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Fevereiro/Marรงo-2018


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Fevereiro/Março-2018 Rejane Friedrich

Psicóloga do NAP CRP 07/27534

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O que é ser extraordinário?

xtraordinário significa ser inteligente,

Quantos extraordinários convivem conosco

incrível, descomunal, diferente,

na sala de aula, no trabalho, na família, e nos

formidável? Ou ser esquisito, inimaginável,

vários grupos que participamos e não damos o

monstruoso, raro, indescritível? O filme Extraordinário nos faz refletir sobre o significado desse adjetivo que nas situações do dia a dia, ora é usado para qualificar, ora para desqualificar uma situação, pessoa ou fato. Ser extraordinário é ser singular, é ser fora

devido olhar, a devida importância, os tratando como “coitados” e não dando a oportunidade para mostrarem o seu potencial? E cada um de nós, não tem um extraordinário adormecido dentro do nosso inconsciente? Façamos uma reflexão e nos

do comum. O filme com esse título é uma

demos o direito de permitir que ele desperte

história bonita, real e de superação. Superação

e rompa com preconceitos e paradigmas que

de preconceitos, paradigmas além de uma

possam estar restringindo a manifestação da

reflexão sobre valores e virtudes.

nossa singularidade.

Temáticas como o amor, companheirismo, justiça, humildade, e acima de tudo respeito às diferenças, tanto físicas como intelectuais e sociais, estão presentes nas cenas muito bem apresentadas, sem exagero ou sensacionalismo e de forma muitas vezes hilária. Existe a abordagem de vários dramas vividos não apenas pelo protagonista da história, mas também pelos personagens que com ele convivem.


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Cayena Sofia Feiten Graeff Estudante*

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Tempo para estar com a família

urante o ano, uma das épocas mais esperadas pelos estudantes são as férias, mas não somente eles esperam, imagino que, a maioria dos adultos também. Aproveitamos esse tempo de jeitos diferentes, sempre tentando aproveitar ao máximo. Um exemplo disso são as viagens, que de preferência não fiquem muito perto da cidade onde moramos. As pessoas viajam para diferentes destinos, tanto dentro do país como para fora dele. Existem pessoas que viajam sozinhas, que viajam com os amigos e as que viajam com a família. E, essa foi uma oportunidade que tive agora no mês de fevereiro, quando viajei com minha família para Tramandaí, onde ficamos dois dias, e depois seguimos para Bombinhas, em Santa Catarina, onde ficamos por mais uma semana em uma pousada. Ficamos em lugares bem aconchegantes durante a viagem e realmente acho que conseguimos aproveitar muito bem esse tempo em família. E é esse convívio o que mais importa. As viagens sempre nos marcam

de alguma forma, essa foi uma viagem que me marcou positivamente, o fato de estar tão perto da família, em meio a uma praia onde a água é cristalina, a cidade é limpa, a vegetação é linda. Algo que também me marcou bastante nessa viagem foi o fato de ganharmos - eu e minha irmã - uma prancha. Nós já aguardávamos por ela a algum tempo, e passamos horas brincando e, mesmo sendo algo tão simples, nos garantiu diversão e risadas. Essas férias já estão chegando ao fim e os deveres com as aulas e outros compromissos recomeçaram, mas isso também é importante e pode ser divertido se encararmos da mesma forma positiva e conseguirmos levar essa alegria das férias ao longo do ano. Que assim possamos aprender mais e, ao final do ano, perceber que isto nos deixou um pouco mais preparados. Depois, mais uma vez ficamos na expectativa para o próximo período de férias. * Cayena ingressou no 8º ano da EMEF 25 de Julho, em Ivoti.

O ARTIGO DE CAYENA SOFIA FEITEN GRAEFF TEM O PATROCÍNIO DE:


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Fevereiro/Março-2018 Sibele Fröhlich Führ Administradora de Empresas

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A importância de viajar em família

iajar é um bom exercício de convivência. Ao viajar em família, eu diria, o exercício é ainda maior. Desde pequena, fui incentivada por meus pais a viajar, conhecer novos lugares e pessoas. Podia ser num passeio curto, à lugares próximos de casa, ou à lugares longínquos, explorando culturas e saberes diferentes . Viajar desacomoda, faz a gente sair da rotina, quebra nossos padrões de pensamento e comportamento. Somos convidados a enxergar novos pontos de vista, experimentar outros

sabores, abrir a cabeça para novas ideias e, quem sabe, novas línguas. Em família, a viagem precisa atender a diferentes interesses, pois cada integrante tem as suas expectativas em relação a esta nova experiência. O nível de convivência também é mais intenso que o habitual, por isso é importante saber identificar o limite de espaço

