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ÍNDICE PG 3..............................................Porque alguém se “vicía”? PG 4..............................................Qual a causa do vicío? PG5...............................................Recuperação e Prevenção de Recaída PG 6..............................................A interação do Cérebro com o Vício PG7...............................................Visita ás Famílias PG8...............................................Quais os maiores vícios Humanos? PG9...............................................Sexo oral causa mais câncer de garganta que cigarro e álcool PG10.............................................Como nasce o vicìo por comida PG11.............................................Alguns Depoimentos de Usuarios PG12.............................................Sintomas da Depressão no Ínicio? PG13.............................................Relação Entre o Suicidio e a de Pressão PG14.............................................Relação entre Depressão e Ansiedade PG 15............................................Sintomas da sindrome Depressiva PG 16............................................Os sintomas são PG 17............................................Fatores que pode aumentar as chances de Desenvolver a depressão PG 18...........................................Depressão e baixa autoestima

PESQUISA PGS 3 e 4 www.4.puc sp.br PGS 5,6 e 7 www previva.com. br/ tratamento- de-vicos / PG 8 https : //portal catu.com. br/gente PG 9 noticias.r7.com PG 10 Saude.abril.com. br PGS 11 a 18 Portal ms .saude. gov. br/saude dia - z


Por que alguém se “ vicia “?

Os vícios são um gran-

de cuida de pessoas. A muito mais do que uma impressão que ela pasfatores e para cada indinada por um ou outro fator

de mistério para quem pretencompulsão e algo que envolve simples explicação. Tenho a sa por um emaranhado de viduo ela pode ser determiprincipal.

Válvula de escape, preenchividualista e prazer completude,

mento de vazios, cultura indidesaparecimento da

descontinuidade entre o sujeito e o “grande e outro”. Em que sofrimento proporciona uma solidão absoluta e cada individuo que sofre fica so com seu sofrimento e sente vergonha de assumir que sofre e é nesse sentido que as drogas se transforma em uma porta de entrada se convertendo em mecanismo de escape, em algo apaziguador, sendo um objeto poderoso. Nesta cultura consumista imperativo de prazer, são dirigidos para todos da sociedade, mas apenas alguns têm direito a tê-los. A droga aparece como objeto que substitui esse imperativo e todos os dias aparecem diante do sujeito anunciados como eles deveria ter. É impossível enfrenta a realidade a todo o momento sem o mecanismo de escape, pois individuo sempre busca imaginariamente melhorar a realidade a seu favor tornando-a suportável. Porém, as maiorias das pessoas consegue manter um equilibro entre a realidade como ela é e o mecanismo de escape, para alguns sujeitos é tão intolerável que eles não conseguem mais viver sem que haja um aditivo.


Qual a causa do vício?

F

atores de risco, como situação econômica, conflitos familiares, estresse etc. Mas de todas as coisas que eu falar aqui, a que tenho mais certeza é de que um vício não se forma de um único fator, que ele é resultado de uma combinação de elementos.

O

comportamento aditivo ocorre dentro de um contexto social (casa, bairro, comunidade, escola, trabalho) que influencia diretamente no desenvolvimento de problemas com o abuso de substâncias. Pessoas que experimentam preconceito, discriminação ou marginalização devida à cultura, à raça, à identidade sexual ou a outros fatores, como estresse e pressão no trabalho, tendem a encontrar uma saída para lidar com sentimentos de trauma ou isolamento social e acabam caindo na adição.

H

á ainda estudos que relacionam transtornos mentais (como depressão e ansiedade) em algum momento da vida com o abuso de substâncias. Mais da metade dos viciados tem problemas mentais associados . Mas nem tudo está perdido. Há os fatores protetores. Ter um papel na sociedade, laços familiares fortes, metas e sonhos faz com que as chances de se viciar diminuam. Era de se esperar.


