REVISTA - Fevereiro - WEB

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EDITORIAL

A Anatomia do Caos e a Coragem de Enxergar

Muitos utilizam o mês de fevereiro para fugir da realidade. Eu utilizo para dissecá-la.

Nesta edição da Viver Magazine, decidi rasgar o véu da complacência. Enquanto o senso comum se perde no brilho fugaz dos desfiles, nós mergulhamos nas sombras onde o verdadeiro poder, e a verdadeira tragédia operam. Nossa matéria de capa, “Um Carnaval de Horrores”, não é para os fracos de coração. Nela, expomos as conexões sombrias do caso Jeffrey Epstein em solo brasileiro, revelando como o país se tornou um entreposto silencioso para o tráfico de crianças sob a fachada do entretenimento.

Mas o horror não para na exploração humana; ele se estende às instituições. Analisamos como as escolas de samba, outrora símbolos de cultura, tornaram-se engrenagens de uma máfia financeira que lava dinheiro à luz do dia.

Para completar este cenário de pressão absoluta, olhamos para o Norte. Abordamos o cerco imposto pelas medidas de imigração do governo Trump. Para nós, brasileiros vivendo nos Estados Unidos, o momento não é de festa, é de estratégia. As medidas exageradas de Washington não são apenas política externa; são um teste de resiliência para a nossa comunidade.

No entanto, o conhecimento da dor só é útil se vier acompanhado das ferramentas para a vitória. Vivendo aqui na terra que ainda é o das “oportunidades”, mesmo passando por dias tao dificeis, precisamos seguir em frente, trabalhando e lutando por dias melhores. Por isso, entregamos ainda nesta edição, um arsenal estratégico para o seu sucesso profissional e financeiro nos Estados Unidos. Em “Finanças: O Imposto da Ignorância”, mostramos como vencer a Tax Season 2026, enquanto em “Investimentos e o Dólar”, apresentamos a visão global necessária para proteger seu patrimônio. Se você sente que está estagnado, a matéria “Profissões: A Mina de Ouro que Você Está Deixando Passar” revelará oportunidades que a maioria ignora por pura falta de visão estratégica.

Não negligenciamos a sua presença e vitalidade. Discutimos a “Estética do Poder e o Quiet Luxury”, ensinando que a verdadeira influência não grita, ela se impõe. E, para garantir que você tenha energia para liderar, exploramos o “Biohacking contra o Inverno Americano”, unindo saúde e alta performance. Em tempos de incerteza, a matéria “Além da Esperança” oferece a proteção jurídica e as estratégias de imigração indispensáveis para quem não aceita viver à mercê da sorte.

Esta edição foi desenhada para quem, como eu, entende que a informação é a única arma capaz de nos proteger em um mundo que não perdoa a ignorância. Não oferecemos conforto. Oferecemos a verdade e o caminho com estrategias, para que você possa navegar entre os lobos e sair vitorioso.

A festa acabou; agora, começa o jogo dos grandes.

Boa leitura,

Editora-Chefe, Viver Magazine

vivermagazine@gmail.com www.vivermagazine.com

Dilla Campos

Publicadora vivermagazine vivermagazine

EDIÇÃO E PUBLICAÇÃO: Dilla Campos

PROJETO GRÁFICO: Daphne Gonçalves

FOTOGRAFIA: Maria Bentley

Dilla Campos

Juliana Diniz

Isaac Orcino

Alex Campos

Vinícius Marmo

COLUNISTAS:

Dilla Campos

Caue Lima

Francisca Benvenuto

Tracie Kincle (Advogada)

Fernanda Hottle (Advogada) Bruno Pecly

Laine Furtado

Gleyber Rodrigues

JJ Andrade

REVISÃO: Eliania Bento

Dilla Campos

CAPA

UM CARNAVAL DE HORRORES- O BRASIL NO EPICENTRO DO ABISMO

FINANÇAS

O IMPOSTO DA IGNORÂNCIA – COMO VENCER A TAX SEASON 2026 04 26 MENTALIDADE

A PRESSA DE DAR CERTO 08

ECONOMIA

IMIGRAÇÃO: ALÉM DA ESPERANÇA – PROTEÇÃO JURÍDICA E ESTRATÉGIA EM 2026 30

TERRAS RARAS: O NOVO OURO DO SÉCULO XXI A “MINA DE OURO” QUE VOCÊ ESTÁ DEIXANDO PASSAR

VALENTINE’S DAY: CELEBRANDO O AMOR EM TODAS AS FORMAS

EVENTOS E CINEMA: TUDO QUE ESTÁ ACONTECENDO EM ATLANTA NO MÊS.

Um Carnaval de Horrores

O Brasil no Epicentro do Abismo

Fevereiro chegou. Para a massa, é tempo de festa. Para quem observa os bastidores do poder, é o ápice de um espetáculo grotesco onde o Brasil atua como o palco principal de tragédias que conectam o submundo do crime carioca às altas esferas da depravação internacional e à mão de ferro da Casa Branca.

A Conexão Epstein: O Brasil como “Celeiro” de Vítimas

Enquanto o mundo ainda tenta digerir os arquivos desclassificados do caso Jeffrey Epstein, o nome do Brasil surge com um brilho sinistro.

Documentos revelados recentemente mostram que o arquipélago de horror de Epstein tinha um “braço brasileiro” ativo. E-mails trocados por recrutadores indicavam um interesse doentio em agências de modelos brasileiras, descritas como o “acesso direto” a meninas vulneráveis.

