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BOM DIA

O Diário do Médio Piracicaba

Edição: 4.194 - Ano XX - Fechamento: 18h00

SEXTA-FEIRA 23 DE MARÇO - 2018 | R$ 1,00

www.bomdiaonline.com

Hospital recebe R$ 350 mil do Governo Federal Página 5

Tecnologia em favor da água

Lucas Vilela / Acom ArcelorMittal

Em comemoração ao Dia Mundial da Água, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente com apoio da ArcelorMittal e Fundep / UFMG, promoveram no Ceam uma palestra sobre os “Recursos Hídricos e Smart Cities: mapeamento, gestão e possibilidades de uso, ministrada pelo Professor Dr. Bráulio Magalhães Fonseca da UFMG. Página 3

Vírus da doença mão-pé-boca fecha escola em Catas Altas

A Prefeitura de Catas Altas suspendeu as aulas na UMEI nesta quinta-feira, 22 e sexta-feira, 23, para o controle da proliferação do vírus da doença mão-pé-boca. A medida foi necessária, após serem detectados alguns casos no município. Página 6

Vereadores aprovam reajuste de salário para servidores

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sexta-feira, 23 de março de 2018

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opinião

2. EXPEDIENTE

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Bom Dia Comunicação Ltda - ME. FUNDADORES: Geraldo Magela Gonçalves João Bosco Roneyjober Alves Andrade CNPJ.: 24538633/0001-16 Todos os Direitos Reservados bomdia@bomdiaonline.com redacao@bomdiaonline.com

Claira Ferreira da Fundação Casa de Cultura Claira Ferreira é graduada em Jornalismo pela FUNCEC e cursa licenciatura em Letras e Literaturas pela UNINTER. Hoje comanda a Fundação Casa de Cultura de João Monlevade. Durante um bom tempo foi responsável pela comunicação nas gestões dos ex-prefeitos Carlos Moreira e Teófilo Torres, mas, há 4 anos dedica-se exclusivamente à Cultura. Ela é casada e tem duas filhas. MEDIOPIRA - Uma pergunta que eu sempre faço à quase todos: qual era o seu sonho de infância? Já sonhava em ser jornalista? Sempre pensava na área de humanas, mas não no jornalismo. Já desejei direito, algumas licenciaturas, Publicidade e Propaganda. Por uma questão de oportunidade, quando a FUNCEC abriu o curso de Jornalismo decidi cursá-lo (sou da primeira turma) e, após, complementar os estudos para a formação em Publicidade e Propaganda. Acabei me apaixonando pelo Jornalismo. MEDIOPIRA - Tinha alguma inclinação artística? Tenho algumas habilidades... Gosto de trabalhos manuais, artesanato, já me arrisquei no violão (hoje não toco nada), mas tenho uma sensibilidade aguçada para a área MEDIOPIRA - Como é que foi o seu namoro com as letras, com o jornalismo? Como disse, o Jornalismo veio para mim como uma questão de oportunidade, mas sempre gostei muito de escrever, por isso essa paixão foi aflorada durante a faculdade. Venho de uma família de 4 irmãos, sendo que cada um tem aptidão por uma área distinta. Um é de exatas, outro de ciências naturais, a caçula é médica e eu de humanas. Fiz normal (magistério) no segundo grau e, recentemente, me despertou o desejo de cursar uma licenciatura. Não por acaso, escolhi Letras e Literatura. MEDIOPIRA - A Fundação Cultural mantém hoje diver-

sas atividades, principalmente na transmissão de conhecimentos. Quais os principais cursos são oferecidos pela fundação hoje? Atualmente, a Casa de Cultura oferece 8 oficinas – pintura em tela, pintura em tecido, artesanato, dança de salão, canto, violão, bateria e piano, atendendo mais de 700 alunos. As aulas ocorrem de fevereiro a novembro e culminam com uma grande Mostra de Talentos, onde parte destes alunos têm a oportunidade de apresentar para a comunidade um pouco de que aprenderam e/ou aperfeiçoaram durante o ano. Interessante ressaltar que a cada ano mais pessoas procuram pelas nossa oficinas. Às vezes, saem de escolas particulares e optam pela Fundação porque confiam e sabem da seriedade do nosso trabalho. Então temos alunos de todas as idades (a partir de 8, até quase 90 anos) e classes sociais, o que é uma grande ganho nas nossas atividades. Recebemos também pessoas com necessidades especiais (motoras, auditivas, visuais...), além de um grande número de pacientes acometidos por transtornos mentais (leves e moderados), que nos procuram voluntariamente ou encaminhados por clínicas e profissionais da cidade. Isso nos confere uma grande responsabilidade, mas também uma enorme satisfação. MEDIOPIRA - Vocês conseguem identificar talentos

