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BOM DIA

SEXTA-FEIRA 27 DE JULHO - 2018 | R$ 1,00

Edição: 4.214 - Ano XX - Fechamento: 17h10 - www.bomdiaonline.com

Dívida da Vale com Catas Altas acumula Sem pagar taxas há 18 meses, mineradora deve mais de R$3,4 milhões ao município

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Entrevista:

O forrozeiro Indio do Forró O MEDIOPIRA dessa semana entrevistou o grande forrozeiro Abel Ferreira Marcelo, o INDIO DO FORRÓ. O forrozeiro é um dos artistas que mais trabalha no Médio Piracicaba. Munido apenas do seu teclado, Indio faz um baile sozinho, encara desde enormes platéias até pequenas casas noturnas. Página 2

Entre as cinco primeiras no Estado

Luau BikeZone repete sucesso de edições anteriores

Em meio a Diamantina, Ouro Preto e Mariana, aparece Catas Altas como a 5ª em ICMS Cultural. Pag. 5

PM Mamb promove seminário ambiental

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opinião

2. EXPEDIENTE

BOM DIA • Diretor Geral: Luiz Gonazaga de Castro • Comercial: comercial@bomdiaonline.com 3851-1515 • Diagramação/Arte: Sérgio Henrique Braga • Impressão: Gráfica Bom Dia • Colaboradores: Márcio Naoto Suzuki (Up Street) Thiago Titó (Giro) Marcos Martino (Cenários / Médio Pira) • Representante Comercial: Super Mídia Brasil - BH Central de Comunicação - SC Geraldo Magela Gonçalves (Dindão) - (31) 9965-4503 Redação e Administração Rua Nossa Senhora Aparecida, nº 152, Sl. 305, Aclimação, CEP.: 35930-028 João Monlevade / MG / Brasil (31) 3851.1515 • Bom Dia online: www.bomdiaonline.com Circulação: Alvinópolis, Barão de Cocais, Bela Vista de Minas, Bom Jesus do Amparo, Catas Altas, Dionísio, Dom Silvério, Itabira, João Monlevade, Nova Era, Rio Piracicaba, Santa Bárbara, São Domingos do Prata, São Gonçalo do Rio Abaixo, São José do Goiabal. FUNDADO EM JULHO DE 1998

Bom Dia Comunicação Ltda - ME. FUNDADORES: Geraldo Magela Gonçalves João Bosco Roneyjober Alves Andrade CNPJ.: 24538633/0001-16 Todos os Direitos Reservados bomdia@bomdiaonline.com redacao@bomdiaonline.com

O grande forrozeiro Indio do Forró O MEDIOPIRA dessa semana entrevistou o grande forrozeiro Abel Ferreira Marcelo, o INDIO DO FORRÓ. O forrozeiro é um dos artistas que mais trabalha no Médio Piracicaba. Munido apenas do seu teclado, Indio faz um baile sozinho, encara desde enormes platéias até pequenas casas noturnas. Então vamos à entrevista... CENÁRIOS - Olá, Indio do Forró. Tudo beleza? Não nos conhecemos pessoalmente, mas observo seu trabalho de longe. Eu escrevo pro Jornal BOM DIA e queria entrevistá-lo. Topa? INDIO DO FORRÓ - Que legal. Vc tirou água de meus olhos aqui rsrsrsr. Muito feliz aqui por ter chamado sua atenção e querer me dar essa oportunidade. Obrigado. MEDIOPIRA- A gente tem de reconhecer quem tem valor. Vc é um trabalhador, um operario da música. INDIO DO FORRÓ Obrigado MEDIOPIRA - Vc é de São Domingos do Prata mesmo? INDIO DO FORRÓ - Não. Eu sou monlevadense. Minha mãe é nordestina do Piauí e meu pai é monlevadense. Você é de Alvinópolis né? Tenho uma grande gratidão por Alvinópolis...o povo daí me levantou pras regiões. Tenho uma dívida grande com o povo alvinopolense. Eu morava em BH e estava muito pra baixo e um show que fiz em Alvinópolis fez todos do médio piracicaba me valorizarem. MEDIOPIRA - Vc encara qualquer publico com seu teclado. Como é isso? INDIO DO FORRÓ Olha...eu era um cara medroso de um bairro humilde. Um dia um amigo me deu uma fita com músicas que abriram minha cabeça. Eu com um teclado realmente consigo fazer o que muitas bandas não conseguem. Faço bailes, tenho repertório para várias horas. MEDIOPIRA - Que músi-