de cada um. Isto nem sempre é tão evidente, pois a intimidade facilmente nos dá “permissão” para ultrapassar alguns limites. Apesar das diferenças individuais, a família sempre se complementa. Cada um pode aplicar as suas melhores habilidades e assim ajudar o clã a enfrentar os desafios e imprevistos da viagem, que mais cedo ou mais tarde se manifestam. Se para um a barreira da linguagem é uma dificuldade, para outro pode ser a solução. Nossa experiência mais recente de viagem em família foi para a África do Sul. O ingrediente em comum? O gosto pelo desconhecido e por novas aventuras... Nem a distância, tempo de viagem, diferença de fuso horário - que influencia no ajuste do sono e humor, cansaço, e tantos outros contratempos, ultrapassam esta grande vontade de experimentar o novo. Viajamos por lindos lugares, vimos belas paisagens, a natureza africana é exuberante e o povo extremamente receptivo e generoso. Tivemos lindas experiências em família, reforçamos assim nossos laços, afinamos a convivência e já estamos nos planejando para o próximo destino. Para onde? Independente do lugar, o importante é estar ou sentir-se em família, e curtir ao máximo o destino proposto. Boa viagem!


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Denise Kern

Vice-diretora da EEEB Mathias Schütz, professora e escritora de livros de Educação Financeira, de Ivoti

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O que fazer com o 13º de 2018? ocê pode achar que o título deste texto

todos os meses do ano. Mesmo que você não

está errado, afinal recebemos há pouco

saiba o valor ainda, como IPVA ou IPTU, ou contas

o 13º de 2017 e ainda temos um ano

variáveis como supermercado, anote o último

pela frente para recebermos o de 2018. Lembrar

valor pago, pois é uma estimativa e você terá uma

do 13º apenas quando estamos por recebê-lo não

ideia de quanto esse gasto poderá representar no

é a melhor alternativa, já que perdemos uma das

orçamento total.

possibilidades mais importantes para um bom equilíbrio financeiro: o planejamento.

O importante é que todas as despesas (fixas e variáveis) sejam anotadas e quando pensar em

O seu 13º salário de 2017 pode ter servido

gastar, precisa antes fazer a soma de quanto já

para cobrir o cheque especial, pode ter pagado

está comprometido para aquele mês. Estipule

os presentes de Natal ou uma viagem de férias,

também um valor que você poderá guardar (na

pode até ter ido para a poupança. Não importa. O

poupança ou em outra aplicação). Considere isso

momento é de pensar no final de 2018 e planejar

como despesa fixa e anote em cada mês do ano.

desde já como utilizar seu 13º. Faça uma planilha e escreva todos os meses

Só então pense: o que você gostaria de fazer com seu 13º salário de 2018? Anote no

do ano. Destaque em cima de cada mês o seu

mês de dezembro o valor recebido agora, como

salário e, se possível, o salário de outros membros

uma previsão e não abra mão de realizar o seu

da família que dividem as despesas com você.

objetivo. Um bom planejamento a longo prazo

Anote todas as contas fixas que você tem para

traz segurança e tranquilidade.


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Fevereiro/Março-2018 Ingried Maria Weber

Especialista em Estudos Avançados em Inglês e Formação Pedagógica para Docentes e diretora da Cliff Idiomas

Professores e alunos engajados nos seus ideais

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começo de um novo ano letivo desperta, naqueles professores e alunos mais entusiasmados, uma expectativa e uma disposição para vivenciar experiências enriquecedoras compartilhando mais conhecimento. O tempo é propício para fazer novas resoluções, assim, o ingresso em um curso de idiomas pode ser o início ou o reinício de uma etapa de muito aprendizado, sobretudo a ampliação de conhecimentos socioculturais. Ao estudar um segundo idioma fazemos parte de um projeto que exige foco, dedicação e comprometimento. Demanda disponibilidade de tempo para assistir às aulas e realizar tarefas fora da sala de aula. Significa a exposição ao novo, a compreensão de estruturas gramaticais, a aquisição de vocábulos e expressões típicas, a percepção e a pronúncia de sons inexistentes na nossa língua e, como recompensa, o pensar naquele idioma, afinal, este já é um resultado muito positivo, pois significa estar próximo da fluência. Finalmente, requer, a prática da empatia e a vontade de ver o mundo a partir de uma variedade de perspectivas. Hoje, os professores de idiomas e seus alunos têm o privilégio de poder fazer bom uso de diversos recursos existentes. É papel do professor apropriar-se destes recursos, introduzindo questões e elementos que provoquem reflexão acerca dos conteúdos que agregam no processo de aprendizagem. Ademais, um bom planejamento com o uso adequado das ferramentas disponíveis, tais como, softwares, mídias digitais, seriados, filmes, jogos etc, propicia um maior

