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Índice

As 1000 maiores As mil maiores empresas do distrito de Coimbra “valem” 6,1 biliões de euros. Este é o valor apurado relativamente ao volume de negócios no exercício de 2010 e que, quando comparado com o ano anterior, revela um crescimento de cerca de 15 % (em 2009 as mesmas empresas totalizavam 5,35 biliões de euros negociados). Um sinal de vitalidade económica do distrito, até porque entre 2008 e 2009 verificara-se um decréscimo. Positivo é também constatarmos que esta subida não se ficou pelo volume de negócios. Também no que diz respeito aos resultados líquidos, os valores do exercício de 2010 (283 milhões de euros) são superiores aos do ano anterior (222 milhões). São números importantes que revelam um tecido empresarial forte, atento ao momento que se vive e que se está a adaptar à nova realidade económica. Os últimos anos têm sido altamente turbulentos para os empresários, que estão hoje a pagar os desvarios e descontrolos de quem gere o país nas últimas décadas. Como aqui temos escrito, todos os anos, no lançamento desde trabalho com as maiores empresas do distrito, o sucessivo adiamento das reformas estruturais no país teve consequências altamente gravosas na economia e nas famílias portuguesas. Uma Justiça que não combate a corrupção, aliada a uma máquina do Estado altamente burocrática e politizada, exige aos empresários empreendedores extraordinários esforços para manter a competitividade dos seus negócios. Há que avançar com as reformas liberais, criadoras de um ambiente de sã concorrência, que permitam um efectivo estímulo ao desenvolvimento das pequenas e médias empresas, que é quem cria riqueza e emprego. Nas páginas que se seguem, além das listagens com as 1000 maiores empresas do distrito, ouvimos alguns dos principais actores da economia do país e do distrito. A muitos deles perguntámos o que fazer para aumentar a produtividade das empresas. Aqui ficam diagnósticos, conselhos e preocupações. Afinal, num momento tão delicado como o que vivemos, todos os contributos são importantes para encontrar o rumo certo para um futuro próspero. l

I

ENTREVISTA

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Bastonário da Ordem dos Economistas | Rui Leão Martinho

OPINIÃO

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Secretário de Estado Adjunto da Economia | Almeida Henriques

OPINIÃO

7

Director Regional de Economia do Centro | Armando França

OPINIÃO

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Presidente da AIP | José Eduardo Carvalho

OPINIÃO

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Presidente da CIP | António Saraiva

RANKING

11 a 43

RANKING

44

ANÁLISE

45 a 48

OPINIÃO

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Presidente do Conselho Empresarial do Centro | José Couto

ENTREVISTA

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Presidente da ACIC | Paulo Mendes

ENTREVISTA

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Presidente da AEC | Luís Roque

ENTREVISTA

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Presidente da ACIFF | João Cardoso

OPINIÃO

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Presidente Clube de Empresários de Coimbra | António Henriques

ENTREVISTA 54 e 55 REPORTAGEM 56 e 57 ENTREVISTA 58 e 59

As 1000 maiores empresas As 10 maiores de Aveiro, Leiria e Viseu Novas empresas, exportações e conjuntura internacional

Especialista em coaching executivo | João Catalão Negócios Low Cost

Melhor Empresária da Europa | Sandra Correia

OPINIÃO

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Presidente da ANJE | Francisco Maria Balsemão

OPINIÃO

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Gabinete de Estudos da ANECRA | Augusto Bernardo

OPINIÃO

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Consultor de vendas e marketing | Paulo Noguês

NOVEMBRO 2011 | Ficha Técnica Director: Adriano Callé Lucas Directores-adjuntos: Miguel Callé Lucas, J.C. Galiano Pinheiro, Arménio Travassos e João Luís Campos Editora-executiva: Manuela Ventura Chefe de Redacção: Manuel de Sousa Textos: Ana Margalho, Joana Martins e Rosette Marques Coordenação Comercial: Mário Rasteiro Vendas: Ana Lopes, Elsa Fidalgo, Helena Gaudêncio, João Simões, José Pereira, Marta Santos, Pedro Santos, Rita Miranda e Vítor Nobre Design Gráfico: Carla Borges Paginação: António Cândido Publicidade: Armando Sá, Carla Borges e Emanuela Soares Impressão: FIG – Indústrias Gráficas, S.A. Tiragem: 15 000 exemplares


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ENTREVISTA

“A Europa está num ponto de viragem muito importante” Rui Leão Martinho considera, em entrevista, que “os países das economias avançadas, como a europeia, deixaram de ter espaço para viver acima das suas possibilidades” O “velho continente” está a viver momentos de pressão e conflito económico. Considera que a Europa terá capacidade para ultrapassar esta crise e sair incólume? A Europa está num ponto de viragem muito importante, a riqueza deslocou-se para outras zonas do Mundo, muito em consequência da desindustrialização e do afastamento do sector primário a que assistimos nas últimas décadas. Uma Europa basicamente assente no sector dos serviços parece não estar a ser o ideal para combater a crise e reencontrar equilíbrios antigos. Ou a Europa repensa o seu caminho, alterando o seu paradigma de vida ou definhará no concerto das nações. Um aprofundamento da integração europeia, o estabelecimento rápido de um novo governo económico europeu, o estabelecimento de regras e controlos eficientes, uma nova política de investimentos nos sectores secundário e primário, uma alteração profunda do estado social, um incremento à natalidade e uma maior responsabilização de cada um na condução do seu destino são pontos importantes que a Europa como um todo deve levar em conta. O modelo europeu de desenvolvimento está em causa? Não direi que o modelo europeu de desenvolvimento está verdadeiramente em causa, mas há um ponto de viragem. Durante longo tempo, os défices das economias avançadas do Ocidente foram sendo suportados por financiamentos vindos dos países com balanças externas excedentárias. Há agora uma inversão nesta tendência, motivada pelo eclodir da crise financeira. Os países das economias avançadas, como a europeia, deixaram de ter espaço para viver acima das suas possibilidades, tendo de pôr em marcha planos de ajustamento drásticos. Isto é patente

na evolução das reservas cambiais mundiais, onde desde 2005 são as economias emergentes e em desenvolvimento que detêm mais de 50% dessas reservas e em 2010 estas foram já o dobro das reservas das economias avançadas. Portugal enfrenta um desafio sem precedentes? Sim, Portugal num mundo global, com uma economia aberta e desde há uma década sem crescimento económico, aliado a um processo de défices excessivos, tem pela frente um desafio muito importante. Portugal não ajustou o funcionamento da sua economia às exigências de um regime monetário não inflacionário e de moeda forte. Vai ter que o travar e vencer esse desafio. Temos de nos mobilizar, trabalhar mais e mais eficientemente, cumprir as metas a que nos propusemos no memorando de entendimento assinado com as Instituições Internacionais e reganhar a credibilidade junto dos mercados e dos investidores internacionais. Que diferenças denota entre o pedido de ajuda externa de 1984 e o actual? Há muitas diferenças, embora as razões estruturais sejam as mesmas. No entanto, o montante que nos foi acordado pelo FMI em 1983 era pequeno, comparado com o de agora, dispunha-se de instrumentos como a taxa de câmbio que hoje não é mais aplicável. Como atrás disse, esta é a primeira crise num mundo global que Portugal enfrenta, integrado na União Europeia, e mais precisamente na Zona Euro, pelo que terá de cumprir o estabelecido com o FMI, UE e BCE para que seja possível vir a sair desta crise e voltar aos mercados, tão depressa quanto possível, pois a economia em que vivemos assenta e depende do acesso e do julgamento dos mercados.

Para além da questão financeira, a imagem de Portugal também ficou marcada por esta situação? Claro que a imagem de Portugal, bem como a de outros países em situação semelhante, fica afectada por situações como a que vivemos presentemente. No entanto, caso tenhamos ânimo, vontade e capacidade para enfrentar a situação e cumprir aquilo a que estamos obrigados pela assinatura do MOU com as Instituições Financeiras, a situação será reposta e ultrapassada. Eu, enquanto português, economista e cidadão, acredito que é possível. Está em causa, com a actual crise, a competitividade do país? É possível ser-se competitivo e produtivo em tempos de crise? Em tempos como os que vivemos actualmente, é muito difícil a um País, objecto de auxílio externo como Portugal, ser competitivo e produtivo. A situação degrada-se, a recessão forte espreita, mas é sempre possível ir lançando as bases para o aumento de produtividade e para o crescimento da economia. Reduzir os custos de contexto, tornar a justiça célere, as leis laborais mais flexíveis, a formação profissional e as qualificações mais exigentes auxiliam grandemente esses objectivos. A exposição da banca nacional à dívida soberana deixa-a numa posição pouco confortável para suprir necessidades do mercado? Deixa-a sem margem de manobra para intervir na economia? A banca nacional tem-se comportado até agora muito bem. Aliás, diria o sistema financeiro português, aí incluindo a actividade seguradora. Os vários testes de “stress” feitos quer à banca, quer às seguradoras, por várias vezes, assim o

demonstram. Embora haja uma falta de liquidez que motiva muita preocupação e dificulta o financiamento da economia, há também uma procura constante de solução da banca com o Banco de Portugal, o Ministro das Finanças e as próprias Instituições Internacionais que espero dê frutos em breve. Como ultrapassar o problema de falta de liquidez das empresas? E dos estados? A Europa, nas suas últimas convenções, caminha para soluções para esta premente questão. O FEEF foi elevado em montante, as bases do novo governo económico da Europa começam a ser discutidas e aprovadas, o Tratado está a caminho de ser revisto, há, pois, neste momento em que falo, uma esperança no horizonte que me leva a acreditar que é possível encontrar uma solução. A Europa já realizou a União Monetária, há agora que realizar a União Financeira e Económica, bem como a Política.


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OPINIÃO

O exemplo que vem do Centro I

ALMEIDA HENRIQUES

Secretário de Estado Adjunto da Economia

I

NA REGIÃO do Centro de Portugal encontramos inúmeras e díspares realidades económicas e sociais. Através de um conjunto muito assinável de cidades médias, a organização económica do território faz-se a partir de um sistema urbano bem estruturado e estruturante no espaço regional. A organização e consolidação destes sistemas territoriais é indispensável para ganhar dimensão e competitividade, de forma a atrair investimentos e gerar melhorias da competitividade das empresas. Para isso, a região tem de valorizar e reforçar o dinamismo empresarial que apresenta no eixo de Aveiro para baixo e Leiria, Marinha Grande e Pombal para cima, e promover uma maior ligação deste eixo com os núcleos urbanos do interior, como Viseu, Castelo Branco e Covilhã. É a construir sobre esta grande diversidade que reside, certamente, o grande trunfo para o desenvolvimento desta região. Porém, quando fazemos uma análise mais detalhada, é na região Centro onde encontramos muitas empresas a produzir bens e serviços transaccionáveis internacionalmente, com integração de inovação e diferenciação de produto. É, sem dúvida, com estas estratégias que conseguimos alcançar um maior desenvolvimento económico e social. Hoje, a Região Centro é um espaço económico que se destaca pela sua dinâmica empresarial e empreendedora. Em termos empresariais, tem conseguido aproveitar bem a integração do conhecimento existente no sistema universitário da Região, bem como o potencial das empresas e instituicões de base tecnológica que apresentam já uma gama de serviços avançados às empresas.

É este o caminho certo. Há que o continuar! Um caminho que aposta na possibilidade de passar de uma competitividade assente nos recursos naturais e nos baixos salários para uma competitividade baseada na incorporação de serviços, no conhecimento e na produtividade dos factores de produção. As políticas que estamos a desenvolver no Ministério da Economia e do Emprego, em particular na área do Desenvolvimento Regional, visam, decididamente, reforçar e apoiar o desenvolvimento dos factores imateriais de competitividade, através da utilização do conhecimento e de recursos humanos mais qualificados. Sendo uma das zonas económicas nacionais que mais aposta, com sucesso, na internacionalização, a Região Centro, pode afirmar-se como um pólo de desenvolvimento competitivo e coeso, consolidando e equilibrando os sistemas subregionais existentes neste mesmo território e inovando no relacionamento entre o espaço urbano e o rural. A sua posição geográfica, aliada ao tecido empresarial, representam, por tudo o que já foi referido, um dos motores de desenvolvimento sustentado da Região e do País. As empresas evoluíram muitíssimo nos últimos anos e têm já uma forte capacidade de concepção e produção de produtos altamente inovadores. É com essa mistura de conhecimento, tecnologia e design, valorizando os recursos humanos e a nossa capacidade de resolver problemas, que nos queremos e podemos afirmar enquanto economia de sucesso. É a criar riqueza, a produzir bens e serviços diferenciados, incorporando inovação, investigação e tecnologia que conseguimos fazer mais e melhor. As empresas da Região Centro têm conseguido superar as expectativas, aumentando a capacidade de se afirmarem internacionalmente de uma forma clara e inequívoca. Têm sido um exemplo. Um bom exemplo a seguir! l


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OPINIÃO

Definir uma estratégia, estabelecer metas e cumpri-las. Quanto antes... I

ARMANDO FRANÇA

Director Regional de Economia do Centro

I

A UNIÃO EUROPEIA preparou, discutiu e aprovou uma estratégia para os próximos anos a que chamou de "EUROPA 2020". Tal estratégia está condensada num documento distribuído pelos Governos dos Estadosmembros em 2010 e posto a circular pelas mais variadas instituições e comunicação social. É do domínio público. No final do ano passado, os Estados-membros ficaram de apresentar os seus Planos Anuais de Reforma (PNR) à Comissão Europeia, devendo neles ser incluídas as metas nacionais e as medidas de política destinadas à sua concretização e à luz das grandes linhas

orientadoras estratégicas definidas naquele documento da EU. Tudo isto é pressuposto que tenha sido feito pelo Governo português à época. Por isso e acreditando que, no essencial, o programa de curto prazo da Troika para as finanças e economia portuguesas não afecta a validade da continuidade do PNR/Portugal e que a crise não dura sempre, achamos que vale a pena reflectir sobre este "EUROPA 2020", tanto mais que, como iremos ver, as suas linhas estratégicas são muito importantes, se não mesmo essenciais, ao desenvolvimento equilibrado e sustentável da Região Centro, qualquer que seja o destino da Zona euro ou até da própria EU. O "EUROPA 2020" estabelece para cada um dos 27 Estados-membros três grandes prioridades, a saber: crescimento inteligente, para tanto devendo ser implementada e acelerada uma economia baseada no conhecimento e na inovação; crescimento sustentável, para o que a economia deve promover e aplicar o uso de recursos mais ecológicos e competitivos; crescimento inclusivo, fomentando-se uma economia com elevados níveis de emprego e de

qualificações, de modo a alcançar-se maior coesão social e territorial. Para prosseguir estas três grandes prioridades estratégicas, a EU definiu 5 objectivos principais: 3% do PIB da EU deve ser investido em I&D; os objectivos 20/20/20 em matéria de clima e energia devem ser cumpridos; 75% da população activa (entre os 20 e 64 anos) deve estar empregada; a taxa de abandono escolar deve ser inferior a 10% e 40%, pelo menos, da população jovem deve ter um diploma de ensino superior; e 20 milhões de pessoas devem deixar de estar sujeitas ao risco de pobreza. A meu ver, para que este quadro estratégico seja prosseguido e estas metas sejam alcançadas, em Portugal e na Região Centro em particular, temos de actuar rapidamente, desde já e sem titubear. Não podemos perder tempo em eternas e infindáveis abordagens e discussões, nomeadamente sobre os caminhos concretos a prosseguir. Tanto mais que todos os diagnósticos estão feitos e teorizados. Necessário é também que se estabeleçam alguns objectivos muito concretos e específi-

cos para a nossa Região e que tudo façamos (entidades públicas locais, regionais e nacionais e instituições e agentes económicos e do desenvolvimento), para que aquela estratégia e estas metas sejam cumpridas no tempo estabelecido. Ora, é justamente neste quadro que as empresas e as suas associações são muitíssimo importantes, se não mesmo os mais importantes intervenientes, a par das escolas e dos estabelecimentos de ensino, com vista a desenvolver-se e alcançar-se três objectivos para a Região Centro que considero essenciais: cultura empresarial; aceleração da base tecnológica e I&D; e reforço do fomento da internalização da nossa economia. É claro que temos de andar depressa e bem. É muito evidente que temos de ter uma estratégia e metas quantificadas. É indispensável termos lucidez e inteligência quanto baste, para deitar fora o acessório e concentrarmo-nos nos objectivos a que nos propusermos e que mais interessam à estrutura produtiva da Região Centro; obviamente sem perder de vista a necessária articulação com a estratégia definida para a totalidade do País. l


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OPINIÃO

Como sobreviver à crise I JOSÉ EDUARDO CARVALHO

Presidente da Associação Industrial Portuguesa

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PORTUGAL confronta-se com a necessidade de superar uma situação difícil enfrentando várias “crises”. Temos que levar a cabo vários ajustamentos para eliminar desequilíbrios acumulados ao longo dos anos, num contexto de crise financeira e num enquadramento económico internacional frágil, nomeadamente na Europa. Os ajustamentos ao nível macroeconómico, nomeadamente o processo de consolidação orçamental são necessários. Embora gerem efeitos negativos na actividade económica no imediato, a superação dos desequilíbrios existentes é necessária e é importante para um melhor desenvolvimento da actividade empresarial. Os tempos de crise, com todos os seus efeitos negativos também são tempos de criação de novas oportunidades. A economia portuguesa registou na última década uma “crise” de crescimento. Muitas iniciativas empresariais têm sido bem sucedidas e gerado crescimento, mas no seu conjunto ainda insuficientes para colmatar variações negativas em ramos de actividade sujeitos a repercussões negativas derivadas da evolução dos seus mercados. Temos portanto que acelerar a modernização do tecido produtivo de modo a gerar crescimento sustentado na economia, de forma necessariamente diferenciada do modelo dos anos 90, que naturalmente se esgotou. Sem uma nova fase de crescimento o próprio êxito dos processos de ajustamento, nomeadamente ao nível orçamental, será posto em causa. Assim, ao nível global é necessário, no contexto da situação de crise, assegurar o financiamento da economia, de modo a que esta

possa funcionar, sendo áreas críticas o crédito à tesouraria de empresas viáveis e o financiamento das actividades directamente ou indirectamente ligadas à exportação de bens e serviços. Em simultâneo é necessário implementar as reformas que tenham que ver com o papel do Estado e com a competitividade da economia. Para as empresas, a crise cria dificuldades acrescidas. A título de exemplo, as empresas focadas no mercado doméstico vão estar confrontadas com quebras significativas da procura num ambiente de concorrência acrescida. Muitas empresas sentem já dificuldades no que respeita ao crédito. A crise com que nos deparamos é bastante

diferente das anteriores, não sendo apenas uma fase passageira. A sua resolução vai exigir transformações. Por exemplo, não será de esperar que se volte a ter as facilidades do passado recente em termos de consumo ou de obtenção de crédito. Cada empresa será um caso próprio, pois não há empresas iguais. Mas será comum a muitas delas a necessidade de fazer um diagnóstico profundo da sua situação actual e perspectivas futuras, nomeadamente ao nível dos produtos, mercados, situação financeira, tendo em vista o seu posicionamento no mercado e a sua capacidade para desenvolver novos produtos / mercados. Neste âmbito, a inovação de processos ou

produtos, a qualidade, o marketing, a qualificação dos recursos humanos... são áreas que podem fazer diferença. Nos tempos actuais, com a redução da dimensão do mercado doméstico, muitas empresas deverão explorar a oportunidade para se inserirem nas áreas “internacionalizadas”, seja através da actividade exportadora, seja como fornecedor de empresas exportadoras, seja competindo bem no mercado doméstico com operadores estrangeiros. A capacidade de produzir bens e serviços competitivos nos mercados doméstico ou internacional será a questão de fundo que o sobreviver à crise nos coloca. l


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OPINIÃO

“A urgência do financiamento do sector produtivo” I

ANTÓNIO SARAIVA

Presidente da Confederação da Indústria Portuguesa

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TENHO ALERTADO recorrentemente para o facto do financiamento do sector produtivo da economia, nomeadamente através da banca, ser o principal constrangimento de curto prazo à recuperação da economia. Não só mantenho este ponto de vista, como a evolução dos acontecimentos só me tem trazido preocupações acrescidas. Todos sabemos que as imposições ao sector bancário contidas no acordo com a troika são muito exigentes: rácios de solvabilidade mais apertados e um processo de desalavancagem gradual mas severo, que implica baixar o rácio de cobertura dos empréstimos por depósitos para 120%, até 2014. Contudo, o acordo prevê também que é necessário garantir a consistência do processo de desalavancagem com o cenário macroeconómico implícito no próprio Programa de Ajustamento. O que verificamos é que esta consistência não está, de forma alguma, garantida. Isto é, a restrição financeira decorrente do processo de desalavancagem do sector bancário está a ter efeitos recessivos que podem pôr em causa o sucesso do Programa de Ajustamento português. No último Boletim Económico, o Banco de Portugal realça "a necessidade de os bancos privilegiarem estratégias de desalavancagem que minimizem o impacto sobre os novos fluxos de crédito ao sector privado". Refere também "o princípio de assegurar um

apoio adequado aos sectores mais produtivos da economia". Não é, contudo, o que se está a verificar. O cumprimento das exigências que pesam

Segundo os dados da síntese monetária do Banco de Portugal, entre Agosto de 2010 e Agosto de 2011, o stock de crédito interno às sociedades não financeiras reduziu-se em

É NAS EMPRESAS QUE RESIDE O POTENCIAL DE RECUPERAÇÃO DA ECONOMIA PORTUGUESA. ESSE POTENCIAL EXISTE, COMO O DEMONSTRA O NOTÁVEL AUMENTO DAS EXPORTAÇÕES PORTUGUESAS NOS ÚLTIMOS MESES sobre o sector bancário está a ser feito fundamentalmente através da redução do stock de crédito concedido às empresas. Este processo está a revelar-se a principal ameaça que pesa sobre o sector produtivo português.

mais de 3750 milhões de euros. Cerca de metade desta redução ocorreu nos últimos três meses. Hoje é praticamente impossível, para a esmagadora maioria das empresas portugue-

sas, e, em particular para as PME, conseguirem financiamento bancário, com efeitos devastadores, bem evidenciados pelo extremamente preocupante aumento do número de falências. Muitas empresas encontram-se já impossibilitadas de aceitar encomendas por insuficiência do seu fundo de maneio. Cadeias de valor inteiras, que têm nos mercados externos o destino dos seus outputs finais, encontram-se em risco de colapso por escassez de financiamento. São as empresas quem produz e quem exporta. É nas empresas que reside o potencial de recuperação da economia portuguesa. Esse potencial existe, como o demonstra o notável aumento das exportações portuguesas nos últimos meses. Será facilmente destruído se as empresas forem asfixiadas por falta de financiamento. É por isso fundamental criar com urgência condições para o financiamento regular do nosso sector produtivo. Tal passará, entre outras medidas, pela flexibilização dos calendários para a desalavancagem do sistema financeiro português, bem como por soluções de financiamento para o sector público (incluindo empresas públicas) que permitam efectuar o reembolso à banca de parte das respectivas dívidas, comprometendo-se esta a canalizar esses recursos para o financiamento das empresas produtoras de bens e serviços transaccionáveis. O Governo, o Banco de Portugal, a banca e as instituições internacionais comprometidas com o Programa de Ajustamento da economia portuguesa têm a pesada responsabilidade de encontrar soluções que viabilizem o sucesso do próprio programa. As empresas têm de fazer parte dessas soluções. l


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Quem é quem no ranking do distrito Com um crescimento na ordem dos 20 milhões de euros, a Soporcel reforçou, no exercício de 2010, a liderança no ranking das maiores empresas do distrito de Coimbra. A empresa com sede na Figueira da Foz movimentou 635 milhões de euros e viu os seus resultados líquidos subirem cerca de 10 milhões de euros entre 2009 e 2010. Mesmo assim, quando comparamos os primeiros cinco lugares desta lista com a que publicámos há um ano, encontramos algumas mudanças, não nas empresas, mas sim nas posições. Os Hospitais da Universidade de Coimbra, que tinham entrado directamente para o segundo lugar deste ranking quando assumiram o estatuto de Hospital EPE, baixaram um pouco o volume de negócios e foram ultrapassados pela Celbi (no exercício anterior estava em quarto da lista) que de um ano para o outro mais que duplica o seu volume de negócios (passa de 140 milhões em 2009 para 330 milhões em 2010). Assim, a terceira posição do ranking é ocupada pelos HUC (que em breve se vão juntar num mega Centro Hospitalar) logo seguido pela Plural que consegue manter estável o seu volume de negócios. A quinta posição é agora da Lusiaves por troca com a Alves Bandeira (era quinta e agora é sexta). A listagem de dados recolhidos e tratados

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pela Coface permite um conjunto variado de análises e é também por isso que este ano resolvemos alargá-la e ir até às mil maiores empresas do distrito. Uma das leituras tem a ver com a distribuição geográfica, em que se confirma a predominância do litoral face ao interior. A capital de distrito surge, naturalmente, no topo da lista com 381 empresas (mais de um terço) entre as 1000 maiores. Seguem-se Figueira da Foz (165), Cantanhede (99) e Oliveira do Hospital (63). Depois, já com muito menos empresas surgem os concelhos da Lousã (33), Montemor-o-Velho (33), Condeixa (32) e Arganil (32). Nas duas dezenas surgem Mira (28), Penacova (24), Tábua (23), Miranda do Corvo (22), Soure (21) e Poiares (21). Penela (12), Pampilhosa da Serra (6) e Góis (5) encerram esta lista. À semelhança do sucedido nos últimos anos, a metodologia da Coface, para elaborar este Ranking para o Diário de Coimbra, é a seguinte: no universo Base de Dados da Coface Serviços de Portugal, identifica-se o Ranking das 1000 Maiores Empresas localizadas no distrito de Coimbra, por Volume de Negócios referente ao exercício de 2010, excluindo os dados consolidados e os sectores Financeiro, SGPS, Ensino Superior, Associações e Empresas Públicas.


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10 MAIORES - INDÚSTRIA

SOPORCEL - SOCIEDADE 01 PORTUGUESA DE PAPEL VOLUME NEGÓCIOS EM 2010 635.188.519,00 €

RANKING

1

LOCALIDADE

Lavos - Figueira da Foz

TELEFONE

233940411

FAX

233940502

EMAIL dci@portucelsoporcel.com

INTERNET www.portucelsoporcel.com

PRINCIPAL GESTOR PEDRO MENDONÇA DE QUEIROZ PEREIRA

CELULOSE BEIRA 02 INDUSTRIAL (CELBI) VOLUME NEGÓCIOS EM 2010 330.296.587,00 €

RANKING

2

LOCALIDADE

Figueira da Foz

TELEFONE

233955600

FAX

233955648

EMAIL diogo.oliveira@altri.pt

INTERNET www.celbi.pt

PRINCIPAL GESTOR PAULO JORGE DOS SANTOS FERNANDES

FAPRICELA - INDÚSTRIA 03 DE TREFILARIA

Soporcel O grupo Portucel Soporcel é uma das mais fortes presenças de Portugal no mundo representando mais de 3% das exportações nacionais de bens. O Grupo dispõe actualmente de uma capacidade anual instalada de 1,6 milhões de toneladas de papel, de 1,4 milhões de toneladas de pasta (das quais 1,1 milhões integradas em papel) e de 2,5 TWh/ano de energia eléctrica, atingindo um volume de negócios anual de aproximadamente 1 400 milhões de euros. Instalada no Complexo Industrial de Lavos, a unidade fabril da Figuei-

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ra da Foz é uma das mais eficientes unidades fabris de pasta e papel da Europa. Assegurando um volume anual de produção e transformação de papéis finos não revestidos cifrado em cerca de 800 mil toneladas, representa uma das maiores unidades industriais da Europa. A operação da fábrica da Figueira da Foz está integrada verticalmente, da floresta ao papel, passando pela produção anual de 560 mil toneladas de pasta ao sulfato de eucalipto e pela produção de energia verde a partir de biomassa.ll

Celbi A Celbi produz uma pasta de fibra curta, reconhecida no mercado como sendo de elevada qualidade. Com início em Janeiro de 2007 e até Junho de 2009, decorreu o Projecto de Expansão da Celbi que consistiu na remodelação da sua linha de produção de pasta e na montagem de novas instalações na área de recuperação de químicos e produção de energia e visou aumentar a sua capacidade anual de produção das actuais 325 000 toneladas de pasta branqueada de eucalipto, para cerca de 600 000 toneladas, respondendo assim às solicitações do mercado externo, especialmente o

europeu. O valor estimado deste investimento foi de cerca de 350 milhões de euros. Em simultâneo, a EDP - Produção Bioeléctrica, S.A. construiu uma central termoeléctrica a biomassa nas instalações fabris da Celbi. Esta nova unidade produz energia eléctrica, a injectar na rede nacional, a partir de recursos renováveis, nomeadamente biomassa florestal proveniente de operações de exploração florestal, como é o caso da limpeza das matas. Esta central entrou em funcionamento em Abril de 2009 e envolveu um investimento de 75 milhões de euros. l

- GOBAIN 04 SAINT MONDEGO

PLASFIL - PLÁSTICOS 05 DA FIGUEIRA

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06 AQUINOS

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

104.069.015,00 €

85.054.154,00 €

33.763.299,00 €

28.414.131,00 €

RANKING

9

RANKING

11

RANKING

20

RANKING

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LOCALIDADE

Ançã - Cantanhede

LOCALIDADE

Figueira da Foz

LOCALIDADE

Figueira da Foz

LOCALIDADE

Sinde - Tábua

TELEFONE

239960130

TELEFONE

233403100

TELEFONE

233401200

TELEFONE

235710210

233401204

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233403112

FAX

EMAIL

EMAIL

EMAIL

EMAIL

dep.financeiro@fapricela.pt

rosa.coutinho@saint-gobain.com

geral@plasfil.pt

leonor.bernardo@aquinos.pt

INTERNET

INTERNET

INTERNET

INTERNET

www.fapricela.pt

www.sgmondego.com

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

ANTÓNIO MADEIRA TEIXEIRA

RICARDO DE RAMON GARCIA

IGNACIO MARTIN SAN VICENTE

CARLOS MANUEL RIBEIRO AQUINO

- EMPRESA FABRIL 07 EFAPEL DE PRODUTOS ELÉCTRICOS

www.aquinos.pt

08 ROCA TORNEIRAS

PRADO - CARTOLINAS 09 DA LOUSÃ

METALÚRGICA IDEAL 10 DO MONDEGO

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

25.839.273,00 €

25.382.892,00 €

23.506.991,00 €

21.098.950,00 €

RANKING

29

RANKING

30

RANKING

33

RANKING

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LOCALIDADE

Serpins - Lousã

LOCALIDADE

Cantanhede

LOCALIDADE

Lousã

LOCALIDADE

Taveiro - Coimbra

TELEFONE

239970130

TELEFONE

231419100

TELEFONE

239990100

TELEFONE

239980250

239970137

FAX

231419109

FAX

239992347

FAX

239980259

FAX EMAIL

EMAIL

EMAIL

EMAIL

efapel@efapel.pt

geral@roca-sa.com

prado.geral@pradocartonboard.com

geral@mim.pt

INTERNET

INTERNET

INTERNET

INTERNET

www.efapel.pt

www.roca-sa.com

www.papeldoprado.com

www.mim.pt

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

AMERICO CARVALHO DUARTE

JOÃO CARLOS COSTA CABICA SANTIAGO BRAZ

MANUEL CAVACO GUERREIRO

FAUSTINO PINTO JESUS


14

DiáriodeCoimbra

30 DE NOVEMBRO DE 2011 WWW.DIARIOCOIMBRA.PT

10 MAIORES - CONSTRUÇÃO CIVIL

MRG

01 MRG VOLUME NEGÓCIOS EM 2010 113.560.039,00 €

RANKING

8

LOCALIDADE

Relvinha - Coimbra

TELEFONE

239863200

FAX

239840085

EMAIL mrg@mrg.pt

INTERNET www.mrg.pt

PRINCIPAL GESTOR

I A MRG - Engenharia e Construção S.A (MRG) é uma organização com 33 anos de actividade que tem actuação em todo o país e presença em mercados internacionais, nomeadamente Angola e Argélia. Com origem em Seia, e desde 2001 também presente em Coimbra, onde agora tem a sua sede, a MRG é, actualmente, uma organização de soluções integradas, ou seja, incorpora todas as ferramentas necessárias, desde a concepção, construção, financiamento, gestão de ideias, projectos e soluções para os

seus Parceiros de Negócio. Como é referido no site da empresa, durante o exercício de 2010, procedeu-se ao aperfeiçoamento do modelo de gestão, introduzindo alterações na estrutura orgânica, no sentido de garantir um acompanhamento mais atempado das oportunidades de negócio, de gerir eficientemente os projectos e as obras e de assegurar uma maior proximidade com os clientes e restantes parceiros de negócio, antecipando tendências de mercado e evoluindo para um novo paradigma empresarial.l

FERNANDO MANUEL RODRIGUES GOUVEIA

Ramos Catarino

02 RAMOS CATARINO VOLUME NEGÓCIOS EM 2010 79.115.918,00 €

RANKING

13

LOCALIDADE

Febres - Cantanhede

TELEFONE

231467100

FAX

231461822

EMAIL info@grupo-catarino.pt

INTERNET www.grupo-catarino.pt

PRINCIPAL GESTOR VITOR MANUEL CATARINO DOS SANTOS

03 CANAS ELECTRO-MONTAGENS

I No mercado há 30 anos, a Ramos Catarino define-se como "uma das mais dinâmicas empresas de engenharia e construção". A empresa nasceu de uma base familiar e começou com uma implementação local, sendo actualmente uma referência neste sector, a nível nacional. A Ramos Catarino caracteriza-se por ser uma empresa especialista na construção de Edifícios Residenciais e Unidades Hoteleiras, Sedes de Empresas e Agências Bancárias, Postos de Abastecimento e Áreas de Serviço, Grandes Superfícies Comerciais e Pavilhões

04 BASCOL

Industriais, Instalações de Armazenagem e Centros de Distribuição, Unidades de Saúde e Edifícios de Diferentes Níveis de Ensino, além da execução de projectos na área das Energias Renováveis. A Ramos Catarino está integrada no Grupo Catarino que tem seis décadas de existência e emprega cerca de 400 trabalhadores nas 17 empresas que o constituem nos sectores de Construção, Home Interior, Contract, Imobiliário, Fileira Florestal e Paisagismo, Hotelaria, Trading, Alimentação Biológica, Business Angels e Joalharia.l

05 VIDAL, PEREIRA & GOMES

CORREIA 06 ISIDORO DA SILVA

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

28.170.738,00 €

19.623.656,00 €

18.579.728,00 €

18.461.328,00 €

RANKING LOCALIDADE

26 Paião - Figueira da Foz

RANKING LOCALIDADE

44 Taveiro - Coimbra

RANKING LOCALIDADE

48

RANKING

49

Cantanhede

LOCALIDADE

Miranda do Corvo 239530030 239530039

TELEFONE

233900900

TELEFONE

239910310

TELEFONE

231410980

TELEFONE

FAX

233940878

FAX

239910311

FAX

231420140

FAX

EMAIL

EMAIL

EMAIL

EMAIL

geral@canasem.pt

bascol@bascol.pt

vpg@vpg.pt

isidoro.lda@grupoisidoro.pt

INTERNET

INTERNET

INTERNET

INTERNET

www.canasem.pt

www.bascol.pt

www.vpg.pt

www.grupoisidoro.pt

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

JOSE DA COSTA CANAS

ANTÓNIO GABRIEL BARROS GONÇALVES BASTOS

FLORENCIO DA CRUZ GOMES FAIM

ISIDORO CORREIA SILVA

07 CONSTRUCENTRO

08 QUADROMOR

JOSE A. GUARDADO 09 CARVALHO & FILHOS

10 CLIMACER

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

15.437.190,00 €

14.644.764,00 €

11.924.788,00 €

10.346.776,00 €

RANKING

64

RANKING

67

RANKING

77

RANKING

93

LOCALIDADE

Coimbra

LOCALIDADE

Montemor-o-Velho

LOCALIDADE

Antanhol - Coimbra

LOCALIDADE

Trouxemil - Coimbra

TELEFONE

239497190

TELEFONE

239688017

TELEFONE

239800800

TELEFONE

239497690

FAX

239493134

FAX

239688019

239800809

FAX

239497699

FAX

EMAIL

EMAIL

EMAIL

EMAIL

geral@construcentro.pt

geral@quadromor.com

jag.geral@jag.com.pt

climacer@climacer.com

INTERNET

INTERNET

INTERNET

INTERNET

www.construcentro.pt

www.quadromor.com

www.jag.com.pt

www.climacer.com

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

RUI MANUEL RIBEIRO BAPTISTA

FERNANDO ANTONIO AVEIRO SILVA

JOSÉ AUGUSTO GUARDADO CARVALHO

RAÚL JORGE GARCIA


16

DiáriodeCoimbra

30 DE NOVEMBRO DE 2011 WWW.DIARIOCOIMBRA.PT

10 MAIORES - COMÉRCIO POR GROSSO

PLURAL - COOPERATIVA 01 FARMACÊUTICA, CRL VOLUME NEGÓCIOS EM 2010 172.265.246,00 €

RANKING

4

LOCALIDADE

Coimbra

TELEFONE

239499400

FAX

239499440

EMAIL geral@plural.pt

INTERNET www.plural.pt

PRINCIPAL GESTOR

Plural I A PLURAL - COOPERATIVA FARMACÊUTICA, CRL é uma cooperativa do ramo de comercialização de produtos farmacêuticos que resultou de uma operação de fusão por incorporação da Cofarbel e da Farcentro, na Farbeira, que foi concluída no dia 30 de Novembro de 2006. Segundo a informação disponibilizada no site da Plural, tem "como objectivo prioritário cobrir todo o território nacional, tendo para isso aberto plataformas logísticas em Faro, Montijo e Santa Maria da Feira. Tem perto de 1.000 clientes, mas o seu número está em

constante crescimento, uma vez que a adesão a esta cooperativa de novos cooperadores é permanente. A sua sede é na Rua Adriano Lucas em Coimbra, num edifício construído de raiz para o armazenamento e distribuição de medicamentos, bem como mais seis armazéns situados nas Caldas da Rainha, Cernache, Covilhã, Faro, Montijo e Santa Maria da Feira". É ainda detentora da Plural II - Distribuidora Farmacêutica LDA, instalada nas Caldas da Rainha, sendo a sua principal área de actividade a zona Oeste e Lisboa.l

MARIA GABRIELA BATISTA MONIZ

Sorefoz

02 SOREFOZ VOLUME NEGÓCIOS EM 2010 61.698.413,00 €

RANKING

14

LOCALIDADE

Figueira da Foz

TELEFONE

233401900

FAX EMAIL

233401901

geral@sorefoz.pt

INTERNET www.sorefoz.pt

PRINCIPAL GESTOR FERNANDO LOPES CARDOSO

- PRODUTOS 03 EMPIFARMA FARMACÊUTICOS

A Sorefoz é uma empresa líder no mercado nacional da distribuição de electrodomésticos, telecomunicações e microinformática, apresentando um volume de negócios que ultrapassa os 60 milhões de euros anuais, contando com mais de mil clientes operativos por ano. Inicialmente como sociedade por quotas, familiar, a Sorefoz, constituída em 1982, transformou-se, em 1998, em Sociedade Anónima, abrindo o seu Capital à participação accionista de retalhistas especializados em electrodomésticos, e em Central de

I

Compras e Serviços de Redes de Lojas Associadas, redefinindo o seu objecto estratégico à "gestão de compras, armazenamento, distribuição, comercialização, promoção e assistência técnica comercial e de marketing na venda de todos os produtos relacionados com electrodomésticos, imagem e som, climatização, comunicações, electrónica e informática de usos domésticos". Trabalha com mais de 300 retalhistas associados sob as insígnias de Loja TIEN21 e CONFORT Electrodomésticos. l

04 MACORLUX 05 CIDACEL ELECTRODOMÉSTICOS, S.A.

06 BEIRADIS

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

54.053.824,00 €

38.799.851,00 €

32.827.317,00 €

RANKING

16

RANKING

18

RANKING

21

LOCALIDADE

Loreto - Coimbra

LOCALIDADE

Condeixa-a-Nova

LOCALIDADE

Foz de Arouce - Lousã

239496426

TELEFONE

239940230

TELEFONE FAX

239496428

FAX

239940249

TELEFONE FAX

239990520 239993387

EMAIL

EMAIL

infor@empifarma.pt

geral@macorlux.pt

serrata@serrata.pt

INTERNET

INTERNET

INTERNET

www.empifarma.pt

www.macorlux.pt

www.cidacel.pt

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

JOSÉ ANTÓNIO DAS NEVES RIBEIRO

RUI MANUEL DE ALMEIDA CORTÊS OLIVENÇA

FERNANDO RODRIGUES DIAS FERREIRA

MÁRIO MIRANDA 08 DE ALMEIDA, S.A

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010 32.177.897,00 €

RANKING LOCALIDADE

23 Arnado - Coimbra

32.212.801,00 €

RANKING

22

LOCALIDADE

Coimbra

TELEFONE

239497170

FAX

239497179

EMAIL

EMAIL

07 ABASTENA

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

coimbra@nutriva-berlys.com

INTERNET www.nutriva.pt

PRINCIPAL GESTOR

09 VETAGRI HUMANA, S.A.

ANTÓNIO MANUEL LUCAS MONTEIRO

10 MONDEFIN - COMBUSTIVEIS, S.A.

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

24.565.519,00 €

17.195.641,00 €

12.555.748,00 €

RANKING

32

RANKING

56

RANKING

72

Cantanhede

LOCALIDADE

Murtede - Cantanhede

LOCALIDADE

Taveiro - Coimbra

231209900

TELEFONE

239980110

231209909

FAX

239980112

LOCALIDADE

TELEFONE

239827953

TELEFONE

231467420

TELEFONE

FAX

239833545

FAX

231467429

FAX

EMAIL

EMAIL

EMAIL

EMAIL

abastena@gmail.com

orima@orima.pt

humana@vetagri.pt

INTERNET

INTERNET

INTERNET

www.orima.pt

www.vetagrihumana.pt

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

MANUEL MARTINS RODRIGUES DE OLIVEIRA

MARIO MIRANDA ALMEIDA

ROSINDA MARIA ALVES CATANHAS

CARLOS MANUEL MARQUES MARTINS

INTERNET


18

DiáriodeCoimbra

30 DE NOVEMBRO DE 2011 WWW.DIARIOCOIMBRA.PT

10 MAIORES - COMÉRCIO A RETALHO

01 ALVES BANDEIRA VOLUME NEGÓCIOS EM 2010 125.961.168,00 €

RANKING

6

LOCALIDADE

Coimbra

TELEFONE

233940411

FAX EMAIL

239851001

alvesbandeira@a-bandeira.pt

INTERNET www.alvesbandeira.pt

PRINCIPAL GESTOR CASSIANO ALVES BANDEIRA

ANTUNES 02 ANIBAL BANDEIRA, LDA. VOLUME NEGÓCIOS EM 2010 23.073.381,00 €

RANKING

34

LOCALIDADE

Lousã

TELEFONE

239993275

FAX

239996053

EMAIL anibal.bandeira@sapo.pt

Alves Bandeira A empresa Alves Bandeira & Companhia Lda foi fundada em 1975, sendo a empresa de maior dimensão do GRUPO ALVES BANDEIRA e com maior notoriedade no mercado. A sua principal actividade é a revenda e distribuição de combustíveis, contando para tal com uma rede de 90 postos de abastecimento. É uma das mais importantes distribuidoras independentes nacionais de combustíveis. A Alves Bandeira tem vindo a dinamizar a sua rede de postos de abastecimento, apostando

I

na sua modernização e remodelação. A venda de lubrificantes das principais marcas do mercado, dentro das quais se destaca a linha de marca própria AB, bem como a comercialização de um conjunto alargado de marcas de pneus, são outras das principais actividades da empresa possuindo uma eficaz logística que permite chegar diariamente a mais de um milhar de clientes espalhados por todo o país, sendo hoje um dos principais distribuidores nacionais de pneus. l

