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Claro 99317­‑2800 | Tim 98335­‑4094 Caixa Postal 1820 – 13360­‑000 – Capivari-SP Ano 19 • número 87 • Fevereiro de 2018

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Editora EME - 35 anos

LANÇAMENTOS Suicídio: a falência da razão O dom da vida nos é dado por Deus para nosso progresso e atentar contra ela nos remeterá a um estado de sofrimento que beira a loucura Este livro é uma contribuição na luta contra o suicídio que vem matando crianças, jovens, adultos e idosos no Brasil e no mundo. O espiritismo é o antídoto contra essa prática e o autor nos encaminha para o entendimento de que a vida deve sempre ser vivida com intensidade e confiança em Deus. Páginas 2 e 3

Para uma vida saudável Donizete Pinheiro Estudo • 14x21 cm • 200 páginas • R$ 33,90 Quando Jesus afirmou que “somos deuses”, quis dizer que carregamos latentes todas as boas qualidades e potencialidades, ou seja, as virtudes necessárias para nos transformarmos em espíritos puros. Cada virtude expressa uma parcela do amor. Desabrochá-las é um longo e árduo trabalho de cada um, mas inevitável.

ição ReedME E

Criança quer saber Fátima Moura Infantil • 20,5x20,5 cm • 108 páginas • R$ 28,90 As crianças, dentro da sua própria impetuosidade natural, questionam os adultos constantemente. Como na maioria das vezes somos pegos de surpresa, a psicopedagoga Fátima Moura realizou este trabalho com o objetivo de responder as perguntas mais frequentemente feitas pelas crianças – e com base na doutrina espírita.

TAMBÉM NESTA EDIÇÃO

OK! Li e

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IMPRESSO

Neste espaço, leitores comentam obras da EME. Saiba o que eles acharam de nossos livros Página 3

Sérgio Motti Trombelli afirma que “vale a pena a leitura” de O evangelho de Maria Madalena Página 4


Editorial Olá, tudo bem? Qual a importância de se escrever sobre suicídio nos dias atuais? Esta é uma das perguntas que fizemos ao professor Luiz Gonzaga Pinheiro, por conta do lançamento de seu novo livro, Suicídio: a falência da razão. Destaque desta edição, obra é um apelo e, ao mesmo tempo, um alerta a todos aqueles que, de uma forma ou outra, se sentem atingidos pelo suicídio – considerado o maior de todos os equívocos que o ser humano comete. Confira maiores detalhes sobre este lançamento e a entrevista com o autor. Além deste livro, temos outras novidades e sessões, bem como a resenha do professor Sérgio Motti Trombelli sobre O evangelho de Maria Madalena. Boa leitura!

Expediente Leitor EME é um boletim informativo da Editora EME, distribuído gratuitamente Editor: Arnaldo Divo Rodrigues de Camargo Jornalista responsável: Rubens Toledo – MTb 13.776 Jornalista: George De Marco Diagramação: vbenatti Impressão: Gráfica EME Tiragem: 3.200 exemplares Vendas: (19) 3491­‑7000 Vivo (19) 99983­‑2575 Claro (19) 99317­‑2800 atendimento@editoraeme.com.br As respostas das entrevistas e os artigos assinados são de responsabilidade de seus autores, e não refletem necessariamente a opinião da Editora EME.

Missão, visão e valores Missão: transformar vidas para melhor, por meio de conteúdos que proporcionam crescimento, evolução e liberdade, baseados nos princípios espíritas de caridade e imortalidade da alma. Visão: ser a mais relevante editora de espiritualidade, com excelência em atendimento. Valores: dedicação – entusiasmo – profissionalismo – transparência – responsabilidade social – espiritualidade 2

LANÇAMEN

O autor

LUIZ GONZAGA PI- pura curiosidade sobre as atiNHEIRO é natural de Forta- vidades de uma casa espírita. leza (CE), onde é professor de Ciências e de Matemática, na rede pública daquele Estado. Pai de dois filhos, o autor se formou em Engenharia pela Universidade Federal do Ceará e licenciou-se em Ciências pela Universidade Estadual do Ceará. O autor conheceu o espiritismo na adolescência por

Após os avisos de seus amigos espirituais sobre sua tarefa na área da literatura espírita, escreveu Terapia das obsessões, seu primeiro livro. Palestrante e doutrinador, atualmente conta com mais de 20 livros publicados, entre eles Mediunidade: tire suas dúvidas, O perispírito e suas modelações, Berços vazios, Tudo leva ao amor, Mediuni-

