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Programação Com ofertas plurais e lúdicas, o Desafio das Lendas apresenta histórias, cantigas, brincadeiras e personagens do folclore brasileiro. Grátis.

Exposição “Lendas do Meu Brasil” Exposição de figuras lendárias do folclore brasileiro. 23 de agosto, sábado, a partir das 12h30, na Fundação Educandário.

Representação teatral

Sobre o Desafio das Lendas, com o grupo Teatro de Riscos. Dia 19/8, terça, às 9h15, na Fundação Educandário, para estudantes do Educandário. Dia 20/8, quarta, às 19h, no Auditório, para inscritos no evento.

Contação A História do Saci

Com as Contadeiras. Contação de histórias sobre o personagem Saci Pererê. Dia 19/8, terça, as 14h30 e 16h e dia 20/8, quarta, às 15h30 e 17h, no Auditório. Para crianças do Programa Sesc de Esportes. Agendamento de grupos e inscrições na Central de Atendimento.

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Corrida Desafio das Lendas

Grande jogo envolvendo a cultura popular num ambiente cercado de mistérios e surpresas, onde o desafio é o resgate, em equipe, dos personagens do folclore brasileiro. Dia 23/8, sábado. Crianças e Jovens entre 7 e 12 anos e Famílias, 2km, largada às 13h30. Jovens acima de 13 anos e Adultos, 4km, largada às 14h30.

Intervenções artísticas Cantigas para os Mitos Brasileiros Com a Cia. Tempo de Brincar. Dia 22/8, sexta. 9h15, para os estudantes do Educandário e 16h30, aberta ao público, no Sesc Ribeirão Preto. Agendamento de grupos e inscrições na Central de Atendimento.

Auto do Bumba Meu Boi O Auto do Bumba meu boi é um espetáculo popular dramático que tem na dança e na música os elementos que conduzem a reconstrução da narrativa mística do Boizinho de São João. Com o Grupo Cupuaçu. Dia 23/8, sábado, às 14h30, na Fundação Educandário.


Corrida Desafio das Lendas “Durante muito tempo personagens da cultura popular brasileira influenciaram gerações e protegeram nossas matas contra a invasão de caçadores vindos de várias partes do mundo interessados em nossas riquezas, desmatar florestas e capturar animais pertencentes à fauna brasileira. Os caçadores que arriscavam invadir as partes mais misteriosas da floresta desapareciam. A descrença e o desconhecimento em personagens como Curupira e Boitatá faziam com que os caçadores caíssem nas armadilhas preparadas para proteger as nossas matas. Depois de muitas tentativas mal sucedidas eis que surge um clã, com um objetivo avassalador, aprisionar os protetores das florestas brasileiras. Tratando-se de um grupo determinado a tal façanha, conseguiram o feito, e por fim abriram caminhos para a exploração, o tráfico de animais e o desmatamento. Curupira, Boitatá, Saci-Pererê, Caipora e os outros, estão aprisionados dentro da grande floresta. Quantas vidas você daria para salvar a nossa história? Quais caminhos você traçaria para libertar os nossos amigos?”

Data e local

23 de agosto, sábado, a partir das 13h, na Fundação Educandário.

(Av. Cavalheiro Paschoal Innecchi, 500, Jardim Independência)

Inscrições

Na Central de Atendimento do Sesc Ribeirão, de 29/7 a 17/8 ou até o término das vagas.

Reunião técnica & Intervenção teatral

Regras e orientações para os inscritos no evento e intervenção teatral com o Grupo Teatro de Riscos. Dia 20/8, quarta, às 19h, no Auditório do Sesc.

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Você sabe o que é Folclore? É o conjunto das tradições, lendas ou crenças populares de um país ou de uma região expressas em contos, provérbios, canções, danças,  artesanato, jogos, religiosidade, brincadeiras infantis, mitos, adivinhações, festas e outras atividades culturais que nasceram e se desenvolveram com o povo, transmitidos de geração em geração. É comemorado no Brasil no dia 22 de agosto. A palavra folclore é de origem inglesa. “Folk”, significa povo, enquanto “lore” significa conhecimento. Assim, conhecimento ou cultura de um povo.

O Resgate Os caçadores aprisionaram os personagens do folclore brasileiro e dominaram a floresta. Nosso desafio será resgatá-los e devolver a eles o controle dos animais e das matas.

