos a todos ótimas festas, um feliz 2017 e que aproveitem as férias para desfrutar de momentos inesquecíveis em família, aproveitando tudo o que a natureza e a vida ao ar livre têm a oferecer de bom e de belo. Boa Leitura! Adriana Cury Sonnewend Diretora-geral

Desenhos com diferentes materiais – T4


Entrevista

O papel dos pais na

conexão da criança com a natureza Crescer em conexão com a natureza e brincar ao ar livre são condições essenciais para o desenvolvimento saudável e o bemestar na infância. Quem cresce em contato com a natureza também aprende a amar e a cuidar do planeta. Mas na realidade urbana em que vivemos esse contato é cada vez mais escasso. Cabe aos pais proporcionarem natureza para as crianças no cotidiano, desde bem cedinho. E isso é possível! Laís Fleury é empreendedora social reconhecida pela Ashoka Empreendedores Sociais e uma das fundadoras da associação Vaga Lume. É diretora do Instituto Alana no Rio de Janeiro e coordena o Criança e Natureza. Ela conversou com a gente sobre o tema.

SANTI Por que as crianças precisam do contato com a natureza? LAÍS A criança que brinca na natureza usa todos os sentidos: tato, olfato, visão, audição... Na natureza, o aprender é ativo, envolve a participação direta da criança. Nada vem pronto. Além dos benefícios físicos de estar ao ar livre, como pular, correr e cansar, ao subir em uma árvore, por exemplo, a criança supera seus limites, desafia seus medos, calcula riscos e aprende a lidar com eles. E essas são capacidades que ela vai levar para a vida adulta. Há muitos estudos em todo o mundo que comprovam que a criança que cresce em contato com a natureza é mais calma, mais concentrada, mais criativa, mais resiliente e mais saudável. SANTI É viável proporcionar esse contato numa metrópole como São Paulo? LAÍS É tudo uma questão de olhar, de atenção. Quando a gente fala em contato com a natureza nas cidades, estamos falando da natureza possível. Uma caminhada de casa até a escola já pode proporcionar, de alguma maneira, esse contato. Observar o céu, as árvores, os passarinhos, os bichinhos no canteiro, sentir o vento... Tomar um banho de chuva, encontrar um lugar descampado para empinar pipa, dar preferência às janelas de onde se avista o verde, sempre que possível, também são formas de estar em contato com a natureza. Ela está em todo lugar. É mesmo uma questão de olhar. SANTI Como encaixar na rotina da família o tempo necessário para estar em contato com a natureza? LAÍS Em primeiro lugar é importante ter consciência de quanto é fundamental e benéfica para a saúde da criança a conexão com a natureza. É tudo uma questão de escolha e de olhar. Toda cidade e todo bairro, por mais urbanos que sejam, têm praças, têm parques, têm ruas arborizadas. Ir caminhando em vez de ir de carro, levar a criança para uma pracinha com regularidade, optar por ir ao parque no fim de semana, em vez de ir ao shopping, e estimular a criança a perceber o que há de natural ao seu

redor são formas viáveis de encaixar um pouco de natureza na rotina da família. SANTI Por que o envolvimento ou o exemplo dos pais nesse processo é importante? LAÍS O contato com a natureza começa em família. A criança pequena vê o mundo pelos olhos dos pais. E elas também dependem dos pais ou de quem as cuida para ir para fora, sair de casa. O adulto precisa levar e encorajar a criança para que interaja com o ambiente natural. Muitas vezes ouvimos adultos dizerem para as crianças coisas como “não vá para fora, está frio e você vai ficar gripado” ou “não suba nessa árvore porque vai machucar se cair” ou “cuidado para não se sujar”. Se em vez disso a criança conta com um adulto que, junto com ela, olha para o céu e observa a lua, que a encoraje a subir em uma árvore ou a deixe tomar um banho de chuva, a relação que esta criança vai desenvolver com o mundo natural é completamente diferente. SANTI Você poderia nos dar alguns exemplos de iniciativas de famílias que conseguiram atingir esse objetivo? LAÍS Algumas famílias, inclusive na cidade de São Paulo, se organizam em grupos para fazer passeios na natureza com as crianças nos fins de semana, organizar piqueniques, ou levá-las para a praça nas tardes livres. E em grupo é sempre mais gostoso. Não precisa ir longe, basta encontrar um lugar com natureza por perto. É uma questão de olhar, de escolha, de vontade. Lembro da história de um menino que chegou à escola com dificuldade para desenvolver a fala. A professora percebeu que ele tinha um desejo muito grande de ficar no jardim, ao lado de fora. E logo descobriu que esse menino brincava com galhos, folhas e pedrinhas e as organizava fazendo lindos arranjos. Pediu permissão aos pais para fotografar aquilo que ele fazia. Eram coisas lindas! Graças à sensibilidade dessa professora e à confiança dos pais, o menino desabrochou a fala e se adaptou à rotina escolar através do contato produtivo e cotidiano com o ambiente natural.


