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Moda Desfile Primavera-Verão Moda Garden 2016

www.revistavitti.com.br Edição 118 - Ano 10 Outubro, 2015 Foto capa: Luizinho

Produção e maquiagem: Flavia Alonso Ayala

Capa Amanda Freitas e Amanda Bartelega

Turismo Londres, sempre charmosa e moderna

Gastronomia Brigadeiro de Caipirinha

Economia

Dicas para investir em tempos de estagnação

DISTRIBUIÇÃO GRATUITA VENDA PROIBIDA

Entrevista

Juarez Soares

Veterano jornalista traça um histórico de sua carreira de sucesso no rádio e televisão

Vale do Paraíba, Litoral Norte e Sul de Minas Outubro, 2015

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Índice

Índice

Outubro 2015 | Edição 118 | Ano 10

ECONOMIA

O que fazer na crise.......................................................30

Ponto de Vista

SP 125: Caos anunciado.................................................32

GASTRONOMIA

Brigadeiro de caipirinha...............................................48

PELO MUNDO

Londres, ainda charmosa............................................60

Divulgação

Negócios

eNTREVISTA

Juarez Soares........................................................... 8

De passagem por Lorena, o veterano jornalista esportivo concedeu entrevista exclusiva onde falou do começo no rádio, suas experiências com política e passagens memoráveis ao lado de companheiros de microfone.

Informação e Conhecimento...............................................68 Lançamentos – Som & Vídeo..............................71 HISTÓRIA O caminho entre Parati e Taubaté................................74

EDUCAÇÃO

7 Dicas para se dar bem no ENEM...............................84

LIVROS

Novidades e clássicos.................................................89

ESPORTE

Papo Rápido com Gabriel Isper...................................92

Editorial

Nossa Primavera

C

hegando com mais uma edição da Revista Vitti nesta primavera que traz bons ventos para todos nós. Neste mês, a entrevista de destaque será com um dos jornalistas esportivos mais queridos do Brasil, Juarez Soares. Um experiente profissional que começou sua carreira no rádio em Lorena, e daqui alçou vôos para São Paulo, onde fez seu nome nas grandes emissoras, e posteriormente também emprestou seu talento para a televisão. Em Lorena, ele conversou com nossa reportagem e contou um pouco de sua história. Nesta edição também temos uma série de artigos bem legais que nossos colaboradores prepararam. A historiadora Lia Mariotto assina o texto “Em busca de um roteiro esquecido”, resultado de sua pesquisa em resgatar o antigo caminho entre as vilas de Taubaté e Parati (com “i” mesmo, seguindo a grafia de época). Um estudo interessante e que temos a honra de compartilhar com nossos leitores. Temos ainda artigos sobre turismo, com dicas de desti-

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nos para quem quer conhecer Londres; uma deliciosa receita de brigadeiro de caipirinha; dicas de como investir em tempo de crise; saúde, cultura, livros, esportes, comportamento e uma série especial sobre educação. Conteúdo este escolhido por nossa equipe com muito carinho. Nossos colunistas sociais, como sempre, trazem os eventos mais concorridos e badalados de toda a região, com fotos e fatos de quem foi notícia. Um ótimo começo de primavera, e boa leitura!

Marcela Vitti Diretora “Eu te louvarei, Senhor, de todo o meu coração; contarei todas as tuas maravilhas. Em ti me alegrarei e salvarei de prazer; cantarei louvores ao teu nome, ó Altíssimo.” SALMO9:1-2 Outubro, 2015


dIReTORA: Marcela Vitti ASSISTeNTe: Isaura Silva dIAGRAMAçÃO e CRIAçÃO: Bruno Moura JORNALISTA ReSPONSÁVeL: ronaldo Casarin - MTB 52246 ReVISÃO: ronaldo Casarin FOTO dA CAPA: Amanda Freitas e Amanda Bartelega (Foto: Luizinho) RePóRTeR FOTOGRÁFICO: Taciana Brito COLUNISTAS: São José dos Campos: Gilberto Freitas e Marilda Serrano - Caçapava: Anna dennz Taubaté: Socorro Pinto e José Luiz (Luizinho) - Lorena: Caroline Paes - Aparecida: Ligia Ballot - Guaratinguetá: Benê Carvalho. COLABORAdOReS: ANTÔNIO BARBOSA FILHO, FABIANA FeRReIRA, ÉRICO PAMPAdO dI SANTIS, RAFAeL FeRRO, JULIANA BUeNO, ARCIONe VIAGI, FeLIPe GUARNIeRI, CARLOS MARCONdeS, LIA CAROLINA MARIOTTO, AdILSON PeLOGGIA, ANdReZA TOBIAS e ReNATA VeLLOSO. dIReTORA COMeRCIAL: Marcela Vitti (12) 98122-3000 / 7812 4527 / 90*1463 - marcela@revistavitti.com.br TAUBATÉ / CAçAPAVA / PINdA: Parê Guerson (12) 3624-5610 / 7812-4526 / 90*1461 / 98106-3500 - pareguerson@gmail.com SÃO JOSÉ dOS CAMPOS / UBATUBA: Marcela Vitti (12) 98122-3000 / 7812-4527 / 90*1463 - marcela@revistavitti.com.br GUARATINGUeTÁ / APAReCIdA / LOReNA: Benê Carvalho (12) 98133-2984 - benecarvalho@revistavitti.com.br SUL de MINAS: Luigi Scianni (12) 9781-5623 - luigiscianni@gmail.com dISTRIBUIçÃO: rodrigo Melo Gratuita e dirigida às cidades de Taubaté, Quiririm, São José dos Campos, Caçapava, Pindamonhangaba, Guaratinguetá, Lorena, Campos do Jordão, Santo Antônio do Pinhal, Tremembé, Cruzeiro, ubatuba e Sul de Minas Impresso no parque gráfico da Resolução Gráfica Ltda. ATeNdIMeNTO AO CLIeNTe: (12) 3632-3060 / 7812-4525 / 90*1462 - rua dos Operários, 118 - Taubaté - SP Os artigos, matérias, opiniões e anúncios aqui publicados são de inteira responsabilidade de seus idealizadores, e não refletem necessariamente a opinião da Revista Vitti. É proibida a reprodução total ou parcial da revista sem autorização da revista Vitti.

Cartas “Muito bom Otavio Alves Correa na capa. Parabéns! Você merece e está muito bem na foto.” Luziana Mello, via Facebook “Muito legal as falas do senhor Otavio da Milclean a respeito do espírito de sempre buscar crescimento e novos negócios. Em tempos em que muitos empresários usam o tema “crise” como muleta para suas próprias incapacidades, é bom ouvir as palavras de alguém experiente e bem sucedido. Muito bom ler entrevistas assim.” José Félix, via Facebook

“Notei que há algumas edições atrás vocês voltaram com a coluna sobre gastronomia, sempre trazendo informações e uma receita. Gostaria de sugerir que colocassem numa próxima coluna alguma receita de comida vegetariana. Abraços a todos! ” Marina Figueroa, por e-mail

CAPA

Setembro 2015

“Parabéns pelo apoio ao esporte brasileiro, muito além do futebol que já tem espaço demais na mídia. Adorei a matéria com Pepe Gonçalves, da canoagem, medalhista no Pan de Toronto. Continuem assim, valorizando os esportistas do Brasil.” Jenilson Rocha, por e-mail

CORReIO VITTI

Fale conosco: opine, critique e dê sugestões. Escreva para: redacao@revistavitti.com.br Outubro, 2015

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Nossa equipe

PARÊ GUeRSON

ISAURA SILVA

VENDAS

ASSISTENTE

BeNÊ CARVALHO

RONALdO CASARIN

VENDAS COLUNISTA GUARÁ

EDITOR

BRUNO MOURA

DIAGRAMAÇÃO E CRIAÇÃO

TACIANA BRITO

FOTÓGRAFA

SOCORRO PINTO

COLUNISTA TAUBATÉ

GILBeRTO FReITAS

COLUNISTA SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

FABIANA FeRReIRA

COLUNISTA DE ESPORTE

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JOSÉ LUIZ

COLUNISTA TAUBATÉ

MARIANA JUNQUeIRA

ROdRIGO MeLO DISTRIBUIDOR

ANNA deNNZ

COLUNISTA CAÇAPAVA

LIGIA BALLOT

COLUNISTA SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

COLUNISTA APARECIDA

CAROLINe PAeS

GUILHeRMe MARTINI

COLUNISTA LORENA

COLUNISTA

CAMPOS DO JORDÃO

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Entrevista

Juarez Soares Vitti - Como você chegou ao rádio esportivo paulistano? Juarez Soares - Em 1961, eu havia terminado o curso clássico no colégio em Lorena, e ia me mudar para São Paulo. Um amigo, Miguel Marcondes, disse que a Rádio Difusora de São Paulo estava fazendo um concurso para selecionar um narrador esportivo. Fui junto e fiz o teste. Curiosamente, eu passei e ele não. Vitti - Como foi esse teste para entrar na Rádio Difusora? J.S. - A Difusora era das Emissoras Associadas, do Assis Chateaubriand, que mandava em tudo. Milton Camargo era o chefe na Difusora, e fez o teste. Primeiro me fez bater um comentário à máquina. Depois me mandou fazer um comentário falado de três minutos. Ele ainda me mandou, na noite seguinte, estar no estádio do Canindé, onde a Portuguesa enfrentaria o São Cristóvão, para narrar um pedaço do jogo. Um tempo depois vim para Lorena, e passei na Rádio Cultura. Foi então que recebi a informação de que havia passado no teste, e o pessoal da Difusora estava me procurando. Voltei para São Paulo, e na Difusora me ofereceram a vaga para repórter. Fiquei dois anos sem receber, fazendo experiência. Até que fui efetivado em 1961. 8 | Vitti | revistavitti.com.br

Divulgação

J

Por Ronaldo Casarin

uarez Soares Moreira nasceu em São José dos Campos, estudou e fez-se radialista em Lorena, e posteriormente fez carreira no jornalismo em São Paulo. Aos 74 anos, ainda em plena atividade na TV e no rádio, Juarez – também chamado por muitos de “China” - é um tipo de jornalista que faz a diferença pela postura e pela história que construiu. Começou no rádio em 1958, aos 17 anos, na Rádio Cultura AM de Lorena, narrando jogos de futebol do E.C. Hepacaré e atuando como locutor em horário comercial da emissora. “Saia correndo, pegava a bicicleta e ia para o colégio estudar à tarde depois de trabalhar na rádio”, relata. De passagem por Lorena, ele concedeu uma entrevista onde falou da sua ligação com a cidade valeparaibana, do começo no rádio esportivo local, suas experiências com política e passagens memoráveis ao lado de companheiros de microfone.

