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Ano 2 - Nº 5 - setembro 2018 / informativomalacacheta.com.br

Malacheta, terra do Peão de Boiadeiro e do Requeijão Moreno

A história

OR EQUEIJÃO

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Índice

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ÍNDICE

Destaque Jovem: Lara Yuki Pág. 05

A tradição do Fogo Símbólico Pág. 11

Negócios: O Sítio Graminha Pág. 08

Matéria Especial: O Requeijão Moreno Pág. 07

Editorial: Pág. 14 Humor: Pág. 22 Malacachetenses pelo mundo Tristão Lopes Pág. 10 Maximínio Pág, 16 Nossa História

Manoel Pereira Gomes Pág . 21

José Apolinário dos Santos Pág . 23

Beleza: Queda Capilar Pág. 24

Saúde: Cátia Meireles Pág. 26

Moda e Estilo: Marileide de Carvalho Pág. 18

Saúde: Grazzielli Gomes Pág. 27

Pág. 20

Matéria Especial: Festa do Peão A História Pág. 28

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Destaque Jovem

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( 33 ) 3514-1923 Av. Pedro Abrantes, 646 A Centro - Malacacheta - MG CEP: 39690-000

( 33 ) 9.9122-1803 ( 33 ) 9.9809-9477 ( 33 ) 9.9108-0295

Destaque Jovem O nome dela é Lara Yuki, filha do casal Manabu e Saura Inao. Ela tem se destacado em competições de equitação. O esporte vem crescendo em importância no município e a participação de pessoas jovens e bem informadas como ela, só contribuem para que cresça ainda mais. Sua simpatia e beleza são destaques também em cavalgadas e eventos típicos da cidade. Ela é o Destaque Jovem dessa edição do Informativo Malacacheta:

Sempre amei animais, desde bem pequena. Em especial o cavalo. Quando eu tinha 6 anos, meu pai me deu meu primeiro cavalo. O primeiro que eu realmente passei a amar, a querer cuidar. Se fosse por mim, eu iria à fazenda todos os dias para vê-lo. Sempre gostei muito do Manga Larga Marchador para ir em cavalgadas, pelo fato de ser um cavalo com o passo macio e suave, mas o cavalo Quarto de Milha é minha raça preferida, pois são animais versáteis, com uma estrutura musculosa e são donos de um temperamento muito agradável. Comecei a treinar três tambores quando eu tinha 11 anos, após um curso de equitação que o treinador Edmilson (Nego de Gota) realizou no Rancho Graminha, onde treinei até meus 13 anos. Atualmente, treino na Fazenda Esmeralda, de propriedade de Thiago Lacerda, em Topázio, com o treinador Nilson Bredoff.

Lara Yuki

Meus pais sempre me apoiaram muito, por ser um esporte saudável e o ambiente é bem familiar. Comecei a competir fora no inicio deste ano. Consegui o 3º lugar na categoria feminina, em uma prova em Crisólita, 2º lugar na categoria jovem em uma prova em CarlosChagas, 3º lugar na categoria jovem em Fronteiras dos Vales e 3º lugar na categoria jovem novamente, em Carlos Chagas. Também já participei da maior prova de Minas Gerais que ocorreu em Caratinga no Ycambi Ranch. Estou começando agora e sempre me inspirei na Rafaella Slavieiro, Carol Rugolo, Daiane Sudário e na Fatiana Ferreira. Minha vocação é a medicina e o cavalo é o meu esporte. Um filme que me marcou foi o “Inseparáveis”.

Seguuuura essa menina, que eu quero ver.


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Destaque Jovem

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Continuação Lara exibe troféus e premiações que recebeu

Lara com os treinadores Edmilson (Nego de Gota) e Nilson Bredoff e abaixo em provas que disputou

Venha conhecer as novidades da coleção alto verão.

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Coisas da terra

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O Requeijão Moreno de Malacacheta - Meu nome é Hernán Santibanes, de Malacacheta, Minas Gerais. O Brasil que eu quero é que a população brasileira tenha consciência de sua responsabilidade para um país melhor. Não basta esperar apenas do governo, que façamos cada um a sua parte. Assim falou, nosso conterrâneo, para o quadro “Qual o Brasil você quer para o futuro”, da Rede Globo, no Jornal Nacional. Isso gerou por parte da âncora do telejornal “Juliana Morrone” um comentário em que ela classifica o Requeijão Moreno de Malacacheta, “um requeijão de corte, como uma das tantas coisas boas que existem pelo país e não são bem divulgadas”. Mas o que é o Requeijão Moreno, como ele é feito e principalmente, após essa imensa divulgação voluntária em horário nobre, como ele pode impactar na economia de Malacacheta e cidades vizinhas? Segundo o empresário Chanrley Lopes, o Requeijão Moreno começou a chamar atenção quando, durante o Rock in Rio de 2017, a premiada chef Roberta Sudbrack abandonou o evento, após a vigilância sanitária interditar seu estande, na praça gastronômica e decretar que queijos e linguiças artesanais estavam fora do padrão de qualidade exigido. A inspeção jogou fora cerca de 160 quilos de alimentos, que, segundo a chef, estavam dentro do prazo de validade. O problema apontado pela vigilância era a ausência do selo de inspeção. Roberta desabafou nas redes sociais e o post teve mais de 90 mil visualizações. Após isso, o deputado Fábio Ramalho conseguiu aprovar a derrubada da exigência do selo SIF. Com isso, foram apresentados vários produtos artesanais em um concurso feito pelo Estado de Minas Gerais. E lá estava o Requeijão Moreno de Malacacheta, produzido por vários produtores locais e um deles chamou a atenção pela aparencia e sabor inenarrável, produzido por Maria Neusa Lopes conhecida como Neusa de Cola, produtora rural de Malacacheta

Dentre os requeijões famosos na região podemos destacar também os dos Senhores Adão Macedo e Marcio de Franciscópolis e vários outros em Malacacheta. O processo de produção, que é lento e manual, passa por deixar o leite coalhar naturalmente, separar a parte de cima, a gordura, para fritar, mexendo sem parar. Retirado o soro, o restante do leite vai para outra panela quente, onde é lavado para retirar a acidez e depois misturado com a gordura, mexendo por algum tempo para alcançar a consistência pastosa. Simples? Não! É preciso muita prática para alcançar o ponto certo.

Colocado na forma, o requeijão, demora cerca de duas horas para esfriar e poder ser consumido. Se colocado em papel filme o produto pode ser consumido em até quatro ou cinco dias, sem ir à geladeira.

Diferente do requeijão cremoso, o Requeijão Moreno é de consistência mais firme, com o aspecto de um queijo marrom e geralmente é consumido sozinho ou acompanhado de um bom café.

