

ESTAMOS

MAFALDA BARBOSA
PARTICIPAÇÃO, COMPROMISSO E FUTURO
VOTAR
É CONTRIBUIR ACTIVAMENTE PARA A CONSTRUÇÃO DO CAMINHO QUE QUEREMOS PARA O CLUBE.
No dia 14 de Março, o Sporting Clube de Portugal viverá mais um momento determinante da sua vida Associativa: a Assembleia Geral Eleitoral para a escolha do presidente do Clube. Este é um dos mais importantes exercícios de democracia interna que definem a identidade do Sporting CP e reforçam a sua História centenária.
Ao longo de mais de um século, o Sporting CP construiu-se sobre um princípio essencial: o Clube pertence aos Sócios. São eles que garantem a sua vitalidade, que preservam os seus valores e que decidem o seu rumo. Participar nas eleições não é apenas um direito – é também um sinal de compromisso com o presente e com o futuro do Sporting CP.
Votar é contribuir activamente para a construção do caminho que queremos para o Clube. É assumir a responsabilidade de escolher quem irá liderar o Sporting CP nos próximos anos,
num momento em que os desafios e as oportunidades exigem visão, união e participação.
A presença dos Sócios nas urnas é, por isso, fundamental. Uma forte participação eleitoral reforça a legitimidade das decisões tomadas e demonstra a vitalidade de uma instituição que se orgulha em ser um clube de Sócios e para os Sócios.
Mais do que um acto formal, votar é afirmar pertença. É dizer presente na História do Sporting CP. É participar activamente no universo Leonino que nos une e que atravessa gerações.
Um Clube mais forte constrói-se com Sócios participativos, informados e presentes.
Porque o futuro do Sporting CP escreve-se também com a “voz” de cada um de nós.
PROPRIEDADE: SPORTING CLUBE DE PORTUGAL DIRECTORA: MAFALDA BARBOSA • MJBARBOSA@SPORTING.PT COORDENADOR‑ADJUNTO: LUÍS SANTOS CASTELO LSCASTELO@SPORTING.PT REDACÇÃO: FILIPA SANTOS LOPES FALOPES@SPORTING.PT; MARIA GOMES DE ANDRADE MGANDRADE@ SPORTING.PT; NUNO MIGUEL SIMAS • NQSIMAS@SPORTING.PT; XAVIER COSTA XRCOSTA@SPORTING.PT FOTOGRAFIA: ISABEL SILVA; JOÃO PEDRO MORAIS; JOSÉ LORVÃO COLABORADOR PERMANENTE: JUVENAL CARVALHO AGENDA E RESULTADOS: JOÃO TORRES • JBTORRES@SPORTING. PT EDITOR E SEDE DA REDACÇÃO: ESTÁDIO JOSÉ ALVALADE, RUA PROFESSOR FERNANDO DA FONSECA, APARTADO 4120, 1501‑806 LISBOA, PORTUGAL TELEFONE: +351 217 516 155 E‑MAIL: MEDIA@SPORTING.PT NIF: 500 766 630 REGISTO ERC: 100313 TIRAGEM: 9500 EXEMPLARES DEPÓSITO LEGAL: 48492/91 DISTRIBUIÇÃO: VASP DISTRIBUIÇÃO E LOGÍSTICA, S.A., QUINTA DO GRAJAL – VENDA SECA 2739‑511 AGUALVA CACÉM IMPRESSÃO: FUNCHALENSE: RUA DA CAPELA DA NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO, Nº 50 - MORELENA 2715-029 PÊRO PINHEIRO ESTATUTO EDITORIAL: HTTPS://WWW.SPORTING.PT/PT/JORNAL/ESTATUTO‑EDITORIAL ASSINATURAS: E‑MAIL: ASSINATURAJORNAL@SPORTING.PT LINHA SPORTING 707 20 44 44 INTERNACIONAL +351 30 997 1906 (segunda a sexta‑feira das 10h00 às 20h00)
MANOOOEL
TRÊS TENTOS NUM DÉRBI COM O SL BENFICA PARA A TAÇA DE PORTUGAL FIZERAM DE MANOEL UM JOGADOR ETERNIZADO PARA A HISTÓRIA DO SPORTING CP. FORTE E COM FARO DE GOLO, O AVANÇADO BRASILEIRO CONQUISTOU UM CAMPEONATO NACIONAL E UMA TAÇA DE PORTUGAL PELOS LEÕES.
Texto: Luís Santos Castelo Fotografia: Museu Sporting – Centro de Documentação
Neste dia, 12 de Março, há 49 anos, Manoel foi o maior protagonista de uma vitória da equipa principal de futebol do Sporting Clube de Portugal sobre o SL Benfica por 3-0, eliminando as águias da Taça de Portugal. Gaúcho (nome dado aos naturais do estado brasileiro do Rio Grande do Sul), especificamente de Uruguaiana, Manoel surgiu no SC Internacional e começou a dar nas vistas desde bem cedo; tanto que, com 19 anos, o avançado representou o Brasil nos Jogos Olímpicos de 1972, em Munique. Vestiu, depois, as cores do America-RJ antes de, a meio de 1975/1976, trocar o verão do Rio de Janeiro pelo inverno lisboeta. Chegou a estrear-se a marcar ainda nos primeiros meses de Leão ao peito, mas foi no ano seguinte, em 1976/1977, que se afirmou como

titular, formando um trio ofensivo com Manuel Fernandes e Salif Keïta às ordens do treinador Jimmy Hagan. A primeira metade da temporada foi muito boa, mas a ponta final trouxe uma quebra de rendimento e a consequente ausência de títulos. No entanto, a 12 de Março de 1977, Manoel teve o melhor jogo da carreira. Nos oitavos-de-final da Taça de Portugal, o Sporting CP recebeu e bateu o SL Benfica por 3-0 com um hat-trick do craque, que ficou eternizado como “ManOOOel” pelo jornal A Bola no dia seguinte. Na primeira página do Jornal Sporting de 16 de Março, o grande triunfo no dérbi tinha natural destaque, assim como para a brilhante prestação do atleta. “Superiormente solicitado pelo jovem Freire”, Manoel fez o 1-0 logo aos 10’. No início do segundo tempo, o 2-0: livre batido por Marinho para o fisicamente poderoso avançado, de cabeça, se antecipar a Eurico e atirar de forma colocada para o canto superior direito. O hat-trick chegou ainda com meia-hora de jogo pela frente e fruto de um bom trabalho de Vítor Gomes, que partiu “do seu meio-campo, ganhou terreno, evitou vários adversários e, já próximo da pequena área, quando se esperaria uma abertura a Freire, (…) optou e bem por um passe de bandeja a Manoel”. O sul-americano, “vindo de trás lançado em corrida, praticamente se limitou a empurrar a bola para a baliza deserta”. 3-0 e três golos de Manoel, que teve o encontro da sua vida.
Na época seguinte, apesar de ter realizado menos jogos, chegou ao bom número de 15 golos entre Campeonato Nacional e Taça de Portugal. Na prova-rainha, o Sporting CP chegou à final e superou o FC Porto, permitindo a Manoel levantar o primeiro troféu ao serviço do emblema de Alvalade.
Dois anos depois, em 1979/1980, Manoel foi, finalmente, Campeão Nacional ao lado de Manuel Fernandes e Rui Jordão, por exemplo, e fez 16 golos na temporada. O ano seguinte foi o último do jogador

e
entre 1975/1976 e 1980/1981
no Sporting CP, clube pelo qual realizou cerca de 150 jogos e apontou quase 60 golos, conquistando um Campeonato Nacional e uma Taça de Portugal.
Depois do Sporting CP, representou Portimonense SC e SC Braga ao mais alto nível, seguindo-se passagens por vários emblemas de escalões secundários: Académico de Viseu FC, Amora FC, AR Almancilense, GS Loures e Odivelas FC. Pendurou as botas em 1991, aos 38 anos.
Sofreu um acidente cardiovascular em 2010 que o deixou com dificuldades de saúde e, também, financeiras, o que motivou uma onda de solidariedade que culminou num jantar organizado por antigos companheiros do Sporting CP. No Estádio José Alvalade, chegaram a ser leiloados dois quadros de Rui Jordão, com as receitas a reverterem a favor de Manoel. Faleceu cinco anos mais tarde, em 2015, aos 62 anos e vítima de paragem cardíaca.
Manoel vestiu de verde
branco
A primeira página do Jornal Sporting de 16 de Março de 1977 que dava conta da vitória do Sporting CP com hat-trick de Manoel
BRUNO SÁ
LISTA A

UMA VOTAÇÃO FORTE PARA GARANTIR A VOZ DOS SPORTINGUISTAS
Sportinguistas,
A campanha está a chegar ao fim. Têm sido dias de grande emoção desde que decidi avançar com a minha candidatura à Presidência do Sporting Clube de Portugal. Ao longo das últimas semanas percorri o país de norte a sul, visitei Núcleos, falei com milhares de Sportinguistas, ouvi histórias, preocupações, críticas e também esperança. Houve algo que senti em todo o lado: os sportinguistas querem voltar a fazer parte do Sporting. Vivi momentos que nunca esquecerei. Conversas sinceras com Sócios e Adeptos de todas as idades e regiões, todos com o mesmo amor pelo Clube. E, nesses encontros, pensei muitas vezes no meu pai, que perdi em dezembro. Imagino muitas vezes o orgulho que teria em ver-me nesta luta por um dos grandes amores da nossa vida: o Sporting Clube de Portugal. Entre a partida do meu pai e a doença da minha mãe, foram também os sportinguistas que me deram força para continuar. O carinho que recebi nos Núcleos reforçou a minha convicção de que esta candidatura fazia sentido.
Ganhar não pode significar afastar os sócios da vida da Clube. Hoje, muitos sentem distância nas decisões, falta de transparência, diálogo e respeito por quem sempre esteve presente. Os exemplos estão à vista: um site que falha quando os sócios tentam comprar bilhetes; critérios de bilhética que privilegiam cada vez menos quem está mais presente; um estádio cada vez mais transformado num espetáculo de luzes e entretenimento, onde muitos sentem que o ambiente e a alma leonina se estão a per-
der. Querem vender-nos a ideia de que agora somos um hub de entretenimento. Mas somos mais, muito mais do que isso. Somos um clube desportivo. Somos o grande Sporting Clube de Portugal. Durante esta campanha ouvi frases que ficam na memória. Um sócio disse-me: “Não me tiraram o amor, mas tiraram-me a paixão.” Outro, com décadas de ligação, contou-me emocionado que já não consegue um bilhete para ver o Sporting. Atualmente, a prioridade parece ser o sonho americano de clientes do We Are Our Legacy, que passam à frente de quem sempre apoiou a equipa com base no nosso lema eterno: Esforço, Dedicação, Devoção e Glória.
Mas o desporto não é um negócio qualquer. Vive de paixão, emoção e pertença. Mesmo em Ligas altamente comercializadas, como a inglesa, muitos clubes estão a regressar à consciência do que é essencial: voltar à base, recuperar lugares em pé nos estádios e trazer de volta a identidade. Perceberam algo simples: sem adeptos apaixonados, o futebol perde a alma. Infelizmente, no Sporting, parece estar a acontecer o contrário. Em vez de aproximar quem vive o clube com emoção, privilegia-se cada vez mais o cliente.
E por isso pergunto: para onde caminhamos? A história do Sporting ensina-nos que foi muitas vezes em momentos de vitória que deixámos passar decisões que depois se revelaram prejudiciais, como a venda de património. O passivo cresce, a dívida a fornecedores aumenta e os sócios continuam sem explicações claras sobre o rumo
financeiro do clube. Assistimos a negócios difíceis de compreender, como a exploração do parque de estacionamento por seis milhões de euros durante trinta e cinco anos. Ao mesmo tempo, um presidente aumenta o próprio salário sem ouvir os sócios — sendo uma dessas vezes depois de um despedimento coletivo e sem nada ter conquistado — e discute cêntimos com atletas das modalidades que tanto dão ao Clube.
Decidi avançar com esta candidatura porque acredito que o Sporting precisa de voltar à sua essência: reunir a grande família sportinguista e colocar novamente os Sócios no centro da vida do clube. É possível continuar a ganhar e tratar bem as pessoas.
E é por isso que, no próximo sábado, os sócios têm uma escolha importante. Naturalmente, quero ganhar, liderar esta mudança e devolver o Sporting às pessoas. Mas também quero dizer algo com total clareza: é muito importante que esta candidatura tenha uma votação forte. Porque, independentemente do resultado, haverá uma voz firme a defender os sócios, a garantir transparência e democracia. Fiz aquilo que a minha consciência pediu. Dei a cara. Dei o peito. Apresentei uma equipa preparada e um programa sério para o futuro do clube.
Agora peço-vos apenas uma coisa: participem. Vão votar. Façam ouvir a nossa voz. Porque o Sporting precisa de todos. E eu nunca vos deixarei.
Bruno Sá
Candidato à Presidência do Sporting Clube de Portugal
FREDERICO VARANDAS LISTA B ELEIÇÕES 2026

