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O9º Anuário Seafood Brasil retoma o balanço dos diferentes elos componentes da cadeia produtiva do pescado por meio de dados estatísticos, opiniões mercadológicas e fornecedores de toda a cadeia produtiva de pescado. Todos os dados desta edição associados ao comércio exterior podem ser acessados de maneira interativa e atualizada no site www.jubart.com.br/painel-do-pescado enquanto os fornecedores podem ser consultados também em www. seafoodbrasil.com.br/fornecedores. Confira!
A publicação se divide em três partes:
1 Artigos
Textos assinados por personalidades e especialistas do ramo, que contam como anda o mercado em três frentes: conjuntura; produção e processamento; comércio e consumo.
Estatísticas
2
Uma compilação das estatísticas mais recentes, segundo as fontes disponíveis no Brasil, nas seguintes frentes: conjuntura; produção; indústria, comércio e consumo. Esta edição adota como padrão a comparação periódica entre setembro de 2022 a agosto de 2023, exceto quando os dados disponíveis não o permitiram.
3 Guia de Fornecedores
Uma lista com contatos e descrição de produtos e serviços prestados por alguns dos principais fornecedores da cadeia produtiva de pescado, em três categorias:
• Produção aquícola e pesqueira
• Indústria frigorífica
• Comércio e distribuição de pescado
Aproveite a leitura e faça muitos negócios!
Índice



Publishers:
Editor: Ricardo Torres
Editor-executivo: Léo Martins
Repórter: Fabi Fonseca
Diagramação: Thalita Cibelle Medeiros Marketing e Tráfego de Anúncios: Letícia Baptiston Crédito da foto de Capa: Steffen Zimmermann/Pixabay


Por André de Paula*
Com o bom humor habitual, nosso presidente Luiz Inácio Lula da Silva brincou num discurso recente dizendo que “se peixe desse na terra, não veria problema em deixar o tema no Ministério da Agricultura.” Ao recriar a pasta dedicada à Pesca e Aquicultura, em janeiro deste ano, ele formaliza a ideia segundo a qual abrigando sozinho 12% das reservas de água doce do planeta e tendo um litoral de aproximadamente 8,5 mil quilômetros, não é possível que o Brasil ainda não seja a potência mundial na produção de pescados que poderia ser, caso dedicasse mais energia as suas águas.
A recriação do Ministério, portanto, tem esse objetivo claramente traçado: desenvolver a aquicultura, estruturar a pesca artesanal, reconstruir a estatística pesqueira e a pesquisa, de forma a impulsionar a captura e o cultivo de forma sustentável, além, é claro, de apoiar e fomentar a indústria pesqueira.

O grande desafio deste primeiro ano é justamente reconstruir o Ministério. Ele fora reduzido ao tamanho de uma secretaria nacional num governo que defendia abertamente a não intervenção do Estado sobre o domínio econômico, onde o setor pesqueiro está incluído. Isso significa que havia déficit de pessoal, orçamento notoriamente reduzido e alguns programas à beira da paralisação – como o subsídio ao óleo diesel, para ficar num só exemplo.
Ao planejar o novo Ministério da Pesca e Aquicultura, o presidente Lula incluiu duas novidades que vêm se mostrando cruciais para a missão. A primeira é a criação da Secretaria Nacional da Pesca Artesanal. Aqui, é importante lembrar que homens e mulheres das águas que trabalham nessa modalidade de pescaria são responsáveis por 60% de todo o pescado produzido no Brasil – isso significa que eles têm demandas muito específicas quanto à territorialidade, cultura, trabalho e direitos que lhes eram negados. Sendo assim, ter uma secretaria
inteira dedicada a lhes dar voz e ouvidos me parece essencial para melhorar as condições de produção dessa categoria tão importante para o nosso setor.
Já a segunda novidade foi a criação da Secretaria Nacional de Registro, Monitoramento e Pesquisa, secretaria transversal cujo sucesso há de potencializar tudo o que será feito pelo Brasil no setor pesqueiro. Ela não só capitaneia o processamento dos mais de 220 mil pedidos de registros geral da atividade pesqueira (RPG) que estavam acumulados nos escaninhos do governo, como está incumbida de reconstruir toda a nossa estatística pesqueira – congelada em 2011 – e reformar o monitoramento das pescarias, o que nos dará dados sobre os estoques e, consequentemente, um melhor ordenamento da captura.
Além dessas duas grandes novidades, nós temos ainda as secretarias nacionais de Pesca Industrial e de Aquicultura. Ou seja, todos estamos no mesmo barco que visa
chegar a um único e sonhado lugar: a reconstrução.
Na parte industrial, a prioridade eleita desde o grupo de trabalho na transição de governo é reabrir o mercado europeu ao pescado brasileiro. Perdemos em 2018 o direito de exportar para a Europa - que é o maior consumidor mundial -, empecilho esse que é altamente prejudicial para toda a cadeia, desde a fase primária, representada pelos pescadores artesanais e aquicultores, até as indústrias. Dentro do Ministério, quem lidera a tarefa de organizar as mudanças necessárias para retornarmos à Europa é a Secretaria de Pesca Industrial, que está editando uma série de mudanças normativas na parte higiênico-sanitária que em breve, há de nos render bons frutos. Porém,
na aquicultura, já temos uma enorme vitória a celebrar, conseguida em meio às negociações da reforma tributária no Congresso Nacional. Sensível ao apelo do setor e aberta as nossas articulações, a Câmara dos Deputados incluiu no texto a isonomia tributária da ração do pescado com as cobradas dos frangos e dos suínos. Essa era uma demanda histórica e que enfim, conseguimos realizar graças à união de esforços do setor privado e do governo.
Esperamos que muitas das tarefas de reconstrução empreendidas em 2023 comecem a dar frutos a partir de 2024 para que então, o Brasil inicie seu caminho até se fazer potência mundial dos pescados.


RESTRINGIR
Uso inadequado de antibióticos e produtos químicos
REDUZIR
Perdas por doenças subclínicas e mortalidades

IMPULSIONAR
Eficiência alimentar e a produtividade da fazenda
AUMENTAR
Sustentabilidade econômica e ambiental





Por Wilson Santos*
Com o anúncio do IBGE sobre a população brasileira de 2022, preparamos a projeção do consumo per capita de peixes, crustáceos e moluscos do referido ano. É importante contextualizar que o Brasil participa de um seleto grupo de países que consomem mais de 2 milhões de toneladas por ano de peixes, crustáceos e moluscos, o que o coloca em posição intermediária quando se analisa o consumo global per capita. Como referência, entre todos os países da União Europeia, os de maior consumo são Espanha e França, que consomem anualmente cerca de 2,2 milhões de toneladas cada. Já o consumo per capita da Espanha é mais de quatro vezes maior do que o do Brasil, seguido da Itália, com tamanho três vezes maior que o nosso.


Piscicultura local – Peixe BR , Carcinicultura – ABCCAM , Malacocultura – IBGE , Importações e Exportações – Comex Stat, Capturas extrativa marítima – base última estatística Ibama com ajustes atualizados de alguns recursos importantes como sardinha e atum, Capturas extrativa continental – base última estatística Ibama com atualização em ajustes anuais.
Conforme vemos no Quadro 1, o consumo de 2022 foi o mesmo de 2015, indicando uma estabilidade em termos de consumo total. No entanto, nos últimos dois anos, observa-se uma pequena recuperação acumulada de 5%.
Nesta perspectiva, o Brasil se coloca de fato como um grande player mundial com um business de elevado valor econômico, com um consumo total de 2.270.756 toneladas em equivalência ao pescado in natura
Para o total consumido no Brasil: capturas locais da pesca extrativa, tanto a marítima como a continental; produção local da aquicultura (piscicultura, carcinicultura e malacocultura); importações de pescados; crustáceos e moluscos; e exportação de pescados, crustáceos e moluscos.
Para a população brasileira: informações do IBGE divulgadas em 28 de junho de 2022 de, ao todo, 203.062.512 habitantes.


Seguindo a análise, é possível verificar que no total do consumo per capita brasileiro (Quadro 2), as quantidades importadas e exportadas em formas de apresentação diferentes como filés, eviscerados, salgados etc. são convertidas em pescado inteiro in natura. Os fatores de conversão têm como base o trabalho realizado pelo MPA em 2010.
Neste contexto, é curioso verificar que, a cada ano, os recursos com origem na aquicultura se impõem sobre os recursos da pesca extrativa. Em 2022, por exemplo, considerando a produção total nacional, a participação da aquicultura representou 55%, contra 45% da pesca extrativa.
Seguindo uma tendência mundial, o Quadro 2 ainda mostra que o consumo de pescado com origem na aquicultura ganha cada vez mais espaço - no Brasil, o 1º ano em que a aquicultura superou o extrativismo foi em 2018. A previsão é que, em 2023, a soma total dos recursos da aquicultura atinjam a simbólica marca de 1 milhão de toneladas.
Já as importações, que em 2013 atingiram o pico máximo de 993 mil toneladas (convertidas em peixe in natura), apresentam quedas sucessivas com impacto maior em 2020 (pandemia), sem que ocorresse uma recuperação em 2021 e 2022.
Por fim e olhando pela perspectiva de consumo per capita, o consumo brasileiro ainda se encontra bem abaixo da média mundial e atrás de vários países ocidentais.
Segundo o Quadro 3, o aumento de consumo per capita de 2022, se comparado a 2021, deve-se em grande parte (80%) ao ajuste populacional informado pelo IBGE. Em 2021, a população estimada era de 213,3 milhões de habitantes, sendo que em
03 | CONSUMO APARENTE DE PEIXES, CRUSTÁCEOS E MOLUSCOS NO BRASIL (KG/PER CAPITA)
“Aqui, é importante dizer que conseguir avanços no
consumo per capita no Brasil é uma tarefa difícil. Um simples aumento de 200 g per capita anual significa um acréscimo de cerca de 40 mil toneladas de pescado no ano.”
2022, recuou para 203 milhões. Em outras palavras, o número informado pelo IBGE para 2022 se assemelha ao informado em 2015. Desta forma, ocorreu um aumento real de consumo em 2022, mas algo na faixa de 130 g per capita
Aqui, é importante dizer que conseguir avanços no consumo per capita no Brasil é uma tarefa difícil. Um simples aumento de 200 g per capita anual significa um acréscimo de cerca de 40 mil toneladas de pescado no ano.
Com relação às espécies consumidas, o Quadro 4 mostra que a tilápia confirma sua forte liderança,

QUADRO 04 | CONSUMO POR ESPÉCIE
aproximando-se de 24% do consumo total. No entanto, a novidade em 2022 foi o camarão, ultrapassando a sardinha como a segunda maior espécie consumida - isso mostra o crescimento e o potencial da carcinicultura, que deve fortalecer ainda a posição do camarão nos próximos anos.
Por fim, o recurso da pesca extrativa com maior potencial de aumento no consumo é o atum. Em 2022 a projeção de consumo foi de 260 g per capita por ano, o que o colocaria com apenas 2,3% de participação do total consumido pelo brasileiro.
Por mais de 60 anos temos oferecido tecnologias avançadas e soluções completas para processar, congelar e/ou resfriar de forma eficiente, econômica e segura diversos tipos de alimentos.






























Por Ademilson Zamboni*
Esta 9ª edição do Anuário de Produtos, Serviços e Conteúdo da Seafood Brasil permite uma reflexão bastante ampliada sobre o panorama da pesca em nosso País. Afinal, aqui é um lugar valioso para discutir e avaliar os avanços, retrocessos e perspectivas responsáveis pela real transformação de um setor que ainda padece pela precariedade das políticas públicas.
Sob esse ponto de vista, iniciamos esse exercício abordando a transição de governo de 2022 para 2023, que gerou reflexos importantes sobre a administração pesqueira nacional. A retomada do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) - extinto em 2015 - trouxe novamente a pesca para o primeiro escalão do poder executivo. Dessa mudança, esperam-se evidentes resultados positivos, tais como mais orçamento, estrutura e pessoal.
A gestão pesqueira voltou a ser de competência conjunta entre o MPA e o agora Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), retomando um arranjo que, no passado, não funcionou muito bem. De fato, a pesca não se restringe

aos aspectos econômicos, porém, também não se trata unicamente de questões ambientais. Sendo assim, faz sentido esse compartilhamento das competências. Todavia, a velha novidade exigirá dos gestores públicos muita capacidade de diálogo e negociação. Caso contrário, teremos novamente uma paralisia do setor, que é ruim para todos os campos.
Os Comitês Permanentes de Gestão (CPGs) sobreviveram à transição de governo, mas sua estrutura e funcionamento ainda podem ter aprimoramentos. No entanto, como se diz, “o ótimo é inimigo do bom”: o simples fato de os CPGs seguirem existindo e estarem se reunindo com certa regularidade é um excelente sinal desse novo momento.
Em julho de 2023, a Oceana lançou a terceira edição da Auditoria da Pesca, cujo tema foi a importância da ciência no suporte à gestão pesqueira. Tal escolha não se deu por acaso: no último ano, observamos um salto na produção de conhecimento científico, com dezenas de avaliações de estoques publicadas, cobrindo parte expressiva dos principais recursos pesqueiros do País. O desafio posto à
mesa, neste momento, é como fazer com que as autoridades responsáveis se apropriem desse conhecimento e que incluam nesse processo os já citados CPGs.
Ainda falando sobre ciência, o novo MPA agora conta com uma Secretaria de Registro, Monitoramento, Pesquisa e Estatística, liderada por pesquisadores de vasto currículo que aumentam a expectativa sobre a retomada do monitoramento pesqueiro, cuja coleta de dados estatísticos foi paralisada há mais de uma década.
O novo ciclo de governo também buscou elevar a participação social na administração pública, o que é altamente positivo. Proliferaram nos primeiros meses de 2023 fóruns, conselhos e grupos de trabalho, sobretudo, junto aos movimentos sociais da pesca. Neste aspecto, é bom lembrar que a retomada do Conselho Nacional de Aquicultura e Pesca (Conape) é emblemática, mas infelizmente perdeu-se a oportunidade de corrigir uma distorção histórica de não se prever a participação das ONGs nesse
conselho, limitando sobremaneira a capacidade de essas entidades colaborarem para o desenvolvimento e a implantação da política pesqueira. Ou seja, se ganha espaço osocioeconômico, o ambiental segue sem espaço.
Todas essas mudanças têm algo em comum: a incerteza, sentimento esse que na administração pesqueira do Brasil infelizmente ainda é a palavra-chave. Estruturas (como o MPA e suas Secretarias) e processos (como as tomadas de decisão) são criados, extintos e recriados ao sabor das marés. E essa constatação nos traz ao último ponto dessa reflexão: como trazer um pouco mais de segurança e estabilidade para a administração pesqueira do País?
Não parece haver solução duradoura sem uma reforma profunda na legislação pesqueira do País, que sirva verdadeiramente de alicerce para direcionar a gestão dessa atividade - diálogos entre setores da pesca artesanal, industrial e ONGs para refundar a política nacional da pesca já foram iniciados, com muitas propostas à mesa.
A esperança é que consigamos todos, unidos, trabalhar para criar um novo marco legal, esse sim aquele que será o responsável definitivo para transformar a história da pesca brasileira e promover um grande avanço em prol de sua sustentabilidade.




Por Danielle de Bem Luiz*
Aproteína é essencial para a segurança alimentar e nutricional, desempenhando um papel crucial para a saúde humana. Dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) indicam que haverá aumento de 2% no consumo de carnes (aves, suínos, gado e ovinos) entre o período-base 2020 e 2032, alcançando uma produção de 382 milhões de toneladas. Para o pescado, os dados projetam um aumento de 14% no mesmo período e 202 milhões de toneladas de produção (aquicultura e pesca). Dessa forma, a crescente demanda por proteína impulsiona a busca por soluções sustentáveis para a sua produção.
Nesse contexto, o melhoramento genético desempenha um papel decisivo na produção de proteína animal, ao permitir selecionar indivíduos geneticamente superiores para características desejáveis nos planteis. Por meio da seleção desses indivíduos e acasalamento direcionados, animais podem ser criados com genes que potencializam aspectos de interesse comercial, como crescimento mais rápido, maior rendimento de carcaça, eficiência alimentar e resistência a doenças. As pesquisas em melhoramento genético

de peixes também proporcionaram aumento da competitividade da cadeia e fortalecem sua contribuição para a segurança alimentar global.
A tilápia, espécie africana de peixe de cativeiro mais consumida no mundo, recebe ações de melhoramento genético por mais de cinco décadas. E as pesquisas em melhoramento genético trouxeram avanços notáveis: taxas de crescimento foram aumentadas em até 15% por geração, resultando em peixes maiores e em menor tempo, além de mais resistentes a doenças e com melhor eficiência na conversão alimentar. A espécie alcançou um patamar de produtividade elevado, com um completo pacote tecnológico para alcançar ampla competitividade – tanto que é o peixe mais produzido no Brasil e em muitos outros países não africanos. Portanto, o esforço da Embrapa Pesca e Aquicultura tem sido com ações inovadoras e na fronteira do conhecimento da biotecnologia para tornar essa cadeia mais competitiva perante as demais proteínas no mercado interno e externo.
As novas ferramentas genéticas estão proporcionando avanços notáveis na produção de alimentos. Um exemplo
é a edição genômica, que permite modificar os genes de maneira direcionada, acelerando o processo de melhoramento genético. A técnica, que não é considerada transgenia, pode induzir alterações genéticas de interesse comercial para aumentar a velocidade de produção, a resistência, o rendimento e a qualidade do produto, podendo, inclusive, criar alimentos com perfis nutricionais diferentes.
Recentemente, o centro de pesquisa também se adequou aos requisitos da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), o que permitiu iniciar estudos para obter pelo menos uma linhagem de tilápia editada com superioridade zootécnica comprovada e com qualidade de carne superior ao mercado atual.
Adicionalmente, o centro também está dedicando esforços para aumento da competitividade da cadeia do tambaqui (Colossoma macropomum) - aqui, é importante lembrar que a diversidade produtiva é essencial para a sustentabilidade da aquicultura e para a biosseguridade. Ampliando para as questões amazônicas e de valoração de nossas espécies, destacase que o peixe é a única proteína animal legitimamente nativa que pode estar presente nas refeições em todos os continentes.
O principal objetivo é estabelecer um programa de melhoramento genético do tambaqui, a fim de fornecer material genético selecionado para características com alto valor econômico, impactando na geração de renda e lucro para a criação desta espécie no Brasil. Em um cenário otimista, considerando
apenas 12% de ganho genético por geração, utilizando a velocidade de crescimento como critério de seleção, prevê-se a redução de 39 dias do ciclo de produção (Figura 1), uma redução de mais de um mês de arraçoamento, manejo produtivo, ocupação de viveiros, entre outros benefícios.
2,5KG
dias para alcançar 2,5kg

a velocidade de crescimento como critério de seleção, considerando 12% de progresso genético por geração (Simulação)

Para potencializar o programa, a equipe de genética da Embrapa está estudando a edição de genes para aumento do crescimento muscular do tambaqui. E, num futuro breve, almeja-se o desenvolvimento de uma linhagem desta espécie com eliminação parcial ou completa das espinhas intermusculares, mediada por edição genômica. A redução ou a retirada da espinha em “Y” superará o desafio da indústria de fornecer filés, reduzirá custos de processamento e ampliará omercado consumidor, que prefere consumir cortes sem espinhas e sem fragmentos ósseos.
Em complemento às ações na área da genética, a equipe técnica está desenvolvendo e propondo atuações em distintos elos. No campo da nutrição, a ração, que representa até 80% dos custos de produção do tambaqui, temos oobjetivo de aprimorar a eficiência alimentar durante a fase de engorda, considerando as particularidades nutricionais e fisiológicas da espécie. Estima-se uma redução da conversão alimentar em pelo menos 10%, aumento da homogeneidade do lote e do desempenho dos peixes.
Já no campo do carbono, iniciamos os estudos para a caracterização das emissões de gases de efeito estufa para ocultivo de tambaqui. Ao entender as fontes e quantidades de gases emitidos, será possível desenvolver estratégias eficazes de redução de emissões, melhorar a eficiência dos sistemas de produção e promover a sustentabilidade. Os estudos também contribuirão para a formulação de políticas públicas regulatórias e práticas mais responsáveis na aquicultura, alinhando o setor com metas globais de combate às mudanças climáticas. A Embrapa também desenvolverá estudos de mercado e outras ações, como a inclusão do tambaqui no regime aduaneiro de drawback, com o objetivo de apoiar as exportações desta espécie.
Com essas ações, reforça-se opapel da Embrapa em ofertar soluções para a cadeia do pescado que impulsionam a eficiência produtiva, a segurança alimentar e a sustentabilidade nos seus três pilares: econômico, social e ambiental.