Formação de valores

Aprender

a conviver

Ouvir o outro com respeito e atenção, defender um ponto de vista com ética, buscar no diálogo a solução de um conflito, conhecer e respeitar limites: o desenvolvimento dos valores, princípios, sentimentos e crenças envolvidos no convívio social é o que chamamos de construção da autonomia moral. Esse é um processo de desenvolvimento interior, aprendido nas vivências de nossas relações afetivas. “O desenvolvimento moral se dá através da interação com o meio, as experiências e as pessoas, ou seja, a moralidade não é ensinada diretamente. Quando realizamos esse trabalho, temos como objetivo favorecer o processo de construção da autonomia, da cooperação e do raciocínio. Considerando isso, é importante que haja espaços nos quais se discutam conteúdos éticos e morais que se tornem objeto de reflexão individual e em grupo.” Fernanda Farhat, Professora do T5

são sempre vivenciais, ou seja, partem de situações reais vividas pelas crianças. Conheça algumas: ASSEMBLEIAS: são reuniões entre os alunos mediadas pelos professores, durante as quais são discutidos temas de interesse do grupo que envolvam questões de fundo moral e ético ou resolução de conflitos. DILEMAS MORAIS: são impasses que surgem nas turmas através de conversas e são colocados para reflexão, apesar de não serem necessariamente problemas que ocorrem no grupo. Para os dilemas morais não existe uma saída do tipo certo ou errado, e sim diferentes alternativas de ação.

A Santi sempre acreditou que a escola tem um papel importante na construção da autonomia moral e tem aprimorado esse trabalho ao longo dos anos. De forma continuada e com a participação de especialistas, como a pedagoga e doutora em psicologia Telma Vinha, a escola realiza um trabalho planejado e pensado para o contexto de cada turma.

“Ao fazermos um trabalho estruturado para o desenvolvimento da autonomia moral das crianças, colaboramos para que elas ampliem sua percepção com relação ao outro e reflitam sobre suas ações e seu lugar no mundo. Um exemplo são situações nas quais não existe certo ou errado. Tal exercício gera um conflito interno na criança que a fará refletir sobre diferentes possibilidades de resolução e aceitar essa diversidade, ampliando seu repertório e tornando-se mais segura para lidar com as situações de conflito que enfrentará em sua vida.” Lara Marin, Professora do 2º Ano

“Por volta dos 7 ou 8 anos a criança já está madura o suficiente para começar a perceber ou se importar verdadeiramente com o outro. É uma fase em que as crianças começam a ser conscientes dos efeitos de seus atos sobre as outras pessoas e vice-versa.” Carol Cherubini - Coordenadora do 2º e 3º anos

HISTÓRIAS HIPOTÉTICAS: situações comuns no dia a dia dos alunos, como fofocas e brigas no futebol, são colocadas para o grupo, sem personificação, para que sejam objeto de reflexão e debate. A ideia é que os alunos desenvolvam a capacidade de evitar ou de lidar melhor com situações de conflito recorrentes.

As estratégias pedagógicas para construção da autonomia moral diferem em função da faixa etária e do tipo de competência que se busca desenvolver, mas

“Nessas situações, onde os alunos são convidados a refletir, num primeiro momento há uma reflexão individual. Em seguida, uma discussão em grupo,

onde vários pontos de vista são apresentados. É nesse momento que ocorre o processo de reflexão, pois ouvir diferentes opiniões requer um exercício constante do juízo moral. Gradativamente, as crianças vão desenvolvendo sua moralidade e seus julgamentos e vão se tornando mais sofisticados e pautados em princípios.” Fernanda Farhat, Professora do T5

proposta, não se limitando apenas a falar a respeito, mas a vivenciar o sentimento. Assim, construímos juntos um local propício para o desenvolvimento das diversas relações de colaboração, cooperação e visivelmente a melhoria das interações sociais.” Andréa Ribeiro (Dea) - Professora do 4º ano

HISTÓRIAS LITERÁRIAS: são discutidos livros da literatura infantil e juvenil que trazem histórias com as quais os alunos se identificam, inspirando discussões e reflexões sobre questões éticas e morais.

SUBGRUPOS: os alunos são agrupados por interesses ou algo que tenham em comum. Por exemplo, alunos que tenham cachorro. Assim, crianças que não eram próximas entre si encontram pontos em comum, desenvolvem a empatia e descobrem diferentes formas de lidar com um mesmo problema.

JOGOS COOPERATIVOS: são jogos em que não há um vencedor e um perdedor. Ou todo o grupo ganha ou todo o grupo perde. E para que todos ganhem, todos têm que conseguir, individualmente, cumprir seu objetivo. É um processo útil para vivenciar a importância do trabalho em equipe e valorizar o bem estar de todos.