PILARES DE EXECUÇÃO: ESTABILIDADE INSTITUCIONAL E CRESCIMENTO RESPONSÁVEL
A concretização do Programa de Acção 2026–2030 do Sporting Clube de Portugal assenta numa arquitetura de seis pilares de desenvolvimento que garantem capacidade de execução, estabilidade institucional e crescimento sustentável: Pessoas, Tecnológico, Infra-estruturas, Plataformas de Interacção, Estatutária e Financeira.
O pilar Pessoas reconhece atletas, Sócios, colaboradores e parceiros como principal activo estratégico. O Clube continuará a investir na atracção e retenção de talento, na formação contínua e na promoção de ambientes de alto desempenho baseados em confiança, exigência e bem-estar.
A cultura organizacional sustenta-se em responsabilidade, inclusão e espírito de equipa.
O pilar Tecnológico assume a inovação como factor crítico de competitividade. A integração de sistemas, a digitalização de processos e o recurso à análise de dados reforçam a eficiência operacional e apoiam a decisão estratégica. Esta transformação permite melhorar a performance desportiva
e personalizar a relação com os Sócios, fortalecendo o ecossistema digital do Clube.
No domínio das Infraestruturas, a modernização e valorização dos activos físicos são prioridades. A excelência das condições de treino e competição é acompanhada pela transformação do Estádio José Alvalade num activo multifuncional, capaz de gerar novas receitas e experiências diferenciadas. A eficiência energética e a integração urbana reforçam a sustentabilidade.
As Plataformas de Interacção aprofundam a proximidade com Sócios e adeptos, promovendo comunicação bidirecional, experiências integradas e desenvolvimento de comunidades globais em torno da marca Sporting. O Clube afirma-se, assim, como plataforma viva 365 dias por ano.
O pilar Estatutária assegura solidez institucional, clareza de regras e equilíbrio de poderes, promovendo participação democrática e confiança. A estabilidade é condição
essencial para o crescimento sustentado.
Por fim, o pilar Financeira garante disciplina orçamental, controlo de risco e diversificação de receitas. A gestão responsável visa proteger a maioria do Clube na SAD, optimizar a estrutura de capital e assegurar capacidade de investimento estratégico no longo prazo.
Em conjunto, estes pilares sustentam uma estratégia coerente que articula ambição competitiva, rigor financeiro e responsabilidade social.
O ciclo 2026–2030 será marcado por execução consistente, prestação de contas e compromisso com resultados duradouros.
Com identidade reforçada e visão clara, o Sporting CP prepara-se para consolidar o seu percurso de crescimento e afirmar-se, cada vez mais, como instituição de referência em Portugal e no Mundo.
ELEIÇÕES 2026
LISTA A
BRUNO SÁ
MESA ASSEMBLEIA GERAL
Nelson de Almeida Nave
Alexandre Miguel Motta Rodrigues Sobreira
João Manuel Duarte Bacelar
José Carlos Paris Fortes
Filipe Rodrigues de Barros Cabral
João Guilherme Santos Marques Penha
Manuel Pereira da Costa
CONSELHO DIRECTIVO
Bruno Filipe Pais Soares Coelho Sorreluz
Miguel Diogo Portela Belo Pinto de Sousa
João Tiago Rôlo Maurício Marques
Liliana dos Santos de Sousa
Nuno Filipe de Barros Baião
Tiago de Meneses Borba Fernandes de Oliveira
Jorge Miguel Correia Pebre
Manuel Costa Santos Belo
Cláudia Sofia Cardoso Lourenço Lima
Nuno Miguel Manaia Costa
Ricardo Esteves Comprido
Nuno Miguel dos Santos
CONSELHO FISCAL E DISCIPLINAR
Pedro Justino da Luz Figueiredo Pratas
Gerardo Filipe Nunes Portela
Basílio António Garrido Quitério
Francisco Manuel Carvalho da Silva Alexandre
Paulo Jorge Martins Lourenço do Rego
Hugo Manuel da Silva Moreira
Paulo Alexandre Pedroso da Silva
LISTA B
CONSELHO FISCAL E DISCIPLINAR
FUTEBOL EQUIPA PRINCIPAL
HIDEMASA MORITA CUMPRIU 150 JOGOS DE LEÃO AO
PEITO
HIDEMASA MORITA ATINGIU RECENTEMENTE A MARCA DOS 150 JOGOS COM A CAMISOLA DO SPORTING CLUBE DE PORTUGAL. EM CONVERSA COM A SPORTING TV, O MÉDIO JAPONÊS FALOU SOBRE ESSE MOMENTO SIMBÓLICO, RECORDOU O PRIMEIRO GOLO DE LEÃO AO PEITO, REVELOU QUAL IGUARIA PORTUGUESA QUER LEVAR ATÉ AO JAPÃO E DEIXOU UMA MENSAGEM AOS SPORTINGUISTAS.
Texto: Filipa Santos Lopes Fotografia: Isabel Silva
150 jogos de Leão ao peito
“É incrível. Sabia que estava perto dos 150 jogos, mas não me tinha apercebido de que ia acontecer num jogo contra o FC Porto. Foi muito especial. Estou muito feliz, ainda para mais por termos vencido o jogo, no Estádio José Alvalade. Foi um grande dia”.
Primeiras impressões quando chegou ao Sporting CP
“Percebi logo que era um clube enorme. Quando estava no CD Santa Clara, o meu objectivo era vir para este Clube. E aconteceu. Lembrome bem do primeiro dia, embora nessa altura não conseguisse falar praticamente nada em inglês. Acho que agora estou melhor”.
O que significa jogar pelo Sporting CP “É um prazer enorme. Estar aqui e jogar neste Clube é incrível”.
O primeiro golo de Leão ao peito, frente ao Gil Vicente FC “O Nuno [Santos] tentou rematar e acabou por me assistir. Eu só tive de tocar na bola. Fiquei muito feliz. O golo em si não foi nada de especial, mas é uma memória muito boa. Nunca vou esquecer esse dia”.
O ambiente no seio da equipa “Muitos jogadores dizem que este Clube não é apenas um clube, é uma família. Eu não tenho dúvidas. Sinto isso todos os dias”.
Os títulos conquistados “O segundo campeonato foi ainda melhor do que o primeiro”.
A conquista da Taça de Portugal “Não foi um jogo fácil, nunca é quando jogamos contra o SL Benfica. O Estádio do Jamor é muito tradicional, tinha uma atmosfera especial e foi uma experiência diferente.
Mas conseguimos ganhar a Taça. Eu nunca tinha conquistado esse troféu, por isso foi mais um momento muito especial”.
As amizades no balneário
“Tenho uma boa relação com todos. Hoje, por exemplo, tenho planos para ir almoçar com o Zeno [Debast] e o Iván [Fresneda]. Adoro-os e sinto-me muito confortável com eles”.
A festa no Marquês de Pombal “Para mim, o melhor momento foi quando chegámos ao Marquês. Havia muitas luzes verdes e um ambiente incrível. Mas foi uma noite muito longa e não consegui estar sempre a festejar [risos]. Sentei-me muitas vezes no chão, a absorver tudo e a aplaudir”.
O que representa o Sporting CP “Como já disse, este Clube é uma fa-
mília. Posso dizê-lo do fundo do coração. Este Clube faz parte de mim”.
Viver em Portugal
“Sinto-me muito confortável aqui. Já estou em Portugal há cinco ou seis anos e gosto muito de viver aqui. As pessoas são muito calorosas. Sempre que vou a um centro comercial ou a outro sítio qualquer, os Sportinguistas, e até adeptos de outros clubes, vêm falar comigo e cumprimentar-me. Gosto muito das pessoas e também da comida. É tudo perfeito”.
A gastronomia portuguesa “Gosto muito de pastel de nata. Até já disse à minha mulher que, quando voltar ao Japão, talvez abra um restaurante de natas”.
Pratos preferidos “O bacalhau não é muito o meu tipo
de comida, mas gosto muito de arroz de marisco e de peixe. É muito bom”.
Do ténis para o futebol “O meu irmão mais velho começou a jogar futebol e eu também acabei por mudar para este desporto. Hoje, já não jogo ténis”.
Os tempos de universidade no Japão
“Estudei Direito. Mas não me façam muitas perguntas sobre a universidade… não aprendi muito [risos]. Conciliava com o futebol, lá é normal”.
Série favorita “Gosto muito de Attack on Titan Têm de ver. É a minha série favorita”.
O que sente mais falta do Japão “Provavelmente, da família. Também vou muitas vezes a restaurantes japoneses para comer ramen ou sushi”.
Mensagem para os Sportinguistas “Obrigado por nos apoiarem sempre. Sinto que lutamos todos juntos e que estamos lado a lado. Mesmo quando não jogamos bem, os adeptos apoiam-nos sempre e empurram-nos para a frente. Só quero dizer obrigado. Vamos continuar juntos até ao fim”.
O anime Oliver e Benji “Não sei se me inspirou, mas é um dos animes mais populares do mundo. No Japão, os nomes [das personagens] são diferentes. Chamam-se Tsubasa e Misaki. Quando cheguei ao CD Santa Clara, toda a gente me perguntava ‘Conheces Oliver e Benji?’ e eu ficava ‘Como? Repete, por favor’ [risos]”.

“Este Clube é uma família”, garante Hidemasa Morita
Escola de Natação SCP




2026
22 de Março

15h00


Piscinas do Multidesportivo, Estadio José Alvalade
Formação Técnica Inicial
Formação Técnica Básica
Formação Técnica Avançada
Aperfeiçoamento
Não Federada
5 aos 18 Anos
Mais informações: natacao@sporting.pt



Pré-Competição Com o apoio de:













FUTEBOL
EQUIPA PRINCIPAL
GOLPE DURO NO FINAL
PENÁLTI DEPOIS DOS 90’ PERMITIU AO SC BRAGA CHEGAR AO EMPATE (2-2) PERANTE UM SPORTING CP SUPERIOR NUM JOGO POUCO
INTERESSANTE. GONÇALO INÁCIO E LUIS SUÁREZ APONTARAM OS GOLOS DOS BICAMPEÕES NACIONAIS.
Texto: Luís Santos Castelo
Fotografia: José Lorvão
A equipa principal de futebol do Sporting Clube de Portugal empatou, no último sábado, a dois golos em casa do SC Braga para a 25.ª jornada da Liga Portugal. Um resultado que não era esperado e que surgiu graças a um inesperado golo sofrido de pontapé de penálti muito para lá dos 90’. O jogo não foi o mais apelativo e não foram muitas as grandes oportunidades, mas, e mesmo perante a maior posse de bola dos minhotos, foram quase sempre os Leões o conjunto mais perigoso. No entanto, o não existente 1-3 permitiu aos visitados acreditarem e concretizarem o 2-2. Num final de tarde solarengo no Estádio Municipal de Braga, Rui Borges operou apenas uma alteração em relação aos titulares na vitória contra o FC Porto, colocando Pedro Gonçalves no lugar de Luís Guilherme, que desta vez começou no banco - onde também esteve o regressado Zeno Debast. Nas bancadas, os Sportinguistas golearam e fizeram-se ouvir de forma clara do início ao fim.
O encontro começou dividido no meio-campo, com os dois conjuntos longe das balizas, mas o Sporting CP começou a crescer por volta do minuto 10. Geny Catamo, um dos mais interventivos, conseguiu o primeiro remate, ainda de fora da área, a desviar num adversário para canto. No lance seguinte, o internacional por Moçambique voltou a tentar a sua sorte, mas faltou pontaria.
Pouco depois, e já após um lance perigoso - que foi anulado por fora-de-jogo - em que Pedro Gonçalves recebeu de Morten Hjulmand e atirou ao lado, o emblema de Alvalade criou a primeira ocasião clara: grande jogada colectiva, com a bola a passar por Francisco Trincão, Pedro Gonçalves e Luis Suárez antes de Geny Catamo rematar ligeiramente ao lado. Não ficou nada longe do poste e assustou o SC Braga pela primeira vez.
Claramente por cima e a encostar o adversário às cordas, o Sporting CP voltou a ameaçar aos 22’ e novamente por intermédio de Geny Catamo,

que tirou adversários da frente pela direita e rematou, causando novamente o pânico na defesa, que conseguiu afastar para canto. Contudo, precisamente no lance consecutivo, Pedro Gonçalves bateu o pontapé de canto com precisão e Gonçalo Inácio, com um grande cabeceamento, fez o primeiro golo em 2025/2026, inaugurando o marcador em Braga.
Dois minutos depois, Francisco Trincão isolou Luis Suárez com magia e o colombiano rematou na cara de Lukáš Horníček, mas o guarda-redes travou uma tremenda oportunidade verde e branca para dobrar a vantagem. Seguiu-se uma investida de Pedro Gonçalves, de longe, ao lado. Do nada, e no primeiro ataque digno de registo do SC Braga na partida, Rodrigo Zalazar assistiu Ricardo

Geny Catamo foi, principalmente na primeira parte, um dos Leões mais interventivos em Braga
Luis Suárez marcou… outra vez

Horta no coração da área e o empate chegou de forma surpreendente.
De volta à estaca zero, o Sporting CP voltou a partir para cima dos visitado e conseguiu, aos 44’, conquistar um pontapé de penálti por mão na bola de Bright Arrey-Mbi. Chamado a converter, Luis Suárez não enganou Lukáš Horníček, que adivinhou o lado, mas bateu tão bem que o guardião não conseguiu chegar à bola. 1-2, 23.º golo na Liga para o colombiano e 31.º em todas as competições de Leão ao peito. Ao intervalo, vantagem justa para a melhor equipa e a única que procurou constantemente o golo - prova disso era o registo de remates no primeiro tempo (1-8).
Menos intensa, a segunda parte abriu com um contra-ataque muito bem trabalhado pelo Sporting CP, tendo Iván Fresneda dado para Luis Suárez e este procurado Pedro Gonçalves, mas Florian Grillitsch cortou para canto, tendo ficado muito perto do autogolo. Aos 53’, Hidemasa Morita tentou surpreender Lukáš Horníček do meio-campo, mas sem sucesso. Cerca de dez minutos mais tarde, e numa das melhores ocasiões do encontro, Francisco Trincão bateu um livre da direita e a bola tocou em Hidemasa Morita, Iván Fresneda e Gonçalo Inácio antes de acabar nas mãos de Lukáš Horníček. Do outro lado, João Moutinho falhou o alvo e Luis Suárez respondeu com um forte tiro, igualmente para fora. João Simões e Luís Guilherme substituíram Hidemasa Morita e Pedro Gonçalves aos 72’ e Víctor Gómez, logo a seguir, procurou surpreender Rui Silva, mas o guarda-redes estava atento. Já com Eduardo Quaresma em campo (saiu Geny Catamo), e nos dez minutos finais, Luís Guilherme cruzou para Ousmane Diomande cabecear e Lukáš Horníček defender tranqüilamente. Maxi Araújo também tentou o golo, mas rematou muito por cima, e Florian Grillitsch fez o mesmo do lado da baliza visitante, com semelhante desfecho.

A ritmo lento, o jogo seguia de forma natural para o final e já poucos ou nenhuns (dos dois lados) acreditavam noutro resultado que não a vitória do Sporting CP, mas, aos 90+3’, o árbitro Miguel Nogueira assinalou pontapé de penálti por mão na bola de Gonçalo Inácio. Rodrigo Zalazar converteu e fez o 2-2 final. Os Leões voltam a jogar na terça-feira, 17 de Março, recebendo o FK Bodø/Glimt no Estádio José Alvalade para a segunda mão dos oitavos-de-final da UEFA Champions League às 17h45. O regresso à Liga Portugal está marcado apenas para 22 de Março (domingo), com a curta deslocação até ao terreno do FC Alverca.
Nota: o jogo em casa do FK Bodø/Glimt, na Noruega, realizado ontem e a contar para a primeira mão dos oitavos-de-final da UEFA Champions League, terminou depois do fecho desta edição do Jornal Sporting, razão pelo qual não é mencionado.
RUI BORGES: “PODÍAMOS TER FEITO MAIS GOLOS”
No final, Rui Borges marcou presença na conferência de imprensa e analisou o encontro em resposta às perguntas dos jornalistas.

Análise ao jogo
07.03.2026
Liga Portugal – 25.ª Jornada Estádio Municipal de Braga
1-2 ao intervalo
Ricardo Horta (34’), Rodrigo Zalazar (90+6’ P) Gonçalo Inácio (22’), Luis Suárez (45+2’ P)
Sporting CP: Rui Silva [GR], Iván Fresneda, Ousmane Diomande, Gonçalo Inácio, Maxi Araújo, Morten Hjulmand [C], Hidemasa Morita (João Simões, 72’), Geny Catamo (Eduardo Quaresma, 81’), Francisco Trincão, Pedro Gonçalves (Luís Guilherme, 72’) e Luis Suárez. Treinador: Rui Borges. Disciplina: cartão amarelo para Hidemasa Morita (38’), Ousmane Diomande (59’) e Maxi Araújo (69’).
“Acaba por ser ingrato sofrer o golo depois dos 90’. Os três jogos que tive com o SC Braga pelo Sporting CP foram iguais. É o que é, também já marcámos alguns golos depois dos 90’. Entrámos muito bem, podíamos ter chegado ao 0-2 e o SC Braga faz o empate na única aproximação à nossa baliza. Nesse lance, podíamos ter feito mais, mas fizemos uma primeira parte muito boa. A segunda foi diferente, fomos baixando um bocadinho e o SC Braga teve mais bola, mas só fez dois remates à nossa baliza. Tirando isso, teve dois cruzamentos. Estivemos mais baixos, mas fomos controlando. Melhorámos e crescemos com as substituições, estabilizámos, mas faltou-nos ter mais posses longas, como tivemos na primeira parte. O SC Braga foi feliz num lance aos 90+3’, faz parte. Podíamos ter feito mais golos e não conseguimos. O SC Braga foi feliz e teve mérito por acreditar.”
Entrada de Eduardo Quaresma “Não mudou nada na ideia ou estratégia de jogo, mas sim nas características dos jogadores em campo”.
Oportunidade falhada por Luis Suárez “Mérito para o guarda-redes do SC Braga. O jogo seria diferente com o 0-2, mas não sabemos como acabaria. Não vale a pena entrar por aí, marcou outros golos que ninguém esperava”.
Maxi Araújo em acção no jogo de sábado
A equipa agradeceu o forte apoio Sportinguista no Minho
FUTEBOL EQUIPA B
PERDEU A MELHOR EQUIPA
FORMAÇÃO SECUNDÁRIA DO SPORTING CP DERROTADA PELO LUSITÂNIA DE LOUROSA FC APESAR DE TER DOMINADO A GRANDE MAIORIA DO ENCONTRO.
Texto: Luís Santos Castelo
Fotografia: Liga Portugal
A equipa B de futebol do Sporting Clube de Portugal perdeu, no último domingo, por 1-0 na deslocação ao reduto do Lusitânia de Lourosa FC para a 25.ª jornada da Liga Portugal 2. No Estádio Luís Filipe Menezes, casa emprestada ao Lusitânia de Lourosa FC em Vila Nova de Gaia, o Sporting CP apresentava-se com João Muniz de regresso após lesão e a titular, ao contrário de Flávio Gonçalves (suspenso depois de ver o quinto cartão amarelo) ou de Salvador Blopa (lesionado).
O jogo começou de feição para os visitados, que inauguraram o marcador logo aos 7’, quando Bruno Ramos, com azar, escorregou e permitiu que a bola chegasse a Arsénio. Na cara de Diego Callai, o veterano não falhou e fez o 1-0. Na resposta, Paulo Cardoso atirou forte na esquerda para defesa de Vitor Hugo. Mais tarde, Rodrigo Dias procurou o empate de livre directo, mas acertou na barreira. Mesmo sem grandes oportunidades, o Sporting CP cresceu ligeiramente na partida e, também por estar a correr atrás do prejuízo, procurou ter mais bola, inclusive no meio-campo ofensivo. Faltava, contudo, chegar ao último terço com mais perigo e Mauro Couto tentou de longe, aos 27’, mas falhou o alvo por muito. Do outro lado, Fabinho e Silvério fizeram o mesmo.
Até ao intervalo, destaque para a excelente intervenção de Diego Callai aos 41’, num lance que foi anulado por fora-de-jogo, e para uma das melhores ocasiões do Sporting CP: cruzamento de Rodrigo Dias para Bruno Ramos cabecear pouco por cima, ameaçando o 1-1. João Gião trocou Rafael Nel por Lucas Anjos para a segunda parte e o Sporting CP entrou muito forte. Logo aos 47’, Paulo Cardoso trabalhou muito bem na esquerda e assistiu Mauro Couto, que rematou forte para boa defesa de Vitor Hugo. O guarda-redes do Lusitânia de Lourosa FC agarrou, depois, a recarga de cabeça de Samuel Justo.
Pouco depois, Rodrigo Dias voltou a dar trabalho a Vitor Hugo, que teve de se esticar e tirar para canto um cruzamento muito perigoso e, no lance seguinte, um corte incompleto da defesa ofereceu a bola a João Muniz, que, em posição perigosa, rematou ao lado. Cheirava a empate no Olival.
Já depois de uma investida de Lucas Anjos para nova intervenção, agora mais fácil, de Vitor Hugo e de um tiro muito perigoso de Paulo Cardoso contra a malha lateral, João Muniz, Samuel Justo e David Moreira deram lugar a Zaïd Bafdili, Mateo Tanlongo e Rayan Lucas

