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2013 | Ano II


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Participe, as melhores fotos serão publicadas na revista, é fácil e grátis!

TOP 05 Crie uma conta no flickr.com, faça o upload de suas fotos preferidas, busque nosso grupo divemag.org e solicite participar, o grupo é público e aberto, você pode subir 5 fotos por dia, depois é só torcer para sua foto ser selecionada, boa sorte !!!


A maior feira de esportes de aventura da América Latina Com o espaço que a atividade do MERGULHO merece

01 a 05 de Maio no Pavilhão da Bienal do Ibirapuera 54.000 Visitantes em 2012


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DIVEmAg International Dive magazine A DIVEMAG está disponível para ser visualizada em qualquer tablet ou smartphone com capacidade de ler arquivos em PDF, iPad, Android e outros. É simples e grátis: baixe a revista no seu device, entre no site da DIVEMAG selecione a edição e faça o donwload, assim que terminar, a revista será exibida no seu navegador e você poderá optar por gravá-la em sua biblioteca de arquivos. Ex: iBooks ou similar dependendo da plataforma que você utiliza. Agora é só aproveitar a sua edição da revista, colecionar ou enviar para os amigos, e o melhor de tudo: sem custo e sem limites.

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Caros leitores, Bem vindos a primeira edição do nosso segundo ano de vida!

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Feita por quem mergulha !!

EDITOR KADU PINHEIRO

15. CARTAGENA

34. NAUFRÁGIOS

CONTEÚDO

15 :: Colômbia >> Cartagena de Indias 34 :: Expedição Ferro velho >> Recife e Maceió 55 :: Fotosub Teste >> Sony RX-100 66 :: Água >> A boa utilização desse recurso 71 :: Mergulho Livre >> Vertical Blue Bahamas 78 :: Especial Shark Finning >> Parte II 87 :: Sea Shepherd 89 :: Fotógrafo Convidado: Phil Simha 103 :: Certificadoras e mercado

2013 promete ser um ano com muitos desafios e aventuras, com mais emoção e novidades do que 2012. Um novo ciclo, uma nova fase, pois ano passado “chegamos” e aprendemos muito mais do que pretendíamos mostrar com nossa revista eletrônica. Aprendemos por exemplo, que o nosso site, que começou apenas como portal para vocês leitores baixarem a revista, tinha uma força tremenda e o transformamos em um portal de notícias. Resultado: 165 mil visitas únicas (de diferentes computadores). Aprendemos que o Facebook foi um valioso aliado, em diferentes grupos de interesse, que fizeram, junto com as demais ações de divulgação da Divemag, 138 mil acessos únicos, e atrás deles vocês, baixarem ou visualizarem as 12 edições da revista em nosso site. Por isso, e porque o mundo se recicla a cada minuto e para que a revista continue a surpreender, estamos nos revinventando a cada edição, sempre buscando o melhor para você leitor. Com nossos números crescendo no ritmo que estão, nosso site tornou-se referência em matérias de meio ambiente e natureza ligados ao ambiente marinho, reunimos o cliping das principais notícias veiculadas no mundo, e produzimos matérias e entrevistas inéditas. Por isso, em mais alguns dias um novo site vai para o ar, mais moderno, com mais funções e com muito mais conteúdo. Avisaremos vocês amplamente. Em 2013 teremos um dos maiores eventos de mergulho já promovidos em terras tupiniquins: o primeiro Brasil Dive Expo, feira de mergulho voltada para o público geral, realizado junto com a Adventure Sports Fair, maior feira de atividades e turismo de aventura do Hemisfério Sul. A Divemag estará presente e será responsável por mostrar para mergulhadores e não mergulhadores um mercado muito profissional e bem preparado para novos e velhos adeptos. E nessa edição temos duas matérias sensacionais; a primeira delas, terminando nossa visita pela Colombia, em Cartagena de Indias, uma cidade histórica e cheia de mistérios e aventuras, muito megrulho e muita natureza. E Reinaldo Alberti, nosso especialista em naufrágios, nos leva a uma expedição de live abord pelo Nordeste Brasileiro, mergulhando nos principais naufrágios de Pernambuco e Alagos. Veja ainda o tão esperado Teste da Sony RX-100, a câmera compacta que veio revolucionar o mundo da fotosub. No portfólio, o Grego Phil Simha, com imagens espetaculares e uma entrevista exclusiva para a DIVEMAG. E tem mais. Leia, saboreie, comente, compartilhe, e um feliz e “molhado” 2013.

Águas claras e boa leitura.

Kadu Pinheiro >> Editor <<


DIVEmAg

Conselho Editorial

EXPEDIENTE

International Dive magazine

Carolina Schrappe

PRESIDENTE: Flávio Lara flavio@divemag.org Redação Diretor de Produto E EDITOR: Kadu Pinheiro kadu@divemag.org

Cristian Dimitrius

JORNALISTA RESPONSÁVEL: Kadu Pinheiro Colaboraram nesta Edição: Phil Simha, Carolina Schrappe, Kadu Pinheiro, Marcelo Szpilman, Hector Mañon, Reinaldo Alberti, Adriana Brandão, Rafael Esteves, Carlos Eduardo Delalibera REVISÃO FINAL: Reinaldo Alberti TRADUÇÃO ESPANHOL: Hector Mañon TRADUÇÃO INGLÊS: José Truda Palazzo

Lawrence Wahba

Publicidade gerente: ReinaldoAlberti publicidade@divemag.org Atendimento ao leitor SAC :: sac@divemag.org

2013

Gabriel Ganme

ED.13

Reinaldo Alberti

DIVEMAG é uma publicação on-line mensal e gratuita da Editora Dive Ltda. Janeiro de 2013. Ar­ti­gos as­si­na­dos não re­pre­sen­tam ne­ces­sa­ri­a­men­te a opi­ni­ão da re­vis­ta.

Especial Aniversário Rodrigo Figueiredo

Endereço Rua da Consolação, 348 3º andar :: São Paulo :: SP CEP 01302-000 :: Tel.: 55 11 3259.4263

ATENDIMENTO

capa: 12 edições do ano 2012

O conselho editorial foi formado com o intuito de manter a revista alinhada com as melhores publicações de mergulho mundiais. Os membros do nosso conselho são referências junto ao mercado de mergulho, figuras publicamente conhecidas que representam nossa atividade perante a mídia e o trade.

sac@divemag.org


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A Litoral Sub facilita a vida de quem gosta de aventuras, disponibilizando uma estrutura que une hospedagem, alimentação, lazer e operações de mergulho no mesmo local. Tudo isso para você aproveitar ao máximo as maravilhas da biodiversidade marinha da Região dos Lagos, com muito conforto e segurança, em um ambiente descontraído e saudável.

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Tudo isso é resultado da preocupação com a satisfação e a segurança de nossos clientes. Temos orgulho de sermos o primeiro Aqua Lung Partner Center do Brasil. Para conhecer mais acesse: www.litoralsub.com.br

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NOVIDADES DO MERCADO Como nossos leitores já sabem, a Editora Dive, empresa proprietária da sua Divemag, faz parte do Grupo Arriba, que reúne um pool de empresas que cada vez mais se dedica ao mercado de mergulho. Em 2012, a Azul Profundo, tradicional empresa de turismo, especializada em representações de destinos turísticos, entre elas Galápagos, com o Live Aboard Deep Blue, foi adquirida pelo Grupo. A novidade agora, é que a AZUL PROFUNDO passa ser a Operadora de Turismo do Grupo, dedicada integralmente a todos os programas de viagens de TURISMO DE MERGULHO. A Arribatur passa a responder apenas por viagens de incentivo e eventos.

Curta: www.facebook.com/maramarescolademergulho brasil

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Informamos que esta alteração estratégica, na prática, pouco muda no dia a dia de seus clientes, pois os mesmos colaboradores, capitaneados por Flávio Lara, Presidente do Grupo, continuam a atender aos principais Centros de Mergulho brasileiros na elaboração e operação de suas viagens de mergulho, nacionais e internacionais

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COLÔMBIA | CARTAGENA DE ÍNDIAS Colorida, Bela e Romântica | Texto e Fotos: Kadu Pinheiro

Quem já teve a oportunidade de conhecer esta cidade do Caribe colombiano sabe muito bem o porque de visitá-la. A convite da rede de Hotéis Decameron fomos até lá e tivemos a oportunidade de conhecer um pouco das belezas submarinas e terrestres da Ilha de Baru, e da Cidade que com todo reconhecimento mundial e prestígio turístico é tida como um dos pontos mais impressionantes do mundo em termos históricos. Nunca serão exageradas as boas referências sobre ela e as motivações para conhecê-la, pois em cada viagem sempre haverá uma novidade e suficientes razões para voltar a esse Patrimônio Histórico da Humanidade.

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DESTINO | Colômbia - Cartagena | Texto e fotos: Kadu Pinheiro

São muitas as razões para conhecer e visitar Cartagena, seja por seu Centro Histórico, suas muralhas e seus fortes, pelo céu brilhante e o mar cristalino que com praias lindas e Reservas Ecológicas, o esplendor das ilhas do Rosário e de Barú, pelos múltiplos eventos que acontecem durante o ano, como o Festival de Música Clássica, o “Hay Festival”, as Festas de La Popa e de Nossa Senhora da Candelaria, os festivais de Jazz e de Bolero, o Festival Internacional de Cinema e as Festas da Independência em novembro, quando a cidade também fica repleta das mulheres mais lindas de Colômbia.

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DESTINO | Colômbia - Cartagena | Texto e fotos: Kadu Pinheiro

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Cartagena é um destino ideal para fazer compras, prendas dos famosos desenhistas, artesanatos e jóias na Zona Comercial de Bocagrande ou no Centro Histórico, além de sua saborosa gastronomia, que combina os frutos do mar com a doçura das frutas tropicais e o tempero de várias regiões do mundo, pela alegria que brota da noite com suas 16 praças, nas muralhas ou no interior das “chivas” turísticas que percorrem as ruas cartageneras. Cartagena possui uma ampla infra-estrutura com todos os tipos de hotéis, o que torna a cidade sede de diversos eventos, congressos e encontros de empresários, chefes de Estado e intelectuais.

