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A APCD SAÚDE DESEJA UM FELIZ DIA DAS CRIANÇAS

IMPRESSO Pode ser aberto pela ECT

JULHO | AGOSTO | SETEMBRO | 2011 | nº 33

reintervenção endodôntica Confecção de Pistas Simplificadas pacientes com Alzheimer Uso da Toxina Botulínica


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Editorial expediente

Eternas crianças!

Índice

Dr. Sérgio Yunes - Editor Em especial, destacamos o artigo do colunista dr. Luís Carlos Grossi, que explica a sanção presidencial publicada no Diário Oficial da União que institui a modalidade de Empresa Individual de Responsabilidade Limitada chamada EIRELI. Um forte abraço! Novos materiais e suas indicações....... 16 Novidades para as Empresas Individuais EIRELI............................................. 18

Plano de tratamento de reintervenção endodôntica.......................................... 4 Confecção de Pistas Deslizantes Diretas Simplificadas........................................ 6

Cursos - 2º Semestre - 2011............... 20 Transformando pacientes de convênio em particulares........................................ 22 Uso da Toxina Botulínica..................... 22

O atendimento de pacientes com doença de

Arraiá na APCD Central...................... 23

Alzheimer na clínica odontológica: desafios

Vencimento da carteira de habilitação: novas

e diretrizes......................................... 10

regras................................................ 23

Abordagens clínicas diante de um desloca-

Aniversariantes.................................. 24

4

6

Indicador Profissional......................... 26

14 DTM

mento de disco articular sem redução.. 14

DTM

Presidente Wagner Nascimento Moreno 1º Vice-Presidente Gilberto Machado Coimbra 2º Vice-Presidente Arne Aued Guirar Ventura Assessor da Presidência Admar Kfouri Secretário Geral Ossamu Massaoka 1º Secretário Moacyr Nunes Leite Junior 2º Secretário Durval Paupério Sério Tesoureiro Geral Takashi Yagui 1º Tesoureiro Carlos Teruo Itabashi 2º Tesoureiro Kunio Shimabukuro Depto. Assessor de Benefícios Auro Massatake Minei Depto. Assessores Científico Cheng Te Hua Luci Z. Finotti Patricia Takahama Depto. Assessor de Comunicações Paulo Yoshiteru Nagamine Depto. Assessor de Congressos e Feiras Luiz Afonso de Souza Lima Depto. Assessores Cultural Marta Tashiro Valsuir José Vezzoni Depto. Assessores de Defesa de Classe Elizabeth Aparecida Braga Helenice Formentin Ikegami Depto. Assessores E.A.P Cidney Hiroaki Cato Hiroshi Miasiro Milton de Souza Teixeira Depto. Assessor de Esportes Mauricio Fazzura Depto. Assessor de Patrimônio Luiz Carlos Serrano Lima Depto. Assessor de Prevenção Nicola Felipe Lopez Bempensante Depto. Assessor de Rel. Internacionais Jum Kasawara Depto. Assessor da Revista e Informática Sérgio Yunes Depto. Assessores Social Julia Hiçae Uchida Silvia Cristina Ramos Coimbra Depto. Assessor de Turismo Shindi Nakajima Depto. Assessor de Clínica Sônia Maria Moraes Cecconi Jornalista Responsável Israel Correia de Lima (Mtb 14.204) - Tel. 3477-4156 Edição de Arte/Projeto Gráfico Guilherme Gonçalves Impressão Input Comunicação Visual Ltda.

N

o dia 12 de outubro comemoramos o Dia de Nossa Senhora Aparecida e o Dia das Crianças. A composição de nossa capa é dedicada a elas, com fotos de filhos, netos, sobrinhos e irmãozinhos de diretores da nossa Regional. Parabéns a todos nós que sempre seremos eternas crianças, mesmo com o passar dos anos! Entre vários artigos enviados e publicados nesta edição, destacamos o “Plano de tratamento de reintervenção endodôntica”, de autoria do dr. Alexandre Tanganelli Ricci – Especialista em Endodontia pela EAP-APCD Jardim Paulista e equipe Endogroup -; “Confecção de Pistas Deslizantes Diretas Simplificadas”, dos doutores Neif Donizete Abrão, Luiz Martins Turano e Alessa Donizete Abrão; “Novos materiais e suas indicações”, do nosso já assíduo colaborador dr. Luis Henrique Vinagre, entre outros.

Endodontia

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Endodontia

Plano de tratamento de reintervenção endodôntica

P

aciente T.R.A., 32 anos, sexo masculino, com histórico de trauma na região anterior de mandíbula, com avulsão do elemento 42 e consequente instalação de um implante do tipo ósseo integrável. Sua queixa principal e motivo da procura por atendimento foi o aparecimento de fístula na altura do terço médio da raiz do elemento 41, mobilidade moderada nos elementos 41, 31 e 32 e dor à palpação na região do forame mentual. Após histórico médico e dental, no exame clínico foi feito uma tomada radiográfica do tipo periapical,onde observou-se extensa área radiolúcida envolvendo os dentes em questão. Como havia histórico de trauma anterior, retentores metálicos intrarradiculares do tipo rosqueável, obturação dos canais e área radiolúcida extensa muito próxima do elemento implantado foi solicitada uma tomografia computadorizada do tipo Cone beam de mandíbula a fim de averiguar a extensão da perda óssea bem como uma possível fratura radicular. O laudo do exame tomográfico evidenciou a presença de rarefação óssea localizada na região apical dos elementos 41 e 31, em contiguidade com o implante do tipo ósseo integrável (elemento 42) e com a porção radicular do elemento 32. Foi observado ainda que a referida rarefação óssea adelgaçou e interrompeu a cortical óssea vestibular e reabsorveu a cortical lingual. Não foram detectados sinais imaginológicos compatíveis com fratura radicular. Baseado nos achados clínicos e radiográficos, o diagnóstico foi estabelecido e o plano de tratamento de reintervenção endodôntica estabelecido com consentimento do paciente. Após anestesia foi exposta a porção radicular dos retentores intrarradiculares dos dentes 41, 31 e 32 com o auxílio de microscópio operatório, ultrassom com insertos específicos e irrigação em abundância (técnica modificada de Ruddle/ Zuolo et al, 2009), onde seguindo esse protocolo os retentores metálicos puderam ser removidos preservando-se a estrutura dental remanescente. A reintervenção endodôntica foi iniciada após a instalação de isolamento absoluto nos dentes 41, 31 e 32 e otimizada com barreira gengival do tipo fotopolimerizavel. Com auxílio do microscópio operatório a remoção do material obturador foi realizada à partir dos terços cervical, médio e apical com brocas GG#2 e 3, ultrassom com insertos lisos, limas manuais e limas rotatórias para retratamento. A irrigação passiva (ativada por ultrassom) foi realizada durante todo o procedimento com hipoclorito de sódio à 2,5% e solução de EDTA à 17%. A odontometria foi determinada por meio do uso de localizador foraminal, e a limpeza e desinfecção dos canais foram realizadas em forame zero. Foi possível fazer patência foraminal nos três dentes retratados. A reobturação dos canais foi realizada por condensação termo-mecânica da guta percha utilizando o termocompactador de McSpadden com o objetivo de selar o canal radicular e canais

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Fig. 1a - Tomografia do tipo Cone-beam (H)

laterais, dentro do limite estabelecido e de maneira hermética. O cimento utilizado teve como base o óxido de zinco e eugenol. Os dentes foram restaurados provisóriamente e encaminhados para a restauração definitiva imediata. O paciente retornou ao consultório após dez dias onde foi verificado o desaparecimento da fístula e constatado que os dentes envolvidos apresentavam melhora significativa à mobilidade. Não houve relato de dor aguda no pós-operatório apenas leve desconforto à percussão no dia seguinte à reintervenção. Após seis meses foram realizados exames radiográficos para controle que confirmaram a evolução para a cura. Nesse mesmo momento o paciente não apresentava sinais ou sintomas clínicos.

Referência bibliográfica

Reintervenção em Endodontia - Mário Luis Zuolo e cols. 2009.

Dr. Alexandre Tanganelli Ricci - Especialista em Endodontia pela EAP-APCD Jardim Paulista/ Endogroup.


Fig. 1b - Tomografia do tipo Cone-beam (17, 18, 19)

Fig. 2 - Radiografia inicial

Fig. 3 - Radiografia final

Fig. 4 - Radiografias de controle

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DTM

Confecção de Pistas Deslizantes Diretas Simplificadas

A

Disfunção Temporomandibular (DTM) pode ter origem muscular e/ou articular. No caso de pacientes edentulos, como uma forma de tratamento pode-se utilizar a Pista Deslizante, que é uma Prótese Total de superfície posterior lisa proposta como terapia oclusal para esses pacientes quando portadores de DTM. O presente trabalho tem como objetivo descrever uma forma mais simplificada de confeccionar essas pistas.