A Interação do Cérebro com o Vício

O cérebro tende a manter aquilo que faz bem, que dá prazer. Pessoas usam álcool e drogas, para se sentir bem. É uma

troca rápida de recompensas e isso as faz repetir a dose. Todas as substâncias e comportamentos com poder aditivo estimulam a liberação de dopamina, um neurotransmissor ligado ao prazer, especialmente na via mesolímbica. Coisas diárias como comer, beber ou fazer sexo liberam a tal dopamina. Todas elas têm chances de virar vício, mas há aquelas substâncias que causam um tsunami de dopamina no pobre do cérebro, causando desequilíbrio. Ele, então, desenvolve tolerância a tanta dopamina, o que pede doses maiores e diminui o estoque do neurotransmissor, causa da sensação de abstinência quando não se tem o estímulo que causou o desequilíbrio.

A Saída

Todos aqueles que se percebem como viciados são candidatos à cura. Daí a primeira pergunta sempre é “Como eu posso mudar de vida?”. Mudança é a chave. Para alguns, a resposta vem sozinha e de maneira natural; mas para outros, ajuda externa é necessária, porque não existe uma abordagem universal para o tratamento do vício. Infelizmente. Cada um precisa de ferramentas específicas para lidar e vencer a luta contra o vício. A maneira menos difícil de encontrá-las é identificando o tipo de problema e o que o causou. Depois é só caminhar no sentido inverso. Isso pode requerer ajuda profissional, em alguns casos. . É possível se curar sozinho Comece explorando as causas que te fizeram começar o que hoje é um vício, planeje metas para redução da frequência do uso ou hábito. não mude radicalmente (porque muito possivelmente haverá uma recaída), mas comece com pequenas mudanças e vá avançando até ter o controle. Portanto, não siga padrões pré-estabelecidos. Encontre seu próprio caminho, depois siga estas estratégias práticas para a mudança e a manutenção dela: 1. Se você não tem certeza de que vai mudar, não desespere. Anote as vezes que você não conseguir e voltar ao vício e escreva onde você estava, como você estava se sentindo no momento e com quem você estava. Isso vai dar uma clareada sobre a importância do vício em sua vida. Você vai ver que ele não é tão importante assim; 2. Pergunte a amigos ou familiares sobre como eles se sentem em relação ao seu vício; . Escreva os prós e contras da mudança em sua vida; 4. Seja sincero consigo mesmo e avalie de modo racional o que você vai precisar para mudar; 5. Pense no que é mais importante para você. Mais cedo ou mais tarde vai ser preciso escolher entre a mudança ou o vício; 6. Organize metas; 7. Procure suporte de outros; 8. Continue a se lembrar do porquê de ter começado a mudança; 9. Dê a você mesmo recompensas por ter mudado (claro que com coisas que não tenham a ver com seu vício).


Recuperação e Prevenção de Recaída Apoio e tratamento de vícios: como lidar

P

ara o tratamento de vícios não existe um protocolo padrão. Independentemente de ser um viciado em drogas, álcool ou cigarro, é de consenso que embora existam alternativas e métodos diferenciados, todo o protocolo deve ser estabelecido individualmente. Além disso, é algo multidisciplinar, ou seja, é necessário ter uma equipe que cuide da dependência química, da mente, que oriente e apoie a família e que dê todo o suporte necessário. É por isso que essas ações são um desafio para a equipe de saúde e, como sempre, a prevenção é a melhor saída. Cabe aos profissionais da área atuar e auxiliarem nesse problema. Ações da medicina preventiva que podem ser úteis para o tratamento de vícios

Campanhas em escolas

M

uitos jovens são apresentados às drogas na adolescência. É nessa fase que o conhecimento do novo se torna mais atrativo e, por mais que os familiares tentem controlar e evitar que eles não tenham acesso às substâncias, esta é uma tarefa quase impossível. É por isso que a presença de profissionais da saúde, apresentando os riscos e falando abertamente com os jovens sobre as mais diferentes drogas, é uma medida preventiva interessante. Nesse meio é fundamental incluir o álcool, produto de acesso ainda mais fácil, cuja dependência torna-se um transtorno a toda a família.