cas você ouvia na infância. INDIO DO FORRÓ Quando estive no Piauí ouvi muito forró nordestino. Isso fez toda diferença em minha vida. Eu ficava pedindo a DEUS que me desse asas pra voar até o Piaui em Parnaiba pra ver minha avó antes de morrer. Naquele tempo era difícil eu ir prá lá. O custo das passagens era alto demais. Mas a infancia mesmo foi toda em Monlevade no bairro São João. MEDIOPIRA - E o que lhe influenciou a se tornar músico? INDIO DO FORRÓ - Familiares de minha mãe. Eu ouvia mto Dominguinhos e Cazuza. Meu pai é músico em monlevade. Nossa família é de sanfoneiros.. MEDIOPIRA - Como é o nome do seu pai? INDIO DO FORRÓ - Meu tio tinha um forró em monlevade por anos. Era forró do Fizinho junto meu pai, Adão. Eles ficaram anos lá e eu ia lá pra sapear. Comecei limpando o forró pra ganhar um dinheirinho. Ai vi uma bateria e comecei a bater nela. Dominei a bateria, mais eu queria mais. MEDIOPIRA - Mas vc co-

meçou como sanfoneiro? INDIO DO FORRÓ - Ai fui pra sanfona. Bateria primeiro, depois sanfoneiro. Eu migrei pra sanfona de volta por ver ki o baterista sofria muito e ganhava pouco(rs) . Eu já comecei a ver a sanfona e a música como trabalho só teclado bateria e sanfona. Um dia um amigo músico de monlevade o Paulinho do contra baixo, me aconselhou: dedique a um instrumento primeiro. MEDIOPIRA - E depois partiu da sanfona pro teclado? INDIO DO FORRÓ - Sim, mas sem perder a pegada da sanfona, do forró nordestino, que é o meu diferencial. MEDIOPIRA - Vc tbem compõe? INDIO DO FORRÓ - Não componho. Eu me dediquei muito aos instrumentos. Minha cabeça não focou em composições. Não me aventurei ainda, mas não descarto. Sou muito apaixonado por melodias, pelo som dos instrumentos. MEDIOPIRA - Vc já tocou em bandas ou sempre sozinho? INDIO DO FORRÓ - Sim. Toquei em muitas bandas.

Mais em BH. Tanto em BH como em Monlevade. A banda que fiz parte “Cabra Macho” era de forró pé de serra e várias outras. Eu era free lancer. Era um dos poucos sanfoneiros da região, então o pessoal me chamava muito. MEDIOPIRA - E quando passou a apresentar-se sozinho? É difícil ganhar dinheiro com banda? INDIO DO FORRÓ - Eu tive uma dupla que era Abel e Diniz. Ficamos muitos anos juntos. Comecei solo depois de 2002, quando comecei a correr o mundo com um teclado e uma mochila nas costas. Não é difícil ganhar dinheiro com a música. Basta muita fé em DEUS e coragem. Eu ganhava um pouquinho de dinheiro com as bandas pois eu era tecladista sanfoneiro e baterista. E sempre fui muito dedicado e responsável. Eu era músico, roadie e amigo dos cantores. Eu sempre estive disposto a ajudar além de tocar um instrumento em cima do palco. MEDIOPIRA - Vc já foi pra onde tocando? INDIO DO FORRÓ - Nossa. Fui pro Piaui pra tocar em Passagem de Franca, fui pra Bahia, Irecê, Vitória e outros estados mais. MEDIOPIRA - Em Minas tocou em quantas cidades? INDIO DO FORRÓ - Vou falar das cidades especiais que me abraçaram, cidades que quando eu partir desse mundo, que meu corpo fique um pedaço em cada lugar. Em primeiro lugar São Domingos do Prata onde moro e que me acolheu. Mas uma cidade que me levantou de uma vez foi Alvinopólis. Aiiiii carnaval de 2015 foi estourooo. Lá é Indio pra lá, Indio pra cá. Na cidade de Caxambu (Padre Pinto) eu regravei a música Samara que me projetou pra todos os lados. Tem 3 anos que ela foi regravada. O pessoal aqui da região, se eu não cantar ela umas 10 vezes eles não sossegam. Outro lugar que