“Quando vejo uma criança auxiliando outra em sua individualidade ou fazendo-a refletir sobre alguma situação social ocorrida, sinto que atingi um grande objetivo como educadora: o de contribuir para relações mais respeitosas e tolerantes entre os sujeitos, os quais necessitam de liberdade para expor suas diversidades.” Lara Marin, Professora do 2º ano

“Uma proposta muito significativa para o 4º ano foi a produção dos Jogos dos Sentimentos, durante o qual as crianças conheceram, organizaram e elaboraram suas emoções, o que facilitou os alunos a entrarem na

No Ensino Fundamental 2, as assembleias, as intervenções e mediações realizadas pela Guta, orientadora educacional, têm sido fundamentais para a construção da autonomia moral dos adolescentes.


Infância e natureza

Conhecer para cuidar Por Dami Cunha, coordenadora da Escola Santi

Temos sido convocados todos os dias e por diferentes meios - campanhas da mídia, movimentos sociais, palestras e debates institucionais – a refletir sobre a emergente necessidade de nos envolvermos com a preservação ambiental. Todos reconhecemos a urgência em unir forças e tornar essa consciência viva e presente em nosso cotidiano, escolhas e atitudes. Essa é uma premissa que nos mobiliza como educadores, pois temos ciência de nosso papel na formação de uma cultura de sustentabilidade. Queremos formar pessoas que compreendam verdadeiramente a dimensão ambiental da existência humana. Reconectar as crianças com a natureza, ensinálas a apreciar, valorizar e cuidar dos recursos naturais são caminhos que temos trilhado neste sentido. Afinal, somos todos natureza! Estamos vivendo nas turmas da Educação Infantil um forte movimento de interação entre crianças e natureza e uma das questões que se coloca é: como conectar as crianças com o natural estando num contexto tão urbano como o de nosso bairro? Inicialmente, este nos pareceu um enorme desafio e, para avançar nas reflexões em torno dessa questão, nos colocamos outra pergunta: é realmente imprescindível estar num ambiente repleto de natureza para ensinar as crianças a amá-la e respeitá-la, ou podemos criar outros meios para que isso aconteça? Concluímos que somente arregaçando as mangas poderíamos obter algumas respostas e assim passamos a vivenciar experiências diversas, integrando natureza às pesquisas e observações, à arte e ao brincar. Dedicamos atenção à natureza presente nas plantas da escola, na areia dos espaços de brincadeira, na terra dos jardins, no vento, no canto dos passarinhos.

Usamos areia para criar texturas, para colar e desenhar, investigamos as folhas, seus diferentes tamanhos, cores, formatos e cheiros, usamos sementes e galhos para criar esculturas, para brincar, cheirar, entrelaçar, abrir e descobrir coisas... Além dessas interações cotidianas, cada uma das turmas engajou-se em projetos envolvendo estudos e conversas sobre biodiversidade e preservação da vida. Os pequenos alunos do T2 resolveram atuar para que Martin e Inácio, os jabutis mascotes da Santi, tenham um bom ambiente para viver na escola, e estão propondo adaptações em um dos jardins da Ed. Infantil. Esse é um estudo recém iniciado e as crianças têm bastante trabalho pela frente! As turmas do T3 estão muito intrigadas com o fato de não encontrarem bichinhos vivendo nos jardins da escola e resolveram que vão transformar essa situação. O primeiro passo foi convidar pessoas da equipe de gestão para discutir esse problema e propor um caminho de solução: “Precisa não colocar mais veneno da terra”, esse foi o jeito de pedirem para que alguns jardins deixem de ser dedetizados. Agora estão tratando de colocar as mãozinhas na terra para melhorar as condições do terreno para receber minhocas e novas plantas que serão a morada dos bichinhos. O T4, muito encantado pela observação das folhas, percebeu que podemos deixar a nossa escola mais verde. Por isso, estão trabalhando no projeto de criação de um jardim vertical no andar de sua sala de aula. Já decidiram que querem cultivar flores, ervas e temperos nesse jardim. Também gostariam de ter coqueiros e um jatobá e receberam a visita de uma paisagista com quem discutiram a viabilidade desses projetos. A turma do T5 B também está ajudando, doando o adubo natural que estão produzindo numa composteira com os restos orgânicos do lanche.

