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RELATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE 2014 Sistema FIEB - Federação das Indústrias do Estado da Bahia

MATERIAL PRODUZIDO COM PAPEL REFLORESTADO


RELATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE 2014

Salvador - Bahia 2015


FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DA BAHIA – FIEB PRESIDENTE

Antonio Ricardo Alvarez Alban

COORDENADOR DO CONSELHO TEMÁTICO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL – CORES Marconi Andraos Oliveira

DIRETOR EXECUTIVO

Vladson Bahia Menezes

SUPERINTENDENTE DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL Marcus Emerson Verhine

GERÊNCIA DE MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL Arlinda Coelho Gerente

COORDENAÇÃO TÉCNICA DO PROJETO GESTÃO SUSTENTÁVEL Márcia Fonseca de Mariz Coordenadora

Elizangela Chagas de Cerqueira Vanessa Maria de Souza Apoio técnico

APOIO NA COLETA DE INFORMAÇÕES: Ailton de Araújo Horta (Superintendência de Engenharia), Albérico Carlos Morais de Amorim (Gerência de Suprimentos), Andréa Barreto Teles Fonseca (Gerência de Recursos Humanos), Bianca de Goes Medrado e Costa (Conselhos Temáticos), Cleber Laudelino Leal Borges (Gerência de Comunicação Institucional), Danusa Costa Lima e Silva (Gerência Jurídica), Diana de Santana Santos (Gerência de Relações Sindicais), Elizangela Chagas de Cerqueira (GMARS), Euridice Boa Morte Costa (Núcleo de Desenvolvimento Estratégico SENAI), Fabiana Silva Ramos Abud (Gerência de Planejamento e Orçamento), Fernanda Leal (Assessoria da Qualidade Suporte à Gestão SESI), Frederico Bandeira Caria de Almeida (GMARS), Gildasio Alonso Nery (Gerência de Serviços administrativos), Graziela Cristina Serrão Santana (Gerência de Serviços administrativos), Jailton Dias dos Santos (Gerência de Recursos Humanos), Jilmara dos Santos Silva (Gerência de Recursos Humanos), Joina Maria Pereira Pimenta (Gerência de Recursos Humanos), Juscelino dos Santos Alves (Gerência de Controladoria), Larissa Vaz de Carvalho (SENAI GSG), Lídice Miranda Santos (SESI – Gerência de Qualidade), Luiz Ângelo de Lima Moreira (Gerência de Serviços administrativos), Marcelo Bastos Martins (Núcleo de Desenvolvimento Estratégico SESI), Nádia Alencar de Oliveira Barbosa (Núcleo Estratégico SESI - NES), Natalício dos Santos (Gerência de Serviços administrativos), Neirane Brito de Souza Egidio (Gerência de Recursos Humanos), Patrícia Carneiro Santos Moreira (Gerência de Comunicação Institucional), Pedro Luiz Sarmento de Cerqueira Lima (Gerência de Recursos Humanos), Priscila de Jesus Sales (Gerência de Serviços administrativos), Priscila de Sousa Santana (Gerência de Relações Sindicais), Ricardo Menezes Kawabe (Gerência de Estudos Técnicos), Uberlando Santos Lima (GMARS), Vanessa Bernardo da Silva Cezimbra (Gerência de Recursos Humanos), Vanessa Maria de Souza (GMARS), Vinicius Amorim Ferreira de Souza (Gerência de Suprimentos).


© 2015 Sistema FIEB. É autorizada a reprodução total ou parcial desta publicação, desde que citada a fonte. Publicação em versão eletrônica disponível para download em: < http://www.fieb.org.br/meio_ambiente_responsabilidade_social/>.

COORDENAÇÃO EDITORIAL Gerência de Comunicação Institucional - GCI

PRODUÇÃO DE CONTEÚDO, REDAÇÃO, CONSULTORIA GRI, PROJETO GRÁFICO E DIAGRAMAÇÃO Marcelo Abrantes Linguitte Tiago Sodré Terra Mater Empreendimentos Sustentáveis

NORMALIZAÇÃO Biblioteca Sede/ Sistema FIEB biblioteca@fieb.org.br Suzana Ramos Ferreira

FICHA CATALOGRÁFICA - BIBLIOTECA SEDE DO SISTEMA FIEB

333.7 S622r Sistema FIEB. Superintendência de Desenvolvimento Industrial. Relatórios de Sustentabilidade/ Salvador: Sistema FIEB, 2015. 64 p 1. Sustentabilidade 2. FIEB 3. SENAI 4. SESI 5. IEL 6. CIEB I. Título. II. Gerência do Meio Ambiente e Responsabilidade Social.

Sistema FIEB SDI/Gerência de Meio Ambiente e Responsabilidade Social Rua Edístio Pondé, 342 (Stiep) Salvador/BA CEP: 41770-395 Telefone: (71) 3343-1419 Homepage: www.fieb.org.br E-mail: marciafm@fieb.org.br


SOBRE ESTE RELATÓRIO SOBRE ESTE RELATÓRIO

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MATRIZ DE MATERIALIDADE

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MENSAGEM DO PRESIDENTE MENSAGEM DO PRESIDENTE

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O QUE É O SISTEMA FIEB MISSÃO, VISÃO E VALORES

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NOSSA HISTÓRIA

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AS ENTIDADES DO SISTEMA FIEB

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MAPA DE DISTRIBUIÇÃO DAS ENTIDADES DO SISTEMA FIEB

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GOVERNANÇA PARA A SUSTENTABILIDADE AS ESTRATÉGIAS E A GOVERNANÇA DO SISTEMA FIEB

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TENDÊNCIAS, OPORTUNIDADES E RISCOS

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ANÁLISE ESTRATÉGICA

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LINHAS ESTRATÉGICAS

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GESTÃO DA SUSTENTABILIDADE

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CONSELHOS TEMÁTICOS

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TRANSPARÊNCIA E ENGAJAMENTO DE PARTES INTERESSADAS

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CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA

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FORMAS DE DIÁLOGO EM ENGAJAMENTO

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DESTAQUES DE NOSSA ATUAÇÃO DESTAQUES FINANCEIROS

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DESTAQUES OPERACIONAIS

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SISTEMA FIEB: CONEXÕES PARA A SUSTENTABILIDADE RELAÇÕES RESPONSÁVEIS

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COLABORADORES

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SINDICATOS PATRONAIS FILIADOS

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MEIO AMBIENTE

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VOCÊ SABIA QUE?

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CLIENTES

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GOVERNO

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FORNECEDORES

47

COMUNIDADES

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O SISTEMA FIEB ESTÁ ATENTO AOS SEUS IMPACTOS

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INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

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ÍNDICE REMISSIVO GRI ÍNDICE REMISSIVO GRI

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SOBRE ESTE RELATÓRIO


SOBRE ESTE RELATÓRIO

SOBRE ESTE RELATÓRIO

(G4-18, G4-22, G4-23, G4-28, G4-29, G4-30, G4-31, G4-32, G4-33, G4-48) 2 O segundo Relatório de Sustentabilidade do Sistema FIEB tem o desafio de contribuir para a consolidação do tema na organização, demonstrando os avanços obtidos, desde a publicação da primeira edição, de 2012. A metodologia adotada nesta versão tomou como base as diretrizes da versão G4 – Global Reporting Initiative – GRI, a qual motiva as organizações a fortalecerem o relato, a partir da identificação dos temas relevantes para cada um de seus públicos de relacionamento (materialidade) e como resultado (e não objetivo final) de um processo de reflexão interna com foco na melhoria da gestão sustentável do Sistema.

2012

2013

Este Relatório foi elaborado seguindo a opção Essencial das Diretrizes GRI-G4, com a inclusão de públicos de interesses, contexto da sustentabilidade, materialidade e completude. Nas páginas seguintes, cada um desses aspectos será descrito em detalhes. Visando oferecer clareza e objetividade no acesso às informações e conferir maior dinamismo à leitura deste Relatório, a linguagem adotada é baseada em infográficos, utilizando-se textos, quando necessários, de maneira a proporcionar uma explicação melhor dos elementos gráficos.

2014

2015

Finalização e lançamento do Relatório de Sustentabilidade, metodologia GRI-G4

A periodicidade prevista de lançamentos dos relatórios é bianual. 7


SOBRE ESTE RELATÓRIO

MATRIZ DE MATERIALIDADE (G4-19, G4-20, G4-21, G4-24, G4-25, G4-27)

Seguindo as melhores práticas em Relatórios de Sustentabilidade, o Sistema FIEB aplicou um teste de materialidade junto a seus públicos de interesse, os quais foram definidos tomando-se por base a relação já utilizada na primeira edição do Relatório de Sustentabilidade. Esse teste ajudou o Sistema em duas frentes: (1) identificar quais são os temas materiais, ou prioritários para seus públicos de interesse, permitindo dar maior visibilidade a eles; e (2)subsidiar o planejamento da

entidade como meio de fortalecer sua ação sustentável. Participaram do teste mais de 170 pessoas, que indicaram os aspectos que consideravam mais relevantes entre um conjunto de 76 temas, previamente definidos e baseados no teste realizado no Relatório 2012. A distribuição dos participantes do teste está indicada na tabela abaixo. No gráfico ao lado, apresentamos a plotagem dos temas mais relevantes na matriz de materialidade.

DISTRIBUIÇÃO DOS PARTICIPANTES NO TESTE CONFORME SEU PERFIL

37, 8 % 15, 1 % 15, 7 % 1, 2 % 17,4 % 4, 7 % 1, 2 % 1, 7 % 1, 2 % 1, 7 % 2, 3 %

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TEMAS CONSIDERADOS MUITO RELEVANTES E RELEVANTES NO TESTE DE MATERIALIDADE Atividades relacionadas à inovação industrial. Atividades de apoio ao desenvolvimento local.

Compromisso com a sustentabilidade.

Ações que o Sistema FIEB tem empreendido para incorporar o conceito de desenvolvimento sustentável em sua gestão.

Fomento de inovação, tecnologia e conhecimento.

Gestão de resíduos. Projetos de Responsabilidade Socioambiental. Eficiência energética.

Medidas compensatórias e mitigadoras existentes, em qualquer dos âmbitos da sustentabilidade (Social, Ambiental e Econômica). Gestão de Recursos Hídricos. Gestão de seus impactos socioambientais. Programas relacionados à redução e otimização do consumo de insumos naturais (incluindo energias). Projetos focados no estímulo à geração de empregos e renda.

Desenvolvimento de fornecedores locais. Penalidades sofridas por diferentes causas.

Preservação da biodiversidade.

Locais no estado onde o Sistema FIEB está atuando e o que está desenvolvendo.

MUITO RELEVANTE

RELEVANTE 9


MENSAGEM DO PRESIDENTE


MENSAGEM DO PRESIDENTE

CONSTRUINDO O FUTURO (G4-1)

Um caminho para fortalecer a competitividade da indústria baiana é agregar o valor da sustentabilidade ao negócio. Essa estratégia possibilita melhorias no processo e produto, de forma inovadora, transformando entraves em novas oportunidades que contemplem os aspectos econômicos, ambientais e sociais, vinculados ao negócio.

de maneira gradativa rumo à sustentabilidade, desenvolvendo algumas ações, dentre as quais: implementação do Programa Gestão Sustentável FIEB visando o uso racional de água, energia e outros materiais; regularização das unidades operacionais (SENAI, SESI e IEL) passíveis de licenciamento ambiental.

A FIEB entende que é importante fomentar práticas socioambientalmente responsáveis, pois, além de contribuírem para a melhoria de imagem, trazem reais benefícios econômicos. Uma empresa que adota práticas de gestão e tecnologias mais limpas pode reduzir custos, aumentando sua competitividade.

Estamos atentos à observância de normas internacionalmente reconhecidas e como essas estão ligadas à estratégia e ao sucesso da empresa, no longo prazo. Reafirmamos a relevância da sustentabilidade para a organização, quando aprovamos o Projeto de Implantação da Gestão Ambiental, baseado na Norma Internacional ISO 14001, que deverá subsidiar a definição das estratégias de curto, médio e longo prazos, particularmente com foco na gestão de impactos econômicos, ambientais e sociais significativos, decorrentes de nossas atividades.

Como forma de incentivo e valorização das iniciativas empresariais, desenvolvemos e divulgamos no nosso Portal FIEB, um Banco de Práticas Sustentáveis, adotadas pelas empresas baianas. Realizamos, também, fóruns técnicos com o objetivo de discutir temas emblemáticos e premiar as iniciativas sustentáveis que mais se destacam. Estamos estruturando ainda o Portal Virtual Bancos Sociais, uma iniciativa que visa, por meio de uma interação com organizações de terceiro setor e empresas, transformar excedentes da indústria em produtos que podem atender às necessidades de pessoas/comunidades carentes, além de apoiar ações de voluntariado de maneira geral. No âmbito da organização, estamos avançando

Consideramos o processo de construção deste Relatório de Sustentabilidade FIEB, na sua segunda edição, de suma importância para nossa organização, pois nos permite avaliar o desempenho da organização à luz das diretrizes do GRI-Global Reporting Initiative, sinalizando pontos de melhorias que deverão ser priorizados no Planejamento Estratégico, de maneira a contribuir para fortalecer a Gestão Sustentável na FIEB e junto às empresas baianas que estão vinculadas à nossa Federação. ANTONIO RICARDO ALVAREZ ALBAN

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O QUE É O SISTEMA FIEB

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O QUE É O SISTEMA FIEB

MISSÃO, VISÃO E VALORES

(G4-42)

MISSÃO Representar a indústria da Bahia, promover e apoiar ações para melhoria da sua competitividade e responsabilidade social, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do estado.

FOCO NO CLIENTE O êxito dos clientes do Sistema FIEB e sua fidelização aos seus produtos e serviços estarão assegurados pela constante prospecção das suas necessidades.

VISÃO VALORES

Ser referência na promoção da competitividade da indústria do estado da Bahia.

TRANSPARÊNCIA Transparência das inter-relações com clientes, força de trabalho, mantenedores, fornecedores e sociedade. ÉTICA A prática de todas as ações estará sempre fundamentada em valores morais e na transparência das inter-relações com clientes, força de trabalho, mantenedores, fornecedores e sociedade. RESPONSABILIDADE SOCIAL O Sistema FIEB assume responsabilidades com a sociedade e o meio ambiente no qual está inserido. A responsabilidade socioambiental representa o compromisso contínuo na promoção da sustentabilidade das partes sociais envolvidas.

INOVAÇÃO A inovação, como um processo estratégico de reinvenção contínua do próprio negócio e de criação de novos conceitos de negócio, é uma prática imprescindível para que o Sistema FIEB oferte soluções modernas, em suas diversas áreas de atuação, voltadas para o aumento da competitividade e da capacitação de seus clientes.

VALORIZAÇÃO DAS PESSOAS A busca e promoção incessante de efetiva participação sinérgica no processo de gestão visam resgatar as necessidades de autorrealização da força de trabalho. O Sistema FIEB reconhecerá, por meio de critérios claros e justos, o desempenho e comprometimento dos seus colaboradores.

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O QUE É O SISTEMA FIEB

OS FATOS E DADOS QUE NOS MARCARAM AO LONGO DE NOSSA HISTORIA. (G4-42)

1945

Fundação do SENAI – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial na Bahia.

1967

Fundação do complexo industrial, Centro Industrial de Aratu (CIA).

1971

Criação do Comitê de Camaçari, visando avaliar as potencialidades daquela região. 1977

1969

1948

Fundação da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) e do Serviço Social da Indústria (SESI). O SENAI foi incorporado à FIEB nesse ano.

1980

Assinatura de convênio entre o IEL e o Centro Industrial de Aratu (CIA), para mobilizar programas de estágio. 1987

Criação IEL/BA- Instituto Euvaldo Lodi.

Finalização das obras do SESI Itapagipe, Salvador, que incluíram ginásio coberto, piscinas semiolímpicas, campo de futebol, quadras polivalentes, etc.