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DESTINO | Colômbia - Cartagena | Texto e fotos: Kadu Pinheiro

As Ilhas e as praias próximas a Cartagena Para os que visitam Cartagena o litoral é seu principal atrativo e com certeza para os mergulhadores, o fundo do mar. Paisagens de mar límpido, amplas praias, visual pitoresco e o ar salino sem igual que se respira no Caribe. Em sua zona urbana oferece 19 quilômetros de praias de águas verdes, frias e de mar suavemente agitado, onde se pode praticar desde a simples contemplação da paisagem até diversos esportes náuticos como mergulho e vela. Entre as praias mais visitadas estão a praia de Bocagrande e Laguito, Marbella, Bocachica e a de Baía do Castelo Grande.

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DESTINO | Colômbia - Cartagena | Texto e fotos: Kadu Pinheiro

Todas as praias são consideradas seguras para banho e não apresentam correntes fortes que coloquem os banhistas em perigo. Ainda assim, as praias mais populares são permanentemente monitoradas e têm bandeiras de segurança que previnem sobre mau tempo e as condições do mar. Além das praias de Cartagena, encontramos as ilhas das imediações que são um verdadeiro espetáculo tropical de águas cristalinas e riqueza de corais que são o objeto de desejo dos mergulhadores que vem visitar essa região.

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DESTINO | Colômbia - Cartagena | Texto e fotos: Kadu Pinheiro

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DESTINO | Colômbia - Cartagena | Texto e fotos: Kadu Pinheiro

Ilha de Boca Chica Nela é possível visitar As Muralhas de San José. Tem uma praia pública com pequenos lugares para comer, receber uma massagem ou descansar preguiçosamente em uma de suas redes. Para chegar a Boca Chica existem pequenas embarcações que saem pela manhã do Cais dos Pégasos, com retorno à tarde.

Ilha de Baru Enorme ilha que oferece um espetáculo para os amantes da natureza com praias de areia branca e águas de um azul transparente. Fica localizada ao sul de Cartagena e pode-se chegar a ela via terrestre. O hotel Decameron que nos hospedou confortavelmente durante essa viajem possui um transfer direto que sai da sua unidade no centro de Cartagena para o Decamaron Baru, um Resort da marca que é a grande atração da ilha, indispensável ficar hospedado nele, com muita tranquilidade a Praia Branca e Baru são lugares paradisíacos, onde se pode usufruir além do lazer, do mergulho e dos esportes náuticos, uma excelente gastronomia local. O Hotel conta ainda com a operação de um Dive Center instalado dentro do resort, com embarcações rápidas e guias experientes. A Nautilus Water Sports representada por sua proprietária, Shirly Berrio, nos atendeu e nos levou para conhecer os principais pontos da região.

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Como são os mergulhos ?  

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Bancos Salmedina e “Bajo Burbujas” São recifes marinhos que ficam na Costa Oeste da Baía de Cartagena. Tem profundidade de 3 a mais de 60 metros. São uma formação de recifes com grande variedade de vida marinha onde os mergulhadores tem a chance de se encontrar com grandes cardumes de peixes de passagem, arraias e tartarugas. É um local muito visitado por se encontrar a uma curta distância de navegação do litoral e da Ilha de Baru

DESTINO | Colômbia - Cartagena | Texto e fotos: Kadu Pinheiro

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DESTINO | Colômbia - Cartagena | Texto e fotos: Kadu Pinheiro

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Naufrágios Além disso, em profundidades que variam de 15 a 20 metros, encontram-se dois barcos afundados, rebocadores que estão localizados lado a lado, possibilitando em um mesmo mergulho visitar os destroços das duas embarcações. As formações de recifes da região são traiçoeiras e no passado causaram o naufrágio de várias embarcações antigas e ainda pode se ver alguns restos desses galeões, no fundo.

Homenagem a um mergulhador da marinha colombiana que faleceu mergulhando nos destroços

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DESTINO | Colômbia - Cartagena | Texto e fotos: Kadu Pinheiro

Ilhas do Rosário A menos de duas horas de navegação da costa ou 40 minutos de lancha a partir do Decamareon Baru fica o Arquipélago do Rosário, formado por um conjunto de ilhas que são um destino especial para os amantes da natureza, onde se pode praticar snorkeling e o mergulho Scuba. Formada por 27 ilhas e declaradas Parque Nacional, são um lugar privilegiado da natureza, não só por sua formação de corais multicoloridos, mas também pela variedade do ecossistema marinho que com suas muitas espécies de peixes e boa visibilidade torna-se o ponto alto dos mergulhos na região.

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DESTINO | Colômbia - Cartagena | Texto e fotos: Kadu Pinheiro

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Fatos interessantes: Extensão: 120 mil hectares. É considerado um dos lugares de maior biodiversidade do mundo. É composto por cerca de 37 ilhas e ilhotas. Localização: Está localizada no Caribe colombiano, a 45 Km a sudoeste da baía de Cartagena. Rota pelo Mar: De Cartagena, leva-se uma hora para a maioria das Ilhas Rosario, e duas horas até o sistema maior de San Bernardo.

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DESTINO | Colômbia - Cartagena | Texto e fotos: Kadu Pinheiro

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Ecossistemas: Pantanais, manguezais, corais moles, costões rochosos, praias arenosas, sargaços, recifes de corais e formações subxerofíticas xerófitas.

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Animais selvagens: Dentro de sua área identificaram nada menos do que 52 espécies de corais, 125 espécies de protozoários e foraminíferos e 45 espécies de esponjas, 197 espécies de moluscos, caranguejos, ostras e polvos, crustáceos, camarões e lagostas, 132 espécies de celenterados, incluindo águas-vivas e falsos corais, 35 espécies de equinodermos como ouriços-do-mar e estrelas do mar, pepinos do mar, e 215 espécies de peixes. Foram detectadas 31 espécies de aves, destacando a tesoura, o pelicano e o pinguim.

DESTINO | Colômbia - Cartagena | Texto e fotos: Kadu Pinheiro

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Clima: quente o ano todo, a temperatura da água varia de 26 °C a 30 °C.

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DESTINO | Colômbia - Cartagena | Texto e fotos: Kadu Pinheiro

Vegetação: Em sua flora destacam-se 113 espécies de algas planctônicas e mangue vermelho.


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12/19/2012

11:53:09 AM

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Expedição Ferro Velho Expedição no live aboard Voyager, da Aquaticos | Texto: Reinaldo Alberti

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Onde estão os melhores naufrágios da costa brasileira? Resposta difícil, pois mergulhar em naufrágios é uma aventura única e as sensações que isso provoca nos mergulhadores são absolutamente pessoais.

Foto: Rafael Esteves

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Presume-se que haja mais de três mil afundados em nossa costa, e seria despropositado criar brigas para responder a esta questão. Muitos defendem Salvador, na Bahia, onde há uma quanitdade muito grande de soçobrados de valor histórico, como o galeão Sacramento. Outros gostam muito de Ilha Grande e Angra dos Reis, no estado do Rio, pois a proximidade do destino do Rio de Janeiro e de São Paulo torna a aventura fácil de fazer num final de semana.

DESTINO | Recife | Expedição Ferro Velho | Texto: Reinaldo Alberti

Da mesma forma, Guarapari, no Espírito Santo tem o maior naufrágio artificial do país, o Victory 8B, e um dos naufrágios mais “povoado”, no meu entendimento e que gosto muito, o italiano Bellucia. E há aqueles ditos como imperdíveis por mergulhadores técnicos e avançados, como a Corveta Ipiranga, aos seus quase 60 metros de profundidade, em Fernando de Noronha, certamente com a melhor visibilidade do Brasil, temperatura de água caribenha, um naufrágio intacto e em posição de navegação. Falando em mergulho técnico, alguns defenderão o contra-torpedeiro Paraíba, nas águas da cidade maravilhos, no Rio, aos 54 metros de profundidade, um grande desafio. E tem o Rosalinda e o Guardiana, em Abrolhos... Enfim, não nos faltam exemplos.

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Foto: Reinaldo Alberti - Nossa casa, o Live Aboard Voyager, durante a semana entre Recife e Maceió


DESTINO | Recife | Expedição Ferro Velho | Texto: Reinaldo Alberti Foto: Carlos Eduardo Delalibera - Bela visão da Corveta durante a descida

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Mas sem dúvida, os “mais mergulháveis” estão na costa de Pernambuco e Alagoas, nosso destino nesta reportagem, uma viagem feita “sem querer”, pois começa lá atrás, no início de 2012, quando não consegui terminar com um grupo de alunos da Captain Dive de Campinas, o curso de mergulho com trimix, na Pedreira de Salto Pirapora, por seu fechamento. Vários compromissos meus e dos alunos foram postergando onde encerrar, e pra felicidade e muito aproveitamento de todos, fomos concluir este treinamento, e adicionar a eles o curso Technical Wreck, onde no Brasil, há a melhor condição, nesta rota que carinhosamente chamamos de “Expedição Ferro Velho”.

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DESTINO | Recife | Expedição Ferro Velho | Texto: Reinaldo Alberti

Foto: Carlos Eduardo Delalibera - Gonçalo Coelho

Quando uso “mais mergulháveis”, é pelo fato de estes naufrágios reunirem quase todo o ano condições muito boas de visibilidade, temperatura da água, facilidade de navegação e facilidades operacionais, especialmente quando singramos os mares pernambucanos e alagoanos num live aboard como o Voyager, com total apoio da Aquaticos de Recife, tanto pelo seu píer quanto por sua estação de recarga, nos garantindo as misturas ideais para cada tipo de naufrágio visitado, incluindo misturas de fundo com hélio, e as descompressivas com EAN e oxigênio. Conforto, boa comida, excelente tripulação e grande conhecimento da rota trazem a segurança e a comodidade necessárias para uma expedição para mergulhos exclusivamente em naufrágios e com perfis de mergulho técnico em quase todos os pontos. E fora tudo isso, que já garante satisfação, estamos falando de um “parque” de naufrágios diverso quanto aos modelos e tipos de embarcações afundadas que alegram qualquer mergulhador.

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DESTINO | Recife | Expedição Ferro Velho | Texto: Reinaldo Alberti

Deve-se considerar que entre Recife e João Pessoa, e seus arredores, há possibilidade de se mergulhar em mais de 30 naufrágios diferentes. Selecionamos aqueles que não são tão comuns de se visitar, pela distância da costa ou mesmo por seu grau de dificuldade e profundidade, e que somente a bordo de um live aboard é possível a aventura, e por isso mesmo, constitutem o que há de melhor por lá.

