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Gu ia par aP esqu isa E s

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Direção Pedagógica Marícia Ferri Coordenação Executiva Debora Valletta Maricélia Cezar Autores Débora Valletta Maricélia Cezar Colaboração Educação Infantil: Cleusa Beckel Ensino Fundamental - Anos Iniciais: Letícia Ensino Fundamental - Anos Finais: Rafaella Perrone Ensino Médio: Rubem Corso Leitura crítica Marília Dal Moro Revisão Laboratório de Português: Caroline Carcuchinski, Christian Pizzolatto, Josiane Azevedo, Luana Zanon Revisão Técnica Carine Bajerski Editoração Débora Valletta Versão 1/2014 O trabalho Aluno pesquisador: agente transformador da escola pra vida está licenciado com uma Licença Creative Commons - AtribuiçãoNãoComercial 4.0 Internacional. Podem estar disponíveis autorizações adicionais às concedidas no âmbito desta licença em www.colegiofarroupilha.com.br.


Norteadores Estratégicos Missão Educar para formar cidadãos competentes

Visão Ser referência na educação

Valores Bom relacionamento Busca pela excelência Disciplina e organização Eficiência e empreendedorismo Compromisso com a sustentabilidade


Apresentação Prezados leitores, Este Guia para Pesquisa Escolar que o Colégio Farroupilha apresenta a vocês faz parte de um projeto que nasceu da necessidade contemporânea que percebemos, enquanto educadores, de instigar professores e alunos à curiosidade. Neste universo complexo em que aprendemos por meio de redes de conhecimento e temos acesso a um número

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infinito de informações - nem sempre confiáveis - a curiosidade e a competência crítica de nossos educandos acabam por se tornar um dos principais focos da educação da atualidade. A pesquisa científica, através de metodologias bem definidas e concretizadas no meio acadêmico, é apenas um dos projetos que a escola tem desenvolvido ao encontro de uma educação criativa, curiosa e que permite que os estudantes vivenciem novas experiências, no campo acadêmico e pessoal. Esperamos que, neste guia, os profissionais e estudantes do Colégio Farroupilha encontrem algumas respostas para as perguntas 4

que um projeto inovador faz emergir. Desejamos, acima de tudo, que este trabalho seja construído coletivamente, através da parceria entre professores e estudantes. Todo conhecimento se produz a partir de uma necessidade, uma curiosidade ou, se mais elaborado, de uma pergunta. Na sua base, há sempre o desafio de aprender e descobrir. Minha sugestão, neste inicio de trabalho, é: desafiem-se! E permitam-se inspirar pela beleza de fazer uma pergunta e obter como respostas muitos outros questionamentos. Bom trabalho!


Sumário 1. PESQUISA CIENTÍFICA�������������������������������������������� 8 1.1 O que é pesquisa científica?....................................................................... 8 1.2 O que é metodologia?................................................................................ 9 1.3 O que é método?......................................................................................10 1.4 Tipos de pesquisa.....................................................................................11 1.5 Plágio na pesquisa....................................................................................14 1.6 A pesquisa no Colégio Farroupilha.............................................................15 1.6.1 Educação Infantil - Plano de Estudo e RCNs ....................................................... 16 1.6.3 Anos Finais - Plano de Estudo e PCNs.................................................................. 18 1.6.4 Ensino Médio - Plano de Estudos e PCNs............................................................. 19

2. ETAPAS DO PROJETO DE PESQUISA CIENTÍFICA�������� 21 2.1 Escolha do tema.......................................................................................21 2.2 Justificativa............................................................................................. 22 2.3 Problema de pesquisa.............................................................................. 22 2.4 Objetivos................................................................................................ 22 2.5 Levantamento bibliográfico e fontes......................................................... 23 2.6 Metodologia............................................................................................ 23

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1.6.2 Anos Iniciais - Plano de Estudo e PCNs................................................................ 17

2.7 Referências............................................................................................. 23

3. APRESENTAÇÃO DA PESQUISA CIENTÍFICA��������������� 24 3.1 Normatizações do trabalho científico (ABNT)..............................................24 3.2 Apresentação oral....................................................................................26 3.3 Apresentação escrita................................................................................27 3.3.1 Forma de apresentação....................................................................................... 27 3.3.2 Estrutura de apresentação.................................................................................. 32 3.3.2.1 Elementos Pré-textuais.................................................................................... 32 3.3.2.2 Elementos Textuais........................................................................................... 37 3.3.2.3 Elementos Pós-textuais.................................................................................... 38 3.3.3 Citações............................................................................................................... 42 3.4 Pôster......................................................................................................42 3.4.1 Estrutura geral do pôster:................................................................................... 43 3.4.2 Regras de apresentação do pôster:..................................................................... 44

4. AVALIAÇÃO��������������������������������������������������������� 44 5. REFERÊNCIAS������������������������������������������������������ 46

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INTRODUÇÃO Para que a aprendizagem do aluno seja significativa, deve-se pensar no seu desenvolvimento integral como agente produtor de conhecimento e não apenas como receptor deste, pois “aquilo que os alunos apenas ouvem logo esquecem; daquilo que vêem pouco guardam; mas aquilo que fazem e descobrem jamais esquecerão.” (MARTINS, 2001, p.13). Atualmente, a maioria dos projetos de pesquisa escolar são desen-

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volvidos sem uma metodologia clara, desencadeando a formação de um aluno com pouca autonomia e capacidade de contribuir com a sociedade. As ideias apresentadas sobre o que se aprende durante a vida escolar surgem apenas como uma réplica da informação sem apropriação significativa dos conteúdos atrelados aos contextos para o desenvolvimento de habilidades cognitivas ou não. Os projetos de pesquisa escolar devem criar situações em que os alunos possam questionar e refletir de forma crítica sobre o objeto a ser pes6

quisado, com orientação adequada, principalmente diante da massificação das informações a que eles são diariamente submetidos através das mais variadas linguagens multimodais. Assim, criar possibilidades para o desenvolvimento de habilidades necessárias para o século 21, como analisar fatos e descobertas do mundo contemporâneo, relacionando com documentos históricos de uma determinada época, entre outras competências, converge no sentido de ir além de premiações e notas altas, contribuindo para a formação de um cidadão com capacidade de tomar decisões e criar seu próprio espaço na sociedade (MENDES, 2012).


Dessa forma, o projeto “Aluno Pesquisador: agente transformador da escola pra vida” tem como um dos pilares capacitar docentes para o desenvolvimento da pesquisa escolar em sala de aula frente às Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDIC), a fim de educar para e com as mídias disponíveis na web. Todo o processo de investigativa principalmente a partir de situações lúdicas e vivenciadas dentro do espaço escolar, que se estende até o Ensino Médio, em que o aluno terá capacidade de fazer suas próprias experimentações1 .

