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Produzido por Ubaldo Rizzaldo Jr. – Fonte: Dicionário Grove www.rizzaldojr.tk - urjrj@hotmail.com – (11) 9287.9674 – (13) 9127.8780

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1. Lei da Música nas Escolas regulares 2. Como a música pode ajudar no aprendizado de outras disciplinas 3. Orquestra e seus instrumentos 4. Naipe da percussão 5. Naipe de metais 6. Naipe das madeiras 7. Naipe de cordas 8. O violino 9. A viola orquestral 10. O violoncelo 11. O contrabaixo acústico 12. Educação Musical 13. Coral 14. Flauta Doce 15. “Música na... “


Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

LEI Nº 11.769, DE 18 DE AGOSTO DE 2008.

Mensagem de veto

Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, Lei de Diretrizes e Bases da Educação, para dispor sobre a obrigatoriedade do ensino da música na educação básica.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1o O art. 26 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar acrescido do seguinte § 6o: “Art. 26. .................................................................................. ................................................................................................ § 6o A música deverá ser conteúdo obrigatório, mas não exclusivo, do componente curricular de que trata o § 2o deste artigo.” (NR) Art. 2o (VETADO) Art. 3o Os sistemas de ensino terão 3 (três) anos letivos para se adaptarem às exigências estabelecidas nos arts. 1o e 2o desta Lei. Art. 4o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 18 de agosto de 2008; 187o da Independência e 120o da República. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Fernando Haddad Este texto não substitui o publicado no DOU de 19.8.2008 Fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11769.htm


Como a música pode ajudar no aprendizado de outras disciplinas?

A música como arte de combinação dos sons é praticamente tão antiga quanto o ser humano, posto que o próprio ato comunicativo verbal é uma sequencia de combinações sonoras e, portanto, em certa medida, poderia também ser considerado música. E praticamente impossível discutirmos a respeito da comunicação verbal oral entre os homens pré-históricos, pois, diferentemente da comunicação verbal escrita, não nos ficou registro algum dessa época. Assim, não é descabido, mesmo que improvável, considerarmos mesmo que, já nos primórdios da humanidade, a música tenha servido de subsídio para as primeiras manifestações verbais orais da humanidade. Quem garante que o homem não pensou primeiro em cantar, talvez imitando os pássaros, antes de pensar em falar? E que assim acabou descobrindo que sua voz servia para comunicar-se com os outros - homens e animais -com mais eficácia que seus gestos, por exemplo? Eis aí a música atuando como auxiliar no aprendizado de outras coisas que não dela mesma. Talvez o leitor tenha achado que fui longe demais no tempo e nas probabilidades. Então, que tal refletirmos em como é que, nos dias atuais, um boiadeiro pastoreia pelas fazendas brasileiras uma pequena boiada que não lhe exija necessariamente a utilização de seu berrante? E com a voz entoando melodias curtas, nas quais os fonemas que pronuncia ficam no limiar entre a linguagem verbal, que ele mesmo e os seus semelhantes da espécie humana reconhecem, e a linguagem "verbal" (ou, antes, sonora ou musical) que seu gado e ele mesmo (em parte), pelo convívio, reconhecem. Seguindo ainda na exploração do exemplo anterior, ele nos mostra, também, o condicionamento a que algumas curtas melodias podem levar qualquer animal racional ou irracional. Se não, vejamos algumas ocorrências que nos são comuns e cotidianas: a campainha de nossa casa, o apito do juiz de futebol, o assobio para o cão, as palmas para o artista, as palavras de ordem entoadas para um pelotão de soldados etc. - infelizmente, nos últimos anos, até uma bela melodia para piano de Beethoven, toscamente executada (daí nossa irritação para com ela), tornou-se para nós sinônimo de "caminhão do gás nas proximidades" ou "música de espera de telefone comprado no Paraguai' Como se percebe nesses exemplos, a combinação sonora constantemente é utilizada como suporte ou subsídio para a memorização e para o aprendizado de qualquer coisa em nossa vida. O impressionante é sua eficácia: com certeza o leitor tem alguns referenciais nesse sentido e jamais se esqueceu deles. Quem nunca ouviu, por exemplo, um galo cantar e, a partir daí, mesmo sem relógio, ou ainda com os olhos fechados, sem saber se havia Sol ou não fora de cãs, compreendeu que era madrugada? Desse modo pensamos, pois nos condicionamos à melodia executada pelo galo e fixamos,desde a nossa infância, que tal música é sinônimo de um novo dia chegando.