engajamento e uma interação mais rica entre todos os envolvidos no processo de aprendizado. Pensemos nas vantagens e nos benefícios que um estudante de idiomas poderá ter ao mergulhar em tal projeto: • Crianças: será uma boa oportunidade para desenvolver a inteligência cognitiva, usar a criatividade e imaginação, e interagir com mais um grupo de crianças. Aprenderão a comunicar-se sem vícios de linguagem e terão uma pronúncia mais próxima de um nativo. Levando em conta o interesse que elas demonstram, o aprendizado poderá ser ainda mais fácil, rápido e divertido. • Adolescentes: têm capacidade intelectual e disponibilidade de tempo para estudar na escola e aprender um segundo idioma concomitantemente. Podem fazer uso dos diversos recursos externos e de grande estímulo existentes para a sua idade, como os jogos eletrônicos, seriados, músicas, filmes, videos etc. Participar de programas de intercâmbio pode proporcionar uma experiência única, que os deixarão melhor preparados para inserir-se no mercado de trabalho. • Adultos: o foco será maior porque estarão buscando uma realização pessoal ou atendendo à uma exigência profissional, por sua própria conta, ou por imposição da empresa onde atuam. A recompensa pode ser bastante significativa, visto que, em alguns casos, a possibilidade de ascenção dentro da empresa é real. Por vezes, uma colocação em empresa no exterior é uma oportunidade imperdível e também real, visto que as empresas carecem de profissionais aptos a comunicar-se em outro idioma, a exemplo, empresas do ramo coureiro-calçadista e da tecnologia da informação.


Fevereiro/Março-2018 Claudete Kunst

Ricardo Nilson

Professor de Educação Física CREF - 009992 Profissional da Vic Center

Psicóloga Especialista CRP 07/27438

Dor e sofrimento

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dor física é essencial para a nossa integridade e sobrevivência, os neurotransmissores avisam quando algo não está bem. O “limiar e intensidade da dor” é singular e subjetiva, pode até ser prazerosa, exemplo a dor de uma massagem/ exercício, da mesma forma o sofrimento para um, não é, necessariamente igual para outro. A dor psicológica provém de sentimentos/ memórias. Pode ser sentida no corpo, e não está associada a neurotransmissores do prazer. A dor é natural diante de adversidades e a interpretação destes eventos pode ser extremamente nociva e levar ao sofrimento crônico. Como doença caracteriza-se pela angústia/vulnerabilidade/descontrole e ameaça à integridade da pessoa. Pode afetar os amigos/ familiares, em casos mais graves até levar ao suicídio. A dor e o sofrimento trazem consigo a oportunidade de refletir e construir um novo caminho, compreendendo os pensamentos negativos e sua formação, desenvolver equilíbrio emocional, coragem, disciplina, autoconfiança e autoconhecimento e o apoio da família e amigos. Entender que não temos o controle de selecionar apenas o bônus do viver, que é saudável aceitar que o preço da nossa existência é pago também pelo ônus e estas são inerentes à vida. Dificilmente conseguimos desbravar estes caminhos sozinhos, conte com a ajuda de um psicólogo, com suas técnicas, respeito e ética.

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Natação para a vida

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m dos esportes mais praticados no mundo, a natação está presente ao longo da nossa vida desde a gestação até os mergulhos nas piscinas. Por essa relação tão íntima do ser humano com o meio líquido, a natação pode ser introduzida logo nos primeiros meses de vida. Considerada um dos melhores exercícios físicos existentes e dos mais indicados, por movimentar praticamente todos os músculos e articulações do corpo, proporciona às crianças, além dos benefícios físicos e orgânicos, também os sociais, terapêuticos e recreativos. É segura também por seu baixo impacto dentro d’água. A importância da natação em termos mais gerais está no desenvolvimento das qualidades físicas, relaxamento, controle respiratório, melhoria dos problemas posturais, controle corporal e das habilidades aquáticas. Além da melhoria da resistência cardiovascular e do sistema respiratório, expansão pulmonar e desenvolvimento do sistema muscular. Dentre outros benefícios, podemos destacar o aprimoramento da coordenação motora e das noções de espaço e tempo, o preparo psicológico e neurológico para o auto-salvamento, melhoria da qualidade do sono, do apetite e da memória, além da prevenção de doenças respiratórias, sendo esta a atividade física mais indicada pelos médicos, especialmente para crianças e terceira idade.


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Fevereiro/Março-2018 Marcia Schardosim

Cirurgiã-dentista | CRO 12316

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A saúde começa pela boca

fundamental que a mãe inicie os cuidados com a saúde bucal do seu bebê antes mesmo de seu nascimento, mantendo uma alimentação saudável e não ingerindo açúcares. Assim como o cálcio, o ferro, o fósforo e vitaminas vêm da alimentação, e não dos dentes e ossos da mãe, se a dieta não apresentar elementos nutricionais apropriados, poderão ocorrer diversas deficiências maternas e fetais. O açúcar não alimenta, mas engorda, produz hábito e mantém a flora bacteriana cariogênica (cáries) ativa. Isto explica porquê ocorrem cáries e sangramento nas gengivas de algumas gestantes. As cáries normalmente já existiam, o que acontece é que a mulher passa a se alimentar com intervalos menores, não fazendo uma boa higiene e com isso as cáries aumentam, causando dor. O sangramento gengival ocorre devido ao desequilíbrio dos hormônios sexuais, havendo um aumento da permeabilidade capilar e do fluxo do exsudato crevicular, isto é, a gengiva fica mais frouxa (molinha) e sangrante. Entretanto, há fatores que intensificam este problema, como a má higiene e o consumo de alimentos açucarados. Por isso é muito importante fazer um pré-natal odontológico também. A limpeza dos dentes do bebê inicia-se antes de surgirem os primeiros dentinhos, com uma gaze ou uma ponta de fralda limpa, umedecida em água morna, a mãe passa nas gengivas do bebê com o dedo massageando, assim, além de limpar, estará estimulando a criança e coçando as gengivas. Com o surgimento do primeiro dente, iniciamos a escovação, com uma escova apropriada de cerdas

