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Informativo das Regionais Casa Verde, Pirituba/Perus e Tucuruvi R. Jaboatão, 162 - Cj. 3 - Casa Verde - São Paulo - SP - CEP 02516-010 - Tiragem: 5 mil - Ano V - Jul/Set/2008 - no 28

AIDS / HIV: Cirurgiões paramentados previnem contrair vírus

E mais: Defesa de Classe - Responsabilidade Civil, falta de informação Tracionamento cirúrgico de canino associado a cisto dentígero Atendimento comunitário


Palavra dos Presidentes

N

os dois últimos anos a APCD Central e suas Regionais apresentaram uma paz, no tocante a política e em outros assuntos. Muitos podem não concordar, mas serviu para que todos se unissem e trabalhassem em nome da nossa Associação. Isso demonstra que colegas com posições diferentes podem se unir em prol da APCD, unindo forças para que possamos ter uma associação mais atuante. Não importa que seja Democrata ou Socialista, Corintiano ou Palmeirense e, sim, que você é um Cirurgião-Dentista. A APCD cresceu muito, por isso tem que ser administrada como uma empresa, mas sem esquecer os seus ideais: o associado, a nossa classe, o Cirurgião-Dentista. Um presidente não consegue sozinho conduzir e exercer seu mandato. Para tanto, necessita do auxílio de uma diretoria atuante. Críticas ao seu trabalho sempre vão existir, porém devem ser construtivas e não simplesmente focar o lado pessoal. Neste último dia 28 de maio tivemos eleições na APCD, para o biênio 2008/2010, desta vez com chapa única, em praticamente todas as Regionais, incluindo a Central. Temos colegas que na eleição passada estavam em lados opostos. Agora, trabalhando juntos para

uma mesma associação, suas idéias são bemvindas, para engrandecer e fortalecer a nossa APCD. Precisamos de todos! Assuntos polêmicos são levados às reuniões, mas muitos deles não são da competência de uma associação e são encaminhados rapidamente aos órgãos competentes. Mesmo com o bom relacionamento do CRO e da APCD com esses órgãos públicos, a conclusão de várias questões de interesse da classe é demorada. Já, o sindicato dos dentistas sempre se manteve distante do profissional. Com os órgãos federais, contamos com o apoio da ABCD. Qual o porquê de tudo isto? Quando você associado ouvir algo contra a sua associação ou um questionamento de que a APCD não está fazendo nada pelo cirurgião-dentista, antes de sair reproduzindo tudo o que ouviu, pergunte aos dirigentes da APCD e, se você tiver tempo e espírito associativo, poderá até participar mais ativamente de sua entidade. Ainda falando em eleições, muitas Regionais estão trocando as diretorias. Gostaríamos que os associados dessem apoio para essas novas lideranças e aos que estão saindo, pois contribuíram muito com o seu tempo e dedicação em prol da classe.

Talvez alguns estejam decepcionados por não terem conseguido realizar todos os planos que tinham, mas a APCD é maior, e esses terão a oportunidade de retornar e poder realizar os seus planos e concretização. Boa sorte a todos, aos que vão e aos que ficam. A beleza da democracia é poder lutar pelo que se acredita, sempre com igualdade e dignidade. Para terminar queremos que o leitor pense na frase a seguir: ‘O MAIOR CASTIGO PARA AQUELES QUE NÃO SE INTERESSAM POR POLÍTICA É QUE SERÃO GOVERNADOS PELOS QUE SE INTERESSAM’ (Arnold Toynbee).

Drs. Marco Antonio Rocco, Edgard dos Santos Pimentel e Gilberto Gomes, presidentes, respectivamente, das Regionais Casa Verde, Pirituba/Perus e Tucuruvi

apcd Revista APCD União é um informativo da Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas das Regionais Casa Verde, Pirituba/Perus e Tucuruvi - R. Jaboatão, 162 - Cj. 3 - Casa Verde - São Paulo - SP - CEP 02516-010

APCD Regional Casa Verde Presidente: Dr. Marco Antonio Rocco Tel./Fax: (11) 3858-0765 E-mail: apcdcasaverde@apcd.org.br

APCD Regional Pirituba/Perus Presidente: Dr. Edgard dos Santos Pimentel Tel.: (11) 3903-0956 E-mail: edgard_pimentel@uol.com.br

APCD Regional Tucuruvi Presidente: Dr. Gilberto Gomes Tel./Fax: (11) 2991-5780 E-mail: apcdtucuruvi@apcd.org.br Site: www.apcdtucuruvi.com.br

Editores: Dr. João Jorge Queijo, Dr. Clovis Pereira, Dr. Paulo Vicente Pagano e Dr. Luis Vinagre.