Depoimento de pessoas recuperadas

Muitos são os que já conseguiram parar de fumar e se recuperar do alcoolismo ou do uso de drogas. Pessoas com

histórias de superação são boas indicações para alertar e mostrar as reais consequências de quaisquer vícios. O testemunho pode ser dado ao vivo, em uma palestra, ou gravado em vídeo, disponibilizado na internet para que todos tenham acesso e até para que as escolas possam usar e passar para os estudantes. No caso da gravação, é interessante estabelecer que a identidade da pessoas” possa ser preservada.

U

Criar site específico

m município que tem um programa de controle e combate e tratamento de vícios pode ter um site informativo voltado para a população local. Com linguagem simples e atrativa, ele pode contar com alertas e curiosidades sobre tratamento, além de informativos escritos por psicólogos, médicos, dentre outros profissionais do meio, visando sempre dar informações e sobre a importância tanto de evitar o vício, ou seja, de não começar a fumar ou a beber, quanto de tratar os que já estão dependentes.


Q

Visita às famílias

uando há um individuo viciado, não é só ele que sofre: toda a família é afetada. Por isso, o trabalho de profissionais da saúde deve ser feito com todos os envolvidos. Organizar visitas ao local de tratamento para orientar e ensinar as pessoas a lidarem com a doença é uma forma de iniciar mostrar a realizada e iniciar os trabalhos da melhor maneira possível. Ninguém se torna viciado porque quer. Mas isso não significa uma via de mão única. Em geral, recuperação é a soma dos pequenos passos nos quais se baseia o controle do comportamento próprio. Para se recuperar, as pessoas precisam aprender a lidar com elas mesmas, a acreditar nelas mesmas. É preciso estar preparado para o tranco da falta e abstinência, estar determinado. Isso leva tempo. Acostume-se com a ideia que não vai da noite para o dia. A meta do tratamento é não ter recaídas. O mais difícil. É parte do processo de recuperação a vontade de voltar ao vício. Mesmo depois de anos do vício vencido, há uma coisa chamada fissura, uma sensação desesperadora de voltar ao vício. A boa notícia é que ela dura por volta de um minuto (eu sei que para quem está sentindo é quase uma eternidade) e desaparece em seguida. Ter a fissura significa que se está no final do processo de detox, não desista. Para lidar com vícios é preciso coragem, sobretudo para ser soberano sobre si próprio. A jornada pode parecer longa, mas ninguém disse que seria impossível.

Quais os maiores vícios humanos?

O homem está sempre tentado aos vícios, comportamentos que podem ser entendidos como desvios de caráter e

compulsão. Os principais vícios humanos da atualidade são o Jogo, o Álcool, o Cigarro, as Drogas Ilícitas e o Sexo. Entenda um pouco mais sobre cada um dos maiores vícios do homem:

O

Jogo – O vício do jogo é devastador e acaba com a vida de muitas famílias. Há quem perda tudo o que possui por conta deste vício, como casa própria, carro e dinheiro. Para tentar proteger as pessoas contra este vício, no Brasil o jogo é proibido, o que inclui bingos, máquinas de jogos de azar e o jogo do bicho. A jogatina provoca sérios problemas pessoais, domésticos e sociais para os viciados. A pessoa se torna refém de si própria e passa a agir como um inimigo pessoal. O jogo também afeta a ordem material e econômica das pessoas, alicia menores, deturpa a ação moral e o poder de raciocínio dos cidadãos.

Á

lcool – O alcoolismo é um vício que também destrói famílias e vidas. Apesar de ser uma droga lícita e socialmente aceitável, o álcool provoca desvios de comportamento, tira o senso crítico e o controle sobre as próprias ações. Este é um dos piores vícios da modernidade, e muitas vezes ele começa a se manifestar já na adolescência. O álcool é um vício altamente mortal e lento, responsável por crimes e acidentes de trânsito que vitimam milhares de pessoas todos os anos.