Conheça a seguir um pouco de cada um deles... 4


Boitatá Gigantesca cobra de fogo com olhos flamejantes, que cintila nas noites e desliza nas campinas. O Boitatá protege as matas e os animais e persegue aqueles que desrespeitam a natureza. Este personagem está registrado nos relatos do padre José de Anchieta, em 1560, onde descreveu o Boitatá como uma gigantesca cobra de fogo com olhos que se assemelham a dois faróis luminosos, de couro transparente que cintila nas noites e desliza nas campinas e beiras dos rios. O Boitatá protege as matas e os animais e persegue aqueles que desrespeitam a natureza. Acredita-se que este mito é de origem indígena e que seja um dos primeiros do folclore brasileiro. Uma das versões conta que o Boitatá é o único sobrevivente de um dilúvio que cobriu a terra. Naquele tempo era uma cobra comum e, quando a chuva caiu, procurou abrigo em uma caverna no alto de uma montanha. Passou tanto tempo ali escondida que seus olhos ficaram enormes para se adaptar à escuridão. Quando finalmente deixou o esconderijo, encontrou todos os animais mortos e não suportava mais a claridade do dia. Passou a se alimentar dos olhos dos bichos que achava. Devorou muitos e passou a irradiar a luz deles. Assim tornou-se uma grande serpente flamejante e recebeu o nome indígena Boitatá, que significa cobra de fogo. Desde então corre pelos campos protegendo as matas e se transforma em um pedaço de madeira em brasa para incendiar a pessoa que provoca queimadas.

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Boiuna A Boiuna é uma cobra gigantesca que mora nos rios e tem a capacidade de adquirir outras formas. Pode surgir como uma simples nuvem de vapor ou um imponente navio, trazendo sempre pavor a quem cruza o seu caminho. Este personagem é considerado o mais popular dos mitos amazônicos e em tupi significa “cobra preta”. A Boiuna é uma cobra gigantesca que mora nos rios da região. Sua fama não poderia ser pior: quando surge é para fazer o mal. Ela mata e engole as pessoas com grande facilidade. Dizem que a noite seus grandes olhos parecem duas imensas tochas que desnorteiam e desorientam os navegantes. Quem vê a Boiuna fica cego, quem escuta fica surdo, e quem decide seguila enlouquece. Mas há ainda outra característica fantástica, a Boiuna tem a capacidade de adquirir outras formas. Pode surgir como uma simples nuvem de vapor e até mesmo como um imponente navio. Em qualquer circunstância traz sempre pavor e desgraça a quem cruza o seu caminho. A terrível serpente é considerada uma criatura amazônica, que nunca demonstrou ter desejos de ir para outros lugares. Tanto isso é verdade que nunca foi vista nos rios de outros estados ao redor.

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Boto É um rapaz elegante, bonito, usa terno branco, um chapéu e dança muito bem. Seduz as moças nos bailes e antes do amanhecer volta para as águas antes que o encanto passe e ele se transforme novamente em um Boto. No mês de junho, quando anoitece, ele frequenta os bailes e as festas que acontecem nos povoados ribeirinhos da região amazônica. Sempre de terno branco, é alto, forte, bonito, elegante e dança muito bem. Em sua versão humana nunca dispensa um chapéu. Além de garantir o visual elegante, a peça tem outra função: Esconder o orifício que os botos possuem no alto da cabeça e que serve para respirar. Com essa estampa toda, o boto seduz as moças e tenta sempre conquistar a mais bonita. Mas o romance dura pouco, pois antes do amanhecer, o rapaz desaparece tão misteriosamente como surgiu. É que ele precisa voltar para a água antes que o encanto passe. A garota apaixonada nunca mais tem notícias do “belo moço” e, tempos depois, aparece grávida. Não tarda muito e o povo logo começa a dizer que a criança é filha do boto. Até hoje, no norte do Brasil, a lenda do boto serve como explicação para toda a gravidez em que o pai é desconhecido. Tanto é assim que, no Amazonas e no Pará, a expressão “filho do boto” é usada para denominar os filhos de mães solteiras.