Outro estudo das turmas do T5 envolve pensar sobre o conceito de extinção pela ação do homem, conhecer quais são os animais em risco no Brasil e as ações provocadoras desse processo. Além de procurar saber mais sobre o tema, estão buscando contato com ONGs que pesquisam essa temática e possam propiciar seu envolvimento em campanhas de orientação contra a exploração desses animais. Os alunos do 1º ano ficaram impressionados com a quantidade de caixinhas de suco industrializado acumuladas ao longo de uma semana nesta série. Essa descoberta tem gerado diferentes caminhos de conversa nos grupos, relacionadas aos cuidados com o lixo, processos de reciclagem e hábitos alimentares saudáveis. Nessa diversidade de contextos, temos descoberto formas de despertar o olhar das crianças para a relação com o meio natural, uma relação pautada em valores de respeito e responsabilidade. Inserimos na escola temáticas que são importantes para a vida dentro e fora dela, criamos oportunidades de abrir as portas da instituição para aprender com mais gente e damos aos pequenos a possibilidade de se perceberem agindo como protagonistas em problemáticas reais. Esse movimento gera um “sem fim” de ideias, inspirações e aspirações para os quais estamos absolutamente abertos e disponíveis, certos de que esse é o caminho que desejamos e precisamos trilhar. Sintam-se todos convidados a participar dele conosco!


Perspectivas SantiSustentável

Novas perspectivas do Santi

Santi para Todos

Santi Voluntários

Intercâmbio Cultural e Social

Design Thinking

Sustentável

Um dos maiores desafios do nosso tempo, o desenvolvimento sustentável é aquele que satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade de as gerações futuras satisfazerem suas próprias necessidades. No ano em que as lideranças mundiais finalizaram e aprovaram o documento iniciado na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável Rio+20, a Santi também ampliou a atuação do SantiSustentável, que reúne iniciativas pautadas nas três dimensões da sustentabilidade: ambiental, social e econômica. Nesse contexto, o documento mundial “Transformando Nosso Mundo: A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável”, que consiste em uma declaração, 17 objetivos e 169 metas, passou a ser fonte de inspiração e a direcionar muitas das ações promovidas pela escola, que tem a sustentabilidade em sua missão. A Santi realiza ações nas três frentes do desenvolvimento sustentável com a participação de toda a comunidade escolar - professores, alunos e pais.

as turmas e iniciativas de promoção da saúde como relaxamento e meditação.

Na dimensão ambiental, contribui com uma série de iniciativas que envolvem não só tratamento de resíduos, reciclagem, reuso e economia de recursos, mas também cuidar dos seres vivos da escola, cultivar canteiros e hortas, manter uma composteira e até promover projetos como o Carona a Pé, pensando em reduzir e racionalizar o uso de transporte motorizado.

Na dimensão econômica, a Santi continuou investindo em projetos como o Transform+ação, que leva os alunos a reconhecerem e repensarem seu próprio bairro, a Rede Vaga Lume, que coloca jovens de realidades muito diferentes - alguns em São Paulo, outros na Amazônia - em conexão, e o Santi de Portas Abertas, que reúne a comunidade para agir em torno de um tema, buscando fortalecê-la para que seja capaz de promover mudanças para o desenvolvimento sustentável. No segundo semestre, o SantiSustentável deu início a ações voltadas às questões econômicas, às novas formas de pensar o consumo e às relações colaborativas entre instituições. São iniciativas que levam a Santi para além de seus muros, com o intuito de interagir, intervir e colaborar para a melhoria da vida em sociedade. Conheça algumas delas:

Na dimensão social, a escola tem buscado promover ações que visam o autoconhecimento, o desenvolvimento das competências socioemocionais, a boa convivência, uma atuação equilibrada nas relações intra e interpessoais e a cultura de paz. São exemplos o trabalho de construção da autonomia moral em todas

CURSO DESIGN THINKING DE INOVAÇÃO SOCIAL Ministrado pelo professor do 9º ano, Fábio Silveira, e com a renda revertida em materiais para a realização das ações propostas, o curso aconteceu de 3 a 10 de setembro, na Santi, graças a uma parceria com representantes da Comunidade Real Parque. O workshop

propõe um espaço de co-criação de soluções para problemas reais, com participação de pessoas da Santi e de moradores da comunidade. Depois de um rico processo de criação de soluções presencial, virtual e em rede, o pessoal da Santi foi à comunidade e promoveu, junto com os moradores, mutirões de limpeza e pintura do escadão e revitalização do mirante, além de oficinas para crianças - horta, móveis de embalagem tetrapak e pintura de lixeiras. INTERCÂMBIO CULTURAL E SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE ARCO Em uma parceria que nasceu durante a 3º Santi de Portas Abertas, A Banca Produtora Cultural e a Associação Beneficente Arco, do Jardim Ângela, abriram suas portas para uma vivência com pais, alunos e professores da Santi. Foi um encontro transformador, no qual os participantes compartilharam saberes, olhares, experiências, diferenças e semelhanças, promovendo o intercâmbio e integração entre pessoas de diferentes realidades. SANTIVOLUNTÁRIOS Durante os meses de setembro, outubro e novembro, os alunos do 7° ao 9° ano participaram do Grupo de