F

umo – O cigarro é uma das principais causas de mortes no mundo. Este vício é extremamente prejudicial para a saúde e afeta de forma direta a vida social e profissional dos indivíduos. Principal causa de câncer na atualidade, o cigarro é uma droga lícita que deve ser combatida para o bem da sociedade. Atualmente, o vício do cigarro já é combatido pelo Estado, que vem criando leis para coibir o fumo em locais públicos e tem regulado todo tipo de propaganda da indústria do tabaco.

Sexo – O vício do sexo tem se tornado frequente nesta sociedade, onde os valores já não são rigorosos e a promiscuidade toma conta da juventude cada vez mais cedo. Em muitos casos, o sexo vem acompanhado do uso de drogas e álcool. A pessoa passa o tempo todo pensando em sexo e buscando situações de cunho erótico. Por causa disso, muitas vezes, se expõe a situações de risco, como fazer sexo sem proteção, correndo risco de contrair DSTs (doenças sexualmente transmissíveis), encarar uma gravidez indesejada. O hipersexual passa a ser fisicamente vulnerável, já que além de tudo isso, deixa de comer, não dorme o suficiente, se sente cansado e deixa as tarefas importantes de lado, como faltar no próprio trabalho.

Sexo oral causa mais câncer de garganta que cigarro e álcool O vício proporciona uma “grande infelicidade e ansiedade, já que ele nunca se satisfaz”. — A pessoa busca o sexo como forma de alívio e não prazer. Então, não importa o quanto ele transe ou o quanto se masturbe, ele sempre vai continuar ansioso e infeliz por não acalmar essa angústia que sente. É como se ele tivesse um calo em seu pé que o incomoda o dia inteiro. Muitos não conseguem parar em empregos, pois são pegos de olho em sites pornográficos. No âmbito familiar, também há preconceito e, muitas vezes, há falta de entendimento, já que os parceiros não entendem essa necessidade extrema em fazer sexo. A compulsão por sexo pode estar ligada a algum trauma, como agressão física, quadro de ansiedade exagerada, perda afetiva, problemas tóxicos cerebrais.


Tratamento

Geralmente, a medicação só entra quando a pessoa tem, além desta disfuncional idade, algum outro problema psi-

quiátrico, como a depressão ou transtorno de ansiedade [algo comum entre os dependentes de sexo]. Em casos mais graves, como pedófilos ou agressores sexuais, também utilizamos a medicação para tentar bloquear quimicamente alguns comportamentos.

A

Como nasce o vício por comida

repetição exagerada de atitudes prazerosas, como tomar um sorvete ou beber vinho, altera o cérebro, promovendo a compulsão. Os indivíduos, quando se viciam em comida, não cheiram, não sentem o gosto, não aproveitam e não param. Eles estão condicionados. Veem uma geladeira e pensam em comer, veem um pacote de bolacha e querem acabar com ele. E quando comem, não aproveitam. No vício, a região mais ativada não é uma relacionada ao controle, mas sim outra vinculada a reações automáticas. Ele entra no piloto automático. Você nem percebe que está mordendo as unhas, batendo o pé… Ou comendo. São hábitos.

Vicios a internet

O uso em excesso de aparelhos eletrônicos e internet é co-

nhecido por impactar a vida social das pessoas, mas um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade da Coreia, em Seul, na Coreia do Sul, mostra que adolescentes viciados nessas tecnologias têm maior propensão para sofrerem com depressão, ansiedade, insônia e impulsividade. E exames de ressonância magnética revelaram que a dependência provoca alterações no balanço químico no cérebro.como o uso da internet e do smartphone afetam suas rotinas diárias, vida social, produtividade, padrões de sono e sentimentos. Os adolescentes adictos tiveram notas maiores para depressão, insônia, ansiedade e impulsividade.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) adicionou o

vício em videogames na lista de distúrbios de saúde mental.

De acordo com a entidade, o comportamento é caracteri-

zado por três fatores: jogar com altíssima frequência, priorizar a atividade a outras essenciais/necessárias e continuar conectado ao jogo independentemente de acontecimentos/ consequências negativas.