Introdução

As pistas deslizantes, usualmente são conhecidas como Pistas Deslizantes de Nóbilo, por ter como idealizador o Prof. Dr. Krunislav Antonio Nóbilo, que foi quem primeiro começou a solucionar problemas relacionados à Prótese Total com o uso dessa aparatologia. Através dos trabalhos de Kataoka e Trindade, e posteriormente Zuccolotto, o uso de Pistas em Prótese Total passou a ser mais reconhecido e aceito no meio cientifico. Sabe-se que todo paciente portador de Prótese Total é um disfuncionado e uma vez perdido o relacionamento de Distancia Vertical (D.V.) e dentes naturais, retornar a esta condição é um dos

maiores desejos da odontologia. Normalmente restabelecida nos planos de cera a D.V.; registra-se a R.C. para esta D.V. obtida em um curto momento. Após este registro é realizada a montagem dos dentes e finalizada as Próteses. Uma vez instalado o trabalho com a articulação obtida, os proprioceptores começam a relembrar a real posição da mandíbula que tende uma vez estabilizada a voltar para esta posição. Este deslocamento excêntrico faz com que o toque das cúspides passe para as vertentes aumentando a D.V., fazendo com que a Prótese Total inferior machuque sobremaneira a área basal subjacente. O dentista desavisado desgasta enormemente as bordas das Próteses e pouco ajusta a oclusão, enfim um numero bastante razoável de pessoas acabam por desistir do uso da prótese inferior por não conseguirem uma boa adaptação a elas. Com o uso das pistas este problema praticamente se resolve, pois quando a mandíbula assume sua posição de comodidade, ou seja, uma R.C. confiável pode ser realizada a clonagem das pistas e montagem dos dentes agilizando dessa forma a produção final. O interessante também das pistas é que durante o seu uso, que gira em torno de dois meses, consegue-se fazer todas as correções

Fig. 1

Fig. 3

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Fig. 2

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Fig. 5


Fig. 6

Fig. 7

necessárias da área basal assim como toda a correção estética. Este trabalho mostra a confecção dessas pistas de uma maneira mais simplificada, facilitando a interação entre o consultório e o laboratório de Prótese.

Proposição

1. Baratear o tratamento com pistas deslizantes. 2. Agilizar o trabalho clinico e laboratorial na confecção das pistas. 3. Facilitar a confecção da prótese total nova.

Apresentação

O objetivo das pistas deslizantes é o reposicionamento mandibular à sua real posição de comodidade, (R.C.), guiado pela memória proprioceptiva do sistema estomatognático. A simplificação das pistas deslizantes visa agilizar e baratear o trabalho clínico, além de proporcionar um desgaste de Patterson mais efetivo, devido à menor dureza da R.A.A.Q., (resina acrílica ativada quimicamente). Inicia – se a moldagem com godiva, equalizada com alginato a guisa da moldagem secundaria (figs. 1 e 2). Achar o ponto médio entre Linha oblíqua e Milohioídea e traçar a linha antero posterior (Zona Neutra). Transferir a linha antero posterior para o arco de oclusão (figs. 3 e 4).

Fig. 8

No arco de oclusão inferior, a região anterior deve terminar na altura da linha úmida do lábio inferior e a região posterior em zero na altura da papila retromolar (fig. 5). A altura do arco de oclusão superior dependerá da distancia vertical registrada no paciente. Após obtenção da Distância Vertical em Oclusão, (DVO), realizar o desgaste de Patterson. Transferir para o arco de oclusão a linha mediana, linha alta do sorriso e linha canino. Obter a relação central, (R.C)., e transportar para o articulador, primeiro o superior, que pode ser transportado com plano de Camper, (meseta de montagem) (fig. 6), e inferior com registro intra oral. Montagem dos dentes anteriores superiores (fig. 7), prova dos dentes anteriores superiores montados (fig. 8). Após a montagem dos dentes anteriores inferiores, respeitando o trespasse vertical e horizontal, encerar e esculpir as pistas. Remover o modelo da bolacha (placa de montagem), que o prende ao articulador (fig. 9). Incluir modelo e prótese na mufla com gesso comum (fig. 10). Envolver toda a prótese com silicone, fazendo retenções (fig. 11). Ao colocar a silicone, deixar a incisal dos anteriores e a cera correspondente a incisal dos posteriores expostas. Fechar a mufla e vazar gesso pedra tipo III. Após a presa do gesso, remover a pista em cera. Remover os dentes da pista e encaixá-los na contra mufla (figs.

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DTM

12 e 13). Vazar resina cor de dentes na região posterior das pistas (figs.14 e 15). Entornar resina rosa na contra mufla e na mufla, fechar e apertar os parafusos. Após a polimerização remover as Próteses em resina, remontar e ajustar no articulador (fig. 16). Ajuste das Pistas, logo na primeira sessão com tira de lixa em mandril fendido (figs. 17 e 18). Resultado final (figs. 19 e 20).

Conclusão

1. A inclusão e a conseqüente acrilização do plano de orientação com resina de rápida polimerização agiliza o trabalho laboratorial, sendo que o mesmo pode ser executado no próprio consultório. 2. A resina acrílica de rápida polimerização, por ser menos dura proporciona um desgaste de Patterson mais efetivo conforme o seu uso. 3. Com extensão de área basal adequada e curva de compensação individualizada há uma maior facilidade em se clonar e obter a Prótese Total efetiva.

Referências bibliográficas

1. Kataoka MSS. Relação cêntrica: avaliação dos traçados gráficos dos movimentos mandibulares antes e durante a utilização de próteses totais

com pistas deslizantes de Nóbilo. Piracicaba; 1994. [Dissertação de Mestrado - Faculdade de Odontologia de Piracicaba – UNICAMP]. 2. The Glossory of Prosthodontic Term. The Journal of Prosthetic Dentistry. 6. ed. St Louis: Mosby; 1994. 3. Trindade, MO. Recuperação da dimensão vertical fisiológica da face nos desdentados totais. Utilização de próteses totais com pistas deslizantes de Nóbilo nos quadrantes oclusais. Piracicaba; 1994. [Dissertação em Mestrado - Faculdade de Odontologia de Piracicaba – UNICAMP]. 4. Zucoolotto MCC. Tratamento da sintomatologia dolorosa decorrente das DTMs nos desdentados totais através do reestabelecimento da DVO da face utilizando próteses totais com pistas deslizantes de Nóbilo. Ribeirão preto, 1996, 122p. dissertação de mestrado - Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo. 5. Turano JC, Turano LM.,Fundamentos de Prótese Total, Ed. Itda. Quintessence, 10ª edição -2009. 6. Pinheiro LF., Turano LM., Construção de Pistas Deslizantes em Busca da Relação de Comodidade para Prótese Total. PCL Revista Brasileira de Prótese Clinica & Laboratorial – Ano 2 - n 10 – Nov/Dez – 2000 8. Ueta AY, Soares HA, Carvalho PL, Turano LM. Influência das pistas deslizantes na obtenção da relação central em prótese total. Revista Associação Paulista Cirurgião Dentista. 2003; 57: 141-46. 7. Camargo, REC. Avaliação de três técnicas de montagem em articulador semi-ajustável na confecção de placas oclusais estabilizadoras, ano 2007, Dissertações, D3, Assunto – Articuladores dentários.

Fig. 10 Fig. 11

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Fig. 18

Fig. 20

Prof. Dr. Neif Donizete Abrão

Especialista em Prótese Dental; Especialista em Implante Dental; Mestre em Prótese Dental pela USF; Professor Assistente do curso de especialização em Prótese pelo SOESP

Prof. Dr. Luiz Martins Turano

Doutor FO USP; Coordenador do curso de especialização em Prótese pelo SOESP

Dra. Alessa Donizete Abrão Cirurgiã-Dentista; Clínico Geral

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Alzheimer

O atendimento de pacientes com doença de Alzheimer na clínica odontológica: desafios e diretrizes Como Publicado na Revista da SBGG 2011; 5 (1): 34-39, ISSN 1981-8289

A

incidência e o desenrolar da manifestação sintomática progressiva da Demência do tipo Alzheimer (DA) é uma questão que se impõe a pesquisadores em diversos campos disciplinares e clínicos. Neste trabalho, discute-se a especificidade do manejo clínico odontológico de tais pacientes, tanto na instância diagnóstica, quanto na terapêutica propriamente dita. O objetivo desta pesquisa foi identificar possibilidades de obtenção da cooperação de pessoas portadoras de DA no tratamento odontológico, bem como o envolvimento do familiar/cuidador, visando melhores resultados da intervenção clínica. Palavras-chave: Doença de Alzheimer, odontologia geriátrica, assistência odontológica para doentes crônicos.

