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SUMÁRIO

As homenagens do autor Homenagem especial

9 10

Incentivo de Divaldo 11 Nova carta de Divaldo, concitando-nos ao trabalho

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O autor

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A obra

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Palavras do autor

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Prefácio espiritual

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1ª PARTE – Coisas da Vida 21 Velhice transviada

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A paz em ti

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A felicidade pode ser treinada

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Metamorfose ambulante

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Otimismo antes de tudo

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Cultivando o otimismo

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Domando a ansiedade

42

Karaokê e Alzheimer 46 Brasileiro é legal

48

Por que sonhamos

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Respirar bem é um segredo

52

Vanitas vanitatem 54 Ocium cum dignitatem 57


Seja homem: chore!

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Estresse e câncer

62

Elevando a autoestima

64

Somos o que pensamos

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O emocional também engorda

71

Fumo e vida

73

Confissão on-line

75

Sentimento de culpa

77

Médico de família e hi tech 79 Maçonaria 81 Jabuticaba 83 Ledo engano

85

Física quântica

87

Ter que...

89

Bravura indômita

92

Desperdícios 94 Descarregando adrenalina

97

Desenferrujando a mente

101

Própolis, um santo remédio

103

A fé cura

105

Condicionamento físico

108

Câncer: prevenir é o melhor remédio

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Vida longa e qualidade de vida

113

Obesidade 115 Drogas: como evtar e como abandonar

117

Bem-estar 120


Avançando nas tecnologias médicas

123

Anorexígenos 132 Epilepsia 134 Ergometria 137 Reconhecimento 140 A nova pedagogia espírita

142

Ducor, non duco 145 Pérolas 147 ETs

149

Carnaval 151 Tati Moreno 153 Iguarias irresistíveis

155

Mind power 159 Coração: desentupa sem abrir

161

Faço ginástica e dieta, mas por que não emagreço?

163

Unhas revelam saúde

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TOC 166 Crianças obesas

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Cuide bem dos rins

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Temperos 174 A cura pelos alimentos

176

Alimentos versus remédios

178

Sesta pós-almoço

183

Denúncia: antidepressivos receitados como água

185

Estresse necessário

188

Ansiedade controlada

191


Antiginástica 194 Suicídio não resolve

196

Macromicrobiótica 198 Gorduras do bem-estar e da depressão

201

Arritimias cardíacas

203

Falácias sobre o estresse

205

Transtorno bipolar

207

Afagos 209 2ª PARTE – Historinhas motivacionais 211 O sobrinho de Chico 212 O homem que calculava

214

Irmãs gêmeas

215

Fitinha cor-de-rosa

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O perneta

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Raízes 222 Superação 224 Violência 226 Procurando Deus 228 3ª PARTE – As curas de jesus 230 4ª PARTE – Cura pela prece 246 A prece cura, sem dúvida.

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Obras do autor

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Caríssimos leitores

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A OBRA Sem dúvida a autoajuda é uma forma de promover o crescimento da pessoa enquanto encarnada, contribuindo, sobremaneira, para cultivar o corpo e o espírito que o habita na presente existência. Ao se preocupar com essa temática, Joseval Carneiro, a quem estimamos muito, leva aos seus leitores, como das vezes anteriores, preciosos elementos para uma saudável reflexão, justo em um momento que valores essenciais têm sido postergados, em detrimento do real sentido da vida, em censurável culto ao hedonismo, de que devemos afastar-nos progressivamente, na transição planetária que ora se observa. A famosa citação do poeta romano Juvenal “mens sana in corpore sano” bem traduz a necessidade do ser humano procurar manter, durante o breve tempo de sua existência terrestre, um modo de vida o mais saudável possível, a fim de proporcionar bem-estar ao seu corpo físico e equilíbrio à sua mente, facilitando o desenvolvimento do seu espírito. Conhecer o corpo, descobrir e dominar as suas fraquezas, cultivar pensamentos positivos, manter a paz interior, não permitir interferências negativas no seu campo energético, amar o próximo e praticar o bem, são atitudes que, sem dúvida alguma, nos conduzem nessa caminhada.


