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ANO 9 • SETEMBRO 2019 • EDIÇÃO 33

QUEM AMA,

VACINA

As doses da vacina preventiva contra a gripe já podem ser reservadas pelo Portal do Beneficiário 32

ENTREVISTA

Conheça o novo gerente do Hospital Cassems de Campo Grande, Alessandro Depieri

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INFORMATIVO

Cassems conquista melhor desempenho de sua história em índice da ANS 46

ORGULHO CASSEMS Na busca pela cura de um câncer, a luta de Elizabeth Félix foi acompanhada de muito amor 90

Revista trimestral. Exemplar de beneficiário. Venda proibida.

CASSEMS • CAIXA POSTAL 6520 • CEP 79.010-970 • CAMPO GRANDE • MS


O seu tempo é especial para nós

Em cada fase da vida, o tempo passa de uma forma diferente. Por isso, o Laboratório Bioclínico está sempre perto de você, com 17 unidades em Campo Grande que trabalham no seu tempo, pois sabemos que são os bons momentos que valem a pena. Unidade Central

Unidade Mato Grosso

Unidade Tamandaré

Unidade Bandeirantes

Unidade 25 de Dezembro

Unidade Afonso Pena

Rua Padre João Crippa, 1018 Centro - Campo Grande - MS Tel. (67) 3317-2050

Av. Mato Grosso, 1369 Centro - Campo Grande - MS Tel. (67) 3317-2072 / 3029-6521

Rua Gal. Nepomuceno Costa, 636 Planalto - Campo Grande - MS Tel. (67) 3314-7088 / 3027-6521

Av. Bandeirantes, 2093 V. Bandeirantes - Campo Grande - MS Tel. (67) 3027-1765

Rua 25 de dezembro, 670 Centro - Campo Grande - MS Tel. (67) 3382-0064

Av. Afonso Pena, 1530 Centro - Campo Grande - MS Tel. (67) 3025-8100 NOVA

Unidade Marechal Rondon

Unidade Morena

Unidade Jd. dos Estados

Unidade Executiva

Unidade Cachoeira

Rua Marechal Rondon, 1864 Centro - Campo Grande - MS Tel. (67) 3317-2073 / 3028-6521

Av. Eduardo Elias Zahran, 1687 São Bento - Campo Grande - MS Tel. (67) 3317-2085 / 3317-2086

Av. Mato Grosso, 2614 Jd. dos Estados - Campo Grande - MS Tel. (67) 3317-2080

Rua Padre João Crippa, 966 Centro - Campo Grande - MS Tel. (67) 3317-2050

Av. Ricardo Brandão, 1595 Chácara Cachoeira - Campo Grande - MS Tel. (67) 3204-0775

Dr. Tatsuya Sakuma Farmacêutico CRF 106/73

O laboratório da sua vida. 2 //

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Com base no Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS), feito pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), somos referência nacional em autogestão e qualidade em atenção à saúde. De todas as premiações da Cassems, esta é a mais importante, pois avalia a qualidade dos serviços prestados. Na tabela, a média geral dos planos de autogestão no País foi de 0,6009, enquanto a Caixa dos Servidores alcançou a pontuação histórica de 0,7847, superando outros 121 planos do mesmo segmento. A máxima que pode ser atingida nesta relação é de 1,0. Esta é uma conquista de todos nós! A gestão da Cassems, por intermédio de seus diretores, conselheiros e colaboradores, está sempre atenta a novos investimentos e tecnologias para tornar a estrutura do plano de saúde cada vez mais inovadora. Uma gestão compartilhada e coletiva faz a Cassems ser referência e, agora, líder em todo o cenário nacional. Sabíamos também que a virada tecnológica seria um grande desafio, mas, com muito planejamento e atenção para as mais de 215 mil vidas atendidas, as equipes de trabalho se empenharam para fazer deste um serviço que torna a Cassems ainda mais acessível para os seus usuários. Desde setembro, os beneficiários podem acompanhar as suas guias médicas e seus exames via aplicativo ou site, facilitando o acesso e agilizando os processos dentro da empresa. Em dois meses de serviço desde a inauguração, foram mais de 160 mil aprovações de exames. Desta maneira, economizamos tempo e papel e oferecemos aos servidores e à sua família mais conforto e segurança. A virada tecnológica não transforma a relação do indivíduo com o plano de saúde em algo impessoal, muito pelo contrário, estamos trabalhando para que esse sistema permita um olhar mais atencioso, cuidadoso e carinhoso com os usuários.

Ainda neste segundo semestre, a Cassems abraçou as campanhas Outubro Rosa, de combate ao câncer de mama, e Novembro Azul, contra o câncer de próstata. A nossa prioridade como plano de saúde é fomentar a medicina preventiva e cuidar antes que a doença chegue, para que seus danos sejam mínimos ao organismo. Queremos promover a cura com maestria, e isso pode ser feito por meio da humanização, atenção e valorização daqueles que são mais do que meros beneficiários, são os donos do plano de saúde. Por isso, a Caixa dos Servidores se comprometeu vigorosamente com a prevenção do câncer. Em 2019, também comemoramos os 8 anos do Ônibus da Saúde, uma das maiores unidades móveis de prevenção ao câncer do País. Em outubro de 2011, o que viria a se tornar o motivo de grande orgulho dos servidores de Mato Grosso do Sul dava seus primeiros passos e hoje é um dos patrimônios do servidor público de Mato Grosso do Sul. O programa de prevenção ao câncer já passou por 73 municípios do Estado e contabiliza cerca de 95 mil atendimentos. A prevenção proporciona equilíbrio para o sistema de saúde e melhor qualidade de vida para as pessoas. Na verdade, caminhamos para sair de um modelo de assistência à saúde que é voltado para a doença. Claro, queremos e reafirmamos o nosso compromisso com o combate às patologias, mas também nos preocupamos com os beneficiários para que eles não adoeçam. Nós acreditamos que cuidar da saúde vai além dos fundamentos científicos e técnicos, exige amor, respeito e dedicação. Assim, reafirmamos o nosso compromisso com os beneficiários e seus familiares, investindo em qualidade de atendimento e fazendo da Cassems um plano cada vez melhor.

Ricardo Ayache Presidente da Cassems

EDITORIAL

EDITORIAL

PREVENIR COM CARINHO

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CASSEMS CONECTADA

LUIS BITTAR Ótimo atendimento, rápido e funcionários atenciosos.

PEDRO ROBERTO MARTINS ANTIQUEIRA CASSOL , CAMPO GRANDE

CASSEMS CONECTADA

ANTONIO RICARDO ARAÚJO, CAMPO GRANDE

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Quero agradecer à nova equipe dos otorrinolaringologistas da Cassems, em especial ao dr. Gustavo Henrique Alves Zangirolami e ao anestesista dr. Guilherme. No dia 21 de agosto, saí de Aquidauana com destino ao Hospital Cassems de Campo Grande com sangramento nasal. Chegando ao hospital, fui prontamente atendido pelo dr. Gustavo, que depois de uma minuciosa avaliação fez um tamponamento e as devidas medicações. Parabéns à equipe! Também estendo meus agradecimentos aos funcionários do Hospital Cassems, ao corpo de enfermagem, nutricionistas, fisioterapeutas e serviços gerais, que contribuíram para meu pronto restabelecimento. É muito importante ter uma equipe de otorrinolaringologia no pronto atendimento para pacientes do hospital!

Gostaria de agradecer imensamente o tratamento que o Hospital Cassems de Campo Grande prestou a mim, meu esposo e meus pais. Da hora que cheguei para a internação até a minha saída, fomos muito bem atendidos, desde a segurança, faxineiras, cozinheiras, enfermeiras e, em especial, a enfermeira-chefe Gislaine, a enfermeira Carol, Douglas e outros.

HERNANDO DA SILVA, NAVIRAÍ Venho neste canal agradecer enormemente o atendimento do Hospital da Cassems de Naviraí. Principalmente, parabenizar a rapidez e o olhar clínico da dra. Débora Pereira, que atendeu no hospital, no dia 8 de setembro de 2019. Hoje, se estou relatando e agradecendo o profissionalismo e a conduta dela, é graças ao seu olhar e agilidade no meu atendimento, pois cheguei ao hospital com um quadro clínico de risco muito alto e a equipe rapidamente avaliou o meu quadro e solicitou exame de teste rápido (swab). O meu caso era de H1N1 e, com o tratamento correto, estou curado. Atitudes como esta salvam vidas, graças ao olhar atento de todas as pessoas envolvidas.


SIMONE LANG Quero aqui deixar meu agradecimento a todas as meninas da pediatria, que durante 10 dias cuidaram do meu pequeno e bagunceiro Léo. Eu me senti em casa com vocês. Obrigada também dra. Larissa, dra. Jeth, os fisioterapeutas e a terapeuta. Todos excelentes profissionais e humanos. Gostaria muito que esta mensagem fosse encaminhada, pois não tive oportunidade de me despedir de todos.

KAMILA BARBOSA Excelentes profissionais e atendimento. Estive internada no hospital e, desde o atendimento na PA, fui muito bem acolhida! O profissional da enfermagem, fiz questão de gravar o nome, Mamede, me deixou super à vontade, foi extremamente solícito e gentil. Mesmo num momento de dor aguda, estive tranquila, por sentir estar em boas mãos.

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INFOPUBLI


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NESTA EDIÇÃO

QUEM AMA,

VACINA

NESTA EDIÇÃO

As doses da vacina preventiva contra a gripe já podem ser reservadas pelo Portal do Beneficiário 32

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Bem-estar Psicoterapia: uma grande aliada para viver melhor

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Nutrição Descubra as vantagens de inserir a carne suína na alimentação 24

Saúde infantil Dicas para cuidar da higiene bucal desde a fase de bebê 28

Mitos e verdades

Informativo

Novembro Azul: desmistifique o exame de próstata 20

Cassems conquista melhor desempenho de sua história em índice da ANS 46

Entrevista

Gestão participativa

Conheça o novo gerente do Hospital Cassems de Campo Grande, Alessandro Depieri 40

Professora concursada, Ceres Gonçalves Pereira Zambon comenta sobre sua participação na nova diretoria da Caixa dos Servidores 88

Artigo Envelhecer com saúde: uma questão de planejamento 82

Orgulho Cassems Na busca pela cura de um câncer, a luta de Elizabeth Félix foi acompanhada de muito amor

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Os anúncios da revista Viver Cassems independem da rede credenciada.

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PSICO TERAPIA

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TEXTO: Cidiana Pellegrin FOTO: Shutterstock

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Entenda por que esse método auxilia a ter uma vida mais feliz

Na rotina corrida e cansativa, é comum sentirmos angústia, ansiedade, medo, tristeza ou desesperança em alguns episódios da vida. Aliás, todos nós experimentamos uma sensação de melancolia em algum momento, ninguém é feliz 100% do tempo. Mas devemos ficar alertas quando esses sentimentos que acompanham o nosso cotidiano transformam-se em crises de ansiedade, de pânico, agitação, insônia, transtornos alimentares ou mudança repentina no comportamento, por exemplo. “A manifestação clínica já é um sinal importante de que o corpo está pedindo ajuda, o organismo está sinalizando que esses afetos do dia a dia precisam ser cuidados e a psicoterapia

é o principal instrumento para dar atenção a tudo isso”, esclarece o psicólogo da Cassems e vice-presidente do Conselho Regional de Psicologia de Mato Grosso do Sul, Walkes Jacques Vargas. Falar, desabafar os nossos problemas com um psicólogo ajuda a viver de maneira mais equilibrada e prazerosa. É durante os encontros que o paciente encontra espaço para exteriorizar tudo que ocupa a sua mente. “O psicoterapeuta é aquele profissional que vai trabalhar com métodos e técnicas para ajudar as pessoas a terem novos horizontes de vida, a criar possibilidades, a enfrentar perdas importantes, a superar algum tipo de conflito, algum problema pessoal e, principalmente, a vencer sofrimentos emocionais”,


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explica o profissional. De acordo com os especialistas, a psicoterapia não tem contraindicação. Qualquer pessoa, de qualquer idade, pode se beneficiar desse método. Além disso, o procedimento não é exclusivo para situações de sofrimentos ou problemas. “Ela serve para todos que buscam melhorar a qualidade de vida e ampliar o autoconhecimento, pois ajuda a tomar decisões importantes. É bom para todo mundo que deseja se colocar ou passar por um processo de mudança”, explica o especialista. A psicoterapia pode ser individual, de casal ou em grupo e as linhas de abordagem são variadas. As principais são psicanálise, gestalt-terapia, terapia cognitivo-comportamental, terapia trans-

pessoal, entre outras. Apesar de a psicoterapia estar se popularizando, ela ainda é vista com preconceito por parte da sociedade, principalmente, por aqueles que desconhecem sua finalidade. Há quem acredite que esse método de tratamento é apenas para quem tem algum transtorno mental, o que não é verdade, segundo o especialista. “Os benefícios e os resultados de quem faz psicoterapia são variados, pois depende de cada caso, mas, em geral, é superar limitações, é combater algum tipo de sofrimento, superar alguma perda, provocar mudança de comportamento, interferir no cotidiano, é melhorar a qualidade de vida”, conclui Walkes.


Cuidando do beneficiário A Cassems tem à disposição dos beneficiários o Centro Integrado de Atenção Psicossocial (Ciaps) em Campo Grande, em que oferece cuidados aos pacientes com sofrimento psíquico, por meio de um atendimento multiprofissional e diferenciado, além de estimular a integração social, familiar e a autonomia. O local tem uma grande equipe de profissionais composta por psicólogos, psiquiatras, terapeutas ocupacionais, nutricionista e assistentes sociais para a interação e promoção da saúde mental. O Ciaps I fica na Rua São Paulo, 68, no Bairro São Francisco. A Unidade Carandá Bosque/ Ciaps II está situada na Rua Boipeva, 184, no Carandá Bosque II. O contato da instituição é 3384-6344.

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INFOPUBLI

OBESIDADE COMO CAUSA DOS PROBLEMAS OSTEOARTICULARES A obesidade aumenta a preval»ncia e tem efeito negativo em vørias condi≈”es ortop«dicas. IndivÀduos obesos apresentam maior incid»ncia de dor e disfun≈¡o musculoesquel«tica quando comparados com indivÀduos eutr—ficos. Ombro, coluna vertebral, joelho, p« e tornozelo s¡o regi”es frequentemente afetadas. Pessoas obesas acima de 65 anos devem ficar atentas aos sintomas da osteoartrite, doen≈a que afeta as articula≈”es e causa danos æ cartilagem que protege os ossos. A obesidade gera um estresse mec¿nico nas articula≈”es de carga, devido ao peso excessivo, mas esse n¡o « o ÿnico motivo da rela≈¡o de agravamento entre ela e a osteoartrite. O aumento da gordura corporal causa pr«-disposi≈¡o para a≈”es inflamat—rias e altera≈”es metab—licas que, em conjunto com outros fatores, desencadeiam a sÀndrome metab—lica, responsøvel por diversas doen≈as, como infarto, AVC e, tamb«m, a osteoartrite. O tratamento baseia-se na perda de peso ocasionada pela cirurgia bariøtrica ou emagrecimento atrav«s de dieta e exercÀcios fÀsicos, sendo o mais indicado para curar pacientes com osteoartrite. ß possÀvel constatar a redu≈¡o das dores logo nos primeiros meses ap—s a realiza≈¡o da cirurgia bariøtrica. Os resultados do procedimento cirÿrgico aliados æ prøtica de atividade fÀsica para pessoas que tinham problemas nas articula≈”es impressionam. Complica≈”es musculoesquel«ticas s¡o frequentemente relacionadas ao excesso de peso corporal. Por vezes incapacitante, sua frequ»ncia, em fun≈¡o do crescimento da obesidade, tamb«m tem aumentado, juntamente com a carga social, econ“mica e o detrimento da qualidade de vida destes indivÀduos.

Quando não tratado, o sobrepeso pode evoluir gradativamente para uma situação de obesidade, quando o IMC (índice de massa corpórea) é maior ou igual a 40,0 kg/m2. Além de influenciar diretamente o bem-estar físico, emocional e psicossocial, a obesidade causa limitação de movimentos, sobrecarga na coluna e membros inferiores, complicações nas articulações, degenerações e tendência a desenvolver varizes.

A obesidade é considerada uma doença crônica e deve ser tratada de forma séria, contínua e preventiva. Adotar alimentação balanceada, praticar atividades físicas e realizar pequenas mudanças no estilo de vida e hábitos diários combinando o acompanhamento médico pode contribuir para uma vida mais saudável.

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Foto: Studio Vollkopf

Instituto Francisco Gomes Dr. Francisco Gomes Rodrigues

67 3321-5343 | 3321-4029

CRM/MS 2173

Av. Afonso Pena, 5723 Ed. Evolution • Sala 1105

Cirurgi¡o Bariøtrico Cirurgia do Aparelho Digestivo RQE 2984 Cirurgia Geral RQE 3345

*Pr—ximo ao Shopping Campo Grande Campo Grande/MS

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TEXTO: Cidiana Pellegrin FOTO: Shutterstock

MITOS E VERDADES MITOS E VERDADES


EXAME DE PRÓSTATA O câncer de próstata é o segundo que mais atinge homens no Brasil, ficando atrás, somente, do câncer de pele não melanoma. Em 2018, a estimativa do Instituto de Câncer (Inca) foi de 68.220 novos casos da doença. Em relação à mortalidade, é o segundo tipo de câncer que mais provoca óbitos no público masculino no País: 14 mil mortes a cada 100 mil homens. Ao longo dos anos, uma elevação nas taxas de incidência de câncer de próstata tem sido observada no Brasil. Mas o sucesso do tratamento desse problema está diretamente ligado à detecção em fase precoce.

Quanto mais cedo o câncer for descoberto, maior é a chance de cura. E para que isso ocorra, dois exames têm papel fundamental no diagnóstico de alguma anomalia na próstata: o de sangue, que identifica a quantidade do antígeno prostático específico (PSA), e o toque retal, em que o especialista consegue analisar o tamanho, o formato e a textura da próstata. Para esclarecer alguns mitos e verdades sobre o exame de próstata, conversamos com o médico urologista Ari Miotto Junior, também doutor em Urologia pela Universidade Federal de São Paulo.

