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Bancario18072017

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Ano 84 | Nº 17 | 18 de julho de 2017

CAMPANHA NACIONAL 2017

NOSSA LUTA É

PERMANENTE

Anselmo Cunha/SindBancários

A vida dos trabalhadores nunca foi fácil. Todas as conquistas foram fruto da luta coletiva organizada pelos Sindicatos, entidades que ficaram ainda mais importantes após a aprovação dessas medidas que acabam com a CLT e precarizam a vida do trabalhador. Também é parte de nossa histó-

ria a resistência aos constantes ataques das elites aos nossos direitos. E com as reformas de Temer a nossa vida irá piorar. As bancárias e os bancários já travam a sua luta na Campanha Nacional 2017. Este ano, teremos que lutar muito para manter conquistas. Isso porque garantimos, com uma grande greve no ano passado, aumento real de 1% em todas as nossas verbas salariais numa Convenção Coletiva válida por dois anos. Essa estratégia se provou acertada. Vamos precisar lutar juntos, com muita participação dos bancários, para construir, nas mesas de negociação, cláusulas protetivas, em nossa Convenção Coletiva 2017, que já protege nosso piso salarial, ganhos reais, auxílio creche/ babá, vales refeição e alimen-

Defesa do emprego e da carreira do bancário uEnfrentar o processo de reestruturações que os bancos estão praticando, que tende a se aprofundar com mais desemprego. uNão à terceirização das atividades-fim. uLuta contra descomissionamentos; bancários devem ser realocados e requalificados, sem perdas salariais, em caso de mudanças organizacionais. uConcurso público nos bancos estatais. uMais contratações. u Cumprimento da jornada de 6 horas. u Quadro de carreira em todos os bancos. uMelhorias nas condições de trabalho, fim do assédio moral e metas abusivas. uNegociar que as mudanças organizacionais e utilização de tecnologia não gerem desemprego e sobrecarga.

tação, 13ª cesta, PLR, igualdade de oportunidades e dezenas de outras conquistas. É urgente lutarmos para que os bancos não apliquem a Reforma Trabalhista e a terceirização nas nossas vidas de trabalhadores. Vamos à greve, se for preciso! Temos o compromisso de defender os bancos públicos da ameaça de desmonte e privatização e lutar por trabalho decente, com mais contratações nos bancos públicos e privados, concurso público, quadro de carreira em todos os bancos e buscando alternativas para o impacto das tecnologias no emprego. Estamos diante de uma estratégia de retirada de direitos dos trabalhadores e aumento de lucro que ainda não tínhamos visto na história do Brasil. Senadores não se constrangeram em votar e trair os traba-

lhadores no dia 11 de julho quando aprovaram a Reforma Trabalhista. E nós temos o compromisso de nunca mais votar neles. Tudo que esteve e está ao alcance dos movimentos social e sindical foi e será feito. Cada ameaça, cada desrespeito que os bancários foram alvo, como

pressão por metas e assédio moral, deve ser denunciado. Não vamos aceitar calados que os bancos avancem contra nossas conquistas. Estaremos juntos fiscalizando, construindo a mobilização, exigindo respeito. A nossa luta fez a nossa história. E nós precisamos lutar pelo nosso futuro!

Carol Ferraz/SindBancários

Desde que o desmonte das relações de trabalho de Temer começou, travamos batalhas contra a retirada de direitos em grandes atos nas ruas de todo o Brasil, ao lado de milhões de trabalhadores, nos gabinetes de parlamentares, nas redes sociais. Mas precisamos avançar. Agora, a mobilização será no dia a dia dos locais de trabalho, na defesa das conquistas dos bancários e bancárias.

Defesa dos bancos públicos uFortalecer as frentes parlamentares em defesa dos bancos públicos. u Realizar amplo debate na sociedade mostrando a importância social dos bancos públicos. uEnvolver o funcionalismo na defesa de nossas instituições.


