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Novidades

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2018

Port f olio

Pe u Gue r b as

Entr evista: Jon Bernot

Fal mout h- Cat hedral Expl ora t i on Proje c t

Flórida cav es

Li t t l e Riv e r S p r ing s

Macro f otogra f ia na Á f rica do S ul

Em terra d e gi gantes um m undo e s c ondi do


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janeiro 2018

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janeiro DE 2018 Current line feeding by bodiver

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_DSC2295logo by Raffaele Livornese

janeiro 2018

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SOCIAL

ED.72

EXPEDIENTE Feita por quem mergulha

EDITOR KADU PINHEIRO

14. África do sul

Nesta edição Amigos leitores,

A segunda edição do ano chegando em ritmo de car naval, colorida e animada, com uma super matéria sobre o megulho na África do Sul mas sob uma perspectiva diferente, Ulisses Turati nos mostra o mundo macro escondido nas águas africanas e que muitas vezes acabamos menosprezando.

38. Little river

Fui mergulhar na Flórida em uma das caves mais iradas do pedaço Little River, e de quebra trouxe uma exclusiva entrevista com Jon Ber not sobre a sua recente expedição. O estreante na Divemag Peu Guerbas que já chega “chegando” com um portfolio de arrebentar!

CONTEÚDO

Veja as novidades sobre equipamentos e a cobertura do concurso Beleza Fatal apoiado pela ABISUB e pelo projeto Coral Sol. Tudo isso e muito mais, aqui na Divemag! 14. 38. 50. 54. 61. 64.

África do Sul, especial macro Flórida caves, Little River Competição, Beleza Fatal Entrevista Jon Bernot Equipamentos, novidades Portfolio, Peu Guerbas

Kadu Pinheiro Editor


divEMag.com

Conselho Editorial

Colaboradores

International dive magazine

Carolina Schrappe Redação Diretor de Produto Bruno Tae

Gabriel Ganme

EDITOR: Kadu Pinheiro kadu@divemag.org JORNALISTA RESPONSÁVEL: Kadu Pinheiro

Paula Loque

Colaboraram nesta Edição: Kadu Pinheiro, Ulisses Turati, Peu Guerbas, Jon Bernot, Emerson Covisi REVISÃO FINAL: Carolina Fukuda

Reinaldo Alberti

Publicidade: Reinaldo Alberti reinaldo@divemag.org Atendimento ao leitor SAC: sac@divemag.org DIVEMAG é uma publicação on-line mensal e gratuita da Editora Dive Ltda.

Alexandre Vasconcelos

Fevereiro 2018

Fevereiro de 2018. Ar­ti­gos as­si­na­dos não re­pre­sen­tam ne­ces­sa­ri­am ­ en­te a opi­ni­ão da re­vis­ta.

Alcides Falanghe

ATENDIMENTO Capa: Ulisses Turati

O conselho editorial foi formado com o intuito de manter a revista alinhada com as melhores publicações de mergulho mundiais. Os membros do nosso conselho são referências junto ao mercado de mergulho, figuras publicamente conhecidas que representam nossa atividade perante a mídia e o trade.

sac@divemag.org

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África do sul Macrofotografia em terra de gigantes, um mundo escondido: Texto e fotos Ulisses Turati

A

República da África do Sul, é um país localizado no extremo sul da África, entre os Oceanos Atlântico e Índico, com quase 2800 quilômetros de litoral. O país é conhecido por sua biodiversidade e pela grande variedade de culturas, crenças e idiomas. A Constituição da África do Sul, reconhece onze línguas oficiais.

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África do Sul | Macrofotografia | Por: Ulisses turati

N

este artigo, vamos mostrar a vocês leitores uma maneira diferente de ver os mergulhos na África do Sul. A história começa em Julho de 2017 quando estava pesquisando locais para viajar e mergulhar com minha esposa Lola Turati, viagem esta programada para Novembro, onde comemoraríamos trinta anos de casados.

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África do Sul | Macrofotografia | Por: Ulisses turati

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uando começo a mostrar as opções até então escolhidas, minha esposa mostra uma superpromoção de passagens aéreas para a cidade de Johanesburgo. Não hesitamos e compramos as passagens.

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assagens compradas, comecei a pesquisar onde mergulhar na África do Sul. Novamente minha esposa deu a ideia de mergulhar no lado do Oceano Índico onde a água é mais quente e a visibilidade é melhor. Optamos por mergulhar em Umkomaas com a operadora Blue Ocean Dive Resort.