amo é Major Ezequeil. Povo diferenciado. MEDIOPIRA - E vc mesmo vende seus shows? Tem empresário? INDIO DO FORRÓ - Olha eu trabalho sozinho, eu mesmo vendendo meus shows. Meu sonho é arrumar um gerenciador de shows. Mas tem de ter muita flexibilidade. Se eu tivesse um gerenciador ganhando sua porcentagem comigo teria mais respeito. MEDIOPIRA - Qual foi o show mais bacana que vc ja fez? INDIO DO FORRÓ - Alvinopólis 2015 no carnaval. Sem duvidas um show inesquecível. Forró no carnaval, eu e meu teclado sozinhos e DEUS ME ABENÇOADO E AMIGOS DIZENDO VAI VC CONSEGUI. Na época Wesley Safadão era sucesso e eu com a pegada nordestina. Peguei todo tipo de música e joguei nesse estilo pois era diferente. Não tinha outro cantor com sotaque nordestino, cabelão. Saia uma banda de samba rock e entrava o Indio do forró levando a alegria do forró para o carnaval de alvipa Foi maravilhoso. MEDIOPIRA - Vc yem sangue indio mesmo ou o povo achava parecido e te apelidou? INDIO DO FORRÓ - Minha familia tem sim muita próximidade com povo indígena da região lá no Piaui. Eu não aprofundei em minhas origens até hoje. Minha mãe me fala que minha bisavó era índia de sangue puro. MEDIOPIRA - Muito obrigado pela entrevista INDIO DO FORRÓ, deixe seu contato para o pessoal que quiser conhecer ou contratar seus serviços. INDIO DO FORRÓ - Eu é que aproveito a oportunidade. Meus contatos - Telefone - 31 97185 3252 - indiodoforro13@gmail.com - No instagram, youtube e facebook é só pesquisar INDIO DO FORRÓ.


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ambiente

3.

Polícia Ambiental promove debate sobre legislação ambiental Fotos: Dindão

João Monlevade – Com o objetivo principal de alinhar informações junto às Secretarias Municipais de Meio Ambiente da área de cobertura do 4º Pelotão da Polícia Militar de Meio Ambiente, acerca da Deliberação Normativa 219 de fevereiro de 2018, o comandante dessa Unidade, sediada em João Monlevade, Tenente José Flávio da Silva, promoveu um seminário na manhã dessa quinta-feira, 26. Com o tema – “Diálogo com o sistema ambiental municipal”, o seminário que aconteceu na Amepi, propôs um debate com os gestores ambientais municipais sobre o impacto local nos termos das Deliberações Normativas 217/2017 e 219/2018. Além do Tenente Flávio, participaram representando o presidente da Amepi, prefeito Leris Braga, o secretário executivo da entidade, José do Rosário Coimbra, a secretária de Meio Ambiente do Município de João Monlevade, Fernanda Ávila e secretários de Meio Ambiente dos de-

