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das magazin des staatstheater nürnberg

xxx 2013/2014 : xxx Konzertsaison

Kein Takt langweilig

Ins Innere GMD Marcus Bosch im Gespräch

Einblicke

Üben, Üben, Üben Drei Musiker berichten

Zukunftsweisend Die Orchesterakademie

Hinter die Kulissen geschaut

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MOAZImpulsSKonzerte10_2013DD.pdf

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19.09.13

09:17

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*(14 Ct./Min., Mobilfunkpreise max.42 Ct./Min.)

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: Inhalt

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Aufbau von Bühne, Stühlen und Pulten – die schweißtreibende Arbeit der Orchesterwarte vor dem Konzert. 1

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Dirigenten lenken das Orchester mit ihren Händen. Kapellmeister Gábor Káli zeigt uns wie. Ein Quiz. ■1 ■2 ■3 ■4 2■ 1 2 ■ 3 ■ 3■ 1 ■2 ■3 ■4 ■5 ■4 ■5 4 1 ■ ■6 2 ■ ■3 5■ 1 ■2 ■3 ■4 ■5 ■4 ■5 ■2 ■3 6■ 1

Engagement aus den eigenen Reihen.

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Ein zukunftsweisendes Ausbildungsmodell.

Bühne

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Mit Schwalbenschwanz und Vatermörder. Der Frack ist die vornehmste Arbeitskleidung der Welt.

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Die Staatsphilharmonie Nürnberg dankt ihrem Hauptsponsor, der Commerzbank AG.

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Tickets, Service, Abonnement

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Orchesterakademie

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Beiwerk

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Gesellschaft Philharmonie Nürnberg e. V.

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: Was meint der Maestro? 36

: Ein Blick hinter die Kulissen 32

Commerzbank AG ist Hauptsponsor der Konzertsparte.

: Partner der staatsphilharmonie 24

: Auf die Finger geschaut 20

: Planung ist das halbe leben 14

: 10 Fragen an 08

: Ins innere 04

Gespräch mit Generalmusikdirektor Marcus Bosch zum Motto der Konzertspielzeit.

Die Gesangssolisten der Philharmonischen Konzerte gewähren einen Überblick in ihr Inneres.

Stefan Eschelbach und Michael Saur organisieren die Arbeit des Orchesters im Hintergrund.

Drei Musiker erzählen vom Üben, einem wichtigen Part ihres Berufsalltags.

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Dem Publikum gegenüber Vertrauen schaffen Generalmusikdirektor Marcus Bosch über Konzertplanung, Lieblingsstücke und das Publikum Wann beginnt die Planung für eine Konzertsaison? Wer bestimmt die Auswahl der Werke? Wie entsteht das Konzertmotto? Wie kommen die Engagements von Gastsängern zustande? Viele Fragen stellen sich, wenn man einen Blick auf die Konzerte der neuen Spielzeit wirft. Wer könnte sie besser beantworten als der Generalmusikdirektor der Staatsphilharmonie Nürnberg? Marcus Bosch stand Rede und Antwort – und gewährte dabei Einblicke in sein Innerstes.

Das Motto der aktuellen Saison lautet „Ins Innere“. Was steckt dahinter? Marcus Bosch: In meiner ersten Konzertspielzeit „Wegweiser“ ging es darum, zu verdeutlichen, welche Wege ich im Konzert beschreiten möchte. In der Spielzeit darauf haben wir mit dem Motto „Unterwegs“ gezeigt, dass wir räumlich neue Orte erobert haben, aber auch in verschiedenen musikalischen Welten „unterwegs“ waren. Beim Betrachten der neuen Programme haben wir festgestellt, dass wir instinktiv viele Sachen ausgesucht haben, die ins Innere des Einzelnen blicken, die darauf abzielen, nicht aufs Äußere, nicht auf Oberflächlichkeiten zu schauen, sondern viel von den einzelnen Komponisten preisgeben und auch transzendentale Ansätze 04


aufweisen. So zeigt beispielsweise das Verdi-Requiem eine sehr italienische Art von gelebtem Katholizismus und Gläubigkeit. Die Bach-Reihe am Anfang schaut ebenfalls ins Innere eines Menschen und trifft innere Aussagen. Auch ein Werk wie „Don Juan“, das natürlich einem ganz anderen Menschenbild ins Innere schauen lässt und eine Charakterstudie zeigt, passt in diesen Zusammenhang. In den Werken zeigten sich viele Parallelen, dieses Motto betreffend. Welcher der Programmschwerpunkte ist Ihnen besonders wichtig? M. B.: Die „Einkehr mit Bach“ liegt mir sehr am Herzen! Bisher gab es kein Konzertformat für Alte Musik, und deshalb war es mir wichtig, am Anfang der Spielzeit – wie eine „Ouverture spirituelle“ – dieses Konzert mit Kantaten von Bach zu setzen. Zudem wollte ich die Tradition des gemeinsamen in-die-Kirche-Gehens mit anschließendem Essen im Wirtshaus wiederbeleben. Dieses Jahr hatten wir

einen der profiliertesten englischen Barocksänger eingeladen, der jetzt auch als Dirigent des berühmtesten, ältesten Barockensembles – „Les Arts Florissants“ – tätig ist: Paul Agnew.

ich mit meinem Team jedes Jahr einige Tage in Klausur, wo wir über die weitere Programmplanung sprechen und dabei unsere Interessen und die des Orchesters berücksichtigen.

Wann beginnen eigentlich die Planungen für eine neue Konzertspielzeit?

Lassen Sie uns in Ihr Inneres schauen. Welches ist Ihr persönliches Herzensstück?

M. B.: Die groben Leitlinien reichen bis zu meiner Vertragsunterschrift zurück. Im Vorfeld meines Amtsantritts habe ich gemeinsam mit dem Orchestervorstand geschaut, welche musikalische Vorgeschichte und welches Umfeld das Orchester prägen. Meine Aufmerksamkeit galt dabei dem bisher gespielten Programm, den musikalischen Traditionen, den Partnerstädten oder auch der Chorlandschaft Nürnbergs. Hier zeigte sich rasch die Achse Nürnberg-Prag als Ankerpunkt, aus der zum einen die Reihe der Dvoˇrák-Sinfonien entstand. Zum anderen fiel gleich zu Anfang die Entscheidung für Gustav Mahler und für die Eröffnung jeder Spielzeit mit seinen Sinfonien. Darüber hinaus gehe

M. B.: Es sind alles Herzensstücke! Deshalb fällt es mir auch immer sehr schwer, Programme an Gastdirigenten abzugeben. Aber natürlich gibt es auch Stücke, die mich mehr berühren als andere. Das Verdi-Requiem wird für mich immer ein Höhepunkt sein und ich freue mich auch dieses Mal darauf, es zu dirigieren. Besonders, weil sich der Opernchor hier im Konzert präsentieren kann und ich auch einmal die Möglichkeit habe, mit ihm konzentriert an einem chorsinfonischen Werk zu arbeiten. In der Oper ist die Arbeit mit dem Chor eine ganz andere, denn da ist der Chor oft gezwungen, lauter zu singen als es in der Partitur steht, einfach weil er weiter weg ist. 05


Ins innere

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Im Verdi-Requiem und in zwei anderen Konzerten wirken hochkarätige Sänger mit. Diese Konzerte laufen als „Reihe Meistersinger“. Wie wählen Sie die Sänger aus? M. B.: Wenn die Programme feststehen, überlegen wir, welcher Solist für uns der ideale Interpret für dieses Werk wäre. Dann fragen wir bei den Agenturen der Sänger an und hoffen, dass sie unsere Einladung nach Nürnberg annehmen. Besonders freue ich mich, dass wir für die „Lear“Fragmente von Aribert Reimann Bo Skovhus engagieren konnten, der diese Partie an der Hamburgischen Staatsoper gesungen hat und einer der besten Interpreten auf der Welt für diese Partie ist. Für die „Lieder eines fahrenden Gesellen“ haben wir mit Jochen Kupfer einen fabelhaften, international erfolgreichen Sänger am Haus. Da wäre es töricht gewesen, einen Gast von auswärts zu engagieren.

Für Konzerte mit Sinfonien von Beethoven verlassen Sie mit dem Orchester die Meistersingerhalle. Warum? M. B.: Es gab zur Zeit von Mozart oder Beethoven keinen Saal für 2.000 Menschen. Um eine Sinfonie dieser Komponisten zu hören, wie sie von ihnen gedacht waren, muss man in einen Saal wie den Historischen Rathaussaal gehen. Für diese Art von Sälen ist die Musik geschrieben worden, und dort klingt die Musik so, wie der Komponist sie sich vorgestellt hat. Stummfilmkonzerte, Filmmusiken, Phil&Lunch, Phil&Chill sind sehr beliebt. Sie haben mit diesen Formaten gezeigt, dass Sie gern Neues ausprobieren, aber auch das Orchester nach außen hin öffnen möchten ... M. B.: Die genannten Formate sind eine Möglichkeit, Menschen zu erreichen, die das Opernhaus oder die Meistersingerhalle als Hemmschwelle betrachten. Diese muss nicht überschritten werden, wenn ich in den

„Hirsch“, in das Germanische Nationalmuseum oder zum Klassik Open Air gehe. Ich glaube fest daran, dass wir mit dem, was wir machen, die Möglichkeit haben, Menschen zu begeistern. Ich verstehe mich in diesem Zusammenhang immer auch als Handreicher. Gibt es Überlegungen für weitere Formate? M. B.: Wir können gar nicht so viel spielen, wie wir Ideen haben! Obwohl wir vor zwei Jahren in der Staatsphilharmonie fünf neue Stellen bekommen haben und jetzt auch 12 Akademiestellen, sind wir an einem Punkt angekommen, an dem wir das Konzertangebot nicht ausweiten können, einfach von der Belastung des Orchesters her. Wenn man allein auf den Spielplan der Oper schaut, sieht man, dass die Musikerinnen und Musiker sehr viel spielen. Und trotzdem laufen noch Kammerkonzerte, die Lunch-Konzerte oder auch die musikalische Zugabe nach den Konzerten nebenher. Aber Sonderkonzerte wie in


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diesem Jahr das „Star Wars“-Konzert zur Blauen Nacht werden sicher immer wieder stattfinden. Welche Rolle spielt das Publikum? M. B.: Ohne Publikum sind wir gar nichts! Insofern ist das Publikum neben der Musik das höchste Gut, das wir haben. Und natürlich versuchen wir, dem Publikum zu geben, was es liebt; wir versuchen aber auch, das Publikum für Komponisten und Stücke zu begeistern, von denen wir das Gefühl haben, dass wir hierfür Begeisterung wecken könnten. Schostakowitsch ist ein schönes Beispiel. Die Musiker haben alle gesagt, Schostakowitsch sei ein Saal-Räumer. Aber das Gegenteil war der Fall, und die Begeisterung für seine „Leningrader“ Sinfonie im letzten Februar war riesig. Es gibt noch so viel tolle Musik zu entdecken von der gemäßigten Moderne! Hier gilt es dem Publikum gegenüber Vertrauen zu schaffen.

25. Oktober 2013, 20.00 Uhr, Meistersingerhalle

einer fängt an! 1. PHILHARMONISCHES KONZERT

Ludwig van Beethoven Violinkonzert D-Dur op. 61 Gustav Mahler sinfonie Nr. 5 Solistin: Viktoria Mullova, Violine Musikalische Leitung: Marcus Bosch Ein glanzvoller Auftakt: Gustav Mahlers Fünfte Sinfonie ist eine große sinfonische Reise, gekrönt von einem Finale zwischen Hölle und Paradies. Ludwig van Beethovens einziges Violinkonzert gehört zu den beliebtesten Konzerten überhaupt, und mit Viktoria Mullova kommt eine der berühmtesten und vielseitigsten Geigerinnen der Welt als Gast nach Nürnberg. 19.15 Uhr Konzertführer Live | Im AnschluSS an das Konzert „philharmonische Lounge“

Das Interview führte Janet Neßmann.

» Das Verdi-Requiem wird für mich immer ein Höhepunkt sein «


10 Fragen An ... Hochkarätig – Unsere Meistersinger Wer singt, gibt etwas von sich preis, und kaum eine Kunst lässt so tief in den Menschen blicken wie der Gesang. In drei Konzerten spielt die Staatsphilharmonie Nürnberg in der Spielzeit 2013/14 Werke, die auf diese Weise „Ins Innere“ des Menschen blicken. Wir haben unsere Gastsängerinnen und -sänger mit zehn Fragen gebeten, uns einen Einblick in ihr Innenleben zu geben.

Bo Skovhus Nach seinem fulminanten „Lear“ in Hamburg überschlugen sich die Kritiken. Der als Sängerpersönlichkeit gefeierte dänische Bariton scheint darin die Rolle seines Lebens gefunden zu haben. Als großer Liedsänger ist er auch weltweit auf den Bühnen zu sehen. Nun singt er Aribert Reimanns Fragmente aus der Oper „Lear“ in Nürnberg im 2. Philharmonischen Konzert. 1. Was essen Sie vor einem Auftritt? Eigentlich gar nichts. Ich esse zu Mittag etwas oder am Nachmittag. Das muss nicht irgendetwas Besonderes sein. Ein Käsebrot zum Beispiel. Ich esse viel lieber nach der Aufführung, damit ich einen guten Wein dazu trinken kann. 2. Spielen Sie ein Instrument? Ich habe 15 Jahre Tuba gespielt, mache es aber leider nicht mehr. Ein schönes Instrument!

3. Woher haben Sie Ihre musikalische Ader? Keine Ahnung! Niemand in meiner Familie ist Musiker oder war es. Ich glaube, ich hatte Glück, noch in einer Zeit aufzuwachsen, wo der Musik­ unterricht in der Schule sehr gefördert wurde. Und ich hatte super inspirierende Lehrer. Ich glaube, daher kommt mein Interesse. 4. Was wollten Sie als Kind werden? Zuerst Feuerwehrmann, wie jeder, aber dann eigentlich Arzt! 5. Was wären Sie heute, wenn Sie kein Sänger geworden wären? Sicher Arzt! 6. Wer war der Held Ihrer Kindheit? Es gab eine Comic-Serie in meiner Kindheit: Silberpfeil. Das war ein Indianer, der irgendwie alles geregelt hat. Ich glaube, es war die Faszination von einer anderen Kultur, die so weit weg war von meiner. Ich bin in einer Stadt mit 10.000 Einwohnern aufgewachsen, sehr bieder! Da war ein Indianer wie jemand, der vom Mond kommt!

15. November 2013, 20.00 Uhr, Meistersingerhalle

Stormy weather

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2. PHILHARMONISCHES KONZERT

Benjamin Britten Four Sea Interludes op. 33 a Aribert Reimann Fragmente aus „lear“ Felix Mendelssohn Bartholdy Nr. 3 a-Moll op. 56 „Schottische“ Solist: Bo Skovhus, Bariton Musikalische Leitung: Roger Epple Wilde See in der Musik: Felix Mendelssohn Bartholdy entwirft in seiner „Schottischen“ Sinfonie ein romantisches Bild von der stürmischen See, während Benjamin Britten die Stimmungen des Meeres als Spiegel der Seele porträtiert. Und Aribert Reimann hat mit seinem „Lear“ eine der emotionalsten Opern der Moderne geschrieben, deren Monologe der großartige Bo Skovhus in Nürnberg singen wird. 19.15 Uhr Konzertführer Live | Im AnschluSS an das Konzert „philharmonische Lounge“

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: 10 FRAGEN AN

Melba Ramos 7. Singen Sie auch im Traum? Zum Glück nicht, das wäre ja nicht auszuhalten! 8. Mit welchem Komponisten würden Sie gerne mal essen gehen? Ganz bestimmt mit Alma Mahler! Ich würde gerne diese Faszination verstehen, die sie auf Alle in ihrer Umgebung ausgeübt hat. 9. Was bedeutet für Sie Heimat und wo ist sie? Heimat ist sicher Dänemark, wobei ich nie wieder dort wohnen würde. Ich fühle mich im Ausland sehr dänisch! Es gibt keine Vorurteile gegenüber Dänen, die sind eigentlich überall willkommen. 10. Was tun Sie an Tagen, an denen Sie nicht singen? Hängt davon ab ... Ich habe noch viel zu lernen, es gibt fast keinen Tag, an dem ich nicht lerne oder etwas Neues einstudieren muss. Aber wenn ich ausnahmsweise absolut nichts machen muss, gehe ich gerne in ein Spa mit Sauna und Dampfbad und lasse mich massieren. Das kommt aber leider sehr selten vor!