O Brasil não foi apenas um destino de fuga para nomes como Jean-Luc Brunel; foi, e continua sendo, um dos maiores exportadores de “carne humana” para o tráfico internacional. A fachada da beleza brasileira é o produto que alimenta redes de exploração que a elite global consome enquanto o país samba. O tráfico de crianças não é um mito; é uma estatística que explode durante o Carnaval, sob o silêncio cúmplice de autoridades que lucram com o turismo predatório.

O Samba Financiado pelo Sangue: A Máfia das Escolas

Não se engane com as luzes da Sapucaí. O Carnaval de 2026 expõe uma ferida purulenta: a dependência umbilical das escolas de samba com o jogo do bicho e o crime organizado. O que deveria ser “cultura” tornou-se a maior lavanderia de dinheiro do Hemisfério Sul.

Famílias criminosas, que hoje são

chamadas de “patronos”, ditam quem sobe e quem desce, comprando resultados e silenciando dissidentes. O impasse atual, com ameaças de cancelamento de desfiles por falta de transparência financeira, nada mais é do que o Estado tentando, tardiamente, conter monstros que ele mesmo criou e alimentou por décadas. Onde há confete, há o rastro do bicho, das milícias e do tráfico.

O “Sonho Americano” Sob Cerco Da Imigração

Enquanto o caos interno consome o Brasil, a esperança de fuga para o norte está sendo estraçalhada. O governo Trump, em sua cruzada por medidas de imigração sem precedentes, colocou os brasileiros no olho do furacão. O recente congelamento de vistos e a ameaça de deportações em massa criaram um clima de pavor na comunidade imigrante nos Estados Unidos.

Analistas de segurança nacional e direitos humanos alertam: as medidas “exageradas” de Washington não estão apenas separando famílias, estão empurrando brasileiros desesperados de volta para um país que, como vimos acima, não oferece proteção, mas sim exploração. É o fechamento de um ciclo: o brasileiro foge do “Carnaval de Horrores” doméstico para encontrar a porta de ferro de um nacionalismo americano implacável.

O Veredicto

O Carnaval de 2026 não é uma festa; é um diagnóstico. O Brasil se consolidou como uma peça de xadrez vulnerável em um jogo onde as regras são ditadas pela corrupção sistêmica e pelo autoritarismo global. O mundo está em guerra por recursos, influência e poder — e quem continuar dançando sem prestar atenção ao que está realmente acontecendo ao seu redor, será o primeiro a ser devorado.

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A pressa de dar certo

Existe uma cena recorrente quando as pessoas falam de sucesso: elas usam o mundo externo como referência. A Ferrari do vizinho, a casa em Alpharetta, os lugares frequentados, os resorts nas fotos, as reuniões importantes, as festas exclusivas. Essas imagens viram régua, organizam expectativas e passam a definir o valor da vida. Pouco a pouco, a existência começa a ser medida por aquilo que está fora. A rotina segue, o trabalho acontece, os problemas são resolvidos, mas cresce uma sensação silenciosa de atraso, como se houvesse um roteiro coletivo em andamento e cada um estivesse sempre em outro tempo. Essa sensação gera pressa, uma urgência difusa de chegar a algum lugar melhor do que o agora, mesmo sem clareza sobre qual lugar seria esse.

A vitrine intensifica esse movimento ao exibir apenas o resultado final, o ângulo certo, a luz certa, o recorte ideal. Ela constrói a ideia de sucesso como algo linear, limpo e organizado. Quando a própria vida passa a ser comparada a esse recorte, surge um ruído interno constante. O desejo perde profundidade e se transforma em ansiedade. Eu conheço esse caminho. Já organizei expectativas a partir de referências externas e persegui destinos que não dialogavam com quem eu era.

Esse mesmo padrão aparece quando se fala de grandes personagens bíblicos. Muitos desejam ser como Davi, um homem segundo o coração de Deus, poeta, rei, figura admirável. A trajetória que o formou, porém, foi construída em conflito, escolhas mal feitas e consequências duras. Davi sustentou o peso das próprias decisões. O mesmo acontece com Elias. A imagem que permanece é a do profeta firme e corajoso, mas a experiência foi marcada por esgotamento emocional, silêncio, isolamento e um cansaço profundo. Esses homens se tornaram grandes porque foram humanos, complexos, contraditórios e imperfeitos.

O fascínio costuma recair sobre o resultado, enquanto o processo fica fora da narrativa. E é

exatamente isso que acontece na vida cotidiana. O sucesso visível chama atenção, a estabilidade impressiona, o estilo de vida parece organizado. Por trás disso, existem custos emocionais, perdas, erros e conflitos que não aparecem. Toda vida carrega um preço invisível. Quando alguém compara a própria experiência interna com a imagem externa do outro, instala-se uma insatisfação contínua, que nunca encontra repouso.

A virada começa quando se compreende algo essencial: significado é construção, percurso e autoria. Ele se desenvolve com tempo, erro e consciência. Enquanto o olhar permanece voltado para fora, a própria vida segue acontecendo, cheia de nuances e possibilidades, esperando ser compreendida a partir de dentro. A busca por significado exige honestidade. Honestidade para reconhecer falhas, para admitir decisões ruins e para reconhecer também as escolhas corretas que permitiram chegar até aqui. Ninguém atravessa a própria história sem esforço. Existe aprendizado no caminho, resistência silenciosa e crescimento real, ainda que pouco reconhecido.

