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Editorial Respeito aos animais: o nosso ideal Em seu segundo número, a É O Bicho! agradece a todos os leitores que na primeira edição reconheceram nosso intuito em fazer da mais nova revista dedicada aos animais na cidade, um mosaico onde informação, curiosidades e opinião podem transitar numa via de mão única rumo ao consenso do respeito à vida animal. Acreditamos que, nesse sentido, qualquer iniciativa é válida quando a idéia é defesa e proteção aos direitos daqueles que não têm como se manifestar numa sociedade teoricamente "civilizada". Das matérias em destaque neste número, chamamos atenção para o importante guia de prevenção às dermatoses, bem como para a seção Bicho Legal, aqui dedicada à abordagem da lei de proteção às cobaias de laboratório. Trata-se de uma questão que envolve ética, ciência e, principalmente, a consciência do respeito ao animal como ser vivo, digno de cuidados minimamente observados no que se refere a um tratamento que implique na observância de convenções coerentes com sua existência. Para a seção Bicho Estranho, escolhemos o insólito porco-espinho, figura inusitada pela aparência agressiva, que intriga adultos e crianças fora do seu habitat. Que a revista possa atingir seu fim e, ao mesmo tempo, cumprir o papel de entreter e informar a você, criador ou admirador da nossa empreitada. Vamos ao que interessa!

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Nesta Edição DR. É O BICHO! Dermatologia Veterinária - 6 ATÉ DEBAIXO D’ÁGUA Aquário Hospital - 8 SAÚDE Carrapatos - 10 DESTAQUE É O BICHO! A magia dos siameses - 12 e 13

EXPEDIENTE

FOME ANIMAL Ração diferenciada - 14

DIRETORIA Idalécio Rêgo

BICHO ESTRANHO Porco-Espinho - 15

JORNALISTA RESPONSÁVEL Rodrigo Hammer - DRT/RN 746 panzer17@gmail.com

É PRECISO TER RAÇA Dálmata - 16 PREVENÇÃO Toxoplasmose - 18 BICHO LEGAL Cobaias de laboratório - 19 ODONTOLOGIA VETERINÁRIA Saúde oral em evidência - 20 DICAS DVDs, livros, histórias... - 21 PET AMARELAS Classificados - 22

COMERCIAL Leonara Priscila PROJETO GRÁFICO RN Editora MARKETING Sandra Oliveira IMPRESSÃO Opção Gráfica TIRAGEM 3.000 EXEMPLARES REDAÇÃO E PUBLICIDADE Tel: 84 3222.4001 / 84 8889.4001 Fax: 84 3222.4001 eobicho@rneditora.com.br Av. Prudente de Morais, 507 Sala 103 - Ed. Djalma

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Dr. É o bicho!

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Saúde Animal Excesso de banhos e falta de escovação podem resultar em riscos para a pele do animal

Ao contrário do que o senso comum erroneamente tenta impor, animais de estimação jamais devem ter o comportamento influenciado pelo "sistema humano", caso de poodles tratados como bibelôs, tingidos ou vestidos "à imagem e semelhança dos seus donos". Nesse caso, com relação à higiene e pelo bem da saúde dérmica, banhos freqüentes devem ser evitados, principalmente nos gatos, que dispensam tal "cuidado". É o que a Dra. Romeika Reis Lins, dermatologista veterinária, esclareceu à É o Bicho! Para a manutenção de uma pelagem saudável e viçosa, Romeika recomenda banho no máximo uma vez por semana para os cães, além da utilização de shampoos, condicionadores ou loções especiais, sob orientação do veterinário. Jamais sabão de coco, prejudicial pelas propriedades excessivamente adstringentes, ou seja, fatal na remoção do mínimo de oleosidade que o pelo do animal precisa apresentar. "A saúde está diretamente relacionada ao manejo correto do pet, seja ele cão ou gato, caso contrário, a possibilidade do surgimento de problemas de pele pode ser tornar mais concreta", acrescentou a especialista.

Dra. Romeika Reis Lins, dermatologista veterinária

Em virtude dos animais de pelo longo desprenderem muitos fios, o cuidado deve ser redobrado; já os de pelo curto - principalmente gatos - requerem escovação diária, outra forma de se evitar a escassez da pelagem. Para os de pelo longo, o ideal é que se utilize pente ao invés de escova. Romeika frisou a necessidade de se observar quando o animal apresenta áreas despeladas isoladamente, sinal de que algo vai mal com a pele provavelmente afetada por algum fungo ou organismo nocivo: "Trata-se de um problema a ser examinado, já que ao contrário das trocas de pelo naturais e uniformes, as falhas de pelo em áreas isoladas sempre revelam a incidência de dermatite", observou. Outro aspecto citado pela veterinária foi a aparagem ou extração dos pelos auriculares, geralmente realizada em pet shops sem a devida capacitação: o procedimento, doloroso para os animais - salvo em casos onde a opinião de um veterinário é determinante - termina por gerar infecções ou problemas futuros decorrentes da falta de proteção natural ao ouvido interno. O excesso de banhos também é responsável pela remoção do tecido queratinizado, vital para a conservação saudável da pele e só completamente reposto no período de 21 dias. De resto, a orientação é simples: qualquer tentativa de se tentar desprover o animal do seu odor natural, absolutamente suportável pelas pessoas que convivem com ele no mesmo ambiente e jamais a ser confundido com "mau-cheiro de origem patológica", é considerada absurda.