Entrevista com o autor O que o motivou a escrever Suicídio: a falência da razão? Há trinta anos, a cada reunião de desobsessão que dirijo, e faço isso três vezes por semana, dedico o primeiro momento de prece para os suicidas. Aprendi a agir dessa maneira com a excelente médium Yvonne Pereira, que havendo praticado o suicídio por duas vezes, sentia grande apreço por essa massa sofredora orando diariamente por ela. Atualmente estamos em subida avassaladora nesse gênero de desencarnação, pois a cada quarenta segundos uma pessoa se suicida no mundo, segundo dados da OMS (Organização mundial de saúde). Meu envolvimento com eles se dá em função da minha tarefa de doutrinador e do amor que sinto por esses irmãos desesperados. O livro, além de um alerta, de um pedido dos meus instrutores desencarnados, é um poema na desconstrução dessa ideia infeliz que toma conta da mente de irmãos que se apartaram da esperança e da fé. Faça uma resenha do livro: o que os leitores encontrarão nesta obra? Encontrarão farta argumentação em favor da vida, maior investimento de Deus na criação; como evitar, aju-

dar e atender a quem se deixa dominar por tão infeliz ideia; causas e consequências do suicídio, vasto material de pesquisa sobre o que ocorre com um suicida no Além, e, sobretudo, a opinião e aconselhamento de instrutores desencarnados sobre o assunto. Qual a importância de se escrever sobre suicídio nos dias atuais? A finalidade e a importância se prende à infelicidade que é gerada para quem o pratica e para aqueles que o amam. O suicídio não soluciona nenhum problema, ao contrário, gera outros bem mais profundos, com envolvimento de toda família do suicida a desaguar em implicações nas próximas encarnações. Somente o fato de provocar dor lancinante naquele que praticou o autocídio a expandir-se pela família, amigos, transeuntes, já é um bom motivo para falar sobre o tema, e não esconder, como se costuma fazer. E por que considerar tal ato como “falência da razão”? Por que todos os argumentos que tentam aprová-lo apontam para essa tese. Ninguém em sã consciência o defende. É preciso estar sem referenciais, ensandecido, tomado por forças nefastas e contrárias às leis divinas, em falência da razão para

admiti-lo. Os suicidas têm na espiritualidade larga assistência de grupos especializados, quais a “Legião de Servos de Maria”, dirigida pelo espírito que recebeu a honra de ser na Terra a mãe do nosso governador planetário. Tanta assistência se deve à dor superlativa enfrentada por eles, o reconhecimento da falência da razão que os impelem a esse ato pungente, bem como o cumprimento das promessas de Jesus ao dizer que veio para os pobres e miseráveis. Não deixa de ser, também, o cumprimento da misericórdia divina sempre pródiga no alívio ao sofrimento humano. Há uma regra geral para quem se suicida, ou os motivos que o levaram a cometê-lo podem amenizar essa pena, se assim podemos chamar? Não há uma regra geral para avaliar o suicida. Em todos os casos existem atenuantes ou agravantes. Cada caso tem suas características e é visto no contexto em que foi praticado. Existe até o caso de isenção de culpa, pois o louco que se mata não sabe o que faz. As sensações e sofrimentos de um espírito que desencarna através do suicídio, é a mesma, para todos que cometem este erro, ou seja, independente de ter sido ele bom ou não quando encarnado?


MENTO EME dade para iniciantes e Doutrinação para iniciantes, todos pela EME. Em Suicídio: a falência da razão, seu novo livro, Luiz Gonzaga analisa o suicídio sob diversos aspectos, sempre tentando desconstruir a ideia da sua prática, enfatizando o erro fatal que é a sua realização. Confira abaixo uma entrevista onde o autor fala mais sobre sua nova obra:

De acordo com o gênero de suicídio as consequências são inevitáveis. O momento do ato fica gravado na mente do suicida gerando uma ideia fixa, que o faz reviver por muito tempo o momento da desencarnação. Se ele foi alguém com méritos certamente terá um tratamento, de alguma maneira, diferenciado, mas não se eximirá das consequências do seu ato, pois havendo lesado seu perispírito, estará incurso nos prejuízos gerados por essa lesão. Como fazer para ajudar a família de um suicida? Principalmente orando por ele, o suicida, e por sua família. O apoio moral, a palavra amiga, o conforto e o aconchego em hora tão difícil certamente ajudarão na superação de tão doloroso momento. E que mensagem deixaria aos nossos leitores e leitoras? Que falem sobre o tema. Não devemos esconder a rea­ lidade. Que orem por eles; que se lembrem deles no evangelho no lar; que façam estudos, debates, seminários, palestras sobre a matéria; que os amem como Jesus e Maria os amam. Leia a entrevista completa em nosso BLOG: http://blog.editoraeme.com.br/

