Semana do Caminhar 2022 - Como foi e resultados

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O7 a 13 de agosto #semanadocaminhar #oretornoasruas


celebramos juntas o retorno às ruas


semanadocaminhar.org Realização: SampaPé!

sampape.org instagram.com/sampapesp

Coordenação: Leticia Leda Sabino Louise Uchôa L. Pereira

Voluntária: Rayane Figueiredo

ONG SampaPé! medium.com/@sampape

Colaboração: Carolina Fortes Nayara Aguiar

facebook.com/sampape.sp twier.com/ong_sampape

Identidade visual: Laryssa Ramos @llllaryssa

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índice


o que é?

tema

parceiras e cidades

atividades

campanha

#muvuca narua

desdobra mentos

resultados e futuro


o que é a semana do caminhar

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Articulada pela ONG SampaPé!, a Semana do Caminhar é um evento nacional que reúne diversas organizações para celebrar o caminhar, forma de deslocamento mais utilizada nas cidades brasileiras. O evento é uma oportunidade de chamar a atenção para a maneira mais sustentável, saudável e social de se deslocar, que precisa ser valorizada. Desde 2017, a Semana do Caminhar inclui o dia 8 de agosto. A data é considerada o Dia Mundial do Pedestre pois, nesse dia, em 1969, foi registrada a icônica foto dos Beatles cruzando a Abbey Road, em Londres.

O SampaPé! trouxe a celebração deste dia para o Brasil em 2014, como forma de fortalecer a mobilidade a pé de forma transversal nas cidades brasileiras. Desde então, ampliamos a celebração e discussão de forma articulada, resultando na Semana do Caminhar.


o evento acontece em três frentes principais

CONCURSO DE FOTOS #MUVUCANARUA Um mês antes da Semana do Caminhar, acontece o concurso de fotos pelas redes sociais. Neste ano, as pessoas foram convidadas a compartilhar registros de encontros e celebrações nos espaços públicos.

CAMPANHA TEMÁTICA O RETORNO (ÀS RUAS) Durante a Semana do Caminhar, ocorre a campanha de comunicação nas redes sociais sobre o tema do evento, que é compartilhada pelas organizações parceiras, o que fortalece o tema nacionalmente.

CALENDÁRIO DE ATIVIDADES Na Semana do Caminhar, acontece um conjunto de atividades promovidas pelas organizações parceiras ou junto com o SampaPé! para reflexão e mobilização do tema.


edições anteriores

Poder Caminhar relatório aqui destaque para o caminhar como um direito fundamental e básico para a existência e para o acesso à cidade e que nos empodera.

2019

reforçar a compreensão do caminhar como elo conector entre todos os meios de transportes, lugares e pessoas.

2020

Caminhar dá Liga relatório aqui

2021

2018

2017

Todos os anos, o tema da Semana do Caminhar varia e é escolhido através de votação. As abordagens que já foram realizadas são:

Aprender Caminhando relatório aqui abordar o potencial de descoberta, aprendizagem e experiência amplificadora do caminhar nas cidades.

Re-caminhar Coletivo relatório aqui refletir sobre a ressignificação e como reinventar as cidades e práticas urbanas de forma coletiva durante e após a pandemia da Covid-19.

Passos e Espaços Urbanos relatório aqui destacar a importância da relação com o verde e a natureza no cotidiano das cidades e com o fácil acesso a todas as pessoas.


o retorno (às ruas)

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O tema “O Retorno (às ruas)” celebra a retomada das ruas como espaço público de lazer, esporte e acesso à cultura, relacionando esse movimento depois de dois anos mais severos e restritivos de pandemia da Covid-19 com a importância para a saúde física e emocional das pessoas; além da importância do momento para reivindicar políticas públicas por cidades mais inclusivas, empáticas e saudáveis, com ruas para as pessoas. As atividades ao ar livre e coletivas são de extrema importância para a saúde física e emocional das pessoas. Segundo a pesquisa “Acesso aos espaços públicos durante a pandemia” (SampaPé! e Metrópole 1:1, 2020), realizada em São Paulo:

● ● ●

73% das entrevistadas apontaram ter muita saudades de socializar; 62% apontaram ter muita saudades de passear; 61% de ir a eventos culturais, quando perguntadas sobre o que estavam sentindo mais falta no contexto de isolamento social.


“É importante lembrar que todos vivemos períodos muito duros psicologicamente e socialmente nos últimos dois anos e a volta dos encontros está sendo importante para nos aclimatar de novo a compartilhar os espaços, ser tolerantes e gentis com as pessoas e a cidade”. Leticia Sabino, Diretora Presidente do SampaPé!

