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14 – 24 SETEMBRO


APRESEN TA Ç Ã O

05

I N S TA

CINE

LAÇÕES

MA

80

90

PONTO DE ENCON

INFOR

TRO

MAÇÕES

116

126


E S P E TÁ

PERFOR

CULOS

MANCES

06

68

AÇÕES FORMA TIVAS

94

S U M Á R I O


6

APRESENTAÇÃO


Entre os dias 14 e 24 de setembro de 2017, o Sesc São Paulo realiza em Campinas a décima edição da Bienal Sesc de Dança. O festival mantém o compromisso de apresentar ao público um panorama diversificado da produção artística e do pensamento sobre a linguagem por meio de espetáculos, performances, instalações, debates, oficinas, exibições de documentários, lançamentos de livros e conversas entre criadores. As atividades que compõem a programação do festival revelam a potência da dança contemporânea em propor reflexões sobre o agora e todas as urgências que ele nos apresenta, sem perder de vista as conexões com a história e estabelecendo diálogos com possíveis memórias da dança.

A programação do festival carrega a expectativa do encontro com o público que, ao entrar em contato com as obras, construirá a sua própria memória. É nesse sentido que esperamos que essa Bienal proporcione um espaço para trocas, reflexões, provocações e diálogos.

Bem-vindos à #BienaldeDança2017!

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APRESENTAÇÃO

Essa edição da Bienal ocupará, além de espaços do Sesc Campinas, equipamentos da cidade como o Teatro José de Castro Mendes, a Estação Cultura, o Museu da Imagem e do Som (MIS), o CIS Guanabara, Unicamp e praças da cidade. Durante 11 dias, serão mais de 80 apresentações de companhias de diferentes estados brasileiros (BA, MG, PI, PR, RJ, SC, SP), e ainda representantes da Argentina, Bélgica, Burquina Faso, Chile, Itália, Japão e Uruguai.


E S P E TÁ C U L O S S H O W S


ESPETÁCULOS

ESTREIA

10

CHARLOTTE SAMPERMANS


A L E X

N O

P A Í S

Alex au pays des poubelles

D O

L I X Ã O

Maria Clara Villa-Lobos – Bélgica

A reinterpretation of Alice in Wonderland geared at children, the show brings a playful approach to the risks of generating too much trash

Alex aux pays de poubelles, uma coreografia para o público infantil, chama a atenção para as consequências da irresponsável superprodução de lixo na nossa sociedade. Mas a discussão é colocada em um contexto lúdico, bem-humorado e poético. Com uma trilha sonora delicada e envolvente, cenário e figurinos coloridos, o espetáculo de Maria Clara Villa-Lobos é um espaço onírico, de transformação e criação. 11

DIA 23 SÁB. 16H DIA 24 DOM. 16H Galpão Sesc 70 min | Livre R$17 | R$8,50 | R$5 Bienal para crianças

Concepção e coreografia: Maria Clara Villa Lobos Com: Clément Thirion Clara Henry Gaspard Herblot Antoine Pedros

ESPETÁCULOS

Em um mundo imaginário, composto de material plástico descartado, Alex cruza com criaturas fantasmagóricas e incomuns que serão seus companheiros em uma série de aventuras. Em sua nova produção, Maria Clara Villa-Lobos, dançarina brasileira radicada na Bélgica, propõe uma releitura do clássico Alice no país das maravilhas, de Lewis Carroll, com um viés social, marca importante do seu trabalho.


ESPETÁCULOS

12

LUIS MARTINS


A L L A

P R I M A

Tiago Cadete – Portugal/Brasil (RJ)

The artist stages some of the voices and images that have created ideas about Brazil and Brazil-ness over the last five centuries

Alla prima, o nome da obra, é também o termo técnico para descrever uma pintura em que o artista aplica sobre a tela camadas de tinta sem esperar o tempo de secagem, causando uma sobreposição de cores e imagens. Aqui, é o corpo de Cadete que faz o papel de tela, acumulando diferentes representações dos corpos brasileiros. 13

DIA 15 SEX. 20H DIA 16 SÁB. 20H Teatro Sesc 50 min | 16 anos R$20 | R$10 | R$6

Direção artística e interpretação: Tiago Cadete

ESPETÁCULOS

Em um espetáculo solo intimista e ousado, Tiago Cadete leva para o palco uma pesquisa sobre a representação do corpo na história da arte brasileira. Pinturas retratando corpos negros, indígenas e brancos, que, em mais de cinco séculos de história, formaram conceitos sobre nosso país e a brasilidade. A performance conta com a projeção de textos e imagens sobre o corpo do artista, cuja pele serve de suporte para desenhos que se assemelham a pinturas.


ESPETÁCULOS

14

PAULO CESAR LIMA


B A N A N A S Núcleo Artérias – Brasil (SP)

Masculinity seen and interpreted by women's eyes is the theme explored by Núcleo Arteries, starring an all-female cast

DIA 22 SEX. 18H CIS Guanabara Armazém

A obra da artista britânica Sarah Lucas, que expande dimensões de gênero e discute o predomínio do masculino na cultura contemporânea, é uma referência importante para o grupo, cujo trabalho aborda questões como instabilidade, incerteza, consumismo, identidade, espetacularização e seus reflexos no corpo e no movimento.

Concepção e direção: Adriana Grechi Performance e criação: Bruna Spoladore Lívia Seixas Nina Giovelli Trilha sonora: Dudu Tsuda Criação de luz: André Boll

15

50 min | 16 anos R$20 | R$10 | R$6

ESPETÁCULOS

Uma investigação sobre o desejo e o imaginário masculinos na interpretação de bailarinas mulheres. Esse é o mote de Bananas, espetáculo do Núcleo Artérias dirigido por Adriana Grechi, que pretende questionar as fronteiras entre gêneros, espectador e artista. Vestindo camisetões amplos, as performers se misturam ao público e encenam no palco movimentos que aludem a um gestual tipicamente masculino.


ESPETÁCULOS

ESTREIA

16

SAHAND MINAEI


B I G

B A N G

Gen Danza – Uruguai

The company enacts the birth of the universe in a show that questions our place in the world

O grupo teve a colaboração de especialistas em física e em robótica para o entendimento de conceitos e processos que, depois, foram incorporados ao espetáculo. A iluminação conta com recursos inovadores, que permitem o uso de sombras e pontos de luz espalhados pelo palco, criando interessantes efeitos de perspectiva.

17

DIA 16 SÁB. 21H30 DIA 17 DOM. 20H Galpão Sesc 75 min | Livre R$30 | R$15 | R$9 Direção: Andrea Arobba Artistas criadores: Andrés Cototo Cuello, Bruno Brandolino, Catalina Lans, Celia Hope Simpson, Gianni Penna, Josefina Díaz, Juan Chao, Juan Miguel Ibarlucea, Laura Rodriguez, Lucía Gatti, María Pintado, Mario Gulla, Nicolás Parrillo, Santiago Bone Técnico de luz e adaptação para turnê: Santiago Rodriguez Tricot Produção da turnê: Cecilia Lussheimer Produção Bienal de Dança 2017: Santa Paciência Produções Artísticas e Culturais

ESPETÁCULOS

Um concerto de dança contemporânea que tem como ponto de partida a ciência, a cosmologia e a física. A representação da criação do universo pela dança, a tradução no corpo dos bailarinos dos movimentos de multiplicação das moléculas. Todas essas ideias estão no centro de Big Bang, espetáculo que promove uma dissolução das fronteiras entre música e performance para questionar o nosso lugar no mundo.


ESPETÁCULOS

18

ELISA MENDES


B O C A Marcela Levi & Lucía Russo – Brasil (RJ)/Argentina

D E

F E R R O

With influences ranging from Star Wars to tecnobrega ("techno-kitsch"), Boca de ferro is an irreverent performance about the contradictions of today's world

O resultado da combinação, segundo seus próprios criadores, é “uma dança-rapsódiainfernal irreverente, brincalhona, provocadora, indecente, furiosa, astuciosa e sensual”. Com esses ingredientes, o performer Ícaro Gaya apresenta um solo que traduz em movimentos frenéticos os humores, ambiguidades e contradições da vida contemporânea. O título do espetáculo é uma referência às equipes de aparelhagem musical do Pará, cujas caixas de som são apelidadas bocas de ferro. 19

DIA 20 QUA. 21H30 Ginásio Sesc 50 min | 16 anos R$20 | R$10 | R$6

Direção artística: Marcela Levi Lucía Russo Performance e cocriação: Ícaro dos Passos Gaya Realização artística e produção: Improvável Produções

ESPETÁCULOS

Darth Vader encontra-se com Dante Alighieri ao som do tecnobrega paraense para, juntos, criarem memes da internet. É essa mistura bem-humorada de referências tão diversas que serve de base para Boca de Ferro, encenado pelo paraense Ícaro dos Passos Gaya e dirigido pela carioca Marcela Levi e pela argentina Lucía Russo.


ESPETÁCULOS

20

EMI HOSHI


C A M P E O N A T O Coletivo Toda Deseo

I N T E R D R A G Brasil (BH)

D E

G A Y M A D A

A dodgeball game between the artists and the audience, tackling prejudice with good humor and reminiscing on pre-Internet childhood

Para deixar o jogo ainda mais animado, uma DJ, além de líderes de torcida e uma juíza, animam a partida, da qual podem participar quaisquer interessados, sem distinção de idade, gênero, etnia, classe. Nos intervalos da partida, o coletivo relembra casos de agressão e morte geradas pela discriminação no Brasil, em uma tentativa de combater o preconceito e dar visibilidade às questões da comunidade LGBTQQI no mundo. 21

DIA 16 SÁB. 15H Minicampo Sesc DIA 20 QUA. 12H Marco Zero Unicamp 150 min | Livre Grátis

Direção artística: Rafael Lucas Bacelar Ronny Stevens Coreografia: Ronny Stevens Thales Brener Ventura Elenco: David Maurity Ju Abreu Idylla Silmarovi Ronny Stevens Thales Brener Ventura

ESPETÁCULOS

Misto de performance, ação lúdica e manifesto, esta intervenção urbana pretende criar um espaço de convivência e diversidade através do tradicional jogo da queimada. Sim, aquele jogo de rua da era analógica: essa é a proposta do Campeonato Interdrag de Gaymada do Coletivo Toda Deseo.


ESPETÁCULOS

ESTREIA

22

KARIN SERAFIN


C O D E X Sheila Ribeiro (hackeia Alejandro Ahmed)

M U N D O Brasil (SP)

A L G O D Ã O

Contemporary dance and digital culture come together in a platform-piece by Sheila Ribeiro and Alejandro Ahmed

Como um hacker, que invade máquinas para entender e transcrever os dispositivos que as operam, a artista procura decifrar o trabalho de Ahmed segundo a técnica da percepção física, como ele mesmo faria. Ahmed participa da obra sugerindo caminhos dentro dos eixos propostos ao mesmo tempo em que revisita (e repensa) seu próprio trabalho. O desenho sonoro de Tom Monteiro aclimata a performance. 23

DIA 22 SEX. 18H DIA 23 SÁB. 18H MIS – Museu da Imagem e do Som 60 min | 16 anos R$20 | R$10 | R$6

Plataforma (conceito): Sheila Ribeiro Usuário (criação): Alejandro Ahmed

ESPETÁCULOS

Codex é uma série da artista transmídia Sheila Ribeiro que examina a obra de criadores importantes da dança contemporânea nacional utilizando ferramentas da cultura digital. Em Codex mundo algodão, Ribeiro tenta decodificar o pensamento artístico e o modus operandi do coreógrafo Alejandro Ahmed, diretor artístico do grupo catarinense Cena 11 Cia. de Dança.


ESPETÁCULOS

24

FANCA CORTEZ


C O M P O S I Ç Ã O Néle Azevedo e Marina Tenório

P A R A

E S C U L T U R A S Brasil (SP)

E

U M

C O R P O

In this performance-installation, a dancer interacts with hanging ice sculptures to reflect on the impermanence of the body, matter and time

Na montagem, Tenório se movimenta e se relaciona com dezenas de esculturas de corpos fundidas em gelo com cerca de 1,10 metros, suspensas por fios de nylon. O corpo vivo dialoga com o corpo-gelo em processo de derretimento e transformação, expondo a fragilidade de ambos. A trilha sonora concebida pelo músico Thomas Rohrer ajuda a compor o clima, enquanto performer e esculturas se ressignificam com a ação do tempo. 25

DIA 16 SÁB. 19H30 DIA 17 DOM. 19H30 CIS Guanabara Armazém 90 min | 14 anos R$20 | R$10 | R$6

Concepção e instalação: Néle Azevedo Codireção e performance: Marina Tenório Elenco: Marina Tenório Thomas Roher (composição musical ao vivo)

ESPETÁCULOS

“Quanto calor despende um corpo para animar um espaço?” Partindo dessa questão, a artista plástica Néle Azevedo e a coreógrafa Marina Tenório propõem uma instalação-performance que evidencia o território de passagem, de transição, e reflete sobre a impermanência da vida, a intersecção entre o material e o imaterial, o físico e o imagético, o transparente e o opaco, o momento presente e o que se mantém na memória.