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aprendizagem iniciará na Educação Infantil estimulando a curiosidade

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Com base no desenvolvimento de atividades voltadas para as competências exigidas nas avaliações em larga

escala, como o ENEM


1. PESQUISA CIENTÍFICA “Pesquisar significa realizar empreendimentos para descobrir” (CASARIN, p.80).

1.1 O que é pesquisa científica? Pesquisar é algo que está presente no cotidiano de todos os indivíduos. Se for comprar algo de seu interesse, por exemplo um tablet, precisará estudar a fundo todas as funcionalidades desse equipamento para que Colégio Farroupilha

possa relacionar as expectativas com o produto, as vantagens e desvantagens. Poderá também pesquisar autores que tenham publicações sobre aquele assunto para que possa saber se de fato ele atende a sua necessidade. Segundo Gerhardt e Silveira (2009), os motivos que levam à realização de uma pesquisa científica são: desejo de conhecer pela própria satisfação de conhecer e desejo de conhecer com vistas a fazer algo de maneira mais eficaz. A pesquisa inicia-se com uma pergunta para a qual se quer uma res8

posta. Nesse sentido, busca-se, de diversas formas, responder essa dúvida, podendo surgir outras questões e inúmeras possibilidades de caminhos durante o processo da descoberta. Por isso, a pesquisa deve ser planejada sistematicamente, pois, do contrário, facilmente perde-se o foco, além de se ter dificuldade em analisar os resultados e se chegar a conclusões satisfatórias. A pesquisa científica é concebida como um processo, termo que significa dinâmico, mutante e evolutivo. Um processo composto por múltiplas etapas relacionadas entre si, que acontece ou não de maneira sequencial ou contínua. Pesquisa é um processo composto por diferentes etapas interligadas (SAMPIERI, COLADO e LUCIO, 2006).


A pesquisa científica é uma investigação planejada, desenvolvida e redigida conforme normas metodológicas consagradas pela ciência. Precisa ser justificada e mostrar-se adequada à realidade. Deve, ainda, ter uma linguagem clara e compreensível sobre o tema e a proposta da pesquisa (MENDES, 2012). Considera-se que essa pesquisa trata-se do: “conjunto de procedimentos sistemáticos, baseado no raciocínio lógico, que tem por objetivo encontrar soluções para problemas propostos,

1.2 O que é metodologia? Methodos significa organização, e logos, estudo sistemático, pesquisa, investigação; dessa forma, metodologia seria o estudo da organização, dos caminhos a serem percorridos, para se realizar uma pesquisa ou um estudo, ou para se fazer ciência. (FONSECA, 2002).

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mediante a utilização de métodos científicos.” (ANDRADE, 2003, p. 121).

Existe diferença entre a metodologia e o método na pesquisa científica. A metodologia é a validação do caminho usado para se chegar ao objetivo da pesquisa, o método seriam os procedimentos usados na pesquisa. Assim, “a metodologia vai além da descrição dos procedimentos (métodos e técnicas a serem utilizados na pesquisa), indicando a escolha teórica realizada pelo pesquisador para abordar o objeto de estudo”. (GERHARDT e SILVEIRA, 2009, p. 13). Segundo Minayo (2007, p.44), a metodologia é definida: [...] a) como a discussão epistemológica sobre o “caminho do pensamento” que o tema ou o objeto de investigação requer; b) como a apresentação adequada e justificada dos métodos, técnicas e dos instrumentos operativos que devem ser utilizados para as buscas relativas às indagações da investigação; c) e como a “criatividade do pesquisador”, ou seja, a sua marca pessoal e específica na forma de articular teoria, métodos, achados experimentais, observacionais ou de qualquer outro tipo específico de resposta às indagações específicas.

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1.3 O que é método? Etimologicamente, método significa caminho, meio, para se chegar a um objetivo. Na pesquisa científica, método é o conjunto de técnicas utilizadas no estudo de um assunto a ser investigado (MARTINS, 2001). Martins (2001, p.64) acrescenta ainda que é o “conjunto de meios que, racionalmente adaptados ao estudo de um determinado assunto (tema), levam a formular hipóteses sobre ele e a organizar dados para

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torná-lo inteligível”. Para o autor, existem algumas formas de raciocínio que são as mais usadas pelo método científico, que servem para aprofundar o conhecimento ou para resolver uma situação-problema. São eles: Método indutivo - observação dos fatos a serem estudados, para formular hipóteses. Método dedutivo - o pesquisador parte de uma hipótese, que é aplicada para chegar a conclusões válidas. 10

Método experimental - reprodução de fato ou fenômeno, em mesmas condições, para estudo mais aprofundado. Método comparativo - comparação ou confrontação de fatos para identificação de características particulares. Método estatístico - estabelece probabilidades, através de dados ou números, para explicação de fatos ou fenômenos.


1.4 Tipos de pesquisa É importante que o pesquisador conheça os tipos de pesquisa existentes, para que assim possa definir os instrumentos e procedimentos que adotará na sua investigação, pois o tipo de pesquisa irá determinar a metodologia do seu trabalho. De acordo com Kauark (2010), existem várias formas de classificar as sito (objetivo) e dos procedimentos efetivados para alcançar os dados (meio). Segundo a autora, elas são caracterizadas da seguinte maneira: a) Quanto à natureza Pesquisa Básica: tem por objetivo gerar novos conhecimentos, úteis para o avanço da ciência, mas sem a previsão de uma aplicação prática. Envolve verdades e interesses universais.

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pesquisas, a depender da natureza, da abordagem (assunto), do propó-

Pesquisa Aplicada: tem por objetivo gerar conhecimentos de aplicação prática, para resolução de problemas específicos. Envolve verdades e interesses locais. b) Quanto aos objetivos Pesquisa Exploratória: objetiva a maior familiaridade com o problema, explicitando-o, ou construindo hipóteses através de levantamento bibliográfico, entrevistas com pessoas que tiveram experiências práticas com o problema pesquisado e análise de exemplos que estimulem a compreensão. Esse tipo de pesquisa é classificada como: Pesquisas Bibliográficas e Estudos de Caso.

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Pesquisa Descritiva: visa descrever as características de determinada população ou fenômeno, ou o estabelecimento de relações entre variáveis. Envolve o uso de técnicas padronizadas de coleta de dados: questionário, entrevista e observação sistemática. Assume, em geral, a forma de Levantamento, Estudo de Caso, Análise documental. Pesquisa Explicativa: objetiva identificar os fatores que determinam ou contribuem para a ocorrência dos fenômenos. Aprofunda o conhecimento da realidade, porque explica a razão, o porquê das coisas. Por Colégio Farroupilha

isso, uma pesquisa explicativa pode ser a continuação de outra descritiva, posto que a identificação de fatores que determinam um fenômeno exige que este esteja suficientemente descrito e detalhado. Quando realizada nas ciências naturais, requer o uso do método experimental e, nas ciências sociais, requer o uso do método observacional. Assume, em geral, as formas de Pesquisa Experimental e Pesquisa Ex post facto. c) Quanto ao objeto Pesquisa Qualitativa: considera que há uma relação dinâmica entre o 12

mundo real e o sujeito, isto é, um vínculo indissociável entre o mundo objetivo e a subjetividade do sujeito que não pode ser traduzida em números. A interpretação dos fenômenos e a atribuição de significados são básicas no processo de pesquisa qualitativa. Essa pesquisa não requer o uso de métodos e técnicas estatísticas. O ambiente natural é a fonte direta para coleta de dados, e o pesquisador é o instrumento-chave. É um tipo de pesquisa descritiva. Os pesquisadores tendem a analisar seus dados indutivamente. O processo e seu significado são os focos principais de abordagem nessa pesquisa.