INTRODUÇÃo

Com início insidioso e deterioração progressiva, a Demência do tipo Alzheimer (DA) é uma patologia neurodegenerativa de origem ainda misteriosa e incurável, que atinge, atualmente, entre 17 e 25 milhões de pessoas no mundo, com mais de 65 anos de idade. Número que representa 70% do conjunto de doenças que afetam a população geriátrica. No Brasil, segundo a Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAZ)1, há cerca de um milhão e duzentos mil sujeitos com DA, cuja incidência é a terceira maior causa de morte em países desenvolvidos, depois das doenças cardiovasculares e do câncer. A DA, que pode impor uma condição de fragilização à velhice, tem suscitado uma gama de questões (teóricas e clínicas) e, em diferentes abordagens, discussões que voltam o foco para a identificação de especificidades implicadas no atendimento a tais pacientes. Neste trabalho, a reflexão é movimentada a partir da hipótese de que uma intervenção clínica, para se viabilizar - inclusive no campo da odontologia - tem como base o necessário estabelecimento de uma relação de confiança entre terapeuta e paciente2. Isso significa que, do lado do paciente, está em causa a suposição de que o clínico “sabe como fazer” para enfrentar a sua condição sintomática específica. Por sua vez, do lado do terapeuta, é preciso considerar que o êxito do tratamento depende, muitas vezes, da necessidade de se levarem em conta demandas singulares implicadas em cada caso. À base comum que orienta ações no exercício da clínica odontológica se acrescenta, então, a necessidade de intervenções específicas suscitadas a cada atendimento, inclusive sutilezas subjetivas que se impõem à relação terapeuta-paciente. No que diz respeito ao atendimento odontológico de pacientes com DA, algumas características específicas relativas ao quadro patológico devem estar, portanto, no horizonte do clínico, quais sejam: a progressão da doença pode levar os pacientes a apresentarem dificuldades cada vez mais acentuadas para a realização de atividades de vida diária (AVD’s)3,4, tais como, vestir-se, alimentar-se, locomover-se, banhar-se. Como a realização da higiene bucal insere-

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-se nesse rol, não se deve marginalizar o fato de que a dificuldade para mantê-la pode responder por um estado bucal precário, com aumento da prevalência de doença periodontal e cárie. Os cuidados odontológicos específicos devem, então, ser ministrados pelo profissional desde o início da DA, com objetivo de prevenir doenças bucais nos estágios mais avançados. Nessa perspectiva, Goiato et al5 afirmam que: “Os indivíduos portadores dessa demência apresentam maiores problemas orais em relação aos indivíduos sem demência. Portanto, cabe ao cirurgião-dentista prever o declínio da saúde oral dos pacientes com essa doença, adotando medidas preventivas, como aplicação tópica de flúor, aplicação de clorexidina, restabelecer a função mastigatória dos pacientes portadores de próteses e estimular o paciente a realizar retornos freqüentes ao cirurgião-dentista. Além disso, deve-se advertir para que os cuidadores e membros da família assistam à higiene oral do paciente”. A afirmação acima está em consonância com uma tendência dominante no campo odontológico geriátrico, qual seja: no atendimento de pacientes com DA é preciso, de alguma forma, assegurar que o tratamento preventivo seja realizado. Vale assinalar que em estágios mais avançados da manifestação da doença, o uso da anestesia geral para realização dos procedimentos odontológicos torna-se, na maioria dos casos, condição necessária. Entretanto, Fernandes & Ruiz Neto6 adverte “que a idade avançada (65 anos ou mais), constitui fator de risco importante para as complicações pulmonares no pós-operatório (CPP)”. Tendo isso em vista, pode-se avaliar a importância das ações preventivas desde o início da doença. Na literatura pertinente ao tema7, ressalta-se o importante papel dos “cuidadores” na promoção da saúde bucal de idosos acometidos pela DA. A inclusão da família (cuidadores) no processo de tratamento tem dupla função: de um lado, ela pode se tornar coadjuvante importante (cooperadora) e, de outro, pode dar-lhe o suporte necessário (informações desmistificadoras, escuta para os conflitos que emergem, busca de soluções para alguns problemas enfrentados, etc) para que se posicionem melhor frente ao drama que é a demência. Isso não significa, entretanto, a exclusão da participação do paciente. Ao contrário, a avaliação da possibilidade de inclusão dele no processo do tratamento deverá ser sempre avaliada pelo cirurgião-dentista. Essa afirmação encontra sustentação no estudo sobre DA encaminhado pelo psicanalista Messy8, autor que faz um alerta bastante importante: “não é porque a comunicação é interrompida que não há apelação, nem recepção [...] com tais doentes é preciso continuar a emitir nossas mensagens, captar os apelos, sejam quais forem nossas impressões de ‘doente ausente’”. Note-se que o pesquisador propõe que se mantenha um “traba-


lho relacional” com tais pacientes. Isso significa que, a despeito do quadro degenerativo em curso, Messy8 reconhece que há sempre uma porção subjetiva no corpo atingido pela demência. Razão para sustentar o paciente num “banho de palavras”: dirigir-lhe mensagens e tentar decifrar os possíveis e enigmáticos apelos por ele emitidos. De acordo com o pesquisador, esse banho simbólico pode produzir resultados muito interessantes: “estabilizações e até mesmo progressos podem ser obtidos graças a um meio ambiente afetuoso e atento, constituído por um pessoal formado e acompanhado de maneira especial”8. Se o cirurgião-dentista não está alheio à necessária manutenção de um “trabalho relacional”2,8,9 e às particularidades que insistem em se fazer presentes no atendimento de cada paciente, ele pode obter como resultado a possibilidade de cooperação para manter uma condição bucal saudável. Advoga-se, portanto, que a insistência no referido “trabalho relacional” possa se constituir – nos diversos estágios de manifestação da DA - como importante ponto de sustentação para a eficácia do tratamento odontológico, na medida em que, por meio dele, medos, angústias e ansiedades do paciente, e também de sua família, podem ser acolhidos, propiciando ao cirurgião-dentista a descoberta de limitações específicas e modos de manejá-las. O objetivo desta pesquisa foi identificar possibilidades de obtenção da cooperação de pessoas portadoras de doença de Alzheimer no tratamento odontológico, bem como o envolvimento do familiar/ cuidador, visando a melhores resultados da intervenção clínica.

MÉTODOS

Participaram deste estudo 51 idosos assistidos em ambulatório e/ou pelo Serviço de Assistência Domiciliária do Hospital do Servidor Público Municipal (HSPM) de São Paulo, num período de 24 meses, entre 02/2004 e 02/2006. Foram incluídos no estudo pacientes que necessitavam de tratamento odontológico, de ambos os gêneros, com idade entre 60 e 91 anos, portadores de demência do tipo Alzheimer em todos os estágios (inicial, intermediário e avançado). Pacientes com outros tipos de demência, abaixo de 60 anos ou que o período de tratamento/acompanhamento odontológico excedesse o período citado acima foram excluídos. O presente estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do próprio Hospital (HSPM) – parecer 53/2006. Antes de esclarecer a metodologia da pesquisa realizada, entende-se que seja preciso uma explicação sobre o método clínico que sustentou a proposta de tratamento de tais pacientes. Só assim é possível abordar as expectativas quanto à cooperação do paciente e/ou do cuidador no tratamento odontológico. Foi desenvolvida pela Clínica de Odontogeriatria do HSPM, uma proposta de tratamento odontológico para portadores da Doença de Alzheimer, chamada Planos de Tratamento. Ela teve como base a experiência clínica desde 1997. Para a inclusão dos grupos de pacientes nesses planos, levou-se em conta as características (memória e a cognição) manifestas em cada estágio da doença inicial, intermediário e avançado, baseados no Manual da Doença de Alzheimer da Associação Brasileira de Alzheimer – ABRAz 1, elencadas à seguir: Estágio inicial: esquecimento freqüente dos fatos recentes (memória recente é afetada e a retrógrada se mantém); distração; ligeiras confusões; dificuldade de lembrar nomes e palavras; dificuldades para aprender novas informações; discreta mudança de

humor e personalidade; desorientação em ambientes familiares; redução das atividades sociais dentro e fora de casa e atividades rotineiras realizadas mais lentamente. Pacientes com pequena dependência. Estágio intermediário: crescente perda de memória; dificuldade para organizar o raciocínio; esquecimento de palavras, diminuição do conteúdo e da variação da fala10; dificuldade em nomear objetos; orientação de tempo e espaço prejudicada; perde-se com facilidade; perda da iniciativa; inquietação e impaciência; às vezes agressão verbal ou até mesmo física. Pacientes com dependência moderada. Estágio avançado: há pouca ou nenhuma comunicação com palavras, a fala torna-se monossilábica11 e, mais tarde, desaparece; transtornos emocionais e de comportamento; piora da marcha, tendendo a ficar mais assentado ou no leito; dificuldade parcial ou total para movimentar-se, alimentar-se e banhar-se, incontinência urinária e fecal, e perda completa da memória. Pacientes com dependência total. Esclarecem-se, a seguir, os planos de tratamento que se relacionam a cada um dos estágios da doença de Alzheimer: Plano I (estágio inicial) - Anamnese: o cirurgião-dentista direciona as perguntas ao próprio paciente (olhando em seus olhos), porém com a supervisão do acompanhante, para que, caso seja necessário e de maneira sutil, ele possa confirmar (ou não) a veracidade das informações prestadas e que seriam relevantes para o atendimento. - Sessões: realizadas em ambulatório, com a presença opcional do familiar. Decisão tomada em conjunto com o paciente2. A duração média de cada sessão é de 50 minutos. - Manejo da demanda de cooperação: comunica-se ao paciente sobre os passos da intervenção a ser realizada naquela sessão, as ações que se espera que ele realize e o resultado que se pretende alcançar12. A partir de uma escuta atenta, deve-se valorizar e incentivar o paciente para que ele se implique no tratamento. - Higiene bucal: as instruções/demonstrações são feitas no consultório e repetidas em todas as sessões. Propõe-se ao paciente que ele as realize em casa e orienta-se o familiar e/ou cuidador para, de modo discreto, supervisionar esse trabalho5. Plano II (estágio intermediário) - Anamnese: perguntas direcionadas ao próprio paciente, mas o cirurgião-dentista deve voltar sua atenção para o modo como o interpela: com uma fala mais breve e pausada e/ou atendendo a possíveis demandas de reformulação de enunciados. Caso necessário, deve-se contar com a participação do familiar para esclarecer/ ratificar qualquer ponto importante de que o paciente não consegue lembrar ou responder2. - Sessões: realizadas em ambulatório, com a presença do familiar e/ou cuidador. As sessões devem ser realizadas no período da manhã ou início da tarde. Isso porque alguns dos portadores da DA, a partir desse estágio, tornam-se mais agitados, inseguros e confusos na medida em que se aproxima o final do dia (“efeito-crepúsculo”)13. A duração do atendimento é, em média de 30 minutos, porque há uma tendência ao cansaço e à irritação, fatores que interferem na eficiência e manutenção do atendimento. Neste plano, o paciente também é comunicado acerca do que será feito pelo cirurgião-dentista naquela sessão, bem como sobre o que se espera dele8,12. Considera-se extremamente relevante mostrar-lhe, ao final da sessão, o resultado do trabalho realizado para que ele possa perceber a importância de sua participação2,12.