Als Aida und Madame Butterfly begeisterte die aus Puerto Rico stammende Sängerin bereits im Opernhaus des Staatstheater Nürnberg. Im 3. Philharmonischen Konzert singt Melba Ramos den Sopranpart von Verdis „Requiem“. 1. Was essen Sie vor einem Auftritt? Normalerweise esse ich Fisch mit Salat oder eine einfache Pasta. 2. Spielen Sie ein Instrument? Nur ein wenig Klavier, aber nicht wirklich.

9. Was bedeutet für Sie Heimat und wo ist sie? Früher, bevor ich meine eigene Familie hatte, war meine Heimat der Ort, an dem ich geboren bin und wo meine Eltern sind. Heute ist sie dort, wo meine eigene Familie ist und das ist in Wien. 10. Was tun Sie an Tagen, an denen Sie nicht singen? Es kommt darauf an, manchmal einkaufen, die Wohnung aufräumen, Sport machen oder mein Papier aussortieren. Manchmal auch solche Interviews beantworten. (schmunzelt)

3. Woher haben Sie Ihre musikalische Ader? Von meinem Vater. Seine Familie war musikalisch. 4. Was wollten Sie als Kind werden? Ich wusste irgendwie, dass ich Künstlerin sein werde. Ansonsten hatte ich viele Berufswünsche. 5. Was wären Sie heute, wenn Sie keine Sängerin geworden wären? Ich glaube, Innenarchitektin. 6. Wer war der Held Ihrer Kindheit? Das war mein Vater. Und am meisten hat mir seine Stimme gefallen. 7. Singen Sie auch im Traum? Jein! Häufig träume ich, dass ich irgendwo sein muss, um zu singen und es gibt immer einen Grund, warum ich es nicht schaffe. Furchtbar!!!! 8. Mit welchem Komponisten würden Sie gerne mal essen gehen? Verdi, Puccini ...

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Woong-jo Choi Ob König Heinrich, König Marke oder den Fliegenden Holländer: Der Bariton Woong-jo Choi hat sich die großen Bass/Baritonpartien Richard Wagners erarbeitet, meist in Zusammenarbeit mit dem Nürnberger Generalmusikdirektor Marcus Bosch. Auf Konzertbühnen trat er in Japan, in seiner Heimat Korea, Deutschland, Österreich und Spanien auf. Im 3. Philharmonischen Konzert singt Woong-jo Choi den Basspart in Verdis „Requiem“. 1. Was essen Sie vor einem Auftritt? Da esse ich gerne Pasta. 2. Spielen Sie ein Instrument? Ja, Klavier. Aber nicht so gut. (lacht) 3. Woher haben Sie Ihre musikalische Ader? Ich denke, von meinen Eltern. 4. Was wollten Sie als Kind werden? Ich wollte Präsident werden, also Politiker. Oder Richter. Oder Wissenschaftler. Kinder haben so viele Wunschvorstellungen …

Renée Morloc 5. Was wären Sie heute, wenn Sie kein Sänger geworden wären? Ich denke Richter oder Rechtsanwalt. 6. Wer war der Held Ihrer Kindheit? Der koreanische Präsident. 7. Singen Sie auch im Traum? Ganz selten. Oder ich erinnere mich nicht daran. 8. Mit welchem Komponisten würden Sie gerne mal essen gehen? Mit Richard Wagner. Seine Opern sind meine Lieblingsopern.

Mehrfach sang sie bei den Salzburger Festspielen, in „Eugen Onegin“ (Larina) und „Die Soldaten“ (Stolzius‘ Mutter). Ihr großes Konzertrepertoire macht Renée Morloc zu einer weltweit gefragten Sängerin. Mit Wagner-, Verdi- und StraussPartien glänzte sie in den Kritiken. Hier wird sie in Verdis Requiem im 3. Philharmonischen Konzert den Mezzosopranpart singen. 1. Was essen Sie vor einem Auftritt? Zwei Stunden vorher esse ich eine Banane und kalten Reis.

9. Was bedeutet für Sie Heimat und wo ist sie? Meine Heimat ist auf jeden Fall in Korea, aber Heimat bedeutet für mich auch Familie – und meine Frau und meine Kinder sind in Korea.

2. Spielen Sie ein Instrument? Ja, Viola und Klavier.

10. Was tun Sie an Tagen, an denen Sie nicht singen? Ich gehe spazieren, surfe im Internet oder lese ein Buch.

4. Was wollten Sie als Kind werden? Immer Musikerin. Ich habe schon mit 5 Jahren Orgel gespielt.

17. Januar 2014, 20.00 Uhr, Meistersingerhalle

Libera me!

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3. Woher haben Sie Ihre musikalische Ader? Ich habe sie von den Vorfahren geerbt.

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3. PHILHARMONISCHES KONZERT

Giuseppe Verdi Messa da requiem Solisten: Melba Ramos, Sopran; Renée Morloc, Mezzosopran; Luis Chapa, Tenor; Woong-jo Choi, Bass Musikalische Leitung: Marcus Bosch Chor & Extrachor des Staatstheater Nürnberg; Choreinstudierung: Tarmo Vaask Schlusspunkt des Verdi-Jahres 2013. Das „Requiem“, Verdis 1874 komponierte Totenmesse, ist ein musikalisches Drama um Tod, Todesangst und Erlösung jedes einzelnen Menschen. Marcus Bosch dirigiert das bewegende Werk und holt neben einer Riege renommierter Solisten den Chor und Extrachor des Staatstheater Nürnberg in die Meistersingerhalle. 19.15 Uhr Konzertführer Live | Im AnschluSS an das Konzert „philharmonische Lounge“

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: 10 FRAGEN AN

Luis Chapa 5. Was wären Sie heute, wenn Sie keine Sängerin geworden wären? Tot. Das Leben hätte für mich keinen Sinn, wenn ich nicht Musikerin geworden wäre. 6. Wer war der Held Ihrer Kindheit? Mein Lehrer, der meine Begabung gefördert und der sehr kluge Dinge gesagt und getan hat. 7. Singen Sie auch im Traum? Nein. 8. Mit welchem Komponisten würden Sie gerne mal essen gehen? Mit Bernd Alois Zimmermann, er ist aber schon tot. 9. Was bedeutet für Sie Heimat und wo ist sie? Heimat ist für mich die Landschaft meiner Kindheit, die verwunschenen Burgen, in denen ich als Kind gespielt habe. 10. Was tun Sie an Tagen, an denen Sie nicht singen? Kurzgeschichten schreiben, an die Orte meiner Kindheit fahren und Gedanken sammeln, Klavier spielen, ausgefallene Menüs zubereiten.

Von Mexiko, seinem Heimatland, über Großbritannien nach Italien: Luis Chapa ist für seine Konzertund Opernauftritte weit gereist. Zusammen mit Marcus Bosch war er zuletzt als Kalaf in Puccinis Oper „Turandot“ bei den Heidenheimer Opernfestspielen zu sehen. In Verdis „Messa da Requiem“ im 3. Philharmonischen Konzert übernimmt Luis Chapa den Tenorpart.

Schullaufbahn verfolgt. Dann habe ich als Bauingenieur promoviert und mit dem Segen meiner Familie habe ich beschlossen, Musik und Gesang zu studieren.

1. Was essen Sie vor einem Auftritt? Ungefähr fünf Stunden vorher esse ich einen (großen) Teller Pasta und einen Salat und eine halbe Stunde vor meinem Auftritt esse ich Obst und trinke einen Espresso …; sehr wichtig dabei: der Espresso.

6. Wer war der Held Ihrer Kindheit? Mein Vater. Er hat immer gekämpft, um Erfolg zu haben und das in einem sehr schwierigen Umfeld. Er hat es geschafft, uns ein gutes Leben zu bescheren und uns alle sechs durch die Uni zu bringen, indem er uns immer ermutigt hat und uns ein guter Lehrer war.

2. Spielen Sie ein Instrument? Fast jeder Mexikaner spielt Gitarre und ich bin da keine Ausnahme. Ich spiele nicht besonders gut, aber gut genug für den einen oder anderen Abend mit meinen Freunden. 3. Woher haben Sie Ihre musikalische Ader? Seit ich Kind bin, singe ich. In der Schule, zu Hause, in der Kirche. Ich war ein bisschen schüchtern, da kam es mir gelegen, mich über das Singen auszudrücken. Keiner in meiner Familie ist ein professioneller Musiker. Aber in der Gesellschaft, in der ich aufgewachsen bin, ist Singen etwas sehr Normales. Ich denke, Gott gab mir die Stimme und brachte mich dahin, sie zu entwickeln. 4. Was wollten Sie als Kind werden? Ich habe immer davon geträumt, in irgendeiner Weise in andere Rollen zu schlüpfen. Aber in Mexiko ist es schwierig, sein Leben der Kunst zu widmen. Bis zu meinem Uni-Abschluss habe ich also eine traditionelle

5. Was wären Sie heute, wenn Sie kein Sänger geworden wären? Daran verschwende ich keinen Gedanken. Ich bin genau das, was ich werden wollte.

7. Singen Sie auch im Traum? Ja, aber die meiste Zeit kann ich mich nicht daran erinnern. Meine Frau sagt mir dann am nächsten Tag, dass ich gesungen habe. 8. Mit welchem Komponisten würden Sie gerne mal essen gehen? Auf jeden Fall mit Rossini. Obwohl ich seine Musik nicht singe, bewundere ich ihn zutiefst. Ich mag beides: seine Kompositionen und seinen Sinn für Humor. 9. Was bedeutet für Sie Heimat und wo ist sie? Heimat ist für mich dort, wo meine Frau und meine Tochter sind. 10. Was tun Sie an Tagen, an denen Sie nicht singen? Ich verbringe Zeit mit meiner Familie, in meinem Haus oder meinem Garten, oder mache Urlaub, aber immer zusammen mit meiner Familie.

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Jochen Kupfer Als Beckmesser, als Kurwenal oder als Orest: Jochen Kupfer sang sich mit zahlreichen Rollen in die Herzen der Nürnberger. Liederabende und Konzerte führten den preisgekrönten Sänger und Publikumsliebling auch durch Europa, nach Japan und in die USA. Im 4. Philharmonischen Konzert singt er die „Lieder eines fahrenden Gesellen“ von Gustav Mahler. 1. Was essen Sie vor einem Auftritt? Eine Banane – das tun übrigens die meisten Sänger, um Magnesium und retardierende Energie zu tanken. 2. Spielen Sie ein Instrument? Klavier – ich war früher richtig gut, als ich noch Zeit zum Üben hatte. 3. Woher haben Sie Ihre musikalische Ader? Ich bin wohl etwas aus der Art geschlagen, denn meine Eltern spielten zwar in ihrer Jugend auch ein wenig Klavier, hatten aber keine weiteren musikalischen Ambitionen.

4. Was wollten Sie als Kind werden? Ich soll bereits im Kindergartenalter ganz bestimmt gesagt haben, dass ich Sänger werden möchte. 5. Was wären Sie heute, wenn Sie kein Sänger geworden wären? Wahrscheinlich wäre ich Schlossgärtner in einem Schlosspark mit vielen Blumen, einem Teich und großen alten Bäumen. 6. Wer war der Held Ihrer Kindheit? Viel gab es da nicht in meiner ostdeutschen Heimat. Vielleicht etwas Winnetou-Romantik, offiziell verpönt, aber noch im Bücherschrank meines Vaters. Und natürlich Bach, der mir eine andere Welt eröffnete.

9. Was bedeutet für Sie Heimat und wo ist sie? Heimat ist für mich dort, wo ich mich wohlfühle und das ist Nürnberg, wobei ich auch versuche, regelmäßig meine sächsische Heimat zu besuchen, weil sie ein wichtiger Teil von mir ist. 10. Was tun Sie an Tagen, an denen Sie nicht singen? Ich lasse für mich singen! Die zahlreichen Vögel auf meinem Grundstück am Wald erfreuen mich immer mit ihrem Gesang, von dem ich mich gern verzaubern lasse, wenn ich eine Ruhe­ pause von der Gartenarbeit einlege.

Die Fragen stellte Valerie Schaub. 7. Singen Sie auch im Traum? Ja, das kommt vor. Sogar hörbar ... 8. Mit welchem Komponisten würden Sie gerne mal essen gehen? Mit Johannes Brahms oder Richard Strauss oder am besten mit beiden. Ich glaube, die beiden konnten auch richtig genießen, und wir würden ganz sicher nicht nur über Musik plaudern.

14. Februar 2014, 20.00 Uhr, Meistersingerhalle

Fahrende gesellen 4. PHILHARMONISCHES KONZERT

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Antonín Dvoˇrák Sinfonie Nr. 4 d-Moll op. 13 Gustav Mahler Lieder eines fahrenden Gesellen Antonín Dvoˇrák Sinfonie Nr. 8 G-Dur op. 88 Solist: Jochen Kupfer, Bariton Musikalische Leitung: Marcus Bosch

Der Bariton Jochen Kupfer, Publikumsliebling des Nürnberger Opernhauses, singt die vier „Lieder eines fahrenden Gesellen“, die von vergeblicher Liebe und Trost in der Natur erzählen. Mit der Vierten und der Achten Sinfonie Dvoˇráks setzt die Staatsphilharmonie Nürnberg die Gesamtaufnahme der Sinfonien dieses Komponisten fort. 19.15 Uhr Konzertführer Live | Im AnschluSS an das Konzert „philharmonische Lounge“ Live-Übertragung auf

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Eine CD erscheint bei


HILL

& L I H C P

Konzert mit der Staatsphilharmonie Nürnberg und anschlieSSender Chill-Out-Party mit deN Wildstyle-DJ‘s Ekki Eletrico und Tommy Yamaha

01. November 2013 & 05. Juni 2014 | Hirsch


Planung ist das halbe Leben … Ein Porträt über die organisierenden Hände im Hintergrund


„Man muss schnell und kurzfristig reagieren können“

Stefan Eschelbach, aus der Pfalz stammend, studierte Rechtswissenschaften in Mannheim und kam über ein Volontariat des Staatsorchesters Rheinische Philharmonie in Koblenz zum Orchestermanagement. Bevor er zehn Jahre Orchesterdirektor der Deutschen Staatsphilharmonie Rheinland-Pfalz war, wirkte er zweieinhalb Jahre als Orchestergeschäftsführer beim Philharmonischen Orchester Heidelberg. Fest im Sattel und mit dem Orchesterbetrieb bestens vertraut, hält er dem oft stürmischen Alltagsgeschehen mit ausgeglichener Ruhe stand: „Es gibt schon Tage, an denen aufgrund der vielfältigen Einflüsse nicht alles planmäßig laufen kann. Aber idealerweise finden wir dann gemeinsam eine Lösung.“

Musik von klein auf Sie arbeiten fast lautlos, aber ohne ihre Arbeit würde kaum ein Ton in der Staatsphilharmonie erklingen. Orchesterdirektor Stefan Eschelbach und Michael Saur, Referent von Generalmusikdirektor Marcus Bosch, sind das organisatorische Rückgrad des Orchesters. Ihre Arbeitsbereiche sind zwar sehr unterschiedlich, aber eng miteinander verzahnt. Beide durch ihr Studium mit juristischem Wissen ausgestattet, haben sie bei der Berufswahl ihrer Liebe zur Musik den Vorzug gegeben – ein gutes Team!

