
JORNAL INTERNO
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JORNAL INTERNO
JAN/2026
Edição 141


Nota da Redação
FEC Entrevista
Acontece na FEC
FEC Sustentável
Eu na FEC
Cultura
LGPD na Prática
Dicas Culturais
Chegadas e Partidas
Aniversariantes de fevereiro
Alô, Comunica


Começamos 2026 com novidades e boas energias! Esta é a primeira edição do nosso jornal interno no ano e ela chega com um significado especial: além de marcar um novo começo, apresenta também a repaginada do nosso layout, pensada com carinho para tornar a leitura mais próxima, acessível e conectada com as pessoas que constroem a FEC no dia a dia. Esperamos que vocês se sintam acolhidos(as) e representados(as) nessa nova fase.
O início do ano é sempre um convite à reflexão, ao planejamento e ao cuidado com os projetos, com os objetivos e, principalmente, com as pessoas. Por isso, esta edição traz temas que dialogam com esse momento, reforçando valores como empatia, escuta, diversidade e bem-estar no ambiente de trabalho.
Que este novo ano seja construído com colaboração e propósito. Boa leitura e até a próxima edição!
Abraços virtuais, Débora Moreira, Laisa Xavier, Quéren Oliveira e Viviane Maia.



Nome: Quéren Oliveira
Como te chamamos? Quéqué
Cargo/Setor: Jovem Aprendiz da ASCOM
Cor favorita?
Rosa
Se você fosse um personagem de desenho animado, quem seria e por quê?
Kuromi do desenho Hello Kitty & Seus Amigos. Uma personagem rebelde e travessa, com visual gótico. Contrastando com sua imagem, ama coisas fofas, ler romances e se divertir com seus amigos. Kuromi é meu exemplo favorito de que o exterior, não define nosso interior!
Fora do contexto do trabalho, quais são as suas paixões e motivações?

Sou totalmente apaixonada por baleias, falo sobre em qualquer brecha que tenho. Amo doces, principalmente aqueles feitos com morangos. Tenho um hobby peculiar, coleciono curiosidades, passo horas nisso. Gosto de praticar yoga e culinária. Acredito que sempre dá pra ser apaixonar por algo novo, por isso tento de tudo, o céu ainda é pouco.

A realização de um desejo que só durasse 24 horas? Lugar
Uma entrevista com o Jason Momoa, mas só se as fotos que eu tirasse não desaparecessem também.
Minha casa, sem julgamentos que gosto ao bem disse a Dorothy De Oz": "Não

Existe algum conselho recebido dos seus familiares que você carrega consigo?
Cresci em uma familiar cristã então sempre ouvi muitos conselhos a respeito do amor, o principal deles foi: "Podemos ter tudo, conquistar tudo, mas sem amor nada seriamos."
Sua frase favorita de um filme?
"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos." (O pequeno príncipe)

Lugar favorito no mundo?

aqui posso ser quem eu sou, julgamentos e medos, apenas faço o ao lado de quem amo. Como Dorothy do musical "O Mágico "Não há lugar como o nosso lar".
Salgado
Doce ◀
Verão
Inverno ◀
Presencial
Remoto ◀
Séries ou filmes ou livros ◀
Podcast ou Spotify ou rádio


Huap celebra 75 anos de trajetória
No dia 15/01, o Hospital Universitário Antônio Pedro comemorou 75 anos como referência em saúde pública, ensino, pesquisa e inovação. A celebração contou com uma cerimônia solene no auditório da unidade e reuniu autoridades acadêmicas e representantes do poder público. Estavam presentes a superintendente da FEC, Daniela Freitas, a líder do NUCAP, Maria Eduarda Bachur, e a líder do NUPROJ, Valéria Brandão. Fundado em 1951 e incorporado à UFF em 1964, o Huap atende integralmente pelo SUS e desempenha papel estratégico na Região Metropolitana II do Rio de Janeiro, sendo apoiado pela FEC. Durante o evento, também foi
entregue a Medalha Dr. Calixto Nami Kalil a dez personalidades que contribuíram para o desenvolvimento do hospital.