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Caipora É representado por um pequeno índio, de pele escura e ágil, montado em um porco selvagem e carrega uma vara. O Caipora é o guardião da vida animal. Caipora, ou caapora em tupi-guarani, é uma figura mitológica e quer dizer “habitante do mato”. No folclore brasileiro, é representado por um pequeno índio nu, de pele escura e ágil, montado em um porco selvagem e carrega uma vara. O Caipora é o guardião da vida animal. Ele desorienta os caçadores que não cumprem os acordos de caça, simulando os ruídos dos animais, assoviando e estalando os galhos, dando assim, falsas pistas para que os caçadores se percam no meio da mata. Assim como o Curupira, de quem possui um parentesco, sua missão é proteger os animais da floresta. Os índios acreditavam que o Caipora temesse a claridade, por isso protegiam-se dele andando com tochas durante a noite.

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Comadre Fulozinha É uma figura mitológica, uma fantástica e misteriosa mulher que vive na floresta, sempre pronta a defender os animais e plantas contra as investidas dos predadores da natureza. Comadre Fulozinha é um ente mitológico, uma fantástica e misteriosa mulher que vive na floresta, sempre pronta a defender os animais e plantas contra as investidas dos predadores da natureza. É uma caboclinha que tem longos cabelos negros, que lhe cobrem o corpo. Ela é caminhante, brincalhona e vive na Zona da Mata de Pernambuco. Consegue desaparecer sem deixar rastro e adora fazer tranças na cauda dos cavalos. Ela protege a caça contra os caçadores, desorientando-os com seus assovios e fazendo com que eles fiquem perdidos na mata. Adora receber presentes como mingau, confeitos e fumo.

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Curupira É um habitante lendário das florestas, representado por um menino ruivo com os pés virados para trás, protetor da flora e fauna contra os caçadores e os que extraem as riquezas destes lugares. O Curupira é um habitante lendário das florestas, protetor de sua flora e fauna contra os caçadores e os que extraem as riquezas destes lugares, como os madeireiros. Representado comumente como um menino ruivo, o Curupira têm os pés ao avesso, com os calcanhares para frente, o que o faz enganar os caçadores com suas pegadas, deixando-os perdidos nas florestas. Além disso, o Curupira tem o poder de realizar encantamentos e de se transformar em outras criaturas, tendo ainda muita velocidade, força e astúcia. O significado da palavra tem origem no tupi-guarani, sendo “curu” uma derivação de curumim, que significa menino, e “pira”, corpo. Curupira significaria, assim, corpo de menino. Caso você encontre um Curupira ao entrar na floresta, para conseguir fugir dele é só fazer um novelo de cipó bem emaranhado, com a ponta escondida de forma com que ele não a consiga achar. Dizem que por ser muito curioso, o Curupira esquece seu alvo e fica tentando desemaranhar o novelo, proporcionando a fuga de quem havia ficado preso na floresta.

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Mãe do Ouro Seu papel é guardar as minas de ouro. Se ela for avistada em um local, é prova mais que evidente que há riqueza ali. Esta personagem lendária é conhecida nas regiões nordeste, sudeste e sul do país. Seu papel é guardar as minas de ouro. Se ela for avistada em um local, é prova mais que evidente que há riqueza ali. O curioso é que a mãe do ouro é descrita com mais de uma forma. Para algumas pessoas, ela é uma mulher sem cabeça. Para outras, é loira e usa um vestido de seda branco. Há ainda quem afirme que ela tem cabelos de fogo. Tem também quem a descreva como um tipo de sereia que passeia luminosa pelos ares, mas vive debaixo d`água em um palácio. E as descrições não param por aqui. Há quem garanta que ela é uma bola de fogo vinda do céu, que revela onde se encontra uma jazida. Outra versão diz que ela é informe e age com trovões, fogo ou vento. Com tantas variações uma coisa é certa: a presença da mãe do ouro é sinal de fortuna!