Er selbst stammt aus einem musikalischen Elternhaus; der Vater ist als Gitarrist und Lautenist vor allem der Alten Musik verschrieben. Stefan Eschelbach spielte von früher Kindheit an viele Jahre Violine, später auch in kammermusikalischen Ensembles. Während des Studiums sang er mehrere Jahre in verschiedenen Chören und näherte sich so auch dem Opernrepertoire. Hier am Haus schätzt er die Vielfalt des Operngenres und das „Nebeneinander“ von Konzert und Musiktheater. „Den ‚Don Giovanni‘ in der vergangenen Spielzeit mochte ich sehr, auch die „Metamorphosen für 23 Solostreicher“ von Richard Strauss bleiben mir in bester Erinnerung.“

Ein breites Aufgabengebiet Ein Hauptbetätigungsfeld seines Alltages ist, den Tagesbetrieb für das Orchester auszugestalten, also unter vielerlei Gesichtspunkten die Einsatzfähigkeit des Orchesters zu garantieren. „In diesem Bereich erlebt man trotz gewissenhafter Vorausplanung immer wieder Überraschungen und man muss auf Veränderungen teilweise sehr schnell und kurzfristig reagieren können, denn der Spielplan muss zu 100 Prozent eingehalten werden.“ Einen weiteren Schwerpunkt bilden arbeitsvertragliche und tarifrechtliche Angelegenheiten. „Hierbei ist eine intensive Kommunikation in verschiedene Richtungen nötig“, so Eschelbach. „Ich sehe mich als Bindeglied zwischen der Theaterleitung und der Künstlerischen Leitung auf der einen und dem Orchester und den Gremien auf der anderen Seite; als Person, die die Interessenslagen zusammenführt und entsprechende Lösungsvorschläge unterbreitet. Nur so kommt man zu Ergebnissen, die dann auch für alle von größtmöglichem Vorteil sind“, so Stefan Eschelbach über einen Beruf, der mitunter diplomatisches Geschick erfordert. „Herausfordernd ist auch die Disposition; hier mit den anderen Abteilungen eine Lösung zu finden, die allen Interessenslagen gerecht wird, ist nicht immer leicht – manchmal die Quadratur des Kreises. Einerseits müssen z. B. die Konzerte den notwendigen Raum zur Vorbereitung bekommen, andererseits sollen aber die Musiktheatersparten Ballett und Oper

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Planung ist das halbe leben

darunter nicht leiden. „Den Boden so zu bereiten, dass auch die Leistung erbracht werden kann, die wir uns vorstellen, ist in einem Haus, das einen so regen Spielbetrieb hat, eine große Herausforderung. Das macht diese Tätigkeit aber auch so interessant und spannend. Die Zusammenarbeit mit den Kolleginnen und Kollegen sowie mit dem Orchester nehme ich als sehr positiv und konstruktiv wahr; bei allen Hindernissen im Alltag sind wir uns doch alle im Wesentlichen bewusst, dass wir an einem Strang ziehen. Und das bereitet einem in der täglichen Arbeit sehr viel Freude.“ Darüber hinaus geht es in dieser Funktion aber auch darum, die Wahrnehmung des Orchesters in der Öffentlichkeit immer weiter zu verbessern und auszubauen. Hier ist der Orchesterdirektor im ständigen und regen Austausch mit Generalmusikdirektor Marcus Bosch und es geht um Fragen des Marketings, um Programminhalte und die verschiedenen Konzertformate hier in Nürnberg. „Da kommt es uns sehr zu Gute, dass wir uns schon viele Jahre kennen und in zahlreichen Konzertprojekten zusammen gearbeitet haben. Es ist auch unser gemeinsames Ziel dem Orchester die Möglichkeit zu geben, in anderen Städten und Konzertsälen aufzutreten. Das ist für das Orchester durchaus ein wichtiger Baustein in der Entwicklung.“

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„Ich orientiere mich überwiegend an den Terminen von Marcus Bosch“

Da er erst seit einem Jahr in Nürnberg ist, kann Stefan Eschelbach aber noch nicht von einem neuen Zuhause sprechen: „Ich lebte einfach sehr lange in der Rhein-Neckar-Region und war dort beruflich und privat stark verwurzelt. Den Arbeitsplatz nach ein paar Jahren zu wechseln, ist in diesem Berufsfeld aber durchaus normal – das Theater wird dann quasi das Zuhause vor Ort. Aber die Pfalz und seine schönen Weindörfer vermisse ich schon sehr, wenngleich auch Franken hier sehr viel zu bieten hat“, fügt er lächelnd an.

Sein Kollege Michael Saur, geboren in Stuttgart und aufgewachsen im Hohenloher Land, ist dagegen bereits viele Jahre am Haus und mittlerweile auch längst in Nürnberg heimisch. Schon als Schüler war er begeisterter Opernfan. Nach dem Abitur studierte er zunächst in Würzburg Jura und absolvierte das erste Staatsexamen; danach war er Referendar am Oberlandesgericht in Nürnberg, bevor das zweite Staatsexamen folgte. „Demnach könnte ich jetzt auch Rechtsanwalt oder Richter sein. Aber am Ende des zweiten Staatsexamens habe ich das Pflichtwahlpraktikum gewählt und mich dafür hier am Opernhaus beworben. Und zu meiner großen Verwunderung haben sie zugesagt“, berichtet Michael Saur immer noch begeistert. So war er zunächst in der Personalabteilung eingesetzt und hat sich eingehend mit Arbeitsrechtsfällen beschäftigt.

Zufälle gibt’s „Eines Tages kam eine Anfrage, ob ich nicht mal in das Büro von Generalmusikdirektor Auguin hochgehen könnte, seine Assistentin sei krank und es sollte einfach jemand nach dem Rechten sehen, damit da nicht so viel liegenbleibt …“ Gesagt – getan. Das Schicksal spielte ihm so zu, dass er eines Tages auf Wunsch von Philippe Auguin die Position übernahm und fortan als sein Assistent blieb. Seitdem leitete er sowohl bei Philippe Auguin,

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: Planung ist das halbe leben

dann bei Christof Prick und jetzt bei Marcus Bosch die Geschicke auf dieser Position, „die ich im Übrigen immer noch als sehr attraktiv und hochinteressant empfinde! Man ist in dieser Position in organisatorischen Dingen und Verwaltungsangelegenheiten gefordert – das liegt mir und macht mir Spaß, weil es hier mit der Musik so eng vernetzt ist.“ Der juristische Hintergrund durch seine Ausbildung kommt ihm da für alle Vertragsangelegenheiten z. B. mit Gastsolisten zu Gute. „Ich sehe mich aber nicht so eng an den eigentlichen Orchesterbetrieb geknüpft. Ich orientiere mich überwiegend an den Terminen von Marcus Bosch, z. B. wenn er Gäste, Vorsing- oder Pressetermine hat, dann versuche ich immer da zu sein“, erklärt er. Vieles läuft in enger Absprache z. B. mit dem Büro von Staatsintendant Peter Theiler, mit der Pressestelle, mit dem Künstlerischen Betriebsbüro. Auch was Disposition betrifft, muss Saur sehr vorausschauend arbeiten, damit dann auch die gewünschten Gäste für z. B. Konzerte angefragt werden können.

Amtswechsel In seiner Amtszeit hat er bisher drei verschiedene GMDs erlebt: „Natürlich sind alle sehr unterschiedlich in ihrer Persönlichkeit, setzen jeweils andere Schwerpunkte in ihrer künstle-

rischen Arbeit; aber in ihrem Vorhaben, das Beste daraus zu machen, sind sich dann alle drei wieder sehr ähnlich, verfolgen ähnliche Ziele. Und alle haben letztendlich mit den gleichen täglichen Schwierigkeiten zu kämpfen, z. B. wenn es darum geht, Proben zu organisieren, oder sich auf die speziellen Eigenschaften – die ja alle Künstler haben – einzustellen.“ So kommt keine Routine auf und man merkt Michael Saur seine Begeisterung für seinen Beruf an: „Vor allem mit Marcus Bosch kommen viele neue Impulse, interessante Projekte, die wir neu angegangen sind, z. B. die Veranstaltungen Phil&Chill, die Lunch­konzerte im Germanischen Nationalmuseum – und überhaupt eine neue Stoßrichtung, das Orchester zu präsentieren. Auch für mich weht dann ein neuer Wind – und es fühlt sich dann fast an wie eine neue Stelle, aber in gewohnter Umgebung. Das finde ich toll und schätze ich sehr.“ Wenn das Theater es zeitlich erlaubt, geht Michael Saur seinem Hobby nach: Er ist als großer Eisenbahn-Fan Schatzmeister bei der Fränkischen Museumseisenbahn Nürnberg e. V. „Ich sehe das so: Der Beruf ist mit so vielen schönen Dingen verbunden, mit Musik, mit den Aufführungen abends – da kann man sich in der Freizeit auch mal ein paar nüchterne Pflichten auferlegen“, erklärt er amüsiert.

Beide – sowohl Stefan Eschelbach als auch Michael Saur – vermitteln, ihre vielfältigsten Aufgabengebiete, trotz mitunter dichtem Alltagsgeschehen, mit großer Freude zu erfüllen – vor allem aus Liebe zur Musik. Sonja Westerbeck

25. APRIL 2014, 20.00 UHR, MEISTERSINGERHALLE

LISZT UND TÜCKE 6. PHILHARMONISCHES KONZERT Franz Liszt „LES PRÉLUDES“ SINFONISCHE DICHTUNG NR. 3  Jan Müller-Wieland DOPPELKONZERT FÜR ZWEI KLAVIERE UND ORCHESTER (URAUFFÜHRUNG) Franz Liszt „CONCERTO PATHÉTIQUE“ FÜR ZWEI KLAVIERE UND ORCHESTER Richard Strauss „DON JUAN“ OP. 20 Solisten: Klavierduo Andreas Grau – Götz Schumacher Musikalische Leitung: Marcus Bosch Ein Konzert der Gegensätze: Der berühmt-berüchtigten Sinfonischen Dichtung „Les Préludes“ steht der schwungvoll-jugendliche „Don Juan“ gegenüber. Auf das Konzert für zwei Klaviere von Franz Liszt folgt die Uraufführung eines gleichartigen Werkes des Zeitgenossen Jan Müller-Wieland, aus der Taufe gehoben von dem phantastischen Klavierduo Andreas Grau – Götz Schumacher. 19.15 Uhr Konzertführer Live | Im AnschluSS an das Konzert „philharmonische Lounge“ Das Konzert wird übertragen von

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Othello  Othello  Funny Girl Funny Girl

OPER - Premieren

Giuseppe Verdi | Musikalische Leitung: Guido Johannes Rumstadt | Inszenierung: Gabriele Rech | 05. Oktober 2013, Opernhaus Giuseppe Verdi | Musikalische Leitung: Guido Johannes Rumstadt | Inszenierung: Gabriele Rech | 05. Oktober 2013, Opernhaus

I. Lennart, J. Styne, B. Merrill | Musikalische Leitung: Jürgen Grimm/Gábor Káli | Inszenierung: Stefan Huber | 02. November 2013, Opernhaus I. Lennart, J. Styne, B. Merrill | Musikalische Leitung: Jürgen Grimm/Gábor Káli | Inszenierung: Stefan Huber | 02. November 2013, Opernhaus

Das Rheingold Das Rheingold Arabella  Arabella 

Richard Wagner | Musikalische Leitung: Marcus Bosch | Inszenierung: Georg Schmiedleitner | 30. November 2013, Opernhaus Richard Wagner | Musikalische Leitung: Marcus Bosch | Inszenierung: Georg Schmiedleitner | 30. November 2013, Opernhaus

Richard Strauss | Musikalische Leitung: Marcus Bosch | Inszenierung: Andreas Baesler | 01. Februar 2014, Opernhaus Richard Strauss | Musikalische Leitung: Marcus Bosch | Inszenierung: Andreas Baesler | 01. Februar 2014, Opernhaus

Judas Maccabäus / Judas Maccabäus / And The Trains Kept Coming And The Trains Kept Coming ... Die Walküre Die Walküre Georg Friedrich Händel / Lior Navok | Musikalische Leitung: Peter Tilling | Inszenierung: Stefan Otteni | 23. Februar 2014, Opernhaus Georg Friedrich Händel / Lior Navok | Musikalische Leitung: Peter Tilling | Inszenierung: Stefan Otteni | 23. Februar 2014, Opernhaus

Richard Wagner | Musikalische Leitung: Marcus Bosch | Inszenierung: Georg Schmiedleitner | 05. April 2014, Opernhaus Richard Wagner | Musikalische Leitung: Marcus Bosch | Inszenierung: Georg Schmiedleitner | 05. April 2014, Opernhaus

Die Hugenotten  Die Hugenotten 

Giacomo Meyerbeer | Musikalische Leitung: Guido Johannes Rumstadt | Inszenierung: Tobias Kratzer | 15. Juni 2014, Opernhaus Giacomo Meyerbeer | Musikalische Leitung: Guido Johannes Rumstadt | Inszenierung: Tobias Kratzer | 15. Juni 2014, Opernhaus auSSerdem

Opernball

Iberische Nacht | 21. September 2013, Opernhaus

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Auf die Finger geschaut … Ein Blick ins Übungszimmer


: Auf die Finger geschaut

Ein alter Musikerwitz: „Entschuldigung, wie komm ich denn zur Carnegie Hall?“ – „Üben, üben, üben!“ Aber warum muss ein Musiker überhaupt üben, wenn er doch ohnehin zweimal am Tag das Instrument in der Hand hat? Warum ist das Üben alleine so wichtig? Und wie geht Üben überhaupt? Wir haben einigen Musikern auf die Finger geschaut und sie nach ihren Übemethoden gefragt. Wer einmal einen Blick auf das Notenpult eines Geigers werfen konnte, der sieht eine verwirrende Seite aus vielen schwarzen Punkten. Jeder Punkt ist ein Ton, ein Bogenstich, eine Fingerbewegung der linken Hand. Und egal, ob ein Musiker der ersten Violine tausend und abertausend kleine Noten in einem Konzert spielt, ein Bläser sich mit einem Solo aus dem Orchester heraushebt oder ein Schlagzeuger genau im richtigen Moment den entscheidenden Akzent setzt: Wer im Orchester spielt, hat nicht nur eine langjährige Ausbildung hinter sich, er muss sich auch täglich durch Üben des Instrumentes fit halten. Ein Musiker übt nicht nur für die Stücke, die ganz aktuell auf dem Programm stehen, sondern auch, um alle technischen Anforderungen der Musik auf Abruf parat zu haben. Denn die Probenzeit des Orchesters ist knapp: Konzertprogramme müssen oft bei nur fünf Proben „sitzen“. In der Probenzeit geht es um das Zusammenspiel der Musikerinnen und Musiker, um das Erarbeiten einer musikalischen Interpretation. Die technischen Probleme des Instrumentes muss jeder zu Hause lösen, um vor den Ohren des Dirigenten und dem der Kollegen bestehen zu können. Posaunist Patrick Adam betont: „Es gibt nichts Unbefriedigenderes, als wenn man etwas anbietet und man selber weiß: Ich könnte es besser!“