2 O Bancário REFORMA TRABALHISTA

Porto Alegre, 18 de julho de 2017

Nossos direitos desmontados

A “reforma” trabalhista, aprovada pelo Senado Federal no dia 12 deste mês, é um dos maiores retrocessos na luta dos trabalhadores brasileiros, desde que foi instituída a CLT em 1943. É um imenso desmonte dos direitos dos bancários e assalariados em geral, que em novembro deste ano – quando a reforma deve entrar em vigor – na prática vão passar a ser trabalhadores precarizados. Os trabalhadores, os sindicatos e os movimentos sociais já realizaram duas grandes greves gerais contra a Reforma Trabalhista e a terceirização em todo o país, nos dias 28 de abril e 30 de junho. Mas, a partir de agora, a luta e a

resistência dos sindicatos e das entidades a estas medidas precisam ser permanentes. Todas as conquistas dos bancários e de todos os trabalhadores foram frutos da luta coletiva, organizadas pelas entidades de classe e com mobilização no dia a dia dos locais de trabalho. Na nossa Campanha Nacional 2017, vamos ter que lutar muito para garantir em nossa Convenção Coletiva, cláusulas protetivas contra a Reforma Trabalhista e a terceirização. Terceirização O pacote de ataque aos nossos direitos, no governo ilegítimo de Temer, recebeu seu primeiro grande golpe no dia 22 de março, quando o Congresso

aprovou a Terceirização ilimitada, inclusive para a atividade-fim de cada empresa. O conjunto de medidas é tão prejudicial aos trabalhadores, que no dia 27/6 o próprio procurador geral da República, Rodrigo Janot, ajuizou uma ação demonstrando que a “ampliação desarrazoada do regime de locação de mão de obra temporária é inconstitucional”. Mesmo assim, nem bem a terceirização irrestrita foi aprovada, os efeitos nocivos que já atormentavam os bancários começam a se agravar. Já há trabalhadores de bancos privados, com mais de 30 anos de serviço e perto da estabilidade pré-aposentadoria, sendo demitidos.

Reforma da Previdência A medida em que a popularidade de Temer desaba, com todas as denúncias de corrupção que o cercam, aumenta também a dificuldade de seu governo ilegítimo para aprovar a Reforma da Previdência. Mas neste Congresso, com grande parcela de parlamentares igualmente corruptos, não se pode confiar. Embora eles tenham feito pequenas alterações no projeto, haverá uma regra de transição: só vai poder se aposentar quem atingir a idade mínima (62 anos para mulheres e 65 para os homens). O que é um deboche com a cara da maioria dos brasileiros e brasileiras: em grande parte do país, 38% da população morre antes de completar 65 anos de idade.

Os Sindicatos estão mais importantes do que nunca A Reforma Trabalhista que o Congresso aprovou, em vez de modernizar a legislação, como afirmam o mercado, a mídia e o governo de Temer, na verdade “deforma” e retira nossos direitos históricos. São 120 alterações, que praticamente estraçalham a CLT. Um dos setores mais atingidos é o sindicalismo, exatamente por ser quem defende diretamente os interesses de quem trabalha, na relação com o grande empresariado. A Reforma Trabalhista precariza a vida do trabalhador, muda relações de trabalho históricas, ataca frontalmente os Sindicatos e impede que os trabalhadores possam ingressar na Justiça do Trabalho para requerer direitos. Veja abaixo o que vamos perder com a tentativa de enfraquecimento do movimento sindical: 1) Fim da assistência gratuita na rescisão do contrato

de trabalho – Cai a necessidade da rescisão do contrato ser homologada no Sindicato ou no Ministério do Trabalho. Com isso, o trabalhador perde a assistência gratuita que verificava se as verbas pagas e as condições colocadas pelo empregador na rescisão estavam corretas. 2) Autorização da demissão coletiva sem intervenção sindical – Até agora, a maior parte dos tribunais trabalhistas entendia que demissão coletiva só poderia ocorrer após negociação feita entre a empresa e o sindicato dos trabalhadores, para atenuar as consequências das rescisões, já que a dispensa coletiva costuma ter grande impacto social. Com a reforma, a dispensa coletiva pode ser realizada nos mesmos moldes da individual: sem negociação com o Sindicato e sem medidas que atenuem seu impacto.