Jornalista Responsável: Israel Correia de Lima (Mtb 14.204) Tel.: (11) 3477-4156 / 9263-1935 E-mail: israellima@ajato.com.br

Projeto/Edição Gráfica: Guilherme Gonçalves/ Depordê Design Tel.: (11) 2947-1219 / 8138-1267 E-mail: deporde@terra.com.br

A Revista APCD UNIÃO - Informativo das Regionais Casa Verde, Pirituba/Perus e Tucuruvi não se responsabiliza pelos serviços e produtos anunciados, os quais estão sujeitos às normas de mercado e do Código de Defesa do Consumidor. Artigos assinados ou conceitos emitidos são de responsabilidade exclusiva dos autores. Permitida a reprodução de textos da revista desde que citada a fonte. Periodicidade: Trimestral

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Foto Capa: Yuri Arcurs

Expediente


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Opinião

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Defesa de Classe

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tualmente, nós cirurgiões-dentistas, estamos pouco ou praticamente sem informação com relação ao profissional frente à questão da “RESPONSABILIDADE CIVIL” (Código de Proteção e Defesa do Consumidor). Neste artigo, procurarei transmitir aos leitores maiores esclarecimentos sobre o assunto. Com o advento da Constituição Federal de 1988, foi sancionada em 1990 a Lei nº 8.078, ficando conhecida como o Código de Proteção e Defesa do Consumidor, enquadrando o cirurgião-dentista como fornecedor de serviços e o paciente como consumidor. Sendo que um dos direitos básicos do consumidor é o de informação, que deve ser adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade e preço, assim como os riscos que apresentam. Outro aspecto que devemos considerar da responsabilidade do cirurgião-dentista é com relação se a nossa profissão é considerada como profissão com obrigação de meio ou obrigação de resultado. Aqui farei um pequeno parêntese para explicar o que seria uma obrigação de meio e de resultado. Na obrigação de meio, o profissional deve atuar com diligência, colocando à disposição do paciente todo o seu conhecimento e utilizar todos os meios mais atuais

e disponíveis no momento para obtenção da cura do paciente. Se não houver êxito, isso não significa o descumprimento da sua obrigação. Na obrigação de resultado, é diferente: no caso de o profissional não alcançar o fim a que se propõe, fica obrigado a indenizar o paciente, pois o que interessa é o resultado final, não importando a diligência demonstrada durante o tratamento. Nossos tribunais têm ressaltado nas condenações dos cirurgiões-dentistas, em processos de indenização, justamente a FALTA DE INFORMAÇÃO. Uma forma correta de se produzir à prova e atender a legislação civil e ética são por meio do “Termo de Esclarecimento e Consentimento”, que deverá ser elaborado para cada paciente, contendo o nome do paciente, sua queixa principal, o tratamento a serem adotados, os riscos ordinários do procedimento, tempo de recuperação, custos e alternativas, tudo em termos leigos e claros, e por fim assinado pelo paciente ou responsável legal e ser anexado na respectiva ficha clínica. A justiça tem entendido que a Odontologia faz parte das chamadas profissões com obrigações de resultados, em que se fica obrigado a alcançar um determinado resultado e, não alcançando o objetivo, mesmo agindo com total competência terá; a princípio, o dever de indenizar. Mas, isso se deve ao próprio cirurgião-dentista; porque, na ânsia da conquista

do paciente, é muito comum o profissional obrigar-se a atingir o inatingível. Faz-se necessária a conscientização da CLASSE ODONTOLÓGICA de que a Odontologia é uma profissão que oferta SAÚDE aos pacientes, e não procedimentos com finalidades estéticas. Estas informações foram retiradas no artigo “O CONHECIMENTO DO CIRURGIÃODENTISTA FRENTE À RESPONSABILIDADE CIVIL DA SUA ESPECIALIDADE” (Revista da APCD Central de Nov.- Dez. de 2007 e do artigo “RELAÇÃO CD e PACIENTE: O DIREITO À INFORMAÇÃO E O TERMO DE ESCLARECIMENTO”, de Alexandre Martins dos Santos (advogado). Seria interessante ler na íntegra estes artigos. Estou tentando junto à APCD CENTRAL um espaço para a realização de um curso sobre este assunto para melhor nos inteirarmos. Espero que tenha acendido uma luzinha dentro de cada um de vocês, sobre a importância de estarmos esclarecidos sobre a relação do CIRURGIÃO-DENTISTA E O CODIGO DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR!