Pesquisa Quantitativa: considera o que pode ser quantificável, o que significa traduzir em números opiniões e informações para classificá-las e analisá-las. Requer o uso de recursos e de técnicas estatísticas (percentagem, média, moda, mediana, desvio-padrão, coeficiente de correlação, análise de regressão). d) Quanto aos procedimentos técnicos Pesquisa Bibliográfica: quando elaborada a partir de material já puatualmente, material disponibilizado na Internet. Pesquisa Documental: quando elaborada a partir de materiais que não receberam tratamento analítico. Pesquisa Experimental: quando se determina um objeto de estudo, selecionam-se as variáveis que seriam capazes de influenciá-lo,

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blicado, constituído principalmente de livros, artigos de periódicos e,

definem-se as formas de controle e de observação dos efeitos que a variável produz no objeto. Levantamento: quando a pesquisa envolve a interrogação direta das pessoas cujo comportamento se deseja conhecer. Estudo de caso: quando envolve o estudo profundo e exaustivo de um ou poucos objetos de maneira que se permita o seu amplo e detalhado conhecimento. Pesquisa Ex post facto: quando o “experimento” se realiza depois dos fatos. Pesquisa-Ação: quando concebida e realizada em estreita associação com uma ação ou com a resolução de um problema coletivo. Os

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pesquisadores e participantes representativos da situação ou do problema estão envolvidos de modo cooperativo ou participativo. Pesquisa Participante: quando se desenvolve a partir da interação entre pesquisadores e membros das situações investigadas.

1.5 Plágio na pesquisa O plágio pode ser entendido, de forma geral, como uma imitação da obra alheia, como se fosse de autoria própria. É a cópia de ideias, estiColégio Farroupilha

los, trechos, sem as devidas indicações de autoria. Segundo Gerhardt e Silveira (2009, p. 92), plágio é o: Ato de assinar ou apresentar uma obra intelectual de qualquer natureza (texto, música, obra pictórica, fotografia, obra audiovisual) contendo partes de uma obra que pertença a outro autor, sem colocar os créditos para esse autor original.

Para Leite (2009, p. 21), plágio é definido como:

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A cópia, dissimulada ou disfarçada, do todo ou de parte da forma pela qual um determinado criador exprimiu as suas ideias, ou seja, da obra alheia, com a finalidade de atribuir-se a autoria da criação intelectual e, a partir daí, usufruir o plagiador das vantagens advindas da autoria de uma obra.

Lembrando, ainda, que o ato de plagiar é considerado crime contra a propriedade intelectual, segundo o Código Penal Brasileiro, Lei n°10.695/03. Para evitar esse tipo de situação, deve-se sempre citar e dar crédito ao autor (do texto, da imagem, da música) que for usado como referência. Nos trabalhos acadêmicos, deve-se observar o uso das normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) para esse fim.


É muito comum, nos trabalhos escolares, o plágio. Quando se usava apenas materiais impressos para pesquisa, os alunos copiavam trechos inteiros das obras e entregavam, sem informar a fonte da qual as informações haviam sido retiradas, como se aquele fosse seu próprio trabalho intelectual. Com o acesso às inúmeras informações disponíveis na internet, essa situação agravou-se. Muitas vezes, são impressos trabalhos completos sem preocupação alguma com a indicação do fazem isso inconscientemente, pois muitas vezes não sabem que estão cometendo um crime contra os direitos do autor. A escola deve estimular os alunos a construir seus próprios conceitos e ideias, no entanto, é necessário orientá-los também que, para fazer uso do que outros colegas e/ou autores criaram, ou até para embasar a própria argumentação, deve-se indicar quem foram os autores usados/ citados nos seus trabalhos. Deve-se proporcionar clareza aos alunos

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autor original da obra. Não é totalmente errado dizer que os alunos

de que o uso indevido de citações é considerado crime de plágio, além disso, é aconselhável a previsão de alguma responsabilização(a critério do professor) caso, ainda que cientes de toda a questão da cópia ilegal, continuem entregando cópias ou trechos de trabalhos alheios sem indicação de qualquer fonte de onde as informações foram retiradas

1.6 A pesquisa no Colégio Farroupilha Cada Nível de Ensino deve propor, em sintonia com o plano de estudos do Colégio Farroupilha, objetivos específicos das pesquisas escolares para cada área do conhecimento, ou seja, as expectativas de aprendizagem que os alunos deverão desenvolver/construir sobre o assunto

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questionado/problematizado devem alinhar e contemplar requisitos essenciais ao longo da vida escolar até a conclusão do ensino médio. As expectativas de aprendizagem serão planejadas pelo professor com base no Plano de Ensino da Escola, no Parâmetro Curricular Nacional (PCN) e no Referencial Curricular Nacional (RCN), após alinhamento com a equipe pedagógica do Colégio. De um modo geral, sugerem-se alguns dos objetivos citados no Plano de Estudos do Colégio Farroupilha, nos RCNs e nos PCNs. Colégio Farroupilha

1.6.1

Educação Infantil - Plano de Estudo e RCNs

Objetivo geral: Apresentar curiosidade investigativa a partir de vivências, de questionamentos do cotidiano e de exploração de materiais. Objetivos específicos: • elaborar perguntas e respostas de acordo com os diversos contextos que o aluno participa;

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• participar de situações que envolvem a necessidade de explicar e argumentar suas ideias e pontos de vista; • Interessar-se e demonstrar curiosidade pelo mundo social e natural, formulando perguntas, imaginando soluções para compreendê-lo, manifestando opiniões próprias sobre os acontecimentos, buscando informações e confrontando ideias; • ampliar o repertório de conhecimentos a respeito do mundo social e natural; • formular perguntas;


• participar ativamente na resolução de problemas; • estabelecer algumas relações simples na comparação de dados; • confrontar ideias pessoais com as de outras crianças; • formular coletiva e individualmente conclusões e explicações sobre o tema em questão; • utilizar, com ajuda do professor, diferentes fontes para buscar pessoas, livros, mapas etc.; • utilizar a observação direta e com uso de instrumentos, como binóculos, lupas, microscópios etc., para obtenção de dados e informações; • conhecer locais que guardam informações, como bibliotecas, museus etc.;

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informações, como objetos, fotografias, documentários, relatos de

• ler e interpretar registros, como desenhos, fotografias e maquetes; • registrar informações utilizando diferentes formas: desenhos, textos orais ditados ao professor, comunicação oral registrada em gravador etc. 1.6.2

Anos Iniciais - Plano de Estudo e PCNs

Objetivo geral: Questionar a realidade definindo um foco a ser investigado, coletando e selecionando informações de diferentes fontes sobre o recorte escolhido.