aos 63’.
Seguiu-se nova boa ocasião quando Mauro Couto fez magia na direita e cruzou muito bem para o segundo poste, onde já estava Mateo Tanlongo, mas Danny cortou para canto com qualidade. Aos 72’, Zaïd Bafdili deu para Manuel Mendonça, em grande posição, rematar com perigo, mas a bola foi desviada para canto. Só dava Sporting CP perante um Lusitânia de Lourosa FC apenas preocupado em defender e procurar o contra-ataque, facto que ficou ainda mais evidente a 15 minutos dos 90, quando Paulo Cardoso ofereceu o golo a Zaïd Bafdili e este, com tudo para chegar ao empate, não acertou na baliza. Grande ocasião não aproveitada pelo emblema de Alvalade.
Lucas Taibo substituiu Manuel Mendonça para os instantes finais de uma partida em que a melhor equipa estava a perder, mas continuava a encostar o adversário às cordas. No entanto, a pressão Sportinguista não chegou para o empate, mesmo com o remate desviado de
Paulo Cardoso ou o cabeceamento de Lucas Taibo para fora. Assim, o injusto 1-0 prevaleceu. Os Leões vão, agora, receber o GD Chaves (amanhã, sexta-feira, 13 de Março, 18h00).
08.03.2026
Liga Portugal 2 – 25.ª Jornada
Estádio Luis Filipe Menezes, Vila Nova de Gaia LUSITÂNIA DE LOUROSA SPORTING CP 1 0
1-0 ao intervalo
Arsénio (7’)
Sporting CP: Diego Callai [GR], Rodrigo Dias, Bruno Ramos, João Muniz (Zaïd Bafdili, 63’), David Moreira (Rayan Lucas, 63’), Eduardo Felicíssimo, Samuel Justo (Mateo Tanlongo, 63’), Mauro Couto, Manuel Mendonça [C] (Lucas Taibo, 81’), Paulo Cardoso e Rafael Nel (Lucas Anjos, 45’). Treinador: João Gião. Disciplina: cartão amarelo para Bruno Ramos (48’), Rodrigo Dias (73’), Mauro Couto (78’) e Mateo Tanlongo (83’).
JOÃO GIÃO:
“ENTRAR A PERDER CONDICIONOU MUITO O JOGO”
No final, João Gião analisou o encontro. “Contra estas equipas, entrar a perder como entrámos condiciona muito o jogo. Na primeira parte, não encontrámos sempre bem o espaço. A nossa reacção ao golo foi boa em termos de atitude mental, mas não conseguimos chegar ao último terço com qualidade. Dominámos o jogo a partir do golo, mas fomos pouco perigosos. A segunda parte foi completamente diferente, de sentido único. Criámos oportunidades contra um bloco baixo, bem organizado e difícil de entrar. O Lusitânia de Lourosa FC a sofrer com o público do seu lado e a bola não entrou. Não vamos criar dez oportunidades em 45 minutos, criámos quatro ou cinco e temos de concretizar uma para o jogo voltar a abrir. Não fizemos, mas não tenho muito a apontar aos rapazes. Ganharam muitos duelos, tiveram muita intensidade e empurraram o Lusitânia de Lourosa FC para trás. Mas não fizemos golo”, disse à Sport TV na zona de entrevistas rápidas. O treinador verde e branco reforçou que os Leões fizeram “uma segunda parte mesmo muito boa”: “[A equipa] controlou bem a ansiedade e aproximou-se sempre com muito perigo, muitas variações, cruzamentos, segundas bolas. Fizemos o que tínhamos de fazer perante um Lusitânia de Lourosa FC que está com uma dinâmica muito boa, parabéns para eles. Deram a vida a defender e a bola não entrou. Se tivesse entrado, o empate era o mínimo que se ajustava. Desbloqueava e ainda podia ter dado para nós, mas é o futebol”.
João Muniz, que regressou após uma paragem por lesão, também esteve na zona de entrevistas rápidas para comentar o desafio.
“Fizemos uma primeira parte normal, mas sabemos que um lance ou outro podem ser cruciais na Liga Portugal 2. Tirando esses lances, estivemos bem. Não foi a nossa melhor primeira parte, mas foi normal. (…) Entrámos na segunda parte com a mentalidade de ganhar os três pontos. Foi-nos dito que era preciso continuar, não desistir, não baixar os braços e entrámos com muito mais vontade, a ganhar mais bolas e a massacrar. Faltou o golo e estamos aqui para aprender”, afirmou o defesa à Sport TV
Eduardo Felicíssimo foi titular pelos jovens Leões

FUTEBOL FORMAÇÃO SUB-23
SOBROU TRANSPIRAÇÃO, MAS FALTOU INSPIRAÇÃO
DERROTA DOS SUB-23 DO SPORTING CP POR 1-0 EM CASA DO ACADÉMICO DE VISEU FC.
Texto: Nuno Miguel Simas Fotografia: Isabel Silva
A equipa sub-23 do Sporting Clube de Portugal perdeu, na última terça-feira, em casa do Académico de
10.03.2026
Liga Revelação – Ap. Campeão 9.ª Jornada | Estádio Dr. Orlando Mendes, Viseu
1-0 ao intervalo Francisco Machado (9’)
Sporting CP: Miguel Gouveia [GR], Atanásio Cunha (Guilherme Silva, 60’), Miguel Alves [C], Rafael Mota (Afonso Lee, 73’), Rayhan Momade, Guilherme Santos (Bento Estrela, 60’), Ivanildo Mendes, Rafael Camacho, Sandro Ferreira (Délcio Aurélio, 60’), Manuel Kissanga (Diogo Martins, 73’), Duarte Tomás. Treinador: Filipe Neto. Disciplina: cartão amarelo para Manuel Kissanga (41'), Rafael Camacho (43') e Bento Estrela (90'+4).
OPINIÃO
Viseu Futebol Clube, por 1-0, na nona jornada da fase de apuramento de campeão da Liga Revelação.
O resultado ficou feito aos nove minutos, com um golo de Francisco Machado, lateral esquerdino que transformou com êxito um livre à entrada da área, em remate colocado, fora do alcance do guarda-redes Leonino, Miguel Gouveia.
A exibição do Sporting CP teve muita entrega, vontade, mas o que sobrou em transpiração, faltou em inspiração para criar ocasiões de golo, nomeadamente no segundo tempo, com a formação da casa a guardar a vantagem conseguida bem cedo no marcador.
Aos quatro minutos, Kaique Santos respondeu a um bom cruzamento na direita, com o remate a sair ao lado da baliza Leonina. No lance seguinte, foi o Sporting CP a aproximar-se, com Rafael Camacho a rematar de pé esquerdo, sem preparação, ao lado, após bom passe de Duarte Tomás.
Cinco minutos depois, Francisco
Machado, num livre à entrada da área, rematou colocado e inaugurou o marcador para a equipa do Académico Viseu FC.
Aos 18’, Duarte Tomás teve um remate descaído para a esquerda, que saiu ao lado da baliza dos donos da casa, depois de bom cruzamento na direita de Ivanildo Mendes e de um desvio na área de cabeça de Sandro Ferreira para o extremo Leonino. Aos 39’, Guilherme Cardoso rematou de pé direito, ao lado da baliza de Miguel Gouveia, num jogo com muita entrega, mas não muita baliza.
No segundo tempo, o encontro continuou muito físico e à passagem da hora de jogo, o Sporting CP teve uma contrariedade, com uma lesão de Guilherme Santos, no joelho, impeditiva para o médio poder continuar em jogo.
As equipas estiveram sempre aplicadas, mas faltaram ao Sporting CP passes de ruptura mais conseguidos. Quando isso aconteceu, Rafael Camacho fez um muito bom passe
O QUE NOS UNE É O SPORTING CLUBE DE PORTUGAL

O Jornal Sporting, que leio desde tenra idade, como já aqui o escrevi, desde que o Sr. Brito, um enorme Leão e meu vizinho do andar de baixo, me oferecia depois de o ler religiosamente de trás para a frente e da frente para trás, com que gula ele folheava as páginas deste jornal onde, quis o destino, eu agora tenho o privilégio de nele escrever, é um jornal que não entra em campanhas eleitorais e, como é óbvio, este texto não tem essa intenção, longe disso. Mantém até uma muito saudável equidistância sempre que o Clube está em processo eleitoral.
Já assisti a diversas campanhas eleitorais. Já votei em candidatos vencedores e noutros que saíram derrotados. Sou, intransigentemente, a favor do debate de ideias. Nas primeiras eleições que me recordo do nosso Clube, que datam de 1984, a disputa eleitoral foi entre o eterno presidente João Rocha e Marcelino de Brito. Fui ver a campanha de ambos, para
para Diogo Martins (entrado na segunda parte), com o ponta-de-lança a rematar de pé esquerdo, ao lado. Até final, o Sporting CP teve um golo invalidado a Ivanildo Mendes
(já depois dos 90’), por ter sido assinalado antes do remate do ala, um fora-de-jogo e o encontro terminou com a vitória do Académico de Viseu FC frente ao Sporting CP por 1-0.

melhor saber o que estava em equação quanto às propostas que tinham para oferecer.
Sempre, desde que sou Associado, faz no tempo cinco décadas decorridas, me interessei, como tantos de vós, pela vida activa do nosso Clube. Existiram eleições mais intensamente disputadas, sinónimo da democracia e pluralidade de opiniões da nossa centenária instituição, outras em que houve candidatos únicos e até presidentes cooptados.
A nossa História de quase 120 anos de Esforço, Dedicação, Devoção e Glória, começou com Alfredo Augusto das Neves Holtreman (Visconde de Alvalade) na presidência, decorria o já longínquo ano de 1906.
Desde então tivemos presidentes cujo denominador comum foi o de tentar dar o seu melhor pelo Sporting Clube de Portugal. Uns conseguiram-no melhor do que outros. De uns, guardo inevitavelmente melhores recordações do que de outros. Afinal, quem como eu vive tão proximamente o Clube, era impossível que assim não fosse.
Fui crítico de presidentes e presença regular em assembleias gerais onde exprimi a minha opinião sempre respeitosamente. Mas uma coisa sempre me preocupou acima de tudo. O Sporting Clube de Portugal. Porque esse viverá ad eternum, enquanto todos nós, pela indelével marca do tempo, passamos. Desde presidentes até
ao mais anónimo dos Associados, mas não menos Sportinguista. Agora, no próximo sábado, o Pavilhão João Rocha será o palco das eleições entre o actual presidente Frederico Varandas, um homem que tem obra feita e que nos devolveu a alegria das conquistas, das poucas vezes que com ele convivi, sempre foi cordato para comigo, como aliás é seu timbre, e Bruno Sorreluz, que conheço desde criança, quando jogou basquetebol no Sporting CP, era eu dirigente da modalidade, e que também sempre foi cordato para comigo.
Os Sportinguistas decidirão, daqui a 48 horas, o rumo que querem dar ao Clube.
Eu irei depositar os meus 11 votos, com uma inequívoca certeza. Quem ganhar será o “meu” presidente. O presidente do Sporting Clube de Portugal!
P.S 1 Apesar do empate fora de horas em Braga, o sonho do “Tri” continua em aberto. Desistir é para os fracos. Nós ainda acreditamos que é possível.
P.S 2 ‑ A cidade italiana de Pesaro espera pelo Sporting Clube de Portugal na final four da UEFA Futsal Champions League. Mais uma vez presentes com o objectivo de ganhar. Somos uma enorme referência também nesta modalidade.
Houve equilíbrio, mas poucas oportunidades de golo, no jogo entre Académico de Viseu FC e Sporting CP da Liga Revelação
JUVENAL CARVALHO
FUTEBOL FORMAÇÃO SUB-19
PENALIZADOS PELA EFICÁCIA VISITANTE
NUMA MANHÃ DE POUCA INSPIRAÇÃO, E SEM CRIAR PERIGO NAS APROXIMAÇÕES À BALIZA DO RIO AVE
FC, OS LEÕES DE JOSÉ JOÃO ACABARAM A PERMITIR AOS VISITANTES O GOLO SOLITÁRIO QUE DECIDIU O ENCONTRO.
Texto: Filipa Santos Lopes
Fotografia: Isabel Silva
A equipa sub-19 de futebol do Sporting Clube de Portugal perdeu com o Rio Ave FC por 0-1, na manhã do passado sábado, em jogo da sexta jornada da fase de apuramento de campeão de juniores.
Num solarengo começo de dia, a equipa verde e branca entrou bem numa partida em que também os vilacondenses se mostraram atrevidos e ambiciosos. Depois do desaire na última jornada, os pupilos de José João assumiram cedo as despesas do encontro no Estádio Aurélio Pereira e, logo aos oito minutos, Miguel Almeida teve nos pés a primeira oportunidade flagrante do encontro. A aparecer na profundidade, o capitão verde e branco, sempre letal, chegou mesmo a colocar a bola no fundo das redes, mas o lance foi prontamente invalidado por fora-de-jogo.
Com o nulo no marcador, também o Rio Ave FC procurou ter mais bola, num duelo muito repartido e bem jogado a meio-campo. Assim, ao quarto de hora, poucas ou nenhumas eram as ocasiões claras de golo, sobretudo porque ambas as equipas revelavam alguma falta de assertividade no momento da decisão e no último passe.
Intercalando momentos de futebol apoiado com a aposta na bola longa, os Leões continuaram com dificuldades para furar a organização do Rio Ave FC. Os vilacondenses, por seu lado, pressionavam alto e foi assim que, aos 33 minutos, inauguraram o marcador. Após uma saída de bola precária do Sporting CP, Rodrigo Fernandes recuperou em zona proibida e rematou para uma grande defesa de William Lodmell. Na recarga, porém, David Moreira apareceu sozinho e fez o 0-1.
O Sporting CP tentou prontamente responder e, aos 38 minutos, Miguel Almeida voltou a ficar perto do golo. O central Diego Coxi progrediu pela esquerda, provocando o desequilíbrio, e, com um cruzamento preci-
so, serviu o avançado no coração da área. O camisola 9 não conseguiu acertar na bola à primeira e, à segunda tentativa, Rodrigo Real negou o empate com uma mancha oportuna. Nos minutos finais da primeira parte, o conjunto da casa manteve-se dominante e foi novamente pela direita que Miguel Almeida, a aparecer nas costas da linha adversária, tentou fazer o 1-1. Desta feita, o remate do dianteiro, ainda de fora da área, saiu por cima da barra vilacondense e foi mesmo com a vantagem mínima que o Rio Ave FC recolheu aos balneários.
José João, insatisfeito com o rumo dos acontecimentos, reagiu ao intervalo e promoveu uma tripla alteração, lançando João Rodrigues, Duarte Rosa e Brandão Batista para o recomeço da partida. E os Leões entraram mais objectivos e pressionantes: aos 52’, Miguel Almeida, agora a cair na ala direita, progrediu e serviu Sérgio Siza, que, em excelente posição, não acertou bem na bola e permitiu defesa fácil ao guardião visitante.
Também o Rio Ave FC se mostrava incisivo e, aos 58 minutos, ficou muito perto de dilatar a vantagem. Contudo, o remate de David Moreira, após jogada individual de Dinis Freitas, passou a centímetros do poste esquerdo de William Lodmell. Aos 62’, José João mexeu novamente e fez entrar José Mendes para actuar ao lado de Miguel Almeida. Dois minutos depois, o Sporting CP chegou com perigo à área, mas André Machado, novamente pela direita, acabou por dar força a mais ao cruzamento.
Os verdes e brancos, a vestir de preto, voltaram a combinar bem na jogada seguinte, mas pecavam no último passe e não foi por isso de estranhar que, aos 67’, Miguel Almeida tenha tentado surpreender da linha de meio-campo. Boa visão de jogo do capitão, que, ao perceber Rodrigo Real adiantado no terreno, obrigou o guardião a aplicar-se para, uma vez mais, negar o golo aos da casa.
A pouco mais de 15 minutos para