O Bancário

Jornal do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região (SindBancários) - filiado à CUT e à Fetrafi/RS. Presidente: Everton Gimenis. Diretora de Comunicação: Ana Guimaraens. Jornalista Responsável: Clóvis Victória (MTb 13.829). Redatores: Clóvis Victória, José Antônio Silva (MTb 3.870). Social Media: Josias Bervanger (MTb 14.235). Projeto gráfico e diagramação: Nina de Oliveira (MT 6612RS). Ilustração: Augusto F. Bier. Arte: Gerson Schneider. Estagiária: Marina Lehman. Impressão: Grupo Sinos. Tiragem: 12 mil exemplares. Casa dos Bancários Rua General Câmara, 424 CEP 90010-230 - Porto Alegre - RS Telefone: (51) 3433.1200 redacao@sindbancarios. org.br | www.sindbancarios.org.br | www.facebook.com/ SindBancarios.PoA | twitter.com/@sindbancarios

BIER

3) Restrição de acesso à Justiça gratuita – Só terá acesso gratuito à Justiça trabalhista quem receber até 1.659,30 reais (salário igual ou inferior a 30% do teto do INSS). E os custos do processo judicial vão ser pagos pela parte perdedora. Se perder na Justiça do Trabalho, o trabalhador vai pagar seu advogado e o do patrão. 4) Permissão para negociação coletiva de condições menos benéficas ao trabalhador do que as previstas em lei – Foram ampliados os temas que podem ser objeto de negociação coletiva, com condições mais prejudiciais ao trabalhador do que aquelas previstas em lei. É o negociado sobre o legislado. 5) Horas extras sem pagamento em “home office” – O atual entendimento da maior parte dos tribunais é que mesmo o trabalho em “home office” deve ter a jornada contro-

lada. A reforma simplesmente exclui esse trabalhador do controle de jornada. Na prática, vai significar a realização de mais trabalho sem recebimento de horas extras. 6) Ataque às conquistas das mulheres – A CLT previa a existência de um intervalo de 15 minutos para as mulheres antes da realização de horas extras e de outros direitos. Com o negociado sobre o legislado, da Reforma Trabalhista, a mulher perde esses direitos. Acabam também os dois descansos especiais, de meia hora cada um, para amamentar o filho de até seis meses de idade. E o pior: a gestante ou lactante terá que trabalhar em ambientes insalubres e de alto risco. Outro prejuízo é que praticamente anula a existência de indenização específica por assédio sexual.

A Reforma mais perversa da história uReforma Trabalhista autoriza demissão em massa u O que está na lei não valerá mais para jornada, férias, redução de salário, intervalos, PLR, etc. u Possibilidade de jornadas de até 12 horas diárias. u O trabalhador poderá ficar à disposição por horas, mas o empregador fará o pagamento somente pelo tempo efetivamente trabalhado. Esse é o chamado trabalho intermitente. u Fim da ultratividade: enquanto não houver renovação do acordo, trabalhadores ficarão sem os direitos da CCT. u Demissão em comum acordo permitirá que patrão e empregado possam extinguir contrato de trabalho; empregador pagará metade do aviso prévio e de multa do FGTS. u Tira homologação dos sindicatos, que não terão mais acesso a informações sobre demissões. u Serão dispensados do ponto eletrônico gerentes, trabalhadores externos e em teletrabalho.

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O Bancário 3

Porto Alegre, 18 de julho de 2017

O BANRISUL É NOSSO

Vamos à luta sempre O Banrisul definitivamente está na mira e o risco de venda cresce a cada dia. O Banrisul não precisa ser vendido para que o Estado ingresse no Regime de Recuperação Fiscal. Para ficar sem pagar a dívida por três anos, calculada em R$ 50 bilhões com a União, o Estado assume uma dívida ainda maior. Nesses três anos que fica sem pagar à União, o estoque de dívida sobe a R$ 80 bilhões. Nós é que vamos pagar a conta no futuro. Há saídas para a crise fiscal histórica. Uma delas é cobrar repasses que a União há anos deixa de fazer de créditos da Lei Kandir.

Banrisulenses, chegamos a nossa Campanha Nacional 2017. Precisamos muito lutar por emprego decente e por garantias de que os banqueiros não irão aplicar o que os senadores aprovaram como Reforma Trabalhista e terceirização. Se for preciso, vamos à greve para garantir nossas conquistas, como PLR, férias, 13º salário, piso. Os Banrisulenses lutam pelo do Plano de Carreira. No sábado, 22/7, na sede da Fetrafi-RS, a participação de todos é fundamental. Será o dia do nosso 25º Encontro Nacional de Banrisulneses. Vamos à luta em defesa do Banrisul público smepre!