Aníbal Antunes Bandeira Criada em 1964, a Aníbal Antunes Bandeira é uma empresa familiar sedeada na Lousã cuja gestão é hoje partilhada pelo fundador e pelos seus filhos. Dedica-se à revenda de combustível e também ao comércio de pneus. Com cerca de quatro dezenas de funcionários a empresa aposta num atendimento

personalizado para fidelizar os seus clientes. Hoje em dia, a empresa explora cinco postos de abastecimento de combustível, sendo que em alguns deles dispõe ainda de espaços de venda de pneumáticos. Tem hoje quatro postos de abastecimento na vila da Lousã e ainda um em Coimbra. l

04 DISTRIMARIALVAS

05 SUPERCONDEIXA

I

INTERNET PRINCIPAL GESTOR ANIBAL ANTUNES BANDEIRA

03 FIGUEIRADIS

06 DISTRILHADA

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

22.075.536,00 €

21.258.193,00 €

15.911.121,00 €

11.923.641,00 €

RANKING

37

RANKING

38

RANKING

59

RANKING

78

LOCALIDADE

Tavarede - Fig. da Foz

LOCALIDADE

Cantanhede

LOCALIDADE

Condeixa-a-Nova

LOCALIDADE

Freixial - Cantanhede

TELEFONE

233402380

TELEFONE

231410740

TELEFONE

239940010

TELEFONE

231209320

FAX

233402389

FAX

231410744

FAX

239948085

FAX

231209326

EMAIL

EMAIL

EMAIL

EMAIL

figueiradis.geral@ptnetbiz.pt

fausto.fernandes@mail.telepac.pt

INTERNET

INTERNET

INTERNET

INTERNET

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

JORGE HUMBERTO VIEIRA

JOSE MAIA FERREIRA

EUGENIA MARIA DE JESUS PEREIRA LOPES

MARIA RITA MANSOS GODINHO

07 MONTESODI

08 MATOBRA .

AMOL - ARMAZENS DE 09 MERCEARIA OLIVEIRENSE

10 SUPERFOZ

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

11.111.953,00 €

10.969.310,00 €

10.372.271,00 €

8.652.087,00 €

RANKING

83

RANKING

88

RANKING

92

RANKING

106

LOCALIDADE

Montemor-o-Velho

LOCALIDADE

Santa Cruz - Coimbra

LOCALIDADE

Oliveira do Hospital

LOCALIDADE

Chã - Figueira da Foz

TELEFONE

239680390

TELEFONE

239433777

TELEFONE

238607040

TELEFONE

233424013

FAX

239680781

238602787

FAX

233436366

EMAIL

FAX EMAIL

239433769

FAX EMAIL

EMAIL

INTERNET

INTERNET

mail@matobra.pt

INTERNET

INTERNET www.matobra.pt

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

ANTÓNIO MANUEL DOS SANTOS VIEIRA

ANTONIO JOSE LOPES LEITÃO

CARLOS MANUEL GARCIA GONÇALVES

NELSON MANUEL DUARTE SANTOS


20

DiáriodeCoimbra

30 DE NOVEMBRO DE 2011 WWW.DIARIOCOIMBRA.PT

10 MAIORES - SERVIÇOS

HOSPITAIS DA UNIVER. 01 DE COIMBRA VOLUME NEGÓCIOS EM 2010 259.856.096,00 €

RANKING

3

LOCALIDADE

Celas - Coimbra

TELEFONE

239400400

FAX

239823097

EMAIL hospital@huc.min-saude.pt

INTERNET www.huc.min-saude.pt

HUC O estatuto dos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC) como Entidade Pública Empresarial (EPE) possibilitou, em 2009, a sua entrada para o Top 3 do ranking das maiores empresas onde se manteve em 2010. É a maior empresa no ramo dos serviços e o maior empregador da região Centro, rondando os 5.400 trabalhadores, considerando o mapa de pessoal. Unidade de ponta em diversas áreas, os HUC aguardam, neste momento, pela concretização da reorganização hospitalar anun-

I

ciada pela Governo anterior e que não se efectivou devido às eleições antecipadas. Os HUC vão juntar-se ao Centro Hospitalar de Coimbra e ainda ao Centro Hospitalar Psiquiátrico de Coimbra formando o CHUC Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra. O CHUC vai suceder àquelas três unidades (já todas elas de grande dimensão e com provas dadas na área da Saúde) e passa a ter um capital estatutário de 50,20 milhões de euros.l

PRINCIPAL GESTOR FERNANDO DE JESUS REGATEIRO

02 SOCIEDADE FIGUEIRA PRAIA VOLUME NEGÓCIOS EM 2010 22.589.633,00 €

RANKING

35

LOCALIDADE

Figueira da Foz

TELEFONE

233408400

FAX

233408401

EMAIL geral@casinofigueira.pt

INTERNET www.casinofigueira.pt

PRINCIPAL GESTOR JORGE ARMINDO DE CARVALHO TEIXEIRA

- CASA DE SAÚDE 03 SANFIL DE SANTA FILOMENA VOLUME NEGÓCIOS EM 2010 21.040.715,00 €

A Sociedade Figueira Praia é a entidade que gere o Casino Figueira, um centro de lazer multiusos que permite a realização de várias actividades em simultâneo. Único na região Centro, o Casino Figueira aposta forte numa vasta e diversificada programação ao longo de todo o ano. Das palestras e conferências às tertúlias, aos lançamentos e apresentações de livros, às exposições e eventos temáticos, passando pela música, teatro e dança, o Casino reúne nos seus espaços personalidades

I

04 CRIOESTAMINAL VOLUME NEGÓCIOS EM 2010 8.115.924,00 €

RANKING

40

LOCALIDADE

Coimbra

TELEFONE

239851650

FAX

Casino

239103002

RANKING LOCALIDADE TELEFONE FAX

EMAIL

EMAIL

sanfil@sanfil.pt

info@crioestaminal.pt

112 Cantanhede 231410900 231410909

INTERNET

INTERNET

www.sanfil.pt

www.crioestaminal.pt

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

CARLOS AUGUSTO AMARAL DIAS

MARCOS JUAN LLADO BERTRAND

SOCORTEL-SOCIEDADE DE 07 CORTE DE PAPEL VOLUME NEGÓCIOS EM 2010 7.050.440,00 €

SERVICE 08 OLYMPUS FACILITY PORTUGAL

dos mais variados quadrantes culturais e sociais. O lazer continua a ser o mote para a existência do Casino e, por isso, além dos jogos tradicionais (a sua sala de jogo é uma das mais bonitas da Europa), onde a roleta continua a ser rainha, as salas de jogos tem beneficiado de vários investimentos, na modernização e inclusão de novas tecnologias. O resultado tem sido ao aumento da procura da sala de jogos. l

05 PROFIFORMA

CIRURGICO 06 CENTRO DE COIMBRA

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

7.853.024,00 €

7.359.681,00 €

RANKING

115

RANKING

126

LOCALIDADE

Coimbra

LOCALIDADE

Espadaneira - Coimbra

TELEFONE

239791290

TELEFONE

239802700

FAX

239791291

FAX

239802709

EMAIL

EMAIL

profiforma@mail.pt

info@ccci.pt

INTERNET

INTERNET

www.portucelsoporcel.com

www.ccci.pt

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

MARIA MANUELA SIMÃO FREIRE LOPES

ANTONIO CASA NOVA TAVARES TRAVASSOS

BARATA E MARCELINO 09 ENGENHARIA ENERGÉTICA

RIO STATE - EMPREEND. 10 IMOBILIÁRIOS

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

6.042.117,00 €

5.995.250,00 €

5.389.763,00 €

RANKING

159

RANKING

160

RANKING

172

Torre de Vilela - Coimbra

LOCALIDADE

Trouxemil - Coimbra

LOCALIDADE

Coimbra

239433270

TELEFONE

239404362

239433279

FAX

239721487

RANKING

136

LOCALIDADE

Lavos - Figueira da Foz

TELEFONE

233900200

TELEFONE

239910250

TELEFONE

FAX

233940502

FAX

239910259

FAX

LOCALIDADE

EMAIL

EMAIL

EMAIL

leonor.cardoso@portucelsoporcel.com

maria.ramos@olympus-europa.com

geral@barataemarcelino.pt

INTERNET

INTERNET

INTERNET

www.portucelsoporcel.com

EMAIL INTERNET

www.barataemarcelino.pt

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

JOÃO ANTÓNIO XAVIER COSTA VENTURA

MIQUEL ANGEL GARCIA REQUENA

FERNANDO DIAS BARATA

ARMINDO DA MOTA SANTOS


22

DiáriodeCoimbra

30 DE NOVEMBRO DE 2011 WWW.DIARIOCOIMBRA.PT

10 MAIORES - INDÚSTRIA E COMÉRCIO ALIMENTAR

Lusiaves

01 LUSIAVES VOLUME NEGÓCIOS EM 2010 138.652.310,00 €

RANKING

5

LOCALIDADE

Figueira da Foz

TELEFONE

233955203

FAX

233950846

EMAIL jorge.silva@lusiaves.pt

INTERNET www.lusiaves.pt

PRINCIPAL GESTOR

I A Lusiaves Indústria e Comércio Agro-Alimentar foi constituída em 14 de Abril de 1986, por Avelino Gaspar, ano em que começou a dar os primeiros passos na avicultura, ao adquirir um pequeno centro de abate na Marinha das Ondas (Figueira da Foz). Desenvolve, desde então, as actividades de fabrico e comercialização de alimentos compostos para animais, produção e abate de aves, assim como a transformação, armazenamento e comercialização de produtos alimentares. A empresa tem uma unidade autónoma de

produção de alimentos compostos para animais, a Racentro o que lhe permite um controlo directo sobre o processo produtivo desde as matérias primas ao produto final. Na Figueira da Foz, a Lusiaves, tem desde o ano de 2009, mais duas unidades industriais, um centro de incubação equipado com as melhores e mais avançadas soluções tecnológicas, e uma unidade de tratamento de subprodutos, que trata os resíduos resultantes do abate e transformação de aves das diversas empresas do grupo valorizando-os .l

AVELINO MOTA GASPAR FRANCISCO

Cidacel

02 CIDACEL VOLUME NEGÓCIOS EM 2010 RANKING

21

LOCALIDADE

Foz de Arouce - Lousã

TELEFONE

239990520

FAX

239993387

EMAIL serrata@serrata.pt

INTERNET www.cidacel.pt

PRINCIPAL GESTOR FERNANDO RODRIGUES DIAS FERREIRA

03 BEIRADIS

04 PROBAR

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010 32.212.801,00 €

RANKING LOCALIDADE

Situada em Foz do Arouce, a Cidacel Comércio e Indústria de Azeites Central Lousanense, SA é uma unidade de produção e embalamento de azeite e óleo. Unidade fabril submetida a investimentos de modernização ao longo dos anos, é hoje uma das maiores embaladoras nacionais, englobando as suas marcas e marcas dos seus clientes. Conta com uma capacidade de armazenagem para três milhões de litros de azeite e óleo e dispõe de um laboratório para análises

I

32.827.317,00 €

22 Coimbra

e classificação, dotada de nove linhas de embalamento para resposta a diversos formatos (vidro, plástico, lata) e volumes. Além disso, possui frota própria de transportes de médio e longo curso. A constituição da Cidacel data do ano de 1965, sendo que um ano depois iniciou o processo de venda de azeite embalado. Os rótulos Beirão e Cidacel foram introduzidos em 1971 e 15 anos depois a empresa foi adquirida pelos seus actuais accionistas. l

- INDUSTRIA E 05 INCARPO COMERCIO DE CARNES

06 ERNESTO MORGADO

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

29.672.348,00 €

27.670.902,00 €

22.282.244,00 €

RANKING

24

RANKING

27

RANKING

36

Cernache - Coimbra

LOCALIDADE

Condeixa-a-Nova

LOCALIDADE

Barra - Figueira da Foz

239949020

TELEFONE

233900800

239941117

FAX

233940015

LOCALIDADE

TELEFONE

239497170

TELEFONE

239947444

TELEFONE

FAX

239497179

FAX

239947683

FAX

EMAIL

EMAIL

EMAIL

EMAIL

coimbra@nutriva-berlys.com

probar@probar.pt

geral@incarpo.pt

jmrusso@emorgado.pt

INTERNET

INTERNET

INTERNET

INTERNET

www.nutriva.pt

www.probar.pt

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

ANTÓNIO MANUEL LUCAS MONTEIRO

CARLOS JORGE TOMAS RUIVO

JORGE DA CRUZ FERREIRA

ERNESTO JOSE MARQUES MORGADO

COFISA - CONSERVAS DE 07 PEIXE DA FIGUEIRA, S.A. VOLUME NEGÓCIOS EM 2010 20.063.590,00 €

www.emorgado.pt

INDUBEIRA - INDÚSTRIA 08 ALIMENTAR VOLUME NEGÓCIOS EM 2010 18.892.857,00 €

RANKING

42

RANKING

45

LOCALIDADE

Gala - Figueira da Foz

LOCALIDADE

Oliveira do Hospital

TELEFONE

233407730

FAX

233431870

TELEFONE FAX

EMAIL

EMAIL

cofisa@mail.telepac.pt

geral@indubeira.com

INTERNET

INTERNET

238609532 233940502

www.indubeira.com

PRINCIPAL GESTOR JOSE MARIA ARAUJO DE FREITAS

PRINCIPAL GESTOR ORLANDO LOPES GOUVEIA

09 MAÇARICO

10 VETAGRI HUMANA

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

18.610.918,00 €

17.195.641,00 €

RANKING

47

RANKING

56

LOCALIDADE

Praia de Mira - Mira

LOCALIDADE

Murtede - Cantanhede

TELEFONE

231470110

TELEFONE

231209900

FAX

231472306

FAX

231209909

EMAIL

EMAIL

manuel.simoes@macarico.com

humana@vetagri.pt

INTERNET

INTERNET

www.macarico.com

www.vetagrihumana.pt

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

ANTÓNIO DOMINGOS RIBEIRO MAÇARICO

ROSINDA MARIA ALVES CATANHAS


24

DiáriodeCoimbra

30 DE NOVEMBRO DE 2011 WWW.DIARIOCOIMBRA.PT

10 MAIORES - INDÚSTRIA E COMÉRCIO AUTOMÓVEL

AUTO 01 INDUSTRIAL, S.A. VOLUME NEGÓCIOS EM 2010 114.139.158,00 €

RANKING

7

LOCALIDADE

Coimbra

TELEFONE

239003014

FAX

210009524

EMAIL daf@auto-industrial.pt

INTERNET www.auto-industrial.pt

PRINCIPAL GESTOR TOMAZ ANDRADE ROCHA

02 AUTO-SUECO (COIMBRA), LDA

Auto-Industrial A Auto-Industrial, empresa pioneira no sector automóvel, nasceu em Coimbra a 20 de Dezembro de 1920. Quase 20 anos depois, inaugurou a Garagem do Arnado, que, era na altura, o maior edifício do país destinado ao ramo automóvel, preparado para recolha de veículos, oficina e serralharia mecânica, uma estação de serviço, um enorme armazém de peças e um stand. É hoje a empresa-mãe de um grupo de 30 empresas a operar em vários sectores de actividade e em latitudes diferentes. A empresa ocupa o espaço na Avenida Fer-

I

não de Magalhães há 70 anos e há já algum tempo que sente necessidade de uma área com outro layout, mas a mudança para as instalações da antiga fábrica Faianças Subtil, na Rua Adriano Lucas, em Eiras, ainda não se fez. Ao longo das suas nove décadas de existência, a Auto-Industrial tem assumido uma posição de permanente atenção à evolução do mercado. Nesse sentido, foi-se tornando representante de várias marcas, desde a Opel e Chevrolet, marcas de maior visibilidade, a muitas outras, como a Chrysler, Jeep e Dodge. l

Auto-Sueco "O Grupo ASC afirma-se hoje como um grupo português de dimensão Internacional, presente em Portugal, Espanha, EUA e Turquia. É uma empresa de referência do Sector Automotive, através da distribuição, aluguer e comercialização de máquinas industriais para a construção, indústrias extractivas e transformadoras, peças e assistência técnica. Em Portugal, a sua actividade estende-se também à comercialização de marcas automóveis e camiões", diz a empresa. Constituída há 52 anos trata-se de uma empresa de referência em Portugal. Na zona

Centro representa a Volvo (automóveis, camiões, autocarros e máquinas), sendo também concessionário Jaguar, Land Rover, Mazda e Mitsubishi. Tem sede em Coimbra, estando a sede operacional do grupo em Lisboa. Segundo a empresa, nos últimos 10 anos o Grupo ASC aumentou cinco vezes a facturação, tendo os resultados acompanhado este crescimento. Cumprindo sempre o seu plano Estratégico e os objectivos que persegue: atingir até 2015, 1000 milhões de euros de facturação, assegurando assim o equilíbrio financeiro do Grupo.l

- COMPONENTES 03 MAHLE DE MOTORES, S.A.

LITOCAR - DISTRIBUIÇÃO 04 AUTOMÓVEL, S.A.

- COMÉRCIO 05 SODICENTRO DE VEÍCULOS, LDA.

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

81.607.610,00 €

57.163.554,00 €

47.912.584,00 €

26.793.967,00 €

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010 102.507.454,00 €

RANKING

10

LOCALIDADE

Pedrulha - Coimbra

TELEFONE

239490700

FAX

239490740

EMAIL coimbra@ascoimbra.pt

INTERNET www.grupoasc.com/pt

PRINCIPAL GESTOR CARLOS JOSÉ GOMES VIEIRA

I

COUTINHO CENTRO 06 M. COMERCIO DE AUTOMOVEIS

RANKING

12

RANKING

15

RANKING

17

RANKING

28

LOCALIDADE

Murtede - Cantanhede

LOCALIDADE

Cernache - Coimbra

LOCALIDADE

Coimbra

LOCALIDADE

Pedrulha - Coimbra

TELEFONE

231200100

TELEFONE

239490200

TELEFONE

239497450

TELEFONE

239433500

FAX

231208224

FAX

239490209

FAX

239497451

FAX

239433505

EMAIL

EMAIL

EMAIL

EMAIL

info@pt.mahle.com

geral@litocar.pt

geral.coimbra@sodicentro.pt

mcoutinhocentro@mcoutinho.pt

INTERNET

INTERNET

INTERNET

INTERNET

www.mahle.com

www.litocar.pt

www.sodicentro.pt

www.mcoutinho.pt

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

GEORG DIETZ

MARIO LUIS CARDOSO

MARIA LEONOR FIGUEIREDO C.AMORIM AFONSO

ANTÓNIO MARTINHO BARBOSA GOMES COUTINHO

MARAN 07 AUTO (COIMBRA), S.A.

MORAIS 08 FERREIRA & MORAIS, LDA.

- TYRE B.V 09 -EURO SUCURSAL PORTUGAL

10 CJR MOTORS, S.A.

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

VOLUME NEGÓCIOS EM 2010

21.020.066,00 €

18.189.099,00 €

17.311.265,00 €

14.677.862,00 €

RANKING

41

RANKING

51

RANKING

55

RANKING

66

LOCALIDADE

Coimbra

LOCALIDADE

Coimbra

LOCALIDADE

Cantanhede

LOCALIDADE

Eiras - Coimbra

TELEFONE

239490400

TELEFONE

239857300

TELEFONE

707200946

TELEFONE

239853740

FAX

FAX

239853749

EMAIL

EMAIL

FAX

239824627

FAX

239857320

EMAIL

EMAIL

geral@auto-maran.pt

geral@ferreiramorais.pt

INTERNET

INTERNET

INTERNET

INTERNET

www.auto-maran.pt

www.ferreiramorais.pt

www.euro-tyre.com

www.cjrmotors.pt

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

PRINCIPAL GESTOR

JOSÉ GOMES ALVES

ANTONIO MORAIS DUARTE FERREIRA

FRANCISCUS MARIA VAN LEEUWEN

JAIME MATOS CLARO

paulo_neto@cjrmotors.pt


26

DiáriodeCoimbra

30 DE NOVEMBRO DE 2011 WWW.DIARIOCOIMBRA.PT

RANKING N.º

NOME

CONCELHO

DATA CONST.

N.º EMP.

VOLUME NEGÓCIOS 2010

VOLUME NEGÓCIOS 2009

RESULTADO LÍQUIDO 2010

RESULTADO LÍQUIDO 2009

RENT. VEN. 2010

RENT. VEN. 2009

1

SOPORCEL - SOCIEDADE PORTUGUESA DE PAPEL, S.A

Figueira da Foz

1973

747

635.188.519,00 €

614.621.926,00 €

102.143.661,00 €

92.625.464,00 €

16,1%

15,1%

2

CELULOSE BEIRA INDUSTRIAL (CELBI), S.A.

Figueira da Foz

1965

240

330.296.587,00 €

139.848.276,00 €

39.925.239,00 €

151.462,00 €

12,1%

0,1%

3

HOSPITAIS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA EPE

Coimbra

2008

4660

259.856.096,00 €

267.149.334,00 €

495.202,00 €

469.734,00 €

0,2%

0,2%

4

PLURAL - COOPERATIVA FARMACÊUTICA, CRL

Coimbra

1973

205

172.265.246,00 €

173.519.473,00 €

259.974,00 €

446.317,00 €

0,2%

0,3%

5

LUSIAVES - IND. COMÉRCIO AGRO-ALIMENTAR, S.A.

Figueira da Foz

1986

611

138.652.310,00 €

109.404.851,00 €

3.079.524,00 €

1.562.511,00 €

2,2%

1,4%

6

ALVES BANDEIRA & CIA, LDA

Coimbra

1975

276

125.961.168,00 €

112.661.311,00 €

776.201,00 €

461.502,00 €

0,6%

0,4%

7

AUTO INDUSTRIAL, S.A.

Coimbra

1920

353

114.139.158,00 €

86.380.440,00 €

1.692.397,00 €

3.297.789,00 €

1,5%

3,8%

8

MRG - ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO, S.A.

Coimbra

1977

222

113.560.039,00 €

87.267.532,00 €

3.214.282,00 €

4.826.887,00 €

2,8%

5,5%

9

FAPRICELA - INDÚSTRIA DE TREFILARIA S.A.

Cantanhede

1977

303

104.069.015,00 €

95.437.169,00 €

2.723.243,00 €

366.068,00 €

2,6%

0,4%

10

AUTO-SUECO (COIMBRA), LDA

Coimbra

1959

444

102.507.454,00 €

87.728.000,00 €

7.786.047,00 €

719.047,00 €

7,6%

0,8%

11

SAINT - GOBAIN MONDEGO, S.A.

Figueira da Foz

1987

236

85.054.154,00 €

80.714.512,00 €

14.802.324,00 €

18.647.066,00 €

17,4%

23,1%

12

MAHLE - COMPONENTES DE MOTORES, S.A.

Cantanhede

1990

482

81.607.610,00 €

57.337.564,00 €

9.650.337,00 €

5.326.778,00 €

11,8%

9,3%

13

RAMOS CATARINO, S.A

Cantanhede

1978

221

79.115.918,00 €

62.150.071,00 €

700.173,00 €

1.221.273,00 €

0,9%

2,0%

14

SOREFOZ - ELECTRODOMÉSTICOS E EQUIPA, S.A

Figueira da Foz

1982

82

61.698.413,00 €

52.125.901,00 €

2.000.747,00 €

1.841.089,00 €

3,2%

3,5%

15

LITOCAR - DISTRIBUIÇÃO AUTOMÓVEL, S.A.

Coimbra

1982

128

57.163.554,00 €

25.129.189,00 €

1.337.651,00 €

587.411,00 €

2,3%

2,3%

16

EMPIFARMA - PRODUTOS FARMACÊUTICOS, S.A

Coimbra

1998

14

54.053.824,00 €

46.858.890,00 €

1.781.009,00 €

1.358.356,00 €

3,3%

2,9%

17

SODICENTRO - COMÉRCIO DE VEÍCULOS, LDA.

Coimbra

1981

117

47.912.584,00 €

36.119.757,00 €

896.411,00 €

-252.097,00 €

1,9%

-0,7%

18

MACORLUX - ELECTRODOMÉSTICOS, S.A.

Condeixa-a-Nova

1997

45

19

SOPORGEN - SOC. PORT. GERAÇÃO ELECT. E CALOR,S.A.

Figueira da Foz

1999

20

PLASFIL - PLÁSTICOS DA FIGUEIRA, S.A

Figueira da Foz

1956

21

CIDACEL - COM. E IND. AZEITES CENT- LOUSANENSE, S.A.

Lousã

22

BEIRADIS - COM. MÁQUINAS E PROD. ALIMENTARES LDA

Coimbra

23

ABASTENA - SOC. ABASTECEDORA DE MADEIRAS LDA

Coimbra

24

PROBAR - INDÚSTRIA ALIMENTAR, S.A

Coimbra

25

AQUINOS, S.A.

26

CANAS - ELECTRO-MONTAGENS, S.A

27

38.799.851,00 €

33.369.805,00 €

2.425.267,00 €

2.170.917,00 €

6,3%

6,5%

34.668.389,00 €

41.472.127,00 €

1.277.022,00 €

2.023.781,00 €

3,7%

4,9%

216

33.763.299,00 €

29.829.899,00 €

661.394,00 €

2.135.753,00 €

2,0%

7,2%

1965

35

32.827.317,00 €

29.936.789,00 €

235.618,00 €

201.244,00 €

0,7%

0,7%

1997

13

32.212.801,00 €

32.924.265,00 €

122.571,00 €

124.594,00 €

0,4%

0,4%

1979

10

32.177.897,00 €

26.752.000,00 €

199.765,00 €

329.379,00 €

0,6%

1,2%

1967

290

29.672.348,00 €

29.071.136,00 €

-746.699,00 €

-28.217,00 €

-2,5%

-0,1%

Tábua

1986

547

28.414.131,00 €

22.613.418,00 €

101.770,00 €

104.295,00 €

0,4%

0,5%

Figueira da Foz

1980

361

28.170.738,00 €

23.293.145,00 €

378.358,00 €

613.793,00 €

1,3%

2,6%

INCARPO - INDUSTRIA E COMERCIO DE CARNES, S.A

Condeixa-a-Nova

1978

168

27.670.902,00 €

25.430.500,00 €

-145.264,00 €

33.390,00 €

-0,5%

0,1%

28

M. COUTINHO CENTRO-COMERCIO DE AUTOMOVEIS, S.A.

Coimbra

1968

71

26.793.967,00 €

24.830.575,00 €

79.352,00 €

106.469,00 €

0,3%

0,4%

29

EFAPEL - EMPRESA FABRIL DE PRODUTOS ELÉCTRICOS, S.A. Lousã

1978

292

25.839.273,00 €

24.817.338,00 €

1.792.473,00 €

4.664.453,00 €

6,9%

18,8%

30

ROCA TORNEIRAS, S.A.

1998

93

25.382.892,00 €

27.129.618,00 €

619.205,00 €

1.132.323,00 €

2,4%

4,2%

31

PARQUE DE PAMPILHOSA DA SERRA - ENERGIA EÓLICA, S.A. Pampilhosa da Serra

1999

24.884.617,00 €

24.182.794,00 €

8.289.209,00 €

2.204.604,00 €

33,3%

9,1%

32

MÁRIO MIRANDA DE ALMEIDA, S.A

Cantanhede

1984

44

24.565.519,00 €

19.204.888,00 €

1.038.228,00 €

528.516,00 €

4,2%

2,8%

33

PRADO - CARTOLINAS DA LOUSÃ, S.A.

Lousã

2003

130

23.506.991,00 €

21.176.763,00 €

1.698.757,00 €

2.763.985,00 €

7,2%

13,1%

34

ANIBAL ANTUNES BANDEIRA, LDA.

Lousã

1986

41

23.073.381,00 €

24.316.822,00 €

3.694,00 €

105.149,00 €

0,0%

0,4%

35

SOCIEDADE FIGUEIRA PRAIA, S.A.

Figueira da Foz

1948

127

22.589.633,00 €

22.958.385,00 €

3.105.175,00 €

2.773.374,00 €

13,7%

12,1%

36

ERNESTO MORGADO, S.A.

Figueira da Foz

1944

59

22.282.244,00 €

21.711.561,00 €

134.590,00 €

266.581,00 €

0,6%

1,2%

37

FIGUEIRADIS - SOCIEDADE DE DISTRIBUIÇÃO, S.A.

Figueira da Foz

1999

119

22.075.536,00 €

21.799.692,00 €

83.289,00 €

55.495,00 €

0,4%

0,3%

38

DISTRIMARIALVAS - DIST. ALIMENTAR DE CANTANHEDE S.A.

Cantanhede

1991

81

21.258.193,00 €

20.552.443,00 €

166.705,00 €

30.896,00 €

0,8%

0,2%

39

METALÚRGICA IDEAL DO MONDEGO, S.A

Coimbra

1979

381

21.098.950,00 €

14.780.355,00 €

87.762,00 €

40.721,00 €

0,4%

0,3%

40

SANFIL - CASA DE SAÚDE DE SANTA FILOMENA, S.A.

Coimbra

1976

73

21.040.715,00 €

41

AUTO MARAN (COIMBRA), S.A.

Coimbra

1987

93

21.020.066,00 €

18.334.914,00 €

42

COFISA - CONSERVAS DE PEIXE DA FIGUEIRA, S.A.

Figueira da Foz

1981

149

20.063.590,00 €

21.127.527,00 €

327.849,00 €

43

PARQUE EÓLICO DE TREVIM, LDA.

Lousã

2002

19.630.068,00 €

15.453.101,00 €

3.519.281,00 €

44

BASCOL - CONSTRUÇÃO CIVIL, S.A.

Coimbra

1982

142

19.623.656,00 €

26.833.961,00 €

-7.032.984,00 €

45

INDUBEIRA - INDÚSTRIA ALIMENTAR, S.A.

Oliveira do Hospital 1995

99

18.892.857,00 €

18.682.818,00 €

46

FUCOLI-SOMEPAL - FUNDIÇÃO DE FERRO, S.A.

Coimbra

1998

347

18.720.340,00 €

47

MAÇARICO, S.A.

Mira

1991

189

18.610.918,00 €

48

VIDAL, PEREIRA & GOMES, LDA.

Cantanhede

1981

133

49

ISIDORO CORREIA DA SILVA, LDA

Miranda do Corvo 1975

50

DOMINÓ - INDUSTRIAS CERÂMICAS, S.A

Condeixa-a-Nova

51

FERREIRA MORAIS & MORAIS, LDA.

Coimbra

52

RODOVIARIA DA BEIRA LITORAL, S.A

53

PEA - PARQUE EÓLICO DA SERRA, UNIPESSOAL, LDA

54

ERSUC - RESIDUOS SOLIDOS DO CENTRO, S.A.

55

EURO - TYRE B.V-SUCURSAL PORTUGAL

56

VETAGRI HUMANA, S.A.

57 58

Cantanhede

2.293.458,00 €

2,2%

1,6%

312.402,00 €

1,6%

1,5%

1.437.107,00 €

17,9%

9,3%

-827.748,00 €

-35,8%

-3,1%

108.916,00 €

225.082,00 €

0,6%

1,2%

18.656.246,00 €

994.795,00 €

1.646.585,00 €

5,3%

8,8%

17.604.636,00 €

277.050,00 €

188.636,00 €

1,5%

1,1%

18.579.728,00 €

12.909.079,00 €

5.030,00 €

-457.123,00 €

0,0%

-3,5%

165

18.461.328,00 €

22.944.244,00 €

108.832,00 €

3.051.496,00 €

0,6%

13,3%

1988

192

18.223.810,00 €

18.247.095,00 €

383.863,00 €

68.125,00 €

2,1%

0,4%

1960

66

18.189.099,00 €

15.105.017,00 €

218.327,00 €

275.717,00 €

1,2%

1,8%

Coimbra

1991

264

17.866.109,00 €

18.183.233,00 €

1.689.853,00 €

1.193.289,00 €

9,5%

6,6%

Pamp. da Serra

2005

6

17.598.773,00 €

12.540.107,00 €

-1.989.875,00 €

-2.385.885,00 €

-11,3%

-19,0%

Coimbra

1993

287

17.414.722,00 €

15.868.821,00 €

1.182.741,00 €

1.122.165,00 €

6,8%

7,1%

Cantanhede

2007

14

17.311.265,00 €

10.578.042,00 €

543.245,00 €

294.536,00 €

3,1%

2,8%

Cantanhede

2006

4

17.195.641,00 €

23.729.370,00 €

625.388,00 €

1.065.974,00 €

3,6%

4,5%

J. CARRANCA REDONDO, LDA.

Lousã

1977

33

17.105.498,00 €

18.631.564,00 €

7.441.185,00 €

8.686.180,00 €

43,5%

46,6%

BLUEPHARMA - INDÚSTRIA FARMACÊUTICA, S.A.

Coimbra

2001

158

16.339.504,00 €

9.915.923,00 €

2.952.095,00 €

522.080,00 €

18,1%

5,3%

59

SUPERCONDEIXA - SUPERMERCADOS, LDA

Condeixa-a-Nova

2004

55

15.911.121,00 €

15.060.669,00 €

408.001,00 €

460.922,00 €

2,6%

3,1%

60

JOSE ANICETO & IRMÃO, LDA

Cantanhede

1966

28

15.832.302,00 €

12.319.992,00 €

1.007.757,00 €

677.390,00 €

6,4%

5,5%

61

FRIJOBEL-INDUSTRIA E COMÉRCIO ALIMENTAR, S.A.

Penela

1988

88

15.820.695,00 €

13.717.182,00 €

408.678,00 €

158.643,00 €

2,6%

1,2%

62

ÁGUAS MONDEGO

Coimbra

2004

68

15.741.874,00 €

13.959.609,00 €

962.747,00 €

682.397,00 €

6,1%

4,9%

63

S & A - SOCIEDADE INDUSTRIAL DE APERITIVOS, S.A.

Montemor-o-Velho 1971

97

15.562.332,00 €

15.062.948,00 €

481.576,00 €

333.856,00 €

3,1%

2,2%

64

CONSTRUCENTRO - CONSTRUÇÕES CIVIS DO CENTRO, LDA. Coimbra

1979

91

15.437.190,00 €

14.562.762,00 €

125.536,00 €

392.063,00 €

0,8%

2,7%

65

TREVIPAPEL - TRANSFORMAÇÃO E CORTE DE PAPEL, LDA.

1999

65

15.067.396,00 €

12.434.776,00 €

83.053,00 €

209.949,00 €

0,6%

1,7%

Lousã

455.088,00 €

10,9% 297.733,00 €


1000Maiores

N.º

NOME

30 DE NOVEMBRO DE 2011 WWW.DIARIOCOIMBRA.PT

CONCELHO

DATA CONST.

N.º EMP.

VOLUME NEGÓCIOS 2010

VOLUME NEGÓCIOS 2009

RESULTADO LÍQUIDO 2010

RESULTADO LÍQUIDO 2009

RENT. VEN. 2010

RENT. VEN. 2009

27

66

CJR MOTORS, S.A.

Coimbra

1976

60

14.677.862,00 €

4.763.750,00 €

104.576,00 €

-220.624,00 €

0,7%

-4,6%

67

QUADROMOR - ELECTRICIDADE E INSTRUMENTAÇÃO, S.A.

Montemor-o-Velho 1998

412

14.644.764,00 €

12.278.178,00 €

49.796,00 €

309.951,00 €

0,3%

2,5%

68

AUTOMÓVEIS DO MONDEGO, LDA.

Coimbra

1945

60

14.405.864,00 €

12.861.569,00 €

88.566,00 €

147.551,00 €

0,6%

1,1%

69

SULPASTÉIS - COM. IND. DE PROD. ALIM. CONGELADOS, LDA Arganil

1994

113

14.380.718,00 €

13.042.551,00 €

1.353.227,00 €

719.862,00 €

9,4%

5,5%

70

SPECIALTY MINERALS - ESPECIALIDADES MINERAIS, S.A.

Figueira da Foz

1994

11

14.358.829,00 €

16.026.790,00 €

1.526.239,00 €

1.608.984,00 €

10,6%

10,0%

71

GARAGEM DE SANTA CRUZ, LDA.

Coimbra

1982

19

13.194.817,00 €

10.262.430,00 €

12.161,00 €

28.889,00 €

0,1%

0,3%

72

MONDEFIN - COMBUSTIVEIS, S.A.

Coimbra

1999

12.555.748,00 €

14.939.262,00 €

-17.435,00 €

22.296,00 €

-0,1%

0,1%

73

GELCENTRO - COM. PROD. ALIMENTARES CONG., LDA.

Coimbra

1989

45

12.311.165,00 €

10.458.132,00 €

217.949,00 €

74.491,00 €

1,8%

0,7%

74

CRITICAL SOFTWARE, S.A.

Coimbra

1998

245

12.222.975,00 €

15.671.346,00 €

689.211,00 €

-905.947,00 €

5,6%

-5,8%

75

FARMALABOR - PRODUTOS FARMACEUTICOS, S.A.

Condeixa-a-Nova

1997

121

12.078.875,00 €

13.141.440,00 €

-39.837,00 €

180.488,00 €

-0,3%

1,4%

76

AGUAS DAS CALDAS DE PENACOVA, S.A.

Penacova

1991

60

11.964.179,00 €

10.426.940,00 €

492.619,00 €

908.489,00 €

4,1%

8,7%

77

JOSE A. GUARDADO CARVALHO & FILHOS, LDA

Coimbra

1985

220

11.924.788,00 €

15.323.398,00 €

96.415,00 €

38.822,00 €

0,8%

0,3%

78

DISTRILHADA - SUPERMERCADOS, S.A.

Cantanhede

1994

67

11.923.641,00 €

12.543.735,00 €

87.845,00 €

342.109,00 €

0,7%

2,7%

79

LUGRADE - BACALHAU DE COIMBRA, S.A.

Coimbra

1987

46

11.841.529,00 €

11.841.068,00 €

438.161,00 €

781.109,00 €

3,7%

6,6%

80

SRAMPORT - TRANSMISSÕES MECÂNICAS, LDA

Coimbra

1968

91

11.479.182,00 €

8.447.882,00 €

402.816,00 €

382.022,00 €

3,5%

4,5%

81

PEREIRA & SANTOS, S.A

Coimbra

1946

44

11.407.168,00 €

11.229.522,00 €

234.140,00 €

267.770,00 €

2,1%

2,4%

82

BATATAS MIRENSE, LDA.

Mira

1997

52

11.238.279,00 €

8.217.240,00 €

211.818,00 €

121.437,00 €

1,9%

1,5%

83

MONTESODI - SUPERMERCADOS, LDA

Montemor-o-Velho 1993

48

11.111.953,00 €

10.936.324,00 €

80.373,00 €

328.831,00 €

0,7%

3,0%

84

DAVION - INDÚSTRIA DE VESTUÁRIO, S.A.

Oliveira do Hospital 1993

85

PROQUIFA - SOC. QUIMICO FARM. DO CENTRO, LDA.

Coimbra

86

LEAL & SOARES, S.A.

87

CLIPER CERÂMICA, S.A.

88

MATOBRA - MATERIAIS DE CONST. E DECORAÇÃO, S.A.

Coimbra

1966

89

GRESCO-GRES DE COIMBRA, S.A.

Coimbra

1990

90

LOBO, ALVES, AMARAL - SILOAL, S.A.

Coimbra

1976

91

ÁGUAS DA FIGUEIRA, S.A.

Figueira da Foz

1999

92

AMOL - ARMAZENS DE MERCEARIA OLIVEIRENSE, LDA.

Oliveira do Hospital 1988

45

10.372.271,00 €

548.164,00 €

33.733,00 €

5,3%

93

CLIMACER - CLIMATIZAÇÃO DO CENTRO, LDA.

Coimbra

1990

47

10.346.776,00 €

7.534.498,00 €

379.174,00 €

219.543,00 €

3,7%

2,9%

94

CENTRO-CERRO - CONST. CIVIL E OBRAS PUBLICAS, S.A

Figueira da Foz

1983

90

9.956.207,00 €

20.354.916,00 €

537.242,00 €

1.354.141,00 €

5,4%

6,7%

95

OS NOVOS CONST. DE CIDÁLIO SOARES RAMOS, LDA.

Cantanhede

1985

73

9.919.072,00 €

11.913.267,00 €

49.968,00 €

134.553,00 €

0,5%

1,1%

96

SOCIGENE - SOCIEDADE DE PRODUTOS DE HIGIENE, LDA.

Lousã

1991

16

9.867.462,00 €

8.505.729,00 €

219.487,00 €

216.545,00 €

2,2%

2,5%

97

IPC-INSTALAÇÕES TÉCNICAS, S.A.

Coimbra

2000

70

9.692.417,00 €

7.671.511,00 €

930.685,00 €

868.126,00 €

9,6%

11,3%

98

AMBITERMO - ENG. E EQUIPAMENTOS TÉRMICOS, S.A

Cantanhede

1992

118

9.506.553,00 €

14.505.682,00 €

89.704,00 €

62.403,00 €

0,9%

0,4%

99

GASPROCAR-DISTRIBUIÇÃO COMBUSTIVEIS, LDA.

Figueira da Foz

1996

24

9.482.632,00 €

6.437.757,00 €

211.218,00 €

333.054,00 €

2,2%

5,2%

100 BASCOL II - PROMOÇÃO IMOBILIÁRIA, S.A

Coimbra

2000

20

9.453.944,00 €

11.499.155,00 €

-5.799.126,00 €

-2.593.056,00 €

-61,3%

-22,5%

101 VIDROCICLO - RECICLAGEM DE RESIDUOS, LDA

Figueira da Foz

1994

21

9.420.409,00 €

9.862.506,00 €

495.705,00 €

581.691,00 €

5,3%

5,9%

247

11.090.901,00 €

9.416.151,00 €

27.503,00 €

59.861,00 €

0,2%

0,6%

1988

14

11.050.350,00 €

9.892.501,00 €

580.275,00 €

448.190,00 €

5,3%

4,5%

Mira

1981

80

11.050.266,00 €

8.285.136,00 €

240.077,00 €

-93.545,00 €

2,2%

-1,1%

Figueira da Foz

2006

80

10.969.613,00 €

9.878.874,00 €

386.605,00 €

-396.804,00 €

3,5%

-4,0%

65

10.969.310,00 €

12.683.460,00 €

38.450,00 €

78.272,00 €

0,4%

0,6%

119

10.635.330,00 €

9.958.027,00 €

95.944,00 €

265.933,00 €

0,9%

2,7%

22

10.494.586,00 €

9.250.819,00 €

200.665,00 €

33.031,00 €

1,9%

0,4%

101

10.406.598,00 €

9.761.872,00 €

1.449.039,00 €

-260.450,00 €

13,9%

-2,7%

102 PINEWELLS, S.A.

Arganil

2005

31

9.314.347,00 €

1.093.001,00 €

-991.801,00 €

-361.689,00 €

-10,6%

-33,1%

103 LABORATÓRIOS BASI - INDÚSTRIA FARMACÊUTICA S.A.

Coimbra

2003

43

9.172.869,00 €

6.041.482,00 €

284.661,00 €

198.481,00 €

3,1%

3,3%

104 E P GARMENT COMPANY, LDA

Oliveira do Hospital 2009

3

9.134.069,00 €

3.185.464,00 €

96.053,00 €

46.484,00 €

1,1%

1,5%

105 RUNKEL & ANDRADE, S.A

Coimbra

1964

45

8.664.880,00 €

8.089.658,00 €

-429.244,00 €

-439.037,00 €

-5,0%

-5,4%

106 SUPERFOZ - SUPERMERCADOS, LDA.

Figueira da Foz

1997

46

8.652.087,00 €

8.739.820,00 €

118.266,00 €

240.387,00 €

1,4%

2,8%

107 LUSIFROTA-TRANSPORTES, S.A

Figueira da Foz

1998

165

8.591.932,00 €

108 ECOCICLO - ENERGIA E AMBIENTE, S.A.

Oliveira do Hospital 1984

22

8.547.172,00 €

7.174.127,00 €

8.199,00 €

7.306,00 €

0,1%

0,1%

109 FRESBEIRA - INDÚSTRIA DE CARNES, LDA.

V. Nova de Poiares 2003

37

8.265.436,00 €

5.887.416,00 €

32.283,00 €

-16.135,00 €

0,4%

-0,3%

110 GONFIL - ARMAZ. E IMPOR. DE MATERIAL ELÉCTRICO, S.A.

Coimbra

18

8.183.065,00 €

7.696.051,00 €

378.432,00 €

442.616,00 €

4,6%

5,8%

8.024.553,00 €

255.170,00 €

243.802,00 €

3,1%

3,0%

139.995,00 €

-1.263.169,00 €

1,7%

1965

847.214,00 €

9,9%

111 NSDU-DISTRIBUIÇÃO ALIMENTAR , LDA.

Coimbra

1997

22

8.136.766,00 €

112 CRIOESTAMINAL - SAÚDE E TECNOLOGIA, S.A.

Cantanhede

2009

46

8.115.924,00 €

113 SANTOS & SANTOS, S.A.

Cantanhede

1976

77

8.054.591,00 €

4.654.818,00 €

133.620,00 €

12.101,00 €

1,7%

0,3%

114 SUPERLAVOS - SUPERMERCADOS, LDA.

Figueira da Foz

1998

26

7.884.021,00 €

7.869.060,00 €

74.782,00 €

180.913,00 €

0,9%

2,3%

115 PROFIFORMA - CONSULT. E FORM. PROFISSIONAL, LDA

Coimbra

1983

31

7.853.024,00 €

8.676.603,00 €

1.435.515,00 €

1.127.368,00 €

18,3%

13,0%

116 SUPERSOURE - SUPERMERCADOS, LDA.

Soure

2009

44

7.846.632,00 €

6.888.055,00 €

-189.772,00 €

-93.269,00 €

-2,4%

-1,4%

117 OLIVEIRA, PINHO & FILHOS, LDA.

Mira

1993

16

7.776.497,00 €

5.727.876,00 €

208.371,00 €

95.354,00 €

2,7%

1,7%

118 MASAC - COMÉRCIO E IMPORTAÇÃO DE VEICULOS, S.A.

Cantanhede

1957

39

7.766.572,00 €

7.706.978,00 €

-249.114,00 €

-258.965,00 €

-3,2%

-3,4%

119 FRUTI - TAIPINA, LDA.

Cantanhede

1989

42

7.698.548,00 €

6.810.351,00 €

134.057,00 €

40.715,00 €

1,7%

0,6%

120 COIMBRACAR - SOC. COMERCIAL DE AUTOMÓVEIS, S.A

Coimbra

1992

31

7.664.751,00 €

6.596.360,00 €

-602.703,00 €

-1.488.791,00 €

-7,9%

-22,6%


28

DiáriodeCoimbra

30 DE NOVEMBRO DE 2011 WWW.DIARIOCOIMBRA.PT

RANKING N.º

NOME

CONCELHO

DATA CONST.

