Page 1

EXEMPLAR DO ASSINANTE

DOMINGO

MACEIÓ - ALAGOAS - 18 DE MARÇO DE 2012 - Nª 1397 - R$ 3,00

tribunahoje.com

GIVALDO CARIMBĂƒO

‘Eu sei como recuperar dependentes e eliminar as drogas em Alagoas’ ADAILSON CALHEIROS

Após experiência adquirida rodando o mundo em busca de informaçþes a respeito da recuperação de dependentes químicos, o deputado federal Givaldo Carimbão (PSB) då a receita para eliminar as drogas em Alagoas. Carimbão quer um novo modo de enxergar o FRPEDWHDRWUi¿FRGHGURJDV³7HPRV que construir centros de acolhimento, não presídios�, reforça o parlamentar alagoano. E acresFHQWD³6HHX fosse prefeito reduziria esses índices alarmantes�. Påg. 2

8PDUHĂ H[mRVREUH os caminhos (e os GHVFDPLQKRV GD esquerdaQR(VWDGR

Deborah Secco YLYHRVFRQĂ LWRVGH XPDPXOKHUPDGXUD na primeira vez na TV

Suplemento

Suplemento

Emprego, imĂłveis, DXWRPyYHLVHPDLV GH2.600 anĂşncios para vocĂŞ Suplemento

3URĂ€VVLRQDLVGH VD~GHDSURYDP a multidisciplina QRWUDWDPHQWR Suplemento

Cresce nĂşmero de dependentes quĂ­micos com benefĂ­cio do INSS SANDRO LIMA

ALIMENTAĂ‡ĂƒO

Alunos preferem gordura e fritura na hora do lanche Coxinha, refrigerante, pipoca, pizza e outras guloseimas predominam no recreio das escolas de Maceió. Os alimentos menos saudåveis continuam sendo os preferidos das crianças e adolescentes. Alternativas estão sendo tentadas pelas escolas, que mudaram o cardåpio para incentivar bons håbitos, mas a resistência Ê grande. Påg. 10

SOB PROTESTOS

PIZZA ĂŠ um dos lanches mais preferidos dos alunos nos intervalos de aula na escola

VEREADORES

ELEIÇÕES 2012

Em 2010, foram 167; no ano passado foram 181 e, para este ano, expectativa Ê de que passe de 200. Psicólogo critica concessþes Levantamento feito pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aponta que no ano passado 181 benefícios foram concedidos a pessoas com dependência química, que deixaram de ter condiçþes de trabalhar. O número só vem aumentando. Em 2010, foram concedidos 167 benefícios, ou 8% a menos do que em 2011. No mês de janeiro deste ano foram 19 concessþes. Se a mÊdia for mantida, serão mais de 200 atÊ o mês de dezembro. Para

a chefe da SessĂŁo de SaĂşde do Trabalhador do INSS em Alagoas, Cândida FalcĂŁo, a PrevidĂŞncia ĂŠ apenas o retrato da sociedade, que precisa ser mudado. Mas, especialistas divergem sobre a legitimidade da “ajudaâ€? do INSS. Por um lado, eles defendem que o trabalho recupera o dependente. Por outro, eles argumentam que o Estado tem o dever de dar assistĂŞncia aos usuĂĄrios de droga que querem se tratar e deixĂĄ-los em condiçþes de trabalhar. 9 SANDRO LIMA

FUTEBOL

China quer abater Projetos de lei PrÊ-candidatos ASA e Coruripe jegue nordestino são vendidos a burlam legislação Ê o destaque para consumo R$ 20 na internet e se promovem da rodada

SABOR DO VĂ?CIO

O mercado chinĂŞs pretende importar do Nordeste brasiOHLURPLOMHJXHVSRUDQR para utilizĂĄ-los em abate para consumo humano e para a indĂşstria de comĂŠsticos e remĂŠdios. Um acordo entre a China e o Rio Grande do Norte estĂĄ gerando protestos de nordestinos. PĂĄg. 7

AtÊ mesmo os fumantes ouvidos pela Tribuna Independente aprovam a retirada do mercado dos cigarros com ingredientes aromåticos, decisão jå tomada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitåria (Anvisa) para vigorar dentro de dois anos. A razão da medida Ê que esse tipo de cigarro atrai crianças e adolescentes para o vício. A Souza Cruz, principal distribuidora de cigarros, alerta para o surgimento de um mercado clandestino do produto. Påg. 11

Vereadores de Alagoas – e de todo o país – podem ter DFHVVRIiFLODSURMHWRVGH OHLMiGHYLGDPHQWHSURQWRVH em preço altamente convidativo. Desembolsando meQRVTXH5SURMHWRVGH lei dos mais diversos temas podem ser comprados em sites na internet. Påg. 3

Começam a surgir nos parabrisas dos automóveis nomes de prÊ-candidatos, driblando a legislação eleitoral. O advogado Marcelo Brabo chama a atenção para a propaganda eleitoral antecipada, que pode ser confundida muitas vezes com a promoção pessoal. Påg. 4

7UrVMRJRVIHFKDPQHVWH domingo a terceira rodada do segundo turno do Campeonato Alagoano. Destaque SDUDRMRJR$6$H&RUXULSH Pelo Carioca, destaque para o clĂĄssico Vasco e Botafogo, Ă s 18h30, no EngenhĂŁo. No PaulistĂŁo, o SĂŁo Paulo recebe o Santos. PĂĄg. 16 ADAILSON CALHEIROS

AILTON VILLANOVA Coronel Cândido Tenório Villanova – coronel Candinho -, meu bisavô pelo lado paterno, foi modelo de honradez. Homem enÊrgico e de DWLWXGHV¿UPHVMDPDLVIDOWRX com os seus... Påg. 12 TEMPO

Bom a parcialmente nublado com possiblidades de chuvas em ĂĄreas isoladas

MĂ­nima

20Âş

MĂĄxima

30Âş

MarĂŠs

01:08 07:13 13:13 19:41

1.8 0.6 1.9 0.4

FINANÇAS DÓLAR COMERCIAL R$ 1,80 R$ 1,80 DOLAR PARALELO R$ 1,85 R$ 1,96 OURO: R$ 96,00 POUPANÇA: 0,5000%

RENOVE

Alagoas terå empresa para fabricação de biomassa Um fåbrica de biomassa que estimula a produção de energia sustentåvel em Alagoas serå inaugurada em abril, no município de Rio Largo. A Renove vai transformar o bagaço que sobra da cana-de-açúcar em briquete, de potencial similar ao carvão mineral e à madeira, sem agredir o meio ambiente. A capacidade produtiva inicial Ê de 3 mil toneladas/mês. O presidente da Renove, Felipe Calheiros, disse que tambÊm podem ser reutilizadas cascas de arroz, coco, milho, cafÊ, assim como o bambu e o capim-elefante. Påg. 13

Fumantes tambĂŠm aprovam RĂ€PGRVFLJDUURVDURPiWLFRV


TribunaIndependente

2 POL�TICA MACEIÓ - DOMINGO, 18 DE MARÇO DE 2012

PolĂ­tica

O tema abordado por CarimbĂŁo tem gerado repercussĂŁo na classe polĂ­tica e ganha notoriedade em todo o Brasil. “Meus amigos governadores ressaltam: ‘esse seu livro vai ajudar o Brasil e nĂŁo pode ser difundido apenas em um ou dois estadosâ€?

‘Como prefeito, eliminaria as drogas’

Deputado federal Givaldo CarimbĂŁo dĂĄ a receita para se acabar com a praga das drogas na sociedade alagoana

ESPLANADA LEANDRO MAZZINI - contato@colunaesplanada.com.br

Casagrande teme ‘morte sĂşbita’ do EspĂ­rito Santo

O

governador do EspĂ­rito Santo, Renato Casagrande, faz pĂŠriplo amanhĂŁ e terça por BrasĂ­lia em defesa do estado. NĂŁo bastasse o rumo do debate da redistribuição dos royalties do petrĂłleo, que tira ganhos dos capixabas, agora a proposta da XQLĂ€FDomRGR,&06TXHWUDPLWDQR&RQJUHVVRSUHRFXSD6HJXQdo Casagrande, seria ‘morte sĂşbita’ do estado. HaverĂĄ perda de R$ 1 bilhĂŁo para o cofre se a lei for alterada, porque o ES tem mecanismo de incentivo Ă  importação que arrecada mais de R$ 2 bilhĂľes.

Cafezinho Casagrande se encontra com o ministro Guido Mantega, amanhĂŁ, e vai ao Senado, na terça, sensibilizar os senadores. “Dois terços do Orçamento seriam afetadosâ€?, diz.

Dois governos Para se ter uma ideia de que hĂĄ dois governos. O de Dilma, e o de Lula. Ele recebeu a visita do lĂ­der do governo no Senado, Eduardo Braga, na sexta-feira. Antes dela.

Transparência para servidor Vai vingar no Congresso o PL 3089/12, proposto pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de transparência nos ganhos dos servidores públicos de todas as esferas. Pelo texto, os órgãos públicos, desde uma Câmara de Vereadores atÊ o Palåcio do Planalto, serão obrigados a listar nome, função e salårio do servidor nos sites.

3HQWH¿QR Eduardo Cunha jå angariou promessa dos líderes para o PL, que Ê terminativo (não precisa ir à votação no plenårio). Ele espera descobrir casos de nepotismo cruzado e tambÊm, acredita, servidores que ganham acima do teto constitucional (R$ 26.723)

Tiro certeiro Ao criticar a AGU com a demora em dar parecer sobre a inconstitucionalidade do Instituto Chico Mendes, o ministro Luiz Fux, do STF, atingiu diretamente as prentesþes supremas do AGU Luiz Adams de ser alçado à corte måxima. Por ora.

Hackers? 6HPH[SOLFDo}HVRVLWHGR0LQLVWpULR3~EOLFR)HGHUDOÂżFRXIRUDGRDU parte da sexta-feira. Quem entrava, encontrava apenas um “Oooooopsâ€?.

Sarney por Sarney Ex-presidente do Brasil e presidente do Congresso, o senador JosĂŠ SarQH\ 30'%$3 DSURYHLWDRVÂżQVGHVHPDQDSDUDHVFUHYHUDDXWRELRJUDÂżD

A toque de caixa Em tempos de campanhas milionĂĄrias, o exemplo: a deputada Rose de Freitas (ES) foi eleita com R$ 700 mil gastos pelo PMDB no EspĂ­rito Santo. Denise Frossard (PPS), em 2006, levou a campanha para o segundo turno gastando apenas... R$ 144 mil.

Estågio na AGU A Advocacia-Geral da União abriu edital para a seleção de estagiårios de nível mÊdio e superior, em todo o país. Os estudantes formarão cadastro reserva e poderão atuar nas unidades da instituição, junto aos advogados da União e procuradores federais.

Vieira x Brizola Subiu no telhado a indicação do deputado Brizola Neto (PDT-RJ) para ministro do Trabalho. Parte do PDT na Câmara e a bancada inteira do Senado recusam o nome. O preferido da maioria Ê o deputado Vieira da Cunha (RS), que tem simpatia de Dilma.

On the Road... AtÊ semana passada, o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares rodou capiWDLVHPSDOHVWUDVSDUDRVGLUHWyULRVSHWLVWDVD¿PGHH[SOLFDUVXDVLWXDomR e se defender. Ele queria se candidatar a prefeito em Goiås. Mas o STJ manteve sua condenação em 2ª instância.

...e garagem DelĂşbio foi condenado por improbidade, por receber salĂĄrio de professor de GoiĂĄs por mais de uma dĂŠcada enquanto atuava em sindicatos de SĂŁo Paulo.

Tão longe, tão perto O TCU descobriu falhas nas prestaçþes de contas de embaixadas brasileiras. Os problemas atingem aluguel de carros e gastos com festas, por baixo.

Ponto Final Com a morte de Aziz Ab’Saber , o país não perdeu apenas um cientista, mas um grande pensador e nacionalista ferrenho.

Com Gilmar Correa e Hosa Freitas www.colunaesplanada.com.br contato@colunaesplanada.com.br Twitter @leandromazzini

ADAILSON CALHEIROS

CADU EPIFĂ‚NIO E NIGEL SANTANA REPĂ“RTERES

A primeira medida tomada quando um usuårio de drogas Ê preso Ê ser levado para uma penitenciåria. Lå, o tratamento que era para ser de reabilitação ao convívio harmônico e social não Ê feito. Não construir prisþes, tratar dos dependentes químicos Ê uma das pråticas que poderå diminuir custos à Nação e ainda elevar os índices de amadurecimento ideológico e educacional de um povo. São alguns dos preceitos argumentados pelo deputado federal Givaldo Carimbão, do PSB, que viajou mais de 15 países em busca de soluçþes para o grave problema da sociedade brasileira: o consumo de drogas. O conhecimento adquirido pelo parlamentar o fez idealizar o lançamento GHXPOLYURUHà HWLQGRRQGH deve ser investido na política de combate a um câncer que corrompe e destroi lares brasileiros. Tribuna Independente – Quais os problemas que o deputado elenca que atinge Alagoas e consequentemente o Brasil. As soluçþes estão nesse livro? Givaldo Carimbão – Em primeiro lugar sofremos com a insegurança. Claro que esta questão não Ê resolvida de uma hora para outra. No entanto, a sociedade brasileira sofre com o grande número de pessoas usando drogas, e pior Ê que os governos acham que para solucionar esse câncer Ê construindo prisþes. Eu, Givaldo Carimbão, prefeito ou governador jamais construiria uma cadeia. Estou lançando um livro de 140 påginas depois de uma extensa pesquisa em 15 países sobre o tratamento de pessoas viciadas em drogas. A obra serå divulgada em Brasília, Rondônia, São Paulo, AlaJRDV GHVDÀDQGR RV HVWDGRV e o governo federal. Eu defendo uma tese de equívocos de governo, contrariando alguns gestores que querem a SUHVLGrQFLD ÀQDQFLDQGR DV federaçþes. O Brasil se preocupe com as fronteiras e os estados cuidem dos dependentes químicos. T.I. – O que aponta esse relatório produzido por suas pesquisas fora do país? Givaldo Carimbão – Eu passei um ano estudando o combate às drogas no mundo. Estive em alguns países como a SuÊcia, Holanda, Inglaterra, Alemanha, Portugal, Estados Unidos, MÊxico, por exemplo. No Brasil passei em 27 capitais. Conheci o modelo e constatei que 98% da cocaína do planeta estå em três países vizinhos ao nosso. São eles: Colômbia, Peru e Bolívia. Os recursos de combate ao WUiÀFRGHYHPVHUUHIRUoDGRV nessas fronteiras. Um dado impressionante constatado nessa minha pesquisa Ê que 90% dos presos no Brasil estão encarcerados por uso de drogas. No mundo, são 70%, a maioria por consumo de drogas sintÊticas. T.I. – Se o governo investisse em construção de

“““

Deputado federal Givaldo CarimbĂŁo explica que ĂŠ bem mais barato montar casas de acolhimento

Um dado impressionante constatado nessa minha pesquisa ĂŠ que 90% dos presos no Brasil estĂŁo encarcerados por uso de drogasâ€? GIVALDO CARIMBĂƒO DEPUTADO FEDERAL

centros de reabilitação e não em prisþes, quanto isso iria custar ao Estado? Givaldo Carimbão – O custo Ê amplamente reduzido. Vamos a Alagoas como exemplo, mas, este referencial serve como modelo para o Brasil. Temos mais de 3 milhþes de habitantes e 3.300 presos. Um preso por mês custa R$ 2.500 e sua mÊdia de pena Ê de quatro, cinco anos. Durante este tempo estaremos gastando R$ 120 mil com um reeducando. Se 90% de quem estå detido estå relacionado ao consumo de drogas, Ê muito melhor fazer um programa elaborando uma barreira social, que são as casas de acolhimento. Qualquer pessoa primåria entende isso. Agora, vamos aos valores gastos com um dependente químico: um usuårio custa em mÊdia R$ 700, R$ 800, e 60% deles saem melhor do que quando deram entrada no centro de reabilitação. Na cadeia, 90% saem pior por conta dos desgastes e tratamentos inadequados. No livro eu ensino isso. É como se estivesse suplicando aos governos para que parem com essa política de apenas construir presídios, pois, não estamos evoluindo, amadurecendo. T.I. – Como prefeito ou governador o senhor colocaria esse plano em pråtica, a ÀPGHDXPHQWDUDUHFXSHUDção de usuårios de drogas? Givaldo Carimbão Quando entrei para ser o relator da Comissão de Comba-

Se eu fosse prefeito de MaceiĂł, eu garantia reduzir esses Ă­ndices alarmantes. Eu tenho armas de cunho tĂŠcnico e cienWLĂ€FRSDUDUHVROYHUR problemaâ€? GIVALDO CARIMBĂƒO DEPUTADO FEDERAL

te às Drogas, não imaginava o tamanho do problema. Eu estou tão envolvido com o lançamento desse livro que passei a perceber que eu posso ajudar o Brasil. Se eu fosse prefeito de Maceió, eu garantia reduzir esses índices alarmantes. Eu tenho armas de cunho tÊcnico H FLHQWLÀFR SDUD UHVROYHU R problema. A planilha que seria posta em pråtica Ê muito mais valorosa. Atualmente, o governador Teotonio Vilela Filho [PSDB] estå aportando recursos para acolher de 800 a 1.000 dependentes químicos. Eu, como prefeito de Maceió, colocaria mais verbas para acolher dois mil usuårios e recuperå-los. Eu sei onde buscar os recursos e como aplicå-los. AlÊm do mais, temos poucas instituiçþes em Alagoas para cuidar dessas pessoas, mas, eu sei onde construir. Tudo com base nos meus estudos e pesquisas. T.I. – Quais os fatores que têm levado a população e entrar no mundo das drogas. Como reverter essa situação? Givaldo Carimbão - A bebida alcoólica chega a ser a pior droga do mundo. Ela Ê pior do que o crack. No conceito de dependência, a bebida Ê a porta de entrada. Começa-se pelo consumo de bebida, passa pela loló, maconha, cocaína e termina no crack. É esse o destino a ser tomado. 99% dos usuårios de crack começaram bebendo e Ê aí onde mora o perigo. Atenção para este dado: hå

A bebida alcoĂłlica chega a ser a pior droga do mundo. Ela ĂŠ pior do que o crack. No conceito de dependĂŞncia, a bebida ĂŠ a porta de entradaâ€?. GIVALDO CARIMBĂƒO DEPUTADO FEDERAL

20 anos as pessoas começavam a beber com 15 anos. Hoje, nos deparamos com crianças de 11 anos bebendo, muitas vezes exageradamente. Uma pesquisa feita por Ronaldo Laranjeira, mÊdico e um dos principais especialistas sobre o consumo de crack no Brasil, mostra que quem começa a beber antes do 18 anos tem cinco vezes mais chances de se tornar um dependente grave. Um projeto relevante de prevenção deve ser elaborado para coibir essa pråtica. É na escola que os governos devem atuar e exterminar com esse mal. Torna-se inadmissível você encontrar vendas de bebidas próximos aos colÊgios de ensino fundamental e mÊdio, deixando os jovens cada vez mais vulneråveis ao consumo excessivo. Liste tambÊm que as proliferaçþes desses bares em åreas educacionais geram a DSUR[LPDomR GH WUDÀFDQWHV Eles revendem facilmente as drogas mais comuns, a exemplo de maconha e crack. Bom, com esses dados, ÀFD FODUR TXH HVWi IDOWDQGR investimento em segurança nesses locais e muito ainda precisa ser feito. A realidade que vivemos Ê essa, mas, não estou me referindo aqui somente a Alagoas. O Brasil precisa estar atento às pesquisas, pois, são esses estudos que apontam as saídas do caos e coloca o nosso país como um dos combatentes DR WUiÀFR GH GURJDV H FRQsequentemente, protetor da juventude.


TribunaIndependente

Nau sem rumo

D

o jornalista Sandro Vaia: Em pouco mais de uma semana, o governo, depois de ter levado um puxĂŁo de orelhas do PMDB e perdido uma votação importante no Senado, trocou seus lĂ­deres na Câmara e no Senado e perdeu o apoio da bancada do PR. Como diriam os operadores de Bolsa, nada que QmRHVWLYHVVH´SUHFLĂ€FDGRÂľQRIDPRVR´SUHVLGHQFLDOLVPRGHFRDOL]mR¾ÀOKRWRUWRGD&RQVWLWXLomRGH&RPRQHQKXPSUHVLGHQWH consegue ter maioria absoluta prĂłpria no Congresso para poder impor sua vontade, os governos sĂŁo obrigados a formar coalizĂľes, ou federaçþes de interesses, e para isso dispĂľem de um variado cardĂĄpio de siglas de conveniĂŞncia, muitas das quais foram criados H[DWDPHQWHSDUDFULDUGLĂ€FXOGDGHVHYHQGHUIDFLOLGDGHV1DV velhas democracias parlamentaristas europeias, governos sem maioria costumam sobreviver por meio de coalizĂľes programĂĄticas que unem interesses variados em torno de um objetivo comum. Aqui, o nosso jovem e jĂĄ decrĂŠpito presidencialismo de coalizĂŁo se FDUDFWHUL]DSHODSURVDLFDEDUJDQKDĂ€VLROyJLFDGRWRPDOiGiFi Dilma, que nos venderam como ‘a gerentona durona’, parece estar meio perdida nesse cipoal de interesses entrelaçados que formam a base de sustentação de governo, tĂŁo gigantesca numericamente e tĂŁo inconsistente ideologicamente...â€?

Ação Claudionor Araújo, secretårio estadual da Articulação Social, estå comandando a capacitação de lideranças comunitårias, representantes de entidades, organizaçþes não-governamentais e associaçþes de moradores. O programa foi iniciado por algumas cidades do interior e hoje chega a Maceió, com atividades das 8 às 17 horas, no ginåsio da Escola Santa AmÊlia, no Farol, com cerca de 100 representantes de entidades.

Bola dividida TÊo Vilela pediu a Aldo Rebelo que ao menos uma seleção de tradição se hospede e treine em Maceió na Copa de 2014. O ministro dos Esportes prometeu conseguir. Ao receber Luiz Felipe Scolari, TÊo solicitou seu empenho para isso. Se vier mesmo uma seleção dessas para cå, o mÊrito serå de Vilela ou de Felipão?

Cotado O DEM anunciou na 5ÂŞ feira passada o que esta Conjuntura havia revelado hĂĄ quase um mĂŞs: Omar CoĂŞlho, presidente da OAB/AL, estĂĄ sendo incentivado pelo partido a ser candidato a vereador por MaceiĂł. Ele, inclusive, passou a fazer parte da Executiva local. Pelos cĂĄlculos do DEM, Omar teria um mĂ­nimo de cinco mil votos.

Suspense Fernando Collor candidato a prefeito de Maceió? Essa indagação de vez em quando Ê feita, quando se fala sobre a sucessão de Cícero Almeida. O senador do PTB preserva um conveniente silêncio sobre eleição. Temem os adversårios que, se estiver bem nas pesquisas, pode repetir 2006 e entrar no påreo de última hora.

Bola dentro Ex-jogador de futebol, o deputado federal RomĂĄrio Faria (PSB-RJ) ĂŠ TXHPGL]D&RSDGHYDLJHUDUURPERÂżQDQFHLURGH5ELOK}HV “Quando chegarem as obras emergenciais, aĂ­ todo mundo vai roubar pelos cotovelos. Vamos ter de abrir presĂ­dios novos para colocar o pessoal, pois vai faltar lugar na cadeiaâ€?, ironiza.

Nem tanto O serviço público tem atraído muitos jovens, que buscam acima de tudo um emprego que garanta estabilidade. Em alguns casos os salårios garantem, alÊm disso, uma condição de vida bastante razoåvel. Na maioria, entretanto, os salårios são muito baixos em relação à iniciativa privada, principalmente para nível superior.

Fraqueza Continua a pråtica desenfreada de interdição de vias públicas, sob qualquer pretexto. Essa maneira de reivindicar estå se tornando comum, a despeito de prejudicar o cidadão, de forma geral, que não tem nada a ver com os problemas suscitados. Com a omissão das ditas autoridades, RFDRVYDL¿FDQGRFDGDYH]PDLVSHUPDQHQWH

“

Esperamos, agora, termos as eleiçþes mais limpas de todos os tempos, sem grande parte das fraudes eleitorais que detectåvamos no passado� MARCONDES SILVA Diretor-geral do TRE/AL, ao anunciar que todas as Zonas ultrapassaram bastante a meta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que era de recadastrar 75% do eleitorado

* O programa “Aplausoâ€? de hoje, na RĂĄdio Educativa FM, vai abordar a vida e a obra de SebastiĂŁo Rodrigues Maia. Que vem a ser Tim Maia, um dos maiores nomes da MPB em todos os tempos. Produção de Givaldo Kleber e apresentação de Elias Ferreira. * Movimento Internacional pela Paz e NĂŁo ViolĂŞncia e o grupo MaceiĂł 9ROXQWiULRVSURPRYHPKRMHDFHOHEUDomRGR'LD2ÂżFLDOGD3D]GH FRPD*UDQGH&DPLQKDGD3HOD3D]FRPSUHVHQoDGHYiULRVDUWLVWDV 6DtGDjVKRUDVGD3UDoD9HUD$UUXGD * A comĂŠdia “Eu Mexxxmoâ€?, com Evandro Santo, ĂŠ a atração de hoje no Teatro Gustavo Leite, no Centro de Convençþes de MaceiĂł, Ă s 20 horas. Ingressos a R$ 60. Informaçþes: 3034.3600. $VHFUHWDULDHVWDGXDOGD*HVWmR3~EOLFDYDLOLEHUDUDSDUWLUGHÂ?IHLUD GLDR,QIRUPHGH5HQGLPHQWRVSDUD'HFODUDomRGH,PSRVWRGH5HQGD GRVVHUYLGRUHVQRVLWHZZZJHVWDRSXEOLFDDOJRYEU 2VHUYLGRUWHUiGH XVDUVHXORJLQHDVHQKD * O desempenho de Ronaldinho GaĂşcho tem sido bem abaixo das H[SHFWDWLYDV1HPUHQGLPHQWRWpFQLFRQHPUHVXOWDGRÂżQDQFHLURSDUD o Flamengo, apesar de ganhar R$ 1,5 milhĂŁo por mĂŞs. Por que, entĂŁo, suas convocaçþes frequentes para a Seleção?