ALGUNS DEPOIMENTOS DE USUARIOS

Joaquina, 41 anos, arquiteta e urbanista, São Paulo (SP) (15 anos e 5 meses longe das drogas)

A

“ ntes do uso das drogas, aos 19 anos, vivi coisas na minha vida, como um abuso sexual, que fizeram viver como um personagem, por causa da vergonha, culpa e medo. Me aperfeiçoei em viver mentiras. Por muito tempo me destaquei como uma aluna nota 10, que me garantia a admiração e aceitação social, mas o egocentrismo crescente me dizia que deveria controlar tudo a minha volta. Isso foi o meu maior algoz enquanto o uso das drogas tomava espaço das coisas importantes em minha vida. Me casei e fui mãe aos 21 anos, no terceiro ano de faculdade. Engravidei novamente e meu segundo filho nunca nasceu por causa do uso descontrolado de várias substâncias. Me formei, me separei e frequentemente abandonava minha filha aos cuidados dos meus pais quando a compulsão tomava conta de todos os meus pensamentos, vontades e atitudes. A recuperação veio ao perceber a mudança na vida da minha mãe, que buscou ajuda nos grupos familiares. Me senti arrastada por seu exemplo e desejei com todo resto de força e vida existentes em mim mudar, por isso pedi ajuda a ela. Assim, conheci um grupo da Narcóticos Anônimos, O enfrentamento da doença com a verdade foi o que me ajudou. Só com muita verdade somos capazes de reconhecer a derrota. Quando admito que perdi para as drogas, dou início ao processo de contrapor o prazer que destrói. É preciso muita coragem para mudar, daí precisamos tanto uns dos outros.”

DEPOIMENTO DE ALCOLATRAS

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Depoimento I - Egino Fernandes

inha vida dentro do alcoolismo era um inferno, a vida não era fácil principalmente para esposa e filhos que sofreram muito. Sofri durante sete anos, e nesse período perdi 2 casas e um terreno, e me deparei dentro de uma favela muito humilde. Para mim aquilo era uma tragédia porque minha esposa e meus filhos sempre moraram em uma boa propriedade e de repente se viram naquela situação. Eu não sabia porque bebia, um dia minha esposa me deu um daqueles folhetos da associação que dizia: “Em cada copo de álcool há lágrimas de mães, esposa e filhos”. Depois que fiz meu voto, ninguém mais chorou em casa, a não ser de alegria, é claro! Quando estava com seis meses sem beber, meu filho mais velho me trouxe um presente, e eu disse que não era o meu aniversário, ele falou que era porque eu tinha parado de beber. Tudo aquilo que o álcool me levou a associação me devolveu em dobro. O álcool separa qualquer família... Se você está se enganando e sendo enganado pelo alcoolismo procure a associação, porque aqui vai se livrar desse mal, que se chama alcoolismo.

DEPOIMENTO DE VICIO EM CIGARRO

Jaqueline Xavier P

“ arei de fumar em 05/03/17 (quarta tentativa). O motivo foi a saúde. Sou muito ansiosa e faço tratamento. O cigarro potencializa e muito a ansiedade. Fumava desde os 14 anos e hoje tenho 37, e fumava, em média, 15 cigarros por dia. Sentia cansaço, ansiedade, mas o pior sintoma era a taquicardia muito forte. Desde que parei, não sinto estes sintomas, como o cansaço e a taquicardia. Para a ansiedade, faço tratamento psiquiátrico e, por ter parado de fumar, minha medicação para a ansiedade foi aumentada para também controlar a vontade de fumar. Vale muito a pena continuar tentando parar de fumar; a saúde não tem preço. Quando decidi parar de fumar, escrevi no maço: ‘quem é mais forte’? Agora, há três meses estou sem fumar. Passei por muitos apuros nos primeiros 20 dias. Pensei que fosse matar alguém! A mente pede, o corpo pede, mas precisamos ser resistentes em nome do bem maior, e que dinheiro nenhum compra, que é a saúde”.