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Alzheimer - Higiene bucal: as instruções e demonstrações são realizadas no consultório e reforçadas em todas as sessões. Considera-se prudente que, em casa, se utilize a técnica de revezamento14: ora o paciente, ora o familiar/cuidador responde pelo trabalho de higienização bucal. Desta forma, o paciente é incentivado ao autocuidado9 e, ao Figura 1 – Escovas dentais Figura 2 – Fio dental e Segurador de fio mesmo tempo, se afasta a idéia de incapacidade. Entretanto, recomenda-se que, pelo menos uma vez ao dia, a higiene bucal seja realizada pelo familiar e/ou cuidador para assegurar a sua efetividade. Plano III (estágio avançado) - Anamnese: mesmo que a comunicação pela via da linguagem oral esteja prejudicada, perguntas Figura 3 – Limpadores linguais Figura 4 – Abridor de boca são dirigidas ao paciente, buscando manter o seu envolvimento, ou seja, apostando na via do “trabalho relacional”8 dentifrício deve ser utilizado em pequena quantidade, ocupando e nos efeitos (imprevisíveis) que possam se desdobrar dessa deapenas um terço das cerdas. Em estágios mais avançados em que o manda criada pelo clínico. Não se dispensa, contudo, a contribuição sujeito não consegue fazer bochecho, não se utiliza dentifrício, e sim do familiar/cuidador para a obtenção de informações fidedignas a escova molhada em enxaguatório bucal para realizar a escovação. relativas ao paciente2. Nos casos em que os pacientes não conseguem realizar sua higiene bucal, ela é feita pelo familiar/cuidador, com o auxílio de abridor de - sessões: se há dificuldade de locomoção, as sessões são boca (Figura 4), usando-se escova dental (pacientes com dentes) realizadas em domicílio. Caso contrário, a intervenção é feita em ou gaze (pacientes sem dentes) embebida em enxaguatório bucal, ambulatório. Inicialmente, tentativas de realização de intervenções de preferência em solução de gluconato de clorhexidina a 0,12%. sem sedação são realizadas, mas, se necessário, considera-se Salivas artificiais podem ser usadas em pacientes com redução de sua administração. Em alguns casos, a realização da intervenção fluxo salivar. Para usuários de aparelhos protéticos (prótese parcial clínica é feita em centro cirúrgico. removível ou prótese total), considera-se importante que eles sejam - higiene bucal: as instruções e demonstrações são feitas higienizados fora da boca e em lugar livre de quedas, para evitar tanto para o paciente como para o familiar/cuidador. Entretanto, fraturas indesejáveis16. não será surpresa se, na maioria das vezes, for realizada apenas pelo familiar/cuidador. Técnicas e materiais de higiene bucal recomendados nos três RESULTADOS E DISCUSSÃO planos de tratamento: O envolvimento do familiar/cuidador no tratamento odontológico * ESCOVA DENTAL (Figura1): utilizar escova convencional (cae no cuidado com a higiene bucal dos pacientes com DA teve um beça pequena e cerdas macias) e, se necessário, complementar a papel importante nos resultados2,8 e contribuiu para a promoção escovação com escovas interdentais. Nos casos onde há prejuízo da saúde bucal deles7. É claro que o treino dos cuidadores é de da habilidade motora, a escova elétrica é indicada. fundamental importância, como conclui também o estudo de Saliba * FIO DENTAL (figura 2): o uso do fio ou fita dental também se faz et al realizado com cuidadores17. necessário e, para aqueles cuja cognição está mais comprometida, Os resultados desta pesquisa demonstraram que, nos estágios o uso do segurador de fio dental é de grande ajuda. intermediário e avançado, os pacientes se sentem mais seguros * LIMPADOR LINGUAL (Figura 3): para remover restos de alimenestando sob o olhar de pessoas que eles conhecem e em que contos da língua ou saburra lingual (composta por restos de alimentos, fiam, bem como quando mantêm contato físico com elas (segurar a bactérias e células epiteliais descamadas)15, torna-se necessário mão, por exemplo), resultados em consonância com o trabalho de o uso de limpador lingual. Gitto et al2. É certo que essa participação deve ser fruto de uma * DENTIFRÍCIO (CREME OU GEL) E ENXAGUATÓRIO BUCAL: o decisão tomada de comum acordo entre o paciente e familiar/cui-

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Plano de tratamento I

Plano de tratamento II

Plano de tratamento III

Referências bibliográficas

1. Associação Brasileira de Alzheimer. Manual sobre a doença de Alzheimer, 2008. Disponível em: http://www.alzheimer.med.br. 4 pacientes 8 pacientes 39 pacientes 2. Gitto et al. The patient with Alzheimer’s disease. Quintessence Int. Anamnese respondida Anamnese respondida Anamnese respondida 2001;32(3):221-231. pelo cuidador: relatos pelo paciente: relatos pelo paciente: relatos com 3. Vieira EB. Atividade da vida diária-AVD. In: Vieira EB. Manual de precisos com esquecimento/ligeira ligeiro esquecimento Gerontologia, 2 ed. Rio de Janeiro: Revinter; 2004. p. 41-42. 4. Paschoal SMP. Autonomia e independência. In: Papaléo-Netto M. confusão Tratado de Gerontologia, 2 ed. São Paulo: Atheneu; 2007. p. 609 - 621. As famílias chamaram Foram conduzidos ao Procuraram o dentista 5. Goiato et al. Odontogeriatria e a Doença de Alzheimer. Pesq. Bras. o dentista no domicílio dentista pelo familiar por vontade própria Odontoped. Integr, João Pessoa, v.6, n.2, p. 207-212, mai./ago. 2006. 6. Fernandes CR, Ruiz Neto PP. O sistema respiratório e o idoso: Queixa: incômodo/ Queixa: Queixa: implicações anestésicas. Revista Brasileira de Anestesiologia 2002; agitação/gemido/reflexos dor/incômodo ou dor/incômodo 52 (4): 461. de sucção e movimentos observação do familiar 7- Henry RG. Alzheimer’s disease and cognitively impaired elderly: involuntários da mandíbula providing dental care. Journal of California Dental Association; 27, p. 709-717, 1999. Proposta de tratamento: Proposta de tratamento: Proposta de tratamento: 8. Messy J. A pessoa idosa não existe. Uma abordagem psicanalítica para a família para o paciente e família para o paciente da velhice. São Paulo: Editora Aleph. 1992. Tratamento realizado por Tratamento realizado por Tratamento realizado por 9. Emendabili MET. Um estudo das perspectivas teórico-clínicas nas completo e em ambulatório completo e em ambulatório completo e em domicílio demências: sobre a relação linguagem, memória e sujeito [Dissertação]. São Paulo: LAEL – Pontifícia Universidade Católica; 2010. Com sedação Sem sedação Sem sedação 10. Lier-DeVitto MF, Fonseca SC, Landi R. Vez e voz na linguagem: o medicamentosa em 2 sujeito sob efeito de sua fala sintomática. In: Revista Kairós, 10(1). pacientes - maleato de São Paulo: EDUC; 2007. p. 19-34. midazolan (Dormonid) na 11. Landi R. Falas Vazias - Língua, Referência e Sujeito nas Demências. 2007. Tese (Doutorado em Lingüística Aplicada e Estudos da Linguadose de 15 mg 1h antes gem). LAEL - PUC, São Paulo. do tratamento 12. Vieira EB. Motivação. In: Vieira EB. Manual de Gerontologia, 2 ed. Presença do cuidador Presença do cuidador Presença do cuidador Rio de Janeiro: Revinter; 2004. p. 221-222. nas sessões: todas nas sessões: todas nas sessões: às vezes 13. Gwyther LP. Cuidados com portadores da doença de Alzheimer: manual para cuidadores e casas especializadas, Trad. de Lílian Alicke. Higiene bucal: Higiene bucal: Higiene bucal: 34 Rio de Janeiro: Sindicato Nacional dos Editores de Livros; 1985. somente pelo cuidador 8 com revezamento realizaram sozinhos e 14. Dias MHMS. O dentista como parte integrante da equipe interdis(todos) (todos) cinco com revezamento ciplinar do Serviço de Assistência Domiciliária. Rev Canal Científico [periódico eletrônico] 2005 [citado em 2005 nov/dez]; 5(5). Disponível em: http://www.editorasantos.com.br 15. Tárzia O. Halitose. 2 ed. Rio de Janeiro: Publicações científicas Ltda: 1996. 16. Dias MHMS. Odontologia Geriátrica: alterações orais na senescência e dador. Visto do lado do familiar/cuidador, esse envolvimento, bem na senilidade. In: Papaléo-Netto M. Tratado de Gerontologia, 2 ed. São Paulo: como as orientações fornecidas pelo cirurgião-dentista, fez com Atheneu: 2007. p. 537-546. que eles se sentissem mais seguros quanto ao trato dos sujeitos 17. Saliba NA et al. Perfil de Cuidadores de idosos e percepção sobre saúde 18 acometido pela DA . bucal. In: Interface – Comunic, Saúde, Educ, v.11, n 21, p. 39-50, jan/abr 2007. 8 Ao manter um trabalho relacional com o paciente, implicando-o 18. Goldfarb, DC. Demências. Clínica Psicanalítica. São Paulo: Casa do Psino tratamento, o cirurgião-dentista teve como resultado sua cooperacólogo. 2004.

