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Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior da Bahia ((R RA AC CE EB B –– 11ºº SSeem meessttrree 22001166))

Data de fechamento: 21.07.2016

Superintendência de Desenvolvimento Industrial - SDI Gerência de Estudos Técnicos - GET


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DESTAQUES

Comércio Exterior do Brasil

 As exportações brasileiras caíram 4,3% no primeiro semestre de 2016.  As importações brasileiras apresentaram queda de 27,7% no mesmo período.  O saldo da balança comercial apresentou o melhor resultado para o semestre desde 1997 (+US$ 23,7 bilhões). Este fato, no entanto, deve ser relativizado com o 5º ano consecutivo de queda das exportações no período e a 3ª queda consecutiva da corrente de comércio.

 A economia brasileira pode ter chegado ao fundo poço com a normalização dos níveis de estoque e a elevada capacidade ociosa. A melhora das expectativas empresariais e o câmbio também são fatores de impulso para a economia. No entanto, para que o aparente processo de recuperação não seja abortado, é preciso manter o câmbio em um patamar condizente com a realidade da economia.

Comércio Exterior da Bahia

 As exportações baianas, no primeiro semestre de 2016, totalizaram US$ 3,4 bilhões, com queda de 3,1%.

 As importações baianas alcançaram US$ 3,09 bilhões, com queda de 32,9%.  A queda das exportações baianas resultou principalmente das menores vendas externas de celulose (pasta e solúvel), óleo combustível e soja (grãos), cujas quedas acumularam redução de US$ 402,4 milhões em receitas de exportações. Já a acentuada redução das importações (-US$ 1,5 bilhão) pode ser creditado 2


R Reellaattóórriioo ddee A Accoom mppaannhhaam meennttoo ddoo C Coom méérrcciioo EExxtteerriioorr ddaa B Baahhiiaa –– R RA AC CEEB B –– JJuullhhoo//22001166 principalmente às menores compras de GNL; nafta petroquímica; automóveis e sulfetos de cobre.

1. Desempenho do Comércio Exterior Brasileiro (Janeiro a Junho de 2016)

O comércio exterior brasileiro teve desempenho negativo no primeiro semestre de 2016. Pelo lado das exportações, houve queda em praticamente todas as categorias de fator agregado, com destaque para a redução de produtos básicos (-6,4%), decorrente de menores exportações de petróleo bruto, minério de ferro, café, trigo, dentre outros. A queda dos preços dos principais produtos exportados foi o fator de maior influência no resultado negativo do período. Do lado das importações, a forte retração do mercado doméstico (refletido no menor quantum importado) e a queda dos preços foram as causas da retração no período. Em consequência das variações negativas, a corrente de comércio brasileira apresentou queda de 15,9%, mas o saldo da balança comercial ficou positivo em US$ 23,7 bilhões (por conta da maior queda das importações). A tabela abaixo resume o desempenho do comércio exterior brasileiro no período analisado. Comércio Exterior do Brasil Em US$ milhões fob

Var.(%)

Jan - Jun 2015 (a) Jan - Jun 2016 (b)

(b/a)

1. Exportações

94.329,1

90.252,8

-4,3

2. Importações

92.101,0

66.600,8

-27,7

2.228,2

23.652,0

961,5

186.430,1

156.853,6

-15,9

3. Balança Comercial (1-2) 4. Corrente de Comércio (1+2) Fonte: SECEX ; elaboração FIEB/ SDI

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R Reellaattóórriioo ddee A Accoom mppaannhhaam meennttoo ddoo C Coom méérrcciioo EExxtteerriioorr ddaa B Baahhiiaa –– R RA AC CEEB B –– JJuullhhoo//22001166 O saldo da balança comercial apresentou o melhor resultado para o semestre desde 1997 (+US$ 23,7 bilhões). Este fato, no entanto, deve ser relativizado com o 5º ano consecutivo de queda das exportações no período e a 3ª queda consecutiva da corrente de comércio. A crise da economia brasileira é apontada como responsável pelo elevado superávit da balança comercial, causado pela forte queda das importações no período. Verifica-se em todas as categorias por fator agregado reduções do valor importado, desde produtos básicos até industrializados. Do ponto de vista setorial, a principal explicação para a queda das importações é a redução da produção industrial no ano. De acordo com dados do MDIC, agrupados por Grandes Categorias Econômicas, as importações de Bens de Capital e Bens Intermediários (itens destinados principalmente à indústria) apresentaram queda de US$ 16 bilhões no primeiro semestre deste ano em comparação a igual período do ano anterior, equivalente a quase 2/3 do saldo negativo do total das importações (-US$ 25,5 bilhões). Dentre os itens, insumos industriais elaborados foram responsáveis por queda de US$ 8,6 bilhões, o que representa mais 1/3 da redução das importações no período analisado (a conta de combustíveis e lubrificantes vem em seguida com queda de US$ 3,9 bilhões). Do lado da produção, de acordo com a pesquisa a PIM-PF/IBGE, com dados até maio/2016, a indústria brasileira apresenta queda de 9,2% na produção física neste ano e de 10% no acumulado de 12 meses. Esse processo de retração vem se arrastando desde 2014 e já acumula queda de cerca de 22%. De acordo com a Funcex (também com dados até maio/2016), o quantum importado apresenta variação negativa de 21,7% nos primeiros cinco meses deste ano, em comparação com igual período do ano anterior, contra retração de 10,8% dos preços dos produtos importados. Com base nesses números, analistas acreditam que a economia brasileira pode ter chegado ao fundo poço. Em recente artigo (Valor, 12/6), o Prof. Nakano levanta a hipótese de reversão do ciclo econômico com a atual normalização dos níveis de estoque. Por outro lado, a queda da produção e do emprego gerou uma elevada 4