Vitti - Já em São Paulo, militando entre a nata do rádio, quem foi seu grande mentor no jornalismo profissional? J.S. - Não tive um padrinho ou mentor. A experiência que ganhei foi na Difusora, que tinha grandes locutores, como Aroldo Fernandes e Luiz Noriega. Em 1963 houve a grande virada do rádio em São Paulo. Pedro Luiz, que era o maior da época, da Bandeirantes, saiu e foi para as Associadas. E fez uma exigência: que o futebol saísse da Difusora e passasse a ser transmitido pela Rádio Tupi, que era a grande emissora do grupo. Surgiu então a chamada “Equipe 1040”. Depois o Pedro foi para a Rádio Gazeta, e lá formou uma boa equipe esportiva também. Depois ele saiu e foi para a Rádio Nacional, que se tornaria a Rádio Globo, e eu o acompanhei. Fizemos a cobertura das eliminatórias e da Copa do Mundo de 1970, no México. Vitti - Qual foi a Copa do Mundo que você cobriu que mais te marcou? J.S. - Foi a de 1970, que cobri pela Rádio Globo, com o Pedro Luiz como narrador. O Brasil ganhou com merecimento, era uma tremenda seleção. Fiquei lá concentrado acompanhando todo o dia a dia da equipe, e realmente foi a Copa mais marcante, pelo espetáculo que o Brasil deu.

Vitti - Quais fatos mais marcantes você guarda de recordação da histórica cobertura da Copa do Mundo do México em 1970? J.S. - Em 1970, a transmissão era feita por um pool de emissoras. Cada uma narrava 15 minutos do jogo. E o pool que reuniu Bandeirantes, Jovem Pan e Globo era audiência absoluta em São Paulo. Quando acabou a final, em que o Brasil venceu a Itália por 5 a 2, houve aquele furor todo, invasão de campo e tudo mais, nós não estávamos no ar, então eu decidi ir para o vestiário. Os jogadores do Brasil foram chegando, e fui entrevistando eles, o Félix goleiro entrou reclamando muito, dizendo “fala pro Mário Moraes (então comentarista da Rádio Globo) que eu sou campeão do Mundo”, porque o Mário o criticava muito. O Pelé dava murros num armário e dizia “Pelé não morreu, não!”, porque muita gente dizia que seria a última Copa dele. Foi marcante estar ali e ver essas reações que poucos viram num momento histórico. Gravei com os jogadores e subi correndo para a cabine, cheguei lá com as exclusivas que foram ao ar para todo o Brasil ouvir. Vitti - Como você começou a trabalhar na televisão? J.S. - Em 1974 eu estava na Rádio GloOutubro, 2015


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bo, e comecei a fazer reportagens também para a TV Globo, onde fiz a cobertura das Copas de 1974, 78, e 82. Passei a atuar bastante na TV, mas nunca abandonei a rádio. Vitti - Quando surgiu a oportunidade de fazer parte do “Show do Esporte”, que revolucionou a cobertura esportiva na TV brasileira? J.S. - Depois da Copa de 1982, Luciano do Valle me convidou para sair da Globo. Ele me disse: “não sei bem pra onde vamos, nem o que vamos fazer. Vamos fazer tudo, menos futebol”. Eu achei que era brincadeira. Mas saí da Globo com ele e fomos para a TV Bandeirantes, onde criamos o Show do Esporte, um marco no jornalismo, pois era o dia todo de esportes, além de futebol, transmitíamos basquete, vôlei, boxe, sinuca, muitas coisas. Vitti - Você ficou na TV Bandeirantes até 1994. Sua saída da emissora é atribuída a comentários excessivamente politizados. É verdade isso? J.S. - Na verdade saí porque critiquei muito a CBF (Confederação Brasileira de Futebol). Mas só vim saber o motivo da minha saída depois. Em 1994, o Brasil ganhou a Copa, mas nós batemos muito duro na Seleção. Eu batia muito duro, e na hora de negociação de direitos de transmissão, a CBF negou para a Bandeirantes. Luciano do Valle me chamou, e disse que eu não faria a transmissão final do Campeonato Brasileiro de 94. Em solidariedade, o Luciano também não transmitiu aquela decisão. Veja a que ponto ele chegou! Agradeci ao Luciano do Valle pela solidariedade, peguei minhas coisas e fui embora. Foi uma ingerência política do Ricardo Teixeira, então presidente da CBF. E todos sabemos que tipo de gente ele é, sempre foi mafioso. Vitti - Você teve inimigos no futebol? J.S. - Não, nunca tive inimigos. Nem o Ricardo Teixeira foi meu inimigo, porque eu nunca falei com ele, nunca convivi com ele. Ele só teve essa interferência, mas segue a vida. Vitti - Você tem boa parte de sua vida também dedicada à militância política. Como se deu esse envolvimento? J.S. - Colaborei na fundação do Partido dos Trabalhadores. O meu falecido cunhado, Juninho de Grammont, que me fez entrar nesse mundo. O Juninho era jornalista 10 | Vitti | revistavitti.com.br

e assessor do Lula, que havia assumido o Sindicato dos Metalúrgicos. Era virada de 1979 para 1980, era uma efervescência danada, então fazíamos churrascos no fim de semana e conversávamos muito sobre política. Nas greves dos metalúrgicos eu ia, acompanhava, dava meu apoio, mesmo sendo repórter da TV Globo na época. Vitti - Você chegou a ser eleito vereador em São Paulo pelo Partido dos Trabalhadores em 1988. Como foi essa experiência? J.S. - Eu estava na TV Bandeirantes, e há tempos militava no PT. Estava atuante na campanha da Luiza Erundina para a prefeitura. Nessa eleição o partido me ofereceu para ser candidato a vereador. A princípio recusei, mas tanto insistiram que aceitei. Fui eleito como o 6º vereador mais votado da cidade e o terceiro melhor do PT, com quase 40 mil votos. Vitti - Como você chegou ao posto de Secretário de Esportes da gestão de Luíza Erundina? J.S. - Depois eleito, Erundina me convidou para ser Secretário de Esportes. Combinei com ela que ficaria dois anos como secretário e dois anos como vereador, pois queria cumprir o mandato a que fui eleito. Não gostei da experiência, pois não é a minha praia. Na política você tem que fazer concessões, e minha maneira de fazer política não se encaixava nisso, assim como a forma da Erundina fazer política era assim. Vitti - Um dos marcos da sua atuação foi a volta da Formula 1 para Interlagos. Como foi essa empreitada? J.S. - O autódromo de Interlagos estava caindo aos pedaços, a prefeitura sem dinheiro, o governo do estado fazendo oposição ferrenha, inclusive com influência da imprensa. Vale lembrar que São Paulo havia anos antes perdido a Formula 1 para Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. A Erundina me chamou e disse que o autódromo só continuaria existindo se eu conseguisse trazer a Fórmula 1 de volta para São Paulo. Porque na cabeça do pessoal do PT era um absurdo manter aquilo tudo (o autódromo) para milionário ficar “brincando de carrinho”. Vitti – Qual foi a solução encontrada para lidar com esse problema da Formula 1? J.S. - Conheci um ricaço do norte do

Paraná que corria de carro. Ele comentou que somente uma pessoa poderia trazer o GP para São Paulo: Piero Gancia, presidente da Confederação Brasileira de Automobilismo. Piero era influente, e estava prestes a acontecer a eleição para a presidência da FIA. Jean-Marie Balestre era candidato e dependia dos votos sulamericanos para se eleger. Fui atrás do Piero, expliquei a história, e pedi que ele conhecesse a prefeita Erundina. Dei a ele uma carta, com cópias em inglês, francês e espanhol, com tudo o que a Erundina se comprometia a fornecer para a corrida acontecer em Interlagos. Um dia, de madrugada, Piero me liga de Paris e fala: “Juarez, o GP será em São Paulo. E eu estou muito nervoso, porque ele me pediu os 18 votos sulamericanos. Eu garanti. Onde eu falar que vai ser o grande Prêmio, é lá que vai ser”. Agradeci ao Piero, e liguei para Erundina contando a novidade. Na tarde seguinte ela reuniu a imprensa e informou que o Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1 do ano seguinte seria em Interlagos. Vitti - Foi sua única experiência em cargo público? J.S. - Depois de terminar o mandato de vereador, não quis mais. Eu queria é ser jornalista mesmo, e a política tem que ser algo de tempo integral, não dá para conciliar. Vitti - Depois dessa experiência com a política, você voltou ao jornalismo esportivo. Como se sente hoje sendo um veterano da área? J.S. - Segui trabalhando como jornalista, comentando futebol, passei pelo SBT, rádio e TV Record e hoje estou na Rede TV, onde comento futebol, transmitimos a Série B do Campeonato Brasileiro e faço participação na programação esportiva da emissora. Estou também atuando na Rádio Transamérica, na área esportiva que é minha paixão. Vitti - Até quando você pretende trabalhar? J.S. - Até quando tiver disposição e me derem espaço. O jornalismo é parte da minha vida, é o que sei fazer e onde me sinto realizado. São muitos anos de trabalho, muitas experiências, mas tenho motivação e vontade de seguir falando no microfone. Enquanto me derem espaço e me quiserem falando, estarei em atividade. Leia a entrevista completa em: www.revistavitti.com.br Outubro, 2015


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Vitti Acontece

Susete comemorou seu aniversário em grande estilo com uma linda festa à fantasia. Curtiu a noite inteira ao lado de familiares e amigos, entre elas a querida Beth Lima. Parabéns!

Helena Galceron

O 1º Dia Municipal de Luta da Pessoa com Deficiência foi celebrado no dia 22 de setembro em Taubaté. Mais de 100 pessoas estiveram na Câmara Municipal para acompanhar os eventos que marcaram a data. A programação teve início com o “Cadeiraço” pela Av. do Povo, seguida das solenidades e demais atividades da programação.

Maria Fernanda, de 7 anos, foi coroada Mini Miss São José dos Campos, na categoria Mirim, em concurso realizado no dia 17 de setembro no Teatro Santana. Após receber a faixa de primeiro lugar, Maria Fernanda agora se prepara para concorrer ao Mini Miss São Paulo, em 24 de outubro.

Sérgio, Amanda, Rodolfo e Gerusa

Dia 27 de setembro rodolfo organizou no Bar Class Bear uma degustação da cerveja Ópera.

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Fotos: Luizinho

Felipe Lobato, Mônica Borges, Nathália Assumpção e Gleisson Fernandes, equipe Comercial do Via Vale no Moda Garden 2016.

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Nos dias 23 e 24 de setembro aconteceram os desfiles do Moda Garden Verão 2016, primeiro grande evento fashion do Via Vale Garden Shopping, em Taubaté. Os melhores looks foram destaque na passarela e o público conferiu de perto as novidades para a próxima estação.

FOTOS: TACIANA BrITO / LuIZINhO

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Social Taubaté

delícias da Cissa

FOTOS: TACIANA BrITO

No dia 25 de setembro a Delícias da Cissa inaugurou sua segunda loja no Via Vale Garden Shopping. Venham prestigiar a primeira foodbike em Taubaté. Macarrons, brigadeiros gourmet, brownies entre outros Delícias da Cissa - uma explosão de sabores!