Por ser uma arte tão antiga e tão particular (por ser a única a trabalhar com os sons), a música acabou sendo objeto de inúmeros estudos científicos durante a evolução da humanidade, e tais circunstâncias demonstraram em que medida ela era uma disciplina que envolvia, em seu espectro interno de relações próprias, referenciais de outras disciplinas. Assim, a música ajudou diversos estudiosos a provarem aquilo que afirmavam dentro da área em que atuavam. Hoje sabemos a relação íntima que a música tem, por exemplo, com disciplinas como a arte (em geral), a língua (portuguesa, inglesa, italiana, latina etc), a história, a matemática, a física, a biologia, a psicologia, a sociologia, a religião etc, mas isso não a limita, pois ela mantém sempre alguma afinidade com outras tantas, mesmo que não estejam diretamente ligadas ao campo da sonoridade. Quando propomos trabalhos para serem desenvolvidos com a música em sala de aula, é óbvio que as disciplinas que têm mais proximidade com ela, que também se ocupem, de algum ponto de vista, com os sons, levarão certa vantagem na facilidade de aplicação e desenvolvimento dos trabalhos em relação a outras, mas isso não denota impossibilidades para disciplinas menos afinadas com a música. É importante que o professor leia e reflita sempre sobre aquilo que lê, pois um trabalho proposto em uma disciplina que não aquela na qual é especialista poderá inspirar-lhe novas ideias que sejam adequadas à sua área de atuação. Quanto a educar, a ensinar outras disciplinas tendo o auxílio da musica, é algo que pode ser feito de muitas de acordo com a disciplina e com o assunto que se pretenda abordar. Desconhecemos qualquer ESCOLA em língua portuguesa que se proponha, de forma tão direta, discutir a questão da utilização da música na escola tradicional como subsídio para o aprendizado escolar de disciplinas diversas e, nesse sentido, seu pioneirismo tem como desvantagem as lacunas e possíveis falhas que eventualmente possa apresentar, inevitáveis a qualquer nova proposta. Nossa preocupação primeira é com o desenvolvimento de novas e produtivas técnicas de ensino que o professor possa utilizar em sua atividade educativa co-tidiana. Existem muitos professores que utilizam com seus alunos desde canções para a fixação da matéria ensinada até músicas para exercícios aeróbicos, por exemplo. Sabemos que existe o professor de história que lança mão de uma canção da década de 1960 para explicar as manifestações dos jovens desse período, o professor de língua inglesa que se vale de uma canção inglesa para ensinar a língua, e assim por diante. A persuasão e a eficiência da música no ensino não se questiona, mas, além de tal técnica de ensino nunca ter sido formalizada, a não ser com relação a alunos com algum tipo de deficiência, não devemos nunca esquecer que a música, nem por sonho, restringe-se apenas a isso. Trata-se de uma arte extremamente rica e que dispõe de farto e vasto repertório acessível em qualquer lugar do nosso planeta. Como já afirmamos: nossa vida é cercada de sons e de músicas é preciso aprender a ouvir - e, se possível, também cantar e tocar. Daí que ensinar, ou aprender ouvindo música, é um accelerando ( termos musical para apressando )