Foto: Reinaldo Alberti - Bela surpresa no Vapor dos 48

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DESTINO | Recife | Expedição Ferro Velho | Texto: Reinaldo Alberti

Nos segundo mergulho, outro rebocador, o Lupus, agora um dos mais antigos recifes artificiais, aos 36 metros, e como tal, de uma época em que foi permitido pelos órgãos competentes a isso, ser afundado com seus dois potentes e belíssimos motores. Isso deixa a penetração em seu porão principal um pouco mais “apertada”, mas sem dúvida com um charme extra pela sua presença. Para finalizar o dia dedicado aos rebocadores, o terceiro mergulho foi no Servemar X, já aos 24 metros. Começamos bem a série de mergulhos descompressivos, para a maioria absoluta dos mergulhadores Captain Dive desta trip, entre mergulhadores técnicos experientes e os em formação. Um excelente dia e roteiro para afinarmos as configurações dos equipamentos, as decos, e realizar pequenas penetrações.

Foto: Carlos Eduardo Delalibera - Galera em aula de Technical Wreck no salão do Voyager

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Após a chegada em Recife, o embarque e um jantar animador, todas as explicações de segurança a bordo, e uma boa noite de sono, levantamos e após o café da manhã reforçado, navegamos para 3 mergulhos em Recife mesmo. Escolhemos já de saída o Walsa (42 metros), o mais recente dos naufrágios artificiais, um rebocador descomissionado da frota da Wilson Sons, que já doou um grande número de rebocadores que estão já no fundo. Nesta faixa de profundidade a água tem sempre sua melhor visibilidade em Pernambuco, e não perde em nada por exemplo, para Fernando de Noronha.

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Foto: Carlos Eduardo Delalibera - Tudo pronto e conferido para mais um mergulho descompressivo


Foto: Carlos Eduardo Delalibera - Missão comprida e chegada na Barra de São Miguel - Alagoas

DESTINO | Recife | Expedição Ferro Velho | Texto: Reinaldo Alberti

No segundo dia, dois mergulhos mais rasos, mas mais longos, ao norte de Recife, onde está localizado o Vapor Bahia, aos 25 metros de profundidade. Trata-se de um grande navio com mais de 100 metros de comprimento, um vapor de rodas, com uma delas ainda atrelada ao casco, parecendo uma grande roda gigante onde centenas de peixes estão a brincar. Há momentos neste naufrágio que não conseguimos identificar determinadas partes ou peças, de tantos cardumes nadando por lá. Este navio se chocou com outro vapor, o Pirapama, também visitado nesta viagem.

DIVEmAg Foto: Rafael Esteves - Captain Dive - Alunos prontos pra cair na água

Foto: Carlos Eduardo Delalibera - Os vapores de roda do final do século IXX estão presentes em diversos mergulhos

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DESTINO | Recife | Expedição Ferro Velho | Texto: Reinaldo Alberti

Alguns acreditam que a colisão se deu por uma rixa entre seus comandantes, não pelos mares, mas por uma mulher... O fato é que os dois são exemplares de uma época de gala na navegação nordestina, e hoje, são um deleite, especialmente de vida marinha em seus entornos, a o traje de gala agora são os neoprenes, de 3mm apenas, para visitá-los. No retorno fizemos o terceiro mergulho, já um noturno, justamente no Pirapama, que só preciso somar a descrição, ser um dos melhores noturnos do Brasil, sem dúvida alguma !

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Foto: Carlos Eduardo Delalibera - Mero na popa do Rebocador Marte em Serrambi

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Foto: Reinaldo Alberti - Treinamentos de diferentes habilidades são fundamentais para o mergulho técnico em naufrágios

DESTINO | Recife | Expedição Ferro Velho | Texto: Reinaldo Alberti

Os dois dias seguintes foram para os mergulhos mais profundos e técnicos da viagem. No terceiro dia visitamos o Vapor dos 48, nominado assim porque ainda não se identificou seu verdadeiro nome, e porque está a esta profundidade, 48 metros. Trata-se de mais um vapor de rodas, possuindo ainda uma delas intacta, a de boreste, sendo que a outra “desapareceu”, como se tivesse sido perdida ou mesmo retirada antes do afundamento, o que incita alguns historiadores a acreditar que foi mesmo removida antes do afundamento proposital, após o descomissionamento do navio (talvez esteja aí o “vovô” dos recifes artificiais, não de modo programado para ser uma atração turística, mas para descarte mesmo.

Foto: Carlos Eduardo Delalibera - Galera no Intervalo de Superfície

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DESTINO | Recife | Expedição Ferro Velho | Texto: Reinaldo Alberti

O que nos interessa é que está deitado no fundo, constituindo um naufrágio “misterioso”, de tantas controvérsias sobre suas causas e o estado no fundo. Caldeiras, máquinas a vapor e um cavername bem exposto fazem com que muita vida circule por aí, além de grandes cardumes de passagem. Uma visitante especial nos acompanhou durante todo o tempo de fundo, uma belíssima tartaruga, grande, que ali passava para que cirurgiões a limpassem. Nada melhor que um ponto já tão incrível pela sua história, com uma “surpresa” destas. A noite, no retorno de nossa navegação, paramos para um mergulho de final de tarde no Mercurius, aos 29 metros, mais um rebocador, que tem como auge a penetração nos pequenos espaços de seu comando, uma estrutura que continha vidros em seu teto, transformando-o numa pequena “capela”.

Foto: Carlos Eduardo Delalibera - Popa da Corveta Camaquã aos 55 metros

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DESTINO | Recife | Expedição Ferro Velho | Texto: Reinaldo Alberti

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No quarto dia o mergulho mais fundo de nossa expedição, a Corveta Camaquã, aos 55 metros de profundidade. Para tal mergulho, como no dia anterior, usamos misturas Trimix como gás de fundo (gás composto de nitrogênio, oxigênio e hélio, que tem como função evitar a narcose a estas profundidades). Trata-se de um navio de guerra adaptada pela Marinha do Brasil a partir de um navio lançador de minas, que escoltava outras embarcações durante a Segunda Grande Guerra, protegendo-as de ataques alemães em nossa costa. Porém em 1944, durante uma destas escoltas, afundou durante uma tempestade, e hoje repousa no fundo deitada sobre boreste. Está semi-intacta e reune boa vida marinha em seu entorno, e o mergulho em todo seu convés é cheio de gratas surpresas pela sua imponência.

Foto: Rafael Esteves - Captain Dive - Mergulhadores bem treinados dominam as passagens em partes apertadas dos naufrágios

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Rafael Esteves - Captain Dive - Várias espécies moram nos naufrágios da rota

DESTINO | Recife | Expedição Ferro Velho | Texto: Reinaldo Alberti

“Fechada” nossa conta nos naufrágios ao norte de, e em Recife, começamos nossa navegação na madrugada do quinto dia para as Alagoas. No caminho, duas paradas na região de Serrambi. Primeiro dois mergulhos no Gonçalo Coelho. Tínhamos seis alunos do curso Technical Wreck, que visa naufrágios fundos e com perfis descompressivos, e penetrações mais longas em soçobrados. Este naufrágio, aos 33 metros de profundidade, é sem dúvida uma das melhores salas de aula para este treinamento em todo o país, pois basicamente há penetrações contínuas de proa a popa. Este barco foi naufragado propositalmente em 1999. Como uma grande balsa de transporte de carros e mercadorias, da rota em Noronha e Recife, é espaçoso e ideal para exercícios de cabeamento. Depois de “amarrarmos e desamarrarmos” quase todo o naufrágio, partida para o terceiro mergulho do dia no Rebocador Marte.

Foto: Reinaldo Alberti - Os naufrágios atraem muita vida marinha nas águas nordestinas

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DESTINO | Recife | Expedição Ferro Velho | Texto: Reinaldo Alberti Podemos dizer sem medo que este recife artificial aos 32 metros, foi o “longa-metragem que deu início a série” de rebocadores afundados artificialmente na costa pernambucana. No fundo desde 1998, com muita vida incrustrada e também com um belíssimo motor a ser minunciosamente visualizado em sua casa de máquinas.

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Foto: Kadu Pinheiro | Interior rebocador Marte

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Fotos: Kadu Pinheiro | rebocador Marte

DESTINO | Recife | Expedição Ferro Velho | Texto: Reinaldo Alberti

No sexto dia, após a noite navegando, e logo cedo, paramos em cima do mais importante, do ponto de vista histórico, naufrágio visitado. Foram 3 imersões no Itapagé. Foi devido ao seu afundamento, que durou menos de 5 minutos, por dois torpedos disparados por um submarino modelo “U-boat”, alemão, uma das mais temidas máquinas de guerra à Segunda Guerra Mundial, é que o Brasil entrou efetivamente na batalha. Trata-se de um naufrágio já desmantelado, com algumas partes que produzem pequenas penetrações, aos 27 metros de profundidade, numa área que abrange mais de 120 metros de extensão no fundo.

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DESTINO | Recife | Expedição Ferro Velho | Texto: Reinaldo Alberti Foto: Carlos Eduardo Delalibera - Proa Itapagé

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DESTINO | Recife | Expedição Ferro Velho | Texto: Reinaldo Alberti Foto: Dolphin Eye - Aquáticos | Itapagé

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As três imersões, realizadas de forma bem lenta, propiciam uma cobertura total de todo o soçobrado. Destaque, além da vida marinha, para sua proa, imponente, mesmo que adernada, para partes dos banheiros das cabines centrais, muitos pratos e garrafas de cerveja – era um navio mixto, de passageiros e carga, e nesta ocasião transportava mais de 2 mil caixas de cerveja.E dois dos maiores motores, em pé “como que a céu aberto”, que você irá mergulhar, completam um dos melhores mergulhos em naufrágio não só do Brasil, mas do planeta.

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DESTINO | Recife | Expedição Ferro Velho | Texto: Reinaldo Alberti Foto: Rafael Esteves - Captain Dive - Os ferro-velhos atraem muita vida e são uma diversão para mergulhadores de naufrágios

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Último dia e último mergulho, pela manhã de sábado, no Dragão, aos 35 metros de profunidade, uma draga que está totalmente emborcada (de cabeça para baixo), desmantelada e com muito ferro retorcido, mas com uma série muito grande de espaços que promovem divertidas penetrações em meio de grandes cardumes de pequenos peixes. E com isso estava acabando nossa viagem, com uma semana com 18 mergulhos em 14 naufrágios, muita confraternização, muito aprendizado, e uma certeza: fizemos uma rota – heavy metal – que não só pode ser a melhor do país, mas uma das melhores do mundo !