Natural no norte de Minas, mais notadamente na região de Malacacheta, não se sabe ao certo a origem do requeijão de corte. Provavelmente tenha vindo com os portugueses e sofrido algumas alterações no preparo, pois o mesmo é produzido há muito tempo, para consumo próprio ou para comercialização. Antigamente as fazendas o faziam para aproveitar o leite natural que não conseguiam vender diretamente aos consumidores e atualmente alguns produtores chegam a deixar de entregar sua produção de leite a indústria de laticínios simplesmente para produzirem o requeijão. Mas o requeijão, segundo depoimento de um produtor, exige uma quantidade maior de leite e mais tempo e trabalho no preparo do que um queijo. Sendo assim muitos deixam de produzi-lo, por acharem que o preço cobrado não compensa. Mas o que fazer para que o requeijão moreno, uma iguaria apreciada por quem tem oportunidade de experimentar, alcance o preço desejado pelos produtores e possa ser produzido e comercializado em maior volume? Como leigo no assunto, ouso opinar

Hernán no Jornal Nacional da Rede Globo

que, como um produto típico e artesanal, o requeijão deveria ser precificado como tal. O que aumentaria seu valor de revenda. Mas como isso poderia ocorrer? Novamente como leigo, penso que, uma forma seria pleitear junto ao IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o seu reconhecimento como bem imaterial de Malacacheta e região, a exemplo de cidades ou regiões que conseguiram reconhecimento para seus queijos como os do Serro, da Serra da Canastra e do Salitre. Claro que isso geraria certo esforço e entendimento entre produtores e órgãos envolvidos. Alguma burocracia a ser enfrentada e outro esforço para padronização das técnicas de produção. Mas será que esse esforço não valeria a pena? Afinal, poderia ser esse o pontapé inicial para impulsionar a vocação agropecuária e até turística de Malacacheta e cidades vizinhas. O Festival do Requeijão Moreno poderia ser um evento a ser explorado turisticamente, onde por tabela seriam também expostos outros produtos artesanais do município.

Em meio a tanta tecnologia e estresse do mundo moderno, produtos artesanais, cidades pequenas e bucólicas e até os mercados para escoamento das produções locais, tem sido valorizados cada vez mais, como atrativos turísticos. O momento propício é esse, aproveitando a aprovação da nova legislação e a exposição no Jornal Nacional da Rede Globo. Como diria Fausto Silva, apresentador da mesma emissora, “a hora é agora”.


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Empreendedorismo

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O Rancho Graminha em Malacacheta Localizado a apenas 2 km da cidade, de acesso fácil, o Rancho Graminha, administrado por José Amaral Cunha e André Luís Guimarães Cunha tem se mostrado uma alternativa de lazer cada vez mais utilizada pelos malacachetenses. Desde criança André sempre foi fanático com o esporte de laço e tambor. Ainda pequeno participou de várias provas de tambor e depois foi se aperfeiçoando no laço de cabeça. A sua paixão pelos cavalos o fez construir várias baias para tratar de seus animais e que tem também usado para aluguel. Hoje, André cuida de vários animais de terceiros. Criou a escolinha de curso de laço e tambor onde várias pessoas receberam e recebem as primeiras lições. Com este movimento nos finais de tarde os proprietários foram aos poucos, aprimorando o ambiente. Atualmente o Rancho possui uma pista para os esportes, baias equipadas para vários animais e um bar que tem servido de ponto de encontro entre amigos. A combinação de deliciosas porções, caldos

diversos, bebidas estupidamente geladas e ambiente ao ar livre com muita sombra e boa música é ideal para pessoas de todas as idades. O Rancho Graminha é uma experiência bem sucedida, pois, ao associar a simplicidade da vida no campo, ao crescente mercado dos praticantes de esportes ligados ao cavalo, demonstra o potencial do município de Malacacheta para o turismo e lazer, . Por isso, pais e frequentadores adoram levar as crianças, onde além de cavalos para passear encontram muito espaço pra brincar.

Baias onde os cavalos são tratados, crianças praticando no Curso de laço. Ao lado os Administradores Zé e André Amaral com suas simpáticas esposas Dorinha e Regiane.

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GENTES E HÁBITOS - 02

Uma nuvem de poeira se levanta ao longe na estrada. Não é assim densa. Também ainda não é intenso o blem blem de cincerros e polacos. Vão se adensando aos poucos, poeira e som, enquanto as dezenas de animais das tropas de GERALDO RASLAN se aproximam da cidade. Geraldo e seus peões de tropa entrarão pela Rua de Cima e descerão até ao armazém de AGOSTINHO CACHOEIRA, bem na esquina da hoje Rua Tristão Couy com a Praça Fortunato Mendes. Era ali o principal centro de distribuição destas mercadorias que se espalhariam pelas vendas e lojas da cidade. Estamos nos anos 40. Automóveis ainda não chegaram à cidade e o outro moderno meio de transporte - o trem - passava longe, na pequena Valão. Por isso as tropas, por isso GERALDO e seus peões. Só eles, viajando centenas de léguas até o porto de Vitória, no Espírito Santo, podiam garantir que nada faltasse em Malacacheta. À medida que avançam para seu destino final, os moradores se enchem de anseio e alívio. Anseiam pelas novidades que estariam chegando e sentem alívio de saberem que, por um bom tempo, a cidade estará provida dos gêneros e produtos básicos e essenciais. Afinal, não é tudo que nela se produz. De alguma forma, era preciso que chegassem ferramentas e instrumentos de trabalho. Era no lombo daqueles animais que chegavam o sal, o açúcar, a farinha de trigo, as bolachas de pacote, o macarrão e outros alimentos industrializados. Homens e mulheres aguardavam pelas chitas, o morim, a casemira, as linhas e agulhas para suas roupas. As moças esperavam o carmim, o batom, o pó de arroz, o perfume, o sabonete que as enfeitariam e perfumariam para os flertes. Os rapazes esperavam por charutos e cigarros de papel que ostentariam em ocasiões de gala. Todas as miudezas possíveis vinham assim. Espelhos, correntes, pentes, creme dental, isqueiros... No lombo dos burros das tropas de GERALDO RASLAN, também chegava cultura e conhecimento. Traziam alguns poucos livros, os cadernos, os lápis, a tinta para as canetas... Era no lombo daquelas tropas que chegava a certeza de que o povo de Malacacheta estaria bem servido e confortável. Apesar de tudo. Geraldo e seus peões passaram anônimos em nossa história!

Memoriais

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Malacachetenses

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O nosso conterrâneo pelo mundo desta edição é Tristão Couy. Pela dedicação e talento, ele é hoje uma das grandes lideranças jovens e tem seu trabalho reconhecido em várias regiões.

Tristão Couy Suas atuações no cenário sóciopolítico e cultural revelam que a arte povoa sua mente, destacando-o pela maestria em desenvolver projetos em todas as áreas de atuação, o que o levou a ganhar vários méritos em Minas e no Brasil.

Criou e coordenou vários Grupos Culturais em Malacacheta e Região Tristão é um apaixonado por Malacacheta, afirma o amor que tem pela sua terra natal, destacando que vem de uma família humilde, porém traz o legado “político” de ser neto de Tristão Aarão Couy - um dos prefeitos mais importantes na história da cidade e primo em segundo grau de Nelson Aarão Couy, também exprefeito de Malacacheta e propulsor do desenvolvimento urbanístico do município. Tristão lembra que, desde criança teve sua paixão pela arte, e já aos 18 anos gostava de viajar pelo Brasil, como artista plástico teve oportunidade de conhecer em torno de 17 estados

Bom relacionamento e respeito pelos funcionários públicos de Malacacheta

brasileiros, vendendo seus trabalhos artesanais, o que muitas vezes não era tão fácil. Ele sorri quando fala das dificuldades, das histórias hilárias nas viagens, mas garante que tudo foi necessário para somar ao aprendizado de vida. Aos 17 anos já atuava junto à diretoria do Centro Cultural do Vale do Mucuri, depois, em 1993, se tornou Diretor de Cultura de Malacacheta onde esteve à frente de uma revolução cultural que a cidade viveu, com a criação de Grupos de Teatro e outros grupos culturais, teve participação ativa na criação das festas mais tradicionais da cidade, tais como Malacachetense Ausente e Festa do Peão e tantas outras, bem como esteve à frente do resgate dos bons campeonatos e torneios esportivos que marcaram época.

