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ADAPTAÇÃO DE SASQUIA HIZURU OBATA

CONSTRUÇÃO

VERDE PRINCÍPIOS E PRÁTICAS NA CONSTRUÇÃO RESIDENCIAL

ISBN 13 978-85-221-2098-7 ISBN 10 85-221-2098-6

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ADAPTAÇÃO DE SASQUIA HIZURU OBATA

INTRODUÇÃO À ENGENHARIA AMBIENTAL

CONSTRUÇÃO

APLICAÇÕES: Para estudantes de graduação em engenharia civil, arquitetura e urbanismo, tecnologias da construção civil, controle de obras, construções de edifícios e meio ambiente; estudantes de cursos técnicos em edificações. Aplica-se como referencial para alunos de pós-graduação em Construções Sustentáveis, Arquitetura Sustentável, em Cidade & Arquitetura e Sustentabilidades, MBA Construção Sustentável e Edificação Eficiente, Construção Sustentável e Certificação Ambiental em Empreendimentos Imobiliários, entre outros. Também é recomendado como leitura complementar para o curso de pós-graduação em negócios imobiliários, perícias e avaliações de engenharia, cursos de extensão em eficiência energética, cursos de bioconstrução, ecoeficiência construtiva e que buscam tratar as sustentabilidades das edificações.

ABE KRUGER E CARL SEVILLE

OUTRAS OBRAS

VERDE

CONSTRUÇÃO VERDE: PRINCÍPIOS E PRÁTICAS NA CONSTRUÇÃO RESIDENCIAL fornece as diretrizes práticas e sustentáveis nas edificações, apresentando-se como um guia atual e amplo para essa área empolgante e emergente. Partindo dos principais conceitos para aplicações inovadoras de tecnologia de ponta e as últimas tendências do mercado, este texto oferece uma introdução sob uma abordagem aprofundada para construção de casas “verdes”. Diferentemente de outros textos que adotam uma abordagem orientada ao produto, este livro enfatiza a importância dos métodos de planejamento, processo e execução necessários para uma construção eficiente, de alto desempenho e voltada ao meio ambiente. O texto demonstra que escolhas e aplicações de tecnologias e produtos amigos do meio ambiente, assim como a seleção de materiais eficientes em energia, emissões, água e recursos naturais, requerem a atuação sistêmica e integrada dos atores, usuário/cliente e envolvidos na cadeia produtiva da edificação, assim como um planejamento cuidadoso para criar uma construção que tenha ciclo e custo de vida verdadeiramente verdes.

ABE KRUGER | CARL SEVILLE SASQUIA HIZURU OBATA (ADAPTAÇÃO)

ABE KRUGER E CARL SEVILLE

Tradução da 2ª- edição norte-americana P. Aarne Vesilind e Susan M. Morgan

CONSTRUÇÃO

VERDE PRINCÍPIOS E PRÁTICAS NA CONSTRUÇÃO RESIDENCIAL

FUNDAMENTOS DE ENGENHARIA GEOTÉCNICA Tradução da 8ª- edição norte-americana Braja Das e Khaled Sobhan PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA PARA ENGENHARIA E CIÊNCIAS Tradução da 8ª- edição norte-americana Jay L. Devore ENERGIA E MEIO AMBIENTE Tradução da 5ª- edição norte-americana Roger A. Hinrichs, Merlin Kleinbach e Lineu Belico dos Reis

9 788522 120987

4/11/16 10:19 AM


CONSTRUÇÃO VERDE


Sumário SEÇÃO 1 – O QUE É CONSTRUÇÃO VERDE E POR QUE ELA FAZ SENTIDO? 1 CAPÍTULO 1: Construção verde: visão geral 3 Definição de construção verde 3 Uma breve história da construção verde 16 Certificações de casas verdes 20 O caso para casas verdes 31 Resumo 34 Questões de revisão 35 Questões para o pensamento crítico 35 Palavras-chave 35 Glossário 36 Recursos adicionais 37 CAPÍTULO 2: A casa como um sistema 38 Ciência da construção 38 Envelope/fechamento da construção 60 Conforto interior 68 Resumo 71 Questões de revisão 71 Questões para o pensamento crítico 71 Palavras-chave 71 Glossário 72 Recursos adicionais 72 CAPÍTULO 3: Planejamento verde desde o começo 73 Projeto integrado 74 Escolha do local 79 Desenvolvimento do local 82 Projeto da casa 88 Durabilidade 101 Planejamento da construção 102 Resíduos da construção 102 Reformas 104 Resumo 108 Questões de revisão 108 Questões para o pensamento crítico 108 Palavras-chave 109 Glossário 109 Recursos adicionais 109 CAPÍTULO 4: Isolamento e estanqueidade de ar 110 História do isolamento 110

Escolha do isolamento 111 Escolha de uma barreira de ar 121 Posicionamento do envelope térmico 122 Materiais e métodos 123 Como completar o envelopamento térmico 141 Verificação de infiltrações no envelope 143 Considerações sobre reformas 147 Resumo 150 Questões de revisão 150 Questões para o pensamento crítico 150 Palavras-chave 150 Glossário 151 Recursos adicionais 152 Apêndice 4A: Comparação de tipos comuns de isolamento 153

SEÇÃO 2 – SISTEMAS ESTRUTURAIS 155 CAPÍTULO 5: Fundações 157 Tipos de fundação 157 Escolha da fundação 159 Materiais e métodos 161 Sistemas alternativos para paredes de fundações 168 Controle de umidade 171 Fundações e o fechamento da construção 173 Gás do solo 176 Proteção de árvores 176 Controle de pragas 176 Considerações sobre reformas verdes 180 Resumo 181 Questões de revisão 181 Questões para o pensamento crítico 182 Palavras-chave 182 Glossário 182 Recursos adicionais 183 CAPÍTULO 6: Pisos e paredes externas 184 Pisos e paredes: introdução 184 Madeira 189 Estruturas de madeira 199 Revestimento de parede 205 Piso do pavimento 209


VI

Componentes manufaturados 210 Estruturação com madeira 214 Casas feitas de toras de madeira 217 Alvenaria 217 ICFs 218 Pisos de lajes de concreto 219 Métodos de construção de paredes naturais e alternativas 220 Considerações da remodelação verde 222 Resumo 227 Questões de revisão 228 Questões para o pensamento crítico 228 Palavras-chave 228 Glossário 229 Recursos adicionais 230 CAPÍTULO 7: Telhados e sótãos 231 O papel dos telhados e sótãos nas casas verdes 231 Tipos de telhado e sótão 233 Os efeitos dos telhados e sótãos nas casas verdes 234 Noções básicas sobre telhados 236 Propriedades de materiais de cobertura 250 Materiais para telhados íngremes 253 Materiais para telhados de baixa inclinação 259 Calhas e dutos 263 Considerações para reformas 264 Resumo 265 Questões de revisão 265 Questões para o pensamento crítico 265 Palavras-chave 266 Glossário 266 Recursos adicionais 267

SEÇÃO 3 – ACABAMENTOS EXTERIORES 269 CAPÍTULO 8: Esquadrias 271 Tipos de esquadrias 271 National Fenestration Research Council 277 Classificações de esquadrias, códigos de energia e programas de construção verde 278 Como usar as classificações do NFRC 284 Tamanho, localização e sombreamento de esquadrias 285 Envidraçamento 287 Esquadrias de janelas, painéis para portas e molduras 291 Esquadrias fixas e operáveis 293