Por Francisco
Atilápia, nos últimos 7 anos, teve um comportamento no mercado nacional de pescado totalmente dissonante de todas as demais espécies.
No início, tudo parecia um modismo como os demais que observamos em todos os segmentos de negócios, como se fosse algo passageiro, um oportunismo em função de queda na captura de algumas espécies de peixes ou decorrente da dificuldade de importação de outras. Isso é o que muitos viam - ou desejavam ver - na esperança de que logo, retornariam aos tempos gloriosos de mercados abarrotados de peixes com aquela variação diária de preços.
A manutenção da oferta de tilápia e o surgimento de mais empresas no setor em vários Estados brasileiros iniciou uma nova onda de “demonização” do produto, seja pelo argumento ambiental, sabor e qualidade. Porém, nenhum desses porquês colaram e a cada dia mais, a participação da tilápia nas gôndolas aumentava - só que dessa vez, ela ganhou também todas as grandes redes de varejo do Brasil, mesmo na região Norte, onde ainda ocorre uma grande oferta de peixes oriundos da pesca. Sendo assim, a busca de explicações plausíveis continua entre aqueles que hoje, não conseguem analisar a tilápia como uma espécie que conseguiu sair do contexto do pescado e se sentou à mesa de outras proteínas de origem animal.
Como temos falado diuturnamente quando somos abordados pela
pergunta “por que o consumo de tilápia cresce tanto?”, sempre informamos que seriam necessários alguns dias de explicações para enumerar todos os motivos. No entanto, um item que resume grande parte desta resposta é muito simples: a tilápia é um produto do agronegócio brasileiro!
Atualmente, a espécie é comercializada em 140 países no mundo, fato esse que, por si só, já poderia ser motivo para entender esse crescimento aqui no Brasil. E isso se deve não porque exportamos para todos esses países, mas sim pelo fato de que no mundo atual, alguns alimentos que se enquadram como universais tem comportamento de consumo similares independente do país, de seus costumes ou poder aquisitivo.
A dificuldade de se entender essa dinâmica da tilápia decorre de que a

*Presidente executivo da Associação Brasileira da Piscicultura (PeixeBR)
proteína mais consumida no mundo ainda é o pescado. Logo, ao enquadrar a tilápia neste grupo, é automático se pensar que ela se comporta como tal em todos os cenários. E justamente aí que está o grande erro de análise, pois essa espécie de pescado se descolou desse grupo.
Retornando agora à produção, mais especificamente ao agronegócio brasileiro, atualmente, somos os melhores do mundo em enfrentar os desafios climáticos, mercadológicos e governamentais para produzir alimento em larga escala. Esse fato tem nos permitido investir e produzir alimento, assimilando rapidamente as técnicas de produção, processamento e comercialização, além da incorporação e geração de tecnologia em uma velocidade não observada em outros segmentos de nossa economia. A expertise gerada nos negócios de outras proteínas de origem animal, foram incorporadas automaticamente para a cadeia de produção e consumo da tilápia, eliminando várias etapas de aprendizado necessários para construção deste mercado.
É possível continuar escrevendo sobre esse tema em muitas e muitas páginas. Porém, se você que está lendo este artigo ainda não entendeu o que realmente está ocorrendo, sugiro que faça uma reflexão do setor dentro da perspectiva mundial de produção de alimento humano. Nessa análise, com certeza você vai achar a tilápia. Afinal, ela não é exclusividade de um país ou região, mas um produto de cultivo e consumo que deixou de ser só mundial para ser universal.


OEstado de Santa Catarina cada vez mais se consolida como maior polo pesqueiro industrial do Brasil. Somos o primeiro Estado no ranking nacional em geração de empregos, na quantidade de empresas pesqueiras e também em faturamento líquido no setor.
Apenas no mercado de produtos enlatados, movimentamos anualmente mais de R$ 3,5 bilhões, equivalente a mais de 800 milhões de latas por ano. Com as duas maiores enlatadoras da América Latina, Santa Catarina é responsável por mais de 80% da produção de sardinha e atum enlatados comercializados no Brasil.
Garantir a melhor e mais saudável proteína animal na mesa dos consumidores passa por uma série de desafios. Em quase meio século de história, o Sindipi atua com protagonismo, defendendo políticas públicas que estejam pautadas pela ciência, validadas pela prática e respaldada pelo entendimento de todos os atores da cadeia produtiva. Buscamos uma pesca sustentável, que priorize cada vez mais o futuro e cuja renda esteja assegurada pela excelência da matéria-prima.
Para os próximos anos, os desafios são grandes e a superação está na inovação tecnológica, gestão eficiente e união do setor.
No início do atual governo, havia uma expectativa positiva de maior apoio ao setor pesqueiro com a criação

do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando sua sustentabilidade.
Ainda que concretizada esta expectativa, junto à criação do MPA veio o retorno da gestão compartilhada dos recursos pesqueiros com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) que, no passado, representou retrocessos à gestão dos recursos pesqueiros - eram duas agências sobrepostas com poder equivalente para regulamentar os mesmos recursos, porém com orientações de gestão divergentes e conflitantes.
Com base neste histórico, não há como negar a preocupação do setor. Ainda assim, temos percebido uma aproximação pertinente do MPA e a boa disposição do atual governo em receber as demandas.
Nossa torcida é para que todos os atores tenham aprendido com erros do passado para que possamos, juntos, traçar um novo rumo para
a pesca brasileira, com foco na sustentabilidade dos ecossistemas marinhos para a preservação e o aprimoramento da própria atividade pesqueira. E, para isso, os estudos e investimentos são fundamentais.
O ano de 2023 também foi marcado por uma decisão inédita, baseada em dados controversos: a frota industrial foi proibida de pescar tainha - nesse cenário, o Sindipi atuou em diversas frentes para reverter a decisão, porém, sem sucesso. Além do prejuízo econômico, a proibição da pesca mais tradicional em Santa Catarina foi uma perda simbólica muito forte. Ainda assim, seguimos apostando no diálogo e acreditando no trabalho do novo MPA que já deu início às atividades do Grupo de Trabalho que discute a próxima safra de tainha.
O anúncio de que as reuniões dos CPGs pelágicos acontecerão aqui em Santa Catarina, onde a maior parte da frota está sediada, mostra a disposição para o diálogo e reforça o compromisso desta gestão para garantir a participação social na tomada de decisões.
A pesca industrial brasileira tem se renovado ano a ano, focando cada vez mais em qualidade e sustentabilidade. No entanto, o seu futuro também depende de boa gestão governamental. A abertura do diálogo entre o governo e o setor produtivo é fundamental e está bem encaminhada.
Seguimos fazendo a nossa parte para que a pesca seja cada vez mais rentável e sustentável.



Escrever algumas palavras em uma publicação deste gênero é um exercício de fechar os olhos e pensar nos últimos 12 meses.
Nessa reflexão, vamos navegar na ordem crescente de latitude no ponto onde passa a “linha do Equador” em Tucumã - ao oeste de Belém e ainda no território paraense -, região essa regida por forças e dimensões extraordinárias da natureza, como toda a Bacia Amazônica. Lá, o Brasil decidiu estrategicamente represar os rios do local, criando grandes paredões e represando vastas áreas para acumular água e energia hídrica que serão transferidas às turbinas instaladas na base destes paredões, em alturas onde os rios originalmente corriam.
No entanto, houve impactos no fluxo de nutrientes e de processos migratórios de recursos pesqueiros ou de suas bases tróficas (espécies que servem de alimento) nas parcelas da sociedade dependentes destes recursos. Portanto, além de romper migrações como, por exemplo, os de grandes bagres amazônicos como o filhote, a dourada e a piramutaba, estas alterações na dinâmica de drenagem da grande bacia mexem também nos regimes de sedimentação, transporte de nutrientes, transparência e luz, que por sua vez, afetam processos fotossintéticos ao longo do rio, das áreas inundadas e de todo espaço de influência.
Voltando para a pesca e os pescados, há registros de produções
destes bagres acima das 25 mil toneladas anuais. No entanto, o maior volume sempre foi a da piramutaba, que, por sua vez, possui crescimento mais rápido, ciclos de vida mais curtos e é mais adaptada às variações no ecossistema - por isso que em um passado não muito distante, a piramutaba era produto de exportação, bastante buscado pelo mercado americano, onde era vendido como catfish. Entretanto, ao avaliarmos o tamanho médio de captura e os valores de venda, assim como a regularidade nesta cadeia de valor em termos de qualidade, retorno financeiro, cumprimento de compromissos, vê-se uma grande e real desorganização.
Afinal, não é possível que continuemos trabalhando sem considerar a importância da manutenção de estoques pesqueiros para que eles tenham o máximo de rendimento econômico possível, justamente por isto ser resultado de valor e quantidade de venda. Para isso, temos que absorver um novo conceito: o de que na pesca extrativa, “mais vale um peixe na água, do que dois na mão”.
Mas por que isso? Simples: porque este peixe vai crescer e se reproduzir em milhões, que por sua vez, vão crescer e se reproduzir permitindo a recuperação da biomassa que, como uma adequada componente reprodutiva (% do total em idade apta a reproduzir) e de manejo, permitirá maiores volumes submetidos
à mortalidade por pesca. Ou seja, será possível realizar uma pesca sustentável e saudável que não impacte a estrutura populacional.
Nesse contexto, temos muitos exemplos errados no próprio Norte como a pescada amarela, a pescada gó e o pargo – este último, já foi um importante recurso de exportação, mas que, em 2023, passa por um ano de aperto devido às baixas produções e insistência de capturas em tamanhos pequenos. Também é possível entrarmos nas áreas de lagostas e atuns em que ambos os casos, as capturas são predominantemente de indivíduos jovens, de baixo ou nenhum poder reprodutivo.
Hoje em dia, estamos à espera de uma decisão da autoridade pesqueira brasileira por medidas a serem tomadas para assegurar a produção e manter as cotas de pesca da albacora bandolim – nos foram impostos limites de captura pela ICCAT, deduzidos em 10% pelo excesso de anos anteriores e sob o risco desta dedução ser aumentada, caso não consigamos nos manter ao limite anual de 5.440 toneladas para esta espécie. Recentemente, aconteceram importantes reuniões do CPG Atuns e Afins, onde tentou-se o consenso em como dividir este montante entre as frotas que a capturam, o que não aconteceu. Sendo assim, caberá aos gestores públicos construir a decisão, que terá óbvios impactos sociais, econômicos e políticos.
Vamos dar um pulo nas latitudes e saltar da área de influência equatorial para a tropical, na latitude 23,5 S, em Ilhabela, Litoral Norte de São Paulo. Ali, reina a sardinha, peixe pelágico que se distribui em enormes cardumes.
Estudos mais recentes da Univali, com apoio do Sindipi e do Conepe, avaliou e monitorou a espécie durante o período de defeso, alterado recentemente em 2020, quando se extinguiu o defeso de inverno e se aumentou o período de Verão, dando um grande empurrão na recuperação de biomassa. Estes estudos sugerem que existam duas populações desta espécie - uma mais concentrada nos litorais paulista e carioca, sendo outra no Sul – e que elas estão realizando deslocamentos regulares em direção aos polos. Foram realizados recentes e repetidos registros da ocorrência desta espécie à Leste da Barra do Rio Grande, onde até alguns anos atrás e na legislação ainda vigente, a distribuição era considerada sempre à Norte do Cabo de Santa Marta, em Laguna (SC). Lá, as capturas desta espécie aumentaram em anos recentes de abaixo de 30 mil toneladas para acima de 50 mil toneladas.
Não muito diferente, temos a safra 2022/2023 do bonito-listrado capturado com vara e isca viva. Essa espécie também teve uma produção muito boa, regida pelas condições ambientais propícias e por abundância na disponibilidade de recursos tróficos abaixo de sua posição na cadeia (como exemplificado para as sardinhas). Além disso, também houve a retração de demanda decorrente de um escoamento comercial tímido devido a fatores mundiais (pandemia e guerra) e nacionais (situações políticas e econômicas).

Todo esse cenário nos faz pensar que, em se tratando do uso de biodiversidade selvagem, são muitas as variáveis de qualidade ambiental que afetam a disponibilidade e a saúde dos estoques que trabalhamos. Logo, apontar para pescadores, armadores, embarcações e a própria atividade como os principais responsáveis pela degradação da qualidade e saúde de estoques e oceanos é, no mínimo, covarde. Afinal, a influência de decisões em terra é muito maior e impactante.
Dessa forma, insistimos na busca de sustentação técnica e científica como base em políticas públicas, com compromissos de rastreabilidade da produção, de responsabilidade social associada, de transparência e participação ampla em tomadas de decisão que sejam cruciais.
Não fazer nada só aumentará os problemas. Afinal, assim como a natureza, a pesca e a biodiversidade são fortes e muito resilientes. Mas, se até a natureza tem seus limites, o que dirá o restante?


Por Itamar Rocha*
Oacirramento da crise financeira mundial tem contribuído para a queda dos preços nos principais mercados importadores de camarão que, por sua vez, baixaram a níveis quase que insustentáveis e diminuíram as previsões de redução da produção global setorial. Todo esse cenário contribuiu para duas indagações recorrentes: 1) o que realmente está acontecendo com o camarão?; 2) Como explicar que a estrela da gastronomia mundial e de frutos do mar, esteja passando por essas dificuldades?
Notadamente, os preços do camarão in natura estão caindo na porteira das fazendas em todos os países produtores de camarão marinho cultivado que dependem do mercado internacional. Para isso, basta ver que, em agosto de 2023, os preços médios do camarão de 16 gramas (60) mostram os seguintes comportamentos por kg na porteira da fazenda dos principais países produtores: Equador (US$ 2,60/kg); Índia (US$ 3,50/ kg); Vietnã (US$ 3,50/kg); Indonésia (US$ 3,80/kg); e Tailândia (US$ 3,60/kg). Esses dados mostram que, na verdade, esses preços estão muito abaixo da necessidade para uma remuneração que seja justa aos seus produtores.
O Brasil, que desde 2010 praticamente deixou de participar do mercado internacional, tem um
curioso desempenho a ser analisado: mesmo com a pandemia da Covid-19, em especial o do camarão marinho cultivado, que comercializa cerca de 60% da sua produção na condição de produto fresco in natura, de forma surpreendente, a produção nacional cresceu 33,33% no período mais crítico da pandemia. Tomando como referência o ano de 2016 (60.000 toneladas), o ano passado apresentou
um incremento de 150% (150.000 toneladas), com um detalhe muito importante: de um total de 382.000 toneladas produzidas entre 2020 a 2022, apenas 618 toneladas (0,16%) foram exportadas. Ou seja, 99,84% (381.382 toneladas) foi destinada ao mercado interno. Inclusive, quando se analisa a variação de preços no período mais crítico da pandemia (abril, maio, junho e julho) de 2020 e
2021, com o mesmo período de 2022 e 2023, fica muito claro que as quedas de preços são manipuladas pela cadeia de intermediação, utilizandose da fragilidade dos micros e pequenos produtores, que já representam 88% dos carcinicultores brasileiros e que não contam com apoio financeiro, quer seja para investimentos ou custeio operacional.
Para isso, basta ver que, de janeiro a agosto de 2023, o preço base para o camarão de 10 g, beneficiado e congelado, manteve-se no mesmo patamar (R$ 30,00/kg inteiro), e R$ 62,00/kg, filé). Neste cenário, o custo de processamento é respectivamente R$ 3,30 e R$ 7,20/kg, exatamente pela maior vida de prateleira e, naturalmente, pela consistente demanda do mercado interno.
Mesmo tendo presente que o setor precisa começar urgentemente a direcionar parte de sua produção para o mercado internacionalpreferencialmente para a União Europeia e China como primeiro mercado, uma vez que já estamos habilitados a exportar para os EUA, oqual no entanto, deve funcionar como segundo mercado, pois importa camarão sem cabeça -, temos plena consciência que devido a atual conjuntura setorial e a falta
de prioridades governamentais, além da reabertura do mercado da União Europeia e da própria China, essa meta não vai se viabilizar no horizonte de 2023.
Pelo que temos destacado e defendido junto aos produtores, via suas Associações Estaduais (APCC, ANC, ACPB, ACCBA e ACSE, etc.), existe a premente necessidade de mudança da participação do camarão processado dos atuais 40% para 60% - 80%, tudo como forma de permitir a interiorização do seu consumo – neste contexto, pelo menos 5.250 municípios brasileiros possuem menos de 100.000 habitantes, com uma população da ordem de 100 milhões de habitantes, que dificilmente podem ser abastecidos por camarão in natura
Sendo assim, não temos dúvidas de que a produção brasileira de camarão marinho cultivado continuará crescendo e deverá atingir as 180.000 toneladas projetadas para 2023. No entanto, ela vai depender das ações de transformações, interiorização e promoções requeridas no tocante ao processamento e agregação de valor. E esse é ocaminho para que possamos continuar crescendo, mesmo sem o mercado internacional, pois tomando

como referência o mercado interno do México, por exemplo, o consumo interno do Brasil poderá ser da ordem de 350.000 a 400.000 toneladas de camarão por ano.
Nesse contexto, para 2024, diante do atual cenário confrontado pelo setor carcinicultor, as projeções apontam para um patamar da ordem de 200.000 toneladas , podendo até crescer mais se o setor viabilizar suas exportações ou conseguir ampliar sua capacidade de processamento e agregação de valor. .