FEC participa do Programa Acelera Niterói
Ao lado da Secretaria Municipal de Inovação, Ciência e Tecnologia, estivemos presentes no evento do Programa Acelera Niterói, realizado no dia 16/01, na PUD Santa Bárbara. O encontro reuniu startups, representantes do poder público, da academia e do ecossistema de inovação, promovendo conexões, trocas e debates sobre o papel da inovação no desenvolvimento da cidade.



Autorização da FEC como Fundação de Apoio ao Huap
Os Ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia e Educaçã autorizaram que a FEC atue como Fundação de Apoio ao Hospital Universitário Antônio Pedro, reafirmando seu suporte estratégico à gestão de projetos de ensino, pesquisa, inovação e desenvolvimento institucional. A autorização fortalece a capacidade do Huap de captar recursos, executar iniciativas estruturantes e ampliar seu impacto social, em estreita articulação com a Universidade Federal Fluminense.
Vitória das Fundações de Apoio na Reforma Tributária
O dia 13 de janeiro de 2026 marcou uma conquista histórica para a ciência brasileira com a sanção da Lei Complementar nº 227/2026, que garantiu alíquota zero de IBS e CBS para as Fundações de Apoio credenciadas. A medida reconhece o papel estratégico das instituições no fortalecimento da pesquisa, da inovação, do ensino superior e do desenvolvimento institucional. A conquista é resultado de uma mobilização nacional articulada pelo CONFIES, com apoio de parlamentares comprometidos com a agenda da ciência e da educação pública.




FEC no Conlestech de Maricá
Em 28/01, representantes da AINOVA, do NUCAP, do NUCON e da ASCOM foram a Maricá acompanhar o Conlestech, maior evento de tecnologia e inovação do Leste Fluminense, que reuniu autoridades, gestores públicos, especialistas e representantes de instituições e empresas para debater estratégias de ciência, tecnologia e inovação voltadas ao desenvolvimento regional integrado. Além das sessões de networking e negócios voltadas ao fortalecimento do ecossistema de inovação regional, o evento também contou com startups do Acelera Niterói e a participação do professor Ricardo Leal, diretor da Agência de Inovação da UFF (Agir), que integrou o segundo painel do dia.






FEC acompanha projeto piloto na nascente do Rio Soberbo
No dia 28/01, a equipe do NUCAP, representada por Yasmin Oliveira, também esteve presente na sede da Defesa Civil de Guapimirim para acompanhar a apresentação do projeto piloto de monitoramento da nascente do Rio Soberbo, coorde nado pelo professor Ivanovich. Par ticiparam da apresentação a prefeita de Guapimirim, Marina Rocha, e a equipe da Defesa Civil local, que demonstraram grande gratidão à UFF e à FEC pelo apoio ao projeto, tanto para o avanço da pesquisa quanto para a segurança e o desenvolvimento do município de Guapimirim.



Por Flora Terra (AINOVA)
Com o encerramento da COP30, em Belém, uma pergunta se torna central: o que acontece depois que a conferência termina? Diferente do que muitos imaginam, o fim da COP não representa uma pausa na agenda climática, mas o início de uma nova etapa de trabalho técnico, político e institucional.
Após cada COP, as decisões aprovadas passam a orientar o trabalho da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC). Grupos técnicos são mobilizados para detalhar regras, acompanhar compromissos assumidos e apoiar os países na implementação das metas acordadas. Ao longo do ano seguinte, os governos revisam seus planos nacionais, as chamadas NDCs, enquanto instituições,
empresas e organizações da sociedade civil alinham projetos e estratégias às diretrizes definidas.
Paralelamente, já se inicia a preparação para a próxima conferência. A COP31 será realizada na Turquia em 2026, com as negociações lideradas pela Austrália, após um acordo fechado durante a COP30 no Brasil, que encerrou uma disputa entre os dois países pela sede, com um arranjo inédito de copresidência e uma pré-COP no Pacífico para focar em vulnerabilidades insulares. Até a abertura da COP31, o Brasil permanece na presidência da Convenção, conduzindo as articulações políticas, acompanhando a implementação das decisões da COP30 e mantendo ativo o diálogo entre os países ao longo de 2025 e 2026.