A FIEB lidera negociações sobre crise energética no Nordeste e assina convênio com a Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia para beneficiar as indústrias.

1993

Lançamento da primeira edição da Revista Bahia Indústria. 1995

Início do projeto Ação Global.

1996

Inauguração do 1º Centro de Tecnologia Industrial Pedro Ribeiro (SENAI CETIND).

1978

1998

Início das operações do Polo Petroquímico de Camaçari.

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Criação da Rede de Tecnologia da Bahia (IEL-RETEC).


O QUE É O SISTEMA FIEB

2004

2013 2008

2010

2002

Criação do Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia (SENAI CIMATEC). 2003

Programa de Educação do Trabalhador do SESI foi premiado pela ONU como um dos 116 melhores projetos do mundo na área. Também neste ano, a unidade é premiada na 12ª edição do Prêmio Nacional de Qualidade pelos serviços prestados à sociedade.

Inauguração da unidade do SESI Lucaia para atendimento nas áreas de saúde e segurança no trabalho.

2007

Criação do Núcleo de Propriedade Intelectual e Inovação Tecnológica, pelo SENAI.

O SESI torna-se colaborador da OMS em reconhecimento pelos serviços desenvolvidos nas áreas de saúde e segurança do trabalho ao longo de seus 60 anos de atuação. Inauguração do Centro Multimeios do SESI para promover a socialização do conhecimento e a inclusão digital. 2009

Lançamento da área de atuação em Responsabilidade Social Empresarial do SESI.

Implementação do Projeto Vira-Vida pelo SESI, que promove a elevação da autoestima, e da escolaridade de adolescentes e jovens em situação de risco social.

Lançamento do primeiro Relatório de Sustentabilidade do Sistema FIEB.

2014

2011

Criação da Gerência de Desenvolvimento Sustentável Corporativa. Lançamento do documento Política Industrial da Bahia – Estratégias e Proposições, desenvolvido no âmbito do Projeto Aliança (parceria com o Governo do Estado da Bahia, Petrobras e FIEB, sob coordenação do IEL-BA). Criado Fórum de Inovação da Bahia pela FIEB.

O Financial Times cita SENAI CIMATEC como referência ao abordar avanços tecnológicos do Brasil.

2012

Os primeiros 34 diplomas dos Cursos de Formação Inicial do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) no Brasil foram entregues pelo SENAI/BA.

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O QUE É O SISTEMA FIEB

AS ENTIDADES DO SISTEMA FIEB (G4-3, G4-4, G4-8, G4-9)

FIEB – FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DA BAHIA O que é? Órgão de representação institucional do Sistema FIEB, garantindo e incentivando a atuação integrada de todas as entidades que fazem parte do Sistema. É uma das 27 Federações que fazem parte do Sistema Indústria, coordenado pela Confederação Nacional da Indústria CNI, instituição máxima de organização do setor industrial brasileiro. O que faz? (i) articula a indústria com outros segmentos da sociedade; (ii) participa ativamente da política industrial no Estado; (iii) provém e apoia a indústria baiana com ações de suporte a negócios; (iv) promove ações integradas para o crescimento, modernização e melhoria da competitividade da indústria baiana. Estrutura: Sede. Colaboradores: 169 Tipo e Natureza Jurídica: Associação sindical de grau superior sem fins lucrativos.

Sede: Rua Edistio Pondé, 342 – Stiep CEP 41770-395 - Salvador/Bahia.

Estrutura regional: 34 unidades de serviço em todo o estado. 13 agências ou postos de serviço em todo o Estado. Colaboradores: 3.280

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O QUE É O SISTEMA FIEB

SESI – BAHIA – SERVIÇO SOCIAL DA INDÚSTRIA

SENAI – BAHIA – SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL

O que é? Entidade focada na oferta de soluções em saúde, educação, lazer e responsabilidade social. O que faz? (i) promove a qualidade de vida do trabalhador e de seus dependentes, com foco em educação, saúde e lazer; (ii) estimula a gestão socialmente responsável da empresa industrial baiana.

O que é? Entidade focada no desenvolvimento educacional e tecnológico das empresas industriais e de seus colaboradores. O que faz? (i) promove a educação profissional do trabalhador da indústria; (ii) fortalece a capacidade técnico-tecnológica das indústrias baianas; (iii) disponibiliza pesquisas e fomenta à inovação.

Estrutura: Sede + 14 unidades de serviço1 (Candeias, Simões Filhos, Feira de Santana, Itapagipe, Lucaia, Piatã, Retiro, Rio Vermelho, Valença; Norte – Juazeiro’; Oeste – Barreiras e Luis Eduardo Magalhães; Sudoeste –Vitória da Conquista; Sul – Ilhéus) + 02 postos (Jequié e Eunapólis) Colaboradores: 1.222. Tipo e Natureza Jurídica: Instituição de direito privado sem fins lucrativos.

Estrutura: Sede + 13 unidades regionais (CIMATEC, CETIND, Dendezeiros, Camaçari, Alagoinhas, Feira de Santana, Ilhéus, Lapinha, Barreiras, Luis Eduardo, Vitória da Conquista, Juazeiro, Recôncavo) + 05 Centros de Formação – CFP (Jequié, Itabuna, Simões Filho, Ited (Núcleo de Inovação e Tecnologias Educacionais), Teixeira de Freitas). Colaboradores: 1.817. Tipo e Natureza Jurídica: Associação de direito privado sem fins lucrativos.

CIEB – CENTRO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DA BAHIA

IEL – BAHIA - INSTITUTO EUVALDO LODI

O que é? Entidade que congrega as empresas industriais do Estado da Bahia para a defesa de seus interesses, contribuindo com o aumento de sua competitividade. O que faz? (i) representa o Sistema FIEB no seu processo de interiorização e articulação com as instituições parceiras no atendimento das demandas das suas associadas; (ii) promove o intercâmbio entre o Sistema FIEB, sindicatos patronais e demais entidades representativas do empresariado em todo o estado da Bahia e os poderes públicos.

O que é? Entidade que promove a interação entre o sistema educacional da Bahia e empresas do estado, com foco no aumento de sua competitividade. O que faz? (i) auxilia as empresas na atração, retenção e capacitação de talentos; (ii) aprimora práticas de gestão e processos de inovação e ecoeficiência; (iii) oferece serviço para qualificação de fornecedores e assessoria em gestão de negócios.

Estrutura: Sede. Colaboradores: 3 Tipo e Natureza Jurídica: Associação de direito privado sem fins lucrativos.

Estrutura: Sede + 4 unidades (Barreiras, Vitória da Conquista, Feira de Santana e Ilhéus) + 6 postos (Jequié, Teixeira de Freitas, Juazeiro, Eunápolis, Itabuna, Camaçari). Colaboradores: 69. Tipo e Natureza Jurídica: Associação de direito privado sem fins lucrativos.

1. O SESI oferece serviços de educação (educação infantil, de jovens e adultos, continuada, regular e especial para pessoas com deficiência intelectual.) e Qualidade de Vida (segurança e saúde no trabalho, odontologia e responsabilidade social, centro cultural, centro esportivo, centro turístico).

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O QUE É O SISTEMA FIEB

MAPA DE DISTRIBUIÇÃO DAS ENTIDADES DO SISTEMA FIEB (G4-5, G4-6, G4-7, G4-13)

Observação: Em 2014, as entidades do Sistema FIEB, foram redimensionadas: IEL passou a ter 04 unidades e 06 postos (anteriormente possuía 12 postos regionais). O SESI passou a atuar com 14 unidades e 02 postos, e o SENAI com 13 unidades e 05 Centros de Formação. Essas adequações justificam-se: (i) busca por maior eficiência na distribuição dos serviços das entidades 18

do Sistema; (ii) foco na capacitação de indústrias e de seus colaboradores com vistas a um aumento de competitividade, atendendo a exigência do mercado; e (iii) busca por redução de custos operacionais.


GOVERNANÇA PARA A SUSTENTABILIDADE


GOVERNANÇA PARA A SUSTENTABILIDADE

AS ESTRATÉGIAS E A GOVERNANÇA DO SISTEMA FIEB (G4-34, G4-35, G4-36, G4-38, G4-39, G4-40, G4-42, G4-44, G4-45)

A atual gestão do Sistema FIEB, empossada em 2014, redefiniu as estratégias da organização para o novo ciclo de gestão 2014-2018, requerendo uma revisão de atuação das suas entidades. Ao longo do ano, o Sistema FIEB elaborou o seu Plano Estratégico para o horizonte 2015-2018. No documento, foram detalhadas as três macroestratégias definidas para a organização: (1) Micro, Pequena e Média

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Empresa, (2) Interiorização e (3) Infraestrutura. Elas direcionam as ações das entidades integrantes do Sistema. Foram considerados ainda os temas prioritários para a promoção da competitividade da indústria baiana: Educação e Qualificação, Tecnologia e Inovação e Qualidade de Vida.


GOVERNANÇA PARA A SUSTENTABILIDADE

O CICLO ESTRATÉGICO 2015-2018 DO SISTEMA FIEB – Timeline . Insumo para os Planos e Programas de Ação 2015

JUN.2014

Evento Corporativo revisão PE 26/jun

Premissas para o PE e Orçamento 2015

. PE e Mapa Estratégico 2015-2018 revisados

Reunião Diretoria FIEB/CIEB e Conselhos SESI/SENAI/IEL (17-18/dez)

Elaboração do Orçamento 2015 (14/jul-12/set)

Encontro de Presidentes de Sindicatos e Conselhos Temáticos (10/jun)

MAIO.2014

. Planos de Ação e Orçamento 2015 SESI/SENAI e IEL aprovados

. Aprovação Orçamento DN – Conselho SESI/SENAI

JUL.2014

AGO.2014

SET.2014

OUT.2014

NOV.2014

Desdobramento em Planos e Programas de Ação 2015 (11/jul)

Orçamento Gerencial 2015 (29/set-10/nov)

. Planos e Programas de Ação elaborados

. Orçamento gerencial 2015 aprovado pelo Presidente

DEZ.2014

. Diretrizes para os Planos e Programas de Ação e Orçamento 2015

O nível mais alto de governança do Sistema FIEB é o Conselho de Representantes, composto pelos sindicatos filiados à FIEB. Esse Conselho tem caráter deliberativo, elegendo o Presidente do Sistema FIEB e a sua Diretoria. A FIEB também conta com um Diretor Executivo, responsável pelas atividades operacionais da entidade. A Presidência do Sistema FIEB e sua Diretoria são apoiadas por assessorias (Relações Sindicais, Jurídica, Comunicação, Gabinete, Cerimonial, Ouvidoria e Controle de Processos Internos) e por um conjunto de Conselhos Temáticos.

Estes Conselhos são órgãos técnicos e consultivos que funcionam como fóruns de debates de assuntos relevantes para a indústria, e orientam o posicionamento político, econômico e social do Sistema FIEB, em matérias de relevância para a coletividade industrial do estado. Cada entidade (SESI, SENAI e IEL) possui um Conselho Regional e uma Diretoria/Superintendência Regional Bahia. Subordinado à Presidência do Sistema FIEB, também está a Superintendência Executiva de Serviços Corporativos, que congrega áreas de suporte aos negócios das entidades do Sistema FIEB.

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GOVERNANÇA PARA A SUSTENTABILIDADE

MACRO ESTRUTURA SISTEMA FIEB (G4-34, G4-35, G4-36, G4-38, G4-39, G4-40, G4-42)

A figura a seguir mostra o organograma do Sistema FIEB, que evidencia o modelo de governança adotado: MANTENEDORES

INDÚSTRIA

SINDICATOS

DELIBERATIVO CONSELHOS REPRESENTANTES DIRETORIA

CONSELHOS REGIONAIS

PRESIDÊNCIA CIEB

VICE-PRESIDÊNCIAS

PRESIDÊNCIA SISTEMA FIEB

CONSELHOS TEMÁTICOS

Assessoria Relações Sindicais

Gabinete

Assessoria Jurídica

Ouvidoria

Assessoria de Comunicação

Controle de Processos Internos

Diretoria Executiva FIEB

Superintendência Executiva de Serviços Corporativos

Superintendência SESI

Diretoria Regional SENAI

Superintendência IEL

CLIENTES SINDICATOS

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INDÚSTRIA

INDUSTRIÁRIOS

Cerimonial


GOVERNANÇA PARA A SUSTENTABILIDADE

TENDÊNCIAS, OPORTUNIDADES E RISCOS (G4-3, G4-4, G4-8, G4-9)

Baseando-se em análises de mercado e no amplo diálogo realizado com seus públicos de interesse, o Sistema FIEB identificou algumas tendências no contexto industrial do estado que afetam sua atuação e seu desempenho financeiro. Essas tendências subsidiam o planejamento anual, a partir da identificação de oportunidades que são

priorizadas em consonância com a análise dos riscos do não aproveitamento das mesmas, oferecendo uma série de possibilidades à organização para que esta avance com a mobilização do tema de sustentabilidade entre suas associadas.

TENDÊNCIAS TENDÊNCIAS

OPORTUNIDADES

RISCOS DO NÃO APROVEITAMENTO DAS OPORTUNIDADES

Crescimento baixo da economia brasileira, impactando na sustentabilidade do Sistema S.

Fortalecer o papel do Sistema S como agente indutor da indústria sustentável, com a possibilidade de ampliar as receitas oriundas de serviços.

Com menor crescimento econômico, diminuem as receitas provenientes da arrecadação compulsória, com a consequente retração no volume de ações desenvolvidas pelo Sistema.

Redução da participação do setor industrial no Produto Interno Bruto, especialmente no que se refere à indústria de transformação.

Atuação mais pró ativa na atração de novos investimentos sustentáveis para o estado.

Não aproveitamento das potencialidades existentes no estado comprometendo a interiorização do parque industrial do estado.

Necessidade de fortalecer a atração de novos investimentos, para o estado.

Promover articulação institucional com o governo/órgãos governamentais visando simplificar licenciamento ambiental.

Não preparação do trabalhador do estado para que estes atuem nas empresas de acordo com as diretrizes da sustentabilidade.

Fortalecer o tema de sustentabilidade na indústria como oportunidade para inovação e ampliação de mercado.

Não ampliação da oferta de serviços do Sistema FIEB comprometendo o cumprimento da missão do Sistema FIEB.

Não fortalecimento da cultura de Responsabilidade Sócio Empresarial e Inovação entre as empresas industriais do estado visando o aumento de competitividade.

Aumento de desempregados, provocado pela crise econômica do país.

Desenvolver programas de requalificação de trabalhador no mercado de trabalho.

Aumento de violência e criminalidade impactando na qualidade de vida no estado e portanto, na atração de novos investimentos.

Movimento anticorrupção empreendido pela sociedade e governo.

Disseminar, junto ao setor empresarial, a adoção de Sistemas de Compliances fortalecendo a governança.

Multas e penalidades e comprometimento da a imagem das organizações do setor empresarial.

Necessidade de fortalecimento das ações de defesa de interesses do setor empresarial.

Participação/promoção de fóruns técnicos, mobilizações empresariais visando discutir/influenciar a agenda legislativa.

Comprometimento da defesa de interesses, de maneira pró ativa, junto aos poderes públicos e aos diversos segmentos da sociedade civil.

Pressão da sociedade para fortalecimento do tema sustentabilidade nas organizações.

Trabalhar com as indústrias a consciência de que maior sustentabilidade gera maior competitividade.

Não incorporação do tema sustentabilidade no Planejamento Estratégico das empresas impacta em processos, produtos e serviços que não contribuem para tornar a indústria baiana mais sustentável e, portanto, mais competitiva.

Influenciar os empreendimentos a adotarem práticas sustentáveis com foco no negócio.

Não fortalecimento/ampliação do engajamento com os diferentes públicos de interesse do setor industrial.

Sistematização e integração de dados de SST ( e-social).