Construção verde

Ferragens e vedações 296 Grades 296 Instalação de janelas, portas e claraboias 297 Manejo das esquadrias 299 Utilização de material sustentável 306 Considerações sobre reformas 307 Resumo 310 Questões de revisão 310 Questões para o pensamento crítico 310 Palavras-chave 311 Glossário 311 Recursos adicionais 312 CAPÍTULO 9: Acabamentos externos de paredes 313 Introdução aos acabamentos externos 313 Materiais e métodos 317 Sistemas de controle de umidade 328 Detalhes da instalação dos acabamentos 334 Considerações sobre reformas 337 Resumo 338 Questões de revisão 339 Questões para o pensamento crítico 339 Palavras-chave 339 Glossário 339 Recursos adicionais 340 Apêndice A: Impactos ambientais dos materiais de revestimento 340 CAPÍTULO 10: Espaços externos de convívio 341 Espaços externos de convívio 341 Materiais e métodos 346 Cozinhas externas e lareiras 360 Considerações sobre reformas 361 Resumo 361 Questões de revisão 361 Questões para o pensamento crítico 362 Palavras-chave 362 Glossário 362 Recursos adicionais 362 CAPÍTULO 11: Paisagismo 363 Planejamento do paisagismo 363 Componentes do paisagismo 367 Usos especiais 380 Reestruturação ou reforma 380 Resumo 382 Questões de revisão 382


Sumário VII Prefácio VII

Questões para o pensamento crítico 383 Palavras-chave 383 Glossário 383 Recursos adicionais 384

SEÇÃO 4 – SISTEMAS INTERNOS 385 CAPÍTULO 12: Acabamentos internos 387 Tipos de acabamento interno 387 Como selecionar acabamentos internos 388 Materiais e métodos 392 Considerações sobre reformas 412 Resumo 413 Questões de revisão 413 Questões para o pensamento crítico 414 Palavras-chave 414 Glossário 414 Recursos adicionais 415

SEÇÃO 5 – SISTEMAS MECÂNICOS 417 CAPÍTULO 13: Aquecimento, ventilação e ar-condicionado 419 Envelope da construção 419 Sistemas de aquecimento e refrigeração 420 Equipamento 420 Distribuição 429 Sistemas de ventilação 433 Desumidificação e umidificação 433 Sistemas de dutos 435 Projeto do sistema de HVAC 447 Seleção de equipamentos de aquecimento e refrigeração 455 Manutenção 489 Resumo 491 Questões de revisão 491 Questões para o pensamento crítico 491 Palavras-chave 491 Glossário 492 Recursos adicionais 494 CAPÍTULO 14: Instalações e sistemas elétricos 495 Uso da eletricidade em residências 495 Sistemas elétricos residenciais 498 Sistemas elétricos e construção verde 503 Iluminação 505 Ventiladores 516

Eletrodomésticos 517 Eletrônicos 520 Equipamentos especiais 521 Educação do morador 521 Considerações sobre reformas 521 Resumo 523 Questões de revisão 523 Questões para o pensamento crítico 524 Palavras-chave 524 Glossário 524 Recursos adicionais 526 CAPÍTULO 15: Instalações hidráulicas 527 Recursos hídricos mundiais 527 Conservação da água 528 Suprimento de água potável 529 Fornecimento de água quente 532 Aquecedores de água 538 Remoção de águas residuais ou esgotos 546 Louças e metais sanitários 555 Válvulas de lavadoras e coletores de drenagem 565 Gestão de resíduos alimentares na cozinha 565 Considerações sobre reformas 566 Resumo 568 Questões de revisão 568 Questões para o pensamento crítico 569 Palavras-chave 569 Glossário 570 Recursos adicionais 572 CAPÍTULO 16: Energia renovável 573 Fontes renováveis de energia 573 Prós e contras da energia renovável 578 Como selecionar sistemas de energia renovável 579 Certificações 581 Como projetar uma casa para energia renovável 582 Sistema solares térmicos 583 Eletricidade gerada no local 590 Como dimensionar sistemas renováveis 592 Sistemas fotovoltaicos de energia solar 592 Sistemas de energia eólica 595 Sistemas micro-hídricos 596 Sistemas de células de combustível 596 Projeto de energia solar passiva para uma casa 597 As energias renováveis em projetos de reforma 597 As energias renováveis em projetos de edificações no Brasil 599


VIII

Análise de edificações em túnel de vento como recurso em projetos 600 Resumo 603 Questões de revisão 603 Questões para o pensamento crítico 604 Palavras-chave 604 Glossário 604 Recursos adicionais 605 Epílogo 606 O todo 606 O futuro da construção verde 609 Construção verde: como assimilar os principais conceitos 612 Avaliações e perícias em edifícios 612 Apêndice 617 Glossário 620 Índice remissivo 632

Construção verde


Prefácio IX

Prefácio Introdução Em um processo evolutivo de muitas décadas, a construção verde residencial atingiu o primeiro nível de maturidade com o desenvolvimento de programas de certificação da construção. Como esses programas se encontram em suas segundas ou terceiras gerações de desenvolvimento, acreditamos que seja a hora de se produzir um livro abrangente direcionado especificamente aos princípios da construção verde aplicados a casas unifamiliares. No mercado, a construção verde tem experimentado crescimento estável, com maior aceitação em alguns mercados do que em outros. Em 2005, nos Estados Unidos, a construção verde contava com um pequeno mercado florescente, que compreendia aproximadamente 2% das construções comerciais e residenciais.1 Esta porcentagem representava um valor total de US$ 10 bilhões (US$ 3 bilhões para residencial e US$ 7 bilhões para comercial). Por volta de 2013, a McGraw-Hill Construction calculou que o mercado geral da construção verde americana poderia atingir entre US$ 96 e US$ 140 bilhões para construções residenciais e comerciais. A recente crise financeira enfrentada pelos Estados Unidos reduziu de maneira significativa o espaço para novas construções, cenário que está sendo vivenciado no período que se iniciou no ano de 2014, que, no Brasil, se pro-

McGraw-Hill Construction (2009). 2009 Green Outlook: Trends Driving Change Report. 1

longou por 2015, acrescida de uma crise política, mas a construção verde continua a aumentar sua fatia de mercado. A atual condição da construção verde residencial como disciplina distinta está, a princípio, limitada a treinamentos e cursos oferecidos por organizações profissionais e certificação de construções individuais. Atualmente, alguns cursos de graduação e treinamento no nível de pós-graduação estão disponíveis para a formação em construção residencial sustentável. Esperamos que Construção verde: princípios e práticas em construção residencial ofereça um alicerce para futuros programas e evolução das disciplinas nesta área.