Muitas pessoas tentam se moldar a vidas alheias, reproduzem discursos, imitam estilos e copiam trajetórias. Cada vida, porém, possui uma estrutura própria, com talentos,

limites, interesses e experiências únicas. Quando essa estrutura é respeitada, surge coerência interna; quando é ignorada, instala-se o conflito. Buscar significado é aprofundar o entendimento de quem se é, do que sustenta, do que faz sentido e do que mantém alguém de pé nos dias difíceis. Isso se revela no silêncio, na constância e na coerência entre valores e escolhas.

O desejo por relevância é humano, mas o impacto verdadeiro nasce de dentro. Quando amadurece, transborda com naturalidade. A jornada da vida é individual e exige responsabilidade e presença. Cada pessoa atribui sentido à própria existência. Talvez dar certo seja seguir o próprio caminho com lucidez, sustentar a própria identidade ao longo do percurso e atravessar a vida sem se perder de si. Talvez dar certo seja, no fim, chegar inteiro.

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Terras Raras

Novo Ouro do Século XXI e a Geopolítica por Trás dos Investimentos Estratégicos

Ao longo da história, grandes ciclos de riqueza sempre estiveram associados ao controle de recursos estratégicos. Foi assim com o ouro, com o petróleo e, mais recentemente, com os dados. No século XXI, porém, um novo conjunto de ativos vem ganhando protagonismo silencioso, porém decisivo: as chamadas terras raras. Esses elementos, pouco conhecidos do grande público, tornaram-se fundamentais para a economia moderna e estão no centro de disputas geopolíticas que influenciam diretamente oportunidades e riscos para investidores globais.

As terras raras formam um grupo de 17 elementos químicos essenciais para a produção de tecnologias avançadas. Elas estão presentes em motores de veículos elétricos, turbinas eólicas, smartphones, semicondutores, equipamentos médicos, sistemas de defesa, radares e armamentos de última geração. Em outras palavras, são a espinha dorsal da transição energética, da digitalização e da supremacia tecnológica. Apesar do nome, esses elementos não são exatamente escassos na crosta terrestre; o verdadeiro desafio está em sua extração, separação e processamento, processos caros,

poluentes e altamente complexos do ponto de vista industrial.

Durante décadas, a China construiu uma vantagem estratégica ao dominar praticamente toda a cadeia de valor das terras raras, desde a mineração até o refino. Esse domínio não ocorreu por acaso, mas sim por uma combinação de política industrial agressiva, subsídios estatais e tolerância regulatória em um setor ambientalmente sensível. O resultado é que, hoje, grande parte do mundo depende, direta ou indiretamente, do fornecimento chinês desses minerais críticos. Essa dependência passou a ser vista como um risco econômico e de segurança nacional, especialmente pelos Estados Unidos e seus aliados.

É nesse contexto que o interesse por investimentos em terras raras ganhou força. Do ponto de vista do investidor, trata-se de um setor com características muito particulares. Não é um mercado de crescimento linear nem previsível como o de bens de consumo, mas sim um espaço profundamente influenciado por decisões políticas, tensões internacionais e mudanças regulatórias. Ainda assim, justamente por isso, pode

oferecer assimetrias relevantes para quem compreende seus fundamentos.

Nos Estados Unidos, uma das principais referências é a MP Materials, empresa que opera a mina de Mountain Pass, na Califórnia, considerada o ativo mais importante de terras raras em solo americano. A MP simboliza o esforço dos EUA para reduzir a dependência externa e reconstruir uma cadeia doméstica de suprimentos estratégicos. Outro nome frequentemente citado é a Energy Fuels, conhecida pelo ticker UUUU, que combina operações de urânio com projetos voltados ao processamento de terras raras, criando uma exposição dupla a minerais críticos para a energia e a defesa.

Essas empresas não devem ser analisadas apenas sob a ótica tradicional de lucro e prejuízo. Elas operam em um ambiente em que contratos governamentais, subsídios, incentivos fiscais e acordos estratégicos podem ser tão relevantes quanto os preços de mercado. Isso faz com que o investimento em terras raras esteja intimamente ligado à geopolítica contemporânea.

Poucos exemplos ilustram isso tão bem quanto o interesse renovado dos Estados Unidos pela Groenlândia. A ilha, território autônomo ligado à Dinamarca, possui reservas minerais expressivas, incluindo terras raras. Nos últimos anos, o tema ganhou atenção global quando o então presidente Donald Trump mencionou publicamente o interesse estratégico dos EUA na região. Embora a ideia tenha sido tratada de forma controversa no debate político, o pano de fundo era claro: a Groenlândia representa uma peça-chave no tabuleiro de minerais críticos, rotas do Ártico e contenção da influência chinesa.

Do ponto de vista prático, no entanto, explorar terras raras na Groenlândia não é simples. As condições climáticas extremas, a infraestrutura limitada, os altos custos logísticos e a resistência local a projetos de mineração tornam o desenvolvimento lento e incerto. Ainda assim, o simples fato de a região ter entrado no radar estratégico já demonstra como a disputa por esses recursos ultrapassa a lógica puramente econômica e passa a integrar a segurança nacional e a diplomacia internacional.