Fortalecimento da gestão de SST nas empresas.

Multas e penalidades impactando o desempenho econômico das empresas.

Aumento da pressão no atendimento de requisitos legais de SSMA.

Promover a defesa de interesses do setor empresarial com foco em legislação de meio ambiente, saúde e segurança do trabalho.

Riscos de multas e penalidades atrelados ao não atendimento de requisitos legais de SSMA.

Aumento de requisitos mercadológicos ameaçando a competitividade do setor industrial.

Modernização da Gestão Ambiental em nível federal, estadual e municipal

Fortalecer a imagem da indústria e do Sistema FIEB como referência para o setor industrial baiano, principalmente no que tange ao tema de sustentabilidade.

Fortalecer o papel do Sistema FIEB na defesa de políticas públicas/leis/ atos normativos que contribuam para o desenvolvimento sustentável do estado.

Aumento de passivos ambientais e trabalhistas ameaçando a sustentabilidade econômica das empresas. Redução da capacidade de reter talentos nas empresas que não adotam práticas de gestão focadas na qualidade de vida no trabalho, promoção do desenvolvimento e valorização de pessoas.

Aumento da insegurança jurídica.

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GOVERNANÇA PARA A SUSTENTABILIDADE

ANÁLISE ESTRATÉGICA (G4-2, G4-26, G4-43, G4-46, G4-47, G4-49, G4-50)

Devido à sua atuação abrangente, o Sistema FIEB tem a possibilidade de impactar várias dimensões da economia, da sociedade e do meio ambiente do Estado da Bahia. Com o foco de promover um ambiente de negócios favorável ao aumento da competitividade de nossas indústrias e defender seus interesses legítimos, o Sistema tem impactado de forma positiva a economia do estado, por meio de ações de promoção do desenvolvimento da inovação nas empresas, de capacitação empresarial, de formação de mão de obra qualificada, da oferta de serviços técnicos e tecnológicos, da pesquisa aplicada aos diferentes segmentos industriais e da consultoria customizada. Ao qualificar a mão de obra do estado, o Sistema FIEB contribui para um ambiente favorável à atração de investimentos para a Bahia, criando também potencial de desenvolvimento de novos negócios. Do ponto de vista social, a oferta de educação gratuita, de cursos profissionalizantes e de alternativas de saúde, lazer e cultura a custos baixos, e muitas vezes sem custo algum, tem contribuído com o desenvolvimento humano de parte da população, seja pelo incremento do perfil educacional, seja pelo fortalecimento de sua empregabilidade. Do ponto de vista ambiental, as ações do Sistema apoiam as empresas industriais em seu processo de adequação à legislação ambiental, o que favorece a redução do impacto negativo sobre os ecossistemas. Do ponto de vista interno,

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a organização tem desenvolvido esforços para garantir que todas as suas operações – e respectivos impactos - sejam mapeados e avaliados, gerando planos de correção ou de remediação. Em termos legais, o Sistema FIEB conduz suas atividades com respaldo na legislação vigente, buscando a melhoria contínua dos seus processos/produtos em alinhamento com as diretrizes da sustentabilidade. As expectativas dos stakeholders da organização são levadas em conta por meio dos subsídios fornecidos por diversas consultas e diálogos estabelecidos, formal e informalmente, com seus públicos de interesse. No entanto, com o objetivo de aprimorar esse processo, a partir de 2015, o Sistema FIEB tem aplicado um questionário junto a seus gestores com o intuito de detalhar temas relevantes e desafios no relacionamento com os diferentes stakeholders. Essa análise, que aprimora o teste de materialidade já conduzido pelo Sistema, é a semente do SRM – Stakeholder Relantionship Management, a ser desenvolvido pela organização. O Relatório de Sustentabilidade do Sistema FIEB, é um processo embasado na metodologia Global Repoting Initiative e Indicadores Ethos, que visa contribuir para a melhoria contínua da gestão da sustentabilidade da organização e evidenciar o seu comprometimento, por meio das linhas estratégicas definidas no âmbito da sustentabilidade, apresentadas a seguir:


GOVERNANÇA PARA A SUSTENTABILIDADE LINHA ESTRATÉGICA 2

RELAÇÕES RESPONSÁVEIS

COLABORADORES

GOVERNANÇA

LINHA ESTRATÉGICA 1

FORTALECIMENTO DO TEMA DE SUSTENTABILIDADE NA CULTURA ORGANIZACIONAL DO SISTEMA FIEB

FORTALECIMENTO DAS ESTRATÉGIAS DE COMUNICAÇÃO DO SISTEMA FIEB NO TEMA SUSTENTABILIDADE

O Sistema FIEB reconhece que é necessário qualificar o tema sustentabilidade e desenvolver esforços para fortalecê-lo como elemento importante da cultura organizacional, o que significa que será compartilhado como um valor pelos colaboradores, alinhado interna e externamente. Para tanto, deve permear suas políticas e sistemas de gestão e passar a fazer parte de suas práticas.

A comunicação organizacional – interna e externa – na visão do Sistema FIEB, é fundamental para promover o alinhamento de informações que contribuem para o aumento da eficiência na condução dos processos da organização. Além disso, deve promover o compartilhamento de práticas, colaborando para uma maior transparência e consolidação de uma imagem positiva, junto às partes interessadas.

• Estabelecimento da visão de sustentabilidade para o Sistema FIEB. • Fortalecimento do tema no processo de planejamento estratégico. • Fortalecimento da estrutura de governança para o tema. • Consolidação do Sistema de Ética.

• Disseminação interna e externa de conceitos e práticas relacionados à sustentabilidade. • Definição de estratégias de comunicação diferenciadas, conforme as demandas das partes interessadas.

LINHA ESTRATÉGICA 3

LINHA ESTRATÉGICA 4

ADEQUAÇÃO DAS AÇÕES DE VALORIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DOS COLABORADORES

FORTALECIMENTO DA GESTÃO DE SAÚDE, SEGURANÇA NO TRABALHO E MEIO AMBIENTE (SSMA)

O Sistema FIEB entende que seus colaboradores são essenciais para realização de suas atividades, devendo portanto, contribuir para o desenvolvimento de suas capacidades, nas diversas dimensões do indivíduo, não apenas na esfera profissional.

• Manutenção do clima organizacional positivo. • Fomento da qualidade de vida do colaborador e garantia do seu bem estar. • Manutenção do seu Programa de Voluntariado Corporativo. • Integração e valorização da força de trabalho.

Um aspecto fundamental da sustentabilidade é garantir o atendimento de requisitos relacionados à Saúde, Segurança no Trabalho e Meio Ambiente, de modo a assegurar que seus processos proporcionem um ambiente saudável e a proteção adequada ao dos seus colaboradores e do meio ambiente.

• Suporte ao desenvolvimento das atividades dos colaboradores, considerando os aspectos de saúde, segurança e meio ambiente. • Disseminação de boas práticas relacionadas com SSMA, entre os colaboradores e às partes interessadas em geral.

• Disseminação dos conteúdos relacionados aos temas ética e transparência.

LINHA ESTRATÉGICA 5

LINHA ESTRATÉGICA 6

MOBILIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO E DEMAIS PÚBLICOS DE INTERESSE NO TEMA DE SUSTENTABILIDADE

ESTRUTURAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM A COMUNIDADE

Devido à sua grande abrangência e capilaridade, o Sistema FIEB reconhece a importância de desempenhar o papel de promotor do tema de sustentabilidade entre as empresas industriais do Estado e os demais públicos de seu relacionamento.

• Mobilização e engajamento dos públicos de interesse em projetos e programas relacionados ao tema sustentabilidade. • Revisão dos conteúdos dos cursos e programas educacionais ofertados pela organização e, sempre que possível inserção do tema sustentabilidade como conteúdo curricular, levando sempre em consideração os requisitos normativos do MEC.

O Sistema FIEB acredita que o exercício da responsabilidade social contribui de forma significativa para a promoção de uma sociedade mais justa, próspera e inclusiva.

• Manutenção do programa de Voluntariado Corporativo. • Fortalecimento dos canais de diálogo com o público comunidade.

• Intensificar a oferta de produtos e serviços que contribuam para sustentabilidade da indústria baiana e que atendam as demandas econômicas, sociais e ambientais.

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GOVERNANÇA PARA A SUSTENTABILIDADE

GESTÃO DA SUSTENTABILIDADE (G4-15, G4-DMA)

O ano de 2014 foi marcado por uma série de alterações na legislação nas esferas federal, estadual e municipal, que exigiram um esforço grande da FIEB, em parceria estreita com a CNI, para mobilizar e capacitar o setor empresarial em relação às temáticas socioambientais que impactam diretamente os negócios. Para atender a estas demandas, a atuação da FIEB é pautada em 03 linhas estratégicas aplicadas no âmbito institucional como no corporativo: Gestão Sustentável FIEB Atende a 02 diretrizes: - Ações de meio ambiente e, Saúde, Segurança no Trabalho – SST com foco no público interno. - Projeto Gestão Sustentável: Ações institucionais de responsabilidade social empresarial que evidenciam o papel da organização de agente indutor do tema sustentabilidade junto à indústria baiana. Defesa de Interesses do setor empresarial Realizada a partir da assessoria aos conselhos temáticos CORES/COMAM da FIEB visando fortalecer o posicionamento da Indústria frente às demandas socioambientais, assegurando uma participação articulada, efetiva e qualificada nos processos decisórios pertinentes, bem como a socialização de informações, através da produção e divulgação de material técnico para auxiliar as empresas a antecipar cenários e realizar seus planejamentos estratégicos. Assessoria Institucional às empresas Ocorre por meio do Projeto Indústria Baiana Sustentável da FIEB, o qual tem como objetivo contribuir para que as indústrias baianas, prioritariamente as Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs) tenham conhecimento e atendam às exigências legais e mercadológicas, com foco em meio ambiente/licenciamento ambiental. O Projeto tem como parceiros institucionais o INEMA, órgão ambiental do estado, e o SEBRAE-BA.

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CONSTRUINDO O FUTURO


GOVERNANÇA PARA A SUSTENTABILIDADE

CORPORATIVO

1. MEIO AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO

2.PROJETO GESTÃO SUSTENTÁVEL

INSTITUCIONAL

3.DEFESA DE INTERESSE

NEGÓCIO

4.PROJETO INDÚSTRIA BAIANA SUSTENTÁVEL

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GOVERNANÇA PARA A SUSTENTABILIDADE

CONSELHOS TEMÁTICOS (G4-26, G4-37)

Os Conselhos Temáticos são órgãos técnicos consultivos integrantes da estrutura do Sistema FIEB, constituídos por empresários e executivos dos diferentes segmentos industriais baianos, além de pessoas qualificadas sobre questões setoriais, que têm por objetivo formular diretrizes e estratégias, que sirvam de base ao processo decisório e ao posicionamento político, econômico e social do Sistema FIEB, bem como, promover a participação de empresários e executivos de vários setores industriais nas atividades-fim do Sistema FIEB, buscando consolidar e uniformizar a sua ação de representação. l Co d e S o ci a Infr nselho ho aes de sel idadeORES n o CO I t r u t u r a C a bil l – C N FR s a – i n r A po sa as ir Res mpre Difund s prátic ial e estra Sugerir a E c à t o ég FI b so a os e ilidade sas par , me EB que c ias e açõ l ceit o con ponsab empre ão ética es horar a i ntribua es nfrae m tado e st es as stru para e de r ibilizar uma ge alment , p e o leva i s r a co r conse tura do sen enham te e soc l. g m u t e n da in petitivi inte, que nspare ponsáv dade dú tra res baia stria na. Conselho

de Economia e Desenvolvimento Industrial – CEDIN

O Estado tenha uma infraestrutura portuária compatível com a grandeza de sua economia e de seu litoral.

Contribuir para o posicionamento da FIEB em questões de desenvolvimento da indústria do Estado e de sua competitividade, sugerindo ações e interagindo com os demais Conselhos Temáticos.

Conselho de Meio Ambiente – COMAM Formular diretrizes e estratégias que apoiem o processo decisório e posicionamento político do Sistema FIEB na área de Meio Ambiente, consolidando a ação do Sistema nesse tema.

Conselho de Micro e Pequena Empresa Industrial – COMPEM Sugerir ações e estratégias e mobilizar esforços, para o desenvolvimento e maior competitividade das micro e pequenas indústrias baianas.

Conselho de Comércio Exterior – COMEX Apoiar a inserção internacional das empresas baianas (em especial as MPME’s), através de estudos e eventos.

CONSELHOS CONSULTIVOS EMPRESARIAIS SISTEMA FIEB

Comitê de Petróleo e Gás – P&G Contribuir para atrair investimentos desse setor para o Estado e maximizar a participação das empresas locais em novos projetos. Comitê de Jovens Lideranças Industriais Ser um instrumento de interlocução e interação entre os jovens industriais e as lideranças da FIEB, contribuindo com a formação de futuros líderes industriais.

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Comitê de Portos

Conselho de Assuntos Fiscais e Tributários – CAFT Contribuir para o posicionamento da FIEB em relação a assuntos fiscais, através de análises, sugestão de ações e eventos.

Conselho de Inovação e Tecnologia – CITEC Articular os principais atores do setor, no estado, visando validação de oportunidades em tecnologia e inovação, formulação e proposição de ações que possam beneficiar as indústrias locais. Conselho de Relações Trabalhistas – CRT Orientar a defesa dos interesses da indústria nas relações trabalhistas, previdenciárias e sindicais; prover análises e informações sobre propostas de alteração na legislação.


GOVERNANÇA PARA A SUSTENTABILIDADE

TRANSPARÊNCIA E ENGAJAMENTO DE PARTES INTERESSADAS (G4-37, G4-38)

O Sistema FIEB busca constantemente o diálogo com seus públicos de interesse (sindicatos de indústrias, fornecedores, clientes, órgãos governamentais, instituições acadêmicas e colaboradores), tanto para desenvolver suas estratégias organizacionais, como para realizar ações onde a articulação com outros atores é essencial. Cada público é convidado a participar de processos de diálogos, ou a atuar diretamente com as entidades do Sistema FIEB, contribuindo para o aprimoramento do sistema de gestão da organização. A comunicação com esses públicos é feita por vários meios: portal virtual FIEB, reuniões presenciais, videoconferência,

visitas, palestras, seminários, fóruns técnicos, e-mails e telefonemas. Essa cultura de engajamento e escuta de diferentes visões tem conferido legitimidade, pluralidade e consistência às atividades do Sistema FIEB. No ano de 2014, a prioridade da área de Comunicação Institucional foi avançar no processo de reestruturação da Intranet, tornando-a mais amigável e introduzindo novas funcionalidades. O Portal FIEB também passou por modernização, com a criação ou qualificação de sites, o que permitiu melhor engajamento com os diferentes públicos de interesse.

CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA (G4-41, G4-56)

O Sistema de Ética foi criado com o objetivo de estabelecer princípios éticos e normas de conduta que norteiem os posicionamentos e as relações internas e externas dos integrantes do Sistema FIEB e ainda manter os processos organizacionais que garantem as tratativas destes princípios e normas. Em 2014, foram realizadas 147 capacitações em ética, envolvendo empregados recém - admitidos e terceiros.

29


GOVERNANÇA PARA A SUSTENTABILIDADE

FORMAS DE DIÁLOGO EM ENGAJAMENTO (G4-57, G4-58)

Cada entidade do Sistema FIEB possui uma dinâmica própria, o que faz com que as formas de diálogo com seus diferentes públicos sejam muito diversas.

conferir maior transparência e interatividade às suas ações. A seguir, destacam-se as formas mais comuns de interação com as partes interessadas.

No entanto, um ponto é comum em todas elas: o desejo de MEIO FÍSICO 1. 2. 3. 4.