Dr. Paulo Vicente Pagano Editor

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Capa

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A história da pandemia HIV / AIDS

A

pandemia de HIV / AIDS é um dos maiores açoites da história. Em todo mundo, pelo menos 20 milhões de pessoas morreram de AIDS e mais de 42 milhões têm atualmente a infecção por HIV, segundo as últimas estimativas do programa da Organização das Nações Unidas sobre HIV / AIDS (ONUAIDS). Para entendermos melhor a evolução da doença, é essencial conhecermos sua cronologia. Eventos importantes na história do HIV / AIDS • Décadas de 1920 ou 1930 (especulação): O vírus da imunodeficiência símia (SIV), que destrói as células do sistema imunológico destes animais, salta a barreira das espécies para os humanos, depois que um caçador na África Oeste-central é mordido por um animal infectado ou manuseia carne infectada. • 1978: Homossexuais dos Estados Unidos e da Suécia começam a apresentar os primeiros sinais de uma doença desconhecida, que mais tarde seria chamada de Aids. • 1981: Oito jovens homossexuais de Nova York são diagnosticados com Sarcoma de Kaposi, um câncer de pele que normalmente afeta idosos, enquanto cinco homossexuais de Los Angeles adoecem com uma forma rara de pneumonia. Juntos, estes casos alertam as autoridades americanas para algo novo: uma enfermidade que aniquila o sistema imunológico e expõe o corpo a doenças oportunistas. • 1982: A nova doença é batizada com o nome de Aids, sigla em inglês para Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. Um bebê de 20 meses morre de uma infecção relacionada com a Aids depois de uma transfusão de sangue, dando o primeiro indício de que a doença poderia ser transmitida por outras vias, além das relações homossexuais. • 1983: Cientistas do Instituto Pasteur, na França, chefiados por Luc Montagnier,

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isolam o vírus que invade os leucócitos, provocando a Aids. Eles denominam o agente causador da doença como LAV (sigla em inglês para Lympadenopathy-associated virus). Os primeiros sinais, encontrados em homens africanos na Europa, mostram que heterossexuais também podem ser infectados, gerando uma ansiedade generalizada. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estabelece uma vigilância global. O número conhecido de casos de Aids (só nos Estados Unidos) é de 3.064 até o fim do ano. Registrados os primeiros casos de Aids no Brasil. Em São Paulo é implantado o primeiro programa oficial de controle da doença, ao qual se segue o programa no estado do Rio de Janeiro e o Programa de Aids na Divisão de Dermatologia Sanitária. • 1984: O cientista americano Robert Gallo anuncia ter isolado o vírus, o qual batizou de HTLV-III, mas fica claro que o agente é o mesmo do LAV, identificado um ano antes, na França. • 1985: Os primeiros testes comerciais com o vírus da Aids ajudam a livrar os bancos de sangue contaminado. Celebra-se a primeira Conferência Internacional sobre Aids. O ator de Hollywood Rock Hudson se torna a primeira personalidade a morrer de Aids. Os casos da doença agora aparecem em todas as regiões do mundo. É identificado o primeiro caso na China. • 1986: O agente causador da Aids passa a ser oficialmente denominado vírus da imunodeficiência humana (HIV). No Brasil é criado o Programa Nacional de DST (doenças sexualmente transmissíveis) e Aids. • 1987: A primeira droga anti-HIV, a zidovudine (AZT) é aprovada depois que testes demonstraram sua eficácia na redução, mas não na cura, da progressão do vírus. O AZT pertence a uma classe de medicamentos denominada inibidor da transcriptase reversa, que impede a replicação do vírus. O presidente da Zâmbia, Kenneth Kaunda, anuncia que seu filho morreu de Aids, um marco na campanha contra o estigma que ronda a doença na África. O presidente

americano, Ronald Reagan, que foi acusado de ter negligenciado a Aids, faz um discurso no qual descreve a doença como “inimigo público nº 1”. • 1988: A Organização Mundial da Saúde institui o 1º de dezembro como o Dia Internacional de Combate à Aids. A data torna-se um marco para a mobilização, a conscientização e a prevenção da doença no mundo. • 1990: Morre Ryan White, um jovem americano hemofílico infectado com HIV, cuja proibição de freqüentar a escola por ser soropositivo deu início a uma campanha de combate ao preconceito contra a Aids. • 1991: Morre Freddy Mercury, vocalista do grupo de rock The Queen. O astro do basquete americano Earvin “Magic” Johnson anuncia que tem HIV. • 1992: O astro do tênis Arthur Ashe anuncia ter sido infectado numa transfusão de sangue nove anos antes. Julgamento na França de autoridades sanitárias acusadas de permitir que sangue contaminado com HIV fosse usado em transfusões. • 1993: Sinais de preocupação surgem diante da resistência ao AZT apresentada entre usuários de longo prazo da droga. Morre de Aids o bailarino russo Rudolf Nureyev. Casos da doença começam a surgir na África do Sul. • 1994: Estudos demonstram que o AZT é capaz de impedir a transmissão do HIV de mãe para filho. • 1995: Duas novas classes de medicamentos anti-HIV, que também combatem a replicação, são aprovadas: os inibidores de protease e os inibidores não-nucleosídeos de transcriptase reversa. Usados em combinação, elas podem reduzir a carga viral abaixo de níveis detectáveis, um feito que desperta o otimismo de que uma possível cura tenha sido encontrada. • 1996: As Nações Unidas criam o Programa Conjunto da ONU sobre HIV / AIDS (ONUAIDS). Introdução do teste de carga viral, um padrão de medida da progressão da doença. A epidemia começa a piorar