Outro país que aparece recorrentemente nesse debate é a Venezuela. Tradicionalmente associada ao petróleo, a Venezuela também possui um subsolo rico em diversos minerais estratégicos, incluindo potencial para terras raras. O interesse dos Estados Unidos na região não se limita à energia fóssil, mas também à diversificação do acesso a recursos críticos. No entanto, ao contrário da Groenlândia, o risco aqui é ainda mais elevado. Instabilidade política, insegurança jurídica, sanções internacionais e falta de infraestrutura tornam qualquer investimento direto extremamente especulativo. Para o investidor, a Venezuela funciona mais como um fator

geopolítico de pressão e negociação do que como uma oportunidade concreta no curto ou no médio prazo.

Esse cenário revela um ponto central: investir em terras raras é, em grande medida, investir em tendências geopolíticas. Diferentemente de setores tradicionais, em que a demanda do consumidor final é o principal motor de crescimento, aqui o impulso vem de Estados, blocos econômicos e estratégias de longo prazo voltadas à autonomia industrial e tecnológica. Isso cria oportunidades relevantes, mas também riscos concentrados.

Há ainda um elemento adicional que torna esse tema especialmente relevante no momento. O mundo passa por uma transição estrutural, marcada por tensões comerciais, pela fragmentação das cadeias globais de suprimento e por questionamentos sobre a sustentabilidade do atual sistema monetário e financeiro. Nesse ambiente, ativos reais, estratégicos e difíceis de substituir tendem a ganhar importância. As terras raras se encaixam perfeitamente nessa lógica, atuando como um tipo de “infraestrutura invisível” da economia moderna.

Para o investidor, o desafio não é apenas identificar quais empresas ou países possuem reservas, mas também compreender quem controla o processamento, quem conta com apoio político e quem consegue atravessar ciclos longos de investimento sem retorno imediato. Projetos de terras raras exigem capital intensivo, prazos extensos e elevada tolerância a volatilidade. Por isso, dificilmente são adequados como apostas isoladas ou de curto prazo, mas podem desempenhar um papel estratégico dentro de uma carteira diversificada, especialmente como exposição temática à transição energética e à reconfiguração geopolítica global.

Em síntese, as terras raras representam muito mais do que um simples nicho do mercado de mineração. Elas estão no centro das disputas econômicas, tecnológicas e militares do século XXI. Investir nesse setor é reconhecer que o mundo caminha para uma era em que a segurança de suprimentos, a soberania industrial e o acesso a recursos críticos serão tão importantes quanto a eficiência e o custo. Para quem entende esse movimento e aceita seus riscos, as terras raras podem se revelar não apenas uma aposta em minerais, mas também uma posição estratégica no futuro da economia global.

JJ Andrade

Temporada Imposto de Renda 2025

A temporada de declarações de Imposto de Renda 2025 começou no dia 26 de Janeiro de 2026 e estamos prontos para auxiliá-lo com toda a expertise da Medeiros Souza no preenchimento e envio da sua declaração, seja pessoal ou da sua empresa.

Os prazos regulares para transmissão das declarações são:

Partnership/LLC e Scorp – 16 MAR 26

Pessoa Física e Corporation – 15 ABR 26

Para iniciar seu processo: Por favor, preencha o formulário eletrônico acessível . Após o recebimento de sua documentação e, se aplicável, o pagamento de um adiantamento (down payment), daremos início ao processamento de sua declaração.

Atenção Clientes Mensalistas (Bookkeeping): Se você já é nosso cliente mensalista, não se preocupe! Entraremos em contato apenas para a revisão do seu imposto. Não é necessário

preencher o formulário para assuntos da empresa. No entanto, se houver documentos pessoais a serem enviados (como despesas médicas, dependentes, W2/1099 não relacionados à empresa), você pode enviá-los por meio do formulário.

Não deixe o preenchimento para última hora! A documentação completa precisa ser enviada até 28 de fevereiro para Partnership/LLC ou SCorp ou 31 de março para Pessoa Física ou Corp para que sua declaração seja enviada no prazo inicial.

Se você não puder enviar a documentação a tempo, você pode solicitar a prorrogação.

Estamos á disposição para qualquer dúvida ou assistência adicional. Entre em contato conosco pelo email tax@ medeirossouza.com ou pelo WhatsApp (407) 927-9932.

Agradecemos sua confiança contínua em nossos serviços.

O impacto do estresse nos negócios

Falar sobre estresse não é novidade. Todo mundo sente, todo mundo carrega um pouco. A questão é: até que ponto esse estresse está te ajudando a crescer… e quando ele começou a te consumir por dentro sem você perceber?

Especialmente no universo do empreendedorismo e da alta performance, existe uma ideia distorcida de que viver sob pressão constante é “normal”, até mesmo necessário. E sim, é verdade: o estresse, em certo nível, é essencial. Mas também é verdade que ele pode ser o maior sabotador do seu foco, das suas decisões e da sua saúde mental e física, principalmente se você não souber identificar quando passou do ponto.

Afinal, o que é estresse?

Do ponto de vista neurocientífico, o estresse é uma resposta natural do corpo a uma situação de ameaça, real ou percebida. Ele

ativa o nosso sistema nervoso simpático e libera hormônios como adrenalina e cortisol, preparando o corpo para agir: batimentos aceleram, músculos tensionam, a mente entra em alerta máximo. Essa reação é conhecida como “resposta de luta ou fuga”, e tem um papel fundamental na nossa sobrevivência.