ESPETÁCULOS

26

BERNARDO ROCHA


C O R E O G R A F I A Michelle Moura – Brasil (PR)

E S T U D O # 1

Inspired by the work of Trisha Brown, Lucinda Childs and Gurdjieff, Michelle Moura creates a choreography based on the movements of a walk

A coreógrafa se inspirou no trabalho de início de carreira das americanas Trisha Brown (1936-2017) e Lucinda Childs (1940), que propunham uma dança minimalista criada sobre partituras e desenhos. O místico russo Gurdjieff (Rússia/1866-França/1949), autor do livro Encontros com homens notáveis e pesquisador da cultura dos dervixes, é outra referência importante no trabalho.

DIA 22 SEX. 12H DIA 23 SÁB. 12H Praça Rui Barbosa 45 min | Livre Grátis Coreografia e partituras: Michelle Moura Performance: Bernardo Stumpf Bia Figueiredo Cândida Monte Thaisa Marques Som: Kaj Duncan David Apoio/residência: Plataforma PLUSbrasil na Villa Walberta, Feldafing/Alemanha, NAVE, Santiago/Chile. Este projeto foi contemplado com o Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2014.

27

ESPETÁCULOS

De que forma um simples andar pelas ruas pode se tornar uma dança? No novo trabalho de Michelle Moura, o caminhar se transforma em uma elaborada coreografia criada a partir de desenhos geométricos que provocam trajetórias, movimento e espaço entre os quatro bailarinos que caminham em um espaço aberto. O som da rua, a curiosidade dos passantes (ou a falta dela) enriquecem a performance, que se funde à rotina da cidade.


ESPETÁCULOS

28

MURILO DE PAULA


C O R R E D E I R A Kanzelumuka – Brasil (SP)

In a solo performance about femininity, Kanzelumuka revisits issues dear to her heart and practice, such as research on black contemporary dance and the African diaspora

A peça é uma pesquisa coreográfica sobre a percepção feminina das águas que correm para o mar, tendo como pano de fundo questionamentos sobre a diáspora e o corpo negro na dança. Os movimentos circulares que ora se expandem, ora se retraem estão na base da performance, apresentada em um silêncio interrompido apenas pelo ruído dos pés que ocupam o solo do palco e das mãos que se encontram com partes do corpo. 29

DIA 23 SÁB. 14H DIA 24 DOM. 14H Terminal Rodoviário de Campinas 35 min | Livre Grátis

Direção artística: Kanzelumuka com colaboração de Murilo De Paula Coreografia e elenco: Kanzelumuka

ESPETÁCULOS

Em Corredeira, a coreógrafa Kanzelumuka, integrante e cofundadora da companhia paulistana Nave Gris, dá sequência à sua pesquisa sobre representações performáticas de origem banto (grupo étnico do centro, sul e leste do continente africano) e sobre a dança negra contemporânea.


ESPETÁCULOS

ESTREIA

30

MAURICIO PKEMON


D A N Ç A Marcelo Evelin/Demolition Incorporada – Brasil (PI)

D O E N T E

A haunting show by a Piauí native choreographer, inspired by the work of butoh creator Tatsumi Hijikata and candomblé imagery

Os bailarinos do espetáculo são adornados por quimonos, rendas brancas, máscaras e colares e, assim, fazem referência de um lado ao expressionismo e surrealismo da dança japonesa e, de outro, ao universo do candomblé. A apresentação tem um tom fantasmagórico, e uma das ideias é remeter às noções de morte e doença. Evelin encara a doença como um processo de transformação física e emocional, que atravessa também questões do nosso cotidiano.

31

DIA 15 SEX. 21H30 DIA 16 SÁB. 21H30 CIS Guanabara Gare 90 min | 18 anos R$20 | R$10 | R$6 Uma obra de Marcelo Evelin/Demolition Incorporada Conceito e coreografia: Marcelo Evelin Criação e interpretação: Andrez Lean Ghizze Bruno Moreno Carolina Mendonça Fabien Marcil Hitomi Nagasu Luana Gouveia Marcelo Evelin Márcio Nonato Rosângela Sulidade Sho Takiguchi Este projeto foi contemplado pelo Prêmio Funarte Klauss Vianna de Dança 2015/ Ministério da Cultura, Governo do Brasil.

ESPETÁCULOS

O espetáculo apresenta a impactante mistura da dança Butô com os movimentos do candomblé. Admirador do trabalho de Tatsumi Hijikata (1928-1986), um dos criadores do Butô na década de 1970, o coreógrafo piauiense Marcelo Evelin visita e estuda o Japão desde 2011. Nesta montagem, ele homenageia o último trabalho do mestre japonês, o livro A Dançarina Doente (daí o nome da peça), em que Hijikata relata suas memórias.


ESPETÁCULOS

ESTREIA

32

LAURENT PHILIPPE


D O

D E S E J O Du désir d’horizons

D E

H O R I Z O N T E S

Mouvements Perpétuels – Burquina Faso

The African choreographer offers a performance inspired by dance sessions conducted in refugee camps as a method of psychological reconstruction

Há cinco anos, a fundação African Artist for Development utiliza a dança como instrumento de apoio psicológico para populações refugiadas em oito países africanos. Sanou conduziu algumas dessas sessões em campos do Burundi e de Burquina Faso. A experiência o motivou a montar este espetáculo, em que se apresentam seis dançarinos, um contador de histórias e dois jovens refugiados. Em Do desejo de horizontes, ele mostra e nos convida a acessar nossa força de luta, resistência e desejo. 33

DIA 14 QUI. 20H DIA 15 SEX. 21H30 Galpão Sesc 65 min | Livre R$30 | R$15 | R$9

Coreografia: Salia Sanou Intérpretes: Valentine Carette Ousséni Dabaré Catherine Denecy Jérôme Kaboré Elithia Rabenjamina Mickael Nana Marius Sawadogo Asha Imani Thomas

ESPETÁCULOS

Inspirado por oficinas de dança desenvolvidas em campos de refugiados na África, o coreógrafo de Burquina Faso Salia Sanou traz para o palco o tema do exílio - tanto do ponto de vista territorial, como daquele interior, que todos nós carregamos no peito.


ESPETÁCULOS

ESTREIA

34

WALTER MESQUITA


F I O

D O

M E I O

Cia Gente – Brasil (RJ)

A rua é o palco de Fio do meio, projeto inédito da carioca Cia. Gente que se propõe não somente a dançar “na rua”, mas dançar “a” rua e o que mobiliza as relações que dela surgem. Com esse trabalho, o diretor Paulo Emilio Azevedo dá continuidade a uma pesquisa realizada em espaços públicos, iniciada com Meio fio (Cia. Membros, 2003) e Tetralogia cidade (Cia. Gente, 2013). A diversidade de pessoas, arquiteturas e conflitos que compõem esse cenário repleto de surpresas é parte fundamental da performance, encenada por Eduardo Hermanson e Lucas Graça (Zina). O título, Fio do meio, ato nº.1 (“a crise das borboletas”), é uma analogia ao tempo necessário para a maturação da vida. 35

DIA 20 QUA. 17H30 DIA 21 QUI. 17H30 DIA 22 SEX. 17H30 Praça Bento Quirino 20 min | Livre Grátis

Direção artística e coreografia: Paulo Emílio Azevedo Intérprete-criador: Eduardo Hermanson “Willow” Intérprete convidado: Lucas Zina

ESPETÁCULOS

The first act of a series, this new project from Cia Gente explores the inventive possibilities of dance using the street (and its surprises) as the stage


ESPETÁCULOS

ESTREIA

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EMILIJA SKARNULYTE


F L E S H I O N Thelma Bonavita – Brasil (SP)/Alemanha

[ A P A R Ê N C I A S ]

A piece that combines fashion, visual arts and choreography to criticize the power of image and appearances, and (lack of) understanding of diferences

Segundo a diretora, o espetáculo funciona como uma espécie de “dança coleção” e traduz um desejo de tocar aquilo que é invisível a olho nu. O figurino, com tecidos sobrepostos amarrados e até pedaços de tapete usados como chapéu, é fruto de uma extensa pesquisa sobre moda feita pela artista. 37

DIA 15 SEX. 18H DIA 16 SÁB. 18H MIS – Museu da Imagem e do Som 60 min | 16 anos R$20 | R$10 | R$6

Conceito, coreografia e performance: Thelma Bonavita Colaboração coreográfica e performance: Marcela Reichelt Música: Katrina Burch a.k.a Yoneda Lemma e colaboração de Donatas Tubutis

ESPETÁCULOS

Fleshion é uma palavra inventada para descrever a interação invisível entre moda e carne; uma corruptela das palavras em inglês fashion (moda) e flesh (carne). Neste espetáculo, a artista Thelma Bonavita, que mora em Berlim e cujo trabalho transita entre dança, moda e artes visuais, encena um encontro dessas linguagens. A linha condutora da obra, em que atuam duas performers, navega pelo imaginário das aparências, do impacto na compreensão, ou na falta dela, das diferenças e do poder da imagem.


ESPETÁCULOS

ESTREIA

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MATTEO MAFFESANTI


F O L K - S Folk-s – "Will you still love me tomorrow?"

V O C Ê

A I N D A

M E

Alessandro Sciarroni – Itália

A M A R Á

A M A N H Ã ?

With body beats and hypnotic percussion, dancers evoke the ancestry of dance; a show that must also be "seen" with your ears

Formado por seis jovens bailarinos, o elenco apresenta um vigor típico dos atletas. Fortes e magros, eles pulam, além de batucar quase a apresentação inteira, que tem duração de mais de uma hora. Os músculos suados, sincronizados e sonorizados produzem uma eletricidade impactante. 39

DIA 19 TER. 20H30 DIA 20 QUA. 20H30 Teatro Castro Mendes 90 min | 14 anos R$30 | R$15 | R$9

Criação e dramaturgia: Alessandro Sciarroni Intérpretes: Cristian Balzama Anna Bragagnolo Marco D'Agostin Pablo Esbert Lilienfeld Francesca Foscarini Leon Maric Matteo Ramponi Francesco Vecchi

ESPETÁCULOS

O italiano Alessandro Sciarroni inspirou-se na dança folclórica Schuhplattler, nascida na região do Tirol – fronteira entre a Itália e a Áustria – para criar uma coreografia de percussão hipnótica, produzida essencialmente por batidas repetidas das mãos dos bailarinos em seus sapatos, pernas, troncos e braços. O som ritmado das palmas, em conjunto com outro, pungente, acionado pelo sapateado do elenco sobre um palco de madeira, remete a uma certa ancestralidade, circularidade e, segundo o coreógrafo Sciarroni, também a memórias religiosas.


ESPETÁCULOS

40

VERA MARMELO


G E N T I L E Z A

D E

Gustavo Ciríaco – Brasil (RJ)/Portugal

U M

G I G A N T E

The show discusses the relationship between man and nature in a performance starring a couple who combine theater and dance

Criada pelo carioca Gustavo Ciríaco, Gentileza de um gigante fala da relação do homem com a natureza e do caminhar do mundo independente da ação humana. Os corpos expostos, o silêncio e os panoramas diminutos e efêmeros mostram, de forma delicada, o constante e paradoxal confronto entre um mundo criado pelos homens e outro, que se desenvolve à margem das interferências humanas. 41

DIA 16 SÁB. 20H Ginásio Sesc 60 min | 16 anos R$20 | R$10 | R$6

Concepção, direção e coreografia: Gustavo Ciríaco Performers e colaboradores: Ana Trincão Tiago Barbosa

ESPETÁCULOS

Num palco escuro, dois intérpretes nus, um homem e uma mulher, constroem paisagens em miniatura, em cima de uma mesa de arquiteto. O casal monta e desmonta cenas da natureza, utilizando materiais como areia, água, fogo, terra, papel e bonecos de animais. Não há música, os dois artistas não se falam, a mesa de madeira tem uma instabilidade calculada, e a dinâmica do espetáculo concentra-se na (des)construção gradual de maquetes com vales, montanhas, árvores e rios.


ESPETÁCULOS

42

ANA CLARA


M Á Q U I N A Michel Groisman – Brasil (RJ)

D E

D E S E N H A R

A performance that brings together visual arts and dance in a collaborative creation whose end product is a random painting

Apresentada pela primeira vez no museu Tate Modern, em Londres, a performance Máquina de Desenhar já passou também por Rio de Janeiro e São Paulo. Sua proposta de criação conjunta de um produto aleatório pretende questionar as noções de resultado na arte, reforçando a impossibilidade de mantermos controle sobre as conclusões desses processos. 43

DIA 16 SÁB. 12H E 16H DIA 17 DOM. 12H E 16H Espaço Arena Sesc 90 min | Livre Grátis Bienal para crianças

Criação: Michel Groisman

ESPETÁCULOS

Uma grande traquitana repleta de fios e hastes metálicas recebe oito voluntários para uma performance “de desenho dançado”. No centro da máquina, um papel em branco que será preenchido com cores e formas de acordo com os movimentos e a interação dos participantes, que, conduzidos pelo artista carioca Michel Groisman, criam uma pintura coletiva e imprevisível.