FONTE: “Como usar a musica na sala de aula” de Martins Ferreira


Orquestra e seus instrumentos


Naipe da percussão Instrumentos de percussão são instrumentos musicais cujo som é obtido através da percussão (impacto), raspagem ou agitação, com ou sem o auxílio de baquetas. Das formas de classificação de instrumentos musicais, esta é a menos precisa e a que possui a maior variedade de instrumentos, a maior parte dos quais possuem altura indeterminada (ou seja, não podem ser precisamente afinados). Esses são utilizados primordialmente com função rítmica, como é o caso da maior parte dos tambores, o triângulo e os pratos. Os instrumentos de percussão de altura definida, como os xilofones podem ser utilizados com função melódica e harmônica. Embora haja uma variedade de instrumentos produzidos especificamente com essa finalidade, qualquer batuque feito com objetos comuns pode ser considerado como percussão. É possível assim fazer a percussão em uma música utilizando tampas de panela, potes de alimento, mesas, cadeiras, caixas, talheres, pratos, copos e mesmo objetos mais complexos como máquinas de escrever. Na história: Os instrumentos de percussão são os mais antigos que existem. Em muitos sítios arqueológicos foram encontradas representações de pessoas dançando em torno de um tambor. Muitos objetos musicais também foram encontrados como toras de árvore fossilizadas, possívelmente usadas como tambores primitivos, e diversas versões de litofones, rochas de diversos tamanhos que eram dispostas sobre um tronco ou buraco no chão, usadas para produzir música melódica por percussão. Sons Definidos: Instrumentos de percussão cuja vibração produz sons que obedecem à série harmônica (música) e permitem a perfeita afinação de suas notas. Muitos possuem diversos componentes, cada um afinado em uma altura diferente, como os carrilhões, xilofones ou timbales. Outros permitem a variação de afinação durante a execução como o tímpano ou, ainda que de forma limitada, alguns tipos de tom-tom e o berimbau. Estes instrumentos podem exercer papel melódico ou harmônico em uma canção. tecnicamente, qualquer instrumento de cordas pode ser executado por percussão e nesse caso estaria enquadrado nessa categoria (como o piano ou um violão com cordas percutidas). Sons Indefinidos: Grande parte dos instrumentos de percussão são caracterizados pela ausência de escala, ou seja, produzem apenas um único som ou uma gama de sons muito reduzida. São utilizados precisamente pelo timbre e características sonoras que apresentam e geralmente possuem função puramente rítmica. Esses instrumentos produzem notas cuja altura não pode ser perfeitamente determinada, seja porque seus sons têm duração muito curta, seja por possuírem uma grande quantidade de parciais não harmônicos, ou ainda porque produzem variações aleatórias de altura ao longo de sua duração. Isso faz com que acompanhem bem, sem interferir na harmonia (sem que seus sons sejam percebidos como desafinados), canções compostas em qualquer tonalidade. São talvez a forma de instrumentos musicais mais antiga, dado que qualquer objeto consegue produzir sons simples: quer a bater, raspar, etc.Entre eles podemos citar o agogô, afoxé, castanhola, chimbal, triângulo, blocos sonoros e muitos tipos de tambor. Idiofones: É o próprio corpo do instrumento que vibra para produzir o som, sem a necessidade de nenhuma tensão. Esta categoria compreende a maior parte dos instrumentos executados por raspagem (como o reco-reco e o guiro), por agitação (como o chocalho, caxixi e ganzá), assim como muitos instrumentos diretamente percutidos de altura definida, como os xilofones, metalofones, carrilhões e o glockenspiel. Os blocos sonoros, claves e pratos são exemplos de idiofones directamente percutidos com altura indefinida. Membranofones: Instrumentos em que é uma membrana tensionada (pele) que vibra para produzir o som. Em geral são membranas percutidas, que compreendem todos os tipos de tambores ou então membranas que vibram por atrito, como a sarronca. Podem ser de altura indefinida (como o atabaque ou o surdo) ou definida (como os tímpanos). Nem todos os membranofones são instrumentos de percussão. Alguns vibram por simpatia a outra fonte sonora e podem não ser enquadrados nesta categoria (como a cuíca, o kazoo, a pele do banjo ou o gopichand. Percussionista: Um Percussionista é um músico que toca instrumentos de percussão. Normalmente este termo é usado para designar instrumentistas que executam tambores latinos ou africanos e diversos outros instrumentos como o agogô, o berimbau ou o carrilhão, seja em um conjunto de música popular ou em uma orquestra sinfônica. O músico que toca a bateria, embora também seja tecnicamente um percussionista, é chamado normalmente de baterista. Essa separação se deve principalmente à formação normal de grupos de música popular, em que existe um músico encarregado da bateria e outro que toca todos os demais instrumentos de percussão. Em alguns casos, os percussionistas podem ser chamados por outros nomes. Como os instrumentos de percussão são eminentemente rítmicos, em alguns conjuntos,como nas escolas de samba, podem ser chamados de ritmistas. Determinados instrumentos de percussão são tão importantes ou de execução tão específica, que seus executantes são chamados de forma diferenciada, como o timpanista que toca o tímpano (instrumento), o carrilhonista que toca o carrilhão e a celesta, ou o xilofonista que toca o xilofone, marimba, metalofone ou vibrafone. Dentre Harmonia, Melodia e Ritmo, é esse último o que mais está atrelado aos instrumentos de percussão, sendo que muitas vezes os instrumentos rítmicos em uma música multi-instrumental são os de percussão. O percussionista é fundamental na maior parte dos conjuntos musicais populares para manter o tempo da música constante, dando aos demais músicos uma base rítmica sobre a qual tocar. A percussão também é fundamental para definir o caráter ou personalidade da música, através de efeitos sonoros e intervenções esporádicas de instrumentos como chocalhos, carrilhões, chicotes, entre outros. Na maior parte dos casos, os percussionistas também são responsáveis por tocar apitos, buzinas e outros instrumentos de sopro de altura indefinida. Muitas sociedades possuem músicas inteiramente executadas por instrumentos de percussão, particularmente tambores, que estão entre os instrumentos mais antigos do mundo. Muitos percussionistas ficaram famosos na execução de seus instrumentos e alguns deles adquiriram renome suficiente para serem líderes de seus próprios conjuntos.


