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ALFREDO

História Sociedade & Cidadania

ALFREDO

JÚNIOR

JÚNIOR

História Sociedade & Cidadania

História Sociedade & Cidadania

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SÍNTESE DA OBRA

SÍNTESE DA OBRA


ALFREDO

JÚNIOR

História Sociedade & Cidadania

SÍNTESE DA OBRA

ALFREDO BOULOS JÚNIOR Doutor em Educação (área de concentração: História da Educação) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Mestre em Ciências (área de concentração: História Social) pela Universidade de São Paulo. Lecionou na rede pública e particular e em cursinhos pré-vestibulares. É autor de coleções paradidáticas. Assessorou a Diretoria Técnica da Fundação para o Desenvolvimento da Educação – São Paulo.

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Copyright © Alfredo Boulos Júnior, 2017 Diretor editorial Gerente editorial Editora Editora assistente Assessoria Gerente de produção editorial Coordenador de produção editorial Gerente de arte Coordenadora de arte Projeto gráfico Capa Supervisor de arte Editor de arte Diagramação Tratamento de imagens Coordenadora de ilustrações e cartografia Cartografia Coordenadora de preparação e revisão Supervisora de preparação e revisão Revisão Supervisora de iconografia e licenciamento de textos Iconografia Supervisora de arquivos de segurança Diretor de operações e produção gráfica

Lauri Cericato Silvana Rossi Júlio Deborah D’Almeida Leanza Carolina Leite de Souza Marcos Soel Mariana Milani Marcelo Henrique Ferreira Fontes Ricardo Borges Daniela Máximo Juliana Carvalho Sergio Candido Vinicius Fernandes Felipe Borba Claritas Comunicação Ana Isabela Pithan Maraschin, Eziquiel Racheti Marcia Berne Marcelo Saccomani, Renato Bassani Lilian Semenichin Viviam Moreira Aline Araújo, Felipe Bio, Fernando Cardoso, Heloisa Beraldo, Lívia Perran Elaine Bueno Erika Neves do Nascimento Silvia Regina E. Almeida Reginaldo Soares Damasceno

1 2 3 4 5 6 7 8 9 Envidamos nossos melhores esforços para localizar e indicar adequadamente os créditos dos textos e imagens presentes nesta obra didática. No entanto, colocamo-nos à disposição para avaliação de eventuais irregularidades ou omissões de crédito e consequente correção nas próximas edições. As imagens e os textos constantes nesta obra que, eventualmente, reproduzam algum tipo de material de publicidade ou propaganda, ou a ele façam alusão, são aplicados para fins didáticos e não representam recomendação ou incentivo ao consumo. Reprodução proibida: Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. Todos os direitos reservados à EDITORA FTD.

Rua Rui Barbosa, 156 – Bela Vista – São Paulo – SP CEP 01326-010 – Tel. 0800 772 2300 Caixa Postal 65149 – CEP da Caixa Postal 01390-970 www.ftd.com.br central.relacionamento@ftd.com.br

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Impresso no Parque Gráfico da Editora FTD Avenida Antonio Bardella, 300 Guarulhos-SP – CEP 07220-020 Tel. (11) 3545-8600 e Fax (11) 2412-5375

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APRESENTAÇÃO Querida professora, professor querido, Ler e escrever é, a nosso ver, compromisso de todas as áreas e não somente da Língua Portuguesa. É, portanto, também um compromisso da área de História. E esse compromisso nós assumimos estimulando a leitura e a escrita ao longo dos 5 livros desta coleção! Nossa coleção nasceu de muitas conversas que tivemos com historiadores, editores e alfabetizadores, que entregaram sua vida ao sonho de ver uma criança descobrindo a escrita. Nasceu, também, das vivências com meus alunos, crianças e jovens de diferentes origens e lugares. Com meus alunos aprendi que a minha missão de educador é estimulá-los a serem protagonistas na construção do conhecimento e despertar neles o desejo de conhecer todo dia e cada vez mais. Aos meus alunos busquei mostrar a importância da educação do olhar, da construção de conceitos e do exercício constante da leitura e da escrita. E procurei também alertar para a importância de compreender sem julgar, pois à História não cabe julgar, mas sim compreender! Por fim, a todos que ofereceram seu tempo e conhecimento para construir esta obra: ensaístas, editores, autores, colaboradores e professores do Fundamental I, em cujos olhos eu vi um olhar amoroso voltado à criança, meu muito obrigado.

Pelos momentos de reflexão e debates que tivemos sobre alfabetização, letramento e História no 2o ano, quero agradecer com especial carinho às seguintes colegas: Professora Karina Costa Bisson, Professora Ana Geralcina Vieira, Professora Patrícia Marques Araújo.

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DIREITOS E DEVERES DAS CRIANÇAS

DAVID SANGER PHOTOGRAPHY/ALAMY/GLOW IMAGES

FOTOMONTAGEM: RVECTOR/ YULIYAN VELCHEV/SHUTTERSTOCK.COM

Maik. Alemanha.

F1ONLINE/EASYPIX BRASIL

4

O VOLUME E AS UNIDADES O VOLUME POSSUI 4 UNIDADES. AS ABERTURAS DAS UNIDADES SÃO COMPOSTAS EM PÁGINA DUPLA E APRESENTAM PERGUNTAS NORTEADORAS.

Liang.China.

COMMERCIAL MEGAPRESS COLLECTION/ALAMY/GLOW IMAGES

U NID A D E

CHRIS WILLSON/ALAMY STOCK PHOTO/GLOW IMAGES

CONHEÇA SEU LIVRO

Sara. Groenlândia.

Lurdes. Moçambique.

1. Em que essas crianças são diferentes umas das outras? 2. Com qual dessas crianças você mais se parece? 3. Qual dos países dessas crianças você gostaria de visitar?

1 DIREITOS

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DAS CRIANÇAS

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CADA UNIDADE ESTÁ DIVIDIDA EM CAPÍTULOS, COM IMAGENS, TEXTOS E ATIVIDADES QUE APRESENTAM O CONTEÚDO DE UM JEITO DIVERTIDO E INTERATIVO!

Somos diferentes na cor da pele, dos olhos, no tipo de cabelo, na altura e também quanto ao corpo. Veja essas crianças de diferentes tamanhos, cores e tipos de cabelo.

BLEND IMAGES/GETTY IMAGES

COLEÇÃO PARTICULAR

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CAPÍTULOS

CAPÍTULO

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MICHAELJUNG/SHUTTERSTOCK.COM

Javier. Bolívia.

ERIC LAFFORGUE/ALAMY STOCK PHOTO/GLOW IMAGES

JOÃO PRUDENTE/PULSAR IMAGENS

Luciana. Brasil.

Criança de São Paulo.

Criança do Rio Grande do Sul.

Criança do Pará.

Mas, se fisicamente somos diferentes, em direitos e deveres, somos todos iguais. Todas as crianças têm direito a um nome, a uma alimentação saudável, à educação, à saúde, à liberdade de ir e vir, de se divertir, de praticar esportes e brincar. 118

SEÇÕES

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VOCÊ LEITOR!

VOCÊ ESCRITOR!

{ HISTÓRIA DE UM BAIRRO

• As palavras a seguir dizem respeito aos direitos e deveres das crianças. Escreva nas tabuletas somente os direitos.

HÁ BAIRROS NOVOS E ANTIGOS; GRANDES E PEQUENOS; CENTRAIS OU AFASTADOS DO CENTRO. MAS TODOS OS BAIRROS TÊM UMA HISTÓRIA. A HISTÓRIA QUE VAMOS APRESENTAR AGORA É A DO BAIRRO DA BELA VISTA, UM BAIRRO CENTRAL DA CIDADE DE SÃO PAULO, CONHECIDO COMO BEXIGA.

NOME PROTEÇÃO

CONSERVAR O MEIO AMBIENTE MORADIA

BRINCAR

CONCENTRAR-SE NOS ESTUDOS

SAÚDE GRATUITA RESPEITAR O IDOSO

EDUCAÇÃO GRATUITA

O BAIRRO DA BELA VISTA, EM SÃO PAULO [...] A BELA VISTA FAZ PARTE [...] DOS BAIRROS DE IMIGRANTES QUE SE DESENVOLVERAM NA CIDADE [...] COMO BRÁS, MOOCA E BOM RETIRO. [...] ATÉ 1870, O DONO DO LOCAL ERA ANTÔNIO JOSÉ LEITE BRAGA, APELIDADO DE BEXIGA PORQUE TERIA SIDO VÍTIMA DE VARÍOLA. MUITOS ATRIBUEM O NOME DO BAIRRO A ESSE APELIDO. [...]

ACERVO ICONOGRAPHIA

BRUNA ASSIS

IMIGRANTES ITALIANOS AGUARDAM EMBARQUE PARA O BRASIL, CERCA DE 1910.

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VOCÊ LEITOR! E VOCÊ ESCRITOR! ESSAS SEÇÕES SÃO UM CONVITE PARA QUE VOCÊ DESENVOLVA DUAS ATIVIDADES MUITO IMPORTANTES: A LEITURA DE UMA VARIEDADE DE TEXTOS E IMAGENS E OS REGISTROS DO QUE PENSAMOS E APRENDEMOS POR MEIO DA ESCRITA, DO DESENHO, ENTRE OUTROS.

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OUTRAS LEITURAS UNIDADE 3

OUTR AS LEITUR AS

LAZER EU SEI UM MONTÃO DE COISAS. ANN

NAIFY

RAND. SÃO PAULO: COSAC NAIFY, 2010.

EDITORA COSAC

VIVER E CONVIVER DRUFS. EVA FURNARI. SÃO PAULO: MODERNA, 2016.

LORELYN MEDINA/ SHUTTERSTOCK.COM

UNIDADE 1

EDITORA MODERNA

ESTAS IMAGENS INDICAM A FORMA COMO VOCÊ VAI TRABALHAR AS ATIVIDADES: Com ilustrações coloridas e geométricas, a narrativa ajuda o leitor a avaliar o que já sabe junto com o personagem principal,

Em sala de aula, a professora Rubi pede aos alunos que tragam fotografias de suas famílias

que procura listar coisas que já aprendeu e coisas que descobriu recentemente,

e escrevam coisas interessantes sobre ela para apresentarem ao restante da turma. Nas aulas seguintes, os alunos se organizam e mostram suas famílias, permitindo verificar a diversidade

ORALMENTE

trazendo reflexões para crianças e adultos.

e a singularidade de cada uma. LEITOR

RUÍDO. PABLO ALBO E GURIDI.

JORGE LETRIA E JOSÉ SANTOS. SÃO PAULO: PEIRÓPOLIS, 2014.

EDITORA FUNDAÇÃO

BLUMENAU: GATO LEITOR, 2016.

EDITORA GATO

PEIRÓPOLIS

RIMAS DE LÁ E DE CÁ. JOSÉ

EM DUPLA

Todo trabalhado em onomatopeias e ilustrações divertidas, este livro narra a história de Patrícia e de toda a confusão que causou ao ouvir música alta de manhã.

Apesar de falarmos português no Brasil e também em Portugal, há

obra de autoria compartilhada, um brasileiro e um português brincam com a compreensão da língua

BRINQUE-BOOK

VAMOS AJUDAR O GILDO? SILVANA RANDO.

LORELYN MEDINA/ SHUTTERSTOCK.COM

centenas de diferenças no uso dessa língua nos dois países. Nesta

SÃO PAULO: BRINQUE-BOOK, 2014. Gildo, um pequeno elefante, precisa realizar uma série de tarefas hoje, mas para isso precisará de uma ajudinha extra dos leitores. O livro é interativo e

EM GRUPO

exige que os leitores encaixem o personagem nos locais adequados, seguindo

nessas diferentes culturas através de poemas divertidos.

o comando da tarefa que deve ser executada.

UNIDADE 2

UNIDADE 4

TEMPO

DIREITOS E DEVERES DAS CRIANÇAS

EDITORA LIVROS DA RAPOSA VERMELHA

SÃO PAULO: PULO DO GATO, 2016.

LORELYN MEDINA/SHUTTERSTOCK.COM

diferentes reflexões sobre aspectos da temporalidade.

EDITORA FORMATO

ENCOLHE, TEMPO. VITOR LOPES. SÃO PAULO: FORMATO, 2011. Já pensou se pudéssemos controlar o tempo? Às vezes as horas parecem muito longas, os dias parecem que demoram uma eternidade para passar... Neste livro, Marília, personagem principal da trama, tenta encontrar uma forma de diminuir o tempo enquanto está sozinha em casa.

NO CADERNO

DO GATO

LETRAS DE CARVÃO. IRENE VASCO. LORELYN MEDINA/ SHUTTERSTOCK.COM

O livro trabalha com a questão do tempo de forma criativa e lúdica, apresentando estados diferentes de uma única coisa. Através de bonitas ilustrações, aborda transformações em espaços, animais e objetos, trazendo

EDITORA PULO

SÃO PAULO: LIVROS DA RAPOSA VERMELHA, 2015.

A história narra o processo de alfabetização de uma menina e de sua comunidade. A personagem quer aprender a ler para descobrir o que dizem as cartas que sua irmã recebe.

MONSTRO ROSA. OLGA DE DIOS. SÃO PAULO: BOITEMPO, 2016.

EDITORA BOITEMPO

ANTES DEPOIS. ANNE-MARGOT RAMSTEIN E MATHIAS ARREGUI.

Em uma releitura do clássico O Patinho Feio, Olga de Dios trabalha com as diferenças em uma história sobre um Monstro Rosa que nasce em um local em que todos são brancos, inclusive seus familiares. Sofrendo preconceitos e sentindo-se deslocado, o monstrinho resolve fazer uma viagem à procura de um lugar onde se sinta aceito pelo que é.

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A SEÇÃO APRESENTA DICAS INTERESSANTES DE LEITURAS SOBRE ALGUNS TEMAS TRATADOS AO LONGO DO ANO.

FONTE 1

A RUA ONDE MORO

1. Complete. Há crianças que sofrem preconceito por causa

ou ainda por ser

, da sua

4. RESPONDA ORALMENTE. O QUE VOCÊ VÊ NA IMAGEM? 5. COM A AJUDA DO PROFESSOR, DESCUBRA O NOME DA ÁRVORE VISTA NA IMAGEM.

RITA VENÂNCIO. A RUA ONDE MORO. DISPONÍVEL EM: <http://www.recantodasletras.com.br/ cronicas/2974793>. ACESSO EM: 28 JUL. 2016.

,

ou

RUA EM CURITIBA, PARANÁ, 2010.

LENINHA LACERDA

MORO EM UMA RUAZINHA ESTREITA, [...] NO CENTRO DA CIDADE, HÁ MAIS DE VINTE E DOIS ANOS. QUANDO OS CARROS PASSAM É PRECISO COLAR O CORPO ÀS CASAS [...] PENSEI COMO É TRISTE UMA RUA SEM ÁRVORES E SEM ESPAÇO. NÃO TANTO PELO ESPAÇO, MAS PELAS ÁRVORES. [...] UMA RUA SEM ÁRVORE É UM JARDIM SEM FLORES. NÃO HÁ PASSARINHOS [...] NEM MESMO UM BEIJA-FLOR PARA ENCANTAR OS OLHOS. [...]

Flavio de Souza. Direitos Universais das Crianças e dos Jovens. São Paulo: FTD, 2015. p. 48.

do

FONTE 2 ALBERTO VIANA/OLHAR IMAGEM

EDSON GRANDISOLI/PULSAR IMAGENS

[...] Toda criança deve ser aceita em qualquer escola, clube, loja, piscina, lanchonete. Nenhuma criança deve ser desprezada [...] por ter tom de pele diferente, por ter religião diferente, por ser mais pobre, por ser mais rica, por ter nascido em outro país [...]

AO FINAL DO LIVRO, VOCÊ VAI ENCONTRAR ADESIVOS E MATERIAIS PARA DESTACAR E PARA REALIZAR ALGUMAS ATIVIDADES DOS CAPÍTULOS.

INTEGRANDO COM... LÍNGUA PORTUGUESA E GEOGRAFIA

IRINI/SHUTTERSTOCK.COM

CORBIS DOCUMENTARY/GETTY IMAGES

STUDIO 1O/SHUTTERSTOCK.COM

VOCÊ CIDADÃO!

MATERIAL COMPLEMENTAR

6. COMPARE A RUA DESCRITA NO TEXTO DA PÁGINA ANTERIOR COM A RUA MOSTRADA NA IMAGEM USANDO AS PALAVRAS: ESTREITA

.

1. CIRCULE AS PALAVRAS QUE DIZEM COMO É A RUA DO TEXTO.

2. Você já viu uma pessoa desprezar a outra por características físicas como cor de pele, peso e altura? O que você sentiu? 3. Você já foi discriminado(a) por uma dessas características? O que você sentiu?

3. A AUTORA COMPARA UMA RUA SEM ÁRVORES: A UMA RUA SEM PASSARINHOS.

4. Você já discriminou alguém por alguma característica física? 133

SEM ÁRVORES

LARGA

ARBORIZADA

7. DIGA EM DUAS PALAVRAS COMO É A SUA RUA. EXEMPLOS: ALEGRE E MOVIMENTADA; CURTA E ESBURACADA; LARGA E ARBORIZADA, ENTRE OUTRAS.

2. NA SUA RUA HÁ ÁRVORES E ESPAÇOS PARA BRINCAR?

8. DESTAQUE A PÁGINA 155 DO MATERIAL COMPLEMENTAR E FAÇA UM DESENHO DA SUA RUA.

A UM JARDIM SEM FLORES.

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VOCÊ CIDADÃO! APRESENTA PROPOSTAS PARA QUE AS SUAS AÇÕES FAÇAM DIFERENÇA NO MUNDO! VAMOS APRENDER JUNTOS O QUE É SER UM CIDADÃO!

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INTEGRANDO COM... JÁ OBSERVOU COMO HISTÓRIA E OUTRAS ÁREAS DO CONHECIMENTO DIALOGAM O TEMPO TODO? POIS BEM, NAS ATIVIDADES DE INTEGRAÇÃO VOCÊ VAI USAR O QUE APRENDEU E PERCEBER QUE HÁ DIFERENTES MANEIRAS DE OLHAR UM ASSUNTO.