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Até Debaixo D’água

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Uma “UTI” muito especial Como proceder na montagem de um aquário-hospital

As velhas soluções paliativas do "azul de metileno" ou da química aplicada em contagotas já não funcionam hoje em dia, quando tecnologia e artefatos modernos para aquarismo podem significar a cura tão esperada nas situações de risco. Se o seu peixe ou os seus peixes adoeceram e o risco de contaminação é considerável, não vacile: o uso de um aquário-hospital devidamente bem preparado assegura o ambiente ideal, sem muito trabalho. Primeiramente, remova os chamados "substratos" de todo tipo (plantas, decoração, resinas removedoras, carvão ativado, espuma sintética, pedrinhas tingidas) e garanta boa aeração com um filtro externo, a popular bomba de bolhinhas. Segundo os especialistas, uma pedra porosa pode garantir renovação se funcionar ininterruptamente por pelo menos 24 horas. Atenção, igualmente, na movimentação da água, que sob hipótese alguma deve ser agitada sob risco acentuado de estressar os "pacientes". Providencie um termostato que ajudará na manutenção da temperatura, mas se o instrumento não puder ser obtido, improvise com termômetro e aquecedor até obter o clima ideal, no máximo 2º acima da temperatura

ambiente. Quanto à água em si, utilize nova, entre 20 e 40 litros e proceda ao teste do PH - existem pelo menos três bons produtos no mercado fixando pontualmente a neutralidade de acordo com a espécie a ser tratada. Outro aspecto importante, é garantir um pouco de privacidade aos peixes, ou seja, com o aquário seco, antes da inundação, coloque tubos de PVC ou material não poroso imitando locas e cavernas onde eles poderão se esconder. Vá trocando a água diariamente em 50% do volume total, a fim de impedir o acúmulo de produtos nitrogenados - amônia, nitrito, nitrato - responsáveis pela deterioração do meio. Reponha diariamente os medicamentos, salvo em casos de menor gravidade. Atente, da mesma forma, para a bula ou prescrição dos remédios utilizados e, em caso de dúvida, não se acanhe em fazer aquela ligação para o seu veterinário. Evite qualquer tipo de iluminação até os peixes apresentarem os primeiros sinais de melhora; daí por diante, paciência e muita observação: um complemento vitamínico adequado também contribuirá para a recuperação nos casos mais graves, embora alguns especialistas recomendem a manutenção parcimoniosa da ração. Prefira alimentos vivos e não admita restos de comida na superfície ou depósitos no fundo do aquário. Com essa dose extra de cuidados, será muito mais fácil salvar os seus amigos escamados.

O aquário-hospital pode dispensar recursos sofisticados

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SAÚDE

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Dra. Elizânjala S. de Paiva CRMV/RN 399 Médica Veterinária O Cão do Norte - Petshop & Consultório Veterinário Especialista em Clínica e Cirurgia de Pequenos Animais

O que é a doença do carrapato? A "doença do carrapato" é conhecida popularmente, mas sua denominação traz erros de entendimento. Como todos nós sabemos, o carrapato pode transmitir diversas doenças aos animais e seres humanos. Nesse sentido, considerar a tal 'doença do carrapato' como uma enfermidade isolada, ou seja, que dá nome a qualquer doença transmitida por carrapato, é um erro. Então, não podemos considerar diversas doenças que têm características distintas como sendo uma só. Não gosto de usar o termo "doença do carrapato", porque considero errado. Então, quais são as principais doenças transmitidas pelo carrapato aqui em Natal? A Ehrliquiose Monocitotrópica Canina, Anaplasmose Trombocitotrópica, Micoplasmose Hemotrófica e Babesiose. Vejam que falamos de "doenças" e não "da doença"! E todas elas apresentam tratamento e têm cura. Como posso saber se um animal tem alguma doença que foi transmitida pelo carrapato? Primeiramente, é importante considerar que um animal que apresenta carrapatos está sob risco de ser infectado com qualquer das doenças já faladas. Os sintomas iniciais são muito inespecíficos e extremamente difíceis de serem interpretados. Realmente é preciso uma consulta com o médico veterinário para se saber melhor sobre a possibilidade de quaisquer das doenças relacionadas. As doenças transmitidas pelo carrapato trazem transtornos no sangue, podendo causar anemia, icterícia