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Murucututu É um tipo de coruja que existe na maior parte do Brasil. Ela é a mãe do sono e tem o poder de fazer adormecer as crianças que demoram a dormir, emprestando seu sono bom para elas. Se procurar na internet ou no dicionário, você vai descobrir que Murucututu é um tipo de coruja que existe na maior parte do Brasil. Existe mesmo, não é ser inventado que habita apenas na imaginação das pessoas. Ela ganhou esse nome por causa do som que emite. A ave mede, aproximadamente, 48 cm e costuma ter o dorso escuro e a face com detalhes em branco. O fato de existir no mundo real não impediu que a Murucututu se transformasse em criatura fantástica. Diz a sabedoria popular que ela é a mãe do sono e tem o poder de fazer adormecer as crianças que demoram a dormir, emprestando seu sono bom para elas. Para chamar a ave, há uma cantiga muito antiga que diz:

“Murucututu, da beira do telhado, leve este menino, que não quer ficar calado.” Muita gente já foi embalada com essa canção na infância. Se você ainda não a conhecia, agora já sabe não só a musiquinha como a história dessa ave sonolenta. Esse texto fica por aqui, antes que você comece a sentir uma moleza e caia no sono!

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Saci-Pererê O Saci é um menino de cor negra que possui apenas uma perna, usa um gorro vermelho que o concede poderes mágicos e fica o tempo todo fumando um cachimbo. Ele é brincalhão e adora travessuras. A lenda do Saci é uma das mais difundidas no Brasil, possui até um dia em sua homenagem, 31 de outubro. O Saci é um menino travesso de cor negra que possui apenas uma perna, usa um gorro vermelho na cabeça que o concede poderes mágicos e fica o tempo todo fumando um cachimbo. Ele é muito brincalhão e adora fazer travessuras. Ao Saci são atribuídas às coisas que dão errado. Ele entra nas casas e apaga as velas, faz queimar as comidas das panelas, seca a água das vasilhas, dá muito trabalho escondendo objetos que dificilmente serão encontrados novamente, monta em cavalos e dá nó em suas crinas. O Saci-Pererê pode também aparecer e desaparecer misteriosamente, fazendo as pessoas se perderem. Diz também a lenda que os Sacis nascem em brotos de bambus, onde vivem sete anos e, quando saem, vivem mais setenta e sete para atentar a vida dos humanos e animais, depois morrem e viram um cogumelo ou uma orelha de pau.

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Teiniaguá A lagartixa Teiniaguá toma conta de uma gruta encantada, cheia de tesouros. Quem consegue chegar até a guardiã das riquezas recebe tudo o que quer, ou seja, tem todos os desejos materiais atendidos. Esta lenda do Rio Grande do Sul, conta a história de uma bela princesa moura que despertou a paixão do diabo vermelho. Por não ser correspondido, ele lançou um terrível feitiço, transformou a amada em uma lagartixa, a Teiniaguá. Alguns dizem que a Teiniaguá tem uma pedra preciosa no lugar da cabeça. Outros que uma jóia, de brilho ofuscante, enfeita sua cabeça e serve para atrair e cegar os homens. A lagartixa Teiniaguá toma conta de uma gruta encantada, cheia de tesouro. Quem consegue chegar até a guardiã das riquezas recebe tudo o que quer, ou seja, tem todos os desejos materiais atendidos. Porém, somente alguém verdadeiramente valente e de coração puro é capaz de libertar a princesa da terrível maldição. Até que consiga se livrar do encanto, muitos e muitos anos se passam. Só depois de muitas peripécias, ela encontra o amor e se liberta. A lenda da Teiniaguá é considerada uma das mais emblemáticas do Rio Grande do Sul.

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Regulamento 1) Cada equipe será formada por 4 participantes; 2) Um trecho de 2 km do percurso será destinado à crianças e jovens de 7 a 12 anos e famílias, com largada às 13h30; 3) Crianças e jovens de 7 a 17 anos necessitam de autorização por escrito de um responsável legal para a participação; 4) O percurso total possui 4 km, destinado a pessoas acima de 13 anos, com largada às 14h30; 5) A largada será em sistema de baterias. Cada bateria será identificada por uma cor (vermelha, azul, amarela, verde e branca), através de fitas presas a cintura dos participantes. A cada 3 minutos as baterias são liberadas sob um portal para os desafios ao longo do percurso; 6) Todos os participantes deverão passar por todos os obstáculos; 7) O objetivo é o resgate dos personagens folclóricos brasileiros que foram aprisionados por caçadores e a conclusão, em equipe, de um percurso de 2 km / 4 km, com obstáculos naturais (árvores, lama, troncos de árvores, crateras) e artificiais (labirintos, rampas, barreiras, cercas), andando ou correndo;