Cecília e Carolina

Equipe Delícias da Cissa

Silvia Helena, Cecília, Carolina e Gilmara

Cinthia Souza, Cecília e Evelyn Inocêncio

Maria Isabelly Lopes

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Carolina, Aparecida, Inácio, Cecília e Marcela

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Coquetel Ferrara

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O Get Together que aconteceu em 28 de setembro agitou Pinda e foi o primeiro de muitos eventos, desfiles, festas e exposições que Alessandra Cozzi está organizando para as lojas Ferrara e CZ Surf. A empresária recebeu uma lista VIP de amigos e clientes em clima descontraído e cool, embalados pelo setlist do DJ Alex Cristiano, cardápio elab orado pela c hef Thais Cesar entre champagne e cervejas Miller. A consultora de moda Flávia Galdino foi apresentada como embaixadora da Ferrara no brinde final da festa que teve Amanda Ayello como aniversariante do dia e o Esquadrão do Click marcou presença com sua equipe produzindo e fotografando as convidadas. Fotos: Esquadrão do Click/Nando Jr e João Gustavo

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1- Flávia Galdino e Alessandra Cozzi. 2- Janaina de Deus e Alessandra Cozzi. 3- Alessandra Cozzi e Amanda Ayello. 4- Juju e Alessandra Cozzi. 5- Equipe Ferrara e amigos. 6- Dj Alex Cristiano. 7- Adriana Rebouças, Alessandra Cozzi, Vera, Zilma Cardoso e Janaina de Deus. 8- Maria Rita e Alessandra Cozzi. 9- Flávia Galdino, Antônio Cozzi e Alessandra Cozzi. 10- Regina Andrade e Alessandra Cozzi. 11- Zilma Cardoso, Alessandra Cozzi, Flávia Galdino, Juliana Cozzi, Marcela Vitti e Adriana Rebouças. 12- Tiago Zani, Flávia Galdino, Alessandra Cozzi, Ana Weipert e Maria Julia.

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Social Taubaté

Sofistique Exquisite

Fotos: Maicon Douglas Fotografia

Uma obra prima da vida noturna: com roupagem diferenciada, a edição “Exquisite” da festa Sofistique distorceu todos os conceitos sobre entretenimento noturno reunindo gente bonita, música, intervenção artística e surpresas na noite de 12 de setembro em Taubaté. A desconstrução da realidade, proposta pelo Surrealismo, foi a temática da festa desenvolvida pelo publicitário Alex Cunha e representada elegantemente pelas instalações e obras do artista plástico Toniolo Neto.

Alex Cunha e Nerina Lima

Ralphy Castilho, Elaine Veiga, Leandro Silveira, João Nolaco e Daniel Sumihiro

Elton Lage e Claudinei Oliveira

Roberta Caroline Almeida

Alex Cunha e Sofistique Dancers

Rodrigo Machado, Eloy Paulino, Henrique e Cesar

Marcos Paulo, Renata Martins, Selma e o artista plástico Toniolo Neto

Fabio Matsuno, Gustavo Victor e Guilherme Borges

Luciano Barbosa, Elisabete Barbosa, Rose Castilho e Déo Rodrigues

Pamela Terra, Ana Luisa, Marcela, Isaura e Izac

Samantha Vieira

Para conferir mais fotos e acompanhar as próximas edições na FanPage do evento, use o QR-Code ou acesse: facebook.com/sofistique.taubate

Izac Souza, Junior Kassabian e amigos 24 | Vitti | revistavitti.com.br

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Social Taubaté

Irani Ferreira

FOTOS: TACIANA BrITO

Irani Ferreira recebeu convidados em coquetel de reinauguração de sua loja na rua XV de Novembro em Taubaté. Sempre buscando o melhor para seus clientes, Irani transformou sua loja em um ambiente mais aconchegante e descontraído, agradecendo a parceria da loja Arte Flor.

Irani Ferreira e Mari Antonieta

Thifani, Helber, Irani Ferreira, Yuri, Aline, Fernanda e Thales

Márcia Nunes, Ocimar, Toshie, Gustavo, Sonia e Denise

Irani, Isabel, Cristiane, Lais e Luciano

Elizabete Chagas, Lucilia Cunha Ramiro, Socorro, Beto, Silvio Ramiro e David Ortiz

Fátima Rabay e Irani Ferreira

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Rejane Lemes, Celso Lemes, Almir e Irani Ferreira

Cleyse Vilalta, Silvio Vilalta, Thays Vilalta e Bruno Fonseca

Helber e Thifani

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Social Taubaté

Wizard

FOTOS: TACIANA BrITO

Chega a Taubaté a mais nova unidade Wizard. Localizada na Avenida Itália, a unidade traz uma proposta de ensino de equilíbrio entre interatividade, tecnologia e dinamismo. Família, amigos e parceiros prestigiaram a inauguração que aconteceu no dia 15 de setembro.

Gustavo Cumpri, Fábio Siqueira, Anderson Sunao, Sandra Delfino, Julio Anjos e Juliana Nagao

Anderson Sunao, Juliana Nagao e Julio Anjos

Ivan Pereira, Andressa Anjos, Júlio Anjos, Juliana Nagao, Sandra Delfino, Fábio Siqueira e Gustavo Cumpri

Júlio Anjos, Andressa Anjos, Jaqueline Beneton e José Alberto Beneton

Altair Moreira e Marilene Moreira

Júlio Anjos, Rafaela Anjos e Andressa Anjos

Mariana Sever, Juliana Sever, Andressa Anjos e Júlio Anjos

Equipe Wizard Taubaté

Fábio Siqueira, Júlio Anjos, Sandra Delfino e Gustavo Cumpri

Ivan Pereira da Silva, Lindomar dos Anjos Pereira da Silva, Júlio Anjos, Priscila Pazzini e Ivan Alessandro

Wellington Candido, Thais Candido, Katia Candido, Cassia Sunao, Anderson Sunao e os bebês: Maria e Arthur

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Economia

A Origem de Todos os Males

(e o que fazer na crise)

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Por Felipe Guarnieri

e tem um império que admiro é o Império Romano. Nossas leis, nossa arquitetura, nosso calendário, a tolerância religiosa e cultural, a engenharia eficiente, praticamente tudo o que nos envolve como sociedade surgiu lá. Até mesmo a idéia de uma moeda comum na Europa é uma idéia essencialmente romana; que implementada também no norte da África e Judéia durou algumas centenas de anos enquanto que o Euro tem menos de 15 anos como moeda de verdade. Num momento em que a inflação busca o dobro da meta, o dólar bate em R$ 4,30, a economia cai 3%, o Brasil perde o selo de bom pagador, 1 milhão de brasileiros perdem o emprego e tudo indica que teremos o pior Natal dos últimos anos, o que o Império Romano pode nos ensinar? Não sei se a frase a seguir é ou não do autor a que foi atribuída, mas como se diz hoje em Roma, “se non è vera, é ben trovata”: “O orçamento nacional deve ser equilibrado. As dívidas devem ser reduzidas, a arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada. Os pagamentos a governos estrangeiros devem ser reduzidos se a nação não quiser ir à falência. As pessoas devem, novamente, aprender a trabalhar, em vez de viver por conta pública”. A frase é atribuída ao cônsul e orador romano Marco Túlio Cícero que a teria proferido alguns anos antes de Cristo ter nascido. No fundo, não é necessário ser um es-

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pecialista em macroeconomia para saber que a origem de todos os males é gastar mais do que se ganha. O principal ponto para um país ser saudável é que deve haver um equilíbrio entre o que o país arrecada com os impostos, e o que ele gasta com serviços. Se o país gasta mais do que arrecada, certamente ele terá problemas. O mais incrível é que o que é lógico para as pessoas, quase um mandamento “não gastarás mais do que seu salário todos os meses” é difícil de ser compreendido por governos ideológicos e populistas de esquerda como o atual. Há uma crença falsa baseada em um Keinesyanismo deturpado de que o aumento de gasto público estimula a economia. Não, quanto mais o governo gasta mais ele tem que aumentar os impostos ou mais ele tem que aumentar a dívida pública. Os últimos dados são assustadores. O governo deve ter um déficit nominal de 8% neste ano, ou seja, para cada R$ 100 de entrada de dinheiro sairão R$ 108; quem pagará pelos R$ 8? Você, por meio de um aumento de dívida pública e pior ainda, através do desvio de dinheiro que poderia ser melhor aplicado em saúde, educação, segurança etc. Nos sete primeiros meses deste ano, este déficit equivale a um rombo de R$ 248 bilhões. Mas o que fazer numa hora destas? Abrir um negócio: Pode parecer loucura, mas agora pode ser a hora certa para isso. Os aluguéis abaixaram, os fornecedores estão desesperados para vender e bater meta, há muita gente boa e desempregada aceitando um salário me-

nor e desesperada para ser contratada. Pode existir o desafio de encontrar clientes, mas isso pode ser compensado pelos custos menores com a vantagem de que quando a economia voltar a crescer, sua empresa já terá uma carteira de clientes. Fundos imobiliários/ Imóveis: De forma bem direta, há fundos imobiliários hoje na bolsa valendo menos do que o preço de reposição do ativo. Você pode comprar na prateleira algo que se fosse ser feito (comprar o terreno, construir etc) custaria muito mais. O mesmo vale para imóveis. Tem muita gente que comprou imóveis dando um passo maior do que a perna e agora não consegue pagar as prestações. Ele precisa da sua ajuda para se livrar da dívida. Quando o mercado voltar a aquecer, você terá comprado algo por um preço bem barato. Investir em títulos públicos ou CDI: O que te dá 15 a 20% de retorno ao ano sem ter que trabalhar e com um risco baixíssimo? Títulos públicos e privados de bancos médios. Tomando algumas precauções com risco, não tem o que pensar. É colocar o dinheiro, ir para a praia e ficar vendo o altíssimo rendimento cair na sua conta. Adquirir ativos: Aqui vale qualquer coisa. Se está pensando em trocar de carro, a hora é agora. Concessionárias abarrotadas de carros, gente que deu um passo maior do que a perna e está precisando que alguém as ajude a sair da dívida. O mesmo raciocínio vale para empresas, muita coisa barata na bolsa de valores. É comprar e esperar 2017, quando, esperamos, a situação estará melhor. Outubro, 2015

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Ponto de vista

SP 125: Caos anunciado

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Por Carlos Marcondes

Estado de São Paulo ostenta o “troféu” de ter as melhores rodovias estaduais do país. Isto é tão verdadeiro que, entre as dez melhores rodovias estaduais do Brasil, nove delas estão em São Paulo. Porém, existem algumas exceções inexplicáveis como, por exemplo, a Rodovia Oswaldo Cruz - SP 125. Governo após governo, ano após ano, nada muda naquela importante, contudo, precária rodovia. Até há pouco tempo, denunciei inúmeras vezes através do programa “Ponto de Vista” – que era apresentado por mim na TV Band Vale, o estado de abandono em que se encontrava a sinalização da rodovia, toda coberta pelo “mato”, aumentando consideravelmente o risco de acidentes. Essa situação

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somente melhorou quando entrevistei o Secretário dos Transportes à época, Dr. Mauro Arce, no Programa “Diálogo Franco”, veiculado também pela TV Band. Aí sim, os responsáveis acordaram e, desde então, ao menos a sinalização vem sendo preservada. Há poucos dias, indaguei a uma alta autoridade do governo paulista quanto à absurda circulação de carretas biarticuladas, transportando 40/50 toneladas de eucalipto entre São Luiz do Paraitinga e Taubaté, em sábados, domingos e feriados, quando este tráfego - a meu ver- deveria ser autorizado apenas de 2ª feira às 13 horas a 6ª feira às 13 horas. Isto evitaria inúmeros acidentes, em virtude da grande circulação de veículos de passeio que demandam Ubatuba, Paraty e adjacências. Outro problema é a autorização para o

tráfego de ônibus grande entre Taubaté e Ubatuba. Se não bastasse tudo isso, com a conclusão da extensão da Rodovia Carvalho Pinto até a Oswaldo Cruz, o caos será ainda maior. Fica a pergunta: onde estão as lideranças políticas de nossa região, que nada fazem para mudar isto? Carlos Marcondes é jornalista e advogado. Contato: cmcomunicacoes@gmail.com

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Social Maresias

Fotos: sergio coutinho jr

ConclusĂŁo do curso MBM Business School - turma 50. Ministrado por FlĂĄvio Garcia e sua equipe

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NÓS PREPARAMOS EMPRESÁRIOS QUE FAZEM A DIFERENÇA NO MUNDO!