Was heiSSt eigentlich Üben? Der Fagottist Wolfgang Peßler erklärt, was seine „Basics“ sind, die er jeden Tag auf seinem Instrument übt. Dazu gehört Töne aushalten, schnelle Folgen von Einzeltönen, das Staccato, und Vibratoübungen, also das leichte Schwingen des Tons, der einen Klang lebendig macht. Wolfgang Peßler verrät einige Tricks, wie man technisch schwierige Passagen in den Griff bekommt. Am Anfang steht das Metronom, dessen unerbittliches Klicken das Tempo vorgibt. Schwierige Stellen werden zuerst im halben Tempo geübt, mit möglichst kleinen Fingerbewegungen. Dann wird das Tempo in einzelnen Passagen verdoppelt, mal hier vier Töne, mal dort vier Töne. Immer wieder variiert der Fagottist den Rhythmus, um „die Finger gefügig zu machen“. Überhaupt, die Finger analysieren: Welcher Finger ist ungleichmäßig? Wie kann man Bewegungsabläufe optimieren? Wolfgang Peßler weiß aus Erfahrung: „Nur mit unaufwändigen Be-

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Auf die Finger geschaut

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wegungen kann man im extremen Tempo genau spielen“. Und Genauigkeit heißt bei Bläsern nicht allein, dass die zehn Finger präzise das Instrument bedienen, sondern vor allem, dass die Finger und die schnellen Stöße der Zunge gegen das Mundstück sauber koordiniert werden. Dass man auch das Üben üben kann, erklärt die Solo-Kontrabassistin Kathrin Münten. Die stellvertretende Stimmführerin weiß, dass ihr Muskelapparat für kniffelige Stellen eine bestimmte Anzahl von Wiederholungen beim Üben braucht. „Damit muss man sich abfinden. Aber es nützt natürlich nichts, wenn die Stelle dann im Übezimmer klappt, im Konzert aber nicht.“ Entscheidend ist nicht, wie lange man übt, sondern wie man übt. Für Kathrin Münten ist die Reflexion über die richtige Übemethode mindestens so wichtig wie das Üben selbst. „Wenn eine Stelle schwer ist, dann verkrampft man. Und wenn man sie dann falsch übt, dann übt man die Verkrampfung. Da muss man sich dann immer wieder selbst überlisten.“ Denn ein Musiker will nicht verkrampfen, sondern Musik machen oder, wie Kathrin Münten es ausdrückt, „die Freiheit haben, mit dem Instrument in den Austausch zu treten“. Die Schwierigkeiten dieses Austauschs liegen bei jedem Instrument woanders. Die Posaunen zum Beispiel haben niemals so viele Töne wie die Violinen, die bei einer Sinfonie kaum einmal das Instrument absetzen können. „Technisch schwierige Passagen übt man vor allem, damit man sie im richtigen Augenblick parat hat“, beschreibt der Posaunist Patrick Adam. „Man übt aber täglich, dass der Ton immer anspricht, in der Höhe und in der Tiefe gleich funktioniert, dass die Luft bis zum Ende des Instruments gleichmäßig fließt, dass man in der Lautstärke flexibel bleibt. Das sind die Dinge, die man ein Leben lang üben muss.“ Aber üben die Musiker all das nicht tagtäglich bei ihren Proben? Patrick Adam schüttelt den Kopf: „Im Orchester spielen, das ist etwas ganz anderes. Da geht es um Zusammenspiel, um Impulse, um die Kommunikation mit dem Dirigenten. Aber für die technischen Grundlagen muss man sich doch immer wieder alleine hinsetzen.“ Zum Beispiel für die Erste Sinfonie von Johannes Brahms: In den ersten drei Sätzen haben die Posaunen Pause – und müssen im Finale „aus dem Stand“ den Choral blasen, auf den die ganze Sinfonie zuläuft. „Der Choral muss in der Intonation stimmen, er muss perfekt im Zusammenspiel sein, gut klingen und dabei noch leise. Du weißt, es kommt nur auf diesen Choral an, und du hast nur eine Chance im Konzert. Das muss man trainieren.“

Musikalisches Kraft- und Fitnesstraining? Tatsächlich, tägliches Üben hat viel mit sportlichem Training zu tun. „Vielleicht weniger, was den Kalorienverbrauch angeht“, schmunzelt Wolfgang Pessler, „aber bei den Etüden entstehen auch schon mal Schweißperlen“. Vor allem aber geht es um die körperliche Kondition, die ein Profimusiker im Betrieb von Opernhaus und Konzertsaal braucht. „Wenn ich in einer Spielzeit mal eine Woche nichts zu spielen habe, dann brauche ich zwei Tage, um wieder reinzukommen. Ab dem fünften Tag ohne das Instrument lässt die Kondition nach.“ Patrick Adam bringt es auf den Punkt: „Laufen können wir alle; aber hundert Meter in 10 Sekunden, das geht nicht ohne Training.“ Also Krafttraining

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: Auf die Finger geschaut

für die Lippen und Zwerchfelle von Holz- und Blechbläsern? Patrick Adam nickt: „Man nimmt sich Passagen heraus und spielt sie eine Spur langsamer und gleichzeitig eine Spur lauter. Damit steigert man nach und nach die Belastung, wie beim Sport. Und so baut man Kraft auf, damit man etwa in einer Sinfonie von Schostakowitsch entspannt laut spielen kann.“ Auch das Alter eines Musikers hat einen Einfluss auf das Spielen. „Je älter ich werde, desto wichtiger werden die Ruhepausen zwischen dem Spielen“, bemerkt Wolfgang Pessler. „Ich muss Sport machen, Laufen oder Radfahren, weil ich mit zunehmendem Alter sonst merke, dass bei langen Passagen der Atemzug nicht mehr ausreicht.“

Was sagen denn die Nachbarn? Posaunist Patrick Adam hat noch ein ganz anderes Problem: Der Klang einer Posaune dringt mühelos durch die Wände und Decken eines Mietshauses. Nachbarschaftsstreit wegen des Übens ist für den Musiker aber keine Option. Also übt er entweder in den Übezimmern des Opernhauses oder mit einem Übedämpfer. Dieser Dämpfer wird in den Schalltrichter der Posaune „gestopft“ und dämpft den Klang des Instrumentes auf weniger als Zimmerlautstärke. „Allzu oft kann man das aber nicht machen, denn das Spielen fühlt sich dann anders an, das Instrument reagiert anders und die Tonhöhe verändert sich.“ Immerhin, warmspielen kann man sich so, und der Friede mit den Nachbarn ist gerettet. Oder die Enttäuschung ist groß: „In Berlin hatte ich Nachbarn, die fanden das toll, einen Musiker im Haus zu haben und waren ganz enttäuscht, dass sie mich nie haben üben hören. Aber denen war auch nicht klar, was ich ihnen da erspare“, schmunzelt Patrick Adam. Und was machen Musiker in den Ferien? Wolfgang Peßler ist resolut: „Da geht mein Fagott in die Generalüberholung – und ich hab’ frei!“ Spätestens eine Woche vor Spielzeitbeginn geht aber auch das Üben wieder von vorne los. Kathrin Münten nimmt es gelassen. Üben ist eben ein Teil des Berufes: „Ich kriege ja im Orchester sozusagen immer wieder neue Noten hingestellt. Das Üben hört nie auf.“ Kai Weßler

10. Juli 2014, 20.00 Uhr, Opernfestspiele Heidenheim 11. Juli 2014, 20.00 Uhr, Meistersingerhalle

Heimat, dringend gesucht  8. PHILHARMONISCHES KONZERT

Sergej Rachmaninow KLAVIERKONZERT NR. 2 C-MOLL OP. 18 Bedˇr ich Smetana MÁ VLAST (MEIN VATERLAND) Solistin: Olga Scheps, Klavier Musikalische Leitung: Zsolt Hamar Wie klingt Heimat? Bedˇrich Smetana hat mit seinen sechs Tondichtungen ein klingendes Abbild seines Heimatlandes Böhmen geliefert, das in der berühmten „Die Moldau“ gipfelt. Sergej Rachmaninow musste sein Heimatland Russland 1918 verlassen und hat sich mit seinen Werken eine ganz eigene musikalische Heimat geschaffen. 19.15 Uhr Konzertführer Live | Im AnschluSS an das Konzert „philharmonische Lounge“

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Partner der Staatsphilharmonie

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Ein zukunftsorientierter Partner Commerzbank Ag Als Neuer Hauptsponsor Der Staatsphilharmonie Nürnberg

Im Frühjahr dieses Jahres ist für die Staatsphilharmonie Nürnberg ein großer Wunsch in Erfüllung gegangen: Mit der Commerzbank AG wurde für die Spielzeit 2013/2014 ein Hauptsponsor für die Konzertsparte gefunden, der die Arbeit des Orchesters unter Generalmusikdirektor Marcus Bosch in Zukunft finanziell und ideell unterstützen wird. Zur Motivation und Erwartungshaltung, die mit dem Engagement für die Staatsphilharmonie verbunden sind, stand Frank Haberzettel, Vorsitzender der Geschäftsleitung Privatund Geschäftskunden Bayern-Nord der Commerzbank AG, Rede und Antwort. Herr Haberzettel, was war der auslösende Moment, dass Sie sich mit einem möglichen Sponsoring der Staatsphilharmonie Nürnberg auseinander gesetzt haben? Frank Haberzettel: Wir verfolgen die sehr positive Weiterentwicklung der Staatsphilharmonie Nürnberg unter der Führung von Generalmusikdirektor Marcus Bosch schon seit einiger Zeit. Nachdem ich Herrn Bosch in Aachen bereits kennenlernen konnte, haben wir in Nürnberg sehr schnell wieder Kontakt aufgenommen und über Kooperationsmöglichkeiten gesprochen. Die Konzertsparte suchte einen zukunftsorientierten Partner für die nächsten Jahre, und wir möchten gerne einen Beitrag im Rahmen unserer regionalen Verantwortung für die kulturelle Reputation unserer Metropolregion leisten. Somit war die nun geschlossene Sponsoringvereinbarung eine logische Konsequenz aus den gemeinsamen Interessen. Wie passt die finanzielle Unterstützung der Konzertsparte des Staatstheater Nürnberg zum Selbstverständnis Ihres Unternehmens? F. H.: Die Commerzbank AG engagiert sich mit ihren Sponsoring-Aktivitäten gezielt für die Menschen vor Ort. Das Staatstheater Nürnberg hat eine große Anziehungskraft und strahlt in seiner Wirkung weit über die Metropolregion hinaus. Die Konzertsparte steht für die gleichen Werte wie die Commerzbank AG. Leistung entsteht durch Teamgeist, Partnerschaftlichkeit und hohes Engagement.

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: Partner der Staatsphilharmonie : Wiederaufnahmen 2013/2014

Knüpfen Sie eine besondere Erwartungshaltung an Ihre Unterstützung? Was erwarten Sie sich von Ihrem Sponsoring? F. H.: In erster Linie möchten wir ein verlässlicher und guter Partner für das Orchester sein. Wir verstehen unsere Unterstützung nicht nur materiell sondern auch ideell und freuen uns auf einen inhaltlichen Austausch zu diversen Themen. Natürlich möchten wir auch einen Nutzen für unsere kulturinteressierten Kunden schaffen – unser Ziel ist es, möglichst viele Menschen in der Metropolregion auf das erstklassige Angebot der Konzertsparte des Staatstheaters aufmerksam zu machen und zu begeistern. Unser besonderes Augenmerk liegt hierbei auf den jungen Kunden unserer Bank. Worauf freuen Sie sich besonders in der Zusammenarbeit? F. H.: Ich freue mich auf die Zusammenarbeit mit Herrn Bosch. Bereits heute setzt er einen besonderen Akzent im Musikleben von Nürnberg. Mit seinen Ideen und konkreten Visionen begeistert er seine Mitarbeiter, die Musiker und die Zuhörer gleichermaßen. Vielleicht können wir zudem voneinander lernen. Das Zusammenspiel der einzelnen Musiker und Register – einzelner Individualisten und Spezialisten – ist der Zusammenarbeit in einer modernen Bank durchaus ähnlich. Ich bin sehr gespannt auf die Umsetzung des neuen Spielplans 2013/2014 unter dem Motto „Ins Innere“. Neben den acht Philharmonischen Konzerten freuen wir uns auf die innovativen Sonderformate wie zum Beispiel die „Einkehr mit Bach“.

Deutschlandradio Kultur hat über die Zusammenarbeit mit dem Orchester und Marcus Bosch geschrieben: „… keinen Takt langweilig.“ Was uns so gut gefallen hat, dass wir den Ausspruch zum neuen Slogan der Staatsphilharmonie gemacht haben. Was assoziieren Sie mit dieser Aussage und können Sie sich damit identifizieren? F. H.: Der neue Slogan gefällt mir nicht nur sehr gut, er passt auch ideal. Ich habe schon einige Konzerte der Staatsphilharmonie Nürnberg besucht. Ich bin mir sicher, dass auch die neue Spielzeit in Nürnberg dafür sorgen wird, dass klassische Musik „keinen Takt langweilig“ oder „von gestern ist“, sondern zeigen wird, wie interessant, spannend und aktuell Orchestermusik ist. Ich wünsche Herrn Bosch und dem gesamten Team des Nürnberger Staatstheaters, dass sie viele Menschen in der Region begeistern und für die Zukunft möglichst zahlreiche neue Freunde hinzugewinnen können. Dieses Ziel haben wir uns – zusammen mit Herrn Bosch und seinen rund 100 Musikerinnen und Musikern – für die nächsten Jahre gesetzt. Die Fragen stellte Susanne Wissen.

23. Mai 2014, 20.00 UHR, MEISTERSINGERHALLE

Frühlingserwachen 7. PHILHARMONISCHES KONZERT Robert Schumann SINFONIE NR. 1 B-DUR OP. 38 „FRÜHLINGSSINFONIE“  Igor Strawinski „LE SACRE DU PRINTEMPS“ Musikalische Leitung: Marcus Bosch Zwei Arten, den Frühling zu beschreiben. Robert Schumanns stürmische und optimistische „Frühlingssinfonie“ von 1840 trifft auf Igor Strawinskis Ballettmusik von 1913, deren archaische Rhythmen und wundersame Klänge geradezu nach Erde und Opferblut riechen. Marcus Bosch dirigiert zwei Meilensteine der Musikgeschichte. 19.15 Uhr Konzertführer Live | Im AnschluSS an das Konzert „philharmonische Lounge“

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Klassik Open Air Russische Tr채ume

mit Kinderkonzert am Vormittag

27. Juli 2014 | Luitpoldhain


2013/2014

: Konzertsaison

2013 07. November / 05. Dezember  Café Arte, Germanisches Nationalmuseum

Phil&Lunch Lunchkonzert der Staatsphilharmonie Nürnberg 13. / 15. Oktober  Opernhaus

Der musikalische Wetterbericht 1. Kinderkonzert mit Werken von L. v. Beethoven, A. Vivaldi, R. Wagner u. a. Musikalische Leitung: Guido Johannes Rumstadt

25. Oktober  Meistersingerhalle

Einer fängt an!