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Objetivos específicos: • utilizar as diferentes linguagens — verbal, matemática, gráfica, plástica e corporal — como meio para produzir, expressar e comunicar suas ideias, interpretar e usufruir das produções culturais, em contextos públicos e privados, atendendo a diferentes intenções e situações de comunicação; • saber utilizar diferentes fontes de informação e recursos tecnológicos para adquirir e construir conhecimentos;

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• questionar a realidade formulando-se problemas e tratando de resolvê-los, utilizando, para isso, o pensamento lógico, a criatividade, a intuição, a capacidade de análise crítica, selecionando procedimentos e verificando sua adequação. 1.6.3

Anos Finais - Plano de Estudo e PCNs

Objetivo geral: Questionar e investigar a realidade, elaborando projeto de pesquisa, mediante delimitação do objeto de estudo e definição da metodologia 18

a ser utilizada. Objetivos específicos: • aprender a conhecer, que pressupõe saber selecionar, acessar e integrar os elementos de uma cultura geral, suficientemente extensa e básica, com o trabalho em profundidade de alguns assuntos, com espírito investigativo e visão crítica - em resumo, significa ser capaz de aprender a aprender ao longo de toda a vida;


• aprender a fazer, que pressupõe desenvolver a competência do saber se relacionar em grupo, resolver problemas e adquirir uma qualificação profissional; • utilizar as diferentes linguagens: verbal, matemática, gráfica, plástica e corporal como meio para produzir, expressar e comunicar suas ideias, interpretar e usufruir das produções culturais, em contextos públicos e privados, atendendo a diferentes intenções e situações de

• saber utilizar diferentes fontes de informação e recursos tecnológicos para adquirir e construir conhecimentos; • questionar a realidade formulando problemas e tratando de resolvêlos, utilizando, para isso, o pensamento lógico, a criatividade, a intuição, a capacidade de análise crítica, selecionando procedimentos e verificando sua adequação. • destacar a importância do desenvolvimento do pensamento indutivo

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comunicação;

e dedutivo e oferecer sugestões de como trabalhar com explicações, argumentações e demonstrações. 1.6.4

Ensino Médio - Plano de Estudos e PCNs

Objetivo geral: Demonstrar capacidade de realizar investigação científica, criticidade e inovação para apontar possíveis soluções e/ ou abordagens a um determinado problema de pesquisa. Objetivos específicos: • utilizar as diferentes linguagens — verbal, matemática, gráfica, plástica e corporal — como meio para produzir, expressar e

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comunicar suas ideias, interpretar e usufruir das produções culturais, em contextos públicos e privados, atendendo a diferentes intenções e situações de comunicação; • saber utilizar diferentes fontes de informação e recursos tecnológicos para adquirir e construir conhecimentos; • questionar a realidade formulando problemas e tratando de resolvêlos, utilizando, para isso, o pensamento lógico, a criatividade, a intuição, a capacidade de análise crítica, selecionando procedimentos

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e verificando sua adequação. • desenvolver competências para continuar aprendendo, de forma autônoma e crítica, em níveis mais complexos de estudos; • aprimorar o educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico; • compreender os fundamentos científicos e tecnológicos dos processos produtivos; 20

• relacionar a teoria com a prática


2. ETAPAS DO PROJETO DE PESQUISA CIENTÍFICA

2.1 Escolha do tema Essa fase, para quem está iniciando uma pesquisa escolar, é considerada uma das mais difíceis. Conforme Selltiz, Wrightsmann e Cook (Apud CASARIN, 2011), um tema pode surgir de um interesse prático, como para verificar a origem de

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A formulação de um projeto de pesquisa normalmente não ocorre no início do processo, mas, sim, uma vez delimitado o tema (e o problema correspondente) da pesquisa e, com base na escolha de um quadro teórico, elaboradas as hipóteses e, em função destas, selecionados tanto a documentação pertinente quanto os métodos e técnicas que serão empregados. (GERHARDT e SILVEIRA, 2009, p. 65).

um problema observado no dia a dia. Por exemplo, no colégio, os alunos não utilizam um sistema de busca1 para localizar os livros da biblioteca, eles se apresentam ao balcão e pedem ajuda para localizar determinado material. Neste caso, é possível iniciar um estudo para identificar o porquê do sistema não ser utilizado. A melhor dica para quem está começando a elaborar pesquisas escolares é analisar os trabalhos já publicados na sua área de interesse. Depois de identificado o problema a ser trabalhado, o primeiro passo é fazer um levantamento bibliográfico sobre o que já foi produzido e publicado sobre o assunto em questão.

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Grifo nosso

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2.2 Justificativa A justificativa no projeto de pesquisa é o convencimento de que o trabalho de pesquisa necessita para fundamentar e exaltar a importância do tema a ser estudado.

2.3 Problema de pesquisa A identificação e delimitação do problema é justamente o momento

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em que o pesquisador entra de cabeça na vida, no contexto e no passado que constituem o problema. É o momento em que é descoberto o fenômeno por trás das aparências imediatas. Você, como pesquisador, sai em busca de respostas.

2.4 Objetivos Os objetivos, muitas vezes, definem a natureza do trabalho. Eles podem ser intrínsecos, quando se referem aos problemas que se quer resolver no interior do projeto, ou extrínsecos, como dever de aula ou

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trabalhos finais de cursos de formação. Objetivos Gerais são o propósito do estudante na realização da pesquisa. Objetivos Específicos significa aprofundar o que foi apresentado como gerais. De acordo com Cervo, Bervian e Silva, “[...] o estudante pode querer mostrar novos aspectos do problema ou até mesmo utilizar os conhecimentos adquiridos com a pesquisa para nortear o caminho profissional”.


2.5 Levantamento bibliográfico e fontes O primeiro passo para o levantamento bibliográfico é visitar a biblioteca do colégio. Caso não encontre os materiais para a pesquisa, sugere-se consultar em outros acervos, mesmo que seja para enriquecer ainda mais a sua pesquisa. Além disso, a internet pode apresentar várias

2.6 Metodologia É importante destacar neste item que grande parte dos investigadores que estão iniciando tendem a escolher o método antes mesmo de definir o problema. A recomendação é justamente o oposto. No caso de uma pesquisa qualitativa, a coleta de dados será basica-

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ferramentas interessantes, como o Google Acadêmico.

mente composta por análise de fenômenos ou fatos. Já na pesquisa quantitativa, será realizada uma coleta de um número expressivo de sujeitos, para obtermos resultados estatísticos.

2.7 Referências As Referências estruturam-se pela composição de uma lista com todas as obras utilizadas na pesquisa, identificando cada item pelo autor, título, local de edição, editora. Para os casos de pesquisas online, é importante identificar o endereço completo do link e a data de acesso.