No curto prazo, esse estado nos deixa mais atentos, mais rápidos, mais prontos para tomar decisões. Isso é o que chamamos de estresse positivo ou eustresse,

aquele que te dá energia, acelera sua produtividade e te move para a ação.

É ele que faz você entregar um projeto no prazo, se preparar com intensidade para uma reunião importante ou entrar no modo criativo quando o negócio exige inovação.

Mas, quando esse estado de alerta vira o padrão do seu dia a dia, o corpo e o cérebro começam a pagar um preço alto.

O problema começa quando a resposta ao estresse não desliga. O cortisol, quando permanece alto por longos períodos, começa a comprometer o funcionamento do cérebro, especialmente nas regiões responsáveis pela tomada de decisão, memória, regulação emocional e empatia.

Você começa a ficar mais irritado, menos paciente, mais reativo.

No corpo, o impacto também é grande: queda na imunidade, insônia, dores musculares, problemas gástricos e fadiga constante. O seu sistema inteiro começa a operar em modo de sobrevivência. E ninguém constrói, lidera ou inova nesse estado.

Se você sente que está sempre correndo atrás, que nunca tem tempo, que tudo depende de você, e ainda assim termina o dia exausto e com a sensação de que não fez o suficiente, talvez você não esteja com problema de produtividade, mas sim vivendo em estado de estresse crônico.

Como saber quando o estresse deixou de ser útil?

Existem alguns sinais claros de que o estresse deixou de te impulsionar e começou a te travar:

• Você acorda cansado, mesmo dormindo.

• Perde a paciência com facilidade com clientes, equipe ou até com você mesmo.

• Começa várias coisas, mas não consegue terminar nada.

• Sente que está sempre ocupado, mas sem avançar de verdade.

• Seu corpo dá sinais: dores, tensão, alterações no sono e no apetite.

• Perde a clareza na hora de decidir e começa a agir no impulso.

Se você se identificou com dois ou mais desses pontos, é hora de parar e fazer uma avaliação honesta.

Empreender exige coragem, visão e muita ação. Mas

também exige autogestão e inteligência emocional.

A verdade é que quem não cuida da própria saúde não sustenta o crescimento do próprio negócio.

Não se trata de parar tudo, mas de aprender a regular seus estados internos. Um dos maiores diferenciais de quem performa em alto nível por muito tempo é a capacidade de acessar estados de foco e energia de forma consciente, sem depender só do estresse como combustível.

Isso envolve criar uma rotina que respeite seus ciclos de energia, incluir pausas estratégicas, ter clareza de prioridades e acima de tudo aprender a dizer não ao que tira seu tempo e sua saúde mental.

O que fazer na prática

• Comece observando seu corpo: ele sempre dá sinais. Aprenda a reconhecer o que é tensão produtiva e o que é exaustão disfarçada.

• Respire com consciência: parece simples, mas desacelerar a respiração é uma das formas mais rápidas de sinalizar ao cérebro que está tudo bem. Isso reduz o cortisol e ativa o sistema parassimpático (o modo “calma”).

• Organize sua mente antes de organizar sua agenda: sem clareza do que é prioridade, tudo vira urgência. E isso gera mais estresse.

• Crie uma rotina de recuperação: corpo e mente precisam de recuperação ativa. Alongar, caminhar, meditar, fazer uma refeição sem celular tudo isso reequilibra seu sistema.

• Busque ajuda se precisar: conversar com um especialista, um coach ou terapeuta pode ser o ponto de virada para retomar o controle.

Lembre-se que o estresse é uma ferramenta na qual precisamos estar sempre atentos e controlando para que não afete negativamente a vida pessoal e consequentemente a vida profissional.

Valentine’s Day

Celebrando o Amor em Todas as Formas

Olá, queridos leitores de Atlanta! Fevereiro chegou, e com ele vem o Valentine’s Day, um daqueles dias que nos fazem pensar sobre o amor. Não é só para casais apaixonados, mas para todos que querem celebrar as diferentes formas de amor, especialmente aquele que une dois corações. Vamos explorar maneiras autênticas de aproveitar esse Valentine’s Day em Atlanta, honrando todas as nuances do amor entre casais, seja qual for a forma que ele assuma.

O amor entre casais é algo mágico. É aquele brilho nos olhos, a cumplicidade nos gestos e o conforto de ter alguém especial. Não importa se é um amor recém-descoberto ou uma parceria duradoura, cada casal tem sua própria história única, e o Valentine’s Day é a oportunidade perfeita para celebrar esse vínculo especial.

Atlanta oferece uma série de opções encantadoras para casais que desejam fazer deste Valentine’s Day memorável. Um jantar romântico em um restaurante local íntimo, um passeio pelas paisagens da cidade ou até mesmo uma escapada para um retiro aconchegante nas proximidades das montanhas. O importante é criar momentos que fiquem guardados na memória e fortaleçam os laços de amor.

Em vez de recorrer ao presente comum, que tal escolher algo especial de Atlanta? Lojas locais oferecem joias artesanais, obras de arte feitas por artistas da região ou experiências gastronômicas únicas. Esses presentes não apenas mostram carinho, mas também apoiam os talentos que tornam nossa cidade única.