BANCO DO BRASIL

Dirigentes voltam a pressionar em reunião no MPT em Brasília Depois de uma sexta audiência de mediação no Ministério Público do Trabalho no início deste mês, o Banco do Brasil voltará a ser tema de debate em Brasília, na quinta-feira, 20/7. Os dirigentes sindicais que representam os trabalhadores nesta jornada de negociação reafirmam a importância de debater os problemas que a reestruturação está causando na vida dos colegas do BB. Um dos

principais temas debatidos foi o problema ainda sem solução que é a Vantagem de Caráter Pessoal (VCP), que mantém o salário dos funcionários que perderam seus cargos ou foram realocados em cargos com salário inferior. Outras questões foram cobradas pelos dirigentes sindicais nas seis reuniões e continuarão sendo: descomissionamentos, adiantamento para endividados são temas permanentes.

PDVE CAIXA

Mais um plano para precarizar e destruir A Caixa anunciou, na sexta-feira, 14/7, a volta do Programa de Desligamento Voluntário Extraordinário (PDVE). Na primeira fase, encerrada em 31 /3, a meta da direção da Caixa era de desligar 10 mil. Segundo a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), foram 4.645 adesões. Essa medida da diretoria do único banco 100% público já está deixando os empregados preocupados. Isso porque, desde o início do ano, a Caixa não repôs os empregados que aderiram ao PDVE de março. O Sindicato entende que o PDVE da Caixa só piora as condições de trabalho e que faz parte de um plano de reestruturação do governo Temer para precarizar

o atendimento. Com menos bancários nas agências, acumula o trabalho, há sobrecarga e adoecimento. Esclarecemos que se trata de uma tentativa de desmonte para uma futura venda de parte ou de todo o banco. O governo Temer ataca a imagem da Caixa para que a população diga que o melhor é privatizar mesmo. Não vamos deixar isso acontecer. O Sindicato orienta aos empregados da Caixa que não assinem nada, não aceitem pressão para aderir e avisem o Sindicato. Assim que obtivermos maiores informações, como a íntegra do conteúdo do PDVE, vamos prestar os esclarecimentos necessários e tomar as medidas cabíveis.

CURTAS uBanco do Brasil

O Banco do Brasil informou à Contraf-CUT, na semana passada, que devido ao excesso de demandas iniciais e à constante prorrogação de prazos, os setores responsáveis farão um planejamento para que os prazos voltem à normalidade. A Comissão de Empresa vinha cobrando do banco a regularização dos prazos, face os constantes adiamentos. Na nota enviada à Contraf “o Banco do Brasil reafirma a importância das Conciliações Extrajudiciais e reforça o interesse na realização de acordos com funcionários e ex-funcionários”. O Banco informou ainda que a até o final do mês deve regularizar e voltar com as sessões.

uItaú

SANTANDER

Horário estendido já está sendo fiscalizado A direção do Sindicato entrou em contato com a Superintendência do Santander e solicitou reunião para esclarecer a abertura de agências a partir das 8h30. Na tarde da quarta-feira, 5/7, dirigentes sindicais foram recebidos pelo Superintendente Executivo da Rede Sul do Santander, Paulo Silva, no Santander Cultural, preocupados com sobrecarga

de trabalho, com a segurança dos bancários nas agências e dificuldades ainda maiores para atingir metas, o que ocasiona sobrecarga e adoecimento. Segundo Paulo Silva, agências do Santander abrirão em horário antecipado para atendimento gerencial. Descumprimento de jornada, dúvidas, entre em contato com o Sindicato e denuncie. Estamos de olho!