MACEIÓ - DOMINGO, 18 DE MARÇO DE 2012 POL�TICA

3

Projetos de lei a R$ 19,90 disponĂ­veis na internet EstratĂŠgias de campanha estĂŁo disponĂ­ves tambĂŠm para vereador e prefeito SANDRO LIMA

CADU EPIFĂ‚NIO EDITOR DE POLĂ?TICA

A

atividade parlamentar nos municípios Ê muitas vezes tortuosa HFKHLDGHGHVDÀRVHTXDQWR menor a cidade, maior Ê a cobrança do eleitorado por melhorias reais e presentes no cotidiano. E quem tem essa missão inata Ê o vereador, que representa, ou deveria representar o povo nas câmaras. Só que para atuar nessa labuta a condição do vereador nas capitais Ê bem confortåvel, devido a uma tropa de assesores para subsidiå-lo, mas no interior a história Ê diferente. Para mudar essa realidade, o vereador dispþe de sites que resolvem esse problema. Jå existe a assessoria parlamentar a distância. Pode soar como inusitado, mas para o gerenciador do site Casa dos Municípios (www.casadosmunicipios. com.br), o ex-assessor parlamentar mineiro Manoel Amaral, 61, que atuou como tal por 30 anos - o serviço jå existe hå 20 anos e atende a vereadores de todo o país. No portal, Ê possível se ter acesso a um banco de dados com mais de 15 mil projetos de lei, onde o vereador de qualquer município brasilei-

Vereadores de qualquer um dos mais de cinco mil municĂ­pios brasileiros podem encomendar projetos

ro pode ter acesso pelo mĂłdico preço de R$ 19,90. “Ele pode comprar o projeto de lei e adequar a sua realidadeâ€?, comenta Amaral. No site se pergunta “Qual o projeto de lei que vocĂŞ precisa?â€?. LĂĄ existem preposiçþes das mais diversas na-

turezas, como se fazer uma ComissĂŁo Especial de InquĂŠrito, Diretrizes OrçamentĂĄrias, 13Âş salĂĄrio, cassação de prefeito, reajuste, e demais. Manoel Amaral explica que “nĂŁo hĂĄ nada de desagradĂĄvel nissoâ€?. E quem o referenda ĂŠ o vereador por

Palmeira dos Ă?ndios, França JĂşnior (PSDB), que enfatiza que ĂŠ comum pegar ideias ‘de fora’ e adaptĂĄ-las Ă  realidade de seu municĂ­pio. “No interior, a atuação parlamentar ĂŠ diferente, sem as condiçþes da capitalâ€?, lembra Amaral.

ON-LINE

Serviço auxilia na atuação do vereador O vereador França JĂşnior sai em defesa dos vereadores e reconhece que sua categoria nĂŁo ĂŠ linear e existem muitos parlamentares que nĂŁo sĂŁo providos de condiçþes intelectuais para confeccionar um projeto de lei. Existem casos, por exemplo, de municĂ­pios alagoanos, onde o vereador nĂŁo dispĂľe de uma assessoria parlamentar e neste caso, ‘se vira’ sozinho para desempenhar seu papel e correr atrĂĄs de projetos de lei.

Em outra entrevista, o presidente da Câmara de Vereadores de UniĂŁo dos Palmares, Bruno Praxedes (PSDB), disse que o assĂŠdio dos eleitores ĂŠ constante e a atenção a eles, por meio de um fornecimento de remĂŠdio, botijĂŁo de gĂĄs e demais favores ĂŠ real e constante. â€œĂ€s vezes acordo com o povo jĂĄ na minha portaâ€?, diz. Manoel Amaral foi assessor parlamentar e disse bem que em Minas Gerais, por exemplo, as distâncias sĂŁo

enormes, e vez por outra, os vereadores sĂŁo obrigados a percorrer “lĂŠguas para ajudar A ou B, com dinheiro prĂłprioâ€?, neste caso, entĂŁo, “toda ajuda ĂŠ bem-vindaâ€?, ressalta França JĂşnior. Muitas vezes, diz o vereador de Palmeira GRV ĂŒQGLRV R YHUHDGRU UHĂ Hte seu eleitorado simples, como alguns vereadores sĂŁo pequenos produtores rurais que nĂŁo tiveram acesso Ă  educação e cultura. Sendo assim, “uma ajuda feita por um site como esse auxilia

bastante no trabalho dos vereadoresâ€?, diz França JĂşnior. ANTIGAMENTE O gerenciador do Casa dos MunicĂ­pios, que existe nesse formato desde 2001, se recorda que atuava antigamente comercializando os projetos por meio do envio de disquetes ou cartas. “Eram quase dois mil cartas por mĂŞs. Eram enviadas apostilas, projetos, disquetes em geral com o conteĂşdo, para estudar e adequarâ€?, diz. (C.E)

DE R$ 99,99 À R$ 199,99

Programas eleitorais tambÊm estão disponíveis O Casa dos Municípios ainda conta com outro serviço a distância, desta vez com vistas às eleiçþes municipais deste ano. PrÊ-candidatos a vereador podem desembolsar R$ 99,99 por um programa de campanha completo. Jå o postulante a uma prefeitura terå que depositar R$ 199,99 para ter acesso ao Kit para campanha eleitoral para prefeito. Basta o candidato enviar sua solicitação para o contato@casadosmunicipios.

com.br e assim depositar o dinheiro. O portal promete repassar na pråtica como funciona uma campanha eleitoral e assim como descobrir novas ideias, dicas e maneiras de se ganhar uma eleição facilmente. No espaço dedicado à campanha eleitoral para prefeito, o candidato pode aprender como vencer as eleiçþes gastando pouco, como se destacar na multidão e por aí vai. O portal segue uma rígida política de privacidade

de seus clientes, neste caso, não hå como saber se vereadores alagoanos jå usufruiram dos serviços da assessoria parlamentar a distância. CONCORRENTE Outro site que tambÊm oferece a assessoria on-line Ê o www.projetosdelei.com. br. Acessando o endereço, o cliente tem acesso a um pacote robusto de projetos de lei: dez projetos custam R$ 200; 15 saem por R$ 285; 20 são tabelados a R$ 360; 25 projetos de lei custam R$

ASSESSORIA

MACEIĂ“

O jornalista Roberto Rech, dono do portal www.assessoriapolitica.com, do Rio Grande do Sul, oferece aos candidatos kits de atuação polĂ­tica, cursos para falar bem diante do pĂşblico, discursos prontos e atĂŠ assessoria de imprensa. Mas se recusa a vender projetos. “Isso ĂŠ picaretagemâ€?, acusa ele. “Eu nĂŁo faço projetos. Se alguĂŠm me procura, o oriento sobre o que deve ID]HU´GLVVHRSURÂżVVLRQDO em entrevista ao jornal o Estado de SĂŁo Paulo em fevereiro deste ano.

Em MaceiĂł, por exemplo, um vereador custa R$ 45 mil aos cofres pĂşblicos e segundo a avaliação de nossa reportagem cerca de R$ 21 mil sĂŁo para custear suas assessorias. MatĂŠria recente da Tribuna Independente abordou a natureza dos mais de 200 projetos de lei aprovados em 2011 pelos vereadores por MaceiĂł, grande parte deles ĂŠ destinada a ‘batismo’ de ruas, avenidas e praças da capitala alagoana. O recordista neste tipo de preposição ĂŠ Paulo Corintho (PDT).

ProprietĂĄrio de site fala em ‘picaretagem’

Maioria dos projetos sĂŁo ‘batismos’

425; o pacote com 30 projeWRV Ă€FD SRU 5  D WDEHla segue com um leque amplo de preços e quantidade. Para solicitĂĄ-los o vereador deve enviar requerimento para o projetos@projetosdelei.com.br. O ‘projetos’ tambĂŠm desfruta de um banco de dados farto oferecendo projetos de lei nas mais diversas ĂĄreas da administração pĂşblica: agricultura, segurança, saĂşde, trabalho, tributação, resoluçþes, etc. (C.E)


TribunaIndependente

4 POL�TICA MACEIÓ - DOMINGO, 18 DE MARÇO DE 2012

BARTOLOMEU DRESCH bartolomeu_dresch@hotmail.com.br

&XULyQREDQFRGRVUpXV

O

SX[mRGHRUHOKDVTXHD&RUWH,QWHUDPHULFDQDGRV'LUHLWRV Humanos deu no governo brasileiro no ano passado sobre a falta de apuração dos crimes cometidos durante a ditadura PLOLWDUSDUHFHTXHGHXUHVXOWDGRV20LQLVWpULR3~EOLFR)HGHUDO UHVROYHXDMXL]DUXPSURFHVVRMXGLFLDOFRQWUDRFRURQHOGDUHVHUYD GR([pUFLWR HH[GHSXWDGRIHGHUDO 6HEDVWLmR&XULySRUVHTXHVtro de militantes polĂ­ticos durante a Guerrilha do Araguaia. Os 3URFXUDGRUHVTXHDVVLQDPDGHQ~QFLDJDUDQWHPTXHHODQmR FRQWUDULDD/HLGD$QLVWLD HGLWDGDHPHUHDĂ€UPDGDHP SHOR6XSUHPR7ULEXQDO)HGHUDO 6HJXQGRRSURFHVVRRVFULPHV SUDWLFDGRVVRERFRPDQGRGH&XULyIRUDPRGHVHTXHVWURHPDXVWUDWRVVHJXQGRDVWHVWHPXQKDVRXYLGDVSHOR03)(VWHVFULPHV nĂŁo sĂŁo abrangidos pela Lei da Anistia. Ainda segundo a denĂşnFLDRFRURQHO&XULyTXHFRPDQGRXDUHSUHVVmRQRVXOGR3DUip UHVSRQViYHOGLUHWRSHORGHVDSDUHFLPHQWRGH0DULD&pOLD&RUUHLD 5RVLQKD +pOLR/XL]1DYDUUR0DJDOKmHV (GLQKR 'DQLHO5LEHLUR&DOODGR 'RFD $QWRQLRGH3iGXD&RVWD 3LDXt H7HOPD5HJLQD &RUGHLUD /LD 7RGRVHUDPLQWHJUDQWHVGR3&GR%IRUDPSUHVRV SHOR([pUFLWRQD*XHUULOKDGHVDSDUHFHUDPHDWpKRMHRVFRUSRV nĂŁo foram encontrados. Outros 55 processos de investigação poGHUmRVHUDEHUWRVVRERPHVPRDUJXPHQWRQRVHVWDGRVGR5LRGH -DQHLUR6mR3DXOR5LR%UDQGHGR6XOH3DUi

Comendadeiras Marcada para o próximo dia 20, terça-feira, no Teatro Deodoro, a entrega da Comenda Nise da Silveira a dez mulheres alagoanas que se destacam em diversos segmentos de atuação. Nesta edição receberão as homenagens Dinalva Bezerra da Rocha, Eulina Ferreira Silva Neta Rêgo, Janete Portela de Holanda Cavalcante, Lucia Guiomar Porciúncula Teixeira, Lysette Fernandes de Gusmão Lyra, Maria AmÊlia Vieira, Ruth Braga Quintella Cavalcante, Sheila Diab Maluf, Stela ValÊria Soares de Farias Cavalcante e Valdice Gomes da Silva, A entrega da Comenda às mulheres homenageadas serå às 20h.

Justiça pela cruz Um movimento criado por um grupo de desembargadores do Rio *UDQGHGR6XOOXWDSHORUHWRUQRGRVFUXFL¿[RVDR3RGHU-XGLFLiULR gaúcho. É que uma decisão tomada pelo Conselho de Magistratura do Tribunal de Justiça forçou a retirada do símbolo maior do cristianismo, seguindo a decisão legal de que o Estado Ê laico e não deve manter símbolos religiosos em seus prÊdios. O Conselho acolheu um pedido da Liga Brasileira de LÊsbicas e outras entidades de defesa dos direitos humanos. Mas aos poucos, alguns desembargadores estão fazendo UHWRUQDURVFUXFL¿[RVSHORPHQRVQDVVDODVRQGHWUDEDOKDP2FDVR tem dividido as opiniþes no Rio Grande do Sul.

Obras da Bauducco Diretores da empresa Bauducco, que estå se instalando no Pólo Industrial de Rio Largo, garantiram esta semana aos integrantes do Conedes (Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico e Social), que as obras físicas da fåbrica começarão em abril. De acordo com os diretores, a empresa jå investiu R$ 17 milhþes dos R$ 97 milhþes previstos para a construção total da fåbrica e aquisição das måquinas. A projeção Ê que 250 empregos diretos sejam criados na fase inicial das operaçþes da Bauducco em Rio Largo. O objetivo Ê atender aos estados do Nordeste e tambÊm em parte da região Norte a partir de 2013.

Show racista 1 Um show de extremo mau gosto acabou em confusĂŁo esta semana no Kitsch Club em SĂŁo Paulo. Batizado de “ProibidĂŁoâ€? o show era do tipo “stand-upâ€?, no qual as piadas eram absolutamente preconceituosas FRQWUDQHJURVJD\VGHÂżFLHQWHVHPXOKHUHV(QWUHRVÂłFRPHGLDQWHV´ estavam Danilo Gentili, FĂĄbio Rabim e Luiz França. A apresentação era de Alexandre Frota. Na entrada do “espetĂĄculoâ€? o pĂşblico tinha que DVVLQDUXPWHUPRGHFRPSURPLVVRFRQÂżUPDQGRTXHQmRÂżFDULDRIHQGLGR com as piadas e com nada que fosse dito. Isso para evitar processos, denĂşncias etc.

Show racista 2 Mas as coisas não seguiram como o previsto. O humorista Felipe Hamachi contou uma piada, dizendo que não se pega Aids quando se transa com macacos. Em seguida dirigiu olhares para o tecladista da banda que fazia as vinhetas entre uma apresentação e outra, insinuando uma relação homossexual. O músico, negro, abandonou o palco e chamou a polícia. Ele não havia assinado o manifesto imposto ao público. Vårias viaturas e dezenas de policiais estiveram no local do show e a confusão foi total. Amigos, organizadores do show e demais integrantes da banda tentavam convencer o tecladista a não registrar o Boletim de Ocorrência, jå que tudo não passava de uma brincadeira (de mau gosto, repito). A situação acabou resolvida com um pedido de desculpas do humorista ao músico ofendido.

Paixão por eståtua Para quem acha que jå viu tudo na vida. A britânica Amanda Whittaker, de 27 anos, tornou pública a sua paixão desmedida pela Eståtua da Liberdade. Ela diz sentir amor de verdade pelo monumento, tanto que adquiriu uma rÊplica de 1,80 m que guarda em seu quarto, na cidade de Leeds, na Inglaterra. Segundo os mÊdicos, ela sofre de um raro SUREOHPDFKDPDGRGH³REMHFWXPVH[XDO´RXREMHFWy¿ODHPTXHDSHVsoa se apaixona por objetos inanimados em vez de pessoas. Em todo o mundo existem cerca de 40 pessoas que sofrem deste mal incomum, todas mulheres. Amanda revelou à rede de TV NBC que tem mesmo sentimentos amorosos pela eståtua.

Propagandas aparecem como promoção pessoal 3UpFDQGLGDWRVEXUODPOHJLOVODomRHOHLWRUDOSDUDIDFLOLWDU¿[DomRGHQRPHV SANDRO LIMA

LUIS VILAR REPĂ“RTER

C

RPDDSUR[LPDomRGDV convençþes partidĂĄriDV H  FRQVHTXHQWHPHQWHDGHĂ€QLomRGRVFDQGLGDWRVTXHYmRGLVSXWDUDV HOHLo}HVPXQLFLSDLVGH tanto na majoritĂĄria (as preIHLWXUDV  TXDQWR jV SURSRUcionais (as vagas nas casas OHJLVODWLYDVGHFDGDFLGDGH  começam a aparecer pelas ruas dos municĂ­pios alagoanos as propagandas polĂ­tiFDV ID]HQGR UHIHUrQFLDV DRV SUpFDQGLGDWRVGRSOHLWR(VWDVWHQWDP´EXUODUÂľDOHJLVlação eleitoral se passando apenas como “promoção SHVVRDOÂľ R TXH p SHUPLWLGR FRQIRUPH RV HVSHFLDOistas do Direito Eleitoral. 3RUpP R REMHWLYR p XP ~QLFR Ă€[DU QD PHQWH GR HOHLWRU TXH GHWHUPLQDGR nome estĂĄ presente no pleiWR 3DUD LVWR RV SUpFDQGLdatos fogem apenas - nos adesivos e outras formas de propaganda - da referĂŞncia ao cargo e ao nĂşmero do parWLGRDVVRFLDGRDRQRPHPDV tentam todas as artimaQKDVDXWLOL]DomRGHVLJODV GLDJUDPDo}HV TXH UHPHWDP a memĂłria do eleitor em IXQomR GH SOHLWRV SDVVDGRV VORJDQV FRUHV TXH SRVVDP ser associadas a determinaGDV SHVVRDV HQĂ€P 1mR Ki limites para a criatividade em busca de ocupar os espaços nos coraçþes e mentes GDTXHOHV TXH YmR GHĂ€QLU D corrida eleitoral. $ SURSDJDQGD RĂ€FLDO Vy serĂĄ permitida a partir de MXOKR DSyV DV FRQYHQo}HV SDUWLGiULDVTXHGHYHPRFRUUHU DWp R GLD  GH MXQKR $Wp Oi Ă€FD R H[HUFtFLR GH propagar o prĂłprio nome e as ideias por meio das promoçþes pessoais. Em alguns FDVRV D -XVWLoD (OHLWRUDO WHP TXH EXVFDU FULWpULRV para separar as propagandas polĂ­ticas das promoçþes pessoais em campo bastante difĂ­cil: a subjetividade. O advogado especialista HP'LUHLWR(OHLWRUDO0DUFHOR %UDER GHVWDFD TXH ´WRGR polĂ­tico - em perĂ­odo eleitoral - tem o interesse na promoção do prĂłprio nomeâ€?. (OHIULVDTXHpXPDVLWXDomR QRUPDOPDVFKDPDDWHQomR para os limites da Justiça. ´2 FDQGLGDWR TXH VH XWLOL]D GD SURSDJDQGD FRPR promoção pessoal nĂŁo pode MDPDLVID]HUPHQomRDRFDUgo e ao ano da eleição. Por H[HPSOR´9HUHDGRU;Âľ Caso nĂŁo haja essas meno}HV Ă€FD FODVVLĂ€FDGR FRPR promoção pessoal e nĂŁo hĂĄ SUREOHPDÂľ VDOLHQWD DLQGD Brabo. (QWUHWDQWR R DGYRJDGR 0DUFHOR %UDER OHPEUD TXH hĂĄ situaçþes bem particulaUHVTXHID]FRPTXHD-XVWLça Eleitoral analise “caso a casoâ€?.

VeĂ­culos circulam pelas cidades com adesivos apresentando nomes ou siglas de pretensos candidatos

UM POR UM

$GYRJDGRHOHLWRUDOH[SOLFDTXH Justiça tem analisado cada caso 3DUD0DUFHOR%UDER´HP Alagoas houve importantes avanços na discussão das propaganda antecipada jå em virtude de eleiçþes passadas�. Segundo o advogado eleiWRUDO ´R 7ULEXQDO 5HJLRQDO Eleitoral de Alagoas deciGLXTXHQmRVHSRGHXWLOL]DU nestas propagandas de proPRomR SHVVRDO VORJDQ VtPERORV RX TXDOTXHU WLSR GH SURMHomRGRQRPHTXHUHOHPbre o cargo político. É penVDQGR QR HQWHQGLPHQWR TXH o eleitor pode ter. Depende PXLWR GH FDVR D FDVR SRLV QmR p SHQVDQGR DSHQDV QR entendimento do candidato RXGRÀOLDGRPDVSRUWHUFHLURV¾IULVRX

Questionado se isto nĂŁo remeteria por demais ao campo da subjetividade SDUD TXH IRVVHP IHLWRV RV MXOJDPHQWRV %UDER UHFRQKHFHXTXHpVLPXPSURFHGLPHQWR VXEMHWLYR PDV TXH KiFULWpULRVREMHWLYRVGHQWUR GHOHV TXH SHUPLWH R DFHUWR por parte do JudiciĂĄrio. â€œĂ‰ um entendimento VXEMHWLYRHPWHUPRVSRLVKi PHLRV GH ID]HU R MXOJDPHQto com certa segurança. A -XVWLoD (OHLWRUDO ORFDO SRU H[HPSORWHPIHLWRXPJUDQde trabalho coibindo certos WLSRVGHSURSDJDQGDSULQFLpalmente no interior do EsWDGRGH$ODJRDVÂľGLVVH CORES O advogado Marcelo Bra-

LINHA TĂŠNUE

Deputado lembra diferença entre promoção e propaganda eleitoral O presidente estadual do PR e deputado federal MaurĂ­cio Quintella ressalta a obrigação do partido em RULHQWDU VHXV Ă€OLDGRV GLferenciando a propaganda eleitoral antecipada das demais formas de promoção. “Cabe ao partido cobrar e RULHQWDU GR Ă€OLDGR SDUD TXH seja feito tudo de acordo com D OHJLVODomR TXH p PXLWR clara a respeito do assunto. Um candidato nĂŁo pode veiFXODUQRPHFDUJRHDQRHP um adesivo ou peça publici-

tåria antes do tempo e isto o partido não irå permitir. A última atuação do PR em relação a publicidade foi a SURSDJDQGD SDUWLGiULD TXH À]HPRVHPUHGHGHWHOHYLVmR HUiGLR(VWDVLPpSHUPLWLGD¾GLVVH Para o cientista político 'DYLG )OHLVFKHU R PRGHOR EUDVLOHLUR p GLVWRUFLGR $V GLIHUHQFLDo}HV TXH SHUPLtem os entendimentos entre propaganda eleitoral e promoção pessoal cria - na YLVmRGHOHXPLQtFLRÀFWtFLR

‡6HUiODQoDGRQDSUy[LPDWHUoDIHLUD  RSRUWDO³$ODJRDVGDGRV e informaçþes�, desenvolvido pela Superintendência de Produção da Informação e do Conhecimento da Secretaria do Planejamento e Desenvolvimento Econômico.

TSE

PUNIĂ‡ĂƒO

‡(OHYDLSHUPLWLUjSRSXODomRHPJHUDODFHVVDUXPJUDQGHEDQFRGH GDGRVFRQVWUXtGRFRPDRUJDQL]DomRGHLQIRUPDo}HVUHSDVVDGDVSRU YiULDVLQVWLWXLo}HV

Para o TSE, Ê promoção pessoal: exposição pura e simples do postulante, cujo objetivo Ê tornå-lo mais conhecido do público, divulgação transitória e ausência de elementos que caracterizam a propaganda eleitoral antecipada. Diferencia-se da propaganda eleitoral, a existência da induvidosa intenção de revelar o cargo político que se almeja, a DomRTXHSUHWHQGHREHQH¿FLiULRGHGHVHQYROYHUHRVPpULWRVTXHR habilitam ao exercício da função.

Em 2010, o então presidente do TSE, Ricardo Lewandowski, declarou-se contrårio ao sistema atual de multas, que de tão baixas acabam incentivando pråticas fora da lei. AlÊm do limite da punição ter sido reduzido em 2009 – do måximo de cerca de R$ 50 mil para R$ 25 mil –, os valores não são atualizados e a dívida só Ê um problema real para futuros candidatos, jå que aqueles que não estão quites com a Justiça Eleitoral não podem pleitear registro.