no Leste europeu, na antiga União Soviética, na Índia e na China. • 1997: O número de mortes causadas por Aids cai nos Estados Unidos pela primeira vez desde 1981. Surgem evidências de efeitos colaterais tóxicos e de resistência aos novos medicamentos anti-retrovirais. • 1998: Naufragam as esperanças de que o coquetel de anti-retrovirais fosse uma cura. Surgem evidências de “reservatórios” de HIV onde o vírus hiberna e retorna quando a terapia é interrompida. • 1999: A nevirapina se torna a droga de escolha para prevenir a transmissão de mãe para filho. • 2000: O sul da África se torna o epicentro do que hoje é uma pandemia global. Em Botsuana, quase um em quatro adultos e 40% das mulheres grávidas têm HIV. O presidente sul-africano, Thabo Mbeki, é atacado em todo o mundo por questionar que a Aids seja causada pelo HIV. Companhias farmacêuticas começam a baratear os preços dos medicamentos para países pobres. • 2001: A companhia farmacêutica indiana Cipla promete fazer genéricos mais baratos de drogas anti-Aids, pressionando as multinacionais a cortar os preços mais adiante. O secretário-geral da ONU, Kofi Annan, pede a criação de um “fundo de guerra” para a Aids entre 7 e 10 bilhões de dólares por ano, comparados com o um bilhão de dólares que eram gastos. A Aids se torna a causa principal de morte na África subsaariana. Durante a rodada de negociações de Doha, no Catar, o Brasil defende a proposta vitoriosa de priorizar as necessidades da população aos direitos de patentes, dando apoio político e legal ao país em suas negociações, levando a significativas reduções de preço sem que a quebra de patentes tenha sido efetivada até o momento. • 2002: O Fundo Global de Combate à Aids, Tuberculose e Malária começa a fazer suas primeiras alocações. O Fuzeon,

o primeiro de uma nova classe de medicamentos anti-HIV denominados inibidores de fusão, que visa a evitar que o vírus se acople ��s células imunológicas, ao invés de replicar-se dentro delas após invadi-las, demonstra eficácia entre pessoas com resistência aos tratamentos existentes. • 2003: O presidente americano, George Bush, anuncia planos para gastar 15 bilhões de dólares em cinco anos no combate à Aids na África e no Caribe. Fracassa o primeiro teste com uma vacina contra o HIV. O novo diretor-geral da OMSA, Lee Jong-Wook, coloca a Aids como sua prioridade máxima e pede que três milhões de pobres tenham acesso aos medicamentos anti-retrovirais até o fim de 2005. O premier chinês, Wen Jiabao, se torna o primeiro chefe de Estado do país a apertar a mão publicamente de um paciente com Aids. Cai o preço dos medicamentos anti-retrovirais, com a ajuda de um acordo com a Organização Mundial do Comércio (OMC) para permitir aos países pobres e vulneráveis importarem medicamentos genéricos. • 2004: A África do Sul finalmente começa a fornecer anti-retrovirais aos hospitais. A cúpula do G8 convoca uma iniciativa denominada Global HIV Vaccine Enterprise, que implementará a coordenação e o intercâmbio de informações entre os pesquisadores de vacinas do mundo. • 2005: Grande aumento do acesso a anti-retrovirais nos países pobres, embora os resultados devam ficar bem atrás da meta “Three by Five” (três milhões de pessoas até 2005). Voltam as preocupações com recursos para a Aids, depois que os doadores deram prioridades às catástrofes naturais. Em seu estudo anual, a UNAIDS e a OMS, afirmam que a Aids matou 3,1 milhões de pessoas em 2005 e que cinco milhões de pessoas foram infectadas pelo vírus HIV no ano. O total de pessoas vivendo com HIV / AIDS atinge o recorde de 40,3 milhões . No Brasil, 600 mil portadores soropositivos.