PDVE BRADESCO

Não aceite nenhuma pressão para aderir Por meio de comunicado interno, o Bradesco informou aos seus funcionários, na quinta-feira, 13/7, a abertura de um Plano de Desligamento Voluntário Especial (PDVE), com vigência de 17 de julho a 31 de agosto. Os colegas do Bradesco podem se informar sobre o PDVE. A assessoria jurídica do SindBancários, AVM Advogados, preparou um guia com perguntas e respostas. Tires suas dúvidas pelo seu celular. Entre em contato com o Sindicato e denuncie se estiver sendo alvo de pressão. Podem aderir ao PDVE os funcionários que estejam aposentados junto ao INSS, por idade ou tempo de contribuição integral ou proporcional até

31/8, ou estejam aptos a requerer o benefício e trabalhem em uma das empresas da holding listadas no regulamento há, no mínimo, 10 anos. Tire suas dúvidas Mande mensagem para nosso contato: contato@avmadvogados.com.br

Baixe leitor de qr-code em seu celular ou digite bit.ly/2tn9t78 no navegador de sua preferência tirar suas dúvidas

E não é que o ex-presidente do Itáu, Roberto Setúbal, finalmente resolveu confessar que os bancos têm participação direta na produção e na aprovação da Reforma Trabalhista. É claro que não é de hoje que ele detona a CLT, a Justiça do Trabalho e os direitos dos trabalhadores. O homem poderoso do Itaú vem disparando ataques contra a legislação trabalhista pelo menos desde o ano passado! Ele fala em modernização das leis trabalhistas, mas o que moderniza mesmo são melhores salários e condições de emprego decente.

uSantander

Há duas edições,contamos no jornal O Bancários a história de uma bancária gestante que havia sido demitida grávida por motivos absurdos. O Sindicato entrou com uma ação de reintegração, pressionou o banco e agora pode dar uma boa notícia para a categoria. Conseguimos com ação na Justiça do Trabalho reverter a demissão. A nossa colega terá todos os seus direitos preservados. Os colegas que tiverem se sentindo pressionados, ameaçados e acham que estão sendo injustiçados em seus direitos, devem procurar o seu Sindicato.

uFundação Itaú-Unibanco

A Fundação Itaú-Unibanco realiza eleições, de 19 e 27 de julho, para representantes dos conselhos Deliberativo, Fiscal e para os comitês dos respectivos fundos de pensão. Podem votar todos os participantes dos fundos de previdência fechados, ativos, assistidos, autopatrocinados e optantes pelo BPD (Benefício Proporcional Diferido). A votação será via site da entidade ou por telefone, com a senha que será enviada aos participantes pelo correio. O colega do Itaú e diretor do SindBancários, Antonio Augusto Borges de Borges, o Guto, concorre a uma vaga no Conselho Fiscal.


Porto Alegre, 18 de julho de 2017

4 O Bancário FESTIVAL DE MÚSICA

Tempo de afinar os instrumentos Uma rara oportunidade para dar visibilidade a talentos musicais da categoria. Esse é o propósito do LOL Festival de Música dos Bancários, que chega a sua 3ª edição este ano. O Festival, que é promovido pelo SindBancários vai escolher os melhores em quatro categorias: melhor música (inédita), melhor letra de música (inédita), melhor cover ou parodia e videoclipe mais criativo e original. Os três melhores em cada categoria receberão troféus e prêmio em dinheiro. Ainda há tempo para os bancários sindicalizados se inscreverem. As inscrições foram prorrogadas até 30 de julho. A seleção será feita por um júri técnico, que é composto pela jornalista e fundadora da Rádio Elétrica, Kátia Sumann, o jornalista e crítico musical, Juarez Fonseca, e pelo repórter cultural, Roger Lerina. O Festival também irá conceder prê-

3° LOL Festival de Música dos Bancários Saiba o que fazer para participar e as fases do 3º LOL Festival de Música dos Bancários Inscrições: Até 30/7 Votação: Até 30/8 Festa de Premiação: 7/10 (data indicativa) As inscrições podem ser feitas em quatro categorias: Melhor música (inédita), Melhor letra de música (inédita), Vídeoclip mais criativo e original, Melhor cover ou paródia. Os três melhores em cada categoria receberão troféus e prêmio em dinheiro.

