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Equipe da Gestão Ambiental monitora a fauna da região RÉPTEIS

Fazem parte deste grupo as serpentes, lagartos e tartarugas, espécies já registradas pela Gestão Ambiental do empreendimento. A campanha abrange 12 áreas – seis de matas ciliares, duas de orizicultura, duas de pecuária e duas de silvicultura - localizadas nos 211,22 km em duplicação na BR-116/RS. A técnica utilizada para esse grupo é a busca ativa, ou seja, a procura por animais em locais onde podem ser encontrados, como ambientes aquáticos ou embaixo de troncos, pedras, folhas caídas e dentro de tocas. As amostragens são realizadas entre 8h e 19h. Além de perneiras e luvas de couro (EPI’s), para aumentar a segurança nos trabalhos utiliza-se também o gancho herpetológico. Este equipamento é usado para revirar troncos e pedras, manipular e capturar, sobretudo, serpentes, evitando o contato direto com os animais. Quando possível, os animais são fotografados e identificados. Espécies registradas: cobra parelheira, jararaca -pintada, lagarto-de-papo-amarelo, tartaruga-trigre-d’água, cobra-verde e cobra-d’água.

Especialista utiliza equipamentos como o gancho herpetológico

Enihilla cepere doloreres quid quis nihicte catur O monitoramento é realizado durante a noite em 12 pontos amostrais localizados ao longo da rodovia. Nessas áreas foram identificados sítios reprodutivos de anfíbios (banhados, campos alagados, açudes, etc.), nos quais são realizados os métodos de busca ativa e auditiva. Na busca ativa os biólogos procuram os animais dentro do corpo d’água e nas áreas de entorno e margens, assim como sobre as plantas aquáticas quando presentes nos hábitats. Já a busca auditiva consiste em identificar os anfíbios que estão vocalizando e contar o número de indivíduos em atividade de vocalização (canto). Durante as campanhas da BR-116/RS foram identificadas 25 espécies de anfíbios, sendo uma delas considerada exótica: a chamada rã-touro (Lithobates catesbeianus).

Informativo Editorial Perereca-do-brejo (Hypsiboas pulchellus)

Espécies registradas: rã-manteiga, pererecado-banhado, pererequinha-do-banhado, perereca-rajada, perereca-nariguda e rã-boiadeira.

ANFÍBIOS

Busca ativa e auditiva é realizada durante a noite em 12 pontos amostrais

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A STE - Serviços Técnicos de Engenharia S.A. é a empresa licitada pelo Departamento Página 05 Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) para realizar a Gestão Ambiental das obras de duplicação da BR-116/RS - de Guaíba a Pelotas. Este material é uma medida de mitigação exigida pelo licenciamento ambiental federal, conduzido pelo IBAMA. A comunidade pode reconhecer a equipe Página 06 que executa os Programas Ambientais observando algumas características. A principal delas é o uso de uniforme, que inclui crachá, colete ou camiseta com o logotipo da Gestão Ambiental. Os veículos também são identificados através de adesivos laterais. Os monitoramentos de animais na região são executados regularmente, durante o dia e a noite, com a anuência dos proprietários das áreas de amostragem. Leia neste informativo outros detalhes sobre o trabalho destes profissionais.


Bióloga instala armadilha fotográfica para capturar imagens de mamíferos

Registro de peixe anual da espécie Austrolebias gymnoventris na BR-116/RS

Busca por espécies de répteis acontece em doze áreas diferentes

Monitoramento de Fauna e Bioindicadores As rodovias causam impactos ambientais seja na sua construção ou operação, afetando por vezes os processos normais de um ecossistema. Para propor medidas que possam minimizar, mitigar ou compensar os impactos da duplicação da BR-116/RS - entre Guaíba e Pelotas - sobre os animais que vivem próximos à rodovia, o DNIT, por meio da Gestão Ambiental das obras (STE S.A.), desenvolve o Programa de Monitoramento de Fauna e Bioindicadores. Para realizar este trabalho, equipes especializadas e identificadas desenvolvem diferentes metodologias para registrar a presença de mamíferos, anfíbios, répteis, aves e peixes em lugares próximos à BR-116/RS. As amostragens ocorrem em locais lindeiros à rodovia, como corpos d’água, matas ciliares, plantações de eucaliptos, lavouras de arroz, entre outros ambientes.