o fim da partida, o técnico Leonino esgotou as alterações, com Argyris Christodoulou a saltar para o terreno de jogo. Com o impiedoso avançar do cronómetro, os da casa instalaram-se no meio-campo ofensivo e, aos 88 minutos, após uma excelente jogada ao primeiro toque, Frederico Gomes teve o empate nos pés. Valeu, uma vez mais, a intervenção do guardião vilacondense, que desviou o esférico para canto. Nos derradeiros instantes do encontro, os Leões deram o tudo por tudo, com muito coração e já pouco discernimento, mas até foi o conjunto visitante a dispôr da ocasião mais evidente do tempo de compensação. William Lodmell, com uma boa parada a dois tempos, evitou assim um resultado ainda mais pesado para o Sporting CP, que, apesar do domínio territorial, foi penalizado pelo pouco critério na decisão e não conse-
JOSÉ JOÃO:
“FOI UM JOGO ABAIXO DAS NOSSAS CAPACIDADES”
No final do jogo, José João considerou o “resultado justo” e reconheceu que os jovens Leões estiveram uns furos abaixo das suas capacidades.
“Não foi um jogo nada bem conseguido da nossa parte, há que assumi-lo e olhar para nós. Quando perdemos aquilo de que somos feitos, a nossa identidade, que tem como base e pré-requisito a atitude competitiva e o ganhar o duelo individual, ficamos mais expostos”, começou por referir, em declarações à Sporting TV Assim, e apesar de considerar que o encontro foi equilibrado, o técnico lamentou a falta de consistência da sua equipa ao longo dos 90 minutos.
guiu superar o Rio Ave FC. Agora, o foco está já na próxima ronda, agendada para dia 13 de Março, na qual os juniores verdes e brancos visitam o FC Porto.
07.03.2026
Campeonato Nacional Sub 19
Ap. Campeão – 6.ª Jornada
Estádio Aurélio Pereira
SPORTING CP RIO AVE FC
0 1
0-1 ao intervalo
Sporting CP: William Lodmell [GR], André Machado, Jakub Stasiak, Diego Coxi, João Rijo (Duarte Rosa, 46’), Leonardo Tavares (João Rodrigues, 46’), Sérgio Siza, Leonardo Varela, Miguel Almeida [C], Frederico Gomes e Estefânio Domingos (Brandão Batista, 46’). Treinador: José João.
“Fizemos um jogo fraco. Fraco porque perdemos imensas bolas, imensas ligações, começámos a perder confiança. Ainda assim, tivemos as nossas ocasiões, mas foi um jogo muito desgarrado. Temos de dissecar bem o jogo e perceber onde estão as nossas fragilidades, para que, no próximo, apresentemos outra postura e outra atitude competitiva”, reforçou, apontando que o Sporting CP precisará de melhorar “o querer, a vontade e a determinação”.
A partir daí, vem também a confiança nas ligações, o chegar às zonas de finalização, o executar bem o cruzamento e a assistência para finalizar”, frisou. O treinador verde e branco reforçou também que a equipa tem qualidade para fazer melhor, mas lembrou que, nesta fase da competição, qualquer quebra pode ser determinante. “Foi um jogo claramente abaixo das nossas capacidades. Temos de perceber o motivo, porque se formos assim para estes jogos, não teremos capacidade [para os vencer]. As equipas adversárias são competentes e o Rio Ave FC é uma equipa muito bem trabalhada pelo seu treinador. Nós já sabíamos isso”, elogiou.
Sérgio Siza em acção no Estádio Aurélio Pereira
FUTEBOL FORMAÇÃO SUB-17
DO BANCO VEIO A FÓRMULA VITORIOSA
TRIUNFO DOS SUB-17 DO SPORTING CP FRENTE AO RIO AVE FC POR 2-0.

Texto: Nuno Miguel Simas
Fotografia: Isabel Silva
A equipa sub-17 do Sporting Clube de Portugal venceu, no último domingo, o Rio Ave FC por 2-0, na sexta jornada da fase de apuramento de campeão nacional do escalão. Um triunfo justo, que ainda poderia ter sido mais desnivelado, perante um bom adversário, que jogou no campo inteiro e que também criou oportunidades de golo, em espectáculo de boa qualidade oferecido pelos dois conjuntos.
A fórmula para a vitória Leonina acabou por sair do banco, na segunda parte. O defesa central Mário William, entrado ao intervalo, inaugurou o marcador e David Almeida, extremo da formação verde e branca entrado já no decorrer dos segundos 45 minutos, numa excelente jogada individual com boa assistência na direita, serviu Martim Ribeiro para o 2-0.
A formação Leonina orientada por Pedro Pontes fez um jogo de boa qualidade e regressou, assim, aos triunfos, depois de dois jogos sem
vencer, para se isolar no segundo lugar da classificação com 13 pontos, a três da liderança.
Na primeira pate, as melhores oportunidades foram da equipa Leonina, mas as várias tentativas – desde o ala direito Diego Farinha, ao lateral direito Salvador Fortuna e ao ponta-de-lança Martim Ribeiro – não levaram a direcção do fundo da baliza do Rio Ave FC.
A formação visitante teve num remate de Sérgio Ribeiro, já nas compensações da primeira parte, a melhor oportunidade dos primeiros 45’, com o pontapé a sair ao lado da baliza defendida por Guilherme Fortunato. No segundo tempo, acentuou-se o domínio Leonino. Logo no minuto inicial, Rodrigo Nogueira, assistido por Martim Ribeiro na área, rematou de pé esquerdo ao lado, com resposta da equipa visitante aos 52’, em remate de Sérgio Ribeiro, ao lado da baliza Leonina.
Num jogo mais de parada e resposta nos segundos 45’, Vítor Conceição isolou-se na meia esquerda aos 54’, com o remate do extremo Leonino a
ser defendido pelo guarda-redes do Rio Ave FC.
Aos 66’, já depois de tripla substituição promovida por Pedro Pontes, o Sporting CP inaugurou o marcador, por Mário William, na sequência de livre executado por David Almeida (muito boa entrada em jogo do extremo Leonino). Após insistência na área, a bola sobrou para o central Mário William, que atirou colocado, de pé direito para o 1-0.
O Rio Ave FC não desistiu a teve num remate de Igor ao poste, aos 71’, óbvio sinal de inconformismo e de tentativa de reacção.
Até que 83 minutos, um excelente lance de técnica e de persistência de David Almeida na direita, terminou com assistência do extremo para Martim Ribeiro atirar colocado e fazer o 2-0.
Até final, o Rio Ave FC teve uma grande penalidade, com Guilherme Fortunato a adivinhar a direcção do remate de Dinis Pinheiro e a fazer uma excelente defesa.
Nota: o jogo de ontem entre os ju-
PEDRO PONTES:
“A VITÓRIA É INTEIRAMENTE JUSTA”
Após o triunfo, o técnico da equipa Leonina, Pedro Pontes, fez a análise aos meios de comunicação do Clube.
“A vitória é inteiramente justa pela equipa que mais procurou ter bola, que mais procurou dinâmicas ofensivas de chegada ao último terço, criação de situações de dois contra um em corredor lateral, criação de três contra dois em corredor central. Procurámos sempre essas vantagens no jogo, tivemos algumas oportunidades na primeira parte que não soubemos aproveitar, com remates desenquadrados. Acabámos a primeira parte com mais remates, mais cruzamentos, maior posse de bola, maior presença no meio-campo do adversário”, referiu o técnico.
venis Leoninos e o GD Estoril Praia terminou já depois do fecho desta edição do Jornal Sporting, razão pelo qual não é mencionado.
08.03.2026
Campeonato Nacional Sub 17
Ap. Campeão – 6.ª Jornada
Estádio Aurélio Pereira
SPORTING CP RIO AVE FC
2 0
0-0 ao intervalo
Mário William (66’), Martim Ribeiro (83’)
Sporting CP: Guilherme Fortunato [GR], Salvador Fortuna, Guilherme Varela (Mário William, 46’), Alexandre Rosado, Henrique Tavares (Francisco Cabeçana, 78’), Rodrigo Nogueira, Diego Farinha (David Almeida, 60’), Francisco Simões [C] (José Lino, 60’), Martim Ribeiro, Afonso Marques (Victor Bastianele, 60’), Vítor Conceição. Treinador: Pedro Pontes. Disciplina: cartão amarelo para Guilherme Varela (17’) e Rodrigo Nogueira (82’).
Pedro Pontes considerou que o Sporting CP impôs ainda mais a superioridade nos segundos 45 minutos do jogo: “Na segunda parte o jogo ainda foi mais desequilibrado a nosso favor, porque o nosso domínio acentuou-se, ganhámos muitas bolas em zonas altas do campo e permitiu-nos levar os três pontos de forma muito justa, de forma muito séria”.
Sobre o regresso aos triunfos após dois jogos sem vencer, que coloca o Sporting CP no segundo lugar na tabela classificativa, o técnico deu mais ênfase ao crescimento colectivo e individual. “Olhamos pouco para a classificação neste momento. Queremos somar o maior número de pontos para conseguir dignificar a camisola do Sporting CP e lutar por um título, mas queremos, sobretudo, que estes jogadores cresçam e estes jogos serviram para isso, para que a equipa crescesse, para que os jogadores continuassem a sua formação. Sempre que pudermos somar vitórias a esse crescimento, é isso que vamos fazer”, finalizou.
Sub-17 do Sporting CP voltaram às vitórias, com triunfo por 2-0 frente ao Rio Ave FC
FUTEBOL FORMAÇÃO SUB-15
LEÕEZINHOS SOMAM SEGUNDA VITÓRIA CONSECUTIVA
COM UMA PRIMEIRA PARTE MUITO POSITIVA E UM ARRANQUE DE SEGUNDO TEMPO EM IGUAL NÍVEL, OS INICIADOS JUSTIFICARAM O TRIUNFO FRENTE AO FC PAÇOS DE FERREIRA – O SEGUNDO CONSECUTIVO NESTA FASE DE APURAMENTO DE CAMPEÃO.
Texto: Filipa Santos Lopes
Fotografia: Isabel Silva
A equipa sub-15 de futebol do Sporting Clube de Portugal venceu o FC Paços de Ferreira por 2-1, ao final da tarde do último sábado, em jogo da sexta jornada da fase de apuramento de campeão do Campeonato Nacional. Os jovens Leões subiram determinados ao relvado do Estádio Aurélio Pereira e podiam mesmo ter inaugurado o marcador logo no primeiro minuto. Ainda assim, o FC Paços de Ferreira procurou responder na velocidade para tentar surpreender a defesa verde e branca e os primeiros minutos foram vivos e bem disputados.
Aos nove minutos, Laurindo Mendonça tentou surpreender o guarda-redes adversário com um chapéu, mas não conseguiu acertar na baliza. O camisola 9, contudo, viria mesmo a fazer o 1-0 aos 14’. Igor Ribeiro trabalhou bem na ala esquerda e soltou em Daniel Lopes, que levantou a cabeça e, no momento certo, assistiu Laurindo Mendonça para o primeiro golo da partida.
O Sporting CP manteve-se por cima e continuou a criar perigo. Aos 24 minutos, Dinis Oliveira protagonizou uma grande jogada individual, deixando vários adversários para trás antes de rematar com estrondo ao poste da baliza pacense. Pouco depois, mais um remate dos verdes e brancos obrigou o guarda-redes Hélder Carneiro a aplicar-se, desviando a bola para canto.
Do outro lado, os castores também ameaçaram e, aos 27 minutos, Tiago Gimo brilhou com uma enorme mancha a negar o empate a Nélson Tê. Já à meia hora de jogo, David Makinde esteve perto de ampliar a vantagem verde e branca, mas o remate do avançado embateu no poste, após uma excelente iniciativa individual.
Ao intervalo, os Leões recolheram aos balneários em vantagem pela margem mínima, depois de uma primeira parte de grande qualidade.
No início do segundo tempo, o treinador João Lourenço promoveu três alterações, lançando Joaquim Cabeçana na baliza e refrescando também o sector ofensivo com Jacobo Aparício e David Terna.
Embalados para o ataque, os Leões chegariam ao 2-0 aos 45 minutos, na sequência de um canto cobrado por David Makinde. Salvador Ribeiro, infeliz, desviou a bola para a própria baliza e fez o 2-0. Mérito também para Borine Nanque, que pressionou o defesa e forçou o erro adversário.

O FC Paços de Ferreira reagiu e, aos 54 minutos, reduziu a desvantagem através de Nélson Tê, que converteu uma grande penalidade após falta cometida sobre Dinis Batista. Os visitantes cresceram no jogo e, nos minutos finais, aumentaram a pressão, mas o Sporting CP soube resistir e nunca deixou de procurar o golo da tranquilidade. O técnico verde e branco voltou a mexer, com João Rodrigues a aparecer no meio-campo, e na sequência de um pontapé de canto aos 68’, David Terna acertou em cheio na barra da baliza de Hélder Carneiro.
Aos 74’, João Lourenço fez mais duas alterações, com as entradas de Tiago Pereira e César Sousa, e os Leões voltaram a criar perigo três minutos depois. Valeu o guardião pacense, a vencer o duelo com David Makinde.
Nos instantes finais, Dinis Batista ainda ameaçou o empate com um remate perigoso que passou muito perto do poste esquerdo da baliza de Joaquim Cabeçana. Apesar do pressing final do FC Paços de Ferreira, que até fez subir o guarda-redes na última jogada,
os jovens Leões seguraram a vantagem com maturidade e somaram a segunda vitória consecutiva nesta fase decisiva do campeonato nacional de iniciados.
07.03.2026
Campeonato Nacional Sub 15 – Ap. Campeão 6.ª Jornada | Estádio Aurélio Pereira
SPORTING CP FC PAÇOS DE FERREIRA
1-0 ao intervalo Laurindo Mendonça (14’), Salvador Ribeiro (45’ AG)
Nélson Tê (54’)
Sporting CP: Tiago Gimo [GR] (Joaquim Cabeçana, 41’), Dinis Oliveira, Bernardo Lavos (César Sousa, 74’), Borine Nanque, Martim Sousa, Luís Gonçalves [C] (Tiago Pereira, 74’), David Makinde, Vasco Ferreira (Jacobo Aparício, 41’), Laurindo Mendonça (João Rodrigues, 64’), Daniel Lopes (David Terna, 41’) e Igor Ribeiro. Treinador: João Lourenço.
JOÃO LOURENÇO: “CONSEGUIMOS IMPOR O NOSSO JOGO”
Após o triunfo, o treinador João Lourenço destacou a boa primeira parte dos jovens Leões e reconheceu a importância de continuar a conceder minutos a todos os jogadores. “Na primeira parte, conseguimos impor o nosso jogo. Entrámos concentrados e organizados. Sabíamos bem aquilo que queríamos fazer e acabámos por conseguir”, começou por dizer, em declarações à Sporting TV. O técnico reconheceu, porém, que após marcar o segundo golo, a equipa acabou por permitir ao adversário crescer em campo.
“Depois, na segunda parte, também entrámos bem. Após o golo, contudo, creio que acabámos por nos desestabilizar. A partir daí, as decisões começaram a ser fora daquilo que tínhamos planeado e o jogo complicou-se. Mérito também do FC Paços de Ferreira, que conseguiu uma boa segunda parte”, elogiou. Apesar das dificuldades nos minutos finais, João Lourenço destacou a evolução do grupo e a importância de continuar a ganhar, após um arranque menos positivo nesta fase da competição.
“Acima de tudo, é importante eles perceberem que estamos numa fase em crescendo. Temos vindo a melhorar. O jogo anterior com o GD Estoril Praia foi muito bom e aquilo que queremos é dar continuidade a esse trabalho. Em treino, temos tido essa evolução e queremos fazer o transfer para jogo. Hoje, na primeira parte, conseguimos. Na segunda, nem tanto. Mas vamos continuar a trabalhar para ser mais consistentes no próximo jogo”, frisou.
O treinador verde e branco destacou ainda a importância de dar minutos de jogo a todo o plantel, algo que considera fazer parte da identidade da formação Leonina.
“Está no nosso ADN dar essas oportunidades aos atletas. Eles têm de estar preparados e, nos treinos, têm demonstrado estar. Por isso, vamos fazendo essas alterações: porque entendemos que é importante para eles e para a sua evolução”, explicou.
Leões de João Lourenço deixaram para trás fase menos positiva
MODALIDADES FUTSAL
(COMO) OS MAIORES DA EUROPA
NÃO SE CANSAM DE FAZER HISTÓRIA! OS LEÕES DE NUNO DIAS ESTARÃO NA FINAL FOUR DA UEFA FUTSAL CHAMPIONS LEAGUE PELA SEXTA (!) VEZ CONSECUTIVA – UM FEITO INÉDITO NOS REGISTOS DA COMPETIÇÃO E UM RECORDE MAIS PARA UMA EQUIPA DE INFINITA AMBIÇÃO. NUM DÉRBI ELECTRIZANTE, O SPORTING CP CONTOU COM O APOIO DO PAVILHÃO JOÃO ROCHA PARA VENCER O SL BENFICA, DAR A VOLTA À ELIMINATÓRIA E CARIMBAR O PASSAPORTE ATÉ PESARO.
Texto: Filipa Santos Lopes
Fotografia: João Pedro Morais
A equipa de futsal do Sporting Clube de Portugal recebeu e venceu o SL Benfica por 7-4, na segunda-mão dos quartos-de-final da UEFA Futsal Champions League. Na passada sexta-feira, e depois do desaire no Pavilhão da Luz (4-3) na semana anterior, os Leões de Nuno Dias entraram com tudo no dérbi europeu, mostraram carácter, ambição, personalidade e carimbaram, pela sexta vez consecutiva e 13.ª na História, a presença na final four da prova com um espectacular 10-8 final. Com Bernardo Paçó, Tomás Paçó, Diogo Santos, Wesley e Alex Merlim no cinco inicial, o Sporting CP não podia pedir melhor começo: ainda um minuto não se tinha jogado e já o guardião, em terrenos pouco seus, inaugurava o marcador com uma autêntica e indefensável bomba. O jogo continuou a correr de feição aos Leões, que logo aos três minutos fizeram o 2-0. Numa jogada rápida em transição, Zicky Té deixou um adversário pelo caminho, apareceu na cara da baliza e, entre o pivô e a festa, restava apenas Pany Varela. Tentando evitar o golo, o internacional português desviou o remate com a mão, já dentro da área, e viu cartão vermelho. Da marca de grande penalidade, Bruno Pinto dilatou a vantagem verde e branca com um disparo colocado na conta, peso e medida certas. Numa rajada, e empurrados pelo fervoroso apoio do renovado Pavilhão João Rocha, que esta noite estreava novos painéis led de conteúdos interactivos, os comandados de Nuno Dias chegaram ao 3-0 aos quatro minutos. Wesley encheu o pé e enganou Léo Gugiel, que pouco ou nada podia fazer para parar o