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São José dos Campos Mogi das Cruzes Curitiba São Paulo INFORMAÇÕES PARA NOVOS GRUPOS www.mbmbs.com.br 12 3307.6004 | Nextel ID: 84*69017 Av. Alfredo Ignácio Nogueira Penido, 335 - sala 1402 - Jd . Aquarius - São José dos Campos - SP Outubro, 2015

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Social Lorena

Casamento Juliana e Rafael

FOTOS: TACIANA BrITO

Juliana e rafael casaram-se no dia 29 de agosto, em Lorena. A bela cerimônia reuniu familiares e amigos no tradicional Santuário São Benedito, numa tarde de muita alegria e emoção.

Daminha de honra, Elis Carvalho

Antonio Angelo, Juliana, Rafael e Claudia Mª Freitas

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Edgar Soares, Alexandra Brandão, Juliana, Rafael, Daminha Karen Soares e Raimunda Brandão

Karen Soares, Juliana, Carlos Lippi, Rafael e Natália Soares

Os noivos, Juliana e Rafael

Edgar Soares, Juliana, Rafael e Heloísa Damy

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Festas

Por que e para que Assessoria/Cerimonialista de eventos Nós garantimos o sucesso do seu evento para você apenas desfrutar do momento tão desejado e aguardado.

Leandro Monteiro

Por Marcio Corbani (Mariah Assessoria e produção de Eventos)

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om o passar dos anos e a correria do dia a dia, contratar o serviço de assessoria e cerimonialista passou não mais a ser algo exclusivamente de luxo, mas sim algo para agregar serviços, conseguir descontos e profissionais de qualidade, pois tudo o que facilita é bem vindo. O trabalho de coordenador de even-

tos requer conhecimento, experiência e muito cuidado com os detalhes, afi nal, transformar sonhos em realidade é tarefa de muita responsabilidade. A tranquilidade fornecida aos clientes (noivos, debutantes, empresas, etc), fazem com que o serviço de assessoria e coordenação se torne algo indispensável. O profissional desta área poderá facilitar e indicar os mais adequados profissionais para cada serviço, e ainda ter a chance de inserir novidades que permitem que o evento

r. Cel José Benedito Marcondes de Mattos, 420 - Quiririm www.mariahassessoriaeventos.com.br (12) 3686-3771 | (12) 9.9218-2568 Outubro, 2015

Marina Pires

fique mais interessante. O mercado de eventos é bem variado, então quando este serviço acontece de forma bem feita, faz com que o cliente não precise fazer contatos desnecessários, reunindo fornecedores e buscando sempre os melhores preços. Hoje, o serviço de assessoria traz além da praticidade, a segurança de que seu evento acontecerá da melhor maneira possível, alcançando sempre o sucesso e a felicidade esperada, seja ele uma pequena festa ou um grande evento.

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Saúde

A música e a pele

Por Dr. Érico Pampado Di Santis

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udo que faço na vida tem música por trás. Corro ouvindo música, atendo pacientes e opero ouvindo músicas, tomo banho, faço barba... tudo com um fundo musical. Recentemente tivemos um belo lançamento bibliográfico assinado por Franklin Martins, ex-ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social do Brasil durante o mandato presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva até dezembro de 2010, intitulado “Quem foi que inventou o Brasil”. Martins revela em sua pesquisa como a música influenciou e narrou os momentos de poder. Resolvi então fazer um pequeno levantamento de como a música trata nossa pele. Inicio com uma dos grupos que mais admiro: 14 Bis. Na música composta por Flávio Venturini e Sá, “Pele de Verão”:

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“Cheiro maneiro de verão Pele perto do sol... ... Pele queimada de verão Riso feito de sol Perto de cada coração O dom de ser o melhor”. Pele perto do sol e queimada de verão. Pode ser romântico, jovem, mas para saúde da pele teremos risco. Aqui o risco é o câncer de pele. “Pele” de Jair Oliveira: “Pele cobre tudo Pele de veludo Pele é a roupa natural (E a mais legal)” Revela por meio deste verso que nosso maior órgão é a pele. Portanto, o risco das queimaduras quando muito extensas é a perda desta proteção (roupa natural) faz com que nosso corpo perca água, eletrólitos e proteção contra os microorganismos. Em “trocando de pele”, de Ângela

Carlos e Giselle Griz a estrofe inicial me fez lembrar o famoso peeling: “Eu vou trocar de pele Usar a roupa nova” Michelangelo Buonarroti (1475 1564) também teve esse desejo em um de seus poemas, e manifestou seu desejo de se livrar da velha pele. E disse ainda que com uma pele mais forte ou jovem, o mundo passaria a não significar nada. Para terminar, vamos prevenir o câncer de lábio. Usar o protetor solar labial. Esse perigoso tumor pode gerar metástase em 13% dos casos. Rádio Taxi em “Um amor de verão”: “Um amor de verão Tem um sol particular Queima a boca até rachar” Dr. Érico Pampado Di Santis é médico Dermatologista. CRM: 96546 / RQE: 21582 Outubro, 2015


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Saúde

Obesidade Infantil

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Por Dra. Paola di Napoli

riança gordinha é assunto muito sério. Ver os netos gordinhos era a alegria das avós no passado. Criança gordinha era sinônimo de criança saudável. Hoje em dia sabemos que não é bem assim. A obesidade infantil, assim como a adulta, é um problema de saúde pública. Antigamente, se achava que a gordura era órgão de estoque e não servia para mais nada. Hoje se sabe que o tecido adiposo é a maior glândula que temos. Produz hormônios como o TNF (Fator de Necrose Tumoral), leptina, interleucinas, peptídeos, entre outros e todos eles vão contribuir para a  elevação dos níveis de gordura e de açúcar no sangue (predispondo a um risco maior de diabetes tipo 2), hipertensão, gordura no fígado, dores nas pernas, maior risco de fraturas ósseas, problemas de relacionamento social e até depressão, e esses problemas podem ser carregados pela vida toda. Em geral, a mãe tem sensibilidade para notar que o seu fi lho está um pouco mais "fortinho" do que os coleguinhas da mesma idade. A mãe ou os familiares perceberem esse fato é o primeiro passo para estabelecer a distinção, e devem procurar um pediatra, pois é ele que dirá

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as providências a tomar. Os pediatras fazem cálculos um pouco mais complicados. Nós dividimos o peso pela altura ao quadrado para obtermos o índice de massa corpórea (chamado popularmente IMC) muito semelhante ao calculo feito para os adultos. Só que as crianças não são guiadas por números fixos e, sim por gráficos. Existem gráficos de IMC para meninas e para meninos e os valores diferentes que definem quando há sobrepeso ou obesidade para cada idade. O pediatra que acompanha seu filho deve preencher essas curvas a cada consulta. A partir dessa avaliação é traçado o tratamento mais adequado para cada criança, que pode incluir também o acompanhamento de nutricionistas e educadores físicos. É também muito comum os pais pensarem que o excesso de peso da criança decorra de algum problema hormonal ou simplesmente da genética. Apesar de possível, essa é uma situação mais rara. Na maioria das vezes ele resulta de hábitos alimentares inadequados e sedentarismo. Por isso a Academia Americana de Pediatria (AAP) atualizou, no fim de junho de 2015, as diretrizes para a prevenção do excesso de peso entre a criançada. O objetivo das novas recomendações é fazer com que os pediatras ajudem os pais a perceberem a importância de adotar

bons hábitos de vida para os pequenos. Algumas dicas valiosas: Mantenha o aleitamento materno exclusivo até os 6 meses e siga as orientações do pediatra no momento do desmame; Limite o acesso a “tranqueiras” e encoraje o consumo de alimentos saudáveis. Evitar que doces, salgadinhos e bebidas açucaradas, tipo refrigerantes e sucos industrializados, entrem em casa é uma atitude importante; Desligue a TV. O tempo de tela nas crianças deve ser restrito a no máximo três horas por dia (incluindo videogame, tablets, celulares, etc). As guloseimas são muito anunciadas na TV principalmente nos “horários infantis”; Os pais devem dar o exemplo, praticando atividades físicas e esportes, e incentivando seus filhos a levar uma vida mais ativa. As crianças aprendem muito pelo exemplo. Detectar precocemente o ganho acelerado de peso é fundamental para prevenção de obesidade. Para isso a criança deve ter um acompanhamento de rotina com o pediatra, para avaliação não só do ganho de peso como avaliação da saúde em geral. Prevenir a obesidade é muito mais eficaz do que remediar. Dra. Paola di Napoli é Médica Pediatra CRM: 128405 - Rua Ângelo Firmo, 50, Centro - Taubaté. (12) 3632-8042 Contato: dra.paola.pediatra@gmail.com

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Social Taubaté

Socorro in Foco

Luciana, Maria do Carmo, Francine,Eloisa, Neide Murad,Judith, Zoraide e Tatiana Ruiz A querida Neide Murad mais uma vez abriu o luxuoso salão de festa da sua residência e recebeu convidados e amigos. Foi realizado o 3º bingo beneficente para restauração da Igreja do rosário e do projeto Orquestra jovem, mais um evento organizado pelas mulheres do conselho Gestor da Fundação Dom Couto.

Por Socorro Pinto helpkoka@hotmail.com

Paula, Luciana, Caroline, Lina, Julio e Patricia Bermejo A equipe Oazzi, do Via Vale Garden Shopping recebeu convidados e amigos para um delicioso coquetel e bate papo descontraido com as queridíssimas Luciana e Caroline, supervisoras da Animale.

As aniversariantes Grupo de amigas as DIVAS, comemorou com uma grande festa os aniversariantes do mês de setembro. Parabéns para elas: Janaina,Sandra, Gloria, Norma, Arlete e Carmem.

Equipe de médicos e oficiais da Aeronáutica Parabéns aos médicos aspirantes que foram promovidos a 2º Tenente da Escola de Especialista da Aeronáutica. Sucesso!

Viviane r Silva

Parabéns queridos amigos Lício e Deise! Dez anos de casamento e muitos motivos para ser comemorado. Juntos construindo um lar de amor, felicidade, cumplicidade e uma linda família.

Licio Barradas Jr e Deise Ciolf Barradas 42 | Vitti | revistavitti.com.br

O governador Geraldo Alckmin e Dona Lu, receberam no palácio residencial o empresário e amigo Adilson, acompanhado da esposa e do seu filho Fábio, para um delicioso almoço. O que não faltou foi assunto.