‡$SyVVHWHPLOK}HVGHHGLo}HVYHQGLGDVHPWRGRRPXQGRHPVHXV 244 anos de história, a EnciclopÊdia Britânica, anunciou que não serå mais impressa. A partir de agora ela estarå disponível somente na versão on-line. ‡0HVPRJDUDQWLQGRTXHDPXGDQoDIRLHQFDUDGD³FRPQDWXUDOLGDGH´ SDUDDHGLWRUDVDEHVHTXHDOXFUDWLYLGDGHGD(QFLFORSpGLDIRLSRUiJXD DEDL[RFRPDFKHJDGDGD:LNLSpGLDHGR*RRJOHTXHFRPXPVLPSOHV FOLTXHSRGHDFHVVDUPDLVGHPLOK}HVGHYHUEHWHV ‡$~OWLPDHGLomRLPSUHVVDGD(QFLFORSpGLD%ULWkQLFDHPFRQWLQKD 32 volumes e disponibilizava cerca de 120 mil verbetes. Aí não då prå concorrer.

bo destaca o impedimento ainda de associação de cores. ´(VWH Mi p XP SRQWR TXH p OHYDQWDGR SHOD -XVWLoD (OHLWRUDO SRLV Ki FRUHV TXH remetem a determinados FDQGLGDWRV SRGHQGR LQFOXVLYH LGHQWLĂ€FiORV VRPHQWH SHOD FRU GH XPD FDPLVD SRU H[HPSOR 2 0LQLVWpULR PĂşblico tem a responsabiliGDGH GH REVHUYDU VH H[LVWH D Ă€QDOLGDGH GD SURSDJDQGD SROtWLFDHOHLWRUDOÂľ GHVWDFRX Brabo. Para o especialista em Direito Eleitoral Marcelo %UDER D 3URFXUDGRULD 5HJLRQDO (OHLWRUDO HP $ODJRDV WHP IHLWR XP LPSRUWDQWH WUDEDOKR QHVWH VHQWLGR “analisando os casosâ€?. (L.V)

Promoção pessoal ou propaganda

Ministro se disse contrĂĄrio a multas

de campanha eleitoral. Fleischer chega a defenGHUDDXVrQFLDGHSUD]RSDUD D SURSDJDQGD FRPR RFRUUH QRV(VWDGRV8QLGRVGD$PpULFD´2VSDUWLGRVQmRID]HP QDGD SDUD PXGDU SRUTXH DFKDP TXH FRQVHJXHP OHYDU SHQVDQGR HP WDPEpP nĂŁo dar vantagem para os RSRVLWRUHVPDVWRGRPXQGR acaba se enrolandoâ€?. Em geUDOVHIDODGRH[FHVVRGHUHJUDVVREUHDSURSDJDQGDTXH acabaria ocupando a Justiça com temas “menoresâ€?. (L.V)


TribunaIndependente

MACEIÓ - DOMINGO, 18 DE MARÇO DE 2012 POL�TICA

5

Toninho consegue liberação de R$ 2 mi Recursos conseguidos pelo prefeito de Rio Largo são oriundos de emendas de bancada e vão para a infraestrutura

Cotidiano LININHO NOVAIS - contato@lininho.com

Proibido

C

oncordando com o jornalista Reinaldo Azevedo que publicou em seu blog: “Por quatro votos a trĂŞs, o Tribunal Superior Eleitoral proibiu ontem prĂŠ-candidatos de se manifestar sobre as eleiçþes no Twitter antes de 6 de julho. Trata-se de uma decisĂŁo ridĂ­cula, autoritĂĄria, que abre a janela para o arbĂ­trio e a subjetividade. Mais: vai privilegiar mĂĄquinas partidĂĄrias fortes, como a‌ petista, por exemplo!, e pode inundar de açþes a Justiça Eleitoral. Votaram contra a proibição os ministros Dias Toffoli, Carmen LĂşcia e Gilson Dipp. Ficaram a favor da tese, que me parece obviamente errada, Ricardo Lewandowski (para nĂŁo variar), Aldir Passarinho, Marcelo Ribeiro e Arnaldo Versiani. O Twitter, bem argumentou a ministra Carmen LĂşcia, ĂŠ uma “mesa de bar virtualâ€?. E ĂŠ mesmo. Por que o TSE tem de meter o bedelho em algo assim? Toffoli lembrou que ĂŠ uma espĂŠcie de bate-papo telefĂ´nico. TambĂŠm ĂŠ verdade. Para Dipp, conversa sobre eleição no Twitter, no mĂĄximo, “constitui propaganda eleitoral lĂ­cita, domĂŠstica, caseira, entre interessadosâ€?. EstĂŁo todos certos. Mas prevaleceram o erro e a fĂşria legiferante do TSE. A piada ĂŠ que essa decisĂŁo ainda decorre de uma ação movida pelo MinistĂŠrio PĂşblico Eleitoral contra Ă?ndio da Costa em‌ 2010! Que bom se tivĂŠssemos uma Justiça Eleitoral mais ĂĄgil e menos dada a se meter na comunicação entre os indivĂ­duos! Muito bem! Se um prĂŠ-candidato recebe um ataque organizado de uma sĂşcia, ele estĂĄ impedido de reagir? Faz o quĂŞ? Recorre Ă  Justiça Eleitoral para pedir direito de resposta? Mas direito de resposta contra quem? O argumento mais ridĂ­culo foi mesmo o de Lewandowski. NĂŁo seria cerceamento Ă  liberdade de expressĂŁo porque as pessoas nĂŁo-envolvidas em eleiçþes podem se manifestar Ă  vontade. É mesmo? Isso inclui os cabos eleitorais contratados, nĂŁo ĂŠ mesmo? Aconteceu que eles estĂŁo “envolvidosâ€? nas eleiçþes. Ora, no Twitter, “seguirâ€? alguĂŠm ĂŠ um ato de vontade. Se vocĂŞ nĂŁo gostar do que aparece na sua tela, basta bloquear. NinguĂŠm precisa da ajuda de Lewandowski para isso. No momento, nĂłs precisamos dele ĂŠ para outra coisa. Digo jĂĄ qual ĂŠâ€?. (sic).

DemocrĂĄtico O presidente da Assembleia Legislativa do Estado, deputado Fernando Toledo (PSDB), tem conquistado a repulsa de muitos colegas de parlamento. JoĂŁozinho Pereira (PSDB), Edval Gaia (PSDB), que pediu licença mĂŠdica, sĂŁo alguns dos descontentes com a gestĂŁo Toledo. E sabe o que o presidente da ALE acha disso: â€œĂ‰ a democracia, meus amigosâ€?.

Faz falta? Enquanto nĂŁo participa das sessĂľes ordinĂĄrias da ALE para cuidar da saĂşde GHVHXÂżOKRRGHSXWDGR$QWRQLR$OEXTXHUTXH 37GR% WHPVLGRÂżJXUDPDUcada em alguns discursos dos deputados. No entanto, outros parlamentares nĂŁo sentem falta alguma.

Retorno O prÊ-candidato à Prefeitura de Santana do Ipanema, Marcos Ferreira (PSDB), jå sente que se assumir o mandato de deputado estadual por quatro meses sua campanha no município sertanejo vai deslanchar. Serå que vai haver embates entre Ferreira e Isnaldo Bulhþes Jr. (PDT), jå que o ex-parlamentar faz parte de um grupo de oposição à prefeita de Santana, Renilde Bulhþes?

Seria a quinta via? 1HP&pOLD5RFKDQHP5RJHULR7HR¿ORHQHP$OYHV&RUUHLDQHPPXLWR menos Ricardo da Coagro. Diante de tantas cogitaçþes na Capital do Agreste agora quem aparece para embaralhar o meio de campo Ê o deputado João Lyra, que reuniu seus mais novos seguidores no PSD para VH³DXWRLQWLWXODU´FRPR¿HLVGDEDODQoD7UDWDVHGRVYHUHDGRUHV7DUFLVLR Freire, professora Graça Lisboa, Josias Albuquerque, MoisÊs Machado e Fernando Barbosa, que não abrem mão de participarem do processo majoritårio.

De graça $�HGLomRGR&LQH6HVL&XOWXUDOHP$ODJRDVIRLODQoDGDGXUDQWHHVWH¿QDO de semana em Maragogi. No ano em que o projeto completa 10 anos de existência, Alagoas volta a integrar o roteiro de Estados que receberão o projeto itinerante de cinema em ano tão especial. Em Alagoas serão contemplados mais 14 municípios do interior: Porto Calvo, Paripueira, Matriz de Camaragibe, Marechal Deodoro, Boca da Mata, Campo Alegre, Teotônio Vilela, São Sebastião, Arapiraca, Igaci, Piranhas, Delmiro Gouveia e Mata Grande.

Seguindo em frente Enquanto os irmãos Barros brigam entre si para garantir quem serå o candiGDWRR¿FLDOGDIDPtOLDDRSRVLomRFDPLQKDSHORRXWURODGRHYDLFRQVWUXLQGR o nome de Fåbio AurÊlio, que tem as bênçãos do deputado e empresårio João Lyra.

O vereador avisou Por meio de seu blog, o vereador do municĂ­pio de UniĂŁo dos Palmares, Manoel Feliciano (PT), relatou fatos da sessĂŁo “pĂşblicaâ€? sobre a licitação para escolha da empresa que irĂĄ comandar o concurso publico na Terra de Zumbi. Veja o que diz o parlamentar: “Conforme cantado atĂŠ pelas pedras, a empresa Master Consultoria foi a vencedora da Licitação para escolha da empresa que realizarĂĄ o concurso pĂşblico da Prefeitura de UniĂŁo dos Palmares. O resultado serĂĄ publicado em 8 diasâ€?. E diz mais ainda: “Numa sessĂŁo bastante tumultuada, na qual a presidente da ComissĂŁo Permanente de Licitação-CPL, Edjane Alves da Silva, chegou a expulsar do AuditĂłrio da Prefeitura o vereador Edvan Correia dos Santos, popularmente conhecido SRU%RERÂżQDOPHQWHVHFRQKHFHXDVSURSRVWDVGHSUHoRVGDVHPSUHVDV´

AMANHĂƒ

Ministro vistoria Canal do Sertão O ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, visita, nesta segunda-feira (19), as obras do Canal do Sertão, no município de Delmiro Gouveia. A visita, que serå acompanhada pelo governador Teotonio Vilela (PSDB) e pelo secretårio de Estado da Infraestrutura, Marco Fireman, tambÊm passarå por Santana do Ipanema para o acompanhamento de obras de saneamento båsico. Bezerra acompanharå o adiantamento das obras do Canal do Sertão, ele ainda visitarå Coruripe.

Em audiĂŞncia, esta semana, com o prefeito de Rio Largo, Toninho Lins (PSB), o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra (PSB), garantiu seu empenho para liberação de um total de R$ 2,2 milhĂľes oriundos de emendas parlamentares. Os recursos serĂŁo destinados a obras de infraestrutura referentes Ă  pavimentação de ruas e avenidas do municĂ­pio. As emendas sĂŁo de autorias do senador Renan Calheiros (PMDB) - cerca de R$ 1,2 milhĂŁo - e do deputado federal MaurĂ­cio Quintela (PR) - R$ 1 milhĂŁo. “A chegada destes recursos VLJQLĂ€FD FDOoDPHQWR SDvimentação e saneamento de importantes vias pĂşblicas de nossa cidade, principalmente dos bairros mais afastados do Centro. Um DYDQoR PXLWR VLJQLĂ€FDWLYR para o desenvolvimento urbano de um municĂ­pio de 70 mil habitantes, que cresceu de forma desordenada e sem planejamento estratĂŠgico ao longo destes Ăşltimos 20 anosâ€?, explica o prefeito. O ministro aproveitou a oportunidade para parabenizar o gestor pela condução dos trabalhos de reconstrução, que vĂŞm sendo realizados em Rio Largo, desde a enchente de 2010. Como

DIVULGAĂ‡ĂƒO

Prefeito Toninho Lins assegurou recursos junto ao MinistÊrio da Integração

tambÊm pelos os avanços da atual administração, principalmente nas åreas da Educação, Saúde e Assistência Social. Desde 2009, Rio Largo vem se destacando pela melhoria da qualidade de vida de seus moradores. Apesar GDV GLÀFXOGDGHV VmR UHDOLzados investimentos a todo momento, principalmente

na Educação, com a construção de quatro novas escolas, sendo três delas em parceria com os governos federal e estadual pelo Programa da Reconstrução e a quarta (Escola de Educação Båsica Antonio Lins de Souza) com recursos próprios. AlÊm da implantação da Gestão Democråtica, onde os diretores são escolhidos pela

comunidade escolar. AtÊ o ÀQDO GH  VHUmR LQDXJXradas mais duas escolas: a Unidade Escolar Iete Melo Mathias, no Mutirão, e o novo prÊdio da Walter Dória Figueiredo, no Brasil Novo. A implantação do Bolsa Família Municipal e a entrega de cestas nutricionais têm contribuído para a melhoria dos indicadores socias.

IMPROBIDADE

STJ mantÊm punição a Delúbio Soares O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a condenação de Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT, por crime de improbidade administrativa. O petista recebeu o salårio de professor da rede pública sem ter exercido suas atividades em sala de aula. A fraude era cometida por meio de atestados de frequência assinados por duas funcionårias. De acordo com a denúncia do MinistÊrio Público, Delúbio causou um prejuízo de mais de R$ 160

mil aos cofres públicos. A sentença de primeiro grau condenou Delúbio a ressarcir ao erårio o valor de R$ 164.695,51. Na mesma decisão, foram condenadas solidariamente as duas rÊs envolvidas na fraude, Neyde Aparecida da Silva e Noeme Dinå Silva. Ao apelar, o Tribunal de Justiça do Estado de Goiås (TJGO) manteve a sentença. A decisão do TJGO tambÊm acolheu, em parte, o recurso do MP para reconhecer o ato de improbida-

de, bem como acrescentar à sentença a suspensão dos direitos políticos pelo prazo de oito anos, multa civil no valor de seis salårios de professor e proibição de contratar com o Poder Público ou UHFHEHUEHQHItFLRVÀVFDLV A defesa de Delúbio recorreu ao STJ sob o argumento de prescrição das parcelas anteriores aos cinco anos que antecederam o inicio da ação. Mas o ministro CÊsar Asfor Rocha, relator do processo, não acolheu as alegaçþes.

Para CĂŠsar Rocha, a tese da prescrição nĂŁo pode ser analisada porque nĂŁo teria havido o prequestionamento. O ministro destacou que restringir o ressarcimento aos cinco anos anteriores ao inĂ­cio da ação “nĂŁo encontra amparo na jurisprudĂŞnciaâ€?. CĂŠsar Rocha ainda salientou que a alegação de ausĂŞncia de provas nĂŁo tem cabimento. “As penas aplicadas foram bem dosadas, ajustando-se (...) aos atos Ă­mprobos cometidos pelo recorrenteâ€?, considerou.


6

OPINIAO

TribunaIndependente

MACEIÓ - DOMINGO, 18 DE MARÇO DE 2012

Opinião

([HFXo}HVÀVFDLV

A

&RUUHJHGRULD1DFLRQDOGH-XVWLoDHVWXGDPHGLGDVSDUDWRUQDU PDLViJLORVLVWHPDGHFREUDQoD GH Do}HV GH H[HFXomR ÀVFDO SURPRYLGDVSHORVPXQLFtSLRV6HJXQGROHYDQWDPHQWRIHLWRSHOD&RUUHJHGRULDH[LVWHPKRMHFHUFDGHPLOK}HVGHDo}HV GHH[HFXomRÀVFDOHPWUkPLWHQRSDtV 5HSUHVHQWDQWHV GD &RQIHGHUDomR 1DFLRQDO GRV 0XQLFtSLRV QD VH[WDIHLUDHP%UDVtOLDFRPRMXL]DX[LOLDU GD&RUUHJHGRULD(ULYDOGR5LEHLURGRV 6DQWRVSDUDGLVFXWLUHVWUDWpJLDVSDUD HQIUHQWDURSUREOHPD $ WD[D GH FRQJHVWLRQDPHQWR GHVWDV Do}HVQRSDtVVHJXQGRROHYDQWDPHQWR IHLWR SHOD &RUUHJHGRULD p GH 

EMIR SADER

+iXPSUREOHPDHPFRPXP'DSDUWHGR-XGLFLiULRRV([HFXWLYRVÀVFDLV GRV PXQLFtSLRV FRQJHVWLRQDP H DXPHQWDPHPPXLWRDVWD[DVGHFRQJHVWLRQDPHQWR GDV YDUDV GH -XVWLoD 'D SDUWHGRVPXQLFtSLRVHOHVTXHUHPTXH QyVVHMDPRVPDLVHIHWLYRVQDFREUDQoD GHVWDV GtYLGDVµ GLVVH R MXL] DX[LOLDU DSyVDUHXQLmR 2WUDEDOKRFRPHoDUiFRPROHYDQWDPHQWR GRV JDUJDORV H[LVWHQWHV H GDV ERDV SUiWLFDV Mi DGRWDGDV 8PD GDV SRVVLELOLGDGHVpLQVWLWXLUSURMHWRVSLORWRVHP6HUJLSHHQR5LR*UDQGHGR 6XO QDV FDSLWDLV GRV GRLV HVWDGRV H HPRXWURVPXQLFtSLRVTXHHVWHMDPLQWHUHVVDGRV

MARCUS BARBERINO Juiz do trabalho em São Paulo

)LFKD/LPSDQD-XVWLoDGR7UDEDOKR

$ /HL &RPSOHPHQWDU  TXH UHJXOD DV KLSyWHVHV GH LQHOHJLELOLGDGHV PRUUHX 4XHU GL]HU IRL DSHOLGDGD SHOD RSLQLmR S~EOLFD FRPR´OHLGDÀFKDOLPSDµSRUIRUoD GH SURSRVWD GH LQLFLDWLYD SRSXODU TXH D DOWHURX H TXH IRL H[WUDtGD j IyUFHSV GR &RQJUHVVR 1DFLRQDO 4XHP VDEH DWp QHJDQGR DTXHOD Pi[LPD DWULEXtGD D %LVPDUFN GH TXH ´ VH D SRSXODomR VRXEHVVH FRPR VmR IHLWDV DV VDOVLFKDV H DV OHLV QmR FRPHULD DV SULPHLUDV QHPFXPSULULDDV~OWLPDVµ $JRUD TXH R 67) LQWHJURX GHÀQLWLYDPHQWHDRVLVWHPDLQIUDFRQVWLWXFLRQDO D DOWHUDomR SURSRVWD SHOD LQLFLDWLYD SRSXODU FDEH XP ROKDUVREUHDOLPLWDomRGDOHLGDV LQHOHJLELOLGDGHV SRU IRUoD GR YtFLRPRGHUQRGHVHHOHYDURGLUHLWR SHQDO D FRQGLomR GH SXULÀFDGRU GR FRUSR GD VRFLHGDGH H GR YH]R FDQKHVWURGHGLYLGLUVHJPHQWDUH LQVXODURH[HUFtFLRGDMXULVGLomR2 VLQWRPDPDLVJUDYHGDHOHYDomRGR GLUHLWR SHQDO DR DOWDU GR SURFHVVR FLYLOL]DWyULR HVWi QD YHUWLJLQRVD HOHYDomR GR Q~PHUR GH WLSRV SHQDLV MXQWDPHQWH FRP D HOHYDomR GD SRSXODomR HQFDUFHUDGD H SDVPHPGRQ~PHURGHPDQGDGRVGH SULVmRQmRFXPSULGRV 3DUDVHUMXVWRRXDRPHQRVWHQWDUYDOHSRQGHUDUTXHDFULPLQDOL]DomR GD YLGD QmR p DSHQDV XP PRYLPHQWR FRQVHUYDGRU 0HVPR PLOLWDQWHV GH GLUHLWRV KXPDQRV H GHIHQVRUHV GH PLQRULDV KLVWyULFDV WUD]HPQRFDUGiSLRGDVDOWHUDo}HV UHJXODWyULDVTXHSURS}HPQmRDSHQDVSROtWLFDVS~EOLFDVLQFOXVLYDV 6HPSUH Ki D SROtWLFD S~EOLFD VRPEULD WLSRV SHQDLV DXPHQWRV GH SHQDV UHVWULomR GH GLUHLWRV GH DFXVDGRV H SUHVRV 9DOH GL]HU PDLVGHPDQGD HJDVWRSRWHQFLDO  FRPRDSDUHOKRGHVHJXUDQoDHMXVWLoD2PHVPRDSDUHOKRGHHVWDGR TXHVDEHPRVVHUSRXFRLQWHOLJHQWH

H WpFQLFR SDUD LQYHVWLJDU H FODUDPHQWHLQHÀFLHQWHSDUDSURFHVVDUH MXOJDUDFXVDGRV 0DV FRPR HVVD HTXDomR IHFKD" &RPR p TXH D SRSXODomR FDUFHUiULD DXPHQWD VHP TXH R VLVWHPD GHVHJXUDQoDVHDSHUIHLoRH"ELQJR SUHQGHPHSURFHVVDPRVPHVPRV QHVVDRUGHP2VGLIHUHQWHVGRHVWUDWRVXSHULRUVHUmRVXEPHWLGRVj EDL[DFDSDFLGDGHWpFQLFDGHLQYHVWLJDomR H DRV FDPLQKRV WRUWXRVRV OHQWRV H LQVWiYHLV GR SURFHVVR SHQDO 3RLV EHP DQWHV TXH R FLGDGmR SHQVH TXH R -XGLFLiULR VDQFLRQDUi R HVWUDWR VXSHULRU SROtWLFRV HOHLWRV H FDQGLGDWRV D WDLV  DSyV D UHYLVmR GH VHQWHQoDV HP yUJmRV FROHJLDGRVÀFDDTXLRPHXDOHUWD SUHYHQWLYRDRGLVVDERUGHFRUUHQWH GD QmR SURÀOD[LD GRV ´FRVWXPHV SROtWLFRVµ HHFRQ{PLFRVDFUHVFHQWRHXSRLVpGLVVRTXHWDPEpPVH WUDWD 1HPWRGDVHQWHQoDVXEPHWLGDDUHYLVmRHQVHMDUiLQHOHJLELOLGDGH9HMDRFDVRGR6HQDGRU-RmR 5LEHLUR 'HVGH  VH Yr jV YROWDVFRPDFXVDo}HVQmRSURYDGDV HQmRWUDQVLWDGDVHPMXOJDGRGLUmR VHX DGYRJDGRV H DSRLDGRUHV 'RV YiULRV SURFHVVRV TXH UHVSRQGH R VHQVRFRPXPGLUiTXHVHHVSHUDD PHVPDVROXomR2VMXULVWDVEDWHP D SOHQRV SXOP}HV SHOD FKDPDGD ´XQLGDGHGHFRQYLFomRµ 1R FDVR HVSHFtÀFR IRL R SDUODPHQWDU VXEPHWLGR D LQYHVWLJDomR FULPLQDOGHVGH'DGDDIXQomR TXH RFXSD R 67) FXLGDYD GR VHX LQTXpULWR 1HVWH DQR GH  R 3OHQiULR DGPLWLX D DEHUWXUD GR SURFHVVR SHQDO 2LWR DQRV $QWHV TXH PH DFXVHP GH GLVVHPLQDU R JpOLGR H IUXVWUDQWH DU GH LPSXQLGDGH TXHUR VDOLHQWDU TXH R SDUODPHQWDU Mi IRL FRQGHQDGR SRU YLRODomR GR DUWLJR  GR &yGLJR 3HQDO 1mR HP  LQVWkQFLD GLWD URPkQWLFD 1mR HP  LQVWkQFLD

VXSRVWDPHQWH PDLV VyEULD 0DV QRVWUrVQtYHLVRUGLQiULRVGR3RGHU -XGLFLiULRLQFOXLQGRVHDtDLQVWkQFLDHVHXVDUHVGHVDEHUIpUUHR H LQFRQWHVWiYHO RX SDUD RV PDLV PRGHVWRV D TXH HUUD SRU ~OWLPR 1HVWHFDVRQmRKRXYHLPSXQLGDGH WHFQLFDPHQWHIDODQGR (PPDUoRGHSHODWHUFHLUD YH] H QD VXD WHUFHLUD FDPDGD D-XVWLoDGR7UDEDOKRUHFRQKHFHX DSUiWLFDGHWUDEDOKRHVFUDYRFRQWHPSRUkQHR QD PRGDOLGDGH GH WUDEDOKR GHJUDGDQWH 0DV HVVDV GHFLV}HVMXGLFLDLVQmRFRQWDPSDUD ÀQVGHDSOLFDomRGDOHLGHLQHOHJLELOLGDGHV)LFRDPHSHUJXQWDUVH HVVHV HIHLWRV IRVVHP DOFDQoDGRV WDPEpP FRP DV FRQGHQDo}HV GD -XVWLoD GR 7UDEDOKR VH WHUtDPRV PDLV VDQo}HV GH LQHOHJLELOLGDGHV GRDQGDUGHFLPDRXYHUtDPRVLQVWDODGD QR LQWHULRU GD -XVWLoD GR 7UDEDOKR D PHVPD LQVWDELOLGDGH SURFHVVXDO H SURFHGLPHQWDO TXH JUDVVDQRSURFHVVRSHQDOHVHXVLVWHPDGHMXVWLoD 'LJDR67)TXHSUHFLVRXGHRLWR DQRV SDUD GHOLEHUDU VREUH XP LQTXpULWR $JRUD ´KDEHPXVµ SURFHVVR SHQDO QR FDVR GR SDUODPHQWDU ( WDPEpP PDLV SDURODJHP VREUH D ´LQRFrQFLDµ HVSHFLDO GR KRPHP ERP VLPSOHV ´LUUHJXODULGDGHV DGPLQLVWUDWLYDVµ SDUD XVDU HXIHPLVPR DR JRVWR GRV SRWHQWDGRV GRDWUDVR,QFOXVLYHGHSDUODPHQWDUHV HVWDGXDLV GH RULJHQV LGHROyJLFDVWmRYDVWDVFRPRDVFRUHVGR DUFRtULV 1D´MXVWLFLQKDµRWHPSRWDPEpP IRL ORQJR 0DV R SURFHVVR DFDERX XP DQR DQWHV GR RXWUR SURFHVVR SRGHU FRPHoDU 3DUD RV TXH JRVWDPGDFULPLQDOL]DomRGDYLGDÀFD D WUDQTXLOL]DGRUD LGHLD GH TXH DR PHQRVRVTXDVHTXLQKHQWRVPLOHQFDUFHUDGRVQmRVmRHOHJtYHLV0DV QmRRVmRGHVGHRQDVFLPHQWRQp" FILIADO AO