promissores na nova geração que está estudando artes na fundação? Muitos e em todas as faixas etárias. Como disse acima, vários são os motivos que fazem com que as pessoas procurem a Casa de Cultura. Algumas vêm, por exemplo, buscar socialização nos cursos de pintura e artesanato e acabam encontrando uma fonte de renda. A dança como forma de buscar mobilidade, equilíbrio, fortalecimento da musculatura e descobrem-se grandes dançarinos que participam de concursos na cidade. Nas oficinas de música, vêm buscando aprender um instrumento para tocar na igreja ou mesmo para lazer e se juntam a outros alunos daqui e formam bandas, aprendem a cantar, buscam aprender outros instrumentos... Como disse, somos coroados, minha equipe e eu, com grandes surpresas e ficamos lisonjeados com os talentos que daqui saem. E agradecemos à Administração Municipal, em nome da Prefeita Simone Carvalho, por confiar no trabalho que e nos apoiar em nossos projetos. MEDIOPIRA - Quais os principais eventos promovidos pela Fundação atualmente? Não vamos focar em eventos, mas em atividades, senão fica aquela eterna impressão de que a Fundação Casa de Cultura é uma promotora de shows e esse não é o nosso foco principal. Temos excelentes casas de shows e produtores de eventos em nossa cidade e na nossa região que cumprem este papel de entretenimento. Além das atividades da escola de artes, promovemos e apoiamos atividades culturais durante todo o ano, que sejam do próprio município (de outras secretarias) ou da comunidade em geral. Dos últimos anos até o presente momento, podemos citar participação, entre apoios e realizações, apresentações de danças e musicais, festivais gastronô-

micos, cavalgadas, carnaval do bloco Sapeca Iaiá, eventos esportivos, educacionais, sociais, ambientais, de saúde, desfile de 7 de setembro, dia da mulher, aniversário da cidade, bicentenário da chegada do Jean Monlevade ao Brasil, ruas de lazer, Mostra de Talentos, encontro de motociclistas, Festival de Inverno da UFOP, dentre outros). Também temos um trabalho pouco conhecido, mas muito importante, que é o desenvolvimento das políticas públicas voltadas para a preservação do patrimônio cultural de João Monlevade, que engloba atividades como a Jornada do Patrimônio, educação patrimonial nas comunidades e nas escolas, apoio às entidades culturais da cidade e proteção dos bens tombados, registrados e inventariados no município. MEDIOPIRA - O que os artistas precisam fazer para serem contratados e participarem dos eventos promovidos pela fundação? Precisam se apresentar a nós, dizer que existem, que estão no mercado e que têm interesse em se apresentar. Durante 4 anos, a Fundação Casa de Cultura integrou o Núcleo Cultural Vieira Servas, instituído pela UFMG e pela AMEPI, que contava com a participação de diversos municípios da região com o intuito de fortalecer a cultura regional. Durante este período, surgiu uma ideia de se catalogar os artistas das cidades que integravam o projeto, a fim de se montar um banco de dados para promoção e divulgação destes artistas. Para a nossa surpresa, a adesão foi baixíssima, em todas as cidades. Em João Monlevade apenas 2 se dirigiram à Fundação para deixar material. Trabalhar para o serviço público é burocrático, às vezes trabalhoso e oneroso, pois requer a juntada de documentos, recolhimento de impostos e isso, por vezes, afasta alguns possíveis prestadores de