DESTINO | Recife | Expedição Ferro Velho | Texto: Reinaldo Alberti

O live aboard Atlantis:

Foto: Carlos Eduardo Delalibera - Rafael da Captain Dive depois do Itapagé

É um catamarã a motores e vela, para 10 mergulhadores (excepcional número para visitar qualquer um dos naufrágios mergulhados), com 6 cabines, uma confortável sala onde pudemos em nossas noites discutir e rever a teoria dos cursos praticados, uma cozinha que nos ofereceu o melhor da gastronomia nordestina, mas também com excelentes massas aos frutos do mar, uma praça de mergulho muito boa para este número de mergulhadores, com todas as nossas necessidades muito bem atendidas. Pertence a empresa Atlantis – www. atlantisdivers.com.br – e faz ainda outras duas rotas de mergulho no nordeste do país, entre Recife e Natal, e entre Natal e Fernando de Noronha, e já estão em seus planos, outros locais no Nordeste, que serão divulgados em breve. Estas rotas também possuem naufrágios e pontos de mergulho de excelente qualidade, mas estas são outras histórias, que traremos para vocês em nossa Divemag.

NAUFRÁGIOS – COMO ENTENDÊ-LOS

A melhor época para esta rota que fizemos é o verão, já valendo de outubro, até o início de maio, onde a ausência ou pelo menos bem menos ventos, deixam a navegação mais confortável, além da melhor temperatura e da melhor visibilidade no local.

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O mergulhador interessado em naufrágios deve procurar um bom curso sobre o tema. Naufrágios estão espalhados no mundo todo, em diferentes condições de visibilidade, profundidade, correntes, temperatura da água, e em condições diferenciadas de desmantelamento.   Em um bom curso, o mergulhador aprenderá as diferenças entre naufrágios naturais e artificiais, e como as  circunstâncias em que ocorreu o afundamento, o passar do tempo e todas estas condições de mergulho interferem na atividade e nas condições da visita a estes pontos. E tudo isso para ficar do lado de fora do soçobrado, observando sua estrutura e a intensa vida marinha que dela se aproveita.   Para penetrações, o mergulhador deve procurar cursos ainda mais específicos, com equipamentos e técnicas próprias, pois a atividade pode se tornar perigosa para aventureiros não treinados.   E claro, um bom curso vai ensinar a importância de se preservar estas relíquias no fundo, e de não retirar nada de lá, além de fotos e bons momentos. Nada de querer levar consigo “pequenas lembranças” do naufrágio. É contra a lei, e vamos lá, deixe seus netos poderem apreciar isso tudo !


FOTO E VIDEO SUB | Lançamentos Go Pro | Por Redação

A Backscatter lançou seu filtro de correção de cores para a Go Pro Hero 3, mantendo o mesmo padrão de qualidade dos anteriores e ainda com a opção de uso de um filtro adicional no topo da camera, preço de U$ 49,00 e disponibilidade prevista para final de fevereiro. mais infos: http://www.backscatter.com/

Suas sonhadas férias viram realidade em um lugar maravilhoso.

A maior Barreira de Corais do Caribe, praias paradisíacas e um resort exótico. Centro PADI 5 Estrelas, centro de fotografia, câmara hiperbárica própria. Mergulhos com golfinhos, tubarões, tartarugas, naufrágios e milhares de peixes. Passeios a cavalo, caiaque, passeios pela selva, canopy ou simplesmente relaxar embaixo das palmeiras. No AKR, as aventuras Roatan • Bay Islands surgem naturalmente.

32 info@anthonyskey.com | anthonyskey.com/divemag | 954.929.0090 Honduras

A Hugyfot anunciou o lançamento da sua caixa estanque para a Go Pro 3. feita em alumínio, a caixa acita packs de extras de bateria, internamente e externamente, o que prolonga seu uso com o monitor externo para 6 horas, uma outra caixa estanque para monitor externo para uso com pole a caixa suporta até 100 metros de profundidade, e estará dispon;ovel no meio de março de 2013 ao preço aproximado de 499 euros. mais infos : http://www.hugyfot.com/

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Venha mergulhar em Curaçao. Escolha um destes hotéis e experimente O melhor tratamento à brasileiros em todo o Caribe !!!

foto: Kadu Pinheiro

Operadora exclusiva de mergulho Ocean Encounters em todos os hotéis

Fotos: Kadu Pinheiro


TESTE COMPLETO : Sony RX-100 A melhor câmera compacta para fotografia submarina da atualidade.

Passamos anos na busca por câmeras que possam ter performance profissional com baixo custo e portabilidade, além de serem adequadas ao uso para fotografia submarina, com caixas estanques profissionais e lentes acessórias compatíveis, chegamos bem perto disso com a linha S(90/95/100/110) da Canon, mas na opinião desse fotógrafo que escreve (usuário fervoroso da Canon); o “grande pulo do gato” foi dado pela Sony ao lançar a pequena e poderosa RX-100, esta é uma avaliação da melhor câmera de bolso já feita, que usou todo o arsenal lançado anteriormente pela Canon mas com melhorias e aperfeiçoamentos que fizeram toda a diferença.

Por anos os fabricantes de câmeras temiam a concorrência de apenas uma fonte: outros fabricantes de câmeras. Mas no final, o predador mais perigoso veio de uma direção inesperada: os telefones celulares. Hoje, mais fotos são tiradas com celulares do que com câmeras fotográficas. Em sites de fotos como Flickr, o iPhone é fonte de mais fotos do que qualquer câmera real. Não é de estranhar que as vendas das câmeras de bolso baratas estejam caindo a cada ano.

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Mas de certo modo elas também são ótimas para os fabricantes de câmeras, que são forçados a dobrar as áreas onde os celulares são inúteis: lentes de zoom. Alta resolução. Melhor qualidade de foto. Flexibilidade e funções avançadas. Esse é o motivo, mesmo com as vendas de câmeras de bolso em baixa, para as vendas das câmeras de ponta estarem em alta. Agora você sabe por que o momento é oportuno para a nova Sony Cyber-shot DSC-RX100. Ela é uma câmera minúscula, que pode ser guardada no bolso da calça, apesar do preço elevado para uma câmera compacta: U$ 650,00 tenho que ir direto ao que interessa: nunca saíram fotos tão boas de uma câmera tão pequena.

Sensor poderoso:

FOTOSUB TESTE | SONY RX-100 | Por Kadu Pinheiro

As câmeras em celulares são um desenvolvimento prazeroso para as massas. Se você tem sua câmera com você, é mais provável que você tire fotos e mais provável que registre imagens incríveis.

O primeiro motivo é fácil de entender. A Sony RX100 tem um sensor imenso de uma polegada – o maior já inserido em uma câmera de bolso com zoom. Ele não é tão grande quanto os sensores de câmeras DSLR e das novas Mirrorless, (câmeras que podem trocar de lentes mas que não possuem espelhos mecânicos com as DSLR) mas ainda sim tem uma área quatro vezes maior do que a dos campeões anteriores de qualidade entre as câmeras de bolso, como a Panasonic XZ-1 e a S110. (O corpo de metal preto reluzente da RX100 parece igual aos delas.)

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FOTOSUB TESTE | SONY RX-100 | Por Kadu Pinheiro Um sensor grande significa pixels maiores, que proporcionam menos granulação em baixa luminosidade, maior riqueza de cores e grande alcance dinâmico – o espectro dos pixels mais escuros aos mais claros. Um sensor grande também é pré-requisito para aquela imagem profissional de fundo desfocado. A RX100 consegue facilmente aqueles fundos suaves e desfocados, uma raridade em câmeras compactas. O outro fator de destaque na Sony é sua lente Carl Zeiss, cuja abertura máxima é de f/1.8, a maior abertura que você pode comprar em uma câmera de bolso. Isso também explica sua capacidade de desfocar o fundo e seus resultados espetaculares em baixa luminosidade.

Reguladores Mares

Efeitos PB e desenho, na foto acima desfoque proporcionado pela lente F1.8

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Foto: Sávio Araújo - o Conjunto Recsea tem uma pegada firme e imponente para uma compacta

(Como em qualquer câmera, essa abertura diminui com o zoom, quando você dá o zoom máximo, a abertura cai para f/4.9. Isso ainda é melhor do que a abertura da Canon em zoom pleno – f/5.9.) Mas na prática veja as fotos dessa reportagem e tire suas próprias conclusões sobre a capacidade da câmera, nada fala melhor do que resultados. Aqui você vê o que torna a RX100 uma revelação: quantidades insanas de detalhes e cores vívidas, verdadeiras. Fotos no modo Handheld Twilight (redução do tremido em fotos à noite ou em baixa luminosidade). disparo contínuo que pode tirar até 10 fotos por segundo, fotos macro, a RX100 consegue dar foco a apenas 5 centímetros de distância, não é a melhor performance em uma câmera compacta para uso em terra, mas junto com a caixa estanque e o uso de lentes adaptadoras para macro a coisa muda de figura, o uso subaquático com sobreposição de lentes de dioptria possibilita macros e super macros fantásticas para uma compacta.

FOTOSUB TESTE | SONY RX-100 | Por Kadu Pinheiro

Como uma DSLR A RX100 pode ser tão controlada manualmente e personalizada quanto uma DSLR, mas também conta com modos automatizados impressionantes. Eles incluem Illustration (transforma a foto em um desenho a traço colorido), High Dynamic Range Painting, e o bizarro, mas às vezes esclarecedor, Auto Crop. Ele cria uma duplicata de seu retrato, reenquadrando como considera melhor. Às vezes ele acerta. E Sweep Panorama. Você move a câmera ao redor de você em um arco, apertando o botão de disparo o tempo todo. Quando você para, lá está, em sua tela, uma panorâmica perfeita de 220 graus. É a lente grande angular definitiva. Desfiladeiros, fotos de multidão, interiores do Walmart –você não imagina com que frequência é útil.