O comandante dessa Unidade de Polícia Militar do Meio Ambiente, Tenente José Flávio da Silva, promoveu o seminário

mais 20 municípios que compreendem a região do 4º Pelotão de Polícia Ambiental – sendo eles Carmésia, Ferros, Passabém, Santa Maria de Itabira, Itambé do Mato Dentro, Itabira, Bom Jesus do Amparo, São Gonçalo do Rio Abaixo, Barão de Cocais, Catas Altas, Santa Bárbara, João Monlevade, Bela Vista de Minas, Nova Era, São Domingos do Prata, São José do Goiabal, Dionísio, Sem Peixe, Dom Silvério, Alvinópolis e Rio Piracicaba, ficando ausente do en-

contro apenas a cidade de São José do Goiabal. O Tenente Flávio, sendo objetivo, esclareceu o motivo do encontro, já Coimbra, elogiou a iniciativa colocando a Amepi à disposição para apoiar os trabalhos propostos e Fernanda Ávila, disse ser aquele momento o início de uma caminhada, já que o encontro propõe a união para buscarem soluções para problemas comuns a todos. Para aprofundar no debate sobre o tema foram convidados a Consultora Ambiental Lismara Oliveira e

Coimbra elogiou a iniciativa colocando a Amepi à disposição para apoiar os trabalhos

Junio Alexandre Magela, advogado especialista em Direito Ambiental. DN 219/2018 A Deliberação Normativa Copam nº 219, de 2 de fevereiro de 2018, altera a Deliberação Normativa Copam nº 213, de 22 de fevereiro de 2017, que regulamenta o disposto no art. 9º, inciso XIV, alínea “a” e no art. 18, § 2º da Lei Complementar Federal nº 140, de 8 de dezembro de 2011, para estabelecer as tipologias de empre-

endimentos e atividades cujo licenciamento ambiental será atribuição dos Municípios. A partir de fevereiro desse ano, os municípios passaram a ter mais responsabilidades quanto ao licenciamento ambiental. Além de licenciar os municípios terão que fiscalizar e ainda, se for o caso, autuar o cidadão e ou o empreendimento em questão. Estrutura para aplicação da deliberação Fato reconhecido pelos

presentes é que a maioria absoluta dos municípios não apresentam condições para implantar um corpo técnico que possa colocar o serviço em prática com um mínimo de qualidade necessária. O secretário municipal de meio ambiente de Catas Altas, Reginaldo Sales do Nascimento esclareceu aos presentes que, diante a DN 219, Catas Altas já estaria se aliando a municípios com características semelhantes, aproveitando também a questão geográfica e, junto a Santa Bárbara, Barão de Cocais, Bom Jesus do Amparo, entre outros, conversando sobre uma possível formação de um consórcio para atuarem juntos no serviço proposto pela deliberação. Ao final do encontro, uma das soluções apresentadas foi justamente a formação de um consórcio que englobe a região visando a formação de um corpo técnico para atender as demandas municipais, que, além de dividir o custo, contaria também com a questão da independência política, o que resultaria em um trabalho sério e eficiente.

A consultora Ambiental Lismara Oliveira também participou do debate


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cidade

4.

Fernando Rolla oficializa pré-candidatura e diz que a região merece eleger um deputado federal Divulgação

Belo Horizonte - O ex-prefeito de São Domingos do Prata e ex-presidente da Associação dos Municípios da Microrregião do Médio Rio Piracicaba (Amepi), Fernando Rolla, oficializou a sua pré-candidatura a deputado federal durante convenção do Avante, no último sábado (21), em Belo Horizonte. O encontro reuniu lideranças de todo o estado e definiu o posicionamento do partido nas eleições de 2018 e as propostas da legenda. Único representante do Médio Piracicaba e um dos principais nomes da região centro leste de Minas a lançar a pré-candidatura a deputado federal pelo Avante, Fernando Rolla recebeu o apoio de lideranças, entre essas, a do presidente nacional da sigla, Luís Tibé. O pré-candidato destacou a importância e a necessidade da eleição de um representante da região em Brasília. “Estamos há 20 anos sem um deputado federal que represente, de fato, os interesses da nossa região. Acredito que, com união, o Médio Piracicaba pode e merece eleger um deputado

cipal Multissetorial do Médio Piracicaba (Consmepi). Ele também foi presidente da CDL e da Associação Comercial de São Domingos do Prata. Quando jovem, teve passagens pelo futebol, época em que era conhecido como “Pastel” e atuou no Clube Atlético Prateano, no Nacional e também na seleção da Liga Monlevadense de Futebol (LMF). Fernando Rolla também conhece a realidade do homem do cam-

po e, quando prefeito, fez muito pelo produtor rural e pelo meio ambiente, além de diversas ações para a saúde pública. Ainda na Prefeitura de São Domingos do Prata, construiu escolas e foi pioneiro na região a pagar o piso nacional dos professores. Com grande experiência em gestão, conhece bem as demandas, os anseios da região do Médio Piracicaba e representa o desejo de renovação política.