DEPRESSÃO

A

depressão é um distúrbio que gera uma tristeza profunda, perda de interesse generalizado, falta de ânimo, de apetite, ausência de prazer e oscilações de humor que podem acabar em pensamentos suicidas. Por isso, a depressão precisa de um acompanhamento médico, tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento adequado. A depressão atinge mais 300 milhões de pessoas de todas as idades no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde ( OMS ). No Brasil, a estimativa é que 5,8% da população sejam afetadas pela doença.

TRISTEZA OU DEPRESSÃO

Há uma grande diferencia entre tristeza e depressão.

A tristeza pode ocorrer desencadeada por algum fato do cotidiano, onde a pessoa realmente sofre com aquilo até assimilar o que está acontecendo e geralmente não dura mais que quinze a vinte dias. Já a depressão se instala e não for tratada pode piorar e passar por três estágios leve moderada e grave.


SINTOMAS DA DEPRESSÃO NO INICIO? Geralmente a pessoa pode apresentar dois ou mais dos seguintes sintomas:]

- Apatia - Falta de motivação -Medos que antes não existiam -Diculdade de concetração -Perda ou aumento de apetite -Alto grau pessimismo -Raciocínio mais lento -Ansiedade

-Indecisão -insegurança -Insônia -Falta de vontade em fazer atividade antes prazerosa -Sensação de vazio -Irritabilidade -Esquecimento -Angùstia

Alguns sintomas físicos que os médicos não consegue encontrar cusas aparentes, como: - Dores de barriga -Constipação - Má digestão -Flatulência - Azia -Tensão na nuca e nos ombros -Dores de cabeça -Dores de corpo -Pressão no peito

A

lguns especialistas para ter um diagnóstico o tratamento corretos. Não tenha medo ou vergonha de expressar o que realmente está sentindo e vivenciando, pois esses profissionais irão se basear nestes dados para poderem prescrever um tratamento e a partir daí, o paciente volta a ter qualidade de vida, com alegria e bem estar.


O

RELAÇÃO ENTRE O SUICÍDIO E A DE PRESSÃO

suicídio e depressão são muito relacionados. Contudo, nem todas as pessoas que apresentam um transtorno depressivo têm o risco de cometer suicídio. A tendência a tira a própria vida está relacionada a alguns fatores, sendo os mais importantes os seguintes: - A gravidade do quadro depressivo: graves, a porcentagem de tentativa de suicídio é muito mais elevada. - O uso de álcool e drogas: que podem causa estados depressivos pós uso e são extremamente graves, pois potencializam estados depressivos já existentes. - Situação existências pessoas com uma somatória de fatores: idade, presença de uma doença crônica ou terminal, desesperança. - Presença de traumas psicológicos como os abusos sexuais infantis. Qualquer pessoa que tenha um agravamento muito severo de um quadro depressivo, a ponto de não querer mais viver ( mesmo que não mencione se matar ), é um candidato em potencial ao suicídio. A depressão é uma doença multicausal a bastante complexa. Vários são os fatores que podem agrava-la a ponto de levar uma pessoa a tirar a própria vida: - A dificuldade ou recusa em buscar ajuda ou tratamento: a doença vai tendo uma evolução progressiva levando o indivíduo à total falta de energia. - Doenças orgânicas: Parkinson, algumas doenças reumáticas, alguns tipos de tumores, entre outras doenças, podem produzir como consequências físicas e psíquicas um estado depressivo muito intenso. - Situações de perda muito intensas, que produzam uma verdadeira ruptura de valores do indivíduo. É como se ele perdesse ( ou fosse perde ) tudo que significa ou da sentido a sua vida. Não tendo outros valores para continua vivendo, tira sua vida.