bem macias, lembrando que até os 3 anos a criança não sabe cuspir, por isso não usa-se creme dental, pois este é um medicamento que contém flúor, e se ingerido em grande quantidade ou continuamente faz mal à saúde. A limpeza é feita somente com escova, fio dental e água. Quando a criança aprender a cuspir, inicia-se o uso do creme dental em quantidade mínima. Os dentes não nascem cariados, o que acontece é que o bebê é infectado com bactérias da mãe e de pessoas próximas a ele, e isso combinado a uma dieta açucarada e a falta de higiene, cariam os dentes logo que nascem. Cuidados simples podem ser tomados: evitar alimentos açucarados, não pôr açúcar ou mel ou qualquer açucarado na chupeta, não assoprar a comida da criança ou provar a mamadeira com a boca, não limpar o bico que cai no chão com a boca, não beijar a criança na boca. Essas atitudes já ajudam muito a não contaminá-la. Os dentes de leite devem ser preservados e tratados quando necessário, com restaurações e/ou tratamento de canal. Porque estes devem permanecer na boca até aproximadamente os 12 anos, sendo que as trocas iniciam por volta dos 7 anos, sem esquecer que o 1º dente permanente que nasce é o 1º molar inferior, é um dente grande que surge atrás do último dentinho da arcada, e isto ocorre entre os 5 ou 6 anos, sem cair nenhum dentinho. Os dentes de leite preservam os espaços para os dentes permanentes, fazem a mastigação, auxiliam na fonação (fala), além da estética, pois as crianças em idade escolar se sentem inferiorizadas e muitas vezes sofrem bullying por não terem dentes.


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Fabiane Horlle Hoff

Diretora da H. Maria Joias Contemporâneas e filha de Maria Helena Horlle Hoff

Despertar o nosso melhor

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esde pequena fui encorajada a ter sonhos e realizá-los. Minha mãe sempre foi inspiração neste quesito. Minha vida nunca foi povoada pela mesmice – muito pelo contrário, olho para o passado e vejo que a caminhada até aqui foi de reinvenções constantes. Não gosto daquilo que é estático. O estático é o oposto de mudar, de ir à frente, de evoluir. Às vezes parece estarmos com tudo “certo”, estável, e então a vida dá uma reviravolta e bagunça tudo. Normalmente dói um pouco, mas a gente evolui. No ano passado, eu andava com uma desorganização interna de sentimentos, com a cabeça confusa, com mil planos mas ansiosa, pois meu sentimento era de que eu precisava mudar, me capacitar, para ser uma pessoa e profissional melhor do que eu era naquele momento. Foi aí que tive a oportunidade de conhecer e ser participante do treinamento Dale Carnegie Course (DCC). E é desta experiência que quero falar hoje.

O que me chamou a atenção, inicialmente, foi a postura do Trainer em dizer que o processo que nos dispomos a passar não tinha o intuito de ensinar nada a ninguém e sim, nos ajudar a despertar nosso melhor. Opa, já gostei! O Fábio foi o instrutor que nos guiou através da metodologia que nos levaria a responder à pergunta central que devíamos fazer a nós mesmos: o que eu preciso superar em mim para melhorar meu resultado, para realizar meus sonhos e metas, para ser uma pessoa melhor para mim mesma e para aqueles que estão à minha volta? O Sr. Dale Carnegie desenvolveu esta metodologia há mais de cem anos e ela encontra-se completamente atual... Louco, não é? Ela está focada na construção de cinco áreas interrelacionadas: autoconfiança, habilidades interpessoais, comunicação, liderança e controle de atitudes, preocupações e


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tensões (estresse). Mas o que me chamou muita atenção é que o processo todo acontece de dentro para fora, ou seja, é um processo íntimo e bastante doloroso. Comparo o DCC com o antigo “Merthiolate”, que curava, mas ardia – lembram disso? No curso me deparei com feridas internas que estavam lá bem quietinhas, mas vieram à tona e precisei reagir, pois ficamos frente a frente e não houve escapatória, foi necessário enfrentá-las. O curso tem um formato muito interessante. Em grupo, fomos conduzidos através de um plano evolutivo estabelecido por Dale Carnegie. Este plano acontece de forma muito lógica e progressiva, onde são expostos os conteúdos e feitas dinâmicas em grupo e, ao longo de todo o processo, somos acompanhados pelas nossas próprias metas de avanços. Estes exercícios trazem a vivência individual e real de cada participante, o que nos traz um enriquecimento gigante. Observo que num grupo diverso como o nosso, composto dos mais diferentes tipos de gente e profissionais, se olharmos bem, veremos que os problemas que temos são muito parecidos, o que legitima o uso de uma metodologia já pensada há mais de 100 anos. Entendo que seja porque ela foi efetivamente construída com base no entendimento sobre as pessoas e os relacionamentos. Como é intrigante o que acontece num grupo que inicialmente não se conhece. A