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SUM ÁRIO

VOLUME 1

UNIDADE

1

SER CRIA NÇA E TER A MIGOS

CAPÍTULO 1 • SER CRIANÇA SENTIMENTOS OU EMOÇÕES VOCÊ LEITOR!

CAPÍTULO 2 • VOCÊ E SEUS AMIGOS COMO É SEU AMIGO OU AMIGA? VOCÊ LEITOR! VOCÊ ESCRITOR!

EMOÇÕES E PREFERÊNCIAS VOCÊ CIDADÃO! INTEGRANDO COM… LÍNGUA PORTUGUESA

UNIDADE

2

COMO EU SEI QUEM EU SOU?

CAPÍTULO 1 • NOME, SOBRENOME E APELIDO NOME E SOBRENOME APELIDO VOCÊ LEITOR! VOCÊ ESCRITOR!

CAPÍTULO 2 • DOCUMENTOS PESSOAIS CADERNETA DE VACINAÇÃO CARTEIRA DE IDENTIDADE INTEGRANDO COM... LÍNGUA PORTUGUESA

UNIDADE

3

SER CRIA NÇA E TER FA MÍLIA

CAPÍTULO 1 • DIFERENTES FAMÍLIAS AS FAMÍLIAS SÃO DIFERENTES LUCAS E SEUS FAMILIARES VOCÊ LEITOR! VOCÊ ESCRITOR!

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CAPÍTULO 2 • MULHER, TRABALHO E FAMÍLIA A DIVISÃO DAS TAREFAS NA FAMÍLIA VOCÊ CIDADÃO!

CAPÍTULO 3 • FAMÍLIAS DO PASSADO E DO PRESENTE UMA FAMÍLIA MUITO ANTIGA UMA FAMÍLIA ANTIGA UMA FAMÍLIA ATUAL INTEGRANDO COM... LÍNGUA PORTUGUESA

UNIDADE

4

MOR A R E A PRENDER

CAPÍTULO 1 • MORADIAS CASA COM DOIS QUARTOS MORADIAS DO PASSADO MORADIAS DO PASSADO NO PRESENTE VOCÊ LEITOR! VOCÊ ESCRITOR! VOCÊ CIDADÃO!

CAPÍTULO 2 • ESCOLA ESCOLAS DO PASSADO E DO PRESENTE OS OBJETOS ESCOLARES TÊM HISTÓRIA

OS PROFISSIONAIS DA ESCOLA VOCÊ CIDADÃO! MINHA PROFESSORA / MEU PROFESSOR VOCÊ LEITOR! VOCÊ ESCRITOR! INTEGRANDO COM… LÍNGUA PORTUGUESA

OUTRAS LEITURAS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MATERIAL COMPLEMENTAR

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SUM Á RIO

VOLUME 2

UNIDADE

1

VIVER E CON VIVER

CAPÍTULO 1 • NOME DE RUA VOCÊ LEITOR!

A RUA É PÚBLICA PARA QUE SERVE A RUA? O PROJETO RUAS DE LAZER CONVIVER BEM É VIVER VOCÊ LEITOR!

CAPÍTULO 2 • BAIRRO O CONVÍVIO NO BAIRRO VOCÊ LEITOR!

SERVIÇOS PÚBLICOS ÁGUA TRATADA COLETA DE LIXO REDE DE ESGOTO TRANSPORTE COLETIVO ESCOLA PÚBLICA ENERGIA ELÉTRICA VOCÊ LEITOR! VOCÊ CIDADÃO! INTEGRANDO COM... LÍNGUA PORTUGUESA E GEOGRAFIA

UNIDADE

2

TEMPO

CAPÍTULO 1 • O TEMPO PASSA VOCÊ LEITOR!

LINHA DO TEMPO

CAPÍTULO 2 • O TEMPO E SUAS DIMENSÕES DURAÇÃO SUCESSÃO VOCÊ LEITOR! MANHÃ, TARDE E NOITE ONTEM, HOJE E AMANHÃ

SIMULTANEIDADE

CAPÍTULO 3 • CULTURA E CALENDÁRIO ANO, MÊS E SEMANA QUANTOS DIAS TÊM OS MESES? QUANTOS DIAS TEM A SEMANA?

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VOCÊ LEITOR!

CALENDÁRIO INDÍGENA INTEGRANDO COM... LÍNGUA PORTUGUESA E MATEMÁTICA

UNIDADE

3

L A ZER

CAPÍTULO 1 • BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS BRINQUEDO UMA HISTÓRIA DA PIPA VOCÊ LEITOR!

BRINCADEIRAS BRINQUEDO E BRINCADEIRA DE MENINO E DE MENINA

CAPÍTULO 2 • OUTROS POVOS, OUTROS MODOS DE BRINCAR BRINCADEIRA DE UM POVO INDÍGENA BRINCADEIRA DE UM POVO AFRICANO BRINCADEIRA ITALIANA

CAPÍTULO 3 • LAZER EM OUTROS TEMPOS OUTRAS FORMAS DE LAZER O CIRCO VOCÊ LEITOR! VOCÊ LEITOR! BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS DO PASSADO VOCÊ ESCRITOR! INTEGRANDO COM... LÍNGUA PORTUGUESA

UNIDADE

4

DIREITOS E DE VERES DAS CRIA NÇAS

CAPÍTULO 1 • DIREITOS DAS CRIANÇAS A DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA VOCÊ LEITOR!

DIREITOS DAS CRIANÇAS EM QUADRINHOS VOCÊ LEITOR! VOCÊ ESCRITOR! VOCÊ CIDADÃO!

CAPÍTULO 2 • DEVERES DAS CRIANÇAS O RESPEITO AO OUTRO ALFABETO MANUAL DE LIBRAS INTEGRANDO COM… LÍNGUA PORTUGUESA

OUTRAS LEITURAS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MATERIAL COMPLEMENTAR

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SUM ÁRIO

VOLUME 3

UNIDADE

1

COMUNICAÇÃO E TR A NSPORTE

CAPÍTULO 1 • MEIOS DE COMUNICAÇÃO A IMPRESSÃO DE LIVROS NA CHINA GUTENBERG E OS TIPOS MÓVEIS DE CHUMBO A IMPRENSA CHEGA AO BRASIL TELÉGRAFO O TELEFONE O TELEFONE NO BRASIL O TELEFONE ANTES DA DISCAGEM DIRETA VOCÊ ESCRITOR! VOCÊ CIDADÃO!

CAPÍTULO 2 • OUTROS MEIOS DE COMUNICAÇÃO O RÁDIO A ÉPOCA DE OURO DO RÁDIO

TELEVISÃO CELULAR INTERNET VOCÊ LEITOR! VOCÊ CIDADÃO! VOCÊ ESCRITOR!

CAPÍTULO 3 • MEIOS DE TRANSPORTE: PRESENTE E PASSADO VOCÊ LEITOR!

TRANSPORTE PÚBLICO E PRIVADO VOCÊ ESCRITOR!

MEIOS DE TRANSPORTE DO PASSADO O TREM NA HISTÓRIA DO BRASIL A PRIMEIRA FERROVIA E O PRIMEIRO TREM VOCÊ LEITOR! VOCÊ ESCRITOR! INTEGRANDO COM... LÍNGUA PORTUGUESA

UNIDADE

2

TR A BALHO: PASSA DO E PRESEN TE

CAPÍTULO 1 • TRABALHO TRABALHO QUE FAZEMOS POR PRAZER PROFISSÕES MUITO ANTIGAS PROFISSÕES ANTIGAS PROFISSÕES DO PASSADO NO PRESENTE VOCÊ LEITOR! VOCÊ ESCRITOR!

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CAPÍTULO 2 • PROFISSÕES RECENTES VOCÊ ESCRITOR! VOCÊ CIDADÃO! VOCÊ LEITOR! INTEGRANDO COM... LÍNGUA PORTUGUESA

UNIDADE

3

HISTÓRIA E FON TES HISTÓRICAS

CAPÍTULO 1 • HISTÓRIA VOCÊ LEITOR! VOCÊ ESCRITOR!

CAPÍTULO 2 • FONTES HISTÓRICAS FONTES ESCRITAS FONTES VISUAIS VOCÊ LEITOR!

FONTES ORAIS FONTES MATERIAIS QUEM FAZ A HISTÓRIA? VOCÊ LEITOR! VOCÊ ESCRITOR! INTEGRANDO COM... LÍNGUA PORTUGUESA

UNIDADE

4

CULTUR A E PATRIMÔNIO

CAPÍTULO 1 • CULTURA BRASIL, PAÍS DE MUITAS CULTURAS FEIJOADA CARIOCA

ETNOCENTRISMO VOCÊ ESCRITOR! VOCÊ LEITOR!

CAPÍTULO 2 • PATRIMÔNIO CULTURAL PATRIMÔNIO MATERIAL PATRIMÔNIO IMATERIAL CARIMBÓ, DANÇA PARAENSE VOCÊ LEITOR!

PATRIMÔNIO NATURAL PANTANAL: PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE

QUEM CUIDA DO NOSSO PATRIMÔNIO? VOCÊ LEITOR! VOCÊ ESCRITOR! INTEGRANDO COM... LÍNGUA PORTUGUESA

OUTRAS LEITURAS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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SUM ÁRIO

VOLUME 4

UNIDADE

1

ENCON TROS E DESENCON TROS

CAPÍTULO 1 • POVOS INDÍGENAS NO BRASIL DIFERENÇAS ENTRE OS INDÍGENAS O FORMATO DAS ALDEIAS INDÍGENAS AS LÍNGUAS INDÍGENAS

SEMELHANÇAS ENTRE OS INDÍGENAS ATIVIDADES VOCÊ LEITOR! VOCÊ ESCRITOR!

CAPÍTULO 2 • POVOS INDÍGENAS: ENCONTROS E DESENCONTROS OS TUPIS A CHEGADA DOS PORTUGUESES O DESENCONTRO ATIVIDADES VOCÊ LEITOR! VOCÊ ESCRITOR!

CAPÍTULO 3 • A LUTA DOS INDÍGENAS POR TERRA E ESCOLA O INTERESSE PELAS TERRAS INDÍGENAS AS LUTAS DOS INDÍGENAS POR DIREITOS O DIREITO DE APRENDER EM SUA PRÓPRIA LÍNGUA O QUE E COMO AS CRIANÇAS INDÍGENAS APRENDEM? E NAS ESCOLAS INDÍGENAS, O QUE SE APRENDE? A IMPORTÂNCIA DE APRENDER PORTUGUÊS PARA OS INDÍGENAS

UM FUTURO MELHOR? ATIVIDADES VOCÊ LEITOR! VOCÊ ESCRITOR! INTEGRANDO COM… GEOGRAFIA E MATEMÁTICA

UNIDADE

2

PORTUGUESES E AFRICA NOS N A A MÉRICA

CAPÍTULO 1 • A ÁFRICA ANTES DOS EUROPEUS OS BANTOS REINO DO CONGO

A IMPORTÂNCIA DA ORALIDADE PARA AS SOCIEDADES AFRICANAS OS IORUBÁS

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ATIVIDADES VOCÊ LEITOR! VOCÊ ESCRITOR!

CAPÍTULO 2 • PORTUGUESES E ESPANHÓIS SE LANÇAM AOS MARES MONSTROS QUE ENGOLEM EMBARCAÇÕES A MAGIA DAS ESPECIARIAS O QUE LEVOU OS PORTUGUESES AO MAR? A CARAVELA

NAVEGAÇÕES PORTUGUESAS NAVEGANDO COM ESPANHÓIS CABRAL CHEGA AONDE HOJE É O BRASIL ATIVIDADES VOCÊ LEITOR! VOCÊ ESCRITOR! VOCÊ CIDADÃO!

CAPÍTULO 3 • COLONIZAÇÃO PORTUGUESA NO BRASIL AFRICANOS NO BRASIL A VIAGEM

NZINGA: UMA RAINHA GUERREIRA O ENGENHO COLONIAL AS CAPITANIAS HEREDITÁRIAS GOVERNO-GERAL SALVADOR, A PRIMEIRA CAPITAL DO BRASIL

FRANCESES NO BRASIL HOLANDESES NO BRASIL A INVASÃO NA BAHIA A INVASÃO DE PERNAMBUCO ATIVIDADES VOCÊ LEITOR! VOCÊ ESCRITOR!

CAPÍTULO 4 • AFRICANOS NO BRASIL: CULTURA E RESISTÊNCIA ESCRAVIDÃO: PASSADO E PRESENTE VIOLÊNCIA E CASTIGOS RESISTÊNCIA AS IRMANDADES MANIFESTAÇÕES DE RESISTÊNCIA CULTURAL NEGRA

OUTRAS FORMAS DE RESISTÊNCIA O QUILOMBO DOS PALMARES A GUERRA ATIVIDADES VOCÊ LEITOR! VOCÊ ESCRITOR! VOCÊ CIDADÃO! INTEGRANDO COM... GEOGRAFIA E LÍNGUA PORTUGUESA

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UNIDADE

3

O AVA NÇO DA COLONIZ AÇÃO PORTUGUESA

CAPÍTULO 1 • SOLDADOS E BANDEIRANTES OS SOLDADOS OS BANDEIRANTES O QUE ERAM AS BANDEIRAS AS DIFERENTES BANDEIRAS

OS ÍNDIOS GUARANIS A RESISTÊNCIA INDÍGENA ATIVIDADES VOCÊ LEITOR! VOCÊ ESCRITOR! VOCÊ CIDADÃO!

CAPÍTULO 2 • JESUÍTAS E OS CRIADORES DE GADO OS JESUÍTAS AS MISSÕES JESUÍTICAS A VIDA NAS MISSÕES

A CRIAÇÃO DE GADO O GADO DO NORDESTE O GADO NO SUL

TROPEIROS PELO INTERIOR DO BRASIL AS NOVAS FRONTEIRAS DO BRASIL COLONIAL ATIVIDADES VOCÊ LEITOR!

CAPÍTULO 3 • MINERAÇÃO TUDO PELO OURO IMPOSTOS E COBRANÇAS REVOLTA DE FILIPE DOS SANTOS

AS MUDANÇAS OCORRIDAS COM A MINERAÇÃO SOCIEDADE MINERADORA OS RICOS A CAMADA INTERMEDIÁRIA OS HOMENS LIVRES POBRES OS ESCRAVIZADOS ATIVIDADES VOCÊ LEITOR ! VOCÊ ESCRITOR! INTEGRANDO COM… LÍNGUA PORTUGUESA

4

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UNIDADE

4

A BOLIÇÃO E IMIGR AÇÃO

CAPÍTULO 1 • ABOLIÇÃO O PROCESSO QUE CONDUZIU À ABOLIÇÃO OS MOTIVOS DA ABOLIÇÃO AS LEIS E A REALIDADE

OS AFRODESCENDENTES APÓS A ABOLIÇÃO O SAMBA NA CASA DE TIA CIATA ARTISTAS AFRODESCENDENTES ATIVIDADES VOCÊ LEITOR! VOCÊ ESCRITOR!

CAPÍTULO 2 • OS IMIGRANTES POR QUE OS EUROPEUS VIERAM PARA O BRASIL? A PARTIDA IMIGRANTES NO SUL SÃO LEOPOLDO: UMA COLÔNIA ALEMÃ OS ITALIANOS NO SUL OS POLONESES NO SUL

IMIGRANTES EM SÃO PAULO ATIVIDADES VOCÊ LEITOR! VOCÊ ESCRITOR!

CAPÍTULO 3 • IMIGRANTES: TRABALHO, RESISTÊNCIA E CULTURA OPERÁRIOS E INDÚSTRIAS ENTRE 1889 E 1930 A LUTA DOS OPERÁRIOS

A PRESENÇA DOS IMIGRANTES ALEMÃES E ITALIANOS NO VALE DO ITAJAÍ A COMIDA DOS IMIGRANTES MÚSICA E FUTEBOL

JAPONESES ATIVIDADES VOCÊ LEITOR! INTEGRANDO COM… LÍNGUA PORTUGUESA

5

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SUM ÁRIO

VOLUME 5

UNIDADE

1

EM A NCIPAÇÃO POLÍTICA DO BR ASIL

CAPÍTULO 1 • REBELIÕES NO BRASIL COLONIAL CONJURAÇÃO MINEIRA OS CONJURADOS E SEUS PLANOS DENÚNCIA E CONDENAÇÃO

CONJURAÇÃO BAIANA ATIVIDADES VOCÊ LEITOR!

CAPÍTULO 2 • O PRÍNCIPE DOM JOÃO E SUA CORTE NO BRASIL MUDANÇAS PERMANÊNCIAS A MISSÃO FRANCESA A REVOLUÇÃO DE PERNAMBUCO ATIVIDADES VOCÊ LEITOR! VOCÊ ESCRITOR!

CAPÍTULO 3 • O BRASIL SE LIBERTA DE PORTUGAL O GOVERNO DO PRÍNCIPE REGENTE DOM PEDRO 7 DE SETEMBRO: O QUE MUDOU? AS LUTAS PELA INDEPENDÊNCIA O PREÇO PAGO PELO RECONHECIMENTO DA INDEPENDÊNCIA ATIVIDADES VOCÊ LEITOR! VOCÊ ESCRITOR! INTEGRANDO COM… LÍNGUA PORTUGUESA

UNIDADE

2

O IMPÉRIO DO BR ASIL: POLÍTICA, RESISTÊNCIA E CULTUR A

CAPÍTULO 1 • CONSTITUIÇÃO, RESISTÊNCIA E CIDADANIA A CONSTITUIÇÃO DO IMPÉRIO O NORDESTE CONTRA DOM PEDRO DOM PEDRO I, CADA VEZ MAIS IMPOPULAR ATIVIDADES VOCÊ LEITOR! VOCÊ ESCRITOR!