Por Júlio César Antônio*
Oano de 2022 foi marcado pela recuperação na indústria pesqueira global. No Brasil, esse cenário se traduziu em estabilidade política pós-eleições e avanços significativos na cadeia de produção industrial, cujas tendências continuam em 2023. Com o novo governo em posse e uma absorção tranquila pelo mercado, as cadeias produtivas mantiveram sua fluidez. Um destaque notável foi o aumento do consumo de pescado, impulsionado pela inovação na indústria de pesca, que ofereceu variedade em cortes e embalagens, atraindo assim novos e valiosos consumidores.
Embora as perspectivas do PIB para 2023 apontem um crescimento mais moderado, em comparação a 2022, os indicadores sugerem um ambiente mais favorável. Com uma melhora nas taxas de inflação e desemprego, aliadas à estabilidade cambial e às articulações para a reforma tributária, a passagem de 2023 para 2024 ainda será de números desafiadores, mas ao mesmo tempo, com muito otimismo. Apesar dos desafios impostos pela taxa de juros, a cadeia brasileira do pescado tem se mantido resiliente, contribuindo para a geração de divisas e suprindo uma demanda por alimentos saudáveis em escala crescente.
Potencial do mercado do pescado
No Brasil, estimamos que a média de consumo de pescado seja de cerca de 9,5 kg por habitante ao ano – ou seja, o potencial de crescimento é evidente e exponencial. A aquicultura
“O consumidor sempre busca e necessita ter diversidade de produtos, de sabor. Sendo assim, acreditamos no crescimento do produto importado, visto que a diversidade de espécies de pescado produzidas mundo afora é enorme - a maioria das espécies importadas e comercializadas no Brasil.”

da
desempenha um papel crucial nesse cenário, com previsões de aumento no consumo per capita até 2030, contudo pautada em poucas espécies, especialmente a tilápia e o tambaqui (peixe) e camarão (crustáceo).
O consumidor sempre busca e necessita ter diversidade de produtos, de sabor. Sendo assim, acreditamos no crescimento do produto importado, visto que a diversidade de espécies de pescado produzidas mundo afora é enorme - a maioria das espécies importadas e comercializadas no Brasil, não possuem condições de serem desenvolvidas em nosso território por questões puramente geográficas, como o salmão e bacalhau, por exemplo.
Porém, o pescado importado tem evoluído em qualidade e sabor, impulsionando desta forma o consumo, o que favorece o produto nacional. Atualmente, por exemplo, temos na gastronomia oriental um crescimento da utilização do pescado nacional. No entanto, é impossível imaginarmos a gastronomia oriental sem o pescado importado, o que demonstra que um produto estimula o crescimento do outro.
Sendo assim, investir em ações e fomentar o pescado nacional e importado é estratégico para o Brasil. E nesse cenário, a Abrapes mantém um trabalho intenso para que isso aconteça de forma efetiva.
Desafios e compromissos da Abrapes (com 2024 no radar)
Na Abrapes, os desafios são muitos. E o nosso compromisso como gestores é maior ainda. Incansável, eu diria. Afinal, buscamos por representatividade e apoio governamental, visando a manutenção da competitividade e rentabilidade da cadeia do pescado. Essa maior proximidade com entes reguladores, por exemplo, tem possibilitado discutir e flexibilizar normas para que o setor possa seguir crescendo.
Em termos de ações futuras, a Abrapes tem trabalhado mais fortemente para ampliar o comércio internacional de pescado com mercados como a Ásia e União Europeia, realizando ainda encontros e reuniões com representantes da Índia e de países do Mercosul.
Também temos um ponto de atenção na análise técnica de normativas que impactam o setor. Esse é o caso da portaria que atualiza o Regulamentos Técnicos de Identidade e Qualidade (RTIQ) de peixe congelado, uma demanda importante e que tem a participação efetiva da Abrapes e demais entidades do setor.
“Em termos de ações futuras, a Abrapes tem trabalhado mais fortemente para ampliar o comércio internacionaldepescadocommercadoscomoaÁsiae União Europeia, realizando ainda encontros e reuniões comrepresentantesdaÍndiaedepaísesdoMercosul.”
Já no âmbito de sanidade, a tendência do setor é para um crescimento de empresas que estejam vinculadas ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI-POA), em detrimento de empresas vinculadas ao Serviço de Inspeção Federal (SIF). No Pescado, especialmente dentro da Abrapes, o regime SISBI pode atender a maioria das empresas ligadas à associação.
Temos ainda a Lei do Autocontrole para ser consolidada. A nova regra transforma o atual sistema de fiscalização, exclusivamente estatal, em um modelo híbrido, compartilhado com os produtores. Estamos avaliando proposta quanto à regulamentação e melhoria da norma.
Quanto à reforma tributária, a Abrapes tem acompanhado todos os desdobramentos e está dialogando com entidades da cadeia do pescado
e representantes políticos. O intuito é manter o peixe na cesta básica oficial e sem incidência de tributação, sendo incluído ainda todo o pescado em tal regramento, o que dará maior competitividade ao pescado e fomentará o consumo desta proteína que, além de saborosa, é uma das mais saudáveis.
Nós também pretendemos participar dos grandes eventos em 2024, dentre eles a feira Apas, bem como, a Seafood Expo Global e a Seafood Show Latin America - esta última acreditamos que será, nos próximos anos, uma das principais feiras de pescado em nível mundial.
É dessa forma, sempre atenta às demandas e somando esforços, que a Abrapes quer seguir fazendo a diferença para o setor, com um protagonismo que inspira associados e agrega valor à cadeia do pescado do Brasil.


Por Aniella Banat*
AAbipesca realizou um grande passo junto ao setor de pescado brasileiro na contribuição em duas das mais importantes Consultas Públicas do ano de 2023: a primeira foi a revisão do Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade (RTIQ) de Peixes Congelados; e a segunda fica por conta da normatização dos produtos Plant Based.
Para o RTIQ, nossa contribuição sugeriu mais de 70 pontos de melhorias no ato normativo, o que, se aceito, acarretará em um ambiente regulatório seguro operacional e jurídico para o business global do pescado congelado.
As contribuições foram fortemente embasadas em dois elos: competência normativa e mérito do objeto, considerando ainda enxugar normas contínuas na evolução tecnológica dos alimentos. Já o nivelamento com normas internacionais visa mitigar entraves e barreiras comerciais.
Durante os 75 dias de consulta pública, a Abipesca desenvolveu várias agendas estratégicas com todos os elos do setor, tanto nacionais como internacionais. A participação envolveu desde os fornecedores de matériasprimas, representantes setoriais, clientes, governos e embaixadas, universidades e seus pesquisadores mais renomados, equipes da área de desenvolvimento de produtos e especialistas da área do direito administrativo.
Foram levantados e discutidos dados de mais de 20 anos de pesquisas reconhecidas internacionalmente, com cadeia produtiva, cientistas e governos unidos em prol da proteína mais consumida no mundo.
Aproveitando o espaço deste anuário, nós gostaríamos de agradecer publicamente ao Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal pela oportunidade de atualização da norma, bem como pelo reconhecimento


*Diretora de Processamento e Comercialização da Associação Brasileira das Indústrias de Pescados (Abipesca)
do potencial que o pescado brasileiro tem em nível mundial. Agradecemos também aos participantes dessa construção, os pesquisadores da Universidade Federal Fluminense, Universidade da Patagônia, governo e embaixada da Argentina, técnicos das entidades participantes do Fórum Nacional da Aquicultura e Pesca (FNAP) e, especialmente, às equipes técnicas de qualidade de nossas 28 indústrias associadas atualmente.
Em relação ao plant-based, reforçamos as ações já realizadas judicialmente - e agora com a consulta pública, tivemos a oportunidade de defender os interesses dos nossos associados diante a competição injusta nas gôndolas. Somos também a favor da evolução dos alimentos plant-based, desde que cumpram com as normas niveladoras que garantam a clareza de entendimento aos consumidores.
Em resumo, a Abipesca irá “em bloco”! E sabendo do valor da proteína mais consumida do mundo, estaremos acompanhando essa evolução normativa e até o final, defendendo nossas indústrias de pescado e a cadeia de valor a qual tanto gera emprego e renda para o nosso País!


A
Por Fernando Blower*
Os últimos anos não foram nada fáceis para toda a cadeia do foodservice brasileiro, que engloba restaurantes, bares, lanchonetes, padarias, dentre outros. A crise sanitária e econômica, incertezas, guerra na Ucrânia e eleições foram alguns dos acontecimentos que influenciaram de alguma forma em nosso setor. Apesar de um longo e tenebroso cenário de instabilidade, o segmento provou sua resiliência e caminha rumo à recuperação gradual atrelada à retomada da economia.
Após a fase crítica da pandemia, que fez muitos negócios fecharem as portas e o número de desempregados ultrapassar os 15 milhões no primeiro trimestre de 2021, segundo o IBGE, em 2022, ainda enfrentamos um aumento expressivo da inflação nos alimentos, o que foi contido pelossomente restaurantes, que não repassaram integralmente a alta ao consumidor. Esse processo, no entanto, acabou achatando as margens de lucro de um segmento que ainda estava lidando com as consequências e os custos de uma ocasião que impactou o mundo todo, carregando um expressivo passivo tributário e bancário. Ou seja, o ano de 2023 marca um momento em que é preciso encontrar o equilíbrio financeiro dos negócios para atenuar os danos causados pelos tempos difíceis enfrentados pelo setor que mais emprega no Brasil.
A última edição da pesquisa sobre a visão dos operadores de foodservice, realizada pela Associação Nacional de Restaurantes (ANR), Galunion (consultoria especializada no mercado food service) e Associação Brasileira
da Indústria de Alimentos (ABIA) com 454 entrevistados que representam 9.239 pontos de vendas, já mostra esse progresso: o faturamento no primeiro semestre de 2023 foi superior ao de 2022 para 58% dos respondentes; 32% tiveram receita igual a um ano atrás; e 10% registraram faturamento inferior.
À medida que olhamos para 2024, a alimentação fora do lar ainda enfrenta desafios, mas também oportunidades mais promissoras. Nesse contexto, vislumbramos maior previsibilidade e segurança para o setor no ano que está por vir, com inflação mais controlada. Consequentemente, haverá margens e investimentos com mais respaldos e redução gradual do passivo, já que grande parte dos estabelecimentos estava vinculada às altas taxas de juros, que seguem baixando.
A pandemia mostrou a necessidade de adaptação e inovação. Portanto, o investimento em tecnologia continuará sendo crucial no setor para ganho de eficiência e operação. Hoje, diversos estabelecimentos estão mais bem preparados, com capacidade para expandir novos modelos de negócios e marcas.
Por outro lado, haverá grande pressão sobre os fornecedores para a redução de custos ou o aumento da gama de produtos e serviços agregados. A última pesquisa junto a operadores
já mencionada também evidencia isso. Para 91% dos respondentes, o critério para comprar de um fornecedor se voltou ao preço/custo-benefício e a qualidade é o principal fator para 86% deles, enquanto o preço também vem na sequência para 85%.
A indústria deve continuar a se reinventar, incentivando o diálogo em meio às entidades que atuam pelos interesses de toda a cadeia e ainda visando novas soluções que melhorem produtos e serviços. Afinal, vale lembrar que bares, restaurantes e afins devem atender às expectativas cada vez mais exigentes dos consumidores, o que ainda pode instigar mais transformações e impulsionar todo o potencial intrínseco ao segmento. Juntos, toda a cadeia, do campo e da indústria ao prato do restaurante, poderá crescer e colaborar para desenvolvimento social e econômico do País.



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Por Marcio Milan*
Écomum encontrar nos supermercados ao menos algum tipo de pescado: congelado, filetado, frescos, em conservas e até pratos preparados como o já tradicional (e famoso) bolinho de bacalhau.
No entanto, o que vem chamando a atenção são aqueles nichos que se despontam dentro de algumas categorias de alimentos e que quando caem no gosto do consumidor (e cabem no seu bolso), passam a estar cada vez mais presentes na cesta de abastecimento dos lares. E dentro desta ótica, os pescados estão entre eles.
Hoje, independente da época do ano - ainda que diante de um consumo menor do que a alta impulsionada pela Semana Santa, não é incomum encontrar nos supermercados os pescados e frutos do mar congelados, frescos, em conservas. Da mesma forma, tem se tornado comum encontrar um outro nicho que emergiu timidamente nos supermercados, mas que aponta para um consumo promissor: os pratos prontos da culinária japonesa.
Neste cenário, saltam aos olhos as lojas que carregam um conceito de experiência de consumo completa, com serviços e conveniência para o consumidor tanto no canal físico, quanto no varejo digital.

Nesse mar de novidades, há uma ampla variedade de pratos que tem como ingrediente principal o pescado fresco: sushi rolls, sashimis e temakis - todos feitos com diferentes técnicas e sabores, sendo assim uma grande paixão dos admiradores de peixe fresco. E para algumas empresas, essa comodidade combinada com o frescor e sabor dá um bom negócio.
E se dá negócio é porque as empresas têm uma forte relação de parceria com a cadeia de fornecedores para haver maior previsibilidade, ou seja, para evitar rupturas. As dinâmicas negociações comerciais demandam, além de constância no abastecimento, uma padronização que passa pelos cortes e pelo frescor que o prato demanda – sem descuidar dos importantes aspectos socioambientais da cadeia produtiva do pescado.
Além de apostar na gastronomia e em novas experiências, as empresas supermercadistas contam com os aprendizados. Elas buscam no sucesso de outros nichos de categorias, os exemplos de crescimento sustentável, como os orgânicos, os produtos com rastreabilidade, os alimentos certificados, os produtos marcam própria – que cada vez mais estão nas gôndolas e na cesta de consumo.
Elas investem ainda em como oficinas gastronômicas para ensinar
os modos de preparo, a harmonização com outros alimentos, a exemplo dos vinhos, azeites e, claro, promovem a degustação dos pratos. Além do promissor nicho, não podemos nos esquecer da importância da presença dos pescados congelados, dos frescos, dos enlatados e dos secos que já estão nos supermercados.

*Vice-presidente institucional e administrativo da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)




Por Paulo Solmucci*
Pouco a pouco, o setor da alimentação fora do lar recupera-se dos impactos causados nos três anos de uma pandemia cujo fim foi protocolarmente declarado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 5 de maio de 2023. Neste atual cenário, podemos verificar que os estabelecimentos atualmente continuam registrando a inflação um pouco maior do que do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). No entanto, 1/3 dos bares e restaurantes ainda permanece endividados.
De fato, o período da pandemia nos foi extremamente penoso, num grau ainda maior para outros segmentos que também padeceram muito, como os da hotelaria, do turismo, das salas de cinema, dos museus, teatros e casas de espetáculos. No caso dos estabelecimentos da alimentação fora do lar, 35% deles desapareceram – ao todo, eles eram um milhão e foram reduzidos a 750 mil, sendo que 35% (262,5 mil) ainda continuam com dívidas a pagar. Logo, os empregos também caíram, registrando queda de 6 milhões para 3,9 milhões.


Dos que investem em negócios do setor, a maioria é excepcionalmente vigorosa. Dentro desse contexto, podemos dizer que a derrocada de quase três centenas de bares ocorreu por que eles “morreram de morte matada, e não de morte morrida”: eles foram liquidados por uma sucessão de fechamentos compulsórios (lockdowns), ordenados por prefeitos que acabaram agindo muito mais como coronéis do que como gestores públicos democraticamente eleitos.
Hoje, o espectro Abrasel compreende cerca de 1,9 milhão de empreendedores e empreendedoras (37,5% são mulheres), dos quais 1 milhão atuam sob a figura jurídica do MEI. Aqui, acho importante destacar que a Abrasel é uma entidade de livre adesão e que não faz parte do universo sindicalista brasileiro. Ou seja, somos representantes todo o setor, estejam nele os barzinhos das comunidades ou os mais sofisticados restaurantes dos bairros nobres brasileiros.
A pirâmide nacional do empreendedorismo no setor de bares e restaurantes reflete a pirâmide socioeconômica do País. Segundo estudo da FGV Social, realizado em 2021, 29,6% da população brasileira tinha renda mensal de até R$ 497. Como certamente esse panorama não mudou nos últimos dois anos, podemos afirmar, em números redondos, que vivem na pobreza 30% da população brasileira
(cujo total é hoje de 214,3 milhões de habitantes, segundo estimativa do IBGE). Ou seja, 64 milhões de habitantes estão, infelizmente, em situação de pobreza.
O que a esmagadora maioria da população empreendedora almeja para o Brasil está neste lema da Abrasel: “Um País mais simples de se empreender e melhor de se viver”. Ou seja, fazer com que o empreendedorismo na base da pirâmide seja o vetor de redução da pobreza, e, consequentemente, o vetor de ampliação da classe média – aqui, o foco da entidade são os centros urbanos, que concentram 85% da população brasileira.
Sendo assim, fica muito mais fácil de entender o porquê neste ano, estão em curso frentes de inclusão empreendedoras da Abrasel em três comunidades - respectivamente
em Fortaleza, Maceió e na região metropolitana de São Paulo -, além de outras ações que nossa entidade tem historicamente posto em prática como, por exemplo, uma campanha de difusão do reconhecimento social das catadoras e catadores de materiais recicláveis. Esse é um movimento em parceria com a Associação Nacional de Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis (Ancat).
A Abrasel vem seguidamente conquistando para o Brasil mudanças estruturais de grande relevância, voltadas a uma sociedade inclusiva, empreendedora e aberta ao livre mercado. Para exemplificar, citemos a supervisão do Banco Central nos meios de pagamentos, cujas empresas atuavam, até 2013, sem qualquer fiscalização. Estivemos também de forma efetiva na linha de frente do
movimento pela elevação do limite do Supersimples, de R$ 3,6 milhões para R$ 4,8 milhões. E mais: fomos os principais mentores do contrato de trabalho intermitente.
O que antevemos para o Brasil de 2024 aproxima-se, em geral, das projeções veiculadas na imprensa. Prognostica-se um cenário que se aproxima dos 3%, tanto para o índice de inflação quanto para o crescimento do PIB. Os ambientes nos estabelecimentos do setor já apontam nessa direção, pois voltaram a florescer com muita confiança. Como diz Sergio Molinari, fundador e sócio da Food Consulting: “a pandemia ampliou ainda mais o valor do ser acolhido, do compartilhar, do socializar, celebrar e comemorar o reencontro.” E nós cremos nisso.

Sobre o futuro





Por Melanie Whatmore*
As exportações de salmão do Chile para o Brasil completam 40 anos este ano, o que é motivo de grande celebração. Afinal, o País é o terceiro destino da indústria chilena de salmão – o segundo mais importante se levarmos em conta apenas as espécies de salmão do Atlântico. Ou seja, o Brasil é um mercado muito relevante para a indústria chilena de salmão em termos de crescimento, de conseguir incorporar o salmão aos hábitos dos consumidores brasileiros e, é claro, por também ter construído a marca Salmón de Chile de forma associativa há 12 anos no País.
Para entendermos esse cenário de consolidação, basta analisar os números das exportações chilenas de salmão para o Brasil em 2022: elas atingiram 100.821 toneladas líquidas, o que representa um crescimento de 49% nos últimos 10 anos. Já em relação ao valor exportado, os números alcançados em 2022 foram de US$ 804 milhões, o que já supera em muito os níveis pré-pandemia (ano em que as exportações chilenas de salmão sofreram uma queda significativa de 32%). Aqui, é importante lembrar que a maior venda de salmão chileno ainda é centrada no canal service, onde o salmão é protagonista dos restaurantes de sushi. No entanto, o canal supermercadista tem registado um crescimento significativo (hoje,

é estimado em 30% das vendas de salmão), reforçado nos últimos anos pelos efeitos da pandemia, onde houve um crescimento significativo nas categorias de alimentos devido ao aumento das preparações caseiras e maior preocupação com alimentos que fossem verdadeiramente saudáveis.
Nos últimos 12 anos, a indústria unida e com o apoio da ProChile, posicionou a marca Salmón de Chile na mente do consumidor brasileiro através de sua campanha que, hoje, conta com ativação 100% digital, com comunicação em sites, aplicativos, através de influenciadores, buscadores, redes sociais e contato presencial com
“O Brasil é um mercado muito relevante para a indústria chilena de salmão em termos de crescimento, de conseguir incorporar o salmão aos hábitos dos consumidores brasileiros e, é claro, por também ter construído a marca Salmón de Chile de forma associativa há 12 anos no País.”
suporte em supermercados e também em restaurantes.
Números que mostram o hábito de consumo de pescado
No mundo, o consumo global de pescado vem aumentando cerca de 1,5% ao ano, saltando de 9 kg/capita, em 1961, para 20,5 kg/capita em 2018. Já no Brasil, o consumo é inferior. Portanto, o que esses números mostram? Que ainda há um potencial muito grande para aumentar a demanda e gerar ainda mais o hábito do consumo de pescado em geral no Brasil e no mundo. Se levarmos em conta que a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é consumir cerca de 12 kg de pescado por ano, ainda há muito espaço para crescer.
De fato, o salmão chileno é o peixe mais importado do Brasil (principalmente o salmão do Atlântico) e os consumidores brasileiros vêm incorporando esse pescado cada vez mais em suas compras semanais, bem como em suas dietas justamente por seu sabor e propriedades nutricionais, que vão do Ômega-3, vitaminas (B3, B6, B12, D), potássio e selênio. Todas essas vantagens naturais trazem benefícios únicos à saúde como a saudabilidade cardiovascular, a redução do risco de doenças coronárias e a promoção da função e o desenvolvimento cerebral em crianças.
Dada a proximidade dos dois países, outra característica especialmente valorizada pelos consumidores brasileiros é a possibilidade de consumir salmão chileno in natura em uma oferta cada vez mais diversificada, com alternativas que vão desde salmão inteiro, filés, porções e novas alternativas com maior valor agregado (hambúrgueres e formatos como aqueles “prontos a comer”, por exemplo).
Os últimos números publicados pela Subpesca em seu Relatório do Setor de Pesca e Aquicultura publicado em junho de 2022, indicam que a colheita acumulada
até maio de salmão do Atlântico –a espécie mais exportada para oBrasil – foi de 293 mil toneladas, 8,5% menos que em 2021. Aqui, ainda é importante dizer que o salmão do Atlântico é colhido principalmente nas áreas mais ao Sul do Chile: as Regiões de Aysén del General Carlos Ibáñez del Campo (122,4 mil toneladas) e Los Lagos (107,1 mil toneladas).
Por fim, a colheita acumulada até maio de salmão do Pacífico – ou “Coho” –, que este ano começou a ser exportado para o Brasil, foi de 51,3 mil toneladas, 33,5% superior à de 2021. Já essa espécie foi colhida principalmente na região de Los Lagos com 41,6 mil toneladas, seguida por Aysén com 9,7 mil toneladas.