O Valentine’s Day é uma oportunidade para celebrar todas as formas de amor. Além do romantismo, há espaço para honrar as amizades, os laços familiares e o amor próprio. Considere organizar um jantar descontraído com amigos, enviar cartões carinhosos à família ou simplesmente dedicar um tempo para cuidar de si mesmo. O amor, afinal, é uma celebração aberta a todos.

Para aqueles que estão aproveitando o momento solo, Atlanta oferece eventos e atividades divertidas para celebrar a solteirice. Festas temáticas, eventos sociais e até mesmo voluntariado com amigos são maneiras incríveis de passar o Valentine’s Day com alegria e camaradagem.

Neste Valentine’s Day, em Atlanta, queremos que todos se sintam envolvidos nas muitas formas de amor. Seja celebrando um relacionamento romântico, fortalecendo amizades ou praticando o amor próprio, há espaço para todos nesta festa do amor. Aproveite as oportunidades que nossa cidade oferece para expressar carinho de maneiras significativas e lembre-se de que o amor, em todas as suas formas, é digno de celebração. Aqui em Atlanta, celebramos o amor de uma maneira autêntica, especial e verdadeiramente única. Feliz Valentine’s Day a todos!

No dia 07 de Fevereiro de 2026, Lucimeire Dickson, celebrou junto com a familia e amigos intimos, uma conquista muito importante, a aprovacao de sua Cidadania Americana. Quem é imigrante sabe o valor e a alegria que isso representa, Foram anos de estudos, aprendendo sobre o idioma e a cultura dos Estados Unidos, e o apoio de seu esposo Lee Dickon e de toda a familia foi muito importante em todo esse processo.

A celebracao aconteceu em uma linda casa na cidade de Gainsville, GA e contou com a participacao do cantor LeoFort, que junto com Bebeto Vieira trouxeram muita alegria, animacao e é claro, um show de talento para a festa.

A Viver Magazine marcou presença e é claro, trouxe um pouquinho dos registros desse momento tao especial para Lucimeire. Confira!

O Imposto da Ignorância

Como Vencer a Tax Season 2026

Fevereiro chega e, com ele, a temporada que mistura expectativa e tensão na comunidade brasileira nos Estados Unidos: a Tax Season. Para muitos, é o momento de “acertar as contas” com o governo. Para outros, é a época de esperar aquele dinheiro que parece cair do céu — o famoso tax refund.

Mas a verdade é que, para quem deseja consolidar riqueza na América, esse período não deveria ser encarado como loteria. Deveria ser visto como estratégia.

Existe um erro cultural silencioso que custa caro: tratar o reembolso como presente do governo. Quando alguém recebe cinco, oito ou até dez mil dólares de refund, a reação costuma ser de comemoração.

Porém, financeiramente falando, esse valor alto raramente é motivo de orgulho. Na prática, significa que durante todo o ano você pagou mais imposto do que precisava — e permitiu que o governo utilizasse seu dinheiro sem lhe pagar nenhum centavo de juros por isso.

É simples: um reembolso elevado representa um empréstimo sem juros ao Tio Sam.

Em 2026, com uma economia que exige cada vez mais organização, crédito estruturado e liquidez, a pergunta mais inteligente não é “quanto vou receber?”,

mas sim: o que farei com esse capital?

Porque é exatamente isso que o refund é: capital.

Dinheiro parado é oportunidade perdida

Nos Estados Unidos, o dinheiro tem função. Ele precisa trabalhar. Deixar valores altos parados em conta corrente é praticamente uma decisão de perder poder de compra.

Uma das estratégias mais imediatas é direcionar o reembolso para uma High Yield Savings Account (HYSA), contas de alto rendimento que hoje podem pagar entre 4.5% e 5% ao ano.

Pode parecer pouco à primeira vista, mas a diferença entre render algo e render nada, ao longo do tempo, é significativa.

Além de gerar juros automáticos, esse tipo de conta ajuda a estruturar uma reserva de emergência sólida — algo indispensável para quem vive em um país onde crédito é ferramenta de crescimento, mas também pode se tornar armadilha.

O imigrante que prospera entende que liquidez é proteção. E proteção é estabilidade. E estabilidade é a base do crescimento.

O erro invisível no contracheque

Outro ponto pouco discutido dentro da comunidade brasileira é o formulário W-4 — aquele documento preenchido no momento da contratação e que determina quanto imposto será retido mensalmente do salário.

Quando o reembolso é alto demais, muitas vezes o problema está ali.

Ajustar corretamente a retenção significa manter mais dinheiro no próprio contracheque ao longo do ano, em vez de entregá-lo antecipadamente ao governo. Isso melhora o fluxo de caixa mensal, aumenta a capacidade de investimento recorrente e coloca o controle financeiro nas mãos de quem realmente deve administrá-lo: você.

Ter um refund pequeno — ou até ficar próximo do zero — pode ser sinal de eficiência. Significa que o dinheiro permaneceu com você, gerando oportunidade, e não parado aguardando abril chegar.

Nos Estados Unidos, fluxo de caixa é poder. Quem controla o fluxo, controla o crescimento.

ITIN, SSN e o poder do “Paper Trail”

Existe ainda um medo que paralisa muitos brasileiros: a questão da documentação fiscal.

A ausência de um Social Security Number não deve ser

encarada como bloqueio definitivo. O ITIN, quando utilizado corretamente, é uma ferramenta legítima de construção de histórico financeiro.

Declarar impostos cria registro. E registro cria credibilidade.