Jorgraf UM PRODUTO:

Rua da Praia, 134 - sala 303 - centro - Maceió Alagoas Endereço Comercial: Av. Menino Marcelo - 10.440 - Serraria Maceió - Alagoas - CEP: 57.083.410 CNPJ: 08.951.056/0001 - 33

Cooperativa dos Jornalistas H*Ui¿FRVGRHVWDGRGHDODJRDV

Filósofo, cientista político e professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), onde coordena o Laboratório de Políticas Públicas

$IDODGRJRYHUQR 2 JRYHUQR OHYD DGLDQWH XPD SROtWLFDHFRQ{PLFDHVRFLDOFRUUHWD QR HVVHQFLDO 3ULQFLSDOPHQWH TXDQGR VH FRQVROLGD D WHQGrQFLD DGLPLQXLUDWD[DGHMXURVFRUULJLQGRVHXDXPHQWRQRFRPHoRGR JRYHUQRHDYDQoDQGRSDUDDWD[D PpGLD PXQGLDO R TXH OHYDULD D EDL[DURVLQFHQWLYRVDWUD]HUSDUD DTXL R SLRU FDSLWDO GR PXQGR R HVSHFXODWLYR TXH QmR JHUD QHP EHQVQHPHPSUHJRVHSURGX]GHVHTXLOtEULRVTXHFRORFDPHPULVFR R GHVHQYROYLPHQWR H DV SROtWLFDV VRFLDLV 2QGHRJRYHUQRGHL[DDGHVHMDU p QR SODQR SROtWLFR 2 SDtV QmR RXYHDSDODYUDGDSUHVLGHQWDGR JRYHUQR H[SOLFDQGR SUHVWDQGR FRQWDV VRFLDOL]DQGR SUHRFXSDo}HV EXVFDQGR PRELOL]DomR GD FLGDGDQLD H GRV PRYLPHQWRV SRSXODUHVTXHRDSRLDP 2JRYHUQRWHPDQWHVGHWXGR REULJDomR GH SUHVWDU FRQWDV SHULRGLFDPHQWH j SRSXODomR TXH R HOHJHXDSDUWLUGDVVXDVSURSRVWDVSDUDR%UDVLO3DUDLVWRRJRYHUQRQmRSRGHFRQÀDUQDPtGLD SULYDGDTXHIXQFLRQDPXLWRPDLV FRPR FHQVXUD H FRPR ÀOWUR TXH ID]FKHJDURTXHTXHUHGDIRUPD TXH TXHU VHOHFLRQDQGR UHFRUWDQGR UHWDOKDQGR GHIRUPDQGR PHVPRDVIDODVGRJRYHUQR$SRSXODomRQmRSRGHÀFDUjPHUFrGR PRQRSyOLRSULYDGRGDPtGLDTXH FRPR EHP GLVVH D 3UHVLGHQWD GLDQWH GDV LPSRUWDQWHV SROtWLFDV GRJRYHUQRSUHIHUHGHÀQLURXWUD SDXWD GH SDUWLGR RSRVLWRU FRPR IRL DVVXPLGR H[SOLFLWDPHQWH SRU HOD GXUDQWH D FDPSDQKD HOHLWRUDO 6H I{VVHPRV WRPDU R SULPHLUR DQR GR JRYHUQR 'LOPD SHOR TXH D PtGLD ID] FKHJDU DRV OHLWRUHV RXYLQWHV H WHOHVSHFWDGRUHV WHULD VLGR XP DQR PDUFDGR SHORV HVFkQGDORV SHULRGL]DGR SHORV FDVRV GH FDGD PLQLVWUR DOYR GH GHQ~QFLDV DWp VXD VXEVWLWXLomR eSUHFLVRGL]HUTXHRJRYHUQRIRL SDXWDGRSHODPtGLDQDVXDkQVLD

GHQXQFLVWDVHPTXHVXDVYHUV}HV WHQKDPFKHJDGRjSRSXODomRVDOYRDWUDYpVGRÀOWURGHVVHPHVPD PtGLDRSRVLWRUD 2V HL[RV FHQWUDLV GR JRYHUQR QmR FKHJDUDP j SRSXODomR VRE IRUPD GH GLVFXUVR GH H[SRVLomR GH SURSRVWDV PDLV DOpP GD LPSOHPHQWDomR FRQFUHWD GDV SROtWLFDV 0DV D SROtWLFD QmR VH ID] DSHQDV FRP IDWRV HOD SUHFLVD GHDUJXPHQWRVGHFRQYHQFLPHQWR GH SHUVXDVmR PDLV DLQGD VH TXHUHPRVTXHDYDQFH²HDYDQFH PXLWR²DFRQVFLrQFLDVRFLDOGHVVD LPHQVDPDVVDGHJHQWHTXHHVWi SHOD SULPHLUD YH] WHQGR DFHVVR D GLUHLWRV HOHPHQWDUHV TXH SRU WDQWRWHPSROKHIRUDPQHJDGRV 2JRYHUQRSUHFLVDDVVXPLUVXDV UHVSRQVDELOLGDGHVQHVVHSURFHVVR GH FRQVFLHQWL]DomR GD PDVVD GD FLGDGDQLDH[SOLFDQGRVXDVSROtWLFDVGL]HQGRDVUD]}HVSHODVTXDLV DVLWXDomRGRSRYRWHPPHOKRUDGR VXEVWDQFLDOPHQWHTXDLVRVREVWiFXORVSDUDTXHVLJDDYDQoDQGRGH IRUPDDLQGDPDLVUiSLGDTXDOD HVWUDWpJLD GR JRYHUQR HWF  HWF 1mR VH WUDWD VLPSOHVPHQWH GH TXHHVVDIDODID]IDOWDpTXHHVVH HVSDoR p RFXSDGR SHOR GLVFXUVR RSRVLWRUTXHVHRS}HIURQWDOPHQWHDRVDUJXPHQWRVTXHRULHQWDP DVSROLWLFDVGRJRYHUQR3DUDHOHV TXDQWR PHQRV (VWDGR PHOKRU WRGR R FDXGDO GH GHQ~QFLDV QmR p IHLWR SDUD PHOKRUDU D DomR GR JRYHUQR H GR (VWDGR PDV SDUD HQIUDTXHFrORV HP IDYRU GRV PHFDQLVPRVGHPHUFDGRHPTXHVH DVVHQWDPDVSRVLo}HVRSRVLWRUDV 3UHJDP PHQRV JDVWRV VRFLDLV SULRULGDGH GR DMXVWH ÀVFDO SROtWLFD H[WHUQD GH DOLQKDPHQWR VXERUGLQDGRDRV(8$&RPRGHVIUXWDPGRPRQRSyOLRGRVHVSDoRV GH IRUPDomR GH RSLQLmR S~EOLFD ² D TXH UHVLVWLPRV QD LPSUHQVD DOWHUQDWLYDPDVHPXPFRPEDWH GH IRUoDV PXLWR GHVLJXDLV HVSHFLDOPHQWHVHFRQVLGHUDPRVRSHVR GDWHOHYLVmRGLIXQGHPXPGLVFXUVRQDFRQWUDPmRGRTXHID]H

SHQVDRJRYHUQR ( TXHP UHSUHVHQWD QHVVH HVSDoRIXQGDPHQWDOGHGLVSXWDGDV FRUDo}HV H PHQWHV D PDLRULD GD SRSXODomRTXHHOHJHXHUHHOHJHX D /XOD H HOHJHX D 'LOPD FRQÀUPDQGRTXHVmRDPDLRULDQR%UDVLO"2JRYHUQRWHULDTXHDVVXPLU VXDV UHVSRQVDELOLGDGHV JDUDQWLQGRTXHVXDIDODFKHJXHDWRGRV RVEUDVLOHLURV7HPTXHHQFRQWUDU RV PHLRV QRV HVSDoRV S~EOLFRV DWXDOPHQWH H[LVWHQWHV RX FULDQGRIRUPDVTXHGHULYHPGDGHPRFUDWL]DomR GRV PHLRV GH FRPXQLFDomR0DVQmRSRGHVHDXVHQWDU GHVVHVHVSDoRVVRERULVFRGHVHJXLUVHQGRSDXWDGRSHODRSRVLomR H SLRU GH TXH D FRQVFLrQFLD GDV SHVVRDV QmR DFRPSDQKH D DomR GRJRYHUQRQmRSRUGLVFRUGkQFLD PDVSRUGHVFRQKHFLPHQWRGRVDUJXPHQWRV $SROtWLFDHRSRGHUVmRDFRPELQDomRGDIRUoDHGDSHUVXDVmR FRQIRUPH DV DQiOLVHV LQVXSHUiYHLV GH *UDPVFL 2 JRYHUQR WHP RSRGHUGDVDo}HVHGDHVFROKDGH FDUJRVPDVWHPTXHID]HUDFRPSDQKDU HVVD DomR GD SHUVXDVmR GR FRQYHQFLPHQWR GR FRQVHQVR 6HDOJRHXPHDWUHYHULDDGL]HUj 3UHVLGHQWDQHVWHPRPHQWRVHULD VLPSOHVPHQWH)DOD'LOPD)DOD PXLWR IDOD VHPSUH HQFRQWUDQGR RV PHLRV GH TXH VXDV IDODV FKHJXHP jV SHVVRDV VH TXHUHPRV FRQVROLGDU D QRYD PDLRULD VRFLDO H SROtWLFD FRP XPD FRQVFLrQFLD PDMRULWiULD EDVHDGD HP YDORUHV VROLGiULRVHQDRQRVPHFDQLVPRV GDFRPSHWLomRVHOYDJHPGHWRGRV FRQWUDWRGRVTXHSURS}HPRPHUFDGRHGLIXQGHDRSRVLomRPLGLiWLFD 2 H[HUFtFLR GD SROtWLFD GHPRFUiWLFD p HVVHQFLDOPHQWH R H[HUFtFLRGRFRQYHQFLPHQWRGDDUJXPHQWDomR GR FRPSDUWLOKDPHQWR GRVSUREOHPDVHGDFRQYRFDomRGD PRELOL]DomRSRSXODUSDUDRSURWDJRQLVPRFRQMXQWRGRJRYHUQRHGR SRYRQDFRQVWUXomRGHXP%UDVLO MXVWRHVROLGiULR

OLÍVIA DE CÁSSIA CORREIA DE CERQUEIRA Jornalista - http://oliviadecassia.blogspot.com

3ROrPLFDVGR&yGLJR)ORUHVWDO $SyV GH]HQDV GH GLVFXVV}HV HP FRPLVV}HV H HPHQGDV R QRYR&yGLJR)ORUHVWDOTXHHVWi SDUDVHUDSURYDGRSHOD&kPDUD )HGHUDO DLQGD HVWi FHUFDGR GH SROrPLFDVHGLVFRUGkQFLDVHQWUH DPELHQWDOLVWDVHLQVWLWXLo}HVOLJDGDVDRPHLRDPELHQWH6HIRU DSURYDGRGRMHLWRTXHHVWiVHUi PRWLYR GH PXLWDV GLVFyUGLDV SHOR3DtVDIRUD $ PXGDQoD QR FRPDQGR GDV OLGHUDQoDV GR JRYHUQR QD &kPDUD H QR 6HQDGR DGLRX PDLV XPD YH] D YRWDomR GR 3/   TXH HVWDYD SUHYLVWD SDUD HVWD VHPDQD $ UHIRUPD IRL DSURYDGD SHORV GHSXWDGRV HPPDLRGHVHJXLXSDUDR 6HQDGRHDJRUDD&kPDUDSUHFLVDDYDOLDUDVDOWHUDo}HVIHLWDV SHORVVHQDGRUHV$QRYDGDWDGH YRWDomR GD UHIRUPD DLQGD QmR IRLGHÀQLGD 2 SUHVLGHQWH GD &kPDUD 0DUFR0DLDDÀUPRXTXHRPRWLYRGRFDQFHODPHQWRGDVYRWDo}HV QR 3OHQiULR QHVWD WHUoDIHLUDIRLGDUWHPSRDRQRYR OtGHU GR JRYHUQR GHSXWDGR $UOLQGR&KLQDJOLD 3763 GH´WRPDUSpµGRVSURMHWRVTXHHVWmR QDSDXWDGHYRWDomR3RUGHWHUPLQDomR GD SUHVLGHQWH 'LOPD 5RXVVHII &KLQDJOLD VXEVWLWXLX RGHSXWDGR&kQGLGR9DFFDUH]]D 3763 QDOLGHUDQoD 2UHODWRUGRQRYR&yGLJR)ORUHVWDO GHSXWDGR 3DXOR 3LDX 30'%0*  Mi FRQFOXLX VHX SDUHFHU (QWUH DV PXGDQoDV TXHIH]QRWH[WRYLQGRGR6HQD-

PRESIDENTE Antonio Pereira Filho DIRETOR ADMINISTRATIVO FINANCEIRO: José Paulo Gabriel dos Santos Editor geral: Ricardo Castro

GRHOHSUHWHQGHUHWLUDURDUWLJR TXH SUHYr XP SHUFHQWXDO PtQLPR GH iUHD YHUGH QDV QRYDV H[SDQV}HV XUEDQDV 2 UHODWRU DYDOLD TXH DV UHJUDV SDUD DV iUHDV GH SUHVHUYDomR SHUPDQHQWH $33V TXHIRUDPRFXSDGDV LOHJDOPHQWH SRU DWLYLGDGHV FRPR D SHFXiULD VmR R SRQWR PDLVGLItFLOSDUDXPDFRUGR $VSURSRVWDVGHPXGDQoDQR &yGLJR)ORUHVWDOTXHpGH WUDPLWDP QD &kPDUD Ki PDLV GHGH]DQRVHDLQGDQmRFKHJRX D XP FRQVHQVR $V OLGHUDQoDV DPELHQWDLVHVWmRDFRPSDQKDQGR  DWHQWDV jV GLVFXVV}HV QR &RQJUHVVR 1DFLRQDO 1D VHPDQD SDVVDGD HQWLGDGHV FRPR D GD 0XOKHUHV GD 9LD &DPSHVLQDHQYLDUDPFDUWDVHHPDLOVj SUHVLGHQWH'LOPD5RXVVHIISDUD SHGLU R YHWR GDV PXGDQoDV QR &yGLJR 2VDPELHQWDOLVWDVHDJULFXOWRUHV DYDOLDP TXH D PDWpULD TXHHVWiSDUDVHUDSURYDGDYDL DFDEDU FRP DV UHVHUYDV GH ÁRUHVWDV EUDVLOHLUDV H SHGLUDP j SUHVLGHQWHTXHLQWHUFHGHVVHQR VHQWLGRGHTXHGRMHLWRTXHHVWi QmRIRVVHDSURYDGD1DPHVPD PHQVDJHPDVPXOKHUHVUHVJDWDP R FRPSURPLVVR DVVXPLGR HP  SHOD HQWmR FDQGLGDWD 'LOPD GXUDQWH DV HOHLo}HV GH LPSHGLUDDSURYDomRGHOHLVTXH FULHPFRQGLo}HVSDUDDDPSOLDomRGRGHVPDWDPHQWR  6HJXQGR D PDWpULD HP GLVFXVVmR D QRYD OHL GHWHUPLQD FRPR VHUi D H[SORUDomR GDV

WHUUDVHDSUHVHUYDomRGDViUHDV YHUGHV GR SDtV $ &kPDUD )HGHUDO GLVFXWH DV PXGDQoDV DSURYDGDV SHOR 6HQDGR QR DQR SDVVDGRFRPEDVHHPWH[WRYRWDGR SHOD &kPDUD 1HVWD VHJXQGD YRWDomR RV GHSXWDGRV QmR SRGHP PDLV ID]HU PXGDQoDV GH PpULWR DSHQDV GHFLGLU TXDOWH[WRYDLSUHYDOHFHU²VHR DSURYDGR SHOR 6HQDGR RX R GD &kPDUD 7DPEpP p SRVVtYHO UHWLUDU SRQWRVGDSURSRVWD+iPXLWDV SROrPLFDV DLQGD D UHVSHLWR GD PDWpULDQmRKDYHULDDFRUGRVREUHDSDUWHLQLFLDOGRWH[WRTXH WUDWDGHSULQFtSLRV+iGHSXWDGRVTXHDFKDPQmRVHUDGHTXDGR R GRFXPHQWR WHU SULQFtSLRV TXH QmR SRGHUmR VHU UHSURGX]LGRV HP OHL H ¶ÀFDUmR YDJDQGR HFULDQGRGLÀFXOGDGHVGHLQWHUSUHWDomR· $ UHVSHLWR GDV ÁRUHVWDV FRP iUHDV GH SURWHomR HP PDUJHQV GH ULR H QDVFHQWHV WDPEpP Ki GLVFRUGkQFLDV $ GHÀQLomR GDV iUHDV GH SURWHomR DLQGD FDXVD UHEROLoR SULQFLSDOPHQWH HQWUH RV DPELHQWDOLVWDV 2 OtGHU GR 39 H IXWXUR SUHVLGHQWH GD &RPLVVmR GH 0HLR $PELHQWH H 'HVHQYROYLPHQWR 6XVWHQWiYHO 6DUQH\ )LOKR 0$  GLVVH TXH RSURMHWRYDLDQLVWLDUGHVPDWDGRUHVFRQGHQDUGHYH]D0DWD $WOkQWLFD H IDYRUHFHU R JUDQGH ODWLIXQGLiULR 3HOR YLVWR VH IRU DSURYDGRFRPRHVWiRVGHVWUXLGRUHVGRPHLRDPELHQWHYmRID]HUDIHVWD

Nosso noticiário nacional é fornecido pelas agências: Agência Folha e AGência Nordeste PABX: 82.3311.1338 COMERCIAL: 82.3311.1330 - 3311. 1331 REDAÇÃO: 82.3311.1328 - 3311.1329 CENTRAL DE ASSINANTE: 82.3311.1308 - 3311.1309 comercial.tribunaindependente@gmail.com redação.tribunaindependente@gmail.com

ricardocastro@tribuna-al.com.br

DIRETORA COMERCIAL: Marilene Canuto

OS ARTIGOS ASSINADOS SÃO DE RESPONSABILIDADE DOS SEUS AUTORES. NÃO REPRESENTANDO, NECESSARIAMENTE, A OPÍNIÃO DESTE JORNAL.


TribunaIndependente

MACEIÓ - DOMINGO, 18 DE MARÇO DE 2012

Brasil

BRASIL

7

Romeu, o jumento que nĂŁo bota para correr quem se atreve a imitĂĄ-lo Romeu. Este ĂŠ nome do jumento que anda fazendo o maior sucesso pelas ruas da cidade de Catingueira. Motivo? Romeu nĂŁo gosta de ser imitado e costuma correr atrĂĄs das pessoas que o imita. A “famaâ€? de Romeu começou a se espalhar a cerca de seis meses quando ele passou a andar pelas ruas. Durante um dia, um homem que passava por perto dele o imitou e para sua surpresa, Romeu nĂŁo gostou e partiu para agressĂŁo. A partir daĂ­, os boatos se espalharam dando conta que existia na cidade um jumento que corre atrĂĄs das pessoas ao ser imitado.

Venda para a China gera ato prĂł-jegues

Proposta causa reação de defensores do animal, que vem sendo substituído pela motocicletas no Nordeste

C

om o recente anĂşncio de que os chineses pretendem importar 300 mil jumentos por ano do Nordeste ainda no campo das intençþes, os protetores de animais e defensores do jegue começam a ganhar espaço na internet e blogs em protesto contra a negociação. No site Petição PĂşblica, circula abaixoassinado pedindo que os MinistĂŠrios da Agricultura e do Meio Ambiente vetem o que consideram “verGDGHLUDFDUQLĂ€FLQDÂľ´3RUXP tratamento digno aos jegues, que ajudaram a erguer muitas das grandes cidades nordestiQDVÂľGHIHQGH-iRVLWH$FRUGD Cordel destaca “o massacre do MXPHQWR QRUGHVWLQRÂľ FRP R poeta CancĂŁo de Fogo conclamando os parceiros a se mobi-

FREIRE CARVALHO

lizarem em defesa do “nosso LUPmRÂľ-{2OLYHLUDRDWHQGHX propondo a campanha “Adote XPMXPHQWR20HQLQR-HVXV OKHDJUDGHFHUiÂľ 2V MXPHQWRV FRPSDQKHLURVGRDJULFXOWRUGRVHPLiULGR nordestino, começaram a ser substituĂ­dos pelas motos no trabalho de cercar o gado, busFDUiJXDHWUDQVSRUWDUPDWHriais e pessoas, especialmente depois da polĂ­tica de distribuição de renda do governo federal e facilidades de crĂŠdito para compra do veĂ­culo. De acordo com dado divulgado em junho de 2011 pela Associação Brasileira de Fabricantes de Motociclos, Ciclomotores, Motomotores, Bicicletas e Similares, a frota de motos no Nordeste cresceu 486% entre 2000 e 2010. Substituido pelas motos no interior do Nordese, jegue ĂŠ cobiçado pelo mercado chinĂŞs para consumo

SUBUTILIZAĂ‡ĂƒO

Mercado chinês quer importar 300 mil animais por ano Em 1967, o Nordeste tinha 7 milhþes de jegues. Hoje, estima-se que tenha 1,2 milhão. Mesmo com a forte redução, a região Ê ainda superpovoada de jumentos, por causa da subutilização.

3DUDRVHFUHWiULRDGMXQWR de Agricultura do Rio GranGH GR 1RUWH -RVp 6LPSOtFLR Holanda, a exportação para a China criaria uma nova FDGHLDHFRQ{PLFDQR(VWDGR ao mesmo tempo em que seria uma solução para os ju-

mentos que tĂŞm sido abandonados por donos de terra, que “fecham as porteiras ao DQLPDOÂľ Em julho do ano passaGR R VHFUHWiULR DVVLQRX XP protocolo de intençþes com a Empresa Shan Dong Dong

(( -LDR &R /WGD YLVDQdo Ă  criação do animal para produção, comercialização e industrialização da carne e derivados. “Por enquanto, QDGD Ki GH FRQFUHWR Vy LQWHQomRÂľDGLDQWRX+RODQGD Segundo o representan-

te da empresa, Xiangquing Meng, a China abate 1,5 milhão de jegues por ano – 300 mil produzidos no país e o restante importado da �ndia e da à frica. Espera-se aumentar o abate em 550 mil/ ano.

PARA ABATE

Uso seria para EHQHÀFLDUOLQKD de comÊsticos De acordo com o protocolo, DHPSUHVDFKLQHVDÀFDULDHQcarregada de dar assistência tÊcnica com melhoria da genÊtica e alimentação, enquanto o governo do Rio Grande do Norte buscaria linhas de crÊdito. A mão de obra local seria utilizada e o preço do animal, compatível com o mercado. Agricultores familiares seriam organizados e inseridos como produtores de jegues. 2 SUHVLGHQWH GD $VVRFLDção Brasileira de Criadores de -XPHQWR1RUGHVWLQR)HUQDQdo Viana, aprova a proposta, GHVGHTXHRSUHoRVHMD´MXVWR¾ 2 LQWHUHVVH GD &KLQD p SHOR animal completo, que seria vendido abatido, tanto para consumo humano como para a indústria de cosmÊticos e de medicamentos. A informação Ê a de que os chineses teriam visitado, em 2011, todos os Estados do Nordeste com a mesma proposta feita ao Rio Grande do Norte.


8

PUBLICIDADE

MACEIÓ - DOMINGO, 18 DE MARÇO DE 2012

TribunaIndependente


TribunaIndependente

MACEIÓ - DOMINGO, 18 DE MARÇO DE 2012

Cidades

CIDADES

9

Para sociólogo, dependente químico tem que contar com a assistência do Estado O sociólogo e professor do Centro de Estudos Superiores de Maceió (Cesmac), Jorge Vieira, diz que para que o dependente químico receba benefício do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) é preciso que o Estado estabeleça critérios. “O Estado nasceu para dar assistência ao indivíduo. Isso é responsabilidade social, que o indivíduo tem que ter para com o Estado e o Estado para com o indivíduo”, concluiu.