Naipe de metais Trompete = português/ english = trumpet/ français = trompette/ italiano = tromba ou trombeta. Instrumento de sopro feito de um tubo de metal cilíndrico que passa a ser ligeiramente cônico, enrolado para tornar seu tamanho menor. De embocadura livre, possui válvulas (3 ou 4) acionadas por pistões movimentados pelos dedos da mão direita (por essa razão alguns o chamam pelo derivado pistão, de piston, em francês). Como algumas notas não soavam bem num instrumento foram construídos outros, maiores ou menores que afinassem melhor algumas notas. Por essa razão surgiu uma 'família' de instrumentos, dentre os quais os mais usados são: trompete piccolo trompete em si bemol ou dó e cornet Trombone = português/ english = françês/alemão = Posaune _ Instrumento de sopro de embocadura livre feito de um tubo de metal encurvado com campana numa das pontas. As notas são conseguidas por meio de uma vara em forma da letra 'u' que se encaixa dentro do instrumento e é puxada para fora ou para dentro por uma das mãos do instrumentista. Isso faz com que o 'glissando'seja uma das características do instrumento. Foi desenvolvido na Idade Média mas passou a ser usado com mais frequência a partir do século XVII. O instrumento mais conhrecido é o trombone tenor, havendo ainda os trombones picollo (uma oitava mais agudo que o tenor), o soprano (uma quinta do tenor), o contralto (uma terça acima do tenor) e o trombone baixo (uma terça abaixo do tenor). No século XX os instrumentos mais utilizados são o tenor e o baixo. Trompa = português/ english = french horn/ francês = cor/ alemão = Horn ou Waldhorn/ italiano = corno. Instrumento de sopro de embocadura livre feito por um longo tubo (cerca de 6 metros) que é encurvado e enrolado várias vezes. Deriva dos antigos chifres curvos de animais . É seguro pela mão esquerda com os dedos acionando 3 ou 4 válvulas que permitem entoar as notas (sistema adotado a partir de meados do século XVIII) Tocado com a campana virada para trás do instrumentista, com frequência mão direita é usada dentro da campana para abafar ou alterar um pouco o timbre e a afinação do instrumento. Era muito usado em bandas e na música militar, durante o século XVII era chamado de trompa de caça (sem válvulas). Na orquestra sinfônica compõe um naipe tendo entre 2 até 10 instrumentos. Tuba = português, inglês, francês, italiano, alemão. Instrumento de metal de embocadura livre, apareceu no início do século XIX e é o mais grave dos instrumentos de metal. Feito de um longo tubo de metal que vai se tornando cônico, pelo seu tamanho e peso é tocado com a campana voltada para cima. Possui 3 ou 4 válvulas e chaves que são acionadas pelos dedos para entoar as notas e sua extensão está entre o Lá bemol 0 e Dó 3. Foi usado pela primeira vez na orquestra sinfônica por Berlioz na Sinfonia Fantástica e toca ao lado do naipe dos trombones.


Naipe das madeiras Os instrumentos de sopro conhecidos como madeiras são feitos, como seu nome sugere, basicamente de madeira, apesar de os modernos flautins e flautas serem de metal.Os sons são produzidos pelo sopro do instrumentista, que faz vibrar uma palheta ou, no caso da flauta e do flautim, penetra no instrumento através de um orifício oval. Enquanto os sons produzidos pela família das cordas fundem-se em um todo, os sons do naipe das madeiras são mais distintos, mais individuais, tendendo mais ao contraste do que à fusão. FLAUTA - é o mais antigo instrumento de que se serviu o homem. Sua origem remonta a 3000 anos a.C. (flauta de ossos), sob variadíssimas formas, e foi usada por todos os povos e em todas as épocas. A flauta transversa é tocada soprando-se um bocal lateral, por onde o ar passa e faz o som.Existem flautas contralto, soprano e flautim (a mais aguda).As orquestras clássicas habitualmente têm suas madeiras dobradas, ou seja, aos pares. A flauta possui um timbre maravilhoso e presta-se perfeitamente aos solos. FLAUTIM - O flautim é uma versão da flauta transversa com a metade de seu tamanho. Foi introduzida na orquestra no século XVIII. Seu som é bem mais agudo que o da flauta.Numa orquestra, utiliza-se somente um flautim. OBOé - é um instrumento de sopro feito de madeira, com palheta dupla, timbre parecido com o da clarineta e ligeiramente anasalado. Muito conhecido no Oriente desde a mais remota Antiguidade. Foi introduzido na Europa pelas Cruzadas. Os oboés foram incorporados à orquestra em meados do século XVII. CORNE INGLêS - É um oboé contralto, pois toca cinco notas abaixo do oboé normal. Também possui palheta dupla e a campânula do come tem o formato de pera, o que permite um timbre mais rico, suave e melancólico. FAGOTE - é um instrumento de sopro inventado pelo cônego Afranio Albanese, em Ferrara, no ano de 1525, com a finalidade de substituir os oboés graves, difíceis de manejar.Em italiano e alemão, o termo fagote significa feixe de varetas, pois seu tubo é dobrado contra si mesmo. Possui um timbre sombrio e um pouco triste, tornando-se apreciável em trechos de caráter triste, dramático ou religioso. Utiliza palheta dupla. CONTRAFAGOTE - soa uma oitava abaixo do fagote normal e toca as notas mais graves do naipe das madeiras. Requer palheta dupla e é dobrado em quatro. Raramente é utilizado para fazer solo e só é incluído em grandes orquestras. Seu som é profundo e seco. CLARINETA - Entre os instrumentos de sopro, a clarineta foi o último a ser incorporado na orquestra. Foi inventada por volta de 1690 por Johann Denner, em Nuremberg, e aperfeiçoada pelo alemão Bolhm em 1832. É um instrumento solista por excelência e indispensável nos conjuntos orquestrais. De todos os instrumentos de sopro, a clarineta é a que possui a maior extensão de notas. CLARONE - ou clarineta baixo: esse instrumento é duas vezes maior que a clarineta normal e produz um som uma oitava abaixo. Geralmente, é executado pelo terceiro clarinetista e tem boquilha com palheta simples. O timbre é suave, ressonante, porém com pouco corpo de som. É conhecido também como clarone. SAXOFONE - foi inventado por volta de 1840 pelo belga Adolphe Sax. É feito de metal e seu som é produzido por uma palheta simples e um sistema de chaves que abrem e fecham orifícios perfurados.O som do saxofone é rico, suave e lírico, mas é um instrumento usado com pouca frequência na orquestra. Muitas vezes é executado pelo clarinetista. A família completa dos saxofones é composta de oito modelos, de tamanhos e tonalidades diferentes. É utilizado nos conjuntos de jazz.