Enfoque Usamos nossa vasta experiência em construção, reforma, ciência da construção, ensino e avaliação da casa verde para criar esta introdução abrangente do livro sobre casas verdes. Nossa perspectiva é fornecer uma visão geral dos conceitos para construção verde, seguidos por métodos detalhados para incorporar materiais e técnicas em projetos específicos, bem como exemplos reais de sua implementação. Construção verde residencial como disciplina foi desenvolvida na prática com pouco treinamento disponível em nível


X

Construção verde

universitário. À medida que os estudantes buscam oportunidades de carreira na construção residencial verde, são necessários programas educacionais para prepará-los para o mercado. A maioria dos livros disponíveis sobre este assunto concentra-se na construção comercial ou no consumidor. Construção verde: princípios e práticas em construção residencial é direcionado para atender aos alunos que pretedem seguir

carreira no mercado da construção residencial, bem como aos profissionais do setor. O propósito deste livro é fornecer a todos os interessados em construção residencial e reforma um guia para compreensão dos princípios e da implantação da construção verde. Ele proporciona aos estudantes iniciantes e avançados, bem como aos profissionais experientes, informações úteis que podem ser incorporadas em seus estudos e práticas.

ORGANIZAÇÃO Construção verde: princípios e práticas em construção residencial está dividido em cinco seções, iniciando com a introdução de conceitos, seguida por seções que traçam a sequência da construção residencial. • Seção 1 – O que é construção verde e por que ela faz sentido? • Seção 2 – Sistemas estruturais • Seção 3 – Acabamentos externos • Seção 4 – Sistemas internos • Seção 5 – Sistemas mecânicos O conteúdo pode ser utilizado conforme apresentado ou os leitores podem reorganizar capítulos a fim de acomodar formatos alternativos para abordagens mais tradicionais e individualizadas. Cada capítulo começa com um destaque dos elementos verdes abordados no texto. Em seguida, apresentam-se o efeito desses elementos sobre o sistema da casa e uma visão geral dos materiais e métodos. Por fim, há uma seção específica sobre reformas. Como o principal objetivo da construção verde é projetar a estrutura para cada tipo de clima, são destacadas, em todos os capítulos, as características regionais que devem ser consideradas. Em alguns capítulos há uma variação desta estrutura, particularmente aqueles que tratam de sistemas mecânicos, em que materiais e métodos podem estar mais interligados ou mesmo integrados do que outras áreas.


Prefácio XI

PRINCIPAIS R ECURS O S Este livro inclui muitos recursos para ajudar os estudantes à medida que avançam nos capítulos: “Objetivos do aprendizado”: um conjunto claro dos objetivos do aprendizado oferece uma visão geral do material do capítulo e pode ser usado pelos estudantes para verificar se entenderam e assimilaram os pontos importantes.

1

l vista am ão gera ponto de erde: v is verde, a importância redeselantdoamos uma brevõees hipastraó-a v o ã ç u r Ap dr ão pa ão civil. construç as es e os Const construç diretriz as com ições de stria da criar as as defin resentad indú o ap plora udado a os e na verde sã pítulo ex e têm aj s projet Este ca nstrução ções qu exto do os de co organiza e o cont l as ta e específic e en bi cional. ão verd ogramas na uç pr l tr s ve ns do ní is em ria da co ões atua América, s. . As vers DO idos da r Home DIZA indústria tados Un STAR fo PREN ERGY as nos Es DO A ergia de ma EN progra ão de En TIVOS tendênci OBJE

paz de: será ca o aluno pítulo, deste ca leitura a de verde. Após a indústri trução da ns ais co nt ir . ambie • Defin um todo pactos para car os im iais como o verde çã • Expli ções residenc tru ns eiros. ios da co casas e empreit constru o benefíc nstruçã ever os tários de s de co scr rie ma De op ra pr og • tores, tre os pr en s constru õe aç o. nstruçã er as rel co ev scr de os • De os códig verde e e

s de o Avaliaç m os programa Definir tema de dele co er o Sis a relação Descrev tos de ar. ERS) e rtas e du Casas (H o verde. e de po e ad çã eid imento anqu constru de invest nstrução tes de est retorno car os tes s na co ples de • Expli melhoria los sim zar cálcu de caixa para ali Re • de fluxo análise verde.

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to de conjun enut mo um verde co nstrução e man uma trução os cons s de projeto, co biental total de s de im fin De se am ica e as fa das s e prát m o impacto nt ca ra ni du o téc minimiza ões tomadas a e manutençã tos cis ui ção que o. As de o, reform prazo sobre m ar, edificaçã ento, construçã longo dade do de ali s m to qu eja – plan dade da itos dire biente ali efe am qu , têm eio ra m casas nosso m is, uso da ter também pode de s s de aspecto s natura sas decisões s aspecto recurso Es saúde, o da energia. s sobre outro s que contrire to us água e s indire como os fato ito efe is ir ar e ente, ta l. produz eio ambi cimento globa nstruir, reform eio m nosso m ue para co ra o aq pacto no uecibuem pa ateriais usados causam im ra aq Os m também ergia usada pa mento de sa ca en na uma e funcio a durante como a manter minação usad te, assim ambien sfriamento, ilu ade de água ojeto de tid re . O pr mento, e a quan (Figura 1.1) ade de movisa mentos tid ca pa an ui da as em eq il a qu s pesso vida út efeito sobre da a s to da to men tação temao os desloca implan terra, de to men

ão Definiç

Ícones de “Princípios da construção verde”: um recurso exclusivo deste livro são os ícones dos “oito princípios”que ajudam na descrição dos princípios mais importantes da construção verde. Localizados no início de cada capítulo, eles servem como um lembrete e apresentam uma maneira eficiente de observar as práticas verdes abordadas em determinado capítulo.

PA L AV R A D O E S P E C I A L I S TA – E U A Construção verde: um con

ceito ant

Builder®

Courtesy Ron Jones, Green

Recursos “Palavra do especialista”: Nesses boxes de textos destacam-se especialistas no assunto ou do mercado que abordam uma variedade de questões importantes, além de profissionais que atuam diretamente em obras, que compartilham seu conhecimento de mercado e seu sucesso na aplicação de técnicas específicas em seus projetos.

igo Ron Jones, cofundador e presidente da Green Builder® Media. Desd os usos e as operações, e que as pessoas manutenções e eventuais começaram a construir – demolições de nossos edifí a maior parte da hiscios, e determinar de tória moderna da humanidad forma justa e precisa o e –, as relações custo total de uma edifientre o ambiente construíd cação – não apenas noss o e o ambiente naos custos pessoais, mas tural geralmente são obse também o custo para todo rvadas pelo ponto o sistema global. de vista de quais serão os O que comumente cham efeitos da natureza amos de “construção sobre nossas edificações. verde” não é, em hipót Em uma visão e relaese alguma, um conceito ção unilaterais, as edific novo; pois, desde que exist ações são projetadas em projetistas, conse construídas para servi trutores, profissionais e r o homem em suas trabalhadores da indústria finalidades, evitando sofre da construção têm-se cons r com o impacto Ron Jones iderado as maiores imé fundador de terremotos, incêndios plicações do ato de cons naturais, inunda- e diretor editorial truir e como os resultados da ções, condições atmosféric que suas atividades impa as (especialmente Green Builder® Media. ctam além das fronteiras tormentas), vendavais, condições climáticas Construtor e vencedor de de suas ações. São indivíduos que não ignoram as gerais (...) até mesmo a luz solar (...) sobre vários prêmios, arquiteto implicações para o ar, a água, a terra e todas as ouos edifícios têm sido, como tras espécies que dependem haveria de ser, projetista, defensor desses elementos para condições preocupantes viver, exatamente como nós. político e especialista para nós. As decisões relacionaMas, na ordem natural da das a pensar, planejar e evolução das coi- em construção verde agir de forma responsáve sas, não é surpresa que l são expressões da sustentabi tenhamos começado com reconhecimento lidade. internacional. recentemente a priorizar No final, tudo tem a ver com uma relação mútua o equilíbrio, o resentre ambiente natural e peito aos recursos disponíveis para construído. Hoje, já nós e o uso desomos capazes, pelo meno les, de modo a assegurar s parcialmente, de comp a continuidade desses rereender os efeitos que o ambiente cursos para as futuras geraç construído tem sobre o plane ões de nossa espéc ie e de todas ta – conhecemos não apen as outras. Isso é algo que as os recursos naturais já sabíamos; mas simplesm dos quais obtemos nossa energia e ente algumas vezes nos esquecem os materiais para construçã os desses aspectos. Exist o, mas também os sistemas natu e uma histó ria dos primeiros norte-american rais que nos rodeiam. os sobre as relações Começamos a entender entre os homens e seus que as reais atividades do recursos (incluindo seus depróprios senvolvimento e do proce tempos e energia) que diz: sso de construção – com certeza a empreitada mais visív O home m tolo constrói uma grande fogue el do consumo da huma ira e depois se nidade – não são os únicos fator afasta do calor, ao passo es que criam efeitos de que o homem inteligente longo constrói prazo no mundo natural. uma pequena fogueira e se Além disso, devemos cons senta perto dela para iderar se aquecer.