Por Dr. Julian Suárez*
Subsecretaria de Pesca e Aquicultura da Argentina (SSPyA), no âmbito das suas funções, contribui para o desenvolvimento dos centros pesqueiros localizados ao longo da costa marítima, importantes geradores de emprego, gerando divisas através das suas exportações. A produção pesqueira argentina é explicada principalmente pela pesca de captura marítima, que representa 98% do total. É por isso que, desde 10 de dezembro de 2019, a SSPyA, junto com as autoridades das Províncias com litoral marítimo no âmbito do Conselho Federal Pesqueiro (CFP), adotou medidas destinadas a responder aos interesses sociais das Províncias, entre as quais o estabelecimento de uma porcentagem mínima de 20% de processamento em terra
A atividade pesqueira é desenvolvida com elevada orientação para o mercado externo, devido ao consumo doméstico relativo historicamente baixo de pescado em relação à carne bovina, suína e de aves. As vendas externas são compostas pelas exportações de camarão, lula e merluza hubbsi - tais itens formam 78% das exportações.
As medidas de administração e gestão adotadas sobre a merluza permitiram a promoção da sustentabilidade da atividade, incentivando a conservação dos recursos a longo prazo. As flutuações da atividade têm origem nos máximos de captura definidos pelo CFP. Assim, a SSPyA se encarrega de continuar
preservando nossos recursos, que pertencem a todos os argentinos e, em particular, aos armadores, pescadores e empresas pesqueiras, fundamentais na produção de alimentos, seja na captura, produção, processamento, distribuição ou comercialização final.
Em um futuro breve, a Argentina deve continuar a enfrentar as disparidades ligadas a fatores econômicos que podem causar uma diminuição nas receitas das exportações no setor marítimo, industrial e comercial que dificultam o cumprimento de inúmeras obrigações trabalhistas, portuárias, fiscais e logísticas.
É fundamental que os recursos pesqueiros continuem a ser geridos de forma racional, o que nos permitirá continuar a ter um pesqueiro saudável, que ofereça aos consumidores de

* Diretor Nacional de Coordenação e Supervisão de Pesca da Subsecretaria de Pesca e Aquicultura e presidente-suplente do Conselho Federal Pesqueiro (CFP)
todo o mundo produtos de elevada qualidade e previsibilidade ao setor empresarial. Esse objetivo seria possível através do reforço das capacidades de investigação pesqueira, oceanográfica e de recursos marítimos, realizando a concepção, construção e inspeção de uma embarcação do tipo ‘Classe Ice’. Esta linha de ação, composta por contribuições de financiamento externo e local, levará ao fortalecimento das capacidades institucionais e de infraestrutura do Instituto Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Pesqueiro (Inidep).
O objetivo da Argentina é persistir na pesca de forma sustentável ao longo do tempo e manter os volumes que exporta, cuja receita cambial extrapola US$ 2 bilhões. Da mesma forma, o Estado Nacional depara-se com a possibilidade de complementar a redução dos direitos de exportação dos produtos pesqueiros com maior valor acrescentado na origem, estimulando e aumentando a industrialização da matéria-prima capturada e a sua transformação em produtos de gôndola.
Assim, o Estado acompanhará os produtores que investem e transformam matérias-primas no nosso país. Afinal, não é justo dar o mesmo tratamento fiscal àqueles que exportam produtos da pesca transformados e acabados e aqueles que exportam matériasprimas para reprocessamento. Com isso, continuarão a ser promovidas a geração de mão de obra qualificada, a implementação de processos extrativos e industriais sustentáveis, uma pesca mais inclusiva e a transformação dos recursos pesqueiros.



Por Carolina Nascimento*
Quando recebi o convite da Seafood Brasil para escrever este artigo para falar sobre como foi o mercado para nós em 2022 e em 2023, fiquei imaginando como falaria de mercados tão diferentes em tão pouco tempo de diferença.
O ano de 2022 nos apresentou um mercado internacional de pescado extremamente forte, com disputas acirradas por matéria-prima e, consequentemente, preços mais altos. Por aqui, vimos um cenário econômico complicado na América Latina, com forte inflação, desvalorização de moedas e eleições no Brasil, no Chile e na Colômbia. Apesar de tudo isso, as exportações de peixes do Alasca para região foram muito boas – como um todo, a América do Sul teve ligeiro
Junto com o México, a América do Sul em 2022 importou cerca de US$ 40 milhões de pescado do Alasca
crescimento em volume de 5%, sendo o Brasil o mercado que mais se destacou entre os sul-americanos, com um crescimento de 33%. Se expandimos a análise para a América Latina, o México fica com o destaque pelos impressionantes 79% de crescimento. Do volume total exportado, 60% foram de salmões selvagens, 30% de peixes brancos e outros 10% ficaram por conta de crustáceos e outros produtos. Em resumo, a América do Sul e o México, em 2022, importaram quase US$ 40 milhões de pescado do Alasca.
Foram resultados positivos para a indústria pesqueira do Alasca na região, considerando que este ainda é um mercado relativamente novo para os exportadores da última fronteira americana. Mais ainda se considerarmos que, apesar da safra recorde que houve de salmão sockeye por lá no ano passado, quase não capturamos salmão keta (chum), o qual

costuma ser o mais vendido na região.
Já 2023 nos apresenta certa dualidade, já que herdou o cenário econômico e político complicado de 2022, mas que aos poucos vai mostrando sinais de recuperação (bom, acho que nós latinos sabemos que esta é a história das nossas vidas – instabilidade econômica e política por aqui já nem é mais novidade), mas desta vez, estamos inseridos em um mercado internacional menos competitivo. Há maior disponibilidade de produto em todo o mundo – falando no Alasca, as safras estão excelentes neste ano. As capturas de salmão keta (chum) estão 40% maiores do que no passado, as de coho 31% e as de pink estão relativamente estáveis comparadas a 2021 (lembrando que este salmão tem maiores volumes de produção em anos ímpares).
Falando de peixes brancos, a cota de captura de 2023 no Mar de Bering foi estipulada em 2 milhões de toneladas. Nesta conta, entra a captura de 20 espécies, como bacalhau macro, peixes planos/solhas, rockfish e a polaca do Alasca, a qual tem cota individual estipulada em 1,3 milhão de toneladas. Essa é a espécie mais abundante por lá, com cota 17% maior do que em 2022 – aqui, cabe dizer que eu poderia escrever um artigo inteiro só sobre a sustentabilidade e o gerenciamento responsável dos recursos pesqueiros no Alasca e os excelentes resultados dessa gestão a longo prazo, possibilitando inclusive maiores cotas sem prejuízo as espécies e ao meio ambiente.

Com mais produto disponível, os preços deram uma ligeira estabilizada e esperamos que os bons e crescentes volumes de exportação se mantenham neste ano.
Agora, falar sobre 2024 é como tentar ler uma bola de cristal. Eu imagino que com as constantes oscilações do mercado e do consumo, é extremamente difícil prever o que vai acontecer no ano que está por vir. Quando isso acontece, nós que estamos inseridos nesta indústria, devemos reservar esses momentos mais desafiadores para pensar o negócio a longo prazo e quando faremos esta indústria tão profissional e organizada quanto as das outras proteínas, tudo para estarmos menos suscetíveis às oscilações no mercado. Onde estão as oportunidades? Em muitos lugares. Há espaço de crescimento de consumo? Sim. Há espaço para inovação? Com certeza. Há oportunidades para peixes do Alasca? E como. Há
oportunidade para outros peixes? Sem sombra de dúvidas. O que o mercado internacional influencia no meu negócio? Muito, mas mais do que se pode imaginar!
Eu gosto de pensar que peixe do Alasca representa, sim, uma grande oportunidade de negócios. Afinal, acho um tanto quanto estranho alguém esperar crescer/alcançar resultados diferentes fazendo absolutamente sempre a mesma coisa.
Por fim, gostaria de dizer que este é o último artigo que escrevo à frente do Alaska Seafood na América Latina. O programa com certeza continuará brilhante com a equipe que fica. Quero agradecer a todos que fizeram e fazem parte desta história - que não para por aqui, apenas continuará de outra forma. Agora, começo uma nova trajetória como empreendera para, assim, ficar nesta indústria que tanto amo.



Os números gerais que afetaram a trajetória do setor entre 2022 e 2023
Os indicadores macroeconômicos no período em questão são um reflexo claro do clima interno controverso durante e imediatamente após as Eleições no Brasil, mas também são consequência de uma economia global em rearranjo pós-pandemia. Desaceleração nas duas maiores economias globais - EUA e China - e o esfacelamento econômico e social argentino são
No geral, a análise da população empregada entre 2022 e 2023 mostra uma diminuição constante no desemprego. No 1º trimestre de 2022, o total de pessoas empregadas era de 95,2 milhões, e esse número aumentou gradualmente a cada trimestre, atingindo 98,9 milhões no 2º trimestre de 2023, segundo o IBGE. Com isso, o nível de desemprego no Brasil está em 8,5%. Todos os setores, com exceção de Alojamento e Alimentação, mostraram redução de vagas no primeiro trimestre de 2023. No entanto, a manutenção da agenda alinhada aos interesses do mercado financeiro de controle de gastos públicos e da inflação, a confiança em uma retomada cresceu aos poucos e estimulou novas contratações - ainda em patamar inferior ao ritmo de 2022. O caso da agricultura é emblemático: uma queda notável de 8,7 milhões para 8,2 milhões de empregados do 1º tri de 2022 para o 1º trimestre de 2023.
VARIAÇÃO CAMBIAL 2022 E 2023 (JAN/22 - AGO/23)
alguns dos fenômenos que ainda pressionam o câmbio. Já o Banco Central na era Lula 3 dá mostras de que confia na trajetória de queda da inflação e de expansão do PIB, que vários analistas têm revisado para cima. Mas a atividade econômica ainda patina e os mais conservadores apostam em um desempenho pior em 2024, com sérias dificuldades para zerar o déficit público.









































Um dos entraves para um cenário de maior otimismo econômico no setor privado é o alto patamar da taxa básica de juros da economia - a taxa Selic. Mas depois de meses de tensão, a queda de braço entre um BC autônomo e o novo governo arrefeceu e neste terceiro trimestre de 2023 já há outro clima. Como resultado, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu baixar a taxa para 12,75% ao ano em 21/09, o menor patamar em 16 meses.
O mercado financeiro espera a manutenção do ciclo de baixa para a Selic em 2024, baseado em três fatores: atividade econômica resiliente, mercado de trabalho aquecido com salários estáveis e um quadro de estabilidade de preços, aproximando a inflação do centro da meta de 3%.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, tem dito que o Congresso aprovará a reforma tributária até o final do ano e, em seguida, começará a tramitação da reforma administrativa. A relação com a Câmara, porém, é mais delicada e o governo tem enfrentado derrotas que ameaçam a promessa do déficit zero nas contas públicas para 2024. Enquanto isso, os empresários permanecem com alto custo de alavancagem de seus negócios e a praça não oferece crédito mais barato.
DA ECONOMIA BRASIL (IIE-BR)
EM NÍVEL E EM MÉDIA MÓVEL DE SEIS MESES
O Indicador de Incerteza da Economia (IIEBr) da FGV subiu 5,0 pontos em agosto, para 108,5 pontos, devolvendo parte das quedas observadas nos quatro meses anteriores. “Após chegar ao menor nível desde 2017, a incerteza econômica sobe em agosto, motivada, principalmente, por ruídos externos. A alta ocorreu somente no componente de Mídia, com aumento notável de citações à incerteza em artigos sobre o nível de atividade econômica nos EUA e na China e sobre o ambiente econômico e político na vizinha Argentina. O componente de Expectativas recuou pela segunda vez seguida, sugerindo uma menor incerteza sobre os cenários de inflação e juros para daqui a um ano no Brasil. Será preciso aguardar o desenrolar dos próximos meses para entender se a alta desse mês se tornará uma tendência de alta da incerteza e levar o indicador de volta aos níveis insatisfatórios, superiores aos 110 pontos, observados nos últimos anos”, afirma Anna Carolina Gouveia, economista do FGV IBRE.

IIEBR
Pandemia Covid-19: abr/20 - 210,5 pts.
Média Móvel 108,5
Rebaixamento da nota do Brasil pela S&P: set/15 - 136,8 pts.
Fonte: FGV/IBRE
Indicador de Incerteza da Economia é composto por três componentes: i) IIE-BR Mídia, baseado na frequência de notícias com menção à incerteza nas mídias impressa e online; ii) IIE-BR Expectativa, construído a partir das dispersões das previsões de especialistas para a taxa de câmbio e para o IPCA; iii) IIE-BR Mercado, baseado na volatilidade do mercado acionário, medido pelo Ibovespa. Essas três medidas, em conjunto, minimizam os impactos que cada fator isoladamente pode ter no indicador final.







A análise do PIB trimestral entre 2022 e 2023 mais uma vez evidencia o PIB agropecuário. No 1º trimestre de 2022, o setor produziu riquezas equivalentes a R$ 202,7 bilhões, aumentando gradualmente até
Os dados de Inflação por Faixa de Renda mostram que a lógica do ano passado se inverteu neste ano, penalizando menos as famílias de baixa renda. Em agosto, segundo o indicador, os preços dos bens INFLAÇÃO POR FAIXA
atingir R$ 259,7 bilhões no 1º trimestre de 2023. O consumo das famílias também apresentou um aumento gradual, refletindo uma possível melhora na confiança do consumidor e no poder de compra. A
balança comercial, representada pelas exportações e importações, mostra uma tendência de crescimento das exportações em relação às importações.
DE
VARIAÇÃO ACUMULADA EM 12 MESES (EM %)
e serviços consumidos pelo grupo de renda muito baixa avançaram, em média, 0,13% em agosto. No acumulado do ano, a faixa de renda muito baixa é a que apresenta a menor taxa de inflação (2,3%), ao passo
que a maior variação ocorre no segmento de renda alta (3,8%). Em doze meses, a menor taxa de inflação é verificada na classe de renda muito baixa (3,7%) e a mais elevada no estrato de renda alta (5,9%).




Arecuperação de margem dos produtores acontece em meio à saída do jogo da maior processadora de tilápia do Brasil até o ano passado.
A entrada da GeneSeas em recuperação judicial, atrelada
à situação de estoques mais ajustados do varejo e menor oferta de tilápia disponível no mercado, promoveram um aumento gradual dos preços que aliviou a pressão de custos sofrida pelos produtores. O camarão também
ensaiou uma recuperação importante no ritmo de expansão dos volumes produtivos, enquanto os nativos ainda padecem de um contrassenso entre uma demanda crescente e uma oferta irregular com fechamento de empresas dedicadas ao negócio.



1
3
6 Pintado, cachara, cachapira e pintachara, surubim
A produção total da aquicultura cresceu 5,48% de 2021 para 2022, atingindo 740,5 mil toneladas, enquanto o valor da produção aumentou significativamente em 12,37%, totalizando R$ 8,38 bilhões. No entanto, o preço médio por quilo subiu apenas 6,54%, indicando um aumento moderado nos preços. A tilápia lidera em volume de produção e faturamento, com um aumento de 10,71% na produção e 11,24% no preço médio por quilo. O camarão enfrentou uma diminuição de 1,64% no preço médio por quilo.




As fontes de dados IBGE e PeixeBR apresentam notáveis discrepâncias quando se trata do acompanhamento das estatísticas da piscicultura no Brasil. Enquanto o IBGE fornece dados abrangentes e estáveis ao longo dos anos, a PeixeBR apresenta números significativamente mais elevados para todas as regiões, especialmente a partir de 2020, sugerindo uma expansão mais significativa da produção de tilápias, especialmente na Região Sul. A região apresenta um notável crescimento, passando de 152.430 em 2016 para 275.700 em 2022, segundo a PeixeBR, e de 125.228 em 2016 para 229.160 em 2022, de acordo com os dados do IBGE. Os dados do IBGE também indicam um aumento na produção de peixes na região Sudeste, passando de 87.913 em 2016 para 101.284 em 2022, enquanto os da PeixeBR mostram, em 2022, 159.380 toneladas.
*Estimativas Sindirações | Previsão Sindirações



1.
3.
4.

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Cinco espécies de peixes nativos mais produzidas em 2022
Fonte: PPM 2022/IBGE

Preços pagos ao produtor x espécie | Ano
Fonte:

COQUEIRO É O PEIXE DA HORA DA SUA REFEIÇÃO FÁCIL, GOSTOSA E SAUDÁVEL


pago ao produtor (R$/kg) | 2013/2022


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A Seafood Brasil dá sequência à parceria com os pesquisadores responsáveis pelos Projetos de Monitoramento da Atividade Pesqueira (PMAPs) do RJ a SC, que são realizados no contexto de condicionantes determinadas pelo IBAMA à Petrobras. A novidade deste ano fica por conta dos dados de monitoramento dos desembarques no Espírito Santo, que podem ser obtidos em http://propesq-es.fundepag.br/. O projeto, coordenado pelo professor da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) Maurício Hostim, cobre 11 municípios do litoral espírito-santense. Neste ano, excepcionalmente, não inserimos neste anuário os dados do Paraná, que não nos chegaram a tempo do fechamento da edição, mas que serão publicados em nosso site.
Liderança de Itajaí e Niterói: Itajaí, em Santa Catarina, lidera com folga, com um desembarque total de 53.274,4 toneladas, impulsionado principalmente pela pesca industrial. Niterói, no Rio de Janeiro, fica em segundo lugar, com 27.638,4 toneladas, uma mistura de pesca artesanal e industrial.
Destaque para Santa Catarina: Os municípios de Santa Catarina ocupam várias posições no top 10, destacando a importância do Estado na pesca. Além de Itajaí, Navegantes, Laguna, Florianópolis e outros contribuem significativamente para a produção total.
Variação nas modalidades: Alguns municípios têm uma forte presença de pesca artesanal, como Laguna, enquanto outros, como Itajaí, são dominados pela pesca industrial.
Participação do Rio de Janeiro: Niterói e outros municípios do Rio de Janeiro desempenham um papel importante na produção de pescado, especialmente através da pesca artesanal.
Crescimento: É notável que alguns municípios tenham experimentado um crescimento significativo em relação ao ano anterior, como Itajaí e Navegantes em SC, e Cabo Frio e São Gonçalo no RJ.


















Salgar e secar são alguns dos métodos mais antigos para a conservação de peixes. O sal desidrata o peixe e satura o que resta de água.
Após o processo de salga e maturação, que dura cerca de 15 dias, o peixe é arrumado em paletes e, a seguir, seco por 2 ou 3 dias. Quando o teor de água do peixe salgado cai abaixo de 53%, ele é chamado de klippfisk, ou seja, o bacalhau salgado seco.
Antes do preparo, o bacalhau salgado seco precisa ficar de molho na água por cerca de 2 ou 3 dias, trocando a água no mínimo 2 vezes ao dia.
Uma vez dessalgado, o volume do bacalhau norueguês aumenta até 30% em comparação ao seu estado seco.














O bacalhau da Noruega é altamente apreciado por chefs do mundo todo devido à versatilidade, à textura maravilhosa e ao sabor distinto.