ESPETÁCULOS

ESTREIA

44

LUIZ DE ABREU


O

L A G O

D A S

Francisco Lima Pekeno, João Rafael Neto e Luiz de Abreu – Brasil (BH)

B I C I C L E T A S

A show that brings together dance, BMX bikes and the ballet Swan Lake to talk about the environment and people's relationship with cities

O uso da BMX, bicicleta que permite fazer piruetas acrobáticas em escadas, corrimões e calçadas, vem de um desejo do grupo de subverter práticas corporais e dramatúrgicas na rua. Já a referência ao balé O Lago dos Cisnes, cuja história trata de paixões, atualiza questões da obra para os dias de hoje, com o avanço tecnológico e a mecanização das relações. Para formar o corpo de baile, os artistas realizam uma oficina sobre dança contemporânea e BMX, cujos selecionados vão integrar o elenco da apresentação (veja mais informações na pág. 102). 45

DIA 24 DOM. 12H Trajeto: Estação Cultura – Praça Rui Barbosa 120 min | Livre Grátis

Idealização, direção e interpretação: Luiz de Abreu Interprete criador e codireção: João Rafael Neto Interprete criador: Francisco Lima Pekeno

ESPETÁCULOS

Para discutir questões ambientais, a relação entre o cidadão e a cidade, o direito de ir e vir e as responsabilidades de cada um de nós, O lago das bicicletas mistura princípios da dança contemporânea, técnicas com bicicleta e o balé O lago dos cisnes, de onde partiu o pensamento para o título da obra.


ESPETÁCULOS

46

GIL GROSSI


O

S A M B A Luiz de Abreu

D O

C R I O U L O Brasil (MG)

D O I D O

The samba of the black madman – Brazil (MG) Using irony, the artist discusses racism and the construction of Brazilian identity

O mineiro Luiz de Abreu teve seus primeiros contatos com a dança em centros de umbanda. Coreógrafo e bailarino, criou O samba do crioulo doido há 13 anos (no Rumos Itaú Cultural). O espetáculo faz parte do acervo permanente do Centre Georges Pompidou em Paris e já foi apresentado em diversos países. 47

DIA 23 SÁB. 20H Teatro Sesc 30 min | 18 anos R$20 | R$10 | R$6

Criaçao, direçao coreografia , figurino e cenario: Luiz de Abreu Interpretação: Pedro Ivo Santos

ESPETÁCULOS

Ao som de músicas que misturam ritmos e ruídos tipicamente brasileiros, o coreógrafo Luiz de Abreu discute a discriminação racial sobre o corpo do negro nesta performance encenada por Pedro Ivo Santos. No cenário e no "corpo preto" do bailarino, a bandeira do Brasil ajuda a criar imagens sobre o preconceito a partir de elementos estereotipados como o samba, o carnaval e o erotismo. A ironia e a transgressão são usados como forma de resistência, com o intuito de devolver ao corpo-objeto "preto" o sujeito que lhe foi roubado, com sentimentos, crenças e singularidades.


ESPETÁCULOS

48

HAROLDO SABOIA


Ó Cristian Duarte – Brasil (SP)/Alemanha

The latest offering by Brazilian choreographer Cristian Duarte tackles minimalism and the sensorial character of body movement, drawing inspiration from the Greek myth of Orpheus

A atmosfera intimista é reforçada pela trilha sonora de Tom Monteiro, com melodias que formam uma trama sonora e pela iluminação nebulosa de André Boll. O mito grego de Orfeu, que perde sua amada Eurídice ao olhar para trás quando tentava resgatá-la do mundo dos mortos, serve de inspiração para a peça, que contou também com a colaboração da companhia alemã CocoonDance (Bonn). 49

DIA 19 TER. 19H30 DIA 20 QUA. 19H30 CIS Guanabara Armazém 75 min | 16 anos R$20 | R$10 | R$6

Uma produção de Cristian Duarte em companhia e Lote Osso. Coreografia e direção: Cristian Duarte Cocriação e coprodução: Aline Bonamin Bruno Levorin Cristian Duarte Felipe Stocco Tom Monteiro Dança: Aline Bonamin Felipe Stocco

ESPETÁCULOS

A pesquisa realizada desde 2011 por Cristian Duarte no âmbito da residência artística Lote chega a sua quinta edição com Ó, espetáculo que investiga o minimalismo na dança e o caráter sensorial dos movimentos. Em um espaço plano, sem o relevo do palco, público e artistas se misturam em uma performance que aposta numa dramaturgia tátil, criando um ambiente de empatia e percepção de afetos.


ESPETÁCULOS

50

SAMMI LANDWEER


P A R A

Q U E

Lia Rodrigues Companhia de Danças

O

C É U Brasil (RJ)

N Ã O

C A I A

The myth of the end of the world in the yanomami culture is the starting point of Lia Rodrigues' show, which discusses the present and the future

Pensando nessa questão, a coreógrafa Lia Rodrigues propõe uma dança para “sustentar” o céu e fazer a vida seguir pulsando na Terra. A concepção do espetáculo teve início com um projeto realizado pela companhia dentro da favela da Maré, no Rio de Janeiro, onde a coreógrafa atua há mais de dez anos. Bailarinos e jovens alunos da Escola Livre de Dança da Maré criaram uma série de exercícios coreográficos a partir de indagações sobre o presente da comunidade e o futuro do planeta.

51

DIA 22 SEX. 21H30 DIA 23 SÁB. 21H30 DIA 24 DOM. 20H Ginásio Sesc 80 min | 18 anos R$20 | R$10 | R$6 Criação e direção: Lia Rodrigues Assistente da direção e criação: Amália Lima Dançado e criado por: Leonardo Nunes Gabriele Nascimento Francisco Thiago Cavalcanti Clara Cavalcante Felipe Vian Glaciel Farias Luana Bezerra Carolina Repetto Maruan Sipert Valentina Fittipaldi Criado por: Clara Castro Dora Selva Thiago de Souza Participação: Francisca Pinto

ESPETÁCULOS

Segundo relato do xamã Davi Kopenawa, o mito yanomami do fim do mundo diz que, rompida a harmonia da vida no universo, o céu desabará sobre todos os que estão embaixo dele (e não apenas os povos indígenas). Diante de uma era de barbárie e catástrofes ambientais, o que podemos fazer para, de alguma forma, segurar esse céu, impedindo-o de cair sobre nossas cabeças?


ESPETÁCULOS

52

MELITO JUNIOR


P Ã O

C O M

Entretantas Conexão em Dança – Brasil (PR)/França

L I N G U I Ç A

With rebellious humor, the spectacle subverts crystallized references in the art world and destabilizes addicted behaviors

O espetáculo começou a ser gestado em 2015, em um processo longo e a distância, já que Gladis mora no Brasil e Ronie na França. Impactados pelo clima político do país, com manifestações tomando as ruas das cidades, eles lançam um apelo para que se continue criando dança como uma linguagem capaz de intervir, alterar e transformar os indivíduos, tendo o humor como principal aliado. 53

DIA 19 TER. 21H30 Ginásio Sesc 40 min | 18 anos R$20 | R$10 | R$6

Direção artística: Gladis Tridapalli Ronie Rodrigues Coreografia: Gladis Tridapalli Ronie Rodrigues Elenco: Gustavo Bitencourt Erica Mityco Claudinho Castro Ronie Rodrigues

ESPETÁCULOS

Uma “barbárie dançada”, segundo definição de seus diretores, Pão com linguiça leva para o palco um clima de churrasco na laje, de festa, de carnaval e de desbunde. Tendo como base uma colagem sonora com trechos de grandes sucessos da música popular (de Alcione a Nina Simone), os coreógrafos Gladis Tridapalli e Ronie Rodrigues criam uma peça sobre amor, luto, ordem, progresso e golpe.


ESPETÁCULOS

54

PAULO CESAR LIMA


P R O T E S T O Núcleo Artérias – Brasil (SP)

Núcleo Artérias proposes that dance - in its "indirect, crooked and oblique" ways can be used to generate vitality and connection in times of crisis and uncertainty

Diante desses achados, o grupo criou sua própria prática e, em cena, busca conectar corpos usando materiais que ativem os sentidos, tais como pedras, tecidos e plantas. 55

DIA 23 SÁB. 18H CIS Guanabara Armazém 60 min | 16 anos R$20 | R$10 | R$6

Concepção e direção: Adriana Grechi Criação e dança: Bruna Spoladore Lívia Seixas Renata Aspesi Arte e figurino: Lu Mugayar Criação e instalação sonora: Dudu Tsuda Criação de luz: André Boll

ESPETÁCULOS

Dançar como forma de protesto para nos conectar em tempos de crise e incerteza. Partindo dessa ideia, o Núcleo Artérias, dirigido pela coreógrafa Adriana Grechi, iniciou um estudo sobre diferentes práticas de transe, que resultou no espetáculo Protesto. Em suas pesquisas, o coletivo descobriu técnicas comuns a várias culturas, desde os Gnawas no Marrocos (confraria mística muçulmana de origem sufi) até rituais de umbanda no Brasil. E entrou em contato com o termo “protesto oblíquo”, usado pelo antropólogo escocês Ioan Lewis para designar transes empregados como estratégias de pessoas marginalizadas, caso de mulheres em sociedades patriarcais, para terem algum tipo de visibilidade social.


ESPETÁCULOS

56

CRISTIANO PRIM


P R O T O C O L O Grupo Cena 11 Cia. de Dança – Brasil (SC)

E L E F A N T E

Inspired by elephants' practice to isolate themselves when they die, group Cena 11 questions the continuity of collective work

Protocolo elefante é o resultado de uma longa pesquisa sobre o tema da continuidade e um exercício de sobrevivência e de busca de sentido para estar junto e continuar atuando coletivamente. Colocando em cena a sensação de isolamento, o grupo questiona noções de pertencimento e identidade. 57

DIA 23 SÁB. 20H30 DIA 24 DOM. 18H Teatro Castro Mendes 90 min | 16 anos R$20| R$10 | R$6

Grupo Cena11 Cia. de Dança: Alejandro Ahmed Aline Blasius Edú Reis Neto Hedra Rockenbach Jussara Belchior Karin Serafin Malu Rabelo Marcos Klann Mariana Romagnani Natascha Zacheo

ESPETÁCULOS

Ao completar 20 anos de atividade, o grupo Cena 11 se propôs uma discussão: por que continuar juntos? Para elucidar a questão, o grupo investiga a ação de isolamento do elefante na iminência de sua morte como uma metáfora para separação e exílio. Os artistas se perguntam de que maneira o ambiente ao qual pertencemos (e, aqui, falamos de pessoas, comportamentos, línguas, afetos e objetos) é alterado quando migramos a sós para um contexto distante dessas familiaridades.


ESPETÁCULOS

58

MÁRCIO SALES


R A S H A Izabelle Frota, Cleyde Silva, Yang Dallas – Brasil (PI)

S H O W

In this interactive performance by the Piauí-based collective, the audience is invited to participate in dance battles between drag queens and b-boys.

O espetáculo busca ampliar os sentidos de uma manifestação presente nas batalhas de break dance, o racha show, momento em que bailarinos e crews (grupos deles) disputam nos intervalos das competições oficiais sem o objetivo de encontrar um vencedor, mas para aquecer, brincar, provocar. RaSha Show convida o público a participar da performance, fazendo as vezes de juiz e decidindo quem é o vencedor da batalha! RaSha Show é brincar de ser o que quiser… na afirmação do prazer! 59

DIA 22 SEX. 17H Espaço Arena Sesc DIA 23 SÁB. 23H Jardim do Galpão Sesc Ponto de Encontro 90 min | Livre Grátis

Direção artística e coreografia: Izabelle Frota Cleyde Siva Yann Dallas Elenco: participantes da convocatória

ESPETÁCULOS

RaSHa Show surgiu como uma intervenção na Battle Dirceu, um dos maiores eventos da cena Hip Hop em Teresina (PI). A partir daí, tornou-se um laboratório de criação e, na Bienal Sesc de Dança 2017, será apresentado com a participação de performers locais.