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MITOS E VERDADES

MITO

MITO Fazer exames significa prevenir o câncer de próstata

A idade para fazer os exames de sangue (PSA) e toque retal é de 40 anos

MITO. A avaliação anual com médico urologista tem por objetivo fazer a detecção precoce do câncer de próstata, pois nessa fase a possibilidade de cura é extremamente alta. Medidas dietéticas, como a diminuição de gordura animal, podem prevenir o câncer prostático.

VERDADE

MITO. Atualmente os novos consensos da Sociedade Brasileira e da Sociedade Americana de Urologia orientam iniciar a avaliação após os 45 anos em homens com histórico familiar de câncer de próstata e homens da raça negra, os demais devem iniciar o "screening" após os 50 anos. Devemos destacar que a conduta médica pode ser individualizada, dependendo de cada caso.

MITO

MITOS E VERDADES

Todo homem precisa fazer o toque retal em algum estágio da vida

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O exame de toque retal causa dor MITO. O exame da próstata, quando realizado em condições adequadas e sem sinais de processo inflamatório prostático, não causa dor.

VERDADE. O exame de toque retal deve fazer parte do exame médico para avaliar as condições da próstata, portanto, homens com 45 ou 50 anos, dependendo do histórico, devem ser submetidos ao exame digital da próstata.

MITO

MITO O resultado do exame de PSA normal é garantia de a pessoa não ter câncer de próstata

MITO. O exame de PSA (antígeno prostático específico) é uma proteína produzida pelas células prostáticas, entretanto, alguns tipos de tumores, geralmente os mais agressivos, podem não elevar o PSA em até 15% dos casos.

Se não tenho sintomas, não há necessidade de fazer exames todos os anos MITO. O câncer de próstata, na sua fase inicial, não apresenta sintomas urinários e não há dor. Portanto, mesmo o homem assintomático deve realizar a avaliação anual, sempre com o intuito do diagnóstico precoce.


Entenda mais sobre o câncer de próstata O câncer de próstata é um tumor que atinge as células da próstata, glândula situada abaixo da bexiga e que envolve a uretra, canal que conecta a bexiga ao orifício externo do pênis. A doença é confirmada após a realização da biópsia, que só é feita a pedido do médico especialista em caso de alguma alteração no exame de sangue (PSA) ou no de toque retal. Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia, as causas desse tipo de câncer são desconhecidas, mas já se descobriu que o problema é originado de desequilíbrios genéticos que promovem alterações moleculares responsáveis pelo seu desenvolvimento. Entre os fatores de risco dessa doença está a idade, já que a incidência e a mortalidade elevam-se após os 50 anos, de acordo com informações do Inca. Aspectos hereditários também influenciam, como ter pai ou irmão com câncer de próstata. O excesso de gordura corporal é outro elemento de risco, bem como a exposição a substâncias cancerígenas. Se diagnosticada no começo, a doença pode estar silenciosa, mas, em estágio avançado pode apresentar sintomas, os mais comuns são: dificuldade de urinar, presença de sangue na urina, redução do jato de urina, frequente vontade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite, sinais que se assemelham a outras doenças prostáticas, entre elas a hiperplasia prostática benigna. Se não for tratado, o tumor pode aumentar e se espalhar para outros órgãos. O tratamento dependerá da fase em que a doença está, da idade e das condições de saúde do paciente. Cirurgia, ultrassom de alta intensidade, hormonioterapia, radioterapia e quimioterapia estão entre as alternativas que serão analisadas pelo médico.

PRÓSTATA

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TEXTO: Cidiana Pellegrin FOTO: Shutterstock

NUTRIÇÃO NUTRIÇÃO


CARNE SUÍNA Conheça bons motivos para incluir esta proteína no cardápio

Pouca gente sabe, mas a carne suína é uma excelente fonte de nutrientes para uma alimentação equilibrada. Em torno dessa proteína ainda há preconceitos e desconhecimento sobre os seus benefícios, mas aos poucos ela vem ganhando espaço na mesa dos brasileiros. “Nos últimos anos, a criação de suínos evoluiu, a alimentação dos animais passou a ser controlada, os ambientes são limpos, há acompanhamento sanitário e nutricional desses animais por médicos veterinários e isso resultou em uma carne mais saudável e também segura para o consumo humano”, explica a nutricionista da Cassems Ana Paula da Cunha. E há bons motivos para incluí-la no cardápio. Esta proteína contém vitaminas do complexo B e minerais como o potássio, que ajuda a regular a pressão; o zinco, que fortalece o sistema imunológico; o fósforo, que fortalece os ossos e gera energia nas células; e o ferro, que ajuda na produção de hemoglobina, substância responsável pela condução de oxi-

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NUTRIÇÃO

gênio no sangue. “Ela possui uma boa quantidade de proteínas, de 19% a 20% (corte magro). É também uma ótima fonte de outros elementos, como o selênio, o magnésio e o cálcio, que são nutrientes responsáveis por manter o bom funcionamento do organismo”, esclarece a profissional. De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o consumo per capita da carne suína no Brasil foi de 15,9 quilos no ano passado. A maior parte foi de produtos industrializados, como presunto, bacon e salame. Mas a nutricionista orienta que o consumo desta carne deve ser na versão in natura. Além dos cortes mais conhecidos, como o pernil, a bisteca e o lombo, o suíno possui, assim como o gado, cortes de paleta, picanha e filé-mignon, por exemplo. A recomendação da especialista é sempre escolher os mais magros. Para o preparo, Ana Paula indica que a carne deve ser cozida em temperatura branda, mas é importante que a proteína se submeta ao calor suficiente para uma coc-

Receita

ção completa, que proporcione, inclusive, que o interior do corte atinja 74ºC. A carne suína nunca deve ser consumida mal passada. Outro conselho da nutricionista é não ingerir a proteína em demasia, já que, assim como as outras carnes, seu consumo excessivo poderá acarretar problemas em razão da gordura saturada presente no alimento. “Devemos evitar preparações de frituras, para que não haja aumento de gordura no prato, isso resulta em uma refeição mais calórica e menos saudável”, esclarece. A carne suína pode ser preparada na panela, na churrasqueira ou no forno, ou seja, há várias formas de cocção, bem como de acompanhamentos para apreciá-la. Além disso, a proteína também é versátil quando se pensa em temperos. Alecrim, sálvia, cebolinha, cebola, limão, laranja e mel são os que mais combinam. “É uma excelente estratégia variar e agregar diferentes sabores aos preparos”, completa Ana Paula. Para fugir do paladar comum, a nutricionista indica uma receita sofisticada.

Lombo ao molho de abacaxi e cúrcuma

Modo de preparo Refogue a cebola picada com uma colher de sopa de azeite em uma panela. Quando estiver macia, acrescente as especiarias (a cúrcuma, o gengibre e a canela) e o abacaxi e deixe cozinhar tampado, até o abacaxi ficar macio.

Ingredientes: *1 kg de lombo de porco

NUTRIÇÃO

*½ abacaxi descascado e em cubos

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*½ cebola picada *2 colheres de sopa de azeite de oliva *1 colher de chá de cúrcuma (açafrão da terra) *1 colher de café de gengibre em pó *1 colher de café de canela em pó *¼ xícara de vinho branco seco *1 colher de sopa de vinagre de maçã *pimenta do reino a gosto *sal (pouca quantidade)

Tempere o lombo de porco com sal e pimenta e, em uma frigideira com o restante do azeite, frite de todos os lados, até ficar bem douradinho. Esse processo chama-se selar e é importante para que a carne não fique ressecada depois de assar no forno. Após este passo, a carne poderá continuar crua no interior, mas não se preocupe. Retire e coloque em uma assadeira. Deposite o vinho branco e o vinagre na frigideira e mexa com uma colher, para soltar todos os resquícios da fritura. Em seguida, junte o caldo ao abacaxi, para conseguir mais sabor. Desligue o fogo quando o abacaxi estiver macio. Coloque o “molho” de abacaxi sobre a carne e leve ao forno preaquecido a 180ºC por 15 minutos. Depois, desligue o forno e deixe a carne lá por mais 5 minutos. Pronto, agora é só servir.


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SAÚDE INFANTIL

HIGIENE BUCAL

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TEXTO: Sarah Santos FOTO: Shutterstock

SAÚDE INFANTIL

Cuidar desde a infância garante boas práticas durante toda a vida


Durante a infância, é comum que os pais sejam os maiores exemplos. Junto deles, a criança descobre e interpreta o mundo ao seu redor, e isso abrange os cuidados com a higiene. Dos pés à cabeça, é fundamental que os responsáveis pelo pequeno expliquem com paciência e didática a maneira correta de fazer a higiene, sempre prezando pelo bom exemplo. A criança que pratica bons hábitos de prevenção à saúde tem isso como prioridade na vida adulta. Entenda melhor sobre o assunto com a odontopediatra da Cassems, Heloisa Helena Nunes da Cunha. A odontopediatra Heloisa Helena explica que há um entendimento de que os cuidados com a boca devem começar após o surgimento do primeiro dente. No entanto, os pais têm de estar atentos desde o nascimento da criança. “A primeira coisa a se avaliar são os frênulos, ou, como popularmente

chamados, o freio de língua. Os cuidados são em relação às estruturas anatômicas da cavidade oral. Os pais precisam verificar se o rebordo é formado, pois têm ocorrido muitos casos de lábios leporinos”. Além da atenção para a estrutura da boca, é importante que a higiene esteja presente na rotina do bebê, antes mesmo de ele ter a coordenação para fazer os procedimentos sozinhos. Para a odontopediatra, a criança pode ter mais facilidade em aprender quando os pais praticam a limpeza desde os primeiros dias de vida. “Independentemente de ter os dentes, para que essa criança tenha esse procedimento como rotina, é preciso cuidar desde o nascimento. Se os pais já têm esse costume, mesmo antes dos primeiros dentinhos, a criança fica condicionada”. De acordo com Heloisa Helena Nunes, no procedimento

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SAÚDE INFANTIL

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de higiene na gengiva do bebê devem ser utilizados apenas gaze e água. “A higienização é feita somente uma vez ao dia, após a última mamada antes de o bebê fazer o sono da noite. Após os seis meses, quando os pais inserirem as papas na alimentação da criança, é necessário higienizar depois dessa alimentação e à noite”. A amamentação tem papel fundamental no desenvolvimento da estrutura bucal. A profissional de odontologia explica que o bebê nasce com o queixo retruso, para facilitar o momento do parto, e o aleitamento materno auxilia nos primeiros dias. “Nos primeiros dias da amamentação, a criança ainda não suga o seio da mãe, ela ordenha. E, para fazer esse processo, ela projeta a mandíbula e abocanha. Então, a amamentação é importante para estimular o crescimento, porque, com essa projeção, ela se desenvolve. Além de tudo isso, auxilia no posicionamento da língua e na respiração, que deve ser nasal, e não bucal”. No entanto, Heloisa esclarece sobre o mito de que o leite materno não causa cáries na criança. “É necessário entender que, apesar de ser um leite materno, que não é rico em açúcares, carboidratos, gorduras, também pode causar cárie. Então, tudo que gruda no dente pode fermentar e trazer essas bactérias para a boca do bebê”. Após os seis primeiros meses de vida, a introdução alimentar também tem papel fundamental no desenvolvimento da dentição. A orientação da odontopediatra é para a textura dos alimentos oferecidos para a criança. “Orientamos para que os pais evitem, ao máximo, aquelas papas peneiradas, amassadas e batidas. Desde que começa a se alimentar, inclusive, para incentivar a deglutição e estimular a gengiva, é preciso amassar grosseiramente o alimento e oferecer. A partir do momento em que tiver os dentes anteriores, alguns alimentos já podem ser dados em pedaços maiores”.

Outra dúvida frequente dos pais é sobre a influência da chupeta e do bico da mamadeira na formação dos dentes da criança. Heloisa chama a atenção para a questão de que, com a vida moderna, é comum que os pais tenham de deixar os seus filhos aos cuidados de outras pessoas e, nesses momentos, essas ferramentas podem contribuir como um facilitador. Por isso, ela orienta para o uso correto. “Deve-se evitar utilizar mamadeira e chupeta, mas, se não for possível, é preciso usar a mamadeira apenas para o momento do mamá e a chupeta apenas para acalmar o choro. O bico utilizado deve ser o ortodôntico, de cabeça chata. Também é importante que esses hábitos sejam retirados da criança até os dois anos”. O processo de erupção dentária dos bebês gera muitas inseguranças aos pais. De acordo com a odontopediatra, alguns acreditam que o nascimento dos dentes dá febre nas crianças, mas o que acontece é um quadro febril. “A criança fica com a cabeça um pouquinho mais quente, o resto do corpo em temperatura normal, os pés e as mãos frios. Com


isso, ela fica irritada, pois, rasga a gengiva”. Para Heloisa, é possível aliviar o desconforto do bebê ao oferecer um mordedor com base de gel, deixado no freezer por 15 minutos. Além disso, é importante ter alguns cuidados com a alimentação. “Orientamos para não dar alimentos quentes, mornos, moles ou crocantes. O ideal é priorizar comidas frias ou em temperatura ambiente e duras. Tudo que é frio alivia o desconforto”.

Exemplos que fazem crescer A melhor maneira de orientar os filhos para as boas práticas em saúde bucal, conforme explicado pela odontopediatra, é dar bons exemplos. “Enquanto a criança é pequena, é mais fácil fazer os procedimentos de saúde bucal. Mas, conforme cresce, os pais podem levá-la para o momento da higienização deles. Mesmo antes de usar, a criança pode ter a escova dela para se familiarizar com aquele momento. Uma outra coisa é ter o momento da higiene bucal e desvincular ele de outras funções, como do banho, por exemplo”. Para Heloisa, a prevenção é um “trabalho de formiguinha” e deve ser feita com repetição e condicionamento, para que a criança se acostume. “Primeiro, tem que escolher uma escova infantil, de cabeça pequena e cerdas de altura igual. É preciso evitar o uso de escovas com cerdas maiores, pois, quanto mais simples melhor. O creme dental deve ser do tamanho de um grão de arroz cru, sempre estimulando que a criança cuspa. A partir dos 3 anos, ela pode ter a escova nas mãos e aprender a fazer o procedimento sozinha”. Ainda é necessário trabalhar o conceito dos pais sobre o medo do dentista. A odontopediatra salienta que é possível ajudar a criança para que tenha uma relação saudável com o profissional. “Criança não tem medo de dentista, ela chora, porque o dentista mexe em seu órgão de defesa. Seria a mesma coisa que prender as mãos e os pés de um adulto. Peço para que os pais dos meus pacientes evitem vincular o momento do dentista ao momento da vacina e evitem fazer comentários negativos que amedrontam a criança”.

Odontologia para Bebês A Cassems conta com um programa de prevenção para incentivar hábitos saudáveis no cuidado com os dentes das crianças, evitando tratamentos curativos. O atendimento preventivo é realizado no Centro Odontológico, na sede da Cassems em Campo Grande: segunda, quarta e sexta-feira durante a manhã, ou terça e quinta-feira à tarde. As palestras de orientação para os pais ocorrem duas vezes ao mês, às segundas de manhã e às quintas à tarde, no auditório da sede da Cassems. O programa recebe dependentes de beneficiários titulares da Cassems e as crianças devem ter de zero a dois anos de idade, permanecendo no projeto até completar cinco anos. De acordo com Heloisa, a orientação é para que os responsáveis pela criança procurem o projeto quando ela completar dois meses de vida, com retorno de três meses. A participação no programa de prevenção Odontologia para Bebês pode ser agendada pelo telefone 3309-5394 ou 99983-3765.

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QUEM AMA,

VACINA

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TEXTO: Sarah Santos FOTO: Shutterstock

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As doses da vacina preventiva contra a gripe jรก podem ser reservadas pelo Portal do Beneficiรกrio


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Pelo oitavo ano consecutivo, a Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul (Cassems) abre agendamento para reserva de doses da Campanha de Vacinação Antigripe 2020, que pode ser feita até o dia 30 de novembro deste ano. O beneficiário interessado em se vacinar já pode fazer a sua reserva pelo Portal do Beneficiário (beneficiario.cassems.com.br). Apenas o usuário titular do plano de saúde poderá garantir a sua dose e a de seu grupo familiar. Para tirar dúvidas, o beneficiário deve ligar na Central de Atendimento (67) 3314-1010. O valor de cada dose é de R$ 70,00, e o baixo preço se dá pelo objetivo da campanha: proteger o maior número de beneficiários possível, com a dose por um preço acessível e a escolha por uma vacina com quatro cepas virais.

Você sabia? A cepa viral é definida pela biologia como uma partícula viral. Um vírus possui alta taxa de mutação, fazendo com que haja pequenas diferenças genéticas entre as cepas.