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Com a lente grande angular UW4 até fotos split ficam fáceis

Como de costume nas compactas atuais, não há visor óptico, uma ausência que você pode lamentar. Mas a tela de três polegadas permanece clara e nítida mesmo em plena luz do sol, graças a um pixel branco extra que a Sony inseriu entre cada conjunto de vermelho, verde e azul. A captura de vídeo em Full HD é outro show a parte, você pode usar todos os efeitos de foto quando está filmando, inclusive com controle manual de abertura, enquanto está gravando você pode dar zoom, mudar o foco e até mesmo tirar fotos, o que torna essa câmera também excelente para filmagens com qualidade profissional.

FOTOSUB TESTE | SONY RX-100 | Por Kadu Pinheiro

Para autorretratos, você pode programar um timer como de costume. Ou usar seu modo ainda mais inteligente, no qual a câmera espera até ver seu rosto enquadrado. Então ela dispara uma foto a cada três segundos até você sair de cena.

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FOTOSUB TESTE | SONY RX-100 | Por Kadu Pinheiro

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Pontos negativos: A Sony tomou a decisão controversa de trazer de volta o carregador interno, o que para fotógrafos submarinos pode ser o maior problema, isto é, não há um carregador externo para a bateria, que tem capacidade anunciada de 330 fotos. Em vez disso, a câmera é o carregador, seja conectada a uma entrada USB, como a de seu notebook, ou a uma tomada na parede. Os prós: nenhum carregador para transportar e perder. Contras: você não pode carregar uma bateria de reserva enquanto está fotografando, tendo que carrega-lá na câmera previamente, não é exatamente o maior dos problemas, em testes realizados por mim a bateria durou 2 mergulhos inteiros (sentando o dedo) e acredito que dure até um terceiro mergulho o que torna a troca de bateria desnecessária na maioria dos casos, o tempo de recarga é relativamente rápido

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Assim como sua referência, a Canon S100, você pode programar a função do anel da objetiva da Sony. Ele pode controlar o zoom, foco, exposição, abertura, etc. Mas diferente do anel da Canon, o anel da Sony não clica enquanto você o gira – (sons que são registrados quando você está gravando vídeo) Na mão, você também não sente os cliques. O anel gira livremente, o que dá uma sensação derrapante quando você está fazendo ajustes com pontos de parada naturais, como ISO (sensibilidade à luz) ou velocidade do obturador, já estava bem acostumado aso cliques na minha antiga S95 e realmente é estranho não ter a referência, mas acho que é só uma questão de costume. Esse não é o único ponto negativo, como a câmera é pequena há muito pouco espaço para botões físicos. Todas as centenas de funções da RX100 estão concentradas em cinco botões na traseira, um dial de modo no topo, o anel em torno da objetiva e um anel clicável em quatro direções na traseira.


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FOTOSUB TESTE | SONY RX-100 | Por Kadu Pinheiro

Os novatos vão achar complicado, mas está claro que esta não é uma câmera para novatos, além disso, no final tudo faz sentido. você aprende a apertar o botão Fn sempre que quiser ajustar a configuração de foto, ou o botão Menu para ajustar a configuração da câmera. A câmera tem uma lente de zoom 3.6X. A Canon S100 dá mais zoom (5X). Por outro lado, a Sony tira fotos de 20 megapixels, contra 12 da Canon. Normalmente eu não sou fã do “abarrotamento” de mais pixels em uma câmera apenas para fins de marketing. Fotos com megapixels elevados levam mais tempo para transferir, enchem mais rapidamente o disco rígido e são um exagero para a maioria dos propósitos de impressão, mas são de grande utilidade quando você quer cropar e redimensionar a foto para corrigir problemas de enquadramento. Um último ponto negativo: em certas fotos, quando eu ajustei o contraste geral posteriormente no Photoshop, eu notei um pouco de vinhetagem – áreas escuras nos cantos, quando utilizada com a lente GA da UW4, mas acho que é apenas uma questão de ajuste do shade (para-sol da lente, pois a vinheta não aparece em todas as fotos) Esta é uma segunda câmera ideal para profissionais, e uma ótima câmera principal para qualquer amador que queira tirar fotos de aspecto profissional sem ter que carregar uma infinidade de lentes e equipos.

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FOTOSUB TESTE | SONY RX-100 | Por Kadu Pinheiro É claro, US$ 650 é um preço absurdamente caro, você pode comprar uma DSLR completa por esse preço, mas nunca vai ter a portabilidade que está pequena pode proporcionar, e toda vez que você transferir suas fotos para o computador, você vai entender por que gastou esse dinheiro. A RX-100 quebra a regra: “É preciso uma câmera grande para fotos de qualidade profissional”. Resumindo: com sensor de 20,2 megapixels que faz parte da família Sony Exmor e acompanha o processador Bionz, lente 28-100mm da Vario-Sonnar Zeiss com zoom ótico de 3,6x que permite ampla exposição de até f/1.8. e intervalos ISO de 100 a 25.600, com limite de ISO automático em 6.400, filmagem em AVCHD à resolução 1080p a 60 quadros por segundo (também há o modo 720p em MP4), formato de imagem em RAW, disparo contínuo de 10 fotos / segundo e resolução efetiva de 20.2 megapixels, white balance customizado, tudo isso faz dessa câmera hoje a melhor opção entre as compactas para fotografia submarina.

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Apesar de ser uma compacta apresenta Um conjunto que impõe respeito


FOTOSUB TESTE | SONY RX-100 | Por Kadu Pinheiro

Caixa Estanque Recsea Sony RX100 • • • •

100% compatível com lentes grandes angular e macro Anel de controle frontal Não vinheta com uso da grande angular UW4 Anel traseiro de controle com botões macios que dão acesso a todas as funções da câmera • Suporta 2 conectores de fibra ótica para flash externo

Recsea RX-100 Especificações: • Caixa de alumínio compacta e durável resistente a corrosão. • Material leve e preparada para suportar profundidades de 80 metros • Porta frontal fixa para adaptadores de lentes macro e WA • Avançado mecanismo de trava da caixa • Duplo O-ring • Botão de disparo preciso que permite meio toque de foco • Inclui: Difusor, Mascara para conector do flash externo, strap, Orings reserva e graxa lubrificante. • Peso de 640g

Lentes acessórias: Grande Angular: UWL-04 Fisheye Lens com 165 graus de cobertura é uma lente maravilhosa sem perda de definição nos cantos e sem vinheta, uma verdadeira olho de peixe com resultados impressionantes, necessita adaptador da recsea de rosca Macro: Dyron +7 67mm macro lens (DY.UCL67II) excelente lente macro com acabamento anti-reflexivo e muita nítida.

Outras opções de caixa estanque: Nautican e Ikelite

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Preço: US: $650

Modos de exposição

Modos de medição

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Formato de arquivo

Modos automáticos

• RAW (ARW2.3 Format) • RAW+JPEG • JPEG

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Distância focal (equiv.) 28 – 100 mm zomm optico 3.6×

Autofocus • • • • • • • • • • • • • • • • •

Contrast Detect (sensor) Multi-area Center Selective single-point Tracking Single Continuous Face Detection Luz de auto focus Zoom Digital (14x) Foco manual Distância focal em macro 5 cm 25 pontos de foco LCD de 3 polegadas Velocidade mínima: 30 sec máxima 1/2000 sec Abertura: F1.8-4.9

Auto Advanced Auto Program AUTO Shutter priority Aperture priority Manual Memory Recall Tele Zoom Hi Speed 3D Sweep Panorama Sweep Panorama Anti Motion Blur Picture Effect Scene selection

Portrait Anti Motion Blur (6 shot layering) Sports Action Pet Gourmet Macro Landscape Sunset Night Scene Hand-held Twilight Night Portrait Fireworks High Sensitivity

• Multi • Center-weighted • Spot

FOTOSUB TESTE | SONY RX-100 | Por Kadu Pinheiro

Tipo: Compacta de grande sensor Material do corpo: Aluminum Sensor: Resolução Máxima: 5472 x 3648 (20MB) Outras opções de resolução: 5472 x 3080, 4864 x 3648, 3888 x 2592, 3648 X 3648, 3648 x 2736, 2736 x 1824, 2592 x 1944, 2592 x 1944 Aspecto da Imagem: w:h 1:1, 4:3, 3:2, 16:9 Resolução efetiva: 20.2 megapixels Tamanho do sensor 1” (13.2 x 8.8 mm) CMOS Color space sRGB, AdobeRGB ISO Auto, 100, 200, 400, 800, 1600, 3200, 6400, 12800, 25600 9 ajustes de Balanço de branco + ajuste customizado Estabilizador de imagens optico

Cartão de memória: SD/SDHC/SDXC, Memory Stick Duo/Pro Duo/Pro-HG Duo • Compensação de exposição ±3 EV (at 1/3 EV steps) • AE Bracketing (3 frames at 1/3 EV, 2/3 EV steps) • WB Bracketing No

Gravação de vídeo: • • • •

MPEG-4 AVCHD Microfone Mono Resolução: 1920 x 1080 (60 fps), 1440 x 1080 (30 fps), 1280 x 720 (30 fps), 640 x 480 (30 fps) • Conectividade: USB / USB 2.0 (480 Mbit/ sec) / HDMI sim (Micro HDMI) • Duração da Bateria 330 disparos

Flash (Pop-up) Auto, On, Off, Slow Sync

Drive modes • • • • • • •

Single-frame advance Continuous advance Continuous adv Priority AE Speed Priority Continuous Self-timer Self Portrait Self-timer Timer: (2.5, 10 fps) (2/10 sec, Portrait 1/2)

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INFORME PUBLICITÁRIO | DIVEMAG.org | Curaçao

Mergulhe no fantástico mundo subaquático de Curaçao Curaçao é uma ilha formada originalmente por pedras vulcânicas onde os corais se formaram ao longo dos séculos. Isto pode ser visto imediatamente no primeiro mergulho. Na costa do lado direito da ilha os mergulhadores poderão observar belos recifes de corais. Essa é uma das razões que tornou Curaçao um dos destinos mais populares de mergulho do mundo. Fauna e flora subaquática de rara beleza formada ao longo de milhões de anos. • Destino top para mergulhadores – você não achará no mundo um local de tamanha beleza e variedades para prática de mergulho.