ESPETÁCULOS

ESTREIA

60

TEIJIRO KAMIYAMA


S O B R E About Kazuo Ohno

K A Z U O

O H N O

Takao Kawaguchi – Japão

A show that honors one of the greatest names of butoh, while questioning concepts such as authenticity, memory and originality

Uma homenagem a um dos grandes nomes da dança japonesa, Sobre Kazuo Ohno é também uma negação da essência do butô, cujo princípio fundamental era de que a arte deveria resultar de um processo de criação pessoal, intrínseco ao artista, e Kawaguchi se confronta com o dançarino a partir do exterior, projetando-se em suas formas, seus gestos e caretas, sem nunca ter acesso a seu mundo interior. 61

DIA 17 DOM. 21H CIS Guanabara Gare 110 min | 16 anos R$30 | R$15 | R$9

Direção artística, coreografia e atuação: Takao Kawaguchi

ESPETÁCULOS

Sem nunca ter visto Kazuo Ohno (1906-2010) no palco e nem mesmo aprendido butô, o artista japonês Takao Kawaguchi consegue se transmutar no mestre da tradicional dança japonesa. Ex-integrante do grupo multimídia Dumb Type, Kawaguchi se colocou o desafio de copiar de forma precisa a dança de Ohno a partir de registros em VHS de seus clássicos. No espetáculo, ele questiona conceitos como autenticidade, memória e originalidade da cópia.


ESPETÁCULOS

62

RODRIGO ASCENÇÃO


S O L I D Ã O Adilso Machado

P Ú B L I C A Brasil (SC)

Inspired by Albert Camus’ The Stranger, Adilso Machado discusses solitude in contemporary society in his new solo show

A trilha eletrônica de Tom Monteiro, executada ao vivo, e a iluminação de Leonardo Roat, que alterna sombras e luminosidade sobre um fundo púrpura, criam uma atmosfera de tensão para os movimentos sincopados de Machado. Ex-integrante da companhia alemã Toula Limnaios, ex-membro da Cena 11 Companhia de Dança e atual diretor artístico do grupo Circar Artes do Corpo, o bailarino criou um espetáculo de grande intensidade dramática, que transpõe para os palcos sentimentos e sensações que, de certa forma, definem nossa época. 63

DIA 21 QUI. 20H DIA 22 SEX. 20H Teatro Sesc 40 min | 14 anos R$20 | R$10 | R$6

Concepção e performance: Adilso Machado Interlocução: Wagner Schwartz Música: Tom Monteiro Iluminação: Leonardo Roat

ESPETÁCULOS

De que forma a solidão, o vazio e a angústia se manifestam no corpo? Como esses sentimentos são elaborados em uma sociedade hiperconectada por celulares e redes sociais? Foi a partir dessas questões e inspirado pelo romance O estrangeiro, de Albert Camus, que o bailarino catarinense Adilso Machado criou o espetáculo solo Solidão Pública.


ESPETÁCULOS

ESTREIA

64

CRISTIANO PRIM


T Í T U L O

E M

Eduardo Fukushima

S U S P E N S Ã O Brasil (SP)

In a new solo performance, Eduardo Fukushima presents a dramaturgy of subtle and precise movements that evoke ancestral symbols

A peça foi elaborada com base em experiências do artista no Brasil e em residências artísticas na Alemanha e no País Basco. Em São Paulo, ele participou de uma performance em que os corpos dos dançarinos simulavam esculturas vivas. Depois, na Europa, visitou e se apresentou em cidades em que a Inquisição teve forte atuação, onde pedras e círculos territoriais remontam a civilizações ainda mais antigas. 65

DIA 20 QUA. 21H30 DIA 21 QUI. 21H30 Galpão Sesc 45 min | 14 anos R$20 | R$10 | R$6

Direção, criação e dança: Eduardo Fukushima Criação de trilha sonora original: Rodolphe Alexis

ESPETÁCULOS

No solo Título em suspensão, Eduardo Fukushima dá continuidade à sua pesquisa sobre a sutileza e precisão do movimento. Quase sempre sentado no chão sob um facho de luz, o artista encena uma coreografia minimalista, minuciosa e precisa, enquanto maneja pedras, paus e chocalhos ao som de ruídos de avalanches e assovios. Com o público sentado ao seu redor, lembrando a dinâmica de uma fogueira, ele evoca simbologias da ancestralidade e da circularidade.


ESPETÁCULOS

ESTREIA

66

SEBASTIAN ARPESELLA


T U D O Todo Junto

J U N T O Juan Onofri Barbato – Argentina

O coreógrafo argentino Juan Onofri Barbato propõe o encontro do erudito com o popular e todo o estranhamento que essa experiência pode causar. Em espaços públicos, dois artistas com formações e linguagens distintas se encontram. Um deles, Santiago Torricelli, é um pianista erudito. O outro, Lucas Yair Araujo, dançarino urbano, adepto da estética da street dance e do break. Ao som de fragmentos da Sonata Opus 31 nº 2, de Beethoven, tocada por Torricelli ao piano, eles apresentam uma performance que evidencia as diferenças e a heterogeneidade dos corpos e histórias de seus intérpretes, criando um ritual tão extremo quanto provisório. 67

DIA 16 SÁB. 14H DIA 17 DOM. 14H Terminal Rodoviário de Campinas DIA 19 TER. 20H DIA 20 QUA. 20H Casa do Lago – Unicamp 20 min | Livre Grátis Performer: Lucas Yair Araujo Música original e interpretação: Santiago Torricelli Ideia e direção: Juan Onofri Barbato

ESPETÁCULOS

To the sound of a sonata by Beethoven, a pianist and a b-boy highlight the tension between erudite and popular cultures


ESPETÁCULOS

ESTREIA

68

RENATO MANGOLIN


V I A G E M Gustavo Ciríaco

A

U M A

P L A N Í C I E

Brasil (RJ)/Uruguai

E N R U G A D A

The second chapter of a trilogy, the show features a couple building and deconstructing miniature landscapes. The focus here is on environmental disasters

Aqui, novamente, um homem e uma mulher constroem paisagens naturais em miniatura sobre uma superfície. Diante da plateia, o casal vai levantando e desfazendo panoramas, que envolvem animais, árvores e vales. “Os corpos de um homem e uma mulher movem-se e são, ao mesmo tempo, figura e fundo ativos; corpos gigantes que se espelham no que eles constroem”, diz o diretor. 69

DIA 15 SEX. 20H Ginásio Sesc 40 min | 16 anos R$20 | R$10 | R$6

Concepção e direção: Gustavo Ciríaco Performance e colaboração: Natália Viroga Gustavo Ciríaco

ESPETÁCULOS

A encenação é o segundo capítulo da trilogia iniciada com Gentileza de um gigante, de Gustavo Ciríaco. Inspirado no livro Primavera silenciosa, de Rachel Carson, sobre os efeitos nocivos de pesticidas no meio-ambiente, Ciríaco discute a relação entre o homem e a natureza – em seus aspectos positivos e, principalmente, negativos. Em Viagem a uma planície enrugada, o foco do artista é relembrar os piores desastres ambientais causados pelo homem nos últimos 50 anos.


P E R F O R M A N C E S P E R F O R M A N C E S


PERFORMANCES

72

GRACIELE ARSEGO


1 9 6 4 OutroLuiz – Brasil (SP)

G O L P E S

Hitting a punching bag without protective gloves 1964 times is the goal of performer OutroLuiz, reflecting the different meanings of the word "golpe" (both "blow" and "coup" in Portuguese - referencing the 1964 Brazilian coup d'État)

OutroLuiz se apresenta vestido com calça social, camisa e blazer e o saco é revestido com um pano verde, associado à bandeira do Brasil. Com esta performance, ele propõe que meditemos sobre questões como: Até quando ele, o artista, vai aguentar? Até quando seremos golpeados? Em tempo, o nome artístico OutroLuiz foi criado para enaltecer o altruísmo. “Queria que quando falassem meu nome sempre lembrassem do outro”. 73

DIA 23 SÁB. 20H30 Foyer do Teatro Sesc 35 min | 18 anos Grátis

Direção, criação e realização: OutroLuiz

PERFORMANCES

O paulista OutroLuiz desfere golpes, unicamente com a mão direita, em um saco de pancadas. O saco está cheio de areia e o artista não usa as tradicionais luvas de boxe para proteção. Com a ajuda de um equipamento, a plateia acompanha quantos socos ele consegue desferir. O objetivo é chegar ao número 1964, número que remete ao golpe militar daquele ano e, segundo o artista, à continuação dele até hoje.


PERFORMANCES

74

ADRIANA MACUL


C A C H Ê Núcleo Tríade

[ A

P A R T E

Q U E

Brasil (SP)

T E

C A B E ]

O Núcleo Tríade, composto por Mariana Vaz e Adriana Macul, traz para a dança a discussão sobre o valor do trabalho. Quanto vale o trabalho do artista? O que determina este valor?

DIA 15 SEX. 10H Terminal Rodoviário de Campinas

A performance inédita Cachê integra a série [a parte que te cabe], que aborda a equidade no trabalho e trata de forma poética essa discussão, utilizando materiais como notas de dinheiro e durex em um espetáculo que dura o equivalente a uma jornada de trabalho.

480 min | Livre Grátis

75

DIA 16 SÁB. 10H Estação Cultura

Idealização e performance: TRÍADE - Adriana Macul e Mariana Vaz Produção: Mariana Novais Assistência de produção: Pedro Stempniewski Direção de produção: PAROLE Produção

PERFORMANCES

In a new performance, the group explores the processes of valuation in the world of labor


PERFORMANCES

76

SÉRGIO ARIEL


C O R P O Cinthia Kunifas e Mônica Infante – Brasil (PR)

D E S C O N H E C I D O

Com um figurino que simula o tronco de uma árvore, a artista Cinthia Kunifas substitui os tradicionais passos de dança por micromovimentos. Apropriando-se da dinâmica sutil das plantas, de técnicas do Aikidô e de experimentações psicossomáticas, vê-se em cena uma performer com a respiração pausada e discretas movimentações musculares. A performance foi criada a partir de uma sensação de crise em relação ao corpo do dançarino, que, segundo a artista, não mais se satisfaz com os padrões estabelecidos de se fazer dança. “Para continuar dançando, o corpo, então, para. A pausa surge como um canal propício à mobilização daquilo que está estagnado”. O espetáculo é um exercício de observação, paciência e recompensa pela beleza. 77

DIA 17 DOM. 17H Jardim do Galpão Sesc 30 min | Livre Grátis

Criação: Cinthia Kunifas Mônica Infante Performance: Cinthia Kunifas Direção artística: Mônica Infante

PERFORMANCES

Simulating the movement of a tree trunk, the artist uncovers the slowness, beauty and subtlety of the ballet performed by a different sort of natural body


PERFORMANCES

78

MIRELLA MARINO


C R I S E Núcleo Tríade

D I A G R A M A Brasil (SP)

I N T E R A T I V O E M

F L U X O

The group creates an interactive performance involving both artists and audience to discuss the current crisis in the cultural sector

Um jogo de tabuleiro formado por um diagrama com perguntas sobre o papel da arte na nossa sociedade será montado e ficará disponível por dois dias para que o público acrescente suas respostas. No terceiro dia, utilizando técnicas de psicodrama, as artistas criarão uma coreografia de ideias, tendo como base as respostas do público às questões colocadas pela obra.

79

DIA 21 QUI. 11H DIA 22 SEX. 11H Desmonte DIA 24 DOM. 14H Jardim do Galpão Sesc 480 min | Livre Grátis Idealização e direção: TRÍADE - Adriana Macul e Mariana Vaz Criação e performance: Adriana Macul Bruno Levorin Mariana Vaz Mirella Marino Produção: Mariana Novais Assistência de produção: Pedro Stempniewski Direção de produção: PAROLE Produção

PERFORMANCES

Crise é uma instalação performática e interativa que pretende reunir artistas e público em torno da discussão sobre o fazer e o viver de arte no Brasil. Integrante da série [a parte que te cabe], a obra surge como reação a um contexto de crise no mercado cultural no país, com constantes cortes de financiamento para projetos artísticos.


PERFORMANCES

80

CLAUDIA GARCIA


I M A G E M Marcela Levi – Brasil (RJ)

The constant transformation of the body is the starting point of this performance, whose choreographic project results from the encounter between dance and photography

Para representar esse corpo/imagem não capturável, a artista propõe um jogo que consiste em entrar e sair de duas peças de roupas: um short e uma blusa. Interessada em pensar a imagem como algo que não afirma nem estabiliza, Levi propõe um corpo vazado e borrado de sensações, com uma precisão cheia de ambiguidades. A plateia é dividida em dois grupos posicionados de modo a se enfrentar e se observar enquanto a ação se desenrola. 81

DIA 24 DOM. 17H Teatro Sesc 20 min | 18 anos R$20 | R$10 | R$6

Concepção: Marcela Levi Claudia Garcia Criação e interpretação: Marcela Levi Assistência de direção: Lucía Russo Realização artística e produção: Improvável Produções

PERFORMANCES

A ideia de um corpo que se expõe em constante reorganização é o ponto de partida da performance Imagem, um projeto coreográfico fruto do encontro da performer Marcela Levi com a fotógrafa Cláudia Garcia.