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Quem ama, vacina Dados da Secretaria de Vigilância do Ministério da Saúde mostram que, em 2018, as mortes por gripe triplicaram em relação ao ano interior. O vírus H1N1 foi o de maior circulação entre as vítimas, representando 66% das mortes por gripe. Ainda, de acordo com a pesquisa, atualmente, a taxa de mortalidade do vírus influenza está em 0,66% para cada 100.000 habitantes. A médica infectologista Marcia Dal Fabbro explica que a vacina contra a gripe é atualizada anualmente, pois os vírus passam por mutações. “A composição das substâncias da vacina também é atualizada, após uma análise dos vírus que circularam no último ano”. Para os beneficiários da Cassems, será oferecida a vacina quadrivalente, que possui duas cepas do vírus A e duas do vírus B. Marcia afirma que essa substância garante mais ainda a segurança dos pacientes. “A vacina quadrivalente tem quatro sorotipos em sua composição, então, as pessoas que tomam essa dose têm um pouco mais de proteção contra a gripe”. O vírus da gripe é altamente contagioso por meio de secreções, espirros e mãos contaminadas. De acordo com a médica infectologista, por este motivo, é importante que toda a família faça uso da vacina para se proteger. “Quem está doente da gripe pode, facilmente, passar a doença para um familiar. Então, todos da família devem estar protegidos, principalmente pessoas que têm uma doença como o câncer e que usam imunomoduladores ou

quem tem a imunidade baixa. A família deve tomar muito cuidado para não trazer o vírus para dentro de casa”. As contraindicações para a vacina são poucas e, antes de o indivíduo decidir por adiar ou não tomar a dose, é fundamental que ele consulte um médico de referência, conforme apontado por Marcia Dal Fabbro. “Se o paciente tiver uma infecção aguda, por exemplo, a vacina é adiada. No entanto, as contraindicações são mínimas, esses pacientes devem ter a recomendação dos próprios profissionais que cuidam deles”. Além de informações precipitadas, alguns mitos cercam a questão da vacinação, como que o indivíduo necessariamente pega gripe após tomar a dose. Sobre isso, a médica infectologista esclarece que a informação não é verdadeira. “A vacina leva um tempo para dar proteção, que se inicia após 15 dias do consumo da dose. Se nesse período o indivíduo entra em contato com alguém que tem gripe, a vacina ainda não garante a imunidade. Então, as pessoas acham que pegaram gripe por causa da imunização, mas, às vezes, também pode ser um outro vírus. Além disso, existe a possibilidade de ser um quadro gripal ou um resfriado, e os sintomas serem confundidos com a gripe”. A orientação da médica é para que, mesmo em meio aos compromissos do cotidiano, a família mantenha o compromisso com uma boa higiene, para combater não apenas o vírus da gripe, mas outras patologias. “Alguns métodos são importan-

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tes, como lavar as mãos, não levá-las sujas à boca ou aos olhos e carregar sempre um álcool em gel na bolsa para desinfetar as mãos”. Com as crianças, o cuidado com a prevenção deve ser o mesmo, e os responsáveis podem contribuir para passar segurança aos seus filhos. “A família pode se vacinar em conjunto, para encorajar os pequenos. Além disso, é preciso explicar para a criança que, apesar da dor, a vacina é uma medida em prol da saúde. É comum que alguns pais falem sobre injeção para ameaçar os seus filhos, então, a criança alimenta esse medo. É importante expor que a dor existe durante o procedimento, mas é rápida”. A médica infectologista salienta ainda que, nos últimos anos, a Internet promoveu algumas notícias falsas a respeito da vacinação, o que inibe alguns pacientes de realizarem o procedimento e oferece consequências a longo prazo. Desta forma, ela orienta para que as pessoas tenham cuidado com as informações que circulam nas redes sociais. “Na internet, as informações se perdem. Então, antes de curtir e compartilhar algo, é importante perguntar a respeito disso para um profissional. A vacina não causa dano nenhum, ao contrário, ela protege. Essa é a melhor prevenção para algumas doenças que existem, foram erradicadas e vimos voltar, como o sarampo, por exemplo”.

acordo com o médico generalista. “Se a gripe não for tratada, o vírus pode evoluir para o pulmão e provocar uma pneumonia, pois, ali, a bactéria encontra um ambiente favorável, com oxigênio e sangue para se reproduzir. Além disso, a gripe provoca alguns outros sintomas, como coriza e congestão nasal”. As doenças sazonais do período do inverno são, em sua maioria, respiratórias. “Sazonal” se refere ao que é temporário, ou seja, que é típico de determinada estação ou época. Na estação mais fria do ano, a capacidade imunológica pode ser prejudicada. Com a imunidade baixa, o organismo encontra-se mais vulnerável para contrair doenças. Além disso, as bruscas mudanças de temperatura estimulam as pessoas a se aglomerarem em locais fechados e a usarem roupas que estão há muito tempo guardadas, o que propicia o contato com bactérias, vírus e ácaros causadores de doenças respiratórias. Por este motivo, também, as vacinas são aplicadas na população pouco antes de a estação começar. De acordo com Ronaldo Costa, determinados períodos afetam o equilíbrio corpóreo do indivíduo e pedem atenção redobrada para a saúde. “O corpo possui um equilíbrio, também chamado de homeostase. Normalmente, já há um gasto calórico e energético e, com o frio, há um trabalho extra do organismo para se adaptar às baixas temperaturas”.

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A Gripe

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A gripe H1N1 é causada por uma mutação do vírus da gripe, também conhecida como gripe influenza tipo A ou gripe suína. Tornou-se popular após um surto que afetou a população mundial, entre 2009 e 2010. Apesar de os sintomas e a transmissão serem semelhantes aos da gripe comum, as complicações de saúde são mais graves. O vírus influenza pode permanecer por duas a oito horas em superfícies e, por isso, a higiene torna-se ainda mais importante. O médico generalista da Cassems Ronaldo Costa explica que a gripe é uma síndrome respiratória aguda e, dependendo de sua evolução, o vírus pode ser mais violento. “A infecção pode provocar falta de ar, insuficiência respiratória e, com o agravamento da doença, sem os devidos cuidados, pode levar a óbito”. Conforme o desenvolvimento da doença, ela pode provocar outras patologias, como a pneumonia, de

Homeostase A homeostase é garantida no organismo por meio de processos fisiológicos que ocorrem de maneira coordenada. Entre os principais mecanismos de controle homeostático do corpo, há os que controlam a temperatura corporal, pH, volume dos líquidos corporais, pressão arterial, batimentos cardíacos, concentrações dos elementos do sangue, entre outros componentes importantes para a saúde do indivíduo. Para o médico generalista, também há um equívoco da população no que diz respeito às diferenças entre gripe e resfriado. “Muitas pessoas já possuem doenças respiratórias crônicas, como a rinite, que é um estado alérgico de hi-


persensibilidade a cheiros, poeira, temperatura, fungos, entre outros casos. Outros indivíduos têm, por exemplo, uma sinusite crônica, e o frio se torna um ambiente propício para que as bactérias se multipliquem. Também há o caso de pacientes com problemas dentários, que possuem a reserva bacteriana que precisam, logo, podem presumir que ficaram gripados”. Ainda, Costa reitera o alerta de que, ao se vacinar, a pessoa contribui para a proteção da sua comunidade. “Quando você se vacina, você se protege e protege também todos os que estão perto. Desta forma, não leva a infecção para dentro de casa, não perde dias de trabalho ou produção. O custo da vacina é muito baixo perto de tudo o que o País perde com afastamento por causa da

gripe e, até mesmo, com as fatalidades causadas pelos agravamentos da doença”. Caso tenha gripe, ainda que não seja especificamente do vírus influenza, Ronaldo Costa orienta para o afastamento da pessoa adoecida do convívio social. “Se uma pessoa tem os sintomas da gripe, como febre alta, falta de ar, prostração e dor no peito, deve procurar imediatamente o médico, para fazer o uso da medicação receitada por ele. Em alguns episódios, as pessoas precisam da internação para ter aporte suficiente de oxigênio e não ter o estado inicial agravado. Outras medidas importantes podem ser o uso de máscaras descartáveis e a higienização das mãos com frequência, principalmente ao utilizar objetos de uso comunitário”.

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CAPA Compromisso com a prevenção

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A Cassems realiza a campanha de agendamento de vacina antivírus há oito anos. Sendo um plano de saúde que se compromete com a medicina preventiva, um dos focos da Caixa dos Servidores é tratar as patologias por meio de ações antecipadas, em vez de curá-las ou tratar os seus sintomas. Também a manutenção da saúde é uma prioridade, para que os beneficiários e seus familiares não abram margem para as danosas consequências de determinadas doenças. A diretora de Assistência à Saúde da Cassems, Maria Auxiliadora Budib, explica que os servidores do Estado, público-alvo da Cassems, vivem constantemente expostos a possíveis infecções. “Temos muitos beneficiários que estão fora da cobertura de risco, mas que convivem em ambientes fechados. São servidores públicos, às vezes, em uma mesma sala há vários trabalhando juntos e isso leva ao maior risco de transmissão. É o caso, por exemplo, do professor em sala de aula ou do policial que trabalha na madrugada. Então, a Cassems edifica a campanha para atender o maior número de pessoas possível”. Maria Auxiliadora salienta que a vacina é levada, também, para o interior do Estado e entregue em todas as unidades regionais da Cassems. “Começamos a campanha bem antes da data de distribuição da vacina, fazemos a compra do estoque em laboratório com antecedência, para garantir que todos recebam a dose”.

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Ainda, a diretora de Assistência à Saúde reitera a importância de os beneficiários e seus familiares buscarem pela vacina para se proteger da gripe H1N1. “Na evidência médica e científica, toda a literatura fala a favor da vacinação. Então, mesmo quando uma pessoa não se vacina porque a doença já foi erradicada, ela conta com a cobertura vacinal da sua comunidade. No entanto, recentemente vimos o retorno do sarampo como um drama em relação à falta de prevenção em saúde”. Como o inverno é um período de risco para doenças respiratórias e infecciosas como a gripe, de acordo com Maria Auxiliadora, os cuidados devem ser redobrados. “O inverno já é um período de risco e, em Mato Grosso do Sul, o clima é seco e árido, fazendo com que algumas doenças se proliferem mais rapidamente”. O risco de morte também é uma preocupação do plano de saúde, que se atenta para as consequências do agravamento da gripe, conforme apontado pela diretora de Assistência à Saúde. “A gripe pode evoluir para quadros mais graves, por isso é responsável pela morte de milhares de pessoas todos os anos, em razão da baixa imunidade ou em decorrência do surgimento de outras doenças, como pneumonias. Além disso, surtos epidêmicos e endêmicos provocados por novas linhagens do vírus também são capazes de causar um número significativo de mortes”.


Com o advento da Internet e das redes sociais, é comum que informações equivocadas sobre saúde sejam compartilhadas sem garantia de veracidade. Por isso, é importante ter um médico de referência e sempre questionar profissionais da saúde sobre algumas teorias criadas a respeito das patologias e de possíveis curas. Confira alguns dos mitos mais comuns sobre a vacina contra a gripe influenza.

“Grávidas não devem tomar a vacina” Mito! Grávidas podem e devem tomar a vacina contra a gripe. Durante a gestação, o sistema imunológico da mulher se volta para garantir o crescimento saudável do bebê e, por este motivo, gestantes estão mais suscetíveis às infecções. A Organização Mundial da Saúde (OMS) determina que a vacina não causa dano algum à mulher e protege, inclusive, o bebê em seus primeiros meses de vida.

“Bebês não podem receber a vacina contra a gripe” Mito! A vacina contribui para a proteção dos bebês e, inclusive, a partir dos seis meses e até os cinco anos, as crianças estão no grupo de risco do Sistema Único de Saúde (SUS), com preferência na vacinação contra a gripe.

“A vacina contra gripe não é segura” Mito! Testada e aprovada no mundo todo pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a vacina não só ajuda a prevenir a prevalência da doença como também suas complicações, como internações, uso de medicamentos e mortes.

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HOSPITAL

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TEXTO: Miriam Ibanhes FOTO: Messias Ferreira

ENTREVISTA

CASSEMS DE CAMPO GRANDE INICIA NOVOS RUMOS NA GESTÃO DA UNIDADE Nos últimos dois anos e meio, desde sua fundação, o Hospital Cassems de Campo Grande (HCCG) se destaca no cenário da saúde de Mato Grosso do Sul. Com uma gestão moderna, voltada para a qualidade de processos e atendimento humanizado, a unidade hospitalar da Caixa dos Servidores localizada na capital sul mato-grossense recebe de braços abertos o mais novo integrante do gerenciamento hospitalar. Natural de Tupã, interior de São Paulo, Alessandro Depieri, 49 anos, assumiu no mês de

junho a diretoria administrativa do hospital. Farmacêutico-bioquímico formado pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, com pós-graduação em Gestão pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Depieri tem ampla experiência em gestão empresarial, tendo atuado em empresas e entidades de grande porte como a Santa Casa de Campo Grande, Hidrate Indústria e Comércio de Produtos Farmacêuticos, Brasil Telecom, Leucotron Tecnologia, Longeview Tecnologia e o Serviço Nacional de Aprendizagem.


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ENTREVISTA

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O que te levou a trilhar os caminhos da gestão?

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Na minha trajetória, eu já iniciei os meus primeiros desafios profissionais como gestor. Em outro hospital de Campo Grande, eu fui chefe do Setor Semi-Industrial. Na sequência, assumi a Gerência de Produção e Responsabilidade Técnica da Hidrate. Permaneci nessa função durante 10 anos e tinha um grupo de 150 pessoas sob a minha responsabilidade, além da gestão administrativa da indústria. A partir daí me apaixonei pela gestão. Embora já tivesse a minha formação como farmacêutico-bioquímico, me qualifiquei mais como gestor, porque a gestão administrativa é sempre um desafio dinâmico que depende de você se inovar e se qualificar constantemente. As variáveis nessa área mudam muito rapidamente e esse tipo de desafio, no meu ponto de vista, é muito motivador e apaixonante.

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Qual a sua expectativa para a superação de desafios nessa nova trajetória profissional?

A minha expectativa é a melhor possível, principalmente pela confiança que me foi depositada pelo presidente da Cassems, Ricardo Ayache. Estou assumindo o cargo de diretor administrativo do hospital em um período de mudanças significativas, de realinhamento e melhorias constantes, de implantação de um projeto estratégico, de um projeto de acreditação. Estou sendo inserido nesses processos e passo a integrar grandes iniciativas que visam um atendimento cada vez com mais qualidade para os nossos pacientes. Pretendo fazer um trabalho que defina, de forma incontestável, os rumos do hospital sob todos os aspectos: financeiro, tecnológico, humano, assistencial e médico-hospitalar.


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Como você enxerga a Cassems e o Hospital Cassems de Campo Grande dentro do cenário da saúde suplementar?

A saúde suplementar iniciou 2019 com uma expectativa de crescimento. Em setembro de 2018, ela fechou, após longo período de deficit, com superavit de 0,2%. É pequeno, mas é um avanço. Hoje são 47,5 milhões de usuários da saúde suplementar e a expectativa para 2020 são 49 milhões. Dentro desse cenário, a Cassems assume uma posição de incontestável importância em Mato Grosso do Sul. Há uma projeção positiva desse cenário e o Hospital Cassems de Campo Grande está inserido como uma unidade de referência dentro da saúde suplementar no Estado. Acredito que a tendência é a melhor possível em termos de crescimento.

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Quais os desafios mais significativos que você já identificou nesses primeiros meses na unidade hospitalar?

Primeiro auxiliar no processo de acreditação pelo qual o hospital está passando, que tem como principal objetivo elevar a unidade de Campo Grande aos maiores níveis de acreditação possível, respeitando que há um processo a ser trilhado para que isso ocorra. O segundo desafio é o planejamento estratégico do Hospital Cassems de Campo Grande. Nesse processo, vou atuar como apoio para todos os grupos que foram formados dentro do PEC, para que essas equipes de colaboradores possam ter o suporte necessário para colocar os projetos em funcionamento do ponto de vista financeiro, de efetivação e modernização de todos os pontos propostos.

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ENTREVISTA

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Qual a sua opinião a respeito do planejamento estratégico do Hospital Cassems de Campo Grande?

Eu tenho dois grandes focos dentro do hospital. O primeiro é financeiro, buscando fazer uma administração muito justa e coerente do ponto de vista financeiro e voltada para resultados esperados pela administração da Cassems, e o segundo é do ponto de vista de qualidade no atendimento. A qualidade no atendimento é um foco de melhoria constante. Hoje nós temos pesquisas internas que demonstram que 85% dos nossos beneficiários estão satisfeitíssimos com o hospital e 89% indicam para outras pessoas o Hospital da Cassems. Nosso intuito é chegar a 100% de aprovação. Obviamente que quanto maior o índice de satisfação, maior a responsabilidade, porque não basta atingir uma qualidade no atendimento ou um patamar alto de qualidade. O importante mesmo é mantê-lo e melhorá-lo constantemente.

ENTREVISTA

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Quais os principais pontos que precisam ser melhorados na unidade do ponto de vista da gestão?

No planejamento estratégico do hospital, me chamou bastante atenção o projeto que trata sobre a qualificação de colaboradores. Penso que treinar, qualificar as equipes que atuam numa unidade hospitalar e fazer isso de maneira contínua é fundamental para que possamos atingir níveis de qualidade profissional em que os colaboradores possam dar o seu melhor pela entidade, transformando o aprendizado em benefícios palpáveis para os nossos clientes.

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O Hospital Cassems de Campo Grande tem um perfil de valorizar as práticas de humanização no atendimento, buscando cada vez mais qualidade na prestação dos serviços. Nesse sentido, quais na sua visão serão as práticas que deverão ser reforçadas na gestão?

A gestão de um hospital e a gestão da saúde de um modo geral preconiza a melhoria na qualidade dos serviços prestados, aliada à tecnologia. Na verdade, melhorar processos não promove a humanização na saúde, a humanização é muito mais do que se ter processos muito bem definidos, bem estruturados e bem executados. Os processos são importantes, mas a humanização entra no contexto de alguns aspectos, que acredito serem muito importantes, por exemplo: a humanização do ambiente onde você recebe o paciente, os próprios processos, porque também fazem parte disso, a relação entre médico e paciente é fundamental dentro do sistema de humanização, programas de medicina preventiva e tratar a humanização como um processo multidisciplinar. A humanização deve ser entendida não apenas como um conceito de atendimento humanizado, mas deve ir além disso. É uma qualidade de tratamento técnico e de relacionamento com os pacientes, familiares, colaboradores e todos que estão envolvidos em determinado contexto de atendimento e tratamento de saúde. Nessa conjuntura, devemos tratar a humanização como prioridade.


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Dentro da configuração de modernidade e qualidade dos serviços prestados pelo HCCG, quais seriam as suas expectativas em relação aos processos de informatização do hospital?

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Para encerrar essa entrevista, você gostaria de ressaltar algo mais?

Quero agradecer a receptividade e o apoio de todos os colaboradores do hospital de um modo geral e também da diretoria da Cassems. Eu me sinto confortável em desenvolver o meu trabalho pelo modo como as pessoas me acolheram. Percebo que o processo de humanização se estende a mim como pessoa e como colaborador do Hospital Cassems de Campo Grande.

Em conjunto com a Diretoria de Unidades Hospitalares, criamos um grupo que vai tratar especificamente do parque tecnológico de todas as unidades hospitalares da Cassems. A ideia é a informatização completa de todos os nossos hospitais, sendo o nosso auge alcançar o nível de uma unidade 100% digital, onde o paciente tenha acesso a um portal para consultar todos os exames que ele realizou, o prontuário. Para ser muito simples e objetivo nessa questão é que nós almejamos chegar ao nível de um hospital 100% digital.