A obra

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SUICÍDIO: A FALÊNCIA DA RAZÃO Luiz Gonzaga Pinheiro Estudo | 14x21 cm 216 páginas | R$ 33,90

O autor se utiliza do livro Memórias de um suicida para lançar um alerta sobre esse terrível flagelo. Também enfoca a existência de um local denominado Vale dos suicidas, onde a dor e o sofrimento parecem não ter fim. Mostra àqueles que sofrem que não importa o quão grande seja essa dor, ela terá fim se souber suportar e buscar so-

luções, mas que será multiplicada se sucumbir e optar pelo suicídio. E também abre uma esperança e um alento mostrando a existência de uma instituição voltada ao acolhimento e reerguimento desses seres que fugiram da vida.

Trecho da obra O mais importante para quem está encarnado é continuar encarnado. Tudo o mais nesta terra dependerá dessa condição. Essa certeza de que o homem é um deus, de que pode superar qualquer adversidade, que possui em si todos os meios e poderes para se impor e ultrapassar qualquer obstáculo, desde que tenha vontade firme, o afasta de qualquer sentimento de inferioridade e de derrotismo. Eu posso! Eu sou! Eu supero! Que diga isso a si mesmo diante de qualquer dificuldade e se apegue aos seus protetores espirituais fazendo o que lhe compete no limite de suas forças e de sua vontade e nada, absolutamente nada, lhe será anteparo para atingir o cume de suas aspirações. Que raciocine sua fé, chame a si suas filhas, a esperança e a caridade, torne-a inabalável, ou seja, capaz de enfrentar a razão em qualquer situação, e então a derrota será apenas uma pa-

lavra ausente em seu vocabulário. A fé é a arte de rea­lizar o que é impossível para os fracos; a mola propulsora de fazer alçar o espírito às regiões inabordáveis para os descrentes; a poesia que dulcifica a aridez da amargura pelas doces rimas da consolação e do aconchego. A tudo devemos fazer com amor e para o amor, menos agredir a vida, criada pelo amor. Não se agrada ao amor agredindo-o. Ergamos os braços para o trabalho renovador do mundo, mas jamais contra qualquer suspiro de vida, pois este crime reverterá contra qualquer um que tente praticá-lo. Ensinemos a nossos filhos o valor da vida no homem, no pássaro, nos vegetais e estaremos renovando o cenário agressivo no qual nos encontramos onde o suicídio é tido por algumas pessoas inadvertidas como solução de fuga. Trecho extraído do capítulo O suicídio por amor

LEILA, A FILHA DE CHARLES/ VIDAS DE YVONNE DO AMARAL PEREIRA Amei esse livro! Sou uma grande admiradora de dona Yvonne. Já li todos os livros dela. Acabei de receber o Vidas de Yvonne... e fiquei feliz em ver o quadro das encarnações, porque eu havia feito um muito semelhante para organizar as informações coletadas nos livros! Sandra Regina – em nosso canal no YouTube

FILHOS DE NINGUÉM Um romance muito emocionante, que, ao mesmo tempo em que fascina a história dos envolvidos, nos transmite um ensinamento do perdão e da reconciliação, através da reencarnação. Heleborinha Hias Viviane Boschin – Rio Claro/SP

PERDÃO GERA SAÚDE Maravilhoso. Nos meus estudos tem muito a acrescentar. Lídia Blanco Dias – São Paulo/SP 3


RELANÇAMENTO EME:

Perda de pessoas amadas

A Fundação Espírita Allan Kardec (FEAK) em Juiz de Fora, MG, desde 2004 realiza as chamadas Reuniões de Entes Queridos, com o objetivo de auxiliar pessoas emocionalmente abaladas pela desencarnação de familiares ou amigos. Como participante, o advogado e terapeuta Armando Falconi Filho se baseou nas lições preciosas que presenciou para escrever Perda de pessoas amadas. Trata-se de um esclarecimento eloquente e oportuno sobre esse momento fatal e extremamente delicado pelo qual todos nós passamos, e que desestabiliza emocionalmente muitas pessoas que se acham incapazes de administrar equilibradamente a separação do seu ente amado. Além de informações esclarecedoras sobre crenças e valores, contribuindo para um raciocínio mais lógico e mais tranquilo sobre a morte, Perda de pessoas amadas também apazigua as aflições da alma, promovendo crescimento e maturidade para o ser humano. Por isso, a Editora EME resolveu relançar este livro, verdadeiro portador da mensagem consoladora do espiritismo. Serviço de Atendimento ao Leitor Queremos saber a sua opinião! Envie suas críticas, sugestões e dúvidas para o e­‑mail sal@editoraeme.com.br ou ligue para (19) 3491­‑7000. Visite‑nos! www.facebook.com/EditoraEME www.twitter.com/EditoraEME

O

DE ENCONTRO À UNIVERSALIDADE

Sérgio Motti Trombelli*

que buscamos quando lemos um livro? Primeiro, o prazer estético da leitura, a beleza do texto. Depois, o conteúdo da obra, os temas abordados. E por fim, encontramos aquilo que nos embala, nos torna melhores, nos engrandece. É exatamente assim que me sinto ao ler a nova obra de José Lázaro Boberg, O evangelho de Maria Madalena. Quem vem acompanhando este escritor e faz uma leitura atenta dos seus escritos pode perceber que ele tem ido além. Sem deixar de lado a sua origem espírita, aos poucos ele foi caminhando em direção a uma universalidade temática. Hoje, além de um escritor comprometido com o espiritismo, ele é um pesquisador sério, profundo e respeitado que nos surpreende em cada obra que lança no mercado, principalmente aquelas que gravitam em torno dos evangelhos.

Foi assim com O evangelho de Tomé – o elo perdido, depois O evangelho de Judas, que tive a honra de prefaciar, e agora este O evangelho de Maria Madalena. Notem bem, todos estes estudos são polêmicos, místicos e requerem pesquisa profunda, além do que – como sempre – Boberg dá um toque pessoal à obra, trazendo uma visão diferente do tema com informações novas que não figuram em obras de outros autores com estas mesmas temáticas. Vale a pena a leitura. Vale a pena os conhecimentos aclarados pelo autor em cada um dos evangelhos. São obras que não podem faltar na estante dos estudiosos do cristianismo e do espiritismo. Pelo que já sei, vem vindo um novo trabalho, ainda mais complexo, o que aumenta a nossa expectativa, porque, como se vê, nesta seara, Boberg é incansável e sempre surpreendente. Ainda bem.

*Sérgio Motti Trombelli é professor universitário graduado em Letras e Pedagogia e pós-graduado em Comunicação. Lecionou na Universidade Santa Cecília, na Associação Educacional do Litoral Santista (Aelis), nas Faculdades do Carmo e nas Faculdades Objetivo. Também foi professor do Cursinho Anglo, em Santos, nas disciplinas de Redação e Língua Portuguesa.

O evangelho de Maria Madalena José Lázaro Boberg

Estudo • 14x21 cm • 256 páginas • R$ 34,90 Maria Madalena é a figura feminina mais citada no Novo Testamento, mais ainda que Maria, a mãe de Jesus. Muitas lendas surgiram em torno dela, mas nenhuma se tornou mais forte do que aquela afirmando que seria uma prostituta. E isso minimizou seu papel de liderança. Este livro busca reconstruir a verdade sobre esta personagem a partir de um texto encontrado no século 4, no Egito, narrando episódios da vida de Jesus contados por uma mulher que não somente teria sido um dos apóstolos, mas a única que não perdeu a fé em Cristo depois de sua morte. Esta mulher era Maria Madalena.

O evangelho de Judas

José Lázaro Boberg

Estudo • 14x21 cm • 208 páginas • R$ 33,50 Um trabalho audacioso onde José Lázaro Boberg faz uma análise crítica da vida de Judas Iscariotes baseando-se nos recém-descobertos escritos denominados evangelho de Judas. O autor reflete sobre o verdadeiro papel deste apóstolo na passagem de Jesus pelo planeta Terra. Afinal, Judas é um traidor ou um herói?

Leitor EME - Fevereiro de 2018 - ed. 87  

Informativo de lançamentos dos livros da Editora EME

Leitor EME - Fevereiro de 2018 - ed. 87  

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