TIPOS DE DEPRESSÃO

Episódio depressivo

Um episódio depressivo costuma ser classificado como um período de tempo em que a pessoa apresenta uma alteração em seu comportamento. sintomas da síndrome depressiva: • Humor deprimido • Falta de energia • Falta de iniciativa e vontade • Falta de prazer • Alteração do sono • Alteração do apetite • Lentificação do pensamento • Lentificação motora. • Estes quadros tendem a ter uma duração mais curta, de até seis meses, sem uma • Depressão profunda (Transtorno depressivo maior) • Se uma pessoa começa a ter quadros depressivos recorrentes ou mantém os sintomas de depressão por mais de seis meses com uma intensificação do quadro, pode-se considerar que ela esteja passando por uma depressão profunda (ou transtorno depressivo maior). • Normalmente o transtorno depressivo maior é um quadro mais grave e também tem grande relação com a herança genética. Nele há uma mudança química no funcionamento do cérebro, que pode ser desencadeada por uma causa física ou emocional.


A

Depressão bipolar

• s fases de depressão dentro do transtorno bipolar também são consideradas um subtipo de depressão. o paciente pode apresentar sintomas como: • Agitação • Ocupação com diversas atividades • Obsessão com determinados assuntos • Aumento de impulsividade • Aumento de energia • Desatenção • Hiperatividade.

Distimia

F

orma mais conhecida da doença. Com a distimia, os sintomas de depressão podem durar um longo período de tempo - muitas vezes, dois anos ou mais. O paciente com distimia pode perder o interesse nas atividades diárias normais, se sentir sem esperança, ter baixa produtividade, baixa autoestima e Distimia é uma forma crônica de depressão, porém menos grave do que a forma mais conhecida da doença . As pessoas com distimia são consideradas excessivamente críticas, que estão constantemente reclamando e são incapazes de se divertir.

Depressão atípica

Normalmente os quadros de depressão costumam ser melancó-

licos, em que o paciente apresenta principalmente tristeza e pensamentos de morte, desesperança e inutilidade.

OS SINTOMAS SÃO:

Predomínio de falta de energia, cansaço, aumento excessivo de sono e o humor apático.

Depressão sazonal

Depressão sazonal são os episódios

de tristeza relacionados ao inverno, que ocorrem devido à baixa exposição à luz solar. Durante as festas de final de ano onde os níveis de estresse acabam aumentando isso pode ocasionar nas épocas especificas .


Depressão pós-parto

A depressão pós-parto ocorre logo após o parto. Os sinto-

mas incluem tristeza e desesperança, devida a falta de humor e crise de choro apôs parto. Elas acontecem principalmente devido às alterações hormonais decorrentes do término da gravidez.

Depressão psicótica

A depressão psicótica alia os sintomas

de tristeza a outros menos típicos, como delírios e alucinações. Este é considerado um tipo de depressão grave, mas costuma ser raro.

Causas

A depressão é na realidade uma ampla família de doenças,

por isso denominada Síndrome. Há uma série de evidências que mostram alterações químicas no cérebro do indivíduo deprimido, principalmente com relação aos neurotransmissores (serotonina, noradrenalina e, em menor proporção, dopamina)

O que provoca a depressão?

A o contrário do que normalmente se

pensa, os fatores psicológicos e sociais, muitas vezes, são consequência e não causa da depressão. Vale ressaltar que o estresse pode precipitar a depressão em pessoas com predisposição, que provavelmente é genética.


Fatores que pode aumentar as chances de desenvolver a depressão: A

• buso: Sofrer abuso físico, sexual ou emocional pode aumentar a vulnerabilidade psicológica, agravando as chances de desenvolver a depressão

M

edicações específicas: Alguns elementos químicos, como a Isotretinoína (usada para tratar a acne), o antiviral • interferon alfa, e o uso de corticóides,podem aumentar o risco de desenvolver depressão

C

• onflitos: A depressão em alguém que já tem predisposição genética para a doença, pode ser resultado de conflitos pessoais ou disputas com membros da família e amigos

M

• orte ou perda: A tristeza ou luto proveniente da morte ou perda de uma pessoa amada, por mais que natural, pode aumentar os riscos de desenvolver depressão

G

enética: Um histórico familiar de depressão pode aumentar as chances de desenvolver a doença. É de conheci• mento científico que a depressão é complexa, o que significa que podem haver diversos genes que exercem pequenos efeitos para o surgimento da doença, ao invés de um único gene que contribui para o quadro clínico