I N S TA L A Ç Õ E S I N S T A L AT I O N S


INSTALAÇÕES

84

MAURICIO PKEMON


C A M P O Christine Greiner, Ricardo Muniz, Hideki Matsuka

A N T Í P O D A Brasil (SP) Books, conversations and performances provoke thought and make us reassess our perceptions of the Japanese body

Christine Greiner é professora livre-docente do Departamento de Linguagens do Corpo da PUC-SP, onde coordena o Centro de Estudos Orientais. Ricardo Muniz Fernandes é curador e produtor cultural independente, dirigiu importantes projetos internacionais no Brasil de diretores como Bob Wilson, Jan Fabre, Living Theatre, entre outros. Junto a Peter Pál Pelbart, é editor chefe da n-1 Edições. Hideki Matsuka Arquiteto formado pela FAU – USP, tem ativa participação nas áreas de cenografia para espetáculos cênicos desenvolveu, entre outros projetos expográficos: Tokyogaqui, A Revolta da Carne e Máquina Tadeusz Kantor. 85

DE 14 A 23 QUI. A SÁB. DAS 8H30 ÀS 17H CIS Guanabara – Gare Livre Grátis INSTALAÇÕES

Nos últimos anos, vários criadores de dança têm proposto diálogos (reais ou imaginários) com o Japão e com as imagens do corpo japonês. Muitas vezes, não se trata propriamente de uma pesquisa estética ou do aprendizado de treinamentos específicos (butô ou teatro nô), mas sim, de uma certa fabulação do corpo e da cultura japonesa. Estes coreógrafos também não pensam em explorar o exotismo nem mimetizar o Japão, mas sim, em testar experimentos que ao imaginar o outro reinventam a si mesmos. Um Japão como gatilho para criação. É disso que se trata o Campo Antípoda. Uma instalação/ambiente de performances, espetáculos, conversas e lançamentos de livros para desterritorializar o Japão e a todos nós.


INSTALAÇÕES

86

MARCUS BASTOS


B D T Adriana Macul, Daniela Dini e Rogério Salatini

B I E N A L

D A N C E

Brasil (RJ)

T E L E V I S I O N Documentation and fiction are mixed together in this performance that doubles as coverage of the Biennial, appropriating codes from mass culture to discuss ideals such as success in the dance market

A performance pop terá entrevistas e jogos com os artistas e o público e resultará na produção de programas exibidos durante o evento e na internet. O set de filmagem também promete ser um ponto de encontro para artistas e público conversarem, proporem ideias e discutirem os espetáculos e as formas de fazê-los.

Adriana Macul é dançarina, pesquisadora, educadora e cofundadora do núcleo Tríade. Daniela Dini é coreógrafa e performer. Artista, produtora cultural e pesquisadora de linguagens multimídia, Rogério Salatini é diretor artístico e geral da Hiper_arte – Mostra de convergências. 87

DIA 15 SEX. DAS 17H ÀS 19H DIAS 16, 17, 23 E 24 SÁB. E DOM. DAS 14H ÀS 18H DIAS 20, 21 E 22 QUA. A SEX. DAS 15H ÀS 20H Área de Convivência Sesc Livre Grátis Concepção e direção artística: Adriana Macul Daniela Dini Rogério Salatini Direção de arte e coordenação audiovisual: Marcus Bastos Performance: Adriana Macul Daniela Dini Rogério Salatini Tarina Quelho

INSTALAÇÕES

Durante os dez dias de Bienal, um set de produção audiovisual será montado para a cobertura/show do festival, com direito a fundo infinito, câmeras, ilhas de edição e pautas divertidas - já que o objetivo aqui, além de documentar o evento, é de ironizar certos clichês da carreira.


INSTALAÇÕES

88

LEONARDO FRANÁA


B I B L I O T E C A Neto Machado e Jorge Alencar – Brasil (BA)

D E

D A N Ç A

Performers turn a library into scenic space and use their own bodies as books to foster the preservation of dance history

Como volumes em estantes, os performers ficam disponíveis e recebem o público em uma mesa com poucas cadeiras para compartilhar “capítulos” de obras de dança que marcaram suas vidas por meio de “contações coreográficas” de até 15 minutos. “Esse tipo de trabalho permite que dois interesses de experimentação caminhem juntos: o de pesquisar novos modos de entender coreografia e suas possibilidades e o de documentar de forma ativa e criativa a história da dança”, contam Neto Machado e Jorge Alencar. Mestre em artes cênicas, Jorge Alencar trabalha com dança, teatro, audiovisual, curadoria e educação. Neto Machado é coreógrafo, dançarino, ator e comunicador e já se apresentou em espaços como o Tate Modern, na Inglaterra, o MIT (Massachussets Institute of Technology), nos EUA, e o Festival de Avignon, na França. 89

DIA 20 QUA. DAS 15H ÀS 18H DIA 21 QUI. DAS 15H ÀS 18H DIA 22 SEX. DAS 15H ÀS 18H Biblioteca Sesc Livre Grátis

Direção: Neto Machado Jorge Alencar Criação e performance: Neto Machado Jorge Alencar Ana Cristina Ribeiro Cristina Packer Diane Ichimaru Leonardo França Talita Florêncio Produção: Ellen Mello Dimenti Produções Culturais

INSTALAÇÕES

Como a experiência coreográfica pode tratar da memória da dança? Os diretores Neto Machado e Jorge Alencar evocam essas questões ao articular movimento, palavra e legado em sua nova pesquisa. Em Biblioteca de dança, a dupla convida artistas da cidade e o público para ocuparem a biblioteca como espaço cênico e transformarem seus corpos em livros.


INSTALAÇÕES

90

DIVULGAÇÃO


C O N S T R U I R Mil m2 – Colectivo Mil Metros Cuadrados – Chile

U M A

B I B L I O T E C A

A Chilean collective promotes an editorial activity with audience participation to provoke reflections about dance

Milm2 é um coletivo artístico fundado em 2013 em Santiago do Chile, centrado na geração coletiva de conhecimento através de projetos de ocupação temporal. Seus diversos projetos e obras se desenvolvem através da criação e teste de protótipos de dispositivos culturais. 91

DE 19 A 22 TER. A SEX. DAS 13H ÀS 20H DIA 23 E 24 SÁB. E DOM. DAS 12H ÀS 16H Entrada da biblioteca Sesc Livre Grátis

Concepção: Mil m2 (Coletivo mil metros quadrados) Santiago - Chile. Artistas Mil m2: Pedro Sepúlveda Maria José Jaña Cecilia Moya Facilitadores: Flavio Barollo Isabela Imasato Alexandre Lindenberg

INSTALAÇÕES

O coletivo chileno Mil m2 realiza a instalação Construir uma biblioteca, em que artistas e público produzem livros juntos. Para iniciar a atividade, o grupo propõe dois questionamentos aos participantes: “O que você perguntaria a uma biblioteca?” e “o que quer saber sobre dança?” As pessoas escrevem suas respostas em um mural e selecionam citações de obras da biblioteca onde será realizada o trabalho. Com esse material, produzem cartazes com letras em carimbo, formando um novo acervo para o espaço. Construir uma biblioteca é a continuação de outros projetos experimentais do grupo, como Projeto Pergunta (2013) e Imprenta Ciudadana (2014).


C I N E M A C I N E M A


DIVULGAÇÃO

PARIS IS BURNING + STRIKE A POSE + BATE-PAPO COM JOSÉ GUTIERREZ

CINEMA

Documentary that depicts New York city's ball culture in the 1980s, chronicling the emergence of voguing as an empowering dance

O documentário Paris is burning (direção de Jennie Livingston, EUA, 1991, 78’) narra a cultura dos bailes na cena nova-iorquina LGBT dos anos 1980. O filme retrata o surgimento da dança voguing como um espaço de autoafirmação, expondo a contradição entre a diversão dos bailes e a realidade de marginalização das ruas. Em Strike a pose (direção de Ester Gould, Reijer Zwaan, Holanda/Bélgica, 2016, 83’), sete dançarinos que acompanharam a cantora Madonna na turnê Blond Ambition se reúnem 25 anos depois para contar os bastidores do trabalho. A busca pelo sucesso, o mercado do showbusiness e até desavenças entre o grupo e a cantora pop estão no roteiro. Após a exibição dos filmes, José Gutierrez, conhecido como José Xtravaganza, personagem das duas obras, divide suas experiências artísticas com o público em um bate-papo. Dançarino, coreógrafo e professor, Gutierrez é uma figura central na cena voguing de Nova York. DIA 18 SEG. 19H Teatro Sesc | 240 min | 18 anos | Grátis – Retirada de ingressos com 2 horas de antecedência na Central de Atendimento do Sesc 94


DIVULGAÇÃO

DANZASUR CENA CONTEMPORÂNEA DanzaSur, Escena Contemporánea

+ BATE-PAPO COM FRANCISCO BAGNARA E OMAR CAMPOS DanzaSur – Chile

Is there a South American identity in contemporary dance? Tamara and David González visited eight countries to produce this documentary on the theme

DanzaSur é uma plataforma que se dedica à comunicação e divulgação da dança desde e para a América Latina. Entendendo a dança como um bem social, aprofundou seus desdobramentos após a viagem e as entrevistas que deram origem ao documentário DanzaSur, Cena Contemporânea. Com diversas ações em rede, como plataforma virtual, canal de Youtube, revista, residência artística e outros projetos, lançou também o livro DanzaSur: viaje por el continente de las maravillas.

DIA 19 TER. 20H Teatro Sesc | 120 min | 14 anos | Grátis – Retirada de ingressos com 2 horas de antecedência na Central de Atendimento do Sesc 95

CINEMA

DanzaSur, Escena Contemporánea (DanzaSur, Chile, 2014, 72'). O que é a dança contemporânea? Como o contexto sociocultural dá vida ao trabalho criativo e artístico? Existe uma identidade sul-americana no campo da dança? Em busca de respostas para essas e outras perguntas que surgiram no caminho, os diretores Tamara e David González percorreram 17 mil quilômetros entre 2013 e 2014 para documentar as realidades de artistas do Chile, Equador, Peru, Bolívia, Paraguai, Uruguai, Brasil e Argentina. Eles entrevistaram 130 criadores de dança, entre dançarinos, coreógrafos e pesquisadores, para realizar o primeiro documentário sobre o tema, que aprofunda uma análise sobre as práticas pessoais e coletivas que estruturam a produção desses países.


A Ç Õ E S

F O R M AT I V A S L E A R N I N G


MESAS DISCUSSION FORM AÇÃO UN I VE RS I TÁ R I A E PRO DUÇÃO ART Í ST I CA Convidados: Daniela Gatti (Unicamp), Alexandre Molina (UFU) e Rita Aquino (UFBA). Mediação de Ivana Menna Barreto (UniRio).

AÇÕES FORMATIVAS

Professionals and scholars discuss the importance of university education for dancers’s development

De que forma as universidades e suas respectivas graduações em dança têm contribuído para a formação de artistas e a produção artística de um modo geral? É missão destas graduações formar artistas? Refletindo sobre essas perguntas, a mesa aborda o papel destas instituições enquanto espaço privilegiado para reflexão e a difusão artística, também a forma como as universidades estão preparando as novas gerações para as configurações de produção, criação e difusão que têm se apresentado em nossos dias. Ivana Menna Barreto (UniRio) Bailarina, criadora e pesquisadora carioca, doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP. Daniela Gatti (Unicamp) Assessora da Pró-Reitoria de Graduação da Unicamp e coordenadora do curso de graduação em Dança entre 2012 - 2017. Alexandre Molina (UFU) Doutor em Artes Cênicas, mestre em Dança e especialista em Estudos Contemporâneos em Dança, é também gestor cultural. Rita Aquino (UFBA) Professora Doutora da Escola de Dança e do Programa de Pós-Graduação em Dança da UFBA, pesquisa práticas colaborativas em contextos artísticos e educativos.

DIA 15 SEX. 14H Área de Convivência Sesc | 120 min | Livre | Grátis

98


M EM Ó RI AS DA DAN ÇA : S O B R E L E G A D O, TRANS M I SSÃO E CO N T I N U I D A D ES Convidados: Luiz de Abreu, Marcelo Evelin, Neto Machado e Jorge Alencar. Mediação e provocação de Sônia Sobral.

Dance artists from different generations ask themselves: How is memory present in dance? How does temporality affect artistic productions?

Marcelo Evelin Bailarino, coreógrafo e pesquisador. Sônia Sobral Pesquisadora e curadora em dança e teatro, foi gerente do Núcleo de Artes Cênicas do Itaú Cultural de 1999 a 2015. Luiz de Abreu Graduado em Dança e mestre em Artes Cênicas, aprofunda a pesquisa em dança sobre o corpo negro. Neto Machado Coreógrafo, dançarino, ator e comunicador. Já se apresentou em diversos países e em mais de 60 cidades no Brasil. Jorge Alencar Mestre em Artes Cênicas, trabalha com dança, teatro, audiovisual, curadoria e educação.