Ao nosso bacalhau capturado de forma sustentável, adicionamos apenas sal e tempo. O bacalhau da Noruega é 100% natural, produto de nossas condições naturais e orgulho do que fazemos. É uma promessa que você pode saborear. Origem importa



As vendas e compras externas de pescado
Abalança comercial do pescado brasileiro passou por importantes mudanças durante o período de setembro de 2022 a agosto de 2023, conforme indicam os dados do Painel do Pescado. As exportações de pescado caíram para US$ 357.839.049, com um
aumento no volume para 64,8 mil toneladas, porém, com uma redução no preço médio para US$ 5,48 por kg. A variação entre os dois períodos mostra uma queda de 7,5% na receita das exportações, enquanto o volume exportado aumentou em 10,7%.
De setembro de 2022 a agosto de 2023, as importações subiram para
US$ 1.433.221.862, com um volume ligeiramente menor, de 286,3 mil toneladas, acompanhado de um aumento no preço médio para US$ 5,12 por kg. A variação entre os dois períodos mostra uma ligeira queda de 1,4% no valor das importações, enquanto o volume importado diminuiu em 7,1%.
a 08/2022
EXPORTAÇÕES
a 08/2023
IMPORTAÇÕES
COMERCIAL
09/2022 a 08/2023 09/2022 a 08/2023
Apesar do crescimento em volume das exportações, a balança comercial do pescado brasileiro ainda enfrenta desafios. A receita total de exportações caiu 1,4% e não foi suficiente para equilibrar o déficit comercial no setor. O saldo negativo, que já era considerável em 2021-2022 (US$ -951 milhões), passou para US$ -1,07 bilhão em 2022-2023, um aumento de 13%. A tabela mostra uma redução nas receitas das exportações de pescado, apesar de um aumento no volume exportado. As importações também aumentaram em valor, embora tenha havido uma ligeira queda no volume importado. A balança comercial do pescado se tornou mais deficitária no segundo período, sugerindo desafios econômicos relacionados ao comércio de pescado.




*Até
jan/2022 jul/2022 jan/2023 jul/2023
As exportações de pescado variam ao longo do período, com picos em dezembro de 2022 e março de 2023. O valor das exportações (Expo - US$) também varia, mas há uma tendência de aumento geral até março de 2023, quando atinge um valor significativo de $34.649.592. Agosto de 2023 registra novamente um aumento nas exportações, atingindo $35.104.444 em valor e marcando o segundo maior valor do período. Em relação ao preço médio, há uma queda até janeiro de 2023, quando chega ao valor mais baixo de $4,59 por quilo. Depois disso, o preço médio volta a subir em patamares mais baixos. O valor das importações (Impo - US$) mostra um aumento gradual até março de 2023, quando atinge $167.898.244. É importante notar que, apesar das flutuações mensais, o valor das importações permanece consistentemente superior ao valor das exportações ao longo do período.

Os Estados Unidos continuam sendo o principal destino das exportações de pescado do Brasil, embora tenha havido uma diminuição de 2,75% no volume exportado em 2023 em comparação com 2022. A China, o segundo maior destino, viu uma queda mais acentuada de 20,87% no volume exportado.
A Costa do Marfim e a Argentina se destacam como destinos em crescimento. A Costa do Marfim experimentou um aumento impressionante de 85,58% no volume exportado e 92,43% na receita em 2023. A Argentina também registrou um aumento considerável de 34,56% no volume exportado e 51,07% na receita.





*Até agosto | Fonte: Painel do Pescado Volume (Ton) Receita (US$)
Jan.22Fev.22Mar.22Abr.22Mai.22Jun.22Jul.22Ago.22Set.22Out.22Nov.22Dez.22Jan.23Fev.23Mar.23Abr.23Mai.23Jun.23Jul.23Ago.23
Em geral, a maioria das categorias mostrou uma tendência de queda nos preços médios em 2023 em comparação com 2022. Entre as principais variações, a categoria de crustáceos teve uma queda no preço médio de $27,36 em 2022 para $23,62 em 2023. Já entre peixes secos e/ou salgados, houve uma redução significativa no preço médio, de $33,27 em 2022 para $22,69 em 2023. No caso dos moluscos, os preços médios aumentaram de $5,58 em 2022 para $8,55 em 2023. Nos filés, o aumento foi de $6,17 em 2022 para $7,70 em 2023.
Houve uma leve queda nos preços médios de peixes frescos, de $7,03 em 2022 para $6,49 em 2023. Os preços médios de conservas subiram de $4,13 em 2022 para $4,59 em 2023, indicando um aumento na demanda por produtos enlatados. A categoria de peixes congelados viu uma queda nos preços médios, de $3,88 em 2022 para $3,15 em 2023.


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Outros
Atuns e Afins
Lagostas
Pargos
Tilápia
Corvinas
Subprodutos
Cavalinhas
Ovas
Tubarões e Raias
Sardinhas e Sardinelas
Polvos
Camarões
Outros
Atuns e Afins
Corvinas
Tilápias
Cavalinhas
Pargos
Lagostas
Subprodutos
Tubarões e Raias
Sardinhas e Sardinelas
Polvos
Ovas
Camarões


Fonte:
Fonte: Painel do Pescado
Em função da enorme dependência do salmão chileno fresco, “Peixes Frescos” é a categoria com o maior volume e também uma das mais valiosas tanto em 2022 quanto em 2023. O grupo representa 1/3 de todo o volume importado pelo Brasil, a um preõ médio entre US$ 7 e US$ 9.
Os produtos com os quais mais houve dispêndio em 2023 foram os “Peixes Frescos” (US$ 505.786.332), seguidos por “Filés de Peixes” (US$ 157.864.548) e “Peixes Congelados” (US$ 123.183.210).
Em relação às demais categorias dignas de nota, os produtos com os maiores preços médios em 2023 são “Outros Invertebrados” (US$ 11,99), “Crustáceos” (US$ 8,66) e “Peixes Frescos” (US$ 7,95).





Fonte: Painel do Pescado
Salmões e Trutas
Sardinhas e Sardinelas
Bacalhaus
Pangas
Merluzas
Tubarões e Raias
Outros
Atuns e Afins
Sépias e Lulas
Polaca-do-Alasca
Demais espécies
Salmões e Trutas
Bacalhaus
Pangas
Merluzas
Outros
Sardinhas e Sardinelas
Tubarões e Raias
Atuns e Afins
Sépias e Lulas
Polaca-do-Alasca
Demais espécies

Indústria e comércio: a ponta da cadeia

Os dados da Produção Física
Industrial do setor de pescado, coletados pelo IBGE, mostravam uma tendência de crescimento em 2022, que mudou a partir de fevereiro de 2023. Na análise da produção das unidades
industriais do segmento até 2021, houve um aumento constante na receita líquida de 2017 a 2021, indicando um crescimento geral do setor. No entanto, é importante notar que os custos e despesas também aumentaram, o que destaca a
Fonte: IBGE - (Produção Física - Base: igual período do ano anterior = 100) (Número-índice)
Número-índice (2022=100)
necessidade de eficiência operacional e controle de custos para manter margens de lucro saudáveis. A contagem de empresas aumentou de 308 para 396 indústrias do segmento, com receita líquida de R$ 8,15 bilhões.
PIMPF - Variação acumulada no ano (%)

Fonte:
Peixes, filés e outras carnes de peixes secos,salgados ou defumados
Moluscos e outros invertebrados aquáticos
Crustáceos
Tão variados quanto as inúmeras espécies de uso comercial pela cadeia são os segmentos dentro desse setor. Das 396 indústrias contabilizadas pelo IBGE, 73 são unidades especializadas na produção de filés frescos, refrigerados ou congelados. Além disso, o segmento de peixes inteiros congelados é relevante, com 52 unidades envolvidas na produção. Há também um foco na produção de preparações e conservas de peixes, com 16 unidades dedicadas a esses produtos de longa vida útil e versatilidade na culinária. Crustáceos congelados, como camarões e caranguejos, são produzidos por 32 unidades, atendendo à demanda global por esses frutos do mar. Com base no valor das vendas e na margem de lucro, as Preparações e Conservas de Peixes lideram em termos de faturamento, registrando uma receita líquida de vendas de R$ 2.420.094 milhões. No entanto, a margem de lucro é negativa, em -1,65%.
Fonte:







Os principais fornecedores da cadeia produtiva

Uma prestação de serviços e, ao mesmo tempo, uma ponte para a realização de negócios. Esta é a missão deste Guia de Fornecedores, cujos dados foram fornecidos pelas empresas que adquiriram estes espaços ou que anunciaram em algum momento dos nove anos
de existência da nossa publicação. Munido das informações de mercado fornecidas nas páginas anteriores, vá em busca de seu parceiro, seja aqui ou seja em nosso guia online (www. seafoodbrasil.com.br/fornecedores) - que inclui os fornecedores VIP. A Seafood Brasil lhe deseja excelentes negócios.
Este Guia de Fornecedores do 9º Anuário Seafood Brasil reúne algumas das principais empresas fornecedoras de produtos e serviços da cadeia produtiva do pescado no Brasil e no exterior. Veja em qual categoria abaixo você se enquadra e boa consulta!
• Se você busca produtos e serviços para criação de peixes, crustáceos ou moluscos, procure pelos fornecedores com este ícone

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS INDÚSTRIAS DE PESCADOS (ABIPESCA)
Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: contato@abipesca.com.br; +55 (11) 2738-0069 www.abipesca.com.br
Produtos e serviços: Contribuir para o fortalecimento das indústrias de pescado por meio do aprimoramento de políticas públicas, da promoção das boas práticas industriais e comerciais e defesa de ações nocivas ao setor.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CRIADORES DE CAMARÃO (ABCC)
Local: Natal - RN - Brasil
Contatos: abccam@abccam.com.br +55 (84) 3231-6291 / 99612-7575; www.abccam.com.br
Produtos e serviços: Associação sem fins lucrativos que representa os carcinicultores em todo o Brasil.

• Se você busca produtos e serviços para pesca de peixes, crustáceos ou moluscos, procure pelos fornecedores com este ícone
• Se você é da indústria de transformação de pescado, procure pelos fornecedores com este ícone

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE FOMENTO AO PESCADO (ABRAPES)
Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: contato@abrapes.org; +55 (11) 5105-8269
www.abrapes.org
Produtos e serviços: Associação criada em 2016 para coordenar e defender os interesses de seus membros em órgãos públicos e privados, fomentar o consumo de pescado no Brasil e empenhar-se na abertura de novos mercados.

ASSOCIAÇÃO DE PISCICULTORES EM ÁGUAS PAULISTAS E DA UNIÃO (PEIXE SP)
Local: Santa Fé do Sul - SP - Brasil
Contatos: peixesp@peixesp.com.br; +55 (17) 99616-6638; www.peixesp.com.br
Produtos e serviços: Representação institucional e organização do setor.

ACQUA VIVA
Local:Rio de Janeiro - RJ - Brasil
• Se você é do varejo ou food service e procura por peixes, crustáceos e moluscos ou outros serviços, busque os fornecedores com este ícone
Contatos: contato@acquavivafoods.com; +55 (21) 3297-8822
Produtos e serviços: Pescados em filés, postas, eviscerados, frescos e congelados.

ACQUASYSTEM BRASIL
Local: Acaraú - CE - Brasil
Contatos: acquasystem@ acquasystembrasil.com.br; +55 (88) 3661 4393 www.acquasystembrasil.com.br
Produtos e serviços: Fabricação e manutenção de sistema de bombeamento flutuante para captação de água, caiques, submarinos, berçários em fibra, sopradores, aeradores, caixas para despesca e produtos em fibra em geral.
ADM
• Se você busca serviços e relações institucionais procure pelos fornecedores com este ícone

Local: Valinhos - SP - Brasil
Contatos: marketing_animal_nutrition_ BR@adm.com; www.adm.com
Produtos e serviços:Soluções nutricionais para todas as fases de criação.

ADISSEO
Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: nutricao.info@adisseo.com; +55 (11) 37418613 www.adisseo.com
Produtos e serviços: Aditivos nutricionais.

Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: atendimento@agroinova.com. br; +55 (19) 99767-2149
www.agroinova.com.br
Produtos e serviços: Softwares de gestão para o gerenciamento, execução e administração das atividades de campo (manejo, classificação e biometria) e rotinas de negócio (controle de estoque, financeiro, compra e venda).

Local: São Leopoldo - RS - Brasil
Contatos: vendas@akso.com.br; +55 (51) 3406-1717
www.akso.com.br
Produtos e serviços: Instrumentos de medição: medidores de pH, EC, OD, amônia, nitrito, nitrato, cloro, salinidade, ozônio, dataloggers de temperatura e/ ou umidade, termômetros, turbidímetros, colorímetro etc.

ALASKA SEAFOOD MARKETING INSTITUTE
Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: clecarnaque@riverglobal.net; +55 (11) 2579-0431 www.alaskaseafood.com.br
Produtos e serviços: Peixes selvagens, naturais e sustentáveis do Alasca: cinco espécies de salmão selvagem, genuína polaca do Alasca, bacalhau fresco, peixes planos, black cod, halibut, ikura etc. Agência governamental.
ALFATUN

Local: Manta - Equador
Contatos: alfonso@alfatun.com; +593 99122-4596
Produtos e serviços: Peixes e camarão.

ALISUL - SUPRA
Local: São Leopoldo - RS - Brasil
Contatos: johanna.gama@alisul.com.br; +55 (51) 2123-1400 www.alisul.com.br
Produtos e serviços: Venda de rações.

ALTAMAR FOODS
Local: Paita - Peru
Contatos: sales02@altamarfoods.com; +55 (41) 99941-8222 www.altamarfoods.com
Produtos e serviços: Lula congelada (anéis, botões, tentáculos, outros), dourado (Mahi mahi), vieiras e camarão argentino.

ALTAMAR SISTEMAS AQUÁTICOS
Local: Jacareí - SP - Brasil
Contatos: contato@altamar.com.br; +55 (12) 3957-3154
www.altamar.com.br

ANDRITZ
Local: Pomerode - SC - Brasil
Contatos: andritz-fb.br@andritz.com; +55 (47) 3387-9100
www.andritz.com
Produtos e serviços: Amplo portfólio de plantas, equipamentos, sistemas e serviços para nutrição animal, incluindo linhas de peletização para animal feed e extrusão de ração para petfood e aquafeed.

ANUGA SELECT BRAZIL
Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: marketing@anufoodbrazil.com. br; +55 (11) 3874-0030 www.anufoodbrazil.com.br
Produtos e serviços: Feira internacional exclusiva para o setor de alimentos e bebidas.
ALLIPLUS
Local: Caucaia - CE - Brasil
Contatos: contato@alliplus.com; +55 (85) 99680-5639 www.alliplus.com
Produtos e serviços: Óleos essenciais, ácidos orgânicos e aditivos para a aquicultura.

ALMEIDA SOUZA E CANTUÁRIA
RIBEIRO SOC. DE ADVOGADOS
Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: atendimento@ascr.adv.br; +55 (11) 3171-0120 www.ascr.adv.br
Produtos e serviços: Assessoria Jurídica.
Produtos e serviços: Sistemas de recirculação, depuração de moluscos, motobombas, filtros mecânicos, biológicos, desinfecção de água por UV-C e ozônio, aquecedores, projeto de instalações, serviço técnico especializado.

AMMCO PHARMA
Local: Piracicaba - SP - Brasil
Contatos: contato@ammcopharma.com. br; +55 (19) 2105-9462 www.ammcopharma.com.br
Produtos e serviços: Com vasta experiência em aquicultura, distribui e comercializa produtos de biosseguridade, máquinas e equipamentos, nutrição e qualidade e sanidade animal, para o sucesso produtivo

AQUABEL
Local: Rolândia - PR - Brasil
Contatos: vendas@aquabel.com.br; +55 (43) 3555-1515
www.aquabel.com.br
Produtos e serviços: Alevinos e juvenis de tilápia selecionados com alto valor genético.
AQUABIT
Local: Cascavel - PR - Brasil
Contatos: comercial@aquabit.com.br; +55 (45) 99106-4745 www.aquabit.com.br
Produtos e serviços: Aplicativo e versão web para a gestão da piscicultura e carcinicultura: controle do manejo, desempenho zootécnico, programa alimentar, vendas e financeiro.



AQUACHILE
Local: Rancagua - Chile
Contatos: info@aquachile.com; +56 9 9532-8892
www.aquachile.com
Produtos e serviços: Salmão em diferentes apresentações com a marca Aquachile.

AQUAGENETICS DO BRASIL
Local: Londrina - PR - Brasil
Contatos: vendas@aquagenetics.com.br; +55 (43) 3555-1515
www.linkedin.com/company/ aquagenetics
Produtos e serviços: Distribuidor das genéticas Aquabel e GenoMar.

AQUACULTURE STEWARDSHIP
COUNCIL (ASC)
Local: Salvador - BA - Brasil
Contatos: laurent.viguie@asc-aqua.org; +55 (71) 9 9917-9679
www.asc-aqua.org
Produtos e serviços: Programa de certificação de melhores práticas que pode fornecer acesso a novos mercados, em particular a exportação, já que a certificação ASC tem valor no mercado internacional.

Local: Nísia Floresta - RN - Brasil
Contatos: aquasul@aquasul.com.br; +55 (84) 3201-3474
www.linkedin.com/company/ aquasulcamarao
Produtos e serviços: Pós-larvas de camarão e náuplios.

AQUATEC
Local: Canguaretama - RN - Brasil
Contatos: aquatec@aquatec.com.br; +55 (84) 3241-5200 www.aquatec.com.br
Produtos e serviços: Produção, venda e distribuição de pós-larvas de camarão L. vannamei nas linhagens SpeedLine AQUA e POND

AQUISHOW BRASIL
Local: São José do Rio Preto - SP - Brasil
Contatos: aquishow@aquishowbrasil. com.br; +55 (17) 98113-3967
www.aquishowbrasil.com.br
Produtos e serviços: Feira de negócios especializada em tecnologia para a aquicultura e soluções de comercialização, networking e conhecimentos.

ATAK SISTEMAS
Local: Maringá - PR - Brasil
Contatos: comercial@atak.com.br; +55 (44) 2101-5657
www.atak.com.br
Produtos e serviços: Softwares integrado para gestão e controle de produção, chão de fábrica até financeiro. Software para automação de planilhas do controle de qualidade.
BACALANOR WEST NORWAY
Local: Ålesund - Møre og Romsdal County - Noruega
Contatos: sales@bacalanor.com; +55 (71) 9 9373-0164
www.bacalanor.com
Produtos e serviços: Bacalhau Gadus morhua e Gadus macrocephalus, pescados da Noruega (saithe, zarbo e ling), outros (polaca, panga e Kani), além de opções de pescados salgados, salgados & secos ou congelados dessalgados, em cortes e embalagens variadas.
AQUASUL CAMARÃO MARINHO
Local: Natal - RN - Brasil
Contatos: sac@aquasulcamarao.com.br; +55 (84) 3201-4578
www.aquasul-camarao-marinho.business. site
Produtos e serviços: Camarão cinza congelado.

AQUAWIRE
Local: Orlândia - SP - Brasil
Contatos: contato@aquawire.com.br; +55 (16) 9 9716-2040 | (65) 9 9977-6400
www.facebook.com/aquawire
Produtos e serviços: Fio para tanques-rede que cria um óxido natural de proteção na superfície que é seguro para os peixes e impede o desenvolvimento do mexilhão dourado e outros organismos aquáticos.
AYAMO GLOBAL FOODS
Local: Itajaí - SC - Brasil
Contatos: sales@ayamofoods.com; +55 (47) 3349-4606
www.ayamofoods.com
Produtos e serviços: Comércio de pescado aquícola e pesqueiro, como corvina, castanha, sardinha, palombeta e tilápia.
Produtos globais: merluza, cavalinha, xixarro, lula, lula gigante, camarão vermelho e ovas de tainha.
BAITAFRIO ARMAZÉM LOGÍSTICO
Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: contato@baitafrio.com.br; +55 (11) 2917-1222
www.baitafrio.com.br
Produtos e serviços: Armazenagem de produtos frigorificados.
BACALHAU RIBERALVES
Local: Sao Paulo - SP - Brasil
Contatos: riberalves@riberalves.com.br; +55 (11) 3798-4861
www.riberalves.pt/pt-br
Produtos e serviços: Toda a linha de bacalhau e derivados.
BELGO BEKAERT ARAMES
Local: Contagem - MG - Brasil
Contatos: belgobekaert@belgobekaert. com.br; 0800-727-2000
www.belgobekaert.com.br
Produtos e serviços: Venda de arame para tanques-rede (belgo aqua bezinal, belgo aqua plastic e belgo lagosteiro).