gente se sente mais à vontade para “colocar para fora” os nossos medos, as nossas inseguranças de forma muito mais tranquila, pois sinto que seja mais fácil nos expormos para desconhecidos. Intimamente sinto que o “julgamento” será menor. Ou seja, difícil é lidarmos com aqueles que estão normalmente à nossa volta e para quem queremos manter a imagem de sermos melhores do que realmente somos. Me dou conta que no momento que eu ajo mostrando verdadeiramente quem sou, de forma simples e natural, vejo que tenho sim minhas inseguranças, mas tenho também muitas coisas boas e me abro efetivamente para um processo interno de melhoria, de busca para o meu crescimento pessoal, entendendo que há um horizonte grandioso para mim como aprendiz. Percebo que Dale Carnegie foi muito coeso quando diz que o intuito do seu trabalho é nos ajudar a buscar o NOSSO melhor. Não o dele, nem de um padrão social, mas daquele que busca o SEU próprio crescimento. Então, minhas amigas e amigos, sou franca em dizer-lhes que virei fã do meu próprio processo interno de melhoria. A mudança se estabeleceu em mim, não atuante apenas durante o período do curso. Hoje, buscar o meu melhor se tornou um exercício permanente! Recomendo!


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Wilson Corrêa Vieira Psicólogo - CRP 07/25933

História da Homossexualidade

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uito tem se falado no termo homossexualidade e penso que ainda vai muito além. Ouvimos opiniões de todos os lados. Para quem ainda não concorda com a homossexualidade, encontrará na História informações que possam contribuir para emitir uma opinião sobre o assunto. A união civil entre pessoas do mesmo sexo pode parecer algo bastante recente, coisa de gente moderna. Apenas em 1989, a Dinamarca abraçou a causa, se tornando o primeiro país a fazer isso. Hoje, o casamento entre pessoas do mesmo sexo está amparado na lei de 21 nações. Isto, porém, de novidade não tem nada. Sua história retoma um tempo em que não havia necessidade de distinguir o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo. Para os povos antigos, o conceito de homossexualidade simplesmente não existia. A homossexualidade masculina - Na Grécia e na Roma da Antiguidade, era absolutamente normal um homem mais velho ter relações sexuais com um mais jovem. O sexo heterossexual, por sua vez, servia apenas para procriar. Em 1750 a.C. o Código de Hammurabi, lei das mais antigas do mundo, chegou a reconhecer a união entre pessoas do mesmo sexo. E já se passaram mais de 3 mil anos. Para a educação dos jovens atenienses, esperava-se que os adolescentes aceitassem a amizade e os laços de amor com homens mais velhos, para absorver suas virtudes e seus conhecimentos de Filosofia. Após os 12 anos, até aos 18, os garotos transformavam-se em parceiros passivos com a aprovação de sua família. Aos 25 anos, tornavam-se homens e aí esperava-se que assumissem o papel ativo. Boa parte do modo como os povos da Antiguidade encaravam o amor entre pessoas do mesmo sexo pode ser explicada ou, ao menos entendida, se levarmos em conta suas crenças. Na mitologia grega,


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romana ou entre os deuses hindus e babilônios, por exemplo, a homossexualidade existia. Tanto que muitos deuses antigos não têm sexo definido. Isso começou a mudar com o advento do cristianismo. Sexo para procriar. O judaísmo já pregava que as relações sexuais tinham como único fim a máxima exigida por Deus: “Crescei e multiplicai-vos”. Até o início do século 4, essa ideia, porém, ficou restrita à comunidade judaica e aos poucos cristãos que existiam. Nessa época, o imperador romano Constantino converteu-se à fé cristã e, na sequência, o cristianismo tornou-se o maior império do mundo. Como o sexo passou a ser encarado apenas como forma de gerar filhos, a homossexualidade virou algo antinatural. Data de 390, do reinado de Teodósio, o Grande, o primeiro registro de um castigo corporal aplicado em gays. Homossexualidade feminina - Sobre homossexualidade feminina, no mesmo período não há registros concretos, pois o que existe de fato são suposições de que possa ter existido uma relação amorosa entre mulheres, objetivando a formação educacional das jovens. Estes registros são referidos através de poesias de Safo de Lesbos, que ressoa entre as maiores personalidades femininas da Antiguidade grega. Suas poesias representam os primeiros registros acerca de hipóteses em torno das práticas sexuais entre mulheres ao longo da História. Ela nos permite vislumbrar os elementos que superam a historiografia tradicional e os limites