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CAPÍTULO 2 • REGÊNCIA E REVOLTAS NO IMPÉRIO AS REBELIÕES REGENCIAIS CABANAGEM: PARÁ E AMAZONAS GUERRA DOS FARRAPOS (RS E SC) A REVOLTA ESCRAVA DE 1835 NA BAHIA BALAIADA: MARANHÃO E PIAUÍ ATIVIDADES VOCÊ LEITOR! VOCÊ ESCRITOR!

CAPÍTULO 3 • POLÍTICA, SOCIEDADE E CULTURA NO IMPÉRIO PARTIDOS POLÍTICOS DO SEGUNDO REINADO O PODER DO IMPERADOR MODERNIZAÇÃO DO IMPÉRIO: FERROVIAS E EMPRESAS A GUERRA DO PARAGUAI CONSEQUÊNCIAS DA GUERRA OS NEGROS NA GUERRA DO PARAGUAI MULHERES NA GUERRA DO PARAGUAI ATIVIDADES VOCÊ LEITOR! VOCÊ ESCRITOR!

CAPÍTULO 4 • A CRISE E O FIM DA MONARQUIA O PROCESSO QUE CONDUZIU À REPÚBLICA A ABOLIÇÃO E SEUS EFEITOS ATRITOS COM O EXÉRCITO

A PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA ATIVIDADES VOCÊ LEITOR! VOCÊ ESCRITOR! INTEGRANDO COM... GEOGRAFIA E MATEMÁTICA

UNIDADE

3

A PRIMEIR A REPÚBLICA E A ER A VA RG AS

CAPÍTULO 1 • A PRIMEIRA REPÚBLICA A CONSTITUIÇÃO DE 1891 OLIGARQUIAS NO PODER FRAUDE E VIOLÊNCIAS NAS ELEIÇÕES CAFÉ COM POLÍTICA A ECONOMIA DA PRIMEIRA REPÚBLICA A BORRACHA DA AMAZÔNIA CACAU O CASO DO RIO GRANDE DO SUL

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ATIVIDADES VOCÊ LEITOR! VOCÊ ESCRITOR!

CAPÍTULO 2 • REVOLTAS NA PRIMEIRA REPÚBLICA A REVOLTA DE CANUDOS – BAHIA (1893-1897) A REVOLTA DO CONTESTADO DISCURSO DO MONGE JOSÉ MARIA

A REVOLTA DA VACINA A REVOLTA DA CHIBATA – 1910 O TENENTISMO O SEGUNDO 5 DE JULHO A COLUNA PRESTES ATIVIDADES VOCÊ LEITOR! VOCÊ ESCRITOR!

CAPÍTULO 3 • O PRIMEIRO GOVERNO VARGAS 1930: UM ANO IMPORTANTE NA HISTÓRIA DO BRASIL GOVERNO PROVISÓRIO (1930-1934) A LÍDER FEMINISTA BERTHA LUTZ

GOVERNO DITATORIAL (O ESTADO NOVO): 1937-1945 ECONOMIA: INDÚSTRIA E AGRICULTURA O ESTADO NOVO E OS TRABALHADORES O FIM DO ESTADO NOVO E O “QUEREMISMO” ATIVIDADES VOCÊ LEITOR! VOCÊ ESCRITOR!

CAPÍTULO 4 • UMA EXPERIÊNCIA DEMOCRÁTICA A CONSTITUIÇÃO DE 1946 O BRASIL NA GUERRA FRIA A ESTREIA DA TV BRASILEIRA

O SEGUNDO GOVERNO VARGAS GETÚLIO SURPREENDE SEUS ADVERSÁRIOS

GOVERNO JUSCELINO: “50 ANOS EM 5” NORDESTINOS E MINEIROS MIGRAM PARA O CENTRO-SUL

O GOVERNO JÂNIO QUADROS GOVERNO JOÃO GOULART AS REFORMAS DE BASE

O GOLPE CIVIL-MILITAR DE 1964 ATIVIDADES VOCÊ LEITOR! INTEGRANDO COM… MATEMÁTICA

4

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UNIDADE

4

A PRIMEIR A REPÚBLICA E A ER A VA RG AS

CAPÍTULO 1 • REGIME MILITAR A RESISTÊNCIA AOS MILITARES NO TEATRO A CENSURA AOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO A RESISTÊNCIA ESTUDANTIL O REGIME MILITAR E O AI-5 O “MILAGRE ECONÔMICO” A PROPAGANDA DE MASSA O FIM DO “MILAGRE” ATIVIDADES VOCÊ LEITOR! VOCÊ CIDADÃO!

CAPÍTULO 2 • A REDEMOCRATIZAÇÃO DO BRASIL A ANISTIA E OS NOVOS PARTIDOS DIRETAS JÁ! GOVERNO JOSÉ SARNEY A CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 ATIVIDADES VOCÊ LEITOR! VOCÊ ESCRITOR! INTEGRANDO COM… LÍNGUA PORTUGUESA

5

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ALFREDO

JÚNIOR

História Sociedade & Cidadania

ALFREDO BOULOS JÚNIOR Doutor em Educação (área de concentração: História da Educação) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Mestre em Ciências (área de concentração: História Social) pela Universidade de São Paulo. Lecionou na rede pública e particular e em cursinhos pré-vestibulares. É autor de coleções paradidáticas. Assessorou a Diretoria Técnica da Fundação para o Desenvolvimento da Educação – São Paulo.

1ª edição – São Paulo – 2017

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U NID A D E

1

VIVER E CONVIVER

A RUA É UM LUGAR POR ONDE CIRCULAM VEÍCULOS E PESSOAS.

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Resposta pessoal. Professor, propor uma roda de conversa e estimular os alunos a falarem livremente sobre a rua e o bairro em que vivem. Usar perguntas como: a sua rua é quieta ou agitada? E o seu bairro, é antigo ou atual? Pedir que ouçam o colega com atenção.

PELAS RUAS AS PESSOAS VÃO E VÊM. CHEGAM AO SUPERMERCADO, ONDE COMPRAM ALIMENTOS; À FARMÁCIA, ONDE ENCONTRAM REMÉDIOS; AO CARTÓRIO, ONDE SE CASAM; AO CINEMA, ONDE ASSISTEM A FILMES; A PRAÇAS E PARQUES, ONDE PASSEIAM E SE DIVERTEM.

LEONARDO CONCEIÇÃO

• RESPONDA ORALMENTE: VOCÊ GOSTA DA RUA ONDE VOCÊ MORA? E DO BAIRRO? JÁ FAZ TEMPO QUE VOCÊ MORA NESSE BAIRRO?

9

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CAPÍTULO

HÁ RUAS IDENTIFICADAS POR NÚMERO. MAS A MAIORIA DAS RUAS TEM NOME. E ALGUMAS POSSUEM NOMES DE PERSONAGENS DA HISTÓRIA DO BRASIL. UM EXEMPLO É A RUA DONA MARIA QUITÉRIA, EM SÃO PAULO, EM HOMENAGEM À MULHER QUE TINHA ESSE NOME E LUTOU PELA INDEPENDÊNCIA DA BAHIA.

DANIEL CYMBALISTA

EM OUTRAS CIDADES BRASILEIRAS, COMO SALVADOR, TAMBÉM HÁ RUAS QUE HOMENAGEIAM MARIA QUITÉRIA. VEJA A PINTURA AO LADO, EM QUE ELA É REPRESENTADA COM UNIFORME MILITAR.

MUSEU PAULISTA DA USP, SÃO PAULO.

1 NOME DE RUA

MARIA QUITÉRIA, OBRA DE DOMENICO FAILUTTI, CERCA DE 1920.

PLACA DA RUA DONA MARIA QUITÉRIA, NO BAIRRO DO IPIRANGA, EM SÃO PAULO. FOTO DE 2017.

1. VOCÊ GOSTOU DA HISTÓRIA DE MARIA QUITÉRIA? Resposta pessoal.

2. E O NOME DA SUA RUA, QUAL É? Resposta pessoal.

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MARCOS AMEND/PULSAR IMAGENS

FABIO COLOMBINI

MUITOS OUTROS PERSONAGENS DA HISTÓRIA DO BRASIL FORAM HOMENAGEADOS EM NOMES DE RUAS, COMO O MINEIRO TIRADENTES, O ACRIANO CHICO MENDES E A CATARINENSE ANITA GARIBALDI.

MARCO ANTONIO SA/KINO

ESTÁTUA DE CHICO MENDES COM SEU FILHO EM RIO BRANCO, NO ACRE, 2015.

ESTÁTUA DE TIRADENTES EM TIRADENTES, MINAS GERAIS, 2012.

ESTÁTUA DE ANITA GARIBALDI EM LAGUNA, SANTA CATARINA.

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VOCÊ LEITOR!

MUTUM

LEIA A TIRINHA A SEGUIR:

TIRINHAS MUTUM. DISPONÍVEL EM: <http://www.moizazine. com.br/search/label/ Tirinhas>. ACESSO EM: 1o MAR. 2017.

RESPONDA ORALMENTE. 1. O MOTORISTA ENTENDEU O SIGNIFICADO DO NOME DA RUA pois aparece um ponto de interrogação no balão de pensamento ASSIM QUE LEU A PLACA? Não, do motorista. 2. QUAL FOI A REAÇÃO DO MENINO AO LER O NOME DA RUA?

Ele estranhou o nome da rua.

3. POR QUE A RUA TINHA ESSE NOME? Porque tinha subidas e descidas semelhantes às de uma montanha-russa.

4. SE VOCÊ PUDESSE DAR OUTRO NOME A SUA RUA, QUAL SERIA? JUSTIFIQUE. Resposta pessoal. 12

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A RUA É PÚBLICA A RUA É UM LUGAR PÚBLICO, ISTO É, PERTENCE A TODOS NÓS. POR ISSO, TODOS DEVEMOS ZELAR POR ELA: • CONSERVANDO OS TELEFONES PÚBLICOS; • LEVANDO UM SAQUINHO AO PASSEAR COM O CACHORRO PARA NÃO SUJAR A RUA; • JOGANDO O LIXO NAS LIXEIRAS ADEQUADAS: PAPEL NA LIXEIRA AZUL; METAL NA AMARELA; PLÁSTICO NA VERMELHA; VIDRO NA VERDE; E LIXO HOSPITALAR NA BRANCA.

Papel

Metal

Lixo hospitalar Vidro

FOTOS: LESZEK GLASNER/ SHUTTERSTOCK.COM

1. ESCREVA NAS LIXEIRAS O TIPO DE LIXO ADEQUADO A CADA UMA DELAS.

Plástico

COM ESSES CUIDADOS, PODEMOS DESFRUTAR MELHOR A RUA ONDE MORAMOS.

13

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2. ESCREVA A COR DA LIXEIRA EM QUE DEVEMOS PÔR CADA UM DOS OBJETOS MOSTRADOS NOS DESENHOS. A) C) B)

Vermelha. Azul.

Verde.

D) F)

ILUST RAÇÕ

ES: L EA

NDRO

RAM O

S

E)

Branca. Amarela.

Vermelha.

14

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PARA QUE SERVE A RUA?

JUCA MARTINS/OLHAR IMAGEM

KARLA BRAGA/OPÇÃO BRASIL IMAGENS

A RUA SERVE PARA A CIRCULAÇÃO DE VEÍCULOS E DE PESSOAS. E SERVE TAMBÉM PARA A PRÁTICA DE OUTRAS ATIVIDADES, COMO APRESENTAÇÕES MUSICAIS, DESFILES, QUERMESSES, PROCISSÕES, FESTAS POPULARES, PROTESTOS, PASSEIOS DE BICICLETA, DANÇAS DE RUA E ACROBACIAS.

CHRIS HELLIER/ALAMY/GLOW IMAGES

MANIFESTAÇÃO PELA PAZ NA PRAÇA DA SÉ EM SÃO PAULO, 2000.

HOMYDESIGN/SHUTTERSTOCK.COM

LADEIRA NO BAIRRO DO PELOURINHO ENFEITADA PARA A FESTA DE SÃO JOÃO. SALVADOR, BAHIA, 2013.

JOVENS PRATICANDO DANÇA DE RUA EM VIGO, ESPANHA, 2013.

ARTISTA DE RUA EQUILIBRA-SE SOBRE UMA BICICLETA EM PARIS, FRANÇA, 2012.

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O PROJETO RUAS DE LAZER O PROJETO RUAS DE LAZER ACONTECE EM VÁRIAS CIDADES BRASILEIRAS, ENTRE ELAS SALVADOR, NA BAHIA.

LEONARDO CONCEIÇÃO

LAZER É O TEMPO LIVRE DE QUE UMA PESSOA DISPÕE PARA USAR COMO ELA QUISER: COMER, DORMIR, BRINCAR, ENTRE OUTRAS ATIVIDADES. RUAS DE LAZER SÃO RUAS FECHADAS AOS DOMINGOS E FERIADOS PARA A PRÁTICA DE ATIVIDADES DE LAZER.

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NAS RUAS DE LAZER SÃO PRATICADAS ATIVIDADES COMO FUTEBOL INFANTIL, VOLEIBOL, CAPOEIRA, PULA-PULA, CAMA ELÁSTICA, PISCINA DE BOLINHAS, AULAS DE DANÇA, MÚSICA, TEATRO, PINTURA, GINÁSTICA, ENTRE OUTRAS. RESPONDA ORALMENTE: 1. VOCÊ JÁ PRATICOU ALGUMA DAS ATIVIDADES CITADAS NO TEXTO? QUAL OU QUAIS? Resposta pessoal. 2. DE QUAL ATIVIDADE VOCÊ GOSTOU MAIS?

Resposta pessoal.

3. O QUE VOCÊ FAZ EM SEU TEMPO DE LAZER? Resposta pessoal. 4. DESENHE O QUE VOCÊ FAZ DURANTE SEU TEMPO DE LAZER.

SUSHKO ANASTASIA/SHUTTERSTOCK.COM

Resposta pessoal.

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CONVIVER BEM É VIVER

ILUSTRAÇÕES: LEO FANELLI/GIZ DE CERA

AS RUAS DE LAZER APROXIMAM AS PESSOAS. NELAS, A GENTE CONHECE PESSOAS DO NOSSO BAIRRO, CONVERSA, SE DIVERTE E FAZ NOVAS AMIZADES. MAS, PARA QUE TUDO ISSO ACONTEÇA, É PRECISO RESPEITAR AS REGRAS DE CONVIVÊNCIA.

COM LICENÇA, POR FAVOR.

18

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BOM DIA! BOM DIA, PROFESSORA!

OBRIGADA!

ILUSTRAÇÕES: LEO FANELLI/GIZ DE CERA

FOI MAL, DESCULPE!

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TROUXE UM PRESENTE PARA VOCÊ.

MUITO OBRIGADO!

BLEND IMAGES/GETTY IMAGES

ISTOCKPHOTO/GETTY IMAGES

1. ESCREVA SIM QUANDO A REGRA DE CONVIVÊNCIA ESTÁ SENDO RESPEITADA, E ESCREVA NÃO QUANDO ESTÁ OCORRENDO DESRESPEITO.

Sim.

SIM, OBRIGADA!

Sim.

JUPITERIMAGES/GETTY IMAGES

VOCÊ ACEITA?

OLEG MIKHAYLOV/SHUTTERSTOCK.COM

Sim.

Não.

2. DESTAQUE A PÁGINA 153 DO MATERIAL COMPLEMENTAR E DESENHE UMA SITUAÇÃO EM QUE A REGRA DE CONVIVÊNCIA ESTEJA SENDO RESPEITADA. 20

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VOCÊ LEITOR!

A CALÇADA DA MINHA RUA, DE PEDRA PORTUGUESA, PRETA E BRANCA, JÁ SE VÊ, QUE É BONITA É, MAS NÃO DÁ PRA JOGAR MARÉ. [...] TEM DESENHOS LINDOS: — UMA ESTRELA QUE LEMBRA LUZ [...] — UM TREVO-DE-QUATRO-FOLHAS QUE DIZEM DAR SORTE... [...] — UM DRAGÃO SOSSEGADO PORQUE NÃO É DE VERDADE. SE FOSSE, NOS DIAS DE CHUVA, SALTAVA DA CALÇADA E IA EMBORA NA ENXURRADA. PULO SOBRE ELE: PLIM... PLOM... PLÃO! OI, DRAGÃO! NÃO TENHO MEDO, NÃO!

LEO FANELLI/GIZ DE CERA

A CALÇADA

CLEONICE RAINHO. A CALÇADA. DISPONÍVEL EM: <http://www.jornaldepoesia.jor.br/cleo30.html>. ACESSO EM: 1O MAR. 2017.

1. VAMOS COLORIR O DRAGÃO QUE APARECE NO DESENHO. 2. CIRCULE NO TEXTO AS CORES DAS PEDRAS DA CALÇADA. 3. NO TEXTO, A CALÇADA DA RUA: X

TEM DESENHOS BONITOS. DÁ PRA JOGAR MARÉ.

X

TEM UMA ESTRELA QUE LEMBRA LUZ. TEM UM DRAGÃO DE VERDADE. 21

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CAPÍTULO

2 BAIRRO

Professor, bairro é um lugar de vivência de seus habitantes e também uma divisão administrativa da cidade. Ajuda a identificar onde as pessoas vivem.

TODA RUA PERTENCE A UM BAIRRO, UM CONJUNTO FORMADO POR RUAS, AVENIDAS, PRAÇAS E COM DIVERSOS TIPOS DE CONSTRUÇÕES, COMO CASAS, PRÉDIOS E LOJAS.

PERTO DA MINHA CASA TEM [...] UMA PORÇÃO DE LOJAS! [...] TEM UMA LIVRARIA, QUE TEM LIVROS GRANDES E PEQUENOS [...]. NESSA LIVRARIA EU VI UM LIVRO COM UM CACHORRÃO NA CAPA! [...] TEM UMA LOJA QUE [...] É UMA BANCA DE JORNAIS E TEM REVISTINHAS E LIVRINHOS E BRINQUEDOS... [...] TAMBÉM TEM UM SUPERMERCADO MUITO GRANDE, ONDE A GENTE COMPRA DE TUDO. [...] E NA PADARIA TEM PÃES DE TODO JEITO, COMPRIDOS E PEQUENOS, BRANCOS E PRETOS, DOCES E SALGADOS. [...] TEM UMA LOJA SÓ DE PLANTAS E DE FLORES, QUE [...] SE CHAMA FLORICULTURA.