XII

Construção verde 47

A casa como um

sistema

Vo c ê s a b i a?

Recursos “Você sabia?”: localizados por todo o livro, esses boxes enfatizam questões exclusivas ou críticas que merecem atenção especial, assim como tabelas que fornecem comparações entre materiais e tecnologias para referência rápida.

Courtesy of Miller

Custom Homes

tes eiras são mais Barreiras radian ação. Essas barr por meio da radi tivamente as casa ou sai ela reduzir significa o, elas podem entra ou sai da fina película verã que o uma ar de de ante tas ade são compos l, tubulações. Dur erial zem a quantid gera com redu o Em s . sótã os, ante em amb do mat to na casa Barreiras radi dos e quentes, de arrefecimen dos lados, ou em os climas tempera inuir as cargas aplicada em um olina, compensad ) dim s, cart ínio , caso eficientes em tico alum ns o plás o e, em algu (geralmente “efetivo” kraft, filme R sótã r el tivo do pap s valo o refle um tura te com m tempera e ser usado, ante forneça a material altamen pod radi es um tos rior eira de stra infe ) barr R sub de ento rsos tipos de tos produtos (ou revestim sentam valores lquer um dos dive isolamento rígidos. Embora mui e, portanto, muitas vezes apre rna das vigas de a na parte inte de substrato. Qua ivo, 2.13a) ou pres OSB e materiais de calor condut de o ura flux (Fig ento o ado co stim telh pou ou reve muito ertura do ”, eles reduzem tamente na cob ou “equivalente s. ser laminada dire radiante pode mais informaçõe R-1. A barreira o Capítulo 7 para ura 2.13b). Ver (Fig ado telh do

ing 2013. Adapted

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provided by South

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House.

telhado para coberturas do que fabricam as te perfurada das por empresasé um OSB com barreira radian ica apl ser em pod , que reiras radiantes o LP TechShield de. Figura 2.13a Barção. Como exemplo, ciata-sepermite a drenagem da umida facilitar a instalasferência de calor radiante e tran a uz red que

© Cengage Learn

te Barreira radian para baixo) (lado brilhante

das podem ser aplica reiras radiantes Figura 2.13b Barcalor radiante solar. transferência de

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Isolamento e esta

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Defletores isola ntes Circulação do parte inferior ar da abertura da do beiral até a abertura da cum eeira Isolamento

Barreira de ar

119

O isolamento com fibra de aglomerante na vidro solta não fabricação, ma usa s esse aspecto tem suas des também vantagens. Fib ras de vidro transportadas podem ser pelo ar durant e a instalação ção dessas par , e a inalatículas represe nta um risco veis problema para s pulmonares. Frequentemente possímento com fibr , o isolaa de vidro é fab ricado com no 20% de conteú mínimo do reciclado, ainda que o isol removido e os amento retalhos da inst não sejam rec alação norma iclados. lmente

Isolamento com lã mineral

© Cengage Learnin

Todas as abe rtur devem ser ved as das paredes adas Abertura no teto e bordas vedada com isolamento rígido s

g 2013

Mantas isolantes ou isolamento jateado no teto

Figura 4.18 As mente vedadas paredes do sótão devem ser totaltrás. O bloque ao ar com uma barreira na io ar do sótão se abaixo das paredes impedeparte de com que o uni que com Defletores em os sistemas torno do isolametetos inclinados direcionam do piso. o ar em nto. vigas e pode ser nivelado com as vigas após lação. Quand o não se usa um aglomerante a instauma malha de , aplica-se tecido sobre as paredes, e, em o isolamento seguida, é aplicado em spray dentro da através dos vão cavidade s da malha (ve r Figura 4.20). Historicament e, isolantes com vidro eram fab ma nta s de fibra de rica formaldeído (ph dos com aglomerantes com fenolenol formalde hyde – PF) par ter as fibras uni a mandas, mas, hoje, alguns produt aglomerantes os usam acrílicos ou bio lógicos sem PF. a maior parte Embora do PF se dissipe durante a fab uma parte con ricação, tinua sendo libe dade da parede rada dentro da , o que pode caviser um proble pessoas extrem ma para amente sensíve is a produtos Gaseificação é químicos. o processo pel o qual muitos pro químicos se vol atilizam ou libe dutos em forma de ram moléculas gás. Hoje, mu no ar itos fabricante linhas de pro s oferecem dutos com agl omerantes sem talmente sem PF ou toaglomerantes.

Isolamento com lã mineral refe re-se à lã de esc de rocha. Lã de ória ou escória é feita do subprodut -fornos de min o de altoério de ferro. Lã de rocha é a partir de roc produzida ha basáltica nat ural. Um dos fabricantes usa princip uma mistura de 50% dessas dua ais tes. A maioria dos s foné de escória, que produtos de lã mineral disp onível contém até 90% trial reciclado. de conteúdo indusO isolamento com lã minera ponível em pro l está disdutos a granel e em mantas, um amido agl feitas com omerante. Sem elhante à fibr as fibras podem a de vidro, ser transportad inaladas, são as pelo ar e, quando irritantes par a o pulmão. lã mineral tam Isolantes de bém são oferec ido com e sem rev estimento de pap s em placas rígidas, elão. Há diversa sidades disponí s denveis, algumas das quais pod apropriadas par em ser a o uso sob laje s de concreto. fibra de vidro, Como a elas não são com bustíveis nem tam de antich amas adicionai necessis.