BETTCHER DO BRASIL
Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: vendas@bettcher.com.br; +55 (11) 4083-2510
www.bettcher.com.br
Produtos e serviços: Equipamentos para beneficiamento de cortes e aumento de rendimentos no abate e na desossa.

BILBO S.A.
Local: Equador
Contatos: infor@bilbosa.com; 593 9 9390-0713
www.bilbo-sa.com
Produtos e serviços: Venda de camarão em diferentes apresentações e peixes pelágicos, como o atum, escolar e mahi mahi.

Local: Pedrinhas - RO - Brasil
Contatos: contato@biofish.com.br; +55 (69) 3221-2021
Produtos e serviços: Desenvolvimento de projetos aquícolas, produção de alevinos e pós-larvas, assessoria em licenciamento ambiental, consultoria e engenharia.

Local: Iranduba - AM - Brasil
Contatos: comercial@ biopescadosdaamazonia.com.br; +55 (92) 99232-6950
www.biopescadosdaamazonia.com.br
Produtos e serviços: Peixes amazônicos nativos e oriundos da aquicultura

BOM PEIXE
Local: Piracicaba - SP - Brasil
Contatos: comercial@bompeixe.com.br; +55 (19) 3429-6600
www.bompeixe.com.br
Produtos e serviços: Indústria e comércio de pescado e frutos do mar.

BRASCOD (BOMPORTO)
Local: São Paulo - SP - Brasil
Local: Cuiabá - MT - Brasil
Contatos: piscicultura@bomfuturo.com.br; +55 (65) 3645-8000
www.bomfuturo.com.br
Produtos e serviços: Tambaqui, tambatinga, pintado da amazônia, piauçu e tilápia.
Contatos: brascod@brascod.com.br; +55 (11) 3173-2950
www.bacalhaubomporto.com.br
Produtos e serviços: Bacalhau em diferentes apresentações, com a marca BomPORTO.

BOMAR PESCADOS
Local: Itarema - Ceará - Brasil
Contatos: marketing@bomarpescados.com. br; +55 (85) 3270-6554
www.bomarpescados.com.br
Produtos e serviços: Camarão, larva de camarão, tilápia, alevino de tilápia e pele de tilápia.

BRANCO MÁQUINAS
Local: Blumenau - SC - Brasil
Contatos: comercial@brancomaquinas. com.br; +55 (47) 3330-0433; 3237-0359 www.brancomaquinas.com.br
Produtos e serviços: Fabricante de equipamentos para beneficiamento do pescado.



BRASMO
Local: Chapecó - SC - Brasil
Contatos: comercial@brasmo.com.br; +55 (49) 3330-6200
www.brasmo.com.br
Produtos e serviços: EPI’s descartáveis: aventais, mangotes e luvas. Utensílios para manipulação de alimentos e higienização: escovas, raspadores, espátulas, vassouras, baldes. Detectáveis: corpos de prova, canetas e lacres.

BRASPEIXE
Local: Paulo Afonso - BA - Brasil
Contatos: braspeixe@braspeixe.com.br; +55 (75) 3282-4716
www.braspeixe.com.br
Produtos e serviços: Tanque-rede PEAD, telas aço inox 304L, tampas e comedouros.
BRUSINOX
Local: Brusque - SC - Brasil
Contatos: brusinox@brusinox.com.br; +55 (47) 3351-0567
www.brusinox.com.br
Produtos e serviços: Linhas completas para o beneficiamento de camarão, peixes de cultivo, amazônicos e oceânicos, da recepção ao congelamento, com software de gestão da produção. Equipamentos para cozimento e defumação.

BTJ AQUA
Local: Ribeirão Preto - SP - Brasil
Contatos: contato@btjaqua.com.br; +55 (18) 99808-5475
www.btjaqua.com.br
Produtos e serviços: Produção, processamento e comercialização de tilápia congelada, in natura e em diversos cortes (inteira, posta e filé).

CÂMARA NACIONAL DE AQUACULTURA DO EQUADOR (CNA)
Local: Guayaquil - Equador Contatos: cna@cna-ecuador.com; +59 3 (4) 268-3017
www.cna-ecuador.com
Produtos e serviços: Fomento ao comércio internacional do camarão do Equador e da produção de forma sustentável, com respeito ao meio ambiente.

CÂMARA DE ARMADORES DE PESQUEIROS E CONGELADORES DA ARGENTINA (CAPECA)
Local: Buenos Aires - Argentina
Contatos: capeca@capeca.org.ar; +54 (11) 5218-8870
www.capeca.org.ar
Produtos e serviços: Entidade que reúne importantes grupos empresariais argentinos dedicados à pesca comercial e à elaboração de produtos pesqueiros.

Local: Curitiba - PR - Brasil
Contatos: brasil@clearwater.ca; +55 (41) 99101- 8384
www.clearwater.ca
Produtos e serviços: Frutos do mar selvagens e sustentáveis: vieira canadense gigante, lagosta canadense e Hokkigai, capturados nas águas do Atlântico Norte, com qualidade premium e disponibilidade durante todo o ano.

COLETIVO NACIONAL DA PESCA E AQUICULTURA - CONEPE
Local: Brasília - DF - Brasil
Contatos: conepe@conepe.org.br; +55 (61) 3323-5831 www.conepe.org.br
Produtos e serviços: Sociedade civil sem fins lucrativos, que agrega entidades representativas do setor pesqueiro e aquícola do Brasil, como sindicatos de armadores e indústrias processadoras de pescados.
BRAZILIAN FISH
Local: Santa Fé do Sul - SP - Brasil
Contatos: sac@grupoambaramaral.com. br; +55 (17) 3631-9100
www.brazilianfish.com.br
Produtos e serviços: Filés de tilápia, posta de tilápia, carne moída entre outros cortes, pratos prontos à base de tilápia e aperitivos: bolinho, trouxinha, enroladinho com provolone e pururuca de tilápia
Brazilian Fish.

BRØDRENE SPERRE
Local: Ellingsøy - Noruega
Contatos: info@sperrefish.com; +47 70 10 27 00
www.sperrefish.com
Produtos e serviços: Peixes pelágicos congelados e peixes salgados e secos, como bacalhau.

C.VALE - COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL
Local: Palotina - PR - Brasil
Contatos: comercial.mi@cvale.com.br; +55 (44) 3649-8563
www.cvale.com.br
Produtos e serviços: Cortes congelados de tilápia.

CAMANOR PRODUTOS MARINHOS SA
Local: Natal - RN - Brasil
Contatos: comercial@camanor.com.br; +55 (84) 4008-0448
www.camanor.com.br
Produtos e serviços: Camarão congelado: inteiro, sem cabeça, descascado eviscerado tail off e tail on.

CERMAQ CHILE
Local: Puerto Montt - Los Lagos - Chile Contatos: felipe.katata@cermaq.com; +55 (11) 97423-2988
www.cermaq.cl
Produtos e serviços: Salmão Atlântico e Coho nas apresentações: inteiro fresco, inteiro congelado e HG (sem-cabeça) congelado.

CONGELADOS ARTICO
Local: Mar del Plata - Argentina
Contatos: ventas@congeladosartico.com; +54 223 489 5459 www.congeladosartico.com.ar/pt
Produtos e serviços: Exportadora de empanados a base de pescado, como medalhões, hambúrgueres e filés de merluza, anéis de lula, entre outros produtos processados.
CHARLIE TANGO
Local: Buenos Aires - Argentina
Contatos: comex@charlietango-sa.com; +54 (11) 4342-0605
www.charlietango.com.ar
Produtos e serviços: Camarão, lula illex, corvina, truta marinha, linguado, flounder, merluza negra, garoupa, abrótea e king crab.

COPACOL
Local: Cafelândia - PR - Brasil
Contatos: contato@copacol.com.br; +55 (45) 3241-8080
www.copacol.com.br
Produtos e serviços: Linha ampla de peixes e frutos do mar, especializada em cortes de tilápia (filé, posta, filé empanado, isca empanada e petisco).

COQUEIRO (CAMIL S.A.)
Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: +55 (11) 3039-9200 www.coqueiro.com.br
Produtos e serviços: Sardinhas e atuns enlatados e patê de atum em pouch.

COSTIERO PESCADOS
Local: Cachoeirinha - RS - Brasil
Contatos: contato@costiero.com.br; +55 (51) 3441-6700 www.costiero.com.br
Produtos e serviços: Pescados e frutos do mar com mais de 30 variedades e cortes feitos em parque fabril próprio. Atende food service, varejo e boutiques.

Local: Osasco - SP - Brasil
Contatos: +55 (11) 3099-9500 www.damm.com.br
Produtos e serviços: Peixes defumados, ovas, patês, peixes frescos e congelados.

Local: Fortaleza - CE - Brasil
Contatos: alexandrereis@brsf.com.br; +55 (85) 3119-7077
Produtos e serviços: Comercial e gestão na exportação.

COSTA SUL PESCADOS
Local: Navegantes - SC - Brasil
Contatos: costasul@costasul.com.br; +55 (47) 2103-3000 www.costasul.com.br
Produtos e serviços: Pescado e frutos do mar congelados.
DAFONTE AQUICULTURA
Local: Glória - BA - Brasil
Contatos: vendas@dafonteaquicultura. com.br; +55 (81) 97121-4141
Produtos e serviços: Tilápia, filé de tilápia fresco e congelado e posta de tilápia fresca e congelada.
Local: Osasco - SP - Brasil
Contatos: sac.brasil@danfoss.com; +55 (11) 2135-5400 www.danfoss.com/pt-br
Produtos e serviços: Válvulas e componentes para sistemas de refrigeração.
Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: comercial@geneseas.com.br; +55 (11) 3123-2100
www.dellmare.com.br
Produtos e serviços: Crustáceos e frutos do mar.



DOSETEC
Local: Jaraguá do Sul - SC - Brasil
Contatos: vendas@dosetec.com.br; +55 (47) 3371-3541 www.dosetec.com.br
Produtos e serviços: Sistemas de classificação e inspeção através de peso, classificador unitário, conjuntos de fracionamento e empacotamento, esteiras para transporte, check wheigher dinâmico e empacotadoras.

MARCOMAR
Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: marketing@marcomar.com.br; +55 (11) 5098-9200
www.marcomar.com.br
Produtos e serviços: Salmão, crustáceos, polvo, lula, filés e outros pescados.

EVOLUIBR ASSESSORIA E CONSULTORIA
Local: Ponta Grossa - PR - Brasil
Contatos: evoluibr@evoluibr.com.br; +55 (42) 99940-2768 www.evoluibr.com.br
Produtos e serviços: Adequação documental de qualidade sanitária e comercial (PAC, BPF, POP), elaboração de projetos para o 3º Setor, suporte na captação de recursos e gestão estratégica de projetos e organizações.

Local: Itajaí - SC - Brasil
Contatos: +55 (48) 99980-4920 www.expomar.com.br
Produtos e serviços: Evento que reune as cadeias produtivas e de negócios que atendem a pesca, a maricultura e a logística.
Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: sac@elancoah.com; 0800-011-2690
www.elanco.com/pt-br
Produtos e serviços: Produtos veterinários.

Local: Buenos Aires - Buenos AiresArgentina
Contatos: info@estremar.com; +54 (11) 5218-0181
www.estremar.com
Produtos e serviços: Linha ampla de pescados, que inclui merluza de cola, merluza negra, polaca, merluza austral, granadero, abadejo, ente outras espécies.

Local: Aracaju - SE - Brasil
Contatos: eventos@exitose.com.br; +55 (79) 99909-3267 www.expopescasealba.com.br
Produtos e serviços: A Expo Pesca e Aquicultura é uma feira que integra os setores atuantes da pesca e aquicultura na região do SEALBA, promovendo relação entre expositores, pescadores, servidores públicos, estudantes, marisqueiras e público em geral.

FAV
Local: Puerto Varas - Chile
Contatos: +56 (65) 2206300 www.fav.cl
Produtos e serviços: Produtos veterinários que atendem a salmonicultura (anestésicos, antifúngicos, antimicrobianos, antiparasitários e vacinas), além da carcinicultura e tilapicultura (desenvolvidos sob medida).

Local: Canavieiras - BA - Brasil
Contatos: contato@aguaspretas.com.br; +55 (11) 97233-1440 www.aguaspretas.com.br
Produtos e serviços: Pirarucu inteiro retirado dos tanques na hora do embarque. Atendemos a todo o Brasil.

FCALHAO
Local: Cuiabá - MT - Brasil
Contatos: financeiro@fcalhao.com.br; +55 (65) 99995-2395 / +35 1 912 981 652 www.casadopeixemt.com.br
Produtos e serviços: Desenvolvimento e aprovação de projetos industriais nas cadeias de pescado, bovinos, suínos, rações, despojos e bebidas. Certificação federal (SIF) e demais âmbitos. Habilitações para exportação.

FEIRA DE PEIXES NATIVOS
Local: Cuiabá - MT - Brasil
Contatos: valeria.pires@mt.sebrae.com. br; +55 (65) 3648-1200 www.mt.sebrae.com.br
Produtos e serviços: Feira e seminário dedicados à produção de peixes nativos brasileiros.

FEIRA NACIONAL DO CAMARÃOFENACAM
Local: Natral - RN - Brasil
Contatos: fenacam@fenacam.com.br; +55 (84) 3231-6291
www.fenacam.com.br
Produtos e serviços: Congresso e feira de exposição de produtos para a aquicultura.

PESCADOS | M. CASSAB
Local: Rifaina - SP - Brasil
Contatos: fider@mcassab.com.br; +55 (16) 3135-9424
www.fiderpescados.com.br
Produtos e serviços: Especialistas na produção de tilápia (filés frescos, congelados e seus derivados).

Local: Riolândia - SP - Brasil
Contatos: contato@fisherpiscicultura. com.br; +55 (17) 9 8100-4232
http://www.fisherpiscicultura.com.br
Produtos e serviços: Tilápia viva ou resfriada.
FOOD SERVICE
Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: fispalfoodservice@informa. com; +55 (11) 4632-0200
www.fispalfoodservice.com.br
Produtos e serviços: Plataforma de conexão, desenvolvimento de negócios, experiências e expansão de conhecimento para o setor de alimentação fora do lar.

Local: Itajaí - SC - Brasil
Contatos: comercial@forsafe.com.br; +55 (47) 3248-1185
Produtos e serviços: Balsas salvavidas para embarcações pesqueiras e materiais de salvatagem.

Local: Rio de Janeiro - RJ - Brasil Contatos: info@frescatto.com; +55 (21) 3527-9393 www.frescattocompany.com.br
Produtos e serviços: Soluções em pescado personalizadas para o seu negócio. Mais de 40 espécies e 300 itens, combinando cortes e embalagens. Atendemos food service e autosserviço, com 5 filiais: RJ, SP, PE, MG e DF.

Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: contato@frezze.com.br; +55 (11) 3666-3385
www.frezze.com.br
Produtos e serviços: Startup de terceirização logística de alimentos refrigerados e congelados que realiza entregas de cargas que variam de 10 kg a 2 toneladas. Atendem a Grande São Paulo e outros estados conforme a demanda.

Local: São Miguel do Iguaçu - PR - Brasil
Contatos: +55 (45) 99129-7752 comercial@frimapar.com.br
Produtos e serviços: Venda de tilápia congelada em diferentes apresentações: posta de tilápia (400g), filé de tilápia (400g), posta de tilápia (800g), filé de tilápia (800g) e filé de tilápia (5kg).

FRUMAR | KOMDELLI
Local: São Leopoldo - RS - Brasil
Contatos: contato@frumar.com.br; +55 (51) 3037-6969 www.frumar.com.br
Produtos e serviços: Salmão fresco, camarão, frutos do mar, atum, bacalhau e peixes de todos os continentes, além da linha de insumos para culinária oriental.

Local: Guayaquil - Guayas - Equador
Contatos: fabricio@futuramarketcorp. com; +59 3993142641 www.futuramarketcorp.com
Produtos e serviços: Procurement e assessoria comercial para novos produtos e mercados, tanto para o food service quanto para o varejo.

GELONESE
Local: Foz do Iguaçu - PR - Brasil
Contatos: gelonese@brturbo.com.br; +55 (45) 3528-7475
www.facebook.com/geloneseoficial
Produtos e serviços: Peixes: traíra sem espinhas, traíra inteira, curimba, piapara, bagre, pati, dourado, filé de merluza. Serviço de reinspeção e armazenagem de pescado.
GDC ALIMENTOS S.A.
Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: comercialfood@gomesdacosta. com.br; 0800 704 1954 www.gomesdacosta.com.br
Produtos e serviços: Pescado (atum e sardinha), alimentos em conserva e azeite.



Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: ouvidoria@geneseas.com.br; +55 (11) 3123-2101
www.geneseas.com.br
Produtos e serviços: Pescado em geral (tilápia, camarões e outros frutos do mar).

Local: Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Contatos: sac@goldenfoods.com.br; +55 (21) 3550-0760
www.goldenfoods.com.br
Produtos e serviços: Filé de alabote dente curvo, filé de polaca, lombo e posta de cação, filé de panga com ou sem gordura, filé de salmão, anel de lula congelado, filé de merluza, tubo de lula congelado, bacalhau seco salgado, postas de bacalhau dessalgadas e congeladas.

GOLFO DORADO IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO
Local: Itajaí - SC - Brasil
Contatos: atendimento@golfodorado.com; +55 (47) 98898-5335
Produtos e serviços: Peixes congelados.

GONDI
Local: Portoviejo - Equador
Contatos: info@gondi.com.ec; +59 3 5292-2554
www.grupogondi.com
Produtos e serviços: Pescado resfriado, congelado e conservas.

GRUPO 5
Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: contato@grupo5bs.com.br; +55 (11) 5505-3795
www.grupo5bs.com.br
Produtos e serviços: Força comercial, inteligência logística, trade-mkt e P&D.

GRUPO AMBAR AMARAL
Local: Santa Fé do Sul - SP - Brasil
Contatos: sac@grupoambaramaral.com. br; +55 (17) 3631-9100
www.grupoambaramaral.com.br
Produtos e serviços: Grupo dedicado à criação de tilápia, com a cadeia verticalizada. Possui piscicultura, produção de alevinos, frigorífico de peixe e indústria de ração.

GRUPO VERAZ
Local: Mar del Plata - Argentina Contatos: info@grupoveraz.com.ar; +54 223 4894624
www.grupoveraz.com.ar
Produtos e serviços: Empresa dedicada à captura, produção e comercialização de produtos do mar argentino, principalmente camarão vermelho (Pleoticus muelleri).

HAARSLEV INDUSTRIES
Local: Curitiba - PR - Brasil
Contatos: br-comercial@haarslev.com; +55 (41) 3086-8200 www.haarslev.com
Produtos e serviços: Equipamentos para o processamento de subprodutos de pescado.

IAQUA
Local: Parnamirim - RN - Brasil
Contatos: atendimento@iaquashop.com. br; +55 (84) 99657-4771
www.iaquashop.com.br
Produtos e serviços: Produtos e equipamentos para melhorar a produção aquícola, como probióticos, aeradores, compressores, alimentadores, mesas classificadoras de peixes, tarrafas etc. Possui unidades no Rio Grande do Norte, Ceará, Alagoas, Sergipe, Bahia e São Paulo.
Local: Porto Alegre - RS - Brasil Contatos: hipra@hipra.com; +55 (51) 3325-4500 www.hipra.com
Produtos e serviços: Indústria farmacêutica veterinária multinacional.

HP EMBALAGENS
Local: Cotia - SP - Brasil
Contatos: hpembalagens@hpembalagens. com.br; +55 (11) 4612-5088 www.hpembalagens.com.br
Produtos e serviços: Embalagens plásticas, blister, bandejas, berços, termoformados.