ILUSTRAÇÕES: LEANDRO RAMOS

O BAIRRO DO MARCELO

RUTH ROCHA. O BAIRRO DO MARCELO. SÃO PAULO: SALAMANDRA, 2011. P. 5-21.

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RESTAURANTE. DOCERIA.

ILUSTRAÇÕES: LEANDRO RAMOS

1. NO BAIRRO DO MARCELO TEM:

LOJA DE PRODUTOS PARA ANIMAIS. FARMÁCIA. X

FLORICULTURA.

X

LIVRARIA.

2. MARQUE AS LOJAS EXISTENTES NO SEU BAIRRO E NO BAIRRO DO MARCELO. Resposta pessoal. FLORICULTURA.

AÇOUGUE.

BANCA DE JORNAIS.

PADARIA.

SUPERMERCADO.

LIVRARIA.

3. QUAL DAS LOJAS CITADAS NO TEXTO VENDE BRINQUEDOS? Banca de jornal.

4. ESCREVA O NOME DE UMA LOJA DO SEU BAIRRO QUE NÃO EXISTE NO BAIRRO DO MARCELO. Resposta pessoal. Professor, o aluno poderá citar doceria, farmácia, loja de brinquedos, entre outras.

5. QUAL DAS LOJAS DO SEU BAIRRO VOCÊ GOSTARIA QUE ESTIVESSE BEM PERTO DA SUA CASA? Resposta pessoal.

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É COMUM AS PESSOAS DE UM MESMO BAIRRO SE ENCONTRAREM NAS RUAS, PRAÇAS, LOJAS COMERCIAIS E FAZEREM AMIZADE UMAS COM AS OUTRAS.

OLESIA BILKEI/SHUTTERSTOCK.COM

O CONVÍVIO NO BAIRRO

MULHERES DE UM MESMO BAIRRO ENCONTRAM-SE EM SUPERMERCADO.

1. VOCÊ TEM AMIZADE COM ALGUÉM DO SEU BAIRRO? QUEM? Resposta pessoal.

2. O QUE NÃO TEM NO SEU BAIRRO E VOCÊ GOSTARIA QUE TIVESSE? Resposta pessoal.

=A

=R

=B

  =I

=O

ILUSTRAÇÕES: EDITORIA DE ARTE

3. SABENDO QUE CADA FIGURA CORRESPONDE A UMA LETRA, ENCONTRE A PALAVRA.

  ♫ ♫  B

A

I

R

R

O

24

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VOCÊ LEITOR! { HISTÓRIA DE UM BAIRRO HÁ BAIRROS NOVOS E ANTIGOS; GRANDES E PEQUENOS; CENTRAIS OU AFASTADOS DO CENTRO. MAS TODOS OS BAIRROS TÊM UMA HISTÓRIA. A HISTÓRIA QUE VAMOS APRESENTAR AGORA É A DO BAIRRO DA BELA VISTA, UM BAIRRO CENTRAL DA CIDADE DE SÃO PAULO, CONHECIDO COMO BEXIGA.

O BAIRRO DA BELA VISTA, EM SÃO PAULO [...] A BELA VISTA FAZ PARTE [...] DOS BAIRROS DE IMIGRANTES QUE SE DESENVOLVERAM NA CIDADE [...] COMO BRÁS, MOOCA E BOM RETIRO. [...] ATÉ 1870, O DONO DO LOCAL ERA ANTÔNIO JOSÉ LEITE BRAGA, APELIDADO DE BEXIGA PORQUE TERIA SIDO VÍTIMA DE VARÍOLA. MUITOS ATRIBUEM O NOME DO BAIRRO A ESSE APELIDO. [...]

ACERVO ICONOGRAPHIA

IMIGRANTES ITALIANOS AGUARDAM EMBARQUE PARA O BRASIL, CERCA DE 1910.

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[...] FORAM SOBRETUDO OS IMIGRANTES DO SUL DA ITÁLIA QUE CONTRIBUÍRAM PARA A FORMAÇÃO DO BAIRRO, SEGUIDOS ALGUNS ANOS DEPOIS PELOS NEGROS LIBERTOS E ESTRANGEIROS VINDOS DE OUTROS PAÍSES.

ALMEIDA ROCHA/FOLHAPRESS

A HISTÓRIA DA BELA VISTA. O ESTADO DE S. PAULO. DISPONÍVEL EM: <http://sao-paulo.estadao.com. br/noticias/geral,a-historia-da-bela-vista,1790272>. ACESSO EM: 1O MAR. 2017.

O BEXIGA É CONHECIDO POR SER A SEDE DA FAMOSA ESCOLA DE SAMBA VAI-VAI (ACIMA), POR SUAS FAMOSAS CANTINAS, QUE SERVEM PRATOS DE ORIGEM ITALIANA, E PELA FESTA DE NOSSA SENHORA ACHIROPITA (AO LADO).

MARCELO S. CAMARGO/FRAME/AE

CASAL DE MESTRE-SALA E PORTA-BANDEIRA DA VAI-VAI DURANTE DESFILE DA ESCOLA DE SAMBA NO SAMBÓDROMO, EM SÃO PAULO (SP), 2009.

NOS FINAIS DE SEMANA DO MÊS DE AGOSTO ACONTECE A FESTA DA ACHIROPITA. BARRACAS COM COMIDAS TÍPICAS ITALIANAS E ATRAÇÕES MUSICAIS ANIMAM A TRADICIONAL FESTA DA COLÔNIA ITALIANA. SÃO PAULO, SP, 2014.

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1. PESQUISE O SIGNIFICADO DO TERMO IMIGRANTE NO TEXTO. Pessoas de outros países que vieram morar no Brasil.

2. COMPLETE: OS POVOS QUE FORMARAM O BAIRRO DA BELA VISTA FORAM, SOBRETUDO,

imigrantes

VINDOS DO SUL DA ITÁLIA,

LIBERTOS E VINDOS DE OUTROS PAÍSES. negros

estrangeiros

3. CIRCULE NO TEXTO O NOME DO PROPRIETÁRIO DAS TERRAS Professor, comentar que bexiga era o apelido dado à doença ONDE HOJE É A BELA VISTA. chamada varíola. E, como Antônio José Leite contraiu varíola, 4. QUAL ERA O APELIDO DELE?

ficou conhecido como Bexiga. Bexiga.

DANIEL CYMBALISTA

AURÉLIO BECHERINI/AE

5. QUAL DAS IMAGENS É MAIS ANTIGA?

X

VISTA GERAL DA RUA SANTO AMARO. BAIRRO DO BEXIGA, SÃO PAULO, 1920.

RUA SANTO AMARO. BAIRRO DO BEXIGA, SÃO PAULO, 2016.

6. APONTE UMA MUDANÇA MOSTRADA NA FOTOGRAFIA. A existência de prédios.

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SERVIÇOS PÚBLICOS COM O CRESCIMENTO DOS BAIRROS E O AUMENTO DE SUA POPULAÇÃO, OS MORADORES PASSARAM A PRECISAR CADA VEZ MAIS DE SERVIÇOS PÚBLICOS COMO:

COLETA DE LIXO CESAR DINIZ/PULSAR IMAGENS

BURKE/TRIOLO PRODUCTIONS/GETTY IMAGES

ÁGUA TRATADA 1

MENINA BEBENDO ÁGUA TRATADA.

REDE DE ESGOTO

2

COLETA DE LIXO AO LADO DA IGREJA DE NOSSA SENHORA DO CARMO EM DIAMANTINA, MINAS GERAIS, EM 2014.

3

FONTES: <http://site.sabesp. com.br/site/interna/Default. aspx?secaoId=50>. ACESSO EM: 20 MAR. 2017; <http://www. aguasdematao.com.br/esgoto/>. ACESSO EM: 20 MAR. 2017.

OSVALDO SEQUETIN

ILUSTRAÇÃO DE REDE DE ESGOTO RESIDENCIAL.

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JOÃO PRUDENTE/PULSAR IMAGENS

TRANSPORTE COLETIVO 4

TRANSPORTE COLETIVO CONHECIDO COMO METROBUS. GOIÂNIA, GOIÁS, EM 2015.

5

CRIANÇAS CAMINHAM EM ESTRADA DE TERRA APÓS SAÍDA DA ESCOLA EM ZONA RURAL DA BAHIA EM 2014.

ENERGIA ELÉTRICA FERNANDO FAVORETTO/CRIAR IMAGEM

CESAR DINIZ/PULSAR IMAGENS

ESCOLA PÚBLICA

6

A ENERGIA ELÉTRICA PERMITE JOGARMOS VIDEOGAME, COMO ESSAS CRIANÇAS, 2014.

• RESPONDA USANDO NÚMEROS. QUAIS SERVIÇOS PÚBLICOS MOSTRADOS NESTA PÁGINA E NA PÁGINA ANTERIOR EXISTEM NO SEU BAIRRO? Resposta pessoal.

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VOCÊ LEITOR!

Professor, o tratamento da água para o consumo humano tem a finalidade de torná-la potável, ou seja, tem a finalidade de eliminar as impurezas prejudiciais à saúde.

CUIDANDO DA ÁGUA

©MAURICIO DE SOUSA PRODUÇÕES LTDA

LEIA COM A AJUDA DO PROFESSOR.

TURMA DA MÔNICA. ÁGUA BOA PARA BEBER. DISPONÍVEL EM: <http://turmadamonica.uol.com.br/aguaboaprabeber/>. ACESSO EM: 1O MAR. 2017.

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1. QUEM É O PERSONAGEM QUE DIZ: “MAS HOJE É DIFERENTE!”? Mônica.

2. O QUE O ASTRONAUTA QUIS DIZER COM “ÁGUA TRATADA É UMA COISA RECENTE”? Resposta pessoal. Professor, os processos de tratamento da água foram desenvolvidos relativamente há pouco tempo. Na cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, o tratamento de água de abastecimento público só começou em 1955. Comentar que, em história, sessenta anos é pouco em comparação com os milhões de anos que a humanidade consumiu água não tratada.

3. DESENHE UMA FONTE DE ÁGUA NA NATUREZA. Resposta pessoal.

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VOCÊ CIDADÃO! 1. QUAIS OS PRINCIPAIS PROBLEMAS NO BAIRRO ONDE FICA SUA ESCOLA? Resposta pessoal. A)

FALTA DE ÁGUA TRATADA;

B)

FALTA DE POSTOS DE SAÚDE;

C)

VIOLÊNCIA;

D)

FALTA DE VAGAS NAS ESCOLAS;

E)

FALTA DE LINHAS DE ÔNIBUS;

F)

FALTA DE ILUMINAÇÃO ADEQUADA À NOITE.

2. EM GRUPO: CONVERSEM COM OS COLEGAS E ESCREVAM DOIS ITENS QUE PRECISAM MELHORAR NO BAIRRO ONDE FICA A ESCOLA DE VOCÊS. Resposta pessoal. Professor, os alunos podem assinalar, por exemplo, violência e falta de postos de saúde.

3. COMO CADA UM DE NÓS PODE AJUDAR A MANTER O NOSSO BAIRRO LIMPO? Tomando cuidados como: não jogar lixo nas calçadas, ruas, rios e terrenos; levar um saquinho para que o animal (gato, cachorro etc.) faça suas necessidades; separar o lixo comum, como restos de alimentos, de outros tipos de lixo, como lâmpadas, baterias e latas.

32

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OU

: NANCY GREIFENHAGEN/ALAMY/GLOW IMAGES

ISTOCKPHOTO/ GETTY IMAGES

4. DESTAQUE OS ADESIVOS DA PÁGINA 161 DO MATERIAL COMPLEMENTAR E AVALIE AS IMAGENS A SEGUIR USANDO

1

MANUEL LOURENÇO/OLHAR IMAGEM

MENINA PASSEANDO COM SEU CACHORRO NOS ESTADOS UNIDOS, 2014.

2

ORELHÃO QUEBRADO. SÃO PAULO, 2011.

33

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INTEGRANDO COM... LÍNGUA PORTUGUESA E GEOGRAFIA FONTE 1

MORO EM UMA RUAZINHA ESTREITA, [...] NO CENTRO DA CIDADE, HÁ MAIS DE VINTE E DOIS ANOS. QUANDO OS CARROS PASSAM É PRECISO COLAR O CORPO ÀS CASAS [...] PENSEI COMO É TRISTE UMA RUA SEM ÁRVORES E SEM ESPAÇO. NÃO TANTO PELO ESPAÇO, MAS PELAS ÁRVORES. [...] UMA RUA SEM ÁRVORE É UM JARDIM SEM FLORES. NÃO HÁ PASSARINHOS [...] NEM MESMO UM BEIJA-FLOR PARA ENCANTAR OS OLHOS. [...]

LENINHA LACERDA

A RUA ONDE MORO

RITA VENÂNCIO. A RUA ONDE MORO. DISPONÍVEL EM: <http://www.recantodasletras.com.br/ cronicas/2974793>. ACESSO EM: 28 JUL. 2016.

1. CIRCULE AS PALAVRAS QUE DIZEM COMO É A RUA DO TEXTO. 2. NA SUA RUA HÁ ÁRVORES E ESPAÇOS PARA BRINCAR? Resposta pessoal. Professor, comentar o perigo de brincar no meio da rua, local reservado principalmente à circulação de automóveis.

3. A AUTORA COMPARA UMA RUA SEM ÁRVORES: A UMA RUA SEM PASSARINHOS.

X

A UM JARDIM SEM FLORES.

34

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ALBERTO VIANA/OLHAR IMAGEM

FONTE 2

RUA EM CURITIBA, PARANÁ, 2010.

4. RESPONDA ORALMENTE. O QUE VOCÊ VÊ NA IMAGEM? Uma rua larga e arborizada.

5. COM A AJUDA DO PROFESSOR, DESCUBRA O NOME DA ÁRVORE VISTA NA IMAGEM. Ipê amarelo.

6. COMPARE A RUA DESCRITA NO TEXTO DA PÁGINA ANTERIOR COM A RUA MOSTRADA NA IMAGEM USANDO AS PALAVRAS: Enquanto a rua descrita no texto é estreita e sem árvores, a rua da imagem é larga e arborizada. Professor, a intenção

ESTREITA

SEM ÁRVORES

LARGA

ARBORIZADA

aqui foi dar continuidade ao trabalho com o bloco semelhanças e diferenças. Semelhanças: a rua descrita no texto e a da fotografia são residenciais. Diferenças: rua estreita e sem árvore / rua larga e com muitas árvores.

7. DIGA EM DUAS PALAVRAS COMO É A SUA RUA. EXEMPLOS: ALEGRE E MOVIMENTADA; CURTA E ESBURACADA; LARGA E ARBORIZADA, ENTRE OUTRAS. Resposta pessoal. 8. DESTAQUE A PÁGINA 155 DO MATERIAL COMPLEMENTAR E FAÇA UM DESENHO DA SUA RUA.

35

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JOÃO PRUDENTE/PULSAR IMAGENS

FOTOMONTAGEM: RVECTOR/ YULIYAN VELCHEV/SHUTTERSTOCK.COM

4

DV-HIS-F1-1063-LA-M18.indd 50 COMMERCIAL MEGAPRESS COLLECTION/ALAMY/GLOW IMAGES

DAVID SANGER PHOTOGRAPHY/ALAMY/GLOW IMAGES

U NID A D E

DIREITOS E DEVERES DAS CRIANÇAS

Sara. Groenlândia.

Luciana. Brasil.

Javier. Bolívia.

116

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ERIC LAFFORGUE/ALAMY STOCK PHOTO/GLOW IMAGES

Lurdes. Moçambique.

CHRIS WILLSON/ALAMY STOCK PHOTO/GLOW IMAGES

F1ONLINE/EASYPIX BRASIL

Maik. Alemanha.

Liang.China.

1. Em que essas crianças são diferentes umas das outras? 2. Com qual dessas crianças você mais se parece? 3. Qual dos países dessas crianças você gostaria de visitar? Resposta pessoal. 117

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CAPÍTULO

DIREITOS 1 DAS CRIANÇAS

Criança de São Paulo.

BLEND IMAGES/GETTY IMAGES

COLEÇÃO PARTICULAR

MICHAELJUNG/SHUTTERSTOCK.COM

Somos diferentes na cor da pele, dos olhos, no tipo de cabelo, na altura e também quanto ao corpo. Veja essas crianças de diferentes tamanhos, cores e tipos de cabelo.

Criança do Rio Grande do Sul.

Criança do Pará.

Mas, se fisicamente somos diferentes, em direitos e deveres, somos todos iguais. Todas as crianças têm direito a um nome, a uma alimentação saudável, à educação, à saúde, à liberdade de ir e vir, de se divertir, de praticar esportes e brincar. 118

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A DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA Em 1959, a ONU (Organização das Nações Unidas) elaborou a Declaração dos Direitos da Criança, um documento com dez princípios. Leia-os a seguir.

SUSAN CHIANG/GETTY IMAGES

1o Princípio – Todas as crianças, sem distinção de raça, cor, sexo, língua, religião ou condição social, têm os mesmos direitos.

Crianças de diferentes origens e cores.

Mãe protege seu bebê.

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SALLY ANSCOMBE/GETTY IMAGES

2o Princípio – Todas as crianças devem ter oportunidade de se desenvolver física, mental, moral, espiritual e socialmente.

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IMAGEM FAVORET TO/CRIA R FERNAN DO

3o Princípio – Toda criança tem direito a um nome e a uma nacionalidade.

Menina mostrando sua certidão de nascimento.

BRAND X/GETTY IMAGES

4o Princípio – Toda criança tem direito à saúde, à alimentação, à recreação e à assistência médica.

