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“Numa cidade entulhada e ofendida pode, de repente, surgir uma lasca de luz, um sopro de vento. E aí está hoje a Fábrica da Pompeia, com seus milhares de frequentadores, as filas na choperia, o solarium índio do deck, o Bloco Esportivo: pequena alegria numa triste cidade.” (Lina Bo Bardi)


Romulo Fialdini


DE TIJOLOS E VALORES Quando um espaço torna-se um “lugar”? A partir de que momento aquilo que era uma localização geográfica, destinada a certas funções, passa a significar uma realidade formada pelo entrelaçamento de identidades, expectativas e apropriações? No caso do Sesc Pompeia, tema e ambiência da presente exposição, a vocação para se tornar “lugar” é evidente desde sua inauguração, em 1982. Há mais de três décadas, trata-se de um catalisador de encontros: confluência da atuação dos funcionários que viabilizam o dia a dia desse centro; da energia dos visitantes que preenchem com seus corações e mentes a antiga fábrica; das memórias múltiplas preservadas pela arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi e sua equipe de trabalhadores-interlocutores; dos artistas, pensadores e demais colaboradores que trazem constantemente o diverso. Cada nova experiência proporcionada e vivida pelas gentes que fazem o Sesc Pompeia realçou seu caráter de “lugar”. Isso transparece na feição programática proposta desde o início: exposições que misturam popular e erudito, um espaço para alimentação e shows que celebra o convívio, oficinas de criatividade que embaralham os que produzem e os que contemplam, uma condição cênica a provocar encenadores e espectadores, além de processos de aprendizado que estimulam a cidadania. Vale apontar que o surgimento do Sesc Pompeia enfatizou a convergência entre a compreensão ampla da cultura e um esforço educativo consciente, marcas do Sesc em São Paulo. Podemos observar, mais de trinta anos depois, em que medida esse “lugar” retroalimentou cada ação institucional, na capital, litoral e interior, para além dos tijolos e paralelepípedos que fazem parte da memória afetiva da cidade. Danilo Santos de Miranda Diretor Regional do Sesc São Paulo


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Fotos 1, 2, 3 Hans Gßnter Flieg – Acervo Instituto Moreira Salles

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ARQUITETURA PARA TODOS

Autor desconhecido – Acervo Instituto Lina Bo e P. M. Bardi

Em maio de 1982, um novo lugar desponta em São Paulo. Esse lugar, o Sesc Pompeia, foi fruto de um longo e dedicado trabalho de projeto iniciado quase seis anos antes, quando a arquiteta Lina Bo Bardi entrou pela primeira vez na antiga fábrica de tambores dos irmãos Mauser, no coração da Pompeia, bairro operário não distante do centro de São Paulo. A convite do Sesc, que havia adquirido o imóvel anos antes e ali pretendia construir um novo Centro Cultural e Desportivo, Lina foi contratada para realizar o projeto que viria a mudar a vida cultural da cidade e do país. A arquiteta trazia na bagagem a experiência de ter projetado, no final dos anos 1950, o Museu de Arte Popular da Bahia, no Solar do Unhão, e o Museu de Arte de São Paulo, na avenida Paulista. Paris acabara de inaugurar o Centro Georges Pompidou, o Beaubourg, no Marais, bairro que ainda guardava as características de uma cidade que havia sido radicalmente transformada no final do século XIX, na esteira das grandes transformações políticas e econômicas do final daquele século. Ao contrário daquela iniciativa que demoliu alguns quarteirões para a construção do novo Centro, o Sesc resolve manter a velha fábrica e

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[1], [2] e [3] A fábrica onde hoje é o Sesc Pompeia foi construída em 1938 pela empresa alemã Mauser & Cia Ltda. Em 1945, a Indústria Brasileira de Embalagens Ibesa, fabricante de tambores, comprou-a e posteriormente instalou ali a Gelomatic, indústria de geladeiras a querosene. [4] Anúncio da indústria de geladeiras Gelomatic. [5] O bairro da Pompeia, c. 1940.