• 2008: Temos mais de 42 milhões de pessoas infectadas pelo HIV e a prevalência da infecção na África subsaariana ultrapassa 30% da população adulta em alguns países. A magnitude da pandemia é descomunal, especialmente quando se considera que é causada por um vírus emergente identificado há apenas 20 anos. A perspectiva de futuro desta pandemia é sombria se as intervenções na saúde pública para combater HIV / AIDS não se tornarem mais eficazes. As recentes estimativas sugerem que em 2010 haverá 45 milhões de novas infecções pelo mundo e até 2020, é possível que 70 milhões de pessoas tenham morrido desta enfermidade. A necessidade de se ter uma vacina contra o HIV é, portanto, óbvia. No entanto existem questões importantes a serem consideradas pelos cientistas para o desenvolvimento desta vacina já que há muitos subtipos de HIV no mundo. Ainda que se tenha algum indício que os anticorpos direcionados contra um subtipo viral possam ter uma reação cruzada com os epítopos de outro, é possível que isto não seja suficiente para prevenir a infecção. Sabe-se que o caminho é correto porém, muitos testes e pesquisas ainda serão realizados para chegarmos a uma vacina eficaz para o controle da pandemia. Enquanto isso, é muito importante que os CDs estejam paramentados no atendimento aos seus pacientes para evitar contágios involuntários. Dra. Lusiane Camilo Borges Biomédica - UNISA / UNIFESP Microbiologista - Universidade Oswaldo Cruz Cirurgiã-Dentista - UMESP Especialista em Controle de Infecção em Assistência à Saúde e Epidemiologia - UNIFESP Doutoranda em Controle de Infecção Hospitalar - UNIFESP (Escola Paulista de Medicina) www.selobiologica.com.br Fonte: Programa Nacional DST/AIDS; ONUAIDS Organização Pan-Americana de Saúde

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< Artigo Técnico >

Tracionamento cirúrgico de canino associado a cisto dentígero

I

números dentes que estão inclusos ou que apresentaram falha no processo eruptivo, podem ser levados a uma situação de inclusão funcional. Em muitos casos, a etiologia da inclusão dental é idiopática, como ocorre comumente com os caninos superiores. As impactações dentárias poderão ocorrer em um período de transição da dentadura mista para a permanente. A erupção ectópica e a impactação de caninos superiores são problemas bastante comuns na população (Castanha et al., 2005), sendo que canino é um elemento chave na oclusão e na estética. O seu tracionamento é indicado sempre que possível, exigindo do profissional um diagnóstico criterioso em relação à sua posição, que se dará através de exames complementares radiográficos. Segundo BISHARA (1992), 60 a 80% dos caninos impactados encontram-se por palatino. A primeira medida a ser tomada antes da abordagem cirúrgica a um elemento que esteja incluso, é a abertura de espaço para este na arcada. Caso a erupção espontânea não ocorra, algum dispositivo deverá ser fixado ao dente, a fim de que sua tração possa ser iniciada (Moreira et al., 2007). A abordagem clássica para tracionamento de um dente incluso preconizava o seu laçamento. Posteriormente, foi observado que esta técnica, por envolver o colo do elemento incluso com fios de aço, injuriava o periodonto, causando retração gengival ou bolsa periodontal num grande número de casos. Estes fenômenos ocorriam devido à destruição do cemento na região subjacente ao fio de aço. Por esses motivos, essa técnica foi abandonada. Há dentes inclusos ou impactados que estão associados a lesões císticas, como cisto dentígero e o cisto folicular inflamatório (Moreira et al., 2007). O cisto dentígero é definido como um cisto que se origina pela separação do folículo da coroa de um dente não erupcionado. É o segundo tipo de cisto odontogênico de desenvolvimento mais comum, compreendendo cerca de 20% de todos os cistos epiteliados dos maxilares. O cisto dentígero envolve a coroa de um dente incluso e está unido ao dente na junção esmalte cemento podendo em alguns casos haver um não esclarecimento sobre tratar do capuz pericoronario espesso ou uma lesão cística. Sua patogênese, no entanto, é desconhecida (Neville et al., 1995).

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➜ Foto inicial

Radigrafia Panorâmica inicial, onde podemos visualizar uma imagem radiolúcida, associado ao canino incluso (23) e retenção do canino decíduo (63)

➜ Radiografia Periapical obtida através da Técnica de Clarck, determinando a posição vestibular do canino incluso (elemento 23)


Exposição óssea e visualização do canino incluso (elemento 23) após exodontia do canino decíduo (elemento 63)

Após curetagem da cápsula cística, foi realizado condicionamento com ácido ortofosfórico a 37% no elemento 23

Após utilização do sistema adesivo, seguindo as recomendações do fabricante, foi realizada a polimerização da resina composta para a colagem do fio ortodôntico, mantendo a parede óssea da região vestibular íntegra

Pós-operatório imediato mostrando a exposição do fio ortodôntico para posterior tracionamento. A peça cirúrgica removida foi enviada para exame anatomopatológico cujo diagnóstico histopatológico foi compatível com cisto dentígero

CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS Os cistos dentígeros podem envolver qualquer dente incluso, os Caninos Superiores são os segundos dentes mais afetados, atrás apenas dos terceiros molares (Neville et al., 1995). Ocasionalmente podem também estar associados com dentes supra- numerários ou odontomas. CARACTERÍSTICAS RADIOGRÁFICAS Radiograficamente o cisto dentígero aparece como uma lesão radiolúcida unilocular, associada a coroa de um dente incluso envolvendo-o desde a junção amelo-dentinaria (Neville et al., 1995). TRATAMENTO Geralmente, o tratamento indicado para o cisto dentígero é a sua enucleação associada à remoção do dente incluso. Se a erupção do dente envolvido é considerada viável, o dente pode ser deixado no lugar, após a remoção da parede do cisto. Os cistos dentígeros grandes, envolvendo estruturas anatômicas, podem ser tratados por marsupialização, o que permite a descompressão do cisto, resultando em redução no tamanho do defeito ósseo. O cisto pode então, mais tardiamente, ser curetado com maior segurança. Os pacientes podem necessitar de tratamento ortodôntico como complementação para ocorrer a erupção dental necessitando, às vezes de um tracionamento ortodôntico. RELATO DE CASO CLÍNICO Dados Pessoais: Paciente do sexo feminino, onze anos de idade, leucoderma, estudante, natural de São Paulo. Q.D: “ Tenho um dente de leite que não caiu ainda há 6 meses.” (S. I. C.) HPMA: Paciente veio encaminhada pela Ortodontista, pois havia detectado em uma radiografia panorâmica uma imagem radiolúcida e retenção prolongada do canino decíduo.

Dr. Adalmir G. S. Queiroz Pós Graduado em Cirurgia Buco Maxilo Facial Especialista em Implantes Dr. Wagner Seroli Especialista em Estomatologia Mestrando em Ciências da Saúde Efetivo Responsável pelo Serviço de Estomatologia do Instituto do Câncer Dr. Arnaldo

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Programação de Cursos Os interessados nestes cursos devem entrar em contato com as Regionais para confirmação de datas e vagas Regional Casa Verde Palestra Gratuita - Como Tratar o Paciente com Comprometimento Sistêmico Ministrador: Dr. Wagner Seroli Data: 23 e 30 de setembro - 20h Ciclo de Hipnose: Técnica Rápida de Hipnose; Hipnose Ericksoniana; Hipnose e Programação Neurolinguística; A Psicanálise e a Hipnose Ministrador: Dr. Pedro Polimeni Filho e equipe Data: setembro Cirurgias Periodontais Estéticas ao Alcance do Clínico Geral Ministrador: Dr. Maurício Teixeira Duarte Data: setembro Mais informações: Regional Casa Verde (11) 3858-0765/7130-9145 c/ Rita. Regional PIRITUBA/PERUS Conferência: Cirurgia Ortognática - Uma Visão ao Alcance do Clínico Geral Ministrador: Dr. Maurício Bento da Silva Data: 18 de agosto - segunda-feira - 20h Conferência: Expansão Rápida da Maxila Como, Quando e Porquê? Ministradora: Dra. Simone Sperandio Data: 17 de setembro - quarta-feira Curso de Capacitação para ACD Ministradora: Dra. Lusiane Borges e equipe Data: setembro - Duração: 5 meses Inscrições: abertas

Conferência: O.F.M. – A Terapia Ortopédica Funcional em Vários Tipos de Má Oclusão Ministradora: Dra. Maria Regina dos Campos Brandão Data: 6 de novembro - quinta-feira Diagnóstico e Tratamento das Fraturas Buco Maxilo Faciais Curso: Teórico Demonstrativo (vídeo) Ministrador: Jorge Gdikian Filho Data: novembro - sábado - 16h Mais informações: Regional Pirituba/Perus (11) 3903-0956 c/ Nadir. Regional Tucuruvi Conferência Gratuita - Ortodontia para o Clínico Geral: O que você pode fazer e quando você deve indicar um Especialista Ministradores: Drs. Hugo Franco de Abreu Neto e Marcos Saber Data: 19 de agosto - terça-feira - 20h Hands-On Sobre Facetas Laminadas de Porcelana Ministrador: Dr. Leonardo Buso (Doutor em Prótese Dentária - UNESP - São José dos Campos; Profº Especialização em Prótese da EAP-APCD Central; Profº Prótese Dental da UNIP-SP; Profº Especialização em Implantodontia APCD-Piracicaba) Data: 3 e 10 de setembro - quarta-feira - 20h Investimento: R$ 120,00 Curso de Iniciação à Mecânica Ortodôntica Corretiva Typodont Edgewise Convencional Ministrador: Equipe do Dr. Humberto Braghetti Data: quartas-feiras - quinzenal - 19h30 às 22h30 Início: 2008 - Duração: 6 meses Investimento: 8 x R$ 250,00 Vagas: 12 alunos por turma Mais informações: Regional Tucuruvi (11) 2991-5780 c/ Elaine.