EDITAL DE CONTRATAÇÃO O Colégio Kennedy Ltda informa que se encontram abertas vagas para portadores de necessidades especiais para contratação imediata. Os interessados poderão enviar currículo para Kennedy@robynet.com.br COLÉGIO KENNEDY RUA PARACATU, 115, BAIRRO N. SRA. DA CONCEIÇÃO JOÃO MONLEVADE CEP 38513030

EXTRATO DE PUBLICAÇÃO

“Estamos há 20 anos sem um deputado federal que represente, de fato, os interesses da região

federal que conheça as cidades e que valorize os cidadãos”, disse. Para ele, a região perde muito com a ausência de um político para defender as bandeiras da região. Entre essas, a duplicação da BR-381. “Passou da hora de termos alguém

para lutar por nossas demandas, como a duplicação da BR-381, por mais ações para a saúde, interação e desenvolvimento regional. Por isso, coloquei meu nome à disposição e oficializo, hoje, a minha pré-candidatura a deputado federal”, disse

VAGA DE EMPREGO Pelo Cumprimento da Lei 8213/91, Lei de Cotas para Deficientes nas empresas, a Empresa Anchieta Comércio e Serviços de Distribuição SA, com escritório na Rua Coronel José Gomes, n° 139, Centro, em São Domingos do Prata – MG, está oferecendo 3 (três) vagas de contratação. Aos interessados favor mandar Currículo para os e-mails: nilma@produtosanchieta.com.br ou roanny@produtosanchieta.com.br Telefone de Contato: (31) 38561533

Fernando Rolla. Histórico Fernando Rolla é pré-candidato a deputado federal e é 100% Ficha Limpa. Foi prefeito de São Domingos do Prata por dois mandatos e teve a administração reconhecida pelo Ministério Público Federal como uma das mais transparentes de Minas. Além disso, não responde a nenhum processo ou investigação judicial. Presidiu a Associação dos Municípios da Microrregião do Médio Rio Piracicaba (Amepi), o Consórcio Intermunicipal de Saúde (Cismepi) e, em sua gestão, foi criado o Consórcio Intermuni-

CONSÓRCIO INTERMUNICIPAL MULTISSETORIAL DO MÉDIO RIO PIRACICABA - CONSMEPI - CNPJ Nº 21.325.226/0001-32 AVISO DE LICITAÇÃO PREGÃO PRESENCIAL N° 002/2018 O CONSMEPI torna público que se encontra aberto o procedimento de licitação, modalidade Pregão Presencial n° 002/2018, com critério de julgamento menor preço por item, visando a futura e eventual aquisição de material para manutenção de vias pavimentadas, reparador asfáltico estocável para aplicação a frio e liquido de emulsão para atender as necessidades dos municípios consorciados ao Consórcio Intermunicipal Multissetorial do Médio Rio Piracicaba – CONSMEPI, conforme especificações constantes no Edital e seus anexos. A sessão de julgamento para recebimentos dos documentos de habilitação e propostas será no dia 10 de Agosto de 2018, às 09:30 horas na sede do CONSMEPI. O Edital completo poderá ser obtido no CONSMEPI, situada à Rua Santa Lúcia, nº. 291-A, Bairro Aclimação, João Monlevade, Minas Gerais, por meio do e-mail consmepi@gmail. com, bem como no portal oficial www.amepi.org.br – maiores informações também podem ser solicitadas, no horário comercial, junto ao setor de licitações, pelo telefone (31) 38521541; Sra. Flávia Gomes Domingues, Presidente da CPL do CONSMEPI, designada pela portaria nº 08/2018. João Monlevade, 25 de Julho de 2018.

PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VISTA DE MINAS PREGÃO PRESENCIAL Nº 21/2018 no dia 09/08/2018 às 9hn. Objeto: Locação de sistemas integrados de informática. O Edital se encontra à disposição dos interessados no setor de licitações, Av.: Arthur da Costa e Silva, 70, Centro, de segunda à sexta-feira no horário de 7h às 11h e 13h às 17h. ou através do site: www.belavistademinas.mg.gov.br Bela Vista de Minas, 26 de julho de 2018. Maiores informações poderão ser adquiridas pelo telefax: (31) 3853-1271/1272. Wilber José de Souza – Prefeito Municipal.


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cultura

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Catas Altas fica em 5º lugar no estado em arrecadação do ICMS Cultural Catas Altas - O trabalho e o investimento na valorização e proteção dos seus bens culturais pela atual Administração fizeram com que Catas Altas conseguisse melhorar consideravelmente sua pontuação no ICMS Cultural. Na recente avaliação (referente ao ano de 2017) divulgada pelo Instituto Estadual de Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha), o município conseguiu 31,57 pontos (contra os 17,47 do exercício anterior), ficando em quinto lugar no estado em arrecadação do imposto. Essa é a maior pontuação em oito anos. O índice, que vale para recebimento do imposto em 2019, significa um au-

mento de 80,75%, sendo este o primeiro resultado do trabalho realizado pela atual Administração no ano passado. No resultado de 2013, o município ficou em 510ª posição, a pior colocação. “Esse crescimento no ICMS cultural só vem comprovar que estamos no caminho certo. Temos feito diversas ações em prol do desenvolvimento da cultura e do turismo na cidade e os resultados disso estão saindo agora”, comemora o secretário de Turismo e Cultura, Lucas Nishimoto. O secretário destaca que para o ano que vem, a pontuação deve ser ainda melhor. “Neste ano de 2018, iniciamos uma série de projetos voltados para

a valorização e proteção do nosso patrimônio e da cultura. Um deles é a restauração do acervo sacro da capela de Santa Quitéria. Nesta primeira etapa do projeto, serão restauradas 12 peças de médio e grande porte, todas elas tombadas e do século XVIII”, explica. Além disso, desde o ano passado, tem sido feito um trabalho árduo de educação patrimonial com alunos das escolas e também com a comunidade; restauro de bens culturais tombados; investimento em festas culturais tradicionais, como o carnaval e a Festa do Vinho; entre outras ações de valorização e proteção do patrimônio material e imaterial da cidade.

Bens tombados em Catas Altas Entre os bens tombados e registrados em Catas Altas, estão: Capela do Senhor do Bonfim; Capela e Cemitério; Capela Sagrado Coração de Jesus; Chafariz da Praça da Matriz; Colégio do Caraça; Ponte dos Perdões; Conjunto Arquitetônico e Paisagístico da rua São Miguel; Elevado de Pedras “Bicame” e seu entorno em Quebra Ossos; Povoado do Morro d’ Água Quente; Conjunto arquitetônico na sede; Conjunto da Praça Monsenhor Mendes; Gruta da Bocaina - RPPN - Santuário do Caraça; Igreja Matriz de N. Sra. da Conceição; Imagem do Arcanjo Miguel; Linguagem dos sinos; Modo de

fazer artesanal dos vinhos de uva e jabuticaba e licores de Catas Altas; Núcleo Histórico de Catas Altas; Acervo arquitetônico e Paisagístico do Núcleo Urbano de Catas Altas; Praça Raymundo Gonçalves Viegas; Roda de Capoeira e/ou Ofício de Mestre da Capoeira; Ruínas de Moinhos e Caixas d’Água; Serra do Caraça; Sítio Arqueológico do Pico de Catas Altas. O ICMS Cultural existe desde 1996, quando foi promulgada a lei Robin Hood. O levantamento leva em consideração as políticas de proteção ao patrimônio histórico realizadas pelo município, como a conservação dos bens históricos, inves-