Ámbientes de amostragem Arroios, rios, banhados, charcos, açudes, matas ciliares, áreas de silvicultura (cultivo de árvores), orizicultura (lavouras de arroz) e pecuária (criação de gado).

Expediente

MAMÍFEROS

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PEIXES

Os mamíferos são estudados através de três técnicas. Na primeira, são realizados caminhamentos em estradas interligadas à rodovia em busca de rastros deixados pelos animais, como pegadas, fezes, marcas de cheiro, carcaça, entre outros. A segunda consiste na instalação de armadilhas fotográficas (pequenas caixas plásticas com câmera embutida) em locais próximos e outros distantes da rodovia. Estes equipamentos, que também filmam, geralmente são colocados em matas que circundam os principais arroios e rios que interceptam a BR. Para execução da terceira técnica, a equipe instala nas matas armadilhas que são pequenas caixas retangulares de alumínio com iscas para a captura de roedores. Também são realizadas observações diretas de animais encontrados Espécies registradas: gambá-de-orelha-branca; os tatus crioulo, mulita, e peludo; lebre-européia; tamanduá-mirim; graxaim-do-campo; graxaimdo-mato; os gatos maracajá, gato-do-mato-grande e mourisco; furão; lontra; mão-pelada; zorrilho; preá; cutia; paca; capivara e ratão-do-banhado.

AVES

Fale Conosco 0800 60 11 116

Realização: Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) Execução: STE - Serviços Técnicos de Engenharia S.A. Conselho Editorial: Athos Roberto Albernaz Cordeiro, Ruy Carlos Tolentino, Fernanda Costa e Juliana Christmann Jornalista Responsável: Amanda Montagna (14.958 DRT/ RS) Fotografias: Divulgação STE S.A. Projeto Gráfico: FT Design

Amostragens ocorrem em arroios, banhados e charcos temporários

Equipe captura pequeno roedor para identificação da espécie

comunicacaobr116rs@stesa.com.br Visite nossa página br116rs.com.br Curta nossa fanpage fb.com/BR116rs Monitoramento ocorrre por meio de escutas, observações e caminhadas

Os peixes são monitorados em oito arroios interceptados pela rodovia e também em banhados e charcos encontrados em seu entorno. Os arroios são amostrados em três pontos através de rede de arrasto e puçá: em direção à cabeceira do arroio, na área da ponte da rodovia, e em direção ao deságue do arroio. No total foram encontradas 83 espécies de peixes. Já nos banhados e charcos, as amostragens são direcionadas especialmente ao monitoramento de peixes anuais. Isso porque este grupo de peixes apresenta uma distribuição reduzida a esses ambientes. Em função do endemismo (quando espécies se desenvolvem em uma região restrita) e especificidade de hábitat, esses peixes se tornam extremamente vulneráveis a mudanças ambientais causadas pela atividade humana. Devido a esses fatores, algumas espécies são consideradas ameaçadas no Rio Grande do Sul e no Brasil. Espécies registradas: lambari, traíra, cará, jundiá, birú. Peixes anuais: Austrolebias jaegari e Austrolebias gymnoventris. O monitoramento de aves ocorre de duas formas. Nas áreas cobertas por árvores, como as plantações de eucaliptos, pinos e as matas que margeiam os arroios, vários pontos de escuta são realizados. O pesquisador permanece em silêncio registrando todas as aves observadas e ouvidas durante um tempo determinado (aproximadamente 10 minutos). Outra técnica empregada é o transecto linear, amostragem realizada nos campos e nas plantações de arroz. Nestes locais são efetuadas caminhadas com distâncias já estabelecidas e, durante esse percurso, todos os pássaros observados são contabilizados. Espécies registradas: socó-boi-verdadeiro, gavião-pernilongo, martim-pescador-grande, pica -pau-anão-carijó e o sanhaçu-frade.

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Informativo de fauna da BR-116/RS