COURTHOUSE EXTENSION Além das dificuldades ao lidar com o comitê, as limitações financeiras e com a própria evolução de Asplund como arquiteto, ele sofreu objeções dos jornais locais que caracterizavam o projeto como “Vandalismo no tribunal”. Aqui temos um desenho dele do projeto da praça de 1920, e uma perspectiva feita de cima de uma ponte no rio que olha para onde ficaria a entrada principal.
O PROJETO DE 1924-1925 A partir dos anos de 1916 Asplund foi influenciado por Camillo Sitte, e em 1925 ele forneceu desenhos só da extensão que ecoava completamente ao Tribunal de Tessin original, o que ganhou a simpatia da imprensa e do comitê. No interior ele eliminou toda a troca humana que existia no projeto anterior e deixou mais duro e lítico com influência do Hellerau Theatre de Heinrich Tessenow, em Dresden na Alemanha e também os edifícios Beaux-Arts. Em meio a tudo isso, a praça não havia sido reformada e com isso o projeto da extensão foi pausado novamente.
O PROJETO FINAL 1934-1936 Em 1933 foi proposto um novo plano econômico para lidar com o desemprego, então, após abandonarem o programa de ajuda humanitária que estava em vigor desde 1914, foi liberado um orçamento para dar continuidade ao projeto com base nos planos de 1925. Contudo, Asplund escreveu ao departamento financeiro dizendo que usaria os planos de 1925 como base e logo depois foi estabelecido um comitê para supervisionar a construção estabelecendo uma hierarquia: Asplund era subordinado do Comitê, que reportava ao Escritório Imobiliário, que reportava à Comissão de Construção de Gotemburgo.
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Figura 58: Courthouse extension Proposta Fachada Inicial, 1934. Figura 59: Courthouse Extension, proposta fachada alterada 06/06/1934.