O corpo não é uma simples veste do espírito, mas sim um importante e indispensável veículo para propiciar o seu crescimento. Por isso deve ser bem tratado, a fim de que possa nos permitir ter as experiências necessárias ao refinamento da nossa essência espiritual. Estamos certos, como ocorreu com as obras passadas, que o leitor encontrará farto repositório para sua elevação, numa vivência oportuna de Bem-estar. Cordialmente, Cynthia Pina Resende*

*Dra. Cynthia Pina Resende é espírita militante, desembargadora das mais preparadas do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia.

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JOSEVAL CARNEIRO


PALAVRAS DO AUTOR A presente obra, como as outras de autoajuda, insere-se na problemática de auscultarem-se os problemas humanos, em face das vicissitudes por que atravessa na sua existência corporal, objetivando torná-la mais amena. Não tem a pretensão de adentrar o terreno específico da medicina dos homens, em respeito aos dignos profissionais que observam o divinus est sedare dolorem, mas apresentar observações, judiciosas, com o fito do chamamento aos cuidados com que devemos manter com o escafandro carnal, ora mergulhados na psicosfera terrestre, a fim de suportar as agruras do caminho. Esperamos contar com o precioso apoio dos nossos queridos leitores. O autor


PREFÁCIO ESPIRITUAL Bem-estar. Simples e sugestivo é o título do novo livro do caroável confrade, Joseval Carneiro. Habituado a trabalhar com as palavras, tal qual diligente ourives que procura extrair a pérola engastada na concha, a presente obra nos enseja graves reflexões, em torno dos desafios da existência. Muito embora as duas grandes guerras mundiais tenham cessado o matraquear das metralhadoras, os obuses e petardos parados de atingir os que se alistaram no front, ainda ecoam os gritos lancinantes das vítimas diárias, que bombardeiam, a todo instante, a máquina orgânica, com alimentação inadequada e eivada de toxinas.

O fast-food substituiu o prazer de sentar-se à mesa, em família; Os enlatados tomaram o lugar do cardápio saudável; As polpas de frutas granjearam destaque, em detrimento do suco natural e fácil de fazer; O ócio tomou assento nas atividades físicas; O tabagismo, o álcool, as drogas e o sexo desenfreado e irresponsável têm merecido aplausos da sociedade consumista dos nossos dias, acolitado, amplamente, pela mídia em geral.


Diante de tais descalabros, quais os meios que deveremos utilizar-nos para os enfrentamentos do cotidiano? Acreditamos que as pessoas ponderadas, que elegem a quietude com Deus e a tranquilidade de vida, gozam, realmente, de bem-estar. As estatísticas aí estão mostrando-nos, diariamente, a gênese dos carcinomas que grassam no corpo humano, dizimando vidas. A irritação, a queixa contumaz, a intolerância, a agressividade, o ódio, dentre outros, são males que nós não recenseamos e que nos perturbam profundamente o ser. Abramos espaços, desse modo, para colocar luz e cor em nossas existências, a fim de que, com toda a certeza, a beleza de uma vida rica e plena, faça guarida em nossos corações. Boa leitura! Aristides Pereira Maltez*

(Mensagem psicografada pelo médium Walter Hart, em 20/4/2011) *O Dr. Aristides Maltez, médico oncologista, empresta seu nome a um famoso hospital de Salvador, mais conhecido como “Hospital do Câncer”, especializado e prestador de excelente serviço às comunidades carentes. BEM-ESTAR

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1 VELHICE TRANSVIADA Perdoe a todos por tudo. James Dean, ícone da década de 1950, que polarizou a juventude com seus gestos rebeldes, cabelos em desalinho, representava toda energia emergente dos hormônios, testosterona e progesterona, aliados à adrenalina das atividades que requeriam vigor físico e audácia, deixaria marca indelével no processo hollywoodiano de imitar os artistas de cinema. Mais tarde, na década de 1960, com os hippies, principalmente em Arembepe, na Bahia, e na década de 1970, o pós-guerra do Vietnam, que deixou um legado de consumo de drogas, nos Estados Unidos, particularmente, e no mundo em geral, a juventude iniciaria um processo de revolta contra as autoridades constituídas e o poder, culminando com a renúncia de Nixon. Na década de 1980, os norte-americanos valorizam o seu new way of life, o TER, aumentando o consumismo, no chamado yuppy, gozando e usufruindo das benesses da sociedade industrial. E, também, a família um tanto desorganizada, pai e