Design Thinking

Alunos SantiVoluntários por meio de uma ação social no Projeto OAT – Organização, Apoio e Trabalho, que atende jovens e adultos com deficiência intelectual. Eles participaram de cinco encontros, sob orientação da diretora geral da Santi, Adriana Cury, e de Sandra Durazzo, assessora pedagógica da Santi e diretora voluntária do Projeto Social OAT. Além de conhecer o trabalho do OAT, dedicado a inserir socialmente jovens e adultos com deficiência intelectual, os participantes receberam informações sobre deficiência, conheceram mais sobre trabalho voluntário e puderam reconhecerse como agentes de mudanças sociais. MUDANÇAS NO SANTI PARA TODOS 2016 Com o desejo de estar sempre mais próxima de outras realidades, a partir do segundo semestre de 2016 a equipe da Escola Santi passou a levar as formações do Santi para Todos – iniciativa que visa a troca com professores da rede pública de ensino – até as escolas públicas de São Paulo, em vez de realizá-las na escola. As formações aconteceram no C.E.I. 9 de julho, no C.E.I Espaço da Criança, em Pirituba, e na EMEI Professora Carolina Ribeiro. Professores voluntários da equipe Santi também participam do grupo de formadores junto com os coordenadores e diretores.


Ex-alunos

Espaço dos Alunos Crônica

Após passear pela Av. Paulista, os alunos do 7º ano criaram crônicas baseadas nessa experiência. Escaneie o QR Code para ler todas as crônicas!

Questões Urbanas Os alunos do 8º ano criaram vídeos para mostrar aos estrangeiros o potencial cultural da nossa cidade e quebrar estereótipos. Escaneie o QR Code e assista às produções!

Cooking video Durante as aulas de inglês, os alunos do 6º ano produziram vídeos ensinando a cozinhar diversas receitas. Confira todos os Cooking Videos através do QR Code!

Projeto Parede - 9º ano”

O que são os jogos de asfixia que os adolescentes andam compartilhando nas redes sociais? Devo falar sobre isso com meu filho? Hoje o mundo virtual traz a possibilidade da disseminação rápida de conteúdos e vídeos, como os recentes com jovens participando de desafios envolvendo os jogos de desmaio. A notícia da morte do adolescente de São Vicente disparou uma série de reflexões nos adultos que convivem com adolescentes que compartilham, curtem, propõem e participam desses desafios tão perigosos para a saúde, desconhecendo os riscos dessa prática. Trazer informação e reflexão sobre a realização e compartilhamento dos jogos de asfixia para o diálogo em casa com os filhos é fundamental para que possam compreender os perigos e possíveis consequências. Nas aulas de OE, conversamos e compartilhamos as impressões e experiências de alguns - seja consigo ou com colegas, e refletimos sobre a gravidade e o papel de cada um ao testemunhar ou realizar os jogos e outras práticas de risco. Até onde vai a brincadeira e o desafio? Quais as consequências? Acredito ser fundamental trazermos esses questionamentos aos jovens, para que possam fazer a diferença e para que pensem antes de participar e curtir tais jogos e brincadeiras. Informação é fundamental para dar consciência. O Instituto DimiCuida oferece um bom material para reflexão sobre o tema. ORIENTADORA EDUCACIONAL EF2

Ser dono do próprio negócio exige coragem, visão, adaptabilidade, muito trabalho e pés no chão. A Santi se despede dos alunos três anos antes do vestibular, mas os acompanha para sempre. Um de seus desafios é levá-los a desenvolverem uma atitude empreendedora diante da vida. Convidamos alguns ex-alunos que escolheram estar à frente de suas próprias empresas para nos contarem suas histórias inspiradoras. Tamara Mankara concluiu o 9º ano na Santi em 2001 e, aos 29 anos é dona, junto com sua mãe, da Jo Shoes, sapatos e acessórios. Em seu mercado, o maior desafio é inovar, porque as pessoas estão sempre procurando uma nova experiência que as surpreenda. Sua maior conquista profissional foi encontrar o que gosta de fazer. “Pode parecer besteira considerar isso como uma conquista, mas eu fiquei perdida por um bom tempo”. Ela conta que a Santi a incentivou a pensar e agir e que sua personalidade muito própria sempre encontrou lugar nas atividades coletivas. “A Escola fez grande parte dos aprendizados em liderar, conviver em grupo, criar laços.”