remate do camisola 8.
O festival de golos verde e branco não ficaria por aí. Aos seis minutos, chegou o 4-0: em mais uma jogada rapidíssima, Zicky Té esperou o momento certo para, com o guardião encarnado já batido, servir Tomás Paçó. O fixo, com a baliza deserta, só precisou de encostar. Nos minutos seguintes, e com o ritmo e as linhas a baixar necessariamente, os Leões continuaram por cima do jogo, embora o SL Benfica tenha, também naturalmente, procurado aproximar-se da baliza de Bernardo Paçó. Positivamente agressivos no momento defensivo, os Leões chegaram à quinta falta no

equador do primeiro tempo e, na sequência, Raúl Moreira desviou em boa posição, mas a bola saiu pela linha de fundo.
Aos 12’, as águias reduziram mesmo (4-1), com um disparo cheio de intenção de Silvestre Ferreira, e Nuno Dias pediu imediatamente a primeira pausa técnica. Na resposta, o Sporting CP podia ter chegado à mão cheia: primeiro, Ivan Chishkala rematou à malha lateral e depois, no cara a cara com o guardião encarnado, Alex Merlim fez um chapéu com aba demasiado larga a Léo Gugiel. Contudo, foi mesmo o SL Benfica a chegar ao 4-2: aos 16’, Arthur meteu da esquerda para
NOVA LINHA LED REFORÇA EXPERIÊNCIA NO PAVILHÃO JOÃO ROCHA

O dérbi europeu foi o cenário perfeito para a estreia de uma nova linha led de conteúdos no Pavilhão João Rocha. Um reforço tecnológico de peso, que sublinha a aposta contínua do Sporting Clube de Portugal na melhoria da experiência dos Sócios e adeptos na casa das modalidades. Instalada ao redor do recinto de jogo, esta inovadora solução permite integrar de forma dinâmica diferentes conteúdos institucionais, contribuindo para um ambiente ainda mais envolvente durante as partidas.
A implementação desta linha led representa assim mais um passo na modernização das infra-estruturas do Clube, num espaço que, desde a sua inauguração em 2017, se tem afirmado como um verdadeiro símbolo do eclectismo do Sporting CP e da proximidade entre atletas e adeptos. Com esta novidade, o Pavilhão João Rocha continua a evoluir enquanto palco privilegiado para as modalidades Leoninas, proporcionando melhores condições para quem compete dentro de campo e uma experiência cada vez mais rica para todos os que vivem o espectáculo nas bancadas.
A fotografia de família no Pavilhão João Rocha
O festejo de Tomás Paçó
o corredor central, de onde disparou para a baliza verde e branca. Bernardo Paçó ainda se esticou, mas não conseguiu evitar o tento das águias.
Os Leões voltaram a lançar-se para o ataque e, um minuto depois, Tomás Paçó obrigou Léo Gugiel a uma excelente defesa, após um remate fortíssimo à meia-volta. Ainda aos 17’, mas no lado oposto da quadra, foi Carlos Monteiro a testar a sua sorte por duas vezes, sempre sem sucesso.
Assim, e depois de um arranque fulgurante do Sporting CP e de uma reacção digna do SL Benfica, o jogo chegou a intervalo com um 4-2 que deixava tudo em aberto para os últimos 20 minutos.
E se a história da primeira parte começou idílica para os anfitriões, o oposto aconteceu no arranque da segunda: logo aos 21 minutos, André Coelho fez o 4-3 que, tal como aconteceu no 1-0, voltou a empatar a eliminatória (7-7, no agregado).
Dois minutos depois, Rocha rematou com perigo, mas ao lado do poste encarnado, e, com o Sporting CP por cima, Tomás Paçó obrigou Léo Gugiel a mais uma defesa apertada. E se não marcou aí, marcaria na sequência do (segundo) pontapé de canto que da jogada nasceu: Alex Merlim, com a precisão de sempre, colocou a bola direitinha no pé do camisola 4, que de dentro da área bisou na partida. Numa partida de loucos, a fazer justiça ao epíteto de melhor dérbi do mundo, o SL Benfica voltou a reduzir aos 26 minutos. O golo de Peléh deixou, novamente, as contas empatadas e os nervos à flor da pele.
Quase a entrar nos dez minutos finais, aos 28’ o laboratório de Nuno Dias voltou a funcionar na perfeição: colado à linha, Bruno Pinto enganou tudo e todos na marcação de um livre directo e deixou no meio para Alex Merlim. O italo-brasileiro rematou, a bola ressaltou e foi parar, caprichosa, aos pés de Diogo Santos, que em cima da linha empurrou para o 6-4.
O jogo voltou a acelerar e, ainda no mesmo minuto, Arthur desfalcou as águias com mais uma expulsão – esta, por protestos. Motivadíssimos, os Leões continuaram instalados em zona atacante e fizeram o 7-4 aos 30 minutos. Um golaço no ângulo de Bruno Pinto, efusivamente celebrado em comunhão por adeptos e equipa. Aos 31’, as águias chegaram à quinta falta e, com bastante tempo de jogo ainda por disputar, a equipa Leonina foi gerindo bem a posse e as condições favoráveis no encontro. Com pouco mais de dois minutos por jogar, o SL Benfica deu o tudo por tudo, com Higor de Souza a jogar como guarda-redes avançado, mas os verdes e brancos defenderam-se muito bem e afastaram todas as situações de perigo que o adversário foi criando.
A minuto e meio da buzina final, o técnico encarnado ainda pediu pausa técnica, mas foi mesmo o conjunto verde e branco a mostrar maturidade e paciência nos momentos-chave, segurando o 7-4 final e o carimbo no passa-
NUNO DIAS: “ACIMA DE TUDO, É COM JUSTIÇA QUE O SPORTING CP VENCE”
porte até Pesaro: na final four estará o Sporting CP, uma vez mais. Tal como cantou o Pavilhão João Rocha em festa.
06.03.2026
UEFA Futsal Champions League – Quartos-definal – 2.ª mão | Pavilhão João Rocha
SPORTING CP SL BENFICA
4-2 ao intervalo
Bernardo Paçó (1’), Bruno Pinto (3’, 30’), Wesley (4’), Tomás Paçó (6’, 23’), Diogo Santos (28’)
Silvestre Ferreira (12’), Arthur (16’), André Coelho (21’), Peléh (26’)
Sporting CP: Bernardo Paçó [GR], Tomás Paçó, Diogo Santos, Wesley França, Alex Merlim [C], Henrique Rafagnin [GR], Zicky Té, Pauleta, Allan Guilherme, Felipe Valério, Ivan Chishkala, Bruno Pinto, Bruno Maior e Rocha. Treinador: Nuno Dias. Disciplina: cartão amarelo para Wesley (24’).
Após o Sporting CP garantir a sexta presença consecutiva na final four da UEFA Futsal Champions League, Nuno Dias respondeu às perguntas dos jornalistas em conferência de imprensa.
Adversários na final four “Sem ter feito uma análise aos adversários, como é lógico, posso dizer que na final four estarão o bicampeão espanhol [Cartagena CT], o tricampeão europeu [IB Palma], o Sporting CP e uma equipa francesa [Etoile Lavalloise MFC] que, não com este nome mas com outro, já tinha estado numa final four e tem muitos jogadores que conhecemos das selecções francesa e marroquina – que é, neste momento, de top mundial. É uma equipa que hoje venceu categoricamente. Foi o único jogo que vi, porque foi à tarde, e em casa do Semey, no Cazaquistão, ganhou. É uma equipa com muita qualidade, os internacionais são muito bons. São quatro equipas e qualquer uma, na minha opinião, pode aspirar a vencer a competição. Todas têm qualidade, coisas muito boas, mas a seu tempo veremos quem será o adversário das meias. Até final de Abril, início de Maio, temos de celebrar aquilo que fizemos hoje, que foi extraordinário. Merecemos. Toda a gente trabalhou muito. Precisávamos de ganhar por dois golos de diferença, ganhámos por três. Mas ganhámos com categoria, qualidade e nível, num ambiente extraordinário. Não acredito que haja nenhum clube no Mundo que crie uma atmosfera deste género, que nos ajuda e leva para a superação em momentos difíceis. Mais uma vez, o Pavilhão João Rocha foi extraordinário, tem sido assim em todos os anos e com todas as modalidades e ainda bem que assim é. Ainda bem que os Sportinguistas reconhecem o esforço, o trabalho que fazemos e que a forma de retribuir seja ajudando-nos. A nossa é fazer boas exibições, bons jogos e agradecer a atmosfera que eles criam”. Bernardo Paçó celebrou com o público “É normal. Vocês conhecem a equipa do Sporting CP e a forte ligação que existe com os adeptos. Tanto o Bernardo, como o Tomás [Paçó] e o Zicky são jogadores carismáticos. Se nós vivemos o Sporting CP de forma intensa, eles vivem em dobro”.
Análise à vitória e à exibição, principalmente nos minutos iniciais “Entrámos com uma determinação enorme, destemidos, a pressionar no campo todo e a mostrar o que queríamos e para onde queríamos levar o jogo. A forma como pressionámos levou-nos para um resultado dilatado, tal como a eficácia, que muitas vezes nos falta e ainda precisamos de melhorar. Chegámos ao 4-0 com cinco minutos de jogo. Se estávamos pressionantes, com níveis de agressividade bons, isso leva-nos a cometer alguns excessos e a meter o pé e o braço onde não devemos. Estávamos embalados no espírito e atingimos a quinta falta muito cedo, a nove minutos do fim da primeira parte. Esse tempo, frente a jogadores como os do SL Benfica e não podendo pressionar alto, baixando a linha e com mais medo de encurtar distâncias, permite ao adversário jogar mais próximo da baliza. Acabámos por recuar, é normal, e o SL Benfica, quando não estávamos a conseguir sair e a querer jogar com mais segurança, levou-nos ao 4-1 e, com uma finalização exterior, ao 4-2 com que o intervalo chegou. Na segunda parte, o 4-3 surge num lance caricato, onde eles erram a finalização, a bola sobrou e esse resultado levava o jogo para prolongamento. Corrigimos algumas coisas, subimos mais vezes, baixámos mais vezes nas subidas do Léo Gugiel, juntámos as nossas linhas defensivas, não permitimos aos desequilibradores entrar com a bola a pisar como entravam, a criar dificuldades já perto da nossa baliza. Tiveram sucesso nesses lances, mas depois voltámos ao jogo. Numa bola parada muito bem trabalhada conseguimos fazer golo, num livre bem executado fazer outro, e conseguimos disparar no resultado para um número que nos deixava mais confortáveis a defender o 5 para 4. Acima de tudo, é com justiça que o Sporting CP vence e passa uma vez mais à final four da UEFA Futsal Champions League”.
Pedido aos jogadores antes de entrar em campo “Não foi nenhuma palavra específica. Acho que foi toda uma preparação para este jogo: a forma como analisámos os pontos fortes e fracos, como entre todos acordámos que a melhor forma de jogar este dérbi seria com uma entrada forte, com jogadores destemidos a pressionar, a não permitir que eles apostassem no um contra um no meio-campo ofensivo, para não virem para os últimos 12 metros onde são fortíssimos. E os primeiros minutos mostraram isso, mas essa agressividade também tem coisas más, como cometer mais faltas. Esses minutos foram bons, mas a seguir levou-nos para dez minutos com cinco faltas, onde tivemos de nos conter, segurar e controlar muito mais do que nos primeiros cinco minutos. O SL Benfica, com qualidade que tem e todo o mérito, cresceu no jogo nessa altura e chegou ao intervalo com uma margem de 4-2 que os colocava inteiros no jogo e apenas com um golo, como aconteceu no início da segunda parte, deixava tudo em aberto”. Presença assídua na final four trouxe experiência decisiva a este encontro?
“Tem a ver com a experiência internacional da equipa mas sobretudo com a qualidade dos jogadores. Não é por irmos muitas vezes à final four que encaramos estes jogos de forma diferente e que os jogadores estão mais seguros ou cientes do que será o jogo. Tem a ver com a forma como nos preparámos, muito bem, para este jogo. Os jogadores foram extraordinários na forma como se entregaram e lutaram por cada lance. Este é um jogo de duelos e fomos muito mais fortes nesse aspecto, em comparação com jogos anteriores. A maior parte das bolas que sobraram para ninguém foi o Sporting CP quem chegou a elas primeiro. Preparámo-nos bem, os jogadores entenderam quais os pontos-chave para este jogo e, acima de tudo, estão de parabéns pela entrega que tiveram. Alguns deles super limitados – posso dizer que houve dois jogadores que não treinaram a semana toda para hoje poderem ajudar – e esse sacrifício foi absolutamente extraordinário. Diz muito da união, do espírito, da entrega e do esforço e eu orgulho-me muito de liderar homens que têm este tipo de perfil”.
Aspecto chave para garantir a vitória
“Os dérbis têm muitas nuances tácticas, muitas situações de bola parada, muitos duelos um contra um na ala, muitas subidas do guarda-redes. O jogo traz-nos isso. (…) É tão rico em todas as nuances que não há nenhuma que eu possa dizer que foi a decisiva. Tem tudo a ver com momentos: marcámos um golo num canto que trabalhámos só para hoje, marcámos num livre bem executado também, as situações de um contra um até atingirmos a quinta falta foram muito bem defendidas, a situação do Léo fomos alternando, falámos ao intervalo e também durante a semana. Todas estas nuances tácticas umas vezes resultam melhor, outras pior, mas hoje felizmente resultaram melhor para nós e todas elas são importantes”.
Sexta presença consecutiva trará título?“Eu espero que sim (risos). Vamos ver. Para já, vamos ver o sorteio e o que nos toca, como é que vamos estar na altura. Estamos em Março e esse jogo será só a 8 de Maio. Vamos ver quem será o adversário, em que momento da época o adversário vai estar, os nossos jogadores vão estar… mas naquilo que depender de nós, vamos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para conseguir esse objectivo”.
Exibição de Zicky Té
“O Zicky não jogou muitos minutos, mas é extremamente importante. No tempo em que está, faz as coisas bem-feitas e contagia toda a gente à sua volta: não só quem joga, quem está de fora, o ambiente, tudo é contagiado pela alegria e atitude positiva que coloca no jogo e hoje mais uma vez foi muito importante. Já tinha sido no primeiro jogo, sempre que joga e está disponível para ajudar, e queremos continuar a contar com a importância dele”.
MODALIDADES BASQUETEBOL
LEÕES NAS MEIAS ‑
‑FINAIS DA TAÇA HUGO DOS SANTOS
NO REGRESSO À COMPETIÇÃO APÓS A CONQUISTA DA TAÇA DE PORTUGAL, E JÁ COM OS OLHOS NAS COMPETIÇÕES QUE RESTAM, OS VERDES E BRANCOS SUARAM MAS GARANTIRAM A LIDERANÇA DO GRUPO NA TAÇA HUGO DOS SANTOS – E, COM ELA, O ACESSO DIRECTO ÀS MEIAS-FINAIS DA PROVA.
Texto: Filipa Santos Lopes
Fotografia: João Pedro Morais
A equipa masculina de basquetebol do Sporting Clube de Portugal recebeu e venceu o CA Queluz, na manhã do último domingo, por 87-84, em jogo da quarta e penúltima jornada do grupo B da Taça Hugo dos Santos. Em casa emprestada, já que o Pavilhão João Rocha se encontra em preparações para a Assembleia-Geral Eleitoral do próximo dia 14, os Leões de Luís Magalhães voltaram à competição após a conquista da Taça de Portugal e mostraram que continuam com fome de vencer.
Com Brandon Johns Jr., Maleeck Harden-Hayes, Miguel Correia, Claude Robinson e Malik Morgan no cinco inicial, os primeiros instantes no Complexo Municipal dos Desportos de Almada foram de alguma ineficácia numa e noutra zona pintada. Claude Robinson quebrou o enguiço com dois pontos da linha de lance livre, mas o CA Queluz respondeu na posse seguinte e, com um roubo de bola oportuno, saltou para a frente (2-4). A igualdade prolongou-se nos minutos seguintes (6-6), com Maleeck Harden-Hayes e Brandon Johns Jr. também a pontuar, mas os visitantes imprimiram grande atitude competitiva e passaram para a frente (6-11), com cinco minutos por jogar no primeiro quarto.
Miguel Correia reduziu, mas o CA Queluz, a aproveitar bem a linha exterior, criou rapidamente uma margem (8-14). Ainda assim, com uma jogada de 2+1, Maleeck Harden-Hayes voltou a aproximar os Leões (13-14), que, com elevado desacerto nos lançamentos, viram o CA Queluz voltar a fugir no marcador (15-22). A um minuto do final do período, uma