1. Philharmonisches Konzert L. van Beethoven VIOLINKONZERT D-DUR OP. 61 G. Mahler SINFONIE NR. 5 Solistin: Viktoria Mullova, Violine Musikalische Leitung: Marcus Bosch

01. November  Hirsch

Phil&Chill I

Die Staatsphilharmonie Nürnberg zu Gast im „Hirsch“ Musikalische Leitung: Gábor Káli

10. November  Opernhaus

Tubby, die Tuba

2. Kinderkonzert mit Musik von G. Kleinsinger u. a. Solist: Matthias Raggl, Tuba Musikalische Leitung: Peter Tilling


Konzertsaison

: 2013/2014

15. November  Meistersingerhalle

Stormy Weather

Meist

ersin

ger

2. Philharmonisches Konzert B. Britten FOUR SEA INTERLUDES AUS DER OPER „PETER GRIMES“ OP. 33A A. Reimann FRAGMENTE AUS „LEAR“ FÜR BARITON UND ORCHESTER F. Mendelssohn Bartholdy NR. 3 A-MOLL OP. 56 „SCHOTTISCHE“ Solist: Bo Skovhus, Bariton Musikalische Leitung: Roger Epple

17. November  Gluck-Saal

Max Reger – Genie aus der Operpfalz 2. Kammerkonzert mit Werken von S. Prokofjew, P. Hindemith und M. Reger

08. Dezember  Gluck-Saal

Unglaublich! Das tiefste Blech von Nürnberg! 3. Kammerkonzert mit Werken von A. Vivaldi, P. Hindemith, E. Bozza u. a.

2014 03.-06. Januar  Opernhaus 11. Januar  Festspielhaus Congress Centrum Heidenheim

Von StrauSS zu Strauss

Neujahrskonzert mit Werken von R. Strauss, J., J. und E. Strauß sowie O. Straus Musikalische Leitung: Marcus Bosch

09. Januar / 06. Februar / 06. März / 03. April / 08. Mai / 05. Juni / 03. Juli  Café Arte, Germanisches Nationalmuseum

Phil&Lunch Lunchkonzert der Staatsphilharmonie Nürnberg 17. Januar  Meistersingerhalle

Libera me!

Meist

ersin

ger

3. Philharmonisches Konzert G. Verdi MESSA DA REQUIEM Solisten: Melba Ramos, Sopran; Renée Morloc, Mezzosopran; Luis Chapa, Tenor; Woong-jo Choi, Bass Chor und Extrachor des Staatstheater Nürnberg, Chor-Einstudierung: Tarmo Vaask Musikalische Leitung: Marcus Bosch

26. Januar  Gluck-Saal

Gestatten: Stanko Madic, Konzertmeister!

4. Kammerkonzert mit Werken von J. S. Bach, T. A. Vitali, W. A. Mozart, C. Franck, C. Saint-Saëns und R. Schtschedrin


2013/2014

14. Februar  Meistersingerhalle

Fahrende Gesellen

Meist

ersin

: Konzertsaison

ger

4. Philharmonisches Konzert A. Dvoˇrák SINFONIE NR. 4 D-MOLL OP. 13 G. Mahler LIEDER EINES FAHRENDEN GESELLEN A. Dvoˇrák SINFONIE NR. 8 G-DUR OP. 88 Solist: Jochen Kupfer, Bariton Musikalische Leitung: Marcus Bosch

09. März  Gluck-Saal

Ein Nachmittag mit Brahms 5. Kammerkonzert mit Werken von J. Brahms

14. März  Meistersingerhalle

Typisch Deutsch?

5. Philharmonisches Konzert J. Brahms KLAVIERKONZERT NR. 2 B-DUR OP. 83 P. Hindemith SINFONIE „MATHIS DER MALER“ Solist: Nicholas Angelich, Klavier Musikalische Leitung: Florian Krumpöck

16. März  Opernhaus

Laboratorium Musicale Die Musikschule Nürnberg stellt sich vor

13. April  Gluck-Saal

Trikolore

6. Kammerkonzert mit Werken von E. Lalo, C. Debussy und M. Ravel

21. April / 05. Mai  Opernhaus

The Circus / Kid auto races at Venice Stummfilm Philharmonisch

Stummfilme von Charlie Chaplin mit Live-Musik der Staatsphilharmonie Nürnberg, Musikalische Leitung: Frank Strobel

25. April  Meistersingerhalle

Liszt und Tücke

6. Philharmonisches Konzert F. Liszt „LES PRÉLUDES“ SINFONISCHE DICHTUNG NR. 3 J. Müller-Wieland DOPPELKONZERT FÜR ZWEI KLAVIERE UND ORCHESTER (URAUFFÜHRUNG) F. Liszt „CONCERTO PATHÉTIQUE“ FÜR ZWEI KLAVIERE UND ORCHESTER R. Strauss „DON JUAN“ OP. 20 Solisten: Klavierduo Andreas Grau – Götz Schumacher Musikalische Leitung: Marcus Bosch

11. Mai  Alter Rathaussaal

Nur im Rathaus mit Werken von L. van Beethoven und I. Strawinsky Musikalische Leitung: Peter Tilling


Konzertsaison

: 2013/2014

11. Mai  Gluck-Saal

Pian(o)-issimo!

7. Kammerkonzert mit Werken von W. A. Mozart, J. Françaix und L. v. Beethoven

18. Mai  Opernhaus

Die Schöne und das Biest

3. Kinderkonzert mit Musik von R. Strauss Solisten: Matthias Topp, Fagott; Felix Löffler, Klarinette  Musikalische Leitung: Marcus Bosch

23. Mai  Meistersingerhalle

Frühlingserwachen

7. Philharmonisches Konzert R. Schumann SINFONIE NR. 1 B-DUR OP. 38 „FRÜHLINGSSINFONIE“ I. Strawinski „LE SACRE DU PRINTEMPS“ Musikalische Leitung: Marcus Bosch

01. Juni  Lorenzkirche

Abschlusskonzert der 63. Internationalen Orgelwoche

mit der Sinfonie Nr. 5 B-Dur von A. Bruckner Musikalische Leitung: Marcus Bosch

05. Juni  Hirsch

Phil&Chill II

Die Staatsphilharmonie Nürnberg zu Gast im „Hirsch“ Musikalische Leitung: Peter Tilling

22. / 26. Juni  Opernhaus

Wir lassen‘s krachen

4. Kinderkonzert mit Werken von R. Wagner, M. Gordon u. a. Musikalische Leitung: Gábor Káli

10. Juli  Opernfestspiele Heidenheim 11. Juli  Meistersingerhalle

Heimat, dringend gesucht

8. Philharmonisches Konzert S. Rachmaninow KLAVIERKONZERT NR. 2 C-MOLL OP. 18 B. Smetana MÁ VLAST (MEIN VATERLAND) Solistin: Olga Scheps, Klavier  Musikalische Leitung: Zsolt Hamar

27. Juli  Luitpoldhain

Klassik Open Air: Russische Träume

mit Kinderkonzert am Vormittag mit Werken von P. Tschaikowski, D. Schostakowitsch und A. Katschaturjan Musikalische Leitung: Marcus Bosch


STUMMFILME VON CHARLIE CHAPLIN MIT LIVE-MUSIK DER STAATSPHILHARMONIE NÜRNBERG

21. April und 05. Mai 2014 | Opernhaus

The Circus & Kid auto races at Venice STUMMFILM PHILHARMONISCH In Zusammenarbeit mit der


Die helfenden H채nde Bevor das Konzert beginnt, sind die Orchesterwarte am Werk. Ein Blick hinter die Kulissen.


: ein Blick hinter die Kulissen

Ein Donnerstagmorgen um sieben Uhr. Der Schauplatz: Die Meistersingerhalle. 37 Stunden später wird hier die Staatsphilharmonie Nürnberg ein Konzert spielen. Die Musikerinnen und Musiker sind noch nicht zu sehen, aber auf der Bühne wird bereits unter Hochdruck gearbeitet. Das Team der Orchesterwarte kommt mit zwei großen LKWs, um in wenigen Stunden für das Philharmonische Konzert alle Aufbauten zu leisten und Vorbereitungen zu treffen. Die Zeit ist knapp. Jeder Tag in der Meistersingerhalle kostet Miete, drei Proben hat die Staatsphilharmonie im Saal, dann ist auch schon das Konzert. Am Anfang stehen die Podeste. Die Bühne der Meistersingerhalle ist hoch und flach. Wer in den tiefen Sesseln des Auditoriums versinkt, der sieht das Orchester normalerweise ein wenig aus der Froschperspektive. Übermächtig ist die Außenreihe der Violinen, die Holzbläser kann man kaum erahnen, die Blechbläser ragen nur mit ihrem Scheitel heraus, immerhin bilden die Hälse der Kontrabässe und die Pauken einen Blickfang. Ein schöner Anblick ist so ein Orchesteraufbau nicht: Der Zuhörer geht ja ins Konzert, um den Musiker zu sehen, der mit einem Solo hervortritt, um die Klänge lebendigen Menschen zuordnen zu können. „Man hört, was man sieht“, betont GMD Marcus Bosch gern schmunzelnd. Bei seinem Amtsantritt vor zwei Jahren hat der Dirigent einen neuen Bühnenaufbau entwickeln lassen. Der Orchesterklang soll transparent sein, die Persönlichkeiten der Staatsphilharmonie sollen optisch wie akustisch präsent sein.

gefragt. Wie viele Instrumente spielen heute mit? Wie sollen die Instrumentengruppen angeordnet sein? Welcher der futuristisch geformten Instrumentenständer gehört wohin? Noch komplizierter: Welcher Musiker braucht einen hohen Stuhl, wer einen niedrigen? Wie hoch wird das Notenpult eingestellt? Wer als Orchesterwart arbeitet, muss die Wünsche und Eigenheiten jedes Musikers kennen. Lernen kann man diesen Beruf nur durch lange Erfahrung. Technisches Know-how, Improvisationstalent, Flexibilität und Liebe zur Musik, das braucht ein guter Orchesterwart. Daneben sind starke Nerven und die Bereitschaft zu flexiblen Arbeitszeiten gefragt. Die Orchesterwarte müssen ihre Arbeit erledigt haben, wenn die Probe morgens um 10 Uhr beginnt und sie nehmen ihre Arbeit wieder auf, wenn das Konzert gegen 23 Uhr zu Ende gegangen ist.

Muskelkraft und Fingerspitzengefühl Mittlerweile ist es fast neun Uhr. Zeit für eine kurze Kaffeepause, dann geht es weiter in der Meistersingerhalle. Das Podest steht. Nun laden die Orchesterwarte die großen Instrumente aus dem LKW. Die meisten Musiker bringen ihre Instrumente von zu Hause mit, aber die Kontrabässe, die Harfe und die Schlagzeuginstrumente gehören dem Theater und werden von den Orchesterwarten an die Konzertorte und zu den Opernaufführungen gebracht. Podeste aufbauen ist eine grobe Arbeit, der Transport von Instrumenten

GewuSSt wie Damit das Publikum also jeden Musiker gut sehen und hören kann, bringen Mario Guardo und seine Kollegen Paolo Fonzi und Oliver Scheidt erst einmal viele Podeste auf die Bühne. Die Flöten und Oboen sitzen 34 cm erhöht, darüber die Klarinetten und Fagotte, schließlich die Trompeten und Posaunen. Für die Schlagzeuger wird die höchste Stufe aufgebaut, nun bereits 1,10 m über dem normalen Bühnenboden. 46 Podestteile aus Spanplatten und Aluminiumrahmen werden per Hand entladen, auf die Bühne gewuchtet und verschraubt. Jetzt kommt die eigentliche Aufbauarbeit. Jeder Musiker der Staatsphilharmonie bekommt einen Stuhl und ein Notenpult. Die Streicher teilen sich ein Pult zu zweit. Spätestens hier ist das Spezialwissen der Orchesterwarte

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ein Blick hinter die Kulissen

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erfordert hingegen Fingerspitzengefühl. Schließlich ist ein Kontrabass nicht nur ein wertvolles Instrument, sondern er ist auch gewissermaßen die „Stimme“ eines Musikers. Ein Kratzer oder eine Delle sorgt da in jeder Hinsicht für Verstimmung. Immerhin sind gerade die Kontrabässe in riesigen Kisten vor Transportschäden gesichert. Leichter machen die Hüllen aus Holz und Metall den Transport aber auch nicht. Beim Aufbau des Schlagzeugs ist noch einmal Kraft gefragt. Ausgerechnet die sperrigsten Instrumente müssen auf das höchste Podest. Und gerade in den Philharmonischen Konzerten stehen viele Stücke mit großer Schlagzeugbesetzung auf dem Programm. Drei Pauken, große Trommel, Tamtam, Marimbaphon, Vibraphon, Röhrenglocken – allein der Schlagzeugaufbau hat für die Orchesterwarte oft den Umfang eines Wohnungsumzugs.

„Mädchen für alles“ Der Orchesteraufbau steht, die Pulte sind justiert, die Instrumente bereit. Die ersten Musiker sitzen bereits auf ihrem Platz, spielen sich ein und gehen noch einmal schwierige Passagen vor der Probe durch. Mario Guardo und Oliver Scheidt verteilen die Noten auf die Pulte. Ihre Kollegen ziehen derweil die „Staatsphilharmonie Nürnberg“-Banner auf, die die Bühne rechts und links flankieren. Der ein oder andere Musiker wünscht einen anderen Stuhl, hier und da ist ein Instrumentenständer kaputt, ein Notenblatt ist verlorengegangen oder ein Pult wackelt. Orchesterwarte sind „Mädchen für alles“, sind ein bisschen Hausmeister und ein bisschen Betreuer. Endlich steht der Konzertmeister auf, das Orchester stimmt sich ein. Die Orchesterwarte haben jetzt erstmal Pause. Am Abend treten sie in schwarzen Anzügen an und bauen vor den Augen des wartenden Publikums zwischen zwei Stücken das Orchester um. Die Nacht wird lang sein: Noch nach dem Konzert wird das ganze Orchester wieder abgebaut, in LKWs verfrachtet, und zurück geht es zum Opernhaus. Kai Weßler

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14. März 2014, 20.00 Uhr, Meistersingerhalle

Typisch deutsch? 5. PHILHARMONISCHES KONZERT

Johannes Brahms KLAVIERKONZERT NR. 2 B-DUR OP. 83 Paul Hindemith SINFONIE „MATHIS DER MALER“ Solist: Nicholas Angelich, Klavier Musikalische Leitung: Florian Krumpöck Was ist das, deutsche Musik? Johannes Brahms gilt vielen als der Inbegriff deutscher Tonkunst, und sein gewaltiges Zweites Klavierkonzert vereinigt Solokonzert und Sinfonie in einem. Paul Hindemith hat mit seinem „Mathis der Maler“ ein sehr persönliches Werk über die Stellung von Künstlern in Diktaturen geschrieben – und musste anschließend Deutschland verlassen. 19.15 Uhr Konzertführer Live | Im AnschluSS an das Konzert „philharmonische Lounge“


: ein Blick hinter die Kulissen

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Was meint der Maestro?

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Erkennen Sie das Dirigat? Ein Dirigent kommuniziert mit seinen Musikern über eine Zeichensprache mit Händen und Taktstock. Im Konzert sehen die Zuhörer nur den Rücken des Dirigenten. Kapellmeister Gábor Káli zeigt hier ein paar typische Gesten, mit denen ein Dirigent den Klang des Orchesters modelliert. Können Sie erkennen, wie Sie als Musiker reagieren müssten? Senden Sie Ihre Lösung bis zum 31. Dezember 2013 zu und gewinnen Sie zwei Freikarten für ein Konzert Ihrer Wahl. per E-mail: gewinnspiel@staatstheater.nuernberg.de per Post: Staatstheater Nürnberg, Marketing, Richard-Wagner-Platz 2-10, 90443 Nürnberg

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: Was meint der Maestro?