Geraldo Alckmin, Lu Alckmin, Rosângela, Adilson e Fábio Outubro, 2015


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Social Taubaté

Flash

Por José Luiz de Almeida luizinho-cafe@hotmail.com facebook.com/luizinholanches

Vem aí mais uma edição da Night Fever.

Amigos de longa data, Eduardo Bruni e sua noiva Fernanda rezende foram conferir o programa do rodrigo Faro

Diretor Geral do festival Ilharriba Beto Campos e a cantora Maria Alcina que é madrinha da festa. A partir da próxima edição o Ilharriba será um festival internacional. Parabéns por mais esse sucesso!

Segunda edição do Ilharriba - una Fiesta Latina encerra com grande sucesso, Simoninha, Beto Campos e Max de Castro fazendo o baile do Simonal.

As amigas Maria Clara Sávio, Lavinia Avinco e hellen Mussi se encontraram no restaurante Santa Figueira em Tremembé.

Solange Menezes e Priscila Grace fazem parte do time da loja Aroma Presentes e aguardam você sempre com muitas novidades e um excelente atendimento. 44 | Vitti | revistavitti.com.br

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Social Caçapava

Caleidoscópio

Por Anna dennz annadennz@hotmail.com O tesouro paradisíaco no eixo rio-SP, Clube dos 500 hotel & Golf, foi o destino de VIP's para a inauguração do seu Gastrobar, um espaço moderno e charmoso onde o brindar e degustar entre amigos resultam em sabor de quero mais. Ao centro da foto, a herdeira e administradora Mariana Sodré Santoro Batochio com a estrelada equipe: rodrigo Alk (ger. geral), Fábio Correia (mkt), Chef rafael Buongermino, Jaqueline rodrigues (ger. eventos) e roberto Nogueira (dir. geral).

Prestigiaram a inauguração do Gastrobar 500 a grande cenógrafa e produtora das mais importantes e ricas festas no Brasil, Chris Ayrosa e seu esposo Alcides Ayrosa.

Marion Brasil e João Athaíde também estiveram presentes e aprovaram os drinks assinados por Fábio Correia e o top cardápio mediterrâneo elaborado pelo Chef rafael Buongermino. Atenas, Santorini, Mykonos, Capadócia, Istambul... "lua-de-mel, mamãe... estou em lua-de-mel..." (como canta rita Lee) E assim, após selarem união em 5 de setembro, os noivos Laila Siqueira e Sérgio Luiz Victor Junior passaram certamente os dias mais felizes por enquanto - em suas vidas, pois muitas alegrias ainda virão.

No dia 15 de setembro o primogênito do casal rosangela e Adilson Franciscate, completou seu 27º ano de vida. Com louvor e gratidão, o aniversariante Pastor Fabio, também recebeu com muito amor da esposa, filha, pais, sobrinhos, irmã e cunhado. Na sequência do registro: Adriana, Adilson, Fabio, Manuela, rosangela, Diego, Naiara, Natalia, Alicia e rodrigo. 46 | Vitti | revistavitti.com.br

Durante encontro de operadores de turismo da região Valeparaibana, promovido pela Copa Airlaines, Emerson Sanglard - Gerente de Marketing Mercosul, Cristiane Cortizo, Gabriela Delay - rP Disney, Luana Costenaro e Paula Daros apresentaram os novos destinos da companhia aérea e sortearam viagens com diversão garantida para a terra da magia.

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Gastronomia

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Baixa versus Alta Gastronomia Por Rafael Ferro

odemos dizer que a baixa gastronomia foi, durante muito tempo, considerada “simples demais”. Era o tipo de comida feito nos fins de semanas, naqueles restaurantes mais simples, nos botecos e que não mereciam a nossa atenção. O fator histórico é muito preponderante. Toda a nossa cozinha é formada durante o período colonial e reforçada quando recebemos as diversas imigrações. Isso tudo é a nossa cozinha de raiz que está intrinsecamente ligada às manifestações populares, comidas como feijoada, rabada, a carne de sol e muitos outros pratos que há séculos estão nas nossas mesas. A grande diferença dos pratos da baixa gastronomia é que estes são ícones culturais que fazem os estabelecimentos

Brigadeiro de caipirinha 1 lata de leite condensado 50ml de cachaça envelhecida Açúcar cristal Raspas de limão 20g de manteiga sem sal 48 | Vitti | revistavitti.com.br

mais simples se transformarem em grandes santuários da nossa gastronomia, respeitados, bem tratados e muitas vezes endeusados pela sua comida. A alta gastronomia já trata o ato de cozinhar como uma arte. Ela lida com o estudo dos ingredientes, com o potencial dos cozinheiros, a estética do prato, ou seja, com a experiência única que diversos fatores em conjunto presentes em um restaurante podem proporcionar. Ambas trabalham para o desenvolvimento da gastronomia com as ferramentas que lhes são dadas. A diferença entre baixa e alta gastronomia, apesar de ser considerado um conflito interminável, só tem a agregar nas inúmeras possibilidades para os consumidores desfrutarem de sabores e propostas. Também vale ressaltar que atualmente as duas gastronomias tentam se copiar, ou melhor, trocar as ferramentas prin-

cipais de cada uma. Por um lado a alta gastronomia procura transformar ingredientes simples, como chuchu e jiló, em verdadeiras obras de arte, remodelando o ponto de vista do consumidor. Já a baixa gastronomia possui tendência em “gourmetizar” suas preparações para agregar valor de venda, às vezes causando perda de tradição, algo não muito desejável, afinal, queremos o clássico justamente por ele ser clássico. Quer um exemplo mais claro desse conflito “baixa x alta” gastronomia que o nosso brigadeiro? Antes era somente um simples leite condensado com achocolatado/cacau em pó. Hoje, infinitos sabores já criados! Segue uma receita para você aproveitar nesses dias de calor. Rafael Ferro é chef de cozinha e docente no SENAC Campos do Jordão Contato: rafael.cferro@sp.senac.br

Modo de preparo: Comece colocando o leite condensado numa panela no fogo. Acrescente a manteiga e mexa sempre mantendo o fogo baixo até que dê o ponto. Para saber quando deu o ponto, observe quando o conteúdo começa a desgrudar da panela. Tire do fogo e acrescente a cachaça. Coloque a panela de volta ao fogo e espere até que atinja o ponto. Depois disso, coloque o resultado da panela numa placa untada, deixe esfriar. Unte as suas mãos com manteiga, boleie e faça os brigadeiros. Passe no açúcar cristal e depois nas raspas de limão para decorar. Depois é só servir e deixar que os seus amigos se deliciem com essa maravilhosa opção doce de caipirinha. Outubro, 2015


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Social São José dos Campos

Atitude News

Por Gilberto Freitas gilfreitasff@hotmail.com

Fábio Zenebon e Cibele inauguraram a Prolange Langerie no Esplanada Shopping, em São José dos Campos.

Dennis Silva e Celso ricardo receberam a Miss Brasil 2013 Jaqueline Oliveira no Coquetel do novo espaço da C&D Cia da Beleza.

Foto oficial do Dream Day 2015 no espaço Cassiano Ricardo, em São José dos Campos.

Marcelo Carlos e Cristina Souza no standup do Santonofre Boteco Bistrô, em São José dos Campos.

Patrícia Andrade, Naiara Coppio e Alessandra Aguiar no Quintaneja do Guten Bier.

Os sócios Fauez rachid e Cris Idalgo no Estância Nativa, em Caçapava.

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Social São José dos Campos

Luxo

Por Mariana Junqueira macjpm@hotmail.com Ieda Cotrim e Patricia Couto, lindas, na festa de encerramento da OFD assinada pela F3 entretenimento.

Paulo Santos, Vinicius Vieira, Patricia Xambre e Maurício Pinheiro comemoram a abertura da nova loja MMartan.

Ieda Cotrim e Patricia Couto na festa de encerramento da OFD assinada pela F3 entretenimento.

Alvaro Mirapalheta e Oscar Constantino no evento irretocável, Oscar Fashion Day 2015.

José Luiz de Souza e Cimey Gadella, esbanjam competência e talento no Oscar Fashion Day.

renata Del Vecchio, querida, no desfile do Oscar Fashion Day 2015. 52 | Vitti | revistavitti.com.br

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Social Aparecida

Aparecida

Fotos: Canal GNT

Danilda Sampaio | Fotografia

Por Ligia Ballot liballot@hotmail.com

Banda Blackout hard arrasando no primeiro rock in roca no bar da Boa, em Aparecida.

Pai e filho juntos no Programa Cozinheiros em Ação do canal GNT. Paulo e João Fogarolli representaram muito bem a região. Parabéns!

Bel Dias, Pablo Maciel, Cristiane roberta e ricardo haber curtindo o horse hall, em Guaratinguetá.

Equipe do horse hall hípica em Guaratinguetá. Como sempre, uma festa imperdível. 54 | Vitti | revistavitti.com.br

Luis ricardo e renta Fortes casal lindo demais! Outubro, 2015


OS QUERIDINHOS VOLTARAM... Os pratos mais vendidos nestes quatro anos num só Cardápio. E muito mais: Cardápio Novo, Festivais, Wine&Dinner, novidades no Delivery, Promoções, e no Bar... ABERTURA DA VARANDA!!! Festas temáticas, Comemoração de 2 anos de Dejàvu. É o verão batendo em nossa porta, pode chegar... *Fique atento, está tudo no face. AGENDA

WINE&DINNER 08 de Out VALE FOOD WEEK 15 a 28 Out EVENTOS E CONFRATERNIZAÇÕES solicite orçamento PRAÇA PADRE LUIZ BALMES, 120 CENTRO - TREMEMBÉ SP RESERVAS 12 3674 1400 santafigueira

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@santafigueira

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Social Guará

Guará em Pauta Bruna Mello

Por Benê Carvalho benecarvalho@revistavitti.com.br

Com sua beleza estonteante e seu porte de super modelo, a querida Julia Portela foi clicada pela fotógrafa Bruna Mello num ensaio pra lá de incrível e as fotos postadas mexeram com os seguidores e amigos da beldade.

O querido casal Márcia Teixeira e Luciano Barreto trocaram alianças no final de agosto, numa linda e emocionante cerimônia na Igreja de N.Sra das Graças, em Guará.

O delegado Chiquinho Sannini da DIG de Guará recebeu na Câmara Municipal uma homenagem mais que merecida pela sua excelente performance ao Estado e à sociedade. Natural de Guará, depois de uma temporada em São Paulo, voltou e começou a atuar na nossa região. Convicto de que estava na carreira certa dedica essa homenagem à todos os policiais civis, especialmente ao seu time na DIG. Olga Câmara está toda contente com a inauguração de mais uma loja da tradicional Perfumaria Alquimia. Na praça principal no centro de Guará, a equipe está treinada pra atender e ganhar os clientes com muita simpatia. A APCD de Guará, em comemoração ao Jubileu de Ouro, realizou um jantar comemorativo no Itaguara Coutry Clube com alguns dos seus ex-presidentes e com a recém eleita.