que caracterizaram o modelo ideal feminino no contexto da cultura arcaica. Entretanto, se confirmados, não existem informações se estes contatos se restringiam exclusivamente à relação mestra-discípula ou se ainda poderia existir uma relação entre adultas, ou entre as próprias jovens, e por fim, em que período se estabelecia o término destas relações, se é que existiam entre elas um prazo para o encerramento do período educativo assim como entre os homens. Seus cantos explicitam apenas possíveis relações entre mestra e discípula. Podemos nos remeter também para o que poderíamos chamar de bissexualidade em Safo. Em alguns casos, a poetisa se refere a homens em seus cantos, atribuindo-lhes características semelhantes às que dirige às garotas de Lesbos, embora estes representem casos mais raros em sua obra, além de não estarem ligados ao projeto educacional da escritora. Feito esta contextualização, esperamos contribuir para um entendimento de como o assunto era tratado em ambiente e período distinto de nossa época. Para reflexão e para colocar em pauta esta temática também a ser debatida em família. Algo que vai além de outro viés desta temática, a escolha e a natureza. Reforçamos aqui nosso papel de colocar em debate assuntos como este e outros - a morte, por exemplo, e o luto. Mas, isso, fica para outra oportunidade.

O ARTIGO DE WILSON CORRÊA VIEIRA TEM O PATROCÍNIO DE:


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Vicente Fleck

Advogado - OAB 73.662

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O que sobrou da reforma da previdência?

ão se os anéis ficam os dedos, esse antigo ditado é usado para se referir quando perdemos algo, mas não perdemos o principal. No caso da reforma da previdência, a proposta inicial de 2016 para a que deverá ser votada, já foram-se os anéis e até os dedos. A atual proposta foi perdendo uma série de exigências iniciais e hoje está mais branda, porém ainda pode alterar muito as regras que temos. As principais mudanças são a de uma idade mínima. Segundo a proposta, os homens se aposentarão com 65 e as mulheres com 62, porém a idade inicial para a aposentadoria por tempo de contribuição será de 53 anos para mulheres e 55 para homens, aumentando após 2020. Outra regra que terá grande impacto será o tempo de contribuição, atualmente o tempo necessário é de 30 anos para mulheres e 35 para homens, pela nova regra para ter direito a aposentadoria integral será necessário contribuir por 40 anos, abaixo desse tempo a aposentadoria será proporcional. Além disso, a pensão por morte é outra

regra que muda radicalmente. Hoje a pensão gera direito a 100% do valor aos dependentes e pode ser cumulada com a aposentadoria. Pela nova regra, a pensão será de 50% para a(o) companheira(o) e mais 10% para o dependente até completar 21 anos, só podendo cumular com a aposentadoria caso não ultrapasse o valor de 2 salários mínimos. As regras agora são confusas para a população em geral e dificultam algo que deveria ser simples: saber quanto tempo uma pessoa tem que trabalhar para se aposentar e quanto irá ganhar. A resposta para essa dúvida só virá ao final da votação da reforma, porém o Governo ainda não tem maioria no Congresso para aprovar a reforma, por isso é de se esperar que mesmo estas regras ainda sofram alterações. Talvez não sobre nenhum dedo na mão e não tenhamos qualquer reforma.


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Fevereiro/Março-2018 Tiago Schmidt

Presidente da Sicredi Pioneira RS*

Experiência alemã: Cooperativa das Gerações

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m meio à avalanche de novidades e transformações que o mundo tem vivenciado nos últimos tempos, onde infelizmente algumas inovações nos trazem tristeza ou preocupação, precisamos destacar aquilo que nasce com o propósito da ajuda mútua, valorização das responsabilidades do indivíduo e restabelecimento do senso coletivo. Em Schleiden, uma pequena cidade no interior da Alemanha, onde metade da população de 14 mil habitantes é associada ao banco cooperativo local, o VR-Bank Nordeifel eG, tive a felicidade de conhecer uma possibilidade de organização socioeconômica: a Cooperativa das Gerações. Nesta região próxima de Colônia, há muitos arranjos empresariais. A ideia da Genossenchaft der Generationen, Cooperativa das Gerações, surgiu de um grupo de jovens que, incomodados pelo fato de não terem nenhuma cooperativa específica para eles, foram “provocados” por outras pessoas da comunidade, para que então criassem algo. Depois de um tempo, os jovens apresentaram sua proposta. Imagine fazer parte de uma empresa onde todos são clientes e fornecedores, e os negócios devem ser feitos somente entre os sócios. Uma empresa de serviço e ao mesmo tempo de previdência. Uma empresa que pode pagar com dinheiro ou trabalho. Onde você resgata as

economias em dinheiro ou em trabalho. O que mais agrada e valoriza esta cooperativa é a possibilidade de integração entre as gerações. É muito comum que pessoas de mais idade contratem jovens para realizar pequenos consertos na casa, cuidar do jardim ou acompanhá-los em compras ao supermercado, feira ou farmácia. O idoso paga, em média, 7 euros por hora, e o jovem que prestou o serviço pode escolher entre receber 4 euros, aplicar em uma conta previdência em um fundo da própria cooperativa, ou ainda numa espécie de banco de horas para mais tarde trocar por outros serviços. Os idosos também acabam envolvendo-se em atividades, e mais do que isso, sentindo-se valorizados. Uma das possibilidades ocorre quando casais deixam seus filhos aos cuidados destas pessoas mais experientes que, da mesma forma, podem receber o pagamento da cooperativa ou deixar o “tempo” como crédito para receber ajuda em outro momento. Ainda, ao final de cada ano, a cooperativa faz apuração de suas contas, e divide os resultados entre os sócios na proporção em que cada um participou. * Diretor da Trevo Estruturas Metálicas, expresidente e membro do Conselho Fiscal CDL EV/ Ivoti, graduado em Administração de Empresas, pós-graduado em Cooperativismo e em Governança Corporativa.