(onde se observa amarelamento dos olhos e gengivas) e distúrbios hemorrágicos (geralmente com sinais de sangramento pelo nariz, fezes e pele). Qual doença transmitida pelo carrapato é diagnosticada mais comumente em seu consultório? É a Ehrliquiose Monocitotrópica Canina. O grande problema é que não dá para ser diagnosticada sem a realização de exames específicos como a pesquisa da bactéria Ehrlichia spp. no sangue ou sorologia, tendo em vista que os sintomas agudos são comuns a outras centenas de doenças na clínica médico veterinária. Para quem deseja saber se o animal está ou não com uma ou algumas das principais doenças transmitidas por carrapato, qual é a melhor forma? Eu sempre recomendo a realização do teste-painel de Reação em Cadeia pela Polimerase (PCR) ou exames sorológicos específicos, mas são testes caros muitas vezes negados pelos proprietários. Mas o exame de sangue não é suficiente? O exame de sangue apenas representa um perfil das condições gerais do animal. Eventualmente, pode haver uma 'pesquisa de hematozoários' onde o laboratorista encontrou alguma bactéria ou protozoário no sangue, mas sem essa condição realmente é muito difícil ter um diagnóstico fechado. Podemos até suspeitar de certa doença, mas concluir é mais trabalhoso.

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Destaque É o Bicho

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Siameses O exotismo como estilo Há séculos o gato siamês exerce atração para criadores de todas as partes do mundo Elegância, mistério, um charme intrigante. Foram essas características que fizeram do gato siamês um dos mais preferidos no Ocidente, sobretudo pela facilidade de adaptação e docilidade mesmo em ambientes que poderiam representar ameaça à integridade psicológica de outros felinos. Originários do antigo Sião, hoje Tailândia, os siameses passaram, ao longo dos anos, por transformações de ordem genética que modificaram uma compleição original robusta, para o porte delicado de hoje. Segundo pesquisadores da raça, os exemplares tailandeses ficavam cuidadosamente protegidos no Palácio Real de Bangkok, de onde seriam conduzidos à Inglaterra em 1884, dali disseminando-se para outras partes do mundo. Longilíneo, de porte médio, com membros posteriores longos

e finos, levemente mais altos do que os anteriores; pés pequenos e ovais; musculatura forte; movimentos elegantíssimos, até arrogantes. O Siamês é definido como "um gato de psicologia complexa, freqüentemente imprevisível em suas reações. De um dia para outro, suas maneiras de amar, brincar ou conceber a vida, podem mudar radicalmente. Todavia, é um animal extraordinário, vivaz, exuberante, corajoso, domesticável, invejoso, intrometido, bastante amável e arisco", lê-se em informes dedicados à raça. A elegância do corpo e a graça dos movimentos conquistaramlhe o título de "príncipe dos gatos", mas é o miado forte e a personalidade incomum que realmente o distinguem. Em relação ao dono, ele se comporta mais como um cão do que como um gato: pode passear atado numa coleira e chega a exibir o comportamento típico de "ir buscar". Atenção quando o aspecto é "cruzamento": no período do cio, macho e fêmea emitem miados e uivos pouco graciosos, semelhantes aos de uma criança recém-nascida. A fêmea, por sua vez, requer cuidados especiais. Durante o cio torna-se quase histérica, podendo rolar pelo chão, gemer ou correr pela casa, rasgando e arranhando tudo o que encontrar pela frente.

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Destaque É o Bicho

Quer evitar maiores problemas? Então providencie para que acasale o mais cedo possível. Um mês depois, as tetas começam a inchar e os filhotes podem ser sentidos no ventre. Eles nascem brancos e vão mudando de cor à medida que crescem. Psicologicamente, o Siamês costuma demonstrar afeto a um só membro da família, demonstrando até indiferença pelos outros. Separado do dono, seria capaz de morrer, mostrando uma (quase) total dependência dele. Na fase adulta, dificilmente tolera a presença de outros gatos jovens, apesar de não faltarem casos de boa convivência. É importante ressaltar que o Siamês e o Persa são as raças mais procuradas para gatos de companhia. O Siamês vive perfeitamente bem em apartamentos, mas sonha com a liberdade e tenta, com perserverança e algum desespero, conquistá-la. Por esse motivo, frequentemente se descontrola, fazendo saltar as unhas ou pulando de um móvel para o outro. Precisa queimar as energias; portanto, se não existir um jardim cercado por perto, será necessário deixá-lo livre para correr por toda a casa. Na hora do tratamento, recomenda-se escovação quotidiana da pelagem com escova de dureza média, que possa tirar os resíduos e a poeira, mas, sobretudo, os chamados "pêlos mortos" bastante numerosos no período da troca.