timento em cultura, reconhecimento dos bens culturais, legislação e elaboração de inventário de proteção ao acervo cultural. Na área de proteção, pontuam-se as categorias Centro Histórico, Conjunto Arquitetônico, Bem Imóvel e Bem Móvel. Em política cultural, destacam-se a atuação do Conselho Deliberativo de Patrimônio Histórico e o investimento em bens tombados. Minas Gerais, que detém mais de 50% do patrimônio histórico brasileiro, foi o primeiro estado a adotar uma lei que estabelece políticas de proteção aos bens culturais locais, usando recursos do ICMS.

Pontuação – confira a pontuação do município nos últimos oito anos 2017: 5º lugar / 31,57 pontos 2016: 17º lugar / 17,47 pontos 2015: 152º lugar / 10,90 pontos 2014: 134º lugar / 10,85 pontos 2013: 510º lugar / 1,95 pontos 2012: 7º lugar / 26 pontos 2011: 7º lugar / 26,25 pontos 2010: 8º lugar / 27,30 pontos Para pontuar, o Iepha leva em conta diversas medidas desenvolvidas pelos municípios, como política cultural, investimentos e despesas, inventário, tombamentos, registros e educação e difusão.


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ambiente

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Vale quer licença para operar mina em Catas Altas, mas deve mais de R$3,4 milhões de taxas ao município Mineradora estaria fornecendo informações erradas e com isso subfaturando valores a pagar; dívida estaria sendo depositado em juízo Catas Altas - Os municípios que contam com a mineradora Vale operando em seus respectivos territórios devem ficar atentos em relação aos impostos e taxas a recolher da empresa. O município de Catas Altas detectou um grande (sic) erro nas informações fornecidas pela Vale o que estaria acarretando perda de arrecadação. Diante da descoberta a prefeitura passou a cobrar os valores que seriam reais, fato que desagradou a empresa que simplesmente parou de pagar seus compromissos com o município. A empresa alega erros nos cálculos. Nos últimos 18 meses a dívida ultrapassa os R$3,4 milhões, isto se não for computado e cobrado as diferenças nos pagamentos realizados nos anos de 2013, 2014, 2015 e 2016, o que é permitido pela legislação, já que, passados 5 anos as dívidas caducam caso não haja ações sobre elas tramitando na justiça. Nesse caso específico, a dívida se dá diante um questionamento que a empresa vem fazendo nas cobranças feitas em 2017 e agora 2018 referentes a taxas de fiscalização e funcionamento. Segundo a Procuradora Jurídica do município de Catas Altas, advogada Librielle Rodrigues, há alguns anos a Vale vinha pagando um valor estimado das taxas. O fato de esses pagamentos serem baixos diante ao porte da

dando cobrar os anos anteriores. Em tese, pode ser cobrado os últimos 5 anos, de acordo com a procuradora. Vale se defende

Nos últimos 18 meses a dívida ultrapassa os R$3,4 milhões

empresa chamou a atenção do setor responsável do município que ao aprofundar no caso verificou que estava ocorrendo uma discrepância em relação à realidade: “O valor pago pela Vale estava sendo baseado na metragem da área que eles informavam, sem apresentarem o registro imobiliário, quando apresentaram esse documento verificamos que as metragens não estavam corretas e identificamos a defasagem”, informou a prefeitura. Ainda conforme a assessoria da prefeitura, quando a atual gestão assumiu passou-se a cobrar o valor previsto no código tributário municipal: “Ou seja, foram anos pagando um valor

menor do que a previsão legal; o valor que eles vinham pagando era só uma porcentagem do previsto no código tributário municipal.”, informaram. Discordando da cobrança feita pelo município, a Vale depositou em juízo os valores cobrados, sendo R$3.001.636,42 referente a 2017 e R$473.209,54 referente a 2018, ambos depositados em juízo no dia 23/05/18. Referente ao ano de 2017, foram R$2.480.688,00 da taxa mais R$223.261,92 de juros mais R$297.682,56 de multa mais R$3,94 de emissão de guia. O motivo pelo qual o valor de 2018 se apresentou mais baixo foi porque o município estabeleceu um teto

máximo, citando exemplos de Mariana e Nova Lima, por meio da lei complementar n° 583/2017; ficando o limite estabelecido

de 240.000,00 Unidade Fiscal Municipal, sendo o UFM em 2018 igual a R$ 1,97169. O município está estu-