No pós-COP30, algumas boas notícias já começam a ganhar destaque: o fortalecimento do debate sobre financiamento climático, novos compromissos de cooperação internacional e a ampliação de iniciativas ligadas à adaptação e às soluções baseadas na natureza. Mais do que anúncios pontuais, o principal avanço está na consolidação da ideia de que a ação climática precisa ser contínua, integrada e acompanhada ao longo do tempo. Nesse contexto, universidades,
centros de pesquisa e fundações de apoio assumem um papel estratégico, conectando ciência, inovação e políticas públicas. São essas instituições que ajudam a transformar diretrizes globais em projetos, pesquisas aplicadas, formação de pessoas e soluções concretas para os territórios. A COP termina, mas o trabalho segue. Ele passa, cada vez mais, pela atuação contínua e articulada dessas organizações na construção de um futuro sustentável.

A COP termina, mas o trabalho segue.


Nome: Camila Azeredo Setor: NUPROJ
Cargo: Assistente de Projetos por Contratos
Tempo de casa: 7 anos
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Oi, pessoal!
Estou na Fundação desde 2018, quando iniciei como jovem aprendiz na GAPRO - Gerência de Administração de Projetos. Na época, minhas atividades eram voltadas para a organização de arquivos, como a guarda de documentos dos projetos acompanhados pelas consultoras, separando tudo em pastas de acordo com cada projeto, também auxiliava na entrega e no recebimento de documentos em outros setores. Foi um período de muito aprendizado, com o

apoio da equipe, que me permitiu conhecer melhor o funcionamento tanto do setor quanto da Fundação.
Em maio de 2019, meu contrato como aprendiz foi encerrado e passei a atuar como prestadora de serviço, auxiliando nas regularizações das prestações de contas da Finep e da Petrobras, analisando caixas e buscando documentações conforme as solicitações, foram muitos dias dedicados à organização e conferência desses documentos.

Logo depois, comecei a atuar diretamente na execução das prestações de contas, o que foi um grande divisor de águas na minha vida profissional, pois tive a oportunidade de crescer e demonstrar meu desempenho.
Em abril de 2020, em meio à pandemia, fui efetivada, o que me trouxe grande satisfação e me deixou muito feliz. A partir desse momento, passei a assumir novos desafios e responsabilidades, dando continuidade e ampliando o trabalho que já desenvolvia. Atualmente, sou responsável pela coordenação das prestações de contas, regularizações e aprovações do NUPROJ – Núcleo de Projetos por Contratos, área na qual atuo com muito comprometimento e satisfação.
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Sou muito grata por toda a trajetória que construí dentro da FEC e pelas oportunidades de crescimento ao longo desses anos. Foram muitos desafios e aprendizados em cada etapa, que contribuíram para meu desenvolvimento profissional e pessoal. Agradeço por todas as oportunidades, experiências vividas e por todas as pessoas com quem pude contar e colaborar.
Agradeço por todas as oportunidades, experiências vividas e por todas as pessoas com quem pude contar e colaborar.

Por Laisa Xavier (ASCOM)
Omês de janeiro nos convida a refletir sobre a importância da saúde mental. A campanha Janeiro Branco reforça que cuidar da mente é um gesto essencial de autocuidado, escuta e empatia, lembrando que o bem-estar emocional impacta diretamente nossa qualidade de vida, as relações e o trabalho que desenvolvemos diariamente.
Na FEC, esse cuidado vai além do discurso e se materializa em ações concretas. Como parte da campanha, no dia 27 de janeiro, foi realizada uma palestra interna e online sobre saúde mental, voltada aos colaboradores. O encontro teve como objetivo promover um espaço seguro de diálogo e

reflexão sobre o cuidado com a mente, reforçando o compromisso da Fundação com o bem-estar de sua equipe.
A palestra contou com a participação da professora Camilla Franco, psicóloga e mestre em Saúde Coletiva pela UFF, que fez um bate-papo leve e necessário sobre equilíbrio emocional, saúde mental e os desafios do cotidiano. A iniciativa reforça a importância de criar momentos de escuta, acolhimento e troca dentro do ambiente de trabalho.
Nesse mesmo mês, também celebramos o Dia da Visibilidade Trans, em 29 de janeiro. A data convida à reflexão sobre a importância do respeito às identidades,

do reconhecimento das trajetórias de pessoas trans e da construção de ambientes mais inclusivos. O respeito à diversidade e a promoção de espaços seguros e acolhedores são fatores fundamentais para a saúde mental e o sentimento de pertencimento.
Ao unir o Janeiro Branco, a realização da palestra e o Dia da Visibilidade Trans, a FEC reafirma seu compromisso com uma cultura organizacional baseada no cuidado, na empatia e no respeito às pessoas. Cuidar da saúde mental é um compromisso coletivo e começa nas atitudes do dia a dia.