Água - A boa utilização desse recurso 

Por Marcelo Szpilman | Fotos: Kadu Pinheiro   Depois do oxigênio, a disponibilidade de água doce (e potável) é a condição mais essencial à manutenção da vida terrestre em nosso Planeta. Sua escassez, que já é uma realidade para 20% da população mundial, vem sendo acentuada nos últimos 40 anos pela poluição dos rios, desmatamento das florestas, degradação do solo, má gestão dos recursos hídricos e pelo grande desperdício, na agricultura, na indústria e no nosso dia a dia.   Nos últimos 100 anos, o consumo de água aumentou oito vezes, enquanto a população mundial cresceu quatro vezes. Ou seja, o consumo médio individual dobrou. Porém, nesse mesmo período, poluímos 50% da água doce disponível para o nosso uso. Significa dizer que hoje estamos gastando o dobro de uma fonte que está com sua capacidade reduzida à metade. Não é por outra razão que em 2020, 60% da população mundial sofrerão carência de água de boa qualidade para consumo. E presenciaremos a intensificação das guerras e disputas territoriais pela água.   Pode parecer incrível, mas mesmo sabendo da clássica distribuição das águas no Planeta e o quanto a disponibilidade de água doce é restrita __ 97% são salgadas, 2% formam as geleiras e apenas 1% é doce, e dessa água doce somente um terço está disponível __, nós continuamos desperdiçando esse precioso líquido, especialmente no Brasil que detém 10% de toda a água doce do mundo. E, se recebemos tal dádiva da Natureza, esse privilégio torna-se acachapante quando confrontado pela triste estatística da ONU que revela que 80% das internações hospitalares no mundo atual são motivadas pela simples falta de acesso à água potável.

• Seleção de três grandes áreas para mergulho – Curaçao é cercada por fantásticas áreas para mergulho. • Curaçao também é um fantástico destino para a prática de snorkel – até mesmo da superfície pode-se observar as belezas do mundo subaquático de Curação. • Um destino para todos – Além do fantástico mundo subaquático, Curaçao oferece muita diversidade para os que preferem ficar em terra – compras, lazer, esportes, praias, cultura e gastronomia.

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Meio Ambiente | Água | Por Marcelo Szpilman

  É bem verdade também que o fato de termos água em abundância, e por isso barata, pode ter nos tornado grandes esbanjadores. Nós nos acostumamos a utilizar a água de forma livre e despreocupada, sem nos darmos conta de que seu uso responsável no nosso cotidiano pode proporcionar considerável redução no desperdício. E exemplos não faltam. Tomar banho fechando a torneira ao ensaboar o corpo e os cabelos pode representar uma economia de até 90 litros de água por banho. Da mesma forma que barbear-se fechando a torneira, quando a água não estiver sendo utilizada, pode produzir uma economia de até 10 litros. Sem falar na habitual e dispensável „vassoura hidráulica‰ utilizada pelos faxineiros dos prédios para varrer e lavar as calçadas, onde o uso de uma vassoura normal economizaria até 250 litros de água por dia.   Infelizmente, nessa questão da boa utilização da água, não se trata só de ter ou não educação e boa vontade para adotar seu consumo consciente. Para boa parte da população, o uso responsável só virá com mecanismos de punição, como uma conta salgada no final do mês. Diferente da energia e do gás, cujos consumos individuais vêm quantificados na conta mensal da concessionária, permitindo que o cidadão sinta no bolso o uso exagerado e o desperdício, a água, na maioria dos prédios residenciais, é cobrada do condomínio numa única conta coletiva. Assim, o uso correto desse recurso só será possível quando todas as residências tiverem seu consumo de água medido por hidrômetros individuais e cobrado em contas separadas.   Um grande exemplo vem da Alemanha, onde o custo da água é bem alto e a cobrança individual. Lá, só se costuma puxar a descarga do vaso no banheiro após quatro ou cinco xixis. Substâncias para eliminar o cheiro desagradável da ureia são utilizadas, sem dúvida, e é claro que está se falando de uma atitude extrema, que espero não tenhamos que copiar, mas esse comportamento nos dá a exata dimensão do quão sensível pode ser o bolso do consumidor e o quanto esse mecanismo de punição financeira é eficiente na redução do consumo e do desperdício de água.   Reflita sobre esse assunto. Seja consciente e responsável no consumo de água, na sua residência ou no seu trabalho, para que não falte no futuro.

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VERTICAL BLUE | BAHAMAS Free dive | Texto: Carolina Schrappe | Fotos: Adriana Brandão   O Suunto Vertical Blue já é um Campeonato Mundialmente reconhecido como um dos melhores e mais seletos no Mundo do Mergulho Livre. Mas em 2012, o organizador do Evento e recordista mundial Willian Trubriegde, resolveu inovar e mudar as regras para dar mais abertura a esta seleta competição. Todos os anos anteriores o Vertical Blue foi restrito a um grupo de dezesseis atletas convidados pelo organizador, mas desta vez ele abriu a competição para os convidados de seus convidados. Na mesma hora em que recebi o convite do Willian enviei para todos os atletas brasileiros que eu achava que tinham reais chances de se destacar. Minha idéia era realmente formar um equipe Brasileira com atletas que além de se destacarem no esporte fossem pessoas do “BEM”. Conheço o Willian muito bem e sei que ele não gosta de estrelas ou pessoas que não tenham um bom psicológico para enfrentar desafios tão complexos como o de mergulhar no mais fundo Blue Hole do Mundo. Começamos nossa viagem saindo de Curitiba, eu e o meu aluno e amigo, e agora atleta Gustavo Buss. Encontramos em Belo Horizonte mais um amigo, o Archimedes Garrido que veio de São Paulo. Chegando ao Panamá encontramos com as Irmãs Oliani, Karina e Nathali e com o cinegrafista Emmanuel Rezende, o “Manu”. Eles ficaram 3 dias conosco para filmagens do novo Programa “Do Jeito Delas”. O Programa conta as aventuras das duas irmãs pelo mundo na companhia de atletas dos mais diversos esportes. Conheci a Karina Oliani no ano passado durante um dos cursos de Mergulho Livre que ministrei em São Paulo. Ela participou do curso e já na piscina se destacou como uma excelente atleta. Depois disso resolvemos unir forças e divulgar uma pouco mais o Mergulho Livre para o Mundo. Foram três dias de gravações com muito mergulho e diversão. O Programa “Do Jeito Delas” estreia no dia 21 de janeiro as 19:30 (com reprises semanais) no Canal OFF, não percam, pois vai valer a pena.

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Mayan Princess Beach & Dive Resort reservations@mayanprincess.com Tel: (504) 2445 5050/52, 9486 0381 www.mayanprincess.com

Em ROATAN, praias e mergulhos de classe mundial em um só destino !

Turquoise Bay Dive & Beach Resort reservations@turquoisebayresort.com Tel: (504) 9885 0840 www.turquoisebayresort.com

Os treinos foram ficando cada vez mais concorridos, pois a competição ia se aproximando e a cada dia o numero de atletas aumentava. Isso causou um pouco de tensão em todos, mas conseguimos administrar bem.

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Free dive | Vertical Blue | Carolina Schrappe

Os treinos começaram junto com as gravações, pois não tínhamos tempo a perder. Treinamos todos os dias pela manha e logo se juntou ao nosso grupo outra atleta brasileira, a Adriana Freitas Brandão.

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Free dive | Vertical Blue | Carolina Schrappe

Eu estava cercada de amigos, mas a pressão estava grande, pois só quatro mulheres no mundo já tinham atingido mais de 74 metros de profundidade na principal disciplina do esporte, o Lastro Constante com Nadadeiras e eu era uma delas. Todos perguntavam o que eu estava treinando e o que eu faria durante a competição. Isso me deixou sinceramente um pouco tensa, afinal estava treinando para bater meus recordes, mas não queria deixar de ajudar os outros três atletas brasileiros que estavam por lá. Foi difícil conciliar as funções de técnica e atleta, mas tentei fazer da melhor maneira possível. A Giselle Beal, outra amiga e aluna, e começando na carreira de atleta chegou para completar nosso grupo. Éramos cinco brasileiros, dois homens e três mulheres. Todos juntos e muito unidos em um objetivo comum, fazer o melhor possível! Nos juntamos também nas aulas de Yoga ministradas pela Britta Trubriegd (esposa do Recordista Mundial Willian Trubriegd). As aulas ajudaram muito na parte respiratória e também no relaxamento antes dos mergulhos. A Competição começou e eu não estava tão confortável quanto gostaria. Me sentia um pouco insegura e preocupada com todos da equipe brasileira. O Blue Hole estava realmente escuro após os 50 metros e até tentei usar uma pequena lanterna de led para amenizar a escuridão. Minha condição física estava muito boa, mas o psicológico estava um pouco “carente”. E foi realmente difícil desligar de todo o resto e me concentrar nos meus mergulhos.

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Free dive | Vertical Blue | Carolina Schrappe O Vertical Blue de 2012 estava realmente diferente, muitos atletas, pessoas novas e muitas que não conhecíamos, e a competição realmente foi longa. Como só tínhamos uma plataforma de competição, os atletas foram separados por profundidades em três grupos com intervalo de 20 minutos entre grupos e 10 minutos entre performances. Começava as 9:00 horas da manha e terminava as 14:30 muitas vezes. Por um lado foi muito bom, pois tínhamos tempo entre performances, mas por outro, eu ficava na praia desde cedo com os atletas brasileiros, mas meu mergulho era sempre no final do terceiro grupo. Foi realizado um curso de Juízes da AIDA Internacional (Associação Internacional para o Desenvolvimento da Apnéia) antes e durante o Vertical Blue. A Adriana Brandão resolveu participar e se tornar mais uma Juíza Internacional AIDA no Brasil. Eu aproveitei que estava lá e assisti o curso novamente e ajudei nas práticas com os alunos novos, foi uma ótima experiência para rever as regras e praticar um pouco. Num dos dias de curso até mais tarde, voltando pra casa, a Adriana comentou que o Nick (Nicolas Mevoli) falou sobre umas tarântulas que eram comuns na Ilha. De repente vi uma no meio da Estrada! Parei o carro e descemos para ver se era realmente uma tarântula. Foi uma susto!

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Free dive | Vertical Blue | Carolina Schrappe

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ALGUNS RESULTADOS: Ashley Futral Chapman, essa americana que foi uma aluna da PFI (Performance Freediving International) que eu tive o prazer de ajudar a formar, hoje minha amiga e Recordista Mundial, atingiu o novo record mundial na categoria de Lastro Constante sem Nadadeiras – 67 metros de profundidade. Foi uma emoção! Alexey Molchanov, o russo filho da já lendária Natalia Molchanov, chegou do mergulho com uma tranquilidade surpreendente, depois de atingir o novo Record Mundial na categoria de Lastro Constante com Nadadeiras –127 metros de profundidade.