Menina recebendo atenção médica.

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LAÉRCIO PEIXOTO

5o Princípio – A criança com limitação física, mental ou social tem direito a tratamento, educação e cuidados especiais.

Menino com síndrome de Down na escola.

6o Princípio – Toda criança tem direito a receber amor, compreensão, afeto e segurança moral e material.

XIXINXING/SHUTTERSTOCK.COM

Menina recebendo amor da família.

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JUCA MARTINS/OLHAR IMAGEM

7o Princípio – Toda criança tem direito a receber educação gratuita e à oportunidade para brincar e divertir-se.

Crianças brincando em pátio de escola pública no bairro Tatuapé. São Paulo, 2002.

JAN KRANENDONK/SHUTTERSTOCK.COM

8o Princípio – Toda criança deve estar entre os primeiros a receber socorro.

Atendimento médico de emergência a uma criança. Holanda, 2010.

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9o Princípio – Toda criança tem direito à proteção contra quaisquer formas de negligência, abandono, crueldade e exploração e não deve trabalhar.

Menina brincando no balanço com a proteção da mãe. MONKEY BUSINESS IMAGES/SHUTTERSTOCK.COM

Crianças de diferentes países em frente a um mapa-múndi.

WAVEBREAKMEDIA/ SHUTTERSTOCK.COM

10o Princípio – Toda criança tem direito a ser criada em um ambiente de compreensão, de tolerância, de amizade entre os povos, de paz e de fraternidade universal.

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VOCÊ LEITOR!

ARQUIVO - MTE/GOVERNO FEDERAL

LEITURA DE IMAGEM

1. O que você vê na imagem? Três crianças puxando uma corda, que faz uma engrenagem andar. Assim, o cartaz transmite a ideia de que elas trabalham em vez de estudar.

2. O que o autor do cartaz está criticando? Está criticando o emprego de crianças em trabalhos que deviam ser feitos por adultos.

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3. Você já viu alguma criança trabalhando para ganhar dinheiro? O que ela estava fazendo? Resposta pessoal. Professor, estimular o alunado a se indignar diante da prática do trabalho infantil.

4. Em grupo, conversem sobre os direitos das crianças que vocês acabaram de estudar. Discutam quais os direitos que cada um acha mais importantes. A seguir, crie no espaço abaixo um desenho ilustrando esse tema. Resposta pessoal.

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• Observe as imagens e responda.

O direito ao amor, afeto, à segurança moral e material.

E.J. BAUMEISTER JR./ALAMY/GLOW IMAGES

a) Qual dos direitos está sendo desrespeitado na imagem ao lado?

Menino pedindo esmola na rua, Bielorrússia, 2007.

b) Na imagem abaixo, qual dos direitos está sendo desrespeitado?

DARIO MITIDIERI/GETTY IMAGES

O direito à saúde.

Criança doente. Mumbai, Índia, 2007.

126

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c) Qual dos direitos está sendo desrespeitado?

PAULO O. DE ALMEIDA/FUTURA PRESS

O direito de não trabalhar e de frequentar a escola.

d) Qual dos direitos está sendo respeitado? Direito de brincar e divertir-se. Princípio 7.

MONKEY BUSINESS IMAGES/SHUTTERSTOCK.COM

Menino trabalhando. Macapá, Amapá, 2013.

Criança brincando de esconde-esconde em um parque.

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e) Qual dos direitos está sendo respeitado?

ISTOCKPHOTO/GETTY IMAGES

Direito a tratamento, educação e cuidados especiais. Princípio 5.

Criança com síndrome de Down.

f) Qual dos direitos está sendo respeitado? Direito à educação. Princípio 7.

FERNANDO FAVORETTO/CRIAR IMAGEM

Crianças entrando na escola. São Paulo, São Paulo, 2015.

128

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DIREITOS DAS CRIANÇAS EM QUADRINHOS Os quadrinhos a seguir, sobre os direitos das crianças, fazem parte de uma cartilha criada pelo cartunista brasileiro Mauricio de Sousa. © INSTITUTO MAURICIO DE SOUSA

Leia esses quadrinhos com o professor.

Turma da Mônica. O Estatuto da Criança e do Adolescente. Disponível em: <https://www.unicef.org/ brazil/pt/monica_estatuto.pdf>. Acesso em: 23 mar. 2017.

• Os quadrinhos falam sobre dois importantes direitos da criança. Quais são eles? O direito à educação e à saúde. Professor, comentar que, no passado, as crianças eram muito desrespeitadas. Então, muitas pessoas lutaram contra essa injustiça e conseguiram fazer aprovar leis de defesa dos direitos da criança.

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Professor, cada linha do poema é um verso; o conjunto de quatro linhas forma uma estrofe.

Estrofe 1

Criança tem que ter nome Criança tem que ter lar Ter saúde e não ter fome Ter segurança e estudar.

Estrofe 2

Não é questão de querer Nem questão de concordar Os direitos das crianças Todos têm de respeitar.

Estrofe 3

BRUNA ASSIS

VOCÊ LEITOR!

Tem direito à atenção Direito de não ter medos Direito a livros e a pão Direito de ter brinquedos.

Ruth Rocha. O direito da criança. 2002. Disponível em: <http://www.campolargo.pr.gov.br/ uploads/O%20direito%20da%20criança%20 Ruth%20Rocha.pdf>. Acesso em: 22 mar. 2017.

1. Circule com a cor azul as palavras que dizem respeito à moradia e à educação. O aluno deve circular as palavras “lar”, “estudar” e “livros”. 2. Circule com a cor vermelha as palavras e expressões que dizem respeito a alimento e diversão. O aluno deve circular a expressão “não ter fome”, e as palavras “pão” e “brinquedos”.

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ISTOCKPHOTO/ GETTY IMAGES

3. Cole o sinal ou , que está na página 161, no final do livro, para dizer se você concorda com o que diz a estrofe 2.

O aluno deve colar a mão com o polegar voltado para cima.

4. A estrofe 3 fala em direito de não ter medo. Do que você tem medo? Resposta pessoal. Professor, estimular a oralidade do aluno.

5. A estrofe 3 fala de direito a pão. A palavra “pão” na frase significa: pão salgado.

pão doce.

X

comida.

6. Qual é o seu brinquedo favorito? Resposta pessoal.

131

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VOCÊ ESCRITOR! Professor, a atividade estimula o trabalho de selecionar.

• As palavras a seguir dizem respeito aos direitos e deveres das crianças. Escreva nas tabuletas somente os direitos. NOME PROTEÇÃO

CONSERVAR O MEIO AMBIENTE MORADIA

BRINCAR

CONCENTRAR-SE NOS ESTUDOS

SAÚDE GRATUITA RESPEITAR O IDOSO

EDUCAÇÃO GRATUITA

Nome Moradia Saúde gratuita

Brincar

BRUNA ASSIS

Educação gratuita

Proteção

Professor, pode-se fazer um trabalho similar com os deveres da criança. Dividir a classe em grupos; cada grupo elabora uma tabuleta com alguns deveres das crianças.

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EDSON GRANDISOLI/PULSAR IMAGENS

[...] Toda criança deve ser aceita em qualquer escola, clube, loja, piscina, lanchonete. Nenhuma criança deve ser desprezada [...] por ter tom de pele diferente, por ter religião diferente, por ser mais pobre, por ser mais rica, por ter nascido em outro país [...]

IRINI/SHUTTERSTOCK.COM

CORBIS DOCUMENTARY/GETTY IMAGES

STUDIO 1O/SHUTTERSTOCK.COM

VOCÊ CIDADÃO!

Flavio de Souza. Direitos Universais das Crianças e dos Jovens. São Paulo: FTD, 2015. p. 48.

1. Complete. Há crianças que sofrem preconceito por causa do

, da sua

tom de pele

ou ainda por ser

pobre

ou

,

religião

.

rica

2. Você já viu uma pessoa desprezar a outra por características físicas como cor de pele, peso e altura? O que você sentiu? Resposta pessoal.

3. Você já foi discriminado(a) por uma dessas características? O que você sentiu? Resposta pessoal. 4. Você já discriminou alguém por alguma característica física?

Resposta pessoal. Professor, a página permite trabalhar a noção de respeito às diferenças e a questão do bullying na escola.

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CAPÍTULO

DEVERES 2 DAS CRIANÇAS @INSTITUTO MAURICIO DE SOUSA

As crianças também têm deveres, como obedecer aos pais, respeitar os idosos, concentrar-se nos estudos, conservar o meio ambiente. Leia os quadrinhos com o professor.

Turma da Mônica. O Estatuto da Criança e do Adolescente. Disponível em: <https://www.unicef. org/brazil/pt/monica_ estatuto.pdf>. Acesso em: 23 mar. 2017.

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• Observe as imagens e responda. WAVEBREAKMEDIA/SHUTTERSTOCK.COM

a) Qual dos deveres esta criança não está cumprindo? O dever de obedecer aos pais.

b) Qual dos deveres esta criança não está cumprindo? O dever de conservar o meio ambiente.

FRANK AND HELENA/CULTURARF/GLOW IMAGES

Mãe e filha na sala de casa.

ALLESALLTAG/ALAMY/GLOW IMAGES

Menina jogando lixo no chão.

c) Qual dos deveres este menino não está cumprindo? O dever de estudar.

Alunos na sala de aula.

135

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EDUARDO ZAPPIA/PULSAR IMAGENS

d) Qual dos deveres estas crianças estão cumprindo?

SDOMINICK/E+/GETTY IMAGES

O dever de estudar.

Aula em escola rural do município de Lençóis, Bahia, 2014.

e) Qual dever esta menina está cumprindo? O dever de respeitar e auxiliar o idoso.

Menina ajudando sua avó.

©MAURICIO DE SOUSA PRODUÇÕES LTDA

f) Qual dos deveres o Cascão está cumprindo?

Tirinha do gibi Cascão, de Mauricio de Sousa.

O dever de preservar o meio ambiente.

136

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O RESPEITO AO OUTRO Um dos deveres de todos nós – adultos e crianças – é respeitar o outro, aquele que, por algum motivo, é diferente de nós. Um exemplo são as pessoas com alguma deficiência física. No Brasil, as pessoas com deficiência auditiva se comunicam por um conjunto de gestos e sinais chamado Libras: Língua Brasileira de Sinais. Esta língua possui um alfabeto manual que é usado para nomes de pessoas, lugares e endereços.

LEO FANELLI/GIZ DE CERA

ALFABETO MANUAL DE LIBRAS

A

B

C

D

E

F

G

H

I

J

K

L

M

N

O

P

Q

R

S

T

U

V

W

Y

Z

X

Professor, comentar que conviver com a diferença é saudável e nos enriquece. O problema está em transformar a diferença em desigualdade; daí nascem a discriminação e as diferentes formas de preconceito.

137

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• Descubra os nomes representados nesta página em Libras. a) Capital do Paraná:

C

u

r

i

t

i

b

a

n

e

R

i

d

o

e

J

a

i

r

o

ILUSTRAÇÕES: LEO FANELLI/GIZ DE CERA

b) Cidade onde está o Cristo Redentor:

c) Personagem da Turma da Mônica que gosta muito de melancia:

M

a

g

a

l

i

d) Personagem da Turma da Mônica que não gosta de tomar banho:

C

a

s

c

ã

o

138

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INTEGRANDO COM... LÍNGUA PORTUGUESA O MENINO “CADEIRANTINHO”

No futebol, fui goleiro e técnico do time. No esconde-esconde, eu tinha a vantagem de ter mais tempo para sumir. É justo, vai!

LEO FANELLI/GIZ DE CERA

Desde quando eu era molequinho, faz teeeempo, ando montado em uma cadeira de rodas para ir daqui para acolá. Mas ser um menino “cadeirantinho” nunca me impediu de brincar e de agitar as brincadeiras da minha turma. [...]

No videogame, eu não precisava de regra especial, só de mais espaço na sala mesmo.

139

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LEO FANELLI/GIZ DE CERA

Todos podem e querem se divertir na infância, e sempre há um jeito para [...] brincar junto, ensinar sua maneira de jogar, de se segurar no balanço, de virar a figurinha no “bafo”. O colega cego, surdo, com paralisia cerebral, “cadeirantinho” ou que tenha qualquer diferença quer aproveitar o mundo do jeito que todos querem. E sempre é possível colocá-los na roda, basta usar a imaginação, abrir bem os braços e dar um sorriso de “seja bem-vindo”. Jairo Marques. O menino “cadeirantinho”. Folha de S.Paulo, 24 nov. 2012. Folhinha.

1. Por que o autor usou a palavra “cadeirantinho”? Porque estava falando de uma criança e queria demonstrar afeto. Professor, comentar que, geralmente, se usa o diminutivo para demonstrar afeto. Lembrar que o aumentativo também pode ser usado com esse mesmo fim, por exemplo, quando dizemos “amigão”, “primão” etc.

2. Por que o autor escreveu “teeeempo” em vez de “tempo”? Para dizer que se passaram muitos anos de quando ele era menino até os dias de hoje.

3. Assinale a frase que tem sentido parecido ao falar da passagem do tempo: a) b) c)

Eu queeero esse quarto bem limpo! X

Papai ganhou uma bicicleta beeem antes de eu nascer. Eu já diiiiiiiisse: Papai Noel só vai chegar amanhã!

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4. Observe os espaços pintados no texto. O que significam esses espaços antes das frases? a)

É para ficar mais bonito.

b)

É para ler devagar.

c)

X

Usamos espaço quando vamos começar um parágrafo.

5. Marcelo se locomove em cadeira de rodas. Por isso, na escola dele, foi construída uma rampa. • Que direito está sendo garantido com a construção dessa rampa? Os alunos podem citar o direito de ir e vir e o direito à educação.

EDITORIAL DE ARTE

6. As turmas do segundo ano da escola vão fazer um passeio. Júlia tem deficiência visual e não quer ir, pois está preocupada com sua locomoção. • Escreva um bilhete para Júlia dizendo que você vai ajudá-la a se divertir durante o passeio. Resposta pessoal.

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ALFREDO

JÚNIOR

História Sociedade & Cidadania

ALFREDO BOULOS JÚNIOR Doutor em Educação (área de concentração: História da Educação) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Mestre em Ciências (área de concentração: História Social) pela Universidade de São Paulo. Lecionou na rede pública e particular e em cursinhos pré-vestibulares. É autor de coleções paradidáticas. Assessorou a Diretoria Técnica da Fundação para o Desenvolvimento da Educação – São Paulo.

1ª edição – São Paulo – 2017

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CAPÍTULO

AFRICANOS NO 4 BRASIL: CULTURA E RESISTÊNCIA

Os africanos não vieram por vontade própria para o Brasil; foram trazidos à força para trabalhar como escravos.

ESCRAVIDÃO: PASSADO E PRESENTE

CM DIXON/ALAMY/GLOW IMAGES

A escravidão é antiga na história da humanidade. Muitos povos do passado foram escravizados por outros. Houve gregos, por exemplo, que foram escravos dos romanos. Os escravizados eram pessoas de diferentes origens e cores. Este escravo romano mostrado na imagem, por exemplo, é loiro.

Mosaico do século I que representa um copeiro a serviço de uma família romana. Museu Hermitage, São Petersburgo.

DIALOGANDO • Você sabia que nos tempos antigos existiram escravos loiros e de várias outras cores?

Resposta pessoal. Professor, durante o Ensino Fundamental – Anos iniciais, os alunos veem o negro quase sempre na condição de escravo; para ajudar a descolar essa ideia é importante mostrar, por meio de imagens, escravizados de outras cores e origens.

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No Brasil colonial, os escravizados eram vigiados de perto por feitores, que, quase sempre, os castigavam por qualquer pequena falta, como conversar ou se distrair no trabalho. Os castigos eram muitos: a palmatória, a gargalheira e a máscara de Flandres eram alguns deles. Veja alguns instrumentos usados para punir os escravizados.

ALEXANDRE DOTTA

Palmatória, usada para golpear as mãos.

Gargalheira, colocada em volta do pescoço para dificultar os movimentos.

JOÃO PRUDENTE/PULSAR IMAGENS

ALEXANDRE DOTTA

VIOLÊNCIA E CASTIGOS

Ao lado, pelourinho em frente à Igreja São Francisco de Assis, na Praça Minas Gerais. Mariana, Minas Gerais, em 2010. Um dos castigos dados aos escravizados era amarrá-los ao pelourinho e chicoteá-los em praça pública.

RESISTÊNCIA Mas, onde houve escravidão, houve resistência. No Brasil, os escravizados se revoltaram sobretudo contra: a) o excesso de trabalho; b) os castigos corporais; c) o fato de o senhor não cumprir com a palavra quando um escravizado conseguia juntar dinheiro para comprar sua carta de alforria. Os escravizados resistiam praticando Carta de alforria: documento de libertação religiões de origem africana; jogando obtido geralmente após capoeira; promovendo festejos, como o longos anos de trabalho. jongo; e criando irmandades. 85

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AS IRMANDADES

RAUL SPINASSE/AG. A TARDE/FUTURA PRESS

As irmandades eram associações que tinham sede em igrejas católicas. As irmandades promoviam: o culto aos seus santos padroeiros e a assistência a seus membros para construir uma igreja, proteger suas famílias da pobreza, apoiá-las na doença, na velhice e na morte. Além disso, a irmandade se empenhava em conseguir dinheiro para a compra de cartas de alforria. Por serem proibidos de participar das irmandades dos “brancos”, os negros fundaram suas próprias irmandades. Uma das mais conhecidas e respeitadas até hoje é a Irmandade da Boa Morte. Essa irmandade é formada exclusivamente por mulheres negras com mais de 40 anos e está estabelecida na cidade de Cachoeira, Bahia. Estima-se que tenha sido fundada por volta de 1820. Na época, essa irmandade arrecadava dinheiro para a compra de alforrias.

Caminhada das irmãs durante a Festa da Boa Morte em Cachoeira, Bahia, em agosto de 2011. Elas vestem roupa de gala, joias e contas.