Canal Santi

GUTA MENEGHELO

Por conta própria

Participe do Santinforma! Colabore enviando dúvidas, ideias e sugestões. Faça parte do dia a dia da comunidade Santi! santi@escolasanti.com.br

Marina Cintra de Barros concluiu a 8ª série (atual 9º ano) na Santi em 1997. Com a sócia Marina Mazon criou, em 2011, um ateliê de bolsas, o Kör Atelier. Entre os desafios, destaca o planejamento e o envolvimento em áreas diferentes de sua formação: “é provável que você aprenda errando”. Sua principal conquista foram os cinco anos gerenciando sua própria empresa. Para Marina, a Santi é parte de sua essência. “Eu tive muito estímulo para autonomia.” Uma mudança brusca no cenário econômico acabou levando Marina a dar um tempo ao próprio negócio. Ela conta que, antes de abrir o Kör Atelier, participou de um curso de empreendedorismo ministrado pelo SEBRAE, o Empretec, e lá aprendeu que o fracasso de um empreendedor em sua primeira empresa é mais comum do que o sucesso. “Não devemos desanimar quando não dá certo, pois com certeza houve muito aprendizado e muita coisa começará melhor na próxima”. Stephanie Mantovani concluiu o 9º ano na Santi em 2007. Aos 23 anos, é criadora e proprietária da marca de sorvetes e doces Addolcire, que já conta com três lojas e um food truck. Ela conta que o maior desafio está em sair da teoria e trazer à realidade o funcionamento de uma empresa. “Hoje já tenho confiança para negociar questões importantes, lido melhor com os problemas e sinto mais clareza nas tomadas de decisões”. Para ela, a Santi mostrou na prática que se pode respeitar cada integrante de um grupo sem que haja uma autoridade temível.

Daniel Geraldes concluiu o 9º ano na Santi em 1989 e hoje, aos 41 anos está à frente da Editora Stilo, que publica revistas especializadas no setor de Agroindústria e realiza dois grandes eventos anuais, a FENAGRA e a Expo Pet Food. Ele afirma que o mundo corporativo de hoje é receptivo ao empreendedorismo e que há uma tendência dos jovens em buscar inovações para encontrar um espaço no mundo dos negócios. Ele atribui seu perfil empreendedor aos aprendizados durante a vida escolar: “Hoje tenho dois filhos na Santi e acredito ser uma das poucas escolas que estão preparadas para incentivar o empreendedorismo”. Sobre suas principais conquistas, Daniel conta que o mais importante em empreender é superar obstáculos todos os dias. Como reconhecimento ao seu trabalho de excelência, ele recebeu um prêmio de empreendedorismo das mãos de Steve Wozniak, criador da Apple junto com Steve Jobs. Leonardo Moratta da Fonseca, dono da Moratta Fitness & Performance, uma das academias da rede Estúdios VIS de treinamento funcional integrado, Leonardo concluiu a 8ª série (atual 9º ano) na Santi em 2001. Aos 29 anos, considera que sua maior conquista é a de estar realizando seu grande sonho: trabalhar com atividade física, o que sempre amou fazer. Leonardo acredita que entre os principais desafios do empreendedor estão produzir inovação, seja em produto ou em serviço, e trabalhar muito em marketing e vendas. “Em um mundo completamente competitivo e globalizado, torna-se cada dia mais difícil inovar, e acho que consegui isso”. Leonardo acredita que a escola teve enorme influência em sua formação pelo tratamento individualizado a cada aluno, instigando-os a irem mais longe. “Sou muito grato primeiro aos meus pais, por terem escolhido uma excelente escola, e à Santi, que desde a minha época possui esse enorme diferencial em formar seus alunos.


aconteceu agosto OliSanti

Acesa a pira da OliSanti, todos os alunos participaram de vivências em esportes olímpicos e paralímpicos. Experimentaram a ausência de alguns sentidos e também pesquisaram sobre os impactos dos Jogos nas cidades. A pira da OliSanti só foi apagada no fim do mês.

Butantan

Os alunos do T4 visitaram o Instituto Butantan e observaram serpentes, aranhas, lagartos, escorpiões e anfíbios. Aprenderam sobre esses animais que causam fascínio nas crianças, seus venenos e a produção de antídotos.

Diz que diz na Av. Paulista. Durante o trajeto, a pé, as crianças caminharam e observaram as mudanças que esses locais sofreram ao longo do tempo. Já para os alunos do 7º ano, a avenida foi o campo de observação para que os alunos experimentassem escrever crônicas, gênero literário que estudam em Língua Portuguesa.

Indígenas

Os alunos do 3º ano visitaram o Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE), na Cidade Universitária. O acervo é composto por cerca de 1,5 milhão de itens, entre objetos arqueológicos e etnográficos.

Teatro de sombras

Num estudo conjunto em Língua Portuguesa e Teatro, os alunos do 4º ano adaptaram textos mitológicos para o Teatro de Sombras. Durante o processo, assistiram à peça A Cortina da Babá, de Virginia Woolf, conversaram com os atores e experimentaram técnicas.

Na própria pele

setembro Medalhas no Vôlei

Os times de vôlei da Santi ganharam ouro na InterBand, nas categorias mirim e pré-mirim masculino e prata no pré-mirim feminino. Já o OliArqui terminou com prata para os meninos do time mini e ouro para o mirim masculino.