Quando morava nos Estados Unidos Orfanatos, Escolas e monitorou oficinas de arte em hospitais psiquiátricos em São Paulo e Minas Gerais. Foi Diretor do Polo Cultural do Vale do Jequitinhonha, Diretor de Relações Públicas da Federação de Teatro de Minas e coordenou projetos culturais em diversas cidades do Brasil, dentre elas a capital mineira, Belo Horizonte. De volta a Malacacheta em 1998 retornou à Secretaria Municipal de Cultura e Esporte, foi um dos motivadores para a criação do Festival de Bandas, deu continuidade à formação teatral de jovens atores, desenvolveu projetos esportivos voltados à juventude, além disso, também mostrou seu trabalho revitalizando todas as praças, ginásios poliesportivos e diversas outras obras, foi responsável pela criação do Natal Cor e Luz que destacou Malacacheta como uma das cidades mais bonitas na decoração natalina.

Voluntário em diversos orfanatos, asilos e outras instituições. Em 1997, morou em várias cidades, trabalhou voluntariamente em Asilos,

Praça Monsenhor Jorge é um de seus projetos de revitalização

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Portal de Entrada de Araçuaí um exemplo dos trabalhos idealizados por Tristão

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Malacachetenses

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Tristão Couy

Continuação Em 2005 foi para os Estados Unidos, onde permaneceu por quase 3 anos trabalhando como Pizzamaker e, entre um tempo e outro, participou de cursos de Paisagismo Estrutural em Nova York. De volta ao Brasil e com mais experiência, traduziu seu potencial artístico pela paixão por urbanismo estrutural, direcionando e auxiliando na reconstrução de várias cidades mineiras que antes estavam sendo sucateadas pelo tempo ou pela inércia de alguns governantes.

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Coordenador de grandes eventos esportivos

Voltando a Malacacheta, em 2014 foi nomeado Secretário Municipal de Cultura e Secretário de Obras, onde exerceu um trabalho fundamental, revitalizando novamente a estrutura urbana da cidade e minimizando os problemas estruturais no município. Atualmente reside na capital, Belo Horizonte, trabalha em assessoria política, cultural e desenvolve projetos urbanísticos em diversas regiões do Estado.

Mas afinal o que Tristão acha de Malacacheta e dos malacachetenses? Ele responde: Tenho muito carinho por minha terra e sempre levo o nome desta encantadora cidade por onde quer que eu ande. Foi lá que nasci e vivi a maior parte do meu tempo! Lembro-me que quando criança ajudava meu pai numa mercearia que ele tinha, ali naquele lugar fui conhecendo o povo, as pessoas da zona rural, de todas as comunidades, de todos os bairros, principalmente as pessoas mais simples da cidade, grande parte lembro ainda o nome e fico feliz que eles se lembrem de mim, como muitos dizem “aquele menino atentado cresceu, olha só” (risos) isso é fascinante, conhecer no povo você ali de bem perto, fazendo parte da história de vida deles. E tenho orgulho de ser filho dessa terra, porque no meu modo de ver, Deus foi muito bom com este lugar, o clima, a natureza... Só para exemplificar temos o maior número de nascentes de toda a região. Além disso, o povo de nossa querida Malaca é inteligente e sempre se destaca em várias áreas por onde quer que esteja. Isso é bom porque um povo iluminado se desperta para várias opiniões e é claro que a divergência pode aparecer num sentido ou em outro, mas essa diversidade é que faz as coisas acontecerem!

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Matéria Especial

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A Tradição do Fogo Simbólico O ano de 1972 foi o ano de c o m e m o r a ç ã o d o Sesquicentenário da Independência do Brasil e do Cinquentenário da Emancipação de Malacacheta. O país vivia os efeitos da Revolução de 31 de Março de 1964. Em tudo, principalmente nas Escolas, respirava-se patriotismo incutido nos alunos através do hasteamento obrigatório da bandeira ao som do Hino Nacional. Um sentimento fortalecido nas aulas de Moral e Cívica e Organização Social e Política do Brasil. Acima de tudo estavam os militares que nos governavam. Neste ano de 1972, o General Garrastazzu Médici estava na Presidência. Inspirado na tradição grega do Fogo Olímpico como símbolo de união da Grécia, ele programou, como parte dos eventos comemorativos do Sesquicentenário, a Pira da Integração Nacional. Uma tocha a ser conduzida pelos Estados brasileiros até chegar em Brasília. Ainda por cima, sugeriu que as cidades brasileiras fizessem o mesmo buscando integração com suas vizinhas. Malacacheta estava em clima de euforia com o Cinquentenário de sua emancipação. Um desfile e uma sessão de gala estavam previstos para o 07 de Setembro. O Maestro Leopoldino Gandra organizou um quinteto de músicos (ele –

Aquiles – Wilson – Inácio do Guidas e Tião de Agostinho) especialmente para a época. E nós, o Maestro e eu, nos inspiramos a escrever o Hino do Cinquentenário, até hoje cantado no aniversário da cidade. De todas estas comemorações, além do Hino, o que ficou foi a sugestão do Governo Federal sobre a Pira da Integração Nacional. Ficou como uma luz que viria a brilhar no ano seguinte. Com o apoio do Prefeito Nélson Couy, a Pira da Integração foi simplificada em Fogo Simbólico. Em 1973, sob minha modesta orientação e organização, conduzida pelos alunos da Escola Estadual Mons. Clóvis Vieira da Fonseca, desde a cidade de Poté , o Fogo Simbólico chegou, se acendeu numa pira e assim continuou até nossos dias! Os professores Osvaldo Mattedi e Marília Coelho foram os principais responsáveis para que a tradição se perpetuasse. Hoje, um dos principais incentivadores é Valmirão. 1972 foi o primeiro ano em que se lembrou o aniversário do Município. Depois, tudo continuou como antes. A Independência do Brasil é que se lembrava, com desfile cívico das Escolas e o Fogo Simbólico, no dia 07 de Setembro. A partir dos anos 90, como Secretário da Educação no Governo de Odilon Campos, pensei na Semana do Município a se iniciar no dia 07 de Setembro com o Fogo Simbólico e se estendendo até 14 de Setembro, data de instalação do Município. O aniversário de emancipação de Malacacheta passou a ser comemorado com o tradicional bolo e o desfile temático das Escolas.

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Editorial

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Editorial O Informativo Malacacheta completa um ano de circulação. Quero agradecer aos patrocinadores que possibilitaram, a despeito de todas as dificuldades, os recursos para essa empreitada. Também agradeço aos leitores e aqueles que contribuíram com conteúdo. Aproveito a situação para me dirigir aos comerciantes e empresários de Malacacheta. Proponho a criação, ou recriação, de uma Associação Comercial e Empresarial ou CDL, em nossa cidade. Municípios com população idêntica a de Malacacheta, como Turmalina, possuem suas entidades. Em cidades um pouco maiores, a classe conta com duas, ou até três entidades. Precisamos nos unir, para enfrentar juntos, as dificuldades que se apresentam e que tendem a se multiplicar. Concorrência externa e o comércio via internet entre elas. A entidade que proponho se destinaria, entre outras coisas, a:  Campanhas de conscientização do público, a fim de convencê-lo das vantagens, de fazer suas compras no comércio local.  Cursos de qualificação para comerciantes e comerciários.  Criação de um “Banco de Empregos Online”, onde os empregadores deixariam suas necessidades de contratação e os candidatos a empregos, seus currículos.  Constituir uma entidade com força significativa para representação junto ao poder público, para, por exemplo, propor dificultar a concorrência desleal de ambulantes de outras cidades.  Convênios mais baratos com planos de Saúde, para empregadores e empregados.  Discutir ideias para a alavancagem do desenvolvimento em nosso município.  Acesso a órgãos de proteção ao crédito.