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Engagement aus den eigenen Reihen Die Gesellschaft philharmonie Nürnberg e. V. Sie ist aus dem Nürnberger Musikleben längst nicht mehr wegzudenken: Die Gesellschaft Philharmonie Nürnberg e. V. wurde von den Musikern der Staatsphilharmonie gegründet, aber mit dem Orchester verwechseln darf man den Förder- und Kammermusikverein eben nicht. Doch was verbirgt sich hinter dem Namen?


: Gesellschaft Philharmonie nürnberg e. V.

Gegründet wurde der Verein 1993 aus einer Not heraus: Als im Zuge der drastischen Sparmaßnahmen in den 90er Jahren bereits angekündigte Philharmonische Konzerte überraschend abgesagt werden mussten, beschloss das Orchester, die gestrichenen Konzerte in eigener Regie zu organisieren. Schon damals erkannten viele Musiker, dass das Reduzieren des kulturellen Angebotes einer Stadt kein kluger Weg ist, um Geld einzusparen. So taten sich Musiker und interessierte Persönlichkeiten zusammen und gründeten den Verein mit Dr. Gustav Röder, damals Chefredakteur der Nürnberger Zeitung, als Vorsitzenden. Die treibende Kraft des Vereins waren Musiker des Orchesters wie der damalige Solo-Cellist Rainer Faupel, der Konzertmeister Michael Sigler, der Klarinettist Peter Reich und der Solo-Flötist Dr. Jörg Krämer, der bis heute regelmäßig in den Kammerkonzerten der Gesellschaft Philharmonie Nürnberg e. V. spielt. Doch die für Musiker ungewohnte Aufgabe, Konzerte in großer Besetzung zu planen, vorzubereiten und durchzuführen, verursachte zunächst zahlreiche Schwierigkeiten. Die Ressourcen der damaligen Städtischen Bühnen blieben dem neuen Verein zunächst verschlossen: Im Theater sah man es nicht gern, dass die Auswirkungen der öffentlichen Sparmaßnahmen durch private Initiative ausgeglichen wurden. Als während der Jahre 1995 bis 1997 die beliebten Neujahrskonzerte im Opernhaus ebenfalls zur Disposition standen, sprang erneut die „Gesellschaft Philharmonie Nürnberg e. V.“ ein und übernahm, nun schon mit organisatorischer Unterstützung des Hauses, die Neujahrskonzertreihe. „Diese Notzeiten gehören

zum Glück der Vergangenheit an“, resümiert Jörg Krämer heute. „Welche Bedeutung die großen Konzerte für die Qualität eines Opernorchesters haben, ist längst von Seiten der Intendanz erkannt worden und die Neujahrskonzerte wurden dann ab 1999 auch wieder zur ,Chefsache‘.“ Glücksfall Kammerkonzerte Nachdem auch die Reihe der Philharmonischen Konzerte wieder komplett vom Staatstheater übernommen wurde, fand die Gesellschaft Philharmonie Nürnberg e. V. in der Kammermusik ihre heutige Hauptaufgabe – und hat darin ein bemerkenswertes Profil entwickelt. „Bei uns kann man Kompositionen hören, die sonst nirgendwo auf den Programmen auftauchen“, beschreibt Jörg Krämer das Besondere der Kammerkonzerte. Die Musiker der Staatsphilharmonie kommen hier in immer neuen Formationen zusammen und spielen in kleiner Besetzung und neben ihren normalen Orchesterdiensten. „Dieses ehrenamtliche Engagement ist etwas ganz besonderes, auf das man wirklich stolz sein kann“, betont Jörg Krämer. Kammermusik kann man eben nicht „von oben verordnen“. Selbst spartenübergreifend, wie zum Beispiel mit dem Schauspiel oder Ballett, wurde in der Vergangenheit gearbeitet. So erfolgt auch die Programmgestaltung der Konzerte demokratisch. „Die Programme stellt der künstlerische Beirat zusammen, der demokratisch aus dem Kreise der Staatsphilharmonie gewählt wird“, erläutert Jessica Hartlieb, Stimmführerin 2. Violine. Die Geigerin ist mit ihren Kollegen seit vielen Jahren regelmäßig bei den Kammerkonzerten zu erleben. „Erfreulicherweise können wir aus einem

vielfältigen musikalischen Angebot der Orchestermitglieder auswählen. Es kommen immer deutlich mehr Vorschläge, als wir in den acht Konzerten unterbringen können.“ Der Erfolg gibt den Machern recht: Die Konzertreihe, jeweils sonntags um 15.30 Uhr, erfreut sich sehr großer Beliebtheit und ist regelmäßig ausverkauft. „Dagegen haben große Konzertveranstalter ihre Kammermusikreihen in Nürnberg eingestellt oder verkleinert. Unsere Erfolgsgeschichte ist also nicht selbstverständlich“, betont Jörg Krämer. Heute kann der Verein mit Stolz auf zwei Jahrzehnte Arbeit zurückblicken – und tut dies auch: Das Jubiläumskonzert am 03. Oktober 2013 präsentierte die Fülle der musikalischen Möglichkeiten des Vereins. Ermutigt durch diesen Erfolg möchte der Verein nun auch verstärkt als Förderverein der Staatsphilharmonie auftreten – ein Gedanke, der bei Generalmusikdirektor Marcus Bosch offene Ohren findet. Längst haben alle Sparten des Staatstheaters ihre Fördervereine, die jene herausragenden Projekte ermöglichen, für die die Mittel des Hauses alleine nicht ausreichen. Besondere Konzertprojekte zu ermöglichen, Sonderinstrumente wie z. B. Barockposaunen zu finanzieren oder auch herausragende Musikerpersönlichkeiten nach Nürnberg zu locken, das können künftige Aufgaben eines Fördervereins sein. Sie möchten sich einbringen? Dann freuen wir uns, Sie als Mitglied begrüßen zu dürfen. Christiane Seefried

Sie möchten das Konzertleben der Staatsphilharmonie Nürnberg unterstützen? Wenden Sie sich an: Gesellschaft PHILHARMONIE Nürnberg e. V. c/o Staatstheater Nürnberg Richard-Wagner-Platz 2-10 90443 Nürnberg Vorsitzender: Norbert Alois Oswald Tel. 0911-5188602, Fax 0911-5695519, E-Mail: info@philharmonie-nuernberg.de www.philharmonie-nuernberg.de

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Ballett - Premieren

Cinderella (UA) 

Ballett von Goyo Montero | Musikalische Leitung: Gábor Káli | 21. Dezember 2013, Opernhaus

Duato/Montero: Melancholia 

Choreographien von Nacho Duato und Goyo Montero (UA) | 26. April 2014, Opernhaus

Made for us (UA)  Choreographien von Douglas Lee und Cayetano Soto | 05. Juli 2014, Schauspielhaus


Ballett - Wiederaufnahmen

Zweiheit  

Choreographien von Mauro Bigonzetti und Crystal Pite | 17. Oktober 2013, Opernhaus

Romeo und Julia 

Ballett in zwei Akten nach William Shakespeare | 27. Februar 2014, Opernhaus


Ein Ausbildungsmodell mit Zukunft Staatsphilharmonie und Musikhochschule bilden gemeinsam k端nftige Orchestermusiker aus


: Orchesterakademie

Mit der von Generalmusikdirektor Marcus Bosch initiierten Orchesterakademie der Staatsphilharmonie Nürnberg bietet das Staatstheater Nürnberg jungen Musikerinnen und Musikern nun schon im zweiten Jahr die Möglichkeit, erste Erfahrungen in einem Berufsorchester zu sammeln. In der Spielzeit 2013/2014 werden zwölf Akademistinnen und Akademisten an den Pulten der Staatsphilharmonie ihre Leistung unter Beweis stellen können – in der Oper, aber auch in Konzertprojekten. Dabei werden sie von den erfahrenen Orchestermusikern angeleitet und begleitet. Neben der Tätigkeit im Orchester bleibt ihnen aber ausreichend Zeit zur intensiven Vorbereitung und um weiterhin zu studieren. Um den Akademistinnen und Akademisten eine speziell auf den Beruf des Orchestermusikers bezogene Studienmöglichkeit in Nürnberg anbieten zu können, hat die Hochschule für Musik Nürnberg zusammen mit der Staatsphilharmonie einen Master-Studiengang entwickelt, der sich umfassend an den Anforderungen der Orchesterpraxis orientiert. Orchesterdirektor Stefan Eschelbach sprach mit Professor Alfons Brandl, Vizepräsident und Vorsitzender der Kommission für Lehre und Studium an der Hochschule für Musik Nürnberg.

Stefan Eschelbach: Wie kam es zu der Idee, einen dualen Masterstudiengang „Orchester“ an der Hochschule einzuführen? Prof. Alfons Brandl: Die Anregung kam zunächst aus dem Kreis der Professoren. Die Kolleginnen und Kollegen waren der Auffassung, dass mit dem bisherigen Ausbildungsweg zwar das Berufsziel des Orchestermusikers erreicht werden kann, die Studierenden sich aber ebenso auch zum Solisten oder Kammermusiker qualifizieren können. Um die Einstiegsmöglichkeiten in ein Orchester zu verbessern, sahen wir also den Bedarf, das Spezifische dieses Berufes schon im Studium stärker in den Mittelpunkt zu rücken. Bei der Analyse, wie ein solcher Studiengang ausgestaltet werden müsste, waren wir uns sehr schnell einig, dass das Ziel nur in der Form eines dualen Studiums, also in Zusammenarbeit mit einem Berufsorchester erreicht werden könne. Die von der Staatsphilharmonie im letzten Jahr gegründete Orchesterakademie verfolgt ja in vielerlei Hinsicht ähnliche Interessen, wenn auch mehr aus der praktischen Perspektive. So lag eine Kooperation zwischen uns auf der Hand. Gemeinsam konnten wir sehr schnell konkrete inhaltliche und organisatorische Planungsansätze für den Studiengang entwickeln und nun sind wir schon ab dem Wintersemester 2014/2015 so weit, die ersten Studierenden aufnehmen zu können.

S. E.: Berufsorchester haben in Deutschland ja eine lange Tradition und die Musiker schafften den Einstieg in die Ensembles bislang auch ohne eine explizit darauf ausgerichtete Ausbildung. Haben sich die Anforderungen also grundlegend geändert? Worin sehen Sie die Ursachen? A. B.: Es ist insgesamt schwieriger geworden, diesen Beruf auszuüben. Zum einen hat sich die Orchesterlandschaft deutschlandweit verändert – es gibt insgesamt weniger Orchester als noch vor 20 Jahren – zum anderen ist die Konkurrenz in den Hochschulen und auch bei den Probespielen der Orchester wesentlich größer geworden. Die Studierenden müssen also ihr Augenmerk mehr darauf richten, dass sie neben der stetigen Weiterentwicklung ihrer Spielfertigkeiten auch andere Kompetenzen ausbauen. Hier geht es um die Frage, wie sich die jungen Musikerinnen und Musiker bei den Probespielen präsentieren sollten. Vor dem gesamten Orchester zu spielen und sich über mehrere Runden nach und nach gegen die Konkurrenten durchzusetzen, stellt für die angehenden Orchestermusiker eine große physische und psychische Herausforderung dar. Mit dieser außergewöhnlichen Situation müssen sie lernen umzugehen. Haben sie den Sprung in ein Orchester geschafft, gilt es,

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Orchesterakademie

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einen persönlichen Weg zu finden, das eigene individuelle künstlerische Wollen und Tun gut in das Orchesterkollektiv und dessen Gefüge mit dem Dirigenten einzubringen. In diesen Problemstellungen versuchen wir als Hochschule die Studierenden unter anderem mit mentalem Training zu unterstützen. Und von Seiten des Orchesters können die Erfahrungen der Kolleginnen und Kollegen natürlich sehr hilfreich sein.

S. E.: Es gibt in Deutschland keine andere vergleichbare Zusammenarbeit einer Musikhochschule mit einem Berufsorchester. Wo sehen Sie die Vorteile unseres Nürnberger Modells? A. B.: Es ist vor allem wichtig, dass die Studierenden während des Berufsstartes weiterhin Instrumentalunterricht erhalten. Denn besonders in den ersten Jahren müssen sie sich mit einer Vielzahl von musikalischen Werken auseinandersetzen. Den Hauptfachlehrer an der Seite zu haben und auf ein umfassendes Korrepetitionsangebot der Hochschule zurückgreifen zu können, ist eine große Hilfe. Die Kollegen des Orchesters geben zudem viele wertvolle Erfahrungen weiter und es gilt natürlich auch ein paar Tricks zu lernen, um eine Instrumentalstimme schnell und gut zu beherrschen. (lacht) Darüber hinaus müssen wir aber auch immer wieder feststellen, dass manche Studierende den Orchesterberuf nur als zweite Alternative sehen, für den Fall, dass die ursprünglich geplante solistische Laufbahn nicht zu dem gewünschten Erfolg führt. Beide Wege sind aber nicht vergleichbar und die Studierenden benötigen deshalb eine Ausbildung, die das spätere Berufsziel konkret im Blick hat. Das führt letztlich auch zu mehr Zufriedenheit während des Berufslebens, denn die Anforderungen im Orchester sind groß und können nur erfüllt werden, wenn man überzeugt hinter dieser Aufgabe steht. Für den Entwicklungsprozess ist es daher wichtig, schon sehr früh in einem Berufsorchester zu spielen. Das Hochschulorchester hat in der Ausbildung eines Musikers einen anderen Stellenwert und ist in seiner Struktur und Arbeitsweise mit einem Berufsorchester nicht wirklich vergleichbar. Insoweit sind wir also sehr froh über die Kooperation mit der Staatsphilharmonie und über die Möglichkeiten, die sich dadurch für die Studierenden eröffnen.

S. E.: Wie haben Sie den Studiengang aufgebaut, um den beschriebenen Anforderungen gerecht zu werden?

Die Orchester­akademie der Spielzeit 2013/14: Clemens Huber 1. Violine Shin-Hye Park 2. Violine Stefan Balazsovics Viola Florian Bischoff Violoncello Deniz Yurdakul Kontrabass Elise Gastaldi Flöte Ophelia Beatrice Dieter Oboe Carolin Renner Klarinette Gus Simons Fagott Catherine Eisele Horn Gabor Dalecker Horn Peter Jakubowicz Schlagzeug

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A. B.: Die Bologna-Reform der Universitäten wird ja oft kritisiert, aber bei der Entwicklung dieses Studienganges haben uns die Ideen dieser Reform sehr geholfen. Im Gegensatz zu früheren Studienkonzeptionen steht bei diesem Studiengang das Berufsziel im Fokus. Also: Welche Kompetenzen braucht ein Musiker, um den Beruf des Orchestermusikers ausgezeichnet erfüllen zu können und wie garantieren wir als Hochschule, dass der Studierende dieses Ziel auch erreicht? Neben dem Instrumentalunterricht und sehr umfangreichen Korrepetitionsmöglichkeiten steht das Spielen in kammermusikalischen Ensembles an vorderer Stelle. Hinzu kommen das Auftrittstraining, mentales Training und weitere sogenannte Schlüsselqualifikationen wie z. B. das Musikrecht. Und große Bedeutung hat natürlich auch die Masterarbeit, in der der Student seine künstlerisch-konzeptionellen Fähigkeiten unter Beweis stellen muss. All dies ist mit diesem Studium in Verbindung mit der Orchesterakademie möglich.