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MANIFESTAÇÕES DE RESISTÊNCIA CULTURAL NEGRA

G. EVANGELISTA/OPÇÃO BRASIL IMAGENS

Dança e luta ao mesmo tempo, a capoeira foi uma forma de diversão e defesa desenvolvida no Brasil pelos africanos e seus descendentes.

Homens jogando capoeira em Cumuruxatiba, Prado, Bahia, em 2014.

MARCO ANTONIO SÁ/PULSAR IMAGENS

O jongo (abaixo) é uma manifestação cultural de raiz banta que se desenvolveu durante a expansão das fazendas de café pelo interior paulista. Ele inclui canto, dança e percussão de tambores. Em 2005, foi registrado como patrimônio imaterial do Brasil.

Grupo de Jongo de Piquete representa essa dança de roda de origem africana com acompanhamento de tambores e solista. Cidade de Piquete, São Paulo, em 2007.

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OUTRAS FORMAS DE RESISTÊNCIA Os africanos e seus descendentes resistiam também desobedecendo, negociando melhores condições de vida e trabalho, fugindo sozinhos ou com companheiros e formando quilombos. Existiram quilombos por todo o território nacional, desde a Amazônia até o Rio Quilombo: agrupamento Grande do Sul. Alguns eram pequenos de pessoas fugidas da escravidão. (20 ou 30 habitantes), outros eram grandes (com milhares de habitantes).

ALLMAPS

QUILOMBOS MAIS CONHECIDOS (SÉC. XVI AO XIX)

Equador

do Trombetas (1866-1888) Maracanã e Macajubá (século XIX)

Turiaçu (século XVIII) do Preto Cosme (1838)

Cumbe (1831) Palmares (1597-1695)

Oitizeiro (1807) Buraco do Tatu (1744-1765) Nossa Senhora dos Males e Cabula (1807) Urubu (1826)

Pindaituba, Moluca e Joaquim Teles (1795) da Carlota ou do Piolho (1770-1795) do Kalunga (1790-1888)

Campo Grande, Isidoro, do rio das Mortes e do rio das Velhas, Ambrósio e imediações de Sabará e Ouro Preto (século XVIII)

OCEANO PACÍFICO eC Trópico d

Manuel Congo (1838) Luanda (1880) Iguaçu ou Bomba, Estrela, Gabriel (século XIX)

Jabaquara (1883-1888)

apricórnio

de Jacuípe e Jaguaribe (1705-1706) Magarojipe e Muritiba (1713) Campos da Cachoeira (1714) Orobó, Tupim e Andaraí (1796-1797) do Camisão (1726) Taperoá, Canavieiras (1733) Nazaré e Santo Amaro (1734) Jacobina e Rio das Contas (1735-1736) Jacobina e Xique-Xique (1801)

Alagoa e Enseada do Brito (sem data) Negro Lucas, do arroio Quilombo e do Rio Pardo (sem data)

60º O

OCEANO ATLÂNTICO

0

360

Observe no mapa ao lado quilombos surgidos a partir do final do século XVI. Fonte: Lilia Moritz Schwarcz e Letícia Vidor Sousa Reis (Organizadoras). Negras imagens: ensaios sobre cultura e escravidão no Brasil. São Paulo: Edusp, 1996. p. 26.

O QUILOMBO DOS PALMARES O maior e o mais duradouro de todos os quilombos brasileiros foi o dos Palmares. Teve início numa noite de 1597, quando cerca de 40 escravizados fugiram de um engenho do litoral nordestino para a Serra da Barriga, uma região montanhosa situada no atual estado de Alagoas. 88

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Os palmarinos viviam em liberdade num Quimbundo: língua conjunto de povoações chamadas mocambos do grupo banto (de mukambo, “esconderijo” em quimbundo). falada em Angola. Para sobreviver, plantavam milho, feijão, mandioca e batata-doce; criavam porcos e galinhas; caçavam raposas e tatus; confeccionavam objetos de cerâmica e madeira e faziam vasos, enxadas, pás e pilões.

MOZART COUTO

A produção de cada mocambo era distribuída entre os seus membros. As sobras eram guardadas para as épocas de guerra, colheita ou festa, ou para serem trocadas nas vilas mais próximas, como a de Alagoas.

Cena do cotidiano em Palmares baseada em pesquisa histórica. Em Palmares, os africanos e seus descendentes eram maioria.

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A GUERRA

Mercenário: que trabalha sem outro interesse que não o dinheiro. Racismo: preconceito contra indivíduos pertencentes a uma etnia diferente, geralmente considerada inferior. Zumbi: provavelmente está associado a Nzumbi, título que os povos bantos davam a um chefe militar e religioso. Grupos de cultura afro durante apresentações na Praça Onze, em frente à estátua de Zumbi, para celebrar o Dia Nacional da Consciência Negra, na cidade do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, em 2008.

ZÉ MARTINUSSO/OPÇÃO BRASIL IMAGENS

Desde cedo, os poderosos enviaram expedições contra Palmares. As primeiras expedições foram derrotadas pelos quilombolas. Durante a guerra, destacou-se um jovem guerreiro nascido em Palmares e de nome Zumbi. A guerra se prolongou por muitos anos, até que o mercenário Domingos Jorge Velho e 6 500 homens usando balas de canhão destruíram Palmares. Em 6 de fevereiro de 1694, a “capital” de Palmares foi incendiada. Zumbi conseguiu escapar e resistiu por meses. Depois, traído por um homem de sua confiança, foi morto em 20 de novembro de 1695. Em 1978, a comunidade negra brasileira transformou o dia 20 de novembro – aniversário da morte de Zumbi – em Dia Nacional da Consciência Negra, um dia para refletir sobre o racismo no Brasil e buscar formas para superá-lo.

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ATIVIDADES Habilidade: aprender sobre os diferentes tipos de escravismo ao longo da história da humanidade.

1. Podemos afirmar que ao longo da história da humanidade apenas os africanos foram escravizados? Justifique sua resposta. Não, pois a escravidão é antiga e ao longo da história foi comum a escravização de povos de várias origens e cores.

Habilidades: estudar a respeito do trabalho escravo e do trabalho livre. Valorizar a defesa dos direitos humanos.

2. Leia o trecho escrito por um historiador sobre a escravidão no mundo: A escravidão, enquanto instituição que reduz o homem a uma coisa, nunca desapareceu. [...] A escravidão teve muitas variações. [...]. No mundo antigo, entre os gregos e romanos, bem como para outros povos, a cor não era uma linha divisória: brancos escravizavam brancos, aos milhões. [...] A maioria de nós – não importa a cor ou a origem – descende de ancestrais que em algum momento foram escravos ou, de um ponto de vista moral, dedicaram-se ao crime de escravizar outras pessoas. Milton Meltzer. História Ilustrada da Escravidão. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004. p. 11 e 12.

a) Segundo o autor do texto, no mundo antigo: I.

X

os brancos também foram escravos.

II.

a cor definia se uma pessoa podia ser escravizada ou não.

III.

somente os negros foram escravos.

IV.

as pessoas não podiam ser escravizadas por longo tempo.

b) O historiador define a escravidão como: I.

algo natural.

II.

algo sobrenatural.

III. IV.

X

um crime. um modo justo de enriquecer. 91

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Habilidade: aprender a recolher informações de diferentes fontes históricas para análise e reflexão sobre os temas abordados.

3. Leia o trecho do texto a seguir com atenção. O quilombo de Pitangui (1767) plantava em abundância milho, feijão, algodão, melancia e outras frutas, assim como os de Catiguá (1769) e Santos Fortes (1769) [...]. Mandiocais cobriam os campos de cultivos do quilombo de Samambaia (1769) e do rio da Perdição (1769), onde se plantava algodão. A horticultura era um dos aspectos [...] do quilombo de São Gonçalo (1769), e os do Campo Grande (1746) e Paracatu (1766) possuíam, além de vastos campos de cultivo, armazéns e paióis Excedente: o onde estocavam seus excedentes. que sobra. Manolo Florentino e Márcia Amantino. Uma morfologia dos Paiol: armazém quilombos nas Américas, séculos XVI-XIX. Scielo Brasil. para depósito Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104de produtos 59702012000500014&script=sci_abstract&tlng=es>. Acesso em: 28 jan. 2017. agrícolas.

a) Quais produtos eram cultivados nesses quilombos? Milho, feijão, algodão, frutas e mandioca.

b) Os quilombolas praticavam a “horticultura”; procure o significado dessa palavra no dicionário e copie-o no espaço a seguir. Sugestão de resposta: cultivo de alface, cebolinha, salsinha, manjericão etc.

c) A leitura do texto permite concluir que os quilombolas viviam: I. II.

dos saques que faziam às fazendas. X

dos alimentos que eles próprios cultivavam.

III.

do comércio com as vilas vizinhas.

IV.

dos produtos que compravam nos armazéns da vizinhança.

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SECRETARIA DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL/GOVERNO DA BAHIA

4. Observe o cartaz abaixo, que divulgou o Festival Nego Nagô, ocorrido em 4 de novembro de 2016, e responda: Habilidades: conhecer aspectos da arte no Brasil. Aprender a recolher informações de diferentes fontes históricas para análise e reflexão sobre os temas abordados.

a) Quais as atrações do festival? Ilê Aiyê, Band’Aiyê, Ulisses Castro, Samba São Gonçalo, capoeira, dança afro, Espaço Beleza Afro, gastronomia.

b) “Nego” é a forma simplificada da palavra “negro”; “nagô” é o nome dado aos africanos de origem iorubá, na Bahia. Por que o festival tem o nome de Festival Nego Nagô? Porque tem apresentações de cantos, danças, músicas e alimentos de origem africana.

c) Imaginem e façam outro cartaz para esse festival. Pendurem seus cartazes na sala de aula ou em um espaço indicado pela professora. Resposta pessoal.

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VOCÊ LEITOR! Os africanos entrados no Brasil trouxeram não apenas sua força de trabalho, mas também suas culturas, ou seja, seus modos de viver e pensar e suas línguas. A maioria deles era de origem banta; por isso, as línguas bantas foram as que mais influenciaram o português falado no Brasil. • As palavras destacadas no texto a seguir são de origem banta; encontre e escreva o significado de cada uma delas.

Fui à quitanda comprar milho para minha mãe fazer canjica para mim e minha irmã caçula. Minha mãe prometeu que, se formos aprovados, iremos passar as férias na praia. E, como eu e minha irmã conseguimos boas notas, ela já comprou uma sunga para mim e uma canga para ela. Nas férias passadas, vimos um menino tocando berimbau. IARA VENANZI/PULSAR IMAGENS

Texto elaborado pelo autor.

a) Quitanda: b) Canjica:

Canjica em tigela de ágata.

Pequeno estabelecimento.

Papa cremosa de milho ralado e cozido com leite e açúcar.

c) Caçula:

Irmã mais nova.

d) Sunga:

Traje de banho masculino.

e) Canga:

Saída de praia.

f) Berimbau:

Instrumento musical em forma de arco usado na roda de capoeira.

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VOCÊ ESCRITOR! • Imagine e escreva um pequeno parágrafo usando três das palavras pesquisadas no item anterior. Resposta possível: fui à quitanda com minha irmã caçula. Na volta, mamãe vai nos dar canjica, que já está quase pronta.

VOCÊ CIDADÃO!

LLUIS GENE/AFP PHOTO

• Observe a imagem a seguir com atenção e em seguida responda ao que se pede.

Jogadores antes da partida de Barcelona contra Manchester City no estádio Camp Nou em Barcelona, Espanha, em 2016. Da esquerda para a direita, os jogadores Jordi Alba, Claudio Bravo, Samuel Umtiti, Lionel Messi, Aleksandar Kolarov, Luis Suárez e Ivan Rakitic´.

a) Na fotografia, vemos o jogador Lionel Messi segurando uma flâmula; você sabe o que significa a frase nela escrita? Não ao racismo. Respeito.

b) Você já foi vítima de algum tipo de preconceito? Como você se sentiu? Resposta pessoal.

c) Faça um cartaz ou grave um vídeo com o seu celular com o tema “O respeito ao outro”. Resposta pessoal. 95

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INTEGRANDO COM... GEOGRAFIA E LÍNGUA PORTUGUESA Observe o mapa com atenção.

PAÍSES DA COMUNIDADE DE LÍNGUA PORTUGUESA (2017)

Círculo Polar Polar ÁrticoÁrtico Círculo

BRASIL

CABO VERDE

Trópico Trópico de Câncer de Câncer

OCEANO OCEANO ATLÂNTICO ATLÂNTICO Equador Equador

1. Os países nomeados no mapa pertencem à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Pesquisem sobre um dos nove países da CPLP. Com os dados em mãos, preencham a ficha a seguir. Nome:

Continente: Moeda:

.

Resposta pessoal

Língua oficial:

.

Resposta pessoal

Resposta pessoal

. .

Resposta pessoal

Número de habitantes:

Meridiano de Greenwich

Trópico de Capricórnio Trópico de Capricórnio

Resposta pessoal

Capital:

OCEANO OCEANO PACÍFICO PACÍFICO

. Resposta pessoal

.

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OCEANO OCEANO GLACIAL GLACIAL ÁRTICO ÁRTICO GUINÉ-BISSAU

SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE

RENATO BASSANI

CREDITAR ILUSTRA

PORTUGAL

OCEANO OCEANO PACÍFICO PACÍFICO

EANO ÂNTICO O

GUINÉ EQUATORIAL

Meridiano de Greenwich

Meridiano de Greenwich

OCEANO OCEANO ÍNDICO ÍNDICO

MOÇAMBIQUE ANGOLA

TIMOR LESTE 0

1 650

Fontes: ATLAS geográfico escolar. 6. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 2012. p. 32; COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA. Disponível em: <https://www.cplp. org/id-2597.aspx>. Acesso em: 16 jun. 2017.

2. Pesquisem imagens do país escolhido por vocês. Com a ajuda das outras duplas, elaborem uma exposição fotográfica sobre a CPLP. 3. A distância entre o Rio de Janeiro, no litoral do Brasil, e Angola, no litoral da África, é grande. Mas, do ponto de vista cultural, há grande afinidade entre esses países. Pesquise e explique o porquê. Resposta pessoal. 4. No Brasil fala-se português porque foi colônia de Portugal. Por que será que nos outros países destacados no mapa também fala-se a língua portuguesa? Pelo mesmo motivo, ou seja, porque foram colônia de Portugal. 97

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U NID A D E

4

ABOLIÇÃO E IMIGRAÇÃO

O texto a seguir é um trecho da história do Sr. Ariosto, um descendente de italianos nascido em 1900 na Rua Antônio Carlos, cidade de São Paulo.

Ecléa Bosi. Lembranças de velhos. São Paulo: Companhia das Letras, 1994. p. 154-155.

BRUNA ASSIS

[...] Meus pais vieram para cá como imigrantes, deixaram sua família na Europa. Da hospedaria de imigrantes eles já eram tratados para uma fazenda no estado de São Paulo e para lá meu pai foi. Naquela época não tinha maquinaria, meu pai trabalhava na enxada. Meu pai era de Módena, minha mãe era de Carpi e ficaram muito tempo na roça. Depois a família veio morar nessa travessa da avenida Paulista [...]. A avenida Paulista era bonita, calçamento de paralelepípedos, palacetes. [...] De noite, os “lampioneiros” vinham acender os lampiões e de madrugada voltavam para apagar. Minha rua tinha poucas casas, uma aqui, outra a quinhentos metros. [...] A mamãe levantava cedinho e acendia o fogão a lenha, depois vinha acordar a gente: “Vamos meus filhos, vamos tomar café!” [...] Naquela época não existiam brinquedos. [...] Eu fazia carrinhos de rodas de carretel de linha e nós brincávamos o dia todo, livremente, nunca me machuquei porque a rua não tinha carros.

Carpi e Módena: territórios pertencentes à Itália.

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CARLOS ALKMIN/FLICKR RM/GETTY IMAGES

ACERVO ICONOGRAPHIA

1. Qual das fotos se parece mais com a Av. Paulista descrita pelo Sr. Ariosto?

A

B

A fotografia A.

2. Compare a Av. Paulista de quando o Sr. Ariosto era criança com essa mesma avenida hoje, preenchendo a ficha.

Árvores

Tipos de construção

Iluminação

Calçamento

Imagem A

Muitas

Palacetes

Lampião a gás

Paralelepípedo

Imagem B

Poucas

Prédios

Luz elétrica

Asfalto

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CAPÍTULO

1 ABOLIÇÃO

MARC FERREZ.ACERVO INSTITUTO MOREIRA SALLES – SP

Há cerca de 200 anos, o hábito de beber café tornou-se moda na Europa e nos Estados Unidos. O Brasil, que tinha solos e climas favoráveis à cafeicultura, passou, então, a produzir café para vender a outros países. Com a expansão das fazendas de café pelo Rio de Janeiro, aumentou muito a entrada de africanos escravizados, trazidos para trabalhar nessas fazendas, plantando, colhendo, secando e transportando café.

Fotografia de 1875 em que se veem adultos trabalhando na secagem do café; crianças negras sentadas em roda no chão; um menino loiro, filho do dono da fazenda, no canto direito, em um triciclo, sendo observado por uma escrava grávida, sua babá. Fotografia de Marc Ferrez tirada na Fazenda Quititi, em Jacarepaguá, Rio de Janeiro.

O PROCESSO QUE CONDUZIU À ABOLIÇÃO No Brasil, a escravidão durou mais de 300 anos. Durante esse longo tempo, as pessoas escravizadas eram a principal força de trabalho na economia brasileira. Os escravizados plantavam, colhiam, transportavam, moíam, construíam casas e nelas trabalhavam cozinhando, lavando e passando. 138

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OS MOTIVOS DA ABOLIÇÃO A escravidão foi abolida no Brasil depois de um longo processo de lutas que se estendeu por todo o século XIX. Os principais motivos da Abolição foram: a) a luta dos próprios escravizados por liberdade; b) a pressão da Inglaterra pelo fim do comércio de escravos; c) o movimento abolicionista.