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CASSEMS CONQUISTA MELHOR DESEMPENHO DE SUA HISTÓRIA EM ÍNDICE DA ANS

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), órgão que regulamenta os planos privados de saúde, disponibilizou o Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) de 2018. Na tabela, a média geral dos planos de autogestão no País foi de 0,6009, enquanto a Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul (Cassems) alcançou a pontuação histórica de 0,7847, superando outros 121 planos do mesmo segmento. A máxima que pode ser atingida nesta relação é de 1,0. Os quesitos analisados pela ANS, nos quais a Cassems se destacou, foram a qualidade em atenção à saúde, com uma avaliação do conjunto de ações em saúde para o atendimento das necessidades dos beneficiários. A Caixa dos Servidores se evidencia nesse ponto pela efetividade na taxa de consultas de pré-natal, cuidado integral com o idoso, cuidado com o diabético e programas de prevenção. A garantia de acesso dos beneficiários também foi um critério, com condições relacionadas à qualidade da

rede própria e credenciada. A evidência da Cassems se deu pela taxa de atendimento aos pacientes renais crônicos, acesso à urgência e emergência, além da qualidade dos hospitais, laboratórios e profissionais de saúde. A sustentabilidade do mercado foi avaliada em um monitoramento do equilíbrio econômico-financeiro, passando pela satisfação do beneficiário e por compromissos com prestadores. Neste dado, a Cassems se destacou pela solidez do plano de saúde, pela atenção para as demandas dos beneficiários e pelos preços justos. Ainda, foi considerada a dimensão de gestão de processos e regulação, que aferiu o cumprimento das obrigações técnicas e cadastrais das operadoras na ANS. Para esta classificação, o plano de saúde foi visto positivamente pela qualidade dos dados de cadastro do cliente, pela baixa utilização do Sistema Único de Saúde (SUS) pelos beneficiários e pela qualidade dos dados de diagnóstico. Entre os benefícios do destaque no programa IDSS está o maior poder

de comparação em desempenho das operadoras, o foco em indicadores que avaliam qualidade, a pesquisa de satisfação dos beneficiários, a ampliação dos subsídios às políticas obrigatórias e aproximação com os clientes dos planos avaliados. O presidente da Cassems, Ricardo Ayache, acredita que o bom resultado conquistado pela Caixa dos Servidores é fruto da boa administração de toda a diretoria e de seus colaboradores. “A gestão da Cassems, por intermédio dos seus diretores, conselheiros e colaboradores, está sempre atenta a novos investimentos e tecnologias para manter a estrutura do plano de saúde cada vez mais inovadora. Uma gestão compartilhada, coletiva, como a nossa, faz a Cassems ser referência, agora liderando em todo o cenário nacional, conforme avaliação da própria agência reguladora dos planos de saúde”. Para consultar a colocação da Cassems, acesse o link: http://www.ans.gov. br/planos-de-saude-e-operadoras/ informacoes-e-avaliacoes-de-operadoras/qualificacao-ans.


PELO TERCEIRO ANO CONSECUTIVO, CASSEMS SE DESTACA ENTRE AS MELHORES E MAIORES EMPRESAS DO BRASIL A Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul (Cassems) figura, pelo terceiro ano consecutivo, como uma das maiores e melhores empresas do Brasil. A edição de 2019 da revista Exame – Melhores e Maiores, que chegou às bancas no dia 31 de agosto, mostra que a Cassems ocupa a 851ª posição no ranking, evoluindo 71 posições em relação ao ano passado. No Centro-Oeste, a empresa é a 55ª maior, crescendo seis posições em relação à edição anterior da pesquisa e, em Mato Grosso do Sul, possui a 7ª colocação. O ranking da revista Exame está na 46ª edição e lista as mil maiores e melhores empresas do Brasil. Esta análise é feita por meio de demonstrações financeiras das entidades e outros quesitos como: lucro, patrimônio, rentabilidade, capital circulante, liquidez, endividamento e número de empre-

gados. Para o presidente da Cassems, Ricardo Ayache, o reconhecimento nacional da Caixa dos Servidores é fruto do investimento em tecnologia, em pessoal e na humanização do atendimento. “Nós acreditamos que a excelência em gestão, a inovação tecnológica e a humanização do atendimento produzem bons resultados. A Cassems é um plano de autogestão dos servidores do Estado e contamos com a participação dos conselhos Fiscal e Administrativo para guiar o futuro da empresa. Além disso, também temos uma equipe de diretores dedicada para trazer o que há de melhor da medicina para os servidores sul-mato-grossenses”. O presidente destaca, ainda, que a Cassems é uma rede completa de saúde. “Temos 10 hospitais, seis Centros de Diagnósticos, quatro Centros

de Prevenção, um Centro Integrado de Atenção Psicossocial, 26 Centros Odontológicos e uma Clínica da Família. Neste mês, passamos a contar com o C-conecte, plataforma on-line de encaminhamento de guias médicas e exames, para que os beneficiários possam acompanhar as suas demandas de casa. Ricardo Ayache finaliza salientando que a Cassems é pioneira em iniciativas para promover a transparência com os usuários. “Fomos o primeiro plano de saúde a ter um Portal da Transparência, em que prestamos contas para os nossos beneficiários sobre os nossos gastos e investimentos. Por isso e pela dedicação dos mais de 2 mil colaboradores em fazer da Cassems um plano cada vez maior e melhor que, mais uma vez, somos reconhecidos nacionalmente pela revista Exame”.

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MODELO DE GESTÃO DA CASSEMS É REFERÊNCIA PARA SERVIDORES PÚBLICOS DA BAHIA

O presidente da Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul (Cassems), Ricardo Ayache, esteve em Salvador para apresentar aos servidores públicos baianos o modelo de gestão da instituição, único no Brasil. O evento é uma iniciativa da Frente em Defesa do Servidor e do Serviço Público, composta por 23 entidades representativas dos servidores públicos, em parceria com o Sindicato dos Médicos do Estado da Bahia. Mais de 519 mil vidas são atendi-

das pelo Planserv, plano de saúde dos servidores baianos, que estudam outros modelos de gestão e iniciativas administrativas visando a melhoria do atendimento oferecido aos servidores e suas famílias. Com gestão exitosa e reconhecimento nacional, a Cassems foi escolhida pelos servidores como referência para o plano. “Nós pesquisamos em todo o Brasil os modelos de plano de saúde de servidores públicos e vimos na Cassems a melhor referência para a reformulação

do Planserv, um plano importante para mais de meio milhão de pessoas na Bahia”, explica a coordenadora da Frente em Defesa do Servidor, Diana Cristina Simões Castro Barbosa. Para a servidora, os desafios encontrados hoje em seu plano são muito parecidos com os enfrentados durante a criação da Caixa dos Servidores, há mais de 18 anos. “Sem dúvidas, conhecer a Cassems e como o trabalho sério de gestão desenvolvido melhorou a assistência à saúde aos servidores


sul-mato-grossenses é uma grande motivação para nós. Uma injeção de autoestima e de coragem para desenvolvermos uma Cassems aqui na Bahia”. Em sua apresentação, Ricardo Ayache contou um pouco da história do plano, os desafios enfrentados pelo antigo Previsul e apresentou a estrutura construída pelo servidor público de Mato Grosso do Sul. “Fiz questão de ressaltar o quanto acredito no modelo de

autogestão e em como ele nos permitiu estar hoje entre as maiores empresas do Brasil. Nós, no passado, sonhamos apenas com uma assistência à saúde digna para os nossos familiares, mas construímos, com responsabilidade, gestão séria e profissional, o melhor plano de saúde de Mato Grosso do Sul. Olhando para o nosso exemplo, único no Brasil, é possível afirmar, com certeza, que o servidor é capaz de administrar e de transformar realidades”, diz.

Além de números da gestão e de iniciativas administrativas, Ayache reforçou a importância da participação e do diálogo na condução da Caixa dos Servidores. “Estar aqui hoje e poder mostrar o modelo que construímos, iniciado absolutamente do zero, é uma satisfação e uma responsabilidade enorme. E é importante ressaltar que tudo isso só foi possível porque o servidor público participa ativamente da tomada de decisões, da administração do seu plano”, completa.

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REPRESENTANTE DO GOVERNO DO RIO GRANDE DO NORTE CONHECE A ESTRUTURA DA CASSEMS

A Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul (Cassems) recebeu, em 31 de outubro, a visita do subsecretário de Recursos Humanos do Rio Grande do Norte, Ediram Teixeira. O gestor visitou algumas estruturas e conheceu o modelo de assistência à saúde da Caixa dos Servidores. A diretoria do plano de saúde apresentou ao subsecretário o Hospital Cassems de Campo Grande, a Clínica da Família, o Centro de Prevenção em Saúde e o Centro Médico e de Diagnóstico Avançado. O integrante do Conselho Gestor do Hospital Cassems, Roberto Botarelli, afirma que é uma felicidade para a Cassems ser referência nacional. “Recentemente, o presidente da Cassems foi para a Bahia falar do nosso modelo em saúde. Também, recebemos pessoas de Goiás para conhecer o projeto do Ônibus da Saúde e, hoje, recebemos o Rio Grande do Norte para conhecer a experiência. Com o dinheiro do servidor público sendo gerido pelo servidor público, conseguimos fazer muitas coisas boas”. O Hospital Cassems de Campo Grande é referência em modernidade e atendimento humanizado e segue um

rigoroso padrão de qualidade e segurança. Inaugurou no Estado um novo modelo de atendimento hospitalar de média e alta complexidades, que se diferencia na acolhida, na alimentação e nas novas tecnologias cirúrgicas e de diagnóstico. Entre todos os hospitais de Campo Grande, nenhum reúne um centro de diagnóstico próprio e tão avançado. Possui 111 leitos, pronto atendimento adulto e infantil 24 horas, UTI neonatal e adulto e 10 salas cirúrgicas, sendo uma delas equipada com telemedicina. De acordo com Ediram Teixeira, subsecretário de Recursos Humanos do Rio Grande do Norte, o estado tem planos de buscar um modelo de saúde para os seus servidores públicos e a Cassems contribui neste processo. “Os sindicatos do Rio Grande do Norte falam muito bem da experiência da Cassems, então, vim conhecer a estrutura do plano de saúde e estou maravilhado. É um modelo novo, democrático, que atende às necessidades dos servidores e seus familiares, gerenciado pelos próprios servidores. A estrutura do hospital é boa, possui tudo o que a iniciativa privada oferece, por um preço mais acessível.

O que mais me encantou na Caixa dos Servidores foi o atendimento, a maneira como as pessoas se organizam. Para o meu estado, vou levar essa experiência de tudo o que aprendi, isso é muito grandioso. A ideia é unir os sindicatos e realizar esse sonho lá também”. A Clínica da Família, por sua vez, cuida da primeira infância à melhor idade. Com estrutura moderna, espaços projetados para acolher com conforto e segurança, a unidade foi implantada para atender de forma integral toda a família, além de identificar, por meio de genograma, as principais patologias de risco familiar e fazer a promoção de saúde com prevenção aos fatores de risco. A unidade está instalada em um prédio de três andares, com ambientes planejados para o beneficiário ser atendido com qualidade e conta com a equipe de 44 profissionais da saúde. Para o segundo vice-presidente da Cassems, Alexandre Júnior Costa, a visita de um gestor de outro estado é motivo de orgulho para os servidores públicos de Mato Grosso do Sul. “Essa é a prova que a Cassems é um modelo de saúde para o País. Nós somos referência, essa é uma


construção do servidor público de Mato Grosso do Sul”. Ademir Cerri, primeiro vice-presidente da Cassems, explica que é um prazer para a gestão ser útil para outros estados. “Queremos abrir os interesses e as perspectivas para que os servidores de outros estados da nossa federação tenham um modelo tão bom quanto o nosso. Estamos dispostos a ajudar no que for preciso”. Ainda, o Centro Médico e de Diagnóstico Avançado (CMDA) é uma unidade moderna, com alta tecnologia e atendimento humanizado. O espaço oferece consultas de rotina em diversas especialidades médicas e diagnóstico avançado por meio de exames de última geração. O ambiente conta com laboratório de análises clínicas, salas de ultrassonografia, densitometria óssea, raios X, ressonância magnética e mamografia, além de 16 salas de consultas e para pequenos procedimentos. O CMDA conta com 106 profissionais de saúde. Segundo Ricardo Ayache, presidente da Cassems, é importante colocar a Caixa dos Servidores como um exemplo de boa prática na gestão de um plano de saúde. “Aqui, nós, servidores públicos, gerenciamos e temos uma experiência de sucesso para todo o Brasil. Espero que outros estados possam tirar proveito da nossa vivência e construir outros sistemas de saúde com a mesma qualidade”.

“Quanto mais a gente cuida, mais a gente cresce” Há 18 anos, a Cassems nasceu com o desafio de substituir e superar em qualidade o antigo Previsul, que era uma instituição desacreditada. Além de se tornar o maior plano de saúde de Mato Grosso do Sul, a Caixa dos Servidores é, hoje, o melhor e o mais justo plano de assistência, reconhecido e premiado nacionalmente. Este mérito é de todos os servidores públicos que acreditaram na construção deste sonho. Para chegar até aqui, foram várias dificuldades contornadas com muito trabalho e apoio de todos os servidores e os próximos desafios serão vencidos da mesma forma: coletivamente. Neste último ano, outros sonhos foram concretizados, como a inauguração do Hospital de Corumbá, elaboração do programa de residência médica, implantação do C-conecte e ampliação dos programas de prevenção. Ainda, o plano de saúde foi eleito, pelo terceiro ano consecutivo, como uma das maiores e melhores empresas do Centro-Oeste. A edição de 2019 da revis-

ta Exame – Melhores e Maiores mostra que a Cassems ocupa a posição 851ª no ranking, evoluindo 71 posições em relação ao ano passado. Este ano também foi marcado pela conquista do melhor desempenho de sua história no Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS), tabela da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A média geral dos planos de autogestão no País foi de 0,6009, e a Caixa dos Servidores alcançou a pontuação histórica de 0,7847, superando outros 121 planos do mesmo segmento. No início, a Cassems era apenas um sonho transformado em realidade e, em pouco tempo, cresceu e foi apontada, por anos consecutivos, como uma das maiores e melhores empresas do Brasil. Mais do que números, esse reconhecimento representa a dedicação e a profissionalização de colaboradores, diretores e conselheiros. Grandes desafios foram superados em nome da saúde e da qualidade de vida e, agora, é preciso continuar trabalhando para o progresso do plano de saúde.

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CENTRO DE PREVENÇÃO DA CASSEMS RECEBE VISITA DE REPRESENTANTES DA ANS

No dia 24 de junho, a Cassems recebeu a visita de representantes da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Os diretores conheceram o Centro de Prevenção Cássio Pereira do Nascimento, um espaço único para a prevenção em saúde dos beneficiários do plano, que oferece piscina climatizada para a prática de hidroginástica, academia de musculação, estúdio de pilates e cozinha para cursos da Cozinha Experimental. Representada pelos diretores Rogério Scarabel e Maurício Nunes e pelas gerentes Katia Audi e Carla Soares, a ANS é a agência reguladora vinculada ao Ministério da

Saúde responsável pelo setor de planos de saúde no Brasil. A instituição estabelece medidas e ações do governo que envolvem a criação de normas, o controle e a fiscalização da assistência suplementar à saúde no País. Para Rogério Scarabel, diretor da ANS, a visita na Cassems foi importante para conhecer o trabalho realizado no plano de saúde. “Nós pudemos constatar a intenção e a vontade da operadora de fazer a gestão da sua população, é isso o que verdadeiramente importa na área da saúde, não se importar com custos, mas, sim, com as pessoas”.

De acordo com o presidente da Cassems, Ricardo Ayache, o Centro de Prevenção representa bem o modelo preventivo de assistência à saúde. “Os diretores puderam conhecer a estrutura da unidade, a Cozinha Experimental, a hidroginástica para gestantes, o pilates, o espaço de musculação e muitas outras atividades que realizamos diariamente. É uma enorme satisfação apresentar a representantes nacionais da saúde o projeto e a experiência que nós, servidores públicos, construímos em Mato Grosso do Sul e que é referência para todo o País”.


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CASSEMS PARTICIPA DE EVENTO SOBRE OS CUSTOS SOCIAIS DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER, EM PARCERIA COM ASSEMBLEIA LEGISLATIVA No dia 28 de junho, aconteceu a palestra “Feminicídio: Os Custos Sociais da Violência Contra a Mulher”, no plenário Júlio Maia da Assembleia Legislativa. Com contribuições de Maria Auxiliadora Budib e Luciana Rabelo, o encontro discutiu os custos e as consequências da violência contra a mulher para aprimorar os serviços e fazer, assim, a prevenção essencial. O evento é realizado em parceria entre Cassems, Assembleia Legislativa

e Escola do Legislativo. A Caixa dos Servidores possui, inclusive, um protocolo de intenções com a Organização das Nações Unidas (ONU) fechado em 2017, para tornar a operadora uma referência nacional e internacional na luta. Ricardo Ayache, presidente da Cassems, salienta a importância de parcerias como esta para o enfrentamento à violência de gênero. “Esse tema tem um importante impacto na sociedade brasileira

e principalmente em Mato Grosso do Sul, onde temos altos índices de feminicídio. A soma de esforços entre o poder público e as instituições privadas tem o papel de despertar na sociedade essa mobilização, para prevenir e alertar sobre a violência de gênero. A Cassems está mobilizando todas as suas unidades para que, em esforço conjunto com toda a sociedade, diminuamos esses dados graves e vexatórios”.


3ª SIPAT DO HCCG ABORDA OS RISCOS DE ACIDENTES COM PERFUROCORTANTES De 23 a 27 de setembro, a Comissão Interna de Prevenção a Acidentes (Cipa) do Hospital Cassems de Campo Grande realizou uma intensa programação voltada para a conscientização e orientação sobre os riscos de exposição a materiais biológicos e acidentes com perfurocortantes. Durante os quatro dias, foram realizadas diversas ações, como palestras, dinâmicas nos setores do hospital, sorteio de brindes e um show de stand-up que, de forma lúdica e divertida, apresentou as principais questões relacionadas à segurança do trabalhador em saúde. Os temas das palestras abordaram assuntos como o bem-estar do colaborador dentro da empresa e as normas referentes às questões trabalhistas que tratam dos acidentes de trabalho. As médicas infectologistas Priscilla Alexandrino e Ivone Martos demonstraram os riscos biológicos associados aos acidentes

com perfurocortantes (agulhas, bisturis) e direcionaram as orientações principalmente para os colaboradores que trabalham nas equipes de enfermagem e limpeza, pois estão mais sujeitos a acidentes com agulhas ou lâminas. “É muito importante que os colaboradores que estão na assistência direta façam uso dos

equipamentos de proteção individual. Às vezes, temos muita confiança nos procedimentos que fazemos. No entanto, mesmo tendo muita experiência profissional estamos sujeitos a sofrer acidentes que poderiam ser evitados”, explica a diretora técnica do HCCG e médica infectologista Priscilla Alexandrino.

