ED 3854

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TERÇA-FEIRA

www.tribunadovale.com.br

DIRETOR: BENEDITO FRANCISQUINI

18 DE JUNHO DE 2019

ANO XXIII - N0 3854 R$ 1,00

INVESTIGAÇÃO

Câmeras que podem esclarecer morte de Andrei foram manipuladas

A cada novo episódio envolvendo as investigações sobre a morte do jornalista e publicitário Andrei Gustavo Orsini Francisquini (35 anos), na madrugada do dia 12 de maio, na Praça da Espanha, centro de Curitiba, complica-se a situação dos policiais militares responsáveis pelos disparos que tiraram a vida do rapaz. Um dia após o fato, na tarde de segunda-feira (13), dois funcionários da empresa Helper Tecnologia e Segurança, de Colombo (PR), Rodrigo Dunns Rissaman e Bruno Rodrigues de Paz, foram flagrados por câmeras de segurança da Guarda

Municipal de Curitiba (GMC) e por imagens registradas por um comerciante do local, manipulando as câmeras instaladas no totem da Polícia Militar.As imagens captadas pelas câmeras da GMC registram às 16h34 a chegada de um Renault-Kwid, placas BBO -2899, alugado pela empresa Helper Tecnologia e Segurança, em que cujo interior se encontravam os dois funcionários, que permaneceram no carro por alguns minutos. Em seguida, retiram alguns equipamentos do porta-malas e, às 16h44, abrem totem onde permanecem por 51

minutos mexendo em seu interior, até às 17h36, quando retornam para o carro e deixam o local.Com a denúncia que chegou à delegada Daniela Corrêa Antunes Andrade que preside o inquérito da Polícia Civil, esta constatou que a empresa Helper é responsável pelo controle dos equipamentos de monitoramento do totem mantido pela PM na Praça da Espanha, onde Andrei foi alvejado pelos tiros disparados por policiais, que alegaram legítima defesa por haver indícios de que a vítima estaria portando uma arma de fogo.

PÁG. A8 Tribuna do Vale

IRREGULARIDADE

Para TCE-PR, gestão platinense teria burlado limite de gastos com pessoal

O Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR), em acórdão publicado no dia 5 de junho, em apreciação a um recurso apresentado pela administração do prefeito José da Silva Coelho Neto (PHS), o Professor Zezão, negou

a cautelar pretendida pelo Município de Sato Antônio da Platina, bem como, em seu despacho é claro ao classificar o instrumento como uma manobra na tentativa de burlar o que determina a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), quanto

aos limites de gastos com a folha de pessoal. A prestação de contas do Município, agora, segue o rito normal para apreciação do pleno do TCE-PR, que rejeitará ou não o balanço administrativo.

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MACONHA

PM flagra traficantes embalando droga em Joaquim Távora PÁG. A4


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