S. E.: Ich glaube, dass wir mit der Kooperation hier in Nürnberg einen zukunftsweisenden gemeinsamen Weg eingeschlagen haben. Generalmusik­ direktor Marcus Bosch und ich danken Ihnen und Ihren Kolleginnen und Kollegen sehr für die vertrauensvolle und positive Zusammenarbeit während der letzten Monate und die Staatsphilharmonie freut sich, mit der Hochschule diesen gemeinsamen Weg beschreiten zu können.


Erscheint im Label

Erh채ltlich ab November 2013 im Theaterbuchladen im Schauspielhaus zum Preis von 18 Euro sowie im Fachhandel f체r Klassik CDs und DVDs (UVP 19,90 EURo) 0 45


Oboe

Flöte

Paulo Arantes Solo

Prof. Dr. Jörg Krämer Solo

Ralf-Jörn Köster Solo, koord.

Alice Morzenti Solo, koord.

Simone Preuin

Jong-Hyun Choi

Annette Kiesewetter

Susanne BlockStrohbach

Fagott Matthias Topp Solo Wolfgang Peßler stellv. Solo Jörg Stasiewicz Gunter Weyermüller Filip Flad Bobe Zeitvertrag

Klarinette Felix Löffler ** Solo Nicole Spuhler Solo, koord. Claudia Mendel Solo, koord., Zeitvertrag Peter Reich N.N.

Horn Michael Lösch Solo

Posaune

Hanna Sieber Solo, koord.

Harald Bschorr Solo

Roland Bosnyák Solo, koord.

Holger Pfeuffer Solo, koord.

Mirijam Alards-Ossot

Michael Wolkober

Stefan Schaller **

Patrick Adam **

Gergely Molnár

Fabian Kerber

Andreas Trinkhaus Zeitvertrag

1. Violine Viola

Orchesterakademie Clemens Huber 1. Violine

Carolin Renner Klarinette

Shin-Hye Park 2. Violine

Gus Simons Fagott

Stefan Balazsovics Viola

Catherine Eisele Horn

Florian Bischoff Violoncello

Gabor Dalecker Horn

Deniz Yurdakul Kontrabass

Peter Jakubowicz Schlagzeug

Elise Gastaldi Flöte Ophelia Beatrice Dieter Oboe

Liv Bartels Solo Ulrich Schneider stellv. Solo

Harfe Lilo Kraus Solo Elena-Anca StanescuBeck Solo

Frank Wolter

Stanko Madic 1. Konzertmeister Manuel Kastl 1. Konzertmeister Bernd Buß stellv. 1. Konzertmeister Sornitza Baharova 2. Konzertmeisterin Christoph Klatt

N.N.

N.N.

Kennan Hutchins

Alexandru Duma

Christian Heller

Milan Thiel

Sebastian Rocholl

Dr. Gabriela Scheler Wolfgang Seifert

Gunther Hillienhoff

Stefan Teschner

Heidi Braun

Michael Rößeler

Larissa Gromotka

Hela Risto

Sophie von Krosigk

Berthold Jung Johanna Schlüter Julia Horneber

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Ja-In Ok


Kontrabass

Trompete Prof. Christoph Braun Solo Bernhard Holzmann Solo Bernd Zimmermann

Tuba Matthias Raggl Solo

Günter Herzing

Pauke Christian Stier Solo Norbert Krämer stellv. Solo

Tae-Bun Park-Reger Solo

Schlagzeug

Kathrin Münten stellv. Solo

Hans-Joachim Scheler 1. Schlagzeuger

Martin Huber

Sven Forker

Joachim Sevenitz

Christian Wissel **

Miljan Jakovljevic

N.N.

Konrad Fichtner

2. Violine Jessica Hartlieb Stimmführerin Christiane Seefried ** stellv. Stimmführerin Richard Brunner Ewald Laube Reinhard Kossow Susanne Rüssmann

Violoncello Christoph Spehr Solo

Regina Hausdorf

Arvo Lang stellv. Solo

Ingrid Bauer

Arita Kwon

Kea Wolter

N.N.

Chika Asanuma

Sabine Panofski

Monika Hager-Zalejski

Veronika Zucker

Justin Texon

Ralph Krause

Markus Henschel

Inken Dwars

Generalmusikdirektor: Marcus Bosch Persönlicher Referent des Generalmusikdirektors: Michael Saur Orchesterdirektor: Stefan Eschelbach Dramaturg für Oper und Konzert: Kai Weßler Orchesterwarte: Mario Guardo, Stefan Kühnel, Oliver Scheit, Paolo Fonzi

** Orchestervorstand

Yongxin Zhao Zeitvertrag Inga Anheuer Zeitvertrag Miriam Eickhorst Zeitvertrag

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OPER - WIEDERAUFNAHMEN

Im weiSSen Rössl 

Ralph Benatzky | Musikalische Leitung: Gábor Káli | Inszenierung: Thomas Enzinger | 06. Oktober 2013, Opernhaus

Platée

Jean-Philippe Rameau | Musikalische Leitung: Gábor Káli | Inszenierung: Mariame Clément | 12. Oktober 2013, Opernhaus

Nabucco

Giuseppe Verdi | Musikalische Leitung: Peter Tilling | Inszenierung: Immo Karaman | 10. November 2013, Opernhaus

La traviata 

Giuseppe Verdi | Musikalische Leitung: Marcus Bosch | Inszenierung: Peter Konwitschny | 08. März 2014, Opernhaus

My Fair Lady

Frederick Loewe | Musikalische Leitung: Gábor Káli | Inszenierung: Thomas Enzinger | 02. Mai 2014, Opernhaus

Tosca

Giacomo Puccini | Musikalische Leitung: Marcus Bosch | Inszenierung: Jens-Daniel Herzog | 17. Mai 2014, Opernhaus

Die Entführung aus dem Serail 

Wolfgang Amadeus Mozart | Musikalische Leitung: Peter Tilling | Inszenierung: Andreas Baesler | 27. Juni 2014, Opernhaus


Tickets THEATERKASSEN IM OPERN- UND SCHAUSPIELHAUS Richard-Wagner-Platz 2–10 jeweiliges Eingangsfoyer 90443 Nürnberg Fax: 0911-810-19 99

0180-5-231-600 (Festnetz 14 ct/Min; Mobilfunk bis 42 ct/Min)

Montag bis Freitag  9.00-18.00 Uhr Samstag  9.00-13.00 Uhr VORVERKAUFSBEGINN Sowohl im Internet als auch an allen Vorverkaufsstellen beginnt der Vorverkauf für die Konzertveranstaltungen am 1. Werktag des Vorvormonats ab 9.00 Uhr, z. B . am 01. September für die Vorstellungen vom 01. bis einschließlich 30. November.

ANFAHRT MIT DEN ÖFFENTLICHEN VERKEHRSMITTELN STAATSTHEATER-APP Auch über die Staatstheater-App können Sie direkt Karten buchen. Entweder lassen Sie sich telefonisch über den Link direkt mit der TicketHotline verbinden oder aber Sie kaufen über den Webshop Ihre Karten für Ihr Wunsckonzert gleich online nach dem Bestplatzprinzip und drucken diese mit Print@Home bequem zuhause aus. Für den Postversand von abgeschlossenen online-Buchungen wird eine Pauschale von 2,90 Euro berechnet. Bei Änderungen von abgeschlossenen online-Bestellungen (z. B. nachträgliche Berücksichtigungen einer Ermäßigung) wird eine Pauschale von 5,00 Euro in Rechnung gestellt. Darüber hinaus gelten die Regelungen unserer Allgemeinen Geschäftsbedingungen.

ABENDKASSEN IN DEN SPIELSTÄTTEN Wenn Sie eher zu den spontanen Konzertbesuchern gehören, können Sie natürlich auch zu jeder Vorstellung am Abend Karten erwerben, sofern diese nicht ausverkauft ist. An jedem Spielort gibt es eine Abendkasse, die jeweils eine Stunde vor Vorstellungsbeginn für Sie öffnet. ONLINE-KARTENKAUF mit PRINT@HOME Auf www.staatstheater.nuernberg.de oder auch über die Staatstheater-App können Sie rund um die Uhr die Eintrittskarten für Ihren nächsten Konzertbesuch kaufen. Beim Online-Kartenkauf zahlen Sie per Lastschrift oder mit Ihrer Kreditkarte und können sich Ihre Eintrittskarten einschließlich des VGN-Tickets anschließend im Print@Home-Verfahren selbst ausdrucken. Ihre Konzertkarte oder Ihr Print@Home-Ticket berechtigt am Veranstaltungstag zur Fahrt zum Veranstaltungsort mit allen VGNVerkehrsmitteln vier Stunden vor der Veranstaltung bis zum Betriebsschluss (ganzer Verbundraum, DB 2. Klasse, zuschlagsfreie Züge) zur einmaligen Hinund Rückfahrt. Es gilt die VGN-KombiTicket-Regelung. Die Print@Home-Karten sind auf den jeweiligen Namen des Besuchers personalisiert und nur in Verbindung mit einem Ausweis gültig. Dieser ist bitte beim Einlass bereitzuhalten.

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VORVERKAUFSSTELLEN AUSSERHALB DES THEATERS Kultur Information (Kopfbau im K4) Königstr. 93, 90402 Nürnberg Tel.: 0911-231-40 00 NN-Ticket-Corner (Mauthalle) Hallplatz 2, 90402 Nürnberg Tel.: 0911-216-22 98 Franken-Ticket Fürth Kohlenmarkt 4, 90762 Fürth Tel.: 0911-74 93 40 Erlangen-Ticket Neuer Markt, Rathausplatz 5, 91052 Erlangen Tel.: 09131-221 95 E-Werk, Fuchsenwiese 1, 91054 Erlangen Tel.: 09131-80 05 55

Ihre Eintrittskarte für ein Konzert der Staatsphilharmonie Nürnberg berechtigt am Veranstaltungstag zur Fahrt zum Veranstaltungsort mit allen VGNVerkehrsmitteln vier Stunden vor der Veranstaltung bis zum Betriebsschluss (ganzer Verbundraum, DB 2. Kl., zuschlagfreie Züge) zur einmaligen Hinund Rückfahrt. Es gilt die VGN-KombiTicket-Regelung. Nur die Eintrittskarte ermöglicht das kostenfreie Nutzen der öffentlichen Verkehrsmittel im beschriebenen Zeitraum, jedoch nicht die Buchungsbestätigung. Zum Opernhaus (Gluck-Saal) fahren Sie mit der U-Bahnlinie U2/U21 oder U3 bis zur Station „Opernhaus“, von dort haben Sie einen direkten Zugang zur Oper. Zur Meistersingerhalle fahren die Straßenbahn-Linien 9 und 6 sowie die Buslinie 36 Richtung Doku-Zentrum. Bitte steigen Sie an der Haltestelle „Meistersingerhalle“ aus. Weitere Informationen zur Anfahrt mit den öffentlichen Verkehrsmitteln sowie genaue Fahrtzeiten finden Sie im Internet unter: www.vgn.de. PARKMÖGLICHKEITEN Im unmittelbar an den Spielstätten gelegenen „Parkhaus Theater“ steht momentan nur ein begrenztes Parkplatzangebot zur Verfügung. Theaterbesucher können dort zur Pauschale von 3,00 Euro parken. Aus Kulanz bietet der Betreiber, die Parkhaus Service Nürnberg GmbH, den Theatergästen im Falle der Vollbelegung des „Parkhaus Theater“ als Ausweichmöglichkeit das „Parkhaus Sterntor“ an. Wenn das Parkleitsystem eine Vollbelegung im „Parkhaus Theater“ signalisiert, können Sie direkt das „Parkhaus Sterntor“ ansteuern, das in solchen Fällen auch den Theatertarif gewährt. Die Theaterpauschale wird dort erst bei Vollbelegung des „Parkhaus Theater“ eingeräumt, da Mitarbeiter des Parkhaus-Betreibers die Tickets bei Einfahrt direkt ausgeben und erst den Standort wechseln müssen. Meistersingerhalle: An der Meistersingerhalle stehen ausreichend Parkplätze zur Verfügung, hier können Sie während des Konzertbesuches zum Pauschaltarif von 3,00 Euro parken.


: Tickets, Service, Abonnement

Abo-Bestellung im Internet

DIE KONZERT-ABONNEMENTS

Auch im Internet können Sie Ihr Konzertabonnement bestellen! Klicken Sie einfach auf unserer Homepage

Hörgenuss pur: Als Liebhaber der klassischen Musik und der Philharmonischen Konzerte bietet Ihnen die Staatsphilharmonie Nürnberg das Konzert-Abo, bei dem Sie alle acht Philharmonischen Konzerte in der Meistersingerhalle erleben. Konzerte Freitag : K FR 25.10.13 Einer fängt an! FR 15.11.13 Stormy Weather FR 17.01.14 Libera me! FR 14.02.14 Fahrende Gesellen FR 14.03.14 Typisch Deutsch? FR 25.04.14 Liszt und Tücke FR 23.05.14 Frühlingserwachen FR 11.07.14 Heimat, dringend gesucht I

www.staatstheater.nuernberg.de im Menü auf „Karten & Abos“ und wählen Sie dann die Seite „Abo-Bestellung“. Dort finden Sie alle Abonnements mit Links zu den Stückinhalten sowie Preise und die direkte Online-Bestellmöglichkeit. Ihre Abo-Pluspunkte auf einen Blick Sie sparen bis zu 30 % im Vergleich zum Einzelkartenkauf und 20 % bei den Thea­terschecks Sie müssen sich nie wieder um Karten und Termine kümmern. Ihr Abonnement ist übertragbar, wenn Sie einmal keine Zeit haben. Bei Vorauszahlung des Gesamtbetrages beim Kauf des Abonnements bis zum 31. Oktober 2013 erhalten Sie als Bonus zwei Gutscheine, mit denen Sie weitere Eintrittskarten mit einem Preisvorteil von 30 % erwerben können. Mit dem Abonnementausweis können Sie zur Hin- und Rückfahrt alle öffentlichen Verkehrsmittel der VGN benutzen (4 Stunden vor der Vorstellung bis Betriebsschluss).

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 220,00 II  196,80 III  178,40 IV  133,60 V  108,00

Ebenfalls im Abonnement bieten wir Ihnen die Kammerkonzerte der Philharmonie Nürnberg e. V. an, in denen sich Musiker der Staatsphilharmonie Nürnberg mit ihrem eigenen Programm in Nachmittagsvorstellungen im Gluck-Saal bzw. im Opernhaus als Kammermusiker präsentieren. Das Kammerkonzert-Abo umfasst alle sieben Kammerkonzerte der Saison. Kammerkonzerte : PH DO 03.10.13 Maskenspiele – Meisterwerke in ungewohntem Kleid SO 17.11.13 Max Reger – Genie aus der Oberpfalz SO 08.12.13 Unglaublich! Das tiefste Blech in Nürnberg SO 26.01.14 Gestatten: Stanko Madic, Konzertmeister! SO 09.03.14 Ein Nachmittag mit Brahms SO 13.04.14 Trikolore SO 11.05.14 Pian(o)-issimo!