N.º EMP.

VOLUME NEGÓCIOS 2010

VOLUME NEGÓCIOS 2009

RESULTADO LÍQUIDO 2010

RESULTADO LÍQUIDO 2009

RENT. VEN. 2010

RENT. VEN. 2009

121 ISOLMONDEGO - INSTALAÇÃO FORNOS INDUSTRIAIS, LDA

Cantanhede

2001

140

7.586.331,00 €

7.884.575,00 €

670.014,00 €

510.849,00 €

8,8%

6,5%

122 SODILOUSÃ - SUPERMERCADOS, LDA.

Lousã

1993

48

7.555.806,00 €

5.217.097,00 €

-39.758,00 €

-179.389,00 €

-0,5%

-3,4%

123 AMMA - INDUSTRIA DE CONFECÇÕES, S.A.

Arganil

1981

244

7.491.689,00 €

5.652.637,00 €

18.621,00 €

10.733,00 €

0,2%

0,2%

124 IBANIDIS, LDA.

Coimbra

1989

17

7.409.272,00 €

6.867.663,00 €

63.198,00 €

22.832,00 €

0,9%

0,3%

125 ACUINOVA - ACTIVIDADES PISCÍCOLAS, S.A.

Mira

2006

73

7.397.107,00 €

3.542,00 €

481.945,00 €

1.316,00 €

6,5%

37,2%

126 INTERCIR-CENTRO CIRURGICO DE COIMBRA, S.A

Coimbra

1995

103

7.359.681,00 €

6.738.901,00 €

254.003,00 €

-457.076,00 €

3,5%

-6,8%

127 ACORFATO - INDÚSTRIA DE CONFECÇÕES, S.A

Tábua

1989

176

7.359.299,00 €

6.137.559,00 €

-163.667,00 €

10.963,00 €

-2,2%

0,2%

128 SOMARO,LDA.

Figueira da Foz

1941

37

7.323.309,00 €

6.717.102,00 €

64.546,00 €

46.676,00 €

0,9%

0,7%

129 TRIDEC - SIST. DIRECCIONAIS PARA SEMI-REBOQUES, LDA

Cantanhede

2001

58

7.299.288,00 €

5.646.374,00 €

584.857,00 €

226.281,00 €

8,0%

4,0%

130 TORRESPAÇO-URBANISMO E CONSTRUÇÃO, LDA.

Figueira da Foz

1998

1

7.268.400,00 €

888.500,00 €

-40.038,00 €

50.270,00 €

-0,6%

5,7%

131 SILVA & IRMÃOS, LDA.

Oliveira do Hospital 1964

295

7.200.273,00 €

5.915.921,00 €

33.296,00 €

-249.728,00 €

0,5%

-4,2%

132 PECOMARK - COM. EQUIP. FRIO AR COND. UNIPESSOAL LDA Coimbra

2005

13

7.145.027,00 €

5.706.494,00 €

392.827,00 €

153.640,00 €

5,5%

2,7%

133 A.V.M. COSTA, COMERCIO DE COMBUSTIVEIS E PNEUS, LDA. Figueira da Foz

1996

11

7.136.498,00 €

6.897.908,00 €

47.797,00 €

70.916,00 €

0,7%

1,0%

134 MATADOURO REGIONAL DE BEIRA SERRA, S.A.

Oliveira do Hospital 1985

45

7.094.885,00 €

7.162.634,00 €

47.978,00 €

71.448,00 €

0,7%

1,0%

135 PAUL STRICKER & FILHOS, S.A.

Cantanhede

1987

46

7.077.771,00 €

7.337.956,00 €

148.688,00 €

969.939,00 €

2,1%

13,2%

136 SOCORTEL-SOCIEDADE DE CORTE DE PAPEL, S. A.

Figueira da Foz

2002

3

7.050.440,00 €

7.115.045,00 €

85.059,00 €

96.686,00 €

1,2%

1,4%

137 CENTROTORNEIRAS, LDA.

Coimbra

1990

32

6.980.999,00 €

5.809.753,00 €

124.836,00 €

126.499,00 €

1,8%

2,2% -2,1%

138 JOAQUIM MACHADO, S.A.

Coimbra

1980

70

6.977.099,00 €

7.389.301,00 €

-478.452,00 €

-151.762,00 €

-6,9%

139 ALRON-PROD. JANTES EM ALUMINIO,UNIPESSOAL, LDA.

Cantanhede

1990

77

6.970.647,00 €

7.269.274,00 €

938.856,00 €

4.880,00 €

13,5%

0,1%

140 QUINTA DE JUGAIS COM. PRODUTOS ALIMENTARES, LDA

Oliveira do Hospital 2001

15

6.916.152,00 €

6.885.379,00 €

463.142,00 €

585.794,00 €

6,7%

8,5%

141 FRUTORRA-PIMENTA, LDA.

Soure

1988

40

6.904.736,00 €

7.905.147,00 €

67.566,00 €

127.157,00 €

1,0%

1,6%

142 SODIMIRANDA - SUPERMERCADOS, LDA

Miranda do Corvo 2007

37

6.898.401,00 €

-208.414,00 €

-3,0%

143 A. BAPTISTA DE ALMEIDA, S.A.

Coimbra

1965

75

6.686.614,00 €

17.813.874,00 €

36.718,00 €

281.665,00 €

0,5%

1,6%

144 CALADO & DUARTE, LDA

Coimbra

1981

115

6.669.325,00 €

5.883.546,00 €

774.565,00 €

499.952,00 €

11,6%

8,5%

145 HELENOS, S.A.

Figueira da Foz

1990

148

6.619.224,00 €

6.231.546,00 €

219.527,00 €

294.410,00 €

3,3%

4,7%

146 DIAS E FILHOS - TRANSPORTES INTERNACIONAIS, LDA

Montemor-o-Velho 1995

61

6.545.395,00 €

5.832.252,00 €

132.791,00 €

295.589,00 €

2,0%

5,1%

147 SANINDUSA 2 INDUSTRIA DE SANITARIOS SA

Cantanhede

2000

82

6.541.948,00 €

5.387.368,00 €

226.314,00 €

-515.137,00 €

3,5%

-9,6%

148 QUITÉRIOS - FÁBRICA DE QUADROS ELÉCTRICOS, LDA.

Mira

1993

49

6.522.034,00 €

8.164.645,00 €

970.950,00 €

1.200.313,00 €

14,9%

14,7%

149 MARIO DE ALMEIDA CAETANO, LDA

Figueira da Foz

1990

32

6.404.575,00 €

5.763.316,00 €

16.973,00 €

29.454,00 €

0,3%

0,5%

150 JOVIMOTO - VEÍCULOS, MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS, S.A.

Cantanhede

1979

36

6.337.384,00 €

6.351.962,00 €

14.994,00 €

35.947,00 €

0,2%

0,6%

151 REPROSET - COM. CONSUMÍVEIS INFORMÁTICOS, LDA.

Coimbra

2003

7

6.289.691,00 €

6.968.913,00 €

108.523,00 €

122.872,00 €

1,7%

1,8%

152 PELICHOS, LDA.

Figueira da Foz

1968

56

6.254.612,00 €

5.315.065,00 €

29.713,00 €

17.670,00 €

0,5%

0,3%

153 MACOP - MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO, S.A.

Penacova

1981

33

6.149.056,00 €

5.192.922,00 €

374.881,00 €

324.428,00 €

6,1%

6,2%

154 TRANSPORTES MARIANO & FILHOS, LDA.

Figueira da Foz

1957

54

6.134.718,00 €

5.166.641,00 €

-89.447,00 €

-469.588,00 €

-1,5%

-9,1%

155 HELIX - INDUSTRIA DE CONFECÇÕES, SA.

Figueira da Foz

1978

186

6.122.220,00 €

6.682.861,00 €

78.927,00 €

158.089,00 €

1,3%

2,4%

156 RAMOS CATARINO DOIS - ARQ. INTERIORES E CONST., LDA.

Cantanhede

2005

12

6.077.674,00 €

2.888.341,00 €

265.603,00 €

268.856,00 €

4,4%

9,3% 0,2%

157 SODRENAGENS - DRENAGENS, LDA

Condeixa-a-Nova

2000

128

6.074.078,00 €

5.895.569,00 €

10.544,00 €

10.088,00 €

0,2%

158 CASA DO FRIO - DISTRIBUIÇÃO ALIMENTAR, LDA

Coimbra

1965

37

6.050.929,00 €

6.053.551,00 €

34.579,00 €

34.607,00 €

0,6%

0,6%

159 OLYMPUS SERVICE FACILITY PORTUGAL, LDA

Coimbra

2002

93

6.042.117,00 €

6.115.778,00 €

188.326,00 €

271.233,00 €

3,1%

4,4%

160 BARATA E MARCELINO - ENGENHARIA ENERGÉTICA, S.A

Coimbra

1985

142

5.995.250,00 €

6.621.269,00 €

206.349,00 €

104.332,00 €

3,4%

1,6%

161 DISTRIPROENÇA - SUPERMERCADOS, LDA.

Mira

1999

46

5.931.871,00 €

5.707.299,00 €

132.930,00 €

55.278,00 €

2,2%

1,0%

162 DSP - DISTRIBUIÇÃO SPORTSWEAR PROMOCIONAL, S.A.

Figueira da Foz

1989

42

5.868.861,00 €

6.390.666,00 €

145.394,00 €

113.928,00 €

2,5%

1,8%

163 PETROPOSTOS - COMÉRCIO DE COMBUSTÍVEIS LDA

Coimbra

2005

16

5.860.497,00 €

5.040.278,00 €

43.184,00 €

21.111,00 €

0,7%

0,4%

164 AMADEU GONÇALVES CURA & FILHOS,LDA.

Oliveira do Hospital 1983

66

5.752.138,00 €

4.681.309,00 €

301.948,00 €

324.012,00 €

5,2%

6,9%

165 ELECTROCLIMA - ELECTRICIDADE DE CLIMATIZAÇÃO, LDA.

Coimbra

1979

60

5.722.713,00 €

5.073.639,00 €

254.517,00 €

139.290,00 €

4,4%

2,7%

166 JANEIRO DOS LEITÕES, S.A.

Condeixa-a-Nova

1988

31

5.721.448,00 €

6.297.474,00 €

12.315,00 €

9.131,00 €

0,2%

0,1%

167 CARSISTEMA PORTUGAL - REPRESENTAÇÕES, S.A

Coimbra

1997

14

5.661.676,00 €

5.501.170,00 €

397.787,00 €

450.516,00 €

7,0%

8,2%

168 DALIFAL - DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTARES, LDA

Coimbra

1986

29

5.590.196,00 €

5.583.018,00 €

32.647,00 €

35.597,00 €

0,6%

0,6%

169 J.SOARES & FILHOS, LDA.

V. Nova de Poiares 1993

24

5.554.384,00 €

2.262.797,00 €

252.824,00 €

-212.095,00 €

4,6%

-9,4%

170 NEVES & BANDEIRA, LDA.

Coimbra

1978

27

5.550.799,00 €

4.928.532,00 €

-3.071,00 €

-111.055,00 €

-0,1%

-2,3%

171 VIEIRA CORDEIRO, S.A

Soure

2001

56

5.422.120,00 €

4.731.809,00 €

-151.324,00 €

97.520,00 €

-2,8%

2,1%

172 RIO STATE - EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A.

Coimbra

2003

4

5.389.763,00 €

3.208.283,00 €

2.735,00 €

9.823,00 €

0,1%

0,3%

173 CAMPILUSA - ARTIGOS DE CAMP. MOVEIS JARDIM, LDA.

Coimbra

1991

9

5.389.629,00 €

5.089.273,00 €

226.059,00 €

85.527,00 €

4,2%

1,7%

174 TRANSACTOR, LOGISTICA - TRANSP. E SERVIÇOS, LDA

Figueira da Foz

1996

12

5.388.388,00 €

175 EUROCASH 2 - CASH AND CARRY, LDA.

Cantanhede

1996

10

5.360.689,00 €

5.148.744,00 €

107.855,00 €

91.605,00 €

1,7% 93.534,00 €

2,0%

1,8%


1000Maiores

N.º

NOME

176 SUPERTABUA-SUPERMERCADOS, LDA.

30 DE NOVEMBRO DE 2011 WWW.DIARIOCOIMBRA.PT

CONCELHO

Tábua

DATA CONST.

N.º EMP.

VOLUME NEGÓCIOS 2010

VOLUME NEGÓCIOS 2009

RESULTADO LÍQUIDO 2010

RESULTADO LÍQUIDO 2009

RENT. VEN. 2010

29

RENT. VEN. 2009

1995

33

5.354.412,00 €

6.004.819,00 €

97.233,00 €

90.458,00 €

1,8%

1,5%

177 ARMAR - ARMAZENS REUNIDOS DE MAT. CONSTRUÇÃO, LDA Coimbra

1972

28

5.306.940,00 €

5.546.673,00 €

-92.025,00 €

-23.005,00 €

-1,7%

-0,4%

178 ANTONIO SIMÕES LOPES,SUCRS.,LDA.

Lousã

1920

6

5.288.748,00 €

5.100.534,00 €

13.027,00 €

16.429,00 €

0,2%

0,3%

179 NATURAR, SA

Montemor-o-Velho 1992

120

5.260.106,00 €

8.649.858,00 €

-3.500.516,00 €

-4.512.904,00 €

-66,5%

-52,2%

180 ARMAZENS DE MERCEARIA A. MONTEIRO, S.A.

Oliveira do Hospital 1966

31

5.224.677,00 €

5.223.547,00 €

-19.330,00 €

-81.181,00 €

-0,4%

-1,6%

181 CANTOLIVA-PREPAR. E CONS. PROD. HORTICOLAS, LDA.

Cantanhede

1997

43

5.218.035,00 €

5.441.316,00 €

110.749,00 €

105.448,00 €

2,1%

1,9%

182 GAZMONDEGO - DISTRIBUIDORES DE COMBUSTÍVEIS, LDA

Montemor-o-Velho 1992

24

5.194.100,00 €

3.243.531,00 €

85.490,00 €

160.577,00 €

1,6%

5,0%

183 PASSE PARTOUT VIAGENS E TURISMO, LDA.

Coimbra

1993

10

5.186.077,00 €

4.716.867,00 €

32.101,00 €

27.062,00 €

0,6%

0,6%

184 DOMINGOS GOIS SIMÕES & FILHOS, LDA.

Condeixa-a-Nova

1985

95

5.185.221,00 €

4.506.918,00 €

33.509,00 €

106.152,00 €

0,6%

2,4%

185 IRMÃOS LOURO, LDA.

Cantanhede

1954

32

5.184.110,00 €

4.846.971,00 €

87.957,00 €

110.433,00 €

1,7%

2,3%

186 EÓLICA DO ESPIGÃO, S.A.

Miranda do Corvo 2008

5.182.770,00 €

1.667.454,00 €

1.343.501,00 €

865.552,00 €

25,9%

51,9%

187 ERTECNA - EMPRESA DE REVESTIMENTOS TECNICOS, LDA.

Figueira da Foz

1989

35

5.136.623,00 €

5.169.007,00 €

2.803,00 €

2.437,00 €

0,1%

0,0%

188 CADIMARTE-CONSTRUÇÕES, LDA.

Cantanhede

1989

66

5.096.886,00 €

4.282.606,00 €

234.939,00 €

17.513,00 €

4,6%

0,4%

189 AUTO ABAST. COMBUSTIVEIS DE SANTOS & PRATAS, LDA.

Soure

1985

12

5.065.252,00 €

4.262.807,00 €

79.606,00 €

-166.032,00 €

1,6%

-3,9%

190 NOVAQUI - EQUIP. E MOBILIÁRIO DE CONFORTO, S.A

Tábua

1969

60

4.975.978,00 €

2.837.595,00 €

50.625,00 €

47.318,00 €

1,0%

1,7%

191 LUSIMAT II - MOVEIS, S.A

Cantanhede

2005

90

4.962.643,00 €

4.501.346,00 €

75.054,00 €

150.931,00 €

1,5%

3,4%

192 CENTRIPNEUS - CENTRO DE MANUTENÇÃO AUTO, S.A.

Coimbra

1997

15

4.950.549,00 €

6.561.816,00 €

-76.834,00 €

167.255,00 €

-1,6%

2,5%

193 IRMÃOSCOMBUSTIVEIS LDA

Oliveira do Hospital 2008

4

4.949.339,00 €

4.620.599,00 €

115.217,00 €

40.899,00 €

2,3%

0,9%

194 HOME PROVIDER - ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES, S.A.

Coimbra

2000

3

4.838.000,00 €

2.272.750,00 €

94.033,00 €

255.325,00 €

1,9%

11,2%

195 FRICAR-COMÉRCIO E INDÚSTRIA DE PEIXE,LDA.

Coimbra

1987

28

4.834.303,00 €

5.075.940,00 €

2.598,00 €

3.747,00 €

0,1%

0,1%

196 CARLOS ALBERTO DA FONSECA NETO, LDA.

Cantanhede

1996

22

4.791.985,00 €

3.906.384,00 €

135.714,00 €

111.744,00 €

2,8%

2,9%

197 ESPECTRO SISTEMAS INFORMAÇÃO, S.A.

Coimbra

1993

22

4.765.876,00 €

3.636.601,00 €

215.686,00 €

76.223,00 €

4,5%

2,1%

198 EUROTABUA, S.A.

Tábua

1994

35

4.727.964,00 €

3.735.169,00 €

92.897,00 €

40.702,00 €

2,0%

1,1%

199 GUILHERME GONÇALVES CORREIA & FILHOS, LDA.

Figueira da Foz

1973

48

4.726.102,00 €

3.401.935,00 €

18.871,00 €

20.519,00 €

0,4%

0,6% 11,4%

200 CENTROQUIMICA - SOC. PROD. QUIMICOS DO CENTRO, LDA. Coimbra

1987

23

4.686.142,00 €

4.531.067,00 €

156.836,00 €

516.580,00 €

3,3%

201 VITOR MANUEL FACHADA PAPIZES, LDA.

Coimbra

2001

26

4.683.783,00 €

4.538.814,00 €

88.874,00 €

66.615,00 €

1,9%

1,5%

202 NUTRIMPOR-IMPORTAÇÃO E NUTRIÇÃO, LDA.

Coimbra

1999

56

4.681.822,00 €

4.846.851,00 €

27.137,00 €

11.113,00 €

0,6%

0,2%

203 CARBAND AUTOMÓVEIS, LDA

V. Nova de Poiares 2001

5

4.666.551,00 €

4.321.945,00 €

12.095,00 €

21.610,00 €

0,3%

0,5%

204 OPERTRANS II POR - DISTRIBUIÇÃO TERRESTRE, LDA

Condeixa-a-Nova

2008

84

4.665.173,00 €

3.622.616,00 €

20.128,00 €

3.455,00 €

0,4%

0,1%

205 DISPAN - DIST. CONIMB. MAT.-PRIMAS P/PANIFICAÇÃO LDA.

V. Nova de Poiares 1973

16

4.624.103,00 €

4.694.400,00 €

44.443,00 €

36.081,00 €

1,0%

0,8%

206 UNITEFI - INDÚSTRIAS TÊXTEIS DA FIGUEIRA, S.A.

Figueira da Foz

1970

173

4.616.803,00 €

4.952.487,00 €

11.860,00 €

95.993,00 €

0,3%

1,9%

207 CRISTALMAX - INDÚSTRIA DE VIDROS, S.A.

Cantanhede

1994

58

4.591.821,00 €

4.840.131,00 €

147.389,00 €

299.747,00 €

3,2%

6,2%

208 AMC - REPRESENTAÇÕES TÊXTEIS, LDA.

Coimbra

1989

98

4.580.471,00 €

5.224.011,00 €

-38.020,00 €

22.963,00 €

-0,8%

0,4%

209 CONSTRUÇÕES IRMÃOS PERES, S.A.

Oliveira do Hospital 1998

25

4.545.268,00 €

4.272.004,00 €

37.848,00 €

26.515,00 €

0,8%

0,6%

210 ESPAÇO RENAMOTORES - COM-E VEÍC. AUTOMÓVEIS S.A.

Coimbra

1984

19

4.537.102,00 €

2.929.241,00 €

135.495,00 €

-107.707,00 €

3,0%

-3,7%

211 CWJ - COMPONENTES, S.A.

Figueira da Foz

1998

47

4.507.144,00 €

212 UNIOESTE - REPRESENTAÇÕES DE BEBIDAS, LDA.

Montemor-o-Velho 1993

22

4.496.387,00 €

2.861.586,00 €

12.716,00 €

8.807,00 €

0,3%

213 REI & REI, LDA.

Cantanhede

1992

3

4.485.912,00 €

3.473.022,00 €

113.041,00 €

93.103,00 €

2,5%

2,7%

214 CALDEIRA & CALDEIRA, LDA.

Figueira da Foz

1976

16

4.457.482,00 €

2.798.851,00 €

125.074,00 €

139.218,00 €

2,8%

5,0%

215 PASCOAIS (IRMÃOS), LDA.

Cantanhede

1954

27

4.457.094,00 €

4.113.217,00 €

17.388,00 €

22.302,00 €

0,4%

0,5%

216 RUI & DINORA, LDA.

Góis

2004

18

4.416.574,00 €

3.984.891,00 €

12.512,00 €

-14.339,00 €

0,3%

-0,4%

439.332,00 €

9,7% 0,3%

217 EDIÇÕES ALMEDINA, S.A

Coimbra

1982

37

4.409.028,00 €

4.704.183,00 €

107.488,00 €

97.599,00 €

2,4%

2,1%

218 HAUT DE GAMME - MESTRES EM MOBILIÁRIO, S.A

Mira

1998

38

4.375.364,00 €

3.704.613,00 €

354.339,00 €

110.334,00 €

8,1%

3,0%

219 MANUEL SILVA PEREIRA, LDA

Penacova

2006

22

4.373.745,00 €

2.815.278,00 €

334.919,00 €

340.428,00 €

7,7%

12,1%

220 M. N. CARVALHO & CA, LDA.

V. Nova de Poiares 1980

22

4.357.476,00 €

4.131.329,00 €

194.530,00 €

90.430,00 €

4,5%

2,2%

221 LINEVE - MAT. CONSTRUÇÃO, MAQ. FERRAMENTAS, LDA

Montemor-o-Velho 1999

15

4.314.872,00 €

3.305.301,00 €

31.145,00 €

33.086,00 €

0,7%

1,0%

222 DISTRIARGANIL-SUPERMERCADOS, LDA.

Arganil

2008

32

4.314.248,00 €

4.189.208,00 €

81.311,00 €

133.184,00 €

1,9%

3,2%

223 SOC. CONSTRUÇÕES JOAQUIM ROSA & FILHOS, LDA.

Coimbra

1992

5

4.314.000,00 €

1.949.000,00 €

196.285,00 €

-150.961,00 €

4,5%

-7,7%

224 CINOV - INDÚSTRIA E COMÉRCIO, S.A.

Coimbra

1977

14

4.275.766,00 €

5.142.258,00 €

69.353,00 €

45.980,00 €

1,6%

0,9%

225 WIT - SOFTWARE-CONS. E SOFT. PARA INTERNET MÓVEL, SA Coimbra

43,5%

2000

61

4.261.056,00 €

4.001.336,00 €

762.641,00 €

1.741.853,00 €

17,9%

226 JOAQUIM FERNANDES MARQUES & FILHO, S.A.

Oliveira do Hospital 2000

36

4.247.765,00 €

3.726.799,00 €

313.173,00 €

276.295,00 €

7,4%

7,4%

227 COIMBRA EDITORA, S.A.

Coimbra

1920

51

4.242.367,00 €

4.339.461,00 €

-75.473,00 €

500.684,00 €

-1,8%

11,5%

228 VALE & TEIXEIRA, LDA.

Coimbra

1967

13

4.233.000,00 €

4.419.623,00 €

105.889,00 €

74.532,00 €

2,5%

1,7%

229 ARNAUT & FILHOS, LDA.

Miranda do Corvo 1993

26

4.209.374,00 €

3.485.251,00 €

123.028,00 €

103.795,00 €

2,9%

3,0%

230 ASF - SOC. SERVIÇOS DE VIGILANCIA E ALARMES, LDA.

Coimbra

318

4.206.354,00 €

4.070.200,00 €

4.564,00 €

5.250,00 €

0,1%

0,1%

1992


30

DiáriodeCoimbra

30 DE NOVEMBRO DE 2011 WWW.DIARIOCOIMBRA.PT

RANKING N.º

NOME

CONCELHO

DATA CONST.

N.º EMP.

VOLUME NEGÓCIOS 2010

VOLUME NEGÓCIOS 2009

RESULTADO LÍQUIDO 2010

RESULTADO LÍQUIDO 2009

RENT. VEN. 2010

RENT. VEN. 2009

231 CARLOS GIL - OBRAS PÚB., CONS. CIVIL MONT. ELÉC., LDA

Lousã

1999

68

4.199.564,00 €

4.580.642,00 €

21.541,00 €

25.189,00 €

0,5%

0,5%

232 ANTÓNIO MARIA VELOSO & CIA., S.A

Oliveira do Hospital 1974

23

4.177.116,00 €

3.953.902,00 €

87.399,00 €

-27.507,00 €

2,1%

-0,7%

233 LUPABIOLOGICA - LABORATÓRIOS COSMÉTICA, S.A

Figueira da Foz

41

4.172.343,00 €

3.685.001,00 €

290.815,00 €

388.360,00 €

7,0%

10,5%

1977

234 INDÚSTRIA DE CARNES DA GÂNDARA, LDA

Figueira da Foz

1995

29

4.170.185,00 €

3.791.729,00 €

33.772,00 €

35.035,00 €

0,8%

0,9%

235 LITOFISH, LDA

Figueira da Foz

2006

15

4.151.631,00 €

3.406.970,00 €

135.502,00 €

121.883,00 €

3,3%

3,6%

236 DIATON - CENTRO DE TOMOGRAFIA COMPUTORIZADA, S.A.

Coimbra

1980

31

4.119.279,00 €

4.638.901,00 €

-193.488,00 €

62.582,00 €

-4,7%

1,3%

237 JOSÉ TAVARES & FILHOS, LDA

Coimbra

1975

47

4.117.821,00 €

3.683.073,00 €

38.806,00 €

37.605,00 €

0,9%

1,0%

238 CARLOS NUNES & IRMÃOS - FRIO IND. E COMERCIAL, LDA.

Condeixa-a-Nova

1999

37

4.073.625,00 €

3.560.074,00 €

64.600,00 €

47.650,00 €

1,6%

1,3%

239 PORTEPIM-SOCIEDADE DE REPRESENTAÇÕES, S.A.

Coimbra

1989

10

4.054.253,00 €

3.841.614,00 €

244.986,00 €

319.200,00 €

6,0%

8,3%

240 ANTÓNIO J.C. DUARTE, UNIPESSOAL LDA

Arganil

2007

3

4.037.575,00 €

3.506.196,00 €

-1.915.250,00 €

-8.156,00 €

-47,4%

-0,2%

241 SIMÕES & RODRIGUES, LDA.

Penela

1992

38

4.026.935,00 €

3.079.017,00 €

414.846,00 €

202.082,00 €

10,3%

6,6%

242 LRP - BRITAS DO CENTRO, S.A

Condeixa-a-Nova

1995

49

4.011.911,00 €

5.158.276,00 €

71.699,00 €

106.183,00 €

1,8%

2,1%

243 SODIVEIRA-SUPERMERCADOS, LDA.

Oliveira do Hospital 1995

37

3.954.163,00 €

4.547.868,00 €

-275.092,00 €

-31.402,00 €

-7,0%

-0,7%

244 SOCIEDADE DE TRANSPORTES POIARENSE, LDA.

V. Nova de Poiares 1948

49

3.946.779,00 €

3.811.873,00 €

108.511,00 €

206.279,00 €

2,7%

5,4%

245 VALENTE & NETO, LDA.

Cantanhede

1998

4

3.903.049,00 €

3.624.033,00 €

9.111,00 €

5.577,00 €

0,2%

0,2%

246 SISTCLIMA-SIST. CLIMATIZAÇÃO E AUTOMAÇÃO, LDA.

Coimbra

1998

22

3.894.222,00 €

3.377.023,00 €

236.913,00 €

260.793,00 €

6,1%

7,7%

247 MACOIMBRA - MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO, S.A

Coimbra

1984

17

3.889.481,00 €

3.359.529,00 €

19.246,00 €

19.714,00 €

0,5%

0,6%

248 GAUDENCIO, ALMEIDA & CUNHA, LDA.

Coimbra

1993

10

3.886.902,00 €

3.290.360,00 €

-58.940,00 €

41.011,00 €

-1,5%

1,2%

249 SUBSONIZA, LDA.

Figueira da Foz

2006

8

3.882.545,00 €

3.076.326,00 €

3.708,00 €

1.222,00 €

0,1%

0,0%

250 ISA - INTELLIGENT SENSING ANYWHERE, S.A.

Coimbra

1990

76

3.876.076,00 €

4.081.718,00 €

48.782,00 €

34.095,00 €

1,3%

0,8%

251 INSTITUTO EDUCATIVO DE SOUSELAS, LDA

Coimbra

1991

90

3.868.991,00 €

3.706.316,00 €

224.487,00 €

247.577,00 €

5,8%

6,7%

252 FERNANDO LAMEIRA - FRUTAS E TRANSPORTES, LDA

Coimbra

1989

7

3.843.547,00 €

2.822.909,00 €

105.580,00 €

45.765,00 €

2,7%

1,6%

253 RECICOM - RECICLAGEM E SERVIÇOS, LDA

Figueira da Foz

1995

88

3.838.650,00 €

2.933.255,00 €

114.851,00 €

55.053,00 €

3,0%

1,9%

254 COMOCEL-CONSTRUTORA MODERNA DO CENTRO, LDA.

Coimbra

1978

10

3.804.938,00 €

179.000,00 €

675.076,00 €

-6.679,00 €

17,7%

-3,7%

255 MONTAEL - MAT. CONSTRUÇÃO E REPRESENTAÇÕES, S.A

Coimbra

1974

26

3.801.505,00 €

3.364.802,00 €

50.011,00 €

38.027,00 €

1,3%

1,1%

256 LEONEL & COUTINHO, LDA.

Coimbra

1979

60

3.780.865,00 €

3.630.930,00 €

-633.817,00 €

-374.845,00 €

-16,8%

-10,3%

257 G.C. - GRAFICA DE COIMBRA LDA

Coimbra

1987

69

3.775.161,00 €

3.983.893,00 €

-364.667,00 €

-290.819,00 €

-9,7%

-7,3%

258 SUPERMOTO - COMERCIO DE MAQUINAS E VEICULOS, S.A.

Cantanhede

1993

23

3.763.704,00 €

3.008.723,00 €

30.488,00 €

20.577,00 €

0,8%

0,7%

259 PASCOAL & PASCOAL, CONSTRUÇÕES, LDA

Coimbra

1988

5

3.721.500,00 €

755.000,00 €

-208.967,00 €

16.600,00 €

-5,6%

2,2%

260 FARMÁCIA SÃO JOSÉ, LDA.

Coimbra

1997

20

3.707.167,00 €

3.465.094,00 €

314.216,00 €

335.092,00 €

8,5%

9,7%

261 LITORAL COELHO - ABATE E COM. DE COELHO, S.A.

Cantanhede

2004

26

3.689.254,00 €

4.081.326,00 €

43.082,00 €

-164.286,00 €

1,2%

-4,0%

262 FOZ BRICO - SOC. DISTRIBUÇÃO DE BRICOLAGE LDA

Figueira da Foz

2003

21

3.666.863,00 €

3.438.622,00 €

220.025,00 €

218.033,00 €

6,0%

6,3%

263 SILVAGAS, LDA

V. Nova de Poiares 1986

13

3.634.097,00 €

3.526.900,00 €

69.649,00 €

-12.834,00 €

1,9%

-0,4%

264 JTP 2 - CONSTRUÇÃO E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS LDA

Figueira da Foz

2000

139

3.629.448,00 €

2.923.917,00 €

33.730,00 €

35.640,00 €

0,9%

1,2%

265 SERRIALU-SERRALHARIA CIVIL, LDA.

V. Nova de Poiares 1997

56

3.622.273,00 €

2.288.685,00 €

118.892,00 €

93.344,00 €

3,3%

4,1%

266 TRANSPORTES GAMEIRO, S.A.

Figueira da Foz

1968

47

3.611.079,00 €

3.960.011,00 €

-434.899,00 €

-438.621,00 €

-12,0%

-11,1%

267 ESTAÇÃO DE SERVIÇO A PARAGEM, LDA.

Tábua

1987

11

3.552.843,00 €

3.702.978,00 €

-13.821,00 €

9.955,00 €

-0,4%

0,3%

268 ONDACENTRO - COMERCIO AUTOMOVEL,S.A

Coimbra

1991

9

3.538.960,00 €

3.868.006,00 €

48.502,00 €

5.833,00 €

1,4%

0,2%

269 BRIOPUL - SOC. OBRAS PÚBLICAS E PRIVADAS, LDA

Coimbra

1994

41

3.526.675,00 €

2.508.073,00 €

45.511,00 €

2.055,00 €

1,3%

0,1%

270 PETROFOZ - GESTÃO DE AREAS DE SERVIÇO, LDA.

Figueira da Foz

1992

4

3.511.713,00 €

3.277.685,00 €

17.477,00 €

9.512,00 €

0,5%

0,3%

271 PAVICER - PAVIMENTOS CERÂMICOS, LDA.

Tábua

1967

29

3.468.385,00 €

4.079.601,00 €

109.777,00 €

130.722,00 €

3,2%

3,2%

272 OPERFOZ - OPER. PORTO DA FIGUEIRA DA FOZ, LDA.

Figueira da Foz

1983

16

3.453.329,00 €

2.737.046,00 €

166.200,00 €

76.154,00 €

4,8%

2,8%

273 EMPRESA DE PESCA S.JACINTO, S.A.

Coimbra

1936

47

3.446.701,00 €

2.887.228,00 €

219.991,00 €

848.797,00 €

6,4%

29,4%

274 CATARINOS - ALIMENTAÇÃO ESPECIALIZADA, LDA

Coimbra

1988

19

3.398.541,00 €

3.447.154,00 €

42.046,00 €

81.707,00 €

1,2%

2,4%

275 CARLOS FILENO, LDA

Coimbra

2001

13

3.384.045,00 €

3.377.704,00 €

3.150,00 €

7.150,00 €

0,1%

0,2%

276 NOVA GAMA GOURMET - INDÚSTRIA ALIMENTAR, S.A.

Coimbra

1983

81

3.383.150,00 €

3.440.296,00 €

28.726,00 €

30.823,00 €

0,8%

0,9%

277 SVP - AUTO SOCIEDADE DE VENDA DE PEÇAS, LDA

Coimbra

1987

54

3.377.645,00 €

3.333.942,00 €

28.493,00 €

61.302,00 €

0,8%

1,8%

278 TRANSPORTES FERRÃO & MARTINS, LDA.

Arganil

1988

32

3.371.654,00 €

2.765.628,00 €

26.477,00 €

15.354,00 €

0,8%

0,6%

279 TRANSNIZA - SOCIEDADE DE TRANSPORTES, LDA.

Figueira da Foz

1968

39

3.368.685,00 €

2.294.552,00 €

20.336,00 €

17.112,00 €

0,6%

0,7%

280 OLIVEIRALIMENTAR, LDA.

Oliveira do Hospital 1992

5

3.364.539,00 €

3.312.093,00 €

26.563,00 €

19.324,00 €

0,8%

0,6%

281 TRANSPORTES AUGUSTO GOMES DIAS, LDA.

Montemor-o-Velho 1993

9

3.331.517,00 €

407.836,00 €

11.420,00 €

16.100,00 €

0,3%

3,9%

282 ASTROPOR - ACT. COMERCIAIS REPRESENTAÇÕES, LDA.

V. Nova de Poiares 1989

12

3.297.397,00 €

3.296.570,00 €

74.002,00 €

113.827,00 €

2,2%

3,5%

283 JULIO DE OLIVEIRA & CIA., LDA.

Cantanhede

1974

6

3.292.549,00 €

2.918.033,00 €

47.705,00 €

33.112,00 €

1,4%

1,1%

284 RESIMADEIRAS RESINAS MADEIRAS, LDA.

Arganil

1981

12

3.281.327,00 €

2.359.462,00 €

59.708,00 €

30.522,00 €

1,8%

1,3%

285 FIMARTEL - INDUSTRIAL ELÉCTRICA DE COIMBRA, LDA.

Coimbra

1970

28

3.280.804,00 €

3.555.745,00 €

142.720,00 €

152.625,00 €

4,4%

4,3%


1000Maiores

N.º

NOME

30 DE NOVEMBRO DE 2011 WWW.DIARIOCOIMBRA.PT

CONCELHO

DATA CONST.

N.º EMP.