reabilitá-la às novas funções, em vez de demoli-la para a construção de um novo conjunto. Em 1977, Lina instala seu escritório na obra e, durante nove anos, arquitetos, engenheiros, mestres, encarregados e operários convivem cotidianamente experimentando métodos construtivos e acabamentos, estabelecendo uma rotina de trabalho que abrange desde a formulação do programa de ocupação até as soluções arquitetônicas empregadas para executá-lo. Lina, em toda sua trajetória profissional, construiu seus projetos a partir de uma postura ética/ideológica que buscava sempre criar espaços para o convívio: palco de disputas e entendimentos, e produção de conhecimento onde cada um pode estabelecer para si o significado das experiências ali vivenciadas. A arquitetura como agente da integração entre os homens e a cidade em que vivem, trabalham, estudam, amam, criam filhos, se alimentam, praticam esportes e estabelecem os limites da convivência e da cidadania. Passados mais de trinta anos, o Sesc Pompeia continua sendo um dos mais importantes equipamentos urbanos da cidade de São Paulo.

[1] Estudo de LBB para ampliação do Sesc Pompeia (1983). [2] Estudo de Lina Bo Bardi para Totem Sinalizador dos Pavilhões (1981). [3] Estudo de LBB para Área de Convivência (1977).

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Acervo Instituto Lina Bo e P. M. Bardi

André Vainer e Marcelo C. Ferraz Arquitetos colaboradores de Lina Bo Bardi no desenvolvimento do projeto e obra do Sesc Fábrica da Pompeia


Acervo Instituto Lina Bo e P. M. Bardi, Acervo Instituto Lina Bo e P. M. Bardi

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“Entrando pela primeira vez na então abandonada Fábrica
de Tambores da Pompeia, em 1976, o que me despertou curiosidade, em vista de uma eventual recuperação para transformar o local em centro de lazer, foram aqueles galpões distribuídos racionalmente conforme os projetos ingleses do começo da industrialização europeia, em meados do século XIX. Todavia, o que me encantou foi a elegante e precursora estrutura de concreto. Lembrando cordialmente o pioneiro Hennebique, pensei logo no dever de conservar a obra. Na segunda vez que lá estive, um sábado, o ambiente era outro: não mais a elegante e solitária estrutura hennebiqueana, mas um público alegre de crianças, mães, pais e anciãos que passava de um pavilhão a outro. Pensei: isso tudo deve continuar assim, com toda essa alegria. É aqui que começa a história da realização do centro Sesc Fábrica da Pompeia.” (LBB)


De baixo para cima: Marco Antonio, Leonardo Finotti, Leonardo Finotti

Com o projeto de Lina Bo Bardi, a rua que dava acesso aos caminhões da velha fábrica de tambores foi transformada no eixo central do centro de lazer e território exclusivo de pedestres. As canaletas de água pluvial que margeiam suas laterais foram revestidas de seixos rolados – produzidos industrialmente para evitar danos ambientais – e resultaram em riozinhos e pontes. Esses pequenos detalhes emprestam ao conjunto o caráter poético de uma cidadela.

François Hennebique (1842-1921), engenheiro e construtor que viveu na França, pioneiro da construção em concreto armado, desenvolveu um novo método de organização da estrutura integrando seus elementos horizontais e verticais - vigas e pilares e transformando-os em uma única peça estrutural monolítica. Muitas das edificações industriais espalhadas mundo afora utilizam a tecnologia desenvolvida e patenteada por ele. As estruturas do Sesc Pompeia são possivelmente as únicas que seguem esse sistema no Brasil.


As mesas coletivas foram inspiradas nas mesas das antigas tabernas e choperias europeias. Elas estimulam os encontros, as conversas e a convivência.