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Gerne berät Sie Angelika Koppernock auch persönlich: Abonnementbüro Staatstheater Nürnberg Richard-Wagner-Platz 2-10, 90443 Nürnberg Tel.: 0911-231-35 13, Fax: 0911-231-81 88 E-Mail: angelika.koppernock@staatstheater.nuernberg.de Öffnungszeiten: Mo/Di/Do: 9-16 Uhr, Mi/Fr: 9-12.30 Uhr

I  98,30

Das Kinderkonzert-Abo  Musikvermittlung mit richtig viel Spaß – das erleben Große und Kleine in unserem Kinderkonzert-Abonnement. Vier vergnügliche musikalische Sonntagvormittage für die gesamte Familie. Kinder erhalten 50% Ermäßigung, Erwachsene sparen bei dem Abonnement 30%. Kinderkonzerte : KK SO 13.10.13 SO 10.11.14 SO 18.05.14 SO 22.06.14

Der musikalische Wetterbericht Tubby, die Tuba Die Schöne und das Biest Wir lassen es krachen

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VI  25,60 VII  25,60 VIII 19,20

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I  40,40

VI  18,40 VII  18,40 VIII 13,80

II  35,40 III  30,60 IV  25,40

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Balkon 1 links 1■ 1 ■2 ■3 2■ 1 ■2 ■3 ■4 3■ 1 ■2 ■3 ■4 ■5 ■4 ■5 4■ 1 ■2 ■3 ■6 5■ 1 ■2 ■3 ■4 ■5 ■4 ■5 ■2 ■3 6■ 1

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Platzgruppen

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1

1

0 52

6■ 1

Münchener Straße 21 90478 Nürnberg 1.576 Sitzplätze

32

Philharmonische Konzerte

: Meistersingerhalle

1

1

1

1

1

1 1


Vl V lV Vll Vlll Neujahrskonzerte 54,20 47,60 39,10 27,20 21,70 16,30 12,40 9,00 Kinderkonzerte 19,80 17,30 15,00 12,50 11,30 9,20 9,20 6,90 Stummfilmkonzerte 23,60/17,00/10,50 (andere Einteilung der Preiskategorien. Infos erhalten Sie an der Theaterkasse.)

3. Rang

8

9

7

10

11

Loge

6 91

4 87

7 91

8 91

6 87

9 91

0 92

8 87

1 92

2 92

0 96

3 92

1 96

3

88 0

9 87

92 4

6

5

44

45

rechts

7 58

8 63

2 96

3. Rang links

47

74

881 88 03 904 2 883 88 1 902 9 4 885 886 8 87 888 889 890 891 892 893 894 895 896 897 898 899 900 90 925 9 50 26 927 949 9 928 929 7 948 4 9 6 4 9 930 931 932 9 5 33 934 935 936 937 938 939 940 941 942 943 944 94 964 9 89 65 966 988 9 7 8 9 967 968 6 985 98 969 970 971 9 72 973 974 975 976 977 978 979 980 981 982 983 984 994 995 9 2 1013 1014 96 997 998 99 9 1000 1001 1002 1003 1004 1005 1006 1007 1008 1009 1010 1011 101 1015 1016 1037 1038 1017 1018 101 34 1035 1036 9 1020 1021 1022 1023 1024 1025 1026 1027 1028 1029 1030 1031 1032 1033 10

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731 732 7 33 73 4 735 7 A 36 737 738 778 739 740 741 742 743 779 7 80 78 814 1 782 815 783 784 816 785 786 787 78 8 818 8 19 820 844 821 822 845 824 825 826 846 847 8 48 849 850 851 852 854 855 856

73

3 25 72 2 4 26 2 41 4 71 7 28 48 0 39 40 29 30 31 49 9 7 32 33 34 35 36 37 38 50 100 8 6 51 5 67 6 99 6 2 6 75 53 54 5 98 76 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 6 97 77 7 101 96 5 9 8 79 128 102 27 80 81 93 94 103 26 1 1 92 82 83 84 85 104 25 1 86 87 88 89 90 9 129 105 124 1 57 106 1 130 6 1 07 108 2 123 5 2 1 1 131 1 2 1 109 110 155 132 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 154 158 133 1 7 34 135 2 153 159 6 18 5 1 8 1 1 5 1 136 137 160 185 149 150 138 139 140 161 188 184 141 142 143 144 145 146 147 148 162 1 218 189 183 2 7 6 8 1 3 1 2 164 16 1 190 16 5 166 1 180 18 191 78 179 67 168 169 15 2 192 170 171 172 173 174 175 176 177 1 14 2 2 1 9 3 3 1 2 219 194 1 47 95 196 1 212 220 6 2 210 21 197 198 1 221 5 24 99 200 201 202 203 204 205 206 207 208 209 222 4 24 223 2 248 43 24 24 225 277 249 242 2 226 227 276 40 241 250 2 9 5 3 2 7 2 2 8 8 229 230 231 23 251 74 2 2 233 234 235 236 237 23 278 252 2 08 273 2 53 25 279 07 3 3 1 272 4 255 7 2 280 6 0 7 2 256 257 281 5 30 268 269 258 259 260 261 2 282 2 04 30 62 263 264 265 266 267 83 284 303 3 309 2 0 8 3 2 3 1 85 286 3 310 300 30 287 288 28 337 311 9 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 336 312 3 4 335 13 314 339 333 33 68 315 316 340 331 332 67 3 317 318 31 341 9 320 321 322 323 324 325 326 327 328 329 330 66 3 3 342 3 5 6 43 344 369 364 3 399 345 346 2 363 370 347 348 349 398 0 361 36 6 3 371 9 5 7 3 8 9 5 3 350 351 352 353 354 355 356 357 372 3 96 3 73 374 395 3 400 375 376 393 394 27 2 4 9 3 377 378 379 1 9 380 381 382 383 384 385 386 387 388 389 390 3 401 4 02 40 5 426 3 404 4 424 42 05 406 4 2 423 07 408 409 410 0 421 42 428 54 411 412 413 414 415 416 417 418 419 42 429 4 453 4 30 431 2 5 4 451 432 433 449 450 434 435 436 455 437 438 439 440 441 442 443 444 445 446 447 448 477 456 6 7 4 457 475 458 459 4 473 474 60 461 462 463 4 64 465 466 467 468 469 470 471 472 478 4 5 79 494 49 480 481 482 483 3 484 485 486 487 488 489 490 491 492 49 496 510 497 498 508 509 499 500 501 502 503 504 505 506 507 53 7 6 55 53 6 7 58 55 511 0 512 8 61 53 58 9 55 8 0 9 5 63 6 539 2 9 554 66 64 1 59 8 6 0 67 5 0 40 5 6 1 60 553 7 591 41 70 552 67 607 542 54 0 551 8 641 0 0 5 3 5 7 592 544 545 546 547 548 549 642 660 606 593 605 659 5 679 9 4 4 595 643 603 60 699 644 680 596 597 598 599 600 601 602 658 698 657 645 64 702 681 6 655 656 717 697 682 647 648 649 650 651 652 653 654 703 696 716 683 68 5 4 694 69 704 685 686 687 688 689 690 691 692 693 715

46

24

1 ■■■ 2■ ■■ ■ 2 ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ 3■ ■ ■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■3 ■ ■ 4■ ■■■■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■4 ■ ■■ ■ ■ ■ ■■ ■ 5■ ■■■■■■■■■■■■■■■■ ■5 ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ 6■ ■■ ■■■■■ ■■■■■■■■■■■■■ ■■■■■ ■■6 7■ ■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■7 ■■ ■■ ■ ■ 8■ ■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■89 9■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■■■■ ■■ ■■■■■■■■■■■■■■■■■■ ■10 10■■ ■■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■■ ■ ■ ■■ 11■ ■■ ■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■ ■■■11 ■ 12 ■■ ■■■■■ ■ ■ ■ 12 ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■■■ ■■■ ■ 13 13 ■■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■■ ■ ■■ ■ ■■■■■ ■ ■■ ■ ■■ 14 ■ ●■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■●■14 ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■■ 15 ■■ ■■■■■■■■■■■■■ ■■15 ■ 16 ■■ ■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■ ■ 16 ■ ■ ●■ ■■■■■■■■■■■■■■■■● ■ ■17 17 ■■ ■ ■ ■ ■ ■ ■■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ 18 ■■●■■■■■■■■■●■■ 18 ■ ■ ■ 19 ■ ■ ■■ ● ■ ■ ■ 19 ■ ■ ■ ■ ■● ■ ■■■ ■■ ■■ ■ ■■ ■ ■ ■ ■■ ■■ ■■ ■ ■ ■4 ■■■■■■ ■ ■ 4 ■■ ■ ●■ ■■ ■■■●■■■ 3 ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ 3■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ● ■■ ■ ■■■ ■ ■ ● ■ ■ ■■ ■■ ■ 2 ■ ■ ■ ■ ■■ ■■ ■■ ■ ■ ■ 2 ■ 1 ■■■■■■■■■■ 1 ■■■ ■■■ ■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■ ■ ■ ■■ ■■ ■ ■ ● ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■■ ■ ■■■■ ■ ■ ■● ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■■ ■■■ ■ ■■■ ● ■■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■■ ■ ● ■ ■■ ■ ■ ■ ■ ■■■ ■ ■■■ ■

1■ 22 23

1. Rang

15

13 14

11 12

10

9

3. Rang rechts

623 624

links

5

6

7

8

9

10

11

Loge

675 676

673 674

1. Rang

61 1

55 8

55 9

560 561

66 3

61 2

568 569

566 567

564 565

562 563

613 614

66 4

621 622

619 620

617 618

615 61 6

671 672

669 670

667 66 8

665 666

75 5

75 8

80 2

75 7

75 6

75 9

80 38 04

90

84 3

84 2

84 1

84 0

80 1

80 0

2. Rang

760 7 6 1 762 763 764 805 765 7 6 6 8 7 67 B 06 807 808 809 E D C

1 95

99

A

2. Rang

3 87

5 87

7 87

90 6

1 87

2 87

3 81

5

C

90 8

0 87

2 81

90 7

0 81

1 81

95 3

B

4 77

6 77

95 2

3 77

5 77

99 1

7 72

9 72

0

915

Bühne

■■■■■■■ 570 571 572 573

Prosc. Loge

A

■ ■■ ■ ■ ■ ■ ■■ ■ ■■ ■■ ■■ ■■ ■■■■ ■ ■ ■ ● ■■ ■ ■■ ■■ ■■ ■■ ■ ■■ ● ■■ ■■ ●■■ ■ ■ ■ ■■ ■■■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■■ ■■ ■ ■●■■■■■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■■■■ ■ ■ ■ ■ ■ ■■■■■■■■ ■ ■ ■ ■■■■ ■ B

725 724 23 22 7 21 7 72 720 7 7 9 1 7 718 771 70 9 7 A 8 76 E 76 D C

C

726

8 72

91 1

B

636 635

91 0

A

■■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■■■■ ■■ ■ ■ ■ ■ ■ ● ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■■ ■■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■■■■■■ ■ ■ ■ ■ ■■ ■ ■■■■ ■ ■ ■ 633 634

90 9

ll 582 583

95 5

631 632

95 4

l 580 581

7 63

99 3

629 630

6 58

99 2

578 579

585 584

91 4

627 628

530 531

91 3

576 577

528 529

95 9

625 626

526 527

5 53

91 2

Platzgruppen 574 575

524 525

4 53

95 8

■■■■■■■ 520 521 522 523

533 532

95 7

513 514 515 516 517 518 519

■ ■■ ■ ■ ■ ■ ■■ ■■■■ ■■ ■■ ■■ ■ ■■ ■■ ■■ ■■ ■■ ■■ ● ■■ ■■● ■■ ■■● ■■ ■■ 95 6

Prosc. Loge

3. Rang

: Opernhaus

Richard-Wagner-Platz 2-10 90443 Nürnberg 1.035 Sitzplätze

0 73

7 77

96

lll

0 53


Beiwerk

:

Von Schwalbenschwänzen und Vatermördern Der Frack

KONTAKT: Sie haben Fragen zu unseren Philharmonischen Konzerten? Dann senden Sie eine E-Mail an: konzert@staatstheater.nuernberg.de

Impressum Postanschrift: Staatstheater Nürnberg Richard-Wagner-Platz 2-10 90443 Nürnberg Informationen und Tickets: 0180-5-231-600 (Festnetz 42 ct/Min, Mobil bis zu 42 ct/Min) Internet: www.staatstheater.nuernberg.de

Ob beim Dressurreiten, beim Tanztunier oder beim Opernball – der Frack ist immer dabei. Der schwarze Zwirn gilt als der König der Herrenkleidung. Es gibt ihn schon seit über 200 Jahren und er war im 18. Jahrhundert ein alltägliches Kleidungsstück. Bis heute hat sich der Schnitt – bis auf ein paar wenige Varianten – kaum verändert. Auch Orchestermusiker tragen zu Konzerten oder im Orchestergraben zu einer Opernvorstellung eine solche Kombination mit der taillenkurzen Jacke mit den typischen „Schwalbenschwanz“-Schößen. Hier gilt der Frack sogar als Berufskleidung. Die sogenannte Frackordnung schreibt vor, was die Musiker bei der Vorstellung anziehen sollen. So hat jeder Orchestermusiker mindestens einen Frack im Schrank hängen. Als förmlichstes Stück, das die Herrenmode hergibt, hat der Frack seine eigenen Gesetze. Das beginnt schon beim Hemd: Das Frackhemd hat einen kleinen Stehkragen, der „Vatermörder“ genannt wird, weil er früher so schrecklich steif und unbequem am Hals war. Heutzutage muss man aber keine Druckstellen oder einen Kreislaufkollaps mehr befürchten, denn der „Vatermörder“-Kragen ist inzwischen genauso bequem wie ein normaler Hemdkragen. Das Hemd hat keine Knöpfe, sondern wird mit speziellen Knopfteilen, den Studs, geschlossen. Dazu trägt man eine Weste oder, in der modernen Version, ein Vorderteil aus weißem Piqueé, das mit Westenknöpfen geschlossen wird. Die Weste ist zwingend. Es gibt nur eine Ausnahme: für Dirigenten und Orchestermusiker. Sie tragen wegen der höheren Bewegungsfreiheit oft den sogenannten Kummerbund statt Weste. Die Fliege (niemals Krawatte!) zum Frack ist weiß, dazu ein weißes Einstecktuch. – Sollte man einem Mann im Frack mit schwarzer Weste und Fliege begegnen, kann man bei ihm getrost ein Bier bestellen: Nur Kellner tragen Weste und Fliege in schwarz! Die richtige Wahl zur schwarzen Frackhose sind Hosenträger, und zwar in klassischem Weiß, auf keinen Fall wird ein Gürtel getragen. Schuhe: schwarz, Lackleder. Doch will man dem aktuellen Trend glauben, so sind die Tage des Fracks gezählt. Seit fast zwei Jahrzehnten nimmt die Zahl der Dirigenten und Solisten zu, die das traditionelle Kleidungsstück gegen eine bequemere Garderobe eintauschen. In diesem Zusammenhang ist Pierre Boulez’ Ausruf berühmt geworden: „Schafft den Frack ab!“.

Herausgeber: Staatstheater Nürnberg Staatsintendant: Peter Theiler Geschäftsführender Direktor: Christian Ruppert Generalmusikdirektor: Marcus Bosch Das Staatstheater Nürnberg ist eine Stiftung öffentlichen Rechts unter gemeinsamer Trägerschaft des Freistaates Bayern und der Stadt Nürnberg. Konzept: Janet Neßmann, Kai Weßler, Susanne Wissen Texte: Stefan Eschelbach, Janet Neßmann, Valerie Schaub, Christiane Seefried, Sonja Westerbeck, Kai Weßler, Susanne Wissen Gestaltung: Jenny Hobrecht, Julia Elberskirch Fotografie: Balmer&Dixon, Europäische Film Philharmonie, Thomas Bergner, Jenny Hobrecht, Ulf Krentz, Jutta Missbach, Ludwig Olah, Rudi Ott, Photocase.de: bananarama, privat, Julia Schwager, Staatstheater Nürnberg, Klaudia Taday, Ivica Tomic, Wikipedia.de: Hostelli Druck: Offsetdruck Buckl GmbH

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