Encontros sociais e ações filantrópicas, etc.  Campanhas conjuntas para valorizar datas comemorativas, como Dia das Mães, Pais, Namorados, Crianças, Natal e resgatar as datas Festivas da cidade, como Semana Santa, Festa do Peão e do Ausente, Festa do Divino, Festival da Canção (em novo formato) entre outras. Caso queiram conversar, poderemos marcar uma reunião para discutirmos o assunto. Meu amigo Don Carlos Santos, que já foi diretor da Associação Comercial de Itabira, gerente da Vale e atualmente é secretário de Desenvolvimento, Industria e Turismo na mesma cidade, se colocou a disposição para nos auxiliar com sua vasta experiência. Já entrei em contato com a Federaminas e com Nélio Alves Pego, presidente de nossa antiga Associação, que atestaram que a mesma encontra-se apta a voltar a funcionar. Precisamos entre outras coisas, melhorar nossa imagem junto à comunidade, pois, apesar de sermos fonte de boa parte dos empregos e do patrocínio de eventos, não temos o devido reconhecimento. Precisamos por outro lado, treinar melhor nossos colaboradores, pois, de forma geral, nosso atendimento tem deixado a desejar. O mesmo vale para nós proprietários. Devemos ter ação mais proativa no sentido de fomentar a cultura e o entretenimento em nossa cidade, reativar a vida noturna, valorizar datas festivas e tradições culturais para impulsionar o desenvolvimento local e consequentemente o comércio. Agradeço. Wanderlan Cordeiro 3514-1461 email: virtualpapelaria@gmail.com 

Trabalhamos com empresas, pecuaristas e pessoas físicas. Responsável Técnico: Lourival Ferreira dos Santos


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Personalidades

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Maximínio dos Passos de Oliveira - Qual o nome completo de Pelé? - Quaaaal o nome completo de Peleeeé? Responda e ganhe um premio. Bradava uma voz que vinha de um alto-falante em um carro, em um ano da segunda metade da década de 70. Foi o que ouvimos durante a passagem do automóvel em frente à casa que morávamos. Minha mãe virou para mim e perguntou: - Cê sabe Lan? - Edson Arantes do Nascimento. Mãe então pediu a Divina, nossa ajudante na época, que levasse um bilhetinho até o carro com a resposta escrita. Mas, não sem antes perguntar quem era aquele que estava fazendo o sorteio. - Uai, Dona Dola, é um tal de Maxíminio, um professor meio esquisitão que dá aula no ginásio. Diz que ele até já morou com os índios. Sua estadia junto a tribos indígenas realmente ocorreu nos anos de 1969, 1971 a 1972 e 1977, quando conheceu várias tribos e entre suas aventuras consta a escalada do Pico da Neblina. Foi a primeira vez que ouvi falar de Maxíminio. E não. Eu não ganhei o premio. Aquela era apenas uma das perguntas. Não chegamos a ouvir as outras, quando o carro passou. Outra lembrança que guardo bem aconteceu no início dos anos 80. Foi em um episódio em que ele foi injustamente acusado, junto a amigos, de destruir o jardim do ginásio. Escola onde trabalhava. No outro dia, no pátio da escola ele pegou o microfone e reclamou indignado. Em uma época em que pouco se falava de preconceito, ele desabafou: - Me acusam de ser homossexual, quando na cidade existem tantos

Maxíminio em várias fases de sua vida. Com políticos, pessoas de todas as classes sociais e com educadores no jardim, em frente da antiga E. E. Mons. Clóvis.

enrustidos. Isso eu posso suportar, mas não ser acusado de um crime que não cometi. Morei cerca de três anos em Belo Horizonte e lá, de vez em quando recebíamos um jornalzinho em que ele tinha uma coluna chamada “Sei lá”, na qual escrevia sem vírgulas ou pontuação, fazendo jus a sua fama de irreverente. Quando voltei para Malacacheta em 1984, Maxíminio foi meu professor na 8ª série. Meus colegas, Marileide, Solange Alves, Maestro Divino, Cássia Sexto, Andim de Seca-Poço, entre outros comentavam que ele era muito rigoroso durante as aulas. E realmente era, mas ao mesmo tempo sua aula era muito proveitosa e agradável. Entre lições de história ele mesclava casos locais, falava de suas experiências de vida e aprendíamos com facilidade a matéria explicada. Nessa mesma época ele escrevia um jornalzinho chamado “Cambalacho”. Era como se fosse a revista Caras da cidade. Todo mundo queria ser citado e todo mundo lia, muito embora uma parte não admitisse. Também exercia outras atividades que mantém até hoje. Cantador de Bingo, de Leilões, animador de festas. Vez ou outra na Cabana Aconchego, de Tutuca e Julião, no Campo Roseirão da Várzea, nas matinês das festas juninas, lá estava Maxíminio, com seus bordões característicos. - Ao passar de Teófilo Otoni, salte Poté e visite Malacacheta, antes que acabe. - Pegou fogo na caixa d'água. - Caixão não tem gaveta. Em 1992 assumiu a direção da Escola Estadual Monsenhor Clovis (ginásio). Enquanto a escola funcionava ainda nas antigas instalações na Rua Tristão Couy, continuou e ampliou as obras iniciadas por Dona Valda no

prédio e no jeito de administrar. Quando o poder público decidiu construir uma nova sede para a escola, foi um ferrenho opositor da escolha do local. Achava que a escola deveria ser no centro da cidade, onde funciona a cadeia e a cadeia por sua vez mais afastada da cidade. Não logrou êxito. Reconduzido a direção, continuou fazendo seu trabalho no novo prédio da escola com muita competência até o ano 2000. Foi conselheiro no SIND-UTE durante um bom tempo e quando foi diretor era o representante da classe junto a Superintendência de Ensino. Formado em Pedagogia, Estudos Sociais, Pós-Graduado em Orientação Educacional e Inspeção Escolar, continuou ajudando voluntariamente na escola por um tempo como uma espécie de “presidente de honra”. Também estudou Teologia, em Belém do Pará, não chegando a concluir o curso. Embora não tenha se envolvido em política partidária, como formador de opinião, sempre expressava sua opinião. Não se deu bem com alguns políticos e depois passou a enxergá-los com outros olhos, assim como o contrário também é verdadeiro. A mesma coisa pode ser dita sobre sua relação com os párocos da comarca. De personalidade forte, talvez alguns padres tenham enxergado nele um concorrente no campo das idéias.


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Lembro-me da última Semana Santa que fui. Durante a Procissão do Enterro, o Padre na época muito carismático e vaidoso resolveu alongar o percurso da procissão. Com o caminho maior, já denotando uma futura pretensão política, o Padre falou a vontade, cumprimentava as pessoas quando passava pelas casas, etc. Maxíminio estava ajudando e não é desconhecido de ninguém que ele também gosta de falar ao microfone. Determinado momento o Padre passa o microfone a Maxímnio, que fala por alguns minutos e devolve a palavra ao mesmo. O Padre fala por um tempo e quando todo mundo achava que passaria a ”bola” para Maximínio, ele pede ao público para “seguir em silencio, porque o silencio também seria uma forma de comunicar com Deus”. Acho que não teve ninguém que não tenha ficado surpreso e uma ou outra pessoa até ria ou falava baixinho. “Nossa. Max deve ter ficado “p” da vida. Posteriormente Maximinio começou a divergir do Padre, não pelo episódio ocorrido, mas pelas atitudes políticas ou pessoais, não sei. Embora até hoje ainda sejam sócios na Rádio Clube Cidade FM, juntamente a Odilon Campos Filho. Aliás, na rádio, Maximinio parece ter encontrado uma atividade prazerosa. Seu programa é sem dúvidas o mais ouvido. Há pessoas que ouvem porque gostam dele e do programa e há as que dizem não gostar nem dele, nem do programa, mas ouvem mesmo assim. Pelo seu programa passaram juízes, promotores, prefeitos, deputados e todos os outros segmentos da sociedade que solicitaram (até eu) ou atenderam seu convite. Sem “papas na língua” chegou a ser alvo de um atentado a bomba. Embora pareça que foi feito apenas com o objetivo de intimidar, é um fato grave que não pode ser esquecido. Certa feita eu escrevi no Facebook que Maxíminio “carrega um pouco

nas tintas”, não foi uma crítica, até porque até hoje penso da mesma forma. O que eu quis dizer, é que às vezes, ele emprega um tom de dramaticidade exagerado a algum fato.