DIA 18 SEG. 14H Área de Convivência Sesc | 120 minutos | Livre | Grátis

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AÇÕES FORMATIVAS

A mesa discute um dos temas centrais desta edição da Bienal Sesc de Dança: as relações entre artistas e suas atuais criações com possíveis passados da dança, incluindo suas criações anteriores, o legado das gerações precedentes, além das interlocuções com temporalidades e estéticas “remotas”. Abordando a forma como a dança encena relações reais ou ficcionais com uma memória da própria dança, os convidados refletem os desdobramentos de remontar, reencenar e reviver os passados da dança, discutindo também quais danças escolhemos lembrar e quais pretendemos ocultar em nossos presentes.


DANÇA E S E US DI Á LO G OS CO M AS ART ES VI S UAI S E O C I N E M A Convidados: Fábio Cypriano (PUC – SP) e Daniela Mattos. Provocação: Renan Marcondes (USP – SP). Mediação: Fabrício Floro (Sesc).

Contemporary dance researchers evaluate the hybridism of dance with visual arts, cinema, theater and music in Brazil and abroad

AÇÕES FORMATIVAS

Os diálogos entre a dança, artes visuais e o cinema, dos quais se tem exemplos variados ao longo de toda a história da arte do século XX, tornam-se mais profundos e complexos com o advento da dança contemporânea. Esta mesa procura discutir de que forma a produção recente da dança se relaciona, contamina e confunde com criações destas áreas, a partir do ponto de vista de dois relevantes pesquisadores do tema. Fabio Cypriano (PUC – SP) Doutor em Comunicação e Semiótica, com tese sobre a coreógrafa alemã Pina Bausch, atua também como crítico e repórter. Daniela Mattos Artista, educadora e curadora independente. Pós-Doutora em Linguagens Visuais pelo PPGAV-EBA/UFRJ, desenvolve sua produção em artes visuais desde o início dos anos 2000. Renan Marcondes (USP-SP) Artista, pesquisador e doutorando em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo, com pesquisa sobre performance, neoliberalismo e presença.

DIA 21 QUI. 14H Espaço Arena Sesc | 120 minutos | Livre | Grátis

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DANÇA E M T E M POS D E N OVOS F EM INI N OS E M AS CU L I N OS Convidados: Adriana Grechi e integrantes do Coletivo Toda Deseo. Provocação: Clarissa Sachelli (PUC – SP). Mediação: Claudia Garcia (Gerência de Ação Cultural Sesc).

Cis and trans women, philosophers and dancers talk about gender and identity in dance

Adriana Grechi Coreógrafa, dançarina, professora e idealizadora de contextos para a dança, graduada pela faculdade de Nova Dança S.N.D.O, na Holanda. Coletivo Toda Deseo Coletivo de artistas mineiros, que pesquisa novas formas de ocupação teatral a partir das questões relacionadas a identidades de gênero e orientação sexual. Clarissa Sacchelli Coreógrafa e performer, movendo-se entre dança, performance e escrita. Mestre em Artes (Laban, Londres) e pós-graduada em Semiótica Psicanalítica (PUC – SP).

DIA 22 SEX. 14H Espaço Arena Sesc | 120 minutos | Livre | Grátis

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AÇÕES FORMATIVAS

De que forma a dança tem reagido e correspondido às transformações de gênero e sexualidade que a sociedade vivencia nos últimos anos? Será a dança ainda refém de machismos e reprodutora de estereótipos de gênero; ou justamente a linguagem tem sido campo para vivências mais libertárias de identidade e sexualidade? Abordando estas questões, em tempos de reafirmação do feminismo, a mesa discute as relações entre a dança e as novas configurações identitárias e simbólicas.


CAMPO ANTÍPODA Christine Greiner, Ricardo Muniz, Hideki Matsuka

AÇÕES FORMATIVAS

Books, conversations and performances provoke thought and make us reassess our perceptions of the Japanese body

Nos últimos anos, vários criadores de dança têm proposto diálogos (reais ou imaginários) com o Japão e com as imagens do corpo japonês. Muitas vezes, não se trata propriamente de uma pesquisa estética ou do aprendizado de treinamentos específicos (butô ou teatro nô), mas sim, de uma certa fabulação do corpo e da cultura japonesa. Estes coreógrafos também não pensam em explorar o exotismo nem mimetizar o Japão, mas sim, em testar experimentos que ao imaginar o outro reinventam a si mesmos. Um Japão como gatilho para criação. É disso que se trata o Campo Antípoda. Uma instalação/ambiente de performances, espetáculos, conversas e lançamentos de livros para desterritorializar o Japão e a todos nós. Conversas entre Cristine Greiner e criadores presentes no festival

CONVERSA COM TAKAO KAWAGUCHI + LANÇAMENTO DO LIVRO TREINO EM POEMA (KAZUO OHNO) mais informações na pág. 112 DIA 16 SÁB. 17H CIS Guanabara – Gare | 90 min | Livre | Grátis

CO NV E RSA CO M MA R C E LO E V E L I N + L A N ÇA MENTO DO LIVRO FA B U L AÇÕES D O COR P O J A P ON ÊS , A DES CO B E RTA D O OU T RO E A I N V EN Ç ÃO D E SI (C HR I ST I N E GRE I NE R ) mais informações na pág. 111 DIA 17 DOM. 17H CIS Guanabara – Gare | 90 min | Livre | Grátis

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CO NV E RSA CO M AL EJ A N D RO A H M E D + PERFO RM AN CE A L EJ A N D RO A H M E D DIA 19 TER. 17H CIS Guanabara – Gare | 90 min | Livre | Grátis Christine Greiner é professora livre-docente do Departamento de Linguagens do Corpo da PUC-SP, onde coordena o Centro de Estudos Orientais. Alejandro Ahmed é coreógrafo residente, diretor artístico e bailarino do Grupo Cena 11 Cia. de Dança Marcelo Evelin é bailarino, coreógrafo, diretor, pesquisador e um dos gestores do Campo- Gestão Criação em Arte Contemporânea (Teresina - PI). Takao Kawaguchi é dançario e performer japonês, ex-integrante da companhia Dumb Type e desenvolve projetos na interface entre a dança e outras mídias. Ricardo Muniz Fernandes é curador e produtor cultural independente, dirigiu Living Theatre, entre outros. Junto a Peter Pál Pelbart, é editor chefe da n-1 Edições. Hideki Matsuka arquiteto formado pela FAU – USP, tem ativa participação nas áreas de cenografia para espetáculos. Desenvolveu, entre outros projetos expográficos: Tokyogaqui, A Revolta da Carne e Máquina Tadeusz Kantor.

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AÇÕES FORMATIVAS

importantes projetos internacionais no Brasil de diretores como Bob Wilson, Jan Fabre,


RESIDÊNCIA PARA CRIAÇÃO RESIDÊ N CI A - O L A G O D AS B I C I C L ETAS Luiz de Abreu

Activity that will teach BMX biking techniques adapted to an artistic setting. The participants will join the cast of the performance Bike Lake

AÇÕES FORMATIVAS

Residência destinada aos interessados em participar como intérpretes da obra O lago das bicicletas, de Luiz de Abreu. Público-alvo: Pessoas da comunidade e artistas interessados em ampliar a prática da bicicleta para um universo artístico. Residência O processo seletivo será feito a partir de envio de carta de intenção (máximo 1.400 caracteres), até o dia 1/09, para o e-mail lagodasbicicletas@campinas.sescsp.org.br. Os interessados deverão ter disponibilidade para participar da residência, do ensaio e da apresentação. DE 19 A 23 TER. A SÁB. DAS 12H30 ÀS 15H30 Estação Cultura | Grátis | 18 anos | 10 vagas Apresentação DIA 24 DOM. 12H Início do trajeto Estação Cultura – término do trajeto Praça Rui Barbosa.

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RESIDÊ N CI A RAS H A S H OW Izabelle Frota, Cleyde Silva e Yang Dallas

B-boys, b-girls, waack and street dancers, artists and anyone interested in gender issues are all invited to participate in the activity.

Destinada aos interessados em participar, como intérpretes, da performance RaSha Show, dos artistas Izabelli Frota, Cleyde Silva e Yang Dallas. A convocatória está aberta para b-boys, b-girls, dançarinos de wacking, passinho, e outros artistas e interessados em questões de gênero.

DE 18 A 21 SEG. A QUI. DAS 12H30 ÀS 15H30 Sala dos Toninhos – Estação Cultura | Grátis | 18 anos Apresentações DIA 22 SEX. 17H Espaço Arena Sesc DIA 23 SÁB. 23H Jardim do Galpão Sesc – Ponto de Encontro | Livre | Grátis

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AÇÕES FORMATIVAS

Residência O processo seletivo será feito a partir de envio de carta de intenção (máximo 1.400 caracteres), até o dia 1/09, para o e-mail rashashow@campinas.sescsp.org.br. Os interessados deverão ter disponibilidade para participar da residência, do ensaio e da apresentação.


OFICINAS O F IC I N A DE H O N EST I D A D E A RT Í ST I CA Jorge Alencar +Dimenti Produções Culturais – Brasil (BA)

Jorge Alencar and Neto Machado propose a creative workshop that dives into the intimate and poetic universe of artists

AÇÕES FORMATIVAS

O que mobiliza a arte? Qual é o lugar do desejo na criação e o que o atravessa? Os dançarinos Jorge Alencar e Neto Machado, ambos do coletivo baiano Dimenti, propõem um mergulho na intimidade do fazer artístico nessa oficina, dirigida não somente ao universo da dança, mas também a outras linguagens, como teatro, música, artes visuais e cinema. Com o objetivo de pensar a formação em artes muito além dos espaços institucionais e do conhecimento específico que cada área requer, Alencar e Machado pretendem estimular os processos de criação para além das tendências mercadológicas e tabus estéticos, investigando seus universos poéticos a partir dos princípios de autonomia e prazer. Realizada desde 2013, a oficina já passou por cidades brasileiras como Salvador (BA), Curitiba (PR), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), São Luís (MA), entre outras. Jorge Alencar é graduado em Comunicação Social e Dança e mestre em Artes Cênicas. Neto Machado é coreógrafo, dançarino, ator e comunicador, formado em teatro e dança.

DIAS 22, 23 E 24 SEX. A DOM. DAS 10H ÀS 13H Sala de Múltiplo Uso 2 Sesc | 18 anos | Vagas limitadas | Inscrições na Central de Atendimento a partir de 25/8 | R$20 | R$10 | R$6

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CO RPO E ET I Q UETA : N O RM AT I Z A N D O OS FAZE RES DA DA N ÇA Ana Teixeira – Brasil (SP)

To what extent does etiquette determine control over the body? Dancer and researcher Ana Teixeira discusses social norms in dance

Em que medida a etiqueta determina o controle sobre o corpo ainda hoje? Ana Teixeira procura elucidar essas e outras questões na oficina dirigida a dançarinos e público em geral. Ana Teixeira Professora, pesquisadora e consultora da série Dança Contemporânea, da Sesc TV, também é Doutora em Comunicação e Semiótica (PUC – SP) e dá aulas no curso de Comunicação das Artes do Corpo na mesma instituição.

DIA 21 QUI. DAS 14H ÀS 17H MIS – Museu da Imagem e do Som | 14 anos | Vagas limitadas | Inscrições na Central de Atendimento a partir de 25/8 | R$20 | R$10 | R$6

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AÇÕES FORMATIVAS

A etiqueta, do francês étiquette, é um código social que rege as normas de conduta e determina a posição dos indivíduos em relação a outros membros da sociedade. Marca da corte francesa oitocentista, no Brasil seu uso e aprendizado chegou com a vinda da família real portuguesa, em 1808, ao Rio de Janeiro. Nascia ali a prerrogativa de "educar" o corpo daqueles que participavam das danças da realeza, não somente a partir das aulas ministradas por professores estrangeiros, como também por meio de publicações de livros de dança e de manuais civilizatórios.


O F IC I N A F LES H I O N Thelma Bonavita – Brasil (SP)

AÇÕES FORMATIVAS

Thelma Bonavita discusses the relationship between fashion and performance in a workshop that brings new perspectives on the production and perception of images

Interessada no encontro e na fusão entre carne/corpo (flesh) e moda (fashion), a artista Thelma Bonavita criou Fleshion, workshop que investiga a relação entre vestimenta e performance. “A moda, com suas diferentes características - volume, forma, textura e cor -, interage com a percepção corporal e afeta ambientes, comportamentos, culturas, códigos políticos, e vice-versa. Será uma oportunidade para desenvolver novas perspectivas em relação à produção de imagem e ao modo como as percebemos”, diz. Os temas em pauta vão desde a libertação feminina com a histórica queima de sutiãs, passando pelo o uso de símbolos em camisetas para conscientização de causas político-sociais, até a reflexão sobre o processo de idealização do corpo feminino, presente, por exemplo, na sapatilha de ponta das bailarinas e nos múltiplos adornos de algumas culturas africanas e asiáticas. Thelma Bonavita A bailarina e coreógrafa estudou no Ballet Stagium, é uma das fundadoras do estúdio Nova Dança e integra o Centro de Estudos do Corpo (CEC), da PUC – SP.