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votação do tema A articulação de parcerias com outras organizações e iniciativas teve início em abril. Neste ano, fizemos primeiro a votação pública do tema por meio de formulário enviado ao mailing de pessoas e iniciativas interessadas na temática do caminhar e da mobilidade ativa. Também divulgamos a votação nas redes sociais por meio de publicações nos feeds do Instagram, Facebook e Linkedin e votação direto nos stories do SampaPé!


escolha do tema Em maio, divulgamos o tema escolhido no instagram do SampaPé! Vinte e oito pessoas votaram e, com 63,6% dos votos, o vencedor foi “retomada das ruas” - celebrar a retomada das ruas como espaço público depois de 2 anos de pandemia e a importância disso para a saúde física e emocional, além da reivindicação de políticas públicas.


identidade visual A identidade visual foi criada pela designer Laryssa Ramos com cores coloridas e formatos que remetem a ruas, fluxo e movimento, para transmitir a ideia de reabertura das ruas para as pessoas e a volta dos encontros e aglomerações ao ar livre. Essa identidade banners e ao site.

foi

aplicada

aos


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Identidade visual: Laryssa Ramos @llllaryssa

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SEMANADOCAMINHAR.ORG

O evento conta com site próprio, onde tem toda a programação atualizada, assim como acesso ao release e a campanha temática


parceiras e cidades

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chamada aberta para organizações A articulação de parcerias teve início em maio, por meio de uma chamada aberta, para aquelas que quisessem co-construir a Semana, por meio das redes sociais do SampaPé! e do envio de e-mail ao mailing de organizações que têm atuação social no âmbito da mobilidade ativa (em especial do caminhar) e espaços públicos em cidades brasileiras.


As organizações interessadas responderam ao formulário caracterizando o tipo de parceria e disponibilidade para co-criar eventos, promover atividades, produzir conteúdos e ajudar na divulgação e engajamento nacional. Também criamos um grupo no Telegram para facilitar a comunicação entre as parceiras.

Para nos sintonizarmos fizemos a chamada entre parcerias, após a abertura de inscrição de atividades, para conversar sobre o tema, discutir e co-construir modelos de atividades neste ano.


alcance nacional BELÉM no total, foram reunidas

43

RECIFE

organizações parceiras de

12

cidades de todas as regiões do Brasil, sendo

BELO HORIZONTE BRASÍLIA CURITIBA

PETRÓPOLIS MACAÉ

7

de atuação nacional

RIO DE JANEIRO

SÃO PAULO PORTO ALEGRE

RIBEIRÃO PRETO SÃO BERNARDO DO CAMPO


organizações de atuação nacional


São Paulo Silvia e Nina

Formiga-me

Instituto Trilhas

Coletivo Pluri.urbi Caraminhola (re)projeto de escola, Polo Planejamento


Sul e Sudeste

Rio de Janeiro/Petrópolis/Macaé

Porto Alegre

Biomob

Belo Horizonte Curitiba

A Pezito


Nordeste e Centro-Oeste

Recife

Brasília

Pará

Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém (SeMOB), Associação Moradores da 700 Sul


atividades

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A partir de junho, as organizações parceiras puderam propor atividades por meio de uma planilha compartilhada no google drive, podendo acompanhar em tempo real a inscrição das demais parceiras e propor e se engajar em atividades compartilhadas. No mesmo mês, divulgamos o início da Semana do Caminhar 2022 nas redes sociais do SampaPé! e, em julho, disponibilizamos o cronograma de atividades no site e nas redes. Todo esse material foi compartilhado com as parceiras para que também divulgassem. E também foi criado o release e enviado às parcerias e à mídia.


CAMINHADAS/ PASSEIOS

OFICINAS E DESAFIOS

PALESTRAS/ DEBATES

OCUPAÇÕES DO ESPAÇO PÚBLICO

LIVES

As atividades aconteceram em diferentes formatos, abordando os temas de mobilidade urbana, caminhar e espaços públicos de forma a atrair e envolver um público diverso, incluindo estudantes, crianças, idosos, mulheres, entre outros.


quantidade de atividades realizadas A agenda contou com 23 atividades, que foram de passeios e cortejos a oficinas caminhantes e rodas de conversa.

7

5

6

2

Neste ano foram feitas atividades livres, criadas de forma autônoma por cada organização, e também atividades compartilhadas entre as organizações. As atividades compartilhadas, que foram elaboradas previamente em conjunto entre as organizações para acontecerem de forma independente em cada cidade, foram: cortejo de abertura, oficinas de lambes e oficinas de observação de atividades.