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PACIENTES DO HCCG RECEBEM VISITA ESPECIAL NO DIA DO HOSPITAL

Em homenagem ao Dia do Hospital, comemorado em 2 de julho, o Hospital Cassems de Campo Grande recebe uma surpresa: a visita de dois

cães integrantes do projeto social Cão Herói, Cão Amigo, mantido pelo Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul. Penélope, um pastor-de-shetland, e

Raio, um pastor-alemão, encantaram médicos, pacientes e equipe de enfermagem pela doçura e pelo comportamento amigável, que despertou grandes sorrisos nos lábios de crianças e adultos. Segundo a médica e diretora técnica do Hospital Cassems de Campo Grande, Priscilla Alexandrino, estudos mostram que há muitos benefícios quando há uma aproximação dos animais com as pessoas que estão internadas. “Eles amolecem o coração de todos e tornam o nosso dia mais feliz e principalmente melhoram o quadro das pessoas que aqui estão internadas. Obviamente, os pets são autorizados em casos específicos e devem seguir alguns protocolos e normas sanitárias para que permaneçam dentro do hospital, como vacinação e vermifugação em dia”, conclui Priscilla.

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EM UM AMBIENTE INTIMISTA E ACOLHEDOR, CASSEMS REÚNE MÃES DE TODO O ESTADO COM RODAS DE CONVERSA NA SEMANA MUNDIAL DE AMAMENTAÇÃO

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No dia 27 de julho, a Cassems lançou a campanha da Semana Mundial de Amamentação, com atividades em todo o Estado. Na Capital, a diretoria de Assistência à Saúde reuniu mães beneficiárias e seus bebês para uma manhã com roda de conversa sobre mitos

e verdades da amamentação, além de shantala, com massagem nos pequenos, e sling dance, uma dança entre a mãe e o bebê, para trabalhar a conexão entre os dois. As unidades do interior também receberam as atividades, com uma programação especial sobre o

tema. A diretora de Assistência à Saúde, Maria Auxiliadora Budib, afirma que o objetivo do encontro é garantir o protagonismo da mãe e do bebê na prática da amamentação, além de incentivar as mães a criar uma rede de apoio para trocar ideias sobre a maternidade. “Várias unidades regionais e hospitais Cassems de todo o Estado participaram desta ação. Tivemos as rodas de conversa, um círculo em que a pediatra não é maior que obstetra, não é maior que a mãe, não é maior que o pai, e todos compartilham os saberes. São histórias diferentes, mas uma coisa é certa: precisamos de uma rede, de famílias que entendam esse momento, de empresas que entendam e ofereçam apoio. Amamentar é muito mais do que apenas nutrir, é um ato de conexão entre a mãe e o bebê”.


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CENTRO DE ONCOLOGIA DA CASSEMS EM DOURADOS TEM 99% DE APROVAÇÃO ENTRE SEUS USUÁRIOS

A Caixa de Assistência dos Servidores Públicos de Mato Grosso do Sul (Cassems) divulgou, em agosto, um levantamento do Instituto de Pesquisa Resultado (IPR) referente à aprovação do Centro de Oncologia de Dourados. O resultado surpreendeu, pois o local foi inaugurado em janeiro de 2018 e já possui 99%

de aprovação, considerado pelos seus usuários como “ótimo e bom”. Para o presidente da Cassems, Ricardo Ayache, o diferencial está no jeito único de atender. “Cuidar de um jeito único, com afeto, um corpo clínico qualificado, aliado à inovação, tecnologia e infraestrutura moderna é o que traz os melho-

res resultados, e esta sempre será a nossa meta. O foco é e sempre será o paciente”, disse. Atualmente, o Centro de Oncologia realiza mais de 1.500 atendimentos ambulatoriais por mês, e na pesquisa realizada nos dias 17, 18 e 19 de julho foram entrevistados 341 pacientes e acompanhantes.

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CASSEMS E HOSPITAL CASSEMS CG SE MOBILIZAM PARA REFORÇAR ESTOQUE DE SANGUE DO HEMOSUL

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O Hospital Cassems de Campo Grande realizou, em agosto, a 1ª Ação da Agência Transfusional do HCCG, Cassems e Hemosul para doação de sangue. O evento, que contou com o apoio da Comissão Interna de Prevenção a

Acidentes, Cipa, da unidade hospitalar e do Instituto Sangue Bom, tem como objetivo despertar a consciência para a importância da doação voluntária de sangue, além de reforçar os estoques no Hemosul. A intenção é fazer com que

pelo menos 300 colaboradores e beneficiários participem da ação, desenvolvendo uma cultura de solidariedade para com as pessoas que por algum motivo necessitam de transfusões de sangue e seus hemocomponentes.


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PROGRAMA DE PREVENÇÃO DA CASSEMS, COZINHA EXPERIMENTAL LANÇA O PRIMEIRO CADERNO DE RECEITAS SAUDÁVEIS

A Cassems lançou, no dia 29 de julho, o primeiro caderno de uma série de cinco com receitas ensinadas no programa de prevenção Cozinha Experimental. O programa foi criado em 2012, com o objetivo de despertar o interesse por uma alimentação saudável, gerando, assim, maior qualidade de vida. Sendo a cozinha um reduto de amor, nada melhor do que usá-la como um caminho para transformar sabores, texturas e cheiros em descobertas e encantamentos que possibilitem uma alimentação equilibrada e uma vida mais saudável. Lançada com o Centro de Prevenção em Saúde, em Campo Grande, a Cozinha Experimental faz parte de um objetivo maior capitaneado pela Cassems, que é o investimento na medicina preventiva. No início, o programa de prevenção possuía uma concepção mais formal, um pouco diferente do que se tornou hoje. A proposta de trazer a atenção dos beneficiários para alternativas diferenciadas na alimentação parecia um desafio. Ainda, superar a ideia de que a culinária saudável seria sem sal, difícil e cara era a principal motivação para implantar um programa de prevenção que mostra que, sim, a cozinha também é lugar de prevenção em saúde.

A diretora de Assistência à Saúde da Cassems, Maria Auxiliadora Budib, explica que alimentar-se de maneira saudável é priorizar os ingredientes que leva para a mesa, considerando sempre as alternativas mais nutritivas. “A prevenção deve começar na cozinha e ser saudável. No plano de saúde, já temos essa prática, o caderno é uma proposta para compilar essas informações. Quando você começa a mudar o seu hábito de vida, sem querer, você começa a mudar a rotina das outras pessoas. Os participantes da Cozinha Experimental são multiplicadores e reproduzem os aprendizados em suas casas. Sensibilizar pessoas para a qualidade de vida é a função da Cassems”.

A nutricionista e coordenadora da Cozinha Experimental, Melissa de Andrade, foi responsável pela adaptação e compilação das receitas presentes no caderno. Para ela, chegar ao sétimo ano do curso com o lançamento é emocionante. “Me sinto muito feliz. Hoje, eu percebo que consegui passar os ensinamentos que tinha em mente e que, realmente, os beneficiários reproduziram as receitas em suas casas. Mostramos para eles que é possível ter uma alimentação saudável e, ao mesmo tempo, prática, acessível e saborosa. A saúde não precisa ficar apenas nos consultórios, o participante tem a possibilidade de levá-la para casa”.


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NO MÊS DA DOAÇÃO DE ÓRGÃOS, HOSPITAL CASSEMS REALIZA CAPTAÇÃO

Decidir por um transplante de órgão é uma questão muito delicada e requer muitas discussões e esclarecimentos, o Hospital Cassems de Campo Grande preparou suas equipes de assistência para serem grandes incentivadoras deste processo e, na tarde do dia 21de setembro, a família de uma paciente teve o gesto solidário e de suma importância ao aceitar a captação de órgãos. A paciente de 53 anos foi vítima de um acidente vascular cerebral hemorrágico (AVCH) e, após decisão familiar,

tornou-se uma doadora de órgãos que vai salvar três vidas por meio do transplante de córneas, fígado e rins. A unidade hospitalar recebeu uma equipe de médicos vinda do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, responsável pela retirada do fígado, e os outros dois órgãos foram retirados pela equipe de médicos de Mato Grosso do Sul e serão transplantados no próprio Estado. De acordo com o médico cirurgião

do aparelho digestivo Guilherme Viana Rosa, de Ribeirão Preto, falar de transplantes é sempre um assunto delicado, pois mexe com questões de ordem religiosa, ética, morte, entre tantas outras, por isso a conscientização é tão importante. “O diálogo aberto e franco com a família e a ênfase de que esta ação vai salvar vidas são extremamente importantes para a conscientização dos familiares no momento da decisão da doação, e é muito bom ver que um hospital deste porte está investindo


nesta questão e está conseguindo com êxito não só doadores, como também está se preparando para se tornar uma referência em transplantes”, ressalta. Para a diretora técnica do Hospital Cassems, Priscilla Alexandrino, a captação de órgãos fortalece o processo de transplantes que está sendo construído na unidade. “A nossa unidade foi habilitada pelo Ministério da Saúde para realização do transplante cardíaco, aguardando contrato com o SUS, e já estamos em processo de habilitação para transplante renal, portanto, a captação e o incentivo a doação se tornam cada vez mais importantes, pois esta terá de ser uma cultura em nossa instituição, aumentando a complexidade dos procedimentos aqui realizados e melhorando cada vez mais a qualidade dos serviços prestados”, conclui.

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CASSEMS REALIZA III ENCONTRO DE BENEFICIÁRIOS PÓS-CIRURGIA BARIÁTRICA

Na manhã do dia 10 de agosto, a Cassems realizou um encontro com beneficiários que realizaram a cirurgia bariátrica. No Centro de Prevenção em Saúde, os usuários receberam orientações sobre a cirurgia e a continuidade do tratamento, oficinas de atividades físicas, roda de conversa sobre o assunto, além de um café da manhã saudável. O objetivo do evento é incentivar os pacientes a dar prosseguimento aos cuidados com a saúde após a cirurgia, para a manutenção da qualidade de vida. A programação do evento contou com o acompanhamento de médicos especialistas da área, nutricionistas e profissionais de Educação Física, que dialogaram com os beneficiários e orientaram para as ações desenvolvidas durante a manhã. Após palestra educativa, os pós-bariátricos puderam participar de uma série de atividades, como musculação, pilates, hidroginástica e zumba. Além disso, para a troca de experiências, houve

uma roda de conversa entre pacientes e profissionais. Ricardo Ayache, presidente da Cassems, explica que a obesidade é uma doença crônica que precisa ser acompanhada durante a vida toda. “Esse encontro é apenas um momento em que realizamos parte dos procedimentos, mas o acompanhamento é muito importante para o sucesso do tratamento como um todo”. A diretora de Assistência à Saúde da Cassems, Maria Auxiliadora Budib, explica que atividades como essas são necessárias, pois a cirurgia ba-

riátrica ocasiona grandes mudanças na vida do paciente. “Após uma bariátrica, o paciente ganha uma nova vida. Os hábitos alimentares que fizeram com que a pessoa chegasse à obesidade devem ser deixados para trás. No início, o paciente fica em uma ‘lua de mel’ e está mais atento aos cuidados. Com o passar do tempo, os velhos hábitos podem voltar. Por isso, nos preocupamos em chamar esses pacientes para o Centro de Prevenção e acompanhar as suas práticas de alimentação e exercícios, o seu peso, entre outras medidas”.


EXAMES E ESPECIALIDADES

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CASSEMS CONTRIBUI PARA A IMPLANTAÇÃO DE CICLOFAIXA ENTRE AS AVENIDAS AFONSO PENA E MATO GROSSO

No dia 31 de agosto, a Cassems, em cumprimento à exigência da Prefeitura Municipal de Campo Grande, lançou a ciclofaixa que interliga as avenidas Mato Grosso e Afonso Pena. A construção é parte do pacote de benfeitorias exigidas pelo município em cumprimento ao Guia de Diretrizes Urbanísticas de Campo Grande (GDU), em contrapartida aos impactos urbanísticos gerados pela construção do Hospital Cassems de Campo Grande.

O presidente da Cassems, Ricardo Ayache, salienta que a ação faz parte do dispositivo legal do município. “O nosso hospital, como toda grande obra, causou um impacto no projeto urbanístico da cidade e, por isso, temos a obrigação de contribuir para algumas melhorias. Já contribuímos com alguns semáforos, pontos de ônibus e, agora, com essa ciclovia. A importância dessa parceria é que estamos cumprindo com a obrigação, enquanto Cassems, para com o município”.


ÔNIBUS DA SAÚDE DA CASSEMS COMPLETA 8 ANOS LEVANDO EXAMES PREVENTIVOS AO CÂNCER PARA TODO O ESTADO

Em 24 de outubro de 2011, o que viria a se tornar o motivo de grande orgulho dos servidores públicos de Mato Grosso do Sul dava seus primeiros passos e hoje, 8 anos mais tarde, o Ônibus da Saúde da Cassems é referência de

unidade móvel de prevenção em saúde em todo o País. A iniciativa foi construída a partir da constatação do alto número de mulheres em atraso com seus exames preventivos e atualmente é um dos patrimônios do servidor pú-

blico de Mato Grosso do Sul. O Ônibus da Saúde foi lançado com o objetivo de percorrer todo o estado de Mato Grosso do Sul levando atendimento oncológico digno e eficaz para as comunidades que não têm estrutura adequada para esse tipo de tratamento. O ônibus é equipado com sala de exames ginecológicos, sala de mamografia, consultório médico e centro para pequenas cirurgias, além de uma experiente equipe de médicos. Em quatro anos de funcionamento, o programa de prevenção ao câncer já passou pela maioria dos municípios do Estado e contabiliza cerca de 95 mil atendimentos.

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CASSEMS REALIZA EVENTO BENEFICENTE E DOA 680 LITROS DE LEITE INTEGRAL PARA O ASILO SÃO JOÃO BOSCO

No dia 6 de julho, a Cassems realizou o Arraiá Solidário Cassems, uma festa julina para colaboradores da empresa. Além de ser uma tradição come-

morativa realizada anualmente, é um evento de solidariedade, cujos lucros são revertidos para instituições beneficentes. Parte do lucro do consumo da

festa foi direcionada para a compra de cobertores para famílias em situações de vulnerabilidade. Este ano, o Arraiá Solidário arrecadou R$ 3.859,00. O presidente da Cassems, Ricardo Ayache, salienta que esta é uma noite de muita alegria para os colaboradores do plano de saúde. “É muito bom poder juntar a tradição festiva, a confraternização entre nós, colaboradores da Cassems, e, claro, a solidariedade”. Além disso, a entrada para o evento foi uma caixa de leite integral. Com as doações, a Cassems entregou para o Asilo São João Bosco, que acolhe idosos, 680 litros de leite.

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VISANDO INCLUSÃO, COLABORADORES DO HOSPITAL CASSEMS CG SERÃO CAPACITADOS EM LIBRAS

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O projeto das aulas de libras, iniciativa de um grupo de colaboradores que integram o Planejamento Estratégico do Hospital Cassems de Campo Grande, tem como objetivo capacitar os profissionais que estão na linha de frente da unidade hospitalar para um

atendimento mais qualificado às pessoas surdas. O projeto foi lançado no dia 26 de setembro, data em que se comemora o Dia Nacional do Surdo. As aulas foram divididas em três módulos básicos e serão realizadas no auditório do Hospital Cassems de Campo Grande

duas vezes por semana, com carga horária total de 20 horas. A primeira turma terá a participação de 30 colaboradores que atuam nas recepções, na segurança, caixas e nutrição. O curso será estendido para outros profissionais em módulos posteriores.


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93% DOS BENEFICIÁRIOS APROVAM O ATENDIMENTO DE OTORRINOLARINGOLOGIA NA REDE PRÓPRIA CASSEMS

Levantamento encomendado pela Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul (Cassems) e realizado pelo Instituto de Pesquisa Resultado com beneficiários da Caixa dos Servidores de Campo Grande para avaliar os serviços de otorrinolaringologistas prestados pelo plano de saúde em sua Rede Própria indicou que 93% dos usuários avaliaram o atendimento como “ótimo” e “bom”. A pesquisa, feita por amostragem, foi realizada na Capital no período de 4 a 6 de setembro. O estudo foi feito por meio da coleta de dados por survey, de natureza quantitativa, com entrevista por telefone e presencial. A qualidade do atendimento também foi avaliada. Para 73% dos beneficiários que utilizaram o serviço tanto na rede credenciada quanto na Rede Própria, o atendimento melhorou. Essa

melhora também refletiu na qualidade dos exames, de acordo com 70% dos entrevistados. Em relação ao tempo de espera para agendamento, 73% dos beneficiários que utilizaram o serviço tanto na rede credenciada quanto na Rede Própria disseram que houve melhora com a mudança e 55% dos beneficiários disseram que houve melhora no

tempo de espera para a consulta. O presidente da Cassems, Ricardo Ayache, garante que os beneficiários podem esperar, como de costume, serviços de qualidade. “Os beneficiários Cassems podem esperar, como sempre, em todos os serviços que implantamos muita qualidade, muita dedicação, profissionais altamente capa-


citados e qualificados para oferecer o melhor atendimento em otorrinolaringologia porque, com certeza, nós queremos sempre o melhor atendimento, o mais humanizado, para que a gente possa ter sempre os melhores resul-

tados esperados quando precisarmos de um atendimento nessa especialidade. Os profissionais contratados têm o melhor preparo, a maior qualificação para que a gente consiga os melhores resultados”.

Para garantir a qualidade do atendimento e a sustentabilidade do plano de saúde, a Cassems estruturou, nas unidades da Capital e do interior, serviços de otorrinolaringologia próprios. Todas as demandas que antes eram atendidas pela rede credenciada foram direcionadas e estão garantidas na Rede Própria. A nova alternativa foi amplamente discutida pelos conselhos Administrativo e Fiscal e, para realizar esta mudança, o plano de saúde fez um estudo sobre as necessidades dos beneficiários por essa especialidade.