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África do Sul | Macrofotografia | Por: Ulisses turati

F

iz contato com a operadora via e-mail e a conversa toda até o fechamento da negociação foi realizada diretamente com a Nicki, proprietária da operadora junto com o marido Gary. Fechei um pacote completo com mergulhos ilimitados (dependendo das condições climáticas), café da manhã e traslados. Ficamos hospedados no Dive Resort por doze dias e mergulhamos por dez dias, totalizando vinte e cinco imersões.

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África do Sul | Macrofotografia | Por: Ulisses turati

A cidade

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mkomaas dista um pouco mais de seiscentos quilômetros de Johanesburgo, sendo a melhor opção, pegar um voo até Durban (uma hora de vôo), onde tinha o transfer nos aguardando para ir mos até Umkomaas (uma hora de carro). Por ser muito pequena, só saímos para caminhar e conhecê-la em duas ocasiões.

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África do Sul | Macrofotografia | Por: Ulisses turati

Hotel

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hotel foi construído em 1934 em estilo colonial com quartos grandes e espaçosos. Tem uma estrutura completa de lazer e alimentação. Um grande deck abriga o bar (bastante agitado todas as noites) e o restaurante que têm vista para um campo de golfe e o oceano ao fundo.

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África do Sul | Macrofotografia | Por: Ulisses turati

MERGULHOS

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maioria dos mergulhadores que vão a Umkomaas, querem mergulhar com tubarões, que são muito comuns de encontrar em praticamente todos os mergulhos. No período em que lá estivemos era época de acasalamento dos “reggies” que são os tubarões mangonas.

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África do Sul | Macrofotografia | Por: Ulisses turati

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s mergulhos são realizados em botes infláveis com capacidades para doze ou catorze mergulhadores e o embarque ocorre na foz do Rio Mkomazi. Na transição do rio para o oceano enfrentamos as ondas da arrebentação, com muitos solavancos onde a adrenalina já começa a subir.

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África do Sul | Macrofotografia | Por: Ulisses turati

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odos os mergulhos são realizados em mar aberto, sendo necessário o uso do decomaker pelo guia para que o bote possa seguir o grupo e resgatá-los ao final dos mesmos.

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África do Sul | Macrofotografia | Por: Ulisses turati

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o primeiro ao quarto dia de mergulhos a máquina estava montada com lente grande angular para fotografar grandes animais, principalmente tubarões, mas quando navegávamos pelos recifes de corais era impossível não prestar atenção aos pequenos detalhes coloridos.

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África do Sul | Macrofotografia | Por: Ulisses turati

A -los e desisti loquei a vida

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í você vê um, dois, três nudibrânquios e “cola” o domo da máquina nos bichinhos para fotografáentão do quinto ao décimo dia dos tubarões, troquei a lente, coo flat port e comecei a fotografar macro dos recifes.

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África do Sul | Macrofotografia | Por: Ulisses turati O Recife

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odos os mergulhos foram realizados em Aliwal Shoal, um recife de corais que dista quatro quilômetros da costa e extende-se paralelo ao continente por cinco quilômetros em direção Sul a Umkomaas.

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África do Sul | Macrofotografia | Por: Ulisses turati

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liwal Shoal foi decretado área marinha protegida em 2004, sendo a área total protegida de dezoito quilômetros de extensão por sete quilômetros de largura. O nome do recife foi dado pelo capitão James Anderson em 1849 quando comandava um navio chamado Aliwal e que quase colidiu com o recife que é for mado por uma enor me rocha de arenito, coberto por corais em uma grande planície de areia.

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África do Sul | Macrofotografia | Por: Ulisses turati

Geologia

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m ter mos cronológicos, Aliwal Shoal tem uma história muito curta. Oitenta mil anos atrás, a área ao redor do banco de areia consistia em uma serie

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de dunas. As chuvas pesadas fizeram com que a areia se dissolvesse for mando um composto de carbonato de cálcio que for mou o núcleo do banco de areia no que

se tor nou pedra dura. As placas continentais mudaram, o que causou um aumento no nível do mar do Oceano Índico e, portanto, inundação da duna.