Nos Estados Unidos, oportunidades são baseadas em histórico documentado — o famoso paper trail. É esse rastro financeiro que permite:

• Aprovação de financiamento imobiliário

• Construção de crédito

• Estruturação de negócios

• Acesso a linhas de crédito maiores

• Credibilidade bancária

Negligenciar impostos é fechar portas silenciosamente. Quem não declara, não constrói histórico. Quem não constrói histórico, não acessa crédito. E quem não acessa crédito dificilmente constrói patrimônio em escala.

O sistema americano recompensa quem organiza documentos.

O verdadeiro imposto

No fim das contas, o maior imposto que muitos pagam não é o federal ou o estadual. É o imposto da ignorância financeira.

Ele aparece nos juros acumulados, nas oportunidades perdidas, nos financiamentos negados, nos negócios que nunca saem do papel.

Ele se manifesta na falta de planejamento e na mentalidade de curto prazo.

A Tax Season é mais do que um prazo anual. É um termômetro de maturidade financeira.

Em 2026, a decisão é simples: continuar tratando o refund como sorte ou começar a tratá-lo como estratégia.

Nos Estados Unidos, prospera quem entende o sistema — e joga com inteligência dentro dele.

Porque aqui, poder não é apenas quanto você ganha.

É o que você documenta.

É o que você organiza.

É o que você transforma em patrimônio.

E patrimônio, no final, é liberdade.

Nutrição:

O Combustível para a Vitória no Inverno

A alimentação nos EUA é um campo minado de ultraprocessados. Para o imigrante que trabalha 10, 12 horas por dia, a comida rápida é uma armadilha que drena a inteligência e a disposição. No inverno, o corpo pede densidade nutritiva.

Substitua carboidratos simples por gorduras boas e proteínas limpas. O uso de caldos de ossos (bone broth) para minerais e o consumo de vegetais de raiz são essenciais para manter a imunidade. Se o seu cérebro está inflamado por uma dieta pobre, suas decisões financeiras e profissionais serão medíocres. Coma como o atleta de alta performance que sua jornada americana exige que você seja.

Imigração: Além da Esperança, Proteção Jurídica e Estratégia em 2026

Depender de promessas políticas de reforma migratória é uma estratégia passiva e perigosa. Em fevereiro de 2026, a narrativa para o brasileiro indocumentado deve mudar da “esperança” para a “execução”. O poder nos Estados Unidos está na organização e no conhecimento dos seus direitos fundamentais.

Blindagem Familiar e Patrimonial A resiliência de uma família imigrante é medida pela sua preparação para imprevistos. É imperativo estabelecer um Family Preparedness Plan. Isso não é pessimismo, é gestão de risco:

1. Power of Attorney (Procuração): Nomeie alguém de confiança para gerir suas contas e bens caso você fique impedido de fazê-lo.

2. Guarda de Menores: Documentos notarizados que determinam quem cuidará dos seus filhos em emergências são a única garantia de que eles não fiquem sob custódia do Estado.

Estar documentado juridicamente, mesmo sem o status migratório final, demonstra que você não é uma vítima do sistema, mas um jogador que conhece as regras e protege seu território.

Saúde e Performance: O Biohacking contra o Inverno Americano

O inverno americano em fevereiro não é apenas frio; ele é um desafio biológico. Para o brasileiro, acostumado com a abundância de luz solar, a queda nos níveis de Vitamina D nesta época do ano é drástica, levando à fadiga, depressão sazonal e perda de produtividade. Se você quer ser o melhor na sua área, sua saúde é sua principal ferramenta de trabalho.

Esqueça a ideia de que saúde é apenas “não estar doente”. Estamos falando de alta performance.

• Suplementação Estratégica: Vitamina D3 com K2 e Magnésio não são luxos, são necessidades básicas para quem vive acima da linha do Equador.

• Higiene do Sono: Com os dias mais curtos, o ciclo circadiano fica confuso. O uso de luzes de terapia (SAD Lamps) pela manhã pode mudar seu humor e seu nível de energia em 15 minutos.

• Gestão do Cortisol: O estresse do imigrante é crônico. Práticas de resiliência, como exposição controlada ao frio ou respiração tática, ajudam a baixar os níveis de inflamação e manter o foco nas metas de longo prazo.

A Estética do Poder O Fim da Ostentação

A forma como você se apresenta diz ao mundo como ele deve te tratar antes mesmo de você abrir a boca. Na comunidade brasileira, há uma tendência à ostentação de marcas de luxo com logos visíveis. No entanto, nos círculos de verdadeira influência nos Estados Unidos, o conceito que domina é o Quiet Luxury (Luxo Silencioso).

Para o inverno de fevereiro, o segredo é o layering (sobreposição) inteligente.

• Materiais sobre Marcas: Invista em uma boa peça de lã, cashmere ou couro de qualidade em tons neutros (bege, marinho, cinza). Isso transmite sofisticação e seriedade.

• O Caimento é Tudo: Uma roupa barata que serve perfeitamente (ajustada por um alfaiate) parece muito mais cara do que um terno de grife largo.

• Contexto Cultural: Entender a diferença entre o estilo brasileiro (mais vibrante e justo) e o padrão corporativo americano (mais sóbrio e estruturado) é fundamental para quem quer transitar entre investidores e parceiros de negócios locais. Vestir-se bem é uma forma de respeito próprio e uma ferramenta de negociação.