LUÍS MAGALHÃES: “FOMOS UNS JUSTOS VENCEDORES”
bomba de Brandon Johns Jr. deu novo fôlego aos verdes e brancos que, com uma recuperação oportuna, voltaram rapidamente a zonas ofensivas. Após sofrer falta, João Fernandes deixou o Sporting CP a três pontos, mas o CA Queluz ainda pontuaria e chegou ao fim dos primeiros dez minutos a vencer por 19-24.
João Fernandes voltou a aparecer com uma bandeja no início do segundo quarto (21-24) e foi também o camisola 13 quem, na posse seguinte, sofreu nova falta. O internacional angolano converteu os dois lances livres e o Sporting CP voltou a aproximar-se (23-26), antes de André Cruz assumir o protagonismo e, após um roubo de bola, voar para um gancho espectacular (25-26).
Os Leões entraram claramente melhores neste segundo período e André Cruz voltou a ganhar um ressalto, servindo Diogo Ventura para um triplo que devolveu aos Leões a liderança que escapava desde os primeiros minutos da partida (28-26). Contudo, o CA Queluz continuava a dar uma réplica muito segura e rapidamente recuperou a liderança com novo tiro exterior (28-29).
Com a liderança a passar de mãos em mãos, muito equilíbrio e sadia disputa, o Sporting CP vencia por um ponto (34-33) com três minutos e meio jogados. Francisco Amarante, com mais um lançamento de três pontos, deu aos da casa uma margem maior (37-33), mas o CA Queluz voltou a encostar (37-35).
Após uma nova sequência de falhas de parte a parte, os verdes e brancos mantinham-se ligeiramente por cima: Rui Palhares entrou bem (39-35) e os visitantes, com uma taxa de aproveitamento expressiva no jogo exterior, reduziram com novo triplo (39-38).
Num emotivo jogo de basquetebol, o equilíbrio continuou a ser nota de destaque, como de resto o 43-40 a dois minutos do intervalo deixava evidente. O CA Queluz voltou a empatar, Maleeck Harden-Hayes respondeu com uma bomba e deixou o Sporting CP novamente a liderar por três (46-43). A fechar a primeira parte, os visitantes devolveram na mesma moeda e o intervalo chegou com um justo 46-46 no marcador – e, sobretudo, com tudo em aberto para os derradeiros 20 minutos. No regresso dos vestuários, foram os visitantes quem primeiro pontuou (46-48), com o Sporting CP a falhar dois tiros consecutivos desde a linha exterior. Diogo Ventura, debaixo do cesto, fez o empate e, quando as equipas pareciam ter maiores dificuldades para bater as linhas defensivas adversárias, Brandon Johns Jr. e Maleeck Harden-Hayes deixaram os Leões a cinco pontos.
O CA Queluz reduziu, mas Malik Morgan apareceu com uma bomba para espaçar a vantagem (55-50) e, após um turnover visitante, Brandon Johns Jr. atacou na velocidade, sofreu falta e também não desperdiçou desde a linha de lance livre (58-50).
Com novo triplo, o CA Queluz não deixou o Sporting CP fugir no marcador, mas os comandados de Luís Magalhães mantiveram a concentração e a agressividade na luta por cada bola. Assim, aos poucos, os verdes e brancos ganharam balanço e Maleeck Harden-Hayes, após mais um ressalto ofensivo, fechou uma importante jogada de 2+1 que deixou os Leões a vencer por 62-55.
Quando faltavam dois minutos e meio para o final do terceiro quarto, Brandon Johns Jr. voou para um afundanço de levantar as bancadas e, com uma vantagem de onze pontos, os verdes e brancos embalaram. Diogo Ventura, com mais uma bomba, fez o 69-55 e João Fernandes, na suspensão, também apareceu para deixar os Leões a 16 pontos (71-55). Apesar da
reacção do CA Queluz nos instantes finais do quarto, os verdes e brancos partiram para os últimos dez minutos com uma vantagem de 11 pontos que trazia boas perspectivas (71-60).
O CA Queluz, a vender cara a derrota, entrou demolidor no quarto período (75-74) e, em cinco minutos, recuperou praticamente toda a diferença que os Leões traziam (75-74). Miguel Correia devolveu alguma tranquilidade aos verdes e brancos com novo triplo (78-74) e, com a indefinição a prolongar-se no marcador, foi o português quem assumiu novamente para, com mais um lançamento exterior, fazer o 81-76.
Nos últimos minutos, André Cruz apareceu na zona pintada oposta para recuperar a bola e serviu Francisco Amarante na suspensão para o 8376, lance que levou o técnico adversário a pedir desconto de tempo.
O CA Queluz, altamente eficaz da linha exterior, voltou a reduzir (8379) e depois, da linha de lance livre, deixou o resultado a três pontos. Com pouco mais de um minuto por jogar, Brandon Johns Jr. também pontuou (85-80), mas os visitantes voltaram a beneficiar de uma falta e reduziram novamente (85-81). Gerindo a posse de bola nos instantes finais, os Leões mostraram maturidade e capacidade de reagir bem à adversidade e selaram o triunfo por 87-84, apesar da grande reacção do CA Queluz.
08.03.2026
Taça Hugo dos Santos – Fase de Grupos – 4.ª Jornada – Complexo Municipal dos Desportos de Almada SPORTING CP CA QUELUZ
87 84
19-24, 27-22, 25-14 e 16-24
Sporting CP: Brandon Johns Jr. (14), Maleeck Harden-Hayes (15), Miguel Correia (8), Claude Robinson (2), Malik Morgan (5), Uwais Razaque, Rui Palhares (2), Francisco Amarante (14), Diogo Ventura (8), André Cruz (12), João Fernandes (7), Stephan Swenson. Treinador: Luís Magalhães.
Luís Magalhães mostrou-se satisfeito com a vitória dos Leões e destacou a capacidade da equipa para assumir o controlo no terceiro período e gerir depois a vantagem conquistada, apesar da forte reacção do CA Queluz nos minutos finais. “O terceiro período costuma ser um momento forte da nossa equipa. Hoje não estivemos particularmente bem no ataque, mas defendemos muito bem e conseguimos ganhar uma margem considerável. Depois tentámos gerir o jogo. É uma prova em que já estamos apurados e precisávamos apenas de uma vitória para garantir o primeiro lugar do grupo. Era este jogo e o próximo com o BC Galitos, portanto estávamos mais ou menos à vontade”, começou por dizer, em declarações aos meios de comunicação verde e brancos. O técnico Leonino sublinhou ainda as condicionantes com que a equipa tem trabalhado nas últimas semanas, elogiando a resposta dos jogadores disponíveis.
“Como sabem, houve interrupções nos trabalhos, tivemos quatro jogadores portugueses nas selecções e também o Stephan Swenson na selecção da Bélgica. Sobraram oito jogadores que têm treinado muito bem e que mereciam jogar. Tivemos de correr alguns riscos, mas felizmente conseguiram aguentar o jogo. Jogaram bem e ganhámos, fomos uns justos vencedores”, frisou. Por fim, Luís Magalhães destacou a importância de garantir o primeiro lugar do grupo, que permite ao Sporting CP evitar um jogo adicional antes das meias-finais.
“Ao garantir o primeiro lugar evitamos um jogo extra antes das meias-finais. Ganhamos uns dias no Pavilhão João Rocha, que é um dos melhores pavilhões para trabalhar. Agora entramos na fase final. O nosso objectivo é estar sempre presente nas fases decisivas e, se possível, nas finais, porque só quem chega a esses momentos é que pode ter ambição de ganhar alguma coisa”, rematou.
Miguel Correia fez a diferença nos minutos finais
MODALIDADES BASQUETEBOL EQUIPA PRINCIPAL FEMININA
REGRESSO AO CAMINHO DAS VITÓRIAS
EQUIPA FEMININA DE BASQUETEBOL VENCEU SC COIMBRÕES POR 85-46.
Texto: Nuno Miguel Simas Fotografia: João Pedro
Morais
A equipa principal feminina de basquetebol do Sporting Clube de Portugal venceu, no último domingo, o SC Coimbrões por 85-46, na jornada 21 da fase regular da Liga. Um triunfo concludente e baseado na forte atitude competitiva das Leoas, que regressaram às vitórias, depois do desaire na jornada anterior, em casa do BC Barcelos.
A jogar em casa emprestada, no recinto do CN Natação, em Lisboa, as Leoas orientadas por João Pedro Vieira tiveram dois quartos muito bem conseguidos, com boa relação entre jogo interior e exterior. Nos primeiros dez minutos, o Sporting CP começou por apostar bastante no jogo mais perto da tabela, com Dayna Rouse a pontificar logo de início, ao marcar os oito primeiros pontos das Leoas, com velocidade e técnica de execução. No final dos primeiros dez minutos, o Sporting CP já tinha vantagem de 21-12, com um triplo de Nany Carvalho a começar a mostrar que as Leoas também tinham bons argumentos nos lançamentos de longa distância.
No segundo quarto, o Sporting CP marcou ainda mais as diferenças. Conseguiu limitar a formação visitante a anotar apenas cinco pontos em dez minutos, ao passo que as Leoas marcaram 24 pontos, com Emma Huff a começar a mostrar grande inspiração nos lançamentos exteriores.
O acerto da extremo Leonina juntava-se à eficácia na zona interior e desde o início ao final do quarto, só deu Sporting CP, com Luana Serranho, também a sobressair, sobretudo nos minutos iniciais, com um grande triplo. 45-17 era o resultado ao intervalo.
Nos terceiros 10 minutos, o SC Coimbrões conseguiu melhorar o acerto ofensivo, mas sem nunca ficar em perigo a vantagem Leonina. Nota de preocupação para uma lesão de Cláudia Almeida, que teve de sair amparada pelas colegas e equipa médica Leonina, depois de

ter apoiado mal o pé.
Emma Huff continuava bem nos lançamentos longos (chegou a ter quatro triplos concretizados em nove tentativas) e 70-38 era o resultado ao cabo dos terceiros 10 minutos, com cada vez com maior rotação promovida no cinco Leonino por parte do treinador, João Pedro Vieira.
No último quarto, o Sporting CP geriu a vantagem, com a equipa Leonina a baixar o acerto nos lançamentos, mas a ter o jogo sempre controlado, para uma vitória final por 85-46.
08.03.2026
21-12, 24-5, 25-21 e 15-8

JOÃO PEDRO VIEIRA: “ERA IMPORTANTE DAR AQUI UMA BOA RESPOSTA”
No final da partida, o treinador da equipa feminina de basquetebol do Sporting CP, João Pedro Vieira, analisou o triunfo da formação Leonina diante do SC Coimbrões na jornada 21 da fase regular da Liga feminina de basquetebol.
“A equipa tinha de dar uma resposta à derrota da semana passada e à derrota com esta equipa [SC Coimbrões] lá. Quando jogámos contra elas na primeira volta tinha sido o quarto jogo numa semana e chegámos muito cansados lá e a equipa não esteve bem. Era importante dar aqui uma boa resposta. Relativamente ao segundo quarto, a equipa defendeu muito bem, porque defendemos com intensidade, com agressividade e conseguimos limitar completamente o adversário. Quando o Sporting CP joga assim, pode competir com qualquer equipa. A equipa esteve muito bem a defender e as jogadoras deram uma muito boa resposta. Quando se defende bem, depois o ataque sai melhor”, referiu aos meios de comunicação do Clube.
João Pedro Vieira falou de uma grande prestação defensiva da formação Leonina. “Condicionámos o adversário a defender e no ataque conseguimos produzir coisas boas e depois é normal que depois se defenda melhor ainda. A boa defesa leva a bons ataques. O objectivo era ficar nos quatro primeiros, infelizmente já não vai ser possível, ainda podemos ir aos seis primeiros. As primeiras oito equipas vão ao play-off, nós queremos ficar o mais acima possível”, finalizou.
Liga – Fase Regular – 21.ª Jornada Pavilhão Augusto Valente, Lisboa
Sporting CP: Simone Costa (12), Emma Huff (14), Luana Serranho (7), Emília Ferreira [C] (9), Dayna Rouse (18), Márcia Carvalho (6), Nany Carvalho (6), Catarina Martins, Maria Kostourkova (9), Cláudia Almeida, Ana Urbano (2), Maria Oliveira (2). Treinador: João Pedro Vieira.
A poste Leonina, Maria Kostourkova, marcou nove pontos frente ao SC Coimbrões
A base Luana Serranho num lançamento ao cesto, no encontro frente ao SC Coimbrões
MODALIDADES ANDEBOL
PRIMEIRA FASE FECHADA SÓ COM VITÓRIAS
BICAMPEÕES NACIONAIS VENCERAM FC GAIA, NA 18.ª JORNADA EM ATRASO DO CAMPEONATO.

