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Aceite para publicação em 27 de setembro de 2010. Atualizado em setembro de 2011 e outubro 2012.

TABELA PERIÓDICA Eletronegatividade (escala de Pauling) 1

18

1

2,20

2

0,98 1,57

3

0,93 1,31

4

0,82 1,00 1,36 1,54 1,63 1,66 1,55 1,83 1,88 1,91 1,90 1,65 1,81 2,01 2,18 2,55 2,96

3,00

5

0,82 0,95 1,22 1,33

6

0,79 0,89

7

0,7

2

0,9

13

3

4

5

6

7

8

9

10

11

12

14

15

16

17

-

2,04 2,55 3,04 3,44 3,98

-

1,61 1,90 2,19 2,58 3,16

-

1,6

2,16

1,9

2,2

2,28 2,20 1,93 1,69 1,78 1,96 2,05

2,1

2,66

2,6

2,20 2,28 2,54 2,00 1,62 2,33 2,02

2,0

2,2

-

-

-

-

Lant.

1,3

1,5

2,36

1,9

2,2

Act.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-


Lantanídeos

1,10

1,1 1,13 2

1,14

Actinídeos

1,1

1,3

1,38

1,5

-

1,17

1,3 1,28 6

-

1,2

-

1,3

1,3

1,3

1,22 1,23 1,24

1,25

-

1,27

6

1,3

1,3

1,3

-

7

1,3

1,3

A eletronegatividade é uma propriedade periódica que exprime a capacidade que os átomos de um determinado elemento têm de atrair eletrões, quando se ligam a átomos de outros elementos. Como consequência, os seus valores são da maior utilidade, quer para a previsão do tipo de ligação química, mas também para a estimativa da percentagem de caráter iónico da ligação entre dois átomos. Não é obtida por medições diretas, mas sim calculada a partir dos valores de outras propriedades (como as energias de ionização dos elementos ou as energias de ligação das moléculas). Por outro lado, não se exprime através de uma unidade, mas sim de uma escala. Embora existam várias diferentes escalas de eletronegatividade, a mais frequentemente usada é a de escala de Pauling, proposta em 1932 pelo cientista norte-americano Linus Pauling (1901-1994). A variação do eletronegatividade ao longo da Tabela Periódica segue um padrão idêntico ao da energia de ionização, ou seja, os seus valores diminuem à medida que se desce num grupo e aumentam à medida que se avança num período, da esquerda para a direita, sendo essa variação assim inversa da do raio atómico. A razão é a seguinte: como a eletronegatividade é uma medida da influência atrativa dos núcleos atómicos sobre os eletrões exteriores, quanto maior for o átomo, menor é essa capacidade atrativa e portanto menor também é a eletronegatividade. Por vezes, os elementos são classificados em duas categorias, em função do valor da sua eletronegatividade: Elementos eletronegativos – elementos com eletronegatividades altas (regra geral, superiores a 2,5), também chamados não-metais, situados no canto superior direito da TP. Elementos eletropositivos – elementos com eletronegatividades baixas (regra geral, inferiores a 2), também chamados metais.


Ana Paula da Silva Correia e José Rodrigues Ribeiro Escola Secundária c/ 3º ciclo de Henrique Medina, Esposende Setembro 2010 BIBLIOGRAFIA:

http://www.webelements.com


Eletronegatividade