3







OCUPAÇÕES DO ESPAÇO PÚBLICO

Como abertura da Semana do Caminhar: O Retorno (às ruas), organizações parceiras de Belém, Brasília, São Paulo e Porto Alegre, se organizaram para retomar as ruas com Cortejos em Ruas Abertas

Brasília DF


Em Brasília, as organizações Brasília para Pessoas, Andar a pé, Rodas da Paz, Ciclovia Ativa e a Associação de Moradores da Asa Sul (AMO 700 Sul), o grupo se reuniram no Eixão do Lazer, que é símbolo local de uma cidade democrática onde as pessoas podem caminhar, pedalar e se divertir. Com a presença do grupo musical Batukenjé, agitou a rua e fez um piquenique com bate-papo sobre a importância de caminhar nas cidades. A Diretoria de Educação de Trânsito do Detran também participou e distribuiu materiais educativos. O evento durou 3h e reuniu muitas pessoas que estavam passeando e aproveitando o domingo! Assista aos vídeos da atividade: Instagram Brasília para Pessoas vídeo 1 Instagram Brasília para Pessoas vídeo 2

Brasília, DF


Brasília, DF


Porto Alegre, RS

Em Porto Alegre, o TransLAB.URB foi celebrar o retorno às ruas no Brique da Redenção, feira tradicional que acontece em uma rua emblemática da cidade, aberta para as pessoas aos sábados e domingos ao lado do Parque da Redenção. O grupo observou aspectos de caminhabilidade do espaço, sua relação com o parque e refletiu sobre o quanto é um espaço democrático, resultado do processo de retomada que começou em 1978 e desde então só evolui.


Por fim, o grupo concluiu que o Brique da Redenção influenciou para que outras ruas abertas também fossem criadas em outros bairros. Hoje, Porto Alegre tem grandes avenidas na cidade que abrem para as pessoas aos domingos. Grande conquista!

Porto Alegre, RS


Em São Paulo, as parceiras Coletivo Trilhares, Formiga-me, Grupo Amora, Instituto Biomob e SampaPé!, celebraram o retorno às ruas na Paulista Aberta, projeto que abre a Avenida Paulista para as pessoas aos domingos e feriados. O grupo saiu da Casa das Rosas às 11h e caminhou, ao som de uma Playlist de músicas sobre caminhar, até o MASP. Mesmo com o frio e tempo nublado, a Paulista Aberta estava vibrante, cheia de pessoas e atividades acontecendo: apresentações de dança e música de diversos estilos, teatro, circo, comida de rua e muito mais. Foi um momento de reencontro para ocupar e interagir com o que se encontra pelo caminho. São Paulo, SP


São Paulo, SP


Em Belém, o cortejo, organizado pelo Coletivo ParáCiclo, começou na Praça da República, local onde culturalmente as pessoas se reúnem para aproveitar a feira de artesanato, apresentação musical de bandas e também onde o coletivo tem duas intervenções de legibilidade cidadã, que estão lá há 2 anos! Adultos e crianças participaram da roda de conversa sobre o tema da Semana do Caminhar e mudanças climáticas, com a participação da Rede Jandyras, em frente ao Theatro da Paz de onde saíram rumo à rua de lazer na Travessa Rui Barbosa.

Belém, PA


LIVES

Às 11h de domingo, durante os cortejos, o SampaPé!, em São Paulo, fez uma conexão com o TransLAB.URB, em Porto Alegre, via live, para mostrar e compartilhar ao vivo sobre as duas ruas abertas: Paulista Aberta e Brique da Redenção. A live continuou com as parceiras do Coletivo Trilhares, Formiga-me, Grupo Amora e SampaPé!, fazendo uma cobertura sobre o que encontraram ao longo da Paulista Aberta. A live aconteceu no Instagram do SampaPé! e pode ser vista AQUI.

São Paulo, SP

Porto Alegre, RS


Seguindo as lives, no sábado pela manhã as integrantes do @grupo.amora levaram as pessoas para conhecer virtualmente três Caminhos nas Vizinhanças de Perdizes e Vila Suzana em São Paulo. Cada uma das participantes caminhou pela sua vizinhança mostrando espaços, elementos, pessoas e serviços nos percursos como: grafites, vegetação, hortas, calçadas, transporte público, praças e negócios do bairro. São três relatos afetivos com descobertas e interações comoventes e inspiradoras que ressaltam a importância sobre comunidade e vizinhança.

Vila Suzana, SP


As caminhadas ficaram gravadas e podem ser revistas e compartilhadas: Caminhada Perdizes

Caminhada Vila Suzana Caminhada Vila Suzana 2

Vila Suzana, SP

Perdizes SP


O @institutocordial realizou a live Semana do Caminhar: saúde e mobilidade na sexta de manhã. A conversa integrou dois eixos de trabalho do instituto por meio da participação das equipes de coordenação e articulação do Painel Brasileiro da Mobilidade e do Painel Brasileiro da Obesidade. Caminhar é essencial para promover a saúde das pessoas e também uma mobilidade segura e sustentável. A conversa ficou gravada no Canal de Youtube do Instituto Cordial e pode ser revista e compartilhada AQUI!