Para aprofundar os estudos sobre sentidos das aulas de ciências, os alunos do 8º ano saíram para coletar dados, investigar e experimentar, no entorno da escola, as condições de acessibilidade do bairro.

Zoo

A partir de um roteiro elaborado com seus professores, os alunos do T5 visitaram o Zoológico de São Paulo como parte dos estudos sobre animais brasileiros ameaçados de extinção.

da identidade nacional, os alunos do 8° ano visitaram o Museu Afro Brasil. Numa segunda visita, foram os monitores dos alunos do 4° ano, que também foram ao local.

Aprender Brincando A Escola Santi participou do Dia de Aprender Brincando. O projeto é uma iniciativa global para inspirar a aprendizagem e a brincadeira fora da sala de aula. Foram diversas atividades realizadas pelas turmas de educação infantil e 1º ano.

Transform+acão Mais uma vez no congresso ICLOC Jovem, no qual estudantes divulgam projetos inovadores criados em suas escolas, os alunos da Santi apresentaram o projeto Transform+ação e suas iniciativas, incluindo um modelo para a sala de aula do futuro.

Bienal A 32ª Bienal de São Paulo abriu as portas para o público com o tema “Incertezas Vivas”, propondo uma discussão em torno das questões sobre o mundo e a humanidade. Os alunos do 3º ao 9º ano realizaram uma visita monitorada e fortaleceram os conceitos já estudados em artes.

Mostra Os alunos da Santi compartilharam com familiares, amigos e visitantes mais de 50 trabalhos desenvolvidos ao longo do semestre, nas diversas áreas do conhecimento.

Reciclando

Bem estar

Um grupo de 30 pais e profissionais da Santi passou a se reunir quinzenalmente sob orientação do Dr. Fernando Bignardi, para aprender e praticar meditação.

Percorrendo a Paulista

Os alunos do 2º ano visitaram a Casa das Rosas,

Aventura ambiental

O Programa Aventura Ambiental é um instrumento de Educação Ambiental e Cultura de Paz, realizado a partir de visita monitorada ao Parque Ibirapuera. Os alunos do T4 participaram do programa que sensibiliza para os desafios socioambientais da cidade.

Afro Brasil Para aprofundar estudos sobre a organização do sistema escravista nas Américas e a formação

O que mais nos encantou na Mostra foi ter um panorama de toda escola, perceber que os trabalhos dos pequenos na Educação Infantil de alguma forma “conversam” com os conteúdos das crianças do Fundamental. O eixo que norteia a escola fica muito evidente quando vemos todos os trabalhos! Linda proposta e evento incrível!! Parabéns a toda a equipe! Flávia, mãe da Maria Luiza, do T4, e do Gustavo, do 1º ano, sobre a Mostra Santi de Trabalhos

Integração Pais e Filhos Superou minhas expectativas. É nosso primeiro ano na escola e, a cada contato que temos com vocês, só confirma que a decisão da escolha pela Santi foi perfeita. Alexandre, pai do João, do 5º ano, sobre a Integração Pais e Filhos

Design Thinking Participar do curso de Design Thinking foi uma experiência incrível em vários aspectos. Junto com as pessoas que se beneficiariam de nossas propostas, é que pudemos cocriar mesmo, adaptando as ideias originais do papel para os recursos e possibilidades disponíveis no momento. Adorei fazer parte desse trabalho e espero que a Santi possa criar novas oportunidades como essa para repetirmos a experiência. Thaty, mãe da Luiza, do 3º ano, sobre o curso Design Thinking de Inovação Social

PORTAL CONEXÃO PLANETA - Alunas da Santi são citadas em matéria sobre a Rede Vagalume, iniciativa que conecta alunos de escolas de São Paulo com alunos da Amazônia e da qual a Santi é parceira há 4 anos.

PETAR Encerrando as SantiOficinas do ano, os alunos do Fundamental 2 aprenderam a usar o software Sony Vegas para expressar e publicar ideias em vídeo e traduzir seu dia a dia num objeto de expressão.

Mostra Santi de Trabalhos

Nossa visita ao Jardim Ângela deu-nos a oportunidade de sair de nossa bolha protegida e de vivenciar uma realidade da qual nossos filhos não faziam a menor ideia da existência. Foi um dia muito inspirador para minha família. Eu, minha esposa e meu filho aprendemos muito sobre resiliência, determinação e sonhos. O brilho nos olhos deles me deram a certeza de que precisamos de pouco para sonhar e acreditar que sonhos podem virar realidade. É só ter coragem para atravessar a ponte, como nossos amigos do Jardim Ângela nos ensinaram. Guilherme, pai do Vinicius, do 5º ano, sobre o Intercâmbio Social e Cultural no Jardim Ângela