Local: Puerto Madryn - Argentina Contatos: iberconsa@iberconsa.com.ar; +54 280 4453088
www.iberconsa.es
Produtos e serviços: Captura, processamento e distribuição de produtos do mar, como a merluza hubbsi congelada a bordo e o camarão vermelho (Pleoticus muelleri).

ICETECK TECNOLOGIA EM EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS
Local: Indaiatuba - SP - Brasil Contatos: vendas@iceteck.com.br; +55 (19) 3935-1952
www.iceteck.com.br
Produtos e serviços: Túnel espiral de congelamento, resfriamento e congelamento de alimentos.
Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: marketing@icl-group.com.br; +55 (11) 2155-4570
www.icl-group.com
Produtos e serviços: Indústria de alimentos e bebidas, tratamento de metais, produção de açúcar, tratamento de águas e efluentes, nutrição animal, indústria farmacêutica, refino de óleos vegetais.

Local: Buritama - SP - Brasil
Contatos: contato@idealsis.com.br; +55 (18) 3691-1764
www.idealsis.com.br
Produtos e serviços: Soluções de integração e automação de processos administrativos, comerciais, industriais e logísticos. Criadora do Fish Control, software de gerenciamento de pisciculturas em todo o Brasil.

Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: ecil@ecil-trading.com.br; +55 (11) 3202-6363
http://www.br-ecil.com/
Produtos e serviços: Embalados da marca
Inak para clientes do varejo (merluza, polaca, mapará, cação, kani e imitação de patas de caranguejo).
21 X 13,5 CM 2.pdf 1 29/09/2023 14:25

Local: Tanguá - RJ - Brasil
Contatos: patense@patense.com.br; +55 (34) 3818-1800 www.patense.com.br
Produtos e serviços: Produtos com alta digestibilidade, como a farinhas de pescado (sardinha, salmão, atum, camarão), com diferentes níveis proteícos, iniciando com 60% de proteína, além do óleo (sardinha e salmão), ricos em ômegas.

Local: Vigo - Espanha
Contatos: info@interatlantic.es; +34 986 44 32 10 www.interatlantic.es
Produtos e serviços: Produtor de anéis, tentáculos e derivados de lula no Peru, importador e exportador de pescado congelado com escritórios em Europa e Ásia e mais de 100 Dipoas aprovados.

INTERNATIONAL FISH CONGRESS & FISH EXPO BRASIL
Local: Foz do Iguaçu - PR - Brasil
Contatos: executiva@international fishcongress.com.br; +55 (48) 9998-0492 www.internationalfishcongress.com.br
Produtos e serviços: O International Fish Congress e a Fish Expo Brasil são realizados anualmente no Maestra Grand Convention Center em Foz do Iguaçu (PR). O evento possui mais de 20 horas de conteúdo exclusivo.










JC LACERDA SEAFOOD
IMEVE S.A.
Local: Jaboticabal - SP - Brasil
Contatos: imeve@imeve.com.br; +55 (16) 3209-7700 www.imeve.com.br
Produtos e serviços: Probióticos e suplementos.

IN-SITU DO BRASIL
Local: São José dos Campos - SP- Brasil
Contatos: vendas@in-situdobrasil.com.br; +55 (12) 3042-1504
www.in-situdobrasil.com.br
Produtos e serviços: Medidor de nível de água, sonda de nível de água, sonda multiparamétrica, sensor de nível de água, sensor de oxigênio dissolvido, sonda de OD, sonda multiparâmetro, sensor de PH, sensor de turbidez.

Local: Jundiaí - SP - Brasil
Contatos: daniela.nomura@indukern.com. br; +55 (11) 3109-2000 indukern.com.br/
Produtos e serviços: Aminoácidos, vitaminas, minerais, premix, aditivos nutricionais, eugenol, formol, produtos químicos para uso em indústria alimentícia e farmacêutica.

JBT
Local: Araraquara - SP - Brasil
Contatos: latinamerica.info@jbtc.com; +55 (16) 3301-2000
www.jbtc.com
Produtos e serviços: Tecnologias em resfriamento/congelamento IQF, porcionamento, empanamento, pré-Fritura, cozimento, embalagem, processamento, envase/esterilização de latas/pouches, ReChillers para abatedouro de peixes.
Local: Recife - PE - Brasil
Contatos: comerciallacerdajc@gmail.com; +55 (81) 99730-4262
www.facebook.com/jclacerdaseafood/ Produtos e serviços: Importação e exportação.

JC PESCADOS
Local: Itarema - CE - Brasil
Contatos: luiz.tondo@jcpescados.com.br; +55 (88) 3667-1110
www.facebook.com/JCPescadosLTDA/ Produtos e serviços: Expotação e importação de pescado. Camarão, robalo, pescada amarela e cambucu, salmão, tilápia, badejo (sirigado), pargo, espada, atum, panga, peixes inteiros, postas e filés. Insumos para culinária japonesa.

KALFRITEC
Local: Joinville - SC - Brasil
Contatos: comercial@kalfritec.com.br; +55 (47) 98851-5909
www.kalfritec.com.br
Produtos e serviços: Refrigeração industrial, girofreezer, túneis de congelamento, congelamento IQF, túneis de bandeja, detecção de amônia, rack de compressores, bloco evaporador, painéis frigoríficos, amônia.

Local: Indaiatuba - SP - Brasil
Contatos: karamsmar@karamsmar.com; +55 (19) 3935-9725
www.karamsmar.com
Produtos e serviços: Peixes, camarão e frutos do mar.

KOMDELLI
Local: Tijucas - SC - Brasil
Contatos: comercial@komdelli.com.br; +55 (48) 3641-2603
www.komdelli.com.br
Produtos: Venda de pescado, principalmente salmão (fresco e congelado), e tilápia. A empresa também oferece terceirização de serviço.

KORAL FISH
Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: koralfish@koralfish.com.br; +55 (11) 3569 0542 www.koralfish.com.br
Produtos e serviços: Distribuição de pescados em toda a região de SP (capital) e Grande São Paulo.

KORIN AGRICULTURA E MEIO AMBIENTE
Local: Ipeúna - SP - Brasil
Contatos: contato@korinagricultura.com. br; +55 (19) 3576-9518 www.korinagricultura.com.br
Produtos e serviços: Biorremediador e fertilizante para solo de viveiros.

LABORATÓRIO PATHOVET BRASIL
Local: Ribeirão Preto - São Paulo - Brasil
Contatos: miguel.fernandez@pathovet.cl; +55 (16) 3236-5400
www.pathovet.cl
Produtos e serviços: Serviços de diagnóstico, análises laboratoriais, experimentação in vitro e in vivo.

LARVI AQUICULTURA
Local: Macau - RN - Brasil
Contatos: ; +55 (84) 3521-8151
www.linkedin.com/company/larviaquicultura/about/
Produtos e serviços: Pós-larvas de camarão Litopenaeus vannamei, Macrobrachium rosenbergii e ostra Crassostrea brasiliana.

LEX EXPERTS SOLUÇÕES EM ALIMENTOS
Local: Itajaí - Santa Catarina - Brasil Contatos: contato@lexbr.net; +55 (47) 98856-2714 www.lexbr.net
Produtos e serviços: Serviços de consultoria para qualificação/auditora de fornecedores, registro de rótulo, elaboração de programas de qualidade, registro/atualização de projetos.

LIZARD
Local: Mogi das Cruzes - SP - Brasil
Contatos: sales@lizard-int.com.br; +55 (11) 94245-6920
www.lizard-int.com.br
Produtos e serviços: Agente de carga multimodal, focado em exportação e importação de cargas refrigeradas, cargas dry e cargas projeto.

LM PESCADOS
Local: Santos - SP - Brasil
Contatos: marcel@lmimport.com.br; +55 (13) 3261-3060
www.lmpescados.com.br
Produtos e serviços: Importadora e distribuidora de pescado.







Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: faleconosco@localfrio.com.br; +55 (11) 3049-6570 www.localfrio.com.br
Produtos e serviços: Armazenagem e transporte.

Local: Jandira - SP - Brasil
Contatos: vendas@maquiplast.com.br; +55 (11) 4619-9696 www.maquiplast.com.br
Produtos e serviços: Embalagens plásticas flexíveis, filmes para empacotadoras automáticas e termoformadoras e embalagens stand-up pouch.
MAR & RIO PESCADOS
Local: São José do Rio Preto - SP - Brasil
Contatos: contato@mareriopescados.com. br; 0800 740 4004
www.mareriopescados.com.br
Produtos e serviços: Venda de peixes e frutos do mar, vinhos e produtos orientais entregues em todo Brasil.

MARBELIZE
Local: Manabí - Equador
Contatos: info@marbelize.com; +59 3 5 2389000 | 59 3 5 2389001
www.marbelize.com
Produtos e serviços: Atum e conservas diversas em latas, pouches e vidro, bem como hambúrgueres, sticks e outros produtos de valor agregado.

MARINE EQUIPMENT
Local: Florianópolis - SC - Brasil
Contatos: contato@marineequipment.com. br; +55 (48) 3206-8922
www.marineequipment.com.br
Produtos e serviços: Consultoria em aquicultura industrial; tanques-rede, bombas para despesca e transferência, contadores, scanners, classificadores, cabos especiais, boias e máquinas, gruas hidráulicas marítimas, entre outros.

MARIS LABORATÓRIO
Local: Aracati - CE - Brasil
Contatos: contato@marispescados.com.br; +55 (88) 3446-2565
www.marispescados.com.br
Produtos e serviços: Pós-larvas de camarão Litopenaeus vannamei bem formadas e livres de patógenos.
MIAKI REVESTIMENTOS
Local: Guararema - SP - Brasil
Contatos: vendas@miaki.com.br; +55 (11) 2164-4300
www.miaki.com.br
Produtos e serviços: Revestimentos monolíticos de alto desempenho, excelente resistência química, térmica, mecânica e a abrasão, fácil limpeza, impermeável, não prolifera bactérias.

MILLENIUM PESCADOS
Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: ro.millenium@uol.com.br; +55 (11) 99642-786
www.facebook.com/MilleniumPescados/ Produtos e serviços: Venda de pescado fresco.
MAR ARGENTINO
Local: Buenos Aires - Argentina
Contatos: marargentino@cfp.gob.ar; +54 (11) 4361-5830 www.marargentino.gob.ar
Produtos e serviços: “Mar Argentino, selvagem e austral” é uma referência nos mercados pesqueiros internacionais sobre a qualidade que acompanha as empresas pesqueiras argentinas.

MAR DE PEIXE PESCADOS (MARPEX)
Local: Balneário Piçarras - SC - Brasil
Contatos: marpex@marpex.com.br; +55 (47) 3345-0433 www.marpex.com.br
Produtos e serviços: Venda de pescado marinho congelado (camarão, peixe inteiro, filé, moluscos, paella).

MARDI
Local: Mar del Plata - Argentina
Contatos: mardi@mardi.com.ar; +54 223 489-7100
www.mardi.com.ar
Produtos e serviços: Filé de merluza interfolhado, IQF e empanados de merluza.

MARIS PESCADOS
Local: Aracati - CE - Brasil
Contatos: contato@marispescados.com.br; +55 (88) 3446-2565
www.marispescados.com.br
Produtos e serviços: Camarão, peixe e lagosta processados e congelados em embalagens de 200 g a 2 kg para o varejo e food service.

MAREL
Local: Piracicaba - SP - Brasil
Contatos: info@marel.com; +55 (19) 3414-9000 www.marel.com/pt
Produtos e serviços: Sistemas, equipamentos e software para o processamento de pescados.
MAYEKAWA DO BRASIL
Local: Arujá - São Paulo - Brasil
Contatos: comercial@mayekawa.com.br; +55 (11) 4654-8063
www.mayekawa.com.br
Produtos e serviços: Equipamentos chillers, compressores parafuso, compressores alternativos, compressores semiherméticos. Serviços de manutenção e assistência técnica. Atendimento por todo o Brasil.
MINERVA FOODS
Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: sac@minervafoods.com; 0800 404 3000 www.minervafoods.com/en/minervaproud-to-be-more/
Produtos e serviços: Linha ampla de pescados, que inclui polaca do Alasca, tilápia, merluza, pangasius, postas de Saithe, bolinhos com bacalhau, lombo de bacalhau Saithe, lombo de bacalhau Gadus morhua e salmão.

MQ PACK
Local: Santo Andre - SP - Brasil
Contatos: vendas@mqpack.com; +55 (11) 4991-4241
www.mqpack.com
Produtos e serviços: Balanças múltiplos cabeçotes, empacotamento e classificadora.



Local: Puerto Montt - Chile
Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: 0800 707 0512 www.msd-saude-animal.com.br
Produtos e serviços: Produtos veterinários: vacinas injetáveis; desinfetantes e antimicrobianos orais.

MULTIFOODS
Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: comercial@multifoods.com.br; +55 (11) 3646-6700
www.multifoods.com.br
Produtos e serviços: Peixes, moluscos e crustáceos.

MULTIPESCA
Local: Marechal Cândido Rondon - PRBrasil
Contatos: multipesca.rondon@gmail.com; +55 (45) 3254-3913
www.multipesca.com
Produtos e serviços: Projetos aquícolas completos, tanques elevados PEAD para bioflocos, aquaponia e recirculação.

MULTIVAC DO BRASIL
Local: Valinhos - SP - Brasil
Contatos: vendas@br.multivac.com; +55 (19) 3795-0818 br.multivac.com
Produtos e serviços: Máquinas a vácuo, seladora de bandejas, termoformadoras, flowpack, etiquetadoras, checkweighers, balança multicabeçote, sistemas e automação.
Contatos: comercial@multi-xsalmon.com; +56 (65) 2483-700
www.multi-xsalmon.com/en/home/
Produtos e serviços: Venda de salmão (inteiros, filé e porcionado), comercializados frescos, congelados e defumados e produtos de alto valor agregado como o lombo de salmão defumado.

Local: Belo Horizonte - MG - Brasil
Contatos: contato@myleus.com; +55 (31) 3234-1842 www.linkedin.com/company/ myleusfoodsafety
Produtos e serviços: Análises de laboratório (teste de DNA em pescado), software de gestão da qualidade, programas de monitoramento de autenticidade de pescado.

Local: Balneário Piçarras - SC - Brasil
Contatos: natubras@natubras.com.br; +55 (47) 3347-4800 www.facebook.com/natubras/
Produtos e serviços: Venda de camarões, peixes e frutos do mar

Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: contato@newfish.com.br; +55 (11) 2674-2876 www.newfish.com.br
Produtos e serviços: Venda de peixes, frutos do mar, crustáceos e moluscos frescos e congelados.

Local: Buenos Aires - Argentina
Contatos: atencion.usuarios@newsan. com.ar; +54 911 50011020 www.newsan.com.ar
Produtos e serviços: Venda de merluza (filés e HGT), lula (inteira e aneis), camarão (inteiro, caudas e descascado, merluza hoki (filés), brótola (HGT) e abadejo (HGT).

NEXCO
Local: Recife - PE - Brasil
Contatos: nexco@nexco.com.br; +55 (81) 99194-1304 www.nexco.com.br
Produtos e serviços: Probióticos, prebióticos, dietas secas, dietas líquidas, antibióticos, hormônio, ácidos orgânicos, fertilizantes e suplementos.

Local: Pontevedra - Espanha
Contatos: info@noriberica.com; +34 986 447 489 www.noriberica.com
Produtos e serviços: Captura, processamento e distribuição de pescado e frutos do mar ultracongelados, como bacalhau, merluza, espada, atum, lula e polvo.
PESCADOS
Local: Recife - PE - Brasil
Contatos: guiblanke@noronhapescados. com.br; +55 (81) 2138-9100 www.noronhapescados.com.br
Produtos e serviços: Venda de peixes, crustáceos e moluscos para food service, distribuidores e varejo.
NINEFISH SEAFOOD
Local: Balneário Camboriú - SC - Brasil
Contatos: contato@ninefish.com.br; +55 (47) 3367-9009 www.ninefish.com.br
Produtos e serviços: Pescado internacional embalado para consumidores finais.

NORDSEE
Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: nordsee@nordsee.com.br; +55 (11) 3742-1903
www.nordsee.com.br
Produtos e serviços: Pescados frescos e congelados, e frutos do mar congelados.
Local: São Paulo - SP - Brasil Contatos: contato@nutrafoods.net.br; +55 (11) 3660-4700 www.nutrafoods.net.br
Produtos e serviços: Venda de tilápia, merluza, polaca, panga, linguado, abadejo, camarão, lula e mexilhão em pacotes de 200g, 400g, 800g e a granel.

Local: Duran - Guayas - Equador
Contatos: sales@omarsa.com.ec; +59 3 99 004 1400 www.omarsa.com.ec
Produtos e serviços: Produtos de camarão congelado inteiro, cauda e produtos de valor agregado crus ou cozidos em várias apresentações de embalagem. Oriundos do cultivo convencional ou orgânico.

Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: contato@opergel.com.br; +55 (11) 3021-8988
www.opergel.com.br
Produtos e serviços: Salmão, bacalhau, filés de peixes, frutos do mar, carnes argentinas, azeitonas, conservas, castanhas e frutas secas para todo o Brasil.

Local: Caxias do Sul - RS - Brasil
Contatos: comercial@orquidea.com.br; +55 (54) 3026-7500 www.orquidea.com.br
Produtos e serviços: Farinha Panko, farinha de rosca, farinha de trigo, massas e biscoitos.

PACIFIC RIM (RUSSIAN FISHERY)
Local: Orchard Road - - Singapura
Local: Mar del Plata - Argentina
Contatos: ventas@pampafish.com; +54 0223 483-3001
www.pampafish.com
Produtos e serviços: Filé de peixe congelado, peixe eviscerado congelado.

Local: Kennesaw - Georgia - Estados Unidos

PCC CONGELADOS Y FRESCOS
Local: Guayaquil - Equador
Contatos: sales@pcc.com.ec; +59 3 4 2838943 www.pcc.com.ec
Produtos e serviços: Ampla linha de pescado do Equador, como camarão L. vannamei, peixes selvagens e lulas.

PEIXE FRESCO
O PRIMO TRANSPORTE
Local: Barueri - SP - Brasil
Contatos: augusto@oprimolog.com.br; +55 (11) 2338-1129
www.oprimolog.com.br
Produtos e serviços: Logística internacional, armazenamento, liberação alfandegária, containers refrigerados, cargas perecíveis e comida congelada.
Contatos: akasyanyuk@pacificrim.group; +56 93449-0123
www.pacificrim.group
Produtos e serviços: Polaca do Alasca (inteira, filé, eviscerada, surimi), sardinha (Ma-Iwashi), e arenque do pacífico (peixe inteiro e filé), carangueijos (carangueijo rei, carangueijo azul, carangueijo ouro e outras espécies comerciais).
Contatos: carolina.mobilia@anciglobal. com; +1 (404) 8911311
www.panaferd.com/pt-br/
Produtos e serviços: Aditivos para alimentação animal.
Local: Balneário Camboriú - SC - Brasil
Contatos: faleconosco@peixefresco.com. br; +55 (47) 3367-9009
www.peixefresco.com.br
Produtos e serviços: Venda de pescados resfriados, sendo o salmão o principal produto do mix, ideal para quem trabalha com restaurantes e casas de sushi.



PEIXES MEGG’S
Local: São João da Boa Vista - SP - Brasil
Contatos: peixesmeggs@peixesmeggs. com.br; +55 (19) 3622-3010 www.facebook.com/peixesmeggs
Produtos e serviços: Comércio de pescado de água doce e salgada para o atacado, varejo e compras públicas.
Local: São Carlos - SP - Brasil
Contatos: plantfort@plantfort.com.br; +55 (16) 3368-2011 https://plantfort.ind.br/
Produtos e serviços: Estufas e seus componentes para ambientes protegidos, estrutura, plásticos, lonas e telas.
PRILABSA BR
Local: Natal - RN - Brasil
Contatos: prilabsa@prilabsabr.com.br; +55 (84) 3207-7773
www.prilabsa.com
Produtos e serviços: Soluções para o desenvolvimento da indústria aquícola, como rações, aditivos, probióticos, equipamentos e outros produtos.