As tapeçarias que cobrem parte das paredes e vigas do restaurante foram criadas pelo artista plástico Edmar de Almeida e realizadas por tecedeiras do Triângulo Mineiro. Revelam uma preocupação constante da arquiteta em valorizar e preservar técnicas tradicionais brasileiras. Ao mesmo tempo em que criam um ambiente agradável, as tapeçarias coloridas exercem a função técnica de absorção acústica. O objeto de suporte ao cardápio fixado ao lado da entrada do restaurante é uma homenagem de Lina Bo Bardi ao grande pintor uruguaio Torres Garcia.

De baixo para cima: Arnaldo Pappalardo, Leonardo Finotti, reprodução Tiago Wright, Leonardo Finotti

Os azulejos do restaurante e da piscina foram especialmente desenhados por Rubens Gerchman, importante artista carioca. Retomam a antiga tradição portuguesa herdada pela arquitetura brasileira do emprego de azulejos em edificações. Os azulejos desenhados com motivos brasileiros – folha de bananeira na cozinha e peixe porquinho na piscina – foram assentados de modo livre pelos operários da obra, misturados a azulejos brancos.


Marco Antonio

“Arquitetura, para
mim, é ver um velhinho, ou uma criança, com um prato cheio
de comida, atravessando elegantemente o espaço do nosso
restaurante à procura de um lugar para se sentar numa mesa
coletiva.” (LBB)


Leonardo Finotti

“Comer, sentar, falar, andar, ficar sentado tomando um pouquinho de sol... a arquitetura não é somente uma utopia, mas é um meio para alcançar certos resultados coletivos. A cultura como convívio, livre-escolha, como liberdade de encontros e reuniões. Gente de todas as idades, velhos, crianças, se dando bem. Todos juntos. Retiramos as paredes intermediárias para liberar grandes espaços poéticos para a comunidade. Colocamos apenas algumas coisinhas: um pouco de água, uma lareira. Quanto menos cacareco, melhor. Nosso esforço foi dignificar a posição humana.” (LBB)


De baixo para cima: Leonardo Finotti, Marco Antonio, Iñigo Bujedo Aguirre

Inspirada nos arquitetos Frank Lloyd Wright (EUA) e Charles Mackintosh (Inglaterra), Lina Bo Bardi considerava que a arquitetura é um processo total, e nesse sentido preocupava-se em projetar também toda a ambientação, inclusive o mobiliário. Para Lina, os espaços da Pompeia deveriam ser democráticos e acessíveis a todos, realizados com materiais muito resistentes e de fácil manutenção. As mesas de concreto na área externa, por exemplo, guardam o caráter sólido de mobiliário urbano para espaços públicos. Inspiradas em um “Caxixi” - brinquedo popular de cerâmica do Recôncavo Baiano - foram executadas em concreto armado a partir de formas de fibra de vidro.


10. Restaurante self-service para 2 mil refeições e choperia (noite). 11. Cozinha industrial. 12. Vestiário e refeitório dos funcionários (2 pavimentos). 1. Conjunto esportivo com piscina, ginásio e quadras (5 pavimentos duplos). 2. Lanchonete, vestiários, salas de ginástica, lutas e danças (11 pavimentos). 3. Torre da caixa-d’água.

13. Grande espaço de estar, jogos e salão, espetáculos e mostras expositivas, com a grande lareira e o espelho d’água. 14. Biblioteca de lazer, lajes abertas de leitura e videoteca. 15. Galpão de exposições. 16. Administração geral do centro (2 pavimentos).

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Rua Clélia 16 15 14

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Rua Barão do Bananal

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Rua Turiaçu

Av. Pompeia

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4. Grande Deck / Solarium com espelho d’água e cachoeira. 5. Almoxarifado e oficinas de manutenção.

6. Ateliês de cerâmica, pintura, marcenaria, tapeçaria, gravura e tipografia. 7. Laboratório fotográfico, estúdio musical, sala de danças e vestiário (3 pavimentos).