Complementando a live, o instituto também trouxe durante a semana no Instagram Painel Segurança Viária conteúdos sobre o Dia Internacional do Pedestre e sobre o caminhar relacionado à saúde. online


CAMINHADAS E PASSEIOS

A primeira caminhada foi a Trilha Urbana na Av. Paulista que aconteceu no domingo às 10h, para aquecer os pés e aguçar os sentidos em São Paulo. O Instituto Trilhas levou um grupo de 13 participantes para retomar as ruas desvendando e observando a natureza urbana na Av. Paulista. O grupo caminhou da Casa das Rosas ao Conjunto Nacional, com paradas no Hospital Santa Catarina, no Instituto Pasteur, na Mansão Matarazzo (atualmente Cidade São Paulo), no Parque Trianon-Masp e no Palacete Joaquim Franco de Mell.

São Paulo, SP


São Paulo, SP

Algumas espécies encontradas foram: robusta Sempreverde, Pau-brasil, Pau-ferro e Jequitibá. Ao longo da trilha, os guias gestores ambientais compartilharam conteúdos de história, geografia, urbanização, sociologia, meio ambiente e biologia, de maneira acessível e ativa!


São Paulo, SP


O Instituto Biomob realizou três Mutirões de Análise de Acessibilidade nas Calçadas. Foram feitos três percursos, um em São Paulo, um no Rio de Janeiro e outro em Petrópolis, observando e registrando as condições de acessibilidade das calçadas: manutenção do piso, presença de rampas de acesso, piso tátil e outras. O trajeto de São Paulo aconteceu no sábado e percorreu do Parque Augusta à Praça da República.

São Paulo, SP


Petrópolis, RJ

Em Petrópolis (RJ) a caminhada aconteceu na segunda. O grupo contava com cadeirantes e os principais obstáculos encontrados foram com relação à acessibilidade. Também percorreram locais turísticos e perceberam como neles as condições e manutenção são melhores.


Rio de Janeiro, RJ

Na terça-feira a caminhada aconteceu no Rio de Janeiro. Diferente do percurso em Petrópolis, o grupo não encontrou obstáculos que impedissem a acessibilidade nas ruas e o piso estava em boas condições.


Em Brasília o Brasília para Pessoas, Andar a pé, Rodas da Paz, Ciclovia Ativa e a Associação de Moradores da Asa Sul (AMO 700 Sul), engajaram 30 pessoas para realizar um Safári Urbano (metodologia de Nova York Traduzida pela Cidade Ativa) nas calçadas do Setor Hospitalar Sul. Participaram do safári professores e estudantes da UNB e Centro de Ensino Universitário de Brasília, pessoas da Secretaria de Mobilidade Urbana, Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Companhia de Desenvolvimento e Planejamento Local e também trabalhadores da saúde.

Brasília, DF


Brasília, DF

O grupo percorreu 2 roteiros e avaliou a caminhabilidade do espaço que passou por intervenções recentemente. As percepções, registros e sugestões irão formar um relatório que será encaminhado para os órgãos responsáveis, e também vídeos que serão divulgados para engajar mais pessoas no tema e em futuras transformações do espaço.


No sábado, aconteceu no bairro de Mirandópolis, em São Paulo, a atividade Caminhando e cuidando do bairro, promovida pelo Instituto Ecobairro. Junto com estudantes do coletivo de sustentabilidade da escola Carandá Educação, o Ecobairro desenhou um roteiro afetivo no entorno. A caminhada levou estudantes para conhecer o bairro, o verde, seus espaços, histórias, geografia e praticar ações de cuidado e marcar os locais por onde passam rios sob as ruas. A atividade se encerrou em uma praça adotada pela escola, com uma conversa sobre o cuidado com os espaços públicos e o meio ambiente.

São Paulo, SP



Também no sábado, o Coletivo Trilhares realizou a atividade Pé de chuva no Parque da Sabesp em São Paulo. Por meio de materiais interativos e dicas, as crianças que estavam no parque e se interessaram pela atividade puderam brincar e investigar os caminhos da água. Em seguida caminharam pelo entorno e as crianças marcaram com tintas e adesivos os lugares achavam que são os prováveis caminhos da água da chuva e foram convidadas a retornar em um dia de chuva para descobrir como a água de fato se comporta. Para encerrar a atividade, fizeram a leitura do livro O colecionador de chuvas de André Neves.

São Paulo, SP


Observação


OFICINAS E DESAFIOS

Oficinas de Observação de Atividades Este ano, outra atividade compartilhada entre as organizações foi a Oficina de Observação de Atividades, que convida as pessoas a observar, registrar e refletir sobre a relação entre os tipos de atividades que as pessoas praticam e as condições dos espaços públicos que convidam ou impedem essas práticas. Aconteceram três oficinas em São Paulo, sendo duas no domingo e uma na quarta-feira, reunindo grupos de pessoas que saíram inspiradas sobre como olhar e ocupar as ruas.