Isolamento po r celulose

Isolamento por celulose é feit o basicamente -jornal recicla de papeldo, tratado qui micamente par fogo, mofo e a resistir a pragas to jateado, a celu . Disponível apenas como pro lose pode ser aplicada em cav duabertas ou fech idades adas de parede s, sobre tetos de telhados, e, e beirais ainda, em spr ay, A celulose sec a é aplicada por a seco ou molhado. trás de malha cido em parede s de tese de gesso em sót beirais de telhado e sobre os tetos ãos. A celulose uma pequena “estabilizada” quantidade de utiliza aglomerante acr vado por água ílico atipara impedir que permitir que tenha maior esp sofra adensamento e essura com bai resultando em xo peso, menor densida de, menor pes volume maior. o em um O spray em via cavidades abe úmida é aplicad rtas e depois o em nivelad vigas. O excesso de material pod o pelo nível das longo do pro e ser reutilizado cesso (Figura ao 4.21). A celu em spray precisa lose úmida ser aplicada cor cesso de água, retamente, sem devendo secar expor alguns dia que se apliqu e o drywall, a s antes fim de mofo em paredes. A celu de evitar a formação lose tem baixo energia incorp nível de orada e grande qua reciclado, com posto de até 80% ntidade de conteúdo de papel-jorn al reci-

Glossário: definições dos principais conceitos são fornecidas no final de cada capítulo. O Glossário no final do livro contém uma lista completa das palavras-chave e suas definições.


Prefácio XIII

Recursos de final do capítulo: no final de cada capítulo, constam os seguintes componentes: “Resumo”, “Questões de revisão”, “Questões para o pensamento crítico”, “Palavras-chave” e uma lista de “Recursos adicionais” que pertencem aos tópicos do capítulo.

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é preporões istente ento em o já ex acrescenta um porã se Acabam mantém ento de exo quando guras 5.32a acabam an ção toda aquece(fi o tru sa r um ns ze ca a Fa o exige truir o da co houver a cons icionado a um de um porã Para em torn tes deantes. Se to ferível . mento ntamin res de água es paço ço cond abamen da casa um fecha e livre de co es do um espa Em geral, o ac a a eficiência forma deve rão ou po aquece po . re lim or ou ço b) a o ar um o espa stã as de e 5.32 aterial e melh uado, tos no ertos em combu o adeq problem m dores a em espaços ab tes equipamen substituído menos sempenh ar eventuais icionamento de r ja es ta se le um in es tito m nd na vem o insta equipamen e co a da garantir anos para eli mo alter rtineo, nã cimento car a seguranç lar pl subterrâ menos que o o fechados. Co er aque iso incluir compa rifi ec e ve er a , um , ar of stã ço rc e, pa casa do em e, ce fechado as de combu umidad s ao novo es ser fecha radônio le o ar da por sistempamento pode odo que o iso equado e presença de fundação. ad m ui . stão des da va, o eq combustão, de mpartimento combu as pare de o co mente mento o para correta ar fresc e traga

s Fundaçõe

174

5.

sa, esse as a minucio a reform nte de problems. fo tes de um dade as finali o era um 5.32a An Figura o condicionadapenas a algum porão nã de e atendia de umida

Resumo

Courtesy

of The Courtesy

p Hoots Grou

of The Hoo

ts Group

Qual grad tipo d e fu a. C o? ndaç A ão n b. IC A – C ão in o clui c. C F – Pla ncreto o um ca ce d. C ncreto s de co lular isola au 6. o p men Das ncreto ré-mo ncreto toclav to in ld ad isola o m ado teold tage pções ntes o md apre ado no a. R as fu senta loca d. IC ed 8. b. R uzir o ndações das a l Qual F- Placa ed se s c. O uzir o resídu pré-fab guir, Cons gran fundaç s de co q fe o truç n d. R recer materia s no lo ricadas ual não ão Ve a. L des per ão é a creto is mai 7. edu ca ? l é um rde aj to l da or re neces zir o Qual a va b. P e sobre da ca melho olantes obra sá si cr ri st d r op o n as té ono o. men . o so sa? c. E rão ção gr ência to lo/R spaç q da fu da u cnicas ama d a terrem adie uan d. P o m a se do r otos. iloti subte 9. a. Is ndação idade guinte obra. h á rr s Q entr o s aj árvo âneo uan eo b. Is lamen ? res a. So do os solo uda a olam to ex espaç elim c. B e as b. E mente arre ento in terno pared inar quan os sub m to ira ca te es d o mo c. E te pilar rno vi e co m to dos os do não rrâneo ncret cl d no to d s 10. . Em to os os cl imas se for poss devem o po d Quan dos ível cos imas se a sa man r venti pata lado do os os clim úmid tê-lo la os espaç as q s se dos? a. E s? u en cos o s su m te bterr s b. E áreas 1. m cl Para suje ân eosn c. E m cl imas úm itas a te não uma ca ão d d. E im rrem evem m ár as se idos tipo está nu sa loca otos se co m 2. li ea d r ve s s su Qual e fund a zona zada em ntijeitas aç co éo a in tipo ão é m m alto Atlanta und de fu elho , ri açõ ndaç r e po sco de na Geó es inun rg ão m r qu daç ia, qu ais “ ê? ões, e verd q ual e”? 3. Des cr nad eva o à pro p o 4. O q sob a rocesso arse va de casa u para niato água, verd e são . con cinza es? stru 134 de co 135 s vo bre ir um barre lante crom espaç barre ira cap se atad o co por il o (C ndic bloco ira de ar, 13 que C A), 7 iocon vap são de cr o con Port concret r, 137 dren eto, 12 sider cinza land agem 7 o (C adas es , s M có 1 d vo 2 a U), con ri 128 cret lantes 7 espaç a gran fundaç o ae cim de ca u ento 1 este o subte lada d ão, 135 rado rvão ira d e con 28 rr au al , 1 to-f cret tocl fund e dre âneo o gase o pré avad 27 co fund ação d nagem ndicio rnos, 1 s o (C -mo e pil imp do so 27 , 13 açõ AA), nad ldad lo er o 5 o, 1 o, 1 (P es de m tis , 13 pared meáve , 140 37 33 fund WF), adei 0 l, 1 pared e de co 135 ra p fund ações p 33 erm nte es d p ré an aç la -fab ente ca d a fun nção, 1 õ arse daç s e co niat con es rasas ricad ão 26 o n ge 1 as mad p de co , lam press 30pozo creto is , 125 ei ento rotegid 132 o as co barr ra que co bre crom , 12 radô ão hid lana, 1 lante (I eira 7 ntra atad ntém ro 2 CF), ca men o (C sapat nio, 14 stática, 7 to da pilar es cromo, CA) 0 135 pres paço ven a, 126 cobr barr um er ti id eira e viga lação d de va ade entr de ar ou e arsêni vativo men quím de fu e rad e os co. po mat ico ndaç ônio eria mat ). [Class r retard duas su pa l , eria perf ra ão, qu ante ifica l de 132 140 ção vide de va ícies po e impe rest cimen pe de capí por ring r to Po tu bloc da cl ação ca o mov ir ou rm: corr de al os de lo 2. (S iespo asse pila perm guns rtland reta r. nd I itir form ngul concre .H.O.)] arga min o mov ente `a (0,1 pe a to m ar de er rm ou imen capa cinz assas; ve ais que mais co conc (concret to ci as vo mum dade form reto e r tam do va lant am zas usad masonry do bém por es o ag de cim qu o em por un ento ele, cimen e result de carv pozolana lutina cons its – CM , co ão nte a da . truç to Po no co nstitu ões. U) gran conc com parcela rtland ído ncre de bl re bust m to e oco ão de uito fi lana to mater . as s, ar ia carv na ou re l de eia, conc ão; cons sídu casc reto po tr o de alho dem ução ae de co cinsubs com nstr radoauto ou outr po ti ução men tuir os ag sto clav to e de ci o ado le resist ve e pr (CAA regados men to ou é-m ênci olda ), ou co (Figura a ao ncre do 5.3) pozofogo . e um que ofer to celu lar m idad ece e. estr at er utur ial a, is ola-