O seu gato come lagartixa ? Esse é um hábito muito comum dos nossos amigos felinos, caçadores por natureza, que adoram pegar uma lagartixa e nos trazer para provar como são bons predadores, mas nessas travessuras podemos encontrar problemas. A lagartixa pode estar contaminado pelo parasita hepático Platynossomum concinnum, causador de várias doenças. O parasita se aloja nos dutos biliares e na vesícula biliar. Muitos gatos podem permanecer assintomáticos, mas outros podem apresentar sintomas que se manifestam através de icterícia, vômito, diarréia mucóide, anorexia, emagrecimento, depressão e morte. Pode-se também encontrar aumento do fígado nos animais infectados. O diagnóstico é feito através do exame clínico, exame de fezes, de sangue e ultrassonografia abdominal. Após o diagnóstico, o animal deve ser submetido ao tratamento que muitas vezes exige internação para o gato receber suporte como fluidoterapia, antibióticos e o medicamento específico para o tratamento. Muitas vezes a recuperação é lenta, mas se diagnosticado à tempo, o problema é passível de tratamento. A prevenção ainda é um desafio, devido à natureza caçadora dos gatos, felinos que vivem em ambientes fechados como apartamentos e mais fáceis de se controlar. Mais importante é observar seu amigo gato e prestar atenção nos sinais que se apresentam visivelmente. Ao contrário do que se pensa, porém, o diagnóstico só é possível tardiamente, quando o animal já chega ao veterinário bastante debilitado. Portanto, olho nele!

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Dra. Viviane Coupê CRMV/RN - 302 Médica Veterinária


Fome Animal

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Rações diferenciadas Cada vez mais completas Qual a vantagem de se optar pelas chamadas "rações diferenciadas"? O mercado local realmente oferece sortimento correspondente às necessidades do criador que deseja nutrição de qualidade? É O Bicho! consultou o especialista Monteiro Júnior para saber mais sobre o tema. É O Bicho! - O que um criador profissional busca em relação à escolha da ração para seu cão? Criadores profissionais precisam manter seus cães saudáveis, com excelente performance, pelagem bonita, boa pigmentação e musculatura bem definida. Esse é o segmento que mais tem adotado e recomendado a CYNO. Ficamos satisfeitos, por se tratar de um público altamente exigente, que acompanha de perto os resultados obtidos com a aplicação de um alimento diferenciado. É O Bicho! - A CYNO é uma ração voltada apenas para cães de exposição? Não. De forma alguma. Cães domésticos também podem e devem receber CYNO em suas dietas, por ser um alimento completo e que preza por uma nutrição adequada, devidamente balanceada. Somos mais conhecidos e adotados por canis, mas não estamos restritos a este público. É O Bicho! - Como está a adesão do mercado "pet" à CYNO? A CYNO já está presente em alguns petshops da cidade, e vem sendo cada vez mais procurada por proprietários domésticos. Eles também prezam pela saúde dos seus cães que já fazem parte da família. Como a CYNO está comprometida com a evolução nutricional, tem obtido maior visibilidade também por parte desse público. É O Bicho! - Os custos de se usar uma ração diferenciada são muito altos? Não necessariamente. É comum compararmos o preço da sacaria na prateleira e deixarmos de ver a quantidade diária que devemos colocar para os cães. Com a CYNO, não é preciso fornecer grandes quantidades ao animal para garantir um bom desempenho. Esse fator influencia diretamente no bolso. Certa ração pode ser mais barata, contudo, dada a maior quantidade para alimentá-lo corretamente, acaba-se gastando até mais. Basta manter o controle da quantidade diária através de um copo dosador, fazer os cálculos e ver que a CYNO tem um excelente custo-benefício, isso fora os benefícios diretos e subjetivos que nem sempre são vistos de imediato. É O Bicho! - A quais benefícios você se refere? Para citar um deles, os cães passam a ter um reforço no sistema imunológico e tendem a adoecer menos, o que implica em redução de gastos com consultas e medicamentos. Quanto aos subjetivos, por estarem mais bem alimentados,