Hoje ele mora em uma chácara em um bairro distante e costuma vir a pé para o centro, diz recusar várias caronas porque vindo a pé além de se exercitar ele vê e é visto pelas pessoas. - Eu não gosto de ser a pedra. Gosto de ser a vitrine. Ou “falem mal, mas falem de mim”. Aposentado como diretor, ele não esconde de ninguém que recebe um polpudo salário mensal. Às vezes é perguntado por que vive com simplicidade, porque não compra um carro, ou outras coisas que a sociedade de consumo almeja. A resposta é quase padrão. - Meu dinheiro serve para outras prioridades. Por exemplo, viajar. E isso ele fez e faz muito. Tanto viagens mais simples como Romarias, até viagens internacionais. Visitou Israel, Egito, Petra (na Jordânia). Visitou Cássia, Assis (Itália). Dançou com bailarina Egípcia em navio no Rio Nilo, banhou-se no Rio Jordão e também no Mar Morto, viu o Papa João Paulo II em duas missas, visitou o Coliseu, esteve no Santo Sepulcro, subiu no Monte Sinai, e recebeu condecorações do Ministério da Cultura em Cuba e Jerusalém. Atualmente uma das maiores curiosidades dos Malacachetenses é descobrir quem é “Beija-Flor”, seu amor

Personalidades

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misterioso. Outra característica que gera um pouco de controvérsia é o fato de ele pedir ajuda para propósitos filantrópicos. Faz sorteios para angariar dinheiro para construção ou recuperação de capelas, cemitérios, para ajudar pessoas carentes, etc. Certas pessoas perguntam por que ele não faz com o próprio dinheiro? Bem, certamente não daria conta. Ademais o simples fato de se mobilizar para ajudar ao próximo já o transforma naquilo que é: “Gente que faz”. Quanto aos brindes que ele pede ou recebe voluntariamente do comércio para sortear no programa, é a forma mais barata e eficaz de propaganda. Nesse raciocínio quem sai ganhando é quem fornece os brindes, que geralmente são produtos baratos. Fico imaginando, como sugeriu nosso conterrâneo Agnaldo Campos, como será a rotina de outras cidades pequenas, sem o seu Maxíminio? Cidadão polêmico, atuante, barulhento e irrequieto, goste-se ou não dele, a verdade é que ele diverte, movimenta e educa nossa cidade há várias décadas. Maximinio dos Passos de Oliveira, o Max, uma verdadeira Personalidade Malacachetense.

Maxíminio é pessoa presente em todos os eventos do município. Querido por muitos, odiado por outros, lembrado por todos.


Moda e estilo

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estilo, faz

Quem tem

moda!

Quando Wanderlan e Hélia, fizeram-me o convite para nessa edição falar de moda, fiquei muito lisonjeada, quanta honra! Porém, perguntei! Logo Eu? Mas por vocês, meus “Bruxinhos e Bruxinhas”, aqui estou! Então vamos lá.

MODA

tem haver com idéias, a forma que

Aquela peça de poá guardada, pode tirar do

vivemos, o que está acontecendo.

armário. Vem com tudo!

Tem haver com comportamento e postura do que

Mas o destaque mesmo fica por conta das plumas

com a roupa em si. Ela serve para refletir o que

e paitês em diferentes ocasiões, até mesmo na

somos e pensamos.

moda casual.

Cada pessoa é única e precisa conhecer e

A linha masculina vem com corte diferenciado. O

valorizar a sua própria beleza e a partir dessa

jeans que sempre reina, dará espaço para as

concepção é que criamos o nosso ESTILO.

calças em sarja e com corte de alfaiataria. As

Ter estilo é vestir-se de maneira prazerosa, fugindo de padrões, respeitando o próprio corpo e criando um estilo único e original. Imagem é importante, mas ela só fica interessante quando existe uma pessoa cheia de autoestima por trás. Para a nova estação que aproxima, os tons usados no inverno estarão mais leves. Aposte na cor lavanda, no rosa clarinho, azul, branco e nos

camisetas e bermudas sempre em alta. O Estilo te dá a liberdade de escolher o que combina mais com você. Quem tem estilo, faz moda! Assim o resultado é absolutamente ENCANTADOR!

- Diferença entre MODA e ESTILO A Moda muda conforme o mercado; O Estilo muda conforme a sua vida; A Moda não transmite personalidade; O Estilo reflete a sua identidade; A Moda impõe padrões e tendências.

tons pastel, o mais popular para esse verão. Os vestidinhos românticos com florais delicados

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Saúde e Bem Estar

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O que é TCC? Vocês podem estar pensando: Simples! TCC é a sigla para Trabalho de Conclusão de Curso, um trabalho acadêmico de caráter obrigatório e instrumento de avaliação final d e u m c u r s o s u p e r i o r. M a s e s t ã o equivocados. Aqui, nesse artigo, TCC é a sigla para Terapia Cognitivo Comportamental, uma abordagem da psicologia. Vou explicar. No início da década de 1960, Aaron Beck (psiquiatra), através de pesquisas com pacientes deprimidos percebeu que eles apresentavam uma visão distorcida de si mesmo, do mundo ao seu redor e de seu futuro (a tríade negativista). A partir dos resultados da pesquisa, Aaron Beck desenvolveu uma forma de psicoterapia a qual denominou originalmente “Terapia Cognitiva”. Entretanto, o termo Terapia Cognitivo Comportamental é ainda mais abrangente que o primeiro. Existem muitas formas de Terapia Cognitivo Comportamental que compartilham de suas características, mas variam até certo ponto. Elas incluem a terapia racionalemotiva comportamental (Ellis, 1962), a terapia comportamental dialética (Linehan, 1993), a terapia de solução de problemas (D'Zurilla e Nezu, 2006), a terapia de aceitação e compromisso (Hayes, Follette e Linehan, 2004), a terapia de exposição (Foa e Rothbaum, 1998), a terapia de processamento cognitivo (Resick e Schnicke, 1993), o sistema de psicoterapia de análise cognitivo comportamental (McCullough, 1999), a ativação comportamental (Lewinsohn, Sullivan e Grosscup.1980; Martell, Addis e Jacobson, 2001), a modificação cognitivo comportamental (Meichenbaum, 1997) e outras. Te n d o e m v i s t a e s t e s p r e c e i t o s e diversidade de formas de atuação em TCC é importante pontuar que apesar de cada indivíduo ter sua singularidade, a psicoterapia cognitivo comportamental é regida por determinados princípios. São eles: 1. A TCC está baseada em uma formulação em desenvolvimento contínuo dos problemas dos pacientes e em uma conceituação dos problemas dos pacientes e em uma conceituação individual de cada paciente em termos cognitivos.