serviços. MEDIOPIRA - Como você analisa o cenário da música hoje? Seu gosto é mais popular ou refinado? Mais pra funk, sertanejo e pagode ou MPB, jazz e rock? Ou gosta de tudo um pouco? Gosto de tudo um pouco. Tenho adolescente em casa e minhas filhas são loucas por música. Acabo ouvindo muito o que elas ouvem, as modinhas do momento. Elas se surpreendem quando me ouvem cantando alguma música que gostam, mas que, na verdade, são “da minha época”, com uma nova roupagem dada por algum cantor ou banda atual. Tento dar uma polida no que ouvem, porque temos algumas coisas inapropriadas, mas no geral temos a liberdade de ouvir de tudo em casa. Particularmente, gosto de MPB. MEDIOPIRA - Existem projetos legais pra sair que possa antecipar pra gente? Muitos. Infelizmente freados pela crise econômica. Mas temos uma novidade para as próximas semana: o lançamento de um concurso que elegerá a música em comemoração ao bicentenário da chegada de Jean Monlevade ao Brasil. MEDIOPIRA - Existe alguma perspectiva da criação de um Lei Municipal de Incentivo à Cultura? Sim, há conversas caminhando para esta possibilidade, mas ainda não temos previsão. MEDIOPIRA - Qual seu grande sonho, seu grande projeto nessa sua gestão frente a Fundação Casa de Cultura de João Monlevade? São muitos projetos que eu gostaria que saíssem do papel. A construção de um Centro Cultural como a cidade precisa e merece talvez seja o maior deles. Agora, falando de cultura como um todo, creio que a fixação de orçamento mínimo em favor da cultura, em âmbito nacional, seria um enorme ganho para a área.


sexta-feira, 23 de março de 2018

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ambiente

3.

“Dia da Água” é comemorado com curso no CEAM Fotos: Dindão

Marco Antônio destacou o a tecnologia como aliado nas questões ambientais

João Monlevade – Técnicos da área ambiental, professores, gestores e membros da sociedade pública e privada participaram na manhã desta quinta-feira, 22 de março – Dia Mundial da Água, de uma palestra de capacitação sob o título: “Recursos Hídricos e Smart Cities: mapeamento, gestão e possibilidades de uso, ministrada pelo Professor Dr. Bráulio Magalhães Fonseca - UFMG. O evento, promovido pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente de João Monlevade em parceria com a ArcelorMittal e Fundep, aconteceu na sede do CEAM (Centro de Educação Ambiental da ArcelorMittal Monlevade). Durante a abertura do evento, o Gerente Geral da Usina de Monlevade, Marco Antônio de Macedo Bosco, deu as boas vindas aos visitantes chamando a atenção pela leve chuva que caia no momento: “Até São Pedro vem comemorar conosco esse dia”. Marco Antônio falou também da importância

do evento, destacando a tecnologia como aliado nas questões ambientais. A Secretária Municipal de Meio Ambiente, Fernanda Ávila, responsável pela elaboração do evento foi categórica em dizer que hoje a secretaria a qual representa é puramente técnica: “Quando fomos propor um evento em comemoração ao dia da água já fui logo avisando – nada de ações repetitivas, sem aplicabilidade – queremos inovar e usar a tecnologia a favor do nosso trabalho – que atualmente é técnico”, disse, agradecendo aos convidados por atenderem o chamamento e esclarecendo que, a palestra que seria apresentada teria efetividade nas ações dos presentes. A palestra abordou o desenvolvimento de planos e estratégias para equacionar a questão da água, que passa pelo mapeamento dos recursos hídricos, o que torna possível a otimização de sua gestão e, consequentemente, o estabelecimento de modos de uso sustentável através da utilização de tecnologias como o

sobrevoo e mapeamento de áreas, utilizando-se drones. A palestra foi dividida em dois momentos, sendo um com a explanação e discussão sobre como as novas tecnologias podem auxiliar no desenvolvimento e práticas de controle e preservação ambiental e, posteriormente, aconteceu uma prática de campo com uma apresentação de equipamentos oferecida pela startup AeroGIS, de Belo Horizonte.

Palestra abordou o desenvolvimento de planos e estratégias para equacionar a questão da água

O evento foi promovido pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente de João Monlevade

Morre um dos mais populares mitos brasileiros: o da abundância de água Geral - A desigualdade no Brasil se vê em distribuição de renda, gênero e raça. Mas se torna invisível quando se trata do recurso mais essencial, a água. Nenhum país é mais rico; possuímos 12,8% do volume da Terra. Mas a abundância concentra-se nos rios da Amazônia, região com 80% dos reservatórios e só 7% população. As

áreas litorâneas, onde vivem 45% dos brasileiros, dispõem de menos de 3% dos recursos, mostra a Agência Nacional de Águas (ANA). Sob o mito da abundância, sepultado por especialistas, em 20 anos o volume de água retirado de nossos 12 mil rios aumentou 80%. A estimativa é que até 2030 cresça 30%. Mas não há, literalmente, clima para isso ocorrer.