Distribuidor Cyno no RN, Monteiro Júnior

nutridos e comerem menos, os cães adquirem uma maior longevidade. Isso não tem preço. Quanto vale ver seu cãozinho sempre disposto e feliz? É O Bicho! - E qual a fonte de tantas vantagens? A CYNO é altamente comprometida com a qualidade dos seus produtos. Concepção e formulação foram produzidas por especialistas respaldados em todo o mundo na área de nutrição animal. Por acreditar na Evolução Nutricional e tê-la como objetivo principal, a CYNO realiza pesquisas, testes e lança no mercado produtos que possuem em suas composições básicas de linha, suplementos diferenciados e ultra-eficientes para as muitas funções às quais se destinam, como saúde bucal e oftálmica, pelagem, proteção articular, facilitadores para uma ótima digestão e absorção desses suplementos, prevenção a problemas cardíacos, obesidade, entre outros. É O Bicho! - Podemos dizer que a CYNO é uma ração medicamentosa? Embora recomendada por veterinários, a CYNO não tem como objetivo ser uma alimentação medicamentosa, e sim, procurar nutrir o cão de forma a mantê-lo mais saudável, bonito e vivaz, possibilitando uma maior longevidade. Utilizamos em nossos produtos suplementos especiais, os mesmos usados nas "linhas veterinárias" e muito outros. Na nossa "linha de fábrica" acrescentamos e disponibilizamos muitos suplementos especiais que ainda nem foram lançados no mercado nacional, e outros que serão lançados nos internacionais. Nem por isso cobramos a mais por essas adições diferenciadas. Para ver isso, basta comparar os ingredientes presentes nas sacarias. E experimentar. É O Bicho! - Como esses benefícios podem ser vistos no dia-a-dia? As fezes passam a ser mais consistentes, com menor volume e odor reduzido. Pelagem mais brilhante e sedosa. Aspectos como libido e fertilidade são estimulados, e o sistema imunológico é reforçado. Também é muito importante observar caraterísticas relacionadas a ganho de peso, disposição, proteção articular, desenvolvimento esquelético e muscular, e outros.

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Bicho Estranho

Porco-Espinho Rebelde até no nome Aspecto arisco é comum em todas as variedades. Incomum até mesmo quando confrontado a criações que fogem ao conceito mais tradicional de "animal doméstico", o PorcoEspinho é mais visto, que propriamente conhecido pessoalmente. Na verdade, a denominação de "Porco-Espinho" aplica-se a numerosas espécies, mas principalmente a dois mamíferos roedores de compleição robusta, pernas curtas, hábitos noturnos e alimentação propiciada basicamente por plantas: o porco-espinho da Europa, Ásia e África (Hystrix cristata), que pertence à família dos histricídeos e não sobe em árvores, e o PorcoEspinho do Canadá e dos Estados Unidos (Erethizon dorsatum), que pertence à família dos eretizontídeos e é, como o ouriçocacheiro, da mesma família, um animal arborícola. Nos vários casos, os espinhos são vistos como pêlos que, modificados no curso da evolução, se tornaram rígidos e eriçados. O Hystrix cristata, disperso pelo Sul da Europa, por toda a África, pela Índia e o arquipélago malaio até Bornéu, é o maior roedor terrestre europeu: atinge oitenta centímetros de comprimento total e pesa até mais de vinte quilos. Vive em tocas que escava com as patas fortes, é em geral solitário e come frutas e raízes diversas, causando às vezes estragos a lavouras. Já o Porco-Espinho da América do Norte procria no Outono ou no começo do Inverno. A fêmea tem um ou dois filhotes por gestação, que

nascem, com espinhos ainda moles, cerca de sete meses depois. Os adultos atingem 75 cm de comprimento e apresentam uma cauda grossa, musculosa e curta. Seus espinhos medem cerca de 7,5 cm contra até 35 cm já registrados no Porco-Espinho da Europa. No Brasil, embora considerados estranhos para o senso comum, os porcos-espinhos também são conhecidos por OuriçoCacheiro, Cuim, Coandu e Luís-Cocheiro. Existem dois gêneros e cerca de 14 espécies, grande parte difícil de ser encontrada nas proximidades das capitais. A maior delas atinge 60 cm. É arborícola, tem a cauda preênsil e alimenta-se de frutas, principalmente bananas e goiabas. As fêmeas dão à luz um ou dois filhotes em cada gestação. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, esses animais não podem atirar os espinhos contra seus inimigos. Em algumas espécies, a ponta de cada uma dessas cerdas é coberta de pequenas saliências voltadas para trás, chamadas farpas. Elas se cravam no corpo da vítima, por isso é muito difícil removêlas; a vítima pode morrer de infecções causadas pelos espinhos.

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É preciso ter raça

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Dálmata Origem desconhecida e o encanto da fama Fora de moda pela própria raridade, raça ainda fascina por beleza, inteligência e extrema vivacidade A vilã Malvina Cruela, já declarou guerra a 101 deles no clássico da Disney A Guerra dos Dálmatas. Não foi à toa que a raça tornou-se uma das mais queridas entre aquelas consideradas de elite para cinófilos de todos os continentes. Aspecto pouco valorizado e até mesmo desconhecido, a característica de gostar de acompanhar o dono de perto foi uma das responsáveis pela aceitação desses cães na Inglaterra, quando por volta de 1900 "sirs e ladies" mantinham-nos como cortejo habitual pelas ruas de