ATENDIMENTO PESSOAL NAS UNIDADES E/OU NA SEDE DOS CLIENTES REUNIÕES PERIÓDICAS COM OS DIFERENTES PÚBLICOS CAIXA DE SUGESTÕES, RECLAMAÇÕES E DENÚNCIAS POR MEIO DO FORMULÁRIO “FALE COM A GENTE!” PESQUISAS DE SATISFAÇÃO

MEIO DIGITAL 1.

PORTAL DO SISTEMA FIEB ONDE ESTÃO

2.

REDES SOCIAIS, COMO O FACEBOOK E O TWITTER (IEL)

3.

NEWSLETTER MENSAL DIGITAL

4.

JORNAL ELETRÔNICO

5.

E-FOLDER ELETRÔNICO COM VIÉS COMERCIAL

6.

E-MAIL PARA SERVIÇO DE ATENDIMENTO (P.EX.,

DISPONIBILIZADAS INFORMAÇÕES RELEVANTES

SACSESI@FIEB.ORG.BR E “FALE CONOSCO IEL”) 7.

EMAIL E TELEFONE PARA OUVIDORIA (PRINCIPALMENTE DENÚNCIAS QUE CONTRARIEM ORIENTAÇÕES DO CÓDIGO DE ÉTICA)

8.

E-MAIL DOS AGENTES QUE ATUAM JUNTO AO MERCADO

9.

PESQUISAS DE SATISFAÇÃO

10. COMUNICADOS ELETRÔNICOS (CONVITES, CONVOCAÇÕES ETC.)

MEIO TELEFÔNICO 1.

ATENDIMENTO TELEFÔNICO OU POR FAX

2.

TELEFONES CELULARES DOS GESTORES E DOS AGENTES DE MERCADO

3.

COMUNICAÇÃO ATIVA VIA CALL CENTER (PARA ABORDAGEM COMERCIAL E CAPTAÇÃO DE INFORMAÇÕES)

4.

MENSAGEM SMS

3.193 2.080

NOTÍCIAS PUBLICADAS NA IMPRENSA SOBRE O SISTEMA FIEB

30

1.377

2012

2013

2014


DESTAQUES DE NOSSA ATUAÇÃO


DESTAQUES DE NOSSA ATUAÇÃO

DESTAQUES FINANCEIROS (G4-9, G4-17, G4-EC1, G4-EC4)

SISTEMA FIEB

FIEB

CIEB

SESI

SENAI

IEL

2014

2014

2014

2014

2014

2014

(1) RECEITAS (I)

615.174.628,40

14.474.306,24

457.016,88

197.041.445,70

383.181.417,10

20.020.442,48

(2) INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS (II)

170.547.756,63

5.153.352,93

138.414,56

65.247.908,28

96.677.719,70

3.330.361,16

(3) VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2)

444.626.871,77

9.320.953,31

318.602,32

131.793.537,42

286.503.697,40

16.690.081,32

(4) RETENÇÕES (III)

23.974.740,77

355.759,07

1.451,20

10.166.648,86

13.332.356,57

118.525,07

(5) VALOR ADICIONADO LÍQUIDO (3-4)

420.652.131,00

8.965.194,24

317.151,12

121.626.888,56

273.171.340,83

16.571.556,25

(6) VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA (IV)

3.037.176,03

532.301,00

-18.257,65

8.609.019,00

-7.081.389,27

995.503,60

(7) VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR (V)

423.689.307,03

9.497.495,04

298.893,47

130.235.907,11

266.089.951,56

17.567.059,85

• COLABORADORES

218.767.777,98

5.490.127,61

81.681,81

72.966.717,30

134.926.781,80

5.302.469,46

• GOVERNO

40.597.712,78

1.311.787,98

10.550,68

14.073.930,53

24.078.863,58

1.122.580,01

• REMUNERAÇÃO DE CAPITAIS DE TERCEIROS

10.612.374,04

13.554,14

9.013,85

4.437.710,21

6.130.252,76

21.843,08

• CONVÊNIOS

11.165.374,17

415.308,68

0,00

209.698,00

938.508,03

9.601.859,46

• CONTRIBUIÇÕES

36.715.451,25

217.372,57

0,00

11.033.957,85

25.464.120,83

0,00

• SUPERAVIT DO EXERCÍCIO

105.830.617,00

2.049.344,06

197.647,13

27.513.893,22

74.551.424,56

1.518.307,84

(i) O Item “Receitas” inclui aquelas provenientes de contribuições compulsórias, receitas de serviços, convênios, receitas de capital e demais receitas correntes. (ii) O Item “Insumos adquiridos de terceiros” inclui compra de materiais, pagamento por serviços de terceiros, transportes e viagens, pagamento de condomínios, energia elétrica, gás, telefonia, outras ocupações e utilidades, despesas judiciais e cartoriais e despesas com representação. (iii) O Item “Retenções” inclui depreciação de bens móveis e imóveis. (iv) O Item “Valor Adicionado Recebido em Transferência” inclui variações patrimoniais e financeiras passivas, variações patrimoniais e financeiras ativas, investimentos e rendimentos de aplicações financeiras deduzidos de despesas bancárias e outras despesas financeiras.

32


DESTAQUES DE NOSSA ATUAÇÃO

(v) O Item “Distribuição do valor adicionado total” inclui as seguintes rubricas: (a) Colaboradores: salários, férias, abonos (constitucional e pecuniário), 13º salário, FGTS, encargos assistenciais, indenizações diversas, vale transporte, bolsas e estágios. (b) Governo: impostos pagos, taxas, contribuições previdenciárias e despesas com arrecadação indireta. (c) Remuneração de capital de terceiros: valores pagos por aluguéis de imóveis, multas e juros. (d) Convênios: transferências realizadas a instituições conveniadas para a realização de ações ou atividades de interesse comum. (e) Contribuições: valores repassados à Confederação Nacional da Indústria, ao Conselho Nacional do SESI, ao Conselho Nacional do SENAI e ao Instituto Euvaldo Lodi. (f) Superávit do exercício: registra o resultado das entidades apurados no período, sendo destinado integralmente à realização dos objetivos sociais das mesmas.

Analisando os percentuais, observa-se que o Sistema FIEB, cumprindo a sua missão, atende ao seu compromisso social, investindo 100% do seu superávit na realização dos objetivos sociais da organização, aplicando em bens físicos, intangíveis, bem como na finalidade existencial da organização.

51,6% 9,6% 2,5% 2,6% 8,7% 25%

• Colaboradores • Governo • Remuneração de Capitais de Terceiros • Convênios • Contribuições • Superavit do Exercício

33


DESTAQUES DE NOSSA ATUAÇÃO

DESTAQUES OPERACIONAIS

2

(G4-15, G4-DMA)

45

o Mil h ra em o h de iços ia v r e S olog Tecn vação e Ino TI) (S

M al ilh õ un e os s d en e h sin or ad as os de

00 0

3. 2

73 r

Ind

,0 00 .

na ia ba a EB e tr i FI i d ús la Leind pe deda os os e ad et ss nh oj re a Pr te p in com a

23

00/ 0 . 8 40 mens

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1.789

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Lídere s e presi , executi vos d treinad ente s de sin dicato os

s

756.000

Atendiment os em Saúde e Segurança no Trabalho (SST), incluindo odontologia

as

rm ção em tu e, educa 0 s 0 o d 0 d 105o.s mat ricuelaescolaridraegular Alun evação d ducação de el nuada e e conti

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34

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2. Ações desenvolvidas pelas instituições FIEB, SESI, SENAI, IEL e CIEB.

r eG

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de

Conceito

3,76

Para o SE NAI no Índice Geral de Cursos (IGC)


DESTAQUES DE NOSSA ATUAÇÃO

Elaborado o Plano Estratégico do Sistema FIEB para o horizonte 2015-2018, com três macro estratégias: (1) Micro, Pequena e Média Empresa, (2) Interiorização e (3) Infraestrutura.

Reconhecimento Internacional - SENAI Cimatec é mencionado pelo Financial Times como referência nacional em pesquisa e desenvolvimento. Elaborado o Plano Estratégico do Sistema FIEB para o horizonte 2015-2018, com três macro estratégias: (1) Micro, Pequena e Média Empresa, (2) Interiorização e (3) Infraestrutura. Etapa Estadual do Prêmio Theoprax para alunos de cursos técnicos e de graduação – técnicos. Times de cursos e 5 éprojetos Cimatec da Faculdade 4 projetos Premiados pelo Financial mencionado Cimatec - SENAI Internacional Reconhecimento como referência nacional em pesquisa e desenvolvimento. Prêmio Inova SENAI - O SENAI da Bahia foi finalista com dois projetos, alcançando “Tecnologias na categoria lugaralunos 15º e 22º para geral, Theoprax o 32º lugar 23º eEstadual oEtapa graduação –– técnicos e deIndustriais de cursos do Prêmio Premiados 4 projetos da Faculdade Cimatec e 5 projetos de cursos técnicos. Produto”.

empresas Reconhece Socioambiental de Desempenho do Prêmio Edição 11º alcançando nalista com dois-projetos, da Bahia foi fi O SENAI SENAI -FIEB Inova Prêmio através competividade, e de produtividade delugar aumento se edestacaram que – de Industriais “Tecnologias na categoria 15º e 22º geral, o 32º lugarpelo o 23º desempenho sustentável (gestão e processos produtivos). O evento deste ano seu Produto”. foi uma parceria do CORES e do COMAM com o Instituto Cidades Sustentáveis (ICS). As premiadas foram: (1) SINDUSCON-BA (Modalidade Tecnologias Limpas); (2) COELBA (Modalidade Programas Socioambientais); (3) Refran (Modalidade Práticas Micro e (Modalidade (4) Camisas Polo de Valor);Socioambiental à Cadeia Sustentáveis empresas - Reconhece de Desempenho Prêmio FIEB 11º Edição doExtensivas Indústrias). Pequenas pelo aumento de produtividade e de competividade, através de que se destacaram seu desempenho sustentável (gestão e processos produtivos). O evento deste ano foi uma parceria do CORES e do COMAM com o Instituto Cidades Sustentáveis (ICS). As premiadas foram: (1) SINDUSCON-BA (Modalidade Tecnologias Limpas); (2) o tema Education, pela Lego - Promovido de Robótica Terceiro Práticas (Modalidade (3) Refran Socioambientais); Programas (ModalidadeBaiano COELBACampeonato capital e interior. 25 equipes e participaram Sustentabilidade edição foi desta Micro e A (Modalidade Poloda Valor); (4) Camisas à Cadeia de Extensivas Sustentáveis Djalma Pessoa, Unidade Piatã, foi premiada na categoria Melhor da Escola equipe Indústrias). Pequenas Pesquisa. No ranking geral, que considera a pesquisa e o desempenho dos grupos na mesa de robótica, três equipes do SESI ficaram entre as dez melhores: 7ºlugar – Equipe de Itapagipe, 8º lugar – Equipe Retiro e 10 º lugar – Equipe Piatã. Terceiro Campeonato Baiano de Robótica - Promovido pela Lego Education, o tema desta edição foi Sustentabilidade e participaram 25 equipes da capital e interior. A equipe da Escola Djalma Pessoa, Unidade Piatã, foi premiada na categoria Melhor auxilia IEL,grupos pelo dos - Desenvolvido Estágio 2013 de considera Práticas Melhores Prêmio e o desempenho a pesquisa geral, que No ranking Pesquisa. edição, Nesta melhores. – 7ºlugar de estágio melhores: as dez programas entrevez ficaram cada a desenvolver do SESI organizações três equipes na mesa de robótica, – Equipe Piatã. 10 º lugar Retiro eS.A., – Equipe 8º lugar grande empresa, de Itapagipe, Equipe na categoria Petrobras foram ganhadoras empresas as Continental Pneus, na categoria média empresa, e Softwell Solutions em Informática S.A, como o primeiro lugar entre as empresas de pequeno porte. Prêmio Melhores Práticas de Estágio 2013 - Desenvolvido pelo IEL, auxilia organizações a desenvolver programas de estágio cada vez melhores. Nesta edição, empresa, categoria grande na alcançado S.A., ganhadoras foram as empresas Bahia, pelo SENAI geral - O 10º lugar 2014 Petrobras do Conhecimento Olimpíada em Informática Solutions empresa, e Softwell média representou categoria na da Continental na história resultado o melhor Federação, estados os 27 Pneus, entre de pequenoo porte. empresas possíveis, entre lugarde como o primeiro S.A, SENAI participou em 22 ocupações 58 as Do total competição. da ocupações, com 26 competidores. Olimpíada do Conhecimento 2014 - O 10º lugar geral alcançado pelo SENAI Bahia, história na do resultado melhor o dos representou entre os 27 3º ano estudante Reis, de Jesus aluno Fabrício - OFederação, Químicada de estados Olimpíada em participou o SENAI possíveis, com 58 ocupações de SESI total do competição. daEscola XX na22 honrosa menção Bahia foi premiado Pessoa, Djalma Do da competidores. com 26 ocupações, de Química. O aluno Igor Esquivel estudante do 2º ano – Nordeste Norte Olimpíada da mesma escola, recebeu medalha de bronze na Etapa Nacional da Olimpíada de Química. Olimpíada de Química - O aluno Fabrício de Jesus dos Reis, estudante do 3º ano da Escola Djalma Pessoa, do SESI Bahia foi premiado com menção honrosa na XX Olimpíada Norte – Nordeste de Química. O aluno Igor Esquivel estudante do 2º ano Pereira, aluna de Sousa Isabela A estudante Brasileiro Jovem Programa de da Olimpíada Nacional na Etapa de -bronze medalha escola, recebeu da mesmaParlamento Ebep na Escola Djalma Pessoa, do SESI, participou do Programa e teve seu projeto do Química. aprovado na plenária final. Programa Parlamento Jovem Brasileiro - A estudante Isabela de Sousa Pereira, aluna projeto Programa e teve participou SESI, do- O Pessoa, Djalma do Ebep na Federação pelaseu homenageado Bahia foi do SESI 2013 Baiano Atletismo doEscola Melhores nal. plenária fisendo aprovado reconhecido com o prêmio Melhores do Atletismo Atletismo, de na Baiana Baiana 2013, por suas ações como o programa Atleta do Futuro (iniciação de crianças e adolescentes em várias atividades esportivas), o Circuito de Corrida 10k, Jogos do SESI e torneios internos das indústrias baianas. Melhores do Atletismo Baiano 2013 - O SESI Bahia foi homenageado pela Federação Baiana de Atletismo, sendo reconhecido com o prêmio Melhores do Atletismo Baiana 2013, por suas ações como o programa Atleta do Futuro (iniciação de 10k, Corrida o Circuito atividades aesportivas), váriaspromoveu e adolescentes criançasSESI Literário, FestivaldeSESI II Edição do O SESI Literário - em Festival indústriasebaianas. daspromover internosde torneios do SESI e Com Jogos valorizar a produção literária dos o objetivo Alagoinhas. em trabalhadores da indústria e de seus dependentes, dos alunos da Rede SESI de Educação e, neste ano, dos alunos da Rede Pública do Município de Alagoinhas. renomados. escritores jornalistas comissão Fizeram SESI Literário, do Festival Edição a II e SESI promoveu - O julgadora Literário SESI da Festivalparte em Alagoinhas. Com o objetivo de promover e valorizar a produção literária dos trabalhadores da indústria e de seus dependentes, dos alunos da Rede SESI de Educação e, neste ano, dos alunos da Rede Pública do Município de Alagoinhas. Fizeram parte da comissão julgadora jornalistas e escritores renomados.

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SISTEMA FIEB: CONEXÕES PARA A SUSTENTABILIDADE


CONEXÕES PARA A SUSTENTABILIDADE

RELAÇÕES RESPONSÁVEIS As ações do Sistema FIEB permeiam as diferentes esferas da Sustentabilidade, em consonância com a sua missão. A seguir, as principais conexões do Sistema FIEB que evidenciam as diferentes formas de relacionamento da organização. VALORIZAÇÃO, QUALIDADE DE VIDA, SAÚDE, BEM-ESTAR E INTEGRAÇÃO COM OS FAMILIARES, PREVENÇÃO DE ACIDENTES E DOENÇAS NO TRABALHO, CAPACITAÇÃO, DIVERSIDADE, FUNDO DE PENSÃO.