Nos últimos seis anos, a escassez predominou, com crises hídricas no

Sudeste e a maior seca registrada desde 1900 no Nordeste.


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educação

4.

São Gonçalo recebe Sala de Recursos Multifuncionais Hendrigo Costa ACOM PMSGRA

A nossa cidade só tem a ganhar”, destacou o prefeito Antônio Carlos. A sala multifuncional segue os parâmetros do Ministério da Educação (MEC). O ambiente conta com recursos de inclusão como computadores, jogos, materiais didáticos e pedagógicos – todos adaptados para

necessidades especiais. Além da estruturação da sala, o projeto promoveu, em 2017, a formação de diretores, coordenadores pedagógicos, professores e outros profissionais de educação em Práticas de Educação Inclusiva e Projeto Político Pedagógico na Perspectiva da Educação Inclusiva.

Profissionais da educação receberam certificados

São Gonçalo do Rio Abaixo - Em parceria com a Fundação Vale, a Prefeitura de São Gonçalo do Rio Abaixo, inaugurou, na manhã

dessa quinta-feira, 22, a Sala de Recursos Multifuncionais. Implantado na sede do Centro Educacional São Gonçalo do Rio Abaixo (Cesgra),

o espaço vai oferecer Atendimento Educacional Especializado (AEE) para o desenvolvimento de alunos da educação especial do município.

“Essa conquista vai garantir uma pedagogia diferenciada a quem realmente precisa de mais atenção e de um acompanhamento mais de perto.

A sala multifuncional segue os parâmetros MEC


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Conecte Já

cidade

(31) 3851-0475 Av. Getúlio Vargas, 4.906

5.

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Hospital Margarida recebe R$350 mil para custeio Recurso é indicação do deputado federal Franklin Sousa Elisa Oliveira / Acom / Hospital Margarida

João Monlevade - O Hospital Margarida vai receber, nos próximos dias, R$350 mil pagos pelo Governo Federal, a partir de uma indicação do deputado federal Franklin Roberto de Lima Souza (PP). Segundo a diretoria da casa de saúde, o recurso foi anunciado no fim do ano passado e foi depositado na conta da Prefeitura. Após os trâmites necessários, deverá ser pago nesta semana. “É preciso agradecer ao empenho do deputado que visitou a casa de saúde e viu a nossa realidade. Também, preciso destacar aqui e agradecer ao vereador Fábio da Silva (PP), por nos apresentar ao deputado e intervir junto a ele, para melhorias no

Vereador Fábio, deputado Franklin, José Roberto e Gustavo Moura durante visita ao hospital

Hospital”, disse o provedor José Roberto. Segundo o provedor, o recurso será usado no custeio do Hospital Margarida. “Estamos gratos porque além desse, há previsão de liberação de mais recursos, frutos de outras indicações parlamentares e, desde já, manifestamos nossos agradecimentos ao compromisso dos deputados com o Hospital Margarida.”, disse o provedor. Para José Roberto, o Hospital Margarida não pode ser tratado como um espaço de política partidária. Ele frisa que qualquer recurso, de qualquer partido, é bem-vindo, porque será aplicado na saúde da população, usuária do serviços do Hospital Margarida.

Vereadores aprovam reajuste de salário para servidores São Gonçalo do Rio Abaixo - Em reunião extraordinária os vereadores de São Gonçalo do Rio Abaixo aprovaram na manhã desta quarta-feira, 21, o projeto de SECRETARIA ESPECIAL DE SAÚDE INDÍGENA DISTRITO SANITÁRIO ESPECIAL INDÍGENA - DSEI/MG-ES

Flávio Lial

lei 03/2018 de autoria do executivo municipal que dispõe sobre a revisão e reajuste do salário e cartão alimentação dos servidores. O percentual da revisão