Cresce total de benefícios para dependentes

Sem condições de se manter no trabalho, dependentes de drogas procuram cada vez mais ajuda do INSS ALANA BERTO REPÓRTER

O

número de dependentes químicos que recebem benefício do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) porque não têm mais condições de trabalhar teve um aumento nos últimos anos em Alagoas. Apesar de ser um assunto que causa polêmica, que vai além de ciências como psicologia, sociologia, que é um caso de justiça, criminalidade e ao mesmo tempo de saúde pública, o aumento já chega a 8% entre os anos 2010 e 2011 e continua crescendo em 2012. Só em 2010, foram 167 benefícios concedidos a dependente químicos, o que gera para o INSS um gasto de R$ 143.620 todo mês. Em 2011, foram 181 benefícios concedidos, um gasto de R$ 155.660 por mês. Em janeiro de 2012, foram concedidos 19 benefícios. Com essa média, estima-se que ao longo do ano sejam concedidos mais de 200 benefícios em

A Previdência é um reflexo do que acontece na sociedade” CÂNDIDA FALCÃO Perita do INSS

Alagoas. A média paga para cada beneficiário é de R$ 860. Os pedidos de benefícios partem muito da classe média e pobre, mas de acordo com a perita médica previdenciária chefe da Sessão de Saúde do Trabalhador do INSS em Alagoas, Cândida Falcão, a classe alta também procura muito o INSS nesses casos. Cândida conta que os jovens de 20 a 35 anos são os mais atingidos pelas drogas e, por consequência, são os

que mais pedem benefício. “É um problema de saúde pública”, constatou. Ela analisa que as pessoas procuram o álcool como uma forma de eliminar o estresse e as outras drogas são procuradas por moda. “Para que um benefício seja concedido a um dependente, ele precisa provar que está fazendo tratamento, pois muitos usam o dinheiro para comprar drogas”, explicou. É preciso ver os âmbitos social, econômico e humanístico. A perita destaca que a sociedade inteira paga por isso. “O usuário precisa ser resgatado e o tráfico coibido. Quem paga a conta somos nós”. Segundo a perita, um dependente químico leva no mínimo três meses para conseguir a desintoxicação do organismo. Durante o tempo em que ele está em tratamento, a sociedade é quem vai pagar a conta. Por isso, ela cobra do poder público alternativas. “A Previdência é um reflexo do que acontece na sociedade”, frisou. SANDRO LIMA

SANDRO LIMA

Em 2010 foram concedidos 167 benefícios, enquanto em 2011 foram 181, um aumento de 8%

DEPENDENTES QUÍMICOS

Para psicólogo, trabalhar pode ser caminho para recuperação

Dependentes químicos precisam estar em tratamento para terem direito ao benefício da Previdência

Para o psicólogo Felipe Rocha, a concessão de benefício para dependentes químicos pela Previdência Social é uma questão que envolve o serviço social, a Justiça e questões familiares. “Pelo número de dependentes que vão ao hospital [Portugal Ramalho] a gente vê que é uma questão social bastante intensa. O próprio governo não desenvolve ferramentas na área jurídica”, afirmou. O psicólogo disse que é preciso diferenciar o usuário, o traficante e a criminalidade. “Os usuários precisam acreditar e ter força de vontade para poder ter direi-

to ao benefício. Isso é uma cadeia complexa que envolve muitas ramificações que vão além da psicologia”. Felipe esclarece que quando o dependente chega ao hospital em busca de benefício, ele é orientado. “Cada caso é um caso. Um dos pilares onde está o tratamento para o dependente é a reformulação de valores pessoais e uma das coisas que mais levanta o indivíduo é o trabalho, que é, sem dúvida nenhuma, uma das questões mais fortes para a recuperação do dependente. Quando o paciente exerce uma função, ele fica com a autoesti-

ma mais elevada”, explicou o psicólogo. O sociólogo Jorge Vieira argumenta que esta é uma questão de saúde pública e para ele saúde é prioridade. “Nós brasileiros temos uma visão muito limitada das questões sociais. Nós somos muito individualistas. Essa questão dos dependentes químicos tem atingido toda a sociedade”, frisou. Para ele, os problemas só passam a ser notados quando atingem a classe alta. “Enquanto o problema ocorre entre as classes mais baixas, não é tido como um problema”. (A.B.)


10

CIDADES

TribunaIndependente

MACEIÓ - DOMINGO, 18 DE MARÇO DE 2012

Frituras e refrigerante são os prediletos das crianças Em visita a escolas, Tribuna constatou que eles preferem as guloseimas SANDRO LIMA

ANA PAULA OMENA REPÓRTER

N

um universo de lanches saborosos e guloseimas apetitosas, algumas escolas de Maceió têm se empenhado em fornecer alimentos saudáveis na hora do recreio dos alunos. A Tribuna Independente visitou escolas em Maceió para ver o que as crianças e os adolescentes estão comendo e constatou falta de cuidado com a saúde. Em uma escola no bairro do Trapiche da Barra, em Maceió, a reportagem chegou na hora do intervalo de uma turma do terceiro ano primário e conversou com alguns estudantes. Por unanimidade, eles contaram que preferem comprar alimentos da cantina que trazer de casa. Camila, de nove anos, disse que a mãe briga quando ela leva dinheiro para comprar lanche. “Minha mãe não gosta porque não sabe o que eu como. Às vezes quando trago de casa também não gosto do lanche e levo de volta para a casa”, contou. De dezenas de estudantes que lanchavam durante o intervalo, poucos consumiam frutas, iogurte ou sanduíches naturais. A maioria era pizza, coxinha, salgadinho, pipoca, achocolatado, refrigerante, entre outros alimentos menos indicados para a saúde da população. Outra aluna, Bárbara, de oito anos, disse que gosta de alimentos bons e também ruins. “A gente sabe que al-

Fritura, biscoitos recheados, refrigerantes e outros alimentos ruins para a saúde predominam no recreio

guns alimentos fazem mal e come, mas também outros que apesar de serem ruins são bons para a saúde, então a gente come os dois e balanceia”, opinou. Na escola, a coordenadora Sônia Guedes afirma que as reuniões de pais são importantes para a troca de idéias. “Eles sugerem e a

gente acata. Já pedimos ao fornecedor para começar a vender alimentos mais saudáveis para os alunos como sanduíche natural, salada de fruta, entre outros”, afirmou. Para ela, a conversa entre pais e filhos é muito importante sobre o que levar e o que consumir na cantina da escola.

Maria Eliane da Silva, que tem quatro filhos, disse que prefere lanches mais saudáveis, mas os filhos não. “É uma luta para fazer os meninos comerem bem, embora a escola que eles estudam forneça alimentação, como sopa de legumes ou de feijão, salada de fruta”, comentou.

HÁBITOS SAUDÁVEIS

Escola muda cardápio para dar estímulo Numa escolar particular no bairro da Jatiúca, em Maceió, a prática de fornecer lanches saudáveis foi adotada há um ano, e já coleciona bons resultados. De acordo com a nutricionista da unidade de ensino, Tássia Toledo, um cardápio semanal é sugerido para os pais para que escolham o lanche dos filhos. Pedimos para que ela explicasse o que realmente não pode faltar na lancheira da criança e quais produtos são pouco indicados. A nutricionista conta que o cardápio da escola sugere duas opções de ali-

mentos saudáveis sempre contendo suco de fruta, pão integral, iogurte, torrada, patê, geléia, requeijão e biscoito, mas sem recheio. Ela ressaltou que quanto menor a criança, mais fácil de conscientizar sobre a importância de manter hábitos saudáveis. Já os maiores, como têm uma opinião formada, é mais difícil, porém não impossível. “A cantina da escola pouco a pouco é modificada, e esta é a ideia: fornecer lanches mais saudáveis para que os estudantes do ensino fundamental e médio venham comprar produtos mais in-

dicados para manter a saúde”, explica. “Na cantina, embora terceirizada, aos poucos está havendo cortes, no sentido de deixar de vender fritura, biscoito recheado, refrigerante, chocolate e outros tipos de guloseimas. Por lá, alguns salgadinhos não entram, por exemplo, somente assados”, garantiu. A nutricionista frisa que algumas crianças fazem birra e não aceitam de jeito nenhum o lanche diferenciado, mais natural, fornecido pela escola. A saída é uma segunda opção de lanche, mais atraente, para

incentivá-los. “Eles não deixam de lanchar. Tássia Toledo acrescenta que é fundamental os pais ficarem atentos ao que as crianças andam comendo na escola, pois é um hábito compartilharem os lanches. “Mesmo que estejam levando alimentos saudáveis de casa, podem estar consumindo guloseimas compartilhadas com outros amigos”, disse. Uma sugestão é debater o assunto no conselho de pais ou criar uma consciência de consumo, estipulando apenas um dia em que as guloseimas sejam permitidas. (A.P.O.)

DICA

Saiba que alimentos mandar na lancheira Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma dieta saudável para o ser humano passa por cinco fases: amamentar o bebê durante os seis primeiros meses de vida, comer alimentos variados, ingerir muitos vegetais e frutas, moderar na quantidade de gorduras e óleos e evitar sal e açúcar. Parece difícil conseguir, mas estes hábitos, se desenvolvidos desde a infância – de preferência, mudando agora o que seu filho leva na lancheira - podem ser levados para toda a vida. LANCHE INDICADO O lanche escolar é uma refeição intermediária, que serve para dar energia à criança entre duas refeições principais. O ideal é que ele conte-

nha uma porção de carboidratos, para fornecer energia, que pode ser um pão ou um biscoito integrais; uma porção de lácteos, que tem proteínas, podendo ser iogurte ou requeijão; uma porção de frutas ou legumes, responsáveis pelas vitaminas, fibras e minerais; e uma bebida, para hidratação, de preferência natural. LANCHE Do outro lado, pães brancos, refrigerantes, salgadinhos – especialmente os fritos – e doces desequilibram a balança. Apesar de fornecerem energia, estes alimentos contêm pouco além das chamadas “calorias vazias”. Nutricionalmente, eles são só sal e gordura, conforme alertam os nutricionistas. (A.P.O.)

SANDRO LIMA

Frutas devem estar sempre presentes no lanche das crianças


TribunaIndependente

MACEIÓ - DOMINGO, 18 DE MARÇO DE 2012

CIDADES

11

$SURYDGRÀPGHFLJDUURVDURPiWLFRV Empresas têm dois anos para banir cigarros com sabor do mercado; argumento é a atratividade sobre crianças DANIEL MAIA REPÓRTER

A

diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou na última terçafeira, por unanimidade, o fim da comercialização de produtos fumígenos que detêm ingredientes aromáticos. Na resolução RDC n° 14 de 2012 consta que serão proibidos no Brasil os cigarros importados com sabores exóticos, como menta, hortelã, cereja e chocolate. O argumento principal da Anvisa é calcada na porta de entrada para o consumo que esses produtos representam para as crianças e adolescentes, A Tribuna Independente foi ao Centro Comercial de Maceió, e observou em meio à legião de fumantes, uma adesão à nova norma, que pode ganhar mais fôlego quando cessar o prazo de comercialização de dois anos, estipulado pela Anvisa. O comerciante Armênio Vartanian disse que fuma

há 50 anos, e há um ano está comprando somente cigarros em unidade para ver se consegue largar o vício. Sobre o fim dos cigarros aromáticos ele demonstra ser favorável, sem pestanejar. “Eu acho ótimo, simplesmente pelo fato de não induzirem os jovens a fumarem. Quero que eles deixem de ser estúpidos como eu fui. Toda informação que precisamos nós temos hoje. Então nem comece. Depois que vicia para largar é pior”, ressalta. Os estudantes universitários Andressa Medeiros e Walber Silva, aprovam a ideia da proibição e acreditam que a procura de jovens ao fumo vai diminuir. “A maioria dos fumantes que eu conheço começou a fumar de maneira gradativa nas festas, raves. Começaram com cigarros de menta, depois partiram para os tradicionais”, comenta Walber. “Eu tiro por mim. Eu preferia comprar cigarros com sabor aos normais”, complementa Andressa ao se declarar ex-fumante.

SANDRO LIMA

SOUZA CRUZ

Distribuidora teme mercado clandestino

Cugarros com sabor cereja e outros se torna um atrativo aos mais jovens que iniciam vício por curiosidade

DESPESA

Alagoas gasta R$ 20 milhões com fumantes por ano A presidente do Núcleo de Combate ao Tabagismo em Alagoas, Vetrúcia Texeira, informou que a Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) de Alagoas gastou em 2011 uma média de R$ 20 milhões em tratamento de pacientes com doenças advindas do consumo do cigarro.

Segundo ela, os tratamentos são realizados em casos de neoplasia, que acarreta no aparecimento de tumores, em vários pacientes. “Adoecer é uma questão de prejuízo para o Estado. Mas já que todos sabem que o cigarro é muito prejudicial à saúde deveriam ter consci-

ência dos prejuízos às pessoas inocentes que também precisam do serviço público de saúde”, adverte a presidente. Vetrúcia Texeira chama atenção para duas pesquisas que demonstram que a população brasileira ainda tem adesão representativa

ao consumo do tabaco. A primeira refere-se aos dados do Vigitel (Vigilância de Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), do Ministério da Saúde, que afirma que no Brasil, 12% das pessoas acima dos 18 anos fumam. A segunda pesquisa demonstra a inserção juvenil no cigarro.

A Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (Pense) aponta que 14% da faixa etária de 13 a 15 anos faz consumo do cigarro. “Nessas pesquisas, os jovens demonstraram uma predileção por cigarros de cravo e menta”, ressaltou Vetrúcia Texeira. (D.M.)

A assessoria de comunicação da empresa distribuidora de produtos industrializados do tabaco, Souza Cruz já contestou a norma da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que proíbe a comercialização de produtos fumígenos adicionados de sabores exóticos. De acordo com texto publicado no site da empresa, o Brasil pode sofrer um abalo econômico de R$ 3 bilhões com a atuação do comércio clandestino no país, que segundo a empresa, corresponde a 30% do mercado brasileiro. A empresa que atua desde 1902 informou que vai analisar a resolução RDC n° 14, de 15 de março de 2012 para recorrer da decisão. Souza Cruz defende a criação de uma Câmara de Estudos Técnicos para contestar sobre os riscos dos fumos que vêm adicionados de sabores exóticos. De acordo com a assessoria, o mesmo estudo foi realizado nos Estados Unidos, e contribuiu para a legalização do produto para maiores de idade. Por enquanto, nos estabelecimentos comerciais, mercearias e, principalmente, nos postos de combustíveis de Maceió, o produto é distribuído sem que haja esclarecimento da resolução. (D.M.)


12

CIDADES

TribunaIndependente

MACEIÓ - DOMINGO, 18 DE MARÇO DE 2012

Implante de silicone requer cuidados

Especialista em cirurgia plĂĄstica dĂĄ dicas de como escolher prĂłtese de qualidade e evitar problemas como ruptura

A

PatrĂ­cia Sampaio

D

iante da impossibilidade jurídica de Petrúcio Barbosa e Welington Bento em serem candidatos a prefeito em outubro próximo, os partidos de oposição ao atual prefeito James Ribeiro resolveram lançar prÊ-candidaturas. O PT apontou o nome da empresåria Patrícia Sampaio; jå o PCdoB, em reunião do seu comitê municipal da última sexta-feira, lançou o advogado e jornalista Vladimir Barros. Em que pese a pluralidade de nomes a tendência Ê que a oposição saia unida para participar das eleiçþes municipais.

Boa votação

Luciano e Almeida

É importante registrar que nas eleiçþes de 2010, Patrícia Sampaio obteve 2.500 votos para GHSXWDGDHVWDGXDO¿FDQGRQD terceira colocação. Jå o advogado Vladimir Barros se destacou como suplente de senador de Eduardo %RP¿P2VGRLVSROtWLFRVREWLYHram, na terra do Mestre Graciliano Ramos, 4.650 votos.

Com a presença dos prefeitos de Arapiraca, Luciano Barbosa (PMDB), e de Maceió, Cícero $OPHLGD 33 IRLDEHUWRR¿FLDOPHQte, na manhã da última sexta-feira (16), no auditório do Hotel Sol Nascente, no bairro Jardim Esperança, a segunda edição do Fórum Estadual de Secretarias Municipais de Administração de Alagoas.

Presenças O evento teve início às 9h30 e contou com a participação da secretåria de Administração e Recursos Humanos de Arapiraca, Ariluce Cerqueira; presidente do Fórum Estadual das Secretarias Municipais de Administração de Alagoas (Fesmad/AL), SÊrgio Luiz Magalhães Vilela, e de dezenas de secretårios de Administração de vårios municípios da Região Metropolitana de Maceió, Agreste, Sertão, Zona da Mata e do Baixo São Francisco.

Escolha certa

3URÂżVVLRQDOLVPR

Na abertura dos trabalhos, a secretåria Ariluce Cerqueira destacou a importância do evento e agradeceu a escolha do município para sediar o Fórum. Ela tambÊm revelou a adoção de programas de valorização dos servidores SDUDDTXDOL¿FDomRGRVVHUYLoRVQR atendimento à população de Arapiraca, citando como resultado desse trabalho as obras sociais e de infraestrutura urbana, bem como ressaltou a troca de experiências nos dois dias do evento.

Em seu pronunciamento, o prefeito Luciano Barbosa parabenizou a iniciativa do Fórum Estadual das Secretarias de Administração, agradecendo tambÊm a presença do prefeito de Maceió, Cícero Almeida, e de todos os secretårios de Administração presentes na solenidade de abertura.

1RYRVGHVD¿RV ³2JHVWRUS~EOLFRWHPGHHQIUHQWDUGHVD¿RVHSUHFLVDGHHTXLSHGH SUR¿VVLRQDLVTXDOL¿FDGRVHFRPSURPHWLGRVFRPRVVHUYLoRVRIHUWDGRV à população�, disse Luciano, acrescentando que o Fórum tem relevância para o aprimoramento da gestão pública, possibilitando a troca de experiência e as melhores pråticas empreendidas pelos municípios.

Pronunciamento

City Tour

Após o pronunciamento das autoridades, tiveram início as conferências, com a participação do representante da Organização Ibero-Americana de Seguridade Social (OISS) no Brasil, Baldur Shubert, tendo como coordenadora da mesa de debates a SUHVLGHQWHGD-XQWD0pGLFD2¿FLDOGH Maceió, Germana Veloso Machado Guerra de Morais. A programação ainda reserva uma VpULHGHDWLYLGDGHVDWpR¿PGDWDUGH com a realização da AssemblÊia Ordinåria com os integrantes do Fesmad/AL.

Ontem, såbado (17), a Prefeitura de Arapiraca realizou um City Tour para os participantes do evento. Foi um passeio pelo Distrito Industrial, Centro Administrativo, Bosque das Arapiracas, Centro, Lago da Perucaba, Praça Luiz Pereira Lima, Clube do Servidor Municipal, comunidades rurais e Conjunto Residencial Brisa do /DJR1R¿QDOVHUiGLVSRQLbilizado um almoço para os participantes do evento

Pega ladrĂŁo *UDoDVDR1RVVR6HQKRUGR%RPÂżP$UDSLUDFDWHUiXPVKRSSLQJFHQter. Que teve neguinho que se locupletou, disso eu nĂŁo tenho dĂşvida. O que mais chateia ĂŠ o fato desse energĂşmeno, que vende atĂŠ a alma SDUDVDWLVID]HUREROVRÂżFDU]RPEDQGRGHXPHGHWRGRVeXPDSURveitador, que faz questĂŁo de mostrar riqueza, conquistada, sobretudo, com esperteza diante de um chefĂŁo manhoso. Olha, ladrĂŁo ĂŠ ladrĂŁo, maloqueiro ĂŠ maloqueiro. Mesmo rico, sempre serĂŁo seres desprezĂ­veis.

Inscriçþes 2JDURWR-RVKXDGH$OFkQWDUDGHDQRVGHLGDGHÂżOKRGH(GVRQ Ramos, diretor de comunicação da FilarmĂ´nica, foi selecionado para participar do Curso de Atualização de Clarineta, oferecido pela Universidade Federal de Alagoas - Ufal. As inscriçþes foram abertas para todo o Estado de Alagoas, sendo ofertadas apenas trĂŞs vagas. E Joshua, Ăşnica criança inscrita, concorrendo com adultos, apresentando a mĂşsica â€œĂ” saxofone, porque chorasâ€?, conseguiu uma das vagas ofertadas. O processo seletivo foi realizado no dia 8 de março, no Espaço Cultural da Ufal. Com o curso iniciando em 15 de março e seguindo atĂŠ 20 de junho. ... O garoto estuda mĂşsica desde os 8 anos de idade. Sendo atualmente o primeiro clarineta da banda principal da Sociedade Musical Carlos Gomes. AlĂŠm de jĂĄ ter tocado na Camerata de Alagoas, com o maestro Masques Carvalho. ... A Prefeitura de Arapiraca, atravĂŠs da Secretaria Municipal de Administração realiza no dia 25 de março o I Torneio de Natação do Servidor. A competição acontece no a partir das 9h, no Clube do Servidor,0 na Rodovia AL-110.

realização do sonho de ter seios maiores assustou muitas mulheres nas Ăşltimas semanas. A suspeita sobre o uso de gel silicone industrial na fabricação de prĂłteses de silicone da marca francesa Poly Implant Prothèse (PIP) provocou alerta em relação ao maior risco de rompimento do implante. “As prĂłteses usadas em cirurgias plĂĄsticas devem ser produzidas com silicone medicinal. O gel industrial deve ser usado apenas em eletrĂ´nicos, petroquĂ­micos e construçþesâ€?, explica o cirurgiĂŁo plĂĄstico Alderson Luiz Pacheco, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia PlĂĄstica.

Uma dica para nĂŁo escolher uma prĂłtese de silicone ruim para os seios ĂŠ verificar todas as opçþes do mercado com a ajuda de um cirurgiĂŁo plĂĄstico experiente. Pedir referĂŞncias tambĂŠm pode ajudar a tomar a melhor decisĂŁo. O preço normalmente ĂŠ um fator que pesa na hora da escolha, mas ĂŠ bom lembrar que o barato pode sair caro. â€œĂ‰ preferĂ­vel pagar um preço maior e ter mais segurança do que economizar agora e se incomodar no futuro. A qualidade interfere diretamente na proteção que o paciente vai ter apĂłs o implanteâ€?, avisa o especialista.

TROCA RECOMENDĂ VEL

Estimativa ĂŠ que 24 mil mulheres usem marca PIP De acordo com a Sociedade Internacional de Cirurgia PlĂĄstica EstĂŠtica, aproximadamente 24 mil mulheres no Brasil usam a prĂłtese da PIP. “A principal recomendação ĂŠ procurar o cirurgiĂŁo plĂĄstico responsĂĄvel pela operação para que o implante seja avaliado e mesmo sem a detecção de ruptura ĂŠ indicada a remoção ou a troca do implanteâ€?, observa o cirurgiĂŁo plĂĄstico Alderson Luiz Pacheco, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia PlĂĄstica. Testes realizados em laboratĂłrios apontaram que as prĂł-

teses da marca PIP possuem uma taxa de ruptura considerada muito alta e ainda hĂĄ uma possĂ­vel ligação com o câncer. O problema foi detectado ano passado por autoridades francesas, que descobriram que as prĂłteses foram feitas com silicone diferente do que foi declarado pela empresa e do que foi avaliado para a obtenção do certificado de comercialização na UniĂŁo EuropĂŠia. “O maior perigo Ă  saĂşde ĂŠ devido Ă  falta de conhecimento sobre os riscos, jĂĄ que nĂŁo hĂĄ estudos clĂ­nicos sobre o assuntoâ€?, afirma.

AĂ?LTON VILLANOVA ailton.villanova@gmail.com

O segredo de estado do coronel

C

oronel Cândido TenĂłrio Villanova – coronel Candinho -, meu bisavĂ´ pelo lado paterno, foi modelo de honradez. Homem enĂŠrgico e de atitudes firmes, jamais faltou com os seus deveres de chefe de famĂ­lia. Candinho orgulhava-se do seu discreto cavanhaque e do bigode vistoso; vestia-se com aprumo e elegância, preferindo sempre o linho branco. Certa tarde, resolveu sentar-se com alguns amigos no principal bar da cidade de Bom Conselho – onde possuĂ­a fazenda e canavial -, para saborear uma de suas bebidas prediletas de finais de semana, o velho e saboroso chope. Horas depois, o grupo, jĂĄ meio biritado, eis que o escrivĂŁo Lisymaco TenĂłrio, primo de Candinho, saltou com a bela idĂŠia: - Que tal terminarmos a farra na zona do meretrĂ­cio? Todos concordaram e rumaram para a “PensĂŁo da Ditaâ€?, o bordel mais famoso do lugar, que era frequentado pelos figurĂľes da elite conselhense - e coronel Candinho inserido nesse contexto, porque nĂŁo era de contrariar os amigos. O bordel nĂŁo dispunha de chope, mas a turma nĂŁo se apertou: entrou de uĂ­sque, ademais, estimulada pelas “meninasâ€? da Dita. Quando a noite caiu, os amigos de Candinho Villanova jĂĄ haviam, quase todos, desaparecido do mapa. O coronel continuou firme, abufelado com uma morena carnuda de muitas curvas, chamada Terta. Do bar, eles subiram para um dos quartos do bordel, onde o pau vadiou, em cima da cama. Ao cabo de horas e mais horas de estripulias na horizontal com a rapariga, Candinho caiu no sono, tĂŁo cansado se achava. Quando acordou, no dia seguinte, o sol jĂĄ estava no meio do firmamento e a famĂ­lia, desesperada, procurando por ele. Coronel Candinho nunca foi de chegar em casa depois das oito da noite, por isso era procedente a preocupação da famĂ­lia, que andou Ă  sua procura nos hospitais, nas delegacias e atĂŠ no cemitĂŠrio. As incursĂľes dos Villanova chegaram atĂŠ a cidade de Ă guas Belas, onde eles eram numerosos. SĂł nĂŁo procuraram o velho na zona. Quando o coronel voltou pra casa cerca das 10 da manhĂŁ encontrou a parentada de olhos vermelhos, em razĂŁo da noite indormida. E de tanto chorar, tambĂŠm. Naquilo que botaram os olhos em Candinho, a emoção foi total. Pelo menos ele estava vivo! Detentor de uma boa presença de espĂ­rito, o coronel, que nĂŁo tinha como falar a verdade, saiu-se com uma bela desculpa quando minha bisavĂł, Maria, adiantou-se e perguntou, ainda chorosa: - Onde diabo vocĂŞ se meteu, Candinho? Quer matar a gente do coração, homem de Deus? E ele, todo empertigado: - Eu sei das minhas responsabilidades, Maria! SĂł lhe digo que estava numa missĂŁo especial e muito sigilosa. Por favor, nĂŁo me pergunte que missĂŁo foi essa, porque ĂŠ segredo de Estado! E encerrou o papo.