VOLUME NEGÓCIOS 2010

VOLUME NEGÓCIOS 2009

RESULTADO LÍQUIDO 2010

31

RESULTADO LÍQUIDO 2009

RENT. VEN. 2010

RENT. VEN. 2009

34,1%

286 VESUVIANA - INVEST. IMOBILIARIOS E TURISTICOS, S.A.

Figueira da Foz

1999

3.273.075,00 €

1.700.650,00 €

249.400,00 €

579.700,00 €

7,6%

287 MANUEL SILVA BATATA & FILHOS, LDA.

Figueira da Foz

2002

182

3.243.536,00 €

2.860.564,00 €

9.152,00 €

35.065,00 €

0,3%

1,2%

288 VIUVA BORRALHO & FILHOS, LDA.

Mira

1974

10

3.228.038,00 €

2.438.870,00 €

11.760,00 €

-6.775,00 €

0,4%

-0,3%

289 LABORATÓRIO AEMINIUM, LDA.

Coimbra

1955

35

3.222.727,00 €

3.292.035,00 €

350.276,00 €

506.101,00 €

10,9%

15,4%

290 PERFUME ARTE - COM. ARTIGOS COSM. CENTRO, LDA.

Soure

1988

19

3.188.673,00 €

1.971.126,00 €

93.840,00 €

50.325,00 €

2,9%

2,6%

291 FERNANDO AZENHA & FILHO, LDA.

Figueira da Foz

1992

6

3.179.788,00 €

2.889.320,00 €

77.275,00 €

100.456,00 €

2,4%

3,5%

292 PUCHE LDA

V. Nova de Poiares 2003

6

3.178.272,00 €

2.614.548,00 €

144.337,00 €

74.063,00 €

4,5%

2,8%

293 MOISES CORREIA DE OLIVEIRA-GEST. E INOV. TRANSP., LDA. Montemor-o-Velho 1997

73

3.174.726,00 €

2.791.204,00 €

88.477,00 €

2.231,00 €

2,8%

0,1%

294 PEREIRA & CRUZ, LDA

Cantanhede

1999

9

3.156.426,00 €

2.395.540,00 €

12.263,00 €

2.112,00 €

0,4%

0,1%

295 ERNESTO ALVES PINTO & CIA., LDA

Oliveira do Hospital 1972

41

3.153.002,00 €

2.042.229,00 €

9.332,00 €

710,00 €

0,3%

0,0%

296 GCE. - LIVRARIAS, S.A.

Coimbra

56

3.149.582,00 €

1.681.353,00 €

-407.330,00 €

10.353,00 €

-12,9%

0,6%

297 CHAMAGAS - CENTRAL DISTRIBUIDORA DE GAS, LDA.

Coimbra

1967

18

3.149.038,00 €

3.164.949,00 €

17.526,00 €

20.909,00 €

0,6%

0,7%

298 IDESEC - INST. DESENVOLVIMENTO EDUC. DO CENTRO, LDA Coimbra

1996

108

3.137.710,00 €

3.180.030,00 €

247.185,00 €

282.621,00 €

7,9%

8,9%

1941

299 LAB. DE ANALISES CLINICAS JOSE MANUEL CHAU, S.A.

Coimbra

1979

47

3.134.727,00 €

2.477.209,00 €

349.497,00 €

278.533,00 €

11,1%

11,2%

300 NUTRIVA - DISTRIBUIÇÃO ALIMENTAR, LDA

Coimbra

2008

34

3.128.571,00 €

4.011.950,00 €

6.844,00 €

22.009,00 €

0,2%

0,5%

301 VIDEIRA & FILHOS, LDA

Coimbra

2003

11

3.128.265,00 €

3.784.929,00 €

111.348,00 €

159.681,00 €

3,6%

4,2%

302 CLÍNICA DE MONTES CLAROS LDA

Coimbra

1952

42

3.119.889,00 €

3.323.619,00 €

717.790,00 €

28.235,00 €

23,0%

0,8%

303 MORGADOS & CA, LDA.

Arganil

1979

13

3.118.386,00 €

3.309.851,00 €

-72.920,00 €

-162.496,00 €

-2,3%

-4,9%

304 VIGIASONDAS LDA

Figueira da Foz

2009

10

3.107.571,00 €

1.958.442,00 €

-25.957,00 €

-69.872,00 €

-0,8%

-3,6%

305 MARTHAS & CIA, S.A.

Coimbra

1919

30

3.103.601,00 €

3.529.960,00 €

34.138,00 €

23.889,00 €

1,1%

0,7%

306 HEALTHINVEST COIMBRA-EXP. DE HEALTH CLUBS, S.A.

Coimbra

2005

18

3.098.183,00 €

2.977.765,00 €

238.025,00 €

-279.838,00 €

7,7%

-9,4%

307 EÓLICA DAS SERRAS DAS BEIRAS, S.A.

Arganil

2009

359.163,00 €

-35.612,00 €

11,8%

308 PEREIRA, MONTEIRO & ALMEIDA, LDA.

Oliveira do Hospital 1993

309 ARGOCONSTRUTORA - CONSTRUÇÃO CIVIL, LDA.

Arganil

1988

3.051.270,00 € 8

3.038.261,00 €

2.128.529,00 €

51.917,00 €

48.326,00 €

1,7%

2,3%

32

3.027.418,00 €

4.327.405,00 €

74.839,00 €

-38.921,00 €

2,5%

-0,9%

310 MONTEIRO & FRESCO, LDA.

Coimbra

1963

39

3.022.793,00 €

3.147.145,00 €

-23.226,00 €

8.039,00 €

-0,8%

0,3%

311 IMACENTRO - CLÍNICA DE IMAGIOLOGIA MÉD. CENTRO, S.A.

Coimbra

1988

13

3.022.367,00 €

3.187.382,00 €

299.116,00 €

-76.850,00 €

9,9%

-2,4%

312 SOLANUM-COM.,IMP. EXP. PRODUTOS ALIMENTARES, LDA.

Mira

1991

23

2.986.863,00 €

3.052.578,00 €

13.252,00 €

44.417,00 €

0,4%

1,5%

313 OPERBRAVO, LDA

Figueira da Foz

2007

8

2.981.097,00 €

3.064.998,00 €

-8.044,00 €

-27.575,00 €

-0,3%

-0,9%

314 PETROGIR-COMBUSTIVEIS E LUBRIFICANTES, LDA.

Coimbra

1998

7

2.977.879,00 €

2.828.521,00 €

7.044,00 €

8.505,00 €

0,2%

0,3%

315 BRITOS - ACESSÓRIOS DE FARMÁCIA, LDA.

Coimbra

1988

10

2.967.561,00 €

3.074.836,00 €

147.401,00 €

176.047,00 €

5,0%

5,7%

316 LUFTHAFEN, S.A.

Coimbra

2005

8

2.966.292,00 €

1.644.396,00 €

145.685,00 €

147.499,00 €

4,9%

9,0%

317 PICLIMA, PROJ. E INSTALAÇÕES DE CLIMATIZAÇÃO, LDA

Miranda do Corvo 2005

33

2.935.182,00 €

1.074.479,00 €

252.325,00 €

51.185,00 €

8,6%

4,8%

318 QUINTA DAS LÁGRIMAS, SOC. IMOBILIÁRIA E DE CONST., S.A. Coimbra

1990

62

2.931.582,00 €

2.982.762,00 €

-762.298,00 €

-702.418,00 €

-26,0%

-23,5%

319 CENTRO DESENVOL. EDUCATIVO DE CANTANHEDE, LDA.

Cantanhede

1994

70

2.918.579,00 €

2.275.471,00 €

86.718,00 €

-144.629,00 €

3,0%

-6,4%

320 FIG - INDÚSTRIAS GRÁFICAS, SA.

Coimbra

1982

1

2.907.290,00 €

3.181.716,00 €

64.375,00 €

64.784,00 €

2,2%

2,0%

321 EQUIPAN - COM. PRODUTOS INDUSTRIA ALIMENTAR, LDA

Coimbra

1989

22

2.904.091,00 €

2.813.084,00 €

25.386,00 €

33.909,00 €

0,9%

1,2%

322 SUPERPOIARES - SUPERMERCADOS LDA

V. Nova de Poiares 1995

21

2.903.398,00 €

2.704.369,00 €

-1,5%

323 VILA GALÉ COIMBRA - INVEST. TURÍST. IMOBILIÁRIOS, S.A.

Coimbra

2007

49

2.890.878,00 €

324 ESTRELA DO VENTO - SOCIEDADE IMOBILIARIA, S.A.

Condeixa-a-Nova

2000

3

2.890.347,00 €

325 FRUTIBAIRRADA-COMERCIO DE FRUTA E LEGUMES, LDA.

Coimbra

1998

12

2.889.787,00 €

2.508.342,00 €

326 SOLUMBURGUER - REFEIÇÕES RAPIDAS, LDA

Coimbra

1999

62

2.888.090,00 €

2.674.071,00 €

327 REGIVIR-TRABALHO TEMPOR. E FORM. DE PESSOAL, LDA.

Figueira da Foz

1984

9

2.886.652,00 €

3.020.150,00 €

6.729,00 €

328 SILVA & GRADE, LDA.

Lousã

1979

11

2.880.464,00 €

2.951.442,00 €

167.429,00 €

329 J. J. HERMINIOS, LDA.

Cantanhede

1997

8

2.877.468,00 €

2.570.135,00 €

17.308,00 €

24.420,00 €

0,6%

1,0%

330 TRANSPORTES A. MONTEIRO DA SILVA, LDA.

V. Nova de Poiares 1968

33

2.869.403,00 €

2.529.108,00 €

234.636,00 €

250.542,00 €

8,2%

9,9%

331 AUTOGARSILVA, LDA

Miranda do Corvo 2006

17

2.855.965,00 €

2.505.229,00 €

101.649,00 €

25.064,00 €

3,6%

1,0%

332 DIÁRIO DE COIMBRA, LDA.

Coimbra

1941

13

2.848.527,00 €

2.958.253,00 €

11.375,00 €

10.748,00 €

0,4%

0,4%

333 PAULINO & RODRIGUES, LDA.

Cantanhede

1987

15

2.832.976,00 €

2.859.546,00 €

159.906,00 €

256.295,00 €

5,6%

9,0%

334 BARREIROS & VILAS, LDA.

Coimbra

1971

20

2.821.803,00 €

2.807.841,00 €

-76.417,00 €

-10.083,00 €

-2,7%

-0,4%

335 CH BUSINESS CONSULTING S.A.

Coimbra

1997

29

2.796.746,00 €

1.303.608,00 €

555.030,00 €

186.903,00 €

19,8%

14,3%

336 FÁBRICA DE RADIADORES DO ALVA, LDA.

Arganil

1988

35

2.777.729,00 €

3.758.581,00 €

142.813,00 €

99.259,00 €

5,1%

2,6%

337 SILVEIRINHO - MADEIRAS E AUTOMÓVEIS, LDA

Penacova

1993

12

2.767.916,00 €

2.107.103,00 €

69.807,00 €

28.056,00 €

2,5%

1,3%

338 SALSICHARIA SOARES & DAMIÃO, LDA.

Arganil

1986

46

2.758.625,00 €

3.139.565,00 €

4.417,00 €

16.045,00 €

0,2%

0,5%

339 TRANSP. RODOVIARIOS DE MERCADORIAS DE AGUIEIRA, S.A. Penacova

1985

46

2.753.216,00 €

2.760.823,00 €

-182.172,00 €

27.999,00 €

-6,6%

1,0%

340 TRANSPORTES DE MERCADORIAS DA SERRA DO SICÓ, LDA. Soure

1992

12

2.745.186,00 €

2.880.871,00 €

-17.825,00 €

84.333,00 €

-0,6%

2,9%

1.241,00 €

-39.530,00 €

0,0%

-682.166,00 €

-129.619,00 €

-23,6%

309.841,00 €

-3.817,00 €

10,7%

40.472,00 €

18.954,00 €

1,4%

0,8%

235.359,00 €

195.327,00 €

8,1%

7,3%

-66.223,00 €

0,2%

-2,2%

280.645,00 €

5,8%

9,5%


32

DiáriodeCoimbra

30 DE NOVEMBRO DE 2011 WWW.DIARIOCOIMBRA.PT

RANKING N.º

NOME

CONCELHO

DATA CONST.

N.º EMP.

VOLUME NEGÓCIOS 2010

VOLUME NEGÓCIOS 2009

RESULTADO LÍQUIDO 2010

RESULTADO LÍQUIDO 2009

RENT. VEN. 2010

RENT. VEN. 2009

341 POUPANÇA INTELIGENTE - LDA

Tábua

2008

18

2.741.490,00 €

686.920,00 €

45.377,00 €

-35.969,00 €

1,7%

-5,2%

342 COIMPACK - EMBALAGENS, LDA

Coimbra

1991

43

2.724.541,00 €

2.908.082,00 €

37.191,00 €

32.290,00 €

1,4%

1,1%

343 VEIGA LOPES, LDA.

Coimbra

1993

18

2.723.644,00 €

1.788.785,00 €

34.176,00 €

38.347,00 €

1,3%

2,1%

344 SILVAS, S.A.

Figueira da Foz

1979

66

2.708.165,00 €

2.425.033,00 €

60.815,00 €

144.606,00 €

2,2%

6,0%

345 NUTRIVA BERLYS - PRODUTOS ALIMENTARES, LDA

Coimbra

2010

34

2.663.672,00 €

346 MEGAFLUXO - COM. EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS, LDA

Coimbra

2001

11

2.654.318,00 €

2.350.112,00 €

248.090,00 €

221.795,00 €

9,3%

9,4%

347 ZX PHARM - COM. PROD. FARMACÊUTICOS, UNIP., LDA.

Cantanhede

2007

6

2.651.425,00 €

1.736.496,00 €

4.193,00 €

3.380,00 €

0,2%

0,2%

348 HOMAR - INSTALAÇÕES TÉCNICAS EM EDIFÍCIOS, LDA.

Montemor-o-Velho 1989

24

2.638.285,00 €

2.131.307,00 €

215.463,00 €

136.526,00 €

8,2%

6,4%

349 FERNANDES & HENRIQUES, LDA.

Penacova

1989

9

2.606.393,00 €

2.393.317,00 €

-99.728,00 €

6.009,00 €

-3,8%

0,3%

350 BETA VIAGENS & TURISMO, LDA.

Coimbra

1992

7

2.599.668,00 €

1.986.738,00 €

-18.466,00 €

-904,00 €

-0,7%

0,0%

351 JOSÉ DE ALMEIDA GOMES & FILHOS, LDA.

Coimbra

2001

13

2.593.222,00 €

2.689.103,00 €

49.998,00 €

125.150,00 €

1,9%

4,7%

352 PACOCAL - POSTO ABAST. COMBUSTIVEIS DA CATRAIA LDA

Oliveira do Hospital 1973

11

2.576.541,00 €

2.462.979,00 €

20.398,00 €

16.313,00 €

0,8%

0,7%

353 BR-COMBUSTIVEIS E LUBRIFIC. MEALHADA,UNIP., LDA.

Cantanhede

1997

12

2.570.069,00 €

1.429.795,00 €

29.516,00 €

15.353,00 €

1,1%

1,1%

354 SALSICHARIA BEIRA-SERRA, LDA.

Oliveira do Hospital 1990

12

2.549.831,00 €

2.400.673,00 €

228.221,00 €

273.961,00 €

9,0%

11,4%

355 PEL - PARQUE EÓLICO DA LOUSÃ, LDA

Penela

2.545.593,00 €

2.541.899,00 €

731.702,00 €

107.291,00 €

28,7%

4,2%

356 LUBRICENTRO DOIS-COM. COMBUS. AUTOMOVEIS, LDA

Montemor-o-Velho 1992

8

2.545.252,00 €

2.424.078,00 €

4.866,00 €

9.879,00 €

0,2%

0,4%

357 FARMACIA SAUDE, LDA.

Figueira da Foz

1994

13

2.525.665,00 €

2.517.335,00 €

23.275,00 €

57.000,00 €

0,9%

2,3%

358 PARQUE EOLICO DE MALHADAS - GOIS, S.A.

Pamp. da Serra

1999

2.519.754,00 €

2.512.711,00 €

562.405,00 €

527.945,00 €

22,3%

21,0%

359 VAB - VEÍCULOS AUTOMÓVEIS DAS BEIRAS, S.A

Oliveira do Hospital 1994

17

2.517.990,00 €

2.467.004,00 €

141.804,00 €

30.956,00 €

5,6%

1,3%

360 LIVRARIA ARNADO, LDA.

Coimbra

24

2.512.822,00 €

2.113.177,00 €

1.327.890,00 €

1.120.608,00 €

52,8%

53,0%

361 EZEQUIEL PANÃO JORGE, LDA.

Coimbra

1983

13

2.509.556,00 €

2.538.179,00 €

74.945,00 €

9.189,00 €

3,0%

0,4%

362 BOTICA HOMEOPATICA CHOI - PROD. ALIM.DIETETICOS, LDA. Coimbra

1991

22

2.495.384,00 €

2.075.721,00 €

236.149,00 €

47.517,00 €

9,5%

2,3%

2002

1966

-130.419,00 €

-4,9%

363 FORTCLIMA - INSTALAÇÕES MECÂNICAS, LDA.

Cantanhede

1997

32

2.481.740,00 €

2.213.399,00 €

21.174,00 €

30.343,00 €

0,9%

1,4%

364 CNCA FARMÁCIAS, LDA.

Coimbra

2008

15

2.462.951,00 €

2.433.541,00 €

59.732,00 €

-64.926,00 €

2,4%

-2,7%

365 GRAÇA CARVALHO & JOSÉ, LDA.

Miranda do Corvo 2003

24

2.453.702,00 €

1.714.438,00 €

8.658,00 €

45.873,00 €

0,4%

2,7%

366 PROPYRO-PRODUTOS PIROTECNICOS, LDA.

Cantanhede

5

2.441.229,00 €

2.536.849,00 €

150.052,00 €

217.800,00 €

6,1%

8,6%

1998

367 SERQUEIJOS PIMENTA, FAB. QUEIJOS DO RABAÇAL, LDA.

Penela

1985

21

2.440.511,00 €

2.423.818,00 €

29.486,00 €

40.713,00 €

1,2%

1,7%

368 TRANSPORTES MORTAGUENSE, LDA.

Penacova

1997

21

2.437.285,00 €

1.979.649,00 €

35.847,00 €

13.374,00 €

1,5%

0,7% 10,7%

369 BBF-TECNOLOGIAS DO AMBIENTE,LDA

Coimbra

1982

14

2.426.784,00 €

2.186.620,00 €

49.006,00 €

234.519,00 €

2,0%

370 ABEL DINIS O. SANTOS, LDA.

Cantanhede

1985

7

2.419.617,00 €

2.515.490,00 €

40.441,00 €

23.391,00 €

1,7%

0,9%

371 NUTRAGEST, LDA

Coimbra

1998

7

2.416.093,00 €

355.246,00 €

6.329,00 €

2.767,00 €

0,3%

0,8%

372 TRANSFRAGA-TRANSP. MERCADORIAS, LDA.

V. Nova de Poiares 1994

28

2.415.652,00 €

2.378.196,00 €

14.305,00 €

71.326,00 €

0,6%

3,0%

373 NBK IBERIA TERRACOTA ARQUITECTÓNICA, UNIPESSOAL LDA Figueira da Foz

2007

27

2.415.526,00 €

7.270.776,00 €

-1.148.313,00 €

417.799,00 €

-47,5%

5,7%

374 FERROALVA - FERR. E MAT. CONSTRUÇÃO DO ALVA, LDA

Penacova

1993

9

2.398.111,00 €

1.532.388,00 €

7.499,00 €

-16.005,00 €

0,3%

-1,0%

375 J. CARDOSO & FILHOS, LDA.

Figueira da Foz

1976

16

2.383.215,00 €

2.596.470,00 €

61.175,00 €

76.784,00 €

2,6%

3,0%

376 PROPOSTA DO DIA, LDA.

Cantanhede

2007

12

2.382.936,00 €

1.825.017,00 €

48.395,00 €

35.700,00 €

2,0%

2,0%

377 FARMÁCIA ISABEL FOLHAS, UNIPESSOAL, LDA.

Coimbra

2005

10

2.380.472,00 €

2.159.518,00 €

217.934,00 €

184.987,00 €

9,2%

8,6%

378 MSC - SOCIEDADE DE EQUIPAMENTOS E VEICULOS, S.A

Cantanhede

1988

7

2.376.708,00 €

2.685.606,00 €

-48.408,00 €

11.625,00 €

-2,0%

0,4%

379 FRIAS & TELES GONÇALVES, LDA.

Coimbra

1960

11

2.365.927,00 €

2.046.437,00 €

44.700,00 €

100.314,00 €

1,9%

4,9%

380 CLÍNICA OFTALMOLOGICA JOAQUIM MIRA, LDA

Coimbra

1997

9

2.359.931,00 €

2.698.968,00 €

901.678,00 €

1.187.989,00 €

38,2%

44,0%

381 SVIAS, LDA

Coimbra

2008

25

2.355.574,00 €

1.766.247,00 €

1.872,00 €

7.138,00 €

0,1%

0,4%

2.318.007,00 €

3,7%

382 LOPES, RODRIGUES & SOUSA, LDA.

Coimbra

1964

31

2.348.262,00 €

383 MOURA & SANTOS, LDA

Condeixa-a-Nova

2009

60

2.337.516,00 €

384 CLARA FORTUNATO-SOCIEDADE UNIPESSOAL, LDA.

V. Nova de Poiares 2003

12

2.335.807,00 €

385 AGENCIA MARITIMA EUROFOZ, LDA.

Figueira da Foz

1973

4

2.326.723,00 €

386 A.P.A - IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO, LDA.

Figueira da Foz

1988

14

2.325.042,00 €

1.126.696,00 €

35.701,00 €

40.672,00 €

1,5%

3,6%

1990

26

2.317.658,00 €

3.793.010,00 €

-479.904,00 €

161.514,00 €

-20,7%

4,3%

388 TRANSOLIVEIRA - TRANSPORTES DE MERCADORIAS, LDA.

Oliveira do Hospital 1991

32

2.310.481,00 €

2.359.262,00 €

24.414,00 €

80.967,00 €

1,1%

3,4%

389 MARIA INÁCIA CHAVES TELES GRILO, UNIPESSOAL, LDA.

Figueira da Foz

2005

9

2.288.757,00 €

2.198.434,00 €

94.302,00 €

8.653,00 €

4,1%

0,4%

390 GRANDE CONHECEDOR - UNIPESSOAL, LDA

Miranda do Corvo 2009

12

2.285.504,00 €

1.033.854,00 €

4.202,00 €

27.295,00 €

0,2%

2,6%

391 TEIXEIRAMAR, COMÉRCIO DE PEIXE LDA

Figueira da Foz

2008

9

2.278.563,00 €

2.796.452,00 €

17.871,00 €

18.723,00 €

0,8%

0,7%

392 BRASÃO DE LA ESPADA - DESIGN, PROD. COM. MOB.,S.A.

Mira

1985

39

2.247.077,00 €

1.451.334,00 €

8.015,00 €

9.422,00 €

0,4%

0,6%

393 COMBO & GORGULHO, LDA

Condeixa-a-Nova

2002

44

2.244.995,00 €

4.674.475,00 €

-198.795,00 €

289.702,00 €

-8,9%

6,2%

387 CATARINO - MOBILIÁRIO E DECORAÇÃO DE INTERIORES, S.A Cantanhede

41.995,00 €

86.205,00 €

1,8%

33.952,00 €

-51.206,00 €

1,5%

2.275.035,00 €

273.833,00 €

226.033,00 €

11,7%

9,9%

1.803.912,00 €

56.025,00 €

25.593,00 €

2,4%

1,4%

394 EMPRESA FIGUEIRENSE DE PESCA, LDA.

Figueira da Foz

1934

36

2.238.950,00 €

3.676.691,00 €

-31.224,00 €

3.959,00 €

-1,4%

0,1%

395 JULIO SIMÕES, LDA

Cantanhede

1990

32

2.232.397,00 €

2.087.041,00 €

66.620,00 €

58.974,00 €

3,0%

2,8%


1000Maiores

N.º

NOME

30 DE NOVEMBRO DE 2011 WWW.DIARIOCOIMBRA.PT

CONCELHO

DATA CONST.

N.º EMP.

VOLUME NEGÓCIOS 2010

VOLUME NEGÓCIOS 2009

RESULTADO LÍQUIDO 2010

RESULTADO LÍQUIDO 2009

RENT. VEN. 2010

33

RENT. VEN. 2009

396 AZENHA & GONÇALVES, LDA.

Figueira da Foz

1995

4

2.225.993,00 €

1.949.618,00 €

6.860,00 €

5.025,00 €

0,3%

0,3%

397 CONSTRUÇÕES ALBERTO VASCO, S.A.

Lousã

1977

37

2.219.808,00 €

3.836.339,00 €

-103.593,00 €

137.674,00 €

-4,7%

3,6%

398 NOVAPERCAMPO, LDA

Montemor-o-Velho 2008

10

2.216.333,00 €

1.543.822,00 €

339,00 €

8.645,00 €

0,0%

0,6%

399 HIGIMARTO, IND. COM. PRODUTOS DE HIG. LIMPEZA, LDA.

Coimbra

1999

13

2.204.591,00 €

2.082.697,00 €

252.180,00 €

262.430,00 €

11,4%

12,6%

400 FERNANDO DE OLIVEIRA INOCÊNCIO, UNIPESSOAL LDA

Mira

2001

6

2.201.520,00 €

1.916.641,00 €

79.299,00 €

87.559,00 €

3,6%

4,6%

401 KUBOLINE - SOCIEDADE DE INVEST. IMOBILIÁRIOS, LDA.

Cantanhede

2009

5

2.201.100,00 €

156.122,00 €

-2.707,00 €

7,1%

402 OFTALTEC, INSTR. CIRÚRGICOS DE QUALIDADE, LDA.

Coimbra

1994

10

2.190.330,00 €

2.440.917,00 €

303.550,00 €

289.374,00 €

13,9%

11,9%

403 SILVINA & ROMEU, LDA.

Coimbra

1978

24

2.184.707,00 €

2.259.598,00 €

30.676,00 €

32.502,00 €

1,4%

1,4%

404 MINICASH - COMERCIO PRODUTOS ALIMENTARES, LDA

Pamp. da Serra

2000

10

2.161.357,00 €

2.203.923,00 €

3.132,00 €

9.024,00 €

0,1%

0,4%

405 BFT-COM. AUTOMATISMOS E DE MAT. SEGURANÇA S.A.

Coimbra

1993

10

2.158.122,00 €

2.105.723,00 €

137.822,00 €

168.858,00 €

6,4%

8,0%

406 SIRMAF-SOC. IND. RECONST. MAQ.-FERRAMENTAS, LDA.

Coimbra

1989

28

2.151.041,00 €

1.893.215,00 €

61.710,00 €

-25.124,00 €

2,9%

-1,3%

407 INPLENITUS, ARQUITECTURA E SOLUÇÕES, UNIP., LDA

Coimbra

2003

38

2.149.651,00 €

2.109.623,00 €

233.045,00 €

68.046,00 €

10,8%

3,2%

408 VASCO FIGUEIREDO, LDA.

Soure

2002

6

2.127.493,00 €

1.908.910,00 €

41.809,00 €

46.854,00 €

2,0%

2,5%

409 CONDUCTOR MANUTENÇÃO E SERVIÇOS, LDA

Figueira da Foz

1991

55

2.120.815,00 €

1.859.478,00 €

44.443,00 €

-144.152,00 €

2,1%

-7,8%

410 ISS PEST CONTROL - SOC. DESINFECÇÃO E DESINFEST. LDA Coimbra

1987

58

2.118.997,00 €

1.887.320,00 €

306.315,00 €

190.257,00 €

14,5%

10,1%

411 MOBIPEOPLE TECNOLOGIA E INOVACÃO LDA

Coimbra

2008

37

2.113.611,00 €

1.023.521,00 €

7.170,00 €

30.734,00 €

0,3%

3,0%

412 J. SILVAS & CIA, LDA.

V. Nova de Poiares 1981

17

2.108.643,00 €

2.126.784,00 €

30.599,00 €

116.180,00 €

1,5%

5,5%

413 MARIA MURTA - FARMÁCIA, S.A.

Figueira da Foz

2004

10

2.106.521,00 €

2.167.329,00 €

21.748,00 €

92.897,00 €

1,0%

4,3%

414 VICIOS URBANOS - REPRESENTAÇÕES E COMÉRCIO, LDA.

Coimbra

1993

13

2.101.783,00 €

1.461.012,00 €

32.580,00 €

22.823,00 €

1,6%

1,6%

415 CENTRAL COMERCIAL - COM. SERV. ASSISTENCIA AUTO, LDA. Coimbra

1992

8

2.099.743,00 €

2.353.223,00 €

-63.303,00 €

-68.927,00 €

-3,0%

-2,9%

416 QUINTA DO CELÃO, UNIPESSOAL LDA

Coimbra

2005

45

2.098.162,00 €

1.621.705,00 €

-19.284,00 €

15.164,00 €

-0,9%

0,9%

417 FASTER - PRODUTOS ALIMENTARES, LDA.

Lousã

1997

22

2.090.564,00 €

2.106.576,00 €

79.942,00 €

78.417,00 €

3,8%

3,7%

418 MACODAL - COM. TRANSP. MATERIAIS DE CONST., LDA.

Figueira da Foz

1989

16

2.083.510,00 €

1.955.104,00 €

157.831,00 €

118.321,00 €

7,6%

6,1%

419 FARMACIA CRUZ, UNIPESSOAL, LDA.

Cantanhede

1984

10

2.081.241,00 €

1.985.268,00 €

96.232,00 €

88.702,00 €

4,6%

4,5%

420 TRANSPORTES JOÃO CARLOS ROSA, LDA.

Cantanhede

1998

15

2.070.282,00 €

1.003.537,00 €

10.357,00 €

21.491,00 €

0,5%

2,1%

421 TRANSFRESCO - TRANSPORTES DE MERCADORIAS, LDA.

Coimbra

1992

34

2.061.276,00 €

1.919.228,00 €

-2.383,00 €

18.807,00 €

-0,1%

1,0%

422 INTERTOOLS - COM. MÁQUINAS E FERRAMENTAS, LDA

Coimbra

2004

13

2.060.068,00 €

1.907.943,00 €

63.812,00 €

148.269,00 €

3,1%

7,8%

423 PREDIALMARKET 2 CONST. COMPRA E VENDA DE IMÓV., LDA. Coimbra

1998

5

2.057.599,00 €

937.408,00 €

35.926,00 €

-92.879,00 €

1,7%

-9,9%

424 ADEMIAUTO - COMÉRCIO INTERNACIONAL, LDA

Coimbra

1997

6

2.050.975,00 €

1.929.680,00 €

37.017,00 €

14.621,00 €

1,8%

0,8%

425 LITOGRAFIA COIMBRA, S.A.

Coimbra

1937

36

2.040.326,00 €

2.044.023,00 €

123.198,00 €

83.277,00 €

6,0%

4,1%

426 TRANSPORTES MARGINAL DO MONDEGO, LDA.

Penacova

2001

15

2.034.649,00 €

1.106.432,00 €

162.996,00 €

-12.395,00 €

8,0%

-1,1%

427 PR’HOTEL-EQUIPAMENTOS HOTELEIROS, LDA.

Coimbra

1996

17

2.029.284,00 €

1.945.285,00 €

65.159,00 €

35.416,00 €

3,2%

1,8%

428 COSTA & FIGUEIREDO, LDA.

Figueira da Foz

1992

18

2.029.045,00 €

2.068.322,00 €

-33.458,00 €

-32.631,00 €

-1,6%

-1,6%

429 SOTINAR-SOC. REPRESENTAÇÕES DE TINTAS, LDA.

Coimbra

1984

14

2.027.910,00 €

1.864.665,00 €

59.758,00 €

61.596,00 €

2,9%

3,3%

430 CIPROS-COMERCIO E IND. PRODUTOS DE SEGURANÇA, LDA. Figueira da Foz

1997

20

2.021.599,00 €

2.035.950,00 €

12.302,00 €

17.504,00 €

0,6%

0,9%

431 OPENLIMITS - BUSINESS SOLUTIONS, LDA

1995

17

2.021.161,00 €

865.038,00 €

87.297,00 €

22.953,00 €

4,3%

2,7% 19,6%

Condeixa-a-Nova

432 LEITE & LEITE - MICROCIRURGIA OCULAR, LDA

Coimbra

1999

20

2.018.743,00 €

1.838.362,00 €

479.816,00 €

360.462,00 €

23,8%

433 BRICOCANTANHEDE - SOC. DISTRIB. BRICOLAGE, LDA

Cantanhede

2006

15

2.014.770,00 €

1.933.880,00 €

50.184,00 €

45.774,00 €

2,5%

2,4%

434 ARMINDO DE FREITAS CARREGADO, LDA.

Soure

1982

27

2.012.565,00 €

1.810.012,00 €

3.657,00 €

-82.280,00 €

0,2%

-4,5%

435 TELOMIR-DISTRIBUIÇÃO DE GÁS, LDA.

Lousã

1985

11

2.009.816,00 €

1.754.492,00 €

143.705,00 €

49.849,00 €

7,2%

2,8%

436 PETROCOJA - COMBÚSTIVEIS E SERVIÇOS, LDA.

Arganil

1994

9

2.006.858,00 €

1.886.273,00 €

-18.320,00 €

-461,00 €

-0,9%

0,0%

437 METALCENTRO - CONSTRUÇÕES METALOMECANICAS, LDA.

Cantanhede

1982

68

2.005.696,00 €

1.560.857,00 €

48.061,00 €

6.860,00 €

2,4%

0,4%

438 PRISNOV - IND. QUADROS ELÉC. AUTOMATISMOS LDA

Coimbra

1999

11

2.003.603,00 €

1.901.494,00 €

34.692,00 €

20.317,00 €

1,7%

1,1%

439 EMPRESA CERÂMICA DA CARRIÇA, S.A.

Arganil

1924

54

2.002.634,00 €

2.344.992,00 €

-886.445,00 €

-446.885,00 €

-44,3%

-19,1%

440 HÉLDER DOMINGUES FÉLIX - SOCIEDADE UNIPESSOAL LDA. Penela

2005

9

2.002.365,00 €

1.770.789,00 €

153.364,00 €

91.239,00 €

7,7%

5,2%

441 ANTONIO CARVALHO, UNIPESSOAL, LDA.

Coimbra

2001

9

1.989.652,00 €

1.773.994,00 €

17.415,00 €

18.726,00 €

0,9%

1,1%

442 CONSTRUÇÕES, CORREIA & MARQUES, LDA

Miranda do Corvo 1986

13

1.989.219,00 €

3.439.520,00 €

196.011,00 €

396.381,00 €

9,9%

11,5%

443 SOMISIS-SOC. DE MANUT. SISTEMAS INDUSTRIAIS, LDA.

Figueira da Foz

1993

34

1.986.406,00 €

2.026.506,00 €

45.224,00 €

174.638,00 €

2,3%

8,6%

444 CIGARWORLD, LDA

Coimbra

1998

12

1.974.861,00 €

1.877.527,00 €

28.270,00 €

31.572,00 €

1,4%

1,7%

445 JARRY - COM. COMP. ACESSÓRIOS PARA IND. MOLDES, LDA. Coimbra

1997

7

1.968.057,00 €

1.753.920,00 €

59.437,00 €

67.000,00 €

3,0%

3,8%

446 PNEUS RECTA DO NORTE, LDA.

Cantanhede

1992

10

1.961.889,00 €

2.098.395,00 €

17.521,00 €

11.363,00 €

0,9%

0,5%

447 SABIR-HOTEIS, LDA

Figueira da Foz

1978

50

1.959.385,00 €

1.593.371,00 €

-50.640,00 €

-118.616,00 €

-2,6%

-7,4%

448 AQUITRAL-COMÉRCIO DE COMBUSTÍVEIS, LDA.

Montemor-o-Velho 1998

4

1.956.048,00 €

1.539.456,00 €

25.041,00 €

28.345,00 €

1,3%

1,8%

449 SILVA & CARMO, LDA.

Montemor-o-Velho 1978

21

1.955.584,00 €

1.691.186,00 €

1.399,00 €

2.111,00 €

0,1%

0,1%

450 FARMÁCIA GONÇALVES , SOC.UNIPESSOAL,LDA

Oliveira do Hospital 1998

9

1.955.529,00 €

2.134.135,00 €

22.748,00 €

72.851,00 €

1,2%

3,4%


34

DiáriodeCoimbra

30 DE NOVEMBRO DE 2011 WWW.DIARIOCOIMBRA.PT

RANKING N.º

NOME

CONCELHO

DATA CONST.

N.º EMP.

VOLUME NEGÓCIOS 2010

VOLUME NEGÓCIOS 2009

RESULTADO LÍQUIDO 2010

RESULTADO LÍQUIDO 2009

RENT. VEN. 2010

RENT. VEN. 2009

451 FARMÁCIA FERREIRA, UNIPESSOAL, LDA.

Condeixa-a-Nova

2002

10

1.953.077,00 €

1.857.266,00 €

1.066.648,00 €

7.629,00 €

54,6%

0,4%

452 PREDICENTRO - PREDIAL DO CENTRO, LDA.

Coimbra

1981

15

1.939.837,00 €

959.738,00 €

17.387,00 €

-221.388,00 €

0,9%

-23,1%

453 IRMÃOS LOPES & CARDOSO, LDA.

Oliveira do Hospital 1992

48

1.931.961,00 €

1.970.482,00 €

104.879,00 €

1.608,00 €

5,4%

0,1%

454 SOL ALVA - MECANICA DE PRECISÃO, S.A.

Arganil

1997

40

1.927.856,00 €

1.532.050,00 €

3.106,00 €

-338.929,00 €

0,2%

-22,1%

455 ACONTROL - AUTOMAÇÃO E CONTROLE INDUSTRIAL, LDA.

Coimbra

1990

26

1.919.413,00 €

1.757.949,00 €

35.144,00 €

39.600,00 €

1,8%

2,3%

456 TIBÉRIO CABRAL, HERDEIROS, LDA

Oliveira do Hospital 1978

8

1.908.833,00 €

1.565.932,00 €

150,00 €

17.412,00 €

0,0%

1,1%

457 SILVA TOME,IRMÃOS, LDA.

Figueira da Foz

2000

6

1.908.147,00 €

1.796.607,00 €

38.205,00 €

59.623,00 €

2,0%

3,3%

458 MY DARA INTERNATIONAL, LDA

Lousã

1996

18

1.905.004,00 €

1.886.748,00 €

160.135,00 €

166.914,00 €

8,4%

8,8%

459 PREDIBAND, PREDIAL BANDEIRAS, LDA.

Coimbra

1991

14

1.898.309,00 €

598.338,00 €

233.060,00 €

3.192,00 €

12,3%

0,5%

460 CIVIFRAN, CONSTRUÇÕES, LDA.

Oliveira do Hospital 2001

29

1.897.404,00 €

1.530.019,00 €

1,9%

461 UNITED RESINS - PRODUÇÃO DE RESINAS S.A

Figueira da Foz

30

1.895.838,00 €

462 COIMBRA APARTHOTEL, S.A.

Coimbra

1995

30

1.894.900,00 €

1.917.482,00 €

28.802,00 €

53.809,00 €

1,5%

2,8%

463 CEDAP-CENTRO DE DIAG. ANATOMO-PATOLOGICO, LDA.

Coimbra

1999

14

1.893.942,00 €

1.919.349,00 €

434.440,00 €

563.399,00 €

22,9%

29,4%

464 ROSETE-CONSTRUÇÕES, LDA.

Cantanhede

1999

20

1.890.303,00 €

1.555.420,00 €

40.705,00 €

24.120,00 €

2,2%

1,6%

465 IRMÃOS PAIS ALVES LDA

Figueira da Foz

1998

11

1.884.242,00 €

2.062.848,00 €

2.147,00 €

-20.216,00 €

0,1%

-1,0%

2008

59.584,00 €

29.332,00 €

3,1%

-1.027.583,00 €

-83.195,00 €

-54,2%

466 SOJORMÉDIA BEIRAS, S.A.

Coimbra

2008

14

1.882.695,00 €

2.192.467,00 €

-656.416,00 €

-293.722,00 €

-34,9%

-13,4%

467 ELIZABETE ALVES LOPES BAPTISTA, UNIPESSOAL, LDA

Coimbra

1998

5

1.881.290,00 €

1.840.451,00 €

209.358,00 €

151.354,00 €

11,1%

8,2%

468 CENTROPACK - COMÉRCIO DE EMBALAGENS, LDA.

Coimbra

2002

15

1.874.803,00 €

1.554.310,00 €

-8.902,00 €

152.909,00 €

-0,5%

9,8%

469 SOCIEDADE INDUSTRIAL DUARTES, LDA.

Cantanhede

1962

26

1.868.325,00 €

1.559.698,00 €

84.755,00 €

69.978,00 €

4,5%

4,5%

470 GIL & PEDROSA, LDA.

Figueira da Foz

1981

27

1.866.382,00 €

1.421.456,00 €

9.012,00 €

1.062,00 €

0,5%

0,1%

471 MXDTRADE - IMP., EXPORTAÇÃO, DISTRIB. E COM., LDA

Coimbra

2007

7

1.865.993,00 €

1.213.851,00 €

78.667,00 €

30.050,00 €

4,2%

2,5%

472 IPOR - CONSTRUÇÕES M.S.PORTELA, LDA.

Figueira da Foz

1988

7

1.845.000,00 €

1.357.000,00 €

-891.054,00 €

-490.926,00 €

-48,3%

-36,2%

473 JOSE ALEXANDRE DE NEVES FIGUEIREDO, LDA.

Oliveira do Hospital 1999

2

1.836.327,00 €

1.612.518,00 €

10.148,00 €

34.998,00 €

0,6%

2,2%

474 DOM MIRA, LDA

Mira

2006

44

1.836.253,00 €

2.064.667,00 €

54.742,00 €

184.891,00 €

3,0%

9,0%

475 COSTA FERREIRA & CIA, LDA

Arganil

1954

34

1.835.324,00 €

1.575.696,00 €

7.204,00 €

-87.572,00 €

0,4%

-5,6%

476 SILCOPINTA-SOC. CONSTRUÇÕES, UNIPESSOAL, LDA.

Coimbra

1989

29

1.832.833,00 €

2.318.300,00 €

6.938,00 €

62.262,00 €

0,4%

2,7%

477 FARMACIA ANTUNES UNIPESSOAL, LDA

Miranda do Corvo 2005

5

1.828.756,00 €

1.934.231,00 €

288.910,00 €

256.672,00 €

15,8%

13,3%

478 MÁRIO CUNHA & CUNHA, LDA

Lousã

1996

31

1.824.004,00 €

5.340.146,00 €

3.054,00 €

1.008.954,00 €

0,2%

18,9%

479 IN TOCHA IN HOTELARIA, LDA.

Cantanhede

2005

18

1.819.441,00 €

1.592.499,00 €

80.039,00 €

-100.454,00 €

4,4%

-6,3%

480 ANTONIO BORGES TRAVASSOS, LDA.

Arganil

1972

8

1.816.214,00 €

1.594.231,00 €

19.097,00 €

13.786,00 €

1,1%

0,9%

481 MANUEL LOURENÇO GONÇALVES, LDA.

Coimbra

1977

17

1.816.001,00 €

2.403.255,00 €

8.056,00 €

2.718,00 €

0,4%

0,1%

482 PNEUS DO OCEANO - COM. PNEUS E ACESSÓRIOS, LDA.

Coimbra

2003

3

1.815.955,00 €

191.872,00 €

16.578,00 €

-21.170,00 €

0,9%

-11,0%

483 UNITRACTORES - EQUIP. FLORESTAIS E INDUSTRIAIS, LDA.

V. Nova de Poiares 1977

14

1.812.555,00 €

1.401.959,00 €

16.494,00 €

12.638,00 €

0,9%

0,9%

484 VIOLETA CLARO - FARMÁCIA, LDA

Coimbra

2007

9

1.811.163,00 €

1.124.175,00 €

-507.000,00 €

-430.807,00 €

-28,0%

-38,3%

485 IDRAGAN - LDA

Coimbra

2007

22

1.808.951,00 €

1.412.033,00 €

67.461,00 €

7.500,00 €

3,7%

0,5%

486 LUCAS & FONSECA, LDA.

Coimbra

1981

10

1.803.621,00 €

1.647.249,00 €

23.496,00 €

48.169,00 €

1,3%

2,9%

487 BIM KEMI PORTUGAL - PRODUTOS QUÍMICOS, LDA.

Coimbra

2004

3

1.803.510,00 €

1.658.723,00 €

-76,00 €

-285,00 €

0,0%

0,0%

488 FRUTAS DO MONDEGO LDA

Coimbra

2008

7

1.789.367,00 €

1.382.578,00 €

78.971,00 €

67.137,00 €

4,4%

4,9%

489 IRALDISTRIBUIÇÃO-DIST., ASSISTENCIA E MONTAGENS, LDA. Oliveira do Hospital 1993

10

1.779.904,00 €

1.951.656,00 €

31.424,00 €

-36.016,00 €

1,8%

-1,8%

490 MONDEGOPEÇAS-COM. ACESS. AUTOMOVEIS, LDA.

Coimbra

1984

16

1.777.638,00 €

1.618.970,00 €

34.003,00 €

35.182,00 €

1,9%

2,2%

491 FLEXITEL - ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES, LDA

Coimbra

2004

40

1.776.417,00 €

1.976.057,00 €

20.429,00 €

-31.504,00 €

1,2%

-1,6%

492 LOGIDOC-EQUIP. ESCRITÓRIO E EDIÇÃO DE DOC., LDA.

Coimbra

1994

7

1.773.712,00 €

1.157.800,00 €

11.326,00 €

20.320,00 €

0,6%

1,8%

493 OPINIÃO POSITIVA - LDA

Tábua

2010

19

1.772.910,00 €

2.313,00 €

0,1%

494 CNP - COMBUSTIVEIS E LUBRIFICANTES, LDA.

Cantanhede

1998

6

1.768.212,00 €

1.081.359,00 €

5.273,00 €

-14.538,00 €

0,3%

-1,3%

495 CAVALEIRO & CIA, LDA.

Figueira da Foz

1988

21

1.767.010,00 €

2.488.791,00 €

133.465,00 €

134.238,00 €

7,6%

5,4%

496 HABITAFOZ - SOCIEDADE DE CONSTRUÇÃO , LDA.

Figueira da Foz

1987

9

1.762.000,00 €

-47.959,00 €

-24.731,00 €

-2,7%

497 SOCONGO-SOCIEDADE DE CONSTRUÇÕES GOUVEIA, LDA.

Oliveira do Hospital 1987

44

1.750.792,00 €

1.756.991,00 €

3.039,00 €

3.663,00 €

0,2%

498 G.C. - GRÁFICA DE COIMBRA 2 - PUBLICAÇÕES, LDA.

Coimbra

2002

9

1.749.662,00 €

1.568.150,00 €

43.103,00 €

16.096,00 €

2,5%

1,0%

499 MAQUITUDO - SOC. MAQUINAS E FERRAMENTAS, LDA

Figueira da Foz

1995

10

1.748.510,00 €

1.747.652,00 €

145.255,00 €

105.278,00 €

8,3%

6,0% -18,2%

0,2%

500 COMPRALAR - SOC. CONSTRUÇÕES E URBANIZAÇÕES, LDA. Coimbra

1983

6

1.747.228,00 €

1.626.630,00 €

-164.938,00 €

-296.016,00 €

-9,4%

501 RUI DOS LEITÕES-ACTIVIDADES HOTELEIRAS, LDA.

Coimbra

1998

21

1.736.694,00 €

1.563.313,00 €

56.060,00 €

85.589,00 €

3,2%

5,5%

502 QUIMIJUNO-PRODUTOS QUÍMICOS, LDA.

Coimbra

2005

2

1.733.235,00 €

1.305.899,00 €

105.305,00 €

98.819,00 €

6,1%

7,6%

503 INTERMANOS - COMERCIO INTERNACIONAL, LDA.

Coimbra

1997

6

1.732.923,00 €

1.513.488,00 €

14.335,00 €

15.297,00 €

0,8%

1,0%

504 ARTEOCEÂNICA - SOC.E PROMOÇÃO IMOBILIÁRIA, LDA.

Figueira da Foz

1952

1.732.000,00 €

777.755,00 €

7.779,00 €

40.108,00 €

0,4%

5,2%

505 PONIX, S.A.

Lousã

2007

5

1.730.769,00 €

719.378,00 €

1.364.251,00 €

1.323.871,00 €

78,8%

184,0%


1000Maiores

N.º

NOME

30 DE NOVEMBRO DE 2011 WWW.DIARIOCOIMBRA.PT

CONCELHO

DATA CONST.

N.º EMP.