Naipe de cordas Instrumento de cordas Friccionadas (atrito com a corda através do ARCO) Dedilhadas (mão humana) Percutidas (martelo de feltro) Beliscadas (palheta)

Exemplos Violino, viola orquestral, violoncelo e contrabaixo acústico violão, baixo elétrico piano guitarra, cavaquinho

O arco É uma vara de madeira flexível, mas firme, com crinas de cavalo a ela ligadas em ambas as extremidades nos arcos entalhados à mão, e que é passada no sentido transversal sobre as cordas do instrumento a fim de colocá-las em vibração. As crinas nos arcos de fabricação industrial são substituídas por fios de nylon. Apesar de se ter tentado substitutas, a madeira mundialmente conhecida como a melhor para o feitio de arco para instrumentos de cordas friccionadas é o “pau-brasil”.

Cada instrumento tem o arco especifico para si e estão em relação contrária: o arco mais comprido é do instrumento menor, o violino, e o arco mais curto, é do contrabaixo acústico. A crina somente não produz atrito suficiente para a vibração, por isso usa-se passar “breu” na crina antes de tocar o instrumento para aumentar o atrito entre crina e corda para com isso aumentar o volume do som.


O violino Instrumento de arco, com quatro cordas, o menor (e o de som mais agudo) dos membros da família do violino. Tem uma extensão de quatro oitavas, e suas cordas são afinadas em intervalos de quinta, sendo a mais grave afinada pelo sol abaixo do dó central (isto é, solré-lá-mi). Os primeiros violinos foram feitos na Itália em meados do século XVI (1700), evoluindo de antecessores como arebec, a vielle e a lira da braccio. A arte de fabricar violinos de primeira classe foi, por 200 anos, apanágio de três famílias de Cremona - os Amati, Guarnen e Stradivari (de que a latinização deu Stradivarius). Embora o violino propriamente dito tenha-se mantido inalterado por 400 anos (excetuando-se a utilização de cordas mais finas e de um cavalete mais alto no século XIX), a forma atual do arco só se consolidou no século XIX (1800). Originalmente convexo em relação ao violino, o arco é agora côncavo. O violino tem longa história na execução da música folclórica, que vem desde seus antecessores (como avielle). Durante o século XVII, substituiu a viola soprano na música de câmara, e tornou-se o fundamento da orquestra. Na orquestra moderna, os violinos estão divididos em duas seções - primeiros e segundos violinos -, as quais se distinguem, em cena medida, pelo fato de os primeiros tocarem as partes mais agudas e os segundos, as mais graves. O repertório de música escrita para o violino é enorme, e cresceu ainda mais depois que Paganini revelou todas as suas possibilidades virtuosísticas. Incluí concertos de Bach, Vivaldi, Mozart, Beethoven, Brahms, Tchaikovsky, Mendelssohn, Bruch, Berg e Paganini.