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África do Sul | Macrofotografia | Por: Ulisses turati

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uando os níveis do mar aumentaram, a duna foi submersa e, com mais depósitos de areia, conchas e outros materiais de construção de recifes, foi criada uma estrutura de arenito maciça e elaborada. A topografia era muito acidentada com pináculos, ravinas e caver nas.

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s pólipos de corais for maram grandes colônias no arenito e Aliwal Shoal nasceu. Ao longo do tempo, o banco de areia tornou-se um sitio de mergulho fascinante com uma abundância de corais macios, esponjas e esconderijos, atraindo mais de 1200 espécies de peixes, bem como tartarugas, raias, tubarões e baleias.

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África do Sul | Macrofotografia | Por: Ulisses turati


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África do Sul | Macrofotografia | Por: Ulisses turati

Mudança de hábito

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ostrei algumas fotos macros para nossa guia e instrutora Rae du Plessis e disse que tinha interesse em continuar a fotogra-

far pequenos animais. Deste dia em diante os pontos e per fis de mergulho mudaram, Rae começou a “caçar” nudibrânquios e pequenos peixes co-

loridos para que eu pudesse registrá-los. Esse procedimento fez com que a operadora destinasse quase que exclusivamente um bote para nós.

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África do Sul | Macrofotografia | Por: Ulisses turati

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m praticamente todos os pontos de mergulhos tem vida macro, o que mais me chamou a atenção foi o Lander, um platô a trinta metros de profundidade, muito colorido e forrado de nudibrânquios, pena que seja um mergulho curto devido à profundidade (mesmo mergulhando com Nitrox).

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África do Sul | Macrofotografia | Por: Ulisses turati

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utros pontos de mergulhos menos profundos, mas não menos interessantes são: Cathedral, Pineapple fish cave, Alley’s cave e Tunnel reef. Nebo wreck (28 metros de profundidade, afundou em Maio de 1884) e Produce wreck (de 12 a 35 m de profundidade, naufragou em Agosto de 1974) são dois naufrágios que merecem repetição de mergulhos para fotos em grande angular e Macrofotografia. No mergulho em Lander, tivemos a companhia da Divemaster e fotógrafa Natasha da Blue Ocean perita em achar nudis.

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África do Sul | Macrofotografia | Por: Ulisses turati

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ara conhecer melhor as pessoas para onde viaja, um mínimo de tempo de convívio deve acontecer, período de pelo menos uma semana no local se faz necessário para uma integração local.

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África do Sul | Macrofotografia | Por: Ulisses turati

Dicas

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ão é necessário visto para entrar na África do Sul, mas o passaporte tem que ter validade mínima de seis meses. A moeda local é o Rand e quando lá estivemos um Real valia aproximadamente quatro Rands. A boa notícia é que você pode trocar Reais por Rands nos bancos do aeroporto; fiz os cálculos e foi vantajoso levar Reais. É necessário levar a carteira internacional de febre amarela. Se for alugar um carro por lá, tenha atenção redobrada pois eles utilizam a “mão inglesa”. Levei a habilitação inter nacional, mas não foi solicitada na hora de alugar o carro (a habilitação brasileira foi suficiente). Boa viagem e bons mergulhos.

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Ă frica do Sul | Macrofotografia | Por: Ulisses turati

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Tulum é um sítio arqueológico correspondente a uma antiga cidade muralhada maia. Situa-se ao longo da costa do Mar do Caribe, no sudeste do México, no estado de Quintana Roo, também conhecida como Riviera Maya.

Fotos: Kadu Pinheiro

Considerados sagrados pelos maias, os cenotes que são as entradas das cavernas, encantam turistas e mergulhadores por suas águas cristalinas de grande visibilidade. No México, são cerca de 7 mil deles, encontrados muitas vezes em sítios arqueológicos. Venha mergulhar com a gente! Os mais famosos de Tulum são: Cenote dos Ojos, Gran Cenote e cenote Aktun Ha.