VOLUME NEGÓCIOS 2010

VOLUME NEGÓCIOS 2009

RESULTADO LÍQUIDO 2010

RESULTADO LÍQUIDO 2009

RENT. VEN. 2010

35

RENT. VEN. 2009

506 SOMAFE - COMERCIO DE ARTIGOS PARA O LAR, LDA.

Figueira da Foz

1988

4

1.729.632,00 €

1.273.390,00 €

75.654,00 €

22.447,00 €

4,4%

1,8%

507 ALTYARTE-JOALHARIA, LDA.

Coimbra

1998

15

1.726.497,00 €

1.600.472,00 €

132.814,00 €

70.073,00 €

7,7%

4,4%

508 FACHAIMPER - PINTURAS DA CONSTRUÇÃO CIVIL, LDA

Figueira da Foz

2001

19

1.725.772,00 €

1.332.075,00 €

34.498,00 €

31.549,00 €

2,0%

2,4%

509 J. GUERRA, LDA.

Oliveira do Hospital 1970

50

1.723.432,00 €

1.762.959,00 €

-31.695,00 €

51.288,00 €

-1,8%

2,9%

510 PROPOSTA PRINCIPAL - SUPERMERCADOS LDA

Cantanhede

10

1.723.144,00 €

187.062,00 €

-1.462,00 €

-3.175,00 €

-0,1%

-1,7%

2009

511 SISFOZ - MONTAGENS ELECTRICAS, LDA.

Montemor-o-Velho 1991

16

1.722.845,00 €

1.390.183,00 €

-10.249,00 €

90.470,00 €

-0,6%

6,5%

512 AUTO-MECANICA TABUENSE, LDA

Tábua

1953

12

1.720.409,00 €

1.663.787,00 €

-10.178,00 €

11.425,00 €

-0,6%

0,7%

513 ISIDOVIAS - SINALIZAÇÃO RODOVIÁRIA, LDA.

Miranda do Corvo 2002

30

1.717.205,00 €

1.674.587,00 €

34.521,00 €

28.943,00 €

2,0%

1,7%

514 PETROLIVEIRA, SOCIEDADE UNIPESSOAL, LDA.

Figueira da Foz

2008

6

1.715.987,00 €

1.604.413,00 €

-2.605,00 €

24.739,00 €

-0,2%

1,5%

515 RCSOFT-DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE, LDA.

Coimbra

1993

25

1.715.764,00 €

1.687.556,00 €

119.555,00 €

179.422,00 €

7,0%

10,6%

516 PAULO AMARAL, UNIPESSOAL, LDA.

Oliveira do Hospital 1999

12

1.711.145,00 €

1.593.970,00 €

52.073,00 €

84.301,00 €

3,0%

5,3%

517 M.F.METALÚRGICA FIGUEIRENSE, LDA.

Figueira da Foz

1984

34

1.710.177,00 €

1.617.758,00 €

256.395,00 €

81.959,00 €

15,0%

5,1%

518 M.P. - PORTUGUESA, UNIPESSOAL LDA

Coimbra

2009

24.590,00 €

-686,00 €

1,4%

519 CCEL - CASA DAS CARNES DO ERVEDAL, LDA

Figueira da Foz

1984

17

1.698.835,00 €

1.542.552,00 €

103.938,00 €

55.606,00 €

6,1%

3,6%

520 TECNIMEÃS - ALUGUER DE MAQ. E EQUIPAMENTOS, LDA.

Montemor-o-Velho 1998

22

1.697.713,00 €

1.370.082,00 €

2.499,00 €

58.072,00 €

0,1%

4,2%

521 FARMÁCIA SECADES UNIPESSOAL LDA

Cantanhede

2008

10

1.694.799,00 €

1.641.368,00 €

59.737,00 €

81.769,00 €

3,5%

5,0%

522 ALVAMARISPEIXE-COMERCIO DE PEIXE, LDA.

Figueira da Foz

1996

9

1.693.984,00 €

1.567.479,00 €

7.264,00 €

6.908,00 €

0,4%

0,4%

523 FABRICA DE PASTELARIA E CONFEITARIA S. SILVESTRE, LDA Lousã

1.709.521,00 €

1990

55

1.688.774,00 €

1.569.816,00 €

11.480,00 €

24.402,00 €

0,7%

1,6%

524 FRUTAS AGOSTINHO CASEIRO, LDA

Oliveira do Hospital 2000

15

1.688.479,00 €

1.414.993,00 €

12.790,00 €

-7.581,00 €

0,8%

-0,5%

525 TRANSPORTES FERREIRA & OLIVEIRA, LDA.

Figueira da Foz

2003

22

1.687.349,00 €

1.376.791,00 €

-6.744,00 €

1.323,00 €

-0,4%

0,1%

526 ALUCENTREX - COMÉRCIO DE ALUMINIOS, LDA.

Coimbra

1999

9

1.685.215,00 €

1.589.721,00 €

105.568,00 €

119.037,00 €

6,3%

7,5%

527 TOREXTRANS-TRANSPORTES INTERNACIONAIS, LDA

Arganil

1997

17

1.684.979,00 €

1.689.356,00 €

-31.983,00 €

103.771,00 €

-1,9%

6,1%

528 MERCADO ABASTECEDOR DA REGIÃO DE COIMBRA, SA.

Coimbra

1992

13

1.684.812,00 €

1.810.287,00 €

393.518,00 €

114.978,00 €

23,4%

6,4%

529 QUINTA DA VARZEA, TURISMO, LDA.

Coimbra

1980

48

1.683.049,00 €

1.857.442,00 €

-39.876,00 €

29.375,00 €

-2,4%

1,6%

530 GOODPAN, LDA

Coimbra

2006

13

1.673.088,00 €

1.322.247,00 €

8.664,00 €

7.814,00 €

0,5%

0,6%

531 GENTIL & PEREIRA, AUTOMOVEIS, LDA.

Cantanhede

1988

5

1.671.723,00 €

1.663.569,00 €

9.250,00 €

5.094,00 €

0,6%

0,3%

532 JOALPLAS - INDUSTRIA DE PLASTICOS, LDA.

Miranda do Corvo 1987

17

1.670.176,00 €

1.411.295,00 €

92.816,00 €

77.137,00 €

5,6%

5,5%

533 EQUIPBAND - EQUIPAMENTOS E ASSISTÊNCIA, LDA.

V. Nova de Poiares 1977

16

1.668.149,00 €

3.815.688,00 €

13.585,00 €

274.057,00 €

0,8%

7,2%

534 ICMP - IND. COMERCIO DE MADEIRAS DE PORTUGAL, S.A.

Oliveira do Hospital 1984

42

1.665.911,00 €

1.685.448,00 €

158.896,00 €

41.876,00 €

9,5%

2,5%

535 EUROMADEIRA - EMP. MADEIRAS INDÚSTRIAIS, LDA.

Arganil

1973

32

1.664.468,00 €

1.531.779,00 €

58.607,00 €

-2.624,00 €

3,5%

-0,2%

536 FIBROCOIMBRA - COM. IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO, LDA.

Coimbra

1995

9

1.661.607,00 €

1.512.833,00 €

22.181,00 €

35.043,00 €

1,3%

2,3%

537 SOCORREIAS - MAT. CONST., AGUA E ELECTRICIDADE, LDA

Oliveira do Hospital 1975

47

1.658.592,00 €

1.565.011,00 €

-20.106,00 €

43.263,00 €

-1,2%

2,8%

538 PLACOCENTRO-GIL GONÇALVES MENDES, UNIPE.L, LDA

Cantanhede

2006

6

1.658.408,00 €

1.475.168,00 €

73.796,00 €

105.104,00 €

4,4%

7,1%

539 GOLDARCOS - RESTAURAÇÃO RAPIDA, LDA.

Figueira da Foz

1998

37

1.641.062,00 €

1.549.680,00 €

34.061,00 €

65.634,00 €

2,1%

4,2%

540 MICHAEL FOLKE WIBERG - IMPOR. E EXPOR., LDA

Figueira da Foz

1980

14

1.635.064,00 €

1.695.764,00 €

-47.219,00 €

112.428,00 €

-2,9%

6,6%

541 PAULA INÊS MOREIRA DINIS, UNIPESSOAL LDA

Arganil

2005

8

1.634.974,00 €

1.631.177,00 €

64.757,00 €

75.268,00 €

4,0%

4,6%

542 MONTALVO - PECUARIA E TURISMO, S.A.

Mira

1987

26

1.633.754,00 €

1.704.235,00 €

-744.614,00 €

-94.027,00 €

-45,6%

-5,5%

543 LOJAS GÓIS-COM. DE OURO, PRATAS E RELÓGIOS, LDA

Coimbra

1991

19

1.632.129,00 €

1.930.624,00 €

2.092,00 €

-77.736,00 €

0,1%

-4,0%

544 CRUZ OCULISTA, LDA.

Coimbra

2004

15

1.629.085,00 €

1.515.453,00 €

100.417,00 €

28.469,00 €

6,2%

1,9%

545 MARIO DE FREITAS-COM. FARMACEUTICO, LDA

Lousã

1980

11

1.625.560,00 €

1.928.813,00 €

4.936,00 €

22.737,00 €

0,3%

1,2%

546 LOUSANICOSMETICA-EMP. IND. COSMÉTICA E SABÕES, LDA. Lousã

1996

15

1.621.555,00 €

1.746.665,00 €

73.543,00 €

104.601,00 €

4,5%

6,0%

547 CORTITRANS - SOC. MADEIRAS E TRANSPORTES LDA

Penacova

2002

4

1.619.039,00 €

849.770,00 €

44.717,00 €

33.554,00 €

2,8%

3,9%

548 SALRIFARMA-PRODUTOS FARMACEUTICOS, LDA

Condeixa-a-Nova

1992

10

1.608.656,00 €

1.324.867,00 €

103.114,00 €

76.791,00 €

6,4%

5,8%

549 VALTER FERREIRA ARCANJO, LDA

Coimbra

2001

30

1.607.195,00 €

1.939.388,00 €

102.616,00 €

215.555,00 €

6,4%

11,1%

550 LUIS FILIPE FROTA VIEGAS DE CARVALHO UNIPESSOAL LDA

Cantanhede

2004

8

1.597.556,00 €

1.592.387,00 €

63.621,00 €

75.524,00 €

4,0%

4,7%

551 LOUZANPEL - TRANSFORMAÇÃO DE PAPEL DA LOUSÃ, LDA.

Lousã

1996

21

1.595.350,00 €

1.561.779,00 €

55.095,00 €

40.342,00 €

3,5%

2,6%

552 TRANSLAPACE TRANSPORTES. LDA

Oliveira do Hospital 2000

15

1.595.248,00 €

1.296.670,00 €

3.655,00 €

5.662,00 €

0,2%

0,4%

553 INTERGRAN - GRANITOS DO INTERIOR, LDA

Tábua

2000

14

1.590.946,00 €

1.633.464,00 €

26.691,00 €

64.104,00 €

1,7%

3,9%

554 SERRAÇÃO DE MAD. DE CESAR DE ALM. FIG. & FILHO, LDA.

Oliveira do Hospital 1995

28

1.587.401,00 €

1.104.349,00 €

50.794,00 €

15.414,00 €

3,2%

1,4%

555 COFRAFOZ - CONSTRUÇÃO CIVIL, LDA.

Figueira da Foz

1989

46

1.579.079,00 €

1.236.019,00 €

54.870,00 €

-59.724,00 €

3,5%

-4,8%

556 CONSTRUÇÕES ARMINDO OLIVEIRA, UNIPESSOAL, LDA.

Oliveira do Hospital 2001

62

1.571.706,00 €

1.412.409,00 €

75.658,00 €

-57.942,00 €

4,8%

-4,1%

557 CATARINO & MOREIRA, LDA

Montemor-o-Velho 1997

20

1.570.785,00 €

1.142.848,00 €

57.501,00 €

8.585,00 €

3,7%

0,8%

558 BARBOSA COIMBRA, S.A.

Penacova

1992

31

1.569.629,00 €

1.528.469,00 €

-324.340,00 €

-287.244,00 €

-20,7%

-18,8%

559 AGRO MONDEGO - REPRESENTAÇÕES AGRICOLAS, LDA.

Figueira da Foz

1978

12

1.568.592,00 €

1.754.368,00 €

16.604,00 €

4.853,00 €

1,1%

0,3%

560 JORGE & FILHOS, LDA.

Figueira da Foz

1981

8

1.568.000,00 €

2.348.000,00 €

177.808,00 €

155.419,00 €

11,3%

6,6%


36

DiáriodeCoimbra

30 DE NOVEMBRO DE 2011 WWW.DIARIOCOIMBRA.PT

RANKING N.º

NOME

CONCELHO

DATA CONST.

N.º EMP.

VOLUME NEGÓCIOS 2010

VOLUME NEGÓCIOS 2009

RESULTADO LÍQUIDO 2010

RESULTADO LÍQUIDO 2009

RENT. VEN. 2010

RENT. VEN. 2009

561 FARMACIA BARROS, UNIPESSOAL, LDA

Coimbra

2000

9

1.566.106,00 €

1.491.085,00 €

7.925,00 €

3.188,00 €

0,5%

0,2%

562 REACEL - RELOGIOS E ACESSORIOS, LDA.

Coimbra

1969

13

1.560.037,00 €

1.471.217,00 €

132.342,00 €

134.769,00 €

8,5%

9,2%

563 SIMÕES & CIA., LDA.

Condeixa-a-Nova

1982

12

1.558.751,00 €

1.643.990,00 €

-126.487,00 €

-50.848,00 €

-8,1%

-3,1%

564 LOOK BIKINI - INDUSTRIA DE CONFECÇÕES, LDA

Figueira da Foz

2005

41

1.557.843,00 €

1.360.558,00 €

78.284,00 €

37.791,00 €

5,0%

2,8%

565 CRUZ & CRUZ, LDA.

Soure

1981

24

1.556.355,00 €

1.700.983,00 €

226.961,00 €

345.236,00 €

14,6%

20,3%

566 SANTOS & FERNANDES - ARMAZÉM DE UTILI. PORLAR, LDA.

Coimbra

1987

11

1.552.544,00 €

1.496.790,00 €

71.140,00 €

92.199,00 €

4,6%

6,2%

567 JOSE FERREIRA & FILHO, LDA.

Figueira da Foz

1974

13

1.550.692,00 €

1.687.378,00 €

26.384,00 €

19.915,00 €

1,7%

1,2%

568 MICROPROJECTO-PROJECTOS E ENGENHARIA, LDA.

Figueira da Foz

1997

110

1.549.619,00 €

1.235.400,00 €

7.035,00 €

5.887,00 €

0,5%

0,5%

569 TRPG - TRANSPORTES & ARMAZENAGEM, LDA.

Cantanhede

2004

15

1.549.611,00 €

1.266.965,00 €

-44.824,00 €

61.970,00 €

-2,9%

4,9%

570 IOBOM - DISTRIBUIÇÃO DE PROD. ALIMENTARES, LDA.

Coimbra

1991

11

1.544.468,00 €

1.534.734,00 €

22.567,00 €

29.186,00 €

1,5%

1,9%

571 DISTINFRUT, LDA

Coimbra

2005

7

1.539.932,00 €

14.317,00 €

-61.464,00 €

-1.550,00 €

-4,0%

-10,8%

572 FARMÁCIA MONTEIRO, LDA

Oliveira do Hospital 1998

9

1.539.652,00 €

1.341.297,00 €

134.047,00 €

84.022,00 €

8,7%

6,3%

573 FERNANDES E CALADOS - MAT. CONSTRUÇÃO, LDA.

Penela

1979

11

1.536.894,00 €

1.365.134,00 €

63.275,00 €

61.231,00 €

4,1%

4,5%

574 CROPE - ENGENHARIA, LDA.

Coimbra

2003

15

1.525.963,00 €

1.495.931,00 €

27.965,00 €

27.214,00 €

1,8%

1,8%

575 FAPILOR - FABRICA PALITEIRA DE LORVÃO,LDA.

Penacova

1982

14

1.525.836,00 €

1.405.031,00 €

75.439,00 €

33.495,00 €

4,9%

2,4% 0,9%

576 WOODSER-INDÚSTRIA DE MADEIRA, LDA

Cantanhede

2000

14

1.524.856,00 €

1.169.237,00 €

21.802,00 €

10.133,00 €

1,4%

577 BARBOSA & NETO, LDA.

Coimbra

1990

12

1.515.456,00 €

1.646.744,00 €

26.519,00 €

28.233,00 €

1,7%

1,7%

578 IRMÃOS NORINHO, LDA.

Figueira da Foz

2001

7

1.514.010,00 €

1.509.296,00 €

25.555,00 €

44.337,00 €

1,7%

2,9%

579 J. RASCÃO, LDA

Coimbra

1978

25

1.512.186,00 €

1.623.792,00 €

72.068,00 €

115.851,00 €

4,8%

7,1%

580 MILLER MENDES, LDA

Coimbra

1998

6

1.511.361,00 €

1.490.488,00 €

71.646,00 €

-26.506,00 €

4,7%

-1,8%

581 AROCAL - EXTRACÇÃO TRANSF. DE PEDRA CALCARIO, LDA.

Cantanhede

1990

23

1.507.564,00 €

1.876.048,00 €

-37.487,00 €

65.647,00 €

-2,5%

3,5%

582 MANUEL PEDROSA OLIVEIRA & FILHOS LDA

Figueira da Foz

2001

13

1.504.693,00 €

1.496.033,00 €

-12.148,00 €

10.591,00 €

-0,8%

0,7%

583 PLACOLAS - COMÉRCIO DE PLADUR E GESSO, LDA.

Penacova

2002

6

1.502.532,00 €

1.443.214,00 €

88.991,00 €

45.144,00 €

5,9%

3,1%

584 JOSE MANUEL H. COSTA - COMÉ. FAB. ESTORES, UNIP. LDA

Coimbra

2001

24

1.500.758,00 €

1.220.352,00 €

90.823,00 €

68.924,00 €

6,1%

5,6%

585 SANTOS & ABREU, LDA.

Coimbra

1994

13

1.496.710,00 €

1.774.982,00 €

4.156,00 €

7.824,00 €

0,3%

0,4%

586 FOZOVO - AGRO-PECUARIA, LDA.

Figueira da Foz

1976

11

1.496.468,00 €

1.661.140,00 €

43.864,00 €

101.338,00 €

2,9%

6,1%

587 CONIMBRIGA-EMPRESA DE CONTRUÇÕES, LDA.

Coimbra

1978

20

1.495.449,00 €

1.535.103,00 €

28.059,00 €

18.112,00 €

1,9%

1,2%

588 CASTRO GONÇALVES, UNIPESSOAL, LDA

Soure

2005

8

1.492.538,00 €

1.528.320,00 €

-105.950,00 €

73.792,00 €

-7,1%

4,8%

589 ANTONINO DIAS FERNANDES, LDA.

Arganil

1982

42

1.483.004,00 €

1.767.283,00 €

38.177,00 €

58.320,00 €

2,6%

3,3%

590 VIMALOTEX-COM. COMB. EQUIPAMENTOS AGRICOLAS, LDA.

Montemor-o-Velho 1987

8

1.481.173,00 €

1.504.251,00 €

-29.253,00 €

-23.171,00 €

-2,0%

-1,5%

591 MONTEPAN - COMERCIO DE PRODUTOS ALIMENTARES, LDA

Montemor-o-Velho 1999

9

1.476.227,00 €

1.680.029,00 €

509,00 €

2.730,00 €

0,0%

0,2%

592 CARLOS CABETE CAÇÃO, LDA.

Figueira da Foz

1991

3

1.473.720,00 €

1.330.676,00 €

18.276,00 €

5.774,00 €

1,2%

0,4%

593 LOG - LOGISTICA INTEGRADA AUTOMÓVEL, LDA.

Coimbra

1985

9

1.472.625,00 €

1.848.231,00 €

12.251,00 €

162.026,00 €

0,8%

8,8%

594 MEDICINEONE, LIFE SCIENCES COMPUTING, S.A.

Coimbra

2001

33

1.471.171,00 €

1.049.217,00 €

423.992,00 €

180.161,00 €

28,8%

17,2%

595 GO UP DESIGN, LDA.

Coimbra

1998

22

1.469.746,00 €

1.387.262,00 €

-19.236,00 €

-31.321,00 €

-1,3%

-2,3%

596 LABURCOL - SOC. EMPREENDIMENTOS URBANISTICOS, S.A. Coimbra

1969

9

1.469.059,00 €

134.306,00 €

-724.142,00 €

-191.578,00 €

-49,3%

-142,6%

597 FRIARTICO-INST. REPARAÇÃO DE FRIO IND. COMERCIAL, LDA. Coimbra

1997

15

1.465.625,00 €

778.971,00 €

63.436,00 €

16.830,00 €

4,3%

2,2%

Miranda do Corvo 1999

11

1.463.748,00 €

598 MIRANBEBIDAS, COMÉRCIO DE BEBIDAS, LDA

72.137,00 €

4,9%

599 ARSENIO M. R. FERREIRA, UNIPESSOAL, LDA.

Penacova

1999

9

1.459.984,00 €

1.378.717,00 €

-60.187,00 €

-21.316,00 €

-4,1%

-1,5%

600 SOUSA MACEDO, UNIPESSOAL, LDA.

Figueira da Foz

2003

8

1.456.651,00 €

1.504.192,00 €

9.083,00 €

32.476,00 €

0,6%

2,2%

601 OBRIDINÂMICA - CONSTRUÇÕES, LDA.

Coimbra

2006

1

1.453.700,00 €

163.351,00 €

-107.995,00 €

11,2%

602 MARIA JOSÉ DA SILVA BOLAS CARNIÇA, UNIPESSOAL, LDA

Tábua

2005

9

1.452.731,00 €

1.504.510,00 €

54.687,00 €

24.450,00 €

3,8%

1,6%

603 SANDRA OLIVEIRA E SILVA - UNIPESSOAL LDA

Figueira da Foz

2004

8

1.452.382,00 €

1.530.494,00 €

-40.849,00 €

-19.603,00 €

-2,8%

-1,3%

604 TRANSPERA - TRANSPORTES, LDA.

Coimbra

1992

19

1.451.329,00 €

1.452.106,00 €

3.753,00 €

18.861,00 €

0,3%

1,3%

605 CSA-COMERCIO E DISTRIBUIÇÃO, LDA.

Oliveira do Hospital 1996

10

1.451.308,00 €

1.316.885,00 €

65.227,00 €

69.042,00 €

4,5%

5,2%

606 METALOMECANICA CURADOS, LDA.

Figueira da Foz

2001

21

1.450.463,00 €

1.159.624,00 €

217.470,00 €

203.065,00 €

15,0%

17,5%

607 ETC- ESTUDOS E TRABALHOS DE CONSTRUÇÃO, LDA

Coimbra

1979

29

1.450.228,00 €

1.808.807,00 €

-126.130,00 €

-26.906,00 €

-8,7%

-1,5%

608 MARSERRA - ALIMENTAR, LDA.

Oliveira do Hospital 1992

12

1.448.378,00 €

1.239.309,00 €

58.659,00 €

32.037,00 €

4,0%

2,6%

609 PSICOLOGICO - RESTAURAÇÃO, LDA.

Coimbra

36

1.445.618,00 €

1.170.322,00 €

49.547,00 €

19.588,00 €

3,4%

1,7%

610 JOAQUIM CRUZ SILVA & FILHOS, LDA.

Coimbra

1992

6

1.444.931,00 €

471.181,00 €

96.363,00 €

-491,00 €

6,7%

-0,1%

611 SOMITEL GESTÃO, LDA.

Figueira da Foz

1998

29

1.443.424,00 €

462.500,00 €

21.125,00 €

3.087,00 €

1,5%

0,7%

612 ISOCENTRO - ISOLAMENTOS IMPERM. CONST.CIVIL,LDA.

Figueira da Foz

1985

35

1.441.189,00 €

1.521.409,00 €

19.581,00 €

14.228,00 €

1,4%

0,9%

613 JOÃO SANTIAGO MAIA, UNIPESSOAL, LDA.

Coimbra

2004

8

1.440.738,00 €

1.512.348,00 €

39.720,00 €

30.580,00 €

2,8%

2,0%

614 ISIDEI-AGÊNCIA DE VIAGENS E TURISMO, UNIPESSOAL, LDA. Coimbra

2003

3

1.440.404,00 €

847.467,00 €

1.255,00 €

-12.102,00 €

0,1%

-1,4%

Oliveira do Hospital 1991

5

1.439.891,00 €

1.578.015,00 €

9.018,00 €

20.072,00 €

0,6%

1,3%

615 ALEXANDRE A.R. LAGOS, LDA.

2004


1000Maiores

N.º

NOME

30 DE NOVEMBRO DE 2011 WWW.DIARIOCOIMBRA.PT

CONCELHO

DATA CONST.

N.º EMP.

VOLUME NEGÓCIOS 2010

VOLUME NEGÓCIOS 2009

1.545.593,00 €

RESULTADO LÍQUIDO 2010

RESULTADO LÍQUIDO 2009

40.504,00 €

42.877,00 €

RENT. VEN. 2010

RENT. VEN. 2009

616 ARTIMIRA - SOCIEDADE TRANSFORMADORA DE VIDRO, LDA

Mira

1997

19

1.437.125,00 €

617 FÓRMULA DE EXCELÊNCIA - LDA

Coimbra

2009

5

1.430.520,00 €

618 BRAZ & BRAZ, LDA.

Figueira da Foz

1982

13

1.427.342,00 €

1.551.655,00 €

5.686,00 €

17.549,00 €

0,4%

1,1%

619 PARCERIA VERTICAL, S.A.

Coimbra

2005

7

1.427.084,00 €

3.310.993,00 €

809.437,00 €

571.627,00 €

56,7%

17,3%

620 DOMINGUES & JERÓNIMO, LDA.

Coimbra

1981

3

1.425.000,00 €

815.000,00 €

-70.675,00 €

64.652,00 €

-5,0%

7,9%

621 AUTO-CARAPELHOS, LDA.

Mira

1987

15

1.422.659,00 €

1.679.019,00 €

23.648,00 €

17.359,00 €

1,7%

1,0%

622 CONST. SANTOVAIENSE - CONST. CIVIL E OBRAS PÚB., LDA.

Oliveira do Hospital 1998

27

1.421.617,00 €

1.749.940,00 €

206.629,00 €

236.088,00 €

14,5%

13,5%

623 CARQUEIJEIRO & LOBO, LDA.

Montemor-o-Velho 1979

14

1.419.631,00 €

1.959.291,00 €

8.011,00 €

23.400,00 €

0,6%

1,2%

624 AGROCONDEIXA - VENDA E REP. MÁQ. REBOQUES LDA

Condeixa-a-Nova

9

1.418.290,00 €

1.564.932,00 €

9.244,00 €

-63.695,00 €

0,7%

-4,1%

2000

33.752,00 €

2,8%

37

2,8%

2,4%

625 PASTELARIA VENUS - BOUTIQUE DE PÃO, LDA.

Coimbra

1988

49

1.415.771,00 €

1.494.602,00 €

28.648,00 €

155.639,00 €

2,0%

10,4%

626 TRANSPORTES VILVAL, LDA.

Coimbra

1968

32

1.415.161,00 €

1.575.803,00 €

-221.437,00 €

-46.644,00 €

-15,6%

-3,0%

627 GRANIPLAC - GRANITOS DO CENTRO, LDA.

Condeixa-a-Nova

1991

22

1.413.959,00 €

1.530.251,00 €

6.690,00 €

23.305,00 €

0,5%

1,5%

628 VIA SOLAR - ENERGIA SOLAR E AQUECIMENTOS, LDA

Arganil

1995

17

1.413.458,00 €

1.702.233,00 €

250.903,00 €

169.006,00 €

17,8%

9,9%

629 LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS CRUZ DE CELAS, LDA. Coimbra

1984

23

1.410.968,00 €

1.424.467,00 €

74.834,00 €

118.367,00 €

5,3%

8,3%

630 LEANDRO & RAINHO, LDA

Miranda do Corvo 1986

2

1.410.380,00 €

1.254.457,00 €

-14.302,00 €

-30.718,00 €

-1,0%

-2,4%

631 CNIDO FARMA, UNIPESSOAL, LDA.

Góis

2003

7

1.409.816,00 €

1.350.215,00 €

173.336,00 €

167.820,00 €

12,3%

12,4%

632 FARMÁCIA TORRES PADILHA, UNIPESSOAL, LDA

Lousã

2003

8

1.409.723,00 €

924.539,00 €

114.924,00 €

19.882,00 €

8,2%

2,2%

633 JOSÉ ANTÓNIO J. BRITO - ELEC. CLIMATIZAÇÕES, LDA.

Oliveira do Hospital 2004

11

1.407.800,00 €

813.033,00 €

288.411,00 €

66.715,00 €

20,5%

8,2%

634 S & A, LDA

Cantanhede

2009

14

1.404.100,00 €

69.109,00 €

209.394,00 €

-33.686,00 €

14,9%

-48,7%

635 ELISIO FERREIRA CARDOSO & FILHO, LDA

Figueira da Foz

2001

17

1.403.892,00 €

1.009.223,00 €

94.970,00 €

130.620,00 €

6,8%

12,9%

636 DAPAVAL - DIST. PROD. ALIM. AZEITES, AGUAS, REFRIG., LDA Figueira da Foz

1984

10

1.400.931,00 €

1.354.603,00 €

72.012,00 €

606,00 €

5,1%

0,0%

Montemor-o-Velho 1997

6

1.397.830,00 €

1.303.972,00 €

198.363,00 €

119.410,00 €

14,2%

9,2%

637 EUROPRICE - COM. REPRESENTAÇÕES, SOC. UNIP., LDA 638 ERA UNIVERSITÁRIA - MEDIAÇÃO IMOBILIÁRIA, LDA.

Coimbra

2004

26

1.396.235,00 €

1.458.535,00 €

258.109,00 €

256.270,00 €

18,5%

17,6%

639 CONFORLUX - COM. ELECTR. E COMBUSTÍVEIS LDA

Pamp. da Serra

2001

4

1.386.615,00 €

1.307.098,00 €

-5.424,00 €

24.984,00 €

-0,4%

1,9%

640 GRACINDA MANUELA ANTUNES-FARMÁCIA, LDA.

Figueira da Foz

2004

6

1.377.225,00 €

1.219.214,00 €

-50.116,00 €

5.144,00 €

-3,6%

0,4%

641 SECO TRANS - TRANSPORTES, LDA.

Lousã

1999

17

1.375.375,00 €

1.303.253,00 €

4.777,00 €

19.674,00 €

0,3%

1,5%

642 CUSTÓDIO & TOMÉ, LDA

Figueira da Foz

2008

51

1.374.304,00 €

1.077.354,00 €

590,00 €

3.237,00 €

0,0%

0,3%

643 CANOLIVA - EQUIP. TÉC. CANAL. E REP. LDA

Oliveira do Hospital 1999

6

1.373.125,00 €

1.590.351,00 €

77.189,00 €

156.356,00 €

5,6%

9,8%

644 RAUL CORREIA - REPRESENTAÇÕES, LDA.

Arganil

1990

8

1.369.459,00 €

1.453.141,00 €

14.792,00 €

39.586,00 €

1,1%

2,7%

645 SÍTIOS E FORMAS - PROJECTO E CONSULTORIA, LDA

Coimbra

2000

10

1.362.858,00 €

1.669.100,00 €

578.679,00 €

664.353,00 €

42,5%

39,8%

646 ALCIDES DOS SANTOS ANTUNES, LDA

Cantanhede

2001

17

1.362.190,00 €

1.280.834,00 €

11.527,00 €

2.651,00 €

0,8%

0,2%

647 ARMANDO PINHO & FILHOS, LDA.

Cantanhede

1994

3

1.360.984,00 €

1.494.557,00 €

28.655,00 €

33.090,00 €

2,1%

2,2%

648 COIMBLAMP, LDA

Coimbra

2007

5

1.354.478,00 €

1.012.741,00 €

60.557,00 €

81.591,00 €

4,5%

8,1%

649 LUSALAR-UTILIDADES DOMESTICAS,LDA.

Coimbra

1989

12

1.350.098,00 €

1.399.976,00 €

12.912,00 €

5.256,00 €

1,0%

0,4%

650 FARMÁCIA DE CELAS, LDA

Coimbra

2003

10

1.344.268,00 €

1.290.429,00 €

25.491,00 €

-29.576,00 €

1,9%

-2,3%

651 FERRAGSIL, LDA

Cantanhede

2007

9

1.343.599,00 €

1.023.994,00 €

65.286,00 €

46.038,00 €

4,9%

4,5%

652 GRUPEME - SERVIÇOS E SISTEMAS DE SEGURANÇA, LDA.

Coimbra

1986

46

1.343.105,00 €

1.309.738,00 €

5.735,00 €

3.113,00 €

0,4%

0,2%

653 TERMOPOR - INDUSTRIAS TERMICAS DE PORTUGAL, LDA.

Coimbra

1992

10

1.340.824,00 €

1.168.471,00 €

122.904,00 €

-172.353,00 €

9,2%

-14,8%

654 CUNFIL - INDUSTRIA DE CARROÇARIAS, LDA

Tábua

1978

29

1.338.508,00 €

1.388.080,00 €

95.599,00 €

74.156,00 €

7,1%

5,3%

655 J.MENDES-TALHOS, LDA.

Penacova

1986

10

1.338.157,00 €

1.231.039,00 €

12.765,00 €

5.547,00 €

1,0%

0,5%

2009

6

1.337.595,00 €

729.166,00 €

139.357,00 €

82.917,00 €

10,4%

11,4% 3,5%

656 HDIM - HORIZONTAL DRILLING INTERNATIONAL MARINE, LDA Arganil 657 FIGUEIRA GLOBAL - SUPERMERCADOS,LDA

Figueira da Foz

2008

6

1.333.606,00 €

1.401.343,00 €

35.817,00 €

49.103,00 €

2,7%

658 FARMÁCIA SANTA ISABEL, SOCIEDADE UNIPESSOAL, LDA.

Coimbra

1963

7

1.331.959,00 €

1.397.955,00 €

67.400,00 €

74.376,00 €

5,1%

5,3%

659 POOLPLACA PORTUGUESA PLASTICOS, LDA.

Figueira da Foz

1998

21

1.331.398,00 €

1.213.194,00 €

330.741,00 €

221.538,00 €

24,8%

18,3%

660 ESTRELA ARTESANAL, QUEIJARIA, LDA.

Oliveira do Hospital 1999

14

1.328.427,00 €

1.121.644,00 €

51.385,00 €

46.830,00 €

3,9%

4,2%

661 LEIRIPESADOS COMÉRCIO DE PEÇAS, LDA

Coimbra

2005

7

1.328.294,00 €

1.439.448,00 €

44.250,00 €

99.899,00 €

3,3%

6,9%

662 GARAGEM DUPLA - TRACÇÃO, LDA.

Coimbra

1985

11

1.328.278,00 €

1.695.699,00 €

8.471,00 €

1.973,00 €

0,6%

0,1%

663 JOSE GARCIA, LDA.

Lousã

1978

18

1.325.318,00 €

1.368.765,00 €

1.520,00 €

-24.256,00 €

0,1%

-1,8%

664 BENJAMIM F. LIMEDE , LDA

Cantanhede

1982

16

1.321.878,00 €

1.653.400,00 €

634,00 €

27.455,00 €

0,0%

1,7%

665 LOPES GARCIA - CONSULTORES, LDA.

Coimbra

2001

13

1.319.726,00 €

1.660.132,00 €

76.484,00 €

71.228,00 €

5,8%

4,3%

666 ANTONINO MADEIRA GOUVEIA & FILHOS, LDA

Oliveira do Hospital 1977

21

1.317.274,00 €

1.887.218,00 €

19.186,00 €

35.988,00 €

1,5%

1,9%

667 ÓPTICA MÉDICA - PRAIA DE BUARCOS LDA

Coimbra

2003

25

1.315.572,00 €

1.153.757,00 €

102.025,00 €

86.518,00 €

7,8%

7,5%

668 MIRAPACK, UNIPESSOAL, LDA

Mira

2008

20

1.313.934,00 €

1.113.078,00 €

79.416,00 €

47.980,00 €

6,0%

4,3%

669 LE MARSOUIN, REDES DE PESCA, LDA.

Soure

2002

41

1.313.240,00 €

1.498.783,00 €

8.010,00 €

13.696,00 €

0,6%

0,9%

670 SERRAÇÃO PALETES DE MADEIRAS HENRIQUES, LDA

Oliveira do Hospital 1973

33

1.312.955,00 €

1.378.141,00 €

38.615,00 €

24.075,00 €

2,9%

1,7%


38

DiáriodeCoimbra

30 DE NOVEMBRO DE 2011 WWW.DIARIOCOIMBRA.PT

RANKING N.º

NOME

CONCELHO

DATA CONST.

N.º EMP.

VOLUME NEGÓCIOS 2010

VOLUME NEGÓCIOS 2009

RESULTADO LÍQUIDO 2010

RESULTADO LÍQUIDO 2009

RENT. VEN. 2010

RENT. VEN. 2009

671 TIPOGRAFIA LOUSANENSE, LDA.

Lousã

1983

43

1.312.423,00 €

1.152.541,00 €

48.630,00 €

-86.848,00 €

3,7%

-7,5%

672 STERIMED - PRODUTOS MÉDICO-HOSPITALARES, LDA

Penela

1998

9

1.307.771,00 €

1.145.523,00 €

59.517,00 €

118.254,00 €

4,6%

10,3%

673 IMOBILIARIA PATROCINIO TAVARES, S.A.

Coimbra

1988

4

1.307.000,00 €

1.150.000,00 €

-33.694,00 €

-355.831,00 €

-2,6%

-30,9%

674 MOINHO VELHO DO MONDEGO - PADARIA E PASTELARIA LDA Coimbra

2003

29

1.306.359,00 €

1.295.075,00 €

129.828,00 €

114.618,00 €

9,9%

8,9%

675 QUICARMOTORS, LDA

Figueira da Foz

2006

8

1.304.833,00 €

1.365.277,00 €

8.729,00 €

17.932,00 €

0,7%

1,3%

676 FARMÁCIA ROCHA LDA

Condeixa-a-Nova

2005

8

1.303.786,00 €

1.451.233,00 €

35.164,00 €

71.905,00 €

2,7%

5,0%

677 IRMÃOS TEIXEIRA, LDA.

Cantanhede

1990

3

1.297.724,00 €

1.133.188,00 €

24.493,00 €

29.303,00 €

1,9%

2,6% -3,9%

678 COELHO NETTO & CIA., LDA.

Figueira da Foz

1975

18

1.297.303,00 €

1.629.680,00 €

-85.731,00 €

-64.098,00 €

-6,6%

679 BARBOSA & FONSECA, LDA.

Penacova

1990

8

1.296.255,00 €

1.202.989,00 €

60.540,00 €

112.264,00 €

4,7%

9,3%

680 PAC-VALE MONDEGO-POSTO ABAST. COMBUSTIVEIS, LDA.

Soure

1994

4

1.295.917,00 €

1.142.273,00 €

10.097,00 €

3.634,00 €

0,8%

0,3%

681 RESTAURANTE ALBATROZ, LDA.

Coimbra

1994

19

1.290.680,00 €

1.171.652,00 €

37.636,00 €

44.963,00 €

2,9%

3,8%

682 URBIN - UNIPESSOAL LDA

Lousã

2005

2

1.290.000,00 €

756.199,00 €

-13.890,00 €

58,6%

683 HORÁCIO COSTA III - SOC. REP. COM. MAT. CONST. CIVIL, LDA Coimbra

2008

3

1.288.784,00 €

1.000.574,00 €

78.833,00 €

73.649,00 €

6,1%

7,4%

684 CARNESDAIRE, LDA.

2005

6

1.287.787,00 €

1.280.086,00 €

62.914,00 €

79.692,00 €

4,9%

6,2%

1984

25

1.286.913,00 €

1.207.718,00 €

88.598,00 €

49.596,00 €

6,9%

4,1%

Coimbra

685 DIAGNOSTICUM - CLINICA DE DIAGN. FIGUEIRA DA FOZ, LDA. Figueira da Foz 686 MESSIAS (CONSTRUÇÕES), S.A.

Coimbra

1984

10

1.285.000,00 €

1.195.021,00 €

91.064,00 €

270.608,00 €

7,1%

22,6%

687 CIL -CLÍNICA DE IMAGIOLOGIA DA LAPA, UNIPESSOAL, LDA

Figueira da Foz

1984

11

1.276.702,00 €

1.673.837,00 €

98.641,00 €

119.466,00 €

7,7%

7,1%

688 BIOVIA - ENGENHARIA E GESTÃO AMBIENTAL, S.A

Coimbra

2000

9

1.276.620,00 €

924.067,00 €

6.362,00 €

50.985,00 €

0,5%

5,5%

689 SEIXAS & SIMÕES, LDA.

Coimbra

1996

11

1.276.596,00 €

1.370.544,00 €

37.777,00 €

41.706,00 €

3,0%

3,0%

690 IMCL - INDUSTRIA DE MOLDES CERÂMICOS, LDA.

Cantanhede

1994

21

1.274.683,00 €

1.275.869,00 €

6.545,00 €

-27.734,00 €

0,5%

-2,2%

691 ONDACOIMBRA-COM. REP. VEICULOS MOTORIZADOS, LDA.

Coimbra

0,1%

1995

7

1.271.015,00 €

1.167.090,00 €

1.819,00 €

1.692,00 €

0,1%

692 AUTO GARAGEM DO CENTRO, PNEUS, OLEOS E COMB., LDA. Condeixa-a-Nova

1989

6

1.270.028,00 €

1.496.925,00 €

43.680,00 €

77.599,00 €

3,4%

5,2%

693 HIPERDENT - COM. MAT., MÉDICO-DENTÁRIO, UNIP., LDA

Coimbra

2003

12

1.269.768,00 €

663.021,00 €

32.590,00 €

10.071,00 €

2,6%

1,5%

694 EUROMANEQUIM-PRONTO A VESTIR, LDA.

Mira

1994

7

1.268.565,00 €

1.225.303,00 €

83.464,00 €

60.827,00 €

6,6%

5,0%

695 EUROCONDEIXA - TRANSPORTES DE CONDEIXA, LDA.

Condeixa-a-Nova

2,1%

1998

24

1.266.015,00 €

1.217.840,00 €

4.127,00 €

25.777,00 €

0,3%

696 SÃO TEOTONIO - SOC. ENSINO, CULTURA E ED. CRISTÃ, S.A. Coimbra

1963

164

1.264.962,00 €

1.307.253,00 €

24.218,00 €

26.695,00 €

1,9%

2,0%

697 TEANDM-TECNOLOGIA, ENGENHARIA E MATERIAIS, S.A.

Coimbra

2000

11

1.264.642,00 €

1.161.317,00 €

66.621,00 €

7.770,00 €

5,3%

0,7%

698 ROSÁRIO & COSTA, LDA.

Coimbra

1982

18

1.263.856,00 €

1.443.535,00 €

1.048,00 €

8.293,00 €

0,1%

0,6%

699 TAVAREDE CAR - CENTRO MANUTENÇÃO VEÍCULOS, LDA.

Figueira da Foz

1999

15

1.263.129,00 €

1.355.905,00 €

27.817,00 €

36.843,00 €

2,2%

2,7%

700 PAULA MURTA - FARMÁCIA, UNIPESSOAL LDA

Coimbra

2003

6

1.260.923,00 €

1.234.372,00 €

58.298,00 €

17.324,00 €

4,6%

1,4%

701 LRP - ASFALTOS, UNIPESSOAL, LDA

Soure

2008

1

1.256.107,00 €

1.313.043,00 €

84.488,00 €

111.437,00 €

6,7%

8,5%

702 FARMÁCIA LOUREIRO, LDA

Coimbra

1998

7

1.255.588,00 €

51.503,00 €

4,1%

703 SIMOBEIRA - VENDA DE COMBUSTIVEIS, LDA.

Miranda do Corvo 1986

1

1.254.822,00 €

704 DUARTE & FILHOS, LDA.

Oliveira do Hospital 1975

13

1.252.197,00 €

1.270.180,00 €

34.732,00 €

6.812,00 €

2,8%

0,5%

705 A. SIMÕES & FILHOS, LDA.

Penacova

1981

11

1.251.603,00 €

1.152.364,00 €

26.278,00 €

735,00 €

2,1%

0,1%

706 VILAÇA, LDA.

Coimbra

1923

5

1.250.203,00 €

1.149.145,00 €

114.962,00 €

62.802,00 €

9,2%

5,5%

707 SCRAPLUSO - IND. COMERCIO DE RECICLAGENS, LDA

Cantanhede

1996

16

1.250.151,00 €

674.486,00 €

-11.672,00 €

-64.181,00 €

-0,9%

-9,5%

1994

28

1.250.062,00 €

1.038.256,00 €

97.942,00 €

106.705,00 €

7,8%

10,3%

708 MECH - CONSULTORES ARQUITECTURA E ENGENHARIA, LDA Coimbra

1.686,00 €

0,1%

709 SOTECNIGAS-SOCIEDADE TECNICA DE GAS, LDA.

Coimbra

1997

17

1.248.299,00 €

1.693.274,00 €

141.723,00 €

72.775,00 €

11,4%

4,3%

710 XDRIVE, LDA

Coimbra

2009

6

1.246.655,00 €

181.562,00 €

73.575,00 €

-3.469,00 €

5,9%

-1,9%

711 SANTIAGOS, LDA.

Coimbra

1938

20

1.246.550,00 €

1.087.976,00 €

-114.412,00 €

-167.250,00 €

-9,2%

-15,4% 2,1%

712 ROMAZOLEO-SOC. EMBALAGEM DE AZEITE E OLEO, LDA.

Miranda do Corvo 1992

5

1.245.698,00 €

1.138.265,00 €

-59.127,00 €

23.582,00 €

-4,7%

713 BURGERMANDARIM - RESTAURANTES RAPIDOS, LDA.

Coimbra

1996

31

1.244.210,00 €

1.157.141,00 €

69.329,00 €

54.742,00 €

5,6%

4,7%

714 MAXIMIANO PEDRO DIAS, LDA.

Coimbra

1995

14

1.242.031,00 €

986.332,00 €

59.150,00 €

32.735,00 €

4,8%

3,3%

715 REBELO & OLIVEIRA - COM. TUBOS HIDRÁULICOS, LDA.

Coimbra

1982

17

1.241.271,00 €

1.217.248,00 €

7.654,00 €

73.996,00 €

0,6%

6,1%

716 CARLOS FARIA, LDA

Montemor-o-Velho 1999

18

1.238.862,00 €

747.326,00 €

3.830,00 €

-34.083,00 €

0,3%

-4,6%

717 SARIECO LDA

Coimbra

2007

8

1.238.091,00 €

830.923,00 €

235.776,00 €

95.905,00 €

19,0%

11,5%

718 S.P.B. - SOCIEDADE PORTUGUESA DE BANANAS, LDA

Coimbra

2006

5

1.236.034,00 €

1.061.315,00 €

-51.386,00 €

-44.091,00 €

-4,2%

-4,2%

719 GARCIAÇO- COMBUSTIVEIS, FERRO E AÇOS, LDA

Lousã

1990

4

1.230.257,00 €

1.154.130,00 €

-43.877,00 €

-13.389,00 €

-3,6%

-1,2%

720 FARMÁCIA CENTRAL MARIA DO CÉU, LDA.

Coimbra

2006

7

1.228.597,00 €

1.345.655,00 €

20.012,00 €

26.262,00 €

1,6%

2,0%

721 COSMATEL - COM. MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO, LDA.

Miranda do Corvo 1989

9

1.224.732,00 €

1.393.892,00 €

55.148,00 €

62.810,00 €

4,5%

4,5%

722 REIS & FIGUEIREDO - CAPITALIS, LDA

Coimbra

1997

3

1.222.500,00 €

282.500,00 €

477.672,00 €

62.978,00 €

39,1%

22,3%

723 LAB. DE ANÁLISES CLÍN. MARIA LURDES BEJA CACHULO,S.A

Figueira da Foz

1979

20

1.221.515,00 €

1.422.319,00 €

221.158,00 €

211.530,00 €

18,1%

14,9%

724 ZNWIRE, LDA

Mira

2007

2

1.217.878,00 €

1.278.463,00 €

23.332,00 €

22.519,00 €

1,9%

1,8%

725 JOSE DE FIGUEIREDO, HERDEIROS, SOC. UNIPESSOAL LDA

Coimbra

1965

6

1.217.401,00 €

1.107.234,00 €

24.322,00 €

19.307,00 €

2,0%

1,7%


1000Maiores

N.º

NOME

30 DE NOVEMBRO DE 2011 WWW.DIARIOCOIMBRA.PT

CONCELHO

DATA CONST.