ção12, isso porque pôde descobrir limitações e, conseqüentemente, modos de manejá-las de forma a chegar num equilíbrio entre as implicações do comprometimento cognitivo dos pacientes e as demandas de tratamento odontológico. Considera-se, pois, que os planos de tratamento odontológico descritos acima constituem um protocolo inicial para atendimento de pacientes acometidos pela doença de Alzheimer. Outros estudos semelhantes a este podem ampliar este horizonte, desenvolvendo uma perspectiva mais completa e cada vez mais específica ao atendimento de pacientes com DA. Porém, a importância do trabalho relacional, descrito anteriormente e base dos atendimentos que figuram nesta pesquisa, não deve sair da visão do clínico, principalmente no campo da odontogeriatria.

Dra. Mirtes Helena Mangueira da Silva Dias Mestre em Gerontologia pela Pontifícia Universidade Católica – São Paulo; Especialista em Odontogeriatria pelo Conselho Federal de Odontologia e Especialista em Gerontologia SBGG. mirteshdias@bol.com.br

CONCLUSÃO

A participação do familiar/cuidador, bem como o trabalho relacional implicando o paciente no atendimento clínico, constitui-se em base fundamental para o sucesso terapêutico em todos os estágios da doença de Alzheimer.

Dra. Suzana Carielo da Fonseca Doutora e Mestre em Lingüística Aplicada e Estudos da Linguagem pela Pontifícia Universidade Católica – São Paulo.

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DTM

Abordagens clínicas diante de um deslocamento de disco articular sem redução

A

s disfunções temporomandibulares (DTM) constituem um conjunto de alterações nos músculos, nas articulações temporomandibulares (ATM), nos ligamentos, dentes e ligamentos periodontais na região orofacial, apresentando caráter multifatorial e ocorrência cíclica. As DTM podem ser do tipo muscular e/ou articular. Dentre as disfunções articulares, são comuns os deslocamentos do disco articular (estrutura fibrocartilaginosa que tem importante função de conter a sobrecarga mastigatória e de manter a congruência das superfícies articulares). Em condições de normalidade, o disco articular está interposto entre a vertente anterior da cabeça da mandíbula e vertente posterior da eminência articular do osso temporal. Hiperatividade muscular, frouxidão ligamentar, traumas e microtraumas, excessiva ingremidade da eminência articular e até a alteração na viscosidade do líquido sinovial podem ser causas de um deslocamento anterior (mais comum) de um ou de ambos os discos articulares. Clinicamente, os deslocamentos podem ser com redução e sem redução, agudos ou crônicos. O termo “redução” denota o retorno do disco articular, durante a abertura bucal, da posição anteriorizada à posição normal. Quando acontece o deslocamento anterior do disco, duas situações podem acontecer: 1) a cabeça da mandíbula consegue transladar, mas, nesse movimento, há um choque da cabeça da mandíbula com a banda posterior do disco, apresentando estalido (ruído articular) e desvio na abertura para o lado afetado: deslocamento de disco com redução; 2) a cabeça da mandíbula não consegue transladar normalmente, pois o disco torna-se um obstáculo ao movimento, havendo deflexão para o lado afetado (condição unilateral) (figura 1) ou limitação na abertura bucal (condição bilateral): deslocamento de disco sem redução. Os deslocamentos sem redução compreendem uma importante causa de dor articular e de limitação na função mandibular. Os pacientes podem apresentar melhora no quadro clínico com o uso de placas oclusais, exercícios mandibulares, terapias manuais, tratamento cirúrgico e, devido ao caráter remissivo, até sem nenhum tratamento. Contudo as terapias clínicas indicadas têm passado de uma abordagem reposicionadora do disco articular para uma conduta de caráter fisiologista, mais aceita na atualidade, pautada principalmente na redução dos sintomas: remissão da dor e retorno à função mandibular normal. Em situações agudas (deslocamento de disco recente) pode-se tentar a recaptura do disco articular por meio de uma

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Figura 1: Paciente apresentando deflexão mandibular para o lado direito

Figura 2: Placa protrusiva

Figura 3: Paciente fazendo uso de placa protrusiva


“Os pacientes podem apresentar melhora no quadro clínico com o uso de placas oclusais, exercícios mandibulares, terapias manuais, tratamento cirúrgico e, devido ao caráter remissivo, até sem nenhum tratamento.”

placa protrusiva (placa edentada e com rampa anterior com o objetivo de deixar a mandíbula em uma posição anteriorizada) (figura 2), indicada para uso de 15 a 21 dias (figuras 3 e 4). Após esse período transforma-se a placa protrusiva em lisa. Em deslocamentos crônicos (meses ou anos após ocorrência), a dor geralmente é leve ou até inexistente, e a queixa principal é limitação da abertura bucal. Corrigir a posição do disco de maneira conservadora é praticamente impossível, devendo-se propor exercícios mandibulares que forcem a abertura bucal (figura 5), intercalados com compressas frias locais, mesmo que leve o disco a uma posição ainda mais anteriorizada. Não havendo resolução, a terapia cirúrgica de reposicionamento do disco está indicada. As placas protrusivas conseguem posicionar a mandíbula anteriormente, sendo importante para descomprimir as estruturas retrodiscais da articulação temporomandibular e para melhorar a posição do disco em relação à cabeça da mandíbula. A confirmação da recaptura do disco só pode ser confirmada por meio de exames de ressonância magnética e de um acompanhamento em longo prazo. Referências bibliográficas

Figura 4: Paciente com abertura bucal normalizada após a terapia

LUNDH, H.; WESTESSON, P.L.; ERIKSSON, L.; BROOKS, S.L. Temporomandibular joint disk displacement without reduction. Oral Surg Oral Med Oral Pathol, v.73, n.6, p.655-58, 1992. MINAKUCHI, H.; KUBOKI, T.; MATSUKA, Y.; MAEKAWA, K.; YATANI, H.; YAMASHITA, A. Randomized controlled evaluation of non-surgical treatments for temporomandibular joint anterior disk displacement without reduction. J Dent Res, v.80, n.3, p. 924-28, 2001. TALLENTS, R.H.; KATZBERG, R.W.; MACHER, D.J.; ROBERTS, C.A. Use of protrusive splint therapy in anterior disk displacement of the temporomandibular joint: a 1-to 3-year follow up. J Prosthet Dent, v.63, n.3, p. 336-41, 1990.

Prof. Dr. Wagner Araújo de Negreiros

Figura 5: Exercício mandibular proposto para aumentar o grau de abertura bucal

Doutor e Mestre em Clínica Odontológica / a.c. Prótese Dental FOP/UNICAMP; Professor da Área de Prótese Dental da Universidade de Fortaleza (UNIFOR); Professor do Núcleo de Prótese da ABO-CE.

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Estética

Novos materiais e suas indicações

M

uito se tem falado, descrito e publicado sobre novos materiais como também suas indicações. É certo que todos buscam uma melhora estética e funcional. Reabilitar uma boca, quer seja masculino ou feminino, temos que estar bem atento ao material a ser empregado, pois esse fornecerá grande parte do sucesso no trabalho. Para isso, temos e devemos estar sempre atendo as novidades e dos lançamentos que a indústria coloca ao mercado. Temos a certeza que tudo vem para melhorar. Aqui nesse caso clínico, planejamento a troca dos trabalhos executado nos elementos 12, 11 e 21. Na consulta inicial, paciente descreveu sua insatisfação quando sorria, pois seus dentes da “frente” estavam denunciando artificialidade. Perante as situações clínicas e dentro de um planejamento financeiro adequado para o bolso do paciente, sugerimos no nosso

Metalo cerâmica dente 12 e 11; Faceta porcelana dente 21

planejamento metalo cerâmica nos elementos 12 e 21, faceta laminada de porcelana do elemento 21. Nossa intenção aqui é mostrar que ainda podemos alcançar um resultado estético muito satisfatório reabilitando com metalo-cerâmica.