Os escravizados resistiam à escravidão desobedecendo a seus senhores, fugindo e formando quilombos, jogando capoeira, organizando irmandades e promovendo revoltas. Houve revoltas contra a escravidão em várias partes do Brasil. Um exemplo foi a Revolta Escrava de 1835, em Salvador, na Bahia. Outro exemplo foi a Revolta de Manoel Congo, em Pati do Alferes, no Rio de Janeiro, em 1838. Nas duas revoltas, os rebeldes foram vencidos pelas autoridades. Na Bahia, os líderes foram mandados de volta para a África. No Rio de Janeiro, o líder Manoel Congo foi executado na forca. Mesmo assim, essas duas revoltas contribuíram para enfraquecer a escravidão.

EDITORA COMPANHIA DAS LETRAS

A LUTA DOS ESCRAVIZADOS

Fac-símile da capa do livro Negociação e conflito, de João José Reis e Eduardo Silva. O livro analisa a resistência dos escravizados na história do Brasil. Professor, a palavra Abolição grafada com letra inicial maiúscula refere-se à extinção legal da escravidão no Brasil.

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A INGLATERRA CONTRA O COMÉRCIO DE ESCRAVOS

J. COOPER.1873. GRAVURA. COLEÇÃO PARTICULAR. FOTO: THE BRIDGEMAN ART LIBRARY/EASYPIX

Durante muito tempo, a Inglaterra lucrou com a venda de escravos. Mas, no início do século XIX, esse país passou a combater o comércio de escravos para o Brasil por dois motivos principais: a) a Inglaterra queria ampliar a venda de suas mercadorias. Para isso, precisava de trabalhadores assalariados, já que os escravizados não tinham dinheiro para comprar mercadorias inglesas; b) uma parte das pessoas e dos políticos da Inglaterra opunha-se à escravidão por considerá-la desumana. Por isso, em 1845, a Inglaterra declarou guerra ao tráfico negreiro, dando à sua Marinha o direito de perseguir, prender e bombardear os navios que transportassem africanos escravizados. Essa lei foi chamada de Bill (lei) Aberdeen. Cedendo às pressões da Inglaterra, o governo do imperador D. Pedro II aprovou, em 1850, a Lei Eusébio de Queirós, que proibiu definitivamente a entrada de escravos no Brasil.

Navio da Marinha inglesa persegue tumbeiros, embarcações especializadas no comércio de africanos. Ilustração de J. Cooper publicada em 1873.

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Com essa lei, o movimento abolicionista, um movimento social pelo fim da escravidão, ganhou força em nosso país.

O MOVIMENTO ABOLICIONISTA

Joaquim Nabuco era jornalista, político e escritor. Filho de uma família ilustre da província de Pernambuco, ele defendia a ideia de que a escravidão impedia o progresso do Brasil.

José do Patrocínio foi jornalista, orador e abolicionista atuante. Redator de A Gazeta de Notícias, usou a palavra escrita para lutar pela Abolição. Na Academia Brasileira de Letras ocupou a cadeira de no 21.

RODOLFO BERNARDELLI

ALFREDO DUCASBLE/FUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO

BIBLIOTECA NACIONAL

O movimento abolicionista era liderado por pessoas livres que não se conformavam com a existência da escravidão. Eram jornalistas, engenheiros, advogados, escritores e políticos. Vários deles haviam sido vítimas de preconceito racial por serem de origem negra ou por terem amigos negros. Em passeatas, comícios, artigos de jornal, livros e panfletos, pediam o fim da escravidão no Brasil. Liberto: ex-escravo. Entre os abolicionistas havia políticos de família tradicional, como o pernambucano Rábula: pessoa que exercia oficialmente a profissão Joaquim Nabuco, e afro-brasileiros, como o de advogado, mas não era jornalista José do Patrocínio, o engenheiro formada em Direito. André Rebouças e o rábula Luís Gama.

André Rebouças dizia que não bastava abolir a escravidão; além disso, era necessário dar aos libertos um pedaço de terra onde pudessem morar e trabalhar. Essa ideia assustava os fazendeiros escravistas.

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Nascido em Salvador, na Bahia, em 1830, Luís Gama era filho de Luíza Mahin, uma vendedora de quitutes de origem africana, e de um comerciante de origem portuguesa. Sua infância foi marcada por muitas decepções. Aos 7 anos ficou sem a mãe, que foi expulsa da Bahia por ter participado de uma rebelião negra. Aos 10, Luís foi vendido como escravo pelo próprio pai, que assim agiu por ter-se arruinado em jogos de azar. Apesar disso, Luís não desanimou. Em uma fazenda paulista, tornou-se amigo do hóspede de um de seus senhores e com ele aprendeu a ler e escrever.

BIBLIOTECA NACIONAL

LUÍS GAMA

Ilustração de Luís Gama, final do século XIX. Autor desconhecido.

Depois, foi vendido para outra fazenda do interior paulista, de onde fugiu para a cidade de São Paulo. Nesta cidade conseguiu fazer-se escrivão e depois rábula. Luís Gama havia estudado Direito por conta própria. Usando seu conhecimento em defesa dos cativos, ele foi brilhante: conseguiu na Justiça a liberdade para mais de mil pessoas que se encontravam em cativeiro. Luís Gama morreu aos 52 anos aparentando muito mais idade do que tinha. O seu enterro no Cemitério da Consolação, em São Paulo, reuniu uma multidão e se transformou em uma grande manifestação de protesto contra a escravidão.

AS LEIS E A REALIDADE Além de toda a pressão interna pela Abolição, muitos governos estrangeiros pediam, por meio de seus diplomatas, que D. Pedro II acabasse com a escravidão no Brasil. Para responder a essas pressões, o governo brasileiro aprovou leis mais tarde chamadas de abolicionistas. 142

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Lei do Ventre Livre (28/9/1871): dizia que os filhos da mulher escrava, nascidos a partir dessa data, seriam considerados livres. Essa lei dizia também que até os 8 anos a criança ficava sob a autoridade do senhor de sua mãe. Aí o fazendeiro escolhia: ou recebia do governo a quantia de 600 mil-réis e entregava a ele o menor, ou continuava usando os seus “serviços” até os 21 anos.

COLEÇÃO PARTICULAR

RODOLPHO LINDEMANN.

Vendedora de frutas. Fotografia de Rodolpho Lindemann. Bahia, cerca de 1890.

Lei dos Sexagenários (28/9/1885): declarava livres as pessoas com 60 anos. Mas, como indenização, deveriam trabalhar gratuitamente mais três anos. Ou então só seriam livres com 65 anos. Onde iriam arranjar emprego com essa idade? Seu destino: perambular pelas estradas pedindo comida ou pedir ao senhor para continuar trabalhando para ele.

Senhor José Bonifácio Bernardes Pedra, cujos pais nasceram na década da Lei dos Sexagenários. Fotografia de 1939.

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Lei Áurea (13/5/1888): Art. 1o. É declarada extinta desde a data desta lei a escravidão no Brasil. BRASIL. Lei no 3.353. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ cCivil_03/LEIS/LIM/LIM3353.htm>. Acesso em: 19 abr. 2017.

A Lei Áurea foi comemorada por todo o país com festas, missas campais e comícios, que reuniram um grande de número de pessoas. Terminada a festa, porém, os libertos perceberam que não tinham nenhum pedaço de terra para trabalhar, nem emprego, nem moradia, nem instrução e nem o apoio do governo.

OS AFRODESCENDENTES APÓS A ABOLIÇÃO

ORGANIZAÇÃO CULTURAL REMANESCENTES DE TIA CIATA - ORCT

Alguns libertos continuaram trabalhando para seus senhores em troca de roupa, comida e um pequeno salário. A maioria deles, porém, foi para as cidades em busca de emprego. Nas cidades, os patrões preferiam empregar os imigrantes europeus. Diante disso, os libertos tinham de aceitar os piores serviços. Apesar de tantas dificuldades, os afrodescendentes não desistiram de buscar uma vida melhor. Para amenizar a luta diária pela sobrevivência, criavam espaços de lazer, clubes esportivos e centros religiosos. Um dos lugares mais animados da cidade do Rio de Janeiro no pós-Abolição era a casa da Tia Ciata, líder da comunidade negra local.

Nascida Hilária Batista de Almeida, em 1854, Tia Ciata arregimentava eventos que mesclavam cultura, dança e religiosidade.

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Tia Ciata, ou Hilária Batista de Almeida, nasceu em Santo Amaro da Purificação, na Bahia. Sua casa era frequentada por sambistas humildes, músicos talentosos e também por homens ricos e poderosos. Em uma roda de samba ocorrida na casa dela, foi criado o primeiro samba gravado em disco, “Pelo telefone”, composto por Donga e Mauro de Almeida. Tia Ciata liderava um grupo de baianas que vendia deliciosos doces e quitutes. Suas festas duravam dias. Segundo o historiador André Diniz, na casa de Tia Ciata os espaços eram divididos da seguinte forma: na sala de visitas tocava-se choro; nos fundos da casa, o samba de partido-alto e, no terreiro, batucada.

NÃO CHORA MEU AMOR PELO TELEFONE A HORA E A VEZ DO SAMBA REQUENGUELA. MARTINHO DA VILA. GRAVADORA: RCA VICTO. 1974

O SAMBA NA CASA DE TIA CIATA

Fac-símile da capa do disco em que Martinho da Vila regravou o samba “Pelo telefone”, em 1973.

ARTISTAS AFRODESCENDENTES No pós-Abolição, os artistas e intelectuais afrodescendentes participaram intensamente da vida cultural do país. Entre eles, cabe citar escritores como Lima Barreto, compositores como Chiquinha Gonzaga e músicos como Pixinguinha.

ARQUIV

O O CRU

ZEIRO/EM

/D. A PR

ESS

Pixinguinha começou sua carreira tocando cavaquinho, depois passou a tocar bombardino e flauta. Aos 14 anos, foi convidado pelo seu professor para tocar flauta em uma orquestra. Aos 18 anos, já fazia sucesso com músicas de sua autoria. Pixinguinha compôs a música “Carinhoso”, o seu maior sucesso. Como músico e arranjador, gravou com os principais intérpretes da época, incluindo-se aí a conhecida cantora Carmen Miranda. Pixinguinha morreu de enfarto aos 76 anos. No seu velório, o povo, comovido, cantou “Carinhoso”. Fotografia de 1961.

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ATIVIDADES

Habilidade: aprender a extrair informações de documentos históricos.

1. Leia este documento dos tempos do Brasil Império. Vende-se uma preta de idade 30 e tantos anos, sabendo cozinhar, lavar e engomar, tendo um filho de três meses de idade; também se venderá uma filha da mesma que tem de 13 a 14 anos de idade. Para tratar na rua Direita no 2. A PROVÍNCIA DE SÃO PAULO, 16 ago. 1876.

a) O texto é um anúncio de jornal. Quando e onde foi publicado? No jornal A Província de São Paulo, em 1876.

b) O que a leitura do texto permite concluir? Que se trata de um anúncio de venda de escravizados.

Habilidade: sintetizar e organizar informações a respeito de trabalho escravo e trabalho livre.

2. Leia o quadro com atenção.

Período

1845

1846

1847

1848

1849

1850

No de escravizados entrados no Brasil

19 453

50 325

56 172

60 000

54 000

23 000

Fonte: Emília Viotti da Costa. Da senzala à colônia. São Paulo: Unesp, 1966. p. 75.

Imediatamente após a lei Bill Aberdeen, em 1845, ocorreu: a)

a diminuição da entrada de africanos no Brasil.

b)

a entrada de africanos manteve-se estável.

c)

o fim da entrada de africanos no Brasil.

d)

X

o aumento da entrada de africanos no Brasil.

146

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3. Que motivo econômico levou a Inglaterra a combater o comércio de escravizados para o Brasil? O alto custo da mão de obra escrava, o que encarecia o café.

a) b)

X

O desejo de ampliar a venda de suas mercadorias para o Brasil.

c)

Os gastos com alimentação e saúde dos escravos.

d)

A intenção de impedir a industrialização brasileira. Habilidade: sintetizar informações.

4. Preencha o quadro a seguir com informações sobre as chamadas leis abolicionistas.

Lei Lei Eusébio de Queirós

1850

1871

Lei do Ventre Livre

Lei dos Sexagenários

Lei Áurea

Ano

1885

1888

O que determinava?

Proibia a entrada de escravos no Brasil

Declarava livres os filhos da mulher escrava nascidos a partir da data de publicação da lei. Declarava livres as pessoas com 60 anos ou mais.

Declarava extinta a escravidão no Brasil.

5. Após a aprovação da Lei Áurea, os libertos:

Habilidade: auxiliar o alunado a perceber permanências e mudanças que auxiliem na compreensão do processo histórico.

a)

compreenderam que as dificuldades que sempre enfrentaram iriam terminar.

b)

perceberam que, com a Lei Áurea, eles seriam integrados à sociedade.

c)

d)

X

constataram que, mesmo com a mudança da condição de escravo para liberto, teriam dificuldade de conseguir terra e trabalho. viram a sua vida melhorar, já que a Abolição significava garantia de emprego e de melhor condição de vida. 147

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O Museu da Pessoa é um museu de histórias de vida fundado em São Paulo, em 1991. Desde sua origem, tem como objetivo registrar, preservar e transformar histórias de vida em informação.

ALENA KAS/SHUTTERSTOCK.COM

VOCÊ LEITOR!

Maria das Dores Santos da Conceição [...] nasceu na cidade de Mendes, Rio de Janeiro no dia cinco de maio de 1911. Filha de [...] ex-escravos da região, cresceu ouvindo histórias de antes da Lei Áurea [...]. Aos doze anos, se muda para Niterói e ainda muito jovem abre sua própria pensão [...] conhece Donga – autor de “Pelo telefone”, o primeiro samba gravado na história – e com ele se casa [...]. A casa de Vó Maria é conhecida como um dos pontos fortes do samba e do movimento negro brasileiro. Aos 91 anos, [Vó Maria] lançou seu primeiro CD, e foi reconhecida pela Ordem dos Músicos do Brasil.

MARCOS RAMOS/AGÊNCIA GLOBO

• Leia a seguir a história de Vó Maria.

Maria das Dores Santos da Conceição. Museu da Pessoa. Disponível em: <http://www.museudapessoa.net/pt/conteudo/ pessoa/maria-das-dores-santos-conceicao-16476>. Acesso em: 7 abr. 2017.

Maria das Dores Santos da Conceição. Fotografia de 2003. Vó Maria sempre viveu entre artistas, como Pixinguinha, Cartola, Clara Nunes etc. Em sua casa eram organizadas festas de samba que reuniam grandes nomes da música popular. Muitos jovens sambistas começaram lá a sua carreira.

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1. O relato da vida de Vó Maria, como ficou conhecida a Dona Maria das Dores Santos da Conceição, é uma fonte histórica que nos ajuda a conhecer: um aspecto da escravidão no Império.

a) b)

X

aspectos da vida da comunidade negra no pós-Abolição.

c)

a vida de uma negra na atualidade.

d)

os principais sambas da época em que Vó Maria viveu.

2. A entrevista concedida por Vó Maria ao Museu da Pessoa pode ser considerada uma fonte histórica: a)

escrita.

b)

c)

visual.

d)

X

oral. da cultura material.

VOCÊ ESCRITOR! • Imagine que você é um escravizado e crie um texto para contar como se sentiu no dia em que foi anunciado o fim da escravidão (13 de maio de 1888).

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CAPÍTULO

2 OS IMIGRANTES Entre 1890 e 1930, 50 milhões de pessoas deixaram a Europa e vieram para a América em busca de uma vida melhor. Parte delas veio para o Brasil. O grupo mais numeroso entrado no Brasil daquela época foi o dos italianos.

DIALOGANDO

ARCHIV GERSTENBERG/ GETTY IMAGES

Leia a letra da canção “América, América!”, tema da colonização italiana no Rio Grande do Sul.

América, América! 1a

Da Itália nós partimos Partimos com nossa honra Trinta e seis dias de máquina e vapor, e na América chegamos.

2a

América, América, América, o que será esta América? América, América, América, um belo ramalhete de flores.

3a

E na América chegamos não encontramos nem palha e nem feno Temos dormido no nu terreno como os animais vamos descansar.

Família de imigrantes chegando à América, mais precisamente à Ilha de Ellis, em Nova York, Estados Unidos. 1908.

Ângelo Giusti. América, América! Tradução: Lauri Cericato. Disponível em: <http://www.al.rs.gov.br/filerepository/repLegis/arquivos/12.411.pdf>. Acesso em: 19 abr. 2017.

a) Lendo o poema e observando a imagem, o que você imagina sobre a partida dos imigrantes para a América? Resposta pessoal. b) Leia a segunda estrofe e responda: o autor tem uma visão positiva ou negativa da América? Justifique. Uma visão positiva, pois ele associa a América a “um belo ramalhete de flores”.

c) O que é possível imaginar sobre o início da vida dos italianos no Brasil lendo a terceira estrofe? Que o começo da vida deles no Brasil foi muito difícil. 150

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a) As guerras que estavam ocorrendo na Europa, sobretudo, na Itália e na Alemanha. Essas guerras levavam boa parte da população ao empobrecimento e ao desemprego. b) Falta de terra para plantar. Em países como Itália e Alemanha, muitos camponeses tinham perdido suas terras, não encontravam emprego nas cidades e, por isso, passavam fome. c) A necessidade de trabalhadores nos cafezais. No Brasil, com a expansão das fazendas de café em direção ao interior de São Paulo, a necessidade de trabalhadores aumentou. Sobretudo, depois da Lei Eusébio de Queirós, que proibia o tráfico de africanos escravizados. d) A força da propaganda. Na segunda metade do século XIX, os cafeicultores paulistas pagavam pela propaganda do Brasil na Europa, descrevendo a América como um paraíso. Era prometido aos camponeses que, em alguns anos de trabalho, deixariam de ser empregados para serem donos de uma terra.

MUSEO DELL’EMIGRAZIONE DELLA GENTE DI TOSCANA

POR QUE OS EUROPEUS VIERAM PARA O BRASIL?