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3. APRESENTAÇÃO DA PESQUISA CIENTÍFICA “Na realidade, o conhecimento teórico ou prático, desprovido dos meios para sua conservação e transmissão, pouco significa em si mesmo. O trabalho humano se torna material por meio de procedimentos, regras, instruções, modelos, que podem ser repetidos, ensinados e aprendidos. Sem essa condição fundamental - a expressão do conhe-

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cimento em regras compreensíveis pelo outro - a civilização material não tem condições de se reproduzir. Ensinar e aprender a criar são atos que requerem uma linguagem comum.” (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA…, 2011, p.4).

3.1 Normatizações do trabalho científico (ABNT) No Brasil, as normas formais de apresentação de trabalhos são dadas

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pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) que é o órgão responsável pela normalização técnica, fornecendo a base necessária ao desenvolvimento tecnológico do país. Sendo assim, todo o trabalho de cunho científico-acadêmico, que segue as normas de apresentação técnica dos respectivos trabalhos, tem elevado seu padrão de qualidade de produtos e serviços. “A formalização dos trabalhos acadêmicos segue regras que se fundamentam na clareza de exposição da pesquisa. Por exemplo, o texto de algum livro ou outro documento recebe uma formatação que o diferencia prontamente do texto do autor do trabalho” (MENDES, 2012, p. 69).


“A normalização é tecnologia consolidada, que nos permite confiar e reproduzir infinitas vezes determinado procedimento, seja na área industrial, seja no campo de serviços, ou em programas de gestão, com mínimas possibilidades de errar, entre outros aspectos altamente positivos.” (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2011, p.3).

O aluno ingresso no ambiente acadêmico deve, como iniciante na linguagem técnico-científico, conhecer e aplicar as regras estabelecidas pela ABNT, mesmo que de forma adaptada (desde que não se distancie trabalhos dentro de padrões que serão cobrados ao longo de toda sua vida escolar, universitária e, também, profissional. Abaixo, algumas normas técnicas importantes para orientação do aluno na apresentação normalizada do seu trabalho: NBR 14724 de 2011 - Trabalhos acadêmicos: especifica os princípios gerais para a elaboração de trabalhos acadêmicos (teses, dissertações

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do que é solicitado pela ABNT), dessa forma estará apto a desenvolver

e outros), visando sua apresentação à instituição (banca, comissão examinadora de professores, especialistas designados e/ou outros) e aplica-se, no que couber, aos trabalhos acadêmicos e similares, intra e extraclasse. NBR 6024 de 2012 - Numeração progressiva das seções de um documento: especifica os princípios gerais de um sistema de numeração progressiva das seções de um documento, de modo a expor em uma sequência lógica o inter-relacionamento da matéria e permitir sua localização. NBR 6027 de 2012 - Sumário: especifica os princípios gerais para elaboração de sumários em qualquer tipo de documento.

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NBR 10520 de 2002 - Citações em documento: especifica as características exigíveis para apresentação de citações em documentos. NBR 6023 de 2002 - Referência: é a norma que mostra como o aluno formatará as suas referências bibliográficas. NBR 15437 de 2006 - Pôsteres técnicos e científicos: estabelece princípios gerais para apresentação de pôsteres técnicos e científicos. NBR 6028 de 2003 - Resumo: estabelece os requisitos para redação e

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apresentação de resumos.

3.2 Apresentação oral A apresentação oral é um momento de tensão e nervosismo. Teme-se passar informações erradas, falar muito rápido ou muito devagar, esquecer o que ia ser dito, o famoso “branco”. São muitos os imprevistos que podem acontecer em uma apresentação dessas e isso dificulta o controle da ansiedade. Para facilitar esse momento tão árduo, Mendes (2012) cita algumas dicas fundamentais:

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a) ter duração de 10 a 15 minutos; b) iniciar com uma breve apresentação da pesquisa (nome do autor, instituição a qual pertence, título da pesquisa); c) sintetizar todas as partes que compõem a pesquisa (pode-se usar uma folha de guia para que nenhuma informação importante seja esquecida); d) evitar repetições desnecessárias; e) ao mudar de tópico (capítulo, etapa), evidencie isso com comentários, para evitar a confusão de quem assiste; f) cuidado com apresentação de dados técnicos e tabelas;


g) para um bom controle do tempo, faça um roteiro de apresentação e treine algumas vezes (através de gravação, preferencialmente de vídeo); h) procure adaptar a linguagem ao público que irá assistir; i) evite expressões como “daí”, “tipo”, “hãã” e gírias;

k) para controlar o nervosismo, treine a apresentação com pessoas próximas (irmãos, pais, amigos), solicitando a opinião delas; mostre conhecimento e domínio sobre trabalho que está apresentando, não adianta ter desenvoltura se não demonstrar domínio do conteúdo que foi produzido.

3.3 Apresentação escrita

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j) cuide o tom de voz (baixo, alto) e a velocidade da fala (rápido, devagar), além da postura;

Para a apresentação escrita da pesquisa realizada, serão listadas a forma e a estrutura de apresentação de acordo com as normas estabelecidas pela ABNT, adaptadas para o Colégio Farroupilha, quando necessário. 3.3.1

Forma de apresentação

a) Papel Para trabalhos digitados, deve-se utilizar papel branco ou reciclado A4 (21cm x 29,7cm). Exceções conforme orientação do professor. b) Margens Anverso: esquerda e superior - 3 cm, direita e inferior - 2 cm Verso: direita e superior - 3 cm, esquerda e inferior - 2 cm

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c) Impressão Deve ser feita na cor preta, com exceção das ilustrações que podem ser coloridas. Pode ser feita impressão em frente e verso, observando que início de capítulo sempre ficará em frente.

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d) Espaçamento entre linha Nas normas da ABNT, deve-se utilizar espaçamento 1,5 entre linhas. Há exceção nas referências, que se faz uso de espaçamento simples.

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e) Fonte Deve-se utilizar fonte Arial 12 ou Times New Roman 12 em todo o trabalho, exceto para citações com mais de três linhas, notas de rodapé e legendas das imagens. Citações longas (mais de três linhas): tamanho 10. Notas de Rodapé: tamanho 10. Legendas das imagens (ilustrações, quadros ou tabelas): 10. f) Paginação Deve ser inserida, em números arábicos, no canto superior direito (anverso) e no canto superior esquerdo (verso). A capa não é contada como página. A folha de rosto e o sumário devem ser contados, porém o número não deve aparecer. A primeira página da Introdução, dos Capítulos e demais partes que contenham títulos não são enumeradas. Havendo apêndice e anexo, as suas folhas ou páginas devem ser numeradas de maneira contínua, e sua paginação deve dar segmento à do texto principal. g) Parágrafo O Parágrafo deve ser recuado 1,25 cm da margem esquerda. Citações: 4 cm da margem esquerda. Utilizar alinhamento justificado em todo o texto.