Dairo Pimentel Jr, Antonino Kimaid, Maria Elizabeth Ramos Martins, Jones Pereira Ávila, a atual presidente Alcineia Reis de Carvalho, Joaquim Rangel de Castro, Laura Ferreira, José Geraldo Cardoso Jr e Benedito Bosco

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O advogado e professor Dr. Luis Antonio rebello, referência na região, recebeu uma merecida homenagem do Curso de Direito da unisal de Lorena, local onde encantou, ensinou e acima de tudo cultivou o amor fraternal dentre seus diversos alunos. Outubro, 2015


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Social Campos do Jordão

Campos Acontece

Luiz Padovan e Ana Lúcia Matos Branco (diretoria de Comunicação e Marketing da BM&FBOVESPA S.A)

Por Guilherme Martini gdmartinineto@gmail.com

Renato Ortelan, Jaquelini - Mega Cycle, Diogo Paes, Jorge Campos, Maria Eduarda - Mega Cycle e Angelo Treviso Equipe de Vendas da Triumph e hostess durante o Mega Cycle de Campos do Jordão, entre os dias 4 e 7 de setembro no Centro de Eventos. Ass. Com PMCJ/Sérgio Biagioni

Sérgio Biagioni

7º Congresso Internacional de Mercados Financeiro e de Capitais realizado no Campos do Jordão Convention Center entre os dias 27 e 29 de agosto.

Inauguração do Centro de Turismo Equestre José de Oliveira (José Macaco). Família, prefeito Fred Guidoni e a primeira Dama Juliana Cintra.

O Casal Michel Kleimann e Raquel Sayeg em final de Semana em Campos do Jordão na Enoteca Brazolin.

Maria Laura e Fernando almoçando no restaurante Querênça da Serra em Campos do Jordão.

Sérgio Biagioni

Inauguração da Praça Daniel Cintra no dia 5 de setembro ao lado da rodoviária. Agora os Turistas e Jordanenses tem facilidade de acesso.

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Pelo mundo

Londres Mantém o Charme, Sempre Moderna

Detalhe da fachada da Nova Prefeitura de Londres refletindo a Ponte da Torre

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Por Antonio Barbosa Filho

maior a cada ano o número de brasileiros que visitam Londres, a tal ponto que o Português é um dos idiomas mais ouvidos nas ruas e parques. E Londres é a cidade do mundo onde se fala o maior número de línguas, de todos os continentes. A maior cidade da Europa "Ocidental", com mais de oito milhões de habitantes, conserva atrações para quem procura monumentos históricos, ao mesmo tempo em que sempre se moderniza, introduzindo novas e sofisticadas paradas nos roteiros turísticos. Exemplo disso é a nova Prefeitura, um ousado edifício envidraçado, que fica às margens do rio Tâmisa, bem próximo à secular Ponte da Torre. O complexo de Westminster, que engloba o Parlamento, a Catedral (onde estão enterrados dezenas de reis, rainhas e cidadãos ilustres como Sir Isaac Newton) e o célebre Big Ben. O Big Ben, na verdade, é o apelido do sino no topo da Torre Esisabeth (13,7 60 | Vitti | revistavitti.com.br

toneladas, o segundo maior da cidade), mas todos chamam assim todo o edifício. Já um ponto moderno é o Museu de Cinema de Londres, que este ano exibiu uma coleção de automóveis, lanchas e miniaturas usados nos fi lmes de James Bond. O Museu Britânico, em contraponto, foi o primeiro museu público do mundo, aberto em 1759. Nele há 8 milhões de peças históricas, do antigo Egito e Mesopotâmia até coleções de cerâmica e arte Inca. Mesmo um edifício tão antigo está próximo da modernidade, com seu hall de entrada circular, pelo qual se tem acesso às quatro grandes seções temáticas. Pode-se ver a Pedra Roseta, na qual o arqueólogo Champollion descobriu o significado dos hieroglifos egípcios (peça que o Egito reclama como sua), partes importantes do Partenon de Atenas, e um dos gigantes da Ilha de Páscoa. O visitante pode reconhecer locais onde foram feitos os fi lmes da série "Uma noite no museu", e há inclusive roteiros noturnos guiados pelos cenários dos fi lmes. Importante: os museus públicos da

Fotos: Marianne Lemmen

A famosa troca da Guarda no Palácio de Buckingham

Carro usado por James Bond é uma das atrações do Museu de Cinema de Londres

Inglaterra sobreviveram à onda neoliberal de Margareth Tatcher, e os ingressos ainda são gratuitos. Logicamente o Palácio de Buckingham continua atraindo milhares de turistas, e pode ser visitado (em parte) nos meses de agosto e setembro. São 775 cômodos, com 1514 portas, 760 janelas, 40 mil lâmpadas e 350 relógios. Todos os dias ocorre a troca da Guarda, com uma multidão se comprimindo junto aos portões para verem as bandas e as tropas que se revezam às 11:30 horas. Os parques londrinos são famosos, lugares livres para piqueniques, passeios de bicicleta e caminhadas. Ali é permitido pisar, sentar e deitar na grama, embora haja cadeiras para aluguel em toda parte. Os cafés são outra atração, como o famoso Café Sherlock Holmes. Esta personagem literária nunca existiu, mas a casa citada nos livros de Sir Conan Doule (na rua Baker Street, 2212b) tornou-se um museu. O pub que leva seu nome guarda "relíquias" do famoso detetive, como seu cachimbo, lupas, chapéu, etc. Outubro, 2015


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Divulgação

Música

Beto Campos: Uma vida em acordes

Como você começou a trabalhar com cultura e música? B.C. - Minha primeira atividade com arte foi aos 17 anos ajudando as divulgações da boate Circus, de São José dos Campos colando cartazes lambe-lambe com uns amigos. Minha porta de entrada profissional foi o teatro. Na década de 1980, Taubaté teve uma intensa atividade, e pude trazer para Taubaté vários espetáculos que estavam em cartaz em São Paulo. Em determinado momento migrei para a produção musical. Depois fui para São Paulo, e lá trabalhei como produtor executivo, produzi e gerenciei carreiras de artistas como Gal Costa, Adriana Calcanhoto, Miele, Guilherme Arantes, Belchior, Sexteto do Jô, Roberto Carlos, Zé Ramalho e tantos outros. Foi o que me deu oportunidade de conhecer o Brasil todo, acompanhando esses artistas incríveis. Como foram esses anos de convivência e trabalho com o Belchior? Ainda mantêm contato com ele? B.C. - Não, perdemos contato. Mas o Belchior é um cara fantástico. Por diversas vezes fui testemunha de artistas consagrados dizerem que ele é o guru da década de setenta, fonte de inspiração de tanta gente. Vejo que muita gente ainda ouve, fala de Belchior e grava suas canções. A formação dele é maravilhosa, estudou medicina, foi um monge e viveu enclausurado, e isso deu a ele uma bagagem fi losófica e espiritual fantástica. Tive a honra de conviver com ele, e foram momentos ótimos.

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Você acompanhou uma grande mudança na música popular consumida no Brasil. É possível dizer que o crescimento da indústria fonográfica teve papel determinante nessa queda de qualidade musical? B.C. - A decadência começa no meio dos anos 80. Com as mudanças das plataformas e a chegada da música digital na internet, isso se agravou. É interessante como a música brasileira se transformou do ponto de vista de qualidade poética. Você tem grandes músicos, tendo que tocar o que a mídia dita, e aí temos esses últimos 20 anos de música ruim. Uma forma que alguns grandes artistas encontraram para continuar produzindo foi partir para uma carreira independente, correto? B.C. - Sim, a liberdade de criar e gravar é o que gera música de qualidade. A partir do momento que as Rádios e TVs, mais a gravadora querem ditar regras, a qualidade da obra despenca. Esse processo gerou algo bacana, hoje muitos artistas tem seus estúdios caseiros, porém profissionais. Artistas mais abastados produzem todo o disco em seu estúdio próprio, e depois negociam ou não o material pronto com a gravadora. Como é esse seu trabalho de produção musical em eventos corporativos? B.C. - Nós, por meio da minha empresa, a RCS, atuamos em eventos, seja de empresas ou organizações, congres-

A

Da Redação

paixonado por música, iniciado pelos Festivais de MPB e tendo trabalhado com grandes nomes da música brasileira, Beto Campos enveredou pelo caminho da produção musical. Hoje, coleciona histórias e trabalha promovendo projetos musicais em que segue uma regra básica: “não ofereço nada que eu não consumiria”. Em entrevista ele fala de sua história, mercado musical, e os projetos que está realizando.

sos, etc. Faço a direção da trilha musical ao vivo de eventos corporativos. Temos grandes clientes como Bovespa, Sesi, Terraço Itália, entre outros por exemplo. É um serviço bastante procurado. Você hoje trabalha promovendo vários festivais de música Latina, Jazz, MPB, Blues dentre outros ritmos. Como é este trabalho? B.C. - Comecei a produzir este tipo de evento por necessidade, mas aliado ao meu gosto musical. Não ofereço nada que eu não consumiria. Só temos a oportunidade de consumir música boa, se alguém oferecer. Comprei essa idéia e tenho colocado em prática. Foco nos trabalhos conceituais. Recentemente finalizamos o 2º Ilharriba! - Uma Fiesta Latina, maior festival de música latina do Brasil, em Ilhabela. O Ilharriba! vai ainda para outras cidades do Brasil, como Campinas, Ribeirão Preto, Santos, Rio de Janeiro, São Paulo e ainda este ano o festival deve acontecer em Taubaté. Também estamos trabalhando o Ilharriba! Edições – Havana, Miami e Lisboa para 2016. Estou trabalhando também na realização de outros Festivais, como O Vale em Canto, O Por do Sol, Festival de Jazz +, ambos realizados em Ilhabela. Tenho trabalhado bastante também para consolidar o Festival de Jazz do Taubaté Shopping, que está em sua 3ª edição, além da Mostra Instrumental do SESI Piracicaba, que está em sua 7ª edição.