Dr. Luis Henrique Vinagre Metalo cerâmica dente 12 e 21; Faceta resina composta dente 21

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Cirurgião-Dentista; Ministrador e Palestrante; Graduado pela Faculdade de Odontologia de Lins; Pós graduado em Implante e Prótese


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A

té a sanção presidencial publicada no Diário Oficial da União que institui a modalidade de empresa individual de responsabilidade limitada chamada EIRELI, a figura da empresa de empresa individual já existia, mas o titular da empresa era responsável solidariamente com a empresa, ou seja, tinha seus bens 100% comprometidos, por exemplo, para pagar dívidas tributárias, com isso seu patrimônio ficava comprometido, agora não mais. Com esta lei sancionada a nova empresa individual de responsabilidade limitada EIRELI em vigor, o titular/empresário não tem mais seu patrimônio comprometido, tem seus bens pessoais protegidos e comprometidos apenas até a totalidade do capital social com exceção de situações definidas pelos tribunais, como em caso de fraude. A grande vantagem é o empresário não precisar ter sócio, para o governo é um grande passo para acabar com a informalidade ou com os laranjas nas empresas. Pela regra aprovada a EIRELI será constituída por uma única pessoa titular da totalidade do capital social, que não pode ser inferior a 100 vezes o Salário Mínimo vigente no país atualmente R$ 54.500,00 e no nome empresarial deverá conter a expressão EIRELI como ocorre hoje nas sociedades limitadas (LTDA.) e nas anônimas (S.A).

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Os grandes ganhos na constituição das EIRELIS SAP: a condição do empresário explorar a atividade sem colocar em risco seus bens pessoais, não necessitar do favor ou disponibilidade de um terceiro como sócio minoritário sem decisão ou participação nos negócios e o fim de disputas judiciais provocadas por sócios minoritários. Além da condição do capital mínimo, outra determinação para as EIRELIS é que o empresário pode constituir e participar apenas de uma empresa desta modalidade. A EIRELI pode inclusive, nascer de concentração de cotas de uma empresa limitada, por exemplo, em um único sócio não importando os motivos deste acumulo, basta para isso elaborar a alteração contratual com a saída dos sócios permanecendo apenas um no contrato social para transformar a sociedade em uma EIRELI. Dr. Luís Carlos Grossi

Presidente da AGL Contabilidade; Administrador de Empresas - CRA 42.997; Contabilista - CRC 1SP241579/O-6; Cirurgião-Dentista - CRO 75.107 / E-mail: agl@aglcontabilidade.com.br Tel.: (11) 5575-7328.


Cursos APCD Saúde

Cursos APCD Saúde

2011

2º SEMESTRE

Curso Avançado em Endodontia Clínica Curso de Atualização em Odontologia Estética “Resinas Compostas - Em Busca do Natural”

Início: 13 de setembro de 2011 Dia da semana: terças-feiras Horário: 8h30 às 12h30 Carga Horária: 72 horas/aula Natureza: teórico / laboratorial / clínico Duração: 4 meses Vagas: limitadas Valor: 4x R$ 400,00 (sócio efetivo) 4x R$ 200,00 (sócio recém-formado) Dr. Eduardo Coordenador: Prof. Ms. Dr. Eduardo S. Leonetti (Especialista e Mestre em Dentística) Ministradores: Prof. Ms. Luis Gustavo B. Albino (Especialista e Mestre em Dentística); Prof. Dr. José Augusto Rodrigues (Especialista, Mestre e Doutor em Dentística); Prof. Dr. André F. Reis (Especialista, Mestre e Doutor em Dentística). Objetivos: Este curso tem como objetivo oferecer aos alunos um preparo especial para um mercado de trabalho diferenciado, aplicando novas técnicas que visam à agilidade nos procedimentos clínicos com resultados estéticos previsíveis. Conteúdo Programático: Introdução do curso; Revisão de literatura; Estética harmonia e equilíbrio; Clareamento de dentes vitais e não vitais “mitos e verdades”; Adesão – sistemas adesivos modernos; tendência atuais; Cores – copiando a natureza; Seleção e características das resinas atuais, Opacificadoras e corantes; Técnicas de polimerização; Fotopolimerizadores halógenos X LED; Proteção do complexo dentino pulpar – conceitos atuais; Anatomia e escultura dental; Restaurações estéticas de dentes anteriores e posteriores pela técnica incremental; Progressão estratificada; Técnica do mock up; Sensibilidades pós operatória; Hipersensibilidade dentinária cervical; Facetas diretas estratificadas – técnicas atuais e materiais contemporâneos; Preparo do conduto e cimentação de pinos estéticos intra – radicular; Reparos de porcelana com resina composta; Fotografia em odontologia. Metodologia de Ensino: O curso será inicialmente ministrado em esquema de workshop, no qual o aluno assiste aula teórica e em laboratório realiza trabalho prático em hands – on. Após a fase laboratorial o ensino se dará por meio da prática clínica com atendimento de pacientes supervisionado pelos professores.

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Início: 14 de setembro de 2011 Dia da semana: quartas-feiras Horário: 18h às 21h Carga Horária: 60 horas/aula Vagas: 2 Natureza: teórico / prático / demonstrativo com atendimento a pacientes Duração: 5 meses Valor: 5x R$ 300,00 (sócio efetivo) Dr. Maeda 5x R$ 150,00 (sócio recém-formado) Coordenador: Prof. Dr. Sergio T. Maeda (Especialista, Mestre e Doutor em Endodontia pela FOB – USP). Ministradores: Prof. Dr. Marcio B. Lauretti (Especialista, Mestre e Doutor em Endodontia pela FOUSP); Prof. Ms. Kleber K. T. de Carvalho (Especialista, Mestre em Endodontia pela UMESP); Prof. Ms. Sergio K. Kamei (Especialista, Mestre em Endodontia pela UMESP); Profs. Colaboradores: Dra. Deborah Calvo, Dr. Keiji Nishikawa e Dra. Marcele Arouca (Especialistas em Endodontia). Objetivo: Aprender novos conceitos e técnicas de instrumentalização rotatória, visando capacitar o cirurgião-dentista no planejamento da melhor abordagem nas diferentes situações da terapia endodôntica. Conteúdo Programático: Conceitos e parâmetros da instrumentação rotatória de NiTi; Sistemas rotatórios: bio Race (FKG), Protaper (Dentsply), Mtwo (VDW), Endo Wave (J. MORITA), HEROSHAPER (INJECTA), (WORKSHOP e HANDS ON); Localizadores eletrônicos. Obs.: Atividade pré-clinica em dentes extraídos (hands on) – Para o treinamento serão oferecidos gratuitamente todos os instrumentos rotatórios de NiTi e motores elétricos e pneumáticos.

PALESTRA Gratuita: TRAUMATISMO DENTAL DE INTERESSE AO CLÍNICO GERAL Data: 19 de outubro de 2011 - quarta-feira Horário: 20h Ministradora: Profª Drª Adriana Paisano (Professora do Curso de Especialização da APCD São Bernardo do Campo, Especialista, Mestre e Doutora em Endodontia pela FOUSP). Descrição: Palestra organizada pelo Grupo de Dra. Adriana Estudos de Endodontia da APCD Saúde. Local: Sede da APCD Regional Saúde - Rua Rondinha, 54 - Chácara Inglesa - São Paulo - SP (próximo ao metrô Praça da Árvore) Obs.: Favor confirmar presença pelo telefone: (11) 5078-7960.


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ATENÇÃO: As inscrições se encerram 5 dias antes do início dos cursos

Palestra Gratuita: Uso da Toxina Botulínica/ Botox pela Odontologia

Data: 19 de setembro de 2011 - segunda-feira Horário: 19h30 Ministrador: Prof. Flávio Luposeli (Cirurgião-dentista, especialista em Estética do Sorriso; Pós-graduado em Ortodontia pela Sociedade Paulista de Ortodontia (SPO); Pós-graduado em DTM/DOF pela Escola Paulista de Medicina; Mestrado em DTM/DOF pela Escola Paulista Dr. Flavio de Medicina; Fellowship no Departamento de Oclusão Dentária na University of Texas – EUA; Empresário do setor de saúde, consultor em Marketing e Gestão de Negócios para Clínicas; MBA em Marketing de Serviços; Diretor do Departamento de Empreendedorismo e Infraestrutura da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Público-alvo: Cirurgiões-dentistas Conteúdo Programático: 1. Apresentação da Toxina Botulínica Tipo A (Botox/Dysport); 2. A Toxina Botulínica pode ser utilizada pelo cirurgião-dentista?; 3. Quais são suas indicações clínicas?; 4. Legislação vigente; 5. Quais são os limites para o uso dessa toxina na Odontologia?; 6. Discussão de casos; 6.1. Botox no controle das DTMs; 6.2. Botox no controle da enxaqueca e demais cefaleias; 6.3. Botox para estética do sorriso; 7. Aspectos mercadológicos. Local: Sede da APCD Regional Saúde - Rua Rondinha, 54 - Chácara Inglesa - São Paulo - SP (próximo ao Metrô Praça da Árvore) Obs.: Favor confirmar presença pelo telefone: (11) 5078-7960.