COM TRANSPLANTE CARDÍACO CREDENCIADO, HOSPITAL CASSEMS CG EVOLUI PARA AUTORIZAR O RENAL Dando continuidade aos processos administrativos e técnicos para implantação de toda a linha de cuidado referente aos transplantes de órgãos, o Hospital Cassems de Campo Grande recebeu, nos dias 29 e 30 de agosto, o coordenador de transplantes dos hospitais São Lucas e Silvestre, do Rio de Janeiro, o médico nefrologista Pedro Túlio Rocha, para realizar um treinamento com coordenadores e lideranças do Hospital Cassems de Campo Grande para credenciamento e implantação do transplante renal na unidade hospitalar. “O Hospital Cassems de Campo Grande já está credenciado para fazer transplantes cardíacos e será o único do Estado a realizar esse tipo de pro-

cedimento. A nossa expectativa é que a primeira cirurgia aconteça até o fim deste ano”, explica a diretora técnica, a médica Priscilla Alexandrino. Com os processos administrativos e técnicos para o transplante cardíaco prontos, o Hospital Cassems de Campo Grande avança para incrementar o programa de transplantes com a viabilização do transplante renal. No treinamento, foram abordados temas voltados para a parte legal do credenciamento, documentos médicos, prontuário, organização de serviço de transplante renal de alto volume, checklist para o credenciamento, levantamento de necessidades de equipamentos e exames, convênios com patologia, virologia e imunogenética,

montagem de protocolos clínicos assistenciais, entre outros. Com nove anos na coordenação de transplantes renais, de fígado e pâncreas em dois hospitais do Rio de Janeiro, o nefrologista Pedro Túlio observa que não há dúvidas da capacidade técnica e estrutural que o Hospital Cassems de Campo Grande tem para iniciar o programa de transplantes na unidade. No entanto, o médico reforça que “o conhecimento das equipes de gestores do hospital nos quesitos administrativos e legais é de suma importância para que a unidade consolide o programa de transplantes e continue contribuindo para a evolução da saúde de Mato Grosso do Sul”.

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CUIDAR DE QUEM CUIDA: CASSEMS REALIZA 1º SEMINÁRIO EM SAÚDE MENTAL PARA COLABORADORES

No dia 14 de setembro, colaboradores da Cassems receberam informações de profissionais da saúde mental e participaram de atividades para o compartilhamento de experiências, como atividades físicas e musicoterapia. A ação faz parte da campanha Setembro Amarelo, de prevenção ao suicídio e atenção para as doenças psíquicas. A diretora de Assistência à Saúde da Cassems, Maria Auxiliadora Budib, salienta que o evento visa não apenas dialogar sobre a saúde mental dos colaboradores, mas trabalhar para a harmonia em ambiente de trabalho. “Muitas vezes, os colaboradores trabalham em ambientes de pacientes com problemas, diagnóstico de morte, doenças muito difíceis. Os colaboradores também têm os seus problemas em casa, queremos que eles se sintam à vontade em pedir ajuda e também percebam a necessidade de ajudar o outro”. O médico psiquiatra Leonardo Fabrício Gomes Soares participou do seminário e abordou a questão do suicídio. “Quando temos espaço para discutir o suicídio, é muito saudável. Temos de quebrar alguns paradigmas

que esse assunto traz. É um tema pesado, sem dúvida, envolto de sofrimento e tristeza, mas uma forma de desmistificá-lo é falar sobre o tema, ensinar como lidar e mostrar que, em situações como essas, é possível ajudar”. O presidente da Cassems, Ricardo Ayache, explica que o seminário é fundamental para dialogar com os colaboradores. “Nós estamos vivendo uma epidemia de doenças mentais

no mundo todo, e não é diferente em nosso estado. Então, também temos de entender que não é porque trabalhamos com saúde que os nossos profissionais não estão sujeitos a essas doenças. Portanto, fazer a prevenção e trazer o conhecimento dessas questões são importantes para ter colaboradores preparados para atenderem com tranquilidade e uma estrutura física e mental adequada aos nossos beneficiários”.


Rua Oliveira Marques, 1409, Edifício Med Center - 5º andar - Sala 602

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PALESTRA CONTRIBUI PARA A AMPLIAÇÃO DE AÇÕES PARA DOAÇÃO DE ÓRGÃOS NO HCCG

No Dia Nacional de Doação de Órgãos, comemorado em 26 de setembro, a coordenadora da Central Estadual de Transplantes, Claire Miozzo, proferiu palestra para colaboradores do Hospital Cassems de Campo Grande sobre o processo de doação e transplante de órgãos e tecidos em Mato Grosso do Sul e como funciona a Central Estadual de Transplantes (CET). A palestra é uma continuidade das ações de capacitação que estão sendo realizadas desde o início de 2019, quando o processo de credenciamento do HCCG como unidade transplantadora de órgãos iniciou-se. Além das equipes de assistência em saúde, participaram da palestra a diretora técnica do hospital, Priscilla Alexandrino, e o cirurgião cardíaco Carlos Barbosa, que assumirá a coordenação da equipe de transplantes cardía-

cos. De acordo com o médico, o hospital já está apto para realizar transplantes de coração desde o mês de abril, faltando apenas finalizar o contrato com o Sistema Único de Saúde para que os procedimentos possam acontecer. “O Hospital Cassems de Campo Grande não é um hospital público, por isso necessita firmar um contrato com o SUS. A nossa expectativa é realizar o primeiro transplante de coração ainda este ano”, explica Carlos Barbosa. A médica Priscilla Alexandrino, responsável por encabeçar o projeto de implantação do Programa de Transplantes no Hospital Cassems de Campo Grande, conta que o transplante renal também já está em fase de credenciamento no Ministério da Saúde. Para ela, é importante falar sobre o assunto e que as equipes do hospital se mobilizem cada vez mais para ampliar essas

ações”. Ela considera que “Mato Grosso do Sul tem um potencial enorme para estar entre os primeiros estados que realizam transplantes no Brasil, pois já tem suporte técnico e tecnológico. O que falta são mais unidades credenciadas para esses procedimentos”. A coordenadora da Central Estadual de Transplantes (CET), Claire Miozzo, há 16 anos à frente da CET, explica que o Brasil tem a legislação mais transparente e rigorosa do mundo para a realização de transplantes de órgãos, mas “precisa ampliar a rede de transplantes para além dos grandes centros, como Rio de Janeiro e São Paulo”. Para Claire, a iniciativa do Hospital Cassems de Campo Grande em se credenciar como unidade transplantadora é um grande incentivo para que outros hospitais possam ser habilitados no Estado.


COM RODA DE CONVERSA E PRÁTICA DE YOGA, CASSEMS LANÇA A CAMPANHA OUTUBRO ROSA PARA PREVENÇÃO DO CÂNCER DE MAMA

Na tarde do dia 5 de outubro, beneficiárias em tratamento oncológico tiveram a oportunidade de se reunir para uma tarde de diálogos e prática de yoga, ressaltando experiências pessoais com a doença e o tratamento. A atividade faz parte da campanha Outubro Rosa da Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul (Cassems), de prevenção e combate ao câncer de mama. De acordo com a diretora de Assistência à Saúde da Cassems, Maria Auxiliadora Budib, o plano de saúde acompanha o calendário do Outubro Rosa há anos com ações de combate e prevenção à patologia que afeta milhares de mulheres ao ano. “Muitas mulheres negligenciam a prevenção ao câncer de mama. Não é só fazer a mamografia, esse é um exame de rastreio precoce, mas não é um exame de prevenção. Em vez disso, é preciso fazer um check-up completo anualmente. Há outros fatores de risco que elevam as chances do câncer, então, o mês chega com essa bandeira importante do cuidado com a saúde da mulher”. A beneficiária Rosa Maria Souza salienta que o evento teve um impacto positivo para ela. “Recentemente, completou um ano que descobri que tenho câncer, operei e fiz o tratamento. Hoje, cheguei em prantos, mas saio mais leve. Esse é um momento de troca e de ouvir coisas positivas. A Cassems presta um bom acompanhamento da saúde física e psicológica de vítimas do

câncer”. A coordenadora de Psicologia da Cassems, Claudia Szukala, explica que este é um momento para refletir sobre o processo de adoecimento e cura. “Independentemente do que aconteça na vida, temos sempre de

lutar pelo melhor e acreditar que coisas boas virão. Este é um momento para pensar sobre os cuidados com a saúde física e mental. A psicoterapia é fundamental, todos devem ter um psicólogo para chamar de seu, cuidar das alegrias e tristezas cotidianas”.

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INFORMATIVO

SEMANA DE HUMANIZAÇÃO INICIA-SE COM HOMENAGEM E INAUGURAÇÃO NO HCCG Às vésperas de completar três anos, o Hospital Cassems de Campo Grande iniciou, no dia 7 de outubro, a 1ª Semana de Humanização da unidade. Entre as atividades programadas em comemoração do aniversário da unidade hospitalar está a inauguração do laboratório de microbiologia clínica do HCCG e homenagem à paciente Júlia Cunha da Silva, de 12 anos, que alcançou a cura do câncer. A primeira atividade do dia foi a inauguração do laboratório de microbiologia clínica do Hospital Cassems de Campo Grande. O novo serviço vai oferecer análises rápidas e precisas, capazes de identificar microrganismos infectantes, auxiliando no diagnóstico de doenças e na conduta médica a ser

tomada. Para o gerente hospitalar Alessandro Depieri, a implantação do setor vai “permitir um uso mais assertivo de antimicrobianos, além de proporcionar mais segurança para os pacientes”. O diretor de Unidades Hospitalares da Cassems, Flávio Stival, reforça que a implantação da microbiologia vai contribuir para a melhora contínua da segurança do paciente e “elevará o nível de complexidade do Hospital Cassems de Campo Grande”. Para o diretor clínico da unidade hospitalar, o médico Marcos Bonilha, ter um laboratório próprio de microbiologia “é um sonho concretizado e que foi acalentado com a inauguração do hospital, há três anos”. A médica infectologista e diretora técnica Priscilla Alexandrino comemora a

conquista e afirma que a “melhora no suporte ao controle de infecções e serviços de vigilância epidemiológica dos atendimentos no hospital será substancial”. Para o presidente da Cassems, Ricardo Ayache, a instalação de um laboratório próprio de microbiologia clínica auxilia no diagnóstico e na conduta clínica de maneira muito positiva, além de otimizar o trabalho da equipe multidisciplinar de assistência. “É um passo muito importante que estamos dando rumo à excelência que buscamos. Com os exames de microbiologia sendo realizados aqui, o médico tem condições de tomar as melhores decisões para que o paciente tenha o melhor atendimento”, avalia.

INFORMATIVO

CAIXA DOS SERVIDORES REALIZA SELO COMEMORATIVO DE TRÊS ANOS DO HOSPITAL CASSEMS DE CAMPO GRANDE

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Logo após a inauguração do laboratório de microbiologia clínica, foi feito o lançamento do selo comemorativo dos três anos do Hospital Cassems de Campo Grande e também do projeto “A Literatura Cura”, coordenado pela historiadora e escritora Raquel Anderson. Com a presença do presidente da Cassems, Ricardo Ayache, do secretário de administração do Estado, Roberto Hashioka, do superintendente regional da Empresa Brasileira de

Correios e Telégrafos, Genivaldo Lacerda, de conselheiros e diretores da Cassems, além de colaboradores do Hospital Cassems de Campo Grande, o selo comemorativo foi obliterado. Durante o lançamento do selo comemorativo, foi prestada uma homenagem à paciente Julia Cunha da Silva, de 12 anos, que alcançou a cura do câncer. Júlia e a família moram em Aquidauana e o processo de diagnóstico e tratamento

da doença foi realizado integralmente no HCCG. Durante os períodos de internação, a família pôde contar com o apoio total da unidade hospitalar. Nos momentos em que precisou receber os medicamentos, Júlia se distraía desenhando e pintando. Os desenhos foram selecionados e, como homenagem, o Hospital montou uma exposição para ela. “Temos de entender que fazer saúde não é só dar remédio e perguntar o que o paciente está sentindo. Temos de entender o que há por trás de toda uma história, por isso a saúde deve ser encarada de forma integral. A Júlia foi curada não apenas pelo tratamento, mas também por todo o amor que a rodeou”, considera Ayache. Saulo Conceição da Silva, pai de Júlia, agradece o empenho das equipes e relembra que tudo o que ela precisou esteve ao alcance da família. “O milagre para nós aconteceu no momento em que recebemos a notícia de cura da Júlia”, finaliza Saulo.


ORTODONTIA INVISÍVEL

COMO FUNCIONA?

QUAIS AS VANTAGENS?

Os alinhadores estéticos invisíveis são produzidos com materiais biocompatíveis de alta resistência e durabilidade, unindo força a flexibilidade. Cada peça é única, sendo adaptada para etapa do tratamento. Isso minimiza desconforto e viabiliza uma adaptação surprendentemente rápida.

UTILIZA-SE APENAS EM CASOS FÁCEIS ?

Com os alinhadores invisíveis removíveis, a correção da posição dos dentes ocorre de maneira discreta devido ao aparelho ser transparente e confortável porque não existem fios ou pontas (por exemplo, as peças do aparelho convencional denominadas de bráquetes) que possam causar aftas na boca.

O TRATAMENTO É DOLORIDO?

A nova geração de alinhadores que chega trazendo tecnologia, conforto e estética reunidos num produto que entrega a máxima qualidade ortodôntica com altíssima tecnologia. É a odontologia personalizada, uma tendência global, já disponível em nosso consultório. Você não precisa parar de sorrir enquanto usa aparelho! Aparelhos quase invisíveis, não há limitações alimentares, sem obstruções ao uso de fio dental ou escovação. Movimento controlado em um único dente e opções de monitoramento remoto. Mais conforto comparando com o aparelho comum, o alinhador estético transparente entrega muito mais conforto por conta de sua anatomia adaptada exclusivamente ao paciente. Não precisa evitar consumir alimentos que gosta. Por ser removível, seu aparelho não será um obstáculo entre você e suas refeições preferidas.

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O paciente deve ser avaliado individualmente para saber qual Alinhador está indicado. Existem alinhadores feitos no Brasil para casos simples e o mais famoso de todos, feito nos Estados Unidos, que é utilizado em casos severos conforme o grau de disciplina do paciente e do conhecimento técnico do ortodontista.

O alinhador invisível removível movimenta os dentes normalmente, por isso, não é indolor, porém a dor fica localizada nos dentes que estão "tortos". "Cabe ressaltar que a dor vai variar, tanto no fixo tradicional quanto no alinhador, conforme a sensibilidade individual de cada paciente.

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INFORMATIVO

NONA EDIÇÃO DA CORRIDA SAÚDE CASSEMS LEVA QUASE 3 MIL PESSOAS À RUA EM NOITE DE SÁBADO

Aproximadamente 3 mil atletas, profissionais e amadores, tomaram as ruas do Parque dos Poderes, no dia 19 de outubro, na 9ª Corrida Saúde Cassems-Noturna. Com duas categorias, caminhada de 3 km e corrida de 5 km e 10 km, a prova tem o propósito de

promover um estilo de vida mais saudável por meio da prática de esportes. Realizada pela terceira vez no período noturno, a corrida possibilita o bem-estar e a alegria, além de promover a solidariedade, ao arrecadar alimentos na inscrição e entregar a entidades fi-

lantrópicas. Neste ano, foram beneficiadas as seguintes instituições: Doando com Amor, Cruz Vermelha, Associação Campo-Grandense da Pessoa com Deficiência (ACPD) e Asilo São João Bosco. Em todas as edições, um atleta brasileiro de renome internacional participa da Corrida Cassems e, neste ano, a ex-jogadora de voleibol Virna Dias foi a convidada especial. Virna foi atacante da seleção brasileira de voleibol feminino e esteve presente nas principais conquistas da modalidade brasileira, tais como a medalha de ouro no Grand Prix de 1994 e os vice-campeonatos do Campeonato Mundial do mesmo ano. Além da prova, o evento ofereceu entretenimento com a DJ Tamys e com a banda Haiwanna.

INFORMATIVO

CLÍNICA DA FAMÍLIA COMPLETA 2 ANOS LEVANDO ATENDIMENTO MULTIDISCIPLINAR PARA AS FAMÍLIAS DOS BENEFICIÁRIOS

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Em 16 de outubro de 2017, a Cassems inaugurou um espaço destinado à integralidade do atendimento, com foco na atenção primária, na prevenção

de doenças e na promoção da saúde. A Clínica da Família dispõe de atendimento com pediatra, alergista pediátrico, cirurgião pediátrico, endócrino

pediátrico, neuropediatras, infectologista, nutricionista, psicólogos, assistente social, fonoaudiólogo, ginecologista e médicos generalistas. Em dois anos de funcionamento, a clínica já realizou mais de 39 mil atendimentos em diversas especialidades, dos quais mais de 6.100 foram na pediatria. A atenção primária à saúde é uma estratégia voltada para responder de forma regionalizada, contínua e sistematizada à maior parte das necessidades de saúde da população, integrando ações preventivas e curativas, bem como a atenção a indivíduos e comunidades.