SampaPé!,São Paulo, SP

Ecobairro, São Paulo, SP


Ainda no domingo de tarde, às 14h30, o @sampapesp, junto com o Sesc Av. Paulista, realizou o passeio Paulista Aberta: breve caminhada e observação. As guias do SampaPé! contaram para o grupo de participantes sobre a história da Avenida Paulista e o processo da mobilização e realização da Paulista Aberta. Em seguida, as participantes se dividiram em grupos para observar e registrar as atividades que acontecem na rua durante a Paulista Aberta, por meio de uma metodologia do SampaPé! O passeio terminou no mirante do Sesc Av. Paulista com uma reflexão sobre o que foi observado. São Paulo, SP


A participante da oficina Elizabeth Nakano disse: “Descobrir um olhar totalmente novo sobre a Cidade. (...)Eu nunca havia pensado, no quanto não paramos durante nossos trajetos por Sampa. O quanto, estamos sempre correndo de um lado para o outro, sem observar, contemplar, ou mesmo, descansar. Perdemos muito em não (...) termos a tal “Consciência Plena” e aproveitar os “Pequenos Presentes” dos Trajetos e da Cidade. O quanto a nossa Cidade não ajuda para isso ocorrer. Foram pouquíssimos espaços adequados para o descanso. Poucos bancos, poucos lugares convidativos, lugares para encontros e conversas. Sampa não nos convida ao “repouso” ou nós é que não nos convidamos para esses momentos? Muito obrigada por me fazer repensar em como realizo minhas idas e vindas por Sampa!”

São Paulo, SP


A oficina criou um mapeamento participativo no Padlet que pode ser visto AQUI. A ideia é continuar mapeando atividades! São Paulo, SP


Também no domingo, o Instituto Ecobairro realizou a terceira Oficina de Observação de Atividades na Praça Pablo Garcia Cantero, na Vila Clementino, em São Paulo. A oficina reuniu 20 pessoas entre integrantes do Projeto de Compostagem Comunitária de Vila Mariana e interessadas em geral. As participantes percorreram o roteiro em duplas, observando e registrando as atividades. Ao final, todas as pessoas se reuniram para compartilhar experiências e percepções, por meio da leitura coletiva e comentário de algumas fichas. A oficina complementou os processos do Projeto de Compostagem Comunitária e trouxe outras camadas e percepções sobre a praça. São Paulo, SP



Na quarta-feira às 18h, foi a vez de realizar a segunda Oficina de Observação de Atividades com o SampaPé!. O local escolhido para a atividade foi o Vale do Anhangabaú, em São Paulo, um espaço público requalificado durante a pandemia e que tem vivido novas dinâmicas de ocupação. O grupo de 5 pessoas percorreu o espaço por 1h observando e registrando as atividades que estavam acontecendo, por meio da metodologia elaborada pela organização.

São Paulo, SP


Mesmo com o frio intenso havia pessoas ocupando o espaço com várias atividades: andando de skate e patins, fazendo aula de dança, andando com cachorros, conversando e mais. Os resultados da oficina podem ser vistos em um mural virtual criado no padlet AQUI. A proposta é continuar mapeando as atividades no local!


No dia do Pedestre, o Instituto TodaVida realizou a atividade educativa À Caminho do Parque na escola infantil Balão Vermelho, em Porto Alegre, que envolveu 26 crianças em conversas e brincadeiras sobre meio ambiente, caminhar na cidade e segurança viária.

Porto Alegre, RS


Com o tempo chuvoso as crianças não puderam fazer a caminhada até o Parque Marinha do Brasil, mas na escola simularam uma caminhada nas ruas, fizeram desenhos e outras dinâmicas e se envolveram muito com o tema.


Na sexta-feira, o Coletivo ParáCiclo realizou a oficina de lambes com estudantes da Escola Bosque, na Ilha de Cotijuba, em Belém. As crianças do quarto e quinto ano da escola pública, que é referência em educação ambiental, receberam o grupo para conversar sobre caminhabilidade e direito à cidade e seus benefícios para a saúde e o meio ambiente.

Belém, PA


A iniciativa é muito importante, pois a ilha está sendo transformada em área de preservação ambiental e a cultura do uso de motos é muito forte. Durante a reflexão, as crianças confeccionaram cartazes sobre o que aprenderam para colar nas ruas e levar essas informações para a população. Além disso, conversaram com empreendedoras locais e moradoras para colarem os cartazes para incentivar o caminhar e convidar as pessoas a se envolverem com o tema!