JULHO

outubro Vídeo e linguagem

Intercâmbio

Cada vez fico mais satisfeita com a postura da escola diante das questões que se colocam na aprendizagem dos alunos. Seja no que tange aos conteúdos programáticos das séries, seja no que tange ao trabalho com os valores de formação dos seres humanos. Fabiana, mãe da Gianna, do 4º ano, sobre a Reunião de Pais

Meditação Achei ótima a iniciativa. É a escola se colocando como ponto de encontro da comunidade. Consegui inserir a prática na vida quase todos os dias desse último mês e percebi benefícios enormes no poder de concentração, em aumento de produtividade no trabalho e controle emocional com as crianças. Também estou participando de outra iniciativa onde a escola se coloca como ponto de união, que é a escola dos pais. Gostando bastante das duas. Paula, mãe do Léo, do 1º ano, sobre o Grupo de Meditação na Santi

Uma abordagem de ensino contemporânea, participativa, mostrando que o .Santi entende o mundo de hoje e nos ajuda a inserir nossos filhos nessa perspectiva de um mundo aberto ao novo, à experimentação, aos desafios de nossa sociedade. Parabéns! Vitor, pai da Nina, do 2º ano, sobre a Mostra Santi de Trabalhos

Na mídia

Nas aulas de música do Santimais Mini e na oficina de brinquedos, os alunos fabricaram instrumentos e brinquedos com materiais recicláveis e da natureza. Veja o passo a passo no blog www.santicultural2013.wordpress.com

Os alunos do 8º ano realizaram um estudo de exploração no Parque Estadual Turístico do Alto da Ribeira – PETAR sobre temas como geomorfologia, espeleologia, biodiversidade, preservação, unidades de conservação e parques estaduais.

Reuniões

Design Thinking Os alunos do 9º ano criaram soluções para melhorar problemas da cidade em áreas como acessibilidade, saúde e educação. Aplicativos, infográficos e até um evento com palestras, o PenSanti, foram criados a partir desse processo.

novembro Artes, música e mais

Durante a VIII Mostra Santimais, os alunos que participam de atividades extracurriculares na Santi puderam mostrar a pais e colegas tudo o que desenvolveram ao longo do ano por meio de oficinas, apresentações e exposições de trabalhos.

FOLHA DE S. PAULO - Iniciativas da Santi para gerar discussões e aprendizados sobre os Jogos Olímpicos do Rio dentro da escola são destaque em matéria da Folha de S. Paulo.

AGOSTO GUTEN NEWS - Como retomar os conteúdos com os alunos na volta às aulas? Nossa professora do 4º ano, Daniela Venturi, deu algumas dicas para essa reportagem do Blog Boas Novas. RECORD NEWS E TV CULTURA - As atividades da OliSanti, iniciativa do professor de educação

física Fernando Mendes que traz diferentes esportes olímpicos para serem trabalhados com as crianças do T2 ao 3º ano, foram destaque em matérias sobre as Olimpíadas e a importância do esporte no desenvolvimento das crianças.

SETEMBRO GLOBO NEWS - A iniciativa de nossos professores de educação física de trabalhar esportes paralímpicos com os alunos durante as aulas foi ao ar na Globo News, em matéria da jornalista Elisabete Pacheco sobre diversidade e Paralimpíadas. GESTÃO ESCOLAR - A Santi foi citada como referência no uso de estratégias que qualificam reuniões de equipe. Dentre as diversas dinâmicas utilizadas pela equipe de gestão da Santi, a revista Gestão Escolar destacou o World Café.

OUTUBRO DIRECIONAL ESCOLAS - Iniciativa da Santi de ouvir os alunos do fundamental 2 sobre como seria a escola de seus sonhos e que mudanças gostariam de ver na escola Santi, e então abrir um espaço para que se reunissem em grupos juntamente com a equipe pedagógica para colocar essas mudanças em prática foi destaque no Direcional Escolas. CONEXÃO REAL - Exposição sobre a Avenida Paulista e como conhecer a sua história nos ajuda a entender as mudanças ocorridas nessa região, realizada por nossos alunos do 2º ano A no Banco Central, foi destaque no jornal interno do banco.

Confira as matérias em nosso site!


mural

08 - Caca Cola - 9º ano 09 - Naturex, 5º ano

01 - Entre Caixas e Afins - Joaquim, T2 A 02 - Desenho de Areia - Pedro, T3 A 03 - Transformações - Isabela e Nina - 1º A 04 - Janela Mosaico - 2º ano

05

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Rua Abílio Soares, 452 Paraíso 04005-001 São Paulo SP Brasil tel.: 3882.6600 www.escolasanti.com.br santi@escolasanti.com.br

IMPRESSO

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05 - Desenho do Corpo - T5 A 06 - Espelhos de Papel - 3º ano 07 - Escurlturas Abstratas - 4º ano

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Santinforma - Ano 17 - Dezembro de 2016