MINISTÉRIO DA SAÚDE

AVISO DE LICITAÇÃO O Distrito Sanitário Especial de Saúde Indígena Minas Gerais e Espírito Santo – UASG 257035 - torna público o Aviso de Licitação da Concorrência nº. 02/2018, “menor preço global”, referente à escolha da proposta mais vantajosa para contratação de empresa especializada na execução de serviços de obras e engenharia, a serem realizadas nas Aldeias indígenas, situadas em Carmésia/ MG, contemplando as Aldeias Indígenas: Guarani-sede, Embiruçu, e Encontro das Águas, totalizando a construção de 38 (trinta e oito) módulos sanitários, sendo 22 (vinte e dois) Tanque Séptico e Sumidouro e 16 (dezesseis) módulos completos, mediante o regime empreitada por preço global. Os interessados poderão retirar o edital e obter informações na Av. Piracicaba, 325, bairro Ilha dos Araújos, Governador Valadares/MG, Setor de Licitação, tel. 33 3212-4750 nos dias úteis, das 08:00 as 12:00 e 14:00 as 17:30 ou por meio digital via Sistema Eletrônico de Informação – SEI, - DATA DO PREGÃO: 26/04/2018. Início da sessão: 10:00 horas. Governador Valadares/ MG, 19/03/2018. Comissão Permanente de Licitação.

geral será de 2,84% sobre os vencimentos dos servidores efetivos e inativos. Já o cartão alimentação passará para R$215,00. Os parlamentares também aprovaram o projeto de lei 03/2018 de autoria do legislativo que dispõe sobre a revisão de vencimentos dos servidores do legislativo, também no percentual de 2,84%. Os dois projetos receberam votos contrários dos vereadores Luiz Gonzaga Fonseca, Maria de Lourdes Guedes Barros e Renata Maria Guzzo Fonseca. Os parlamentares alegaram que o percentual de reajuste poderia ter sido maior. O vereador Felipe Silveira da Cunha justificou ausência na reunião.

Percentual da revisão geral será de 2,84% sobre os vencimentos dos efetivos e inativos

PROCURA-SE CACHORRINHA Nome dela é “Branquinha”. Fugiu da minha casa no bairro Novo Horizonte na terça dia 20, por volta das 19h. Ultimas informações de que ela foi vista nas proximidades do Bretas / Espetin do Cabritin terça às 19:15h - 19:30h corria muito, desesperada Ela é uma vira-lata fêmea, branca, olhos verdes, porte médio e tem 2 anos de idade. Contato: (31)9-86521604 (Neila) ou (31)9-86080155 (Juca) GRATIFICA-SE!!!!!!!!!


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cidade

6. Vírus da doença mão-pé-boca

Prefeitura de Catas Altas suspende aula na UMEI para evitar proliferação Catas Altas - A Prefeitura de Catas Altas suspendeu as aulas na UMEI nesta quinta-feira, 22 e sexta-feira, 23, para o controle da proliferação do vírus da doença mão-pé-boca. A medida foi necessária, após serem detectados alguns casos no município. “Nosso objetivo com a suspensão das aulas, é fazer uma higienização completa na escola para que os pais possam enviar seus filhos sem preocupação”, destaca a secretária de educação Renata Soares. Ainda de acordo com a secretária, outros casos foram registrados nas escolas municipais Chapeuzinho Vermelho e Agnes Pereira Machado. “Queremos tranquilizar os pais, pois assim que tivemos confirmação de que os casos suspeitos eram, realmente, a doença, já tomamos providencia para evitar que ela se espalhasse. Mas é importante que essa preocupação com a higienização não seja só na escola. Em casa, cada um deve fazer sua parte”, completa. “O primeiro caso confirmado com laudo do ano de aluno da rede municipal foi registrado na semana passada. Assim que recebemos a confirmação, já iniciamos os procedimentos necessários em parceria com a secretaria de saúde”, justifica Renata. Para tranquilizar e orientar os pais, as secretarias de educação e saúde fi-

Divulgação

A doença é mais comum na infância, antes dos cinco anos de idade

zeram nessa quarta-feira, 21, uma reunião na UMEI para explicar sobre a doença, os sintomas, os riscos, o tratamento e a forma de prevenção. Além disso, no dia 19 de março foi enviado um folheto com orientações e medidas preventivas. Doença mão-pé-boca A doença mão-pé-boca (HFMD, sigla em inglês) é uma enfermidade contagiosa causada pelo vírus Coxsackie da família dos enterovírus que habitam normalmente o sistema digestivo e também podem provocar estomatites (espécie de afta que afeta a mucosa da boca). Embora possa acometer também os adultos, ela é mais comum na infância, antes dos cinco anos de idade. Sintomas: São sinais característicos da doença mão-pé-boca: - Febre alta nos dias que antecedem o surgimento