Benefícios Convênios Advocacia Alessandro Paolantoni Av. Água Fria, 1508 - Sala 3 Tel.: 2991-3710 - Cel.: 7115-3237 apaolantoni@aasp.org.br Desconto de 10% aos associados Alessandra Lopes Arquitetura e Interiores Projeto e execução coml. e residencial. 20% desc. p/ associados. Tel.: (11) 7667-6727 - E-mail: alessandralopes.arq@gmail.com Escola de Dança Ballet Andrea Bahlis Cursos de Ballet à Danças de Salão. Desconto de 10% para associados e 20% para turmas fechadas de no mínimo 8 alunos Rua Marino Félix, 56 Casa Verde - São Paulo Tel.: (11) 3966-2655 com Andréa Limão Academia de Tênis Treinamento profissional, locações e eventos esportivos Rua Madalena Madureira, 9 Bairro do Limão - São Paulo Tel.: (11) 3858-1000 www.limaotenis.com.br

Laboratório Vagner: qualidade para quem faz o melhor

S

ustentado no compromisso de oferecer o que há de melhor em materiais e equipamentos aos seus clientes, o Laboratório Vagner disponibiliza a tecnologia Cerec CAD/CAM, a inovadora técnica de fresar coroas, copings, inlays e onlays, com excelência estética, maior resistência e menor ajuste. Há três anos, o laboratório utiliza o equipamento Cerec inLab, que utiliza blocos de dissilicato de lítio, alumina, zircônia, zircônia estabilizada com ítrio e porcelana feldspática. “Com este equipamento conseguimos confeccionar próteses fixas de até 6 elementos, com alta resistência a fraturas”, conta Vagner, diretor do laboratório. No processo Ítrio + zircônia, os dois materiais cerâmicos se unem, produzindo uma combinação perfeita de padrão estético e resistência. “Uma aplicação de cerâmica supermacia, translúcida, com coping resistente, de excelente estética. Uma adaptação fantástica. O software incorporado ao equipamento é muito eficaz, levando a uma adaptação perfeita”, explica Vagner. Com o Cerec inLab, a otimização dos trabalhos realizados pelo Laboratório Vagner ganhou em precisão e rapidez. Além disso, foram feitos investimentos em mão-de-obra especializada para  - Revista APCD União

operar os serviços de aplicação de porcelanas sobre os copings. Outra vantagem apontada por Vagner é que os copings são preparados no próprio local de trabalho, não necessitando do envio para terceiros. “Com isso agilizamos, em muito, os serviços solicitados pelos cirurgiões-dentistas”. Além do Cerec, o laboratório ainda fabrica copings em ouro pelo método de Eletrodeposição, com excelente adaptação, dispensando a fundição. Trata-se de uma película muito fina de ouro sobre a qual a cerâmica é aplicada de forma convencional. “A cerâmica fica muito mais bonita sobre este coping porque é dourado. Os periodontistas adoram trabalhar com este material, principalmente quando utilizam a microscopia, São trabalhos diferenciados, com excelência de qualidade. Muitos profissionais acham absurdo o preço, o que não é verdade. É o mesmo valor de uma metal-free. O mercado não procura muito os copings confeccionados por eletrodeposição, pois falta uma maior divulgação por parte das empresas. Muitos profissionais não sabem que existe, mas nós realizamos este tipo de trabalho de alto padrão”. Laboratório Vagner (11) 2813-4777 - www.labvagner.com.br


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Comunidade

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Atendimento odontológico a comunidade Relatório das atividades da APCD Regional Tucuruvi na comunidade da Paróquia Nossa Senhora das Neves - 1º Semestre/2008

Bianca de Blok

D

urante o primeiro semestre de 2008 o Atendimento á Comunidade, realizado na Paróquia Nossa Senhora das Neves, pelos dentistas da APCD Tucuruvi: Cíntia, Dirce, Gilberto, José Arnaldo, Luiz Alberto, Maria Cândida, Maria José, Maria Odete, Marilze, Mariza, Onofre, Paulo Braga, Paulo Pagano, Valentim e Wagner, auxiliados pela Srª Thereza Vallone, realizaram 135 Atendimentos Odontológicos onde executou-se os seguintes procedimentos: • 25 exames clínicos; • 33 orientações de higiene, dieta e técnica de escovação; • 19 radiografias periapicais; • 46 raspagem gengival (por hemi arcada); • 08 aplicações de flúor tópico; • 11 faces de aplicação de selante; • 04 atendimentos de emergênciais; • 25 exodontias dentes permanentes; • 04 exodontias dentes decíduos; • 05 polpotomias em dentes decíduos; • 06 endodontias de dente permanente; • 14 restaurações expectantes provisórias; • 98 faces de restaurações em resina composta; • 68 faces de restaurações em amálgama.