Texto: Nuno Miguel Simas
Fotografia: Sporting CP
A equipa de andebol do Sporting Clube de Portugal fechou a primeira fase só com vitórias, após triunfo em casa do Gaia FC na jornada 18, em atraso do Campeonato, por 29-41 e no último sábado, no reduto da AA Águas Santas por 30-36, na 22.ª e última jornada da primeira fase.
O conjunto de Ricardo Costa venceu os 22 jogos da primeira fase e terá agora pela frente a fase final, na perseguição do Tricampeonato. No passado domingo, em mais um jogo de supremacia Leonina, os Bicampeões Nacionais foram encontrando boa réplica da equipa da casa, que se bateu bem e ergueu valorosa oposição ao Sporting CP. Prova disso foi que até metade do primeiro tempo, a diferença no marcador a favor dos Leões andava na casa
dos três golos, com a formação de Ricardo Costa (três jogos em 96 horas) a jogar rápido, como sempre e a formação da casa a entrar no mesmo ritmo, para muitos golos no marcador. 16-22 era o resultado ao intervalo.
No segundo tempo, uma boa combinação para o pivô Victor Romero abriu as contas dos segundos 30 minutos, com os pontas
Orri Þorkelsson (por duas vezes) e Gassama a marcarem, com o marcador a subir para 16-26, com apenas três minutos jogados e um parcial de 0-4. Gassama, num bom golo da ponta direita, fez o 16-27, com a equipa da casa a marcar o primeiro golo do segundo tempo com cinco minutos e 40 segundos jogados.
A vantagem na casa dos dez golos foi-se mantendo pelo tempo fora e até foi aumentada pelo Sporting CP, até o jogo terminar com o triunfo Leonino por 29-41.
08.03.2026
Campeonato Nacional – 18.ª Jornada (em atraso) – Fase Regular | Pavilhão FC Gaia
16-22 ao intervalo
Sporting CP: André Kristensen [GR], Mohamed Ali [GR], Filipe Monteiro (1), Pedro Martínez, Diogo Branquinho (2), Orri Þorkelsson (8), Mamadou Gassama (3), Carlos Álvarez (6), Edy Silva, Christian Moga (1), Victor Romero (6), Emil Berlin (6), Francisco Costa, Salvador Salvador [C] (2), Martim Costa (3), Jan Gurri (3). Treinador: Ricardo Costa. Disciplina: cartão vermelho para Edney Silva, exclusão de 2’ para Orri Þorkelsson, Mamadou Gassama, Victor Romero e Salvador Salvador.
RICARDO COSTA:
“TRICAMPEONATO É O NOSSO MAIOR OBJECTIVO DESTA ÉPOCA”
No final da partida, o técnico Ricardo Costa fez o balanço final ao triunfo do Sporting CP em casa do FC Gaia por 29-41, em declarações aos meios de comunicação do Clube.
“Este jogo não se pode dissociar daquilo que foi a nossa semana, a começar pela viagem de terça-feira, jogarmos na Polónia diante de um adversário muito forte [EHF Champions League diante do KS Iskra Kielce], regressarmos, jogarmos em Águas Santas, que é possivelmente uma das equipas que estará na fase final do Campeonato e ainda para mais a jogar em casa, o que requer sempre um esforço de todos os jogadores e hoje acertar o calendário perante uma equipa que já tinha ‘roubado’ pontos ao ABC, ao SL Benfica e a jogar na sua casa. Uma equipa aguerrida, que quer ficar na primeira divisão e que nós teríamos de respeitar ao máximo. Foi uma semana complicada, mas que acabou da melhor forma, com aquilo que era o grande objectivo de acabar esta fase com o pleno de vitórias”, frisou Ricardo Costa.
O técnico vincou que o grande objectivo no Campeonato ainda tem caminho por percorrer. “O nosso objectivo é sermos Campeões, por isso o que desejamos é que saia o sorteio da segunda fase e que possamos nessas seis finais carimbar o Tricampeonato, que é o nosso maior objectivo desta época. Por isso, estou muito contente com a dedicação dos atletas, com o espírito com que têm encarado esta época e agora entrar naquelas que serão as decisões, muito concentrados para os dois meses de competição”, finalizou.
O ponta esquerdo Orri Þorkelsson foi o melhor marcador do Sporting CP com oito golos marcados frente ao FC Gaia
MODALIDADES HÓQUEI EM PATINS
DESAIRE NO CLÁSSICO DE HÓQUEI
NUM GRANDE JOGO DE HÓQUEI EM PATINS, QUE PODIA TER CAÍDO PARA QUALQUER UM DOS LADOS, OS LEÕES DE EDO BOSCH ESTIVERAM POR TRÊS VEZES EM VANTAGEM, MAS ACABARAM POR DEIXAR ESCAPAR A VITÓRIA NOS MINUTOS FINAIS.
Texto: Filipa Santos Lopes
Fotografia: Kapta+
A equipa de hóquei em patins do Sporting Clube de Portugal perdeu com o FC Porto por 5-3, na tarde do passado sábado, em jogo da 20.ª jornada do Campeonato Nacional.
Ainda sem Gonzalo ‘Nolito’ Romero e Henrique Magalhães, Edo Bosch apostou num cinco inicial com Xano Edo, Rafael Bessa, Danilo Rampulla, Facundo Navarro e o capitão Alessandro Verona. Quem entrou mais forte, contudo, foi o FC Porto, que aos dois minutos, e pelo stick de Hélder Nunes, acertou no poste da baliza de Xano Edo, provocando o primeiro calafrio ao guardião verde e branco.
Mais dominante nos minutos iniciais, a equipa da casa continuou a rondar a área Leonina e a criar dificuldades à defesa do Sporting CP. Ainda assim, os comandados de Edo Bosch também atacavam com intenção e, aos seis minutos, obrigaram Xavi Malián à primeira intervenção de relevo, após um remate de Rafael Bessa pela esquerda.
Aos nove minutos, o FC Porto pediu o primeiro desconto de tempo da partida, momento em que o treinador verde e branco aproveitou para lançar Facundo Bridge no rinque. Num rápido contra-ataque, Diogo Barata, que também entrara entretanto, esteve perto de inaugurar o marcador com um remate fortíssimo e, uma vez mais, valeu Xavi Malián a fechar a baliza portista.
Aos 12 minutos, com os dois guarda-redes em evidência, várias oportunidades de golo e muita rotação, o jogo mantinha-se vivo e emocionante, disputado a um ritmo altíssimo e de sadia competitividade. Um minuto depois, Alessandro Verona testou os reflexos de Xavi Malián, novamente sem sucesso, e o Sporting CP chegaria mesmo à vantagem aos 14 minutos, com uma bomba de Facundo Navarro. O argentino ganhou a bola na tabela, embalou para dentro e, com um remate forte, colocou a bola no ângulo superior direito da baliza dos dragões.
A vantagem verde e branca foi,
contudo, sol de pouca dura, já que o FC Porto reagiu de imediato e Pol Manrubia fez o 1-1 na bola de saída. O jogador portista rematou do meio da rua, a bola ressaltou em Facundo Navarro e acabou por enganar Xano Edo, que nada pôde fazer para evitar o empate.
Com seis minutos por jogar, a equipa da casa pediu novo desconto de tempo, mas foi o Sporting CP a sair melhor dessa pausa técnica. Num lance tirado a papel químico do 0-1, Alessandro Verona flectiu da direita para dentro e desferiu mais um remate do lado oposto, colocando os Leões novamente na frente do marcador.
Com os dragões a correr atrás do prejuízo, aos 21’ foi Xano Edo quem voltou a estar em evidência. O guardião aplicou-se e evitou, por duas vezes, o golo de Carlo Di Benedetto, mas teve a concorrência de Xavi Malián, que aos 23 minutos também se mostrou a um nível altíssimo e, do lado oposto do rinque, negou o golo a Facundo Bridge.
Em cima da buzina para o intervalo, o Sporting CP podia ter dilatado a vantagem. Num rápido contragolpe, Hélder Nunes fez falta sobre Danilo Rampulla já na área e, após longa deliberação, a equipa de arbitragem concedeu livre directo aos Leões. Na conversão, o argentino permitiu a defesa de Xavi Malián, mas ainda assim os visitantes, mais eficazes nos momentos-chave, recolheram aos balneários em vantagem mínima após 25 minutos de hóquei ao mais alto nível.
No regresso para o segundo tempo, o FC Porto entrou mais acutilante, à procura de recuperar da desvantagem no marcador, e Gonçalo Alves testou a atenção do intransponível Xano Edo aos 26 minutos. O guardião voltou a opor-se a Rafa aos 28’, já com uma mão cheia de intervenções decisivas.
Com a mesma toada intensa da primeira parte, dava a sensação de que qualquer uma das equipas podia voltar a marcar. Facundo Navarro tentou a picadinha aos 29’, Xano Edo voltou a fechar o caminho para a sua baliza e, na resposta, também Xavi

Malián ergueu um muro azul e branco. Neste leva e traz de oportunidades, o FC Porto confirmou o maior ascendente e chegou ao empate aos 31 minutos. Carlo Di Benedetto apareceu à boca da baliza e precisou apenas de encostar, coroando uma jogada inventada por Gonçalo Alves (2-2). Extremamente eficazes, os Leões aproveitaram o balanceamento ofensivo do FC Porto para, aos 34 minutos, saltar novamente para a frente do marcador. Numa jogada de dois para um, Facundo Bridge assistiu Rafael Bessa, que com um gancho deixou Xavi Malián para trás e fez o 2-3. O Sporting CP podia, até, ter ampliado a vantagem logo depois, quando Facundo Bridge acertou no poste da baliza portista. Melhor depois do golo, a equipa de Edo Bosch conseguiu afastar a pressão do FC Porto e, num momento em que as equipas se batiam de igual para igual, os dragões voltaram a empatar a partida. Pol Manrubia bisou aos 41 minutos, galvanizando os portistas, que dois minutos depois deram mesmo a volta ao marcador, com Ezequiel Mena a colocar o FC Porto pela primeira vez na frente. Com cinco minutos por jogar, o Sporting CP beneficiou de uma situação de power-play e lançou-se para o ataque. Contudo, também Roc Pujadas viu o cartão azul, numa altura
em que Xavi Malián, novamente decisivo, negou o golo a Danilo Rampulla.
E se o Sporting CP podia ter feito o 4-4 aos 47’, num lance de manifesta infelicidade em que a bola embateu no poste, Pol Manrubia teve mais sorte na imediata resposta e fez o 5-3 final.
No tudo ou nada, os Leões de Edo Bosch precipitaram-se para o ataque, mas não tiveram tempo nem argumentos para travar o FC Porto e saíram da Dragão Arena com a sensação de que, após terem estado em vantagem por três ocasiões, podiam ter trazido outro resultado para Lisboa.
07.03.2026
Campeonato Nacional Fase Regular – 20.ª Jornada Dragão Arena, Porto FC PORTO SPORTING CP
5 3
1-2 ao intervalo
Pol Manrubia (14’, 41’, 47’), Carlo Di Benedetto (31’), Ezequiel Mena (43’)
Facundo Navarro (14’), Alessandro Verona (19’), Rafael Bessa (34’)
Sporting CP: Rafael Bessa, Diogo Barata, Danilo Rampulla, Alessandro Verona [C], Roc Pujadas, Facundo Navarro, Xano Edo [GR], Santiago Honório, Facundo Bridge e José Diogo [GR]. Treinador: Edo Bosch.
EDO BOSCH:
“O RESULTADO MAIS JUSTO SERIA O EMPATE”
No final do clássico frente ao FC Porto, Edo Bosch considerou o resultado penalizador para os Leões e sublinhou a qualidade do espectáculo protagonizado pelas duas equipas.
“Fizemos um grande jogo durante muitos minutos. Na parte final, o FC Porto conseguiu colocar-se à frente no marcador. Nós arriscámos para tentar chegar ao 4-4, tal como o FC Porto tinha feito durante quase toda a partida”, começou por analisar o técnico verde e branco, em declarações ao Porto Canal após o encontro. Lamentando o desaire, Edo Bosch destacou que, na fase decisiva do encontro, o Sporting CP teve oportunidades claras para empatar as contas e deu mesmo o exemplo do lance que terminou no ferro da baliza de Xavi Malián, segundos antes do golo que sentenciou o encontro.
“Podíamos ter feito facilmente o 4-4, mas, no contra-ataque, o FC Porto acabou por fazer o 5-3. Acho que é um resultado um pouco injusto pelo que aconteceu durante os 50 minutos”, apontou o espanhol, para quem o desfecho mais ajustado teria sido a divisão de pontos.
“Acho que o resultado que melhor encaixava aqui era o empate, era o 4-4. Foi um grande jogo de hóquei entre duas grandes equipas, um grande espectáculo para quem assistiu ao jogo, quer aqui quer pela televisão”, concluiu.
Dragões e Leões proporcionaram um grande espectáculo aos amantes da modalidade
MODALIDADES VOLEIBOL
CAMPEÕES NACIONAIS VENCEM FASE REGULAR
TRIUNFO DOS LEÕES POR 3-0 FRENTE À AA ESPINHO.

Texto: Nuno Miguel Simas
Fotografia: Isabel Silva
A equipa de voleibol do Sporting Clube de Portugal venceu, no último sábado, a Associação Académica de Espinho por 3-0 e assegurou o primeiro lugar na fase regular da Liga, situação que lhe permitirá ter sempre o factor casa, em caso de desempates, no play-off
Os Campeões Nacionais orientados por João Coelho precisavam de ganhar dois sets para assegurarem a posição cimeira na primeira fase e assim aconteceu, com o Sporting CP a fechar o jogo frente ao adversário em três parciais para sentenciar um ob-
jectivo importante na perseguição do ambicionado Bicampeonato Nacional.
Com os parciais de 25-19, 2523 e 25-21, a formação Leonina sentenciou o jogo, realizado em Mafra, casa emprestada à equipa Leonina no último jogo da fase regular da Liga.
O Sporting CP controlou bem a partida, com melhores soluções para fechar os pontos e uma grande diversidade de acções de ataque. O segundo set foi aquele que teve maior equilíbrio no marcador, com as equipas quase sempre a ‘par e passo’, até a formação verde e branca prevalecer por 25-23, a vantagem mínima, mas suficiente para aquele que
na altura foi o 2-0.
No terceiro set, a habitual consistência dos Campeões Nacionais voltou a imperar, com a equipa Leonina sempre na frente do parcial e uma ponta final mais forte. Com 21-20, os comandados de João Coelho ‘saltaram’ para um desfecho de 25-21, ou seja, a pontuarem quatro vezes consecutivas e a sofrerem apenas um ponto.
O último ponto do jogo foi assinalado num excelente serviço directo do oposto dinamarquês Mads Jensen. Nos quartos-de-final do play-off, o Sporting CP vai defrontar o Ala Nun’Álvares de Gondomar, à melhor de três jogos.
07.03.2026
Liga – Fase Regular – 22.ª Jornada
Parque Desportivo Municipal de Mafra
SPORTING CP AA ESPINHO
3 0
25-19, 25-23 e 25-21
Sporting CP: Jan Galabov (13), Sergey Grankin, Kelton Tavares (10), Edson Valencia (8), Li Yongzhen, Gonçalo Sousa [L], Pedro Abecasis, Tiago Barth (1), Jonas Aguenier (3), Jan Pokersnik (2), Armando Velásquez (1), Nicolás Perren [L], Mads Jensen (5), Lourenço Martins (5). Treinador: João Coelho.
JOÃO COELHO: “FOMOS SÉRIOS E COMPETENTES”
Após o triunfo da equipa de voleibol do Sporting CP por 3-0 frente à AA Espinho, o técnico da formação Leonina, João Coelho, fez a análise aos meios de comunicação do Clube.
“Fomos competentes e capazes de controlar as operações. A AA Espinho tem uma equipa muito batalhadora, conhecedora profunda da Liga, com jogadores experientes, que nos podem trazer sempre muitos problemas. Fomos sérios, competentes, gerimos as operações e ganhámos esta fase regular com muito mérito, com uma trajectória de altíssimo nível e agora estamos preparados para os play-off, que são tudo finais e queremos ganhar. Fazer ‘intervalo’ agora para a Taça de Portugal, preparar essa final four e depois Liga”, salientou o técnico.
João Coelho assinalou o que fez a equipa terminar a fase regular em primeiro lugar: “Ganhar 21 em 22 jogos, porque se não ganhássemos hoje não éramos os vencedores da fase regular. Isso mostra também o nível do nosso rival directo, SL Benfica. Importa mostrar competência dentro do campo para fazermos o que fizemos. O mais importante de tudo é que seguimos com os nossos objectivos intactos, preparar esta final four da Taça de Portugal, para depois olharmos para os play-off, respeitando cada adversário, porque queremos chegar à final. Um passo de cada vez, um adversário de cada vez”.
O distribuidor Sergey Grankin e o central Kelton Tavares numa combinação de ataque do Sporting CP
MODALIDADES VOLEIBOL
JOÃO COELHO: “VAMOS PARA GANHAR, MAS PRIMEIRO TEMOS DE CHEGAR À FINAL”
NO PAVILHÃO DESPORTIVO DE ALBUFEIRA, NO ALGARVE, DISPUTA-SE JÁ ESTE FIM-DE-SEMANA A FINAL FOUR DA TAÇA DE PORTUGAL E O SPORTING CP VAI ESTAR NA LUTA. A AMBIÇÃO É TOTAL, GARANTIRAM O TREINADOR JOÃO COELHO E O CAPITÃO TIAGO PEREIRA, EMBORA O PENSAMENTO ESTEJA, PRIMEIRO, EM PASSAR AO JOGO DECISIVO. NA MEIA-FINAL DE SÁBADO, OS LEÕES ENFRENTAM A AA ESPINHO, DISCUTINDO UM LUGAR NA FINAL MARCADA PARA DOMINGO (16H15), ONDE ESTARÁ TAMBÉM O VITÓRIA SC OU O SL BENFICA.
Texto: Xavier Costa
Fotografia: João Pedro Morais
O trajecto dos Leões do voleibol em 2025/2026 tem sido praticamente irrepreensível. Em terras algarvias, então em Loulé, começou a temporada a pôr as mãos na Supertaça, exibiu-se em crescendo e de forma honrosa no regresso à CEV Champions League e, como actual Campeão Nacional em título, encerrou a primeira fase da Liga – rumo aos play-offs – no primeiro lugar, algo que não acontecia desde 2017/2018.
Um percurso “muito positivo, muito consistente, mas não decisivo, porque agora é que são os jogos que mais importam”, alertou João Coelho, treinador do Sporting CP, tendo em vista a final four da Taça de Portugal que o Pavilhão Desportivo de Albufeira vai acolher neste fim-de-semana (14 e 15 de Março). “É um dos momentos altos da época com um troféu em disputa, o segundo. Queremos chegar aos momentos decisivos com capacidade para os conquistar e a equipa está motivada para o que aí vem”, deu conta o técnico. “Fazer um bom fim-de-semana e arrecadar a Taça de Portugal” é a principal meta traçada, no entanto, com a consciência de que há que dar um passo de cada vez. “Vamos para ganhar, mas primeiro temos de chegar à final”, acrescentou.
CA Madalena (0-3) e SC Espinho (30) já ficaram pelo caminho e, agora, a AA Espinho é o derradeiro obstáculo defronte do Sporting CP para atingir a decisão. “Trata-se de uma competição que queremos muito ganhar, mas temos de respeitar muito a AA Espinho, que é o primeiro adversário e aquele que mais nos importa nesta altura”, sublinhou João Coelho. O emblema nortenho terminou a primeira fase da Liga no quarto lugar e, além disso, foi o último adversário que os Leões tiveram, precisamen-