Muito bem apresentado Baixinho, cabelinho caindo na testa lisa e brilhante, orelhinha de abano e bigodinho à la Chaplin. Este, Ê o SHU¿OGR-RVp&OLWyULRSRSXODUPHQWH conhecido como ZÊ Pinguelo. Esse cara tanto tinha de mirrado quanto tinha de enxerido e gozador. Ah, ele tambÊm era mitômano, isto Ê, um grande mentiroso. ZÊ Pinguelo nasceu em Rio Largo, criou-se no Farol e casou-se com Maria Cícera, na paróquia do bairro da Pitanguinha. Apesar de dono de casa, não largava o vício da boemia. Um dia, encontrava-se farreando na Pitanguinha, quando estourou uma briga violenta, no bar onde bebia com os amigos de sempre. Socos, tapas, e pontapÊs pra tudo quanto era lado. De repente, um dos contendores sacou de um revólver e fez alguns disparos. Quando as balas começaram a voar, ZÊ Pinguelo escondeu-se debaixo de uma mesa e ali permaneceu atÊ que a situação voltou ao normal. Dia seguinte, ele e outros frequentadores do bar, foram chamados à presença do subdelegado de então, baseado no Farol, Pedro TeQyULR9LOODQRYDQmRSRUDFDVR¿OKRGD personagem central do texto anterior, Cândinho Tenório Villanova. O subdelegado tambÊm tinha o posto efetivo de R¿FLDOGD*XDUGD&LYLO(VWDGXDO Notório pela sua brabeza, Pedrinho Villanova chamou primeiro o ZÊ Pingue-

lo, exibiu uma arma pra ele e indagou: - Reconhece este revólver? - Não senhor, delegado. Nunca vi esse revólver! - Mas você estava presente no momento do tiroteio, não estava? - Tava sim, senhor. Ocorre que quando, no meio da confusão, eu vi o homem se coçar, eu sabia que ia voar FKXPER$tRTXH¿]"(XPHHVFRQGL debaixo de uma mesa. - Tå bom. Pode ir. Ocorre que no decorrer da semana, ouvidas todas as testemunhas arroladas no caso, ZÊ Pinguelo foi chamado novamente à presença do delegado Villanova: - Reconhece esta arma? - Reconheço sim, senhor. – respondeu, convicto, o Pinguelo. 2GHOHJDGR¿FRXVXUSUHVR(QFDURX ZÊ Pinguelo e disparou: - Acho que você estå querendo brincar comigo, seu cabra! - Não senhor... - Nesse caso Ê um grande mentiroso. No depoimento anterior, você disse que não reconhecia a arma. Agora, cinicamente, estå confessando que a reconhece? Por que isso? E Pinguelo: - Tå lembrado não, seu delegado? Semana passada o senhor me apresentou ela pra mim!


TribunaIndependente

0$&(,Ă?'20,1*2'(0$5d2'(

Economia

ECONOMIA

13

Bambu e capim-elefante podem ser utilizados pela Renove, diz presidente Segundo Felipe Calheiros, o bambu e o capim-elefante têm grande poder FDORUt¿FRHVmRFXOWXUDVTXHQmRQHFHVVLWDPGDUHQRYDomRGRVRORFRPR DFDQDGHDo~FDU³$OpPGLVVRREDPEXSRVVXLPDLVGHHVSpFLHV GLIHUHQWHVHFDGDXPDSRGHVHUDSURYHLWDGDGHSHQGHQGRGDVFRQGLo}HV JHRJUi¿FDVGRORFDODVHUSODQWDGReXPDyWLPDDOWHUQDWLYDSRUH[HPSOR jVUHJL}HVGH$ODJRDVDRQGHDWRSRJUD¿DQmRSHUPLWHDFXOWXUDGDFDQD´ DYDOLD&DOKHLURV2SUHVLGHQWHGD5HQRYHFRQWDDLQGDTXHDSURSRVWD GDHPSUHVDSDUDRIXWXURpFXOWLYDUVXDSUySULDIRQWHGHPDWpULDSULPDH H[SDQGLUDSURGXomRGDIiEULFDSDUDRFDUYmRYHJHWDO

FĂĄbrica de biomassa serĂĄ inaugurada 5HQRYHFRPHoDRSHUDomRHPDEULOQRPXQLFtSLRGH5LR/DUJRHXVDUiEDJDoRGHFDQDSDUDHQHUJLDUHQRYiYHO O bagaço que sobra da cana-de-açúcar, nas usinas, pode ter mais utilidade do que parece. Depois de ser desidratado e prensado, ele JDQKDXPSRWHQFLDOFDORUtĂ€co bastante parecido com o de materiais como o carvĂŁo mineral e a madeira, com a vantagem de nĂŁo agredir o meio ambiente. Chamado de “briqueteâ€?, essa forma alternativa de energia ĂŠ a aposta da Renove S.A. para estimular a produção de biomassa em Alagoas, trazendo para o Estado a cultura do desenvolvimento sustentĂĄvel no setor energĂŠtico. A Renove ĂŠ uma das trĂŞs novas indĂşstrias que o Governo do Estado, atravĂŠs da Secretaria de Estado do Planejamento e do Desenvolvi-

mento EconĂ´mico (Seplande), atraiu com incentivos Ă€VFDLV FUHGLWtFLRV H ORFDFLRnais, atravĂŠs do Programa de Desenvolvimento Integrado do Estado de Alagoas (Prodesim). “Trata-se de mais uma iniciativa vitoriosa do Governo de Teotonio Vilela Filho na ĂĄrea do desenvolvimento econĂ´mico. Mais uma fĂĄbrica que abre, gerando mais ocupação, emprego e renda para os alagoanosâ€?, destaca o secretĂĄrio do Planejamento e do Desenvolvimento EconĂ´mico, Luiz Otavio Gomes. A Renove serĂĄ inaugurada em abril, em Rio Largo, com capacidade produtiva inicial de 3 mil toneladas de briquete por mĂŞs.

$'$,/621&$/+(,526

IndĂşstria e comĂŠrcio poderĂĄ usar briquete

Renove serå inaugurada em abril e vai e usar bagaço de cana na produção de combustíveis alternativo

RENOVE

Produção poderå usar cascas de coco, arroz, milho e outras

Mas nem sĂł da cana-de-açúcar se faz briquete. O presidente da Renove conta que ele tambĂŠm pode ser fruto da reutilização de cascas de arroz, coco, milho e cafĂŠ. “Na verdade, todo tipo de resĂ­duo agroindustrial pode ser transformado em briquete, atĂŠ o que so-

bra da poda das ĂĄrvores, e esse ĂŠ o grande ganho que nĂłs queremos trazer para o Estado: a limpeza urbana, aliada ao desenvolvimento sustentĂĄvel. A partir do momento em que vocĂŞ consegue tirar os resĂ­duos agroindustriais das ruas e transformĂĄ-los em energia

ENERGIA

limpa, que não agride a natureza, estå promovendo qualidade de vida, e isso Ê fundamental para o crescimento de qualquer sociedade�, completa. NOVAS CULTURAS Quando começar a operar, a Renove vai trabalhar, inicialmen-

te, apenas com coco e cana-de-açúcar. Para garantir a produção das 3 mil toneladas de briquete, a fåbrica estå preparando um estoque de 60 mil toneladas de resíduos, que serão processados em quatro måquinas, importadas de Santa Catarina (RS).

Segundo Felipe Calheiros, a Renove pretende incluir na cultura produtiva do Estado o bambu e o capim-elefante, que tambĂŠm constituem potenciais fontes de energia alternativa e oferecem mais vantagens aos produtores e ao meio ambiente.

“Nossa proposta ĂŠ aumentar a capacidade futuramente, dependendo da demanda de mercado e, principalmente, de matĂŠria-primaâ€?, explica o presidente da fĂĄbrica, Felipe CalheiroSs. “Mas neste primeiro momento, jĂĄ temos condiçþes de atender Ă  demanda do mercado localâ€?, completa. Felipe explica ainda que o briquete pode ser utilizado tanto por outras indĂşstrias, como por comerciantes. “Qualquer processo de produção que dependa do vapor pode se aproveitar dessa forma alternativa de energia, pois o briquete tem tanto ou mais poder FDORUtĂ€FR TXH D PDGHLUD H R Ăłleo diesel – mais comuns de encontrar na indĂşstria – e nĂŁo agride o meio-ambiente. Ele pode ser aproveitado por fĂĄbricas de refrigerantes, pizzarias, padarias, e uma sĂŠrie de outros estabelecimentos. AtĂŠ na churrasqueira, em casa, ĂŠ possĂ­vel fazer essa substituiçãoâ€?, destaca.


14

ECONOMIA

MACEIÓ - DOMINGO, 18 DE MARÇO DE 2012

Briquetes terá produção expandida, diz empresário

TribunaIndependente ADAILSON CALHEIROS

Renove aposta na capacidade e potencial alagoano para o Estado se tornar um grande produtor de biomassa

P

ara o presidente da fábrica Renove, Felipe Calheiros, o Brasil é um país predominantemente agrícola, que por falta de iniciativa, descarta toneladas de resíduos todos os dias. “Em Alagoas não é diferente; o Estado tem muito potencial para se tornar grande produtor de biomassa, de energia sustentável. Algumas usinas já vinham fazendo briquete a seu modo, mas agora, nossa proposta é chamar a atenção para uma produção de nível industrial”, explica. Dentro dessa política de promoção do desenvolvimento sustentável, a Renove também vai trabalhar na esfera social. Desde que a

O Estado tem muito potencial para se tornar grande produtor de biomassa, de energia sustentável” FELIPE CALHEIROS PRESIDENTE DA RENOVE

fábrica começou a ser construída, em março do ano passado, ela gerou 35 empregos diretos e mais de 100 indiretos.

“A maior parte dos trabalhadores são da comunidade vizinha ao nosso terreno. São pessoas que não possuíam outra fonte de renda, e que viviam em uma situação de pobreza sem perspectiva de mudança. Agora, com a inauguração e o funcionamento, de fato, da fábrica, elas terão uma nova realidade pela frente”, destaca Felipe Calheiros. A Renove será inaugurada, em abril, em Rio Largo. Junto com a unidade nordeste da Krona Tubos e Conexões, que abre suas portas no mesmo período em Marechal Deodoro, ela representará uma injeção de R$ 3 milhões na economia do Estado.

Dentro da política de desenvolvimento sustentável, Renove vai trabalhar na esfera social, diz Felipe Calheiros


TribunaIndependente

MACEIÓ - DOMINGO, 18 DE MARÇO DE 2012

PUBLICIDADE

15


16 ESPORTES

TribunaIndependente

MACEIÓ - DOMINGO, 18 DE MARÇO DE 2012

Esportes

FAF aposta em árbitro revelação para sequência do Campeonato Alagoano O domingo de futebol em Alagoas marca a estreia de'rQLV5LEHLUR6HUD¿P. No jogo Penedense x CEO, marcado para as 15h15, no Estádio Alfredo Leahy, ele terá a assistência de Otávio Correia de Araújo Neto e Pedro Jorge dos Santos Araújo. A 3ª rodada do returno vai ser complementada às 16h com duas partidas. No Estádio Juca Sampaio, em Palmeira dos Índios, CSE x Murici vai ter Flávio Feijó de Omena no apito. Nas bandeirinhas, Henrique Eduardo da Silva e Jamesson Lucrécio Leite. Já o Coaracy da Mata Fonseca será palco de $6$[&RUXULSH2FRPDQGRGHVWDSDUWLGD¿FDSRUFRQWDGH&KDUOHV+HEHUW)HUreira, assistido por Adeilton Guimarães da Hora e Maria de Fátima Mendonça.

ASA e Coruripe ‘treinam’ para Copa BR

Duelo pela terceira rodada do Estadual antecede os confrontos dos clubes alagoanos na competição nacional na quarta-feira

R

epresentantes de Alagoas na Copa do Brasil, ASA e Coruripe se enfrentam neste domingo às 16h, no Estádio Coaracy da Mata Fonseca, em Arapiraca, em uma espécie de treino de luxo para os compromissos pela competição nacional. Ambos atuaram na semana passada e têm jogos marcados para a próxima quarta-feira. O ASA recebe em casa o Santa Quitéria e o Coruripe vai até Jundiaí-SP encarar o Palmeiras. Mas a ordem é pensar no Estadual. O ASA lidera com 100% de aproveitamento e quer continuar na ponta. Para isso o técnico Heriberto da Cunnha não vai poupar ninguém. Ele não contou com os zagueiros Edson Veneno e Fabiano na última semana e aguarda a liberração dos dois pelo departamento médico. O volante Cal e o meia Valdivia voltam de suspensão.

ARQUIVO

Mas a grande ausência do time será do atacante Lúcio Maranhão, artilheiro do Estadual com 13 gols. Ele cumpre suspensão automática pelo terceiro cartão amarelo. “É muito dificil ficar assistindo de fora. Mas vou torcer muito pelos meus companheiros e tenho certeza que a vitória será conquistada. Alguns estão um pouco cansados da viagem para Santa Quitéria, mas a raça vai prevalecer”, destacou Lúcio. O técnico Elenílson Santos também vai quebrar a cabeça para montar o Hulk. Ele sabe que terá uma maratona para São Paulo mas não quer perder o foco no Estadul, onde o Coruripe ainda briga para evitar um provável rebaixamento. O time é um mistério e a escalação só sai antes do jogo. OUTROS JOGOS 15h Penedense x CEO 16h CSE x Murici VIPCOMM

ASA e CoruripeWHQWDPPHOKRUDUVXDSRVLomRQDWDEHODGHFODVVL¿FDomRGR&DPSHRQDWR$ODJRDQRSDUDGHSRLVSHQVDUQD&RSDGR%UDVLO

2012

GP da Austrália abre a temporada da Fórmula 1

Luis Fabiano está seco para fazer mais gols com a camisa tricolor

PAULISTÃO

São Paulo tenta quebrar tabu em clássicos contra o Santos Dos quatro times grandes do Campeonato Paulista, o São Paulo é o único que ainda não venceu um clássico na temporada. Após perder para o Corinthians e empatar com o Palmeiras, a equipe do técnico Emerson Leão enfrenta o Santos, neste domingo, às 16h, no Estádio do Morumbi. Para piorar, o retrospecto do São Paulo contra os rivais nos últimos anos não é nada bom. Desde 2010, em 23 jogos, foram 13 derrotas, cinco empates e apenas cinco vitórias – aproveitamento de 28% dos

pontos disputados. “Acredito que nossa equipe tenha que falar mais durante os jogos. Nós já conversamos bastante, mas acho que esse é o caminho. E, querendo ou não, esse retrospecto incomoda. A equipe até joga bem, mas acaba com um resultado ruim, como foram os casos dos dois últimos clássicos contra Palmeiras e Corinthians”, comentou o lateral-esquerdo Cortez. A última vitória do clube do Morumbi em clássicos foi justamente contra o Santos, no Campeonato Brasileiro do ano passado.

Parafraseando o ex-presidente Lula, “nunca na história” da Fórmula 1 houve tantos campeões mundiais no grid quanto em 2012. Com a volta do finlandês Kimi Raikkonen à categoria, a temporada contará com seis pilotos que já tiveram o gostinho de comemorar pelo menos um título da principal categoria do automobilismo mundial. Além de Kimi, a F-1 2012 tem também o heptacampeão Michael Schumacher, os bicampeões mundiais Sebastian Vettel e Fernando Alonso e os campeões Jenson Button e Lewis Hamilton. Uma grande quantidade de talentos na pista, que torna a geração atual uma das melhores de todos os tempos. Juntos, os seis pilotos somam 14 títulos mundiais, 999 GPs disputados, 186 vitórias, 160 poles e 156 melhores voltas. Na madrugada deste domingo, às 3h (de Brasília), acontece a largada do GP da Austrália, em Melbourne. Pela pré-temporada RBR e McLaren mostraram que continuam fortes o que garante boas possibilidades para Vettel na equipe austríaca e para Button e Hamilton na escuderia inglesa. Já a Mercedes mostrou tanto nos testes quanto nos treinos livres que evoluiu em relação a 2011.

CARIOCA

Vasco enfrenta o Botafogo, mas com o pensamento na Libertadores

O clássico Vasco e Botafogo acontece neste domingo, às 18h30, no Engenhão. O Vasco é o líder do Grupo B da Taça Rio com sete pontos conquistados. A partida é importante para as pretensões do clube no Carioca além de ser um clássico regional. Os jogadores sabem disso e garantiram empenho e dedicação máxima. No entanto, mostrando muita sinceridade, reconheceram que não vai ser fácil esquecer completamente o confronto contra o

Libertad, na próxima quarta-feira, pela Libertadores. O clima de guerra que se transformou o empate em 1 a 1 contra os paraguaios e a importância da vitória para conseguir uma vaga nas oitavas-de-final da competição contribuiram e muito para isso. A batalha começou antes mesmo de a bola rolar. A diretoria do Libertad não autorizou o reconhecimento do gramado na véspera do jogo, o que é comum na Libertadores. Chegando no

Estádio Nicolas Leoz, o vestiário abafado e o comportamento agressivo da torcida irritaram ainda mais os vascaínos. Mas o auge foi mesmo a violência com que os jogadores disputaram as jogadas, contribuindo com o clima tenso. O zagueiro Dedé, que ainda foi alvo de racismo junto com o companheiro Renato Silva, não mediu as palavras e garantiu: vai ser mesmo uma guerra o jogo em São Januário e eles vão com tudo. TERRA

Vasco e Botafogo duelam pelo Carioca mas os clubes estão pensando em outras competições

SÃO JANUÁRIO

CLÁSSICO

Edmundo ganhou armário personalizado

Bahia esquece crise e está focado no Vitória

NOVO PEIXE

O ídolo está de volta, e com toda pompa, a São Januário. Para receber Edmundo, o Vasco preparou um armário personalizado com sua imagem na época de jogador do clube. O atacante voltou a treinar depois de três anos longe da Colina. Tudo para o jogo de despedida, que será no dia 28 de março, contra o Barcelona, do Equador, às 19h30, no estádio cruz-maltino. “Fui muito bem recebido pela comissão técnica e pela diretoria. Embora não pareça, eu sou meio tímido, mas como conheço a maioria dos jogadores facilitou muito”.

O Bahia está pronto para o Ba-Vi deste domingo, às 16h, no Barradão. O técnico Paulo Roberto Falcão voltou as atenções para o treino técnico e não aliviou nos trabalhos. Ele montou dois times em campo reduzido e sem a presença dos goleiros. O objetivo, com titulares e reservas misturados, era estimular a troca de passes e a movimentação dos jogadores. Falcão espera que o time continue fazendo gols e suba na WDEHODGHFODVVL¿FDomR

Depois de retirar a ação trabalhista que o deixou sem clima no Vasco, Bernardo passará a vestir a camisa do Santos em 2012. De acordo com o empresário do meia, Léo Rabello, ele será emprestado ao time de Neymar DWpR¿PGRDQRFRPSUHoRGRV GLUHLWRVHFRQ{PLFRV¿[DGR$JRra, Bernardo é aguardado na Vila Belmiro para exames médicos e assinatura do contrato, o que, segundo o procurador e o próprio jogador deve acontecer até terça.

Bernardo terá Neymar como companheiro


TribunaIndependente

MACEIÓ - DOMINGO, 18 DE MARÇO DE 2012 VEÍCULOS 17

Veículos

Produção na Coreia do Sul no mês de fevereiro cresceu 41,8% A produção de carros na Coreia do Sul (foto) em fevereiro cresceu 41,8% em relação ao mesmo mês do ano passado, conforme a Kama, a associação dos fabricantes de automóveis do país. Os cinco fabricantes sul coreanos produziram 421.789 veículos no mês, ante 297.354 unidades no mesmo período de 2011. A Hyundai foi responsável pela produção de 176.904 unidades, seguida pela Kia, que é do mesmo grupo, com 151.808 unidades. As demais que atuam na Coreia são a GM, a SsangYong e a Renault. A Coreia vive um importante momento. Exportações em fevereiro marcaram um novo recorde.

Renault

lança série limitada do Clio Modelo R.S. Red Bull Racing RB7 será lançado apenas para ser comercializado no mercado europeu

A

pós ter obtido o título de campeã do Campeonato Mundial de Construtores da Fórmula 1, conquistado em 2011 com a equipe Red Bull Racing, a Renault Sport lança na Europa a série limitada Clio R.S. Red Bull Racing RB7: Um veículo dedicado à performance (chassi tipo Copa Clio, rodas pre-

tas de 18’’ modelo Interlagos, R.S. Monitor) coroado com um design imponente, Os primeiros quatros países de comercialização dessa série limitada serão França, Espanha, Suíça e Bélgica, com início dos pedidos em 14 de março, na França. “O Clio R.S. Red Bull Racing RB7 se assemelha a bólido de competição com

um look radical, inclui os equipamentos mais recentes desenvolvidos pelos proÀVVLRQDLV GD 5HQDXOW 6SRUW Technologies. Esperto e ousado, a série limitada Clio R.S. Red Bull Racing RB7 tem como atrativo principal o seu design impactante: uma homenagem à relação entre a Renault Sport Technologies e a Renault

Primeiros quatros países de comercialização da série limitada serão França, Espanha, Suíça e Bélgica

Sport F1, em parceria com a equipe Red Bull Racing!”, comemora Jean-Maxime Boulanger, gerente de Produto do Clio Renault Sport. A série limitada Clio R.S. Red Bull Racing RB7 oferece o que há de melhor aos

apaixonados por esporte e competição. Rodas pretas de 18’’ modelo Interlagos, montadas com pneus Bridgestone RE050A, os mesmos utilizados no Mégane R.S. Trophy, que bateu o recorde da Nordschleife em

Nürburgring, em junho de 2011. A cor Negro Profundo da carroceria valoriza a aplique “F1”, as capas dos retrovisores e o difusor na cor Amarelo Sirius. Modelo é equipado com um motor de 2.0 litros e 203 cavalos.

NEGÓCIOS

SKF fecha contrato de R$ 38 milhões com a marca Scania A SKF do Brasil assinou contrato de fornecimento de rolamentos de roda e transmissão para a Scania até 2015, no valor de R$ 38 milhões. Inicialmente, as peças fornecidas à montadora

serão importadas da Alemanha, Suécia, França e Índia e a partir de 2013 serão produzidas no complexo industrial da SKF em Cajamar, a 30 quilômetros da capital paulista. Com o novo contrato, a

empresa planeja aumentar as receitas da divisão automotiva nos próximos três anos e dobrar o volume de novos negócios até 2015, revela o coordenador de vendas automotivas da SKF do Brasil, Edu-

ardo Mendes de Oliveira, em comunicado. “Estamos otimistas com o cenário e com a possibilidade de fecharmos mais contratos” . Em 2011, a divisão faturou R$ 400 milhões, dos quais 15% foram realizados

com o segmento de veículos comerciais pesados. Os negócios com o setor automobilístico foram responsáveis pela metade do faturamento da SKF do Brasil no ano passado, de R$ 800 milhões. A SKF atua no mercado com de rola-

mentos aplicados em rodas, caixas de câmbio, embreagem, motor, sistemas de direção (incluindo direção elétrica), suspensão e rolamentos com sensores para aplicações em sistemas que requerem integração mecânica e eletrônica.


18

TribunaIndependente

VE�CULOS MACEIÓ - DOMINGO, 18 DE MARÇO DE 2012

Nova Chevrolet S10 jĂĄ no mercado 2JUDQGHGHVDÂżRGRWLPHGHGHVLJQGD*HQHUDO0RWRUVGR%UDVLOIRLGHVHQKDUXPSURGXWRJOREDOHPGLIHUHQWHVYHUV}HVDÂżPGHDWHQGHUDGHPDQGDGRVGLYHUVRVPHUFDGRVIRUPDQGRDVVLPWRGDDIDPtOLD6

P

assaram-se longos 16 anos. De estradas esburacadas, de rodovias recĂŠm-asfaltadas, de estradas de chĂŁo batido, como se diz no interior. E em qualquer que fosse a estrada, lĂĄ estava uma Chevrolet S10. Hoje, quase metade da frota circulante de picapes mĂŠdias no Brasil ostenta o logotipo da Chevrolet. Quantas his-

tórias não foram escritas. Quanto sucesso a S10 jå presenciou. Seja no årduo trabalho na agricultura, que hoje Ê um dos mais importantes negócios do Brasil, ou nos grandes centros urbanos, carregando famílias inteiras. E, por falar em história de sucesso, a Chevrolet começa a escrever mais um capítulo da sua, com a chegada da novíssima Che-

vrolet S10. Totalmente nova e global. E projetada e engenheirada pelo Centro de Desenvolvimento da GM do Brasil, localizado em São Caetano do Sul, YHP FRQÀUPDU D WUDGLomR da marca, para ser uma nova referência no segmento de picapes mÊdias. A nova S10 Ê fruto de um desenvolvimento global da Chevrolet com extensa participação das

åreas de design, engenharia e powertrain da General Motors do Brasil. AlÊm da fåbrica de São JosÊ dos Campos, em São Paulo, a nova S10 jå Ê produzida na Tailândia e em breve terå outras unidades da GM no mundo fabricando a picape. Baseada na arquitetura global da GM de picapes body-on-frame (carroceria e chassi), a nova

S10 foi desenhada, desenvolvida e executada para entregar a melhor aparĂŞncia, performance, verVDWLOLGDGH H UHĂ€QDPHQWR “O desenvolvimento da S10 foi muito alĂŠm do mercado brasileiro. Criamos um veĂ­culo global, para rodar em qualquer canto GR PXQGRÂľ DĂ€UPD *UDFH Lieblein, presidente da General Motors do Brasil. “Na verdade, o Centro de

Desenvolvimento da GM GR%UDVLOTXHÀFDHP6mR Caetano do Sul, desenvolveu diversas opçþes da picape em três diferentes cabines – simples, estendida e dupla – com duas alturas e diferentes tipos de suspensão�, completa Grace. A Chevrolet S10 serå produzida em São JosÊ dos Campos (SP) para atender ao mercado Brasileiro e o Mercosul.