Little river, Florida caves Texto e Fotos: Kadu Pinheiro

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Flórida caves | little river springs | Por: K adu pinheiro

A

pós um visita ao headquarter da IANTD Inter national para uma exclusiva entrevista com nada mais nada menos que Tom Mount CEO da IANTD (aguarde na próxima edição) e também para entrevistar Jon Ber not, Training Director da Cave Country sobre sua recente quebra de recorde em exploração de caver nas, (matéria inédita nessa edição), em cia de Luis Augusto Pedro COO da IANTD e Emerson Covisi, amigos e parceiros de longa data, não podia deixar de fazer pelo menos um “mergulhinho” na cave que mais gosto da região:

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Flórida caves | little river springs | Por: K adu pinheiro

Little River Springs, uma das caver nas mais bonitas da Flórida, com suas paredes douradas, fluxo forte e for mações peculiares foi uma das caver nas que mais me chamou a atenção em ter mos de fotografia, justamente devido a sua coloração e dificuldade em fazer uma correta exposição, Little River e suas paredes cor de cobre sempre resultam em material de primeira, mesmo que sem strobes extras, dessa vez usamos luz de vídeo para fazer o back light em algumas fotos com um resultado razoável, desde já agradeço ao amigo Er me pela paciência na hora das fotos.

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Flórida caves | little river springs | Por: K adu pinheiro

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ittle River, está localizada em um parque público, ao norte da cidade de Branford. Para chegar lá, é preciso dirigir pela US highway 129, até 3.1 milhas norte depois vire à esquerda na 248 e siga a diante mais 1.8 milhas. Mergulhadores de caver na tem livre acesso ao local, bastando apenas estacionar o carro, se equipar e cair na água, é uma das poucas caver nas que não está em local privado e não tem um controle efetivo de entrada e saída de mergulhadores na água.

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Flórida caves | little river springs | Por: K adu pinheiro

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om uma grande escadaria e uma entrada localizada em um laguinho, não apresenta grandes dificuldades de acesso, nesse ponto é necessário ficar mais atento ao deixar pertences à vista nos carros, não é necessário pagar nenhuma

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taxa de entrada mas visto não ser um ponto privado não conta com segurança ou guarita.

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fluxo d´água, jorra em direção a saída da caver na, (donwstream) desaguando diretamente no rio Suwannee. A caver na tem água muito clara e límpida, proveniente das chuvas que caem e são purificadas pelo calcário presente no solo da região, quando mergulhamos o fluxo não estava tão forte e pudemos apreciar o mergulho sem muito esforço na entrada, planejando e fazendo marcações de interesse para realizar as fotos na saída.

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Flórida caves | little river springs | Por: K adu pinheiro


Flórida caves | little river springs | Por: K adu pinheiro

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urante a penetração na caver na, é possível ver maravilhosas for mações calcáreas, onde em alguns locais, as bolhas de ar liberadas pelos mergulhadores propiciam um espetáculo a parte criando grandes espelhos no teto.

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Flórida caves | little river springs | Por: K adu pinheiro

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ma caver na muito técnica, o cabo principal está em boas condições e bem visível mas não é uma caver na para novatos, muitos acidentes aconteceram no passado com mergulhadores de caver nas, e se for sozinho e não conhecer muito bem a região é melhor procurar um guia local.

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Little River é for mada por um conduto principal, com alguns jumps secundários. Aos 270m de penetração, temos a opção de escolher qual o conduto que iremos seguir: serpente ou do carrossel, completando um circuito que sai de volta no conduto principal da cave.

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Flórida caves | little river springs | Por: K adu pinheiro

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endo uma caver na de formação freática, as paredes são lisas e pontiagudas criando interessantes for mações que combinadas ao tom acobreado de suas paredes dão um toque especial no visual.

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Muita atenção ao cabo principal, marcações e fluxo d´água, a profundidade da caver na chega aos 30 metros e se mantém constante e não é difícil entrar em deco, pois os condutos são muito longos, em nosso mergulho fizemos 90 minutos

de fundo no total, com uma pequena deco, mas recomendamos o uso de um stage para descompressão com O2 100% para acelerar a parada, que pode ser abandonado logo após a entrada na amarração da carretilha.

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Flórida caves | little river springs | Por: K adu pinheiro

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ergulhar nessa caver na sempre é um previlégio, e ainda mais na companhia de bons amigos, além do mergulho ainda tive a oportunidade de estrear meu novo colete de side mount SMS75 da Hollis e o set de reguladores 100LX DC3 que se mostraram eficientes e confiáveis durante todo o mergulho, nada como ter o patrocínio de uma das mais confiáveis marcas de equipamentos de mergulho técnico do mundo!

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FlĂłrida caves | little river springs | Por: K adu pinheiro

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proveitando ainda para agradecer a hospedagem e o churrasco na casa do LuisĂŁo e depois do Er me, quem tem amigos tem tudo.