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Marketing

Transformando pacientes de convênio em particulares

E

stamos cada vez mais diante de situações que questionam nossa maneira de atuar frente a enormes dificuldades que encontramos para pagar nossas contas. Temos que ter um comportamento mais para um bambu que para um tronco rígido de uma árvore. Temos que ser mais flexíveis com essas dificuldades que nos desafiam para mudanças. Será que o atendimento ao convênio compensa? Será que tantas glosas, ligações, fichas e radiografias compensam nosso esforço que se concentra mais em preenchimento de papéis do que em atendimento propriamente dito? Não temos tempo de conversar com nosso paciente e nem mesmo de oferecer outros tipos de serviços como clareamento ou próteses diferenciadas. Marcamos um paciente atrás do outro para conseguirmos formar um salário condizente com nossos custos. Começamos a recusar pacientes que precisam de procedimentos que são remunerados com valores baixos ou que o convênio paga com maior dificuldade, sempre encontrando um problema (endodontia, cirurgia etc.). Começamos então a diminuir o número de pacientes novos que poderiam conhecer outros serviços que realizamos. Estamos fechando a porta para entrada de novos pacientes sem abrir a oportunidade para outros. Diminuindo a freqüência na nossa agenda. Às vezes não percebemos que poderíamos oferecer serviços que o paciente pode pagar e que o convênio não contempla. Vários pacientes têm procurado promoções em internet e realizados procedimentos como clareamento em outros consultórios que oferecem este serviço a custo baixo e nesta oportunidade por também oferecer os seus demais serviços. Não estou entrando na ética ou qualidade destes serviços. Mas poderíamos

Palestra

Uso da Toxina Botulínica/Botox

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o dia 18 de agosto aconteceu, às 19h30, na sede da APCD Jardim Paulista, a palestra gratuita sobre o “Uso da Toxina Botulínica/Botox pela Odontologia”, proferida pelo professor doutor Flávio Luposeli. A APCD Regional Saúde participou do encontro com a presença da Dra. Arne Aued Guirar Ventura e Dr. Nicola Felipe Lopez Bempensante.

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oferecer o mesmo tratamento, porém não tivemos tempo ou flexibilidade de valor para repassar ao paciente. Se pudermos sentar com nossos pacientes que estão em atendimento e oferecer tratamentos estéticos, daquele curso de curta duração que acabamos de fazer, por exemplo, tornaremos nossa agenda com mais pacientes nos pagando diretamente do que aguardar o extrato do convênio e esperar algum procedimento que não foi pago novamente. Oferecer um serviço por um preço mais razoável para o paciente, dividir em mais parcelas, realizar pagamento em cartão de débito e crédito em nossos consultórios facilita a entrada de capital. Pode ser melhor mais clientes pagando uma parcela de R$ 200,00 do que um paciente pagando uma parcela de R$ 600,00. O giro de pessoas pode ser maior. Outra dica: quando seu cliente sair da empresa que oferece o convênio que você atende ou for demitido ligue para ele e combine de continuar a atendê-lo com o mesmo valor da tabela, ele se sentirá grato por você continuar seu parceiro, continue a mantê-lo na sua agenda de retornos. Vamos nos tornar mais “bambus“, mais flexibilidade, mais entrada de capital diretamente em nossas mãos. Um abraço de estímulo. Dra. Maria Teresa Ratto Cirurgiã-dentista; Doutoranda da Faculdade de Medicina Unicamp; Especialista em Dentística Restauradora; Auditora de Odontologia; Montou seu consultório há 23 anos. www.clinicamteresaratto.com.br contato@clinicamteresaratto.com.br


Eventos

Arraiá na APCD Central

N

o dia 23 de julho aconteceu a já famosa Festa Julina da APCD Central. Várias Regionais participaram do arraiá. Na ocasião teve quadrilha, comidas e bebidas típicas. A APCD Saúde marcou presença.

Utilidade Pública

Vencimento da carteira de habilitação: novas regras

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carteira só pode ser renovada durante o prazo, de no máximo, 30 dias após o vencimento da mesma. Após este prazo, a carteira é cancelada automaticamente, e o condutor será obrigado a prestar todos os exames novamente: psicotécnico, legislação e de rua, igualzinho a uma pessoa que nunca tirou carteira. Esta lei não foi divulgada, e muitas pessoas já perderam suas carteiras de habilitação e terão de repetir todos os exames. Fiquem atentos quanto ao vencimento de sua CNH. Fora a multa, para tirar novamente a CNH fica por volta de R$ 1.200,00 e leva, mais ou menos, de 2 a 3 meses. As mudanças estão valendo desde 1º de abril de 2011. Serão incluídos novos conteúdos, além de uma nova carga horária. O Diário Oficial da União (DOU) publicou (22/11/2009) uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), que altera as regras para quem vai tirar a carteira de motorista. Entre as mudanças está a carga horária do curso teórico que vai passar de 30 para 45 horas/aula e a do prático, de 15 para

20 horas/aula. Serão incluídos novos conteúdos. ALÉM DISSO: Providenciar com urgência a retirada do plástico do extintor. Mais uma regulamentação sem a devida divulgação! O extintor de fogo obrigatório do carro tem que estar livre do plástico que acompanha a embalagem. Se um policial rodoviário parar seu carro e verificar que o extintor está protegido pelo saco plástico, ele vai te autuar – 5 pontos na carteira.

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aniversariantes

22 CLAUDIA GASPAROTTI 22 MARCUS AUGUSTO SCALON ANACLETO 23 ANA PAULA HARES PARO FEVERSANI 23 ANA PAULA DE MANINCOR BASILE 24 DEBORAH CALVO 25 MOACYR DA SILVA 25 MARIA FERNANDA DE ARAUJO 25 NILZA PAVANELLI EDO DE OLIVEIRA 25 CYNTIA TIEMI OTA ISHIHARA 26 ANDREA FAUSTINO MANEJA 26 CRISTIANE ONISHI 26 ROSE MARY GONZALES MANSOUIR 27 MARIA CONCEICAO PERES LOBERTO 27 RUBENS INACIO HIRATA 27 MARICELI SERAFINI GONÇALVES NAUM 28 LAURA COVELLO 28 MARIA CRISTINA FUJII DOS SANTOS 29 MARIA CRISTINA MALULY CARDOSO 29 SILVIA HELENA FELIPPELLI CECCHINI 29 SUZYLANE BRAGA ANTUNES 30 MOACYR NUNES LEITE JUNIOR 30 SABRINA TOMIZAWA 31 ANDREA DA FONSECA ALVAREZ 31 ANA PAULA DE OLIVEIRA FUKUSHIMA

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eo cL M

1 TAMARA SILVIA RENNO 2 VITOR LOPES PEDROSA 2 THAIS KURNET 3 CELIA REGINA PINHEIRO CHENG 3 THEREZA CHRISTINA FARIA LIMA 4 MARIA INEZ DE ANDERAUS PRADO ALVES 4 GIULIANE JACKLIN BORTOLI 6 FRANCINE AMBROSI DOS SANTOS 7 ELCE GUERREIRO SPONTON C INOJOSA 7 WALDIRIA DE AVILA E FARIA 7 ROBERTO TADASHI MISUNO 8 CESAR ALBERTO FERREIRA 9 CRISTIANE YUMI KOGA 9 JULIANA DATTI ROQUE 10 ADRIANA DA FONSECA ALVAREZ 10 LUCIANA SIMOES 10 SABRINA FERREIRA 12 MARIA CRISTINA P DE ALENCAR 12 CAMILA ZANCHETTA MUNIZ 12 JORGE LUIZ DE REZENDE 13 HUGO DELGADO DE AGUIAR 14 RUBEN ENRIQUE RUBINIAK 15 MILTON DE SOUZA TEIXEIRA 15 ISABELLA COELHO DE OLIVEIRA 15 MARTA CHAMOUN HAKIM 15 LILIAN KEIKO YAMAMOTO 15 GLAUCIA ARASHIRO 17 ANDREA HAYAKAWA 17 RITA MARIA PORTUGAL DE ALMEIDA 18 VALERIA CAMPASSI REIS GAMBIER 18 ANA CAROLINA DE ASCENÇÃO LIMA 19 NAIARA VALERIO DE OLIVEIRA MORITA 19 AFONSO LUIS PUIG PEREIRA 19 ALEXANDRA SAMPRONHA CHIARASTELLI 19 INDAIA DUQUE FERNANDES 19 TALITA TORINO GUIMARAES 20 MAURICIO NISHIMURA 20 CRISTINA ITO 20 MIRTES TOKEIAMA 20 ANDRE DUARTE DE AZEVEDO MARQUES 20 PATRICIA CIOTTARIELLO 20 CLARISSA FURUTA MORIKIO 20 VANESSA FERRIELLO 20 SUELY GONDO 21 LUCAS ISSAMU TERUYA 22 MELISSA BOSSAN 22 ADILEA VIEIRA DE CARVALHO

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Dia

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Aniversariantes de julho

Aniversariantes de Agosto Dia 1 2 2 3 3 4 4 4 5 5 5 5 5 5 5 5 6 6 6 6 8 8 9

CRISTIANE TAKATA MARGARIDA TAVARES BARBOSA ROGERIO KAZUO AKITI MARIA JOSE PEREIRA DE SOUZA MARIANA NATALE DE PAULA PEREIRA JOSE CARLOS MACORIN MASSANORI NISHIOKA MARTA CRISTINA KFOURI DI PILLO LUIZ HIROMITSU SASAKI OSSAMU MASSAOKA MARIA AMALIA DO C. R. SONNEWEND KARINA TIEME SHIMADA ROGERIO FANTOZZI PATRICIA ROSA SILVA CASTRO JOEL DA COSTA FERRER GRAZIELLA DE JESUS COMENALLI IEDA SANTOS ABREU BEATRIZ DAVANCO BORELLA OSMAR MODENA MOREIRA DE ARAUJO PAULO TONY RUBINATO MARIO DE SOUZA E SILVA ELZA YAEKO KANENOBU SERGIO YUNES