N.º EMP.

VOLUME NEGÓCIOS 2010

VOLUME NEGÓCIOS 2009

726 ESCOLA DE CONDUÇÃO MANUEL GONÇALVES ALVES, LDA

Oliveira do Hospital 2001

45

1.214.967,00 €

727 VALMARQUES - SOCIEDADE AGRÍCOLA E PECUÁRIA, LDA.

Montemor-o-Velho 1989

29

1.214.609,00 €

728 MATERFREITAS-MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO, LDA.

Soure

1994

4

729 AMC PORTO - COM. PAVIMENTOS EM MADEIRA, UNIP., LDA

Cantanhede

2001

730 NELSON GOMES DOS SANTOS, UNIPESSOAL LDA

Condeixa-a-Nova

2007

731 ARBORLUSITANIA - PROD. PLANTAS ORN., UNIPESSOAL, LDA. Miranda do Corvo 2004 732 CARVING - IMPORT. EXPORT. ARTIGOS DE DECORAÇÃO, LDA Coimbra 733 CONSTRUTORA M.V.A., LDA

2004

Oliveira do Hospital 2001

RENT. VEN. 2010

39

RESULTADO LÍQUIDO 2010

RESULTADO LÍQUIDO 2009

RENT. VEN. 2009

1.059.898,00 €

66.091,00 €

58.505,00 €

5,4%

5,5%

990.041,00 €

14.228,00 €

6.263,00 €

1,2%

0,6%

1.212.204,00 €

1.221.234,00 €

38.478,00 €

18.407,00 €

3,2%

1,5%

5

1.211.439,00 €

1.228.446,00 €

5.438,00 €

2.201,00 €

0,4%

0,2%

7

1.209.297,00 €

1.195.973,00 €

46.939,00 €

4.515,00 €

3,9%

0,4%

39

1.205.804,00 €

1.346.219,00 €

35.148,00 €

169.871,00 €

2,9%

12,6%

7

1.203.796,00 €

886.976,00 €

13.367,00 €

21.783,00 €

1,1%

2,5%

7

1.202.500,00 €

407.938,00 €

3.260,00 €

11.006,00 €

0,3%

2,7%

734 P. MATOS SILVA, GARCIA JR., P. CAIADO & ASSOCI.,SROC,LDA. Coimbra

1990

4

1.201.218,00 €

1.182.004,00 €

70.446,00 €

66.370,00 €

5,9%

5,6%

735 POPICEL-PÓVOA PINHEIRO, CANALIZAÇÕES E ELECT., LDA.

Coimbra

1997

11

1.200.160,00 €

1.101.265,00 €

42.122,00 €

63.496,00 €

3,5%

5,8%

736 BOLSA PREDIAL DE CANTANHEDE, S.A.

Cantanhede

1989

3

1.199.091,00 €

1.262.995,00 €

-58.692,00 €

-185.859,00 €

-4,9%

-14,7%

737 3 6 5 - SEGURANÇA PRIVADA, LDA

Coimbra

2005

150

1.199.012,00 €

1.017.981,00 €

2.589,00 €

4.348,00 €

0,2%

0,4%

738 CLINICA MEDICO DENTARIA - FRANCISCO DELILLE, LDA.

Coimbra

1993

15

1.197.897,00 €

908.994,00 €

31.356,00 €

7.136,00 €

2,6%

0,8%

739 DELTAFISH - PRODUTOS ALIMENTARES, S.A.

Figueira da Foz

2000

34

1.197.452,00 €

3.599.283,00 €

-416.000,00 €

-793.878,00 €

-34,7%

-22,1%

740 MARIA LUCÍLIA LOPES, UNIPESSOAL LDA

Montemor-o-Velho 2000

3

1.189.084,00 €

1.168.458,00 €

123.852,00 €

123.091,00 €

10,4%

10,5%

741 HOTÉIS DONA INÊS, LDA.

Coimbra

1993

30

1.185.018,00 €

1.083.788,00 €

63.583,00 €

16.668,00 €

5,4%

1,5%

742 DISPROCER - COM. BEBIDAS E BENS DE CONSUMO, LDA.

Arganil

1990

11

1.184.753,00 €

1.000.105,00 €

-25.219,00 €

-193.436,00 €

-2,1%

-19,3%

743 PRABITAR-SOCIEDADE DE MEDIAÇÃO IMOBILIARIA, LDA.

Coimbra

1982

23

1.184.624,00 €

1.169.008,00 €

6.828,00 €

5.755,00 €

0,6%

0,5%

744 TRANSPORTES NEVES & COSTA, LDA.

Coimbra

1999

13

1.183.726,00 €

1.037.070,00 €

-84.978,00 €

-2.383,00 €

-7,2%

-0,2%

745 MALÓ DE ABREU - CLINICA MÉDICA E DENTÁRIA, LDA

Coimbra

1999

13

1.182.442,00 €

940.149,00 €

29.321,00 €

11.095,00 €

2,5%

1,2%

746 FARMÁCIA MARIA DO CÉU ALBUQUERQUE, LDA.

Coimbra

2002

6

1.181.589,00 €

1.232.371,00 €

42.870,00 €

67.853,00 €

3,6%

5,5%

747 ABA-LARGA, MODA, LDA.

Coimbra

1959

8

1.181.048,00 €

1.103.064,00 €

54.418,00 €

73.960,00 €

4,6%

6,7%

748 PROPESADOS - PEÇAS E ACESSORIOS, LDA.

Coimbra

1989

5

1.180.520,00 €

1.215.194,00 €

79.968,00 €

87.130,00 €

6,8%

7,2%

749 FOZPOR-EMP. TRABALHO PORT. FIGUEIRA DA FOZ (ETP), LDA. Figueira da Foz

1994

77

1.180.154,00 €

844.622,00 €

80.711,00 €

8.193,00 €

6,8%

1,0%

750 TORRICENTRO II - CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS, S.A.

Cantanhede

2005

34

1.178.508,00 €

938.234,00 €

-124.455,00 €

-82.221,00 €

-10,6%

-8,8%

751 AFMC - AFEIRA MÓVEIS COIMBRA, LDA

Coimbra

1982

13

1.178.154,00 €

852.854,00 €

8.726,00 €

7.393,00 €

0,7%

0,9%

752 SOGESSO-SOCIEDADE DE GESSOS DE SOURE, S.A.

Soure

1970

8

1.173.496,00 €

1.121.351,00 €

235.769,00 €

286.871,00 €

20,1%

25,6%

753 FARMÁCIA HEBEL, UNIPESSOAL LDA

Coimbra

2008

7

1.172.098,00 €

1.168.874,00 €

143.265,00 €

96.083,00 €

12,2%

8,2%

754 SILFEMA - COM. ILUMINAÇÃO E ARTIGOS DECORATIVOS, LDA. Coimbra

3,8%

1984

14

1.171.747,00 €

1.053.442,00 €

44.072,00 €

40.008,00 €

3,8%

755 GONÇALVES & FILHOS, LDA.

Oliveira do Hospital 1982

14

1.169.486,00 €

1.215.197,00 €

30.348,00 €

33.236,00 €

2,6%

2,7%

756 SUPER TALHO MARTINS, LDA.

Coimbra

1992

8

1.169.289,00 €

1.214.373,00 €

13.194,00 €

360,00 €

1,1%

0,0%

757 VENTILÁQUA - TRATAMENTO DE ÁGUAS E EFLUENTES, LDA.

Coimbra

1997

11

1.167.612,00 €

1.192.171,00 €

42.429,00 €

6.837,00 €

3,6%

0,6%

758 OPTICA RAINHA, LDA.

Coimbra

1993

19

1.166.889,00 €

1.262.975,00 €

16.705,00 €

34.895,00 €

1,4%

2,8%

759 CONTRAFORMA, CONST., MONT. INST. ELÉCTRICAS, LDA .

Miranda do Corvo 2005

48

1.166.831,00 €

834.339,00 €

892,00 €

268,00 €

0,1%

0,0%

760 PROMEI CENTRO - EQUIP.HOSPITALARES,LDA

Coimbra

2003

13

1.165.018,00 €

1.291.603,00 €

25.402,00 €

29.013,00 €

2,2%

2,2%

761 FOZ MOLAS - MOLAS PARA VEICULOS AUTOMOVEIS, LDA.

Figueira da Foz

1986

14

1.164.799,00 €

1.623.717,00 €

444.147,00 €

8.882,00 €

38,1%

0,5%

762 J. M. D. NEVES - TRANSPORTES, UNIPESSOAL, LDA

Coimbra

2000

13

1.164.601,00 €

745.985,00 €

33.448,00 €

28.017,00 €

2,9%

3,8%

763 CLIMAG - CLINICA DE DIAGNOSTICO DE IMAGEM, LDA.

Coimbra

1978

13

1.164.485,00 €

1.245.666,00 €

24.565,00 €

43.976,00 €

2,1%

3,5%

764 FARMÁCIA CARVALHO, UNIPESSOAL LDA

Tábua

2001

6

1.162.730,00 €

1.182.088,00 €

64.187,00 €

172.603,00 €

5,5%

14,6%

765 GADANHA - PAVIMENTOS, LDA

Penela

2005

27

1.162.153,00 €

1.048.383,00 €

57.980,00 €

24.987,00 €

5,0%

2,4%

766 MANUEL ALFREDO MARQUES & FILHOS,LDA

Coimbra

1981

12

1.161.581,00 €

1.181.270,00 €

4.523,00 €

4.478,00 €

0,4%

0,4%

767 ADÉRITO JOSÉ FERREIRA DAS NEVES, LDA

Mira

2001

12

1.160.879,00 €

1.192.241,00 €

719,00 €

893,00 €

0,1%

0,1%

768 MÚSICA.COM-INSTRUMENTOS MUSICAIS, LDA.

Coimbra

2005

8

1.160.853,00 €

1.195.428,00 €

867,00 €

23.007,00 €

0,1%

1,9%

769 TRANSPORTES DIOBRUNO, LDA.

Figueira da Foz

1996

15

1.160.201,00 €

743.693,00 €

217,00 €

9.732,00 €

0,0%

1,3%

770 ANTONIO MONTEIRO QUARESMA, LDA.

Coimbra

1982

9

1.157.511,00 €

1.048.890,00 €

15.641,00 €

8.222,00 €

1,4%

0,8%

771 CASA DE REPOUSO - O SOLAR DAS CHÃS, LDA

Miranda do Corvo 1997

47

1.157.013,00 €

1.072.302,00 €

33.194,00 €

12.113,00 €

2,9%

1,1%

772 POLICLINICA-CENTRAL DA FIGUEIRA DA FOZ, LDA.

Figueira da Foz

1981

14

1.156.887,00 €

1.108.837,00 €

26.344,00 €

39.124,00 €

2,3%

3,5%

773 ISLAMAR-PRODUTOS DO MAR, LDA

Coimbra

1998

1

1.154.239,00 €

1.872.465,00 €

-24.666,00 €

-9.894,00 €

-2,1%

-0,5%

774 JOSÉ MARQUES SIMPLÍCIO, LDA.

Tábua

2000

10

1.153.257,00 €

1.067.036,00 €

24.786,00 €

28.873,00 €

2,1%

2,7% 2,3%

775 TRANSPORTES BARRACA, LDA.

Cantanhede

1997

12

1.152.410,00 €

934.620,00 €

20.260,00 €

21.403,00 €

1,8%

776 BERNARDO & VENTURA, LDA

Arganil

1988

12

1.150.764,00 €

1.174.668,00 €

57.737,00 €

4.828,00 €

5,0%

0,4%

777 INDUCENTRO - EQUIP. CONTROL IND. CENTRO, LDA.

Coimbra

1990

14

1.146.938,00 €

860.720,00 €

4.114,00 €

1.694,00 €

0,4%

0,2%

778 ROQUE & FILHOS, REP. COMÉRCIO AUTOMÓVEL, LDA.

Coimbra

1987

11

1.146.794,00 €

1.335.350,00 €

10.859,00 €

9.854,00 €

0,9%

0,7%

779 FARMÁCIA MIRALDO, UNIPESSOAL, LDA.

Cantanhede

2005

7

1.145.628,00 €

1.123.087,00 €

17.856,00 €

27.716,00 €

1,6%

2,5%

780 EPORGAL-EQUIPAMENTO AUTOMOVEL DE PORTUGAL, LDA.

Coimbra

1981

17

1.139.653,00 €

1.098.978,00 €

34.995,00 €

38.928,00 €

3,1%

3,5%


40

DiáriodeCoimbra

30 DE NOVEMBRO DE 2011 WWW.DIARIOCOIMBRA.PT

RANKING N.º

NOME

CONCELHO

DATA CONST.

N.º EMP.

VOLUME NEGÓCIOS 2010

VOLUME NEGÓCIOS 2009

RESULTADO LÍQUIDO 2010

RESULTADO LÍQUIDO 2009

RENT. VEN. 2010

RENT. VEN. 2009

781 JORGE COELHO, LDA.

Soure

1990

10

1.139.527,00 €

1.140.726,00 €

276,00 €

294,00 €

0,0%

0,0%

782 JOSÉ MARTINS NUNES, LDA.

Tábua

1985

15

1.138.435,00 €

1.108.461,00 €

53.001,00 €

193.132,00 €

4,7%

17,4%

783 BEBIFRESCO - DISTRIBUIÇÃO DE BEBIDAS, LDA

Mira

1996

3

1.136.988,00 €

1.210.084,00 €

-8.995,00 €

-19.482,00 €

-0,8%

-1,6%

784 AGRILAG - COMÉRCIO AGRO-PECUÁRIO, LDA.

Oliveira do Hospital 1989

17

1.134.693,00 €

1.009.281,00 €

-7.304,00 €

-198.880,00 €

-0,6%

-19,7%

785 MARPAIXÃO - PRODUÇÃO E COMÉRCIO DE PEIXE, LDA.

Figueira da Foz

2005

4

1.133.937,00 €

1.389.919,00 €

7.448,00 €

243,00 €

0,7%

0,0%

786 ALFREDO, CORTESÃO & MARÇAL, LDA.

Coimbra

1990

10

1.129.395,00 €

837.595,00 €

256.206,00 €

138.683,00 €

22,7%

16,6%

787 FOZMÁQUINA-SOC. MÁQ. FERRAMENTAS DA FIGUEIRA, LDA. Figueira da Foz

1980

6

1.124.842,00 €

1.133.141,00 €

45.003,00 €

-44.133,00 €

4,0%

-3,9%

788 CENTRALFOODSERVICES - SERVIÇO DE CATERING, LDA

Coimbra

2000

15

1.123.041,00 €

1.254.603,00 €

-11.719,00 €

4.844,00 €

-1,0%

0,4%

789 ESPIGA OURO,TRANSP. MERC.,COM. MAT. CONST.,LDA.

V. Nova de Poiares 2003

12

1.119.438,00 €

993.226,00 €

14.027,00 €

42.195,00 €

1,3%

4,2%

790 CONSTRUÇÕES J. PAIVA, LDA

Coimbra

1986

16

1.119.392,00 €

1.149.267,00 €

-16.482,00 €

87.290,00 €

-1,5%

7,6%

791 CIGRAN - COMÉRCIO E INDÚSTRIA DE GRANITOS, LDA

Coimbra

1990

11

1.116.065,00 €

1.690.613,00 €

8.658,00 €

7.549,00 €

0,8%

0,4%

792 ROTAS DO MUNDO, VIAGENS E TURISMO, LDA

Figueira da Foz

2000

3

1.112.493,00 €

994.189,00 €

4.661,00 €

2.649,00 €

0,4%

0,3%

793 VICENTE & VICENTE-IND. ILUMINAÇÃO E DECORAÇÃO, LDA.

Góis

2003

32

1.112.141,00 €

984.854,00 €

63.161,00 €

63.396,00 €

5,7%

6,4%

794 MÓVEIS E COM. COMB.S DA PORTELA DE UNHAIS, LDA

Pamp. da Serra

2001

4

1.111.409,00 €

1.003.968,00 €

981,00 €

18.064,00 €

0,1%

1,8%

795 SOTEXFIL - SOC. TEXTIL DE FIBRAS E FILAMENTOS, LDA.

Lousã

1985

15

1.111.364,00 €

877.849,00 €

3.685,00 €

4.586,00 €

0,3%

0,5%

796 FARMÁCIA VAZ VALENTE LDA

Figueira da Foz

2006

5

1.111.351,00 €

1.121.278,00 €

26.026,00 €

43.712,00 €

2,3%

3,9%

797 QUIAIOS HOTEL-EMPREENDIMENTOS TURISTICOS, S.A.

Figueira da Foz

1996

30

1.110.007,00 €

1.253.088,00 €

-184.900,00 €

5.828,00 €

-16,7%

0,5%

798 BAIA & CARVALHO, LDA.

Cantanhede

1980

8

1.108.921,00 €

1.066.511,00 €

5.801,00 €

5.272,00 €

0,5%

0,5%

799 A. SEABRA, LDA.

Penacova

1995

18

1.106.376,00 €

1.100.925,00 €

67.942,00 €

56.985,00 €

6,1%

5,2%

800 CMDI - CENTRO MÉDICO E DENTÁRIO INTEGRADO, LDA

Figueira da Foz

2002

8

1.106.273,00 €

1.104.522,00 €

10.969,00 €

100.626,00 €

1,0%

9,1%

801 BROSSECAR - IND. COM. ESCOVAS AUTO, UNIP., LDA

V. Nova de Poiares 1998

30

1.104.137,00 €

999.696,00 €

112.025,00 €

101.963,00 €

10,1%

10,2%

802 GRATUITEMA, SA

Montemor-o-Velho 2010

6

1.098.760,00 €

803 TRANSPORTES JOSE MIGUEL SARAIVA, UNIPESSOAL, LDA

Figueira da Foz

2001

11

1.092.989,00 €

1.403.295,00 €

-101.393,00 €

554,00 €

-9,3%

0,0%

804 COIMBRIS - PRODUTOS ALIMENTARES, LDA.

Condeixa-a-Nova

1996

9

1.092.594,00 €

1.099.212,00 €

18.556,00 €

14.194,00 €

1,7%

1,3%

805 LAPO & TEMIDO LDA

Soure

2004

16

1.090.899,00 €

845.484,00 €

5.321,00 €

12.476,00 €

0,5%

1,5%

806 DARIO BETTENCOURT DE OLIVEIRA & CRUZ, LDA.

Coimbra

1983

9

1.083.686,00 €

1.083.985,00 €

13.450,00 €

21.373,00 €

1,2%

2,0%

807 XENAX - EQUIPAMENTOS E SERVICOS LDA

Coimbra

1992

17

1.083.122,00 €

1.653.732,00 €

-79.041,00 €

-44.475,00 €

-7,3%

-2,7%

808 NOGUEIRA, VENTURA & ALMEIDA - CONSTRUÇÕES, LDA.

Coimbra

1999

13

1.082.992,00 €

328.524,00 €

-694.131,00 €

-74.075,00 €

-64,1%

-22,5%

809 CONST. RESIDENCIAIS PROGRESSO DE COIMBRA, S.A.

Coimbra

1977

7

1.082.045,00 €

843.985,00 €

-337.608,00 €

-493.784,00 €

-31,2%

-58,5%

810 MEDIVARIS - REPRESENTAÇÕES MEDICAS, LDA.

Coimbra

1991

10

1.080.800,00 €

970.048,00 €

39.171,00 €

14.667,00 €

3,6%

1,5%

811 SOCARTO - SOC. LEVANT. TOPO CARTOGRÁFICOS, LDA.

Penacova

1977

10

1.080.144,00 €

447.907,00 €

21.235,00 €

19.122,00 €

2,0%

4,3%

812 MANUEL FERNANDES, LDA.

Penacova

2002

5

1.078.259,00 €

891.984,00 €

10.193,00 €

5.970,00 €

0,9%

0,7%

813 TRANSPRADO - TRANSP. NACIONAIS E INTERNAC., LDA.

Figueira da Foz

1997

12

1.076.829,00 €

1.007.510,00 €

-15.616,00 €

16.345,00 €

-1,5%

1,6%

814 GIL DIAS SOCIEDADE CONSTRUÇÃO CIVIL, LDA.

Figueira da Foz

1989

18

1.076.046,00 €

1.407.719,00 €

1.325,00 €

29.878,00 €

0,1%

2,1%

815 AGROPEÇAS DO CENTRO, LDA.

Lousã

1989

7

1.075.720,00 €

861.294,00 €

40.527,00 €

32.001,00 €

3,8%

3,7%

816 FRIOPASTEL-COM. E IND. PROD. ALIMENT. CONGEL., LDA

Tábua

1999

16

1.075.616,00 €

940.634,00 €

88.309,00 €

30.203,00 €

8,2%

3,2%

817 MARQUES & PASCOAL, LDA.

Mira

1989

2

1.074.430,00 €

1.881.850,00 €

224.539,00 €

292.066,00 €

20,9%

15,5%

818 RUN’S-ARTIGOS DE OURIVESARIA, LDA.

Cantanhede

1999

3

1.073.481,00 €

1.124.354,00 €

106.943,00 €

149.151,00 €

10,0%

13,3%

819 BETTERSOFT - SISTEMA DE INFORMAÇÃO, LDA

Coimbra

2000

23

1.069.629,00 €

832.443,00 €

-16.877,00 €

2.233,00 €

-1,6%

0,3%

820 FERNANDO RAMOS, LDA.

Cantanhede

1988

11

1.066.978,00 €

1.179.046,00 €

-10.666,00 €

12.287,00 €

-1,0%

1,0%

821 GRAÇA AZENHA & FILHAS - COM. IND. PROD. ALIMENT. LDA

Montemor-o-Velho 2007

12

1.066.620,00 €

1.109.791,00 €

-19.239,00 €

13.676,00 €

-1,8%

1,2%

822 AREA CELULAR-COMUNICAÇÕES, LDA.

Figueira da Foz

1997

29

1.064.360,00 €

1.023.169,00 €

1.625,00 €

1.541,00 €

0,2%

0,2%

823 FRUTAS BRITO’S, LDA

Oliveira do Hospital 2009

5

1.063.625,00 €

824 TRIFIDA-COMERCIO DE MATERIAL INFORMATICO, LDA.

Coimbra

1999

6

1.063.361,00 €

1.068.352,00 €

-41.023,00 €

3.455,00 €

-3,9%

0,3%

825 COLPAVIMEP, LDA

V. Nova de Poiares 1986

7

1.062.900,00 €

759.899,00 €

1.067,00 €

1.320,00 €

0,1%

0,2%

826 SANTOS & LOURENÇO LDA

Cantanhede

1986

2

1.062.116,00 €

1.036.340,00 €

27.291,00 €

13.436,00 €

2,6%

1,3%

827 FERNANDO CAMELO - UNIPESSOAL, LDA

Figueira da Foz

2005

2

1.061.756,00 €

1.191.340,00 €

616,00 €

513,00 €

0,1%

0,0%

828 COMERLUSA - COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES, S.A.

Coimbra

1985

10

1.059.752,00 €

991.299,00 €

-44.029,00 €

-2.449,00 €

-4,2%

-0,2%

829 BRITO & BRITO, LDA

Oliveira do Hospital 1976

17

1.052.711,00 €

879.137,00 €

137,00 €

-32.645,00 €

0,0%

-3,7%

830 FARMÁCIA CRUZ FERREIRA, UNIPESSOAL LDA

Mira

2001

7

1.052.636,00 €

1.012.235,00 €

94.942,00 €

102.322,00 €

9,0%

10,1%

831 SOUSA, SOBRINHO & FREIXO, LDA.

Coimbra

1976

18

1.052.266,00 €

1.330.974,00 €

-81.291,00 €

39.598,00 €

-7,7%

3,0%

832 JOAQUIM NETO MURTA, S.A.

Coimbra

1989

2

1.052.172,00 €

1.078.600,00 €

322.358,00 €

461.136,00 €

30,6%

42,8%

833 DEOMARSOL-AQUECIMENTO E ENERGIA SOLAR, LDA.

Coimbra

1987

15

1.052.075,00 €

816.538,00 €

45.161,00 €

-111.517,00 €

4,3%

-13,7%

834 MOVEIS TRALHÃO, LDA.

Soure

1985

11

1.051.556,00 €

1.089.685,00 €

20.034,00 €

44.995,00 €

1,9%

4,1%

835 CÉLIA MARQUES, UNIPESSOAL, LDA.

Figueira da Foz

2002

10

1.051.495,00 €

800.085,00 €

7.093,00 €

-12.765,00 €

0,7%

-1,6%

786,00 €

0,1%

33.051,00 €

3,1%


1000Maiores

N.º

NOME

30 DE NOVEMBRO DE 2011 WWW.DIARIOCOIMBRA.PT

CONCELHO

DATA CONST.

N.º EMP.

VOLUME NEGÓCIOS 2010

VOLUME NEGÓCIOS 2009

RESULTADO LÍQUIDO 2010

7

1.051.145,00 €

925.900,00 €

1.050.000,00 €

1.417.500,00 €

1.049.527,00 €

41

RESULTADO LÍQUIDO 2009

RENT. VEN. 2010

RENT. VEN. 2009

16.035,00 €

23.252,00 €

1,5%

2,5%

97.771,00 €

256.138,00 €

9,3%

18,1%

1.152.546,00 €

11.073,00 €

15.402,00 €

1,1%

1,3% 14,0%

836 SILVINO COSTA & COSTA, LDA

Penela

2006

837 REIS & FIGUEIREDO, LDA

Coimbra

1996

838 RESTAURANTE SA DA BANDEIRA, LDA.

Coimbra

1992

839 MARTINS & BANDEIRA-MADEIRAS, LDA.

Arganil

1996

4

1.048.750,00 €

807.089,00 €

42.029,00 €

113.280,00 €

4,0%

840 ANTONIO DE JESUS MIRANDA, LDA.

Condeixa-a-Nova

1989

15

1.047.460,00 €

994.646,00 €

12.795,00 €

19.677,00 €

1,2%

2,0%

841 SIMÕES, RODRIGUES & FILHOS, LDA

Coimbra

2007

8

1.046.800,00 €

1.008.707,00 €

493,00 €

-2.756,00 €

0,0%

-0,3%

842 MACOBEGO - MAT. CONSTRUÇÃO BEIRA MONDEGO, LDA.

Coimbra

1979

9

1.042.669,00 €

1.058.410,00 €

25.892,00 €

24.593,00 €

2,5%

2,3%

843 ASPIGLOBO, UNIPESSOAL, LDA

Coimbra

23

2005

9

1.041.831,00 €

962.749,00 €

35.090,00 €

47.759,00 €

3,4%

5,0%

844 MUNDIVESTE - INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE VESTUÁRIO, LDA Oliveira do Hospital 1973

62

1.040.772,00 €

908.631,00 €

-227.627,00 €

-185.275,00 €

-21,9%

-20,4%

845 DATAPLAS - PLASTICOS TECNICOS, S.A.

Coimbra

1994

21

1.039.069,00 €

683.017,00 €

-129.473,00 €

-234.667,00 €

-12,5%

-34,4%

846 AGROBAÍA-COM. IND. ALIMENTOS PARA ANIMAIS, LDA.

Coimbra

1980

6

1.037.340,00 €

1.138.791,00 €

11.316,00 €

51.320,00 €

1,1%

4,5%

847 FOZNETO - CONSTRUÇÕES, LDA

Figueira da Foz

1985

9

1.037.275,00 €

1.752.241,00 €

-115.806,00 €

32.363,00 €

-11,2%

1,8%

848 CRISOTUBOS - COMERCIO DE TUBOS E ACESSORIOS, LDA

Cantanhede

1996

8

1.035.772,00 €

1.098.905,00 €

7.948,00 €

6.192,00 €

0,8%

0,6%

849 EP - ELEVADORES PADRÃO, LDA.

Lousã

1990

19

1.034.362,00 €

1.417.208,00 €

2.447,00 €

32.251,00 €

0,2%

2,3%

850 JOSÉ MANUEL SOUTILHA-SERV. AUTO, SOC. UNIP., LDA.

Mira

1998

2

1.033.941,00 €

828.321,00 €

4.785,00 €

3.177,00 €

0,5%

0,4%

851 RECICLOCENTRO - RECI. E COM. DE SUCATAS DESPER., LDA Lousã

2007

5

12,6%

852 NEFROCENTRO - SOC. NEFROLÓGICA DO CENTRO, LDA

Coimbra

2001

853 3NA, LDA

Montemor-o-Velho 2009

6

1.033.891,00 €

408.091,00 €

169.866,00 €

51.216,00 €

16,4%

1.030.921,00 €

856.901,00 €

-707,00 €

-4.182,00 €

-0,1%

-0,5%

1.027.697,00 €

86.143,00 €

45.410,00 €

10.112,00 €

4,4%

11,7%

854 GASODUEÇA, COMERCIO DE COMBUSTIVEIS, LDA.

Miranda do Corvo 1996

5

1.026.922,00 €

1.175.516,00 €

7.442,00 €

44.225,00 €

0,7%

3,8%

855 INTERAGUA - TECNOLOGIA E GESTÃO DA AGUA, LDA.

Figueira da Foz

1987

7

1.024.745,00 €

1.592.761,00 €

3.266,00 €

7.623,00 €

0,3%

0,5%

856 CENTRAL PROJECTOS, LDA.

Coimbra

1993

27

1.022.458,00 €

830.362,00 €

38.990,00 €

56.115,00 €

3,8%

6,8%

857 LOPES & COUTO, LDA.

Figueira da Foz

1977

24

1.020.858,00 €

1.166.691,00 €

-22.357,00 €

56.346,00 €

-2,2%

4,8%

858 COFOTRANS - EMPRESA DE EXPLORAÇÃO FLORESTAL, S.A.

Figueira da Foz

2003

10

1.020.618,00 €

909.814,00 €

46.974,00 €

76.596,00 €

4,6%

8,4%

859 ALVES & SANTOS, LDA

Coimbra

1975

24

1.016.517,00 €

1.004.204,00 €

29.992,00 €

44.064,00 €

3,0%

4,4%

860 SANTOS DETALHES, LDA.

Coimbra

2006

8

1.014.990,00 €

1.018.508,00 €

522,00 €

4.876,00 €

0,1%

0,5%

861 PREDILOURA - CONSTRUÇÕES, UNIPESSOAL, LDA.

Soure

2000

4

1.014.000,00 €

355.000,00 €

5.532,00 €

5.961,00 €

0,5%

1,7%

862 FOZARCOS - RESTAURAÇÃO RÁPIDA, LDA.

Figueira da Foz

2002

24

1.012.340,00 €

1.016.788,00 €

37.790,00 €

35.861,00 €

3,7%

3,5%

863 JANELAS DA GANDARA-CAIXILHARIA DE ALUMINIO, LDA.

Montemor-o-Velho 2001

10

1.011.637,00 €

1.174.101,00 €

5.681,00 €

1.507,00 €

0,6%

0,1%

864 FÁBRICA DA COMIDA - EXP. HOTE. REST. BEBIDAS,LDA.

Figueira da Foz

2000

15

1.011.031,00 €

1.102.311,00 €

16.755,00 €

79.474,00 €

1,7%

7,2%

865 DIVERDIS - COMÉRCIO INTERNACIONAL, S.A.

Coimbra

1994

16

1.009.819,00 €

961.821,00 €

-34.903,00 €

8.176,00 €

-3,5%

0,9%

866 UNIGUARDA-ARMAZENISTA DE PROD. ALIMENTARES, LDA

Coimbra

1995

5

1.009.554,00 €

1.155.259,00 €

8.768,00 €

10.665,00 €

0,9%

0,9%

867 AUTOFEBRA - PEÇAS E ACESSÓRIOS, LDA

Coimbra

2003

8

1.008.782,00 €

1.266.288,00 €

-1.619,00 €

26.342,00 €

-0,2%

2,1%

868 ANTONIO & CRISTINA, LDA.

Montemor-o-Velho 2001

40

1.005.283,00 €

980.599,00 €

17.285,00 €

7.538,00 €

1,7%

0,8%

869 CAVES CONDE DE CANTANHEDE

Cantanhede

1993

14

995.611,00 €

978.128,00 €

-30.277,00 €

-25.514,00 €

-3,0%

-2,6%

870 CORREIA NEVES, LDA.

Condeixa-a-Nova

2004

2

994.162,00 €

197.498,00 €

2.077,00 €

-16.454,00 €

0,2%

-8,3%

871 NUTRIPRODUÇÃO - PRODUÇÃO ALIMENTAR, LDA

Coimbra

2008

24

993.271,00 €

820.229,00 €

3.276,00 €

13.100,00 €

0,3%

1,6%

872 PRORRESINA - PRODUTOS RESINOSOS, LDA.

Góis

1977

7

990.593,00 €

569.998,00 €

37.557,00 €

5.311,00 €

3,8%

0,9%

873 CRUBORG - CONSTRUÇÕES, LDA.

Mira

2006

3

990.240,00 €

857.688,00 €

58.778,00 €

39.783,00 €

5,9%

4,6%

874 TRACTOGRÍCOLA - COM. MÁQ. AGRÍCOLAS, UNIP., LDA.

Coimbra

2002

7

989.627,00 €

441.623,00 €

18.009,00 €

7.459,00 €

1,8%

1,7%

875 FARMÁCIA MOREIRA DUARTE, LDA.

Coimbra

2003

6

987.615,00 €

1.013.215,00 €

20.915,00 €

45.677,00 €

2,1%

4,5%

876 TEDITEL-TECNICA E DECORAÇÃO DE INTERIORES, LDA.

Coimbra

1989

8

987.569,00 €

1.506.041,00 €

79.078,00 €

227.533,00 €

8,0%

15,1%

877 SATELNET-COMER. E INST. TELECOMUNICAÇÕES, LDA.

Coimbra

2001

6

986.406,00 €

980.690,00 €

33.323,00 €

18.494,00 €

3,4%

1,9%

878 CAVADAS, ALMEIDA & CIA LDA

Cantanhede

1971

14

985.878,00 €

990.542,00 €

49.198,00 €

39.018,00 €

5,0%

3,9%

879 JOBIPISO - CONSTRUÇÃO CIVIL E OBRAS PUBLICAS, LDA

Coimbra

1996

15

983.689,00 €

670.786,00 €

19.293,00 €

9.630,00 €

2,0%

1,4%

880 SEGUNDA VIA-HOTELARIA, LDA.

Cantanhede

1998

18

982.698,00 €

1.052.581,00 €

35.252,00 €

34.257,00 €

3,6%

3,3%

881 LITORAL REGAS - COMÉRCIO E APOIO A AGRICULTURA, LDA

Mira

2007

7

980.302,00 €

812.838,00 €

27.429,00 €

31.338,00 €

2,8%

3,9%

882 PETRODAVID - COMERCIO DE COMBUSTIVEIS, LDA

Penela

2001

3

979.957,00 €

916.483,00 €

-295,00 €

17.493,00 €

0,0%

1,9%

883 ANTONIO & LUIS MATIAS, LDA.

Oliveira do Hospital 1999

4

979.505,00 €

821.537,00 €

8.453,00 €

4.724,00 €

0,9%

0,6%

884 PISCIARTE-EQUIPAMENTOS PARA PISCINAS, LDA.

Figueira da Foz

11

976.653,00 €

787.516,00 €

8.884,00 €

33.108,00 €

0,9%

4,2% 6,7%

2000

885 DIODORO- PASTELARIA BOUTIQUE DE PÃO, LDA.

Coimbra

1995

27

974.331,00 €

904.298,00 €

109.643,00 €

60.572,00 €

11,3%

886 ANDRÉTRANS-TRANSPORTES, LDA.

Tábua

2005

13

973.958,00 €

847.868,00 €

7.299,00 €

4.743,00 €

0,7%

0,6%

887 PW - PORTUGAL WATCHES, LDA

Cantanhede

2009

2

972.043,00 €

257.726,00 €

17.377,00 €

31.631,00 €

1,8%

12,3%

888 MECÂNICA INDUSTRIAL DE COIMBRA, LDA.

Coimbra

1947

41

971.645,00 €

1.307.861,00 €

-5.504,00 €

26.214,00 €

-0,6%

2,0%

889 QUEIJOS LAGOS - QUEIJOS E DERIVADOS, LDA.

Oliveira do Hospital 2006

8

971.547,00 €

713.401,00 €

117.839,00 €

17.091,00 €

12,1%

2,4%

890 SONOMEDICUS - CENTRO DE DIAGNOSTICO MEDICO, LDA.

Coimbra

7

970.583,00 €

1.000.574,00 €

65.679,00 €

75.922,00 €

6,8%

7,6%

1981


42

DiáriodeCoimbra

30 DE NOVEMBRO DE 2011 WWW.DIARIOCOIMBRA.PT

RANKING N.º

NOME

CONCELHO

DATA CONST.

N.º EMP.