E

• ventos grandiosos: Eventos negativos como ficar desempregado, divorciar-se ou se aposentar podem ser prejudiciais. Porém, até mesmo eventos positivos como começar um novo emprego, formar-se ou se casar podem ocasionar a depressão. Entretanto, é importante reiterar que a depressão não é apenas uma simples resposta frente à momentos estressantes do cotidiano

O

utros problemas pessoais: Problemas como o isolamento, causado por doenças mentais, ou por ser expulso da • família e de grupos sociais, também podem contribuir para o surgimento da depressão

D

• oenças graves: Às vezes, a depressão pode coexistir com uma grande doença, como por exemplo, o câncer. Ou então, pode ser estimulada pelo surgimento de um problema de saúde

A

• buso de substâncias: Aproximadamente 30% das pessoas com vícios em substâncias apresentam depressão clínica ou profunda.


D

Depressão e baixa autoestima

epois de passar muito tempo em um ambiente emocionalmente agressivo, depressão, ou outro tipo de problema, é fácil chegar a duvidar do seu próprio valor. A Depressão e baixa auto-estima, muitas vezes andam de mãos dadas. Baixa auto-estima deixa indivíduos vulneráveis à depressão. A depressão dá um golpe à auto-estima. Uma boa estratégia é investigar os seus pensamentos, pergunte a si mesmo:

Que evidências suportam o meu pensamento? • As outras pessoas diriam que isso é verdade sobre mim? • Será que me sentir assim faz-me sentir bem comigo mesmo ou ruim sobre mim mesmo? 1. Encontre o equilíbrio

Se você se colocar em segundo lugar e não satisfazer as suas necessidades básicas, você tem que começar a ver, em primeiro lugar, o que é essencial para você, e, em seguida, atender às necessidades dos outros. Ao colocar-se em primeiro lugar, você vai se sentir importante, divertir-se e não estar dependente dos outros. Por outro lado, se está à espera que is outros são capazes de fazer tudo para você, você nunca pode aprender a tolerar as imperfeições dos outros, e, portanto, não vai desenvolver habilidades de empatia que são indispensáveis para manter relacionamentos saudáveis.

Olhe para o equilíbrio entre o que você precisa fazer para si e para o que pode esperar dos outros. 2. Crie a sua felicidade

A felicidade não é uma coisa dada, mas sim um processo de desenvolvimento. Se o sentimento de felicidade não vem de dentro, você naturalmente irá procurá-la. Mas isso leva a dependência emocional. Acredite que você merece amor e felicidade. Procure maneiras de ser feliz, crie um bom humor e desfrute da sua vida. Só ai, você vai atrair pessoas que o vão adorar com a mesma força como você ama a si mesmo.


Acredite na vida Acreditar que a nossa vida não é melhor ou pior do que a de ninguém. Nunca sentir-se maior ou menor, mas igual. Fazer o bem sem olhar à quem e não esperar nada em troca, é uma maneira de encontrar a felicidade. Procurar sorrir sempre, mesmo diante das dificuldades e não se envergonhar das lágrimas, diante da necessidade, é outra maneira de irmos ao encontro dela. Ser humilde, prestar favores sem recompensas, abrir as mãos e oferecer ajuda, é uma maneira de buscar a felicidade. Chorar e sofrer, mas lutar e procurar vencer, sem deixar o cansaço te derrotar, nem o desânimo ou o preconceito te dominar, é uma maneira de ganhar a felicidade. Aprender à defender seus ideais e a amar seus semelhantes, à conquistar seus amigos pelo que é e não pelo que queiram que seja, é mais uma maneira de abraçar a felicidade. Saber ganhar e saber perder, é uma rara conquista, mas você consegue. Tenha fé, acredite em Deus!!! Viva cada momento de sua vida como se fosse o último. Faça de sua vida uma conquista de vitórias, uma virtude e aproveite tudo o que ela te der como oportunidade. Mesmo sofrendo, sofra amando. Pois é através do amor que você encontrará as chaves para abrir as portas da felicidade...


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