das lesões; - aparecimento na boca, amídalas e faringe de manchas vermelhas com vesículas branco-acinzentadas no centro que podem evoluir para ulcerações muito dolorosas; - erupção de pequenas bolhas em geral nas palmas das mãos e nas plantas dos pés, mas que pode ocorrer também nas nádegas e na região genital. Transmissão - A transmissão se dá pela via fecal/oral, através do contato direto entre as pessoas ou com as fezes, saliva e outras secreções, ou então através de alimentos e de objetos contaminados. Mesmo depois de recuperada, a pessoa pode transmitir o vírus pelas fezes durante aproximadamente quatro semanas. Não existe vacina contra a doença. Recomendações: * Nem sempre a infecção pelo vírus Coxsackie provoca todos os sintomas

clássicos da síndrome. Há casos em que surgem lesões parecidas com aftas na boca ou as erupções cutâneas; em outros, a febre e a dor de garganta são os sintomas predominantes. Fique atento, portanto; * Alimentos pastosos, como purês e mingaus, assim como gelatina e sorvete, são mais fáceis de engolir; já os alimentos ácidos, muito quentes e condimentados são mais difíceis; * Bebidas geladas, como sucos naturais, chás e água são indispensáveis para manter a boa hidratação do organismo, uma vez que podem ser ingeridos em pequenos goles; * Crianças devem ficar em casa, em repouso, enquanto durar a infecção; * Lembre sempre de lavar as mãos antes e depois de lidar com a criança doente, ou levá-la ao banheiro. Se ela puder fazer isso sozinha, insista para que adquira e mantenha esse hábito de higiene mesmo depois de curada.

Câmara de São Gonçalo mobiliza escolas para o projeto Câmara Mirim São Gonçalo do Rio Abaixo - As Escolas Desembargador Moreira dos Santos e Centro de Educação de São Gonçalo do Rio Abaixo (CESGRA) estão em clima de eleição. O Legislativo Municipal está promovendo o projeto Câmara Mirim para a escolha dos 9 vereadores mirins. Esta será a segunda vez que a Câmara desenvolve o projeto que é voltado para os alunos do 6º ao 9º ano. Na escola Desembargador 20 alunos se candidataram e na escola CESGRA foram 38 inscrições. Agora os estudantes farão suas campanhas pedindo votos para os colegas. Serão eleitos 9 vereadores mirins e 9 suplentes. A previsão é que a votação ocorra no dia 2 de abril. O objetivo do projeto é escolher 9 vereadores mirins que irão atuar como parlamentares durante o ano. Eles terão a oportunidade de apresentar projetos e indicações de melhorias para a cidade além de aprenderem e conhecerem de perto o trabalho do vereador. Divulgação

Câmara desenvolve o projeto para os alunos do 6º ao 9º ano

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cidade

7.

Cemig deixa Catas Altas no escuro Empresários revoltados questionarão concessionária na justiça Arquivo BD

Catas Altas – O plano de desenvolvimento turístico da atual administração de Catas Altas vem esbarrando num problema que tem se tornado crônico – a falta de energia. Empresários de diversos setores entraram em contato com o Bom Dia criticando o que chamaram de “mais cara e pior energia do Brasil”, devido aos inúmeros apagões que tem ocorrido na cidade, justamente nos fins de semana, quando os estabelecimentos comercias, pousadas, restaurantes, bares entre outros se encontram com boa ocupação.

Alguns empresários relataram que, justamente no período de férias, apagões aconteceram e deixaram um rastro de prejuízo – com sorveterias perdendo produto, padarias deixando de fabricar o pão, restaurantes e bares perdendo vendas além do descontentamento de turistas nas pousadas, já que sem a energia nem mesmo um banho era possível aos usuários. O proprietário do restaurante Armazém Catas Altas informou que o faturamento de um fim de semana cai para 1 décimo com a queda de energia – entretanto as

despesas, ao contrário, sobem: “Além de perdermos muito no faturamento, temos que pagar os shows contratados e a mão de obra que atua na casa, isso sem contar as perdas de congelados entre outros produtos que precisam necessariamente de refrigeração”, informou. Ação Os empresários estão se mobilizando para promover uma ação coletiva contra a Cemig bem como buscar a realização de uma Audiência Pública para tratar do assunto.