Em nota, após apresentados todos os questionamentos, a Vale se esquivou de responder ponto a ponto da demanda e se ateve simplesmente a, em síntese, dizer que está tudo tranquilo, informando: “A Vale esclarece que cumpre rotineiramente suas obrigações tributárias. Em relação à Taxa de Fiscalização e Funcionamento cobrada pelo Município de Catas Altas, informa que após o aumento do valor cobrado submeteu a questão ao Judiciário face à divergência de interpretação sobre os critérios deste aumento. A empresa aguarda, portanto, o desfecho do assunto pelo Judiciário”.


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esporte

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Luau BikeZone abre o Eco Inverno de Catas Altas em grande estilo Dezenas de ciclistas encararam o desafio e viraram a noite pedalando sob a luz da lua João Monlevade \ Catas Altas – Em sua quarta edição o Luau Bikezone Brasil abriu o Eco Inverno 2018 da cidade de Catas Altas e mostrou o que estava por vir diante o sucesso da abertura do evento. Nem mesmo o frio que chegou a 9 graus em alguns trechos do percurso, com sensação térmica abaixo de zero, e quilômetros e quilômetros de subidas, desanimaram os biker´s, ao contrário, tudo isso só serviu para enriquecer o desafio que a BikeZone Brasil promoveu no sábado, 21, em evento exclusivo na região em parceria com a prefeitura de Catas Altas. Com a lua crescente iluminando a noite, a concentração teve início às 22 horas na loja da BikeZone Brasil, em João Monlevade, quando ciclistas de toda região e da capital mineira foram chegando. O trajeto resgata nada menos que um trecho da original Estrada Real, que ligava as cidades de Rio Piracicaba e Catas Altas. Durante sete horas e meia, os ciclistas, atravessando a noite, sempre acompanhados pela lua, passando pelo Jacuí, Rio Piracicaba, Bicas, Sete Moinhos, Ponte Nova Roça, Buraco dos Coelhos, Shopping Center Bateias, Paciência, Paraíso, chegaram a Catas Altas. Durante o percurso, as equipes de apoio que contavam com serviço médi-

co de emergência e ambulância com socorristas do Sevor, serviço de mecânica Shimano e equipe de alimentação, programaram paradas estratégicas para lanches e hidratação, com direito a fogueiras e bebidas quentes. Em uma das paradas, o Restaurante Dona Lourdes serviu um energético e delicioso espaguete, além de acompanhamentos do melhor pão de queijo do Rancho de Minas, queijos da Atual Food e frutas selecionadas do Hiper Comercial Monlevade. Sem contar o café quente do Café Três Corações. Em Catas Altas, na Praça Monsenhor Mendes, final do desafio, foi servido um super café colonial enquanto os ciclistas se embriagavam com o visual do Pico dos Horizontes e a Matriz de Nossa Senhora da Conceição. Ao final do evento, os participantes foram unânimes, aprovando e elogiando a organização. Nenhum incidente foi registrado durante o pedal. Os Staff´s e equipe da Bikezone Brasil e o apoio e patrocínio da Shimano, Oggi, Prefeitura de Catas Altas, Café 3 Corações, Atual Food, Restaurante Dona Lourdes, Rancho de Minas, Feira Irmãos Lamas, Jornal Bom Dia, Bom Dia Online, Bom Dia Catas Altas, CFC Jurandir e Hiper Comercial Monlevade foram vitais para o sucesso do evento.

Fotos: Diego Andrade e Dindão


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