44 SINDICATOS PATRONAIS FILIADOS (3 NOVOS EM 2014), MAIS DE 2.000 EMPRESAS BAIANAS REPRESENTADAS. CONSUMO DE 12.915.848 KW/H, 16.855 M3 DE ÁGUA CONSUMIDA, 412.084 LITROS DE COMBUSTÍVEL CONSUMIDO PELA FROTA, 21% DE REDUÇÃO EM EMISSÕES DE TONELADAS DE CO2 EM RELAÇÃO A 2012. 90% DE SATISFAÇÃO, 309 EMPRESAS ATENDIDAS EM RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL - RSE, 1.141 LÍDERES E EXECUTIVOS CAPACITADOS, 3.273 INDÚSTRIAS ATENDIDAS, 143 MIL MATRÍCULAS EM EDUCAÇÃO PROFISSIONAL.

ELABORAÇÃO DA AGENDA PARA A INDÚSTRIA DA BAHIA 2015-2018, AÇÕES DE DEFESA DE INTERESSE DA INDÚSTRIA. 114 EMPRESAS NO PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES (PQF), 30 EMPRESAS NO PROJETO DE FORNECEDORES PARA O COMPLEXO AUTOMOTIVO DA BAHIA.

105 MIL ALUNOS MATRICULADOS, 129 MIL ATENDIMENTOS JUNTO ÀS COMUNIDADES.

ESTRUTURA DE SUSTENTABILIDADE As conexões do Sistema FIEB são pautadas no conjunto de produtos e serviços alinhados com os três pilares da Sustentabilidade, conforme representado na figura a seguir:

Assessoria e Consultoria Educação Profissional Defesa de interesses Articulação Institucional Metrologia Química e Volumétrica Apoio Sindical

Bancos de Práticas Sustentáveis Assessoria e Consultoria Educação Básica Apoio Sindical Lazer e Qualidade de Vida

Inovação e Tecnologia Defesa de Interesses Articulação Institucional Fomento à Indústria Internacionalização Facilitação ao Crédito Análise Conjuntural Sondagem Industrial Guia da Indústria Apoio Sindical Segurança e Saúde do Trabalhador Articulação Institucional Defesa de Interesses Gestão Social 37


CONEXÕES PARA A SUSTENTABILIDADE

A partir do teste de materialidade foram levantados temas que cada público de interesse considera como sendo sua maior preocupação, no que diz respeito à gestão da sustentabilidade no Sistema FIEB. Veja na tabela abaixo, o posicionamento do Sistema com relação aos temas.

(G4-27)

PÚBLICO DE RELACIONAMENTO E TEMA DE PREOCUPAÇÃO

POSICIONAMENTO DA FIEB

Sindicatos Perspectivas de desenvolvimento do Sistema FIEB, suas estratégias e como a organização apoia a inovação da indústria do Estado

As decisões estratégicas são tomadas no âmbito das reuniões dos Conselhos e retratados anualmente no documento Planejamento Estratégico.

Clientes Como desenvolver uma gestăo de resíduos apropriada

Cada entidade faz sua gestão de resíduos. Foi aprovado o projeto de implantação do Sistema Gestão Ambiental na sede da FIEB.

Governo industrial que o Sistema possui Quais atividades de apoioFIEB ao desenvolvimento local e à inovação

Todas as atividades de apoio estão evidenciadas nos instrumentos de comunicação institucional da organização a exemplo do Relatório Anual de Atividades e do Relatório de Sustentabilidade.

Fornecedores Desenvolvimento da carteira de fornecedores

Ocorre por meio de reuniões da área de compras com os principais fornecedores, Programa de Qualificação de Fornecedores e orientações das áreas contratantes.

Comunidades Como são escolhidas, desenvolvidas e mantidas as ações sociais existentes no Sistema FIEB e como elas impactam o desenvolvimento local

São definidas no plano de ação de cada entidade e divulgadas no Relatório Anual de Atividades e no Relatório de Sustentabilidade.

Comunidade científica e acadêmica que interage com o Sistema Quais atividades de apoio à inovação industrial que o Sistema FIEB possui

A gestão de Inovação é responsabilidade de cada entidade (SESI, SENAI e IEL), e são reportadas nos instrumentos de Comunicação Institucional. Atividades desenvolvidas: Criação de centros de pesquisa, com foco na inovação; Programas de Capacitação Profissional; Adequação de Requisitos Legais e outros relatados nos instrumentos de comunicação institucional.

COLABORADORES

(G4-10, G4-11, G4-51, G4-52, G4-53, G4-54, G4-55, G4-EC3, G4-LA1, G4-LA4, G4-LA6, G4-LA7, G4-LA9, G4-LA12) A Atuação dos colaboradores impacta diretamente no desempenho organizacional do Sistema FIEB. Desta forma, a organização tem procurado investir em práticas com foco na diversidade e na gestão do desenvolvimento das pessoas.

3

COLABORADORES

38

3. Não inclui terceirizados da segurança, serviços gerais e de TI

ACIDENTES DE TRABALHO


CONEXÕES PARA A SUSTENTABILIDADE

43% 57%

TREINAMENTO E CAPACITAÇÕES Os empregados do Sistema FIEB podem participar de treinamentos, subsidiados pela organização, internos e externos, de curta, média, longa duração e idiomas, cursos técnicos, de aperfeiçoamento, atualização técnica entre outros. Todos os treinamentos devem ter aplicação direta às atividades e cargos do empregado, visando melhor performance no alcance de objetivos e metas estratégicas organizacionais.

88 SAIRAM

88 REGRESSARAM

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CONEXÕES PARA A SUSTENTABILIDADE

2ª CAMINHADA DO SISTEMA FIEB

CAMPANHAS

2.567

FUNCIONÁRIOS E ESTAGIÁRIOS VACINADOS

Palestras sobre a realização dos exames periódicos, como forma de prevenção de doenças ocupacionais.

2ª caminhada do Sistema FIEB – no dia do trabalhador, participação de 300 empregados e familiares.

CAMPANHAS DE SENSIBILIZAÇÃO

Sensibilização para prevenção contra AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis.

NR 26, foram sinalizadas rotas de fuga e saída de emergência com o objetivo de orientar e garantir a segurança no trabalho. NR 05, constituída Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA). NR 09, disseminadas informações de prevenção dos riscos existentes no ambiente de trabalho.

Visando a melhoria dos processos que geram interface junto ao INSS, mas especificamente o atendimento ao eSocial do Governo Federal, foi realizado em dezembro, o workshop sobre rotinas de SST, o qual promoveu o alinhamento de conceitos e padronização de sistemas para a unificação de informações fiscais, previdenciárias e trabalhistas. Ainda na área de saúde, realizou-se o descarte in company de resíduos como lâmpadas e reatores, considerados como perigosos que, de alguma forma, podem trazer riscos à saúde do trabalhador. Destaque para a elaboração de pareceres técnicos de SST, realização de inspeções e análises da legislação aplicável às atividades e processos do Sistema FIEB com foco na definição das prioridades de adequação.

SISTEMA FIEB TAMBÉM ADERIU À CAMPANHA OUTUBRO ROSA E NOVEMBRO AZUL

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CONEXÕES PARA A SUSTENTABILIDADE

SINDICATOS PATRONAIS FILIADOS

4

(G4-4)

(a) Total de 44 sindicatos afiliados e três novos em 2014: Sindicato da Indústria de Adubos do Nordeste, Sindicato Nacional da Indústria da Construção Naval e Sindicato da Indústria de Panificação e Confeitaria do Estado da Bahia. (b) Realizadas ações de apoio direto aos sindicatos industriais destinadas a contribuir para a melhoria das suas práticas de gestão operacional e financeira. (c) Realizada a pesquisa sindical, com 39 sindicatos participantes: alto nível de aprovação dos serviços prestados pelo Sistema FIEB. 4. Para detalhes das siglas dos sindicatos, veja http://www.fieb.org.br/sindicatos/resultados.aspx?busca=&rbt=Sindicatos

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CONEXÕES PARA A SUSTENTABILIDADE

MEIO AMBIENTE

(G4-EN1, G4-EN2, G4-EN3, G4-EN4, G4-EN5, G4-EN6, G4-EN7, G4-EN8, G4-EN9, G4-EN10, G4-EN11, G4-EN12, G4-EN14, G4-EN15, G4-EN18, G4-EN19, G4-EN28, G4-EN29, G4-EN30, G4-EN32) Convém observar que, no período de 2013 e 2014, houve aumento e renovação da frota, trocando-a por veículos com óleo diesel, um combustível com menor emissão de gases de efeito estufa e de SO2. Essa ação justifica a redução do percentual de emissão de Gases de Efeito Estufa – GEE para o Sistema FIEB.

GEE (GASES DE EFEITO ESTUFA) TOTAL (t CO2e)

As informações abaixo demonstram a forma como o Sistema FIEB tem gerenciado seus impactos ambientais. São apresentados os principais indicadores, observando que eles traduzem um avanço por meio da utilização racional dos recursos naturais.

(%) DE GEE DE IMPACTO CLIMÁTICO SOBRE O GEE TOTAL

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CONEXÕES PARA A SUSTENTABILIDADE

VOCÊ SABIA QUE? 1. O Sistema FIEB não recebeu multas ou sanções de qualquer espécie resultantes

da não conformidade com leis e regulamentos ambientais. Isto se deve ao esforço da organização no cumprimento da legislação ambiental.

As unidades operacionais do Sistema (próprias ou alugadas) n ã o s e e n co n t ra m inseridas ou próximas a áreas protegidas e/ ou de alto valor para a biodiversidade. 2.

O i m pa c to a m b i e n ta l m a i s significativo do Sistema é a emissão de GEE devido ao consumo de combustíveis (transporte). 5.

As atividades do Sistema FIEB não geram produtos com embalagens, pois é uma organização de serviços. 3.

Não ocorreram queixas e reclamações relacionadas a impactos ambientais no período coberto por este relatório. 4.

Foi lançada na semana do meio ambiente, em 2014, a Campanha Gestão Sustentável FIEB, com o objetivo de sensibilizar seus colaboradores para racionalizar o uso de materiais e recursos naturais, a exemplo de papel, copo, energia, entre outros, contribuindo assim, para redução de custos e o desenvolvimento de uma consciência ambiental na organização. 6.

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CONEXÕES PARA A SUSTENTABILIDADE

CLIENTES

(G4-PR1, G4-PR2, G4-PR5, G4-PR6, G4-PR7, G4-PR8 E G4-PR9) Mais de 2.000 empresas associadas.

3.723 atendimentos a empresas clientes.

1.789 líderes, executivos e presidentes de sindicatos treinados.

Acompanhamento em 45 projetos de lei de interesse da indústria. Atendidas 126 empresas no âmbito do Projeto de Extensão Industrial Exportadora (PEIEx), nas modalidades consultorias, diagnósticos, treinamentos e monitoramento.

42.194 trabalhadores atendidos em odontológicos de 333 empresas industriais.

2.681 indústrias de pequeno e médio porte receberam apoio do Sistema, visando o aumento da sua competitividade no mercado local, nacional e internacional.

50 empresas participaram do Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Indústrias (PROCOMP). 337 atendimentos no Sibratec – Rede de Extensão Tecnológica da Bahia.

2.930 empresas atendidas em saúde e segurança no trabalho, em todo o estado.

43 empresas apoiadas no Projeto Indústria Baiana Sustentável, além de 21 projetos de 13 indústrias baianas no Projeto Gestão sustentável FIEB.

408.071 horas em serviços tecnológicos junto às empresas baianas.

114 MPES qualificadas pelo PQF como fornecedoras em cadeias produtivas.

309 empresas atendidas em Responsabilidade Social Empresarial.

O SENAI elaborou cinco livros, em português e espanhol, contemplando conceitos de avaliação do ciclo de vida (ACV), compras sustentáveis, produtos orgânicos, rotulagem ambiental e pegada ecológica no âmbito do projeto de Cooperação Trilateral Brasil-Peru-Alemanha.

Todos os cursos e demais serviços seguem as normas técnicas relativas a impactos na saúde e segurança de nossos clientes e não há registro de casos de não-conformidade a regulamentos e códigos de adesão voluntária relacionados a esse tema.

O Sistema FIEB não comercializa serviços que estão proibidos em outros mercados, nem que são objeto de questionamento de stakeholders ou de debate público.

Não há registro de casos de não conformidade com regulamentos que resultaram na aplicação de multas, sanções e advertências ao Sistema pela divulgação irregular de seus serviços.

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serviços 904 empresas atendidas em Estilo de Vida Saudável e Cultura, com mais de 740 mil trabalhadores atendidos. A 7ª edição do Polo de Cidadania, em Camaçari, mobilizou mais de 650 voluntários, realizando 10.374 atendimentos nas áreas de educação, saúde, lazer, cultura e meio ambiente.


CONEXÕES PARA A SUSTENTABILIDADE

PESQUISAS DE SATISFAÇÃO E AVALIAÇÕES

(G4-PR5)

Com base, nos resultados das pesquisas de satisfação realizadas junto aos clientes da Federação das indústrias, percebe-se um elevado nível de aprovação dos serviços.

Você sabia que o Sistema FIEB possui um manual que orienta sobre a realização de pesquisas e satisfação junto a seus clientes?

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CONEXÕES PARA A SUSTENTABILIDADE

SERVIÇOS EM EDUCAÇÃO 1. 3.806 alunos matriculados nas escolas da Rede Sesi em Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio. 2. 1.602 matrículas em Educação Básica com Ensino Profissional (EBEP). 3. 206 estudantes participantes do Projeto Conexão Mundo (elevar o nível de inglês dos estudantes do programa EBEP, por meio de intercâmbio com as faculdades comunitárias dos Estados Unidos). 4. Educação de Jovens e Adultos (EJA) efetivou o atendimento a 188 empresas e teve 101.128 matrículas realizadas entre os segmentos de Elevação da Escolaridade e da Educação Continuada. 5. Em 2014, o SENAI contabilizou 27.225 matrículas em cursos gratuitos, sendo 20.063 nos cursos de aprendizagem industrial básica, 4.183 nos cursos de aprendizagem industrial técnica e 2.979 na área de qualificação profissional. As capacitações realizadas alcançaram 35.504.607 horas aula por aluno.

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6. A Faculdade SENAI CIMATEC foi considerada, mais uma vez, a melhor instituição de Ensino Superior do Norte-Nordeste, segundo avaliação do Ministério da Educação. A Faculdade SENAI Cimatec obteve 3,76 no IGC (Índice Geral de Cursos), sendo a melhor Instituição de Ensino Superior da Bahia pelo terceiro ano consecutivo. 7. O SENAI CIMATEC já formou mais de 125 mestres em seis anos nos dois programas disponíveis (Programa Pós-Graduação em MCTI – Modelagem Computacional e Tecnologia Industrial e GETEC – Gestão e Tecnologia). 8. 8.939 estudantes em estágio, junto a um portfólio de 1.895 empresas conveniadas em todo o Estado, viabilizando oportunidades de estágio para ofertar aos estudantes. 9. Beneficiados 3.866 crianças e jovens, entre 6 e 18 anos, com ações esportivas, de lazer e cultura, pelo projeto do SESI que promove a inclusão social de crianças e adolescentes, alunos da rede SESI.


