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Ilídio André Pinto Monteiro da Costa

ilidioandrecosta@yahoo.com

1. Descritivo do objecto Apresentamos a proposta de três actividades que poderão ser incluídas nas aulas práticas das Ciências da Natureza e/ou Ciências Físicas e Naturais. Após realizarem as actividades práticas propõe-se que seja entregue aos alunos um desdobrável com a síntese das actividades e conhecimentos com os quais entraram em contacto (anexo C5, pág. 10 e 11).

1.1. Actividade prática nº 1 – À noite existem mais estrelas no céu? No local reservado para a realização desta actividade estão colocados dois poster de tamanho A3, a cores e dos quais se apresentam réplicas em A4 no anexo C2 (pág. 6 e 7). Os alunos são conduzidos pelos docentes, numa reflexão sobre a questão que surge no poster. Com base nas quatro imagens do topo do poster, o monitor conduz um breve brain storming que leve os alunos a optarem, justificadamente, considerando a questão verdadeira ou falsa. Nesta fase, não devem ser feitas quaisquer considerações relativamente à correcção dos seus raciocínios e respostas. De seguida e alternadamente, os alunos lêem, em voz alta, curiosidades históricas sobre o estudo das estrelas. Desta forma, pretende-se que os alunos conheçam alguns factos curiosos da História da Astronomia e compreendam que é do estudo de questões tão simples quanto esta que o conhecimento científico progride. Já com o segundo poster os alunos tomam conhecimento do material e procedimento que devem adoptar para responderem à questão inicial. No final do poster apresentam-se questões que possibilitem uma reflexão em torno da actividade que acabaram de realizar. A resposta à questão inicial não é um dado directo da experiência. Desta forma, pretende-se que os alunos, aplicando o raciocínio adequado, alcancem por eles a resposta correcta. Neste processo, os docentes deve auxiliar a resolução da actividade e o estabelecimento de conclusões. 1.2 Actividade prática nº 2 – O Sol é a maior estrela do Universo? No local reservado para a realização desta actividade estão colocados dois poster de tamanho A3, a cores e dos quais se apresentam réplicas em A4 no anexo C3 (pág. 8 e 9).

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Também aqui, os docentes devem conduzir os alunos numa breve reflexão sobre a questão e as fotografias iniciais que ilustram o poster. Não devem ser feitas quaisquer considerações relativamente à correcção dos raciocínios e respostas apresentadas pelos alunos. Seguem-se algumas ilustrações e pequenos textos com algumas características do Sol. No segundo poster explicita-se o material e procedimento que devem adoptar para responderem à questão inicial. Inicialmente, no espaço reservado à realização da actividade, deve colocar-se a cadeira a uma distância de três, quatro metros do retroprojector. O monitor deverá controlar a distância a que o aluno coloca a lanterna do rosto e o período de tempo dessa exposição, de forma a não ferir o olho. 1.3 Actividade prática nº 3 – A Lua pode mudar o seu tamanho? No local reservado para a realização desta actividade estão colocados dois poster de tamanho A3, a cores e dos quais se apresentam réplicas em A4 no anexo C4 (pág. 10 e 11). Após uma reflexão inicial sobre a questão e as primeiras quatro imagens, o poster conduz os alunos por algumas curiosidades relativas aos fenómenos lunares. No segundo poster explicita-se o material e procedimento que devem adoptar para responderem à questão inicial. Durante a implementação do procedimento, o docente deve proporcionar momentos de reflexão:  Etapa 1 – Explicar que neste momento a “Lua” está a tapar o “Sol”, tentando demonstrar um eclipse total que é muito raro em qualquer local da Terra. Informar que, normalmente, a Lua passa acima ou abaixo do Sol, visto da Terra.  Etapa 2 – Demonstrar que enquanto olha para cima (ou para baixo) da sua lua, os alunos vêm que toda a luz do sol brilha no lado afastado, o lado oposto ao que estão a ver – a fase de “Lua nova”.  Etapa 3 – Devem observar, agora, a luz do Sol nas suas luas. Deverão ver o lado direito iluminado como um crescente. Este crescente iniciará muito fino e irá aumentar enquanto a Lua se afasta do Sol.

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 Etapa 4 – Quando a sua lua estiver a 90º para a esquerda, o aluno verá a metade direita da sua lua iluminada. Esta é a chamada fase de “quarto crescente”.  Etapa 5 - Quando a lua atinge a posição directamente oposta ao Sol, vista da Terra, a metade vista da Terra estará completamente iluminada. Esta é a fase de “Lua cheia”. O monitor deve evitar que a cabeça do estudante provoque um “eclipse lunar”.  Etapa 7 – Iniciando com a Lua cheia, o outro aluno deve continuar o movimento anti-horário da Lua. Observará o reverso das fases da Lua já vistas com a parte esquerda iluminada. Com esta etapa a Lua atingirá a fase de “quarto minguante”. É seguido de uma forma de crescente, que diminui progressivamente, e um regresso à Lua nova.

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A estudar o Céu