VOLUME NEGÓCIOS 2010

VOLUME NEGÓCIOS 2009

RESULTADO LÍQUIDO 2010

RESULTADO LÍQUIDO 2009

891 PLACOFERRAGENS-DERIV. CARPINT. MARCENARIA, LDA.

V. Nova de Poiares 1994

10

969.794,00 €

1.158.412,00 €

10.617,00 €

9.719,00 €

1,1%

0,8%

892 CIVILINSP-INSPECÇÕES TÉCNICAS DE GÁS, LDA.

Coimbra

2001

24

967.459,00 €

969.565,00 €

135.517,00 €

146.628,00 €

14,0%

15,1%

893 CONSTRUÇÕES JOÃO VITOR RIBEIRO FERNANDES, LDA.

Mira

1998

14

965.724,00 €

616.720,00 €

2.084,00 €

9.133,00 €

0,2%

1,5%

894 CORDEIRO & PEÇA, LDA.

Cantanhede

2000

4

964.966,00 €

919.388,00 €

104.350,00 €

49.444,00 €

10,8%

5,4%

895 HABICHOUPAL - CONSTRUÇÕES, LDA.

Coimbra

1988

3

963.383,00 €

103.634,00 €

-39.166,00 €

10,8%

896 ARGOCOJA - COM. MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO, LDA.

Arganil

2002

5

962.983,00 €

900.176,00 €

29.893,00 €

30.144,00 €

3,1%

3,3%

897 FERREIRA DE SOUSA - CONST. CIVIS E OBRAS PUB., LDA.

Coimbra

1987

25

961.753,00 €

1.126.278,00 €

-101.313,00 €

41.144,00 €

-10,5%

3,7%

898 SOUSA & SERVOLO - COM. PROD. ALIMENT. E CONGE., LDA.

Montemor-o-Velho 1995

4

960.523,00 €

987.413,00 €

2.720,00 €

1.877,00 €

0,3%

0,2%

899 BEGAL-SOC.COM. E IND. PALITOS E DERIV. MADEIRA,LDA

Penacova

1983

6

960.393,00 €

796.466,00 €

71.336,00 €

49.704,00 €

7,4%

6,2%

900 SUPERMACO-MATERIAIS CONSTRUÇÃO, LDA

Tábua

1995

4

960.313,00 €

989.818,00 €

48.978,00 €

46.776,00 €

5,1%

4,7%

901 FERCAMOR - CONSTRUÇÕES, LDA.

Montemor-o-Velho 2001

36

960.222,00 €

906.156,00 €

-18.688,00 €

3.085,00 €

-1,9%

0,3%

902 LEITÃO & SANTOS,UNIPESSOAL, LDA.

Coimbra

1982

2

958.473,00 €

817.779,00 €

1.186,00 €

-10.458,00 €

0,1%

-1,3%

903 SEIXAS & MARIA, LDA.

Coimbra

1999

3

958.290,00 €

722.509,00 €

5.190,00 €

7.382,00 €

0,5%

1,0%

904 SOBEBIDAS-SOCIEDADE DE BEBIDAS, LDA.

Lousã

1988

6

955.768,00 €

887.132,00 €

1,00 €

18.905,00 €

0,0%

2,1%

905 LOGICENTRO - IMP. E COMER.E COMPUTADORES LDA

Coimbra

1981

20

955.077,00 €

1.267.989,00 €

11.490,00 €

6.399,00 €

1,2%

0,5%

906 EXTINTEL, SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS, LDA

Coimbra

1983

13

953.356,00 €

907 CONSTRUÇÕES CASTANHEIRA & JOAQUIM, LDA.

Arganil

1997

14

952.162,00 €

1.133.005,00 €

124.230,00 €

81.567,00 €

13,0%

908 FARMÁCIAS GIRÃO, LDA

Figueira da Foz

2010

6

951.390,00 €

909 CONDEIXAGAS-COMERCIO E DISTRIBUIÇÃO DE GAS, LDA.

Condeixa-a-Nova

1995

8

949.330,00 €

872.284,00 €

29.531,00 €

45.446,00 €

3,1%

5,2%

910 MONDEFOZ TRANSPORTES, LDA.

Figueira da Foz

1994

11

949.059,00 €

687.398,00 €

-824,00 €

-10.498,00 €

-0,1%

-1,5%

911 FOZ - SOCIEDADE COMERCIAL DE MOTOCICLOS, LDA.

Figueira da Foz

1967

5

947.637,00 €

1.068.293,00 €

-3.040,00 €

13.374,00 €

-0,3%

1,3%

912 AUGUSTUS - INDUSTRIA DE EQUIPAMENTOS, LDA.

Figueira da Foz

1995

20

945.261,00 €

1.120.915,00 €

151.563,00 €

70.366,00 €

16,0%

6,3%

913 HABICOIMBRA - SOC. CONST. CIVIL E OBRAS PUBLICAS, LDA. Coimbra

1980

5

945.000,00 €

445.853,00 €

-7.444,00 €

47,2%

914 MACOSÊCO - REP. MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO,LDA.

Cantanhede

1999

7

944.620,00 €

94.229,00 €

200.673,00 €

10,0%

915 CRAZY BOWLING, LDA

Coimbra

2007

23

942.959,00 €

722.591,00 €

24.023,00 €

16.649,00 €

2,5%

2,3%

916 CAFUM-CENTRO AGRO-TECNICO DE FUMIGAÇÕES, LDA

Coimbra

1977

12

941.621,00 €

782.993,00 €

105.584,00 €

80.174,00 €

11,2%

10,2%

71.517,00 €

RENT. VEN. 2009

7,5%

-133.216,00 €

1.144.094,00 €

RENT. VEN. 2010

7,2%

-14,0%

17,5%

917 RAMALPOMBEIRO, CONSTRUÇÕES, LDA

Arganil

2004

11

941.585,00 €

686.507,00 €

51.938,00 €

78.029,00 €

5,5%

11,4%

918 FARMÁCIA AVOPEL, LDA.

Figueira da Foz

1989

5

941.494,00 €

939.379,00 €

21.920,00 €

53.610,00 €

2,3%

5,7%

919 ARNADO-SOC. EXP. ADMINISTRAÇÃO DE IMOVEIS, S.A.

Coimbra

1980

8

940.633,00 €

901.593,00 €

121.741,00 €

83.733,00 €

12,9%

9,3%

920 CLÁUDIO FIGUEIREDO & HELDER SANTOS, LDA.

Penacova

2002

8

940.443,00 €

945.984,00 €

8.630,00 €

16.380,00 €

0,9%

1,7%

921 INTERVISA-AGENCIA DE VIAGENS DE COIMBRA, LDA.

Coimbra

1980

3

940.162,00 €

898.768,00 €

6.882,00 €

-49.788,00 €

0,7%

-5,5%

922 ANTIQUARIO DA FIGUEIRA, LDA

Figueira da Foz

2000

2

939.128,00 €

411.925,00 €

87.770,00 €

9.223,00 €

9,3%

2,2%

923 SIMÕES & PAZ, LDA.

Coimbra

2001

7

938.451,00 €

971.120,00 €

11.096,00 €

27.201,00 €

1,2%

2,8%

924 VISATINTAS, PINTURAS E COMERCIO DE TINTAS, LDA

Cantanhede

1996

31

938.217,00 €

1.060.875,00 €

8.078,00 €

11.118,00 €

0,9%

1,0%

925 ARBORICULTURA - MOREIRA DA SILVA, LDA

Coimbra

2002

45

937.294,00 €

1.223.709,00 €

35.184,00 €

57.884,00 €

3,8%

4,7%

926 3WD-INFORMÁTICA, UNIPESSOAL, LDA

Coimbra

2007

4

936.676,00 €

725.048,00 €

27.791,00 €

17.684,00 €

3,0%

2,4%

927 PINTURAS VITOR PISCO, LDA

Penacova

1999

25

935.121,00 €

1.070.852,00 €

113.107,00 €

283.514,00 €

12,1%

26,5%

928 FOZTUBO - MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO, LDA.

Figueira da Foz

1995

6

934.866,00 €

807.519,00 €

21.511,00 €

9.840,00 €

2,3%

1,2%

929 FEB - CAFÉS, S.A.

Coimbra

1944

11

934.752,00 €

1.022.662,00 €

38.704,00 €

22.385,00 €

4,1%

2,2%

930 DECORMAR - SOC. TRANSF. MARMORES E GRANITOS, LDA

Figueira da Foz

1988

22

934.611,00 €

934.485,00 €

-41.641,00 €

9.613,00 €

-4,5%

1,0%

931 CARDOSO & NEVES, LDA

Coimbra

1978

10

933.939,00 €

899.562,00 €

15.370,00 €

2.401,00 €

1,6%

0,3%

932 IMPORSEAL - VEDANTES, ROLAMENTOS E ACESSÓRIOS,LDA Coimbra

2005

9

932.880,00 €

622.497,00 €

44.111,00 €

14.691,00 €

4,7%

2,4%

Montemor-o-Velho 1986

13

931.480,00 €

833.709,00 €

8.473,00 €

2.697,00 €

0,9%

0,3%

933 ORGANIZAÇÕES PROGRESSO-COM. PROD. ALIMENT., LDA. 934 CENTRO OPTICO DE TABUA, LDA.

Tábua

1987

13

925.185,00 €

989.083,00 €

143.308,00 €

199.303,00 €

15,5%

20,2%

935 ALFREDO FARRECA RODRIGUES, LDA.

Figueira da Foz

1977

25

923.667,00 €

943.830,00 €

48.032,00 €

55.938,00 €

5,2%

5,9%

936 NUTRISOURE-COMERCIO DE ALIMENTOS, LDA.

Soure

1984

7

921.265,00 €

960.793,00 €

19.911,00 €

20.505,00 €

2,2%

2,1%

937 BOTICA DO LARGO - FARMÁCIA DE OFICINA, S.A.

Coimbra

2004

7

921.215,00 €

921.122,00 €

255,00 €

21.316,00 €

0,0%

2,3%

938 SOCIEDADE CENTRAL DE CANTANHEDE, LDA.

Cantanhede

1923

2

920.684,00 €

924.674,00 €

5.892,00 €

14.528,00 €

0,6%

1,6%

939 ANOBRAMAR - COM. PRODUTOS ALIMENTARES, LDA.

Condeixa-a-Nova

2005

1

920.410,00 €

765.530,00 €

574,00 €

-7.964,00 €

0,1%

-1,0%

940 COIMBRAPEÇAS-PEÇAS E ACESSORIOS DE AUT., LDA.

Coimbra

1981

10

919.835,00 €

1.006.159,00 €

11.009,00 €

14.040,00 €

1,2%

1,4%

941 AUTOAVAL-ACESSÓRIOS DE AUT. MONDEGO, LDA.

Coimbra

1977

8

919.257,00 €

844.414,00 €

9.792,00 €

8.478,00 €

1,1%

1,0%

942 HENRIQUE NOGUEIRA MARIANO & CIA., LDA.

Figueira da Foz

1979

22

918.700,00 €

752.723,00 €

41.860,00 €

20.521,00 €

4,6%

2,7%

943 ALVARO MATOS BANDEIRA & FILHOS, LDA.

Góis

1997

3

916.351,00 €

904.250,00 €

32.702,00 €

33.222,00 €

3,6%

3,7%

944 NOSEFA - PERFUMARIA E COSMÉTICA, LDA.

Coimbra

1985

3

915.661,00 €

702.709,00 €

42.042,00 €

27.776,00 €

4,6%

4,0%

945 VOLPEÇAS - COM. PEÇAS E FERRAMENTAS AUTO, LDA.

Coimbra

1981

6

912.992,00 €

1.303.489,00 €

41.053,00 €

152.413,00 €

4,5%

11,7%


1000Maiores

N.º

NOME

30 DE NOVEMBRO DE 2011 WWW.DIARIOCOIMBRA.PT

CONCELHO

DATA CONST.

N.º EMP.

VOLUME NEGÓCIOS 2010

VOLUME NEGÓCIOS 2009

RESULTADO LÍQUIDO 2010

RESULTADO LÍQUIDO 2009

RENT. VEN. 2010

43

RENT. VEN. 2009

946 FARMÁCIA TILCOR - UNIPESSOAL, LDA

Penacova

2001

5

912.417,00 €

894.142,00 €

35.901,00 €

26.181,00 €

3,9%

2,9%

947 FONSECA & FONSECA, LDA.

Oliveira do Hospital 1981

40

912.398,00 €

2.520.914,00 €

39.446,00 €

372.260,00 €

4,3%

14,8%

948 SNACK-BAR O FERNANDO-HOTELARIA, LDA

Figueira da Foz

1996

19

912.073,00 €

906.525,00 €

166.979,00 €

160.339,00 €

18,3%

17,7%

949 EUROFOODS PORTUGAL - EXPORTAÇÃO, IMPORTAÇÃO, LDA Figueira da Foz

2007

2

910.750,00 €

871.546,00 €

20.166,00 €

41.587,00 €

2,2%

4,8%

950 ANACLETO CARDOSO CAÇÃO, UNIPESSOAL LDA

Figueira da Foz

2005

5

910.727,00 €

797.933,00 €

79.151,00 €

44.613,00 €

8,7%

5,6%

951 FERNANDO MARQUES & MARQUES, LDA.

Cantanhede

1995

4

910.317,00 €

697.857,00 €

41.804,00 €

26.392,00 €

4,6%

3,8%

952 RECI 21-RECICLAGEM DE RESIDUOS INDUSTRIAIS, LDA.

Figueira da Foz

1990

20

909.304,00 €

612.565,00 €

27.805,00 €

-66.555,00 €

3,1%

-10,9%

953 EPICENTRO-DISTRIBUIDORES DE MOBILIARIO, LDA.

Coimbra

1993

4

909.047,00 €

879.349,00 €

16.721,00 €

18.744,00 €

1,8%

2,1%

954 MARIA CRISTINA MIGUEIS - SOCIEDADE UNIPESSOAL LDA

Cantanhede

2001

5

908.483,00 €

862.662,00 €

39.665,00 €

39.956,00 €

4,4%

4,6%

955 TRANSPORTES LUIS RAMOS & CARDOSO, LDA.

Soure

2001

7

907.632,00 €

340.723,00 €

18.110,00 €

38.639,00 €

2,0%

11,3%

956 EPJMÉDICA - ARTIGOS MÉDICOS E HOSPITALARES, LDA.

Coimbra

2004

8

907.557,00 €

1.121.678,00 €

43.314,00 €

101.275,00 €

4,8%

9,0%

957 SERAFIM RAMOS, LDA

Coimbra

1975

17

906.985,00 €

958.655,00 €

15.413,00 €

5.272,00 €

1,7%

0,5%

958 FRESCO & GOMES, LDA.

Mira

1986

3

905.973,00 €

817.025,00 €

1.293,00 €

1.612,00 €

0,1%

0,2%

959 MAR NATIVO - COMÉRCIO DE COMBUSTÍVEIS LDA

Miranda do Corvo 2004

3

904.254,00 €

982.393,00 €

-2.118,00 €

-19.177,00 €

-0,2%

-2,0%

960 SEDUTA-COMERCIO DE VESTUARIO, LDA

Figueira da Foz

1995

23

902.796,00 €

973.709,00 €

-128.301,00 €

-172.056,00 €

-14,2%

-17,7%

961 COMUNITRANS-TRANSPORTES, LDA.

Coimbra

2003

11

901.228,00 €

1.034.354,00 €

-23.558,00 €

-40.395,00 €

-2,6%

-3,9%

962 JORGE LOURENÇO, LDA.

Coimbra

1985

17

900.627,00 €

682.463,00 €

16.702,00 €

14.798,00 €

1,9%

2,2%

963 MEDBIZ-COMÉRCIO TÊXTIL, LDA

Oliveira do Hospital 2005

1

898.663,00 €

459.578,00 €

665,00 €

-76.844,00 €

0,1%

-16,7%

964 MOBILESPORT - FJF, LDA

Coimbra

2009

1

898.481,00 €

500.294,00 €

354,00 €

8.875,00 €

0,0%

1,8%

965 TOREXCEL - TOROS PARA EXPORTAÇÃO E CELULOSE, LDA.

Arganil

1984

6

897.270,00 €

528.175,00 €

86.904,00 €

-92.408,00 €

9,7%

-17,5%

966 FARMACIA CRUZ CHIEIRA, UNIPESSOAL, LDA.

Tábua

2001

7

896.340,00 €

894.256,00 €

22.367,00 €

18.108,00 €

2,5%

2,0%

967 MAMIAL - COM. IMP. E EXP. ELECTRODOMESTICOS, LDA.

Coimbra

1987

7

896.323,00 €

600.895,00 €

168.630,00 €

20.619,00 €

18,8%

3,4%

968 JOSE FERREIRA, UNIPESSOAL LDA.

Figueira da Foz

1981

3

894.567,00 €

877.854,00 €

-9.595,00 €

-23.396,00 €

-1,1%

-2,7%

969 MADIFOZ - FABRICA DE URNAS PAIONENSE, LDA.

Figueira da Foz

1980

29

894.559,00 €

835.194,00 €

10.664,00 €

52.739,00 €

1,2%

6,3%

970 TRANSMARNOTO - TRANSPORTES, LDA.

Figueira da Foz

1998

10

893.108,00 €

765.930,00 €

743,00 €

4.666,00 €

0,1%

0,6%

971 INTERBEIRAS - VIAGENS E TURISMO, LDA.

Oliveira do Hospital 1983

5

892.977,00 €

838.866,00 €

28.794,00 €

30.926,00 €

3,2%

3,7%

972 IMPORFABRIL - INDÚSTRIA E SERVIÇOS LDA

Oliveira do Hospital 2002

49

891.913,00 €

1.418.290,00 €

-255.507,00 €

-147.070,00 €

-28,6%

-10,4%

973 MIDOFABRIL-CENTRO INDUSTRIAL E MECANICO, LDA.

Tábua

1969

8

887.653,00 €

800.800,00 €

1.901,00 €

3.335,00 €

0,2%

0,4%

974 CAMPOS COROA - CLÍNICA OFTALMOLÓGICA, LDA

Tábua

1995

7

887.434,00 €

979.610,00 €

264.899,00 €

246.884,00 €

29,8%

25,2%

975 MANUEL MARQUES SERRADOR, LDA.

Coimbra

1994

17

886.518,00 €

493.891,00 €

-158.009,00 €

-45.746,00 €

-17,8%

-9,3%

976 LITORALCED - EMP. TRABALHO TEMP., UNIPESSOAL, LDA.

Figueira da Foz

2000

56

884.747,00 €

907.783,00 €

51.379,00 €

76.270,00 €

5,8%

8,4%

977 MADELJOR - METALURGICA SARAIVA RIBEIRO, LDA.

Arganil

1991

19

884.248,00 €

1.008.630,00 €

10.739,00 €

24.227,00 €

1,2%

2,4%

978 VESTIBEBÉ - COMÉRCIO DE VESTUÁRIO, LDA

Coimbra

1999

8

883.102,00 €

825.961,00 €

4.472,00 €

3.238,00 €

0,5%

0,4%

979 PAVINETTO - INDÚSTRIA E CONSTRUÇÃO LDA

Figueira da Foz

2000

6

882.155,00 €

1.104.895,00 €

-386.370,00 €

-93.814,00 €

-43,8%

-8,5%

980 SOLACO-SOCIEDADE DE LAVANDARIAS DE COIMBRA, LDA.

Coimbra

1993

30

881.945,00 €

864.936,00 €

25.396,00 €

4.362,00 €

2,9%

0,5%

981 A.M. CACHO & BRÁS, LDA.

Condeixa-a-Nova

1980

18

881.434,00 €

2.834.313,00 €

27.021,00 €

317.273,00 €

3,1%

11,2%

982 QUINTA DO OLHEIRO, LDA

Cantanhede

2009

11

881.392,00 €

94.649,00 €

-665,00 €

10,7%

983 TERRANA - SERV. TERRAPLANAGENS E EXPL. INERTES, LDA Coimbra

1990

19

880.592,00 €

984.438,00 €

103.799,00 €

-83.431,00 €

11,8%

984 HEMATOS-SAÚDE E TECNOLOGIA, LDA

Cantanhede

2004

4

878.812,00 €

1.039.175,00 €

5.828,00 €

52.196,00 €

0,7%

5,0%

985 FEZEMETAL - SOC. TUBAGENS IND. E METALOM., LDA.

Figueira da Foz

1994

14

877.575,00 €

780.655,00 €

3.228,00 €

6.542,00 €

0,4%

0,8%

986 DIVERCENTRO-SIST. DIVERSÃO EM TEC. AVANÇADAS, LDA.

Coimbra

1992

3

875.256,00 €

685.205,00 €

60.183,00 €

29.906,00 €

6,9%

4,4%

987 MARMORES VALENTIM DE AZEVEDO, LDA.

Coimbra

1990

1

874.569,00 €

1.049.083,00 €

15.720,00 €

16.560,00 €

1,8%

1,6%

988 NOGUEIRAS & SOBRINHO, LDA.

Figueira da Foz

1979

28

874.456,00 €

950.743,00 €

-65.562,00 €

14.307,00 €

-7,5%

1,5%

989 AURELIO M. D. RODRIGUES , LDA

Penela

2002

6

872.095,00 €

731.951,00 €

21.925,00 €

37.709,00 €

2,5%

5,2%

990 SALSICHARIA SERRA D`ALVA, LDA.

Oliveira do Hospital 1998

6

871.523,00 €

727.721,00 €

8.638,00 €

1.346,00 €

1,0%

0,2%

991 AVIRELVA - COMÉRCIO DE PRODUTOS AVÍCOLAS, LDA.

Coimbra

1984

3

870.939,00 €

918.751,00 €

-15.109,00 €

9.901,00 €

-1,7%

1,1%

992 TALINAMED, UNIPESSOAL, LDA.

Coimbra

2006

4

870.939,00 €

673.007,00 €

55.321,00 €

6.627,00 €

6,4%

1,0%

993 M.CARDOSO CORREIA & FILHOS, LDA.

Cantanhede

1975

16

870.611,00 €

783.732,00 €

26.929,00 €

28.751,00 €

3,1%

3,7%

994 PRIMEIRO DRAGÃO - COME. ARTIGOS PARA LAR LDA

Figueira da Foz

2004

16

868.546,00 €

545.158,00 €

10.092,00 €

744,00 €

1,2%

0,1%

995 TRANSGÂNDARA-TRANSPORTES DA GÂNDARA, LDA.

Figueira da Foz

2006

3

867.012,00 €

968.480,00 €

2.675,00 €

340,00 €

0,3%

0,0%

996 AUTO ANDRE & CRUZ - COMERCIO DE AUTOMOVEIS, LDA

Condeixa-a-Nova

1995

3

865.278,00 €

545.708,00 €

16.105,00 €

10.084,00 €

1,9%

1,8%

997 ENERNATURA, LDA

Coimbra

2008

14

864.510,00 €

469.971,00 €

-6.056,00 €

6.952,00 €

-0,7%

1,5%

998 JC SIMÕES - TRUCKS, LDA

Condeixa-a-Nova

2008

4

864.183,00 €

681.667,00 €

-40.347,00 €

11.206,00 €

-4,7%

1,6%

999 AMM-COMÉRCIO DE MATERIAIS CONSTRUÇÃO, LDA 1000 J. SUBTIL & FILHOS, LDA.

-8,5%

Oliveira do Hospital 1999

4

863.707,00 €

805.814,00 €

43.282,00 €

10.267,00 €

5,0%

1,3%

Penela

6

863.256,00 €

983.675,00 €

17.304,00 €

18.407,00 €

2,0%

1,9%

1990


44

DiáriodeCoimbra

30 DE NOVEMBRO DE 2011 WWW.DIARIOCOIMBRA.PT

RANKING

10 MAIORES DE AVEIRO N.º

NOME

CONCELHO

ACTIVIDADE

DATA

VOLUME

CRESC.IMENTO

RESULTADOS

CRESCIMENTO

CONSTITUIÇÃO

NEGÓCIOS

VOL. NEGÓCIOS

LIQUIDOS

RES. LIQUÍDOS

2010

(2010-2009)

2010

(2010-2009)

1

CACIA - COMPANHIA AVEIRENSE DE COMPONENTES INDÚSTRIA AUTOMÓVEL, S.A.

Aveiro

Fab. de motores e turbinas

1999

251.675.553,00 €

29,7%

10.815.527,00 €

827,4%

2

BOSCH TERMOTECNOLOGIA, S.A.

Aveiro

Fabricação de aparelhos não eléctricos para uso doméstico

1977

240.807.206,00 €

3,1%

21.849.836,00 €

19,0%

3

FAURÉCIA - ASSENTOS DE AUTOMÓVEL, LDA

São João da Madeira Fabricação de outros componentes e acessórios para veículos automóveis

1951

237.279.896,00 €

13,8%

4.842.212,00 €

292,6%

4

COMPANHIA INDUSTRIAL DE RESINAS SINTÉTICAS CIRES, LDA.

Estarreja

Fabricação de matérias plásticas sob formas primárias

1960

151.610.454,00 €

43,1%

-104.486,00 €

97,0%

5

FERPINTA - INDUSTRIAS DE TUBOS DE AÇO DE FERNANDO PINHO TEIXEIRA,S.A.

Vale de Cambra

Fabricação de tubos, condutas, perfis ocos e respectivos acessórios, de aço

1972

145.606.494,00 €

39,1%

14.611.555,00 €

264,4%

6

GROHE PORTUGAL, COMPONENTES SANITÁRIOS, LDA.

Albergaria-a-Velha

Fabricação de outras torneiras e válvulas

1996

132.274.262,00 €

21,0%

9.441.826,00 €

12,4%

7

COLEP PORTUGAL, S.A.

Vale de Cambra

Fabricação de embalagens metálicas ligeiras

1994

132.036.905,00 €

8,0%

9.014.580,00 €

-34,2%

8

DOW PORTUGAL - PRODUTOS QUIMICOS, SOCIEDADE UNIPESSOAL, LDA

Estarreja

Fabricação de outros produtos químicos orgânicos de base, n.e.

1978

105.592.988,00 €

4,8%

4.381.736,00 €

63,8%

9

BOSCH SECURITY SYSTEMS - SISTEMAS DE SEGURANÇA, S.A.

Ovar

Fabricação de aparelhos e equipamentos para comunicações

2002

91.208.161,00 €

47,4%

1.904.184,00 €

483,4%

Aveiro

Outras actividades de telecomunicações

1999

84.546.741,00 €

-5,5%

9.913.941,00 €

-46,8%

CONCELHO

ACTIVIDADE

10 PORTUGAL TELECOM, INOVAÇÃO, S.A.

10 MAIORES DE LEIRIA N.º

NOME

DATA

VOLUME

CRESC.IMENTO

RESULTADOS

CRESCIMENTO

CONSTITUIÇÃO

NEGÓCIOS

VOL. NEGÓCIOS

LIQUIDOS

RES. LIQUÍDOS

2010

(2010-2009)

2010

(2010-2009)

1

LENA - ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES, S.A.

Leiria

Construção de edifícios (residenciais e não residenciais)

1974

165.433.938,00 €

-22,3%

-4.429.803,00 €

-293,7%

2

CMP - CIMENTOS MACEIRA E PATAIAS, S.A

Leiria

Fabricação de cimento

1992

96.219.217,00 €

-4,5%

9.799.965,00 €

-31,3%

3

MIBEPA - IMPORTAÇÃO, COMÉRCIO E EXPORTAÇÃO, LDA.

Leiria

Agentes do comércio por grosso misto sem predominância

1988

79.200.835,00 €

43,0%

2.571.256,00 €

713,2%

4

RACENTRO - FÁBRICA DE RAÇÕES DO CENTRO, S.A.

Leiria

Fabricação de alimentos para animais de criação (excepto para aquicultura)

1980

76.417.661,00 €

8,7%

573.882,00 €

13,7%

5

SOTRAPEX - TRANSP. RODOVIÁRIOS, EXPORTAÇÃO IMPORTAÇÃO CEREAIS, LDA

Caldas da Rainha

Comércio por grosso de cereais e outras matérias-primas agricolas

2006

63.856.821,00 €

32,2%

163.165,00 €

34,4%

6

METALMARINHA - COMÉRCIO INTERNACIONAL RESÍDUOS METÁLICOS, S.A.

Marinha Grande

Comércio por grosso de sucatas e de desperdícios metálicos

2005

62.697.939,00 €

116,7%

480.729,00 €

14,7%

7

RESPOL - RESINAS, S.A.

Leiria

Fabricação de matérias plásticas sob formas primárias

1993

61.232.549,00 €

98,1%

4.393.420,00 €

35,9%

8

AUTO JÚLIO, S.A

Caldas da Rainha

Comércio de veículos automóveis ligeiros

1987

55.496.297,00 €

17,1%

328.228,00 €

40,2%

9

ROCA, S.A.

Leiria

Fabricação de artigos cerâmicos para usos sanitários

1970

52.388.868,00 €

-4,6%

8.732.775,00 €

842,0%

Porto de Mós

Fabricação de matérias plásticas sob formas primárias

1995

51.198.438,00 €

46,5%

4.600.304,00 €

107,4%

CONCELHO

ACTIVIDADE

10 CABOPOL - POLYMER COMPOUNDS, S.A.

10 MAIORES DE VISEU N.º

NOME

DATA

VOLUME

CRESC.IMENTO

RESULTADOS

CRESCIMENTO

CONSTITUIÇÃO

NEGÓCIOS

VOL. NEGÓCIOS

LIQUIDOS

RES. LIQUÍDOS

2010

(2010-2009)

2010

(2010-2009)

1

PEUGEOT CITROEN AUTOMÓVEIS PORTUGAL, S.A.

Mangualde

Fabricação de veículos automóveis

1962

351.194.035,00 €

30,4%

2.985.865,00 €

45,0%

2

PRIO ENERGY, S.A

Oliveira de Frades

Com. a retalho de combust. para veículos a motor, em estabelecimentos especializados 2006

241.913.671,00 €

38,6%

993.969,00 €

141,4%

3

MARTIFER - CONSTRUÇÕES METALOMECÂNICAS, S.A.

Oliveira de Frades

Fabricação de estruturas de construções metálicas

1990

147.381.309,00 €

-1,6%

3.556.852,00 €

11,2%

4

VIATEL - TECNOLOGIA DE COMUNICAÇÕES, S.A.

São Pedro do Sul

Const.de redes de transporte e distribuição de electricidade e redes de telecom.

1990

130.691.222,00 €

9,3%

5.549.179,00 €

-17,1%

5

MARTIFER SOLAR S.A.

Oliveira de Frades

Fabricação de outras máquinas diversas de uso geral, n.e.

2006

110.289.084,00 €

46,9%

3.744.801,00 €

-29,7%

6

LUSO FINSA - INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE MADEIRAS, S.A.

Nelas

Fabricação de painéis de fibras de madeira

1980

100.718.172,00 €

3,6%

4.517.662,00 €

69,3%

7

PATINTER - PORTUGUESA DE AUTOMOVEIS TRANSPORTADORES, S.A

Mangualde

Transportes rodoviários de mercadorias

1967

99.405.460,00 €

9,7%

1.683.439,00 €

270,0%

8

LABESFAL - LABORATÓRIOS ALMIRO, S.A.

Tondela

Fabricação de medicamentos

1981

98.279.586,00 €

21,0%

12.072.329,00 €

-26,6%

9

RUI COSTA E SOUSA & IRMÃO, S.A

Tondela

Salga, secagem e outras actividades de transformação de prod. da pesca e aquicultura 1981

71.886.699,00 €

7,4%

995.016,00 €

602,8%

Tondela

Fabricação de outros componentes e acessórios para veículos automóveis

70.463.700,00 €

6,6%

373.691,00 €

-91,9%

10 HUF PORTUGUESA - FÁBRICA DE COMPONENTES PARA O AUTOMÓVEL, LDA.

1991


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ANÁLISE

Concelho de Coimbra viu 25 empresas abrir as portas no mês passado Numa comparação entre meses homólogos, Outubro de 2010 tem saldo positivo entre empresas criadas e encerradas e Outubro de 2011 resulta num saldo negativo I O mês de Outubro de 2010, no concelho de Coimbra, viu nascer 26 novas empresas, precisamente no mesmo período em que encerraram 17. Daqui resulta um saldo positivo para a iniciativa empresarial, sobretudo se comparado com o mês de Outubro deste ano. De facto, no concelho de Coimbra nasceram 25 novas empresas entre o dia 1 e o dia 31 de Outubro de 2011, um mês que registou 42 dissoluções. Se Outubro de 2010 teve um saldo positivo, o passado mês assinalou a tão falada crise, com uma média pessimista para os empresários do concelho. 42 empresas de portas fechadas apenas num mês e somente num concelho são dados que “assustam” as 25 novas firmas que iniciaram a sua actividade. De salientar que, das 26 novas empresas nascidas em Outubro de 2010, dez foram criadas nos primeiros quinze dias do mês e as restantes foram registadas entre o dia 16 de

Outubro e o dia 31 de Outubro. Quanto às 25 empresas recém-inauguradas, 11 foram registadas nos primeiros quinze dias do passado mês de Outubro e as restantes 14 foram fruto de iniciativas empresariais na segunda quinzena do mês. Aqui os dados são, portanto, paralelos. Em relação aos encerramentos no mês de Outubro do ano passado, apenas quatro empresas fecharam as portas na primeira metade do mês de Outubro, sendo que as restantes 13 dissoluções ocorreram após o dia 15 de Outubro de 2010. Quanto ao período homólogo de 2011, dos 42 encerramentos de empresas, três ocorreram entre os dias 1 e 15 de Outubro, sendo que os restantes 39 tiveram lugar nos quinze dias seguintes. De salientar que dessas 39 empresas, 33 fecharam as portas entre os dias 25 e 31 de Outubro de 2011, denotando assim um final do mês “negro” para o sector empresarial do concelho de Coimbra.

Das 25 novas empresas que Coimbra viu nascer no passado mês de Outubro, não deixa de ser curioso notar que algumas abrem as portas com uma área de negócio suficientemente ampla para responder aos anseios da crise. Por isso mesmo, encontramos no objecto de uma mesma empresa serviços tão diversos como o comércio de bebidas e de vestuário ou até prestação de serviços informáticos lado a lado com instalação de gás, água e electricidade. Outra análise curiosa são os ramos de actividade que vêem nascer mais empresas. Assim, das 25 empresas criadas em Outubro de 2011, sete são da área de construção e imobiliária e cinco surgem no ramo da saúde. Transportes e serviços a veículos, juntamente com a actividade da restauração, também viram nascer duas novas empresas cada. Há depois a aposta em ramos como a contabilidade, comércio de ouro ou prestação de serviços no ensino. l

Litoral apresenta maior dinamismo I Numa comparação entre os concelhos do litoral do distrito de Coimbra, Mira e Figueira da Foz, e os concelhos do interior, Oliveira do Hospital e Pampilhosa da Serra, concluímos pelo maior dinamismo na zona litoral. Em Mira, foi dissolvida uma empresa e foram constituidas duas novas sociedades. Na Figueira da Foz foram 10 as dissoluções de empresas e sete as novas firmas constituídas. Assim, no total, o litoral viu nascer 9 novas empresas e fechar 11 empresas, um saldo ligeiramente negativo, que não deixa de demonstrar, ainda assim, algum empreendedorismo na região perante a crise. Quanto ao interior do distrito, em Oliveira do Hospital foram registadas três novas empresas no passado mês de Outubro e fecharam as portas duas firmas. Na Pampilhosa da Serra não há qualquer dissolução a registar e abriu uma empresa. No total dos dois concelhos temos, então, quatro novas empresas e duas dissoluções. l


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ANÁLISE

Exportações no distrito de Coimbra caíram 16% comparativamente a 2010 Redução considerável (mais de 50%) do negócio do papel e derivados a nível internacional será a grande causa. Apesar de tudo, Figueira da Foz continua a ser maior exportador do distrito de Coimbra Ana Margalho Apesar das exportações serem apontadas por especialistas e pelo Governo como uma forma de ultrapassarmos a crise e relançarmos a Economia de país, no distrito de Coimbra, o volume de negócios com países estrangeiros desceu 16% até Setembro deste ano, quando comparado com igual período de 2010. Ou seja, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), desceu de mais de 997 milhões de euros para cerca de 838 milhões. Para esta queda muito contribuiu a redução considerável de negócios da Figueira da Foz a nível internacional. Apesar de continuar a ser, de longe e bastante destacado, o concelho mais exportador, com um peso de 47,7% do total das exportações registadas no distrito, a Figueira da Foz reduziu em 37,4% o seu volume de negócios externo (de mais de 637 milhões de euros para 399 milhões de euros). Disto não terá sido alheio o facto de as exportações de papel e cartão; obras de pasta de celulose, de papel ou de cartão (os produtos

I

mais exportados pelo distrito de Coimbra), totalmente produzidos na Figueira da Foz, terem reduzido para menos de metade em volume de negócio (de mais de 434 milhões de euros, em 2010, para cerca de 164 milhões de euros) em 2011. Além da Figueira da Foz, também Penela diminuiu as exportações em 7,2%, mas com menos significado para as contas do distrito, uma vez que o peso do concelho no total do volume de negócios internacional é apenas de 0,4%. Peixes e crustáceos, moluscos e outros invertebrados aquáticos, assim como os respectivos preparados são os produtos mais exportados por Penela, sendo responsáveis por uma grande percentagem dos 2.945.700 euros que o concelho já lucrou com exportações. Espanha mantém-se maior cliente do distrito Nem tudo são más notícias em Coimbra. Apesar de alguns concelhos terem valores muito baixos, como Góis, Pampilhosa da Serra e


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ANÁLISE Miranda do Corvo (bem abaixo do milhão de euros) e, portanto, terem um peso residual no total das exportações do distrito, entre os 17 concelhos de Coimbra há pelo menos seis que registaram aumentos consideráveis de negócios com o exterior, ultrapassando os 50% até Setembro deste ano em relação aos primeiros nove meses de 2010 (Coimbra, Góis, Miranda do Corvo, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra e Tábua). Cantanhede, número “2” no ranking dos concelhos exportadores do distrito (com um peso de 19% face ao total) praticamente manteve os valores de 2010, apesar de com um ligeiro aumento - de 171.031.033 euros para 185.431.639 euros. Já Coimbra, a capital do distrito, foi um dos concelhos que mais cresceu, passando de 45.497.358 euros para 68.740.134 euros. Apesar de tudo, o peso das suas exportações face ao total do distrito está muito abaixo da Figueira da Foz e de Cantanhede, representando apenas 8,2%. As matérias primas do papel, o papel e os seus derivados, totalmente produzidos no concelho da Figueira da Foz, são os mais exportados a partir do distrito de Coimbra. Mas no ranking, estão também os reactores nucleares, caldeiras, máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos; as obras em ferro fundido, ferro ou aço e o vestuário e seus acessórios (excepto de malha), todos juntos com um peso de 63,9% em relação ao total dos produtos exportados. Isto apesar de cada concelho ter o seu próprio ranking de produtos e

MUNICIPIO

2010 (euros)

2011 (euros)

TX. VARIAÇÃO 2011/2010 (%)

PESO % FACE AO TOTAL DO DISTRITO 2011

12.691.139

16.985.534

33,8

18258838,6

171.031.033

185.431.630

8,4

199332338,4

Coimbra

45.497.358

68.740.134

51,1

73893173,8

Condeixa-a-Nova

12.081.767

12.021.099

-0,5

12922249,4

637.634.262

399.421.762

-37,4

429364040,2

18.426

891.869

4.740,3

958727,1

Lousã

30.359.066

30.754.825

1,3

33060331,6

Mira

17.824.860

22.699.795

27,3

24401463,9

89.738

173.218

93,0

186203,1

Montemor-o-Velho

5.394.706

11.754.532

117,9

12635699,5

Oliveira do Hospital

20.301.957

28.668.156

41,2

30817237,5

33.685

122.715

264,3

131914,2

Penacova

2.220.950

2.414.301

8,7

2595286,8

Penela

3.173.760

2.945.700

-7,2

3166521,6

Soure

2.315.323

2.559.886

10,6

2751785,5

Tábua

26.800.988

40.724.058

51,9

43776898,9

9.895.561

11.508.831

16,3

12371579,7

997.364.579

837.818.045

-16,0

Arganil Cantanhede

Figueira da Foz Góis

Miranda do Corvo

Pampilhosa da Serra

Vila Nova de Poiares TOTAL

também, curiosamente, de países para onde exporta. Espanha continua a ter um lugar de destaque, representando 28% das exportações dos

17 concelhos de Coimbra, tendo mantido, apesar de uma ligeira queda, o volume de negócios com o distrito. Segue-se França, Alemanha, Estados Unidos e Reino Unido. Dos cinco pri-

meiros países da lista dos melhores clientes, apenas o Estados Unidos aumentou o valor das “compras” de cerca de 62 milhões de euros para mais de 77 milhões de euros. l


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ANÁLISE

Portugal fez esforços de ajustamento significativos I Portugal é o terceiro país da Zona Euro cuja economia está mais debilitada, estando, no entanto, entre os que mais depressa se estão a ajustar às dificuldades, ocupando a 7.a posição, de acordo com um barómetro europeu divulgado no passado dia 15 de Novembro. O barómetro Euro Plus Monitor, realizado pelo banco alemão Berenberg e pelo The Lisbon Council, um "think tank" europeu com sede em Bruxelas, lista os 17 países do Euro em função do estado global da economia de cada país e da velocidade com que se estão a adaptar às dificuldades que a moeda única atravessa. O relatório foi divulgado na “2011 Euro Summit”, que decorreu em Bruxelas, na

presença do presidente da União Europeia (UE), Herman Van Rompuy. Os autores do relatório consideram que Portugal está entre as economias que apresentam pior desempenho, embora tenha feito "esforços de ajustamento significativos desde 2009". Um "amplo ajustamento orçamental" e a "integração bem sucedida dos imigrantes" são as forças que barómetro evidencia para Portugal, denunciando como fraquezas "a tendência de crescimento muito frágil, a insuficiente orientação para as exportações, o amplo défice da conta corrente, o grande défice orçamental em 2010 e uma posição orçamental insustentável". O relatório conclui também que "muito

membros da Zona Euro se estão a ajustar rapidamente" ao "pior tumulto na história da integração europeia", pelo que "se a Zona Euro ultrapassar esta grave crise, poderá emergir como uma região muito mais equilibrada e

IDEIA QUE PAÍSES COMO A GRÉCIA, PORTUGAL E ESPANHA TÊM DE SAIR DA MOEDA ÚNICA ESTÁ ERRADA dinâmica do que era antes". Todos os países periféricos da Zona Euro estão entre os sete primeiros lugares no indicador de rapidez de ajustamento: a Grécia está no segundo lugar,

Irlanda em terceiro, Espanha em quinto e Portugal em sétimo. "A ideia de que países como a Grécia, Portugal e Espanha têm de sair da moeda única para retomar o seu equilíbrio externo está errada. Ao contrário, as mudanças a que a crise obrigou colocaram a Zona Euro no caminho de uma maior convergência entre os países do centro e da periferia", lê-se ainda no relatório. O relatório foi conduzido por Holger Schmieding, economista-chefe do banco Berenberg. Schmieding passou também pelo Fundo Monetário Internacional, pelo Kiel Institute of World Economics e pelo Bank of America-Merryl Lynch. l

OCDE alerta para deterioramento da economia portuguesa A economia portuguesa vai continuar a deteriorar-se nos próximos meses, segundo os indicadores avançados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE). Os indicadores compósitos da OCDE para Portugal caíram em Setembro para 97,63 por cento da média da série – no mês anterior, estavam em 98,11 por cento. Foi o oitavo mês consecutivo em que os indicadores para Por-

I

tugal caíram. Os indicadores avançados da OCDE visam prever pontos de viragem na tendência da actividade económica nos seis a nove meses seguintes. Ou seja: um ponto de viragem nos indicadores da OCDE (por exemplo, uma retoma) é seguido seis meses depois pela economia real. A quebra continuada do valor para Portugal significa que a tendência de deterioração

das condições económicas deverá prolongar-se nos meses seguintes. Os indicadores da OCDE reflectem uma tendência de desaceleração da actividade geral para todas as economias avançadas. Em Setembro, os indicadores recuaram tanto na Zona Euro (menos 0,81 por cento) como na média da OCDE (menos 0,42 por cento). Para todos os grandes blocos analisados

OS INDICADORES DA OCDE REFLECTEM UMA TENDÊNCIA DE DESACELERAÇÃO DA ACTIVIDADE pela OCDE, tanto países avançados como economias emergentes (China, Brasil, Índia e Rússia) a previsão de médio prazo é de abrandamento da actividade. l


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OPINIÃO

Escala, é necessário ganhar escala I

JOSÉ COUTO

Presidente do Conselho Empresarial do Centro

I

MUITOS SÃO os estudos que pretendem mostrar o nível de produtividade e de competitividade dos países da Europa, com diferentes premissas ainda que tendo como ponto de partida conceitos mais ou menos parecidos. Nas diferentes abordagens há, contudo, uma constante: Portugal mantém a sua falta de produtividade quando comparada aos seus concorrentes e especialmente os da zona euro. Não parece que esteja em causa que a produtividade constitui um fator determinante para o crescimento económico dos países, assim há que ter presente a multiplicidade dos elementos que concorrem para o processo de melhoria e de incremento, como é: o capital investido nos processos, o nível de tecnologia

e de novas tecnologias, a qualidade do emprego, a qualidade de gestão, etc… A produtividade (VAB/Emprego) em milhares de euros da região Centro apresenta um valor - 20,6 -, inferior à média nacional, que é 26, o que não é facilmente recuperado e que tem na sua razão vários fatores. Contudo, no âmbito desta problemática gostaria de trazer a reflexão que temos efetuado no CEC/CCIC que nos diz, no alinhamento de muitos estudiosos destas matérias, que a dimensão das empresas é dos factores que mais influem na produtividade. Há uma relação, que não pode ser desprezada, entre a dimensão da empresa e o número de pessoas que se ocupam do processo de produção (quer seja industrial que se refira aos serviços). Se esta relação é importante em termos nacionais, e motivo de preocupação em países da U E, torna-se ainda mais importante quando a realidade da região Centro mostra que 95% das mais de duzentas mil empresas da região são micro com menos de 10 trabalhadores e 4,1% são pequenas e médias

empresas, logo com mais de 10 e menos de 250 trabalhadores. Portanto, torna-se crucial refletir sobre a dimensão das empresas. A obtenção de uma dimensão crítica, além da eficiência que decorre dos benefícios do ganho de escala e da melhoria na capacidade de resposta, potencia a acessibilidade aos mercados externos e optimiza a resposta interna. O ganho de escala permite adequação da estrutura das empresas à dimensão dos mercados, facilita o acesso e incorporação tecnológica e a modernização dos processos produtivos - o que constitui fator determinante no ganho de produtividade. Nacionalmente, o Centro, é a região líder na percentagem de empresas com actividades de inovação - 47,2% -, sete pontos acima da média nacional. Por outro lado, no que respeita ao número de empresas com cooperação para a inovação, o Centro apresenta um valor três pontos inferiores à média nacional de 18%. Ora não existindo dimensão e sem cooperação entre empresas, para a partilha de

benefícios ligados ao desenvolvimento, vemos diminuída a capacidade de injectar matéria que produza efeitos sobre a relação entre o valor produzido e o número de horas trabalhadas na empresa. A região Centro - e as suas empresas ganhará se for feita uma aposta forte em processos que permitam a cooperação, e mais ainda, se potenciarmos mecanismos que promovam estratégias de fusão ou aquisição. Tendo percepção que esta questão é crucial - a dimensão crítica das empresas para poderem concorrer nos mercados e estabelecerem processos de internacionalização - o CEC Câmara de Comércio e Indústria do Centro propôs já ao Governo que criasse um quadro fiscal e de apoio financeiro que ajudasse ao processo de fusão e interação entre empresas. Se integradamente com uma estratégia regional de fomento do ganho de escala das empresas, apostarmos também num reforço da qualificação da gestão (e dos empresários) as empresas do Centro ganhariam por essa via produtividade e competitividade. l


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ENTREVISTA

“Não se aumenta produtividade por decreto” Paulo Mendes, presidente da Associação Comercial e Industrial de Coimbra (ACIC), concorda com a necessidade de encontrar medidas para o incremento da produtividade em Portugal. Uma delas é, sem dúvida, o aumento das horas de trabalho dos trabalhadores, a outra, com consequências a longo prazo, passa pela formação. Apesar de tudo, o responsável acredita que os portugueses estão preparados para ajudar DC Na sua opinião, que medidas teriam de ser tomadas com vista ao aumento da produtividade no país? PM - Não se aumenta a produtividade por decreto. Penso, como já havia referido, que a permissão para que sejam aumentados os horários de trabalho dos trabalhadores, ou em “x” vezes ao dia ou através de uma bolsa de horas é uma das formas mais eficazes de tal acontecer, no imediato. Outra forma é através da formação, mas penso que esse é um processo mais demorado, uma medida a tomar mas com consequências a muito mais longo prazo.