CONEXÕES PARA A SUSTENTABILIDADE

GOVERNO (G4-SO6)

O Sistema FIEB se relaciona de forma constante com os diferentes níveis de governo. Esses relacionamentos, pautados pela ética e transparência, e regidos pelo Código de Ética do Sistema, versam sobre importantes temas para o setor produtivo e a sociedade em geral, como questões tributárias, desenvolvimento industrial, inovação e tecnologia, meio ambiente, relações trabalhistas, infraestrutura e sustentabilidade. Por receber repasses do governo federal, as entidades que compõem o Sistema têm suas contas

TEMA

GOVERNO FEDERAL eSocial Alinhamento da FIOL – Ferrovia de Integração Oeste Leste com a FICO – Ferrovia de Integração do Centro Oeste. Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII). Acelera CIMATEC. de Brasileira Empresa Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII).

acompanhadas por órgãos de controle, tanto do executivo (CGU – Controladoria Geral da União e CGE – Controladoria Geral do Estado da Bahia), quanto do legislativo (TCU – Tribunal de Contas da União e TCE – Tribunal de Contas do Estado da Bahia). As entidades do Sistema FIEB, por definição estatutária, não podem fazer contribuições a partidos políticos, ou a candidatos a eleições. No período coberto por este relatório, os principais temas tratados junto aos diferentes níveis de governo foram:

TEMA

GOVERNO ESTADUAL Agenda de desenvolvimento industrial para o estado da Bahia. Agenda Positiva da Indústria enviada para os candidatos ao governo do estado

TEMA

GOVERNO MUNICIPAL Programa FIEB Ação Regional. Agenda Legislativa - Meio Ambiente e Responsabilidade Social.

Agenda Legislativa - Meio Ambiente e Responsabilidade Social.

Agenda Bahia do Trabalho Decente.

Agenda Legislativa - Meio Ambiente e Responsabilidade Social.

FORNECEDORES

(G4-12, G4-EC9, G4-LA14, G4-HR10, G4-SO9) Assim como todas as organizações do Sistema “S”, o sistema FIEB segue as diretrizes da CNI para a compra de produtos e contratação de serviços de terceiros. Essas diretrizes são baseadas na Lei 8.666 (lei das licitações e contratos da Administração Pública). Além dos processos de licitação, o Sistema também adquire produtos e serviços de terceiros, por meio de Compra Direta (por dispensa de licitação por

valor ou por inexigibilidade), utilizando cadastro centralizado de fornecedores. PRINCIPAL DESAFIO: Ampliação dos critérios socioambientais utilizados nos processos de compras, incluindo seleção de critérios com base em práticas trabalhistas, impactos sociais e ambientais tanto para fornecedores antigos como para novos

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CONEXÕES PARA A SUSTENTABILIDADE

FORNECEDORES ATIVOS

88,24%

DOS FORNECEDORES SÃO DO ESTADO.

MODALIDADES DAS COMPRAS REALIZADAS

R$ 209,13

COMPRAS DIRETAS

Milhões volume total de compras

36,3%

907

Processos Formalizados

22,3%

2013

2014 77,7%

63,7%

(Aumento de 63,9% com relação a 2013)

LICITAÇÕES

A cadeia de fornecedores do Sistema FIEB é bastante diversificada, sendo composta por empresas e profissionais que fornecem produtos e serviços de diferentes categorias, indo desde materiais de construção (tanto para as edificações do Sistema, quanto para treinamentos dados pelo SENAI), até material didático e produtos de consumo de escritório, passando por insumos para laboratórios. Como se vê na figura acima, a maior parte dos fornecedores do Sistema é do próprio estado da Bahia.

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CONEXÕES PARA A SUSTENTABILIDADE

CRITÉRIOS SOCIOAMBIENTAIS PARA CONTRATAÇÃO DE FORNECEDORES DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA (G4-EN32)

Análise da comunidade circunvizinha

Saúde, segurança do trabalho

Licença Ambiental

utilizar e r , r la ic c Re esíduos r s o ir z u e re d sólidos

Redução do consumo de água

Uso eficiente de energia elétrica

Plano de Gerenciamento de resíduos: redução, reciclagem, reutilização dos resíduos sólidos

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CONEXÕES PARA A SUSTENTABILIDADE

COMUNIDADES (G4-SO1)

As entidades do Sistema FIEB têm realizado uma série de ações voltadas para o desenvolvimento das comunidades, particularmente situadas no seu entorno. Entre as mais

MUNDO SENAI Oportunidade de conhecer as instalações, os cursos e serviços ofertados pelo Senai, visando despertar o interesse dos visitantes pelas diversas profissões industriais. Durante os eventos, são realizadas palestras, oficinas e mostras tecnológicas e oferecidos serviços de orientação profissional.

VIRA A VIDA Combate à exploração sexual de crianças e adolescentes, atuando através da oferta de educação integral e, com o apoio de empresas públicas e privadas. Oportuniza empregabilidade a jovens.

AÇÃO GLOBAL Realizado pelo Sesi em parceria com a Rede Globo (TV Bahia), utiliza a informação e a mobilização social como estratégia de inclusão e resgate da cidadania, estruturando uma rede de solidariedade que une instituições públicas, privadas e do terceiro setor na prestação de serviços gratuitos relevantes para a população.

QUALIFICANDO COM CIDADANIA Arrecadação de alimentos realizadas em diversos eventos do IEL Bahia, tais como IV Feira de Estágio Região Sul e a VII Feira de Estágio em Vitória da Conquista.

significativas, realizadas no período coberto por este relatório, podemos citar:

BENEFICIADOS

15.000

PÚBLICO-ALVO

COMUNIDADES DO ENTORNO DAS UNIDADES DO SISTEMA TRABALHADORES DA INDÚSTRIA E SUAS FAMÍLIAS ALUNOS E PROFESSORES DO SESI E SENAI SERVIÇOS OFERECIDOS

ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL EDUCAÇÃO (ENGLOBA CURSOS E TREINAMENTOS) CULTURA BENEFICIADOS

240

PÚBLICO-ALVO

ADOLESCENTES E JOVENS EM VULNERABILIDADE SOCIAL SERVIÇOS OFERECIDOS

EDUCAÇÃO (ENGLOBA CURSOS E TREINAMENTOS) ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL ATENDIMENTO PSICOSSOCIAL SAÚDE ODONTOLOGIA BENEFICIADOS

11.022

PÚBLICO-ALVO

SOCIEDADE EM GERAL COMUNIDADES DO ENTORNO DAS UNIDADES DO SISTEMA SERVIÇOS OFERECIDOS

SAÚDE LAZER ORIENTAÇÃO LEGAL E/OU PREVIDENCIÁRIA ATENDIMENTO PSICOSSOCIAL CULTURA ODONTOLOGIA

BENEFICIADOS

Não contabilizado (arrecadados 700 quilos de alimentos distribuídos a ONGs)

PÚBLICO-ALVO

SOCIEDADE EM GERAL SERVIÇOS OFERECIDOS

ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO

50


CONEXÕES PARA A SUSTENTABILIDADE

INDÚSTRIA DO CONHECIMENTO Amplia conhecimentos e a participação em atividades culturais, através de módulos, ou centros multimeios, compostos por biblioteca, videoteca, CDteca, DVDteca e acesso à internet. Os centros são concebidos especialmente para preencher lacunas existentes na promoção do acesso à informação e ao conhecimento, mediante pesquisas e práticas de leitura.

ATLETA DO FUTURO Promove a inclusão social de crianças e adolescentes, alunos da rede Sesi, por meio da transmissão de ensinamentos de cidadania e do esporte. Além disso, o projeto fomenta parcerias com empresas industriais, fortalecendo suas políticas de responsabilidade social.

AÇÕES AMBIENTAIS EM LAURO DE FREITAS Conjunto de ações que ampliam a consciência com relação aos temas ambientais, tais como (a) descarte adequado de resíduos gerados, bem como sua disposição, visando melhorias e a conservação dos espaços em unidades do Sistema; (b) palestras sobre conhecimentos para atuação no mercado de trabalho na área ambiental, bem como ampliar informações e conhecimentos técnicos adquiridos em sala de aula; (c) criação de horta comunitária e de pomar com plantas frutíferas de restinga; (d) estudos e criação de compostagem, a partir de resíduos orgânicos produzidos no refeitório; (e) plantio de mudas de Pau Brasil.

BENEFICIADOS

12.520

PÚBLICO-ALVO

COLABORADORES DO SISTEMA FIEB COMUNIDADES DO ENTORNO DAS UNIDADES DO SISTEMA SERVIÇOS OFERECIDOS

EDUCAÇÃO (ENGLOBA CURSOS E TREINAMENTOS) LAZER CULTURA

BENEFICIADOS

3.879

PÚBLICO-ALVO

ALUNOS E PROFESSORES DO SESI E SENAI SERVIÇOS OFERECIDOS

LAZER E ESPORTES CULTURA

BENEFICIADOS

1.984

PÚBLICO-ALVO

COLABORADORES DO SISTEMA FIEB ALUNOS E PROFESSORES DO SESI E SENAI SERVIÇOS OFERECIDOS

EDUCAÇÃO (ENGLOBA CURSOS E TREINAMENTOS) LAZER E ESPORTES MEIO AMBIENTE CULTURA

PROJETOS CIDADÃO APRENDIZ E FUNDAÇÃO CIDADE MÃE

BENEFICIADOS

Promove qualificação profissional de adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social e com a necessidade de reintegração social, que cumprem medidas socioeducativas em meio aberto, em semiliberdade, bem como egressos da FUNDAC e seus familiares.

PÚBLICO-ALVO

159

JOVENS QUE CUMPREM MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS ADOLESCENTES E JOVENS EM VULNERABILIDADE SOCIAL SERVIÇOS OFERECIDOS

EDUCAÇÃO (ENGLOBA CURSOS E TREINAMENTOS) ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL ATENDIMENTO PSICOSSOCIAL DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS

51


CONEXÕES PARA A SUSTENTABILIDADE

PROJETO SINALEIRAS Promove a qualificação profissional de adolescentes e jovens que estão em situação de rua e submetidos à exploração de trabalho, contribuindo para sua inserção na sociedade, a partir da perspectiva da formação profissional.

DIA NACIONAL DA CONSTRUÇÃO SOCIAL Realizado pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) e organizado pelo Serviço Social da Indústria (SESI) em todo o Brasil, o Dia de Mobilização Social possui uma ampla programação, com a oferta de diversos serviços, a exemplo de emissão de Carteira de Trabalho, serviço de informações previdenciárias, orientações em saúde e realização de exames (aferição da pressão arterial, ocular, glicemia capilar), além de avaliação e orientação nutricional, medição antropométrica, saúde bucal e orientações sobre métodos contraceptivos e DST.

PROJETO CRESCER Tira das ruas e oferece melhores perspectivas de vida a crianças e adolescentes, na faixa etária de 05 a 18 anos, do bairro da Lagoa dos Patos, em Lauro de Freitas, a partir de aulas de balé, capoeira, teatro, futebol, música e reforço escolar no turno complementar ao da escola, além disso, oferece refeições diárias.

CAMPANHAS BENEFICENTES/AÇÕES SOCIAIS DIVERSAS

O Sistema FIEB tem desenvolvido inúmeras ações sociais para promover o desenvolvimento humano das comunidades baianas, o que tem posicionado a organização como referência no estado. O interessante, é que o Sistema busca desenvolver práticas alinhadas às suas operações, como é o caso de inscrições em diversos eventos do IEL Bahia, tais como IV Feira de Estágio Região Sul e a VII Feira de Estágio em Vitória da Conquista, que incluíram a arrecadação de 700 quilos de alimentos distribuídos a diversas organizações beneficentes do estado.

PROJETO APRENDIZAGEM NA MEDIDA Promove a qualificação profissional de adolescentes que estão em cumprimento de medidas socioeducativas, por meio da aprendizagem.

52

BENEFICIADOS

115

PÚBLICO-ALVO

ADOLESCENTES E JOVENS EM SITUAÇÃO DE RUA SERVIÇOS OFERECIDOS

EDUCAÇÃO (ENGLOBA CURSOS E TREINAMENTOS) ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL ATENDIMENTO PSICOSSOCIAL DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS BENEFICIADOS

1.896

PÚBLICO-ALVO

TRABALHADORES DA INDÚSTRIA E SUAS FAMÍLIAS SERVIÇOS OFERECIDOS

SAÚDE ORIENTAÇÃO LEGAL E/OU PREVIDENCIÁRIA ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO

BENEFICIADOS

142

PÚBLICO-ALVO

ADOLESCENTES E JOVENS EM SITUAÇÃO DE RUA ADOLESCENTES E JOVENS EM VULNERABILIDADE SOCIAL SERVIÇOS OFERECIDOS

SAÚDE LAZER E ESPORTES ATENDIMENTO PSICOSSOCIAL ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO CULTURA BENEFICIADOS

367

PÚBLICO-ALVO

COMUNIDADES DO ENTORNO DAS UNIDADES DO SISTEMA ADOLESCENTES E JOVENS EM VULNERABILIDADE SOCIAL IDOSOS DEPENDENTES QUÍMICOS SERVIÇOS OFERECIDOS

EDUCAÇÃO (ENGLOBA CURSOS E TREINAMENTOS) SAÚDE LAZER E ESPORTES ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO CULTURA BENEFICIADOS

45

PÚBLICO-ALVO

JOVENS QUE CUMPREM MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS SERVIÇOS OFERECIDOS

EDUCAÇÃO (ENGLOBA CURSOS E TREINAMENTOS) ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL ATENDIMENTO PSICOSSOCIAL DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS


CONEXÕES PARA A SUSTENTABILIDADE

O SISTEMA FIEB ESTÁ ATENTO AOS SEUS IMPACTOS LIBERDADE DE ASSOCIAÇÃO

Não houve situações em que o direito de exercer a liberdade de associação e a negociação coletiva correu risco.

COMBATE À CORRUPÇÃO

Não houve casos de corrupção envolvendo o Sistema FIEB, nem identificados casos que envolvessem seus fornecedores e/ou empresas terceirizadas.

CONFORMIDADE COM LEIS E REGULAMENTOS

Não houve ações judiciais e/ou multas decorrentes de práticas inadequadas, como não conformidade com leis e regulamentos, fornecimento inadequado de serviços e outras práticas comerciais não corretas. RESPEITO AOS DIREITOS HUMANOS

Não houve queixas relacionadas a transgressões de direitos humanos enviadas ao Sistema FIEB (principalmente à ouvidoria), seja por parte do público externo ou interno, incluindo povos indígenas, comunidades quilombolas e demais minorias. IMPACTOS SOBRE COMUNIDADES DO ENTORNO

Não temos recebido queixas sobre impactos ambientais causados por nossas operações realizadas pelas comunidades do entorno das unidades. BENEFÍCIOS DE INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA

Cerca de R$ 70 milhões investidos em mais de 30.000 m2 de área construída de suas unidades novas e/ou remodelação de antigas, permitindo acesso a comunidades que antes não tinham esses serviços.

INFORMAÇÕES SOBRE SERVIÇOS

Todas as informações sobre os serviços prestados pelo Sistema FIEB seguem a legislação aplicável às suas atividades, além de garantir a total transparência a seus clientes. No entanto, entende que possui o desafio de desenvolver um processo mais adequado de monitoramento para identificação, quantificação e correção de possíveis casos de não conformidade com regulamentos e códigos voluntários relacionados a informações e demais ações de marketing sobre seus serviços e atividades. COMBATE À DISCRIMINAÇÃO

O Sistema FIEB inclui a denúncia de casos de discriminação em seus procedimentos vinculados ao Código de Ética e que são monitorados pelo sistema de gestão implantado. Com base nesse sistema, não ocorreram casos de discriminação, seja por raça, cor, sexo, religião, opinião política, nacionalidade, origem social ou outras formas relevantes de discriminação, que tenham sido praticados pelos funcionários do Sistema FIEB ou por terceiros atuando em suas unidades.