Vidas 1) Cada participante terá em sua cintura 3 fitas de 50 por 4 cm, que correspondem as suas “vidas”; 2) Ao longo do percurso caçadores caracterizados estarão posicionados para dificultar a passagem dos participantes pelos obstáculos e roubar suas fitas, o que inclui a proteção ao local onde estarão os personagens folclóricos (representados por uma bandeira com suas fotos) nos metros finais. Neste local é fundamental que cada equipe defina a estratégia perfeita, seja para ludibriar o caçador ou proteger seus companheiros que possuem uma única fita; 3) Não é permitido pegar as fitas que estiverem no chão ao longo do percurso, nem recuperar suas fitas roubadas pelo caçador; 4) Em hipótese alguma ocorrerá o contato entre caçadores e participantes; 5) As equipes deverão terminar o percurso com seus integrantes vivos, o que significa estar com no mínimo uma fita em suas cinturas. Além disso, deverão resgatar o personagem para alcançar o objetivo por completo;

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Orientações 1) A retirada do kit participação será feita no dia do evento, até 1 hora antes do início, mediante apresentação de documento com foto. Não haverá inscrições no dia e local do evento; 2) O local disponibilizará vestiários e sanitários; 3) Não teremos chuveiros para banho após o evento, assim sugerimos que levem suas toalhas e roupas para troca ao final do Desafio; 4) O percurso com obstáculos é rústico, composto por terra, lama, mato alto e grama, com risco de escoriações, por isso indicamos o uso de tênis com meias e roupas leves, bermuda ou calça; 5) Evite usar seu tênis novo, ele pode ficar “beeem sujinho”! 6) Não é permitido o acesso de veículos automotores ao interior da Fundação Educandário. Vá de bike, pegue carona, chegue caminhando, promova ações sustentáveis e colabore com o meio ambiente. 7) Participar da reunião técnica, que é destinada aos participantes inscritos no evento, que será realizada no dia 20/8, quarta, às 19h, no Auditório do Sesc Ribeirão.

Não são os mais rápidos que vencem, mas os que concluírem o percurso em equipe com suas vidas e o personagem resgatado!

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Preencha com os dados solicitados, recorte e entregue na Central de Atendimento do Sesc Ribeirão Preto

Ficha de inscrição (somente equipe de 4 pessoas)

Ficha de inscrição (somente equipe de 4 pessoas) Participamos da Corrida Desafio das Lendas por livre e espontânea vontade e encontramo-nos em boas condições físicas e psicológicas, isentando de responsabilidade os organizadores. Concordamos assim com as normas do evento e autorizamos a utilização de nossas imagens para arquivo e divulgação. Menores de 18 anos necessitam de autorização do responsável para participação.

Categorias ( ) Infantil 7 a 12 anos

( ) Família adultos + 7 a 12 anos

( ) Adulto acima de 13 anos

Nome (1): RG:

Idade: Tel.:

Email:

Nome (2): RG:

Idade: Tel.:

Email:

Nome (3): RG:

Idade: Tel.:

Email:

Nome (4): RG: Responsável:

Idade: Tel.:

Email:

Telefone:

Email:

Assinatura do responsável pela equipe

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Autorização dos responsåveis por menores de 18 anos Eu,

Rg:

, autorizo o menor , a participar deste evento. Assinatura Eu,

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, autorizo o menor , a participar deste evento. Assinatura Eu,

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, autorizo o menor , a participar deste evento. Assinatura

Eu,

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, autorizo o menor , a participar deste evento. Assinatura

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Mapa do percurso

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Comunicação Sesc Ribeirão Preto . 2014 . Material reciclável . Ilustrações google.com.br

Realização

Apoio

Sesc Ribeirão Preto

Rua Tibiriçá, 50, Centro CEP 14010-090 Ribeirão Preto - SP TEL.: + 55 16 3977 4477 FAX: + 55 16 3977 4485 email@ribeirao.sescsp.org.br sescsp.org.br

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Fique atualizado. Sincronize seu celular no QR Code e acesse a programação da Unidade no Portal do Sesc São Paulo.

Corrida Desafio das Lendas 2014 . Sesc Ribeirão  

“Durante muito tempo personagens da cultura popular brasileira influenciaram gerações e protegeram nossas matas contra a invasão de caçadore...

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