a. da reformde a depois ço ura 5.32 onar um espa te e o da Fig en ici 32b Porã nseguiram ad de forma efici co is s Figura 5. rietário materia da casa. Os prop ncia, usar os geral convivê o desempenho melhorar

s decisõe mento, embasa nstrução mais de um escolha ação de uma co terial: consesso de liz o de ma exisus No proc em para a rea o rça ir fo ar ntibu de reduz aproveitem a e certas co muitos meios ou instal do nores qu z de paredes verde. Há e paredes me ve de gases ses efetivo ares em ntrole truir ba solo, usar pil as. O co tente do pré-fabricad ões fundaç

revisão tões de

dônio? co de ra enta ris o apres ação nã icionado de fund cond al tipo errâneo 1. Qu bt su o ad ço a. Espa ndicion o não co lo/Radier , qual b. Porã so a seguir sobre o entados c. Laje o apres is nstruçã d. Pilot s de co iai ter s ma CCA? 2. Do o er ret nt pode co Blocos de Conc essão pr a. CMU- a tratada sob o isolantes eir ret b. Mad de conc Placas c. ICF – aço de s d. Viga

Ques

Que stõe s pa ra o

udáa casa sa se es manter ajuda a mo essas opçõ caco umidade tender água e estará no el. por de você en mo um todo, ntáv ste solo, va vel. Quando su co e rá da casa trução verde vel e du m no sistema ns ra uma co enquad ra criar certo pa minho

Pala vr

al um loc o para ropriad mais ap ação é de fund al tipo ões? aç 3. Qu nd a inu dier sujeito bre o solo/Ra so a. Laje o b. Porã subterrâneo usada em ncreto ço e de co c. Espa antidad is uz a qu d. Pilot nto não red ngelame al item ? ntra co 4. Qu ão co aç ida nd uma fu ão rasa proteg isolantes aç ncreto a. Fund do de tis de co ada ca de pla to lga b. ICF- ão pré-fabric estimen um rev aç c. Fund ão que utiliza aç d. Fund dras pe ou jolos

Espaços externos de convívio

ento cr

ítico

a s- c have

Glos sár i o

307

Varanda

Nível

Inclinação mínima de 8,3% com sentido contrário à edificação

© Cengage Learning 2013

Deck

Figura 10.15 Os decks podem ser construídos em nível, pois permitem a drenagem da água através das tábuas. Por sua vez, varandas e decks com piso sólido devem ser construídos com uma leve inclinação para que possam drenar a água para longe da casa. Forma em aço corrugado – steel deck Membrana impermeável Laje de concreto, inclinação mínima de 2% com sentido contrário à edificação Material de acabamento do piso

© Cengage Learning 2013

pen sam

Estrutura de aço: colunas, treliças, vigas

Figura 10.16 Varandas de concreto elevadas podem ser construídas com colunas e vigas de aço, fornecendo uma estrutura duradoura e de pouca manutenção. A superfície da membrana deve ter uma inclinação de pelo menos2%.

Programa de arte extensiva: uma ampla coleção de ilustrações e fotos nítidas que ajudam a trazer conceitos-chave para a vida, permitindo que o leitor entenda conceitos complexos mais facilmente.


XIV

Sobre os autores Abe Kruger Abe Kruger é profissional da construção certificado pelo Instituto de Desempenho da Construção (Building Performance Institute – BPI), gerente de energia certificado (Certified Energy Manager – CEM), instrutor avaliador do Sistema de Avaliação de Energia de Casas (Home Energy Rating System – HERSs) e membro ativo do comitê técnico nacional da Rede de Serviços de Energia Residencial (Residential Energy Services Network – Resnet). Kruger é profissional acreditado (Accredited Professional – AP) pelo Leed para novas residências e Desenvolvimento de Vizinhanças (neighborhood development). Conduziu treinamento em eficiência de energia e conservação para construtores, profissionais especialistas em reformas e inspetores residenciais, empreiteiros e proprietários em todo os Estados Unidos. O autor presta serviços de treinamento a profissionais da construção e participa de conferências regionais e nacionais promovidas pela Resnet, Affordable Comfort Inc. (ACI), GreenPrints e Greenbuild. É reconhecido por aplicar certificações de EarthCraft House, Leed for Homes e Energy Star. Também colabora em projetos, gerenciamento e avaliação de programas de eficiência de energia em setores de utilidade pública. Em 2009, fundou o Grupo de Sustentabilidade Kruger para fornecer treinamento e consultoria em construção verde, além de desenvolver currículo para faculdades, empresas, utilitários e organizações sem fins lucrativos. http://www.KrugerSustainabilityGroup.com abe@KrugerSustainabilityGroup.com

Carl Seville Carl Seville aperfeiçoou sua experiência em construção verde por 30 anos como empreiteiro, educador e consultor na indústria da construção residencial. Treina profissionais do mercado e parceiros em todo o país sobre práticas de construção sustentáveis e certifica construções uni ou plurifamiliares pelo Leed for Homes, EarthCraft House e Programas Nacionais de Construção Verde. Seu trabalho pioneiro foi reconhecido com vários prêmios, como Energy Value Housing Award (2009), dois Green Advocate of the Year Awards (2005, 2007), dois National Green Building Awards (2004, 2006) e o EarthCraft House Leadership Award (2006). Seville é analista da construção do BPI e avaliador do HERS. É profissional acreditado pelo Leed (LEEDA) para Residências e Green Rater. http:/www.greencurmudgeon.com http://www.sevilleconsuIting.com

Construção verde

Sobre a adaptadora Sasquia Hizuru Obata Sasquia Hizuru Obata atua como docente na formação de tecnólogos, engenheiros e arquitetos em cursos de graduações e de especialistas em Construções Sustentáveis, Negócios Imobiliários, Perícias e avaliações em engenharia e em Certificações Sustentáveis. Foi precursora na implantação de disciplinas de construções sustentáveis no Brasil no curso de engenharia da FAAP. Abordando o empreendedorismo e inovações sustentáveis, atua orientando projetos no curso de Arquitetura e Urbanismo da Fundação Armando Alvares Penteado (Faap) e coordenou projetos no Inova Paula Souza e na Faculdade de Tecnologia de São Paulo (Fatec) unidade Tatuapé; também desenvolve e aplica os conceitos e as especificações verdes na disciplina de Projeto Integrador. Atualmente, é professora da Fundação Armando Alvares Penteado – FAAP e na Fatec Tatuapé – Victor Civita. Associada do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS) e articulista da revista aU Pini na seção Aulas de projeto, na qual são apresentadas análises e explicações de projetos e detalhamentos executivos. É pós-doutoranda em Sustentabilidade de Processos Produtivos como pesquisadora no LaProMa – Unip (Laboratório de Produção e Meio Ambiente da Universidade Paulista). http://lattes.cnpq.br/0632618039418340


Prefácio XV

Agradecimentos

constante otimismo a nós dedicados. Agradecimentos também à equipe de produção e arte.