2. A TCC requer uma aliança terapêutica sólida. 3. A TCC enfatiza a colaboração e a participação ativa. 4. A TCC é orientada para os objetivos e focada nos problemas. 5. A TCC enfatiza inicialmente o presente. 6. A TCC é educativa, tem como objetivo ensinar o paciente a ser o seu próprio terapeuta e enfatiza a prevenção da recaída. 7. A TCC visa ser limitada no tempo. 8. As sessões de TCC são estruturadas. 9. A TCC ensina os pacientes a identificar, avaliar e responder aos seus pensamentos e crenças disfuncionais. 10. A TCC usa uma variedade de técnicas para mudar o pensamento, o humor e o comportamento. O arcabouço teórico em torno das psicoterapias cognitivo comportamentais é extenso e tem-se desenvolvido cada vez mais, com métodos científicos rigorosos. Por isso, vale mencionar alguns termos bastante utilizados nessa abordagem e que esse artigo não seria o suficiente para abranger sua totalidade. Entre eles, modelo cognitivo comportamental; condicionamento respondente, condicionamento operante, níveis de processamento cognitivo; pensamentos automáticos, situação; emoção; erros cognitivos; esquemas; abstração seletiva; inferência arbitrária; supergeneralização; maximização e minimização; personalização; pensamento absolutista; esquemas simples; crenças e pressupostos intermediários; crenças nucleares sobre si mesmo; esquemas adaptativos; esquemas desadaptativos; distorções na resposta ao feedback; conceitualização de casos; relação terapêutica; questionamento socrático; estruturação e psicoeducação; empirismo colaborativo; feedback; cartões de enfrentamento; ativação comportamental; programação de atividades, entre outras. Quando que a terapia cognitiva comportamental é indicada? É indicada quando seus pensamentos automáticos são sempre negativos, desencadeando uma série de fatores como: Transtornos de humor, Transtornos ansiosos, Transtornos alimentares, Transtornos adictivos, na Resolução de problemas do cotidiano, em Treinamento

de Habilidades Sociais(THS), entre outros. Fique atento: pensamentos automáticos todo ser humano tem. Eles aparecem e reaparecem de forma muito rápida e fazem com que nós não os percebamos por completo. O que evidenciam são emoções: medo, raiva, tristeza, nojo, alegria, surpresa. Existem pessoas com padrões de pensamentos negativista e disfuncionais. A boa noticia é: O pensamento é o primeiro comportamento consciente. E são os pensamentos que geram os sentimentos. Por isso, examine seu pensamento e mude a maneira como pensa e mudará seu sentimento. Se o pensamento é negativista, sentimentos negativos. Caso os pensamentos sejam mais otimistas, sentimentos mais positivos e funcionais. Quer saber mais sobre as TCC´s? Basta enviar um email para nicedaiana.coimbra@gmail.com e esclarecerei suas dúvidas. Página do facebook: https://www.facebook.com/NICE.PSICOTER APiA/ Instagram: nice.psicoterapias Atendimentos online de qualquer lugar do Brasil

Nice Daiana Coimbra Jornalista – Univale/MG Psicóloga – UVA/RJ Especialista em Dependência Química (PUC/RJ) Psicoterapeuta Cognitivo Comportamental (Especialização em curso CPAF/RJ)

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Nossa história

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Manoel Pereira Gomes (Seu Neco) Manoel Pereira Gomes, mais conhecido pelo apelido de "Seu Neco", nasceu em Setúbal no dia 05 de fevereiro de 1914, filho de Antônio Gomes Pereira Fernandes e Ana Pereira de Azevedo. O pequeno Manoel era um menino franzino e de saúde frágil, porém determinado e destemido e mesmo no meio as adversidades possuía perspectivas ousadas para a construção de um futuro melhor. O tempo passou, Manoel cresceu e o sonho de melhorar de vida, esteve com ele todo o tempo e desta maneira foi para a cidade à procura de trabalho. E foi onde iniciou trabalhando na fazenda de seu José de Sales e Josina Abrantes, onde conheceu seu grande e único amor, que o acompanharia por toda a sua trajetória de vida a Maria José do Nascimento (Dona Zezé), filha dos seus patrões, com a qual se casou em 20 de janeiro de 1939, na Igreja de Santa Rita. O casal mudou-se para Malacacheta, onde foram residir na Rua de Cima. Ajudados por Vitor Abrantes e Plínio Couy (casado com Guiomar Abrantes), ele começou a trabalhar no ramo de açougue, profissão na qual trabalhou durante muitos anos, deixando somente quando ficou impossibilitado de viajar devido a sua saúde debilitada. Em 23 de dezembro de 1939 foram presenteados com o seu primeiro filho,

José Gomes Pêgo de Sales (o Dé). Com o passar do tempo a família foi aumentando com a chegada de mais filhos: Gerson Gomes Nascimento, Maria Helena Pereira, Gilson Gomes Pêgo, Wilson Gomes Pêgo, Nelson Gomes Pêgo, Ozires Gomes Pêgo, Manuelita Gomes Pêgo e Valmir Gomes Pêgo. Com coragem e muita perseverança, trabalhou incansavelmente para sustentar e conduzir a sua família na formação de homens e mulheres de bem. Seu Neco, era um homem religioso e frequentava as missas dominicais. Em 07 de agosto de 1960, foi festeiro da Festa do Divino Espírito Santo. Trabalhar era preciso, dessa maneira resolveu montar um pequeno comércio de miudezas diversas e quitandas que sua esposa fazia. Quem passava por lá o via tamborilar com os dedos sob o balcão de madeira enquanto contava causos com os seus amigos, Augusto Felizberto, Geraldo Abrantes, Américo Calixto, Seu Basti, José de Júlio, João Mantegueiro, Teodomiro fotógrafo e muitos outros. Os assuntos eram diversos desde noticiários de programas

de rádio (que seu Neco era ouvinte assíduo) ao futebol pois era torcedor do Botafogo, além dos acontecimentos corriqueiros da cidade. Levantava todos os dias muito cedo, sempre com a mesma disposição, era um homem alegre que apreciava brincar com os netos e conversar com os filhos. O que mais encantava era ver sua fé e convicção de que tudo daria certo. Com 63 anos de idade ele que pacientemente carregou o fardo da enfermidade com coragem e resignação, no dia 25 de julho de 1977 em seu lar rodeado por seus familiares e pessoas amigas foi chamado por Deus. Deixou nos filhos, esposa, parentes e amigos, uma grande saudade mas permanece vivo para a sua família. Seu legado maior foi o exemplo, o caráter, honestidade e perseverança.

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Humor

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Bududugo e Veião em Diga-me em quem votas... Veião, em quem você vai votar nessa eleição?

Em ninguém. Vou anular o voto.

Encruzilhada

Mas, você não vive reclamando dos políticos?

Ora. É que nenhum dos candidatos presta.

Então não reclama. Você deixa que outros escolham por você...