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Paulo Link

Produtor de plantas ornamentais Autor do livro “Encantos e lições da colônia”

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Recomeços

ependendo de idades e interesses, de tempos em tempos, refazemos ou reafirmamos propósitos e intenções, o que, de certa forma, rege nossas vidas. Há pessoas que a cada fim e reinício de ano atualizam ideias que dão sentido a suas vidas. Vou propor uma tática diferente, que pode recarregar nossas baterias. Além da troca de ano, existem muitas datas e motivos importantes no seu decorrer, que ajudam a nos impulsionar para os avanços e realizações. A seguir, menciono alguns que podem ser verdadeiros divisores, mesmo os eventos mais simples: o início de um ano letivo, quando filhos e familiares ingressam ou avançam nos estudos; nosso aniversário ou o de alguém muito importante na nossa vida; ingresso em um novo emprego; formatura em qualquer grau; a publicação de um livro; o nascimento de um filho ou neto; a aquisição da casa própria; a reconquista de uma amizade (especialmente através do perdão concedido); enfim, tantas situações que, às vezes, deixamos passar e escapar, afogados pelas rotinas da vida. Devemos olhar para frente e para cima sempre, não deixar passar as conquistas que podem melhorar nossa autoestima.

Não esqueça das boas leituras que ativam o lado positivo da mente: crônicas em jornais; boas revistas e livros, que você pode retirar nas bibliotecas disponíveis. Cuidado com a preguiça mental! Uma boa leitura gera qualidade de vida. Um dia, escutei uma entrevista do Ministro da Educação Francês. Indagaram qual é a tática para que o país esteja sempre nos primeiros lugares com os indicadores culturais do seu povo. Ele respondeu que o segredo está na leitura, leitura, leitura. Por fim, direi qual o meu motivo para recomeçar feliz agora o ano de 2018: é poder compartilhar com você, leitor, este meu primeiro texto e, assim, esperar muitos recomeços. O ano que iniciamos será como nós o construirmos. Leia este e outros artigos em:

revistamultifamilia.wordpress.com


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Fevereiro/Março-2018 Juliana Birk

Acadêmica de Nutrição

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Hora de encarar novos hábitos

período de férias está terminando e nada melhor do que introduzir aqueles novos hábitos que fazemos promessa de iniciar todo começo de ano. Aquela atividade física que acabou ficando para segundo plano, pois, às vezes, não a colocamos na lista de prioridades e nem sempre damos o devido valor. Certo dia, fui questionada por um conhecido sobre o que ele poderia comer de alimentos com fibras. A primeira coisa que me veio à cabeça foi frutas, pois diariamente as consumo, mas me assustei, pois ele não tinha esse hábito. Temos uma variedade de frutas, podemos escolher, diversificar, então me espanta saber que alguém não as consome. O que está em jogo é nossa saúde e as nossas escolhas estão diretamente ligadas à ela, pois o que comemos hoje pode refletir positivamente lá na frente, assim como negativamente, dependendo da escolha. Então, sim, é de suma importância você estar ciente do que está ingerido, produtos de boa referência, bem refrigerados, armazenados de forma adequada, produtos frescos. A Nutrição entrou na minha vida de forma curiosa: para saber o poder que os alimentos têm em nosso organismo e também pelo interesse nos esportes desde cedo. Os alimentos transformam os nossos corpos, tudo depende das nossas escolhas. Então, a mudança tem que vir de dentro de você, de novos hábitos, da prática de um esporte. Se cuidar é vida, temos que nos dar conta que devemos cuidar da nossa saúde enquanto temos saúde e não esperar adoecer para iniciar algo que nunca fizemos.