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Belez a Fatal 1ยบ lugar DSLR Fรกbio freitas

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Concurso Beleza Fatal premia fotos de coral invasor

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Projeto Coral-Sol, do Instituto Brasileiro de Biodiversidade – BrBio, em parceria com a Associação Brasileira de Imagens Subaquáticas (ABISUB), acaba de anunciar os vencedores do concurso “Beleza Fatal”. A iniciativa teve como objetivo ressaltar a importância da conservação marinha e do combate ao coral-sol, espécie invasora que ameaça a biodiversidade brasileira. As fotos foram produzidas na Ilha Grande, em Angra dos Reis, em dois pontos de mergulho: Pontal do Bananal e Sítio Forte, com apoio da Ocean Centro de Mergulho. 2º lugar DSLR Cleber Assumpcao

3º lugar DSLR edson faria junior

DSRL/Mirrorless 51

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concurso | Belez a Fatal

compacta

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grande vencedor na categoria Master, com câmeras DSLR e Mirrorless, foi o fotógrafo Fábio Freitas. O segundo lugar ficou com Cleber Assumpção. Já o fotógrafo Edson Faria Junior arrematou a terceira posição. Na categoria Câmeras Compactas, o primeiro lugar ficou com Flávia Mergulhão. Larissa Marques Pires e Cláudia Lomba dividiram a segunda posição e Fernanda Saldanha ficou em terceiro lugar.

1º lugar compacta Fl avia Mergulhao

2º lugar compacta Cl audia Lomba

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concurso | Belez a Fatal

compacta

2º lugar compacta L arissa Marques

O Projeto Coral-Sol tem apoio de recursos recorrentes do Ter mo de Compromisso de Ajustamento de Conduta fir mado pela Chevron Brasil com o Ministério Público Federal com implementação do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade – FUNBIO.

3º lugar compacta Fernanda Saldanha

U

m corpo de jurados, com notória experiência na avaliação de imagens subaquáticas, selecionou sete das mais de 300 imagens registradas do bioinvasor. Os vencedores e os melhores ângulos do coral-sol foram divulgados em evento de premiação no AquaRio, parceiro do BrBio e maior aquário marinho da América do Sul, na zona portuária da cidade do Rio de Janeiro. Os premiados receberam troféus, medalhas, brindes do Projeto Coral-Sol e puderam participar de tour gratuito guiado pela equipe do projeto para conhecer o mais novo ponto turístico da Cidade Maravilhosa.

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Entrevista: Jon Bernot Texto: Kadu Pinheiro, Fotos: Emerson Covisi e Kadu Pinheiro

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urante nossa visita a Flórida tivemos a oportunidade de visitar o amigo Jon Ber not, em sua loja Cave Country, e lá enquanto preparávamos a recarga do mergulho em Little River no dia seguinte, tive a oportunidade de entrevistá-lo e foi onde me contou um pouco de como foi o desafio e a logística da sua recente quebra de recorde de penetração em uma caver na alagada no sistema de Cathedral. Uma famosa caver na que estava praticamente no quintal de Sheck Exley, e foi amplamente explorada por ele antes de morrer.

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entrevista | jon bernot

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gradecimento as fotos dessa entrevista realizadas pelo amigo Emerson Covisi e pela oportunidade que o Luis Augusto Pedro nos proporcionou requisitando esse bate-papo exclusivo com Ber not. Foi numa sexta-feira, dia 4 de novembro de 2016, que os mergulhadores do Karst Underwater Research: Jonathan Ber not e Charlie Roberson estabeleceram um novo recorde mundial de 26.930 pés (8.208 metros) de penetração em uma caver na alagada no Cathedral Canyon. A Cathedral possui a maior ressurgência do sistema de caver nas em Falmouth-Cathedral, que está localizado no condado de Suwannee, na Flórida. Este mergulho supera o recorde anterior de 25.776 pés (7.856 metros) atingido em 2008 por Jarrod Jablonski e Casey McKinlay em Wakulla Springs.