DIAS 19 E 20 TER. E QUA. DAS 15H ÀS 18H MIS – Museu da Imagem e do Som | 18 anos | Vagas limitadas | O processo seletivo será feito a partir de envio de carta de intenção (máximo 1.400 caracteres), até o dia 1/09, para o e-mail fleshion@campinas.sescsp.org.br. Após confirmação de participação, a inscrição deverá ser efetivada na Central de Atendimento até 15/9 | R$20 | R$10 | R$6

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CO M PART I LH AM E N TO DE UM P RO CESS O D E C R I A ÇÃO Cinthia Kunifas e Mônica Infante

The artists share their experiences in the study of the body as the very matter of dance

Mais do que reproduzir movimentos e coreografias com temas externos ao corpo, a ideia aqui é se aprofundar no modo particular como ele pode materializar em cena a construção de um pensamento sobre si mesmo. A oficina parte da ideia de que o corpo não está pronto ao nascer, mas que se forma e se transforma na interação com o mundo. Ele deixa de ser um instrumento de expressão de uma ideia para se tornar a própria ideia, a própria matéria da dança.

Cinthia Kunifas é mestre em Artes Cênicas, especialista em consciência corporal e preparadora corporal da CiaSenhas de Teatro. Mônica Infante Graduada em Dança, é uma das fundadoras do Centro de Desenvolvimento de Ki-Aikidô.

DIAS 18 E 19 SEG. E TER. DAS 10H ÀS 13H Sala Corpo e Arte Sesc | 18 anos | Vagas limitadas | Inscrições na Central de Atendimento a partir de 25/8 | R$20 | R$10 | R$6

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AÇÕES FORMATIVAS

A pesquisa de Cinthia sobre o tema teve início em 2002 e originou a tese Corpo Desconhecido: um contínuo processo de criação em dança, apresentada no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas na Universidade Federal da Bahia em 2008. As referências para a atividade são a técnica Alexander (educação somática), o Ki-Aikidô (arte marcial japonesa) e a experiência somática (abordagem terapêutica psicobiológica).


CRIE SUA PRÓPRIA POSE! WORKSHOP DE VOGUING José Gutierrez – EUA

AÇÕES FORMATIVAS

An American dancer and choreographer with a career spanning over 25 years shares the fundamentals that have made him famous worldwide for his voguing style

Não basta articular punhos, braços, pernas e quadris. É preciso ter caras e bocas e muito “jogo de cintura” para se dar bem em voguing, dança surgida em Nova York nos anos de 1960. Nesse workshop, José Gutierrez aborda a fusão de diferentes formas de dança artística: balé, dança moderna, jazz e hip hop. Suas aulas vão ensinar cada participante a encontrar sua própria história, criando formas e silhuetas que têm o corpo como suporte. Para dançar o voguing com excelência, é preciso aprender o básico: estilo, técnica e individualidade. A atividade começa com um breve aquecimento, que inclui exercícios de respiração e alongamento. Em seguida, os participantes são encorajados a criar suas próprias poses e contorções. Crie sua própria pose e seja o que quiser! José Gutierrez é membro da Casa Xtravaganza, retratada em Paris is Burning, e foi um dos coreógrafos e intérpretes do clipe "Vogue", de Madonna. Formado pela escola secundária de música e artes de Nova York LaGuardia, trabalha há mais de 25 anos como coreógrafo.

DIA 19 TER. DAS 18H ÀS 21H Sala de Múltiplo Uso 2 | 18 anos | Vagas limitadas | Inscrições na Central de Atendimento a partir de 25/8 | R$20 | R$10 | R$6

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M ASTE RCL ASS – D A N ÇAS A F R I CA N AS Salia Sanou – Burquina Faso

Born in Burquina Faso, choreographer Salia Sanou gives a masterclass on african dances

Diretor do espetáculo de abertura da Bienal, Do desejo de horizontes, e fundador da companhia Mouvements Perpétuels, o coreógrafo de Burquina Faso Salia Sanou ministra masterclass de danças africanas. Sanou vive entre a França e a África, onde desenvolve ateliês de dança em campos de refugiados, e promove em seu trabalho um diálogo entre as danças africanas tradicionais e a produção contemporânea europeia. DIA 17 DOM. 14H Jardim do Sesc | 10 anos | Grátis AÇÕES FORMATIVAS

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LANÇAMENTOS DE LIVROS

AU TO R I A E M R E D E : M O D OS D E P RO D U ÇÃO E I M P L I CA ÇÕ ES PO L Í T I CAS Ivana Menna Barreto – Brasil (RJ) Editora 7 letras

AÇÕES FORMATIVAS

Ivana Menna Barreto's book reflects on the authorial process in dance as well as its modes of articulation, production and communication

O que é singular numa obra e o que é comum? Como as diferenças se evidenciam? Interessada no diálogo entre corpo, palavra e imagem, Ivana Menna Barreto apresenta sua reflexão sobre o processo autoral na dança, seus modos de articulação, produção e comunicação. Fruto da tese de doutorado em Comunicação e Semiótica, defendida em 2012 na PUC-SP, o livro amplia os debates acerca da noção de autoria, considerando os contextos político-sociais em que a obra está inserida e o processo de articulação do artista com obras de outros criadores. A autora discute liberdade artística e necessidades de mercado apresentando como corpus da análise seu experimento Sem o que você não pode viver? e as ações performativas urbanas da artista Cláudia Müller em Dança contemporânea em domicílio. Ivana Menna Barreto é bailarina, criadora e pesquisadora carioca. Tem formação em literatura, dança clássica e contemporânea, composição coreográfica e interpretação teatral.

DIA 15 SEX. 16H Área de Convivência Sesc | Livre | Grátis

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TR E I N O E M PO E M A Kazuo Ohno Editora: N – 1 Edições

Reaching far beyond technique, the testimonial book by Japanese dancer Kazuo Ohno reflects on perceptions of the body, memory, life and death.

Muito além da técnica da dança, nascida no país pós-guerra, nos anos 1950, o registro do dançarino, professor e artesão (como ele gostava de ser chamado) reflete sobre a percepção do corpo, da memória, da vida e da morte. “Se não está dentro de você, então não reverbera – mesmo que você tenha técnica, mesmo que seja grande o seu esforço. É mais importante comunicar sem fazer nada do que comunicar com um grito”, diz um dos trechos. Um dos mais importantes artistas de dança japoneses Kazuo Ohno [1906-2010] é responsável, junto com Tatsumi Hijikata (1928-1986), pelo estabelecimento do teatro butô, linguagem que mistura dança e artes dramáticas.

DIA 16 SÁB. 17H CIS Guanabara – Gare | Livre | Grátis | Mais informações p.100

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AÇÕES FORMATIVAS

Kazuo Ohno Treino e(m) Poema é uma obra essencial para quem deseja conhecer o universo de um dos mais relevantes dançarinos do século XX, pai do butô ao lado de Tatsumi Hijikata. O livro, assinado pelo próprio Ohno, com tradução de Tae Suzuki, traz 154 aforismos originalmente transcritos de gravações realizadas em diversos workshops promovidos em seu estúdio no Japão entre o final da década de 1970 e 1997.


FA BU L A ÇÕ ES D O CO R PO J APO N ÊS, A D ES CO B E RTA DO O U T RO E A I N V E N ÇÃO D E SI Christine Greiner Editora N-1 edições

AÇÕES FORMATIVAS

The new book by Christine Greiner investigates the impact of Japanese culture in the West.

A dançarina, coreógrafa e pesquisadora Christine Greiner dá continuidade às suas pesquisas sobre a cultura japonesa e suas reverberações no Ocidente. Fabulações do corpo japonês e seus microativismos de afetos investiga linguagens como a literatura, o cinema, a fotografia, a dança, o teatro, a moda, as artes visuais e performances urbanas realizados no Japão da pré-história aos dias atuais. O livro é sequência de Leituras do corpo no Japão e suas diásporas cognitivas, fruto de sua tese de pós-graduação que coloca em xeque o dualismo entre mente e corpo para desfazer clichês sobre o país oriental. Como observa o filósofo Kuniichi Uno: "Há tantos trabalhos sobre o Japão, mas a maior parte é centrada no espírito. Aqui, o Japão se desterritorializa através do olhar da autora, que se infiltra no corpo deste país". Christine Greiner é professora livre-docente na graduação em Artes do Corpo e no Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica da PUC-SP.  É autora de diversos livros e ensaios sobre corpo e cultura japonesa, publicados no Brasil e no exterior.

DIA 17 DOM. 17H CIS Guanabara – Gare | Livre | Grátis | Mais informações p.100

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AST RO NETO D A N ÇA N O ES PA ÇO Jorge Alencar e Neto Machado – Brasil (BA) Editora Conexões Criativas

Geared at children (but not just for kids), the book by Jorge Alencar and Neto Machado stimulates movement and expands the concept of choreography

Os artistas Jorge Alencar e Neto Machado trabalham com dança, teatro, audiovisual, comunicação, curadoria, escrita e educação. Outros frutos dessa parceria são o longa-metragem Pinta e a peça de dança Desastro.

DIA 18 SEG. 16H Área de Convivência Sesc | Livre | Grátis

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AÇÕES FORMATIVAS

Astroneto é um viajante cuja espaçonave perdeu-se em um buraco negro. Só depois de muito vagar a esmo, descobre que sua velha nau sideral pode ser movida a dança. Ou melhor: “coreocombustível”. O livro de Jorge Alencar e Neto Machado, dirigido ao público infantil (mas não só a ele), estimula o movimento e expande o conceito de coreografia como um jeito diverso de organizar pensamentos e corporeidades, com ou sem passos de dança reconhecíveis. E levanta questões como: quais relações com o tempo-espaço estou construindo no mundo? Que corpo-voz estou projetando? Astroneto é também uma metáfora do artista nômade, cujo palco é espaço para inúmeras viagens, com o desejo de estar sempre em movimento.


DA N Z AS U R: V I A J E PO R E L CO N T I N E N T E D E L AS MA RAV I L L AS Editores: Danielo Maestre e Tamara González

AÇÕES FORMATIVAS

Written by Adeline Maxwell and Constanza Cordovez, this book/journey seeks to unveil South America's identity in contemporary dance

O livro DanzaSur: viaje por el continente de las maravillas, de Adeline Maxwell e Constanza Cordovez, registra a viagem de 17 mil quilômetros feita por Tamara González (bailarina e coreógrafa) e David González (ilustrador e artista audiovisual) por oito países da América do Sul para a produção do documentário DanzaSur. O lançamento acontece logo após a exibição do filme. As escritoras partem das 130 entrevistas feitas com criadores de dança dos países retratados no filme – Chile, Equador, Peru, Bolívia, Paraguai, Uruguai, Brasil e Argentina – para investigar o fazer artístico e o que é ser um artista da dança na América do Sul. O livro é mais um documento que registra como a dança contemporânea se desenvolve nesses países, resgatando o contexto sociocultural dessas produções. DanzaSur é uma plataforma que se dedica à comunicação e divulgação da dança desde e para a América Latina. Entendendo a dança como um bem social, aprofundou seus desdobramentos após a viagem e as entrevistas que deram origem ao documentário DanzaSur, cena contemporânea. Com diversas ações em rede, como plataforma virtual, canal de Youtube, revista, residência artística e outros projetos, lançou também o livro “DanzaSur: Viaje por el continente de las maravillas”.

DIA 19 TER. 20H Foyer do Teatro Sesc | Livre | Grátis | Mais informações na pág. 93

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P O N T O

D E P O I N T

E N C O N T R O

M E E T I N G


Durante a Bienal Sesc de Dança 2017, o Jardim do Sesc Campinas se transforma em espaço para encontros, conversas e diversão, com uma programação de shows e performances artísticas. Os artistas fazem a festa e convidam o público do festival a entrar na dança também. CELEBRAÇÃO After the presentation of Du Désir d’Horizons the audience is invited to a celebration of the beginning of the festival.

PONTO DE ENCONTRO

Depois da apresentação do espetáculo Do desejo de horizontes, o público está convidado para uma celebração de início do festival. DIA 14 QUI. 22H Jardim do Galpão | Livre | Grátis

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J AM 1 M M O F ALL T H AT Cristian Duarte – Brasil – SP

Inspired in the 1980s and 1990s, the jam proposed by Cristian Duarte and TheCollective Jazz & Guests encourages individual and collective improvisation

O público é convidado a uma viagem às décadas de 1980 e 1990 em uma jam inspirada no jazz dance. A atividade propõe a improvisação individual e coletiva de passos em diagonal. “Me interesso por uma estética que encontrou no jazz dance uma fonte de matérias com forte inclinação para a provocação e a sedução” conta o coreógrafo Cristian Duarte. O setlist nostalgia do DJ Bruno Levorin (o DJazz, como se define) promete hits da época. A atmosfera vintage é reforçada pelo figurino, com peças como tiras, faixas de cabelo e polainas, que serão emprestadas a quem quiser entrar na dança.

em São Paulo e graduou-se na P.A.R.T.S. (Performing Arts Research and Training Studios), na Bélgica. Desde 2011, desenvolve a residência artística Lote Osso.