A viola orquestral

Instrumento de arco, de quatro cordas, que corresponde ao contralto na família do violino. Suas cordas estão afinadas em intervalos de uma quinta, sendo a mais baixa o dó uma oitava abaixo do dó central (isto é, dó-sol-ré-lá). Seu registro abrange mais de três oitavas. A viola tem som mais grave que o violino e cerca de 7,5 cm mais comprida; é de manejo menos dócil que o violino, mas tem sonoridade mais cheia e melodiosa. As violas ganharam destaque com os quartetos para cordas de Haydn e Mozart, e desde então tem ocupado lugar privilegiado na orquestra moderna e na música de câmara. O repertório de viola inclui obras de Haydn, Mozart, Berlioz, Glinka e Hindemith.


O violoncelo

Ou violoncello (em italiano) ou ainda “Cello” – forma abreviada (lêse:"Tchélo" ) É instrumento de arco e quatro cordas friccionadas que corresponde ao 3º membro da família do violino. Suas cordas estão afinadas a intervalos de quinta, sendo a mais grave o dó duas oitavas abaixo do dó central (isto é, dó,sol, ré, lá). Tem uma extensão de mais de quatro oitavas. Datando do final do século XVI, o violoncelo foi usado principalmente como instrumento acompanhante até o século XVIII, quando se ornou importante como instrumento solista e no quarteto de cordas. O espigão usado para apoiar o instrumento durante a execução foi adotado em fins do século XIX. O repertório inclui seis suítes para violoncelo solo de Bach, concertos de Haydn, Dvorák e Elgar, e sonatas de Beethoven e Brahms. É considerado o instrumento com o som mais próximo da voz humana. [Do italiano violone + cello (sufixo diminutivo)].


O contrabaixo acústico

Ou rabecão é um cordofone tocado ao friccionar um arco de crina contra as cordas ou ainda pinçando-as com os dedos (pizzicato). Dentre as cordas da orquestra, é o instrumento maior e de registro mais grave por isso situa-se mais comumente na lateral da orquestra e em quantidades razoáveis. Suas cordas, da mais aguda à mais grave, possuem a seguinte afinação: Sol, Re, La, Mi. Há também baixos de cinco cordas, possuindo uma corda mais grave afinada em Do (ou, mais raramente, Si). Na orquestra o contrabaixo, pelo seu registro extremamente grave, raramente possui uma função solística. Sua função é principalmente a de preenchimento dos graves e de dar coesão à harmonia. Muitas vezes, são dedicadas ao baixo melodias paralelas à melodia principal.No jazz seu uso rítmico é profundamente explorado, por exemplo, com o walking bass. Nesse estilo é predominante a técnica do pizzicato. Em diversos estilos de música popular do século XX, é comum a utilização do baixo elétrico em vez do contrabaixo tradicional.


Educação Musical A maioria das escolas tem EM na grade curricular. Trabalham a flauta doce e o coral infantil normalmente. Devem usar multimeios para obter um trabalho que desenvolva a criança/jovem: computador, internet, videos, karaokê, conjuntos musicais e ensaios de coral são utilizados. Tudo para levar o indivíduo a um patamar diferenciado dentro da sociedade em cultura e sociabilidade.


Coral O Coral Infantil , composto por crianças e jovens, origina-se dentro da escola, com o propósito de despertar o prazer de cantar. A descoberta deste instrumento, tăo importante para o desenvolvimento musical, torna possível assimilar elementos fundamentais, como percepçăo auditiva, afinaçăo, ritmo e compreensăo do indivíduo em relaçăo ao conjunto. O repertório tem como base músicas folclóricas e de domínio popular, chegando a uma coletânea de gęneros diversos. Mas a interpretaçăo destes grupos năo se limita à expressăo vocal, pois também utiliza pequenas formaçőes, muitas vezes com fins didáticos, para que possam colocar em prática o conhecimento adquirido em outras situações. As etapas deste aprendizado se completam com a gratificante experięncia de se apresentar em um palco.


Flauta Doce Objetivos: Estimular o gosto e conscientização das crianças e da família sobre a importância das musicas infantis sem influencia da mídia. Ampliar o conhecimento e o repertório musical: aprender algo realmente novo. Desenvolver a habilidade de discriminar sons, ritmo, espaço, tempo, e senso rítmico, dando alegria e felicidade ao ambiente, promover a integração da turma focalizando sempre a importância da convivência em grupo. Justificativa: A educação integral da personalidade da criança sob o seu aspecto global tende a música o seu mais alto elemento de socialização, ajustando e atuando através do prazer sadio na manifestação pessoal e coletiva da criança. Através da música a criança é estimulada a expressar emoções e sentimentos, a conhecer um vocabulário culturalmente ativo e a exercitar seu corpo, por isso ela deve estar presente no cotidiano de nossas crianças dando noções de seriedade e de controle pessoal.