IA

para Empreendedores de

“Botas e Luvas”

Existe um mito de que a Inteligência Artificial é apenas para quem trabalha em escritórios de luxo em Manhattan. A verdade de 2026 é outra: a IA é a nova melhor amiga do brasileiro que tem uma companhia de cleaning, landscaping ou construção.

Se você ainda gasta horas respondendo mensagens básicas de clientes ou tentando redigir contratos em inglês perfeito, você está perdendo dinheiro.

Atendimento Automatizado: Ferramentas de IA agora gerenciam o agendamento de serviços via WhatsApp de forma humana, permitindo que você esteja no canteiro de obras enquanto sua “secretária virtual” fecha novos contratos.

Estimativas Precisas: Softwares de visão computacional ajudam a medir áreas e calcular materiais apenas com fotos de celular, reduzindo o erro humano e aumentando o lucro.

Tradução de Contratos: Use a IA para revisar termos jurídicos e garantir que você não está assinando algo que te prejudique. O poder hoje pertence a quem usa a tecnologia para escalar o trabalho braçal.

A

“Mina de Ouro” que Você Está Deixando Passar

Muitos brasileiros estão presos ao “lugar comum” da limpeza e construção por medo ou falta de informação. Em 2026, setores como Energias Renováveis (solar e wind) e Saúde Técnica (técnicos em radiologia e assistentes médicos) estão desesperados por mão de obra e pagam salários que podem dobrar a renda de uma família imigrante.

O que impede esse salto não é a capacidade, mas a barreira do “vocabulário técnico”. Investir três meses em uma certificação curta pode tirar você da competição por preço e colocá-lo na prateleira dos profissionais especializados. O poder está na raridade; quanto mais difícil de substituir você for, mais você ganha.

Investimentos e o Dólar: A Visão Global de 2026

O mundo observa o dólar com cautela em 2026, mas ele continua sendo a principal moeda de reserva global, sustentado pela força da economia americana, pela profundidade do seu mercado financeiro e pela confiança institucional construída ao longo de décadas. A queda recente frente a outras moedas não deve ser motivo de pânico, mas sim de análise estratégica e visão de oportunidade. Oscilações cambiais fazem parte do ciclo econômico e, historicamente, momentos de retração costumam abrir portas interessantes para quem pensa no longo prazo.

Onde os Tubarões Estão

Não deixe seu capital parado, perdendo poder de compra enquanto você espera o “momento perfeito”. Investir em ETFs de tecnologia, especialmente aqueles focados em inteligência artificial, é uma forma prática de se posicionar em setores que lideram a inovação global. A IA não é mais uma tendência distante; ela já está integrada à indústria, à saúde, ao varejo e aos serviços financeiros, moldando o crescimento das próximas décadas.

Além disso, os REITs (fundos imobiliários americanos) permitem acesso ao mercado imobiliário dos Estados Unidos com liquidez e diversificação, possibilitando ganhos por meio de dividendos em dólar sem a necessidade de gerenciar propriedades fisicamente. É uma maneira inteligente de gerar renda passiva atrelada a ativos reais, protegendo o capital e ampliando a exposição internacional.

Enquanto o restante do mundo debate geopolítica e reage às manchetes do dia, investidores estratégicos analisam fundamentos, avaliam múltiplos e aproveitam momentos de ajuste para comprar ativos americanos a preços mais atrativos. Em vez de seguir o ruído das oscilações diárias, eles seguem dados, ciclos e tendências estruturais.

O verdadeiro poder financeiro está na disciplina, na capacidade de manter a calma diante da volatilidade e na clareza de visão para enxergar além do curto prazo. Grandes patrimônios não são construídos na euforia, mas sim na consistência das decisões tomadas quando a maioria está distraída ou com medo.

agenda

MULHERES NA TECNOLOGIA EM ATLANTA

Date and time

Centro de Atlanta

26 de março, das 18h às 20h30 (horário do leste dos EUA)

FEIRA DE CARREIRAS EM ESPORTES E ENTRETENIMENTO DE ATLANTA

Date and time

Arena State Farm

10 de março, das 12h30 às 15h30 (horário do leste dos EUA)

STARTUP CHOWDOWN - SYLVAN

Date and time

235 Mitchell Street Southwest #Suite 235a Atlanta, GA 30303 Estados Unidos

CURSO BÁSICO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DE 2026 DO CEDR NO GEORGIA TECH

Date and time

Centro de Aprendizagem Global

De 23 de março às 8h30 até 25 de março às 17h (horário do leste dos EUA).

ELA INCENDEIA ATLANTA | FÉ E EXPERIÊNCIA EMPRESARIAL

Date and time

75 John Wesley Dobbs Ave NE 14 de março, das 9h às 16h (horário do leste dos EUA)

FEIRA DE EMPREGOS DO DISTRITO ESCOLAR DO CONDADO DE COBB 2026

Date and time

Parque Truist (Entrada da Terceira Base) 14 de março, das 9h às 12h (horário do leste dos EUA)

CARA DE UM, FOCINHO DE OUTRO

Lançamento em 5 de março de 2026

TÓXICO

Lançamento em 19 de março de 2026

UMA SEGUNDA CHANCE

Lançamento em 13 de março de 2026

VINGADORA

Lançamento em 4 de março de 2026

Lançamento em 26 de março de 2026

AVENIDA DOS GIGANTES

Lançamento em 11 de março de 2026

OTHELLO

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