Londres, sempre ladeando imponentes carruagens. Tradição por tradição, o hábito perpetuou-se até a contemporaneidade, com dálmatas transformandose em mascotes da honorável Corporação dos Bombeiros de New York. O que mais intriga os especialistas, entretanto, é a origem da raça, cujas raízes ainda não foram de todo determinadas: ilustrações descobertas na Grécia e no Oriente já mostravam que um cão semelhante ao Dálmata era representado em diversas situações, embora outra corrente considere a raça originária mesmo da Dinamarca, país onde as linhagens mais nobres se distinguiram. A primeira teoria, contudo, permanece consolidada por opiniões como a da cinófila Angiola Denti di Peraino que chegou a afirmar: a maior parte dos elementos de probabilidade aponta para uma origem oriental. No campo das características, a raça possui olfato apurado e comportamento dócil, ideal para aqueles pouco afeitos a latidos. Como "vigilante", demonstra excelente aptidão, principalmente pela facilidade de obedecer aos comandos mais simples. Entre os países onde se encontram as crias de melhor procedência, estão Itália, Inglaterra e Japão, com destaque para os Estados Unidos. Lá, um Dálmata de pedigree pode alcançar valor acima da média no mercado, graças à empatia com o público infantil mais uma vez sugestionado pela força do desenho animado e suas seqüências em "carne-e-osso". No início do século foram registrados mais de 36 mil exemplares da raça, óbvio sinal de que os eternos amigos pintados continuam cada vez mais queridos por crianças e adultos de todas as idades.

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Prevenção

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TOXOPLASMA GONDII Prevenção é fundamental Cuidados com alimentação podem fazer a diferença

A toxoplasmose é uma doença causada por um protozoário chamado de Toxoplasma gondii. Atingi principalmente o homem e o gato. Nos seres humanos é transmitida através da ingestão de carne crua ou mal passada contaminada(churrasquinho de rua) ou a ingestão acidental de fezes de gatos contaminados; nos gatos a transmissão ocorre através da ingestão de roedores, pássaros e carne crua. O felino elimina o oocisto do Toxoplasma gondii pelas fezes.

mais: há de se tomar precauções pela remoção das fezes dos felinos diariamente, prevenindo a esporulação de possíveis oocistos no convívio humano, tarefa que não deve ser realizada por gestantes e pacientes com imunodepressão. Devem ser utilizadas luvas sempre que sejam manipuladas as fezes dos gatos, assim como nos procedimentos de jardinagem.

O diagnóstico é obtido através de testes sorológicos, tanto no gato quanto nos seres humanos. Nem todo gato é transmissor do Toxoplasma, na maioria das vezes ele se torna imune a esse protozoário após o primeiro contato. Os gatos que se apresentam imunologicamente debilitados são os que maior risco têm de desenvolver a doença. A toxoplasmose pode ser fatal caso não diagnosticada e tratada a tempo. Em seres humanos pode causar, entre outros sintomas, distúrbios neurológicos, aborto, cegueira. Nos gatos também ocorre distúrbios neurológicos como andar em cículos e dificuldade de locomoção, alterações oculares, etc.

Veterinária Suzy Barreto CRMV/RN - 0268

A prevenção da infecção em cães e gatos baseia-se, principalmente, em cuidados com a alimentação do animal, não se permitindo o consumo de carne crua ou malcozida por eles, prevenindo-se a exposição a cistos residuais. Os animais devem ser mantidos domiciliados e bem alimentados, tomando-se a precaução de que venham a caçar roedores e aves que possam estar infectados. Quando adquirir um animal de rua, antes de levá-lo para dentro da sua casa, consulte o veterinário para fazer exames laboratoriais adequados, não só para detectar a Toxoplasmose, mas outras doenças como viroses, verminoses e outras, evitando, assim, riscos à sua saúde. A população, contudo, não deve ser afastada dos seus ani-

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Bicho Legal

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cobaias em experiências Projeto de lei regulamenta ética na utilização

Aplicar os princípios da ética em pesquisa aos experimentos realizados com animais foi mais uma das bandeiras que Sergio Arouca defendeu no Parlamento. As regras propostas para o uso científico de cobaias estão sistematizadas no projeto de lei 1153, de 1995, de sua autoria, que pretende regulamentar o artigo 225 da Constituição Federal, que proíbe submeter os animais a crueldade. Aprovado na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática e na Comissão de Defesa do Consumidor, Meio Ambiente e Minorias, o projeto de lei tramita atualmente na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados. Se aprovado, segue para apreciação em plenário. A criação de Comissões de Ética no Uso de Animais (CEUA) em cada instituição que use cobaias em pesquisas, bem como a criação de um Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (CONCEA) que estabeleça normas e fiscalize a utilização de animais em pesquisas são alguns dos pontos fundamentais previstos no projeto de lei. Além disso, as instituições que criem, comercializem ou utilizem animais em atividades de ensino ou de pesquisa serão obrigadas a se credenciar junto ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA). O projeto de lei restringe a utilização de cobaias para os experimentos que tenham como objetivo prolongar a vida ou melhorar a saúde do homem. Também permite o uso de cobaias para a experimentação de produtos destinados ao tratamento de enfermidades, bem como a testagem para verificação da eficácia e segurança. Os experimentos que impliquem sofrimento ou qualquer tipo de dano ao animal ficam