R Reellaattóórriioo ddee A Accoom mppaannhhaam meennttoo ddoo C Coom méérrcciioo EExxtteerriioorr ddaa B Baahhiiaa –– R RA AC CEEB B –– JJuullhhoo//22001166 capacidade ociosa, que por si só é um ponto de partida para um novo ciclo econômico virtuoso. Além do ajustamento dos estoques e da elevada capacidade ociosa, há dois outros aspectos importantes destacados por Nakano: a melhora das expectativas empresariais e o câmbio. As expectativas melhoram com o arrefecimento da crise política e com a visão da possibilidade de um novo ciclo. As flutuações do câmbio, no entanto, são mais complexas e duvidosas. Para Nakano, a enorme instabilidade e a tendência à sobrevalorização da taxa de câmbio nos últimos anos trouxeram enormes prejuízos à indústria nacional. No início deste ano, porém, a taxa de câmbio atingiu um nível que recompunha a competitividade e se tornou, via aumento das exportações, impulso para a recuperação da indústria (o câmbio nominal médio em janeiro de 2016 foi de R$/US$ 4,05). Infelizmente o regime cambial continua o mesmo (com tendência de valorização, impulsionado pelas altas taxas de juros) e o câmbio já dá sinais de retorno ao patamar de sobrevalorização, alcançando média em junho/2016 de R$/US$ 3,42. É importante salientar que, no atual contexto de alta de inflação, a valorização do câmbio real é ainda maior. As recomendações do Prof. Nakano são de que o Governo mude a política cambial para adequá-la ao estágio de desenvolvimento da indústria nacional, em vez flutuar com a instabilidade causada pela especulação financeira. Embora não seja uma tarefa fácil, é preciso que a taxa de juros seja reduzida e que se desvincule o câmbio do processo de controle da inflação, onde acaba servindo com uma âncora inflacionária. Em tempo, na reunião de 20/07/2016, o Copom manteve inalterada a taxa de juros em 14,25% ao ano (maior taxa real de juros do mundo). Projeções: As novas projeções do FMI (World Economic Outlook, julho/2016) mostram baixo crescimento da economia mundial e das transações do comércio internacional. Para o PIB mundial, é projetado crescimento de 3,1% neste ano, aumentando em 2017 para 3,4%. Em termos do comércio internacional de bens e serviços, o FMI projeta alta de 2,7% em 2016 e 3,9% em 2017.

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R Reellaattóórriioo ddee A Accoom mppaannhhaam meennttoo ddoo C Coom méérrcciioo EExxtteerriioorr ddaa B Baahhiiaa –– R RA AC CEEB B –– JJuullhhoo//22001166 Quanto ao comércio exterior brasileiro em 2016, as projeções do Banco Central (15/07/2016) indicam que as exportações vão apresentar crescimento em 2016 (1,5%), alcançando o montante da ordem de US$ 194 bilhões. Já as importações devem alcançar o patamar de US$ 140,2 bilhões (-18,2%). Em consequência, o saldo da balança comercial deverá ser positivo em US$ 53,8 bilhões.

2. Desempenho do Comércio Exterior Baiano (Janeiro a Junho de 2016)

A queda de 3,1% das exportações baianas foi oriunda, principalmente, das menores vendas externas de celulose (pasta e solúvel), óleo combustível, propeno e soja (grãos e bagaço), que acumularam uma redução de U$$ 110,4 milhões em receitas com exportações. A acentuada queda das importações baianas em cerca de US$1,5 bilhão (-32,9%), decorreu, principalmente, dos itens gás natural liquefeito, automóveis, naftas para petroquímica e sulfetos de minérios de cobre e seus concentrados.