Gostaríamos de agradecer e reconhecer a contribuição de muitos profissionais que revisaram o manuscrito deste livro e/ou colaboraram para sua concretização: Michael Anschel – CEO da Verified Green, Inc. Lee Ball – Appalachian State University Richard Bruce – Missouri State University Christina Corley – Southface Energy Institute Joe Dusek – Triton College George Ford – West Carolina University Tim Gibson – John A. Logan College Eric A. Holt – Perdue University Gary Klein – Affiliated International Management Carlos Martin Stephen McCormick – Santa Fe Community College Luke Morton Ed Moore – York Technical College Amy Musser – Vandemusser Design, PLLC Norma Nusz Chandler – South Dakota State University Cindy Ojczyk – Verified Green, Inc. Ashley B. Richards Jr. – Richards & Company, Inc. Lingguang Song, Ph.D – University of Houston Alex Wilson – Building Green, Inc. Robert A. Wozniak – Pennsylvania College of Technology Peter Yost – Building Green, Inc.

Abe Kruger

Colaboradores especiais

Sasquia Hizuru Obata

Conselheiros da Green Building: Martin Holliday, Dan Morrison Building Green: Alex Wilson, Peter Yost Southface Energy Institute

Colaborar, promover, atuar e escrever sobre a sustentabilidade das construções e torná-las mais verde é um desafio que só se faz com integração e como uma atividade holística, com parcerias na evolução dos conhecimentos e soluções de problemas. O que justifica tudo isto como possível é a grande rede de relacionamento que me nutre e tudo que me suporta e apoia; docentes, alunos, profissionais de mercado, parceiros, amigos, família, cachorro e marido; sem isto não haveria como me envolver na revisão e adaptação de um livro. Agradeço à engenheira Vanessa Montoro Taborianski Bessa por ter me colocado à prova diante das análises críticas do livro e pelos seus conceitos e experiências compartilhadas em capítulos deste livro; à engenheira Isamar Marchini Magalhães, por termos criado um companheirismo ímpar de trabalho e nos envolvido profundamente com os conteúdos abordados, sem esmorecer diante de assuntos muito rígidos. Ao meu marido Rogério Teixeira, por poder sempre me apropriar de seus conceitos e estudos, principalmente no que se refere às energias renováveis e educação como um todo. A todos os docentes e profissionais que aceitaram e viram como necessária a colabo-

Agradecimentos especiais Além dos revisores e colaboradores, desejamos registrar um agradecimento especial ao Southface Energy Institute e à nossa formidável equipe. De maneiras muito diferentes, descobrimos a verdade verde neste instituto. Abe iniciou a carreira profissional no Southface Energy Institute e o usou como um trampolim para empreendimentos futuros. Durante muitos anos, Carl foi aluno e professor do instituto e ajudou a construir o Centro de Recursos do Southface. Ele também se envolveu intimamente no desenvolvimento do programa EarthCraft House Renovation. Na Cengage, gostaríamos de agradecer a James Devoe e Cristopher Savino. Na Ohlinger Publishing Services, agradecemos a Erin Curtis, Monica Ohlinger e Brooke Wilson. Durante todo o processo, Erin foi uma colaboradora muito importante, não temos com agradecer-lhe suficientemente toda paciência e o

Este livro não seria possível sem o suporte e a assistência de amigos, familiares e numerosos profissionais do setor. Estou sinceramente agradecido e orgulhoso das pessoas igualmente entusiastas que compõem a indústria da construção verde. Serei sempre grato pelo encorajamento e pela extrema paciência de Anne Rogers. Da forma como gerenciou os três anos de discussões intermináveis sobre o livro, nunca poderei me esquecer! Ed Moore, da York Technical College, em Rock Hill, na Carolina do Sul, que inicialmente apoiou este projeto sob meus cuidados. Estou igualmente grato pela confiança e apoio de seu colega Rodney H. Trump.

Carl Seville Agradeço ainda aos inúmeros colegas e parceiros da área pela ajuda e apoio recebidos durante anos. Um agradecimento especial aos meus filhos, Paula Seville e Alex Cullen, que, por muitas horas, me ouviram falar de construção verde. Sou grato por seus comentários depois de viverem anos em algumas casas experimentais reformadas pelos princípios da construção verde.


XVI

ração para uma abordagem apropriada dos conceitos e experiências no Brasil. Agradeço aos autores, por terem conseguido dar ao livro a função de oferecer conceitos simplificados e claros e que proporcionaram incorporação de conteúdos, acúmulo de informações, opiniões e principalmente de experiências profissionais e de vida. Sou grata a tudo, a todas e a todos!

Construção verde


Prefácio XVII

Introdução à Construção verde: princípios e práticas em construção residencial Visão geral da construção verde Construção verde é um conjunto de técnicas e práticas de projeto, construção e manutenção que minimizam o impacto ambiental total de uma edificação. As decisões tomadas durante as fases de planejamento, construção, reforma e manutenção das casas têm efeitos de longo prazo diretos sobre muitos aspectos do meio ambiente – qualidade do ar, saúde, recursos naturais, uso da terra, qualidade da água e uso da energia. Ao mesmo tempo, as decisões de construção apresentam maiores implicações no custo da terra e de materiais, na mão de obra e nos financiamentos necessários para construir. As construções representam um ponto principal de consumo de energia, água e matéria-prima. A construção residencial representa aproximadamente 21% de toda energia utilizada nos Estados Unidos, enquanto a comercial representa outros 19%.1 Internacionalmente, as construções residenciais usam aproximadamente 15% da energia principal.2 As construções também são responsáveis por uma parte significativa da poluição do ar e da água.

Os oito princípios da construção verde Embora não haja definição universal de construção verde, identificamos oito princípios que sempre devem ser considerados em projetos, na construção ou manutenção de casas. Esses princípios são semelhantes à abordagem definida pelo sistema de classificação do Conselho de Construção Verde dos Estados Unidos (U. S. Green Building Council – USGBC), que criou o programa Liderança em Energia e Projeto Ambiental (Leadership in Energy and Environmental Design – Leed) e por outros programas de classificação de casa verde.

 Eficiência energética: reduzir a energia necessária para viver em uma casa através do projeto focado desde o início na redução do consumo e aumento da eficiência da residência, especificando-se equipamentos apropriados e métodos de construção de alta qualidade.

Departamento de Energia dos EUA, 2008 Buildings Energy Data Book, Seção 1.1.1, 2008. Disponível em: <http://buildingsdatabook.eren.doe.gov. 2 http://www.eia.doe.gov/oiaf/ieo/world.html>. 1

Eficiência de recursos: reduzir a quantidade total de materiais necessários para construir ou reformar uma casa, incluindo a seleção de materiais que são extraídos, processados e entregues no local da obra, com o mínimo de impacto ambiental e uso de energia; reutilizar materiais já usados e reciclar os resíduos da construção. Durabilidade: utilizar materiais e métodos que requerem menos manutenção e aumentam a vida útil da estrutura e reduzir a frequência de consertos e substituição. Desta forma, é possível gerar menos resíduos e usar menos materiais em toda a vida útil da casa.  Uso eficiente da água: reduzir a quantidade de água usada dentro e fora da casa por meio de maior eficiência e minimização de situações de maior consumo. Qualidade do ambiente interno: melhorar a saúde dos moradores por meio do controle de umidade, materiais tóxicos e poluentes dentro da casa. Impacto reduzido na comunidade: limitar os efeitos econômicos negativos na comunidade local por meio de desenvolvimento responsável e práticas de construção, considerando como a seleção de materiais pode influenciar a saúde e as condições econômicas da comunidade global – trabalhadores e moradores locais – onde os produtos são extraídos e fabricados para uso nas casas.  Educação e manutenção para o proprietário: educar os proprietários e moradores para que cuidem de suas casas de forma a manter a eficiência, saúde e durabilidade por muito tempo. Desenvolvimento local sustentável: evitar o desenvolvimento de áreas destinadas à proteção ambiental; planejar os projetos destinados a terrenos e casas de modo que estes possam obter a luz do sol; promover a construção próxima de áreas com infraestrutura de transporte e de serviços diversos para reduzir a necessidade de uso do carro; gerenciar cuidadosamente o local durante a construção, com o objetivo de reduzir o escoamento de sedimentos e manter a vegetação nativa e fornecer o gerenciamento da água pluvial a fim de reduzir o escoamento