restritos aos cursos técnicos de ensino médio da área biomédica e aos estabelecimentos de ensino superior, cabendo ao responsável pelo experimento demonstrar sua relevância para o progresso da ciência e indicar a inexistência de métodos alternativos através dos quais seja possível obter resultados de igual validade. A utilização de animais silvestres em pesquisas só é permitida se outros animais não forem adequados aos objetivos do experimento. Já os animais ameaçados de extinção só podem ser utilizados se a experiência tiver por objetivo a preservação da espécie ou se a realização de pesquisa biomédica for inviável através de outro modelo experimental. *Reproduzido do site "Biblioteca Virtual Sérgio Arouca"

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Odontologia Veterinária

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Dentes em dia A importância de uma boca saudável

Graduado em Medicina Veterinária pela UFESA e pósgraduando em Odontologia Veterinária pela ANCLIVEPA/SP - Universidade Anhembi/Morumbi, o Dr. Danyel Segundo recebeu a reportagem da É O Bicho! para falar da saúde oral de cães e gatos. A visão do leigo supõe total invulnerabilidade dos dentes de cães ou gatos às cáries. A incidência do problema nos animais é tão comum quanto nos seres humanos? Não. A cárie nos animais não é muito comum, devido à própria alimentação que não favorece a alterações de PH como acontece na dieta humana. Mesmo assim, verificase certa incidência quando os cuidados preventivos não são tomados com a devida freqüência. Lembro que 85% dos animais apresentam algum tipo de doença periodontal. Nos cães, elas ocorrem com maior incidência naqueles de pequeno porte, como poodles e yorkshires. Já os gatos costumam apresentar uma doença chamada L.R.O.F, sigla para Lesão de Reabsorção Odontoplástica Felina. Não há uma causa específica para ela. Em termos de procedimentos mais freqüentes no seu consultório, o que mais apresenta recorrência? É preciso ressaltar que a Odontologia Veterinária não se resume à tradicional limpeza de tártaro. Existem diversas áreas onde se faz tratamento periodontal completo, tratamentos endodônticos ou de canal. Por aqui, fazemos restauração e exodontia. Faço o possível para preservar a dentição do animal, mas sem profilaxia e prevenção adequadas, a missão é praticamente impossível. Muita gente tem dúvidas a respeito do procedimento, qual o tipo de anestesia empregado. Utilizamos a geral inalatória, em que o animal fica desacordado de duas a quatro horas. É a única maneira de obtermos o estado ideal para proceder ao exame detalhado, bem como ao tratamento, já que dificilmente cães ou gatos ficariam quietos até a conclusão do trabalho. Já quanto ao número de sessões, isso vai depender do problema diagnosticado.

Dr. Danyel Segundo examina o buldogue Brutus

Quais os sintomas da cárie e de outras doenças em animais? O número delas pode ser comparado ao dos humanos? Observe se o cão ou o gato apresentam mau-hálito, sangramentos da gengiva, dentes moles, raízes expostas ou retração gengival. Diversos problemas podem ser a causa, entre eles a doença periodontal, fraturas dentárias, persistência de dentes descidos ou os famosos dentes-deleite e neoplasias orais. Nos felinos, o complexo GengiviteEstomatite-Faringite dos Felinos (C.G.E.F.). Até que ponto as conseqüências da doença periodontal podem representar risco de morte para o animal? Estudos comprovam que a causa de problemas sistêmicos - coração, fígado, rins e cerca de 60% das endocardites - corresponde à origem das bactérias orais. Outra conseqüência nos animais de pequeno porte, são fraturas de mandíbula patológicas. O melhor método de prevenção ainda é o da escovação diária, no mínimo três vezes por semana. No campo da Medicina Veterinária, por que a Odontologia ainda não é tão exercida? Se você for pesquisar, realmente a Odontologia Veterinária é nova por aqui em Natal, mas já apresenta certo crescimento. Existem cursos de especialização no Brasil, mas as melhores universidades concentram-se ainda no Sul e Sudeste.