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Na FEC, esse cuidado vai além do discurso e se materializa em ações concretas.



Por Débora Moreira (ASCOM)
Você já reparou como muitas dimensões que atravessam a vida em sociedade podem ficar à margem das conversas do dia a dia? A diversidade de gênero é uma delas. Celebrado em 29 de janeiro, o Dia da Visibi lidade Trans nos convida a ampliar esse diá logo com mais informação e escuta.
Quando falamos em pessoas trans, estamos nos referindo àquelas cuja identidade de gênero não corresponde ao sexo designado no nascimento. Isso significa que a forma como o indivíduo se reconhece e se apresenta ao mundo não é a mesma que foi regis trada quando nasceu. Essa identificação não define caráter, competência ou valores, nem se trata de uma condição médica, com portamental ou passageira. É uma dimensão da experiência humana, assim como acontece com pessoas cisgênero, que se identificam com o gênero atribuído ao nascer.

É comum que esse recorte identitário venha acompanhado de dúvidas, especialmente para quem nunca teve contato direto com o tema. Perguntas sobre linguagem, convivência e até receio de se equivocar fazem parte do processo. Nesses casos, o caminho costuma ser mais simples do que parece: tratar as pessoas da forma como elas se apresentam e desejam ser chamadas. Usar o nome social e os pronomes escolhidos é uma atitude de respeito que independente de opiniões pessoais: exige apenas consideração pelo outro, algo fundamental em qualquer ambiente ou relação.

A cultura tem cumprido um papel importante nesse processo de aproximação. Nos últimos anos, personagens transgênero passaram a integrar produções de grande alcance, como a novela Três Graças, exibida atualmente pela Rede Globo. Nela, a atriz Gabriela Loran interpreta Viviane, ambas mulheres trans. Essas narrativas buscam humanizar a vivência desse grupo, sem focar apenas nos estereótipos, trazendo a rotina no trabalho, na família e no amor. Assim, deslocamos o campo do estranhamento para o da convivência e da representatividade, o que reconhece realidades que sempre existiram e que, agora, ganham ainda mais visibilidade.
Por isso, reconhecer essa data simbólica é necessário. Informação ajuda a reduzir mal-entendidos, fortalecer o respeito e criar espaços mais acolhedores para todas e todos.

Por Viviane Maia (ASCOM) uando falamos em saúde no ambiente de trabalho, é comum pensarmos apenas nos cuidados físicos. Mas a saúde mental é tão importante quanto e precisa ser valorizada todos os dias. Um ambiente de trabalho saudável é aquele em que as pessoas se sentem respeitadas, seguras, ouvidas e apoiadas.
QPressão excessiva, jornadas exaustivas, falta de diálogo, conflitos constantes ou medo de errar podem afetar diretamente o bem-estar emocional. Com o tempo,

esses fatores impactam a concentração, a motivação, as relações entre colegas e até a saúde física. Por isso, cuidar da mente é também uma forma de prevenir adoecimentos e acidentes.
Promover a saúde mental passa por atitudes simples, mas essenciais: respeitar limites, praticar a empatia, manter uma comunicação clara e acolhedora, pedir ajuda quando necessário e oferecer apoio a quem precisa. Um bom ambiente de trabalho se constrói no coletivo, a partir de pequenas ações diárias.



A CIPA da FEC reforça que falar sobre saúde mental é um passo importante para quebrar tabus e fortalecer uma cultura de cuidado. Ninguém precisa enfrentar dificuldades sozinho. Buscar orientação e apoio é um ato de responsabilidade consigo e com o outro.
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A saúde mental é tão importante quanto e precisa ser valorizada todos os dias.
Fale com a CIPA
Se você quiser conversar, tirar dúvidas ou relatar alguma situação, entre em contato com a CIPA pelo e-mail comissao.prevencao@som osfec.org.br.
Além disso, a FEC disponibiliza um canal de denúncias sigiloso e independente em: somosfec.org.br/complian ce-denuncias/.
Cuidar da mente é cuidar da vida. E um ambiente saudável começa com respeito, escuta e acolhimento.