mapas, desenhos, plantas, gravuras. - Quaisquer dessas figuras devem ter seu título identificado na parte superior, precedida da palavra designativa, seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto, em algarismos arábicos, travessão e respectivo título. - Na parte inferior, deve constar a fonte consultada (mesmo que seja produção do próprio autor), legenda, notas e outras informações necessárias à compreensão da figura (se houver). - Devem ser citadas no texto e inseridas o mais próximo possível do trecho a que se refere. • Consideram-se tabelas: forma não discursiva de apresentar informações das quais o dado numérico se destaca como informação central. Para elaboração de tabelas, segue-se a orientação das Normas de apresentação tabular do IBGE

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h) Figuras, Tabelas e Quadros Consideram-se figuras: denominação genérica de fotos, gráficos,

(http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/monografias/GEBIS%20 -%20RJ/normastabular.pdf). A elaboração geral da tabela deve constar: • Número: inscrito no seu topo sempre que o documento apresentar duas ou mais tabelas; ele é precedido da palavra Tabela, ambos grafados em negrito e localizados no topo da tabela; a menção do número no texto é obrigatória, na ordem em que é referida. • Título: deve ser completo, conciso e claro, indicando todo o conteúdo da tabela; deve ser apresentado na seguinte ordem: natureza do fato estudado (o quê), variáveis escolhidas para análise do fato (como), local (onde) e a época (quando) em que os fatos

29


foram observados. O título da tabela é colocado na sua parte superior, grafado com letras minúsculas, respeitando as regras gramaticais do idioma, com espaçamento simples entre as linhas. • Moldura: inscrita no centro, para estruturar os dados numéricos e termos necessários à compreensão; • Cabeçalho: parte superior da tabela que indica o conteúdo das colunas. • Indicador de linha: espaço vertical que especifica o conteúdo das Colégio Farroupilha

linhas. • Fonte: a entidade responsável pelo fornecimento dos dados ou a referência ao documento de onde foram extraídos. Deve ser posicionada no rodapé da tabela. Caso a fonte consultada seja uma publicação, deve-se indicar a referência completa do documento ou remeter à referência na listagem final da tese; a palavra fonte deve ser grafada com a inicial maiúscula, seguida por dois pontos. • Notas e chamadas: esclarecimentos gerais ou específicos do 30

conteúdo da tabela. São colocadas no rodapé da tabela logo abaixo da fonte. Apresentam informações de natureza geral destinadas a conceituar ou esclarecer o conteúdo da tabela e a indicar a metodologia adotada na coleta e elaboração de dados. Cada nota deve ser indicada em linha própria, podendo ou não ser numerada ou identificada por símbolos gráficos; as chamadas notas específicas servem para esclarecer minúcias em relação às casas, colunas ou linhas. São indicadas em algarismos arábicos ou símbolos gráficos; A palavra “nota” deve ser grafada com a inicial maiúscula, seguida por dois pontos.


PG 31)

Ex.: Tabela PG 31) 1 – Número de professores que utilizaram a biblioteca do Colégio Farroupilha em 2013. Tabela 1 – Número de professores que utilizaram a biblioteca do Colégio Farroupilha Nível de ensino Número de professores % em 2013.

Jardim de Infância

Nível de ensino

23

Número de professores

%

Jardim de Infância

23

30

Anos Iniciais

35

Anos Iniciais Anos Finais

Ensino Médio Anos Finais

12

35 12

45

6

15

Fonte: EnsinoRelatório Médio gerado pelo sistema da 6 biblioteca

30 45 15 10

10

• Consideram-se quadros: os quadros são definidos como arranjo predominante de palavras dispostas em linhas e colunas, com ou sem indicação de dados numéricos. Diferenciam-se das tabelas por apresentarem um teor esquemático e descritivo, e não estatístico. A apresentação dos quadros é semelhante à das tabelas, exceto pela colocação dos traços verticais em suas laterais e na separação das casas.

Quadro 1 – Identificação dos temas trabalhados pelos alunos

Quadro 1 – Identificação dos temas trabalhados pelos alunos Nome do aluno

Livro

Ana Silva

Feijão e arroz

Nome do aluno Ana Silva

Pedro Santos

Livro

Feijão e arroz

Criação de cavalos

Fonte: Silva, Maria (2013).

Pedro Santos

Tema

Tema Alimentação dos brasileiros

dos Os Alimentação animais brasileiros encontrados nas fazendas

Criação de cavalos

Fonte: Silva, Maria (2013).

Os animais encontrados nas fazendas

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Fonte: Relatório gerado pelo sistema da biblioteca

31


3.3.2

Estrutura de apresentação

Pela ABNT, a estrutura de apresentação de uma monografia deve conter: capa, folha de rosto, sumário, introdução, desenvolvimento, conclusão, referências bibliográficas, anexos, apêndice. Os elementos de um trabalho acadêmico possuem estrutura composta por partes pré-textuais, textuais e pós-textuais, devendo obedecer a seguinte ordem:

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3.3.2.1 Elementos Pré-textuais a) Capa Serve para proteção externa do trabalho. Deve conter os elementos necessários à sua identificação na seguinte ordem: • Nome da instituição: centralizada à margem superior, com letras maiúsculas, tamanho 12, espaçamento entre linhas simples; • Nome completo do autor: abaixo do nome da instituição, centralizado, letras maiúsculas, tamanho12; 32

• Título do trabalho: no centro da folha, centralizado, letras minúsculas, tamanho 12; • Subtítulo, se houver: separado do título por “:”; • local: centralizado na borda inferior e as primeiras letras maiúsculas, tamanho 12; • ano de entrega: centralizado, abaixo do local, tamanho12.


Ex.:

Título do trabalho: Subtítulo se necessário

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NOME DA INSTITUIÇÃO NOME COMPLETO DO ALUNO

33

Porto Alegre 2014


b) Folha de rosto Contém os elementos essenciais à identificação do trabalho. Deve incluir os elementos constantes da capa com exceção do nome da instituição. Acrescenta-se a 3 cm abaixo do título a justificativa do trabalho. A justificativa deve ser alinhada à margem direita a partir do meio da página. Utiliza-se fonte Times New Roman ou Arial 12 em letras

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minúsculas. A justificativa deve conter os seguintes itens: • Natureza do trabalho (projeto, resumo, fichamento, etc.); • Objetivo (disciplina); • Instituição; • Nome do professor abaixo da justificativa. 34

Ex.:

NOME COMPLETO DO ALUNO

Título do trabalho: subtítulo se necessário

Natureza do trabalho, objetivo (disciplina), instituição Nome do Professor

Porto Alegre 2014


c) Lista de ilustrações, tabelas, quadros, abreviaturas e siglas Enumeração de elementos selecionados do texto, ilustrações (figuras), exemplos e tabelas, cada item designado por seu nome específico, acompanhado do respectivo número da página. O título deve ser centralizado, sem indicativo numérico, obedecem à ordem que aparecem no texto, exceto para Abreviaturas e siglas que devem estar relacionados em ordem alfabética.

itens. Obs.: as listas devem estar em folhas separadas, na seguinte ordem: 1ª - Lista de ilustrações ou figuras, 2ª - Tabelas, 3ª - Abreviaturas e siglas Ex.:

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Recomenda-se fazer lista para informações que contenham mais de 3

LISTA DE FIGURAS

Figura 1 – Exemplo de capa de trabalhos........................................12 Figura 2 – Exemplo de folha de rosto de trabalhos..........................13 Figura 3 – Exemplo de sumário de trabalhos...................................18 Figura 4 – Exemplo de lista.............................................................. 20

35


d) Sumário O sumário consiste na enumeração das principais divisões e outras partes do trabalho na mesma ordem e grafia que se sucedem no texto acompanhado do número da página. A palavra “SUMÁRIO” deverá ficar posicionada na parte superior da folha, centralizada. Os indicativos de seções devem ser alinhados à esquerda, com pará-

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grafos justificados. Deve-se adotar uma numeração progressiva para evidenciar a sistematização do conteúdo do trabalho. Segundo NBR 6024 deve-se limitar a numeração progressiva (subdivisão de seções) até a seção quinária, ou seja, até cinco subseções. Ex.:

SUMÁRIO

36

(2 espaços de 1,5) 1 INTRODUÇÃO...................................................................

8

2 CAPÍTULO.........................................................................

21

2.1 SUBCAPÍTULO...............................................................

23

2.1.1 Subcapítulo.................................................................

26

2.1.1.2 Subcapítulo................................................................

28

2.1.1.2.1 Subcapítulo............................................................

32

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS...............................................

62

REFERÊNCIAS.....................................................................

63

ANEXOS................................................................................

67


3.3.2.2 Elementos Textuais a) Introdução Parte inicial do texto, onde devem constar a delimitação do assunto tratado, objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar o tema do trabalho. Deve contemplar, basicamente, as seguintes informações:

• justificativa da escolha do tema; • objetivo do estudo e/ou pesquisa; • organização e distribuição do trabalho em seções. b) Capítulos Parte principal do texto, que contém a exposição ordenada e porme-

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• natureza e importância do trabalho;

norizada do assunto. Divide-se em seções e subseções que variam em função da abordagem do tema e do método. Nos capítulos, deverá constar a revisão de literatura, metodologia, resultados obtidos etc. c) Conclusão Parte final do texto, na qual se apresentam conclusões correspondentes aos objetivos ou hipóteses.

37


3.3.2.3 Elementos Pós-textuais a) Referências É o conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de um documento, que permite sua identificação individual. As referências devem ser alinhadas à margem esquerda do texto, de maneira que se identifiquem individualmente com espaço simples e separadas umas das outras por dois espaços simples.

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A letra deve ser tamanho 12, e o tipo da fonte deve ser o mesmo utilizado no texto. Os recursos negrito, itálico ou sublinhado devem ser uniformes em todas as referências. Neste manual, sugere-se utilizar o recurso negrito para destaque. As referências devem aparecer em uma lista no final do trabalho, em ordem alfabética. 38

• Monografia no todo: quando a informação foi retirada desse tipo de material. Para fins de referências, são consideradas monografias: livro, folheto, manual, guia, catálogo, enciclopédia, dicionário e trabalhos acadêmicos (trabalhos de conclusão de curso, dissertações e teses). Os elementos essenciais são os seguintes: autor, título, edição, local, editora e data de publicação. Podem, ainda, ser acrescentados os elementos complementares, como paginação, quantidade de volumes, ISBN, série entre outros.


Autor pessoa: quando o autor da obra é uma pessoa, a obra pode possuir um ou mais autores. Exemplo um autor: MENDES, Fábio Ribeiro. Iniciação cientifica: para jovens pesquisadores. Porto Alegre: Autonomia, 2012. 118 p. • Autor entidade: quando o autor da obra é uma entidade (empresa,

Exemplo: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos; apresentação. Rio de Janeiro, 2002. Exemplo:

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órgão público, associação etc.).

BRASIL. Ministério da Justiça. Relatório de atividades. Brasília, DF, 2010. 28 p. • Sem autor: quando não é possível identificar a autoria da obra. Exemplo: NOVA Enciclopédia Barsa. Rio de Janeiro: Encyclopédia Britannica, 1998, v.4, p.125129. • Artigo ou matéria de revista: quando a informação foi retirada desse tipo de material

39


Exemplo: SALOPEK, Paul. Para longe do Éden. National geographic Brasil. São Paulo, v.13, n.165, p. 40-61, dez. 2013. • Artigo ou matéria de jornal: quando a informação foi retirada desse tipo de material Exemplo: MARSHALL, Francisco. O grande espetáculo do ano. Zero Hora, Porto Colégio Farroupilha

Alegre, 17 dez. 2013. Segundo Caderno, p.1. • Internet: quando a informação foi retirada de um site na internet Exemplo: AUTOR/INSTITUIÇÃO. Título do conteúdo. Nome do site. Ano. Disponível em: <endereçoeletrônico>. Acesso em: dia mês abreviado. Ano. ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE E EDUCACIONAL DE 1858. Mantenedora. Colégio Farroupilha. Disponível em: 40

<http://colegiofarroupilha.com.br/farroupilha/mantenedora>. Acesso em: 31 de jan. de 2014. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Amazônia. Disponível em: <http:// www.mma.gov.br/biomas/amaz%C3%B4nia>. Acesso em: 31 de jan. de 2014. b) Anexo e apêndice Anexo: elemento opcional. É um texto ou documento, não elaborado pelo autor, que serve de comprovação, fundamentação e ilustração,


conforme a ABNT NBR 14724 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2011). Deve ser precedido pela palavra ANEXO, identificado por letras maiúsculas consecutivas, seguidas de hífen e pelos respectivos títulos. Utilizam-se letras maiúsculas dobradas na identificação dos anexos, quando esgotadas as letras do alfabeto. A paginação deve ser contínua, dando seguimento ao texto principal.

ANEXO A – Modelo de capas de livros ANEXO B – Lista de imagens de eventos - Apêndice: elemento opcional. Consiste em texto ou documento elaborado pelo autor, a fim de complementar sua argumentação, conforme a ABNT NBR 14724 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS,

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EX.:

2011). Deve ser precedido pela palavra APÊNDICE, identificado por letras maiúsculas consecutivas, seguidas de hífen e pelos respectivos títulos. Utilizam-se letras maiúsculas dobradas na identificação dos anexos, quando esgotadas as letras do alfabeto. A paginação deve ser contínua, dando seguimento ao texto principal. Ex.: APÊNDICE A – Exemplos de referência para trabalhos acadêmicos APÊNDICE B – Exemplos de projetos

41


3.3.3

Citações

Segundo a norma NBR-10520 (2002, p.1) citação significa: “menção, no texto, de uma informação extraída de outra fonte.” Nesse sentido pensa-se que usar citação em um trabalho escolar dá credibilidade e fornece informações primordiais as pesquisas desenvolvidas pelos alunos. Segundo o Sistema de Biblioteca da Universidade Federal de Santa Catarina, podem-se destacar duas2 formas mais comuns:

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a) Citação direta: “É a transcrição ou cópia de um parágrafo, uma frase ou uma expressão, usando exatamente as mesmas palavras usadas pelo autor do trabalho consultado. Nesse caso, repete-se palavra por palavra e estas devem vir, obrigatoriamente entre ‘aspas duplas’, ou com destaque gráfico, seguidas da indicação da fonte consultada”. b) Citação Indireta ou Paráfrase: “É a transcrição das ideias de um autor usando suas próprias palavras. 42

Ao contrário da citação direta, a citação indireta deve ser encorajada, pois é a maneira que o pesquisador tem de ler, compreender e gerar conhecimento a partir do conhecimento de outros autores”.