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LIVRO

Dicas

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DVD HISTÓRIA DE BICHO Tobby: uma lição de esperança

Deixe um Gato Surpreender Você Autor: Yara Rocca A autora conta desde o surgimento dos primeiros gatos no Antigo Egito, sua evolução e domesticação, adoração e perseguição, até a aceitação nos dias de hoje num país que já conta com 14 milhões de gatos. O leitor encontrará textos que relatam o gato na história, nas artes, nas letras, no folclore, nas principais religiões do mundo, no cinema e HQ, mostrando como as mais variadas culturas conseguiram fazer do gato, um animal tão odiado e adorado pelos seres humanos. O livro traz informações corretas sobre os gatos, fruto de anos de pesquisa da autora que deseja contribuir para a continuação da espécie, sem que eles sejam maltratados, envenenados e mortos graças ao preconceito de certas pessoas que insistem em ligá-los a figura do mal. A população terá acesso as leis de proteção aos animais, bem como aos órgãos onde todos poderão exercer sua cidadania, denunciando maus tratos.

Exemplo de solidariedade em relação a animais abandonados, o caso do S.R.D. Tobby, de cinco anos, representa bem uma situação do cotidiano poucas vezes percebida na rotina frenética dos humanos. Sob guarda da ONG Amimais e um de seus voluntários, Tobby tinha sido vítima de maus tratos após os donos o abandonarem por mudança de endereço. Recuperado pela ONG depois de uma batalha judicial que chegou a durar 10 meses, o cão ganhou abrigo e proteção, hoje à espera de interessados na sua adoção. Segundo os responsáveis pelo animal, Tobby é bastante inteligente e "ciumento com seu território", ou seja, adapta-se a outros donos, mas não conviveria bem com outros cães. Ao adotá-lo, o futuro dono pode ter a certeza de contar com boa companhia. Segundo especialistas, o cão vítima de abandono ou maus-tratos, não necessariamente apresenta sinais de trauma psicológico profundo, ou seja, pode tornar a conviver com outras famílias normalmente, dependendo apenas de carinho, atenção e de um tratamento adequado. O senso de rejeição, fator observado nos humanos que passam por problema semelhante, pode ser revertido através de atividades recreativas, passeios diários e aplicação de horários de sono regulares (ambiente devidamente pouco iluminado nas horas de repouso). Para adotar Tobby, entre em contato com a Amimais pelo fone 8808-5582.

O livro traz curiosidades felinas, humor, depoimentos de pessoas mundialmente conhecidas (apaixonadas por gatos), produtos e serviços que foram criados em função dos gatos, os números desse mercado, além do relato emocionante da autora que conta a sua história de 41 anos de convivência com os gatos.

OUTUBRO / NOVEMBRO - 2008

Balto Produzido por Steven Spielberg em 1995, o desenho-animado baseia-se numa história verídica sobre o cão que ajudou a salvar um grupo de crianças da Difteria em 1925, na Escandinávia, tornando-se um herói de renome internacional através dos tempos. A história começa com um segmento "ao vivo" no Central Park (NY), onde uma estátua de Balto lembra o feito do cão para as novas gerações. Dali a ação transferese para uma corrida de trenós no Alaska, apenas um dos muitos desafios que o destemido cão enfrentará até chegar ao maior deles, imposto pela realidade de uma epidemia iminente. Balto conjuga valores como heroísmo, determinação e abnegação através do traço genial de Ralph Bakshi, lenda para quem curte animação. Lançado num período em que os Estúdios Disney enfrentavam uma das piores crises da sua história, o desenho conseguiu bom público, ganhando força posteriormente, quando relançado em vídeo. Hoje, mesmo desgastado por adaptações oportunistas, só tornou-se mais popular, amparado por um argumento que jamais se torna enfadonho ou refém de lições moralistas. Tampouco o personagem central recai na armadilha da "humanização", recurso recorrente quando a idéia é utilizar paradigmas convincentes.


Pet Amarelas ADESTRAMENTO Erivonaldo Pinheiro Av.Bernardo Vieira, 191 - Quintas Natal - (84) 8817-0213 AGROPECUÁRIA Agropet Av. Tomaz Landim, 2810 - Natal (84) 3614-4791 ANESTESIA Anestesio Pet Unidade Móvel - Natal (84) 9481-2046 AQUÁRIOS Aqua Art Rua Pte. José Bento, 587 - Alecrim Natal - (84) 3213-0902 Pet shop Av. Engenheiro Roberto Freire CCAB Sul, bl.03 - Lj.06, 2951 - Capim Macio Natal - (84) 3207-1694 (84) BANHO E TOSA 3207-1694 Adailton Pereira Atendimento em Domicílio - (84) 8856-8151 (84) 3207-1694 CLÍNICA VETERINÁRIA Animale R.Trairi, 735 - Petropolis - Natal (84) 3221-3598

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Hospital Veterinario Pequenos Animais Av.Miguel Castro, 1328 - Lagoa Nova Natal - (84) 3234-1671

Supra Parnamirim / RN (84) 3645-5011

Maxi Veterinária Rua Nizia Floresta, 201 - Nova Parnamirim - Natal - (84) 3232-3200

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OUTUBRO / NOVEMBRO - 2008

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Revista É o Bicho!