No modo online aconteceu o desafio DERIVA A PÉ que foi lançado na segunda-feira no Instagram do coletivo pluri.urb e os resultados foram compartilhados em uma conversa no Google Meets na quinta-feira. As participantes foram desafiadas a percorrerem um trajeto a pé de sua rotina, mas com novos olhares e registrando sons, texturas, cores e movimentos.

online


No encontro virtual foram compartilhadas 3 derivas: uma de Curitiba (focada na percepção das áreas verdes e espaços lúdicos) e duas de São Paulo (uma no centro, focada em memórias e sentimentos, e uma na periferia, com temas sobre gênero e cidade). O grupo refletiu sobre as formas de se perceber a cidade e como o caminhar é importante para transformar essa experiência, ressaltando elementos que podem passar despercebidos.


PALESTRAS/ DEBATES

Na quinta-feira aconteceu a roda de conversa online Caminho Seguro das Crianças realizada pelo Ecobairro. A conversa reuniu 11 pessoas para falar sobre a origem, propósito, atores e andamento do projeto Caminho Seguro da Criança na Vila Leopoldina, em São Paulo. A arquiteta e urbanista Meli Malatesta foi convidada para falar sobre a sua trajetória e atuação na promoção da mobilidade ativa. A gravação do evento está disponível no YouTube do Programa Permanente Ecobairro. Clique AQUI.

online


No sábado aconteceu em Brasília, a roda de conversa Pé de Prosa: Debate sobre a revitalização da Avenida W3 promovida por Brasília para Pessoas, Andar a pé, Rodas da Paz, Ciclovia Ativa e a Associação de Moradores da Asa Sul (AMO 700 Sul).

Brasília, DF

A conversa reuniu 30 pessoas entre especialistas, ativistas e a administradora do Plano Piloto de Brasília, para refletir sobre o histórico de mudanças da Avenida W3 Sul e quais as estratégias de requalificação que podem ser elaboradas e colocadas em prática para que ela volte a ser um espaço caminhável, repleto de dinâmicas que estimulem o caminhar e a permanência das pessoas. Será elaborado um relato sobre a conversa e outros eventos que vão dar continuidade à proposta para impulsionar a transformação da avenida.


Para encerrar a Semana do Caminhar, o TransLAB.URB realizou um Exorcismo Urbano em Porto Alegre! A atividade tem como objetivo reivindicar a permanência em espaços urbanos estigmatizados, especialmente no período da noite e em condições menos convidativas, como o inverno.

Porto Alegre, RS


Para isso, o grupo se encontrou no Largo dos Açorianos, espaço requalificado recentemente, com boa iluminação, além de possuir paisagens interessantes e monumentos. Após a oficina de confecção das máscaras, saíram a pé em direção à estrutura do aeromóvel, que abriga um parque linear extra oficial embaixo e que é pouco frequentado pelas pessoas principalmente pelo estigma da insegurança. Durante a caminhada conversaram sobre o direito à cidade, principalmente sob a perspectiva das mulheres, que foram a maioria do grupo.

Porto Alegre, RS


No ponto final, fizeram um ensaio fotográfico com as máscaras para desmistificar, conhecer a pé e reconhecer a beleza e oportunidades que o espaço oferece!

Porto Alegre, RS



campanha

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A campanha deste ano celebrou o retorno às ruas, que é o tema da Semana do Caminhar 2022. Para isso, trouxemos, a cada dia, uma atividade que só é possível fazer ao ar livre e em conjunto com outras pessoas. No primeiro dia, foi celebrado o retorno a abrir as ruas para encontros e, nos cinco conseguintes, ações que só conseguimos realizar juntas, como passeios, rodas de conversa, lambidaços, cinema ao ar livre e pintura. No sétimo e último dia, foi comemorado o retorno às ruas: literalmente! A ideia é festejar a volta das atividades que não pudemos fazer durante dois anos mais severos e restritivos de pandemia da Covid-19 e relembrar a importância disso para a saúde física e emocional; além da importância do momento para reivindicar políticas públicas por cidades mais inclusivas, empáticas e saudáveis, com ruas para as pessoas.


domingo Ruas abertas são oportunidades de convivência, de brincar, de socializar, de conhecer, de transformar ruas em parques e de celebrar o caminhar juntas! Como é bom voltar a muvucar nas ruas abertas! Qual rua você gostaria de abrir na sua cidade?

Com a experiência da pandemia, abrir ruas se tornou mais urgente, pois proporcionam oportunidades ao ar livre com mudanças rápidas e baratas, além de estimular formas mais saudáveis e sustentáveis de se viver nas cidades.


segunda Passear juntas nas ruas é aprender outras perspectivas, observar a cidade com muitos olhares compartilhados, conhecer gente e celebrar o caminhar! Celebramos o Dia Mundial do Pedestre lembrando de como passear com pessoas desconhecidas faz o caminhar democrático, interessante e agregador!