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RAUF ABBUD IRACI AKEMI SAKASHITA CINTIA FURUSE NUNES PAULO JORGE DA SILVA BONFIM CLARISSA NOEMY YOSHINAGA CHIBA CHANTAL ALTERO BISPO SUENY SAYURI TATIBANA PRISCILA AFIF ABMUSSI CLAUDIA DOS SANTOS COSTA FLAVIO ALVES MOREIRA ROSANGELA MORONI DIAS GRANERO REGINA MITIE MIYAKE MARCIA DE MELLO MENDONCA HIROSHI MIASIRO JUNIOR TERCIO OBARA

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1 1 1 1 2 2 2 2 2 4 4 5 6 6 6

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Aniversariantes de Setembro

Dia

7 DANIEL FALLEIROS NUNZIATA 8 MIRTES HELENA MANGUEIRA DA SILVA DIAS 8 ELAINE PEREIRA 8 ANTONIO ROBERTO VIEIRA SILVA 9 MARIA LUCIA KIMIKO YASUI 9 MAURICIO FAZZURA 9 THAIS MIEKO KUBO 9 CAMILA BASILE MEIRA 9 JULIANA MACHADO MATHEUZ 10 MARCELO GOTARDO 10 LUCIANA ALLEMAND LOPES WESTIN 10 CARLOS NEY XAVIER DE SOUSA NETO 10 CRISTINA MORAGHI DIAS DA SILVA 11 EDUARDO SAKAI 11 DANIELA CRISTINA DE OLIVEIRA NUNES 11 REGINALDO BRUNO DA SILVA 11 SILVIA REGINA NAJAR OSTASKA 14 DURVAL PAUPERIO SERIO 15 FERNANDA DAS DORES DA SILVA 16 MARIANA COELHO CARRARA 17 IZAURA REIKA WASANO 18 JORGE KHADOUR 19 CINTIA MARGARETE SPINA TANAKA 19 LJILJANA ZIVANOVIC FARAH 19 FLAVIA PECORA CARNEIRO FARIA 19 ANDREA DO AMARAL 21 ARNE AUED GUIRAR VENTURA 21 MAUREN RIKA TABATA ARAI 21 CARLA DANIELA PESSINI CAMPOS 22 FABIANE BRAGA MARTINS BARBOSA 22 VICTOR D’ ASCOLA MARTIN 23 SUZELEI IZZO FORGER 23 JULIANA DOMINGUES CABANAS 24 FABIO CAMILO 25 MARIA GORETI NOGUEIRA 25 ELCIO MATTOS BAHIA 25 PATRICK YENDO MINOWA 26 MARIANA BARBARA AKKARI 27 DIRCE RIEKO HOJO 27 VICTOR ANTONIO MONTEIRO SOPHIA 28 YUMI OZAWA SAKAI 28 INGRID DE MELLO RODE 28 REGINA MARIA PULITI 28 RENATA GARGIONE PRADO 28 MAURICIO KATO 28 CAIO VINICIUS BARDI MATAI 29 SILVANA MARIA POSSEBON 30 VANIA CRISTINA FONSECA BAGNATO 30 SUZANA MACEDO DE OLIVEIRA

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Renate Kalloch

9 PAULO ROBERTO MIRANDA 10 FLAVIO DE ALMEIDA CUNHA 10 ROSANA NUNES ESPOSO 10 RICARDO PIMENTA D AVILA 11 YUKUO SAHEKI 11 LIZE GABRIELA YOSHINAGA 11 WALTERSON MATHIAS PRADO 11 MICHELE MARTINS SOARES 11 CRISTIANE HITOMI KASHIMA 13 PLINIO GOLONI 13 KUNIO SHIMABUKURO 13 CLARISSA MARIA PESENTE 15 LIVIA LIE SONODA 16 CLAUDIA ERIKO TSUJI 17 LUCIA OGAWA 17 KATIA YUKIE KANO OZEKI 18 MARCOS ERNANI TOMOTANI 19 PATRICIA DUARTE CINELLI VICIANA 20 ANDRE CARNEIRO SCHERTEL 20 ALEXANDRE CAMARA OZAKI 21 MARCIA REGINA SALLES 21 LILIAM BERNARDES MANDIA 22 LUCIA MARIA NEY PIZZOCOLO 26 FEYEZ AYACHE 26 ANDREA DOS SANTOS CARVALHO 27 MILENE MAYUMI AKUTSU 28 RENATA PIVOTTO RODRIGUES 28 VANESSA GONÇALVES 28 MIRIAM OKAMURA 30 MARIO HARUMITSU OTA 30 DENISE SARTORATO SOUBHIE 31 ELLEA LIE NAKANO

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Dr. Admar Kfouri Periodontia Implantodontia Prótese Rua das Glicínias, 49 Tel. (11) 2276-0001 / 2276-4166

Dra. Arne Aued Guirar Ventura Especialista em Ortopedia Funcional dos Maxilares / Ortodontia Av. Pedroso de Moraes, 677 Cj. 83 - CEP 05419-001 Tel. (11) 3564-6892 arneguirar@gmail.com

Dr. Auro Massatake Minei Clínica Geral Especialista em Prótese Dental e Ortopedia Funcional dos Maxilares Av. Sen. Casemiro da Rocha, 693 CEP 04047-001 - Tel. (11) 2577-4599 minei@apcd.org.br

Dr. Carlos Teruo Itabashi Cirurgião-Dentista Rua Lourenço Nunes, 72 Tel. (11) 5564-7057

Dr. Cheng Te Hua CROSP 21421 Cirurgião-Dentista Rua Santa Cruz, 1838 CEP 04122-002 - Vila Gumercindo Tel. (11) 5062-0380 Fax (11) 5063-3757

Dr. Durval Paupério Sério Endodontia R. Humberto I, 1037 CEP 04018-033 - Vila Mariana Tel. (11) 5579-1108 / Cel. 7162-8644

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Dr. Gustavo Henrique Mota CROSP 62990 Implantodontia / Cirurgia Ortognática R. Aracaju, 225 - 12º andar - Higienópolis Tel. (11) 3822-2089 / 4108-2076

Dra. Helenice Formentin Ikegami - CROSP 25639 Cirurgiã-Dentista Rua Padre Raposo, 171 - Moóca CEP 03118-000 - SP Tel. (11) 2698-5443 / 9846-4905 heleniceformentin@yahoo.com.br heleniceformentin@zipmail.com.br

Dr. Luci Finotti CROSP 21700 Periodontia / Implantadontia / Cirurgia Plástica / Periodontal/ Estética Dental (tratamento a laser) Av. Prof. Noé de Azevedo, 208 - Cj. 22 (Metrô V. Mariana) Tel. (11) 5572-5605

Dra. Luciana Kfouri CROSP 58635 Endodontia Rua das Glicínias, 49 - Vila Mariana CEP 04048-050 Tel. (11) 276-0001 / 276-4166

Dr. Luiz Afonso Souza Lima Cirurgião-Dentista Rua José Antonio Coelho Lima, 281 Paraíso - CEP 04011-060 Tel. (11) 5572-9445

Dr. Luiz Carlos Serrano Lima CROSP 20445 Ortodontia / Odontologia Estética Rua Madre Cabrini, 309 CEP 04020-001 - Vila Mariana Tel. (11) 5083-5690

Dr. Mauricio Fazzura - CROSP 52126 Ortodontia / Clínica Geral R. Ramon Penharrubia, 130 - Cj. 303 Paraíso - Tel. (11) 3285-0973 Av. Cupecê, 6062 - Bl. 04 - Sl. 02 Jd. Miriam - Tel. (11) 5623-7632 / 6856-0717

Dr. Nicola F. Bempensante Cirurgião-Dentista Rua Augusta, 2192 CEP 01412-000 - Jardins Tel. (11) 3082-5275 bempensante@uol.com

Dr. Sergio T. Maeda CROSP 8256 Endodontia Cirurgia Parendodôntica Av. Iraí, 393 - Cj. 12 - Moema CEP 04082-001 - Tel. (11) 5543-3985 sergio.maeda@metodista.br

Dr. Sergio Yunes - CROSP 20563 Cirurgião-Dentista Av. Prof. Noé de Azevedo, 208 - Cj. 73 (Metrô Vila Mariana) Tel. (11) 5083-6943 / 9684-5765 syorto@gmail.com

Dra. Sônia Maria Moraes Cecconi CROSP 12998 Pacientes com necessidades especiais / Odontopediatria Rua Santa Cruz, 690 CEP 04122-000 - Vila Mariana Tel. (11) 5579-6262

Dr. Takashi Yagui CROSP 20637 Cirurgião-Dentista Rua Lourenço Nunez, 72 Cidade Ademar Tel. (11) 5562-3765


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