“Música na... “ MATEMÁTICA Pitágoras é pai da matemática e da música. A relação intima que existe entre estas duas áreas será estudada através do cálculos que envolvem as notas musicais, a proporcionalidade exata da musica e suas regras perfeitas de execução e trabalho. A observação de que a altura do som produzido por uma corda vibratória varia com o seu comprimento é atribuída a Pitágoras (século VI a.C.) descoberta que o levou à da escala musical, em que ainda se baseia a música ocidental. FÍSICA A grande área de importância é a Acústica que é o ramo da física que estuda o som. O som é um fenômeno ondulatório causado pelos mais diversos objetos e se propaga através dos diferentes meios, principalmente pelo ar até nossos ouvidos.Na música, a acústica é importantíssima, pois sem o estudo desta não é possível o desenvolvimento e o processo de criação artística. Sem o estudo do som, suas combinações, harmonia, interações entre as notas musicais não existe. QUIMICA Os elementos e materiais usados para fazer instrumentos musicais suas misturas para cria ligas metálicas cada vez melhores sonoramente. Na corda de um violino temos o cabo de aço interno e enrolamento externo da corda vai des prata, passando pelo ouro e chegando ao tungstenio. As diversas madeiras usadas para construção dos instrumentos de cordas friccionadas e suas sonoridades. A agua,o ar, o fogo (calor) como elementos que interferem na musica. GEOGRAFIA Como a sonoridade de uma musica relembra um local, uma região: ao se ouvir um hino ou musica folclorica/regional pode-se ligar a ideia do local e suas características geológicas. HISTORIA Duas frentes de trabalho são possíveis. A primeira, a própria historia da musica e seus periodos com estilos e características reconheciveis pelas obras produzidas e em segundo, o cruzamento da historia geral através de seus personagens ilustres, com os fatos relacionados as musicas compostas no mesmo periodo. EDUCAÇÃO FISICA Todos os problemas relacionados ao esforço repetitivo (L.E.R. ou D.O.R.T.) e ginasticas para tocar um instrumento - uso dos musculos corretos para tocar LINGUAS Porque o uso de termos musicais em italiano, frances, alemão e ingles . E tambem, porque nao em portugues, infelizmente.A importancia do estudo de uma lingua profissionalmente. CINEMATOGRAFIA Filmes que mostram, por exemplo, o esforço de ser musico, de ser um artista. No caso especifico o filme apresentavel seria "Rapsody" onde a necessidade de sacrificio, inclusive a nivel pessoal, para seguir na profissão é mostrado.Demostração para o fato de que todas as profissões são assim, que todas exigem esforço e dedicação.


Release profissional do músico

Ubaldo R J Rizzaldo Jr. Piano e Violoncello - Violino, Viola e Contrabaixo

Formado bacharel em piano, pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, na classe da profa. Carmen Fernandes. Passou por diversos mestres, entre eles: Terão Chebl, Dante Cavalheiro Filho e Jayme Cabral Guimarães. Lecionou piano em diversas escolas na Capital como, Pró-música e 1ª Igreja Batista do Brás e no interior do Estado de São Paulo como, Osasco (Fundação Instituto Tecnológico de Osasco - FITO por 6 anos) e particularmente na Capital desde 1.980. Atuou como pianista co-repetidor em orquestra (Liceu Coração de Jesus - reg. Nair Isique), coro (USP, noite reg. Eduardo Mattos) e corpo de ballet (Cons. Villa Lobos - prof. Rubens Fonseca). Iniciou seus estudos de violoncelo aos 21 anos, no SESC - dr. Vila Nova com M. Cecília Brucoli. Passou então por vários mestres como Kim Cook, Gretchen Miller, David Chew, Angela Ferrari , Zigmund Kubala e Watson Clis . Em 1.998 pertenceu à classe dos alunos do prof. Ricardo Fukuda. Atuou em diversas orquestras como instrumentista de fila no naipe de violoncelo, entre elas: Sinfônica Jovem de Santo André - reg. Flávio Florence, Filarmônica de São Caetano - reg. Paulo Rydlewski, Experimental de Repertório - reg. Jamil Maluf, Sociedade Bach - reg. Mônica Zanchetta, Sinfônica de Sorocaba - reg. Eduardo Ostergreen e SP Câmara Studio – reg Roberto Farias. Atuou em diversas orquestras como instrumentista spalla do naipe de violoncelo, entre elas: Sinfônica de Taubaté - reg. Barreto, Sinfônica de FEESP - reg. Silvio Tancredi, Orq. de Câmara Paulista - reg. Branco Bernardes ,e Orquestra de Câmara da Universidade Católica de Santos – reg. Beto Lopes. Lecionou violoncello em diversas escolas na Capital como, Escola de Música Eszterháza do Colégio Santo Américo e 1ª Ig. Bat. do Brás e no interior do Estado de São Paulo, entre elas Jundiaí e Osasco e particularmente na Capital desde 1.988 e no Litoral desde 2.000. Professor de violoncello no projeto BEC (Banda Escola de Cubatão) de 2.004 a 2010. Professor de violoncello e contrabaixo no Projeto GURI (sociabilização de população necessitada) – pólo de São Vicente no ano de 2009. Professor de violoncello e contrabaixo acústico no projeto (social a comunidade carente da Cota 200) Cubatão Sinfonia de 2008 a 2010. Faz coordenação artística de Orquestra de cellos. Atuou em diversas orquestras como solista, entre elas: Kamerata - reg. Mihkail Malt e Orq. de Câmara Paulista reg. Branco Bernardes.