53


CONEXÕES PARA A SUSTENTABILIDADE

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

(G4-14, G4-EC7, G4-EC8, G4-EN34, G4-HR3, G4-HR4, G4-HR8, G4-HR12, G4-SO2, G4-SO3, G4-SO5, G4-SO7, G4-SO8) OS IMPACTOS ECONÔMICOS INDIRETOS GERADOS PELO SISTEMA FIEB

54

Contribuição no aumento da produtividade das indústrias

Apoio à inovação nas empresas, capacitação empresarial, formação de mão de obra qualificada, serviços técnicos e tecnológicos oferecidos, pesquisa aplicada e consultoria.

Criação de um ambiente de negócios favorável ao aumento da competitividade industrial

Por meio de ações de representação e defesa de interesses das indústrias baianas junto às instituições públicas e privadas.

Disponibilidade de produtos e serviços para a população de baixa renda

Especialmente a partir do SESI e do SENAI, tais como a oferta de educação gratuita, cursos profissionalizantes e serviços de saúde e lazer subsidiados etc., principalmente para industriários e comunidades do entorno das unidades.

Atração de investimentos e desenvolvimento de novos negócios

O Sistema FIEB cria um ambiente favorável à atração de investimentos para o Estado da Bahia ao prover treinamento e qualificação de mão de obra para as indústrias baianas, além de serviços especializados, tais como: Articulações de parcerias institucionais (BNDES, CEF, SEBRAE, BNB e Desenbahia) que visem facilitar o acesso das MPMEs industriais da Bahia a informações qualificadas para o crédito orientado; Desenvolvimento de programas e ações voltados à internacionalização da indústria da Bahia em prol da promoção e comercialização dos produtos nos mercados internacionais, do apoio ao estabelecimento de parcerias e cooperação entre empresas nacionais e internacionais (transferência de tecnologia, subcontratação industrial, joint-ventures, dentre outros) e, na captação e apoio aos Investimentos Estrangeiros Diretos (IED), especialmente em setores considerados estratégicos para o fortalecimento da economia do estado; Assessoria em licenciamento ambiental às empresas, na elaboração e acompanhamento dos seus processos de licenciamento, junto aos órgãos ambientais do Estado.

Criação de potencial para o desenvolvimento de novos negócios

A partir da formação de pessoal qualificado e da capacitação gerencial promovida pelas diferentes entidades do Sistema.

Desenvolvimento econômico e social

Incremento do perfil educacional da população baiana e de sua empregabilidade, pelos trabalhos de educação e de qualificação de mão de obra, que possuem forte penetração junto à população carente do entorno das suas unidades e junto aos alunos provenientes das escolas públicas.

Fortalecimento das micro e pequenas empresas industriais baianas

Através de sua qualificação e do estimular ao desenvolvimento e à consolidação de startups que produzem alto impacto financeiro, social e ambiental.

Inclusão social, redução das desigualdades e dinamismo da economia

A política de preço do SESI que leva em conta a capacidade de pagamento dos clientes (maiores descontos e subsídios para trabalhadores e empresas com menor capacidade de pagamento). Realização de eventos sociais voltados para a inclusão e resgate da cidadania, e montagem de uma rede de solidariedade que envolve outras instituições públicas e privadas.

Ampliação da competitividade internacional das indústrias baianas

Projetos de capacitação tecnológica e de gestão, de ecoeficiência, de otimização de produtos e processos, de adequação para exportações, de certificações (qualidade e produtos) e de inovação.

Qualificação de jovens talentos

Melhor qualificação de jovens em formação acadêmica (estagiários), permitindo que, no futuro, possam atuar de forma diferenciada no mercado de trabalho.

Fomento ao associativismo

Criação de redes empresariais de colaboração, particularmente no interior do estado.


CONEXÕES PARA A SUSTENTABILIDADE

REPRESENTAÇÕES INSTITUCIONAIS

(G4-16)

O Sistema FIEB se relaciona com uma série de organizações, públicas e privadas, onde possui assento com diferentes atribuições. A participação do Sistema FIEB nessas CONSELHO

CONSELHO DE ASSUNTOS FISCAIS E TRIBUTÁRIOS – CAFT

CONSELHO DE COMÉRCIO EXTERIOR - COMEX

CONSELHO DE ECONOMIA E DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL

CONSELHO DE INFRAESTRUTURA – COINFRA

organizações é regulada por meio de portaria interna e define que os conselhos do Sistema são seus representantes junto a essas iniciativas. São elas:

ONDE REPRESENTA O SISTEMA FIEB

ENTIDADE

COMISSÃO DE ASSUNTOS TRIBUTÁRIOS E FISCAIS - CATF

CNI

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS DO MINISTÉRIO DA FAZENDA

CNI

CONSELHO DE FAZENDA ESTADUAL – CONSEF

SECRETARIA DA FAZENDA DO ESTADO DA BAHIA

CONSELHO FISCAL

SEBRAE/BA

CONSELHO MUNICIPAL DE TRIBUTOS – CMT

SECRETARIA MUNICIPAL DA FAZENDA

JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DA BAHIA

CNI

COALIZAÇÃO EMPRESARIAL BRASILEIRA – CEB

CNI

CONSELHO TEMÁTICO DE INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL – COINTER

JUCEB

FÓRUM BAIANO DE INDICAÇÃO GEOGRÁFICA E MARCAS COLETIVAS

SUPERINTENDÊNCIA FEDERAL DE AGRICULTURA DO ESTADO DA BAHIA

CÂMARA DE FINANCIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO - SDE

CÂMARA SETORIAL DA CADEIA PRODUTIVA DE FIBRAS NATURAIS

SECRETARIA DA AGRICULTURA, IRRIGAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA

CÂMARA SETORIAL DE CANA-DE-AÇÚCAR E DERIVADOS DO ESTADO DA BAHIA

SECRETARIA DA AGRICULTURA, IRRIGAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA

CÂMARA SETORIAL DAS INDÚSTRIAS DA REGIÃO METROPOLITANA DE FEIRA DE SANTANA NO CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO DA INDUSTRIA E DO COMÉRCIO – CDIC

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO - SDE

CÂMARA SETORIAL DO CACAU DO ESTADO DA BAHIA

SECRETARIA DA AGRICULTURA, IRRIGAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA - SEAGRI

COMITÊ ESTADUAL DA AGROINDÚSTRIA – CEAGRO

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

COMISSÃO ESPECIAL DA MINERAÇÃO

CNI

CONSELHO CONSULTIVO DO NÚCLEO ESTADUAL DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO DOS ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS DA BAHIA - NE/APLS/BA

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO - SDE

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA SUPERINTENDÊNCIA DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL E COMERCIAL – SUDIC

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO – SDE

CONSELHO DE CURADORES DO INSTITUTO MIGUEL CALMON - LMLC

FUNDAÇÃO INSTITUTO MIGUEL CALMON DE ESTUDOS SOCIAIS E ECONÔMICOS - IMIC

CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL – CODES

SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS – SERIN

CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL – CDI

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO – SDE

CONSELHO DELIBERATIVO DA SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DO NORDESTE - CONDEL

SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DO NORDESTE – SUDENE

CONSELHO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO - COMDEC

SECRETÁRIA DE INDÚSTRIA, COMÉRCIO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PREFEITURA MUNICIPAL DE ILHÉUS

CONSELHO TEMÁTICO DA AGROINDÚSTRIA – COAGRO

CNI

CONSELHO TEMÁTICO DE INTEGRAÇÃO NACIONAL – CIN

CNI

CONSELHO TEMÁTICO DE POLÍTICA ECONÔMICA – COPEC

CNI

CONSELHO TEMÁTICO DE POLÍTICA INDUSTRIAL E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO – COPIN

CNI

GRUPO EXECUTIVO DO NÚCLEO ESTADUAL DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO DOS ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS - NE/APLS - BA

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO - SDE

CÂMARA TÉCNICA DE OUTORGA E COBRANÇA – CTOC

SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - SEMA

CÂMARA TRANSVERSAL DE ENERGIA

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO – SDE

COMITÊ DA BACIA DO RECÔNCAVO NORTE E INHAMBUPE – CBHRNI

INSTITUTO DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS - INEMA

COMITÊ DA BACIA HIDROGRÁFICA DO SÃO FRANCISCO – CBHSF

INSTITUTO DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS – INEMA

CONSELHO DE CONSUMIDORES DE ENERGIA DA COELBA – CCEC

GRUPO NEOENERGIA COELBA

CONSELHO ESTADUAL DE LOGÍSTICA E TRANSPORTES – CELT

SECRETARIA DE INFRAESTRUTURA DO ESTADO DA BAHIA - SEINFRA

CONSELHO ESTADUAL DE RECURSOS HÍDRICOS – CONERH

SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - SEMA

55


CONEXÕES PARA A SUSTENTABILIDADE CONSELHO

CONT... CONSELHO DE INFRAESTRUTURA – COINFRA

CONSELHO DE INOVAÇÃO E TECNOLOGIA – CITEC

CONSELHO DE ECONOMIA E DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL

CONSELHO DE MEIO AMBIENTE – COMAM

56

ONDE REPRESENTA O SISTEMA FIEB

ENTIDADE

CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS – CNRH

SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS E AMBIENTE URBANO DO MINISTÉRIO DE MEIO AMBIENTE - MMA

CONSELHO TEMÁTICO DE INFRAESTRUTURA – COINFRA

CNI

PROGRAMA DE ATUAÇÃO DA PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE HABITAÇÃO E URBANISMO

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA – MPB

REDE DE RECURSOS HÍDRICOS

CNI

COMITÊ TÉCNICO DO PROGRAMA DE FORTALECIMENTO DA ATIVIDADE EMPRESARIAL DA SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO PROGREDIR

SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO DO ESTADO DA BAHIA - SECTI

CONSELHO CURADOR DA FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DA BAHIA - FAPESB

SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO DO ESTADO DA BAHIA - SECTI

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA - UNEB

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DO INSTITUTO BAIANO DE METROLOGIA, NORMATIZAÇÃO E QUALIDADE - IBAMETRO

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO – SDE

CONSELHO DELIBERATIVO

ASSOCIAÇÃO BAIANA, PARA GESTÃO COMPETITIVA - ABGC

CONSELHO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO EM ADMINISTRAÇÃO - NEA

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA – UFBA

CONSELHO ESTADUAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA – CONCITEC

SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO DO ESTADO DA BAHIA - SECTI

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA DA BAHIA – IFBA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

CONSELHO SUPERIOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BAIANO - IF BAIANO

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA DO MINISTÉRIO DE EDUCAÇÃO - SETEC

PROJETO DE MOBILIZAÇÃO EMPRESARIAL PELA INOVAÇÃO – MEI

CNI

COMITÊ TEMÁTICO DE ACESSO A MERCADORIAS E COMÉRCIO EXTERIOR CTAMCE / FÓRUM REGIONAL PERMANENTE DAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE DO ESTADO DA BAHIA

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO – SDE

COMITÊ TEMÁTICO DE INVESTIMENTO E FINANCIAMENTO - CT IF / FÓRUM REGIONAL PERMANENTE DAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE DO ESTADO DA BAHIA - FRPMPE

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO – SDE

CONSELHO DELIBERATIVO

SEBRAE/BA

CONSELHO MUNICIPAL DA MICRO E PEQUENA EMPRESA

SECRETARIA MUNICIPAL DE INDÚSTRIA E COMÉRCIO DA PREFEITURA MUNICIPAL DE GUANAMBI

CONSELHO TEMÁTICO DA MICRO E PEQUENA EMPRESA - COMPEM

CNI

CÂMARA DE COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – CCA

SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE – SEMA

CÂMARA DO MEIO AMBIENTE DO CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL – CDI

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO – SDE

CÂMARA TÉCNICA DE ASSUNTOS JURÍDICOS INSTITUCIONAIS E NORMATIVOS CTAJIN DO CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - CEPRAM

SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - SEMA

CÂMARA TÉCNICA DE GESTÃO AMBIENTAL COMPARTILHADA – CTGAC DO CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - CEPRAM

SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - SEMA

CÂMARA TÉCNICA RECURSAL - CTR DO CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - CEPRAM

SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - SEMA

COMISSÃO ESTADUAL DE AGROTÓXICOS – CEA

SECRETARIA DA AGRICULTURA, PECUÁRIA, IRRIGAÇÃO, PESCA E AQUICULTURA - SEAGRI

COMISSÃO INTERINSTITUCIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO ESTADO DA BAHIA – CIEA

SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE – SEMA

COMITÊ ESTADUAL DA RESERVA DA BIOSFERA DA CAATINGA NO ESTADO DA BAHIA CERBCAAT-BA

INSTITUTO DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS – INEMA

COMITÊ ESTADUAL DA RESERVA DA BIOSFERA DA MATA ATLÂNTICA NO ESTADO DA BAHIA - CERBMA-BA

INSTITUTO DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS - INEMA

CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE – CEPRAM

SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE – SEMA

CONSELHO GESTOR DA ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE JOANES IPITANGA

INSTITUTO DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS - INEMA

CONSELHO MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE – COMAM

PREFEITURA MUNICIPAL DE SALVADOR

CONSELHO TEMÁTICO DE MEIO AMBIENTE – COEMA

CNI

CONSELHO TEMÁTICO DE MEIO AMBIENTE DO NORDESTE - COEMA NORDESTE

CNI

FÓRUM BAIANO DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS GLOBAIS E BIODIVERSIDADE

SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE – SEMA

INVENTÁRIO DAS EMISSÕES DE GASES EFEITO ESTUFA – GEE DA SECRETARIA CIDADE SUSTENTÁVEL - SECIS

PREFEITURA MUNICIPAL DE SALVADOR


CONEXÕES PARA A SUSTENTABILIDADE CONSELHO

ONDE REPRESENTA O SISTEMA FIEB

ENTIDADE

GRUPO DE TRABALHO DO PROGRAMA DE RESTAURAÇÃO E CONSERVAÇÃO DAS MATAS CILIARES E NASCENTES - GTMAC

INSTITUTO DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS - INEMA

GRUPO DE TRABALHO INTERSETORIAL SOBRE PRODUÇÃO E CONSUMO SUSTENTÁVEIS - GT PCS

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO URBANO – SEDUR

GRUPO DE TRABALHO RESÍDUOS DA CÂMARA TÉCNICA DE SANEAMENTO - CT SAN

CONSELHO ESTADUAL AS CIDADES DO ESTADO DA BAHIA - CONCIDADES/BA

POLÍTICA ESTADUAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS GT - PERSÓLIDOS

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO URBANO - SEDUR

POLÍTICA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DE SALVADOR DA SECRETARIA CIDADE SUSTENTÁVEL - SECIS

PREFEITURA MUNICIPAL DE SALVADOR

REDE CLIMA DA INDÚSTRIA NACIONAL

CNI

REDE DE BIODIVERSIDADE E FLORESTAS

CNI

REDE DE RESÍDUOS SÓLIDOS

CNI

COMISSÃO INTERSETORIAL DE ACOMPANHAMENTO DO MANEJO E PREVENÇÃO DE IMPACTOS À SAÚDE E AO MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA EXPLORAÇÃO E USO DO AMIANTO E DE OUTROS MINERAIS DO ESTADO DA BAHIA - CIAM

SECRETARIA DA SAÚDE – SESAB

COMISSÃO INTERSETORIAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR DE VITÓRIA DA CONQUISTA – CIST

CENTRO DE REFERÊNCIA EM SAÚDE DO TRABALHADOR – CEREST

COMISSÃO INTERSETORIAL DA SAÚDE DO TRABALHADOR – CIST

SECRETARIA DA SAÚDE – SESAB

COMISSÃO MUNICIPAL TRIPARTITE E PARITÁRIA DE EMPREGO E RENDA DE SALVADOR

SECRETARIA MUNICIPAL DE PROMOÇÃO SOCIAL E COMBATE À POBREZA – SEMPS

COMITÊ GESTOR DO PROGRAMA BAHIA DO TRABALHO DECENTE

SECRETARIA DO TRABALHO, EMPREGO, RENDA E ESPORTE - SETRE

CONSELHO DE CURADORES DA FUNDAÇÃO DE HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA DA BAHIA - HEMOBA

SECRETARIA ESTADUAL DA SAÚDE – SESAB

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

FUNDAÇÃO LUIS EDUARDO MAGALHÃES – CONAD

CONSELHO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DA GERÊNCIA EXECUTIVA DO INSS

MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL – MPS

CONSELHO DELIBERATIVO DO FUNDO DE PROMOÇÃO DO TRABALHO DECENTE FUNDO DE PROMOÇÃO DO TRABALHO DECENTE - FUNTRAD

SECRETARIA DO TRABALHO, EMPREGO, RENDA E ESPORTE - SETRE

CONSELHO ESTADUAL DE SAÚDE DA BAHIA – CES

SECRETARIA ESTADUAL DA SAÚDE – SESAB

COMISSÃO ESTADUAL DO BENZENO NA BAHIA – CEBZ

SECRETARIA ESTADUAL DA SAÚDE – SESAB

CONSELHO ESTADUAL TRIPARTITE E PARITÁRIO DE TRABALHO E RENDA DA BAHIA - CETER-BA

SECRETARIA DO TRABALHO, EMPREGO, RENDA E ESPORTE – SETRE

CONSELHO TEMÁTICO DE RELAÇÕES DO TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SOCIAL – CRT

CNI

FÓRUM DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE DO TRABALHO DO ESTADO DA BAHIA FORUMAT

SECRETARIA DO TRABALHO, EMPREGO, RENDA E ESPORTE – SETRE

COMISSÃO GERENCIADORA DO PROGRAMA ESTADUAL DE INCENTIVO AO PATROCÍNIO CULTURA - FAZCULTURA

SECRETARIA DE CULTURA DO ESTADO DA BAHIA - SEC

COMISSÃO GERENCIADORA DO PROGRAMA ESTADUAL DE INCENTIVO AO ESPORTE AMADOR DO ESTADO DA BAHIA – FAZATLETA

SECRETARIA DO TRABALHO, EMPREGO, RENDA E ESPORTE - SETRE

COMITÊ GESTOR DA BAHIA CRIATIVA

SECRETARIA DE CULTURA DO ESTADO DA BAHIA – SEC

CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DA BAHIA

CONSELHO TEMÁTICO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL – CORES

CNI

CONSELHO ESTADUAL DA REDE DE FORMAÇÃO E QUALIFICAÇÃO EM CULTURA

SECRETARIA DE CULTURA DO ESTADO DA BAHIA - SEC

GRUPO DE TRABALHO PARA CRIAÇÃO E INSTITUIÇÃO DO COMITÊ ESTADUAL INTERSETORIAL PARA INCLUSÃO SOCIAL E ECONÔMICA DOS CATADORES DE MATERIAIS REUTILIZÁVEIS E RECICLÁVEIS

SECRETARIA DO TRABALHO, EMPREGO, RENDA E ESPORTE - SETRE

CÂMARA DE PETRÓLEO, GÁS E PETROQUÍMICA

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO – SDE

COMITÊ GESTOR DO FUNDO SETORIAL DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL - CT PETRO

CNI

CONSELHO CONSULTIVO

REDE PETRO BAHIA

CONSELHO DELIBERATIVO

ORGANIZAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA DO PETRÓLEO – ONIP

CONSELHO DE PORTOS – CP

CÂMARA SETORIAL DA INDÚSTRIA NAVAL E PORTUÁRIA

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO – SDE

CONSELHO DE JOVENS LIDERANÇAS DA INDÚSTRIA – CJLI

CONSELHO DELIBERATIVO

CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS JOVENS EMPRESÁRIOS - CONAJE

CONT... CONSELHO DE MEIO AMBIENTE – COMAM

CONSELHO DE RELAÇÕES TRABALHISTAS – CRT

CONSELHO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL – CORES

CONSELHO DE PETRÓLEO, GÁS E NAVAL – CPGN

57


ÍNDICE REMISSIVO GRI

58


ÍNDICE REMISSIVO GRI

PERFIL ORGANIZACIONAL

ASPECTOS MATERIAIS IDENTIFICADOS E LIMITES

ENGAJAMENTO DE STAKEHOLDERS

PERFIL DO RELATÓRIO

PERFIL DO RELATÓRIO

G4-1 G4-2 G4-3 G4-4 G4-5 G4-6 G4-7 G4-8 G4-9 G4-10 G4-11 G4-12 G4-13 G4-14 G4-15 G4-16 G4-17 G4-18 G4-19 G4-20 G4-21 G4-22 G4-23 G4-24 G4-25 G4-26 G4-27 G4-28 G4-29 G4-30 G4-31 G4-31 G4-32 G4-33 G4-34 G4-35 G4-36 G4-37 G4-38 G4-39 G4-40 G4-41 G4-42 G4-43 G4-44 G4-45 G4-46

CONTEÚDOS PADRÃO GERAIS

PÁGINA

11 23 16, 22 16, 22, 41 18 18 18 16, 22 16, 22, 32 38 38 47 18 54 26, 34 55 32 07 08 08 08 07 07 08 08 23, 28 08, 38 07 07 07 07 07 07 07 20, 21 20, 21 20, 21 28, 29 20, 21, 29 20, 21 20, 21 29 13, 14, 20, 21 23 20 20 23

ÉTICA E INTEGRIDADE

CONTEÚDOS PADRÃO ESPECÍFICOS

ESTRATÉGIA E ANÁLISE

GRI

INFORMAÇÕES SOBRE FORMA DE GESTÃO CATEGORIA ECONÔMICA DESEMPENHO ECONÔMICO

PRESENÇA NO MERCADO IMPACTOS ECONÔMICOS INDIRETOS PRÁTICAS DE COMPRAS MATERIAIS

CATEGORIA AMBIENTAL

CONTEÚDOS PADRÃO GERAIS

ENERGIA

ÁGUA BIODIVERSIDADE

EMISSÕES

EFLUENTES E RESÍDUOS

GRI

G4-47 G4-48 G4-49 G4-50 G4-51 G4-52 G4-53 G4-54 G4-55 G4-56 G4-57 G4-58 G4-DMA G4-EC1 G4-EC2 G4-EC3 G4-EC4 G4-EC5 G4-EC6 G4-EC7 G4-EC8 G4-EC9 G4-EN1 G4-EN2 G4-EN3 G4-EN4 G4-EN5 G4-EN6 G4-EN7 G4-EN8 G4-EN9 G4-EN10 G4-EN11 G4-EN12 G4-EN13 G4-EN14 G4-EN15 G4-EN16 G4-EN17 G4-EN18 G4-EN19 G4-EN20 G4-EN21 G4-EN22 G4-EN23 G4-EN24 G4-EN25

PÁGINA

23 07 23 23 38 38 38 38 38 29 30 30 26, 34 32 NR 38 32 NR NR 54 54 47 42 42 42 42 42 42 42 42 42 42 42 42 NR 42 42 NR NR 42 42 NR NR NR NR NR NR

59


ÍNDICE REMISSIVO GRI

EFLUENTES E RESÍDUOS PRODUTOS E SERVIÇOS CONFORMIDADE TRANSPORTES AVALIAÇÃO AMBIENTAL DE FORNECEDORES

CATEGORIA SOCIAL – PRÁTICAS TRABALHISTAS E TRABALHO DECENTE

MECANISMOS DE QUEIXAS E RECLAMAÇÕES RELACIONADAS A IMPACTOS AMBIENTAIS

EMPREGO RELAÇÕES TRABALHISTAS SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO

TREINAMENTO E EDUCAÇÃO DIVERSIDADE E IGUALDADE DE OPORTUNIDADES IGUALDADE DE REMUNERAÇÃO ENTRE MULHERES E HOMENS

AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES EM PRÁTICAS TRABALHISTAS

CATEGORIA SOCIAL – DIREITOS HUMANOS

MECANISMOS DE QUEIXAS E RECLAMAÇÕES RELACIONADAS A IMPACTOS AMBIENTAIS

INVESTIMENTOS NÃO DISCRIMINAÇÃO LIBERDADE DE ASSOCIAÇÃO E NEGOCIAÇÃO COLETIVA

TRABALHO INFANTIL TRABALHO FORÇADO OU ANÁLOGO AO ESCRAVO

PRÁTICAS DE SEGURANÇA DIREITOS INDÍGENAS AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES EM DIREITOS HUMANOS

CATEGORIA SOCIAL – SOCIEDADE

MECANISMOS DE QUEIXAS E RECLAMAÇÕES RELACIONADAS A IMPACTOS AMBIENTAIS

60

COMUNIDADES LOCAIS

COMBATE À CORRUPÇÃO POLÍTICAS PÚBLICAS CONCORRÊNCIA DESLEAL CONFORMIDADE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES EM IMPACTOS NA SOCIEDADE

GRI

PÁGINA

G4-EN26 G4-EN27 G4-EN28 G4-EN29 G4-EN30 G4-EN31 G4-EN32 G4-EN33 G4-EN34 G4-LA1 G4-LA2 G4-LA3 G4-LA4 G4-LA5 G4-LA6 G4-LA7 G4-LA8 G4-LA9 G4-LA10 G4-LA11

NR NR 42 42 42 NR 42, 49 NR 54 38 NR NR 38 NR 38 38 NR 38 NR NR

G4-LA12 G4-LA13 G4-LA14 G4-LA15 G4-LA16 G4-HR1

38 38, NR 47 NR NR NR

G4-HR2 G4-HR3 G4-HR4 G4-HR5 G4-HR6 G4-HR7

NR 54 54 NR NR NR

G4-HR8 G4-HR9 G4-HR10 G4-HR11 G4-HR12 G4-SO1 G4-SO2 G4-SO3 G4-SO4 G4-SO5 G4-SO6 G4-SO7 G4-SO8 G4-SO9 G4-SO10

54 NR 47 NR 54 50 54 54 NR 54 47 54 54 47 NR

CONTEÚDOS PADRÃO GERAIS

MECANISMOS DE QUEIXAS E RECLAMAÇÕES RELACIONADAS A IMPACTOS NA SOCIEDADE CATEGORIA SOCIAL – RESPONSABILIDADE PELO PRODUTO

CONTEÚDOS PADRÃO GERAIS

SAÚDE E SEGURANÇA DO CLIENTE

ROTULAGEM DE PRODUTOS E SERVIÇOS

COMUNICAÇÃO DE MARKETING PRIVACIDADE DO CLIENTE CONFORMIDADE

NR: INDICADOR NÃO RELATADO

GRI

PÁGINA

G4-SO11

NR

G4-PR1 G4-PR2 G4-PR3 G4-PR4 G4-PR5 G4-PR6 G4-PR7 G4-PR8 G4-PR9

44 44 NR NR 44, 45 44 44 44 44


DIRETORIA DA FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DA BAHIA – FIEB PRESIDENTE ANTONIO RICARDO ALVAREZ ALBAN 1º VICE-PRESIDENTE CARLOS HENRIQUE JORGE GANTOIS VICE-PRESIDENTES JOSAIR SANTOS BASTOS MÁRIO AUGUSTO ROCHA PITHON EDISON VIRGINIO NOGUEIRA CORREIA ALE XI PELAGIO GONÇALVES PORTELA JUNIOR DIRETORES TITULARES EDUARDO CATHARINO GORDILHO ALBERTO CÁNOVAS RUIZ EDUARDO MEIRELLES VALENTE RENATA LOMANTO CARNEIRO MÜLLER LEOVEGILDO OLIVEIRA DE SOUSA FERNANDO LUIZ FERNANDES JUAN JOSÉ ROSARIO LORENZO THEOFILO DE MENEZES NE TO JOSÉ CARLOS TELLES SOARES ANGELO CALMON DE SA JUNIOR JEFFERSON NOYA COSTA LIMA LUIZ FERNANDO KUNRATH JOÃO SCHAUN SCHNITMAM ANTONIO GERALDO MORAES PIRES DIRETORES SUPLENTES MAURICIO TOLEDO DE FREITAS GUILHERME MOURA COSTA E COSTA GLADSTON JOSÉ DANTAS CAMPÊLO WALDOMIRO VIDAL DE ARAÚJO FILHO CLÉBER GUIMARÃES BASTOS JORGE CATHARINO GORDILHO MARCELO PASSOS DE ARAÚJO ROBERTO MÁRIO DANTAS DE FARIAS CONSELHO FISCAL EFETIVOS ALMIR MENDES DE CARVALHO JUNIOR RUBENS BARBOSA REGINALDO ROSSI

DIRETORES TITULARES ARLENE APARECIDA VILPERT BENEDITO ALMEIDA CARNEIRO FILHO CLEBER GUIMARÃES BASTOS LUIZ DA COSTA NE TO LUIS FERNANDO GALVÃO DE ALMEIDA MARCELO PASSOS DE ARAÚJO MAURICIO LASSMANN PAULA CRISTINA CÁNOVAS AMORIM HILTON MORAES LIMA THOMAS CAMPAGNA KUNRATH WALTER JOSÉ PAPI WESLEY KELLY FELIX CARVALHO DIRETORES SUPLENTES ANTONIO FERNANDO SUZART ALMEIDA CARLOS ANTÔNIO UNTERBERGER CERENTINI DÉCIO ALVES BARRE TO JUNIOR JORGE ROBLEDO DE OLIVEIRA CHIACHIO FERNANDO ELIAS SALAMONI CASSIS JOSÉ LUIZ POÇAS LEITÃO FILHO MAURICIO CARVALHO CAMPOS SUDÁRIO MARTINS DA COSTA CONSELHO FISCAL EFETIVOS LUIZ AUGUSTO GANTOIS DE CARVALHO RAFAEL CARDOSO VALENTE ROBERTO IBRAHIM UEHBE SUPLENTES FELIPE PÔRTO DOS ANJOS RODOLPHO CARIBÉ DE ARAÚJO PINHO NE TO TIAGO MOT TA DA COSTA

EQUIPE EXECUTIVA DO SISTEMA FIEB CHEFE DE GABINETE DA PRESIDÊNCIA ROMULO MACHADO FIEB DIRETOR EXECUTIVO VLADSON BAHIA MENE ZES

SUPLENTES LUCAS BARRE TO PITHON FRANCISCO SALES SOUZA GOMES JOSE CARLOS FEIJÓO FALCON

SUPERINTENDENTE DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL MARCUS EMERSON VERHINE

DELEGADOS REPRESENTANTES JUNTO AO CONSELHO DA CNI

SESI SUPERINTENDENTE REGIONAL DO SESI-DR/BA ARMANDO ALBERTO DA COSTA NE TO

EFETIVOS ANTONIO RICARDO ALVAREZ ALBAN ALBERTO CÁNOVAS RUIZ SUPLENTES JOSÉ HENRIQUE NUNES BARRE TO

DIRETORIA DO CENTRO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DA BAHIA – CIEB PRESIDENTE DO CIEB REGINALDO ROSSI 1º VICE-PRESIDENTE JORGE EMANUEL REIS CAJAZEIRA VICE-PRESIDENTES CARLOS ANTONIO BORGES COHIM DA SILVA ROBERTO FIAMENGHI

SENAI DIRETOR REGIONAL DO SENAI-DR/BA LUIS ALBERTO BRÊDA MASCARENHAS DIRETOR DE TECNOLOGIA E INOVAÇÃO DO SENAI /BA LEONE PE TER CORREIA DA SILVA ANDRADE IEL SUPERINTENDENTE DO IEL/BA E VANDRO MINUCE MAZO SESCO SUPERINTENDENTE EXECUTIVO DE SERVIÇOS CORPORATIVOS VLADSON BAHIA MENE ZES SUPERINTENDENTE DE OPERAÇÕES MANOEL TORRE ZILHAS ARANDA SUPERINTENDENTE DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL PAULO SILVA VIANNA SUPERINTENDENTE DE ENGENHARIA RODRIGO VASCONCELOS ALVES


M ATE R I A L P R O D UZ I D O C O M PA P E L R E F LO R E STA D O

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