Mais informações: facebook.com/festivaldemusicadosbancarios

mio em dinheiro e troféu para o videoclipe mais curtido no YouTube e para a melhor apresentação ao vivo na cerimônia de premiação, que acontecerá em outubro, no pátio do Museu

COPA FUTSAL 2017

Inscrições abertas também no feminino Estão abertas as inscrições de equipes para a Copa SindBancários de Futsal 2017, em duas categorias, Masculina e Feminina. Criada em 2016, a competição tem troféu rotativo, a “Copa”, que será conquistada em definitivo pela equipe que vencer em três edições consecutivas, ou em cinco alternadas. Em 2016, Bradesco Gravataí foi o campeão da primeira edição. As inscrições se encerram em 25/7, um dia antes do Congresso Técnico. Os jogos da primeira rodada serão disputados a partir do sábado, 29/7. Participam bancários(as) sindicalizados(as) na base territorial do SindBancários. As equipes podem conter atletas oriundos(as) de bancos distintos. No ano passado, os colegas do

:: R$ 3 mil para os primeiros colocados (júri técnico) :: R$ 1,5 mil para os segundos colocados (júri técnico) :: R$ 1,5 mil para os mais populares (júri popular) Bancários sindicalizados: Voto direto na página do Festival, com a senha de associado (cada bancário poderá votar em um concorrente por categoria) Vídeo mais curtido no youtube: Entre 1º/5 e 30/8. Também receberá troféu e mil reais em dinheiro. Acesse: www.sindbancarios.org.br/3lolfestival

Bradesco Gravataí conquistaram o título após um grande jogo de final contra o Bradesco FC. Os colegas de Gravataí empataram em 5 a 5 no tempo normal e venceram por 2 a 1 nos pênaltis. Para inscrever-se, cada equipe enviará a Ficha de Inscrição exclusivamente via e-mail (tiago@sindbancários.org,br) ou whatsApp - (51)984398000 - e doação de 15kg de alimentos não perecíveis, que serão destinados à entidades assistenciais ou movimentos sociais. Mais informações com o diretor Tiagão pelo celular/whatsApp (51)98439.8000. Calendário do Futsal 17 a 26 de julho: Inscrições (até 19h) 26 de julho : Congresso Técnico 29 de julho: 1ª rodada Jackson Zanini/Arquivo SindBancários

O Bradesco Gravataí conquistou a Copa Futsal no ano passado. Troféu é rotativo

Joaquim José Felizardo, na Cidade Baixa, em Porto Alegre. O Festival de Música é online. O músico bancário que deseja participar pode fazer sua inscrição no site www.sin-

dbancarios.org.br/festival-de-musica-2017. O formulário de inscrição deve ser preenchido, incluindo a letra (se houver) e a ficha técnica da música. Além de indicar o link do vídeo

de apresentação da música, o bancário deve manifestar se é ou não concorrente aos prêmios de melhor vídeo, vídeo mais popular e postagem mais curtida no Youtube.

FESTA JULINA

Integração para fortalecer a luta Anselmo Cunha/SindBancários

O Salão de Festas da Casa dos Bancários se transformou em um espaço de integração dos bancários na noite da quinta-feira, 6/7. Foi neste espaço que ocor-

reu a sexta edição da Festa Julina (foto). O evento já está se tornando tradicional na agenda do Sindicato. As atividades culturais realizadas no Sindicato, como

as oficinas de dança, de teatro, de cartum e literária, são espaços para fortalecer a nossa unidade num contexcto político de retirada de direitos e retrocessos.

CINEBANCÁRIOS

‘Fala Comigo’ estreia Fala Comigo, do carioca Felipe Sholl, estreia no CineBancários dia 20 de julho, nas sessões das 15h e 19h. Com o elenco principal formado por Denise Fraga, Emílio de Mello, Karine Teles e Tom Karabachian, o filme tem como premissa “O que você faz quando ninguém está olhando?”. Apresentando a ideia de que

vivemos em uma época na qual as relações humanas estão mudando rapidamente. Torna-se cada vez mais fácil entrar em contato com alguém, mas cada vez mais difícil tornar esse contato profundo e significativo. Os personagens do filme têm em comum o fato de estarem sempre em busca de contato humano, ainda que o façam de

maneira incomum. Nosso cinema funciona de terça a domingo e os ingressos podem ser adquiridos no local ou através do site ingressos.com a R$10,00. Estudantes, idosos, pessoas com deficiência, bancários sindicalizados e jornalistas sindicalizados pagam R$ 5,00. Aceitamos os cartões Banricompras, Visa e Mastercard.


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