Comércio Exterior da Bahia Valor (em US$ milhões)

Var. (%)

Jan - Jun 2015 (a) Jan - Jun 2016 (b)

(b/a)

1. Exportações

3.527,3

3.416,9

-3,1

2. Importações

4.612,4

3.093,5

-32,9

-1.085,1

323,4

N/A

8.139,7

6.510,4

-20,0

3. Balança Comercial (1-2) 4. Corrente de Comércio (1+2) Fonte: SECEX; elaboração FIEB/ SDI

A participação das exportações baianas alcançou 3,8% do valor total das exportações brasileiras e as importações alcançaram 4,6% do total importado pelo Brasil, no 6


R Reellaattóórriioo ddee A Accoom mppaannhhaam meennttoo ddoo C Coom méérrcciioo EExxtteerriioorr ddaa B Baahhiiaa –– R RA AC CEEB B –– JJuullhhoo//22001166 primeiro semestre de 2016. A Bahia foi responsável por 55,8% do valor total exportado pela Região Nordeste e por 33,5% das importações da região no mesmo período.

Exportações Baianas A celulose (em pasta e solúvel) foi o principal produto exportado pela Bahia no primeiro semestre de 2016, com US$ 536,4 milhões. Em seguida, destacaram-se a soja (grão e bagaço, US$ 460 milhões), cátodos de cobre (US$ 356, 7 milhões) e automóveis (US$ 211,5 milhões). A redução de US$ 110,4 milhões das vendas externas baianas, no primeiro semestre de 2016, em comparação com igual período de 2015, resultou principalmente das menores vendas de celulose (-US$ 120,6 milhões), óleo combustível (-US$ 85,4 milhões), propeno (-US$ 56,4 milhões), minérios de níquel (-US$ 44 milhões) e soja (-US$ 40,4 milhões). Em sentido contrário, apresentaram crescimento expressivo das exportações de cátodos de cobre, bulhão dourado (ouro), algodão não cardado e polietileno linear. A análise das exportações baianas reflete o predomínio de negócios capital-intensivos, a exemplo de refino, petroquímica, automóveis, celulose e papel, e metalurgia básica, produtores de importantes bens tradable . O gráfico a seguir mostra que as cinco principais seções NCM foram responsáveis por 64,1% do valor total das exportações baianas no primeiro semestre de 2016.

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Destaques Seções:

Celulose e Papel e suas Obras (-17,52%): redução das vendas de celulose solúvel e de madeira não conífera (pasta) e papel kraft (sem fibra).

Metais Comuns e suas Obras (+30,18%): crescimento dos embarques de cátodos, ferrosilício e outras ligas de ferro-cromo.

Produtos das Indústrias Químicas (-16,42%): redução dos embarques de diversos produtos, com destaque para: propeno, acrilonitrilina, metiloxirano (óxido de propileno), ácido

fosfonometiliminodiacético/ácido

trimetilfosfônico

e

outros

hidrocarbonetos

acíclicos não saturados. Em sentido contrário, foram registradas maiores vendas externas de ácido acrílico, amoníaco anidro e buta-1, 3-dieno não saturado.

Produtos do Reino Vegetal (-16,89%): queda acentuada dos embarques de soja, café não torrado e milho em grão contrabalançadas parcialmente pelas maiores vendas de limões e cravo da índia.

Produtos das Indústrias Alimentares, Bebidas e Fumo (+11,9%): aumento das vendas de manteiga de cacau, farelo de soja e cacau em pó.

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R Reellaattóórriioo ddee A Accoom mppaannhhaam meennttoo ddoo C Coom méérrcciioo EExxtteerriioorr ddaa B Baahhiiaa –– R RA AC CEEB B –– JJuullhhoo//22001166 As exportações baianas também são concentradas em poucos países. O gráfico a seguir mostra que os cinco principais países de destino foram responsáveis por 62% do valor total das exportações baianas no primeiro semestre de 2016.