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8. Teatro com 760 lugares. 9. Vestíbulo coberto do teatro para espetáculos. 7 1 5 10m


De baixo para cima: Marcelo Ferraz, Leonardo Finotti, Leonardo Finotti

O galpão no qual foi instalado o teatro foi escolhido por ser o mais alto do conjunto. Mesmo assim, por tratar-se de um espaço relativamente pequeno para essa função, Lina Bo Bardi decidiu adotar duas plateias, uma diante da outra, e um espaço central para o palco, como uma arena. Além disso, criou galerias laterais inspiradas no teatro elisabetano (século XVI) e na Maison du Peuple, projeto do arquiteto Victor Horta em Bruxelas (século XIX), espaços que instigavam a grande participação do público. Os caquinhos de cerâmica colorida que cobrem o chão dos banheiros do Sesc Pompeia foram inspirados em uma tradição popular brasileira de uso do refugo de certos materiais. Lina Bo Bardi valorizava os materiais brasileiros, tais como a pedra goiás, que cobre o chão do espaço de convivência, e a cabriúva, madeira utilizada nos portões e treliças (o muxarabiê – herança árabe trazida pelos portugueses).


“O teatro é a vida, e na ausência de dados ‘preestabelecidos’, uma cenografia aberta e despojada pode oferecer ao espectador a possibilidade de ‘inventar’ e ‘participar’ do ato existencial que representa um espetáculo de teatro. Por quanto (sic) se refere à dita cadeirinha, toda de madeira e sem estofado, é de observar: os autos da Idade Média eram apresentados nas praças, o público de pé e andando. Os teatros greco-romanos não tinham estofados, eram de pedra, ao ar livre, e os espectadores tomavam chuva, como hoje nos degraus dos estádios de futebol, que também não têm estofados. A cadeirinha de madeira do Teatro da Pompeia é apenas uma tentativa de devolver ao teatro seu atributo de ‘distanciar e envolver’, e não apenas sentar-se.” (LBB)


Nelson Kon

Como é comum em construções e instalações industriais, grandes tubos coloridos de ar-condicionado e outras instalações atravessam os vários espaços do Sesc Pompeia, cada cor indicando uma função distinta: os tubos verdes para água; os vermelhos, incêndio e esgoto; os azuis, eletricidade; os amarelos e laranja, telefonia e sistema de som.


Marco Antonio

“O povo virá aqui e terá que se sentir bem com certos dados básicos, que são a solidariedade e a poesia. Não precisa sofisticação. Pretendemos criar uma atmosfera humana, de simpatia.” (LBB)


Nelson Kon


De baixo para cima: Marco Antonio, Paquito - Acervo GEDES/ Sesc Memórias

“Toda a restauração foi feita com elementos industriais, utilizando materiais fortes e duradouros (os pisos, os grandes portões de madeira, os móveis em laminados maciços de madeira), objetivando o uso por parte da população de forma mais ampla possível, em todas as suas dependências. A ideia inicial de recuperação foi a de ‘arquitetura pobre’, isto é, não no sentido da indigência, mas no sentido artesanal que exprime Comunicação e Dignidade máxima através dos menores e humildes meios.” (LBB) As paredes que dividem os ateliês do galpão das oficinas foram executadas em blocos de concreto para marcar a diferença entre a arquitetura original da fábrica de tijolos de barro e as intervenções atuais. Elas são baixas para propiciar uma certa comunicação entre os diferentes grupos de trabalho e a interação entre artes e ofícios.

O assentamento dos blocos de concreto dos ateliês com a argamassa exposta é uma homenagem de Lina Bo Bardi ao arquiteto holandês Aldo van Eyck (Pavilhão de Esculturas em Sonsbeek). Remete ao que os arquitetos chamam de ‘verdade dos materiais’, ou seja, a aparência final da obra deve retratar fielmente os materiais utilizados e o processo de sua construção.