EUROPA

Fiat atingiu o menor nível de emissþes de CO2 Pelo quinto ano consecutivo, a Fiat Auto Ê a marca que atingiu os menores níveis de emissþes de CO2 nos veículos vendidos na Europa em 2011, com uma taxa mÊdia de 118,2 g / km (4,9 g / km menor que o índice GH $)LDWWDPEpPÀcou em primeiro lugar como grupo, com 123,3 g / km, uma melhoria de 2,6 g / km em relação ao ano anterior. 2 GHVHPSHQKR IRL FHUWLÀcado pela Jato Dynamics, empresa líder em pesquisa no mercado automotivo. Esta Ê uma grande conquista e prova de melhoria contínua: nos últimos cinco anos, a Fiat reduziu as suas emissþes mÊdias de CO2 na ordem dos 14%, de 137,3 g/

km para 118,2 g / km, bem abaixo da meta estabelecida pela União Europa atÊ À[DGDHPJNP Este resultado demonstra o compromisso da Fiat com a redução do impacto ambiental atravÊs do desenvolvimento de soluçþes simples e engenhosas, como o motor TwinAir, o motor turbo a gasolina mais verde do mundo, alÊm do uso de combustíveis como o gås metano / LPG, segmento no qual a marca Ê líder no mercado europeu, e no desenvolvimento de tecnologias inovadoras, como o eco: Drive, uma aplicação que avalia o estilo de dirigir do condutor e sugere medidas mais responsåveis e amigåveis com o ambiente.

Entre as novidades estĂĄ o esportivo SLK 250, conversĂ­vel, motor de quatro cilindros em linha e potĂŞncia mĂĄxima de 204 cv a 5.500 rpm

LUXO

Mercedes-Benz jĂĄ vende a linha 2012 Marca diz que para os prĂłximos meses estĂĄ prevista a chegada da SLK 55 AMG

Inovação em ecotecnologia Fiat estĂĄ agrupada sob a marca “Air Technologiesâ€?, que concilia soluçþes de baixo impacto ambiental

As concessionårias Mercedes-Benz jå estão vendendo a linha completa dos seus carros 2012/2012. Dentre as novidades estå o esportivo SLK 250, conversível com motor de quatro cilindros em linha e potência måxima de 204 cv a 5.500 rpm e torque de 310 Nm entre 2.000 e 4.300 rpm. O carro tem câmbio automåtico de sete marchas com alavancas de troca junto ao volante. Faz de 0 a

PARCERIA

UNO

ABEIVA

O Agrale MarruĂĄ AM (foto), 20 estĂĄ sendo usado pelo ExĂŠrcito Brasileiro como base transportadora do sistema de controle para a artilharia antiaĂŠrea. O jipe foi desenvolvido em parceria com o Centro TencnolĂłgico do ExĂŠrcito e faz parte do Sistema de Defesa AntiaĂŠrea do ExĂŠrcito. O MarruĂĄ AM 20 tem tecnologia 100% brasileira e nĂŁo hĂĄ similar no mercado nacional. Ele pode ser usado em combate, mas tambĂŠm em eventos como a Copa do Mundo.

Fiat encerrou o mês de fevereiro (foto), como líder do mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves, ao registrar a comercialização de 55.426 unidades no mês, o equivalente a 23,5% de participação de mercado. Com este resultado, a Fiat tambÊm assumiu a liderança de mercado no acumulado do ano, com o total de 107.327 unidades emplacadas, o que representa 22% de participação de mercado. Entre os modelos vendidos destaca-se o Uno, com 18.309 unidades comercializadas em fevereiro.

A venda de carros importados caiu 8,2% em fevereiro (foto), conforme informou a Abeiva, a Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores, que tem novo presidente eleito, o diretor-presidente da Jaguar Land Rover, Flåvio Padovan. Foram emplacadas 10.430 unidades, contra 11.367 em janeiro. Em relação a fevereiro de 2011, a queda foi de 12,3%. No acumulado do ano, as vendas somaram 21.797 unidades,

Agrale MarruĂĄ AM 20 no ExĂŠrcito Brasileiro

100 km/h em 6,6 segundos e atinge måxima de 243 km/h, limitada eletronicamente. O C 200 vem equipado com faróis de xenônio e iluminação direcional nas curvas, regulada de acordo com a inclinação do volante para manter o facho de luz paralelo aos pneus dianteiros. Hå tambÊm o ajuste de intensidade dos faróis à velocidade do carro na estrada, que evita o ofuscamento dos motoristas que

vĂŞm em direção contrĂĄria. Para os prĂłximos meses estĂĄ prevista a chegada da SLK 55 AMG. O consumidor tambĂŠm tem Ă  disposição o E 500 Guard, carro com blindagem de fĂĄbrica. Parte do aumento do IPI foi absorvida pela empresa e o gerente sĂŞnior de Vendas e Marketing da MBB, Dirlei Dias, disse que “em mĂŠdia, o repasse nos valores de YHQGD DR FRQVXPLGRU Ă€FDUi em torno de 15%, variando

conforme o modelo. “O aumento dos preços, com certeza, tornarĂĄ nosso trabalho PDLV GHVDĂ€DQWHÂľ FRPHQWRX o gerente. A tradição de luxo da marca merece destaque. AlĂŠm dos modelos que sĂŁo importados, o comprador pode adquirir um carro da linha que nĂŁo existe nas concessionĂĄrias brasileiras atravĂŠs do Programa Sob-Encomenda. SĂŁo eles: E 350 Cabrio, E 500 CoupĂŠ, CLS 500, S 400 L Hybrid e SL 350.

Fiat lidera no mĂŞs de fevereiro e no acumulado Venda de importados cai 8,2% em fevereiro


TribunaIndependente

0$&(,Ă?'20,1*2'(0$5d2'( CIDADES VEĂ?CULOS 19

Saúde reduz gastos com licitaçþes

$GHLOVRQ/RXUHLURGHPRQVWUDDHÂżFLrQFLDGD&RPLVVmRGH$FRPSDQKDPHQWRH,QVWUXomRGH3URFHVVRV/LFLWDWyULRV viços de terceiros e compras realizadas pela SMS. A ideia da secretaria ĂŠ angariar o mĂĄximo de a Secretaria Munici- recursos pertinentes Ă s pal de SaĂşde (SMS), demandas da população jĂĄ existe uma Co- preocupando-se com a remissĂŁo de Acompanhamen- dução dos gastos pĂşblicos. to e Instrução de Processos “No site da secretaria vocĂŞ LicitatĂłrios, a CAIPL. É de pode observar todas as inlĂĄ que todo procedimento formaçþes referentes Ă s referente Ă s licitaçþes ĂŠ re- compras que estamos reaalizado, garantindo celeri- lizando. Nosso trabalho ĂŠ GDGHHĂ€FLrQFLDHHFRQRPLD voltado para a total transaos atos administrativos na parĂŞncia nas administraĂĄrea municipal da saĂşde. çþesâ€?, disse o secretĂĄrio. De acordo com o secreCriada hĂĄ trĂŞs meses, tĂĄrio Municipal de SaĂşde, por meio da Portaria GAB/ Adeilson Loureiro, conse- SMS n° 026/2011, a comisquĂŞncia desse trabalho ĂŠ sĂŁo tem o propĂłsito de crea transparĂŞncia inerente denciar o municĂ­pio como Ă s contrataçþes de ser- ĂłrgĂŁo gerenciador de atas

DANIEL MAIA, COM ASSESSORIA REPĂ“RTER

N

de preços, modalidade licitatória que proporciona aquisição de produtos e serviços, com um maior controle dos gastos e contratos realizados e, ainda por cima, baixos preços. Atualmente são 14 processos licitatórios em trâmite na SMS, estes voltados à assistência de pacientes HPGRPLFtOLRHjVROLGLÀFDção de serviços como a nova Central de Abastecimento Farmacêutico (CAF). Visa-se, tambÊm, reestruturar os setores de farmåcia das unidades, bem como digitalizar os documentos da secretaria como, por exemplo, os prontuårios de pacientes. ASSESSORIA

ASSESSORIA

SecretĂĄrio destaca transparĂŞncia nas compras da SMS com trabalho de acompanhamento da comissĂŁo

TRABALHO DA COMISSĂƒO

Secretaria de SaĂşde conclui 96 processos licitatĂłrios

AtendimentojSRSXODomRWDPEpPIRLEHQHÂżFLDGRFRPFRPSUDGHHTXLSDPHQWRVSDUDXQLGDGHVGHVD~GH

Fruto da atuação da Comissão de Acompanhamento e Instrução de Processos Licitatórios (CAIPL) foi a elaboração, monitoramento e conclusão de 94 processos licitatórios que dizem a respeito à Saúde Municipal, realizados de 2011 a fevereiro de 2012. Após a instauração dos procedimentos licitatórios, foram comprados equipamentos essenciais para o desempenho e assistência mÊdica, que jå estão em uso nas unidades de saúde, como nebulizadores, termômetros,

cadeiras de roda, aparelhos de eletrocardiograma, cadeiras de atendimento, odontológicas e aparelhos de raio X. Houve a compra de aparelhos de utilidade infanto-juvenil e geriåtrica. Para a atuação administrativa e acolhimento de pacientes, foram comprados computadores, ar-condicionados, entre outros materiais. O setor de farmåcia foi um dos que foram mais beQHÀFLDGRV )RUDP FRPSUDdos medicamentos e insumos, como gazes, seringas, materiais odontológicos.

AlÊm disso, a Secretaria Municipal de Saúde destaca a contratação de serviços de terceiros e a aquisição de veículos automotores que dão destino aos medicamentos e vacinas para as famílias maceioenses. Para se ter noção da preocupação da SMS em angariar recursos para Saúde na cidade de Maceió, atualmente constam dez processos licitatórios na Diretoria de Licitaçþes da Secretaria Municipal de Finanças, dos quais, oito pertencem à Saúde. (D.M./Assessoria)


20

PUBLICIDADE

MACEIÓ - DOMINGO, 18 DE MARÇO DE 2012

TribunaIndependente


TribunaIndependente

0$&(,Ă?'20,1*2'(0$5d2'( DIVERSĂƒO&ARTE

)R[DGLDQRYDPHQWH¿OPDJHQV GRORQJD³+RUDV´

Filme sobre baterista do Beach Boys terĂĄ Rupert Grint

$)R[DGLRXQRYDPHQWHDV¿OPDJHQVGDYHUVmRFLQHPDWRJUi¿FDGDVpULH GHWHOHYLVmR³+RUDV´PDUFDGDVDWpHQWmRSDUDDEULO'HDFRUGRFRPR ³7KH7HOHJUDSK´RGLOHPDp¿QDQFHLUR$SURGXWRUDRIHUHFHXPRUoDPHQWRGH86PLOK}HVPDV.LHIHU6XWKHUODQGTXHLQWHUSUHWD-DFN %DXHUQRVHULDGRHRSURGXWRU%ULDQ*UD]HUTXHUHPQRPtQLPR86 PLOK}HV$)R[FRQ¿UPDRDGLDPHQWRPDVGL]TXHRPRWLYRpWHPSR ³$LQGDHVWDPRVWUDEDOKDQGRQRURWHLURHHVSHUDPRVID]HUR¿OPHTXDQGR .LHIHUWLYHUWHPSR´GLVVHXPSRUWDYR]GDHPSUHVD³

O ator Rupert Grint, conhecido por interpretar o bruxinho ruivo Ron :HDVOH\QDVDJD³+DUU\3RWWHU´IRLHVFDODGRSDUDR¿OPH³7KH'UXPPHU´FLQHELRJUD¿DGH'HQQLV:LOVRQREDWHULVWDGDOHQGiULDEDQGD GHURFN%HDFK%R\V$LQIRUPDomRpGR³+ROO\ZRRG5HSRUWHU´&RP URWHLURHGLUHomRDVVLQDGRVSRU5DQGDOO0LOOHUH-RG\6DYLQRORQJDPHWUDJHPUHWUDWDRV~OWLPRVVHLVDQRVGDYLGDGREDWHULVWDpSRFD HPTXHHOHODQoRXRGLVFRVROR³3DFL¿F2FHDQ%OXH´  :LOVRQ PRUUHXDIRJDGRHPDRVDQRV

1

R M E O B T O R NO

“

2V5DLPXQGRVYROWDPDWRFDUHPH[FHOHQWHIDVH'LJmRGL]TXHDEDQGD VHUHHVWUXWXURXDSyVDYROWDGH&DQLVVRHGHVFDUWDRUHWRUQRGH5RGROIR

D

epois de levar trĂŞs mil pessoas ao Circo Voador em sua Ăşltima passagem pelo Rio, em julho do ano passado, os Raimundos estĂŁo de volta e promHWHPTXHpSDUDĂ€FDU$RVYHOKRV H novos) fĂŁs da banda, a novidade ĂŠ a inclusĂŁo no repertĂłrio das mĂşsicas de seu primeiro disco, “RaimunGRVÂľODQoDGRKiDQRV0DVDV semelhanças com o prĂłprio passado terminam aĂ­, jĂĄ que uma parceria entre o vocalista da formação origiQDO5RGROIR$EUDQWHVHRJUXSR SHUPDQHFHGHVFDUWDGD´5RGDYLYDÂľ tambĂŠm batiza o DVD e a turnĂŞ que levou os Raimundos, um dos expoentes do rock Brasil nos anos 90, de volta aos principais palcos e festivais do paĂ­s, apĂłs quase uma dĂŠcada percorrendo circuitos menoUHV “O que estĂĄ acontecendo agora ĂŠ XPDFRLVDTXHHXVHPSUHTXLV'HSRLVTXH REDL[LVWD &DQLVVRYROWRX começamos a tocar a carreira da PDQHLUDFHUWD$VDtGDGHOHGHVFDUDFWHUL]RXDEDQGDSRUTXHĂ€TXHLQD frente do palco, com dois integranWHVGHVFRQKHFLGRVGRS~EOLFR)L]Hmos uma revolução no setlist, que sĂł trazia os hits, deixando de fora o QRVVRODGR%,VVRHUDXPHTXtYRFR )RLXPUHFRPHoRDOpPGHWHUPRV ODUJDGRWRGDVDVYDLGDGHV&ULDPRV metas e a principal delas era fazer o DVDâ€?, conta o vocalista e guitarrisWD'LJmR O disco de estreia, lançado em 1994, vendeu mais de 150 mil cĂł-

O que estĂĄ acontecendo agora ĂŠ uma coisa que HXVHPSUHTXLV'HSRLVTXH REDL[LVWD &Dnisso voltou, começamos a tocar a carreira da PDQHLUDFHUWD$VDtGDGHOHGHVFDUDFWHUL]RXD EDQGDSRUTXHĂ€TXHLQDIUHQWHGRSDOFRFRP GRLVLQWHJUDQWHVGHVFRQKHFLGRVGRS~EOLFR )L]HPRVXPDUHYROXomRQRVHWOLVWTXHVyWUD]LDRVKLWVGHL[DQGRGHIRUDRQRVVRODGR% ,VVRHUDXPHTXtYRFR)RLXPUHFRPHoRDOpP GHWHUPRVODUJDGRWRGDVDVYDLGDGHV&ULDPRV metas e a principal delas era fazer o DVDâ€? DIGĂƒO 92&$/,67$(*8,7$55,67$

SLDV2URFNSHVDGRFRPXPWRTXH de forrĂł e outros ritmos do NordesWHĂ€FRXPDUFDGRSHODVIDPRVDV “Selimâ€?, “NĂŞga Juremaâ€? e “Puteiro HP-RmR3HVVRDÂľ(VHKRXYHXP momento difĂ­cil, ele foi totalmente superado com o apoio dos fĂŁs, que comparecem Ă s apresentaçþes e FRPSUDPRVSURGXWRVGDEDQGD2 passado de casas pequenas e agenda YD]LDĂ€FRXSDUDWUiV1RPRPHQWR eles tĂŞm shows agendados atĂŠ maio, GH1RUWHD6XOGRSDtV â€œĂ‰ a segunda vez que estou passando pela melhor fase que uma banda pode ter, quando todo munGRHVWiXQLGR&DGDVKRZpFRPHPRUDGRFRPRXPDYLWyULD1XQFD SHQVHLHPGHVLVWLU2V5DLPXQGRV

$LQGDpVHJUHGR6yRTXHSRVVR dizer ĂŠ que somos nĂłs tocando mĂşsiFDVGHRXWUDVSHVVRDVÂľ Na Ăşltima semana, os fĂŁs dos 5DLPXQGRVĂ€FDUDPLQWULJDGRVFRP uma foto publicada por Rodolfo em seu Twitter, em que ele aparecia ao ODGRGH&DQLVVRH'LJmR6HULDXPD UHXQLmR"8PDYROWDDRSDVVDGR"$ reconciliação dos integrantes? ´(XH&DQLVVRHVWiYDPRVQR$Hroporto de Congonhas tomando cafĂŠ HHOHSHGLXTXHHXĂ€FDVVH´GHERDÂľ quando viu Rodolfo se aproximanGR5RGROIRGLVVHTXHPHDPDHTXH eu nĂŁo deveria acreditar no que as SHVVRDVGL]HP(XRSHUGRHLeFRPR ver uma ex-namorada e nĂŁo senWLUQDGD1mRQRVIDOiYDPRVKi DQRV6yTXDQGRRSDLGHOHPRUUHX que eu fui ao enterro, hĂĄ uns quatro WrPPXLWDKLVWyULD3HQVHLHPID]HU anos, mas sĂł nos cumprimentamosâ€?, uma carreira solo, mas acredito que H[SOLFD'LJmR $SHVDUGRUHHQFRQWURSDFtĂ€FRR DEDQGDWHQKDXPDYLGDSUySULD atual vocalista deixa claro que nĂŁo $FRPSDQKHLQDLQWHUQHWRVFRPHQWiULRVTXDQGRGHFLGLVHURYRFDOLVWD hĂĄ expectativas para a volta da forPDomRRULJLQDO Todo mundo começou criticando, ´(XWHQKRTXHSHQVDUTXHHOH PDVDEDODQoDIRLPXGDQGR+RMH nĂŁo vai voltar, senĂŁo nĂŁo sigo a em dia, a maioria dos fĂŁs apoia a PLQKDYLGD2TXHDFKRGHOHHXMi FRQWLQXLGDGHÂľ IDOHL(OHVDLXGDEDQGDVHPGDU $ERDIDVHQmRpVRPHQWHQRV tempo de nos prepararmos e nos SDOFRV2VSURMHWRVQmRSDUDPGH aparecer e incluem gravação de CD SUHMXGLFRX1DLJUHMDHOHIDODPDO dos Raimundos, mas usufrui do de inĂŠditas - que DigĂŁo diz jĂĄ ter dinheiro que os Raimundos ainda prontas -, alĂŠm de shows em granJHUDPSDUDHOH6HpWmRGRPDOHOH GHVIHVWLYDLVHFDVDVGHHVSHWiFXOR GHYHULDGRDURGLQKHLURWRGR1mR “Vamos lançar um CD com mĂşVLFDVQRYDVQRĂ€QDOGHVWHDQRRXQR tiro o mĂŠrito de ninguĂŠm, mas as pessoas tĂŞm mania de tirar o meuâ€?, LQtFLRGH(UDSDUDVHUDQWHV Ă€QDOL]DRP~VLFR PDVVXUJLXXPSURMHWRQRPHLR


2

TribunaIndependente

DIVERSĂƒO&ARTE MACEIĂ“ - DOMINGO, 18 DE MARÇO DE 2012

Mostra “Animação para adultosâ€? A programação de cinema do Sesc Alagoas para amanhĂŁ traz a Mostra “Animação para Adultosâ€?. Filmes: Janela para o cinema, de QuiĂĄ Rodrigues; O jumento santo e a cidade que se acabou antes de começar, de LĂŠo e William Paiva; Deus ĂŠ pai, de Allan Sieber; O anĂŁo que virou gente, de MarĂŁo; Terra, de SĂĄvio Leite; A espera, de Ernesto Solis; Adeus, de CĂŠu D’Ellia. A mostra acontece no Teatro Jofre Soares 6HVF&HQWUR +RUiULRK&ODVVLÂżFDomRDQRV(QWUDGDIUDQFD0DLVLQIRUPDo}HV  

SifrĂŁo toca Los Hermanos Para fazer um aquecimento da turnĂŞ dos Los Hermanos, que inicia no mĂŞs de abril, a banda alagoana SifrĂŁo comemora os seus 15 anos tocando os sucessos de banda. O show acontece no prĂłximo sĂĄbado, na boate Loop. Ingressos antecipados estĂŁo Ă  venda por R$ 20, no stand Folia Brasil, localizado no GBarbosa Stella Maris.

Edson Gomes

O cantor de reggae Edson Gomes e mais o cantor David Hinds (Inglaterra), a banda Vibraçþes e os DJs Thuppå e Nenê Roots oferecem uma noite de muito reggae na Vox Room (estacionamento de Jaraguå). Os shows estão marcados para o dia 31 deste mês. Mais informaçþes: 3235-6950.

Música para todos $EDQGDPLQHLUD-RWD4XHVWFRQ¿UPRXR show na edição 2012 do Viva Arapiraca. A apresentação estå marcada para o dia 30 de março, a partir das 20h, no Lago da Perucaba. Mas a música começa na quintafeira, 29, e se estende atÊ o domingo, 1º de abril, com a participação de bandas locais e uma banda internacional de pop rock, que a organização ainda não revelou. AlÊm das atraçþes artísticas, o projeto ainda realiza vårias açþes de cidadania nas åreas da saúde e social. Tudo aberto ao público.

Edital Infantil Coco de Roda

Muito forrĂł

Martha AraĂşjo A Pinacoteca UniversitĂĄria abrirĂĄ a sua pauta de exposiçþes 2012 com a mostra “Eu nĂŁo sou eu e nem vocĂŞâ€?, da artista plĂĄstica alagoana Martha AraĂşjo, hoje, Ă s 20:00 horas. O perĂ­odo de visitação se estenderĂĄ atĂŠ 28 de abril de 2012.

Fokus Bokus

A segunda edição do evento estå marcada para o próximo dia 23, a partir das 22h, na Vox Room (estacionamento GH-DUDJXi -iHVWmRFRQ¿UPDGRVRVVKRZGH$YL}HVGR )RUUy)RUUyGRV3OD\V*DOm)RUUy$EVROXWWR)RUUR]mR das Antigas e Raphael & Gabriel. Vendas no stand Viva Alagoas (Maceió Shopping). Mais informaçþes: 3235-6950.

Gilberto Gil Longe dos palcos alagoanos hå uma dÊcada, o cantor e compositor Gilberto Gil traz para Maceió, em única apresentação, o novo show. Concerto de Cordas e Måquinas de Ritmo pode ser visto no próximo dia 30, às 21h, no Teatro Gustavo Leite, Centro Cultural e de Exposiçþes de Maceió, em Jaraguå. Na construção do novo espetåculo, *LOFRQWDFRPDSDUWLFLSDomRGR¿OKRRJXLWDUULVWD%HP*LO Para criar uma harmonia ainda mais completa, ele conviGRXRPDHVWUR-DTXHV0RUHOHQEDXPQXPUHSHUWyULRUH¿nado. Os ingressos são vendidos no stand Sue Chamusca (Maceió Shopping). A data do início das vendas ainda não foi divulgada. Mais informaçþes: (82)3235-5301.

Exposição Eternecer

O premiado espetåculo internacional do Teatro Negro da Bulgåria – Circo Fokus Borkus – estarå no Brasil pela primeira vez, depois de encantar plateias de 15 países. O grupo Kukla, dirigido por Antoaneta Madjarova, vai estar aqui em Maceió somente no dia 31 de março (såbado) e farå uma única apresentação, às 16h, no Teatro Gustavo Leite. O espetåculo chaga a Maceió depois de realizar turnê com apresentaçþes em Hong Kong, Cingapura e Vietnam. No Brasil. Os ingressos vão ser vendidos no stand Sue Chamusca – maceio Shopping – TÊrreo. Informaçþes 3235-5301 / 9928-8675 / info@chamusca.com.br e WWW.chamusca.com.br.