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Ambiente Construído

A influência ambiental na economia global

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Por Adilson Peloggia

economia global passa por um período de transição muito forte, caracterizando ações ligadas ao ambiente construído e problemas envolvendo gerenciamentos ambientais; são por natureza problemas sociais, envolvendo todas as áreas da sociedade. São apenas aspectos da crise ecológica. A saída para essas situações trata-se de uma questão ética e de participação máxima em busca de uma sociedade mais justa, livre e feliz. A mobilização social é fundamental para as questões ambientais, onde a participação social e a mudança de comportamento e atitudes são essenciais para que haja uma melhoria do sistema. Juntamente com essa participação, a Instrução Ambiental é o instrumento ideal para tornar público os temas ambientais. O cidadão poderá compreender melhor e estará melhor informado para opinar sobre as questões referentes ao ambiente construído. A emancipação da cidadania ambiental está ligada à participação de todos os setores da sociedade, e mais ainda a uma obrigação política vertical entre os cidadãos e o Estado. Um antigo paradigma diz que investir na gestão ambiental apresenta custos e redução da competitividade produtiva. Profundas modifi64 | Vitti | revistavitti.com.br

cações globais estão dando origem a um novo panorama de relacionamentos, demandas, instrumentos e respostas aos problemas ambientais, com abrangência, integração aos negócios e a sociedade. Um grande número de instituições no Brasil e no mundo está buscando correlacionar as suas atividades de gestão ambiental, com o valor agregado à gestão da produção. Uma revisão sobre a literatura de negócios internacionais, nos últimos 50 anos de publicações nos fornece margens para a identificação de importantes subáreas a serem pesquisadas, dentre as quais se destacam os estudos das forças ambientais que influenciam as práticas empresariais e do setor produtivo. Há quatro atributos de um país que moldam o ambiente construído no qual as empresas locais competem e podem promover ou impedir a criação de vantagens competitivas, sendo eles: as condições dos fatores de produção; as condições da demanda; os setores correlatos e os de apoio a estratégia, estrutura e competitividade entre empresas. Um grande pesquisador em 1990 denominou a estrutura como sendo o “diamante da vantagem internacional” e devem ser consideradas como uma evolução das condições socioambientais essenciais para países que querem ser competitivos e inovadores. Então, os problemas referentes ao am-

biente construído enfrentados pela sociedade não se tornam mais problemas para serem resolvidos na esfera dos poderes maiores, mas sim, em fóruns internacionais e com a participação da sociedade mundial. Existem processos de globalização que nos apresentam grandes perspectivas positivas em relação ao ambiente construído. Os meios de comunicação e a tecnologia avançada estão fortemente voltados às questões ambientais, e neste convívio harmonioso da discussão, o ambiente construído encontra respaldo diante da área econômica e notadamente na sociologia. A gestão ambiental bem aplicada pode ser um item fundamental para a sobrevivência da sociedade e para a sua qualidade de vida. Assim sendo, os problemas ambientais antes vistos no âmbito interno, hoje se tornam transfronteiriços e suas consequências afetam o globo terrestre. O ambiente construído é hoje visto como um bem econômico, e deve ser valorizado, sendo pertinente às atividades humanas. Com isso, sente-se a necessidade de novas propostas de desenvolvimento, melhor gestão e como um grande desafio social global. Portanto, necessitam de melhores vias de acesso à população. Prof. Dr Adilson Peloggia é Especialista em Ciências do Ambiente Contato: adilson.peloggia@gmail.com Outubro, 2015


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Consumo

Plantando Saúde

Família americana produz 2.700Kg de comida saudável por ano em terreno de apenas 370 m² Por Daria Florios / Foto Divulgação

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família Dervaes vive há 15 minutos de Los Angeles, EUA, em uma área suburbana. A casa com jardim incluso mede aproximadamente 370 metros quadrados, onde a família planta e produz o seu próprio alimento. Em um ano, essa família de muita disposição consegue produzir mais de 2.000 quilos de verduras, além de frutas de época, ovos de galinhas, entre outros tipos de alimentos. Desta forma, a família consegue ter uma verdadeira autossuficiência alimentar, mas não acaba aí. Sua produção é tão abundante que acaba por gerar uma renda de aproximadamente 20 mil dólares.

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Eles cultivam 400 variedades de frutas, verduras e flores comestíveis, aproveitando todo o espaço disponível que eles têm. Anualmente produzem mais de 2.000 kg de produtos hortícolas, 400 kg de carne de frango orgânico, mais de 450 ovos, 12 quilos de mel e frutas em abundância. Todos os produtos são orgânicos, considerados de excelente qualidade e com um preço de mercado. Todos os membros da família dão uma mão na horta. Para reduzir o consumo de energia e os custos da produção, eles decidiram instalar painéis fotovoltaicos, assim, os implementos agrícolas que exigem eletricidade são alimentados com energia limpa. Graças às suas colheitas, esta famí-

lia come somente alimentos de estação, ou seja, produtos sazonais. A venda dos produtos é direta e eles servem principalmente os restaurantes locais. O dinheiro recebido pela venda permite que a família compre os alimentos que eles não podem produzir em sua própria residência. É um exemplo muito interessante que mostra como com boa vontade e com a ajuda de toda a família, é ainda possível produzir o seu próprio alimento. Se você quiser seguir o caminho rumo à autossuficiência, como faz esta família que começou há dez anos, você pode seguir a página deles no Facebook: www. facebook.com/dervaes Fonte: www.greenme.com.br

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Negócios

A disponibilidade da informação e as barreiras ao conhecimento

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Por Arcione Viagi

processo de aprendizagem inicia pela aceitação de algumas premissas, paradigmas e dogmas. Inclusive para a comunicação precisamos aceitar os símbolos defi nidos em cada região, ou país para representar as coisas e os saberes. Se questionarmos o porquê de um som de uma letra ou o significado de uma palavra escutaremos que é assim, mas em outro lugar é diferente, pois é uma convenção aceita e passada de uns para outros desde o nascimento. Questionar isso é ficar isolado na ignorância, porque sem comunicação somos nada. Isso leva a um processo de aprendizado que passa pela aceitação de que existe algo a aprender antes de qualquer coisa. Para evoluirmos precisamos vencer uma barreira enorme que é adquirir as bases do conhecimento para depois conseguir questionar, criar, evoluir... A insatisfação do homem levou a busca por meios mais fáceis de atingir objetivos. A grande motivação sempre foi o

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ócio. O retornar à infância de liberdade e felicidade levou à evolução tecnológica que hoje reflete, entre outras coisas, na disponibilização digital do conhecimento adquirido em milhões de anos. Hoje desde muito novos somos bombardeados por uma infinidade de informações advindas de inúmeros meios de comunicação e nem sempre temos controle sobre aceitar ou não essa recepção de informações em grande escala. O problema é que a disponibilização da informação gera uma falsa sensação de poder e do “tudo saber”. O “saber” está à distância de uma pesquisa no “Google”. A consequência é que antes de aceitar dogmas e respeitar o conhecimento, por exemplo, de professores ou de pessoas com mais experiência, muitos acreditam que já sabem o suficiente para questionar. O questionamento é a base da evolução, porém, questionar sendo ignorante no tema é no mínimo uma perda de tempo. No caso da escola, muitos alunos - e pior, com apoio dos pais - desconsideram que a razão de ser do modelo de aprendizagem é justamente facilitar a aquisição de conhecimento por meio de um pro-

cesso estruturado que define os temas básicos para cada momento de nossa vida pessoal e profissional. Existe inclusive a desvalorização dos professores porque não “se encaixam” ao um novo modelo de aprendizagem mais autônoma. Não acredito que seja possível de um dia para outro a tecnologia substituir o processo de aprendizagem, até porque somos pouco organizados e motivados para sermos autodidatas. O mundo moderno e a velocidade das mudanças dificulta muito o processo de aprendizagem e aplicação do conhecimento. Essa subordinação ao processo de aprendizagem pode ser visto como uma castração, porém, castração maior é a sensação de tudo saber e nada efetivamente saber ou fazer além de lastimar as dificuldades da vida. Somos todos submissos a alguma coisa, uma cultura, uma religião, um governo, uma família, enfim não importa, faz parte da vida em sociedade. O que não podemos aceitar é sermos escravos da ignorância em plena sensação de tudo saber. Arcione Viagi é consultor empresarial. Contato: vitalconsultoria@gmail.com Outubro, 2015


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Reflexão

Um pouco de caos, na frágil harmonia dos dias atuais

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Por Juliana Bueno

filme norte-americano “Um pouco de caos” tem estes dois ótimos atores, Kate Winslet e Matthias Schoenaerts como protagonistas, eles são os heróis e ao redor deles uma historia acontece. Se possível, assista. Não espere muito, não é um filme profundo, mas é bonito, interessante e diferente. Vale a pena ver todas aquelas roupas lindas, aquelas paisagens maravilhosas de Versalhes, Fontaneblau, na época do auge da monarquia na França. Mas o que eu gostaria de escrever aqui para vocês, é sobre o “caos pessoal” que muitos de nós estão vivendo agora. O Brasil, especialmente, esta vivendo uma fase caótica. É claro que sim. Você ainda não percebeu? Se percebeu, o mais importante é não deixar que este caos nos contamine. Ele não pode atingir nossa vida pessoal, pensamentos e emoções. É importante separar muito bem, o que está acontecendo no mundo exterior, do nosso mundo interior, nosso microcosmo. Ser dono de si mesmo é fundamental. Isso precisa 70 | Vitti | revistavitti.com.br

acontecer de uma maneira autêntica, sem ilusões, vaidades e mentiras. Às vezes surgem outras reações. Uma delas, muito comum, é “fazer de conta” que está tudo bem. Sinceramente, não está. Preste muita atenção em si mesmo, na sua vida interior principalmente. Conheça profundamente os seus problemas, compreenda e trate deles, sempre confiando na cura. O desenvolvimento espiritual, a busca do conhecimento metafísico, com humildade e determinação ajudam muito a não se perder. Não perder as esperanças com este nosso Brasil. Não perder a esperança com o mundo, o planeta Terra. E nunca perder a esperança com nossa própria vida, nossos sonhos, planos e projetos. Lembre-se: para conquistar a luz, é importante aceitar e compreender “a escuridão”, seja ela fruto de uma fase existencial, circunstancial, ou de conflitos pessoais. O que devemos evitar é a fuga da realidade pessoal-social-planetária, vivendo uma vida de mentiras e ilusões. Estamos vivendo muito mais atualmente. Há de dar tempo para tudo, antes

de partirmos para outra dimensão, de preferência muito mais evoluída e feliz do que esta onde ainda estamos. Viver o “agora” é fundamental. Preces, meditação, terapias de todos os níveis, as mais espiritualizadas possíveis, apoiadas na busca interior do sentido maior desta nossa vida atual. Tudo isso que estamos vivendo agora há de passar, mais depressa do que imaginamos. Vamos pedir, vamos rezar para que seja assim, que a Vontade de Deus que é pura e justa aconteça para todos. E que nos ajude a viver em harmonia com esta perfeição (leis de causas e efeitos), e com a sabedoria interior que enfrenta todos os tipos de caos, em todos os níveis. Só não podemos mesmo é “tentar fazer de conta que está tudo bem”. Isso é prejudicial para a nossa saúde, e para a saúde e a prosperidade autêntica do nosso país. Estamos finalmente preparados agora para uma conscientização, e assim sendo, enfrentar, entender e tentar resolver o “caos” em toda e qualquer situação. Juliana Bueno é escritora e jornalista. Contato: julianabuenorbio@uol.com.br Outubro, 2015


Lançamentos

&

Som Céu de Lamparina – S/T

Vídeo

Por Ronaldo Casarin

CD - Independente

D

e São Luiz do Paraitinga chega o primeiro registro em CD do grupo Céu de Lamparina, uma reunião de craques da música local que emprestam seus talentos neste projeto de música junina. Lançado em junho deste ano, o disco de mesmo nome reúne canções que foram apresentadas nos Festivais de Músicas Juninas da cidade, realizados anualmente desde 1997. Com produção de André Magalhães (do Barbatuques), são 13 faixas que receberam o tratamento musical digno da riqueza sonora que a pequena cidade valeparaibana repre-

senta. Xote, baião, rastapé, entre outros ritmos característicos das festas de junho estão presentes nas canções que ganharam uma roupagem moderna, mas que emanam um romantismo e simplicidade próprios desse estilo. O registro dessas canções que participaram do Festival de Música Junina são, ao mesmo tempo, um ato de preservação da rica história musical luizense, assim como uma comprovação de que a produção cultural na cidade segue sempre inovando e agradando. Para saber mais, acesse: www.ceudelamparina.com.br

Coleção Filmes Noir DVD - Versátil

A

expressão francesa “film noir” designa um subgênero de filme policial que teve o seu ápice nos Estados Unidos, entre os anos 1939 e 1950. Muito cultuada entre fãs do cinema antigo, este segmento finalmente ganha uma coletânea ótima em versão brasileira. A produtora Versátil apresenta este Box com 3 DVDs que reúne seis clássicos dirigidos por mestres como John Huston, Jules Dassin e Jacques Tourneur. As

obras contidas na caixa são: “O Segredo das Jóias” (1950), “Um Preço para Cada Crime” (1951), “Sombras do Mal” (1950), “A Maleta Fatídica” (1957), “Do Lodo Brotou uma Flor” (1947) e “Mercado Humano” (1949). Os fãs do gênero podem se deliciar ainda com mais de uma hora de extras com detalhes e curiosidades a respeito dos seis fi lmes caixa. Esta edição lançada em 2015 é limitada e traz ainda 6 cards para colecionadores.