Com a experiência da pandemia, tivemos que caminhar mais sozinhas, e olhar muito para telinhas para reunir e trocar. Reconhecer os territórios e histórias nos conecta ao lugar, ao cuidado e às outras pessoas.


terça Sentar nas ruas para refletir juntas, bater papo, trocar ideias é celebrar o caminhar e o parar nos espaços públicos! Como é bom poder mudar de ideia e aprender novas perspectivas com os diálogos nas ruas!

Com a experiência da pandemia, diminuímos os nossos contatos, e perdemos as trocas com pessoas desconhecidas. Escutar as pessoas, fazer contatos e criar afinidades nas ruas são importantes para a vivência saudável!


quarta Se expressar, mudar a cidade, fazer cidade e afetar o caminhar de outras pessoas na cidade, é promover o caminhar coletivo! Ser cidade juntas é o que define as intervenções e expressões urbanas.

Com a experiência da pandemia, aprendemos que nossas janelas são parte da esfera pública da cidade e compõem o caminhar. Modificar as ruas juntas é potente para conectar e criar novas cidades possíveis.


quinta Cultura nas ruas, de forma compartilhada e acessível, nos conecta, sensibiliza e celebra o caminhar! Como é bom vários corpos juntos para apreciar arte e cultura nas ruas!

Com a experiência da pandemia, acessamos cultura isolados e por telas, e perdemos das nossas reações coletivas, corpos juntos e todos os sentidos ativados!


sexta Transformar e reivindicar cidade juntas com estratégias, ações, pinturas é essencial para celebrar o caminhar! Fazer cidade juntas é lindo demais!

Com a experiência da pandemia, queríamos mudar as cidades mas não podíamos fazer mutirões, nos reunir para ter ideias nas ruas, mudar os espaços. Sonhar juntas é preciso, e para isso os encontros são essenciais!


sábado Estar nas ruas para brincar, passear, dialogar, criar, pintar, assistir shows e filmes, transformar e FAZER CIDADE JUNTAS! Celebremos o retorno às ruas juntas, celebremos o caminhar e a cidade caminhável! Celebremos a potência das ruas em se adaptar, promover encontros e desenvolver melhor qualidade de vida!

Com a experiência da pandemia, ficamos muito tempo sem celebrar! É tempo de celebrar o retorno às ruas!


replicação dos posts por outras organizações


#muvucanarua

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O concurso de fotos #MuvucaNaRua convidou cidadãs e cidadãos a publicar em suas redes sociais registros de encontros de muitas pessoas se divertindo juntas ao ar livre, de novo. O objetivo era registrar celebrações e outros encontros nas ruas e espaços públicos que voltaram com tudo em 2022, após dois anos bastante restritos e severos devido à pandemia da Covid-19.


como funcionou As pessoas foram convidadas a publicar fotos no Instagram e/ou no Facebook de muvucas que tivessem participado ou visto nas ruas. As imagens foram postadas entre os dias 01 e 31 de julho nos perfis pessoais de seus autores em modo público, com o nome da cidade onde foram tiradas e um texto indicando a atividade, além das hashtags #muvucanarua ou #MuvucaNaRua e #SemanaDoCaminhar2022.


chamada Os prazos, regulamento e chamadas foram divulgados publicamente nas redes sociais do SampaPé! e das organizações parceiras da Semana do Caminhar 2022, além do site oficial da Semana do Caminhar.


resultados As fotos foram publicadas no feed do Instagram do concurso (@concursosdc) no dia 08 de agosto e receberam “likes” durante a Semana do Caminhar. No dia 15, foram divulgadas as 10 imagens vencedoras, que se transformarão em lambes que serão enviados aos participantes do concurso.


as 10 mais votadas Belo Horizonte, MG | @mobilidadeativaesaude Muvuca na Praça da Ecozona Santa Tereza

Recife, PE | Leticia Sabino #muvucanarua no São João do Recife muvucando para dançar forró


Curitiba, PR | @sinegaglia Estava aqui relembrando esse final de semana tão especial, com pessoas queridas e engajadas pela construção de uma cidade mais viva e humana! Nas fotos, um mutirão de urbanismo tático para revitalização de uma praça do bairro Rebouças, em Curitiba.


Florianópolis, SC | @daniaatls Muvuca cotidiana no centro de Florianópolis

Olinda, PE | @emanuelle.demoraes (Sobe e desce das ladeiras) Muvuca no Carnaval de Olinda-PE


Curitiba, PR | @alexia.ssz “Outro registro sobre caminhar pela cidade sem pretensão e achar eventos legais ... No Dia Mundial do Rock, bebê! Um dia de muita música e muvuca!”