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entrevista | jon bernot

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ois dias antes, Jon e Ken Sallot alocaram quatro SuexXK1 (scooters) na marca dos 8.000 pés (2.438 metros) para eliminar a necessidade de rebocar três scooters cada um desde da entrada. No início do ano, levaram quatro novos cilindros de segurança para marca dos 10.500 pés (3.200 metros) e tiveram a boa surpresa de constatar que todos os cilindros de seguranças deixados ainda estavam em bons estado e com gás. Cilindros de segurança alocados por um longo período na caver na podem sofrer corrosão e é imprevisível estimar quanto tempo podem durar. Já vimos alguns durarem apenas semanas, enquanto outros continuam mantendo o gás por anos. De fato, vários cilindros de segurança da equipe anterior que encontraram no ano passado, tinham mais de dez anos de vida e ainda estavam cheios de gás.

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entrevista | jon bernot

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m episódio engraçado relatado por Jon durante a entrevista foi justamente o fato de terem encontrado alguns cilindros do Sheck Exley deixados em um ponto avançado da caverna pouco tempo antes dele vir a falecer, ficaram espantados em saber que Exley já havia andado por aquelas bandas. Jon e Charlie começaram o mergulho às 10:02 hs na manhã de sexta-feira usando um scooter XK1 cada. Isso per mitiu que avançassem rapidamente para “o scooter dos 8.000 pés (2.438 metros)”, foi quando abandonaram o que estavam usando e pegaram dois novos cada um. Jon contou que estava convencido de que a visibilidade estava pior do que o ano passado, mas acho que ele acabou esquecendo quanto a visibilidade de 15-20 pés (4,7 a 6 metros) pode ser ruim. Quando chegaram na marca dos 10.500 pés (3.200 metros) descobriram que dois dos cinco cilindros de segurança estavam quase vazios e flutuando. É exatamente por isso que insistiram em ter tantos cilindros de segurança no sistema - dezesseis no total - porque não queriam ser obrigados a chamar (cancelar) o mergulho se perdessem alguns deles. Entre as condições e a programação do trabalho, esse foi o ponto mais difícil para executar um mergulho dessa magnitude.

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entrevista | jon bernot

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os 16.000 pés (4.870 metros), abandonaram o segundo XK1 e passaram para o terceiro enquanto rebocavam o quarto scooter. O plano era andar no scooter #3 só até 21.536 pés (6.560 metros), e depois andariam no novo scooter rebocando o #3. Isso funcionou bem, pois mantiveram as reservas significativas de scooters e redundância em caso de falha.

Agora era a vez de Charlie. que tirou sua carretilha de 1.200pés (365 metros) que estava empacotada com a de 1.500pés (457 metros) laçada com a linha #18.Após algumas centenas de pés com sua carretilha, os condutos mudaram de for ma ficando baixos e largos o que afetou e diminuiu o ritmo.

A última coisa que queriam era estar em uma situação de longo reboque, por isso sempre temos scooters suficientes e de carga de reserva que possamos voltar para o nosso scooter anterior mente deixado em caso de falha.

Toda vez que o conduto parecia terminar, a caver na abria outra vez para uma passagem assim ficando mais alta. No meio da terceira carretilha, entraram em uma sala grande, o que não era incomum, mas nessa não havia saída aparente.

Chegaram à amarração anterior, que estava no teto do canyon alto que parece uma fenda, aos 165 minutos, exatamente como planejado.

No lado mais distante da sala, avistaram um buraco de 5’x10’ (1,5 x 3 metros) que caiu em tor no de dez ou quinze pés para uma passagem “sub-caver na” que por alguns minutos parecia muito com a passagem rochosa de Manatee.

Trocaram os scooters e gastaram um minuto para comer um pacote GU para manter as reservas de energia. Jon puxou sua nova carretilha de 3.500 pés (1.060 metros) e amarrou-a. Ele conseguiu manter um ritmo bem rápido no alto do canyon apenas pausan-

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do algumas vezes para deter minar a direção da passagem.

tranquilo, já que Jon e Charlie são uma equipe de pesquisa com bastante entrosamento.