Nossa história

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José Apolinário dos Santos (Zé de Hilária) José Apolinário dos Santos foi casado com Felícia Ferreira dos Santos. Morou sempre em sua propriedade perto da Saudade. Tiveram três filhos: Domingos, Ilídio e Maria. Sempre ajudou na Conferência São Vicente e era muito caridoso com os pobres. Na época da Festa de Reis, ele sempre se vestia de rei, juntamente com seu Juquinha Batista e seu Miguel Braúna. Eles encarnavam os três reis magos, Belchior, Gaspar e Baltasar. Seu filho Ilidio casou-se com Cândida (dona Candinha), que faleceu no dia 13 de março deste ano. Desse casamento nasceram 4 filhos. Maria da Glória, Vicente, Rita e Antônio. Rita, sua neta, casou-se com Antônio, filho de Generosa e Heitor, natural da Bimbarra e tiveram três filhos: José Antônio, José Carlos e Cândida. Com passar do tempo os filhos foram crescendo e

estudando. José Antônio, o filho mais velho, se interessou pela vida religiosa. Mudou-se para Belo Horizonte e entrou no seminário. O bisneto de José Apolinário é hoje o Padre José Antônio. Sempre com muito orgulho de seus pais e sua origem, o Padre José Antônio sempre que possível celebra missas em nosso município. Recentemente, veio à Malacacheta para comemorar o aniversário de 50 anos do casamento dos pais, trazendo consigo cantores para animar a festa. Na oportunidade, celebrou uma missa caipira, em meio a familiares e muitos amigos. Abaixo, fotos da Missa caipira e da grande festividade em comemoração aos 50 anos do casamento dos pais do Padre José Antônio.

Na Festa de Reis, seu José Apolinário sempre se vestia de rei, juntamente com seu Juquinha Batista e seu Miguel Braúna.


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Beleza

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na gravidez, mudar sua pílula anticoncepcional (ou parar de tomá-la) pode também causar queda. A alteração hormonal da menopausa também pode ter o mesmo efeito.

São vários, os motivos, que podem causar queda capilar. Dentre eles os adiante citados: 

Estresse Físico ou Emocional: Traumas como cirurgias, doenças graves, excesso de trabalho, ansiedade podem causar queda temporária de cabelo. Nesses casos, a queda de cabelo precisa tratamentos psicológicos e dermatológicos.

Pós-Gravidez: A queda de cabelo relacionada à gravidez é comum após o nascimento do bebê, causada por alterações hormonais. Ela é considerada normal, e o cabelo volta naturalmente depois de alguns meses.

Excesso de Vitamina A: Exagero em suplementação vitamínico pode causar queda de cabelo. O valor recomendado de Vitamina A diário é de 5000 IU, e suplementos podem conter de 2500 a 10000 IU.

Falta de Proteína: Se você não tiver proteína suficiente em sua dieta, o corpo vai "economizar" seu uso reduzindo a produção de cabelo. Para resolver, inclua em sua dieta fontes de proteína, como peixes, carne e ovos.

Hereditariedade: A chamada Alopecia Androgenética (AAG) é a manifestação feminina da calvície. Nesses casos, o uso de medicação ajuda.

Hormônios Femininos: Assim como no caso dos hormônios

Anemia: 1 em cada 10 mulheres de 20 a 50 anos sofre de anemia por falta de ferro. Essa é uma causa comum de queda de cabelo.

Hipotireoidismo: Quando a glândula tireóide não está secretando a quantidade suficiente de hormônios (hipotireoidismo), isso pode contribuir para queda de cabelo.

Perda de Peso repentina: A perda de peso muito rápida é considerada um estresse físico, mesmo que ter emagrecido tenha sido saudável para você. Como causadores, há o emagrecimento em si, ou ainda uma possível falta de vitaminas ou nutrientes minerais.

Antidepressivos e outras medicações: Há uma gama de classes de medicamentos que podem promover a queda de cabelo. Se for o seu caso, converse com seu médico para verificar a possibilidade de substituição do medicamento ou redução da dosagem.

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Saúde e Bem Estar

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Benefícios do Grupo de Emagrecimento Você já deve ter ouvido falar de emagrecimento em grupo e já deve ter se perguntado o que é isso, ou como funciona. O Grupo de Emagrecimento Vida + Leve surgiu através de questionamentos e do desejo de entender a relação que as pessoas têm com a comida. Eu, Cátia Meireles e minha irmã e parceira, Carla Meireles, Nutricionistas, através do nosso projeto Vida + Leve, resolvemos montar um Grupo de Emagrecimento neste seguimento nas cidades de Malacacheta e Águas Formosas. Sabe aquela sensação de culpa após comer e a dificuldade para manter ou reduzir o peso? Todos nós já passamos por isso. Estas são apenas algumas das consequências dessa conturbada relação com a comida. O grupo de Emagrecimento Vida + Leve possui como pilar a Nutrição Comportamental que tem como objetivo mudar essa relação, fazendo com que as pessoas sintam prazer (e não culpa) em comer. A nutrição comportamental trabalha os aspectos fisiológicos e emocionais da alimentação. É como se fosse uma terapia, o foco é a Alimentação e o Corpo. Trabalhamos o Comer Intuitivo, no qual você passa a respeitar os sinais de fome e de saciedade utilizando técnicas. Mas nutri, por que devo participar de um grupo de emagrecimento? Já ouviu falar dos três mosqueteiros? O emagrecimento em grupo desperta maior motivação; além de promover uma competição saudável. Você torce pelo amigo, assim a vitória de cada um é a vitória de todos; o incentivo é bem maior; as pessoas se identificam com histórias semelhantes as suas. E como Funciona? Cada participante tem sua meta. É realizada uma avaliação clínica e antropométrica individual; encontros presenciais semanais com um tema diferente, onde cada um aprende a montar suas refeições respeitando sua rotina, gostos e condições. Trabalhamos o conhecimento dos alimentos, funções e como aplicar no dia a dia, e o que todos se interessam muito: Como se alimentar em festas. Um Jogo de Aprendizados com Desafios e metas alcançáveis e o principal, o autoconhecimento para reconhecimento do comportamento alimentar, através de técnicas de Coaching. (33) 991301814 /

Nutricionista Cátia Meireles /

É possível realizar a reeducação alimentar controlando a ansiedade, perder o peso sem dietas restritivas e sem abandonar seu alimento preferido e o mais importante manter o peso perdido. Nos encontros apresentamos Dicas de culinária; Experimentação de pratos saudáveis, trocas de saberes, tudo funciona como um jogo e você passa de fase a cada meta alcançada. Ainda conta com vantagens como o Clube de Benefícios (Parceiros), Grupo de Whatsapp, Material Exclusivo, Premiações, Brindes e muito mais. Portanto, todos podem participar do grupo, tanto quem deseja perder peso, quanto quem deseja a reeducação alimentar para manter uma vida mais saudável. Com o resgate do prazer em comer, tornando a relação com o alimento mais saudável e o autoconhecimento, os números na balança e a perda de medidas passam a ser conseqüência das mudanças de hábitos, e estes resultados passam a ser duradouros. Já dizia um velho Provérbio Africano: “Se você quer ir rápido, vá sozinho... Se quer ir longe, vá acompanhado”. Veja ao seu redor quem está passando pelo mesmo momento, junte forças, lidere suas emoções e tenha uma Vida + Leve! Beijos da Nutri! Cátia Meireles de Oliveira Freitas Pós Graduada em Gestão Hospitalar Pós Graduada em Docência do Ensino Superior Pós Graduada em Programas de Saúde da Família Pós Graduanda em Fitoterapia