São Paulo, SP | @alexia.ssz “Mais um registro sobre caminhar por São Paulo sem pretensão e achar eventos legais ... @feiraoficio Uma rede de mulheres artistas e artesãs que trabalha pelo fomento e pela valorização de projetos manuais.”


Salvador, BA | @juliafhx Garotos muvucando no Pelourinho, em Salvador


lambes As 10 fotos mais votadas viraram lambes com a temática da campanha desta edição. Os lambes são públicos e podem ser baixados clicando AQUI para que pessoas em todas as cidades façam lambidaços em celebração da retomada das ruas!



desdobramentos

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A Semana do Caminhar é feita para todas as pessoas de todos os lugares do Brasil. Ela foi criada para engajar e fazer chegar a mais lugares informações, ações e atividades que possam fortalecer a rede de quem já atua pela caminhabilidade em nossas cidades, além de levar o tema para pessoas que não o conhecem. Por isso, é sempre motivador ver quando ela dá passos com outros pés por aí! Este ano, houveram publicações na mídia e outros desdobramentos de organizações parceiras. São boas surpresas importantes de serem registradas!


ArchDaily Site divulgou a abertura de inscrições para o concurso de fotos #MuvucaNaRua.

Mobilize Brasil Site divulgou nacionalmente a Semana do Caminhar, com link para acessar a programação.


CicloVivo Site divulgou nacionalmente a Semana do Caminhar, em matéria completa com atividades.

Observatório da Bicicleta Site divulgou a Semana do Caminhar em matéria com a programação completa.


Site MPDFT Site divulgou a participação de integrantes da Rede Urbanidade nos dois primeiros dias de atividades da Semana do Caminhar em Brasília.

Periferia em Movimento Site divulgou a programação de atividades do mês de julho, incluindo o concurso de fotos #MuvucaNaRua.


Podcast Bicicleta e Companhia A Diretora Presidente do SampaPé!, Leticia Sabino, deu entrevista para o podcast “Bicicleta e Companhia”. O programa foi transmitido nas rádios: Rádio Paulo Freire (820 Khz-AM de Recife (PE) e na internet @radiopaulofreire); Rádio Tupancy (87,5 FM de Arroio do Sal (RS) e na internet @radiotupancy); Rádio Sons do Sul, (Setúbal, Portugal, na internet) e Rádio ILÊ MULHER (Porto Alegre (RS), na internet @ilemulher). Ouça aqui.

Observatório da Bicicleta Site divulgou a abertura de inscrições para o concurso de fotos #MuvucaNaRua.


resultados e futuro

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Estiveram juntas

43 organizações

12 cidades - em todas as regiões do país Promovendo 23 atividades: 7 caminhadas/ de

passeios; 5 ocupações de espaço público; 6 oficinas; 2 debates/palestras e 3 lives

400 pessoas engajadas na programação + de 85 mil pessoas alcançadas através das +

de

redes sociais e da mídia


Reflexões Depois de dois anos de Semana do Caminhar acontecendo on-line, voltar ao presencial foi empolgante e igualmente desafiador. Os modelos de divulgação de eventos e engajamento tanto de organização como das pessoas mudaram, assim como, os anseios e desejos das pessoas. Apesar do clima festivo e das saudades da cidade e das atividades coletivas é importante ressaltar e lembrar que estivemos por muito tempo vivendo sob medo e com muitas experiências traumáticas e lutos sendo processados. Dessa forma, o evento foi uma oportunidade de reencontrar e reconhecer os espaços das cidades, outras pessoas e nós mesmas, diferentes. A experiência coletiva da pandemia ampliou a consciência sobre a interdependência e transversalidade das ações e dos temas. Dessa forma, ficou mais fácil vincular a celebração do caminhar com a por um planeta mais sustentável e saudável. Nesse sentido, foi importante observar que emergiram mais atividades de cuidado, seja de provocar olhares cuidadosos, cuidado com o espaço público e até mesmo com as outras pessoas.


Concluímos com muita convicção da importância de continuar conectadas em rede com organizações do Brasil todos, pois juntas, somos mais potentes e poderemos caminhar e produzir juntas novos imaginários e culturas de caminhar, ser sustentável, cuidar, e estar saudáveis!

Algumas metas para o próximo ano ● ● ● ● ● ●

Buscar recursos para realizar o evento, de forma a ampliar as atividades e remunerar as organizações; Produzir materiais e campanhas oine com parceiras de mais impacto; Melhorar a comunicação e como pautar as mídias para ampliar o alcance do evento; Atrair mais organizações e cidades participantes; Promover ações efetivas de transformação e provocação no espaço público das cidades; Fortalecer a rede de parceiras e manter a conexão ao longo do ano.


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