DIA 15 SEX. 23H Jardim do Galpão Sesc | Livre | Grátis

PATRICIA ARAUJO

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PONTO DE ENCONTRO

Cristian Duarte é coreógrafo, bailarino e professor. Começou sua a carreira


SHOW M US I CAL – B RAS I L – Á F R I CA Yannick Delas e Luedji Luna

Accompanied by Luedji Luna, a singer from Bahia state, composer Yannik Delas presents his repertoire, bringing together his African origins ans Brazilian rhythms.

PONTO DE ENCONTRO

Cantor e compositor de origem africana, Yannick Delas estabeleceu sua carreira musical entre Congo, Gabão, São Tomé e Brasil, atuando como intérprete e desenvolvendo criações autorais. Hoje radicado em São Paulo, Yannick formou uma banda com músicos brasileiros, com quem tem apresentado um repertório que mescla suas origens africanas à musicalidade e aos ritmos brasileiros. Na Bienal Sesc de Dança 2017, Yannick Delas e banda recebem a cantora baiana Luedji Luna. DIA 16 SÁB. 23H Jardim do Galpão Sesc | Livre | Grátis

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SERGIO MEIRELES


SOUL URBAN O Cia. Eclipse Cultura e Arte e convidados – Brasil – SP

This Campinas-based company invites the audience to join the dance to the sound of soul music, with participation of the groups S.A.M.B.A, B.Girls and Mulheres Funkstyle

Saltos, giros, flows e muito suingue trazem a energia e o universo da soul music para as ruas da cidade nessa performance da Cia. Eclipse Cultura e Arte, que costuma fazer intervenções artísticas unindo a dança urbana às técnicas de ginástica acrobática, circo e teatro. A atividade, interativa, contará com trilha sonora dos DJs Ms Jay e Negresco e terá como convidados os grupos S.A.M.B.A, B.Girls e Mulheres Funkstyle.

Formada em 2002 em Campinas, a Cia. Eclipse Cultura e Arte faz um trabalho de pesquisa, valorização e divulgação da cultura hip hop. Organizou o Campinas Street Dance Festival e o Hip Hop Street Internacional School, com a presença de convidados internacionais e personalidades da dança de rua brasileira.

DIA 19 TER. 23H Jardim do Galpão Sesc | Livre | Grátis

DIVULGAÇÃO

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PONTO DE ENCONTRO

O público também vai poder participar da pista, relembrar e gingar com os clássicos que ficaram famosos nas vozes de James Brown, Ray Charles, Marvin Gaye e Stevie Wonder.


NO H AY BAN DA, É T U D O P L AYBA C K Grupo Vão – Brasil – SP

The performance revisits 1990s hits through lip syncing

O Grupo Vão, formado por profissionais da dança da Unicamp, apresenta uma divertida performance com a dublagem de hits da década de 1990, utilizando o dispositivo Lipsync (que garante a perfeição de sincronismo entre som e movimento labial). A música recebe ainda o remix de um DJ. Interessadas em destacar a tensões paradoxais da cultura pop, as artistas fazem três intervenções provocadoras, interpretando sucessos nacionais e internacionais. O Grupo Vão é um coletivo formado em 2009, em Campinas, pelas artistas Carolina PONTO DE ENCONTRO

Minozzi, Juliana Melhado, Julia Monteiro, Isis Andreatta e Patrícia Árabe, que pesquisa o diálogo entre dança, performance, intervenção urbana e artes visuais.

DIA 20 QUA. 23H Jardim do Galpão Sesc | Livre | Grátis

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LENISE PINHEIRO


LO O P I N G: BAH I A OV E R D U B Felipe de Assis, Leonardo França e Rita Aquino – Brasil (BA)

Salvador's popular festivals are the inspiration for this collective, which brings together sounds and choreography in a loop

Podendo assumir o caráter de espetáculo, instalação ou festa, Looping: Bahia overdub reúne criadores independentes de dança, teatro e música da capital baiana. A trilha, executada ao vivo, traz referências da cultura afro-brasileira, como o afoxé dos Filhos de Gandhi; da música popular, caso do samba-reggae, e sonoridades urbanas diversas. Potentes caixas de som em looping (aqui no sentido de circuito) são ao mesmo tempo elementos cênicos, objetos de pesquisa coreográfica e aparelhos de transmissão sonora.

e Rita Aquino. Suas práticas interdisciplinares articulam criação, produção, pesquisa, formação e curadoria em diferentes contextos de atuação.

DIA 22 SEX. 23H Jardim do Galpão Sesc | Livre | Grátis

PATRICIA ALMEIDA

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PONTO DE ENCONTRO

Looping: Bahia overdub é uma criação colaborativa de Felipe de Assis, Leonardo França


RASH A S H OW Izabelle Frota, Cleyde Silva e Yang Dallas

In this interactive performance by the Piauí-based collective, the audience is invited to participate in dance battles between drag queens and b-boys.

PONTO DE ENCONTRO

RaSHa Show surgiu como uma intervenção na Battle Dirceu, um dos maiores eventos da cena Hip Hop em Teresina, PI. A partir daí se tornou um do laboratório de criação e, na Bienal Sesc de Dança 2017, será apresentado com a participação de performers locais. A performance toma emprestado e busca ampliar os sentidos de uma manifestação presente nas batalhas de break dance, o racha show, momento em que bailarinos e crews disputam nos intervalos das competições oficiais sem o objetivo de encontrar um vencedor, mas para aquecer, brincar, provocar. DIA 23 SÁB. 23H Jardim do Galpão Sesc | Livre | Grátis

*Nos dias 17 e 18, não há programação no ponto de encontro

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MÁRCIO SALES


I N F O R M A Ç Õ E S I N F O R M AT I O N


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L E G E N D A D E VA L O R E S

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Aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante.

S Trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes (credencial plena).

INFORMAÇÕES

INGRESSOS

Ingressos à venda a partir de 25/8, sexta, às 12h, no portal sescsp. org.br/campinas e às 17h30, nas bilheterias da rede Sesc. Limite de ingressos 4 por pessoa. Os ingressos online estarão disponíveis à venda, enquanto houver disponibilidade, até duas horas antes do início do espetáculo.

GRÁTIS

Crianças até 12 anos dependentes de trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciados no Sesc (credencial plena).

Os espetáculos infantis sinalizados Bienal para crianças terão venda nas bilheterias das unidades do Sesc. Nesses espetáculos, crianças até 12 anos não pagam ingressos.

Para os espetáculos que acontecem nos espaços externos como Teatro Castro Mendes, Estação Cultura, MIS – Museu da Imagem e do Som, Unicamp e Cis Guanabara, os ingressos ficam disponíveis para venda na rede Sesc, enquanto houver disponibilidade, até duas horas antes do início dos espetáculos, após esse horário a venda será feita somente no local da atividade.

Comprovantes para ingressos com desconto Credencial plena do Sesc; carteirinha de estudante (Umes ou Ubes), ou carteirinha escolar do ano ou semestre vigente, ou comprovante de matrícula ou de pagamento de mensalidade; carteira

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funcional ou holerite para servidor de escola pública; comprovante de aposentadoria e documento de identidade (pessoa com mais de 60 anos).

BIENAL NA REDE

Durante a Bienal confira os conteúdos exclusivos, entrevistas, matérias, coberturas, críticas e lista de programações diárias em sescsp.org.br/bienaldedanca e nas redes sociais:

FORMAS D E PA G A M E N T O

Dinheiro, cartões visa, visa eléctron, mastercard, maestro, redeshop, diners club international, aura e american express (cartões de crédito somente à vista), cheque (à vista) e vale-cultura.

sesccampinas sesccampinas sesccampinas sescspcampinas Confira a playlist da Bienal no spotify EXPERIÊNCIA NA BIENAL

Confira antecipadamente a classificação indicativa na página de cada atividade. V A R I A Ç Õ E S C L I M ÁT I C A S

Atividades apresentadas ao ar livre poderão ser alteradas, realocadas ou canceladas em caso de chuva, ventania ou outras variações climáticas que prejudiquem suas execuções. Informe-se em sescsp.org.br/bienaldedanca ou na unidade.

Agradecemos sua colaboração! Programação sujeita a alterações. Para postar fotos, comentários e informações utilize a

# B I E N A L D E DA N Ç A 2 0 1 7

SAIBA MAIS

Mais informações sobre horários e locais de venda em sescsp.org.br/bienaldedanca ou pelo telefone 19 3737 1500

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INFORMAÇÕES

Esperamos que você aproveite esta edição da Bienal 2017. Gostaríamos de ouvir sobre sua experiência durante o encontro. Acesse o link bit.ly/pesquisabienal2017 e responda a pesquisa.

R E C O M E N D A Ç Ã O E TÁ R I A


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SESC CAMPINAS

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S

Tel.: (19) 3737.1500 Rua Dom José I, 270/333 Bonfim sescsp.org.br/campinas

T E AT R O M U N I C I P A L JOSÉ DE CASTRO MENDES

Tel.: 19 3272.9359 Rua Conselheiro Gomide, 62 Vila Industrial

INFORMAÇÕES

E S TA Ç Ã O C U LT U R A PREFEITO ANTÔNIO D A C O S TA S A N T O S

Tel.: 19 3705.8000 Rua Francisco Teodoro, 1050 Vila Industrial

MIS MUSEU DA IMAGEM E DO SOM

Tel.: 19 3733.8800 Rua Regente Feijó, 859 Centro

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RODOVIÁRIA DE CAMPINAS

CIS GUANABARA ARMAZÉM DO CAFÉ E GARE

Terminal Rodoviário de Campinas Ramos de Azevedo Rua Dr. Pereira Lima, 60-140 Vila Industrial

Tel.: 19 3231.6369 Rua Mário Siqueira, 829 Botafogo

UNICAMP

PRAÇA RUI BARBOSA

Tel.: 19 3521.7000 Cidade Universitária Zeferino Vaz Barão Geraldo

Rua 13 de Maio, s/nº Centro Atrás da Catedral Metropolitana de Campinas

PRAÇ A BENTO QUIRINO

Tel.: 19 3521.1708 Avenida Érico Veríssimo, 1011 Cidade Universitária Barão Geraldo

Rua Sacramento, 118 Vila Industrial

MARCO ZERO UNICAMP

Praça do Ciclo Básico Cidade Universitária Barão Geraldo.

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INFORMAÇÕES

CASA DO LAGO UNICAMP


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VOCÊ CONHECE O SESC?

Criado em 1946, administrado e mantido pelo empresariado do comércio, serviços e turismo, o Serviço Social do Comércio realiza ações que têm por finalidade a promoção do bem-estar social, o desenvolvimento cultural e a melhoria da qualidade de vida do trabalhador do comércio, serviços e turismo, de sua família e da comunidade em geral.

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INFORMAÇÕES

C O M O PA R T I C I PA R ?

Muitas atividades são abertas à população em geral, mas só a credencial plena poderá dar acesso a toda programação e aos serviços do Sesc, incluindo o Centro de Férias, os consultórios odontológicos e os cursos físico-esportivos. Todos os trabalhadores do comércio, serviços e turismo com registro em carteira em empresas que contribuem ao Sesc podem fazer uma Credencial Plena.

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VOCÊ QUE É TRABALHADOR CO M R EG I ST R O E M C A RT E I R A O U A P O S E N TA D O N A S ÁREAS DE:

T E M D I R E I T O TA M B É M

Se o seu último registro em carteira for de uma empresa do comércio, serviços e turismo e você está: - desempregado há até 12 meses - em licença por motivos de saúde ou prestando serviço militar.

Comércio lojas, farmácias, shoppings, papelarias, supermercados, lanchonetes, restaurantes, casas lotéricas, postos de combustíveis, lojas de departamentos e outros.

FA Ç A S U A CREDENCIAL PLENA

A credencial plena é feita gratuitamente na própria empresa em que se trabalha ou em uma das unidades do Sesc.

Turismo hotéis, motéis, resorts, pousadas, campings, agências de turismo e outros.

A credencial plena tem validade de um ano para todo o território nacional. Na renovação, deve-se apresentar a carteira profissional.

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INFORMAÇÕES

Serviços hospitais particulares, laboratórios de análises, vigilância/segurança, condomínios comerciais e residenciais, escolas particulares, veículos de comunicação e publicidade, casas de saúde, clínicas e consultórios médicos e outros.


realização

apoio


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Bienal Sesc de Dança 2017: Guia de bolso  

Programação da Bienal Sesc de Dança 2017, que acontece na cidade de Campinas-SP, de 14 a 24 de setembro.

Bienal Sesc de Dança 2017: Guia de bolso  

Programação da Bienal Sesc de Dança 2017, que acontece na cidade de Campinas-SP, de 14 a 24 de setembro.

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