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ARTIGO

ENVELHECER COM SAÚDE: UMA QUESTÃO DE

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TEXTO: Ricardo Ayache

ARTIGO

PLANEJAMENTO Estamos vivendo mais! Estima-se que ganhamos três meses de vida a cada ano e, em 2065, o Brasil terá 84 milhões de idosos, 34% da população. A tendência é de que o envelhecimento da população acelere de maneira que, já em 2031, o número de idosos supere o de crianças e adolescentes de 0 a 14 anos. Resta saber como viveremos esses anos a mais e a resposta passa diretamente pelo estilo de vida adotado ao longo de toda a jornada e pela evolução na cultura do cuidado. Existem hoje, no Brasil, pessoas que envelhecem melhor do que nunca, com acesso à saúde e informação de qualidade. Por outro lado, há uma parcela muito grande dos brasileiros que está envelhecendo sem as mesmas condições, o que é muito preocupante e um desafio enorme para o País,


já que, assim como o nosso sistema de saúde, a população brasileira tem um longo caminho até a maturidade para encarar esse novo cenário, no qual crescem os casos de doenças crônicas em detrimento das agudas, que prevaleciam há 40, 50 anos. Por doenças crônicas, entendem-se aquelas de progressão lenta e longa, silenciosas ou sintomáticas, mas que no geral comprometem a qualidade de vida, como: doenças cardiovasculares, respiratórias (bronquite, asma e rinite), hipertensão e diabetes, por exemplo. Embora a maioria delas possa ser evitada ou controlada, hoje, elas já representam 90% das mortes de idosos no País. E como evitá-las? Comece incluindo na sua rotina os seguintes hábitos: • Alimentação equilibrada, rica em vegetais, frutas e cereais; • Prática regular de atividades físicas; • Evitar bebidas alcoólicas; • Não fumar; • Procurar acompanhamento médico permanente, não apenas quando a doença aparece; • Manter o convívio social, hobbies e momentos de lazer com a família e os amigos. Viver bem e feliz é um direito, e cabe a cada um de nós repensar os hábitos e a atenção dada à prevenção, ou seja, cuidar da saúde antes que a doença apareça. Mas, paralelo

aos cuidados individuais, é indispensável que haja o planejamento sério e cuidadoso, envolvendo diversos setores da sociedade e indução de políticas públicas, do modelo de envelhecimento ativo, saudável e sustentável que queremos para todos os brasileiros. Esse planejamento passa por melhor formação dos profissionais de saúde, mais atentos e conhecedores do processo de envelhecimento, e por adequações no sistema de saúde, público e privado, com foco especial na saúde primária, no médico da família, que é a porta de entrada para o atendimento especializado e que resolve cerca de 90% dos problemas de saúde que uma pessoa pode apresentar. Investir em saúde é, também, investir em educação, em mudanças culturais. É informar e tornar cada um de nós mais ativo e empoderado no processo de construção do próprio projeto de saúde e longevidade. Vamos começar?

Ricardo Ayache É médico formado pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), em 1993, especialista em Cardiologia pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e com residência em Cardiologia na Beneficência Portuguesa de São Paulo. Ricardo também é médico do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul e sócio do Centro de Diagnóstico Cardiovascular (CDC). Participou ativamente da fundação da Cassems e preside a entidade desde 2010.

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GUIA

GUIA 84 //

ONDE ENCONTRAR ATENDIMENTO CASSEMS NO ESTADO HOSPITAIS CASSEMS

PROGRAMAS DE PREVENÇÃO

BENEFÍCIOS CASSEMS

Campo Grande Avenida Mato Grosso, 5151 (67) 3323-0330 Aquidauana Rua José Bonifário, 115 (67) 3241-7429 / 3904-2752 Coxim Rua Virgínia Ferreira, 2415 (67) 3291-7603 / 3291-3269 Dourados Rua Oliveira Marques, 2771 (67) 3411-9595 / 3410-0000 Naviraí Av. Dourados, 1425 (67) 3461-2200 Nova Andradina Rua Walter Hubacher, 748 (67) 3441-2444 Paranaíba Rua Coronel Carlos, 1175 (67) 3668-2171 Ponta Porã Rua Guia Lopes, 1785 (67) 3431-4907 Três Lagoas Rua Bruno Garcia, 2330 (67) 3521-2871 Corumbá Rua Monte Castelo, 60 (67) 3234-5300

Pronutri (67) 3382-8584 - Campo Grande (67) 3033-8350 - Dourados Odontologia para bebês (67) 3309-5394 - Campo Grande (67) 3033-8359 - Dourados Centro de Prevenção (67) 3382-8584 - Campo Grande (67) 3033-8350 / 984034450 - Dourados Eu me amo, eu me cuido 60+ (67) 3322-3401 / 3309-5351 Casal Grávido (67) 3309-5351 / 3309-5305 / 999740599 - Campo Grande (67) 3033-8383 - Dourados (67) 3919-1100 - Três Lagoas (67) 99974-0599 - Corumbá Ônibus da Saúde (67) 3309-5399 / 3309-5351 Dia M (67) 3309-5351

Farmácia OAB (67) 3318-4813 Cartão de Benefícios (67) 3309-5333 Benefício Póstumo 0800-7351585 (Grupo Lírios) (67) 3042-8774 (Nipo Brasileira) Central de Atendimento 24 horas 67 3314-1010 Ouvidoria (67) 3309-5380 Clínica da Família Cassems Rua: 25 de Dezembro, 1.231 - Centro - (67) 3322-3400 Centro Médico e de Diagnóstico Avançado Rua: Príncipe Ranier, 94 - Royal Park (67) 3056-9800 Centro Integrado de Atenção Psicossocial (Ciaps) Rua: São Paulo, 68 - Centro (67) 3384-6344 Unidade Carandá Bosque Rua: Boipeva, 184 - Carandá Bosque I 67 3312-2101 / 3312-2102 Centro de Prevenção em Saúde Cássio Pereira do Nascimento Rua: Abrão Julio Rahe, 97 - Centro 67 3382-8584


REGIONAIS A Aquidauana Ana Maria Mendes Machado. R. Manoel Antonio Paes de Barros, 540. 79200-000. (67) 3247-0220 C Campo Grande Sonilza de Souza Lima. R. Antonio Maria Coelho, 6065. 79002-200. (67) 3309-5362 Corumbá Rosana Lídia da Silva Pereira. Rua Monte Castelo, 60 - Bairro Popular Velha. 3234-5349 / 3234- 5348 e 3234- 5347 Coxim Ezequiel de Azevedo. Av. Virginia Ferreira 2415. Bairro Flavio Garcia. 79400-000. (67) 3291-3853 D Dourados Vera Lúcia de Lima. Av. Mato Grosso, 1470. Jardim Santo Andre. 79810-110. (67) 3411-7530 / Fax. 3411-7536 J Jardim Odete Aquino. R. Tenente Hernani de Gusmão, 279. 79240-000. (67) 3251-1811 N Naviraí João Inácio de Farias. Av. Dourado, 569. 79950-000. (67) 3461-1405 Nova Andradina Ivone Ramos Pereira. R. Elizabete Rubiano, 1431. 79750-000. (67) 3441-1415 / Fax 3441-4506 P Paranaíba Valeria Lucena Matos Pereira. R. Dr. Mario Correia, 1175. Centro. 79500-000. (67) 3668-5148 Ponta Porã Selma Dias Gonçalves. R. Coronel Camisão, 254. 79900-000. (67) 3431-4347 T Três Lagoas Aelton Manoel A. Oliveira. R. Marcilio Dias, 318, Bairro Colinos. 79603-140. (67) 3521-3958/3522-8889.

LOCAIS A Água Clara Rua Idalina Guarini da Silva, 60. 79680-000. (67) 3239-2431 Alcinópolis Rua Maria Barbosa Carneiro, 640. 79530-000. (67) 3260-1661 Amambai Rua da República, 3283. (67) 3481-1422 Anastácio Rua Padre Patrício, 1520. 79210000. (67) 3245-1942 Anaurilândia Avenida Brasil, 1177. 79770-000. (67) 3445-1629 Angélica Rua Antônio Basílio de Lima, 109. 79785-000. (67) 3446-1113 Antônio João Rua Vereador Arthur de Oliveira, 325. (67) 3435-1986 Aparecida do Taboado Avenida Orlando Mascarenhas Pereira, 1157. Centro. (67) 3565-5190 Aral Moreira Rua 31 de Março, 810. 79930-000. (67) 34881112 B Bandeirantes Rua Francisco Antonio de Souza, 2616. 79430-000. (67) 3261-1600 Bataguassu Avenida Coxim, 61. 79780-000. (67) 3541-2362 Batayporã Avenida Brasil, 1453. 79760-000. (67) 3443-1561 Bela Vista Rua Duque de Caxias, 1013. 79260-000. (67) 3439-4353 Bodoquena Rua Yossio Okaneko, 499. 79390-000. (67) 3268-1581 Bonito Rua Senador Filinto Muller, 630. 79290-000. (67) 3255-2134 Brasilândia Avenida São José, 457. (67) 3546-1344 C Caarapó Avenida Duque de Caxias, 421. (67) 3453-3323 Camapuã Rua Cândido Severino, 639. (67) 3286-3640 Cassilândia Rua José Cristino Sobrinho, 414. (67) 3596-1516 Chapadão do Sul Avenida Oito, 800. Sala 06. 79560-000. (67) 3562-1050 Corguinho Rua Marechal Deodoro, 173. 79460-000. (67) 3250-1501 Coronel Sapucaia Rua Teixeira de Freitas, 268. 79995-000. (67) 34832145 Costa Rica Rua José Pereira da Silva, 792. 79550-000. (67) 3247-2205 D Deodápolis Rua Paraná, 503. Caixa Postal 190. 79790-000. (67) 3448-2187 Dois Irmãos do Buriti Rua Ponta Porã, 304. 79215-000. (67) 3243-1387 Douradina Rua Joaquim Araújo Jurema, 1025. (67) 3412-1028 E Eldorado Avenida Brasil, 986. 79970-000. (67) 3473-2587 F Fátima do Sul Rua Melvin Jones, 1249. (67) 3467-1403 Figueirão Avenida Moisés de Araújo Galvão, 1012. 79422-000. (67) 3274-1534 G Glória de Dourados Rua Projetada, s/nº. 79730-000. (67) 3466-1177 Guia Lopes da Laguna Rua Victor Francisco Bertola, 122. 79230-000. (67) 3269-1600 I Iguatemi Avenida Jardelino José Moreira, 2649. 79960-000. (67) 3471-2093 Inocência Rua Duca Valadão, 881. Caixa Postal 8. 79580-000. (67) 3574-1377 / (67) 3574-2214 Itaporã Rua Pedro Celestino da Costa, 320. Centro. (67) 3451-2579 Itaquiraí Avenida Getúlio Vargas, 636. 79965-000. (67) 3476-1297 Ivinhema Rua José Batista da Cunha, 430. Centro. (67) 3442-1499 J Jaraguari Rua Orlando Nogueira, 451. (67) 3285-1002 Jateí Rua Miguel Lopes Falheiros, 188. 79720-000. (67) 3465-1211 Juti Avenida Sérgio Maciel, 1245. 79950-000. (67) 3463-1666 L Laguna Carapã Rua Napoleão Santiago, 556. (67) 3438-1009 M Maracaju Rua Gonçalves Dias, 867. Sala 3. Bairro Paraguai. 79150-000. (67) 3454-3476 Miranda Rua Barão do Rio Branco, 468. 79380-000. (67) 3242-1777 Mundo Novo Avenida Juscelino Kubitschek, 883, Sala 03. 79980-000. (67) 3474-1892 N Nioaque Avenida Visconde de Taunay, 252. (67) 3236-2391 Nova Alvorada do Sul Rua Manoel Antunes Lopes, 918. 79140-000. (67) 3456-2483 P Paranhos Rua Josevaldo Cordeiro Mauso, 1508. Sala B. (67) 3480-1794 Pedro Gomes Rua Espírito Santo, 611. 79410-000. (67) 3230-1072 Porto Murtinho Rua Doutor Correa, 603. (67) 3287-1061 R Ribas do Rio Pardo Rua Carlos Anconi, 656. 79180-000. (67) 3238-1122 Rio Brilhante Rua Prefeito Athaíde Nogueira, 827. Sala 3. (67) 3452-7584 Rio Negro Rua Massato Matsubara, 710. 79470-000. (67) 3278-1368 Rio Verde de Mato Grosso Rua Santos Dumont, 721. Centro. 79480-000. (67) 3292-2189 Rochedo Rua Albino Coimbra, 301. Sala 03. (67) 32891572 S Santa Rita do Pardo Rua Nicanor Gregório Rodrigues, 941. 79690-000. (67) 3591-1590 São Gabriel do Oeste Rua Espírito Santo, 2305. Centro. (67) 3295-3413 Selvíria Rua 24 de Junho, 560. 79590-000. (67) 3579-1440 Sete Quedas Rua Rui Barbosa. Centro. (67) 3479-2221 Sidrolândia Rua Tomas Cáceres, 325. Bairro São Bento. (67) 3272-1919 Sonora Rua das Seriemas, 250. 79415-000. (67) 3254-3280 T Tacuru Rua José Carlos de Castro Alexandria, 450. 79975-000. (67) 3478-1086 Taquarussu Rua Profª Nair Rodrigues Nogueira, 77. 79765-000. (67) 3444-1405 Terenos Rua Ruberta Franco Leite, 18. (67) 3246-7481 / Fax (67) 3246-7366 V Vicentina Rua Rainha dos Apóstolos, 709. 79710-000. (67) 3468-2104.

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GESTÃO PARTICIPATIVA TEXTO: Gustavo de Deus / Sarah Santos FOTO: Messias Ferreira

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CERES GONÇALVES PEREIRA ZAMBON Ceres Gonçalves Pereira Zambon é campo-grandense e, desde cedo, trilhou o caminho da educação. Formada em Pedagogia e Direito, pós-graduada em Psicopedagogia, Ceres entrou no serviço público estadual em 2007, na Secretaria de Administração (SAD). Logo se encantou com o trabalho voluntário e com o movimento sindical, em que descobriu a paixão pela luta ao lado dos servidores públicos. Integrante da nova diretoria da Caixa dos Servidores, empossada neste ano, Ceres se diz encantada em fazer parte de um projeto que oferece conforto e segurança ao servidor público de Mato Grosso do Sul.


Nascida em Campo Grande, há 50 anos, Ceres Gonçalves Pereira Zambon é filha de mãe sul-mato-grossense e de pai mineiro. Mãe de duas meninas, iniciou e construiu toda a sua carreira na Capital Morena, na área da educação. Mesmo antes de seguir o ofício de professora concursada pelo Estado, Ceres já ensinava. Dava aula de piano e descobriu que, por meio da música, poderia mudar a vida de algumas pessoas. “Eu sempre fiz parte da educação, porque a minha vida começou no ensino. Com 15 anos de idade, eu comecei a trabalhar como professora-assistente no Conservatório Sul-Mato-Grossense de Música. Eu terminei minha formação em música em São Paulo, mas, como era muito nova, fiquei com medo de ficar lá, voltei e fui trabalhar neste conservatório. Desde essa época, eu sentia vontade de fazer alguma coisa para a minha comunidade. Faço trabalho de iniciação musical para crianças, porque a gente sabe que elas não têm esse tipo de ensinamento nas escolas, de ter um instrumento e aprender a tocar”. Ao mesmo tempo em que se dedicava à música, Ceres buscou a formação acadêmica na área da educação e formou-se em Pedagogia pelas Faculdades Unidas Católicas de Mato Grosso (Fucmat), atual UCDB. Logo depois, prestou concurso público e tornou-se servidora estadual. Também fez pós-graduação em Psicopedagogia, foi quando se apaixonou pela educação especial, o que a levou a fazer outra faculdade. No setor público, atuou na Secretaria de Administração (SAD) e no Procon-MS. Entrou para o sindicalismo, em que deu continuidade à sua vontade de fazer algo mais pelo próximo. “Eu dava aula de piano, até que passei no concurso. Logo após, eu abri um consultório para tratar adolescentes com dificuldades de aprendizagem. Foi nessa época que conheci bastante coisas de direitos humanos, me encantei e resolvi fazer outra faculdade, que foi Direito, que formei em 2007, pela Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal [Uniderp]. Logo em seguida, fui para a SAD e depois para o Procon e, uns dois anos mais tarde, montei a Coordenadoria de RH do Procon. Fui para o movimento sindical com aquela ideia de estar fazendo um pouco mais por nós servidores públicos e, mesmo com uma chapa composta por pessoas inexperientes, conseguimos êxito na eleição do Sindicato dos Trabalhadores e Servidores da Administração do Estado de Mato Grosso do Sul [Sindsad]. Na primeira gestão, fui secretária-geral e na segunda e terceira gestão, que é

a atual, fui vice-presidente”. Além de toda a correria profissional, Ceres encontra tempo para o trabalho voluntário. Desde quando iniciou sua carreira como professora, a inquietação com os problemas sociais sempre a afligiram. “Eu realizo trabalho voluntário no Rotary Internacional, porque é uma instituição que tem líderes na comunidade que se reúnem para fazer o companheirismo e, dessa forma, realizar projetos comunitários. Depois que eu me formei em Direito, comecei a trabalhar nisso e o que eu vejo hoje é o que o Rotary me completou. Eu sempre fui uma professora inquieta. Quando eu assumi no Estado, levei um susto grande, porque no bairro que eu fui era bem carente e os meninos a que eu dava aula, da quarta séria primária, já utilizavam drogas e traficavam, então eu pensei que tinha que fazer alguma coisa. Eu era aquela professora que saia correndo atrás dos traficantes, botava eles para correr da escola, ia atrás dos meninos que estavam na rua usando drogas e levava para a escola. Eu não tinha medo, porque eram meus alunos, crianças que estavam em formação e eu tinha que ir atrás. Então, essa sempre foi a Ceres, inquieta com esses problemas que acontecem na nossa cidade”. Na eleição da Cassems realizada neste ano, que elegeu novos diretores e conselheiros para o triênio 20192022, Ceres compôs a Chapa 1 – Inovar Sempre pra Fazer Mais, vencedora do pleito, como membro suplente do Conselho de Administração. É ligada à história da Caixa dos Servidores desde a época do antigo Instituto de Previdência Social de Mato Grosso do Sul (Previsul), órgão que unia a assistência à saúde e a previdência do servidor público. “Minha história com a Caixa dos Servidores vem da época do Previsul, desde a década de 1990. Então, eu acompanhei toda a história da Cassems. O Previsul unia saúde e previdência e, dessa forma, não tinha como oferecer um atendimento de qualidade. Eu acompanhei de perto a criação da Caixa dos Servidores, que, para mim, foi um grande avanço. Foi muito importante para o servidor ter um plano de saúde com atendimento de qualidade. Quando eu recebi o convite para integrar a diretoria, aceitei com prazer, com o intuito de tentar melhorar o que já é referência e melhor gerido do que outros planos de saúde para servidor que são mais antigos. Eu estou encantada com a Cassems e acredito que ela seja um presente para o servidor”.