te a fechar a primeira fase da Liga (3-0). “Só respeitando muito a AA Espinho é que podemos evitar muitos dos problemas que nos podem causar. É uma equipa experiente, com jogadores conceituados e bem estabelecidos no nosso campeonato, mas nós temos de estar ao nosso nível. Agressivos em todas as fases do jogo, competentes e isso nos levará a ter maiores probabilidades de sucesso”, perspectivou o técnico, sem esconder a enorme ambição que move a sua equipa nesta Taça de Portugal. “É uma questão de mentalidade do grupo. Queremos jogar os jogos decisivos para ganhar e melhorar o que não conseguimos fazer no passado. É para estas conquistas que traba-
lhamos toda a época. Ainda bem que chegamos a este momento. No ano passado não o tínhamos conseguido [derrota por 3-2 com o Leixões SC nos ‘quartos’] e agora queremos fazer melhor ainda e repetir o que conseguimos há dois anos: ganhar no sábado e no domingo”, apontou. A última vez que o Sporting CP levantou o troféu – tem cinco no seu palmarés – foi em 2023/2024, já com João Coelho no comando. E no que a conquistas diz respeito, o Algarve até tem sido sinónimo de títulos a verde e branco esta temporada. “Já ganhámos a Supertaça no Algarve [em Loulé] e o basquetebol ganhou a Taça de Portugal, há pouco tempo, no mesmo pavilhão [de Albufeira]. Queremos ter o mesmo desfecho e
dar seguimento a vitórias e conquistas nas modalidades, como tem sido apanágio nesta e nas épocas anteriores”, referiu ainda João Coelho, que para isso espera contar também com os Sportinguistas no Pavilhão Desportivo de Albufeira. “Marquem presença em Albufeira, ajudem-nos nesta final four para arrebatar mais um troféu. Seria fantástico. Temos como grande objectivo da época conquistar cada competição e a Taça é um desafio muito grande. Com a sua presença fica mais fácil, certamente”, apelou. O Sporting CP pode sair do Sul do país como o actual detentor de todos os três troféus nacionais, o ‘combustível’ perfeito para ir em busca, a seguir, de um histórico Bicampeonato.
TIAGO PEREIRA:
“TEMOS
DE ENCARAR TODOS OS JOGOS
DA MESMA FORMA”
Antes da partida para o Algarve, o capitão Tiago Pereira também fez a antevisão à final four que está na mira dos Leões.
“Depois do desaire da época passada, em Matosinhos, estabelecemos como um objectivo grande vencer a Taça de Portugal. Para isso, tínhamos de estar na final four, cumprimos e agora vamos jogar a meia-final com a AA Espinho, onde queremos fazer um bom jogo, ganhar e, depois, na final vamos querer trazer o troféu para o Pavilhão João Rocha”, atirou o experiente zona 4, que já não espera grandes surpresas de parte a parte na meia-final.
“As equipas já estão ‘esmiuçadas’ e estudadas ao detalhe e, por isso, vai partir um pouco daquilo que nós podemos fazer. Temos de encarar todos os jogos da mesma forma”, frisou o capitão verde e branco, sem dúvidas da motivação-extra trazida da Liga, após o primeiro lugar assegurado rumo aos play-offs
“Já não acontecia há alguns anos, temos o factor casa sempre do nosso lado e isso vai ser uma grande ajuda”, acrescentou Tiago Pereira.
A Taça de Portugal foi o primeiro troféu de relevo conquistado pelo técnico ao serviço dos Leões
MODALIDADES VOLEIBOL EQUIPA PRINCIPAL FEMININA
LEOAS TERMINAM FASE REGULAR NO TERCEIRO POSTO
NA DERRADEIRA JORNADA DA FASE REGULAR DO CAMPEONATO, O JOGO ENTRE SPORTING CP E SC BRAGA DECIDIA O SEGUNDO POSTO DA CLASSIFICAÇÃO. APESAR DE VOLUNTARIOSAS, AS LEOAS DE RUI PEDRO SILVA NÃO CONSEGUIRAM VENCER AS MINHOTAS E TERMINARAM NUM VALOROSO TERCEIRO LUGAR, QUE OFERECE, AINDA ASSIM, PERSPECTIVAS BASTANTE POSITIVAS PARA O PLAY-OFF.
Texto: Filipa Santos Lopes
Fotografia: João Pedro Morais
A equipa feminina de voleibol do Sporting Clube de Portugal perdeu com o SC Braga por 1-3, na tarde do último domingo, em jogo a contar para a 22.ª e última jornada da fase regular da Liga. Em casa emprestada, já que o Pavilhão João Rocha se encontra em preparações para a Assembleia-Geral Eleitoral do próximo dia 14, as Leoas de Rui Pedro Silva mostraram-se competitivas, mas não conseguiram fechar o terceiro set e permitiram às visitantes uma reviravolta decisiva.
Com Ana Clara Nunes, Jéssica Miranda, Amanda Cavalcanti, Ozge Kinasts, Leslie Tagle, Ingrid Félix e a líbero e capitã Daniela Loureiro de início, o jogo começou disputado, com a liderança a passar de umas mãos para as outras, e as Leoas a aproveitar sobretudo o side-out para pontuar (9-9).
Contudo, com o Sporting CP a mostrar algumas dificuldades na recepção e no serviço, o SC Braga conseguiu criar distância no marcador (12-18). Ainda assim, após rotação promovida por Rui Pedro Silva, Tainá Alessandra apareceu com uma potente cravada para fazer o 13-18 e galvanizar as verdes e brancas.
1 3
As minhotas mostraram-se, porém, muito eficientes e, apesar da tentativa de reacção Leonina, comandada pela camisola 11 e que incluiu um ás de Amanda Cavalcanti, foram mesmo as visitantes a fechar o primeiro set com um claro 18-25.
As Leoas entraram a pontuar no segundo set (1-0), mas a resposta do SC Braga foi imediata. Ana Clara Nunes voltou a colocar o Sporting CP na frente com um bom ataque, mas o equilíbrio manteve-se (2-2). Por sua vez, Jady Gerotto voou para o 4-3 e, com o bloco finalmente a funcionar, as verdes e brancas chegaram ao 5-3. Ainda assim, as bracarenses voltaram a igualar (5-5) e, aproveitando um erro na rede, passaram para a frente.
Rui Pedro Silva pediu o primeiro time-out da partida e, com tudo empatado a 6-6, o jogo manteve-se muito disputado. Após uma longa troca de bola, o Sporting CP voltou a empatar e galvanizou as bancadas (9-7). As visitantes, contudo, responderam e o marcador entrou numa sequência de igualdades, do 10-10 ao 17-17.
Foi o SC Braga quem conseguiu primeiro desfazer o empate (17-19), mas Jéssica Miranda, com mais uma cravada, voltou a aproximar o parcial.
Ingrid Félix, com um remate indefensável, fez o 20-19 e colocou o Sporting CP novamente na frente. Sem efeito foi o time-out pedido pelas visitantes, já que Jéssica Miranda voltou a atacar para ampliar a vantagem.
As Leoas pareciam mais fortes nesta fase (22-19) e, com o bloco a aparecer no momento certo (23-20), ficaram muito perto de fechar o parcial. Jady Gerotto, com um disparo potente, deixou a equipa a um ponto do objectivo e foi a própria brasileira quem encerrou o set em 25-21. No terceiro set, as verdes e brancas voltaram a entrar a pontuar, mas o SC Braga abriu rapidamente vanta-
gem (2-5). O bloco de Jady Gerotto e Ozge Kinasts reduziu (3-5), ainda assim as visitantes continuaram a construir uma vantagem significativa (3-9). Rui Pedro Silva parou o jogo para corrigir processos e a resposta foi categórica. Jady Gerotto voltou a cravar com autoridade e, também forte no serviço, ajudou o Sporting CP a protagonizar uma recuperação notável até ao 9-9.
Galvanizadas, as Leoas deram mesmo a volta ao marcador e Tainá Alessandra assumiu-se como uma das figuras da equipa, colocando constantes dificuldades à defesa adversária e ajudando a construir uma vantagem aparentemente confortável (16-11). Cada vez mais confortáveis na quadra, as verdes e brancas pareciam uma equipa diferente e estavam muito perto de consumar a reviravolta no encontro.
Com 21-13 no marcador, porém, surgiu a reacção das minhotas. O SC Braga reduziu para 21-16 e Rui Pedro Silva pediu time-out para travar o embalo adversário. Ainda assim, as visitantes continuaram a aproximar-se (21-18) com perigo. Foi quando Jéssica Miranda devolveu alguma tranquilidade às Leoas – e, já na fase final do set (23-20), o Sporting CP voltou a ficar muito perto de fechar. A camisola 2, protagonista nesta fase, colocou a equipa a um ponto do set, mas o SC Braga evitou quatro set points (24-24) e levou a decisão para as vantagens. Motivadas pela recuperação no marcador, foram mesmo as visitantes a fechar o parcial em 25-27.
No quarto set, o SC Braga entrou melhor (3-7), levando Rui Pedro Silva a pedir novo desconto de tempo. Ainda assim, o contexto favorecia as visitantes, que continuaram por cima do encontro (4-9).

Após a partida, Rui Pedro Silva lamentou a forma como o terceiro set escapou às Leoas, momento que considerou decisivo no desfecho do encontro, mas destacou a competitividade da equipa e mostrou confiança para o play-off
“Tivemos muita dificuldade no primeiro set. O SC Braga entrou bem, mas conseguimos ultrapassar esse momento difícil. Somos uma equipa de Leoas, guerreiras, competitivas, que não atiram a toalha ao chão. Mas, mais uma vez, deixámos o pássaro fugir-nos da mão. Estávamos com uma vantagem de 20-13 no terceiro set e faltou algum discernimento para fechar. Esse tem sido realmente o senão, que todos os dias tentamos corrigir para estar mais fortes nos play-offs”, começou por analisar, em declarações aos meios do Clube.
Ainda assim, o técnico valorizou a atitude competitiva demonstrada pela equipa ao longo do encontro.
“Somos uma equipa extremamente competitiva, que olha nos olhos qualquer adversário. Mesmo depois de perdermos o terceiro set voltámos fortes no quarto e discutimos o jogo até ao fim. Nessa fase, o SC Braga acaba a ser mais feliz”, frisou, antes de sublinhar a qualidade das suas atletas. “Temos muito boas opções. Hoje a Tainá [Alessandra] fez um grande jogo, a Ingrid [Félix] entrou bem e isso é muito importante para o colectivo. São 12 atletas e qualquer uma pode jogar. As centrais, a mesma coisa. E mesmo com a contrariedade de não termos a nossa oposta disponível [Anahí Tosi], a recuperar de lesão, o que é certo é que esta equipa responde sempre da mesma maneira, com muita intensidade e competitividade. Podem contar connosco para os play-offs”, garantiu.
Num breve balanço da prestação verde e branca na fase regular, Rui Pedro Silva valorizou o terceiro lugar numa Liga cada vez mais exigente. “A Liga está cada vez mais competitiva, com mais clubes a apostar no voleibol. A satisfação que temos é que esta equipa é competitiva em qualquer pavilhão, não apenas no Pavilhão João Rocha, onde ainda não perdemos esta temporada. Perdemos aqui em Almada, uma segunda casa, mas mesmo fora de casa fomos sempre competitivos”, lembrou o técnico Leonino, que espera um play-off muito equilibrado.
“Frente a qualquer equipa deste top 5, e eu incluo aqui o Leixões SC, temos de estar nos nossos limites, seja o FC Porto, o SL Benfica ou o SC Braga. E há sempre equipas que podem surpreender como outsiders nos play-offs. Vamos preparar-nos já a partir de amanhã para conseguir fazer uns excelentes quartos de final”, frisou.
A fechar, Rui Pedro Silva deixou claro o que a equipa precisa de melhorar para a fase decisiva da temporada.
“Há momentos do jogo em que temos alguma superioridade e precisamos de saber gerir melhor o erro. Defensivamente estamos muito bem, com uma atitude muito boa, mas no ataque precisamos de mais paciência e discernimento para não oferecer pontos ao adversário. Se conseguirmos gerir melhor esses momentos, vamos ser uma equipa ainda mais forte e competitiva para o play-off”, concluiu.
Uma vez mais, Tainá Alessandra liderou a reacção verde e branca (6-9) e Jéssica Miranda voltou a aparecer para reduzir (8-12). As Leoas mantinham-se, apesar das dificuldades, na discussão do set (15-18), mas sem argumentos para segurar as minhotas, que se mostravam mais eficazes nos momentos decisivos. Com o avançar do set, e apesar da entrega até final, foi o SC Braga quem confirmou a vitória no parcial (21-25) e no encontro. O Sporting CP termina, assim, esta primeira fase do campeonato num valoroso terceiro posto, abrindo agora perspectivas positivas para o play-off
RUI PEDRO SILVA: “O SC BRAGA FOI MAIS FELIZ”
Sporting CP vai medir forças com o Colégio Efanor nos quartos-de-final do play-off
Sporting CP: Maria Carlos Marques [L], Jéssica Miranda (16), Sofia Pereira, Amanda Cavalcanti (4), Maria Santos, Leslie Tagle (3), Anahí Tosi, Ozge Kinasts (3), Tainá Alessandra (16), Jady Gerotto (11), Ingrid Félix (10), Daniela Loureiro [L] [C], Kanna Hanazawa e Ana Clara Nunes (8). Treinador: Rui Pedro Silva.

BREVES
ATLETISMO: RESULTADOS INTERNACIONAIS DE REALCE A VERDE E BRANCO
Fotografia: FPA/Tatiana Gonçalves
Igor Oliveira brilhou nos Campeonatos do Mundo VIRTUS. O atleta do Sporting CP sagrou-se campeão mundial nos 60 metros e com o tempo de 6”88 fixou um novo recorde dos campeonatos. Além disso, Igor Oliveira contribuiu para a medalha de ouro de Portugal nos 4x200 metros (1’33”35).
Já na Eslováquia, João Vieira fixou um novo recorde nacional de meia-maratona em marcha. O atleta de 50 anos continua a ‘dar cartas’ e acabou a prova no quinto lugar com 1h29’54’’ no relógio. Ainda pela Europa fora, mas em Berlim, no Meeting Indoor ISTAF, houve mais dois atletas do Sporting CP em destaque: Emmanuel Eseme e Auriol Dongmo. O velocista camaronês foi o segundo (6”55) a passar a meta na final dos 60 metros, enquanto a lançadora também foi segunda no concurso de lançamento do peso (19,14 metros).
GINÁSTICA:
TRIO LEONINO DE BRONZE NA TAÇA DO MUNDO DE ACROBÁTICA
O trio composto por Melanie Rodrigues, Diana Laranjinha e Ema Fernandes, todas ginastas do Sporting CP, conquistaram a medalha de bronze na Taça do Mundo, realizada na Maia. Em representação de Portugal, o grupo feminino concluiu um exercício que resultou em 27.320 pontos.

13/03 – SEXTA FEIRA FUTEBOL
Competição: Liga 2 – 26.ª jornada
Jogo: Sporting CP vs. GD Chaves
Horário e local: 18h00 – Estádio Aurélio Pereira
Transmissão: directo e exclusivo

KARATE: MELHORES
RESULTADOS DE SEMPRE NO CAMPEONATO NACIONAL
O karate do Sporting CP rubricou um inesquecível Campeonato Nacional de seniores, arrebatando cinco títulos nacionais de kumite em dez possíveis. Catarina Rodrigues (-50kg), Daniela Lourenço (-61kg), José Henriques (+84kg), Renata Baptista (-68kg) e Tiago Duarte (-75kg) foram os campeões Leoninos.Além disso, Isabel Franco (-61kg) foi medalha de prata e Alexandra Santos ficou com o bronze (-68kg). A nível global, foram os melhores resultados de sempre do karate verde e branco na prova. “Sou, de facto, um treinador e coordenador orgulhoso. É de notar que tivemos atletas presentes em seis categorias e em cinco ficámos em primeiro. Foi um resultado extraordinário. Este ano as expectativas eram altas, mas estes cinco campeões superaram-nas”, considerou Hugo Pedro, coordenador e técnico da modalidade, em estúdio na Sporting TV

JUDO: JORGE FONSECA REGRESSA COM MEDALHA DE BRONZE
Fotografia: Gabriela Sabau/IJF
Após longa ausência dos palcos internacionais, Jorge Fonseca está de volta e logo com prémio. O judoca do Sporting CP subiu ao pódio no Grand Prix da Áustria e ficou com o terceiro lugar na categoria de -100kg e a respectiva medalha de bronze. Um momento que marcou da melhor maneira o seu regresso à competição depois do Campeonato do Mundo em Junho de 2025. Na decisão do bronze, já em período de ponto de ouro, Jorge Fonseca (18.º do ranking mundial) superou o dominicano Robert Florentino (49.º) por acumulação castigos ao adversário.