Continuação do Release profissional do músico Ubaldo R J Rizzaldo Jr.

Tem três discos gravados como violoncelista: como um dos artistas principais no “Mulher” do Grupo Cluster de música instrumental ( CD 6694-0 ); como membro do conjunto no “Graças, Senhor” da Ir. Míriam Kolling ( CD 6757-1), ambos da gravadora Paulinas-Comep e como um dos artistas principais, arranjador e coordenador no “HUMANAE” , institucional do Hospital Israelita Albert Einstein ( CD 51269). Foi professor de violoncello no 1o. Festival de Inverno de Ilha Solteira em junho de 2.001 - direção artística reg. Branco Bernardes. Professor de violoncello no projeto Cubatão Sinfonia 2008. Integrou o quadro de instrumentista como contrabaixista acústico da Banda Sinfônica de Cubatão de 2005 a 2011 – reg Marcos Sadao. Lecionou instrumentos de cordas em geral e teclado na Escola Municipal de Música "Enoque da Silva" da Prefeitura Municipal de Alumínio e instrumentos de cordas em geral na Escola de Formação Artística de Apoio ao Ensino Fundamental da Prefeitura Municipal de Piedade, no Conservatório João B. Julião de Sorocaba e Escola FaçaArte de Jacareí. No período 2004-2006 foi professor de cordas friccionadas em geral da UNIBES (União Israelita Brasileira para o Bem Estar Social) entidade sócio-educativa que atende crianças de baixa renda. Na área popular foi membro do Grupo Cluster de música popular e erudita (flauta, violão e cello) como violoncellista. Participou da gravação ao vivo do DVD de shows, como do Grupo Pomodors Trabalhou e trabalha com diversos arregimentadores e grupos corais como: Coral Baccarelli, Grupo Quadrium, TPA-Trindade Produções Artísticas, Magnificat, Eventu's Promoções, Sinfonia, SM Music, Coral "Em Canto", Musical Opus, Grupo Simonian, entre outros. Participou como aluno de diversos cursos de extensão cultural como de Brasília (prof. Walter Newmann piano), Juiz de Fora( prof. Zigmund Kubala - cello ) e São João Del Rey (prof. David Chew - cello ). Paralelamente forma-se em 1.985, no curso superior de Farmácia pelas Faculdades Oswaldo Cruz e termina sua pós-graduação em administração hospitalar no ano de 2.001. Tem conhecimentos básicos de língua inglesa e informática geral, tendendo mais especificamente à área de computer music. Atua como webmaster e webdesigner de diversos sites de interesses variados. Seu site está no endereço: www.rizzaldojr.tk Teve artigos publicados de sua autoria em jornais culturais e de circulação restrita tais como Labore (Colégio Santo Américo) , Jornal Folha dos Bairros (Zona Norte), Jornal UNIBES e Jornal “Eis-me aqui” da Igreja Assembléia de Deus de Santo André. Leciona piano, violoncelo e matérias teóricas afins particularmente, como músico autônomo regularizado na Capital do estado de São Paulo, bem como violino, viola orquestral e contrabaixo acústico. Tem duo camerístico com violão e outro com piano, os quais se apresentam regularmente com repertório específico para formação. Tem em seus planos, especialização na cadeira acadêmica, na área de musicoterapia em nível de mestrado e doutorado.Fez complementação pedagógica em educação musical na UNIMES Virtual obtendo graduação em licenciatura para música. Professor de cordas friccionadas no projeto social mantido pelo Laboratório Roche no bairro do Jaguaré denominado “Programa Vizinho Legal”. Professor de cordas friccionadas nas escolas de música das igrejas Batista do Itapema do Guarujá e Assembléia de Deus de São Vicente. Contato em São Paulo (11) 3207.1443 - (11) 9287.9674

-e-

Santos

(13) 3321.4053 - (13) 9127.8780

MSN: urjrj@hotmail.com Documentação Ordem dos Músicos do Brasil: nº 26.206 Registro INSS autônomo: nº 1.171.190.922-4 CCM Capital de São Paulo: nº 9.299.285-4 Dezembro de 2.011


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