Inúmeros apagões tem ocorrido na cidade, justamente nos fins de semana

Posicionamentos O Bom Dia enviou questionamentos sobre os fatos à Prefeitura Municipal de Catas Altas e

também para a Câmara de vereadores da cidade, assim como para a conssecionária Cemig. Tanto a prefeitura quanto a Câmara responderam e

ficaram de fazer um levantamento da situação para posteriormente apresentar um posicionamento. A Cemig ainda não retornou o contato.

Dia da água, dia da vergonha Geral - Somos constituídos basicamente de água. A vida, como a conhecemos, é água. Não por outro motivo, enquanto destruímos a qualidade da água da Terra, buscamos em outros planetas esse mesmo elemento para identificar, potencialmente, a vida que não respeitamos e exterminamos por aqui. Coisa que nem Freud explica. Nesse tal dia da água, comemora-se não sei bem o quê, num país que apesar de megadiverso e uma das principais potências hídricas do planeta, pouca ou quase nenhuma importância dá ao tema, tendo, muito pelo contrário, se especializado em destruir esse estratégico recurso natural. Para isso, basta ver a situação do saneamento no

país, retratada por organizações especializadas, onde o esgoto de metade da população não recebe qualquer tipo de coleta ou tratamento, isto é, sai direto da latrina para valas, rios, lagoas, baías etc. Se levarmos em conta a segunda região metropolitana do Brasil, a situação beira ao escárnio, ao terrorismo ambiental de Estado, onde tudo é aceitável desde que gere alguma vantagem econômica para o degradador, seja ele quem for. Sobrevoando a Região Metropolitana do Rio de Janeiro desde 1997, tenho acompanhado a transformação de praticamente todos os rios da região em imensos valões de esgoto e lixo sem vida, fruto do crescimento urbano desordenado e

da falta da universalização do serviço de coleta e tratamento de esgoto. Fruto da transformação do saneamento numa máquina de fazer dinheiro fácil, uma grande maioria paga por serviços casados, ou seja, água e esgoto, sem que esse segundo produto normalmente seja entregue. Em detrimento desse estelionato institucionalizado, quem detém o monopólio do serviço cobrado, e não prestado, transforma todos os corpos d’água, doces, salgados ou salobros, em latrinas, impetrando contra sua fauna associada o extermínio de qualquer coisa que precise de oxigênio para sobreviver. Independentemente de qual seja a região, pobre ou rica, o tratamento

dado à água é típico das colônias de exploração, que têm por objetivo usar o recurso, seja ele qual for, até seu esgotamento em detrimento da maior vantagem econômica possível no menor espaço de tempo possível. Nada parece obrigar os tomadores de decisão públicos, muitos dos quais eleitos pelo “polvo”, a mudarem a trajetória de extermínio da qualidade da água, bem como dos que dela dependem. Destaco a situação degradante do ponto de captação de água da estação de tratamento do Guandu, onde três valões de esgoto despejam diariamente milhares de metros cúbicos de esgoto na água que será utilizada para abastecer por volta de 75% da população da Região

Metropolitana do Rio. Mesmo que devidamente tratada, transformando aquela pasta de esgoto em água potável, há de se chamar a atenção que tantos outros poluentes, contaminantes tais como hormônios, metais pesados e toxinas oriundas de potenciais florações de cianobactérias não são removidos da água tratada. Portanto, imaginem o que chega de fato em nossas torneiras! No tenho dúvida de que, no dia da água, muitas das excelências, que pouco se importam com a gestão de fato de nossos corpos d’água e de seus ecossistemas associados, estarão no tal dia falando sobre sua importância e como devemos agir civilizadamente para protegê-la

e blá-blá-blá. Acredita nessa turma quem não a conhece de perto. Eu, da minha parte, vou sendo um solitário lambe-lambe aéreo do século 21, retratando e denunciando em imagens a barbárie, a hipocrisia, a prepotência de uma cultura voltada exclusivamente em usar até acabar. Destaco que do jeito que vai, vai acabar mal para todos nós que dependemos da água e que, até provem o contrário, por muito tempo ainda, apenas temos este belo Planeta Água para viver. Fonte: Jornal do Brasil * MARIO MOSCATELLI - Biólogo, mestre em ecologia e especialista em Gestão e Recuperação de Ecossistemas Costeiros


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