XVIII

Construção verde

de contaminantes do local da obra para aquíferos públicos. Como todos os conceitos não serão enfatizados em todos os capítulos, desenvolvemos esta série de ícones para representar os diversos princípios. No início de cada capítulo, há ícones que correspondem aos princípios abordados, e apontam os princípios que descrevem e apresentam uma maneira eficiente de observar as práticas verdes nele tratadas.

Abordagem da construção verde neste livro Neste livro, construção verde é descrita em uma abordagem de “melhores práticas” para uma construção residencial de baixo custo. Examinamos as considerações relacionadas ao projeto, ao desenvolvimento do local e às fases da construção. Foram apresentadas ainda opções sobre a utilização de material, sempre com objetivo de construir uma casa verdadeiramente verde. Muitas técnicas de construção verde têm como propósito conscientizar todos os envolvidos no projeto de modo a obter a melhor qualidade. Em todo o livro, são descritos os detalhes para a construção de casas capazes de fornecer um ambiente para o convívio confortável, seguro, durável e eficiente. Os leitores certamente ficarão surpresos ao constatar que o termo verde aparece de modo esparso e raro nos capítulos. O livro é dividido em cinco seções que seguem brevemente o cronograma da construção. A Seção 1 define construção verde, explica por que ela é desejada e aponta a ciência existente neste contexto. Na fundamentação para construção verde, aplica-se a ciência da construção. Para uma casa funcionar de maneira eficiente e eficaz, a umidade, o calor e o fluxo de ar devem ser controlados (ver Capítulo 2). A Seção 2 apresenta os sistemas estruturais de uma casa. São

explorados os aspectos relacionados às fundações, pisos, paredes, tetos e telhados. A Seção 3 destaca os acabamentos externos, como janelas e portas, revestimentos, espaços externos e paisagismo. A Seção 4 trata dos acabamentos internos, e a Seção 5 explora os sistemas mecânicos, como aquecimento, ventilação e condicionamento de ar, além dos sistemas elétrico e hidráulico e energia renovável.

Nota final Independentemente do ramo profissional do leitor, esperamos que este livro seja apreciado em toda sua complexidade de assuntos e entendimento profundo do que quer dizer como verdadeiramente verde – além disso, a expectativa é que se reconheça que não se trata simplesmente de um jargão. Agora é o momento certo para a indústria da construção, pois os produtos estão mudando rapidamente e técnicas sendo desenvolvidas para que se possam construir casas melhores, mais verdes.

Nota à edição brasileira Nesta edição, contamos com a adaptação da professora Sasquia Hizuru Obata, que realizou intenso trabalho para que o texto pudesse estar o mais adequado possível à realidade brasileira, inserindo novos conteúdos e notas de rodapé. (As notas assinadas pela professora estão identificadas pelas iniciais S.H.O.) As medidas foram convertidas, na maioria das vezes, para que se adequassem ao padrão brasileiro. Foram criados os boxes “Palavra do especialista – Brasil”, para os quais foram convidados colaboradores que gentilmente enriqueceram a adaptação da obra.


ADAPTAÇÃO DE SASQUIA HIZURU OBATA

CONSTRUÇÃO

VERDE PRINCÍPIOS E PRÁTICAS NA CONSTRUÇÃO RESIDENCIAL

ISBN 13 978-85-221-2098-7 ISBN 10 85-221-2098-6

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ADAPTAÇÃO DE SASQUIA HIZURU OBATA

INTRODUÇÃO À ENGENHARIA AMBIENTAL

CONSTRUÇÃO

APLICAÇÕES: Para estudantes de graduação em engenharia civil, arquitetura e urbanismo, tecnologias da construção civil, controle de obras, construções de edifícios e meio ambiente; estudantes de cursos técnicos em edificações. Aplica-se como referencial para alunos de pós-graduação em Construções Sustentáveis, Arquitetura Sustentável, em Cidade & Arquitetura e Sustentabilidades, MBA Construção Sustentável e Edificação Eficiente, Construção Sustentável e Certificação Ambiental em Empreendimentos Imobiliários, entre outros. Também é recomendado como leitura complementar para o curso de pós-graduação em negócios imobiliários, perícias e avaliações de engenharia, cursos de extensão em eficiência energética, cursos de bioconstrução, ecoeficiência construtiva e que buscam tratar as sustentabilidades das edificações.

ABE KRUGER E CARL SEVILLE

OUTRAS OBRAS

VERDE

CONSTRUÇÃO VERDE: PRINCÍPIOS E PRÁTICAS NA CONSTRUÇÃO RESIDENCIAL fornece as diretrizes práticas e sustentáveis nas edificações, apresentando-se como um guia atual e amplo para essa área empolgante e emergente. Partindo dos principais conceitos para aplicações inovadoras de tecnologia de ponta e as últimas tendências do mercado, este texto oferece uma introdução sob uma abordagem aprofundada para construção de casas “verdes”. Diferentemente de outros textos que adotam uma abordagem orientada ao produto, este livro enfatiza a importância dos métodos de planejamento, processo e execução necessários para uma construção eficiente, de alto desempenho e voltada ao meio ambiente. O texto demonstra que escolhas e aplicações de tecnologias e produtos amigos do meio ambiente, assim como a seleção de materiais eficientes em energia, emissões, água e recursos naturais, requerem a atuação sistêmica e integrada dos atores, usuário/cliente e envolvidos na cadeia produtiva da edificação, assim como um planejamento cuidadoso para criar uma construção que tenha ciclo e custo de vida verdadeiramente verdes.

ABE KRUGER | CARL SEVILLE SASQUIA HIZURU OBATA (ADAPTAÇÃO)

ABE KRUGER E CARL SEVILLE

Tradução da 2ª- edição norte-americana P. Aarne Vesilind e Susan M. Morgan

CONSTRUÇÃO

VERDE PRINCÍPIOS E PRÁTICAS NA CONSTRUÇÃO RESIDENCIAL

FUNDAMENTOS DE ENGENHARIA GEOTÉCNICA Tradução da 8ª- edição norte-americana Braja Das e Khaled Sobhan PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA PARA ENGENHARIA E CIÊNCIAS Tradução da 8ª- edição norte-americana Jay L. Devore ENERGIA E MEIO AMBIENTE Tradução da 5ª- edição norte-americana Roger A. Hinrichs, Merlin Kleinbach e Lineu Belico dos Reis

9 788522 120987

4/11/16 10:19 AM

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Construção Verde - princípios e práticas na construção residencial  

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