Contatos: catiameirelesnutri@hotmail.com /

@catiameirelesnutri

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Saúde e Bem Estar

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Nutrição na Gravidez O período gestacional, em sua grande maioria, é um dos momentos mais aguardados na vida da mulher. Muitas sonham em ver o resultado positivo no exame, ver a barriga crescer, sentir o neném mexendo na barriga, amamentar... Ah meu Deus! Que sensação única! Quando temos um filho podemos conhecer um pouco do que é o amor incondicional, um amor que chega a doer! Uma coisa é certa e todo mundo sabe: a maneira como a mamãe se alimenta influencia no crescimento e desenvolvimento do bebê. A vida intrauterina (período de desenvolvimento do bebê dentro do útero), pode ser alterada em razão da boa ou má alimentação da mãe, fazendo com que o seu filho(a) possa desenvolver problemas em sua vida adulta, como por exemplo, diabetes e obesidade, quando o neném nasce com excesso de peso. Mas uma coisa nem todo mundo sabe: aquele velho ditado que diz: “você está grávida, então agora tem que comer por dois” não pode ser levado “ao pé da letra”. Na verdade, você deverá comer por vocês dois em termos de qualidade, a fim de atender as necessidades nutricionais suas e do bebê e não comer em exagero. É necessário um aumento de nutrientes para possibilitar o bom

crescimento e desenvolvimento do bebê, mas toda ingestão alimentar deve ser pautada pela cautela. As escolhas alimentares fazem toda a diferença! Em cada fase da gestação acontece uma modificação no organismo da gestante, em razão da divisão celular intensa para a formação de um novo ser. Os maiores exemplos são enjoos, vômitos, sonolência, alteração de humor, necessidade de urinar com frequência, azia, constipação intestinal, flatulência, câimbras, dentre outras. A boa notícia é que a nutrição pode ajudar você, mamãe, a diminuir ou a nem apresenta alguns desses sintomas. Em alguns casos, tanto em razão de predisposição genética, presença de outras doenças ou más escolhas alimentares, a gestante pode desenvolver a Diabetes Gestacional (excesso de açúcar no sangue), préeclampsia (pressão arterial elevada) e até eclampsia, que, infelizmente, pode ser fatal. Então, para que a mamãe possa curtir todo o período gestacional é necessário que ela tenha uma alimentação a mais variada possível. Frutas, verduras, legumes, carnes, arroz, feijão e, lembrando sempre, o mais natural possível, com o mínimo de sal, açúcar e gordura. Deve-se também sempre

lembrar de lavar bem todos os alimentos antes de ingestão e jamais ingerir alimentos de fonte animal crus ou malpassados, para evitar contaminação por bactérias. De maneira carinhosa, deixo uma dica para as mamães: curta cada segundo de sua gravidez, alimente-se bem e viva intensamente cada momento! Essa fase passa rápido demais e, por experiência, você vai sentir falta desse barrigão! Procure uma nutricionista de sua confiança para te auxiliar em suas escolhas alimentares, pois elas farão toda a diferença no desenvolvimento do que será o maior amor de sua vida. Aproveite essa oportunidade que você tem para fazer tudo começar de maneira certa na vida do seu filho(a). Grazzielli Gomes Nutricionista Especializando em Nutrição Materno Infantil


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Matéria Especial

Ano 2 - Nº 5 - setembro 2018 / informativomalacacheta.com.br

A Festa do Pão de Boiadeiro de Malacacheta En 1993, a primeira Festa do Peão de Boiadeiro de Malacacheta, foi idealizada por Nilva Chaves, Cristina Coelho e pelo promotor e animador de eventos Ney Bigorna (aquele do bordão ‘beleza beleeeeza’). Contou ainda com a ajuda de fazendeiros que se entusiasmaram com a ideia, de comerciantes da cidade, dos gerentes da Nestlé (Enyo e Martins) e da Prefeitura Municipal através do prefeito Joanísio Freitas e do então Diretor de Cultura Tristão Lopes, que inclusive fez a arte do primeiro cartaz. A festa, realizada nas imediações do antigo SolClube, contou com Rodeios da Companhia Sérgio Ferrara, vários concursos e provas com premiação em dinheiro e troféus. Teve também leilão de bezerros, baile e uma cavalgada muito bem organizada, capaz de fazer inveja às dos dias atuais. Um dos destaques foi o cavalo Galã da Gabiroba, montado por Ramon de Gêla. A Festa foi encerrada com o Hino Nacional sendo narrado pelo locutor. A festa foi um sucesso tão grande de público e crítica que repercutiu regionalmente. Logo após começaram tratativas para a festa do próximo ano. Foi criada uma comissão organizadora. Ficou decidido que a festa, pela dimensão que havia tomado, merecia um local mais apropriado.

Assim, no ano seguinte, a Prefeitura Municipal iniciou as obras do Parque de Exposições Lídio Pimenta de Figueiredo.

Em 1994, a segunda festa, já contou com patrocinadores de outras cidades, de onde se pode concluir a importância que havia conquistado. No ano de 1995, a terceira festa, já em um Parque de Exposições bem estruturado, passou a ser organizado pela Associação dos Agropecuaristas de Malacacheta com o respaldo da Prefeitura. Atrações mais caras começaram a ser contratadas.

Mas foi em 1996, em sua quarta edição, que a Festa do Peão de Boiadeiro de Malacacheta, começou a ousar trazendo atrações de custo elevado. Neste ano, o show principal ficou por conta do cantor nacionalmente conhecido, Amado Batista. Inclusive durante seu show, o cantor se mostrou irritado com um canhão de luz que, segundo ele, estava direcionado em seu rosto. Ameaçou abandonar o palco e alguém da plateia lhe jogou areia. Parece que a atitude serviu para baixar um pouco sua bola, pois o mesmo reagiu com relativa espirituosidade dizendo:

- Olha podem me jogar areia. Só não joguem aquilo que jogaram na Geni.

Fazendo alusão a música Geni e o Zepelim de Chico Buarque. Dito isso, o show transcorreu sem problemas e a festa foi memorável. Lembro-me que em uma festa, a Loja Maçônica Acácia de Malacacheta alugou o galpão principal do Parque de Exposições, eu como membro, ajudei no bar. Deu para imaginar melhor, o quão impressionante são os números desta festa e quanto trabalho deve gerar para organizá-la. Nos anos que se sucederam a Festa do Peão, ora experimentava um sucesso maior, devido ao dinheiro empregado pelo setor público, ora menor, quando o erário não dispunha de recursos em quantidade para empregar na festa. Nos palcos da Festa do Peão, cantaram artistas prestigiados, como Sérgio Reis, Rio Negro e Solimões, Leonardo, Zezé de Camargo e Luciano, César Menotti e Fabiano, Teodoro e Sampaio, Gino e Geno, Bruna Viola e muitos outros. A festa continua sendo muito prestigiada e querida pelos malacachetenses de todas as idades, inclusive crianças, que podem se divertir nos parquinhos e shows infantis. Mas se tornou uma festa cara. Sujeita a disponibilidade da prefeitura em aportar mais ou menos recursos. Penso que Malacacheta, um município predominantemente vocacionado à agropecuária, deveria conseguir uma fórmula para tornar essa festa tão importante e apreciada, uma fonte de divisas. continua...


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Talvez dando menos ênfase aos shows de cantores caros e apostando em outras atrações mais ligadas à produção rural, como exposições, torneios, leilões, quem sabe um Museu do Peão de Boiadeiro e uma maior participação da comunidade, como era no início. Acima de tudo é preciso lembrar seus idealizadores, colaboradores, homens do campo e o espírito de união que os motivou a criar a grande Festa do Peão de Boiadeiro de Malacacheta.

Obras da construção do Parque em 1994

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Além de ser um sucesso incontestável, a Festa d Peão Boiadeiro de Malacacheta, inspirou a criação de outros eventos parecidos, como várias cavalgadas, dentre elas a do Sindicato dos Produtores Rurais de Malacacheta e a Cavalgada dos Amigos da APAE e a Festa do Laço, também promovida pela APAE. Além disso o Parque de Exposições é utilizado para leilões, mostras e festas relacionadas ou não ao meio rural.


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Sergio Lopes

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Informal - Informativo Malacacheta nº 5  

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