Archimedes Garrido, amigo e como eu um atleta Fun Dive, agora também é Recordista Brasileiro na categoria de Imersão Livre com –56 metros de profundidade. Fez bonito no último dia e alcançou sua melhor marca nesta modalidade.

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Free dive | Vertical Blue | Carolina Schrappe Gustavo Silveira Buss, brasileiro, meu amigo, aluno e agora o novo Recordista Brasileiro na categoria de Lastro Constante com Nadadeiras –57 metros de profundidade. Não foi fácil, mas ele conseguiu mais do que havíamos planejado. Queríamos pelo menos o Record Paranaense e ele foi além! Se machucou nos primeiros dias, talvez devido a ansiedade da primeira competição, mas se superou e no seu último mergulho, conseguiu o Record Brasileiro. Fiquei muito feliz, pois vimos que todo o esforço valeu a pena! Parabéns Gustavo! Gustavo nos conta sobre sua experiência: “Ter a honra de participar do Suunto Vertical Blue 2012, é indescritível, a Meca do mergulho livre em profundidade, uma das etapas do circuito mundial onde se juntam os melhores atletas do mundo, para mergulhar no Buraco azul mais profundo do planeta o Dean´s Blue Hole, não tem preço... É algo para se orgulhar para o resto da vida!

Tive a oportunidade de conviver com pessoas fascinantes, de todos os cantos da terra, que tentam empurrar seus próprios limites para um nível cada vez mais alto, em um lugar singular. Long Island – Bahamas, novas amizades, troca de experiências... É maravilhoso!” A experiência foi diferente dos outros anos. Em 2012 tive a oportunidade de aprender muito sobre como ser uma boa técnica e ajudar outros atletas a se destacar e superar seus limites. Gostei muito, mas aprendi que não dá pra ser uma excelente técnica ao mesmo tempo de ser uma excelente atleta. Não posso deixar de agradecer a Azul Profundo e a Fun DIve , por me ajudarem e acreditarem no meu potencial neste ano de 2012 com seus patrocínios. A Minha família amada, Reinaldo, por ser meu amigo em todas as horas e por entender minha ausência. E sei que para meus filhos, Fernanda, Pietro e Enzo, o exemplo é um grande ensinamento.

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SHARK FINNING Parte II

Por: RAQUEL ROSSA

O MERCADO MILIONÁRIO DO FINNING A prática do finning é um problema global. A demanda por barbatanas é a grande responsável pelo declínio de quase 90% das populações de tubarões no mundo todo, principalmente nas duas últimas décadas. Este é um negócio que movimenta anualmente algo em torno de US$ 500 milhões e tem o mercado asiático como o seu grande consumidor e importador. Hong Kong é o maior centro comercial desse negócio, representando pelo menos 50% das transações envolvendo barbatanas de tubarão no mundo.

Foto: Lisandro de Almeida

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A sua maior expansão aconteceu no fim dos anos 1990, quando cresceu em torno de 6% ao ano. Em 2003, o mercado atingiu o ponto máximo, com 6,960 milhões de toneladas de barbatanas importadas por Hong Kong. A tradição, a cultura e a demografia da sociedade Chinesa controlam o mercado milionário de barbatanas de tubarão. Uma nadadeira dorsal de um tubarão baleia (Rhincondon typus), o maior peixe conhecido no planeta, que alcança mais de 10 metros de comprimento, chega a valer US$ 10 mil na China. A do tubarão branco, o maior predador dos oceanos, rende até US$ 200 para um pescador. O detalhe nisso tudo: ambas as espécies citadas, o tubarão baleia e o tubarão branco estão em extinção.

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Enquanto milhares de carcaças de tubarões são jogadas de volta ao mar, muitas vezes ainda vivos para terem uma morte agonizante, outros milhões de humanos famintos continuam ser ter o que comer. Entretanto, segundo Marcelo Szpilman, biólogo marinho e diretor do Instituto Ecológico Aqualung, “mesmo que essas nadadeiras fossem diretamente para o prato de crianças famintas, seria um total despropósito”. Banquetes luxuosos são oferecidos pela nova elite chinesa regados a sopa de barbatana de tubarão, apesar de muitas populações costeiras no mundo todo ficarem sem a sua fonte primária de proteína. Além da questão cultural, tornou-se um problema ambiental. Atualmente o finning é considerado pelos pesquisadores como a “tragédia dos tubarões”.

Foto:TimWatters/Sea Shepherd

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Após terem sobrevivido a cinco grandes extinções em massa, que eliminaram a maior parte da vida do planeta, pela primeira vez, em 400 milhões de anos, os tubarões são as presas. Paradoxalmente, a carne de tubarão não tem valor comercial. Se por um quilo de barbatanas desidratadas obtém-se entre US$ 50 e 750, um quilo de carne de tubarão vale nada mais que US$ 1,50. É importante ressaltar que a barbatana é seca ao sol e ocupa pouco espaço na embarcação, enquanto a carne necessita de processamento e refrigeração adequadas e, consequentemente, demanda maior espaço para armazenagem. Se comparados aos valores negociados no mercado do atum azul, a carne de tubarão não vale absolutamente nada. Porém, quando o foco está nas nadadeiras, trata-se de um “produto” valiosíssimo.


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Segundo Szpilman, o biólogo e pescador Sérgio Jordão , dono da Fisherman do Brasil, indústria de transformação de peixes e frutos do mar que até há alguns anos comercializava a carne do tubarão azul (Prionace glauca) e parou devido ao finning, disse que é um absurdo “a galha valer mais do que o cação” – lembremos que cação e tubarão são a mesma coisa, apenas sinônimos. Um jogo completo de nadadeiras (1 dorsal, 2 peitorais, 1 anal e 1 caudal inferior) de um tubarão azul (também em extinção), segundo Jordão, valia cerca de R$ 75,00/kg. Valor este vendido do pescador ao atravessador. Se levarmos em conta que em um tubarão azul de 40 kg o peso das nadadeiras corresponda a 3,5 kg, pescador recebia R$ 262,50. O “charuto” (corpo do tubarão desprovido de nadadeiras e cabeça), por sua vez, renderia 30 kg de carne, algo em torno de R$ 90,00, se considerarmos o quilo a R$ 3,00 (aproximadamente US$ 1,50). Um pouco mais distante das águas que banham o nosso litoral, no mercado asiático, o quilo da barbatana de um tubarão azul chega a valer US$ 120. Alex Cornelissen, diretor de operações da Sea Shepherd de Galápagos, faz uma pequena conta: “se considerarmos que uma média de 85 milhões de tubarões são mortos todos os anos pelas suas nadadeiras, são cerca de seis nadadeiras por animal, o que totaliza 510 milhões de nadadeiras. As nadadeiras rendem entre US$ 10 e 500 cada, dependendo do tamanho e da espécie. Isso falando de preços para os consumidores, pois os pescadores ganham apenas uma fração desse dinheiro”. Segundo ele, a maior parte dos lucros vai para os chamados atravessadores, responsáveis por intermediar as barbatanas entre os pescadores e o comerciante.

81 Fotos:TimWatters/Sea Shepherd

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Envolvidos neste negócio lucrativo estão cerca de 120 países, entre eles o Brasil. Indonésia, Índia, Taiwan e Espanha são os 4 países que mais capturam tubarões entre os Top 20. Juntos, eles respondem por mais de 35% das capturas anuais. Segundo dados oficiais da FAO (Food and Agriculture Organization, órgão das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura, 2010), o Brasil ocupa a 13º posição, com cerca de 20 mil toneladas de tubarões capturados todos os anos.

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Dia 21 de janeiro aconteceu a festa de estréia do programa: “Do Jeito Delas” no canal Off, o coquetel de lançamento foi realizado no American Pub no Itaim, onde as irmãs Karina e Nathali Oliani, Médicas viciadas em adrenalina, receberam amigos e colaboradores para comemorar o lançamento do programa que vai contar com vários episódios de mergulho, aém de outros esportes radicais, Karina é colunista da Divemag e escreve vários artigos sobre medicina do mergulho e resgate. Veja mais: http://canaloff.globo.com/programas/do-jeito-delas/

Do Jeito Delas

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Sea Shepherd coloca container com barbatanas de tubarão apreendidas no centro de Porto Alegre (RS) Quem passou pelo Mercado Público de Porto Alegre (RS) na última sexta-feira (11), viu um container com 3,4 toneladas de barbatanas. A carga, que simula uma apreensão feita pelo IBAMA em uma operação realizada em Rio Grande, é uma ação do Instituto Sea Shepherd Brasil (ISSB). O objetivo é alertar a população e as autoridades para a pesca ilegal de tubarões na costa brasileira. O finning, como é conhecida a pesca de tubarões para a retirada das barbatanas, é responsável pela morte de mais de 100 milhões de tubarões por ano no mundo. No Brasil, esta prática já exterminou 90% das espécies em águas brasileiras, deixando outras dezenas em risco de extinção. A carga apreendida representa aproximadamente 40 mil tubarões mortos, cujas barbatanas serviriam como ingrediente para sopas servidas em Hong Kong. Além dos tubarões, as tartarugas, arraias, golfinhos e muitos outros animais marinhos são vítimas das técnicas de pesca de arrasto e da pesca com espinheis, praticadas por pesqueiros ilegais. O Instituto Sea Shepherd Brasil entrou com uma petição no Senado Nacional para proibir a pesca de tubarões na costa brasileira por 20 anos. Durante esta ação, a população da capital gaúcha teve a oportunidade de assinar a petição e ajudar a salvar a vida de milhares de tubarões. Neste domingo (14), o container foi levado para Torres, próximo à Praça de Esportes, na Praia Grande, onde a coleta de assinaturas continuará. Neste local, até fevereiro, acontecerão exposições, cursos educativos e ações de preservação ambiental.

Por: Sea Shepherd Brasil

A ação tem criação da agência DCS e direção de Biel Gomes, da Bloco Filmes.