Destaques Países de Destino: China (-1,6%): cátodos de cobre, celulose, soja, minérios de níquel foram os principais produtos exportados para este mercado (92,2%). A redução das exportações para o mercado chinês foi causada por menores embarques de soja, mates de cobre, minérios de níquel e outros polietilenos. Contrabalanceando esta queda, o aumento nas exportações de cátodos amenizou esse cenário no primeiro semestre de 2016. Estados Unidos (+23,5%): pneus, manteiga de cacau, outros éteres acíclicos, ferro silício (exportações inéditas) e outras gasolinas foram os principais produtos exportados para esse mercado (49,6% do total). Argentina (-1,3%): automóveis, manteiga de cacau, fios de cobre, cacau em pó e pasta de cacau foram os principais produtos exportados para este mercado (65,8%). A redução das exportações foi causada, principalmente, pela queda nas vendas de fio de cobre e metiloxirano. 9


R Reellaattóórriioo ddee A Accoom mppaannhhaam meennttoo ddoo C Coom méérrcciioo EExxtteerriioorr ddaa B Baahhiiaa –– R RA AC CEEB B –– JJuullhhoo//22001166 Holanda (-21,4%): os principais produtos exportados para este mercado foram celulose, soja (grão e bagaço), tubos de plástico, óleo combustível e magnésia calcinada (62,9%). O resultado negativo é explicado pela queda das exportações de bagaços de soja, óleo combustível, éteres acíclicos e celulose. Alemanha (+1,9%): os principais produtos exportados para este mercado foram soja (grãos e bagaço), manteiga de cacau, cera, celulose em pasta e café e couros (92,2%). O aumento das exportações só não foi maior devido à queda das exportações de farelo de soja.

Importações Baianas Os produtos nafta petroquímica, gás natural liquefeito (GNL), sulfetos de minério de cobre, automóveis e cacau foram responsáveis por 51,1% das importações baianas no primeiro semestre de 2016. A queda de US$ 1,5 bilhão das importações baianas, na comparação entre o primeiro semestre de 2016 e igual período de 2015, pode ser creditada principalmente à redução nas compras de gás natural liquefeito (GNL), cujas importações caíram US$ 378,3 milhões; nafta petroquímica (-US$ 233,4 milhões); automóveis (-US$ 106,4 milhões) e sulfetos de cobre (-US$ 103,3 milhões). Outros produtos que apresentaram queda foram: óleos brutos de petróleo, cátodos de cobre, partes de motores/geradores/grupos eletrogeradores e grupos eletrogêneros (não houve importação no primeiro semestre de 2016 para este item). Em sentido contrário, o cacau apresentou um crescimento de US$ 113 milhões das importações, o que o levou a ocupar a 5ª posição dos produtos mais importados pela Bahia.

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Destaques Produtos Importados: Nafta (-28,3%): as importações somaram US$ 590,6 milhões no primeiro semestre de 2016, oriundas da Argélia, Estados Unidos, México, Espanha, Angola, Venezuela e Congo. GNL (-51,6%): as importações somaram US$ 355,3 milhões e foram oriundas do Catar, Nigéria, Guiné Equatorial, Noruega e Trinidad e Tobago. Sulfetos de minério de cobre (-23,4%): as importações somaram US$ 337,9 milhões, no primeiro semestre de 2016, e foram provenientes do Chile e Peru. Automóveis de passageiros (-58%): as importações totalizaram US$ 151,9 milhões (contra US$ 361,5 milhões do período anterior), procedentes principalmente da Argentina e México (96%). Cacau (+3,4%): as importações totalizaram US$ 146,1 milhões oriundas exclusivamente de Gana.

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Destaques Países de Origem: Argélia (-34,6%): basicamente nafta petroquímica. Argentina (-36,8%): principalmente importação de automóveis (77%). Outros produtos relevantes: trigo, malte e fios de alta tenacidade. Estados Unidos (-8,1%): diversos produtos, com destaque para nafta petroquímica (30,6%), fósforo branco, óleo diesel, álcool etílico, polietileno linear, trigo, dentre outros. Chile (-16,1%): sulfetos de minério de cobre (77,2%), cobre não refinado, outros cloretos de potássio, outros adubos/fertilizantes, etc. China (-25,5%): células solares em módulos ou painéis e partes de outros motores/geradores/grupos eletrogeradores, outros motores elétricos, fritadoras eletrotérmicas, dentro outros.

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O Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior da Bahia (RACEB) é uma publicação trimestral da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), produzido pela Superintendência de Desenvolvimento Industrial (SDI). Presidente:

Antônio Ricardo Alvarez Alban

Diretor Executivo:

Vladson Bahia Menezes

Superintendente:

Marcus Emerson Verhine

Equipe Técnica:

Ricardo Menezes Kawabe

(Mestre em Administração Pública pela UFBA)

Carlos Danilo Peres Almeida

(Mestre em Economia pela UFBA)

Ana Paula Silveira Almeida

(Graduada em Economia pela UFBA)

Críticas e sugestões serão bem recebidas. Endereço Internet: http://www.fieb.org.br E-mail: sdi@fieb.org.br Reprodução permitida, desde que citada a fonte.

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Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior da Bahia - RACEB  

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