3.4 Pôster Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (2006), um pôster é um instrumento de comunicação exibido em diversos suportes, que sintetiza e divulga o conteúdo a ser apresentado.

2

Disponível em: http://www.bu.ufsc.br/design/Citacao.html - Acesso em fev. de 2014.


A elaboração do pôster deve ser feita com a observação da NBR 15437 (Pôsteres técnicos e científicos), que estabelece os princípios gerais para esse tipo de apresentação. 3.4.1

Estrutura geral do pôster:

a) Nome da instituição de origem: elemento obrigatório. Deve constar na parte superior do pôster.

pôster, logo abaixo da instituição. c) Subtítulo: elemento opcional. Deve ser diferenciado do título tipograficamente ou separado por dois pontos. d) Autor: elemento obrigatório. O nome do autor (ou autores) deve aparecer logo abaixo do título. e) Professor: elemento opcional. Deve constar logo abaixo do nome

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b) Título: elemento obrigatório. Deve constar na parte superior do

do autor. f) Conteúdo: deve apresentar as ideias centrais do trabalho em forma de: Textos; Dados (tabelas, gráficos, diagramas, estatísticas...); Imagens (desenhos, fotografias, ilustrações...). g) Referências: elemento obrigatório. Devem ser elaboradas conforme ABNT NBR 6023. h) Endereço para contato: elemento opcional.

43


3.4.2

Regras de apresentação do pôster:

a) suporte: pode ser impresso (papel, lona, plástico etc.) ou eletrônico (exemplo: Software de apresentação). b) dimensões: para impressos - largura de 0,60 m até 0,90 m; altura 0,90 m até 1,20 m.

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c) Deve ser legível a uma distância mínima de 1 m.

4. AVALIAÇÃO Sugestão de avaliação - Professor Concordo plenamente Ter planejado a pesquisa escolar ajudou os alunos a fazer conexões e entender relações entre conceitos e contextos. Percebeu-se que a pesquisa orientada contribui para a resolução de problemas ou novas situações de aprendizagem.

44

Notou-se que os alunos focaram no pensamento crítico e em discussões mais profundas. O aluno reuniu elementos da informação pesquisada a fim de criar/ construir novos conhecimentos. Estimulou-se a busca de conhecimento e a geração de hipóteses. A partir dos dados levantados pelo grupo, nota-se que o aluno receptor confrontou o produto (pesquisa escolar) do colega com um ou mais critérios originais e/ou pessoais. Houve comprometimento e responsabilidade por parte do aluno para elaborar a pesquisa escolar.

Concordo parcialmente

Discordo


Sugestão de avaliação - Aluno Concordo plenamente

Concordo parcialmente

Discordo

O título da pesquisa escolar estava claro. Os questionamentos da pesquisa escolar são plausíveis ao tema definido.

O aluno apresentou o trabalho escrito dentro das normas estabelecidas. O aluno citou as devidas referências ao final da pesquisa escolar. A fonte das ilustrações foi mencionada (da forma correta). O professor apresentou um feedback para o aluno. O aluno apresentou um trabalho composto por todas as partes necessárias (capa, sumário, introdução, capítulos, conclusão e referências)

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O desenvolvimento da pesquisa escolar foi satisfatório (ações de pesquisa, resultados, texto original do aluno etc.)

As fontes utilizadas foram adequadas. O aluno utilizou mais de uma fonte para fazer sua pesquisa.

45


5. REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. História da normalização brasileira. São Paulo, 2011. Disponível em: <http://www.abnt.org.br/ imprensa/livro_abnt/70anos_ABNT. pdf>. Acesso em: 6 jan. 2014.

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BARROS, Aidil Jesus da Silveira e Neide Aparecida de Souza Lehfeld Silveira Barros. Fundamentos de Metodologia Científica. 3 Ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.

46

CASARIN, Helen de Castro Silva. Pesquisa Científica: da teoria à prática. Curitiba, Ibpex, 2011. CERVO, Amado Luiz, Pedro Alcino Bervian, Roberto da Silva. Metodologia Científica. 6 Ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. FONSECA, J. J. S. Metodologia da pesquisa científica. Fortaleza: UEC, 2002. GERHARDT, Tatiana Engel; SILVEIRA, Denise Tolfo (Org.). Métodos de pesquisa. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2009. (Série educação a distância). Disponível em: <http://www.ufrgs.br/ cursopgdr/downloadsSerie/derad005. pdf >. Acesso em: 03 de fev. de 2014. IBGE. Normas de apresentação tabular. 3ed. Rio de Janeiro, 1993. Disponível em: <ttp://biblioteca.ibge.gov.br/ visualizacao/monografias/GEBIS%20-%20RJ/ normastabular.pdf>. Acesso em: 6 jan. 2014.

Itabuna, BA: Via Litterarum, 2010. LEITE, Eduardo L. Plágio e outros estudos em direito de autor. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2009. MARTINS, Jorge Santos. O trabalho com projetos de pesquisa: do ensino fundamental ao ensino médio. Campinas, SP: Papirus, 2001. MENDES, Fábio Ribeiro. Iniciação científica: para jovens pesquisadores. Porto Alegre: Autonomia, 2012. MINAYO, M. C. S. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. São Paulo: HUCITEC, 2007. NDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 5ed. São Paulo: Atlas, 2003. Oliveira, Carla Ariella de. A pesquisa escolar em tempos de internet: reflexões sobre essa prática pedagógica. <http:// www.ppge.ufpr.br/teses/M08_oliveira. pdf >. Acesso em: dez de 2013. SAMPIERI, Roberto Hernández; COLADO, Carlos Fernández; LUCIO, María del Pilar Baptista. Metodologia de Pesquisa. São Paulo: Mc-Graw-Hill, 3. ed., 2006.

UNESP. Modelos de referência e citação com base nas normas da ABNT. KAUARK, Fabiana da Silva; MANHÃES, Disponível em: <http://www.sorocaba. Fernanda Castro; MEDEIROS, Carlos Henrique. unesp.br/Home/Biblioteca/guia-abnt_site. Metodologia da pesquisa: um guia prático. pdf>. Acesso em: 25 jan. 2014.


Este tutorial é apenas um resumo dos casos mais comuns. Qualquer dúvida relacionada à normalização de trabalhos escolares, entre em contato com a biblioteca por e-mail ou pessoalmente. biblioteca@colegiofarroupilha.com.br

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47


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