Ter minaram a exploração aproximadamente aos 240 minutos e começaram o que sabíam ser um longo mapeamento. O mapeamento foi bastante

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entrevista | jon bernot

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o entanto, o mapeamento nas secções do baixo plano foram um pouco frustrantes por possuir fluxo forte enquanto rebocavam o scooter. Chegaram de volta à Catedral aos 485 minutos depois de rebocar três scooters cada. Como o mergulho, a deco foi sem incidentes durante cinco horas na água e três e meia no casulo. Saíram do casulo em tor no das 02:00 hs da manhã de sábado depois de finalizar toda a deco e fizeram uma lenta caminhada de vinte minutos até a super fície. Jon e Charlie, mergulharam com os Rebreathers Fathom CCRs, que funcionaram per feitamente. O Fathom é um mCCR que utiliza uma válvula de agulha e primeiro estágio bloqueado para regular a adição de oxigênio. Ambos os CCRs foram configurados com bordo de 45cf de oxigênio e cilindro de apoio com duplo sidemount 120s para diluente/bailout. Os contra-pulmões nas costas remontados e os depuradores radiais de 8 lb proporcionaram excelente trabalho de respiração e muita autonomia para o mergulho.

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Os mergulhos e a exploração ainda continuam nesse sistema, aguardem novidades e novos feitos dessa fantástica equipe. Agradecimento ao Kristi Ber not, Ken Sallott, Ted McCoy, Teppo Lallukka, Kyle Moschell, Meredith Tanguay, Adam Hughes, Chris Hartmann e Chad Minter, por seus preparativos e apoio neste fim de semana. Agradecimentos ao Howard Smith por todo seu trabalho duro na propriedade da Cathedral. Agradecimentos ao Andy Pitkin, Ken Sallot e Ted McCoy por seu apoio com scooters e pacotes de aquecedores sobressalentes. Agradecimentos ao Joel Clark e Corey Mear ns no Light Monkey, Faith Ortins da DUI, Steve Gamble do Gamble Scuba, Lamar Hires da Dive Rite e os Ber nots da Cave Country Dive Shop pelo suporte material.

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Equipamentos, novidades

Mala Stahlsac Steel 34

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Steel 34 inclui o sistema de ar mazenamento exclusivo Wet/Dry. Os equipamentos úmida ou sujos podem ser armazenados no compartimento imper meável selado, mantendo-o completamente separado das roupas secas. Também possui um compartimento seco respirável para itens úmidos para secarem, separados do restante da mala.

A

Steel 34 possui espaçosos compartimentos úmidos e secos e design amigável para viagens. Para viagens prolongadas ou aventuras longe de casa, esta bolsa tem o espaço para proteger todos os seus equipamentos mais importante, antes e depois de ir para a água.

Peso: 5,5 Kg Capacidade 148 Litros

Onde comprar: Produtos da Stahlsac você encontra direto no site: www.xproaquatics.com

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fotografia , novidades

Onde comprar: Já está disponível no mercado americano, preço: consulte

Anglerfish lança novo sensor de disparo remoto V.3

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ngler fish anunciou a versão 3 do seu sensor de disparo óptico remoto Angler fish. ele oferece as mesmas opções de cabo de sincronização óptica ou elétrica que a versão 2, mas sendo alimentado por uma bateria recarregável, usa uma bateria CR2 que pode ser substituida pelo usuário. A versão 3 do Angler fish já está disponível no mercado americano. Mais infor mações no site da angler fish: http://www.angler fishlighting.ca/remote-trigger-v30.html

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P e u G u e rb a s P O r t f olio

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omo, quando e onde começou a mergulhar e se interessar for fotografia submarina?

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ecnicamente eu comecei a mergulhar no rio Vacaria, interior do MS, pois quando tinha 8 anos ganhei um presente improvável de um tio, uma máscara de mergulho, morava em uma fazenda sem lagos ou rios, o presente não fazia sentido, porém um belo dia acordo e ao lado do meu colchão encontro uma máscara, quando coloquei a máscara tirei na hora e reclamei à minha mãe que aquilo não era bom pois não dava pra respirar.

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peu guerbas

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U

m belo dia minha mãe foi pescar no rio Vacaria e resolvi usar a máscara enquanto nadava, não vi peixe algum, mas colando a cara no fundo barrento comecei a achar anzóis e chumbadas que ali haviam sido perdidos, já fiquei encantado.

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eu segundo contato com o mergulho foi bem mais tarde, somente em 2004, quando em um passeio de escuna pela ilha Anchieta em Ubatuba, dividi o aluguel (já que a situação financeira não ajudava) de uma máscara/ snorkel e nadadeira com um primo, revezávamos, hora ele usava a máscara e eu a nadadeira e vice-versa, via alguns peixes e já achava lindo, até que em um momento avistei uma arraia no fundo, bati em retirada, nunca nadei tão rápido na minha vida, já que arraia tinha ferrão e machucava a gente, já dizia o meu avô. Quem diria que anos depois correria atrás delas!