Regionais Casa Verde, Pirituba/Perus e Tucuruvi - 


INDICADOR PROFISSIONAL Casa Verde

Pirituba/Perus

Dra. Celi de Fátima R. Rocco - CRO 29923 Dr. Marco Antonio Rocco - CRO 38051 Odontopediatria Especialista em Ortopedia Funcional dos Maxilares pelo Conselho Federal de Odontologia Rua Jaboatão, 162 - 1º andar - Casa Verde Tel.: (11) 3856-0348

Dr. Carlos Maeda - CRO 15102

Dr. Hugo Franco de Abreu Neto - CRO 16165 Ortodontista Rua Atílio Piffer, 271 - 1º and. - Casa Verde Tel.: (11) 3966-5865 / 3858-2193 Dr. Maurício Teixeira Duarte - CRO 46283 Mestre em Periodontia e Estomatologia Praça Amadeu Amaral, 47 - Cj. 51 - Paraíso Rua Parapuã, 1835 - Freguesia do Ó Tel.: (11) 3288-6581 / 3921-8051 Dr. Wagner Seroli - CRO 29361 Estomatologia e Cirurgia Buco Dental Av. Casa Verde, 235 Tel./Fax: (11) 6236-4678 / 2236-3456

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Evento

Tucuruvi

Estomatologia - Diagnóstico e Cirurgia

Dr. Carlos Filgueira Silvares

Av. Mutinga, 2778 - Pirituba - Tel.: (11) 3904-1316

Especialista em Periodontia Prof. Curso de Implantes na APCD Pinheiros

Dra. Eliana Barbosa de Souza - CRO 55145

Implantes parte cirúrgica e protética

Endodontia - Tratamento de casos difíceis,

Av. Cel. Sezefredo Fagundes, 132

Cirurgia Parendodôntica

Tel.: (11) 2952-4259

Graduação e especialização pela USP R. Roma, 620 - Cj. 137-A - 130 and. - Lapa Tel.: (11) 3673-4041

Dr. Paulo Vicente Pagano Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial

Dra. Vanessa de Oliveira Alves

Av. Mazzei, 166  - Tucuruvi

CRO-SP 81201

Tel.: (11) 2203-2425

Endodontia com Microscopia R. Silvio Bonilha, 35 - Piqueri

cONVÊNIOS

Tel.: (11) 3976-5515 Dra. Vera Lúcia Colino Dra. Verônica Diaz Parada Pimentel - CRO 30447

Yoga

Especialista em Endodontia

Agende uma aula experimental

Av. Benedito de Andrade, 642 - Pirituba

Tel.: (11) 3965-2161 / 3857-7574

Tel.: (11) 3975-8875 / 3992-4279 www.odontopimentel.com.br

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1º Meeting Internacional de Osseointegração da Titanium Fix

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e 14 a 16 de maio foi realizado, no Auditório Elis Regina, Anhembi, São Paulo, o OsseoFix – 1º Meeting Internacional de Osseointegração da Titanium Fix –, que teve como tema central: “A Integração Perfeita”. O evento contou com a participação de inúmeros profissio-

nais, que puderam assistir palestras sobre temas voltados para a atualização técnico-científica, com grandes mestres da odontologia multidisciplinar, entre eles o professor Henry Salama, membro do grupo americano Goldstein, Garber, Salama and Gribble. O enfoque do evento foi a implantodontia. 10 - Revista APCD União


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Notas

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Happy-Hour

Novos Presidentes No dia 21 de junho, na sede da APCD Central, foram empossados os novos presidentes das Regionais. Para a Regional Pirituba/Perus e APCD Regional Casa Verde foram eleitos, respectivamente, os doutores Adalmir Gonzaga dos Santos Queiróz e Clóvis Pereira. Para a Regional APCD Tucuruvi continua na presidência o Dr. Gilberto Gomes. Da esq. p/ dir. Dr. Clóvis Pereira, Dr. Gilberto Gomes e Dr. Adalmir Gonzaga dos Santos Queiroz

A APCD Regional Tucuruvi realiza toda última sexta-feira do mês, a partir das 18h, um happy-hour. Venha descontrair no final do seu dia conversando com os amigos e tomando uma cervejinha. Compareça!!!

Aniversário da Regional Tucuruvi

A APCD Regional Tucuruvi comemorou em 25 de junho de 2008 seu 44º aniversário. Neste ano não houve festa, mas uma comemoração simples em nosso happy hours do mês de junho. Com o término da gestão aproveitamos para colocar em nossa galeria de ex-presidentes, a foto e a placa com o meu nome referente ao biênio 2006/2008. Nesta nova gestão que se inicia (biênio 2008/2010), estamos programando novas atividades, como a reativação do nosso Grupo de Estudos, já para o mês de setembro e, em breve, curso de dança de salão na Regional. Mas tanto as atividades científicas, sociais e culturais, só poderão surtir bons frutos se contarmos com a participação de todos os nossos associados. Dr. Gilberto Gomes - Presidente Regional Tucuruvi Regionais Casa Verde, Pirituba/Perus e Tucuruvi - 11



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