Container simulando apreensão de 3,4 toneladas de barbatana de tubarão. Foto: DCS

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PHIL SIMHA, FOTOGRÁFO JORNALISTA, ESPECIALIZADO EM ATIVIDADES SUBAQUÁTICAS, DE AVENTURA E AÇÃO Originario da Grécia, Phil começo a fotografar a mais de 25 anos. É Instrutor de mergulho há 20 anos e hoje é Course Director PADI. Sua paixão pela fotografia e pelo mergulho o levaram a ser fotógrafo sub, o que o levou a ser colunista, “foto periodista sub”, profissão que exerce há mais de 12 anos. Está entre os fotógrafos sub mais publicados em revistas de mergulho européias, e entre seus trabalhaos está o livro “Zoom sur la Photo sous-marine” (Simha/Baril – Pearson, 2011).

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Fotógrafo convidadO: Phil Simha

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FOTÓGRAFO CONVIDADO | PHIL SIMHA |

Phil passa 6 meses do ano mergulhando em todo o mundo, realizando reportagens e workshops fotográficos. Quando não se encontra editando seus artigos, também trabalha como Instrutor de mergulho recreativo e técnico, além de consultor dentro da indústria do mergulho, e é com orgulho, “embaixador” da SeaCam e da Aqualung. Em entrevista exclusiva para a Divemag, nos disse: “o mercado da fotografia subaquática é muito reducido, e com tantas imagens captadas, surge a necessidade de colocá-las dentro de um contexto. Independente de que “uma boa imagem não necessita de legenda”, são as fotografias que nos ajudam a decidir que história pode ser contada, não só para ilustrar uma boa história”. Ou seja, a partir das fotos que produz é que passa a contar as histórias. “Escrever e fotografar já trazem muitas possibiliades, e poder realizar vídeos incrementam muito mais ainda. Por exemplo, as revistas digitais aproveitam melhor estes recursos, interagindo com os leitores da internet.”

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FOTÓGRAFO CONVIDADO | PHIL SIMHA | Phil vive na Suíça, onde tem seu escritório (só pra poder dizer que tem um...), já que seu local de trabalhao hoje é qualquer parte debaixo d´água deste Planeta Azul, como afirmam suas respostas automáticas de e-mail quando está em viagem: “Atualmente em reportagem em qualquer parte abaixo do Planeta Azul !”. Sua formação de especialista, relata Phil, se fez “na natureza”. “Tive a sorte de encontrar pessoas que me ajudaram muito. Tive um mentor para isto e outro para aquilo (referindo-se as diversas áreas da fotografia) e eu sempre estou disposto a aprender”, nos disse humildemente. Entre seus mentores está o fotógrafo suíço Kurt Amsler, segundo Phil, um dos “gigantes da fotografia sub”.

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FOTÓGRAFO CONVIDADO | PHIL SIMHA | Phil trabalha com revistas predominantemente européias, onde opera como em uma rede glogal, pois suas atividades o levam a colaborar com as mais importantes revistas especializadas, com a alemã Under Wasser, a francesa Plonger Nationel Magazine e a espanhola Buceadores, e outras como a National Geographic, sem mencionar algumas americanas que faz trabalhos mais ocasionais, mas manifesta seu interesse em realizar mais trabalhos para estas últimas, porém há uma dificuldade por ser europeu. Seu modo de vida: a fotografia subaquática. Perguntamos a ele sobre o mergulho na Europa e o enfoque das revistas de mergulho do velho continente: “Por exemplo, na Suíça, onde não temos mar, contamos com uma das populações de mergulhadores mais ativa do mundo. Em toda a Europa há pontos de mergulho incríveis. O Mediterrâneo é um lugar fantástico, como os Parques Naturais na Itália, França ou Espanha, onde há lugares com vida fantástica. Tenho amigos que comentam que em Porto Fino, na Itália, há mais peixes que no Mar Vermelho. Há muitos corais que contrastando com o azul do mediterrâneo produzem imagens fabulosas, um mar sem dúvidas, interessantíssimo para fotógrafos”.

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A Divemag, em sua Edição 5, publicou uma interessante matérias sobre os vinhos e os mergulhos em naufrágios e paredões na região de Porto Fino. Baixe e leia o conteúdo em: http://divemag.org/category/edicoes_anteriores/. “Já as águas mais frias ao norte da Europa oferecem possibilidades muito interessantes, como os encontros com as Orcas. Temos muitos lagos e águas interiores, para mergulhos em águas doces... A 15 minutos da minha casa há um pequeno lago onde as imersões são incríveis, com uma vegetação surpreendente, onde temos encontros com grandes peixes. Na Suíça mesmo há o Rio Val Verzaska, com uma água cristalina que corre entre paredes de granito, fantástico !”. Phil nos conta algo a respeito de suas experiências mais memoráveis:

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“Ver o cavalo do mar pigmeu em uma gorgônia me emocional, mas o pontencial de interação com pequenos seres não se compara realmente com peixes maiores e tubarões, dos quais sou definitivamente um grande fã. Em um bom ano, os tubarões estão em meus trabalhos de 3 a 4 vezes, e não me deixam de surpreender a cada encontro. Brincar uma semana com baleias jubarte em Silver Banks, e interagir com seus filhotes em momentos maravilhosos e rápidos em mergulh olivre, são momentos místicos. Encontros com mantas gigantes e estabelecer contato olho no olho, numa troca inteligente sem pronunciar uma palavra sequer com a criatura submarina mais “extra terrestre”... São momentos eternos que permanecem eternos na minha mente. Este último verão trabalhei com Herbert Nitsch (multi recordista de apnéia austríaco) em seu Recorde Mundial de 250 metros em mergulho livre.

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Eu parado aos 30 metros vi seu trenó (Sledge) descer e desaparecer no fundo do azul profundo pelo que pareceu uma eternidade até regressar... Todas estas são experiências intensas e únicas que só a fotografia pode escrever “melhor” que as palavras”. Phil ainda advoga a favor dos tubarões: “o que mais me surpreende, é o que nós humanos fazemos, caçando tubarões apenas para coratas suas nadadeiras (Shark Finning). Isto deveria ser considerado um crime contra a humanidade, o mesmo que a caça as baleias”.

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Pedimos a Phil uma “dica” para fazer uma foto que vá “além” do objeto a ser clicado e que transmita a sensação de um cenário completo:

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“A chave está na composição, e isto inclui premeditação, p ois em uma fotografia de ação, tem que se antecipar a melhor posição, ver a luz do sol, a direção que tem que nadar e assim sucessivamente, criando mentalmente a imagem desejada, para então colocar-se no lugar correto e preparar este lugar para finalmente deixar que a paciência se encarregue de capturar o momento preciso e disparar”.

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Perguntamos ainda a Phil como faz um fotógrafo sub para que seu trabalho tenha um impacto comercial: “Não me peça que escreva sobre a beleza de algum lugar ou de animais que não fotografei. Trato primeiro de encontrar um “ângulo” para uma história, de maneira que o local é tão somente um meio para a história, e não a história em si mesma. Assim o trabalho fotográfico funciona com o respaldo de uma história.

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A DecoStop aumentou seu tempo de fundo. A melhor revista brasileira de mergulho, agora no seu tablet.

FOTÓGRAFO CONVIDADO | PHIL SIMHA | É como trabalhar com um roteiro na mente. Quando a história é boa, ela pode ser publicada em 3 ou 4 idiomas, o que a torna produtiva. Algo que resulta de grande utilidade para a venda das imagens é ser consistente.

A revista DecoStop já está disponível no Android Market, e a partir de março na Apple Store. Esta ação faz com que o alcance da revista seja potencializado, atingindo leitores além de nosso alcance físico. A tecnologia digital permite que as edições da DecoStop sejam armazenadas, possibilitando acesso rápido as informações contidas na revista. A edição impressa continuará a ser produzida normalmente. Para download no Android Market acesse:

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Para assinar www.decostop.com.br Para anunciar rodrigo@decostop.com.br

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FOTÓGRAFO CONVIDADO | PHIL SIMHA |

O nome da imagem e sua geo referência são a chave, depois, colocá-las a disposição de artistas gráficos, os editores e designers. Ou seja, construa um acesso para que suas imagens estejam disponíveis para suas histórias, ao invés de deixar que as revistas encontrem as mesmas imagens “perdidas” em alguma agência”.

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INFORMATIVO MENSAL | NAUI | INFORMATIVO MENSAL | IANTD |

Archimedes Garrido, Atleta e Instrutor de Mergulho Livre da NAUI, bateu o recorde brasileiro na categoria IMERSÃO LIVRE (sem nadadeiras), durante o SUUNTO Vertical Blue 2012, competição internacional de apneia, realizada em Long Island BAHAMAS.

Essentials Diver Este nível intermediário de educação contínua é desenhado para permitir que mergulhadores certificados melhorem sua performance no mergulho, revisem e coloquem em prática o essencial aprendido em qualquer programa de mergulho da IANTD. As técnicas e conhecimentos adquiridos neste programa preparam o mergulhador para mergulhos mais avançados. O programa de Essentials Diver é recomendado para todos os mergulhadores que desejam melhorar a performance e competência durante seus mergulhos. Este programa não qualificará o mergulhador a mergulhar mais fundo do que é permitido pela sua certificação prévia.

Archimedes atingiu a marca de 56 metros, superando a anterior que era de 55 .

Quem pode lecionar este programa?

Archimedes, começou a pratica do mergulho livre somente em 2007, e é um exemplo de superação, pois era obeso, fumante e ainda mantinha uma vida totalmente sedentária . Em 2010 se formou pela National Association of Underwater Instructors NAUI como Instrutor da Modalidade Mergulho Livre, e se destaca pela qualidade e ênfase na segurança dos seus treinamentos e cursos .

Um Advanced EANx Instructor ou de graduação maior e certificado como IANTD Essentials Diver É requerido um instrutor de rebreather para que um mergulhador seja certificado como rebreather diver neste nível.

O evento é organizado anualmente pelo neozelandês Willian Trubridge, que também é um dos maiores praticantes do esporte. Outros atletas brasileiros, como Gustavo Buss (que conquistou o recorde na categoria lastro constante - marca 57 metros), Adriana Brandão e Carolina Schrappe (recordista Sul Americana) , também participaram da competição.

Pré-requisitos: Certificação de Open Water (Nitrox) Diver ou equivalente Idade mínima de 15 anos com autorização dos pais ou responsáveis legais, ou um mínimo de 12 anos para qualificação de Junior Diver, ou 18 anos sem autorização prévia

Limites do programa: • Nenhum mergulho pode ser conduzido em profundidades maiores que a qualificação do aluno • Todos os mergulhos devem enfatizar o trabalho em equipe e a interação com o dupla

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