Ana Margalho Diário de Coimbra Que visão tem sobre a situação da região, do distrito e do concelho no que diz respeito à produtividade? Paulo Mendes É normal, e toda a gente concorda, que em Portugal a produtividade tem valores baixos e que as razões para estes baixos valores têm a ver com mentalidades que, na minha perspectiva, têm de ser alteradas. Obviamente que o aumento das horas de trabalho dos trabalhadores é uma forma de incrementar a produtividade em Portugal e, nisso, o Governo já deu os primeiros passos. DC Qual é o contributo que a ACIC já dá e poderá dar para o incremento da produtividade na região onde está inserida? PM A Associação Comercial e Industrial de Coimbra tem vindo a ajudar os seus associados e empresários a trabalhar mais e melhor e, logo, a incrementarem a produtividade nas suas empresas. Uma dessas formas de ajuda tem sido através da formação. Temos uma bolsa de formação para funcionários e para empresários

que tem como objectivo melhorar as performances dos quadros e dos responsáveis das empreses. Para além de haver uma grande receptivi-

dade a estas formações, os resultados têm também sido satisfatórios, pelo feedback que temos sentido.

DC Pensa que os portugueses estão mentalizados ou conscientes da necessidade e da importância de serem mais produtivos? PM Penso que sim e isso é notório no relacionamento entre empresas e funcionários, pelo menos no sector privado. Toda a gente está consciente das dificuldades que o país atravessa e, consequentemente, que atravessam as empresas, e do quanto é necessário trabalhar mais e produzir mais para ajudar as empresas a serem mais competitivas e o país a sair desta crise. l


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ENTREVISTA

“Produtividade também passa pela formação dos trabalhadores” Luís Roque, presidente da Associação Empresarial de Cantanhede (AEC), considera que os trabalhadores estão mais produtivos e critica algumas medidas do Governo Díário de Coimbra Qual a visão que tem sobre a situação da região, do distrito e do concelho no que diz respeito à produtividade? Luís Roque No que respeita à produtividade dos trabalhadores, nota-se que estão neste momento a ser mais produtivos, consequência das noticias que ouvem constantemente na comunicação social, ou seja aumento da taxa de desemprego, aumento dos impostos, fecho de empresas. Os colaboradores das empresas estão mais apreensivos com o futuro profissional, estão receosos em relação ao seu posto de trabalho. Embora desanimados com as medidas do governo que lhes esta a causar contenções financeiras familiares, estão empenhados em fazer alguma coisa mais pelas empresas. Quanto à produtividade das empresas, e consequência também das medidas rigorosas impostas pela troika, nota-se uma elevada

contenção de custos, maximização do processo produtivo e como não podia deixar de ser uma grande contenção de despesas. No entanto, não quer isto dizer que estão mais produtivas, uma vez que a produtividade também é resultado do aumento da produção. DC Qual é o contributo que a AEC já dá e poderá dar para o incremento da produtividade na região onde está inserida? LR O contributo que a AEC está a dar para o incremento da produtividade na região onde está inserida é a contratação de programas ao abrigo do POPH - Programa Operacional do Potencial Humano, nomeadamente o Programa Formação FPME, dirigido às PME, com uma componente de consultoria e uma componente de formação. Este programa é importantíssimo para as empresas, porque lhes dá uma grande colaboração na gestão e organização da

empresa, o que pode trazer melhorias significativas de produtividade. Ou seja este é um programa em que a AEC paga a um consultor externo que vai à empresa fazer o levantamento de necessidades ao nível da gestão, recursos, humanos, financeiras e com a colaboração de outros consultores especialistas ajuda na implementação de medidas de melhoria, o que se irá traduzir num ganho a médio e longo prazo e no aumento da produtividade. Nestes programas, reestruturam-se os recursos humanos, melhora-se a gestão financeira e comercial. A par desta consultoria desenvolvemos formação no posto de trabalho, o que eleva os níveis de produtividade. Temos também formação modelar certificada para todos os colaboradores das empresas associadas, o que lhes permite melhorar as suas competências, na função que exercem e consequentemente aumenta os níveis de produtividade.

DC Na sua opinião, que medidas teriam de ser tomadas com vista ao aumento da produtividade no país? LR Na minha opinião, o Estado deverá continuar a apostar na formação e consultorias às PME, na flexibilização da legislação laboral. A produtividade também passa pela motivação dos trabalhadores, pela sua qualidade de vida e poder de compra. Com o aumento de IVA de bens essenciais, como a electricidade, e alguns bens alimentares, as famílias obviamente andam contidas financeiramente, e desmotivadas pessoalmente e com o país. Tudo isto se reflecte na produtividade nas empresas, sendo necessário inverter rapidamente este estado de espírito. l


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ENTREVISTA

Concentração de empresas é caminho para a produtividade João Cardoso, presidente da Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz (ACIFF), garante que a luta pelo aumento da produtividade em Portugal tem de ser "um desígnio nacional" e passa por uma mudança de mentalidade dos empresários no sentido das vantagens da fusão empresarial e do trabalho em rede Ana Margalho Diário de Coimbra Qual a visão que tem sobre a situação da região, do distrito e do concelho no que diz respeito à produtividade? João Cardoso Penso que, de alguma forma, este é um problema geral, do país, e não apenas da região. Há uma baixa produtividade generalizada em Portugal que se tem de combater e esse tem de ser um desígnio nacional. Como é que vamos lá chegar? Penso que uma das vias é através de concentração empresarial. É verdade que temos de apostar nas exportações e que temos de ser mais competitivos nessas exportações, mas penso que temos de pensar que estamos a assistir a uma quebra no consumo interno que tem de ser combatido. Penso que é necessária uma fusão de empresas, até para evitar o desaparecimento de mais unidades industriais e empresariais importantes para o desenvolvimento do nosso país. DC Qual é o contributo que a ACIFF já dá e poderá dar para o incremento da produtividade na região onde está inserida? JC Temos estado a contribuir a diferentes níveis. Mas penso que o contributo mais importante tem sido o da formação para empresários. Assiste-se, neste momento, a um aumento generalizado das formação dos activos das empresas, até por via das Novas Oportunida-

des, mas ao nível dos empresários ainda se assiste a uma situação de baixa escolaridade e até baixo nível de conhecimentos. Penso que, dentro do incremento empresarial, temos contribuído para aumentar a formação dos empresários, ajudando-os também a serem mais competitivos. DC Na sua opinião, que medidas teriam de ser tomadas com vista ao aumento da produtividade no país? JC É inevitável apostar na concentração empresarial para que ganhemos escala e a produtividade não seja apenas a somas das diferentes empresas e activos. Penso que criar escala com empresas competitivas, que possam fundir-se, é inevitável. Nem precisa de ser uma fusão de capital, basta que haja vontade das empresas de trabalharem em rede, em parceria entre si. DC O que é que já está a ser feito nesse sentido? JC Num primeiro momento, o país está a ir pelo caminho mais fácil. Empresas de diferentes sectores que ganham dimensão com a compra de empresas em situação menos favorável. Isso tem acontecido no caso das empresas de retalho, mas há outras áreas em que se começa a assistir a um trabalho em rede, nesse sentido. Infelizmente, o empresário português é demasiado individualista. O primeiro trabalho tem de ser de mudança de cultura, de mentalidade. l


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OPINIÃO

O imperativo da produtividade I

ANTÓNIO HENRIQUES

Clube de Empresários de Coimbra

I

NEM TUDO é mau nos períodos de crise. O espaço de reflexão que provocam são uma apreciável fonte de renovação nas organizações e, por conseguinte, na própria sociedade. Vem isto a propósito da tão falada produtividade. Para muitos, o remédio para todos os males. Fala-se do tema como uma certeza aritmética que chega a arrepiar. Basicamente, tudo se resume a trabalhar mais uns minutos por dia e a reduzir um punhado de feriados. Há mesmo um conjunto de iluminados que garantem, um impacto imediato de "x" por cento nas contas nacionais. Mas claro que a questão tem múltiplas formas de ser olhada. Antes de mais, indústria à parte, não está provado que mais horas de trabalho sejam sinónimo de mais produtividade. Em muitos casos, será mesmo uma pura ilusão. A situação não origina mais receitas para a empresa e não tem expressão ao nível da

redução dos custos. Depois, a produtividade das empresas não pode ser combatida exclusivamente com mais trabalho, mas antes com melhor trabalho. Continuamos a olhar para o problema numa óptica pura de produção, quando esse paradigma mudou há mais de duas décadas. A riqueza não está no que se produz mas naquilo que se consegue vender. E o preço é só uma das variáveis. Os factores de competitividade estão muito para além do factor "trabalho" directo. Estas questões deviam conduzir a uma reflexão colectiva sobre o verdadeiro significado do termo produtividade.

PERDERÁ O PAÍS SE GOVERNO E SINDICATOS NÃO DESPERTAREM PARA A NOVA REALIDADE Isto devia levar-nos a pensar o que se deve hoje entender por produtividade, sobretudo ao olhar da esmagadora maioria das PME portuguesas, onde está verdadeiramente sustentada a economia real. Uma coisa é certa: a mudança. E para a ultrapassar vai exigir-se um envolvimento crescente de todos nas

organizações, aumentando o grau de responsabilização coletivo. Cada vez menos a solução está só do lado dos patrões. Perderão aqueles que tardem a entender a transformação. Perderá o país se governo e sindicatos não despertarem para a nova realidade. Na minha empresa, não quero que produtividade signifique trabalhar mais. Mesmo sabendo que nalgumas situações tal vai ter de acontecer. Quero sobretudo que se traduza em trabalhar melhor. E trabalhar melhor é acrescentar valor em tudo o que se faz, é centrar a organização nos seus clientes, é eliminar todos os desperdícios, é ser capaz de perseguir a mudança alegremente, vendo nisso uma fonte de sustentabilidade para a organização, mas também uma oportunidade para continuarmos a crescer individualmente. Acredito que é possível abraçar a mudança em desconforto, mas sem os estigmas que se conhecem. Acredito que temos muito espaço para "mudanças positivas" nas nossas organizações. Mas, mais do que tudo, acredito que esta mudança tem de acontecer sem perdermos de vista três ingredientes indispensáveis: o Humor - porque sim; o Humanismo - porque as pessoas são o centro de tudo, e a Humildade - a maior de todas as virtudes. l


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ENTREVISTA

“Empresas devem apostar na excelência operacional” João Alberto Catalão, especialista em negociações multiculturais e coaching executivo, considera que o trabalho dos portugueses é muito, mas não é contabilizado. A culpa é da fuga ao fisco, do facilitismo no ensino e da incompetência do Estado. O desafio é banir o "politicamente correcto" e dinamizar uma cultura de exigência e rigor, transversal a toda a sociedade decadentes. As poucas e boas excepções deparam-se com as barreiras desmotivadoras de um aparelho de Estado, absolutamente castrador. O caos em que se encontra a Justiça contribui também para a actual situação. As empresas e a sua produtividade são claramente prejudicadas pela inércia da Justiça. O crime compensa, e isso é muito mau...

Rosette Marques Diário de Coimbra A produtividade em Portugal é 30 por cento inferior à da média da União Europeia, segundo um relatório da Associação Industrial Portuguesa (AIP). Considera que Portugal é, de facto, um país pouco produtivo? João Alberto Catalão Não. Trabalhamos mais do que a maioria dos europeus. O problema é que muito do trabalho dos portugueses não é contabilizado. Arrisco dizer que a "culpa" é porque muitos dos 600.000 empresários em nome individual não declararam a maioria daquilo que facturam. DC Tem-se falado muito em baixa produtividade. Mas o que se tem feito concretamente, de modo a inverter a situação? JAC Vergonhosamente nada. O Estado não sabe incentivar, motivar e apoiar formação de qualidade. O Estado Português tem muitas culpas no cartório. Os medíocres empestam o "aparelho". Há incompetência gritante e aflitiva. Só "limpando" as carradas de "boys" será possível pensar seriamente em aumentos de produtividade. As Associações também têm muita culpa. A maioria tem um discurso reactivo, são dirigidas por "velhos do Restelo" e são autênticos "asilos" de mentes

DC Considera que há factores que influenciem esta realidade? JAC Além dos já mencionados, acresce a fraca qualidade do ensino em Portugal. As Universidades não entendem o mundo das empresas, não estando a preparar gente qualificada para um mercado cada vez mais exigente e competitivo. O facilitismo está instalado...

JOÃO CATALÃO é presidente da Associação Ibero Americana de Coaching.

DC O que se pode fazer para que as empresas tornem mais produtivas? JAC Rigor, autenticidade, visão, missão, profissionalismo, coragem e muita paixão. Tolerância Zero para a mediocridade, para o facilitismo e para a subsídio dependência. Deve apoiar-se o sucesso, a inovação, a coragem e a exportação. As empresas portuguesas devem focar-se totalmente na excelência operacional. Somos um povo determi-


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ENTREVISTA nado, naturalmente fácil de adaptar, possuidor de uma História ímpar. Haja coragem para honrar o legado que os nossos antepassados nos deixaram. Acredito que o sucesso de Portugal passa pela abolição do "politicamente correcto", o desprezo pelos "medrosos" e pela valorização e o incentivo aos corajosos e, naturalmente inimigos da maldita "zona de conforto". Portugal tem que ser para ter. DC Em termos concretos, que práticas devem ser adoptadas dentro de uma empresa, nomeadamente, do ponto de vista dos recursos humanos, das condições de trabalho, dos incentivos à produtividade? JAC Os recursos humanos devem ser tratados como seres únicos e considerados capital de trabalho em vez de "recursos humanos", expressão que, devo dizer, odeio. Existe um novo paradigma competitivo, logo, exigem-se novos perfis capazes de se adequarem à nova realidade. Gostar do que se faz e fazer o que se gosta, devem predominar. DC A formação profissional é um factor essencial à produtividade, ou considera que é mais uma questão de atitude, quer seja por parte dos trabalhadores, seja por parte dos gestores? JAC A formação profissional foi muito mal tratada em Portugal. Há muito amadorismo e oportunismo na formação profissional. Muitas são as empresas que também não valorizam ainda os benefícios da formação. Muitas procuram o "barato" e "desintegrado". Portugal precisa de

"revolucionar" este importante catalisador de produtividade. Só um debate sério sobre este assunto, envolvendo todos os intervenientes no processo, poderá contribuir para alguma melhoria qualitativa da formação profissional. DC Sendo uma pessoa muito ligada ao coaching e gestão de equipas, que conselhos deixa aos empresários e colaboradores para tornar as empresas mais competitivas? JAC O coaching foca-se na descoberta de novas possibilidades. É claramente o processo mais poderoso de desenvolvimento de performance. Promove a co-criação de novas soluções, logo desafia e promove a mudança. Recordo que o coaching nasceu nos EUA na década de 90, conquistando um reconhecimento notável por esse mundo fora. Tenho muito orgulho em liderar uma Associação que engloba 27 países e verificar diariamente o poder que o coaching proporciona aos seus beneficiários. Satisfaz-me reconhecer que Portugal já tem umas dezenas de bons profissionais de coaching. DC Defende que uma forma de ser produtivo é fazer com que as pessoas acreditem em si e nas suas potencialidades". Como se consegue coadunam essas premissas? JAC Paixão, Propósito e Coragem. Este é o momento em que Portugal só tem duas hipóteses: ou vai, ou vai! A opção é simples: se queremos progredir e deixar um legado digno aos nossos filhos, a receita só pode ser trabalhar muito e muito bem! O resto é conversa da treta!

PERFIL JOÃO ALBERTO CATALÃO GARRIDO FERREIRA NATURALIDADE: Lisboa IDADE: 55 anos João Catalão é natural de Lisboa, iniciou a sua formação académica na Escola Agrícola de Coimbra, actual ESAC, mas a sua paixão pelas áreas de marketing levou-o a fazer múltiplas formações para o ajudar a desempenhar com eficácia as suas funções. Do seu currículo, consta o curso de Gestão de Marketing do IPAM, Filosofia na Universidade Nova de Lisboa, MBA, Pós-

DC Pode referir alguma caso prático de uma ou mais empresas que apresentem bons índices de produtividade? JAC Todas as que exigem, incentivam e reconhecem. Felizmente há várias honrosos exemplos! Destaco o Grupo Nabeiro; Salsa, Mars Portugal, Grupo Jerónimo Martins, Microsoft Portugal... DC Trabalhar mais meia-hora por dia torna a empresa mais produtiva? JAC A qualidade do trabalho não se mede de forma quantitativa. A produção depende mais da atitude. Em Portugal há feriados e festa a mais. Trabalhar mais e melhor deve ser uma questão de

Graduação em Direito Comercial e Finanças Empresariais, Negociações Complexas (Harvard Law School/M.I.T.), Master em Coaching (IESEC), além de frequentar o Mestrado Integrado de Psicologia (ISPA). Actualmente é presidente do Conselho de Administração da BusinessUp, SGPS (ActiveUp, SalesUp, FoneUp, 4Stores, YouUp, INV, Veler (Brasil), presidente da Associação Ibero Americana de Coaching, Co-Dinamizador do Programa de TV (SIC Mulher/Bastidores das Compras). Paralelamente, é autor de obras como "Merchandising para Lojas de Livre Serviço" e co-autor de "Negociar & Vender; Ferramentas de Coaching, Herramientas de Coaching e Atitude UAUme!".

consciencialização e não de regulamentação. DC Que desafio se coloca ao tecido empresarial para ultrapassar esta fase negra ? JAC Coragem. Participação activa na mudança. Menos conversa e mais intervenção. DC E do ponto de vista governamental, que atitude compete ao poder central? JAC Perceber de vez que é incompetente a gerir e limitar-se a fazer bem a sua missão que é legislar, regular e supervisionar. Portugal precisa urgentemente de um Estado muito mais magro e activo. l


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REPORTAGEM

Tendência low cost estende-se a novas áreas de negócio Primeira padaria de baixo custo abriu há dois meses em Oliveira de Azeméis e já conta com a segunda loja em Santa Maria da Feira I Primeiro foram as companhias aéreas. Auto-apelidadas low cost, estas empresas apareceram como companhias que operam voos e têm um conceito de baixo custo, ou seja, o cliente abdica de determinadas regalias. Assim, sabemos que poupamos algum dinheiro e viajamos em aviões com menos espaço, sem direito a comida nem bebida e sem lugares marcados. Nada que não justifique a poupança, ou não fossem estas companhias aéreas um caso de sucesso. Actualmente é frequente encontrarmos empresas de outras áreas de negócio com um conceito low cost. É o caso de algumas clínicas de estética, de bombas de gasolina e até padarias. No caso deste último ramo de negócio, a primeira padaria "Low-Costa.Come" surgiu em Setembro em Oliveira de Azeméis. O conceito de "restauração a baixo custo" já deu frutos, com a abertura de

um segundo espaço, desta vez em Santa Maria da Feira. Paulo Costa, responsável pelo projecto, revela que "de uma dificuldade nasceu a solução". Licenciado em Gestão Hoteleira, foi no projecto de final de curso que Paulo Costa tratou a questão dos hotéis low cost e quando ele próprio se viu perante uma loja de portas fechadas, decidiu apostar numa pastelaria, em versão baixo custo. "A implementação teve tanto sucesso que já abrimos a segunda loja em Santa Maria da Feira", conta, não esquecendo que no início a reacção das pessoas foi difícil. "Diziam que era impossível e que nós iríamos agravar a situação do mercado ao fazermos estes preços". Dois meses depois e com as portas abertas de dois espaços comerciais a situação inverteu-se. "Agora temos pessoas interessadas em aderir", salienta, acrescentando que o conceito ainda vai ser amadurecido

para se definirem as regras do franchising. Nas padarias "Low-Costa.Come" os preços representam uma poupança de cerca de 40 por cento, sobretudo quando comparados com as regiões onde os espaços estão inseridos. O pão custa 7 cêntimos, "quase 50 por cento do preço de mercado", diz Paulo Costa. A sopa é vendida a 50 cêntimos, assim como salgados e fritos, e os bolos custam 40 cêntimos, preço único para todos os produtos de pastelaria. "Primeiro fazemos o preço e depois fazemos o bolo", justifica o responsável, salientando que, como tal, existem produtos de pastelaria mais elaborados que não podem fazer dado os custos. No passado dia 24 de Novembro a loja de Oliveira de Azeméis bateu o recorde e vendeu mais de 3.300 pães num dia. "Assumidamente reduzimos a nossa margem de lucro". Paulo Costa explica assim os preços baixos dos produtos alimentares, que,

"mais que uma simples promoção, são uma bandeira para atrair mais clientes, vender mais e ganhar maior competitividade". Além disso, contribuem para os preços reduzidos as negociações com fornecedores, uso de marcas brancas e compra de garrafas de litro ou litro e meio, para venda de bebidas a copo, que saem mais baratas.


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REPORTAGEM BAIXA DE COIMBRA

Hotel low cost vai nascer na antiga fábrica Ideal A hotelaria é outra das áreas privilegiadas para o conceito low cost e é nesse sentido que a antiga fábrica têxtil Ideal, em ruínas na Baixa de Coimbra, vai ser reconvertida num hotel "low cost", com 124 quartos, projecto que mantém a arquitectura do edifício, incluindo um pátio interior. A Quadrar Construção e Promoção Imobiliária, proprietária do edifício com características industriais, pretende alienar o espaço à cadeia de hotéis "low cost" francesa B&B, que há cerca de um mês abriu a primeira unidade em Portugal, no Porto. Com 229 hotéis na Europa, a B&B tem projectadas para Portugal mais quatro unidades, no Porto, Oeiras, Lisboa e Évora, cidade onde será inaugurado o segundo hotel do grupo, em finais de 2012, disse à Lusa André Ferreira, da Endutex, empresa de Guimarães gestora dos negócios da cadeia francesa de hotéis. O investimento global dos cinco hotéis iniciais ronda os 30 milhões de euros, segundo o responsável da Endutex, que está em negociações com a Quadrar para instalar mais uma unidade, na antiga fábrica de Coimbra, junto à

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A marca "Low-Costa.Come", já registada por Paulo Costa, será um franchising e as próprias condições de franchising terão por base um conceito de baixo custo. Assim, não haverá mensalidade, apenas o direito de entrada. "Fazer as compras em conjunto trará maior competitividade à empresa", considera o responsável. l

margem do Mondego, próximo da estação ferroviária Coimbra-A. "As negociações estão avançadas, todo o projecto foi pensado de acordo com as indicações do Plano Diretor Municipal, da Refer e da Metro Mondego, tendo em conta a reconversão urbanística prevista para a zona", disse à Lusa Paulo Gomes, administrador da Quadrar. Segundo o pedido de "informação prévia" aprovado no Verão pela Câmara de Coimbra, serão preservadas as fachadas do edifício, inserido numa área para onde o projecto Metro Mondego (que se encontra suspenso) prevê a instalação de uma estação. A estação incluída no projeto do metropolitano ficará contígua ao futuro hotel, que "confina a linha ferroviária de ligação entre Coimbra-A e Coimbra-B e beneficiará de uma praça pública e de facilidades de acesso a partir da Avenida Fernão de Magalhães", segundo informações fornecidas à Lusa pelo vereador Paulo Leitão. Segundo o administrador da Quadrar, a área total de construção é de 4.100 metros quadrados, distribuída por cinco pisos (dois desti-

nados a estacionamento), sendo mantido o actual pátio interior do edifício, com "quase 40 metros de profundidade". O pedido de "informação prévia" à autarquia prevê também a construção, de raiz, de um segundo edifício, de 4.500 metros quadrados, destinado a serviços/habitação, que ficará ligado ao novo hotel por uma praça pública. "A Câmara tem todo o interesse que aquela zona da Baixa, desqualificada, tenha rapidamente outra roupagem. As únicas condições que colocámos foi o enquadramento com o futuro Metro Mondego e o arranjo do espaço público confinante com o Hotel Vila Galé", sublinhou o autarca. O vereador entende que a cidade de Coimbra tem mercado para "quase duplicar a oferta" hoteleira, ideia não partilhada pelo secretário-geral da Associação dos Industriais de Hotelaria do Centro, José Sousa Martins, para quem "há necessidade é de requalificar" as unidades existentes. "A ocupação hoteleira tem sido feita à custa do empreendedorismo dos empresários e do esmagamento das margens de lucro", afirmou Sousa Martins. Coimbra tem actualmente 12 unidades hoteleiras, que não chegam às 1.100 camas e está inserida numa região - Centro - onde existe apenas um hotel de cinco estrelas, o Palace Hotel do Bussaco. l


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ENTREVISTA

“Cada vez mais temos de trabalhar em Sandra Correia foi distinguida com o Troféu de Melhor Empresária da Europa 2011, trazendo assim para Portugal o reconhecimento do trabalho desenvolvido. Para a CEO da Pelcor, a produtividade é um factor determinante na sua empresa e a ela estão ligadas a inovação e criatividade Diário de Coimbra Foi eleita Melhor Empresária da Europa 2011. Qual é a sensação? Sandra Correia A sensação é sentir orgulho e reconhecimento por todo o trabalho desenvolvido e, sobretudo, um sentimento de responsabilidade acrescida, além de uma felicidade grande. DC Este prémio é um reconhecimento para as empresárias de Portugal? SC Sim, este prémio é um reconhecimento não só para mim, mas sobretudo para todas as mulheres portuguesas, porque todas nós trabalhamos, seja profissionalmente, seja em casa. A mulher é empreendedora por natureza, logo este prémio é um prémio de reconhecimento para todas as mulheres de Portugal. DC As mulheres ainda enfrentam um estigma no mundo empresarial? SC Hoje em dia, ainda se sente, mas muito menos do que se sentia antes. Tem sido uma batalha ganha pelas mulheres ao longo do tempo, se bem que ainda são vistas de forma inferior e como uma ameaça ao mundo masculino. Mas esse estigma está aos poucos a ser reduzido, porque temos mostrado que somos capazes e estamos a provar isso a cada novo dia.

DC O que distingue a Pelcor no mercado? SC A Pelcor distingue-se por ter aberto um nicho de mercado a nível nacional e mundial que não existia, os acessórios de moda em pele de cortiça. Esta abertura trouxe um novo sector para a actividade económica do país e para o sector da industria corticeira. Além deste facto, a Pelcor distingue-se pelo design das suas colecções, pelo marketing da sua marca, pela excelente qualidade dos seus produtos e por ser uma marca que utiliza a cortiça como a sua matéria prima principal, tendo sempre como base a ecologia e a sustentabilidade do sector. DC A produtividade, na sua empresa, é uma factor determinante? SC Sim, a produtividade é o factor principal da nossa empresa, porque temos encomendas, temos de responder ao clientes e temos de produzir com qualidade e rapidez. Se não produzimos não criamos sustentabilidade económica para a empresa. A produtividade é o factor principal e cada vez mais temos de trabalhar em escala. DC Inovação e criatividade são elementos interligados com o nível de produtividade? SC Sim, a inovação e a criatividade estão aliados à produtividade. A inovação é o nosso


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ENTREVISTA

m escala” lema, temos de inovar sobre a nossa própria inovação, pois só assim conseguimos evoluir e produzir com qualidade para corresponder às exigências de um mercado cada vez mais exigente. A inovação motiva a produtividade e vice-versa, estão interligados. DC Na sua opinião qual a causa da baixa produtividade das empresas portuguesas? SC Uma das causas da baixa produtividade das empresas portugueses tem a ver com a nossa própria cultura. Perde-se muito tempo com extras além do trabalho, abrimos tarde, fechamos cedo, demoramos muito tempo a almoçar, tomamos muitos cafés e isto quebra a nossa produtividade. Temos de ter consciência que temos um trabalho e não um emprego, que temos de produzir o máximo que pudermos, que temos de dar mais de nós, que temos de diminuir os custos de mão-deobra e só conseguimos se produzirmos mais em menos tempo, mas com qualidade. É um binómio possível de atingir, mas é necessário mudar a nossa mentalidade, e a nossa forma de ver o trabalho e de estar na vida. Porque se aumentarmos a nossa produtividade, todos ganham, não é o patronato que ganha, somos todos. E na nossa empresa todos trabalhamos para todos e vestindo a camisola da empresa. l

SANDRA CORREIA É CEO DA PELCOR

Portuguesa eleita Melhor Empresária da Europa 2011 I Sandra Correia, CEO da Pelcor, foi no passado dia 21 de Novembro laureada em Paris, com o Troféu de Melhor Empresária da Europa 2011, pelo Parlamento Europeu e Conselho Europeu das Mulheres Empresarias. Esta distinção resultou da candidatura de Portugal a este prémio europeu, proposta pela eurodeputada Regina Bastos, membro da Comissão dos Direitos da Mulher e da Igualdade dos Géneros. Sandra Correia foi a escolhida para representar Portugal e acabou por ser laureada com o troféu. A entrega do Troféu foi realizada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros de França e por Elisabeth Morin Chartier, vice-presidente da Comissão Europeia dos Direitos das Mulheres e Igualdade Género e ocorreu na Câmara de Comercio de Paris. Sandra Correia é uma jovem empresária, com um currículo académico considerável e uma carreira de negócios promissora. Licenciada em Comunicação Empresarial, pelo Instituto Superior de Comunicação Empresarial em Lisboa, Mestre em Ciências Económicas, pela Universidade de Huelva (Espanha) e Grau de Executivo em "Empreendedorismo e Inovação" pela Universidade Católica, Lisboa, a empresá-

ria está actualmente em processo de conclusão do doutoramento em Ciências Económicas na Universidade de Huelva, Espanha. Nasceu no mundo da cortiça e representa a terceira geração de uma empresa industrial familiar. Foi a sua curiosidade e perseverança que a levou a abrir a sua própria marca, Pelcor®, que cria e produz acessórios de moda em pele de cortiça. A cortiça transformou-se assim num material moderno e num produto de moda. Sandra Correia recebeu o "Prémio Desafio 2010" do Grupo de Media Investe, "Empreendedor do Ano 2009" do Grupo de Media de LENA, "Empresário do Ano 2007" pela ANJE, "Empresário Jovem 2006" pela UALG (Universidade do Algarve), entre outros. A Pelcor® trabalha principalmente com pele de cortiça e desenvolve acessórios únicos, eco-friendly e inovadores para moda, escritório e casa. Preocupa-se em desenvolver linhas sustentáveis produzidas localmente, trabalhando principalmente com fábricas portuguesas de modo a elevar a cortiça até ao próximo nível: transformar a aparência tradicional da cortiça, numa colecção de objectos sofisticados e contemporâneos.

Através de parcerias com organizações e designers, tais como Luís Buchinho e Lisboa Fashion Week, a Pelcor® promove a sua filosofia de criar e desenvolver design inovador através da cortiça. Em 2010 foi escolhida pelo Museu de Arte Moderna (MoMA) para apresentar a sua colecção "Cork Your Style" nas lojas de Nova Iorque e Tóquio, numa edição limitada criada para o efeito, sendo que actualmente vende a sua colecção nestas duas capitais mundiais. Actualmente a marca está num período de transformação e crescimento, com mais e maior investimento em design e inovação e a preparar o salto para o mundo da alta moda e acessórios, com novas estratégias de marketing e vendas. A Pelcor® tem representado Portugal e desenvolvido produtos específicos para diferentes eventos internacionais, como a Cimeira da NATO em Lisboa (2010), com presentes para Barack Obama, Hillary Clinton e Ângela Merkel. l


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OPINIÃO

Qualificação como motor da produtividade I FRANCISCO MARIA BALSEMÃO

Presidente da ANJE - Associação Nacional de Jovens Empresários

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O NOSSO INDICADOR de produtividade representa cerca de 70% da média da UE, o que significa que Portugal produz, em média, menos 30% do que os restantes países europeus. Ora nenhum país consegue crescer economicamente, desenvolver-se de forma sustentada e ser competitivo no espaço global sem apresentar níveis de produtividade elevados. Importa, por isso, mitigar ou mesmo eliminar as principais barreiras à produtividade. A saber, a informalidade da economia, a complexa regulamentação de mercados e produtos, a burocracia, os erros de ordenamento do território, a menor qualidade de alguns serviços públicos, a rigidez da legislação laboral e a baixa qualificação profissional.

Detendo-me apenas no factor que considero mais determinante para a produtividade, a baixa qualificação profissional, sublinho que a escassez de recursos humanos qualificados é um problema estrutural do país que, com a emergência da Economia do Conhecimento, se tornou ainda mais agudo. O abandono escolar precoce é muito maior em Portugal do que em qualquer outro Estado-membro da UE, além de que os investimentos em Investigação, Desenvolvimento e Inovação (I&DI) são dos mais baixos dos 27. Por outro lado, cerca de 60% das empresas nacionais não realizam qualquer tipo de formação profissional para os seus trabalhadores.

A SOCIEDADE PORTUGUESA TEM, POIS, DE ENCONTRAR UMA ESTRATÉGIA PARA TRAVAR O ABANDONO ESCOLAR PRECOCE Na verdade, o fraco desempenho em matéria de I&DI priva Portugal de um factor indutor de ganhos de produtividade. As actividades de I&DI permitem a criação de novos bens/serviços, a adopção de estruturas orga-

nizacionais mais profícuas, a introdução de processos produtivos mais sofisticados e a elaboração de modelos de relacionamento mais eficazes entre a empresa e o consumidor/utilizador. Acontece que estas actividades necessitam inevitavelmente de recursos humanos qualificados, bem como de condições materiais para que o seu potencial inovador seja convertido em produtividade. A sociedade portuguesa tem, pois, de encontrar uma estratégia para travar o abandono escolar precoce, dinamizar o ensino tecnológico, adequar a oferta de cursos superiores às necessidades do país e dotar de competências técnicas os trabalhadores com baixas qualificações. Além disso, há que actuar junto das novas gerações envolvendo quatro grandes vectores: as universidades, os centros de I&DI, as empresas e as associações empresariais. Do trabalho conjunto destes quatro vectores pode emergir uma geração de empreendedores melhor preparada para operar em sectores de alto valor acrescentado, criar bens/serviços inovadores e gerar emprego qualificado. E tudo isto concorreria, justamente, para um aumento da produtividade nacional. l


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OPINIÃO

“Não é porque certas coisas são difíceis que nós não ousamos” I

AUGUSTO BERNARDO

Gabinete de Estudos Económicos da ANECRA

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PORTUGAL atravessa uma conjuntura extremamente desfavorável, vivendo sob o peso da ajuda externa e das medidas de austeridade. O ambiente de recessão económica que o país enfrenta coloca um conjunto de graves constrangimentos às famílias e ao nível da sua qualidade de vida, ameaça o progresso e a estabilidade social, deixando muitos milhares de portugueses sem esperança nem soluções à vista. Perante este cenário, é fundamental que o nosso país revitalize o seu crescimento económico, o que implica mais reformas estruturais e uma consolidação orçamental inteligente. Por outras palavras, Portugal necessita de uma política económica estrutural assente nos domínios dotados de potencial estratégico, reduzindo o endividamento, aumentando a produtividade, incrementando as exportações e inserção das empresas e produtos nacionais nos circuitos económicos e financeiros globais.

Exige-se, pois, uma resposta da sociedade civil, envolvendo todos os actores sociais no combate às disparidades. A economia portuguesa não deverá destoar do padrão de comportamento internacional, em particular, do da Zona Euro. Para tal, é indispensável a transformação e alteração cultural de conjunto que se verifica nas sociedades europeias, e a valoração social dos empreendedores e empresários. Depois de ser ter dotado de um plano global para dar resposta à crise e acelerar o seu crescimento económico, a União Europeia (UE) necessita agora de agir de forma coordenada tendo em conta uma orientação em torno da estabilidade macroeconómica e da consolidação orçamental, das reformas estruturais e do reforço do crescimento. Assim, no que toca aos requisitos fundamentais para o crescimento, é necessário realizar uma consolidação orçamental rigorosa, corrigir os desequilíbrios macroeconómicos e garantir a estabilidade do sector financeiro. É extremamente importante mobilizar os mercados de trabalho e criar oportunidades de emprego, em que a valorização o trabalho, a reforma dos regimes de pensões, a reinserção dos desempregados no mercado de trabalho e

conciliação da segurança e flexibilidade, se destacam no topo das preocupações. É essencial acelerar o crescimento, explorando o potencial do mercado único, atraindo capitais privados para financiar o crescimento e assegurar o acesso à energia a um custo acessível. Estamos a viver uma crise e no Sector Automóvel sentimo-la, respiramo-la e fartamo-nos dela quando a palavra nos é constantemente injectada através dos órgãos de comunicação social: crise, crise, crise. Nos últimos anos desapareceu um elevado número de empresas associadas da ANECRA. É objectivamente uma crise real, mas igualmente uma crise psicologicamente ampliada e induzida nas pessoas, condicionando as suas opções, afundando as suas esperanças, conduzindo-as potencialmente a um quotidiano “acinzentado” e depressivo, logo a algum possível imobilismo. É necessário criar condições para o recurso ao financiamento por parte das empresas do retalho do Sector Automóvel, incluindo o acesso a apoios comunitários. Numa visão simplista, compreende-se que sem dinheiro e com elevado índice de endividamento não há consumo, sem consumo reduzem-se as vendas, com as vendas menores reduz-se a produção, reduzindo a produção e vendendo menos investe-se menos, em conse-

quência há mão-de-obra dispensada, logo ela vai engrossar as fileiras dos que estão em dificuldades e assim sucessivamente. É óbvio que as coisas não são apenas assim, mas este é o ciclo que funciona como uma espécie de bola de neve quando a situação conjuntural é adversa. Em tempos difíceis não é somente a concorrência feroz que exige “golpes de rins” às empresas, é muitas vezes o vital imperativo de sobreviver, por isso se repete insistentemente que é necessária flexibilidade organizacional. Neste sentido, é necessário o aproveitamento de sinergias, poupança activa e redução substancial de custos, exigindo-se para isso rigor, disciplina, racionalidade e avaliação permanente, sem prejudicar a qualidade exigida pelos clientes, a rapidez de execução ou a imagem da organização. Apesar das dificuldades sérias, não podemos perder de vista o equilíbrio da gestão necessário para não abandonarmos o investimento em inovação, não descurarmos as mais-valias nos produtos/serviços, não desprezarmos a criatividade (muito útil em tempos de crise). Tudo isto faz a diferença. Como disse Séneca: “Não é porque certas coisas são difíceis que nós não ousamos. É justamente porque não ousamos que tais coisas são difíceis”. l


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OPINIÃO

Como vender mais em tempo de crise? I

PAULO NOGUÊS

Consultor de vendas e marketing

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SUN TZU , estratega militar chinês que viveu antes de Jesus Cristo nascer, disse que ao fazer planos para a guerra era necessário comparar sete elementos para saber qual dos exércitos sairia vitorioso: 1. Que Governante (empresário/gestor) é mais sábio? 2. Que comandante (director comercial) é mais talentoso? 3. Que exército (equipa comercial) retira mais vantagens da natureza e do terreno? 4. Que exército cumpre mais satisfatoriamente os regulamentos e as instruções (disciplina) ? 5. Que tropas são mais fortes (energia)? 6. Que exército tem oficiais e soldados mais bem treinados (formação)? 7. Que exército atribui recompensas e castigos de forma mais esclarecida (gestão de recursos humanos)? Esta correlação entre as vendas e a guerra é cada vez mais uma realidade, antes de mais porque nos temos de focar, mais do que nunca, na concorrência. Este artigo é um contributo para a reflexão que todos os responsáveis fazem num tempo em que as vendas diminuem e as margens se reduzem ao ponto de fazerem da questão da sobrevivência das empresas a questão fulcral dos próximos anos. Um cenário que piora em tempo de crise do sistema bancário europeu –

o crédito e as taxas de juro são ameaças descontroladas sobre a cabeça dos empresários. Fruto da situação económica e financeira conhecida, o mercado português tem vindo a contrair-se e é nesse cenário que importa responder à questão das mudanças necessárias na organização e actuação dos departamentos comerciais de todos os sectores da indústria nacional. É sobre a comercialização de produtos industriais que falamos neste artigo, mais precisamente daqueles que são transaccionados através de estabelecimentos comerciais de todo o tipo. É um trabalho sobre o mercado interno e resulta da experiência adquirida ao longo dos últimos 25 anos em diversos sectores industriais, como o calçado, os têxteis, a metalurgia, os colchões, a cerâmica, o agro-alimentar, etc. Para além do ambiente económico do país e da Europa, é sabido que muitos problemas de

alguns dos centros da mudança, que importa seguir com atenção, persistindo, naturalmente, na defesa dos interesses portugueses. Acresce a este quadro civilizacional complexo uma situação de superprodução em muitos sectores, que pressiona as vendas e sobretudo as margens. As questões económicas não podem estar divorciadas da soberania e nesse sentido foi e é um erro estratégico abandonar os sectores primário e secundário em troca de subsídios sem o mínimo efeito estruturante. É assim decisivo neste ambiente imensamente desfavorável procurar as alternativas correctas e as oportunidades para defender a indústria nacional e projectá-la nos mercados com força e vigor. Trataremos noutro artigo as exportações e as mudanças que devemos imprimir nesse segmento da actividade comercial das empresas industriais portuguesas, mas pode-se des-

A CRISE TEM ASPECTOS POSITIVOS E UM DELES É A CRIAÇÃO DE UM EXÉRCITO DE DESEMPREGADOS MAIS QUALIFICADOS, QUE PODEM SER RECICLADOS COM ÊXITO EM FUNÇÕES COMERCIAIS vendas estão, na verdade, a montante, em áreas como a gestão ou o marketing. No âmbito desta reflexão iremos àquilo que tem a ver directamente com a organização e a gestão de vendas. O mundo e o país vivem mudanças substanciais. Direi mesmo que se assiste à sobreposição de diversas clivagens. A crise das dívidas soberanas, o declínio da Europa, a emergência de uma nova sociedade pós-industrial, a ascensão dos países denominados em vias de desenvolvimento, o crescimento da importância do Oceano Pacífico, a crescente autonomia e progressão das civilizações não ocidentais e a globalização são

de já avançar quão importante e prudente é encontrarmos rapidamente alternativas para uma parte substancial dos 75% das nossas exportações, que, como é sabido, estão canalizadas para a União Europeia. A mudança do ambiente económico e social do país obriga as empresas a repensarem a sua estratégia de actuação e mais precisamente a estratégia comercial das suas equipas. Será um erro sério persistir nas mesmas fórmulas organizativas e nos mesmos métodos, quando tudo muda à nossa volta. Saber vender mais em tempo de crise prende-se com as mudanças que precisamos de imprimir nos sectores comerciais.

É conhecida a resistência subterrânea às mudanças. É preciso um rolo compressor para afastar os sabotadores e os descrentes e motivar os mais aptos e entusiastas para triunfarem nos mercados difíceis de hoje. A crise tem aspectos positivos e um deles é a criação de um exército de desempregados mais qualificados, que podem ser reciclados com êxito em funções comerciais. A banca, os seguros, as farmacêuticas, as grandes superfícies, as profissões liberais são algumas das origens possíveis de novos quadros comerciais. O mercado vai continuar a contrair-se nos próximos anos e só à custa da concorrência poderemos ganhar quota de mercado. As nossas equipas comerciais têm de ser treinadas para esta guerra económica. A situação do mercado exige comerciais mais profissionais, mais competentes, mais conhecedores, mais ávidos de emprego e mais desafiadores. Profissionais polivalentes que integrem outras disciplinas na sua actividade como a prospecção, as relações públicas, a consultoria e a recolha de informações. Profissionais mais combativos, capazes de ultrapassar objecções perfeitamente naturais nos tempos actuais, caso do “preço elevado” ou do “não querer fazer stock”. Em tempo de grandes desafios e de grandes mudanças precisamos de energia, entusiasmo, determinação, e esse desafio é difícil para comerciais rotineiros e acomodados, independentemente da sua idade. Os próximos anos não permitirão vitórias sensacionais por KO, as quotas de mercado variarão lentamente na maioria dos sectores. Importa por isso preparar as equipas para uma actuação de longa duração, consistente, organizada, onde os lampejos são substituídos por um trabalho sério e consistente. l


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