Fevereiro/Março-2018

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Paola Roos

Advogada, mestra em Direito (OAB/RS 63.876) Autora do livro “O Novo Código de Processo Civil e as princiaipais tutelas”

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A violência patrimonial contra a mulher

egundo a Lei 11.340/2006, compreende-se como patrimônio não apenas os bens de relevância patrimonial e econômico-financeira direta, mas também aqueles que apresentam importância pessoal (objetos de valor efetivo ou de uso pessoal) e profissional, os necessários ao pleno exercício da vida civil e que sejam indispensáveis à digna satisfação das necessidades vitais. Violência patrimonial consiste em qualquer forma de retenção, pelo agressor, de bens, valores, pertences e documentos da vítima, como forma de vingança, controle ou como um meio de conseguir obrigá-la a permanecer num relacionamento do qual pretende se retirar. Para esse tipo de violência, a Lei 11.340/2006 também prevê medidas protetivas que são extremamente relevantes e que visam a proteção do patrimônio da mulher em resposta à agressão patrimonial sofrida. No entanto, essas medidas são ainda pouco aplicadas pelos magistrados, devido à baixa procura das vitimas em garantir seus direitos. Efetivamente, a violência patrimonial representa 1% das denúncias de violência doméstica. As medidas de proteção à mulher vítima de violência patrimonial estão previstas no artigo 24 da Lei n.º 11.340/2006, e são as seguintes: I - restituição de bens indevidamente subtraídos pelo agressor à ofendida; II - proibição temporária

para a celebração de atos e contratos de compra, venda e locação de propriedade em comum, salvo expressa autorização judicial; III - suspensão das procurações conferidas pela ofendida ao agressor; IV - prestação de caução provisória, mediante depósito judicial, por perdas e danos materiais decorrentes da prática de violência doméstica e familiar contra a ofendida (Lei 11.340/2006). Caso o juiz não vislumbre justificativa suficiente para a concessão das medidas acima, poderá determinar o arrolamento dos bens, a fim de preservar o patrimônio e evitar danos irreparáveis ou de difícil reparação à ofendida. As medidas protetivas citadas são fundamentais para proteger a mulher contra a violência patrimonial e deverão ser aplicadas pelo magistrado, se necessário, em conjunto com outras medidas protetivas previstas na mencionada Lei. Normalmente a violência patrimonial está associada a outras formas de violência. Segundo pesquisas, a violência patrimonial contra a mulher é praticada mais seguidamente por maridos e companheiros. Condutas como não permitir a mulher de exercer sua profissão, obrigála a entregar todo o seu salário, não permitir que a mulher tenha conta em banco ou utilize cartão de crédito, não permitir que ela faça e pague suas próprias compras também são exemplos de violência patrimonial.


Feveireiro/Março-2018 19 19 Fevereiro/Março-2018

#chegajunto

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Sandra Hess e Cleber Zanovello Dariva, com Oliver Hess Dariva

Heróis do cotididano + casais fortalecidos

oram semanas de férias em que nossos filhos saíram da rotina, fizeram passeios e conviveram com suas famílias. E aí, novamente, entram em cena os heróis do cotidiano escolar, os responsáveis por transformar a sala de aula, a biblioteca e o laboratório de aprendizagem em espaços de descobertas e que os envolvam com atividades estimulantes! Vale registrar o quanto o casal precisa ter um olhar especial para a relação firmada quando namorados, casados e, mais tarde, pai e mãe. Afinal, quanto mais fortalecidos, mais duradoura a relação, mais significativa será cada momento dividido a dois, e até o entendimento que os filhos têm do casal. No livro “Casais grávidos: um guia prático para os futuros pais”, a psicóloga Kamila Scheffel escreve sobre esse diálogo necessário. Ela é colaboradora da nossa revista e vai escrever sobre isso na edição de abril+maio. ENTÃO É ISSO: VAMOS CONSTRUIR BOAS MEMÓRIAS DESTE ANO DE 2018? Então, #chegajunto! Revista MultiFamília é uma publicação da: Ano 3 - Número 15 - Fev+Mar/2018 ISSN 2447631-5 Circulação: Bimestral - 4.000 exemplares - Distribuição: Gratuita

Edição: Sandra Hess (Jornalista - MTB/RS 11.860) Diagramação: Cleber Z. Dariva (Jornalista - MTB/RS 11.862) Capa: Sandra Hess Impressão: BT Indústria Gráfica Entre em contato: 51-99961-4410 |contato@zmultieditora.com.br

#Artistas cantam pela vida

A Revista MultiFamília registrou o lançamento do evento #CantepelaVida, da ONG Juntos pela Vida, no Teatro Feevale no dia 6 de fevereiro (foto). O evento será em 10 de abril, às 20h, no Teatro Feevale. Estiverem presentes os secretários de saúde de Novo Hamburgo, Naasom Luciano, de Dois Irmãos, Anelise Steffen e Ana Claudia Barreto, de Morro Reuter, além de representantes das Ligas de Combate ao Câncer da região e a imprensa. Os trabalhos foram conduzidos pelo médico presidente da ong, dr. Carlos Antonello, e pela jornalista Cristine Foernges. Programe-se: Ingressos a R$ 20 + 1 kg de alimento não perecível.


Fevereiro/Marรงo-2018

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Revista Multifamília Nº15 - Fevereiro + Março/2018  

O que falar sobre ser extraordinário, viajar em família e ainda planejar o orçamento pensando no 13º salário? E o que dizer sobre despertar...

Revista Multifamília Nº15 - Fevereiro + Março/2018  

O que falar sobre ser extraordinário, viajar em família e ainda planejar o orçamento pensando no 13º salário? E o que dizer sobre despertar...

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