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E

m 2006 fui pra Camboriú de férias, não era uma boa ideia, pois não sou fã de praia, mas era o único lugar que a grana dava pra ir, no ano anterior havia tentando surfar em Florianópolis, não deu certo, então precisava arrumar um outro passatempo, pois ficar mais que 1 hora sentado na praia é impossível pra mim.

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oi aí que perguntando pra um e pra outro me disseram que em Bombinhas era bom pra mergulhar (na verdade queria fazer snorkel), fiz meu amigo que viajei de carona me levar lá, chegando lá aluguei uma máscara e nadadeira, foi pôr a cara na água pra nunca mais querer tirar, tinha achado o meu mundo, devo ter passado umas 3-4 horas seguidas com a cara na água, queimei toda a batata da perna e as costas.


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Entrevista DIVEMAG

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o mesmo dia comprei um máscara e fui arrumar um batismo, precisava mergulhar. Marquei para dali 2 dias, não tinha para o dia seguinte, mas mesmo assim no outro dia estava eu em Bombinhas novamente, já com minha máscara e sessões intermináveis de snorkel. Não aguentei e no meio do dia comprei uma câmera descartável de filme, pois queria muito mostrar o que eu via ali para todo mundo.

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o 3º dia em Bombinhas (meu amigo dono do carro já não aguentava mais ter que ir pra lá) munido de máscara e câmera fui pro batismo na Ilha do Arvoredo. O instrutor me disse que era melhor eu não levar a câmera pois poderia estar inseguro por ser a primeira vez, eu acatei! Com 10 minutos de mergulho pedi pra subir, ele não entendeu, pois estava tranquilo na água, eu repeti o sinal, quando subi ele perguntou o motivo, logo respondi, quero pegar a câmera.

V

oltei pro barco com a certeza que aquilo era o que queria pra mim, não fiz o segundo batismo no mesmo dia pois não tinha cilindro. Me programei pra um ano depois fazer o meu Open e nunca mais parar de mergulhar.

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omo o vírus da fotografia já havia me contaminado, fui fazer o Open em janeiro de 2007 sem ter uma nadadeira, mas já proprietário de uma Canon A540, onde comecei na Fotossub.

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L

ugares de destaque que ja teve a oportunidade de visitar:

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ão são muitos, mas já pude mergulhar em Balei (Tulambem, Pemuteran e Nusa), Anilao, Phi Phi, Mar Vermelho, Baja California, Cozumel, Bahamas, Noronha, entre outros pontos do Caribe.

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que espera obter com seu trabalho (fotos realizadas novos projetos etc)? Nunca encarei a fotossub como um potencial gerador de receita, isso para mim seria um sonho, minha realização pessoal viver de foto, mas acho muito distante. Fotografo para suprir lacunas hahaha, pois nunca fui bom em nada relacionado a arte, como pintura, música, etc. e creio que na fotografia consigo ter bons resultados.

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inha e tenho alguns sonhos que vem se realizando, fotografar um peixe palhaço, tubarão, uma raia manta, entre outras, fotos que pareciam impossíveis quando comecei a fotografar, apenas sonhos 11 anos atrás. Falta ainda muitas fotos, como tubarão branco, cardume de martelos, mola-mola, peixe mandarim, bichos que sonho encontrar. Publicar um portfólio na Divemag era um sonho, que agradeço aqui a oportunidade e quero dizer que me sinto imensamente honrado.

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ão posso deixar de mencionar meu lado competitivo, antes sonhava em participar de um campeonato, mas faltava coragem, com a influência de Fabio Freitas a coragem veio e enviei fotos ao GP, depois a meta era uma medalha, depois um campeonato, agora sonho com um Brasileiro e obviamente com a premiação em algum campeonato internacional. Posso dizer que hoje fotografo muito pensando em campeonatos, nesse caso é para suprir a minha falta de competitividade em eventos esportivos na adolescência, nunca fui bom em esporte nenhum, apesar de apaixonado por todos, quando achei os campeonatos de fotos, em que tenho um bom nível de competividade, fazendo o que mais gosto na vida, me realizei.

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C

omo projeto estou tentando arrumar tempo para montar um blog e relatar as experiências de viagens, sou cobrado pelos meus amigos e alunos, mas isso fica pro futuro.

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