Propaganda de viagens saindo da Itália para a América. Os agenciadores de mão de obra procuravam atrair, de preferência, os camponeses mais pobres e os trabalhadores braçais, chamados na Itália de bracianti.

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A PARTIDA

DARIA GULENKO/ SHUTTERSTOCK.COM

FOTOTECA GILARDI/EASYPIX

Sem terra, sem trabalho e seduzidos por forte propaganda, muitos camponeses europeus deixaram a Europa e emigraram para o Brasil.

Ilustração de Achille Beltrame, publicada em 8 de dezembro de 1901 em um jornal italiano.

DIALOGANDO Observe com atenção a ilustração acima de emigrantes aguardando embarque rumo à América no porto de Gênova, Itália. a) Na imagem é possível ver pessoas de diferentes idades? Justifique. Sim; vemos mãe e filho, avô e neta, entre outros.

Sentados, aguardando

O

b) Em que situação os emigrantes estão sendo mostrados? o embarque, ou em pé, embarcando.

c) A mulher desenhada no canto inferior direito mostra alegria ou preocupação? Preocupação, como sugerem seu olhar e a mão no queixo. d) Que nome você daria a essa obra? Resposta pessoal. 152

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IMIGRANTES NO SUL Muitos europeus, sobretudo alemães, italianos e poloneses, vieram para o Sul viver em áreas doadas pelos governos de Dom Pedro I e Dom Pedro II: as colônias.

SÃO LEOPOLDO: UMA COLÔNIA ALEMÃ

HANS GEORGE/OPÇÃO BRASIL IMAGENS

São Leopoldo, a primeira colônia alemã no Brasil, foi fundada em 1824, no Rio Grande do Sul, por um grupo de 39 alemães. Na ocasião, cada família recebeu um lote de terra. Teve início na região o plantio de árvores frutíferas, legumes e verduras e a criação de porcos. Curtume: local Os colonos também cultivavam o trigo para fazer onde couro e o pão e a cana-de-açúcar para a feitura de schmier pele animal são (geleia de frutas). preparados para São Leopoldo progrediu rapidamente. Em serem utilizados 1855 já contava com 12.000 pessoas, e possuía na elaboração de marcenarias, serralherias, fábrica de sabão, de azeite diversos produtos etc. e vários curtumes.

ÃO OPÇ

Abaixo, foto da vista externa da Casa Histórica de São Leopoldo – RS, 2007. À esquerda, foto da vista interna dessa casa-museu. Nas paredes desse cômodo, vemos fotos de famílias de imigrantes alemães que povoaram a área onde hoje é São Leopoldo.

GE/ EOR NS SG E HAN IMAG SIL BRA

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OS ITALIANOS NO SUL

CRIS BERGER/OLHAR IMAGEM

MARCO ANTÔNIO SÁ/PULSAR IMAGENS

Vêneto: dialeto da maioria dos imigrantes italianos entrados no Brasil, na época.

Os italianos começaram a chegar ao Sul por volta de 1875, onde fundaram as colônias de Caxias (hoje Caxias do Sul), Conde D’Eu (atual Garibaldi) e Dona Isabel (hoje Bento Gonçalves), todas no Rio Grande do Sul. A colonização italiana, então, avançou por todo o nordeste gaúcho. Hoje, essa região guarda muito da cultura italiana. Na cidade de Bento Gonçalves, por exemplo, é comum ver mulheres preparando massas e pães para os seus maridos e filhos, enquanto eles trabalham nos parreirais, cantando em vêneto, atentos à safra de uva com a qual farão o vinho tão habitual na mesa das famílias italianas.

Colheita de uva tipo Isabela. Distrito de Faria Lemos. Bento Gonçalves, RS, 2015.

Vinícola Salton. Vale do Vinhedos. Bento Gonçalves, RS, 2007.

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OS POLONESES NO SUL Os poloneses também vieram para o Sul, sobretudo para o Paraná.

POLONESES NO BRASIL (1870-1920) Paraná

43 000

Rio Grande do Sul

34 300

Santa Catarina

6 700

Total

84 000

Tão logo chegavam, construíam suas casas de pau a pique com os pinheiros típicos da região. Em seguida, limpavam um pedaço de terra, lançavam as sementes e começavam sua horta. Os gêneros mais cultivados pelos poloneses eram os mesmos que eles tinham o hábito de consumir na sua terra natal: o centeio, a batata e o repolho. Alemães, italianos ou poloneses, os imigrantes estabelecidos no Sul tiveram um começo difícil: os lotes reservados a eles ficavam distantes das cidades; as terras nem sempre eram boas para o cultivo dos gêneros a que estavam acostumados; o isolamento dificultava a adaptação e o progresso. Muitos, porém, trabalharam duro, persistiram e conseguiram melhorar de vida.

COLEÇÃO PARTICULAR

Imigrantes poloneses no Paraná. Cerca de 1890.

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IMIGRANTES EM SÃO PAULO

SANDRA LAVANDEIRA

ACERVO ICONOGRAPHIA

Fotografia de imigrantes italianos na colheita de café. Araraquara, SP. Cerca de 1902. Note a presença de mulheres e crianças no trabalho.

A partir de 1871, o governo paulista começou a pagar as passagens de famílias imigrantes e a oferecer alojamento e oportunidades de trabalho. Com isso, a vinda de imigrantes para o Brasil se intensificou. Os imigrantes desembarcavam no porto de Santos e de lá subiam a serra em direção à cidade de São Paulo, onde ficava a Hospedaria dos Imigrantes. Lá eram contratados e seguiam para o interior paulista de trem. Nas fazendas paulistas, trabalhavam no sistema de colonato; ou seja, recebiam um salário pelo trabalho no cafezal e tinham a permissão para plantar milho, mandioca e feijão e criar animais para consumo próprio ou para venda. Tal como acontecia nos campos da Itália, todos os membros da família do colono trabalhavam (idosos, adultos, crianças). As mulheres tinham um papel destacado na família, pois ajudavam na cozinha, no cuidado com os filhos e dividiam com o marido o trabalho no cafezal.

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ATIVIDADES

Habilidade: aprender a recolher informações de diferentes fontes históricas para análise e reflexão sobre os temas abordados. Identificar o trabalho como um dos fatores principais dos deslocamentos populacionais.

1. Leia o texto a seguir com atenção. [...] Enganados por uma propaganda ilusória, poloneses, alemães, espanhóis, italianos, portugueses e, mais tarde [...], japoneses foram tomados por uma febre imigratória. Estima-se que mais de 50 milhões de europeus abandonaram seu continente de origem em busca da tão desejada “liberdade”, que vinha sob a forma de propriedade e emprego. [...] E, se as origens eram muitas, em comum havia o desejo de “fazer a América”. Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 323.

a) De acordo com o que foi estudado, responda: por que o texto diz que os imigrantes foram enganados por uma propaganda ilusória? Porque a propaganda pintava o Brasil como um paraíso. Mas, ao chegarem ao Brasil, encontravam muitas dificuldades: os lotes reservados a eles eram distantes das cidades e o isolamento em que viviam dificultava a adaptação e o progresso.

b) Por que milhões de imigrantes abandonaram seu continente e vieram para a América? Porque na Europa havia guerras e falta de terra de onde os camponeses pudessem tirar o seu sustento. Além disso, foram seduzidos por forte propaganda que se fazia para atrair trabalhadores para as plantações de café.

c) Interprete o significado da expressão “fazer a América” no texto. No texto, “fazer a América” significa “melhorar de vida”, conquistar riqueza e prestígio na “nova terra”.

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2. Leia a tabela e a seguir responda.

Habilidade: analisar dados e extrair informações de uma tabela.

IMIGRAÇÃO PARA O BRASIL – 1850-1890 Decênios

Imigrantes entrados no Brasil

Imigrantes entrados em São Paulo

1850-1859

108 045

6 310

1860-1869

106 187

1 681

1870-1879

203 961

1880-1889

453 788

183 349

Total

871 981

203 070

11 730

01_TEXTO_FONTE

Fonte: Heitor Ferreira Lima. História político-econômica e industrial do Brasil. p. 241. In: Ana Luiza Martins. O império do café: a grande lavoura no Brasil: 1850 a 1890. p. 72.

a) Em qual decênio entraram menos imigrantes: I. no Brasil? Entre 1860-1869.

II. em São Paulo? Entre 1860-1869.

b) Em qual decênio entraram mais imigrantes: I. no Brasil? Entre 1880-1889.

II. em São Paulo? Entre 1880-1889.

c) Que atividade econômica impulsionou a entrada de imigrantes no Brasil nesse período? A lavoura de café.

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ROSALBINO SANTORO. 1903. COLEÇÃO PARTICULAR.

3. Observe o quadro com atenção e responda. Habilidade: analisar imagens e relacionar conteúdos.

Terreiro de café, pintura de Rosalbino Santoro, 1903.

a) Que construção se vê no canto superior direito? Uma casa grande, provavelmente onde moravam os donos da fazenda.

b) Quem provavelmente habitava as casas pequenas mostradas no canto superior esquerdo? Os colonos.

c) O que os trabalhadores mostrados no terreiro de café estão fazendo? Eles estão secando e transportando café.

d) De que origem são a maioria dos trabalhadores que estão no terreiro? São imigrantes de origem italiana.

Professor, retomar com os alunos que foram os imigrantes italianos que trabalharam nos cafezais paulistas.

e) Os homens que aparecem trabalhando estão sendo observados por alguém? Justifique sua resposta. Sim, no canto direito vemos um homem de botas, chapéu e pose de quem é o dono ou o administrador da fazenda.

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VOCÊ LEITOR! O texto a seguir é um relato do imigrante vêneto Luigi Toniazzo, que veio para o Rio Grande do Sul. Leia-o com atenção.

LENINHA LACERDA

Como estávamos amontoados naquele navio meu Deus, quando embarcaram outros passageiros. Naquele bendito vapor éramos mais de duas mil e quinhentas pessoas ocupando a terceira classe, apertados como sardinhas em latas. Não compreendia patavina de quanto falavam aqueles napolitanos e eu, tímido por natureza, não conseguia compreender como havia tido coragem de lançar-me no meio de tantos desconhecidos [...]. Desse modo, muitos descendentes de italianos, entrevistados no Sul, [...] iniciaram os relatos sobre as viagens de seus antecedentes com um “coitado de meu avô” ou “pobre de minha mãe”. Nicolau Sevcenko. História da vida privada no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. p. 240.

1. Como Luigi descreve a viagem da Itália para o Rio Grande do Sul? Uma viagem na terceira classe, em que eles vinham apertados feito sardinhas em lata.

2. Por que os netos dos imigrantes do Sul começam o relato sobre a vinda de seus avós com a expressão “coitado do meu avô”? Porque, como registra esse precioso documento, os imigrantes viajavam em péssimas condições.

VOCÊ ESCRITOR! • Coloque-se no lugar de Luigi e escreva no caderno um parágrafo sobre o que você sentiu durante a viagem para o Brasil.

Resposta pessoal. Professor, sugerimos que o aluno inclua no seu texto palavras como timidez, sufoco, multidão e dificuldade de comunicação.

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OUTR AS LEITUR AS UNIDADE 1

VIVER E CONVIVER EDITORA MODE

RNA

DRUFS. EVA FURNARI. SÃO PAULO: MODERNA, 2016. Em sala de aula, a professora Rubi pede aos alunos que tragam fotografias de suas famílias e escrevam coisas interessantes sobre ela para apresentarem ao restante da turma. Nas aulas seguintes, os alunos se organizam e mostram suas famílias, permitindo verificar a diversidade e a singularidade de cada uma.

Apesar de falarmos português no Brasil e também em Portugal, há centenas de diferenças no uso dessa língua nos dois países. Nesta obra de autoria compartilhada, um brasileiro e um português brincam com a compreensão da língua nessas diferentes culturas através de poemas divertidos.

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EDITORA FUND

LIS AÇÃO PEIRÓPO

RIMAS DE LÁ E DE CÁ. JOSÉ JORGE LETRIA E JOSÉ SANTOS. SÃO PAULO: PEIRÓPOLIS, 2014.

UNIDADE 2

ENCOLHE, TEMPO. VITOR LOPES. SÃO PAULO: FORMATO, 2011. Já pensou se pudéssemos controlar o tempo? Às vezes as horas parecem muito longas, os dias parecem que demoram uma eternidade para passar... Neste livro, Marília, personagem principal da trama, tenta encontrar uma forma de diminuir o tempo enquanto está sozinha em casa.

ATO

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O livro trabalha com a questão do tempo de forma criativa e lúdica, apresentando estados diferentes de uma única coisa. Através de bonitas ilustrações, aborda transformações em espaços, animais e objetos, trazendo diferentes reflexões sobre aspectos da temporalidade.

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ANTES DEPOIS. ANNE-MARGOT RAMSTEIN E MATHIAS ARREGUI. SÃO PAULO: LIVROS DA RAPOSA VERMELHA, 2015.

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TEMPO

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UNIDADE 3

LAZER

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C NA EDITORA COSA

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EU SEI UM MONTÃO DE COISAS. ANN RAND. SÃO PAULO: COSAC NAIFY, 2010. Com ilustrações coloridas e geométricas, a narrativa ajuda o leitor a avaliar o que já sabe junto com o personagem principal, que procura listar coisas que já aprendeu e coisas que descobriu recentemente, trazendo reflexões para crianças e adultos.

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RUÍDO. PABLO ALBO E GURIDI. BLUMENAU: GATO LEITOR, 2016.

VAMOS AJUDAR O GILDO? SILVANA RANDO. SÃO PAULO: BRINQUE-BOOK, 2014. Gildo, um pequeno elefante, precisa realizar uma série de tarefas hoje, mas para isso precisará de uma ajudinha extra dos leitores. O livro é interativo e exige que os leitores encaixem o personagem nos locais adequados, seguindo o comando da tarefa que deve ser executada.

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Todo trabalhado em onomatopeias e ilustrações divertidas, este livro narra a história de Patrícia e de toda a confusão que causou ao ouvir música alta de manhã.

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MONSTRO ROSA. OLGA DE DIOS. SÃO PAULO: BOITEMPO, 2016. Em uma releitura do clássico O Patinho Feio, Olga de Dios trabalha com as diferenças em uma história sobre um Monstro Rosa que nasce em um local em que todos são brancos, inclusive seus familiares. Sofrendo preconceitos e sentindo-se deslocado, o monstrinho resolve fazer uma viagem à procura de um lugar onde se sinta aceito pelo que é.

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A história narra o processo de alfabetização de uma menina e de sua comunidade. A personagem quer aprender a ler para descobrir o que dizem as cartas que sua irmã recebe.

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LETRAS DE CARVÃO. IRENE VASCO. SÃO PAULO: PULO DO GATO, 2016.

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DIREITOS E DEVERES DAS CRIANÇAS

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REFERÊNCIAS BIBLIOGR ÁFICAS BITTENCOURT, Circe. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2012. BITTENCOURT, Circe (Organizadora). O saber histórico na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2008. BRASIL. Ministério da Educação. Avaliação no ciclo de alfabetização: reflexões e sugestões. In: BRASIL. Ministério da Educação. Pacto nacional pela alfabetização na idade certa. Disponível em: <http://pacto.mec.gov.br/images/ pdf/Formacao/caderno_avaliacao.pdf>. Acesso em: 27 abr. 2017. BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: terceira versão. Brasília: MEC, 2017. BRASIL. Ministério da Educação. Saberes e práticas da inclusão: avaliação para identificação das necessidades educacionais especiais. Brasília: MEC; Secretaria de Educação Especial, 2006. Disponível em: <http://portal.mec. gov.br/seesp/arquivos/pdf/avaliacao.pdf>. Acesso em: 27 abr. 2017. CAMPOS, Helena Guimarães. História e formação para a cidadania: nos anos iniciais do Ensino Fundamental. São Paulo: Livraria Saraiva, 2012. FERNANDES, Cláudia de Oliveira; FREITAS, Luiz Carlos. Indagações sobre currículo: currículo e avaliação. Brasília: Ministério da Educação; Secretaria de Educação Básica, 2007. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Ensfund/indag5.pdf>. Acesso em: 26 abr. 2017. FONSECA, Selva Guimarães. Fazer e ensinar História: anos iniciais do Ensino Fundamental. Belo Horizonte: Dimensão, 2015. HIPOLIDE, Marcia. O ensino de História nos anos iniciais do Ensino Fundamental. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2011. HOFFMANN, Jussara. Avaliação mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade. Porto Alegre: Mediação, 2005. HOFFMANN, Jussara. Avaliação: uma perspectiva construtivista. Porto Alegre: Mediação, 2003. HUNT, Lynn. A invenção dos direitos humanos: uma história. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. São Paulo: Cortez, 2011. NEMI, Ana; MARTINS, João Carlos; ESCANHUELA, Diego Luiz. Ensino de História e experiências. São Paulo: FTD, 2010. NOVA ESCOLA. A avaliação deve orientar a aprendizagem. Disponível em: <https://novaescola.org.br/ conteudo/356/a-avaliacao-deve-orientar-a-aprendizagem>. Acesso em: 26 abr. 2017. PENTEADO, Heloísa Dupas. Metodologia do ensino de História e Geografia. São Paulo: Cortez, 1994. PINSKY, Jaime; PINSKY, Carla Bassanezi (Organizadores). História da cidadania. São Paulo: Contexto, 2010. SOBANSKI, Adriane de Quadros. Ensinar e aprender História: histórias em quadrinhos e canções. Curitiba: Base Editorial, 2010.

VÍDEOS AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM. Produção: Edições SM Brasil. 6 fev. 2012. Vídeo (19min06s). Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=JqSRs9Hqgtc>. Acesso em: 27 abr. 2017. AVALIAÇÃO: caminhos para a aprendizagem. Vídeo 01. Produção: Sesc-Senac. 29 abr. 2015. Vídeo (14min45s). Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=ln7pcf1Th3M>. Acesso em: 27 abr. 2017.

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A NOTAÇÕES

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