Pastoril comĂŠdia

2VDXWRUHVDODJRDQRVGHYHP¿FDUDWHQWRVSRLVD,PSUHQVDR¿FLDOGLYXOJRXRHGLWDOTXHDEUHFRQFRUUrQFLDSDUDSXEOLFDomRGHOLYURVLQIDQWLVQDFROHomR Coco de Roda. Os interessados podem concorrer com histórias infantis que abordem temas culturais e históricos de Alagoas. As inscriçþes acontecerão DWpRGLDGHDEULO$V¿FKDVGHLQVFULomRHVWmRGLVSRQtYHLVQRVLWHGD,PSUHQVD2¿FLDO ZZZLPSUHQVDR¿FLDODO HRVFDQGLGDWRVGHYHPHYDURWUDEDOKR em três vias impressas, assim como uma cópia do arquivo em CD ou DVD. Os cinco textos selecionados, que devem ter no måximo 1.200 palavras, serão HGLWDGRVLPSUHVVRVSXEOLFDGRVHFRPHUFLDOL]DGRVSHORyUJmR0DLVLQIRUPDo}HVRXDWUDYpVGRHPDLODWHQGLPHQWR#LPSUHQVDR¿FLDODO

Uma peça com o sentido de divertir e, ao mesmo tempo, mostrar uma das belas histĂłrias da cultura folclĂłrica das Alagoas. Essa ĂŠ a intenção que os atores RĂŠgis de Souza, Pierre Pelegrine e Salles TenĂłrio levarĂŁo ao palco do Teatro Deodoro, sempre Ă s terça-feira, Ă s 20h, na peça “As disputadas: quem serĂĄ a Diana do pastoril?â€?, espetĂĄculo que tem a GLUHomRGH*ODXEHU7HL[HLUDHFRUHRJUDÂżDVGH5RJHUV$\UHV Preço: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (estudante). Pontos de Venda: Bilheteria do Teatro Deodoro.

$*DOHULD6HVF$UDSLUDFDUHFHEHD([SRVLomR)RWRJUi¿FD(WHUQHFHUGDVDUWLVWDV&DPLOD&DYDOFDQWHH.DUOD0HODQLDVTXHEXVFDPH[SORUDURVOLPLWHVLQGLYLGXDLVHFROHWLYRVGRHVTXHFLPHQWRXWLOL]DQGRDIRWRJUD¿DFRPRSULQFLSDOLQVWUXPHQWRGHPDQHMRHSURYRFDomR/RFDO*DOHULD6(6&$UDSLUDFD9LVLWDomR atÊ 27 de abril, de terça a domingo, das 12h às 18h. Entrada franca. Mais informaçþes: (82) 3482.2440 /2400 /2402 FALE CONOSCO - A Agenda Ê um serviço gratuito de orientação ao leitor. Os interessados em divulgar eventos, shows e exposiçþes podem enviar material atravÊs do endereço: tiagenda@hotmail.com


TribunaIndependente

0$&(,Ă?'20,1*2'(0$5d2'( DIVERSĂƒO&ARTE 5$3+$(/',$679*/2%2

FLĂ VIO RICCOFRODERUDomR-RVp&DUDORV1HU\ZZZWZHWWHUFRPĂ€DYLRULFFR

Os eternos problemas no jornalismo do SBT

'HQWURGD%DQGHLUDQWHVHDWpPHVPRHQWUHDHTXLSHGRSURJUDPDVH WUDEDOKDFRPDGDWDGHžGHDEULO SDUDDHVWUHLDGR³3kQLFR´ 7XGRHVWiVHQGRIHLWRSDUDQmR SDVVDUGLVVRDSHVDUGDVGL¿FXOGDGHVTXHDLQGDH[LVWHP(TXHQmR VmRSRXFDV

NĂŁo quis

O

Parada. Profissional experiente, como passagens por alguns dos mais importantes meios de comunicação, terå pela frente a espinhosa missão de administrar a sua redação e, mais do que isso, sobreviver às frequentes intempÊries da Anhanguera. É bem o caso de perguntar: serå que o problema sempre esteve nessas pessoas que passaram por lå ou naqueles que ainda permanecem por lå? Ou não serå na sua própria estrutura? Porque alguma coisa tem. Dos tantos que ocuparam este posto, a maioria dividiu a sua carreira entre o antes e o depois do SBT. As dificuldades para desempenhar tais funçþes sempre extrapolaram suas capacidades pessoais. Jå disse e repito: que o Parada tenha melhor sorte.

3DXOR1RJXHLUDTXHHVWDYDQD GLUHomRGHMRUQDOLVPRGR6%7 WHYHSURSRVWDVSDUDUHDVVXPLU VHXSRVWRQR5LRGH-DQHLURRX VHWUDQVIHULUSDUD%UDVtOLD,QFOXVLYHFRPYDQWDJHQVÂżQDQFHLUDV 1mRDFHLWRX3UHIHULXVDLU

Novo trabalho

(P³&KHLDVGHFKDUPH´SUy[LPD QRYHODGDVVHWHGD*ORER3DEOR %HOLQLTXHpDUJHQWLQRIDUiXP HVSDQKROSDGUDVWRGH0LJXHO5RQFDWRRMRYHPUHEHOGHGDKLVWyULD 2DWRUYHPGHGXDVPLQLVVpULHV QDHPLVVRUD³0D\VD´H³'DOYDH +HULYHOWR´

Assunto encerrado %DQGHLUDQWHVH/XFLDQD*LPHQH] SDUDUDPGHFRQYHUVDU 7RGDVDVQHJRFLDo}HVQRV ~OWLPRVWHPSRVIRUDPHQFDPLQKDGDVSHORFRQVXOWRU'LHJR *XHEHOPDVDVSDUWHVDFDEDUDP HVEDUUDQGRQDLPSRVVLELOLGDGHGH IHFKDUDOJXPDFRLVDDJRUD

Curioso isso (PWHPSRVGH79GLJLWDOWRGR PXQGRVDEHSULQFLSDOPHQWHR SHVVRDOGDSURGXomRHFRQWUDUUHJUDVTXHWRGRFXLGDGRpSRXFR 'LDGHVVHVQRFRQVXOWyULR FHQRJUi¿FRGH³$TXHOH%HLMR´ QRYHODGDVGDQRLWHQD*ORER IRLSRVVtYHOYHUDRIXQGRROLYUR 'LUHLWR3HQDO±9ROXPH6yVH RPpGLFRHVWiTXHUHQGRYLUDU DGYRJDGR

Com muita calma $%DQGHLUDQWHVQmRWHPSUHVVD HPSURPRYHUDYROWDGR/XFLDQR GR9DOOHjVVXDVWUDQVPLVV}HV HVSRUWLYDV'HSHQGHVVHXQLFDPHQWHGHOHMiHVWDULDWUDEDOKDQGR0DVLVVRVyLUiDFRQWHFHU TXDQGRKRXYHUDFRPSOHWDOLEHUDomRGRGHSDUWDPHQWRPpGLFR

Giselle Batista, depois de “A Mulher InvisĂ­velâ€?, grava “Cheias de Charmeâ€?, prĂłxima novela das sete da Globo. Ela vai disputar Jonatas Faro com a protagonista Isabelle Drummond

A propĂłsito

TV TUDO

SBT trocou um milhão de vezes, ou algo muito próximo disso, a direção do seu departamento de jornalismo só nesta última dÊcada. As mudanças são tão frequentes e se promovem com tamaQKDUDSLGH]TXHjVYH]HVÀFDGLItFLOVDEHUTXHPHVWi de plantão.Agora, por exemplo, Ê a vez do Marcelo

3

Bate-rebate Contabilidade

Linha dura

1D~OWLPDVHJXQGDIHLUDGXUDQWHDH[LELomRGR³$VWURV´FRPPDLVRXPHQRVXPD KRUDGHGXUDomRHQWUDUDPWUrVFKDPDGDVGR³&DQWHVH3XGHU´TXHYDLDRDU QDVTXDUWDVHSRUDFDVRpSURJUDPDGD 3DWUtFLD$EUDYDQHO(QHQKXPDGR³6%7 5HSyUWHU´TXHIRLDSUHVHQWDGRDVHJXLUQD PHVPDQRLWH'HYHWHUKDYLGRXPHQJDQR

$VLQIRUPDo}HVVREUHRVSHUVRQDJHQVGH³6DOYH-RUJH´QRYD QRYHODGH*OyULD3HUH]DLQGD QmRVmRLQWHLUDPHQWHFRQKHFLGDV DWpSRUTXHDLQGDWHP³$YHQLGD %UDVLO´SHODIUHQWH 'HTXDOTXHUIRUPD)OiYLD$OHVVDQGUDH)HUQDQGD3DHV/HPH LQLFLDPHPPDLR³ODERUDWyULR´GH VXDVSHUVRQDJHQVQXPTXDUWHO GDV)RUoDV$UPDGDV4XDQGR GHIDUGDHODVVHUmRVHPSUH OLQKDGXUD0DVQRGLDDGLD VHFRPSRUWDUmRFRPRTXDOTXHU RXWUDPXOKHU

Tempo marcado $VJUDYDo}HVGH³&DUURVVHO´LUmRVHHQFHUUDUQRPi[LPRHPGH]HPEUR&RQVLGHUDQGRVHDVOLPLWDo}HVGRGHSDUWDPHQWR GHWHOHGUDPDWXUJLDGR6%7QmRH[LVWHP FRQGLo}HVHVWUXWXUDLVSDUDPDQWHUGXDV QRYHODVHPSURGXomRDRPHVPRWHPSR -i¿FRXHVWDEHOHFLGRSRUWDQWRTXHORJR HPMDQHLURVHSUHWHQGHGDULQtFLRDRQRYR WUDEDOKRGRTiago Santiago, com a mesPDHTXLSHGHGLUHomRGH³&DUURVVHO´SDUD HVWUHDUHQWUHRVPHVHVGHPDUoRHDEULO

Hoje Ê o dia 1HVWHGRPLQJRWRGRRHOHQFR GR³3kQLFR´YDLVHUHXQLUSHOD SULPHLUDYH]QD%DQGHLUDQWHV SDUDDJUDYDomRGDDEHUWXUD 2VWUDEDOKRVVHUmRUHDOL]DGRVQR SUySULRHVW~GLRGDHPLVVRUD HGHYHPOHYDUERDSDUWHGRGLD

¡ A Record News, a partir deste domingo, passa a exibir o programa do Roberto Justus, apresentado na Record segunda-feira passada. Ă‚6LGQH\6DPSDLRDSyVUiSLGD SDUWLFLSDomRHPÂł$TXHOHEHLMR´ FRPRMXUDGRGHFRQFXUVRGHPLVV WDPEpPLUiLQWHJUDURHOHQFRGH Âł6DOYH-RUJH´GD*OyULD3HUH] ¡ Na Band, Jack Bauer vai passar a bola para o DateQD Ă‚Âł+RUDV´WHPSUHYLVmRGHHQFHUUDPHQWRGDSULPHLUDWHPSRUDGDQR GLDGHDEULO Ă‚2JDPHÂł4XHPÂżFDHPSp"´GHYH estrear dia 9, Ă s 21h20. Ă‚0DLV%DQGDVpULHÂł7KH:DONLQJ 'HDG´SRGHUiVHUDSUHVHQWDGDjV VH[WDVVXEVWLWXLQGRRUHDOLW\Âł3HUGLGRVQDWULER´TXHWHUiHSLVyGLRV ¡ De maneira simples, Roberto 7DOPDMXVWLÂżFDVXDDXVrQFLDQD maioria dos eventos da Globo: “NĂŁo gosto disso´ Ă‚$5HFRUGHVWiWUDEDOKDQGRQD SURGXomRGHGRLVHYHQWRVRSULPHLURGLDHQYROYHRODQoDPHQWRGD VXDQRYDSURJUDPDomR ¡ E o segundo, serĂĄ inteiramente voltado para os Jogos Olimpicos. Ambos em SĂŁo Paulo. Ă‚'LUD3DHVWDPEpPHVWiQR HOHQFRGHÂł(DtFRPHX"´GR%UXQR 0D]]HRHPEUHYHQRVFLQHPDV

&¡HVWÀQL 0DUFHOR0HLUDYLFHGD%DQGGLVVH TXHQmR¿FRXVXUSUHVRFRPRDQ~QFLRGD*ORERGHTXHLUiH[LELUMRJRV GD(XURFRSDDSDUWLUGHMXQKRFRP ³FREHUWXUDHVSHFLDO´ -iRSHVVRDOGRHVSRUWHGD%DQG QmRHVSHUDYDWDQWR )LFDPRVDVVLP0DVDPDQKmWHP PDLV7FKDX

HORĂ“SCOPO

PALAVRAS CRUZADAS DIRETAS

www.coquetel.com.br Ă?dolo do AtlĂŠtico Mineiro, foi treinador do Sport em 2010 Impedido Camada superior da crosta terrestre

Š Revistas COQUETEL 2012

É concedido aos produtos aprovados pelo O plano Inmetro alternativo

Listar; enumerar Limitada (abrev.) Pedra de afiar (faca)

Irritado; aborrecido Ataque (de cobra)

O contato direto do candidato com o potencial eleitor Pequena lança

Itens incluĂ­dos no "Guinness Book"

Efeito sensorial do ferimento

D

O

Como os antigos gregos praticavam esportes (?) Guineto, sambista carioca

R

Elogio (fig.) Fonte da pÊrola Elemento da Química Orgânica (símbolo)

"(?)" de Iludir", sucesso de Gal Costa Tomar à força (um avião)

Ponto submetido ao julgamento de outrem

DemĂŞncia (?): acomete idosos

O mais ocidental dos estados (sigla)

Abreviatura de "peĂŁo", no xadrez Leito Corrida, rĂşstico e em inglĂŞs pobre

Cidade da Praça de Cibeles (Europa)

&UX]D$ Seu porteiro ĂŠ SĂŁo Pedro (Folcl.)

A terceira incĂłgnita matemĂĄtica

Maior autoridade de um quartel O Humberto de "Insensato Coração" (TV)

Moeda alemĂŁ anterior ao Euro

TĂ­tulo do dirigente de Abu Dhabi

Todo, em inglĂŞs

Watt (sĂ­mbolo)

Filtro no sistema urinĂĄrio (Anat.)

3/all — run. 4/emir — sial. 7/elencar — quesito. 13/toninho cerezo.

48

Solução 7 2 % 1 6 , $ , 1 & + % 2 7 & 6 ( 4 5 6 ( 1 = & 2 0 $ - 2 6

$ 6 ' 6 7 5 8 , ( / ( 1 & / & 2 0 2 ' $ ' 2 5 / ( ' 2 0 4 8 ( 6 , 8 ( 6 7 5 $ & 5 / 0 $ 5 , ' $ 8 $ 1 ' $ 1 ' 5 / ( : , / .

& ' 2 $ 5 5 3 ' 2 2 $ & 7 2 $ 5 3 & 2 $ 7 ( 5 ,0 ( 5

BANCO

PorĂŠm; contudo

Ă RIES - (21/3 a 19/4) – EstarĂĄ com SUHVVDSDUDWHUPLQDUVXDVWDUHIDV 3RUWDQWRpSRVVtYHOTXHVRIUDFRQWUDULHGDGHVQHVWHGLD'HVVDIRUPD RPHOKRUVHUiFRQWHUDLUULWDomR &RU7XUTXHVD 1~PHURGD6RUWH TOURO Âą D Âą3URÂżVVLRQDOPHQWHVHUiXPERPGLDSDUD UHFHEHUDXPHQWRRXDOJXPWLSRGH UHFRQKHFLPHQWR)DOHPHQRVGRV VHXVVRQKRVHQmRHQFDQHSRU TXDOTXHUIXWLOLGDGH6HMDSDFLHQWH &RU3LQN 1~PHURGD6RUWH *Ç0(26Âą D Âą0DQWHQKDDSDFLrQFLDGLDQWHGHFRQWUDULHGDGHV1RWUDEDOKRSURPHVVDV SRGHPQmRVHUFXPSULGDVPDVQmR GHVDQLPH(PFDVDPXLWDDJLWDomR &RU/LOiV 1~PHURGD6RUWH CĂ‚NCER Âą D Âą([HUFLWH DSDFLrQFLDQRVHXHPSUHJR$ERD QRWtFLDpTXHGHYHUiOXFUDUSRUXPD WDUHIDGHVHPSHQKDGD*DUDQWDLVVR DVHXIDYRU Cor: Rosa 1~PHURGD6RUWH LEĂƒO Âą D Âą2GHVDÂżR VHUiPDQWHUDFDOPDHDFRQFHQWUDomRQHVWHGLD)DoDRSRVVtYHO SDUDGDUFRQWDGDVVXDVWDUHIDV SURÂżVVLRQDLVPDVQmRFRORTXHVXD VD~GHHPRFLRQDOHPULVFR &RU9HUGH(VPHUDOGD 1~PHURGD6RUWH VIRGEMÂą D Âą1R FDPSRSURÂżVVLRQDORUJDQL]HVXDV SULRULGDGHVHÂżQDOL]HWDUHIDVSHQGHQWHV&RPRVXDDQVLHGDGHHVWDUi HPDOWDHQFRQWUDUiGLÂżFXOGDGHSDUD PDQWHURIRFRHPXPDDWLYLGDGHGH FDGDYH] &RU9HUGH/LPmR 1~PHURGD6RUWH LIBRA Âą D ÂąeSRFDGH GHVDÂżRVQDFDUUHLUD2PHOKRUDID]HUpOLGDUFRPDVVLWXDo}HVGLItFHLV FRPEDVWDQWHMRJRGHFLQWXUDHDWp PHVPRXPDERDGRVHGHKXPRU (FRQRPLFDPHQWHÂżQDQoDVDQHFHVVLWDUHPGDVXDHVSHFLDODWHQomR 3RGHUmRYHULÂżFDUVHPHOKRULDVVXEVWDQFLDLVGHVGHTXHHVWHMDDWHQWRD WXGRRTXHDFRQWHFHUGXUDQWHHVWH SHUtRGR0DVRPDLVDFRQVHOKiYHOp PDQWHUDOJXPDVUHVHUYDV &RU%HJH 1~PHURGD6RUWH

ESCORPIĂƒO – (23/10 a 21/11) – Os GHVDÂżRVSURÂżVVLRQDLVGHYHUmRIRUoDU YRFrDWRPDUPHGLGDVUiSLGDV &XLGDGRFRPHVVDDWLWXGHSRLV DSUHVVDpLQLPLJDGDSHUIHLomR 6RFLDOPHQWHUHODFLRQDPHQWRVGH DPL]DGHSRGHUmRH[LJLUDOJXPD PRGHUDomRSDUDTXHQmRHQWUHHP GLVSXWDVVHPVHQWLGRTXHQmROKH WUDUmRQDGDGHSRVLWLYR3URFHGD FRPVHUHQLGDGHQDIRUPDFRPR HQFDUDRVSUREOHPDVGHWHUFHLURV &RU0DUURP(VFXUR 1~PHURGD6RUWH SAGITĂ RIO – (22/11 a 21/12) – ,QRYHVXDVIRUPDVGHWUDEDOKRDVVLPFRQVHJXLUiH[LELUPHOKRUVXDV KDELOLGDGHVDOFDQoDQGRRVXFHVVR 6HSLQWDUXPDDWLYLGDGHGLIHUHQWH QmRKHVLWHSRLVpSRVVtYHOTXH IDWXUHPDLV &RU9LQKR 1~PHURGD6RUWH CAPRICĂ“RNIO – (22/12 a 19/1) Âą$QWHVGHWRPDUSDUWLGRQRVHX HPSUHJRRXoDRTXHRVRXWURVWrP DGL]HUDUHVSHLWRHVyGHSRLVIDoDR VHXMXOJDPHQWR9DOHRPHVPRSDUD RFRQYtYLRIDPLOLDU &RU9LROHWD 1~PHURGD6RUWH AQUĂ RIO Âą D Âą2FpX YDLIDYRUHFHURVFXLGDGRVFRPR VHXODUHRVDVVXQWRVGRPpVWLFRV HPJHUDO,QRYHVHXVPpWRGRV GHWUDEDOKRSDUDVHWRUQDUPDLV FRPSHWLWLYR D 1mRFRPHQWHVHXV SODQRVFRPTXDOTXHUXP6HMDPDLV WROHUDQWH(FRQRPLFDPHQWHHYLWHDV GHVSHVDVGHVQHFHVViULDVHIXMDD DSOLFDo}HVGHFDSLWDOSRUPXLWRIRUWH TXHVHMDDWHQWDomR &RU5R[R 1~PHURGD6RUWH PEIXESÂą D $VVXDV DPL]DGHVSRGHUmRVHUXPDyWLPD VROXomRSDUDOLPSDURHVStULWRGH LGHLDVQHJDWLYDV$SURYHLWHHVWD IDVHSDUDYLVLWDUDOJXQVIDPLOLDUHV GHTXHPVHWHPPDQWLGRDIDVWDGR $OHPGHOKHID]HUEHPVHUiXPD JUDQGHDMXGDSDUDDTXHOHVTXHGHVL SRVVDPQHFHVVLWDU (FRQRPLFDPHQWH3HQVHSRVLWLYR 3DUDRÂżPGRSHUtRGRDVLWXDomR GHYHUiFRPHoDUDDOWHUDUVHDLQGD PDLVHGHXPDIRUPDPXLWRHYLGHQWH &RU$]XO3LVFLQD 1~PHURGD6RUWH

EM LONDRES

Back2Black terĂĄ Gil, Criolo e Arnaldo Antunes

O

festival Back2Black anunciou, em coletiva na sexta, pela manhĂŁ, em SĂŁo Paulo, os artistas que se apresentam na versĂŁo do evento em Londres, de 29 de junho a 1Âş de julho, no Old Billingsgate. O perĂ­odo corresponde a realização das OlimpĂ­adas. Entre os brasileiros estĂŁo Gilberto Gil, Criolo, Marcelo D2, Luiz Melodia, Emicida, Tono, FlĂĄvio Renegado, o projeto de Arnaldo Antunes, Edgard Scandurra e Toumani DiabatĂŠ e o grupo Filhos de Ghandi. Das atraçþes internacionais, destacam-se a dupla malinesa Amadou e Marian, o cantor nigeriano Femi Kuti, o rapper britânico Roots Manuva e a cantora africana Fatoumata Diawara. O encontro teve a participação de Gilberto Gil, “embaixadorâ€? do encontro na capital inglesa; da ce-

nĂłgrafa Bia Lessa, que vai cuidar do visual da festa; da idealizadora do festival no Brasil, Connie Lopes, e do curador de conferĂŞncias, o escritor angolano JosĂŠ Eduardo Agualusa. Sobre a maciça presença de rappers, Gilberto Gil disse que o hip-hop se universalizou, lembrando que o movimento estĂĄ “forteâ€? tambĂŠm na Ă frica e no Oriente MĂŠdio. Ele comparou a popularidade do rap nacional ao funk carioca nos eventos internacionais. “Meu papel foi o de intercâmbio com a produção na Inlgaterra, mais do que uma curadoria. Sugeri os Filhos de GhanGLSRUH[HPSORÂľDĂ€UPRX Gil. A ideia do festival, disse Agualusa, ĂŠ dar continuidade ao conceito do Back2Black, que ĂŠ apresentar a produção africana contemporânea, ao lado de consagrados artistas negros de outros continentes e da moderna cena brasileira.


4

DIVERSĂƒO&ARTE MACEIĂ“ - DOMINGO, 18 DE MARÇO DE 2012

TribunaIndependente

felipe1camelo@gmail.com felipecamelo@saladaonline.com.br camelofelipecamelo.blogspot.com

Luxo de Pessoa

Lembro quando, hĂĄ uns 30 e poucos anos, eu era guia de Turismo da TransamĂŠrica e ele era da recepção do Luxor e cobria fĂŠrias da inesquecĂ­vel Maria Cândida. Ficamos amigos desde entĂŁo, e nunca o vi falando mal de ninguĂŠm, compartilhando Fofocas. Pelo contrĂĄrio, era de se afastar quando a conversa pedia pro lado obscuro. Acabou se tornando o colunista “The Bestâ€?, como diz nosso outro grande amigo Duarte Miranda. Como alguĂŠm poderia ser 1 colunista tĂŁo badalado se ĂŠ avesso a badalaçþes, noitadas, superfestas... Era o + discreto de todos, se nĂŁo fosse o Ăşnico, tĂ­mido, discreto. Foi o cara que 1Âş divulgou minhas fotos, sempre me prestigiava, me botava muito acima de onde jĂĄ estive, era quem melhor “liaâ€? minhas fotos; suas legendas eram a literal e pura tradução de minhas imagens. Nossa parceria sempre foi imbatĂ­vel. Dupla pra lĂĄ de dinâmica. Batalhador, 1 pequeno homĂŁo, forte, lutou muito pela Vida. Na Ăşltima 5ÂŞ, 15, fui dormir bem tarde, montando minha exposição ‘Andai-Me’, na praça central do MaceiĂł Shopping, e acordei com a notĂ­cia de seu falecimento. Acho que seu corpo cansou. E descansou. Tendo que vir ao jornal trabalhar, ir velar e me despedir de meu amigo, dia difĂ­Ă­Ă­cil... Mas difĂ­cil PHVPRpVHJXUDUDHPRomRMiTXHpKRUUtYHOHVFUHYHUFRPRVROKRVDJXDGRV3HoROLFHQoDDRVOHLWRUHVDVVLQDQWHVDQXQFLDQWHVVLPSDWL]DQWHVHDÂżQV SUDSXEOLFDUFROXQDPRGLÂżFDGDeRPtQLPRTXHHXSRVVRID]HUSUDKRPHQDJHDUPHXTXHULGRBrĂĄulio Pugliesi. Usar este espaço, com total apoio da direção desta Tribuna pra eternizar na HistĂłria o reconhecimento e gratidĂŁo a esta pessoa totalmente do Bem, que me dĂĄ muito orgulho em ter feito parte do seu + Ă­ntimo cĂ­rculo. Como acredito na ressurreição de Cristo, e somos sua imagem e semelhança, ainda me encontrarei com ele, e seguiremos com QRVVD+LVWyULD4XHÂżTXHHP3D]HQyVWDPEpPFODURBrĂĄulio, Important People...


Edição número 1397 18 de março de 2012  

Edição Digital Jornal Tribuna Independente TribunaHoje.com

Advertisement
Read more
Read more
Similar to
Popular now
Just for you