O deck foi criado a partir de contingências do terreno e da legislação. É uma espécie de “piscinão” que retém o excesso de água das chuvas. Hoje, ele liga a velha fábrica ao Bloco Esportivo e, em dias de sol, é utilizado como praia pelos paulistanos.

No lugar da antiga chaminé da fábrica, já destruída, Lina Bo Bardi projetou uma torre com 70 metros de altura para ser a caixa-d’água do centro. Lina optou por criar um marco na paisagem, com personalidade própria. As estopas utilizadas na concretagem ficaram impressas na caixa-d’água, como se fossem ‘rendas ou bordados’. “É uma homenagem a Luis Barragán e suas Torres Satélite, na cidade do México”, declarou Lina.

De baixo para cima: Leonardo Finotti, Leonardo Finotti, Nelson Kon

As janelas em forma de buracos irregulares – que remetem às cavernas pré-históricas – permitem diferentes visões da paisagem da cidade, ao mesmo tempo em que produzem uma ventilação cruzada permanente que evita o uso de ar-condicionado.


“Uma galeria subterrânea de águas pluviais (o córrego das Águas Pretas) que ocupa o fundo da área da Fábrica da Pompeia transformou a quase totalidade do terreno destinado à zona esportiva em área non aedificandi. Restaram dois pedaços de terreno livre, um à esquerda, outro à direita, tudo meio complicado. Mas, como disse o grande arquiteto Frank Lloyd Wright, ‘as dificuldades são nossos melhores amigos’. Reduzida a dois pedacinhos de terra, pensei na maravilhosa arquitetura dos fortes militares brasileiros, perdidos perto do mar ou escondidos por todo o país. Surgiram, assim, os dois blocos, o das quadras e piscinas, e o dos vestiários. E... como juntá-los? Só havia a solução aérea, com os dois blocos se abraçando através de passarelas de concreto protendido. Para ir aos vestiários, as pessoas deverão atravessar as passarelas. Se estiver chovendo, elas dão uma corridinha. Afinal, quando se faz esportes ao ar livre, não se fica sujeito às variações do tempo?” (LBB)


Bob Wolfenson


“O enorme sucesso desta primeira experiência na Fábrica da Pompeia denuncia claramente a validade do projeto arquitetônico inicial. (...) Fizemos aqui uma experiência socialista.” (LBB)


SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO Administração Regional no Estado de São Paulo PRESIDENTE DO CONSELHO REGIONAL Abram Szajman DIRETOR DO DEPARTAMENTO REGIONAL Danilo Santos de Miranda SUPERINTENDÊNCIAS Técnico Social Joel Naimayer Padula Comunicação Social Ivan Giannini Administrativo Luiz Deoclécio M. Galina Técnico e de Planejamento Sérgio Battistelli GERÊNCIAS Ação Cultural Rosana Paulo da Cunha Adjunta Flavia Carvalho Assistentes Juliana Braga, Julieta Machado, Kelly Teixeira e Nilva Luz Artes Gráficas Hélcio Magalhães Adjunta Karina Musumeci Estudos e Desenvolvimento Marta Colabone Adjunta Andréa Nogueira Sesc Pompeia Elisa Maria Americano Saintive Adjunta Cecília Pasteur Coordenadores de Áreas Ana Carolina Rovai (Alimentação), Carlo Alessandro (Atendimento), Fernando Oliveira (Esportivo), Ilona Hertel (Programação), Luis Antonio Botecchia Teixeira (Odontologia), Marcelo Coscarella (Infra-estrutura), Nelson Soares da Fonseca (Administrativo), Ricardo Herculano (Serviços), Roberta Della Noce (Comunicação) e Rose Souto (Estatístico)


Sesc Pompeia Rua Clélia, 93 - São Paulo/SP CEP 05042-000 Tel. 11 3871-7700 sescsp.org.br/pompeia

impressão: 2013


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Sesc Pompeia | Folheto Histórico | Português  

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