PESCADOS JAPESCA
Local: São Lourenço do Sul - RS - Brasil
Contatos: sac@japesca.com.br; +55 (53) 3251-3097 / 3104
www.japesca.com.br
Produtos e serviços: Peixes de água doce regionais e nativos do Rio Grande do Sul.

PESQUERA SANTA ELENA
Local: Puerto Deseado - Argentina
Contatos: pesel@datamarkets.com.ar; +54 297 487-0951
www.kanikama.com.ar/santa-elena
Produtos e serviços: Kani kama.

PHIBRO SAÚDE ANIMAL INTERNACIONAL
Local: Campinas - SP - Brasil
Contatos: phibro.sac@pahc.com; 0800-722-8011 / (11) 2185-4400
www.pahc.com/brasil
Produtos e serviços: Antimicrobianos de uso veterinário e especialidades nutricionais.
POTIPORÃ
Local: Pendências - RN - Brasil
Contatos: contato@potipora.com.br; +55 (84) 98145-8097 www.pt-br.facebook.com/ camaraopotipora/
Produtos e serviços: Camarão congelado.

PREVEMAX
Local: Videira - SC - Brasil
Contatos: marketing@prevemax.com.br; +55 (49) 3531-3300 www.prevemax.com.br
Produtos e serviços: Aventais, capas, batas, toucas, luvas, calçados de segurança, EPI’s em geral.

PREVET
Local: Jaboticabal - SP - Brasil
Contatos: contato@prevet.com.br; +55 (16) 3202 6298 | 3202 6610 www.prevet.com.br/
Produtos e serviços: Serviços de monitoramento sanitário, análises e estudos microbiológicos e histopatológicos, análise de água, serviços relacionados a saúde animal e pesquisa e desenvolvimento.
PRIME SEAFOOD
Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: contato@prime.trd.br; +55 (11) 2738-0069
www.primeseafood.com.br
Produtos e serviços: Lombo de bacalhau dessalgado congelado, bacalhau desfiado dessalgado congelado, lombos de dourado congelado e cauda de lagosta congelada.

PRODUMAR
Local: Natal - RN - Brasil
Contatos: produmar@produmar.ind.br; +55 (84) 4006-2000 www.produmar.ind.br
Produtos e serviços: Captura, beneficiamento e estocagem, com porto privado com capacidade para desembarque diário de barcos pesqueiros e vendas no atacado e varejo de atum, meka, peixes costeiros, ova, lagosta e camarão.

PRODUMAR S.A.C.
Local: Lima - Peru
Contatos: info@produmar.com; +51 1 4750340 www.produmar.com/es
Produtos e serviços: Lula, polvo, merluza gayi e vieiras.
PRO ECUADOR
Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: ocesaopaulo@produccion.gob. ec; +55 (11) 2308-2571
www.proecuador.gob.ec
Produtos e serviços: Facilitamos a informação e os contatos para fazer negócios com empresas exportadoras de peixes e camarão do Equador. Somos um escritório do governo e nossos serviços são gratuitos.

PROJEPESCA CONSULTORIA
Local: Brasília - DF - Brasil
Contatos: abraao@projepesca.com.br; +55 (61) 99355-3849
Produtos e serviços: Consultoria em relações governamentais e planejamento estratégico de comércio exterior.

QUALIMAR
Local: Jaboatão dos Guararapes - PEBrasil
Contatos: vendas@carapitanga.com.br; +55 (81) 3072-9098 www.qualimar.com.br
Produtos e serviços: Camarão em diferentes apresentações.

RAGUIFE IND. COMERCIO DE RAÇOES LTDA
Local: Santa Fé do Sul - SP - Brasil
Contatos: sac.raguife@grupoambaramaral. com.br; +55 (17) 3631-4347 www.raguife.com.br
Produtos e serviços: Indústria especializada em nutrição animal.

Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: atendimento@ respectconsultoria.com.br; +55 (11) 98327-7660
www.respectconsultoria.com.br
Produtos e serviços: Serviços de consultoria jurídica e administrativa.

LTDA
Local: Florianópolis - SC - Brasil
Contatos: uruivo@gmail.com; +55 (47) 99609-5858
www.ruivoconsultoria.com
Produtos e serviços: Projetos de frigoríficos, avaliação operacional, estudos de viabilidade e regularização junto ao Mapa.

LTDA
Local: Fortaleza - Ceara - Brasil
Contatos: atendimento@saboresdacosta. com.br; +55 (85) 3017-2528
www.saboresdacosta.com.br
Produtos e serviços: Camarão congelado criados nos sistemas orgânicos e convencional.

SALMONCHILE
Local: Puerto Montt - Chile
Contatos: puertomontt@salmonchile.cl; +56 (65) 2256-666
www.salmonchile.cl
Produtos e serviços: Exportadores de salmão Atlântico, salmão coho e truta salmonada.

SAN ARAWA
Local: Buenos Aires - Argentina
Contatos: infoc@sanarawa.com; +54 (11) 5032-4971
www.sanarawa.com
Produtos e serviços: Companhia pesqueira especializada na pesca e processamento de hoki, polaca e surimi em apresentações variadas, com base em Ushuaia, na Terra do Fogo.

SANTA HELENA FISH FARM
Local: Bebedouro - SP - Brasil
Contatos: henrique@shfish.com.br; +55 (17) 99149-1145 www.shfish.com.br
Produtos e serviços: Tilápia para frigorífico.

SANTA PRISCILA
Local: Guayaquil - Equador
Contatos: sales@santa-priscila.com; +59 3 4 600 5231
www.santa-priscila.com
Produtos e serviços: Produz e exporta camarão (Litopenaeus vannamei).

SÃO RAFAEL CÂMARAS FRIGORÍFICAS
Local: Arujá - SP - Brasil
Contatos: vendas6@saorafael.com.br; +55 (11) 4652-7900
www.saorafael.com.br
Produtos e serviços: Soluções para cadeia do frio, como câmaras frigoríficas.

SATEL DESPACHOS
Local: Santos - SP - Brasil
Contatos: satel@sateldespachos.com.br; +55 (13) 3228-5000 www.sateldespachos.com.br
Produtos e serviços: Despachos aduaneiros.

SEAFOOD FROM NORWAY
Local: Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Contatos: rb@seafood.no; +55 (21) 2586-7500
www.bacalhaudanoruega.com.br
Produtos e serviços: Trabalhamos com o setor pesqueiro para criar mercados para os peixes e frutos do mar da Noruega. O selo “Seafood from Norway” é um símbolo da origem dos peixes e frutos do mar noruegueses.

SEAFOOD SHOW LATIN AMERICA
Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: seafoodshow@francal.com.br; +55 (11) 2226-3100 www.seafoodshow.com.br
Produtos e serviços: Feira de negócios internacional focada em comercialização de pescado, tecnologia de processamento e atualização de conhecimentos para a indústria e o mercado de pescado nacional e internacional, com foco na América Latina.

SEAFRIGO DO BRASIL
Local: Santos - SP - Brasil
Contatos: d.ojea@seafrigo.com; +55 (13) 3228-5010
www.seafrigo.com
Produtos e serviços: Agenciamento de transportes internacionais de cargas (marítimos e aéreos) especializado em produtos alimentícios.



SHIGUEN REFRIGERAÇÃO LTDA.
Local: Araras - SP - Brasil
Contatos: shiguen@shiguen.com.br; +55 (19) 3547-2100
www.shiguen.com.br
Produtos e serviços: Fabricação e instalação de completa linha em refrigeração industrial: fabricadores de gelo, túneis de congelamento, evaporadores, condensadores, reservatórios, válvulas e peças de reposição e outros.

SIAM CANADIAN SOUTH AMERICA
Local: Buenos Aires - Argentina
Contatos: mathieu@siamcanadian.com; +54 9 11 3502 2605
www.siamcanadian.com
Produtos e serviços: Frutos do mar congelados: merluza, polaca, panga, lula, camarões, salmão, polvo, migas, atum, sardinha, cavalha, pescadinha e abadejo.

SIMPÓSIO DE CONTROLE DE PESCADO (SIMCOPE)
Local: Santos - SP - Brasil
Contatos: effurlan@pesca.sp.gov.br; +55 (13) 3261-2653
www.pesca.sp.gov.br/eventos-simcope
Produtos e serviços: O Simpósio de Controle da Qualidade do Pescado é o principal evento nacional dedicado ao debate e à atualização na área e ocorre a cada dois anos.

SINDICATO DAS INDÚSTRIAS DE FRIO E PESCA DO CEARÁ (SINDFRIO)
Local: Fortaleza - CE - Brasil
Contatos: sindfrio@sfiec.org.br; +55 (85) 3224-8227
Produtos e serviços: Representação institucional da indústria de pescado do Ceará, com foco na promoção de exportações e articulação empresarial.

SINDICATO DAS INDÚSTRIAS DE PESCA DE SÃO PAULO (SIPESP)
Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: sipesp@sipesp.com.br; +55 (11) 2812-7505
www.fiesp.com.br/sipesp
Produtos e serviços: Representação institucional da indústria da pesca e aquicultura de São Paulo junto ao setor público e privado, promoção de eventos, reuniões e articulação.

SÓ PESCA BRASIL
Local: Cerquilho - SP - Brasil
Contatos: contato@sopescabrasil.com.br; +55 (15) 3384-2343
www.sopescabrasil.com.br
Produtos e serviços: Peixes congelados (inteiro, filé, eviscerado, postas), além de camarões descascados congelados.

Local: Guimarães - Portugal
Contatos: soguima@soguima.com; +35 1 253 470 070 www.soguima.com
Produtos e serviços: Bacalhau dessalgado congelado, bacalhau desfiado, polaca desfiado, polvo ao natural e cozido, sardinha, cação, bolinhos com bacalhau, pré-cozidos a base de peixe e de carne, pré-cozidos vegan.

SOLIMENO
Local: Mar del Plata - Argentina
Contatos: solimeno@solimenosa.com.ar; +54 223 480 1554/9607 – 480 2092 www.solimenosa.com.ar
Produtos e serviços: Pescado congelado, processado e empanado.

Local: Fortaleza - Ceará - Brasil
Contatos: brazil@spring-genetics.com; +55 (85) 99749-3375 www.bmkgenetics.com
Produtos e serviços: Plantéis de reprodutores geneticamente melhorados.

TILABRAS
Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: contact@tilabras.com.br; +55 (11) 2667-0232 www.tilabras.com.br
Produtos e serviços: Tilápia fresca para atacados e frigoríficos criada em sistema verticalizado (larvicultura, produção de ração, engorda e processamento).

SUPREME DO BRASIL PESCADOS
Local: Santa Clara do Oeste - SP - Brasil
Contatos: supremedobrasil@gmail.com; +55 (17) 99776-8005
www.supremedobrasilpescados.com.br
Produtos e serviços: Filé de tilápia.

TARG LOGÍSTICA
Local: Osasco - SP - Brasil
Contatos: contato@targlogistica.com.br; +55 (11) 3647-9444
Produtos e serviços: Entregas na capital e interior de São Paulo, além da cidade do Rio de Janeiro.

TECNOCARNE
Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: atendimento.tecnocarne@ informa.com; +55 (11) 4632-0200 www.tecnocarne.com.br
Produtos e serviços: Feira de negócios especializada em tecnologia de processamento de produtos cárneos.
TIME SEAFOOD
Local: Dalian - China
Contatos: eraice@163.com; +86 411 84803142
www.timeseafood.com
Produtos e serviços: Algas marinhas para culinária oriental, saladas de polvo, saladas de lula, ouriço do mar temperado, entre outros.

Local: Palotina - PR - Brasil
Contatos: trevisan@trevisan.ind.br; +55 (44) 3649-1754 www.trevisan.ind.br
Produtos e serviços: Aeradores, caixas para transporte de peixes e camarões vivos, incubadoras, alimentadores e tratadores de ração.

TRIDENT SEAFOOD CORPORATION
Local: Seattle - Washington - Estados Unidos
Contatos: meiger@tridentseafoods.com; +55 (11) 98609-6904 www.tridentseafoods.com
Produtos e serviços: Polaca do Alasca (HG, filés), salmão selvagem (chum, pink e sockeye - HG), cod bacalhau do Pacífico (HG), black cod (HG), halibut (HG), ikura (ovas) e surimi de polaca do Alasca.

Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: info@trutasnr.com.br; +55 (11) 5543-3860 www.trutasnr.com.br
Produtos e serviços: Produção e venda de truta (inteira, filés), além de outros produtos derivados da truta.

Local: Blumenau - SC - Brasil
Contatos: atendimento@tsaeconsultoria. com.br; +55 (47) 99224-8189
www.tsaeconsultoria.com.br
Produtos e serviços: Prestamos assessoria técnica para a implantação, orientação, revisão e treinamentos nas seguintes áreas: HACCP,BPFs,PPHOs,PACs, rotulagem, importação/exportação de pescado e outras espécies.

Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: sfdkcomercial@tuvsud.com; +55 (11) 5097-7888
www.tuvsud.com/pt-br
Produtos e serviços: Credenciados ao Mapa, acreditados pela CGCRE (INMETRO) de acordo com a norma ABNT NBR ISO/IEC 17025/2017. A empresa realiza análises microbiológicas, físicoquímicas, cromatografia, macroscopia e outros tipos de análises.

Local: Zaragoza - Espanha
Contatos: contacto@ultrafish.eu; +34 976473071 www.ultrafish.eu
Produtos e serviços: Projeto de aprimoramento e inovação tecnológica do processamento de pescado a partir da Europa para o mundo.

Local: Pirassununga - SP - Brasil
Contatos: elton@universeffoods.com.br; +55 (19) 9530-1131
Produtos e serviços: Pescado congelado, produtos orientais e vegetais.




UNIVERSE FROZEN FOODS
Local: Pirassununga - SP - Brasil
Contatos: elton@universeffoods.com.br; +55 (19) 9530-1131
Produtos e serviços: Pescado congelado, produtos orientais e vegetais

URUSSANGA
Local: Blumenau - SC - Brasil
Contatos: vendas@ embalagensurussanga.com.br; +55 (47) 3339-4401
Produtos e serviços: Embalagens secundárias.

VAXXINOVA BRASIL
Local: Vargem Grande Paulista - SP - Brasil
Contatos: ricardo.boeck@vaxxinova com. br; +55 (11) 94259-6702 www.vaxxinova.com.br
Produtos e serviços: Produtos veterinários (vacinas).

VELHO CHICO
Local: Aparecida do Taboado - MS - Brasil
Contatos: gerlucioflavio@gmail.com; +55 (17) 99784-6742
Produtos e serviços: Consultoria industrial para frigoríficos de pescados.

Local: Ho Chi Minh - Vietnã
Contatos: info@vinhhoan.com; +84 838 364 849 www.vinhhoan.com
Produtos e serviços: Pangasius sem adição de químicos em diferentes apresentações.

Local: Cotia - SP - Brasil
Contatos: sav@vivendadocamarao.com.br; +55 (11) 4613-2600; 4613-2640 www.vivendadocamarao.com.br
Produtos e serviços: Camarões in natura, linha de peixes, além de receitas especiais na linha de pratos prontos congelados.

WEEMAC MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
Local: Massaranduba - SC - Brasil
Contatos: weemac@weemac.com.br; +55 (47) 3379-8025 www.weemac.com.br
Produtos e serviços: Aeradores, alimentadores e esteiras de despesca.

WENGER MFG
Local: Valinhos - SP - Brasil
Contatos: cmathias@wenger.com; +55 (19) 3881-5060 www.wenger.com
Produtos e serviços: Linha de extrusão completa (extrusora, secador, sistema de recobrimento e resfriador).

Local: Jaboticabal - SP - Brasil Contatos: danielanomura@gmail.com; +55 (16) 99609-0002 www.facebook.com/ groups/242133782577582
Produtos e serviços: Workshop, conhecimento e networking.

ZALTANA PESCADOS
Local: Ariquemes - RO - Brasil
Contatos: contato@zaltanapescados.com. br; +55 (69) 3516-7802 www.zaltana.com.br
Produtos e serviços: A Zaltana é uma empresa dedicada ao processamento de cortes dos peixes tambaqui, pintado, pirarucu e tambatinga.

ZALTANA RAÇÕES
Local: Ariquemes - RO - Brasil
Contatos: contato@zaltanapescados.com. br; +55 (69) 3516-7801 www.zaltana.com.br
Produtos e serviços: Produção de rações para peixes e linha pet.

ZOETIS
Local: São Paulo - SP - Brasil
Contatos: adm-sac@zoetis.com; 0800 011 1919 www.zoetis.com.br/
Produtos e serviços: Produtos veterinários, como vacinas para tilapicultura, além de equipamentos tecnológicos para a vacinação dos peixes.


Conteúdo de mercado com especialistas do setor Seafood TALK SHOW
RODADA DE NEGOCIOS
Aulas-show com receitas e demonstrações gastronômicas Seafood SERVICE SHOW
Encontros estratégicos pré-agendados entre fornecedores e compradores
Comércio mundial de pescados
Panorama do Trade: as commodities do pescado/ produtos de nicho
Movimentações do mercado de pescado no varejo brasileiro
Novos canais de venda e marketing digital para o setor de pescados


Palestrante Internacional
ANGEL RUBIO
Analista Senior da Urner Barry
FAÇA SEU CREDENCIAMENTO
PROFISSIONAL GRATUITO
Basta apontar a câmera do seu celular aqui:
Reconhecimento pela profissão e incentivo ao consumo e à exposição adequada de pescado no ponto de venda
da
Atenção à culinária que tem a base no pescado
O coquetel de confraternização oficial do setor GLOBAL RECEPTI N
SEAFOOD INNOVATION SHOW
Exposição dos produtos premiados e destacados como ‘inovações na indústria de pescado’
Promoção comercial no mercado internacional
Cases do varejo de pescado fresco e processado
Restaurantes e franquias: os desafios das compras de pescado
A importância da cadeia de suprimentos para a gastronomia japonesa
E MUITO MAIS: MERCADO | TENDÊNCIAS | VAREJO | GASTRONOMIA | FOOD SERVICE
Top Speakers nacionais e internacionais
Chefs de cozinha renomados

ICARO RODRIGUES
Executivo Vertical Varejo da Nielsen IQ

JUN SAKAMOTO
Chef Sushiman e Empresário

GERÔNIMO ATHUEL
Proprietário do Restaurante OCYÁ

Especialistas da indústria e do mercado de pescado

Adriano De Laurentiis
Sócio do Restaurante Cais




ANUNCIANTE
Abipesca
Abrapes
Adisseo
Alaska Seafood Marketing Institute
AlliPlus
AquaChile
Aquatec
Aquaculture Stewardship Council (ASC)
Bom Peixe
Brazilian Fish
Brusinox
C.Vale
Cermaq
Clearwater
Copacol
Coqueiro
Costa Sul
Costiero Pescados
Damm
Deep Sea
DOSETec
Elanco
Fenacam
Frescatto Company
Iberconsa
JBT
Karam’s Mar
Komdelli | Frumar
Koral Fish
Lex Experts
LM Pescados
Mar & Rio
Marel
Marpex
Millenium Pescados
Minerva Foods
MQ Pack
Natubrás
Ninefish
Noronha
O Primo Transporte
Opergel
Potiporã
Raguife
Respect Consultoria
Russian Fishery | Pacific RIM
Salmón de Chile
Seafood from Norway
Seafood Show Latin America
Siam Canadian
Supreme do Brasil
Vaxxinova
009 087 007 4ª Capa 097 034/035 103 033 067 027 039 003 2ª Capa 057 3ª Capa 059 037 021 023 081 093 055 071 079 045 011 041 019 091 053 063 013 029 025 101 075 031 089 099 005 069 047 082/083 061 073 048/049 043 064/065 104/105 077 051 017
Agradecemos a todas as empresas parceiras acima, bem como todas aquelas que adquiriram a participação avulsa no Guia de Fornecedores desta edição. A todos, nossa profunda admiração e gratidão por adotar a Seafood Brasil como um instrumento de geração de networking e negócios.