mãe trabalhando fora, eram preenchidas as necessidades escolares no modelo do aprendizado tecnológico intenso. Ao lado disso, as dissoluções, com as liberdades facultadas pelos divórcios sucessivos, em que pese o rigorismo da doutrina protestante vigente na poderosa nação norte-americana. Transferindo as tarefas da educação para o professorado e a Igreja, não preencheu o novo estilo as necessidades educacionais de que os jovens careciam. A par disso, a disseminação da violência, as facilidades na aquisição de armas, os reflexos dos traumas vivenciados pelos jovens em guerras que eles não entendiam, contra Afeganistão, Iraque, colocaram em xeque a legitimidade do poder conferido pelo voto, que só poderiam exercer aos 18 anos, mas aos 16 já eram alistados nas Forças Armadas, como bem questionaram no campus da Universidade de Berkeley, na Califórnia. Assim, um modelo de juventude fragilizado por incompreensões e desacertos. O Japão experimentou, dado o pós-guerra, com o advento da informática, exigir demasiado do desempenho dos seus jovens, observando-se um crescimento inusitado de suicídio dentre os adolescentes. Mas a China, acostumada com austeridade, obediência e respeito milenares, consegue atravessar, com raríssimas exceções, punidas absurdamente, com pena de morte, para crimes patrimoniais e sexuais, principalmente. Amy Chua, chinesa naturalizada norte-americana, em seu livro Hino de batalha da mãe tigre (Battle Hymn of the tiger mother), demonstra seu sucesso com as filhas, proibidas de ver TV, brincar no computador, dormir na casa de amigos ou esco22

COISAS DA VIDA


lher atividades extracurriculares livremente. São as primeiras alunas da classe e ainda praticam piano ou violino, inclusive nas férias. Ao relatar os problemas com família, a escritora menciona os problemas mais comuns na educação ocidental de hoje: a falta de disciplina, a ausência de comprometimento dos pais com as atividades dos filhos e o medo de que as cobranças destruam a autoestima das crianças. Qual o ponto de equilíbrio dessas doutrinas educacionais? Um estudo da Universidade Brigham Young sugere que ser restritivo demais é tão pernicioso quanto ser permissivo. As crianças devem ter liberdade de escolher o que fazer, adverte Zilda Guenther, psicóloga e fundadora do Centro para o Desenvolvimento do Potencial e Talento, de Lavras, em Minas Gerais. “O compromisso é praticar a atividade por algum tempo, antes de mudar”. Concordam, aí, com a escritora sul-americana Amy, quando ela diz que “nenhuma tarefa é divertida até que você seja bom nela”. A segunda diferença educacional é que Amy cobra o empenho deles nos estudos e não nas notas dos boletins. A busca exagerada, compulsiva, pelo desempenho pode ter efeitos negativos. Embora não haja estatística nesse particular, no Brasil, a psicóloga Quézia Bombonatto diz que já atendeu a uma menina chinesa, de 12 anos, com problemas de úlcera, dada as exigências extracurriculares impostas pela família. A educação deve ser dosada com muito amor. Compreender o filho. Conhecer seu perfil. Verificar suas possibilidades. Premiar BEM-ESTAR

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a dedicação extracurricular com benefícios palpáveis. Encontrar um tempo para dialogar, conversar sobre suas dificuldades, ajudando-o no possível. Para o bom êxito contribui, também, o modelo escolar, a grade oferecida, o convívio com outros colegas submetidos ao mesmo esforço extracurricular, com atividades desportivas, de teatro, de computação. Hoje as lan houses são um poderoso complemento à que os jovens atendem voluntariamente. Mas é preciso fiscalizar o que estão vendo e praticando nos micros, sem caráter de espionagem, corrigindo e apontando os exageros. E, principalmente, livrando-os de serem vítimas de espertalhões que visitem seus sites.

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COISAS DA VIDA

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