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AMOR CURA O diagnóstico, tratamento e a cura de Elizabeth Félix tiveram apoio da equipe oncológica multidisciplinar do Hospital Cassems de Campo Grande e muito, muito amor

TEXTO: Sarah Santos FOTO: Messias Ferreira

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Com a pele iluminada por maquiagem, os fios dos cabelos alinhados e o perfume exalando pelo salão, ninguém diria que, há pouco tempo, Elizabeth Félix havia travado uma das batalhas mais difíceis de toda a sua vida. Ao adentrar o hospital, de mãos dadas com o seu noivo, uma senhorinha correu para abraçá-la apertado. Enquanto caminhava pela recepção da unidade, os colaboradores a cumprimentavam com o carinho de uma velha conhecida. A confiança em seus passos e o olhar nem sequer deixavam rastros das vivências dos últimos meses. Elizabeth Félix de Silva Carvalho é servidora pública do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul (Detran-MS) há 33 anos, com atuação em pro-


jetos sociais e de acessibilidade para pessoas com deficiência. Além disso, é engajada nos compromissos com sua igreja, sendo líder do grupo de mulheres, e mãe de dois filhos, pelos quais é apaixonada. O coração da sorridente senhora é dividido entre a fé, a família, o trabalho e o devoto noivo, Jairo Marques. De outubro a junho, Beth encarou o que seria uma das maiores experiências de sua vida: foi diagnosticada com um câncer maligno no intestino. Realizou cirurgia, sessões de quimioterapia, acompanhamento psiquiátrico e, por fim, tocou o sino da cura no Hospital Cassems de Campo Grande. O que seria uma história pesarosa tornou-se uma jornada de crescimento e aprendizado para ela e as pessoas ao seu redor.

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Diagnóstico

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Elizabeth conta que a desconfiança de que havia uma doença em seu organismo veio por meio de um sonho. “À noite, dormi e tive uma visão de que tinha algo errado dentro de mim, eu procurava e não achava. Então, eu acordei procurando. Fiz uma oração e fui pesquisar a respeito. Fiz exames de mama em um ginecologista, também visitei neurologista e cardiologista. Por último, fiz uma colonoscopia preventiva, quando tive o resultado”. A doença era um tumor transverso no intestino e, para o diagnóstico, foi feita uma biópsia, o que trouxe a confirmação. “Desespero”, “angústia” e “desesperança” foram as palavras utilizadas por Elizabeth para descrever a sua reação após aquilo que ela achava ser uma condenação. O seu noivo e amigo, Jairo, foi um dos primeiros a receber a notícia, por mensagem, e explica que, no momento, foi difícil manter esperanças. “Quando ela descobriu que estava com câncer, eu estava viajando. Ela me mandou uma foto do exame com a notícia, no meio da tarde. Aquela noite eu não dormi. Na hora, pensei que havíamos perdido uma luta. Sabemos muito pouco disso até acontecer conosco. Quando acontece com alguém que amamos, é como se ficássemos de mãos atadas”. Ao entrar no serviço de oncologia do Hospital Cassems de Campo Grande, Beth conheceu os médicos oncologistas Fabrício Colacino e Heloisa Fasolo, que guiaram o seu tratamento. Ela pouco sabia sobre o que a esperava e o medo tomava conta, mas, sempre acompanhada de seus filhos e seu fiel companheiro, teve de passar por uma primeira cirurgia para retirar um pedaço do tumor. “O grau de um câncer é de 0 a 4, e eu estava no terceiro. Então, após a cirurgia, teria que passar por algumas sessões de quimioterapia”.

Tratamento

O tratamento exigia 12 sessões de quimioterapia, uma a cada 15 dias. Elizabeth confessa que, neste primeiro momento, achou que não voltaria com vida. “Bate o desespero, a incerteza e começamos a perceber quão frágil é nossa vida”, ela diz. Também foi nesse instante que Jairo se mostrou como uma peça fundamental para a cura de Beth. Sempre segurando a mão da noiva, acompanhou a internação, cirurgia, recuperação e cada sessão de quimioterapia. De acordo com Beth, a primeira sessão de quimioterapia foi o instante de mais medo durante todo o tratamento. “Fui com aquela incerteza do que é uma quimioterapia. Temos um conhecimento popular de que cai o cabelo, o indivíduo fica desnutrido e sem imunidade, as informações te deixam com medo. Vim para a Cassems com o psicológico arrasado e os sentimentos à flor da pele”. Para o casal, a atenção da equipe multidisciplinar no setor de oncologia foi uma fagulha de esperança em meio aos dias cinzas. E, ao lembrar


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Fui com aquela incerteza do que é uma quimioterapia. Temos um conhecimento popular de que cai o cabelo, o indivíduo fica desnutrido e sem imunidade, as informações te deixam com medo. Vim para a Cassems com o psicológico arrasado e os sentimentos à flor da pele

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de cada um, Elizabeth nomeia com carinho: “Tive a ajuda dos médicos, os doutores Colacino e Fasolo, da equipe de enfermeiros, com o Gustavo, Marcelo e Mirian, e da Giovana, que ligava em casa para marcar as sessões de quimioterapia. Todos contribuíram para o meu tratamento. Nós chegávamos ao hospital, a Maria Auxiliadora nos recebia com um beijinho e sempre nos atendia com um sorriso lindo”. Jairo salienta ainda que o acolhimento psiquiátrico foi um marco no tratamento de Elizabeth. “Nos primeiros 45 dias de quimioterapia, ela ficava hipersensível e chorava por qualquer coisa. Então, a Beth foi ao psiquiatra, apesar de uma resistência de nós dois. Hoje, vejo que o tratamento dela pode ser dividido em duas partes: antes e depois das medicações da psiquiatria. Se pudermos dar uma orientação para quem está passando pela doença, é que procure uma terapia, não tenha nenhum tipo de receio ou preconceito”. Elizabeth reafirma a importância dos serviços de psicologia e psiquiatria para o processo de quimioterapia. “Depois da medicação e do acompanhamento psiquiátrico, fiquei bem mais aliviada. A minha psicóloga sempre perguntava o que mais me afligia e eu dizia que era a falta de conhecimento. Eu não tinha conhecimento da doença, então, ela dizia que eu tinha que perguntar mais

sobre os processos”. O acompanhamento nutricional também foi um dos métodos adaptados para garantir a efetividade dos medicamentos. “Eu fui muito regrada na minha alimentação e, por isso, o meu organismo reagia bem aos remédios. A nutricionista esteve presente para me passar uma alimentação que aumentava a imunidade. O Jairo, meu noivo, aprendeu a cozinhar e fez várias receitas que ajudaram”.

A cura

Após dias de ansiedade e sessões de quimioterapia que pareciam intermináveis, em junho de 2019, Elizabeth e seu companheiro, Jairo, puderam desfrutar do som do sino da cura. Segundo ela, as expectativas eram altas pelo fim do tratamento. “A cada quimioterapia, eu ficava imaginando o dia em que tocasse o sino. Quando toquei, foi um alívio. A quimioterapia te joga para baixo, mata as suas defesas, te deixa ruim. Saber que aquilo tudo passou é maravilhoso. Fizemos uma festa aqui com toda a equipe para comemorar essa vitória. Também, na minha família, fizemos um culto de gratidão a Deus por essa vitória”. Entre os segredos do sucesso do tratamento, Elizabeth pontua o fato de ter ouvido copiosamente os conselhos da equipe médica. “Ouvir os


" médicos é de suma importância nesse processo. Então, mesmo não querendo, mesmo mal, temos que seguir as orientações. Meu noivo e meus filhos sempre procuravam alternativas para eu conseguir me hidratar e comer bem”. Para Jairo, participante leal dos oito meses de tratamento, o sentimento de saber que sua futura esposa estava curada do câncer é descrito como único. “Quando o médico oncologista Fabrício falou que ela estava curada, eu chorei muito, caiu a ficha de que havia acabado. Fiquei muito feliz, é um sentimento único. Eu a vi levantar da cadeira e tocar o sino da cura e foi um momento inenarrável, eu não consigo encontrar palavras para escrever. Um misto de felicidade com gratidão”.

O amor

Além da opinião popular, a equipe profissional salienta a importância do afeto e acolhimento emocional durante o tratamento de uma doença. Fabricio Colacino reafirma a necessidade de o paciente ter apoio durante esse período. “Eu acredito que o afeto, o carinho, o amor e a presença dos familiares sejam tão importantes quanto um remédio ou uma lâmina de bisturi que tenha contribuído para o tratamento. Eu não tenho dúvida de que o aspecto psicoemocional de acolhimento

Tive a ajuda dos médicos, os doutores Colacino e Fasolo, da equipe de enfermeiros, com o Gustavo, Marcelo e Mirian, e da Giovana, que ligava em casa para marcar as sessões de quimioterapia. Todos contribuíram para o meu tratamento. Nós chegávamos ao hospital, a Maria Auxiliadora nos recebia com um beijinho e sempre nos atendia com um sorriso lindo

seja tão efetivo quanto o profissional. Pacientes que não têm o privilégio de ter uma pessoa querida ao lado têm um tratamento muito mais difícil”. Ainda, ele afirma que a equipe multidisciplinar se envolve com cada paciente durante o processo de busca pela cura de uma doença. “Cotidianamente, assim como os pacientes conversam sobre os seus médicos, nós também conversamos sobre os nossos pacientes. Claro, em um ambiente controlado, respeitando o sigilo, mas passamos pelo tratamento com eles. Então, quando perdemos um paciente, a equipe fica para baixo e vivencia um luto também”. Para Colacino, o sucesso da cura de Beth Félix foi a dedicação da equipe multidisciplinar e o

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comprometimento dela em seguir todas as orientações e não perder as esperanças. “Lembro, como se fosse hoje, da Beth chegando aqui com o sorriso amargurado. Ela sempre tinha a família presente nos processos, lembro claramente de um desespero. A equipe acolheu ela da melhor forma possível e nós, da equipe médica, demos o amparo emocional, associado ao tratamento oncológico. Senti que ela deu as mãos para a equipe e houve uma sintonia. Hoje, ela está muito bem, passou por todo um translado, um caminho de muita dificuldade, mas é vitoriosa”. Elizabeth ainda enfatiza a importância da fé em todo o processo. Envolvida com a sua igreja, ela não deixou de ser ativa durante o tratamento e, mesmo com a infusão da quimioterapia, mostrava-se presente nas palestras, nos cultos e nos encontros de mulheres. “A principal importância foi a minha fé. Abaixo da minha fé, veio o tratamento, a equipe e os médicos. A fé foi fundamental para eu manter a calma e acreditar que ficaria tudo bem, que eu não deveria ficar angustiada. Meus filhos e meu noivo seguem a mesma crença que eu. Sou presidente da União Feminina da Assembleia de Deus e ia dar palestras com a quimioterapia junto, isso levava uma mensagem positiva para outras mulheres. Eu

estava doente, mas estava ali, feliz com a fé que eu professo”. O casal concorda ao dizer que a doença contribuiu para o fortalecimento do relacionamento. Juntos há 3 anos, noivos há alguns meses e com planos para casamento até o fim do ano, eles estiveram lado a lado durante os momentos de alegria e tristeza vivenciados em razão do tratamento contra o câncer. Beth explica que o relacionamento aconteceu com tranquilidade e calmaria, com respeito aos dois e seus familiares. “Eu sou viúva, tenho dois filhos rapazes, muito apaixonados por mim. Então, tivemos muito cuidado. Com a doença, ele passou a conviver com a família, esperava os meninos chegar da faculdade ou da igreja, para eu não ficar sozinha. A minha família, minhas irmãs, meus irmãos, meus filhos viram ele como uma peça fundamental para mim, que só me fazia bem”. Ela ainda destaca o carinho da equipe da oncologia pelo casal. “Quando chegávamos ao hospital, éramos sempre chamados de ‘casalzinho 20’, porque estávamos sempre juntos. Ele vinha às sessões de quimioterapia comigo e ficava junto, colocava uma música, me aquecia, trazia água, fazia o possível para me deixar confortável naquela situação”.


Enquanto Elizabeth relembra dos atos de seu companheiro com amor e gratidão, Jairo afirma com tranquilidade que fazia tudo aquilo de maneira natural. “Eu digo, pelo menos uma vez ao dia, durante todos os dias, que ela é linda. Durante o tratamento, não foi diferente. Toda manhã, enviava uma mensagem exaltando as qualidades dela e não fazia isso por conta do tratamento, fazia porque era verdadeiro”. Jairo também se comprometeu em contribuir para a construção da autoestima de Beth. “Eu buscava truques de cremes no cabelo, ajudava a aplicar alguns produtos, comprava algumas coisas, porque ela é bastante cuidadosa com a beleza dela e eu acho isso muito bom. Isso era o que eu poderia fazer, incentivar e elogiar. Não teve nenhum momento em que isso foi forçado, porque ela se cuida muito, é fácil elogiar o que já é belo”. Para Beth, manter as suas rotinas de autocuidado foi importante para que a doença não lhe colocasse para baixo. “A médica me disse que eu perderia o cabelo, mas, naquela época, era o que menos me importava. Nós buscamos perucas e lenços na internet, recebi vários lenços de presente, mas meu cabelo não caiu todo. Ele caía e nascia. Eu busquei ficar bem comigo mesma, porque sabia que isso fazia diferença no meu tratamento. Não parei de ir à igreja, de dar palestras, apenas nos momentos mais críticos. Sempre estava no meio das pessoas”.

ela parabeniza a Caixa dos Servidores pela eficiência. “Os médicos são ótimos na parte técnica e da afetividade, o que é difícil de encontrarmos”. Elizabeth ainda lembra de um momento de aflição, em que pôde contar com a colaboração da equipe. “Teve um momento do tratamento em que minha cirurgia abriu os pontos, fiquei desesperada, mas liguei para o Fabricio Colacino, mandei uma foto da ferida e ele me ajudou imediatamente. Em um hospital, chegam pessoas muito vulneráveis e sensibilizadas, ter essa equipe para receber é um diferencial”. A qualidade do atendimento recebido por Beth reforçou a plena confiança que ela possui na Cassems. “Eu sempre saía do hospital crendo que tinha esperanças. Eu tinha a certeza que, em qualquer momento, se eu tivesse uma intercorrência, poderia contar com uma equipe para me ajudar. O câncer me curou de muitas outras feridas que eu tinha lá atrás. Hoje, percebo que saí ainda mais forte”.

A Cassems

Para Beth e Jairo, a confiança no plano de saúde contribuiu para que os dias passassem de maneira mais tranquila durante o tratamento e, ainda,

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EXPEDIENTE

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Presidente Ricardo Ayache 1º Vice-Presidente Ademir Cerri 2º Vice Presidente Alexandre Junior Costa Membros Titulares Roberto Magno Botareli Cesar, Lauro Sérgio Davi, Mario Sergio Flores do Couto, Thiago Monaco Marques, Lilian Olivia Aparecida Fernandes, Robelsi Pereira, Alexandre Barbosa da Silva Membros Suplentes José Remijo, Perecin, Diego Fernando de Arruda Soares, Alessandro Jacometo, Ceres Gonçalves, Pereira Zambon, Jacilene Ferreira da Silva CONSELHO FISCAL MEMBROS TITULARES Lucílio Souza Nobre, Wilson Xavier Paiva, Fabiano Reis de Oliveira, Geraldo Celestino de Carvalho, Priscila Lemos Wormsbecher, Ricardo Alexandre Correa Bueno MEMBROS SUPLENTES Cláudio Mario Salvador Menezes de Souza, Wilds Ovando Pereira, Valdir Aparecido Reynaldo, Andre Luiz Garcia Santiago GESTÃO EXECUTIVA Presidente Ricardo Ayache Diretoria de Assistência à Saúde Maria Auxiliadora Budib Diretoria de Unidades Hospitalares Flávio Stival Diretoria de Assistência Odontológica Denise Garcia Sakae Diretoria de Finanças Maria Antônia Rodrigues Diretoria de Clientes Jucli T. Stefanello Peruzo Diretoria Jurídica Cleber Tejada de Almeida Diretoria de Projetos e Processos Organizacionais Celciliana Barros de Moura GERÊNCIAS REGIONAIS Aquidauana Ana Maria Mendes Machado Campo Grande Sonilza de S. Lima Corumbá Rosana Lídia da S. Pereira Coxim Ezequiel de Azevedo Dourados Vera Lúcia de Lima Jardim Odete Aquino Vareiro Naviraí João Inácio de Farias Nova Andradina Ivone Ramos Pereira Paranaíba Valéria Lucena Matos Pereira Ponta Porã Selma Dias Gonçalves Três Lagoas Aelton Manoel A. de Oliveira GERÊNCIAS HOSPITALARES Aquidauana Júlio Antônio Rossi Campo Grande Alessandro Depieri Coxim Paulo Souza Dourados Jean Davi Rodrigues Naviraí Maria Inês Vidotto Nova Andradina Eliezer Branquinho Paranaíba Soraya Rita E. de Lima Ponta Porã Sônia Cintas Três Lagoas Efrain Gomes Corumbá Ezequiel Dias ASSESSORIAS Presidência Adriana Georges Sleiman Comunicação Ariane Martins Comunicação da Rede Hospitalar Karina Vilas Boas Interior Sonilza S. de Lima Contabilidade AT Contábil Assessoria em Contabilidade Auditoria Independente Ascoplan TI Oxxy / Strategy

EXPEDIENTE

OUVIDORIA Cecília D. Jeronymo Serra

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CONSELHO EDITORIAL Presidente e Representante do Conselho de Administração Ricardo Ayache Representante da Saúde Maria Auxiliadora Budib Representante do Conselho Fiscal Lucílio Souza Nobre Representante de Comunicação e Coordenação-Geral da Revista Viver Cassems Ariane Martins GERÊNCIA Gerente Administrativo Financeiro Eudes Andrade Gestora de Desenvolvimento Humano Organizacional: Vanêssa Trivellato Gestora de Departamento Pessoal: Juliana Inácio Gerente de TI Raphael Domingos Barbosa Gerente Administrativa de Assistência à Saúde Tatiane Alves de Andrade Gerente de Riscos e Controle Samuel Dias Projeto Gráfico Diniz Ação em Marketing Diagramação e Produção DNZ Editora e Eventos Comercial Gabriela Galante E-mail gabiigalante@gmail.com Telefone Comercial (67) 3304-8505 / 9 8116-3850 Fotos Assessoria Cassems, Elis Regina, Alexis Prappas, Messias Ferreira, Marcos Vollkopf Jornalistas Gustavo de Deus (MTB/MS 898), Ariane Martins (MTB/MS 513), Mikaele Teodoro, Karina Vilas Boas, Miriam Ibanhês e Sarah Santos Colaborou Cidiana Pellegrin. Revisão Ana Heck e Amanda Denise Lima E-mail comunicacao@cassems.com.br Telefone da Redação (67) 3309-5365 Tiragem 70.000 exemplares

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