Por Maria Bachur (NUCAP)
Aproteção de dados pessoais é prioridade absoluta para a FEC. Atuamos em um ambiente no qual lidamos diariamente com informações sensíveis de pesquisadores, bolsistas, professores, servidores, parceiros e prestadores de serviço. Essa responsabilidade exige que implementemos práticas modernas de governança e segurança da informação.
Entre as medidas adotadas, destacam-se: controles de acesso restritos aos sistemas, adoção de senhas seguras, utilização de softwares licenciados e atualizados, e a realização de backups periódicos para garantir a integridade das informações. Além disso, a FEC adota políticas internas de compliance e auditoria independente, garantindo que nossos processos estejam sempre em conformidade com a legislação.
Outro ponto importante é a capacitação contínua das equipes. Os colaboradores recebem treinamentos sobre a LGPD, boas práticas de proteção de dados e uso responsável de sistemas, reforçando a cultura de segurança. Também investimos em soluções tecnológicas que apoiam a gestão de riscos, desde ferramentas de criptografia até sistemas de monitoramento.
Ao mesmo tempo, seguimos o princípio da minimização: coletamos apenas os dados estritamente necessários para a execução de projetos e prestamos contas com total transparência.
O objetivo não é apenas atender à lei, mas também preservar a confiança de cada pessoa que deposita seus dados em nossos sistemas.


“Os colaboradores recebem treinamentos sobre a LGPD, boas práticas de proteção de dados e uso responsável de sistemas, reforçando a cultura de segurança.
A proteção de dados, portanto, é mais do que uma obrigação legal para a FEC — é um compromisso ético e institucional. Esse cuidado fortalece nossa reputação e assegura que continuemos sendo reconhecidos como uma fundação sólida, íntegra e confiável.



Por Débora Moreira (ASCOM)
Nem sempre conseguimos viajar ou sair da cidade, mas, às vezes, tudo o que precisamos é mudar o cenário por algumas horas. Niterói conta com lugares que ajudam a desacelerar, olhar ao redor e se reconectar com a cidade. Separamos duas dicas que combinam história, natureza e aquele respiro necessário no fim de semana.
Ilha da Boa Viagem
Um clássico que muita gente ainda não conhece de perto. Desde janeiro de 2025, a Ilha da Boa Viagem está aberta à visitação livre e gratuita, sem necessidade de agendamento. Dá para caminhar, apreciar a vista da Baía de Guanabara e conhecer um pouco mais da história da cidade em um espaço que mistura patrimônio, paisagem e tranquilidade. Para quem quiser ir além, também há visitas monitoradas gratuitas, em diferentes horários ao longo do dia, uma boa oportunidade para descobrir curiosidades e detalhes que passam despercebidos em uma ida rápida.
Funcionamento: Terça a Domingo, das 10h às 17h
Endereço: Praia da Boa Viagem, s/nº – Boa Viagem






Praia do Sossego

Praia do Sossego
Praia do Sossego

Praia do Sossego
Como o nome já entrega, o clima aqui é outro. A vista do alto já vale a visita: a praia fica entre Piratininga e Camboinhas, cercada de verde e ainda longe das multidões. O acesso exige disposição, com uma escadaria que pode cansar e limita a acessibilidade, mas quem chega encontra um cenário tranquilo, ideal para desacelerar e curtir o som do mar sem pressa. Recomendamos a ida via carro particular ou de aplicativo.
Que tal encaixar um desses lugares na sua programação de fevereiro?


A Equipe mudou.
Que tal ficar por dentro dessa movimentação?

AMANDA NASCIMENTO (Celetista na GSUP)
Aniversário: 17/04
E-mail: amanda.nascimento@somosfec.org.br
Em suas horas vagas, Amanda gosta de fazer artesanato e trilha.

Saiba quem mudou de função/cargo na FEC.
Relembre quem seguiu em busca de novas oportunidades.
Auxiliar de Suprimentos Jr.


03 - Letícia Alves (NUPROJ)
05 - Manuela (NUPEC)
05 - Laís (GCONT)
17 - Aisha (GFIN)

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