Procurando Sugar Man

DVD - Versátil

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elogiado procurando Sugar Man ganhou um merecido Oscar em 2013 na categoria de melhor documentário. O descendente de mexicanos Sixto Rodriguez era um músico folk de Detroit que no começo da década de 1970 lançou dois álbuns que passaram completamente despercebidos. Anos depois, estes LPs se tornaram cultuados na África do Sul. As músicas de Rodriguez falavam de injustiças e abuso de drogas, e o público sul-africano se identificou com a mensagem urgente do artista. O diretor sueco Outubro, 2015

Malik Bendjelloul foi atrás do ponto de interrogação que Rodriguez havia se tornado – muitos até achavam que ele já havia morrido. Mas o norte-americano é encontrado e ganha o esperado reconhecimento. Mas a conclusão vai além de um final feliz tardio. O filme fala de sonhos que desaparecem repentinamente. É impossível não se emocionar ao ouvir as evocativas canções de Rodriguez tendo ao fundo a Detroit dilapidada de hoje. A edição brasileira do DVD tem vários extras, incluindo making of e novas entrevistas. revistavitti.com.br | Vitti | 71


Comportamento

Educação financeira:

quando e para quê presentear as crianças

P

Por Andreza Tobias

or mais que os pais queiram evitar, por mais restrições que façam à ida a shoppings e a estabelecimentos de fast-food, inevitavelmente, em determinado momento, a criança entra em contato com o fabuloso mundo dos brindes e dos presentinhos. Rapidamente aprende que, ao tomar um lanche, pode ser presenteada com um brinquedo, um bichinho de pelúcia ou qualquer outro mimo que a agrade. Sob o ponto de vista de estratégia de marketing não há nada errado com uma postura que tenha como único objetivo atrair cada vez mais o público infantil. Porém, é preciso que reflitamos sobre as repercussões educativas de se receber um presentinho sem ter merecido ou sem ter feito nada que o justifique. Parece exagero, mas os pais frequentemente se vêem intimados por suas crianças a visitarem um desses estabelecimentos. Deve ser considerado o agravo que é uma refeição de alto valor calórico, com poucos nutrientes saudáveis, consumida apenas porque se quer receber um brinde. Isso também afeta as regras que tenham sido estabelecidas sobre educação financeira. Pais que presenteiam seus filhos sem motivo aparente, também é outra situação bastante presente em nossas realida-

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des e, que acaba sendo uma consequência de ambos os pais terem conquistado uma independência profissional que, de certo modo, exige horas de trabalho fora de casa. Embora esta seja uma situação de ausência dos pais durante a rotina de seu filho, é muito nocivo o sentimento de culpa dos pais na educação ser compensado com um presentinho, mesmo que seja baratinho. Com esta atitude, as famílias podem extrapolar no seu orçamento e não é este tipo de modelo que a criança precisa. Em dias de um passado não muito distante, crianças recebiam presentes somente no aniversário, no Natal, e, muito poucas, no Dia das Crianças. Hoje, pela ação das grandes empresas de marketing, que criam estratégias para que o consumo seja acelerado, as crianças são presenteadas mais do que deveriam. Com os apelos consumistas e com os bombardeios de propagandas para o público infantil, os pais cedem e vão na onda, mostrando-se pouco conscientes de suas atitudes e com senso crítico fragilizado. As consequências para esta atitude são negativas na vida dos pequenos, pois pode torná-los insaciáveis, tendendo a banalizar o que recebem, e a não considerar o afeto e o carinho na escolha de um presente como um valor. Por este motivo, os pais devem juntos refletirem sobre a educação que estão transmitindo a seus

filhos e ficar atentos para que o conceito de presentes não seja aprendido de maneira distorcida pela criança. Pai e mãe devem reservar um tempo em sua rotina na família para que cotidianamente conversem sobre as regras que necessitam estabelecer ao longo da educação que dão aos filhos. Talvez, o que os pais ainda não percebam é que, para ser educada financeiramente, a criança precisa aprender a valorizar aquilo que recebe e se esforçar para recebê-lo, dando importância ao valor empregado para presenteá-la, tomando-o como um gesto de carinho dos pais com ela. Não somente dando valor ao que recebe, mas também ao que pode dar ao outro. Um valor que pouco tem sido considerado, em especial na infância dos dias de hoje, é o doar. A doação é um ato de amor, de responsabilidade ética e de construir um sentimento de altruísmo para vivermos melhor em nossos relacionamentos. Portanto, seria valioso aproveitar o dia das crianças para que elas próprias sejam as doadoras de seus brinquedos que não mais utilizam para aquelas outras pequeninas poderem se divertir. Andreza Maria Neves Manfredini Tobias é Psicóloga, Terapeuta Familiar e Doutoranda em Psicologia Clínica pela PUC-SP Contato: andreza.m@uol.com.br Outubro, 2015


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em busca de um roteiro esquecido

Divulgação

História

O caminho entre as Vilas de Parati e Taubaté Por Lia Carolina Prado Alves Mariotto

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m 1596, o governador geral do Brasil, D. Francisco de Sousa, incumbiu Martim Correia de Sá da chefia de uma bandeira, que, saindo do Rio de Janeiro, aportou em Parati, subiu a Serra do Mar, por uma trilha indígena, alcançou a região valeparaibana. Desse ponto, atravessando a garganta do Piracuama, prosseguiu em direção à lendária Sabaraboçu. Posteriormente, esse caminho, muito percorrido, transformou-se em uma antiga estrada que serviu ao tráfego e comércio interno entre a cidade do Rio de Janeiro e as vilas de Parati e Taubaté; quando se achou ouro nas Gerais, a estrada foi usada como escoadouro do metal precioso. Transporte de diamantes Após o período aurífero, esse caminho foi cada vez menos frequentado, supondo-se até que não mais existisse atualmente. Com o propósito de comprovar a existência desse caminho e de reconstituir os pontos geográficos que o 74 | Vitti | revistavitti.com.br

compõem, apresentamos os resultados de um levantamento documental de manuscritos inéditos da época, complementado por uma visita ao local que terá restado desse antigo itinerário, tão importante em outros tempos. Ao longo dos nossos estudos sobre Taubaté sempre chamou a atenção a contínua preocupação da câmara taubateana com a execução e conservação das estradas que davam acesso à vila, aos bairros rurais, até mesmo as particulares ou aquelas que da vila partiam em direção às regiões vizinhas. O caminho do Yuna, o da Estrada Real de Pindamonhangaba, o que vai para o Mato Dentro, o do ribeirão das Almas, o do Tremembé, também chamado de caminho do Senhor Bom Jesus, o caminho e a estrada geral dessa vila para a de São José, ou ainda os caminhos particulares, eram vistoriados e conservados, principalmente antes ou após as estações chuvosas. O caminho do Yuna, ou caminho do rio Una, era o que dirigia-se para a região dos sertões coloniais, donde originaram

os antigos bairros rurais de Taubaté. Já o caminho da Estrada Real atravessava o ribeirão Ipiranga, um dos afluentes da margem direita do rio Una. Dentre os demais problemas com que lidavam os oficiais da câmara, estava o da delimitação da vila. Nesse sentido, preocupavam-se e buscavam entrar em acordo sobre o aforamento de uma gleba de terras pertencente a Taubaté, chamada Itacuruçá, localizada na região denominada Facão. Segundo Félix Guisard Filho, em 1667 os vereadores da vila pediam providências para que se tornassem conhecidos os termos confrontantes das terras da Vila de São Francisco. Através de uma Certidão solicitaram ao Ouvidor e Corregedor da Comarca, o Dr. Tomé de Almeida e Oliveira, que além de demarcar os limites territoriais da Vila, também lhes concedessem mais uma légua de terras em quadra da parte do Itacuruçá. Confi rmamos então que o território da vila de Taubaté se estendia por toda a região do atual município de Lagoinha, Outubro, 2015


chegando ao bairro de Itacuruçá, hoje pertencente ao município de Cunha. Essas terras fizeram parte do município de Taubaté até 1873, quando foram vendidas pela quantia de seis contos de réis. Havia então um roteiro que, ini-

ciando na vila de Taubaté, passava pelo rio Una, pelo ribeirão Ipiranga e seguia em direção à região de Itacuruçá. Unimos os mapas dos municípios de Taubaté, Lagoinha e Cunha e, nesse conjunto, traçamos uma linha unindo esses pontos – cidade de Taubaté/bairro de Itacuruçá -, possibilitando a visualização do esboço da direção geográfica do tronco viário. Encontramos em Barreiros um mapa que é de grande valia para esta pesquisa. Nele, o autor ilustra as viagens que fez o governador Artur de Sá e Meneses a São Paulo e Minas Gerais. Esclarecedoras são as informações contidas nas legendas. O percurso da viagem para São Paulo, em outubro de 1697, é indicado pela linha verde, o caminho mais longo, orientando o trajeto perOutubro, 2015

corrido pelo governador. Sai do Rio de Janeiro e, por mar, atinge o porto de Santos; sobe a Serra do Mar chegando a São Paulo. Continua até Mogi das Cruzes, penetrando no Vale do Paraíba, e segue até o ponto em que a linha verde une-se à linha vermelha, em Taubaté, indicando a volta por terra até o porto de Parati. Desse porto atinge por mar a cidade do Rio de Janeiro. Em 1697 percorria-se o roteiro na seguinte direção: Rio de Janeiro, Santos, São Paulo, Taubaté, Parati e Rio de Janeiro. Três anos mais tarde, em 1700, Artur de Sá e Meneses segue viagem para as Minas Gerais. A legenda em vermelho indica o novo trajeto. Saindo do Rio de Janeiro por mar, navega diretamente para o porto de Parati. Sobe a Serra do Mar, atinge a região do Facão e toma a direção da vila de Taubaté. O mapa confirma o caminho: Rio de Janeiro, Parati e Taubaté. Uma vez identificada a estrada, buscamos saber de que maneira a antiga trilha indígena se transformou na Estrada Real, com base em informações geográficas mais pormenorizadas sobre o trajeto, extraídas de fontes documentais manuscritas da época. Sabemos que, por vezes, as antigas trilhas indígenas serviam de balizas para delimitações de datas de terras distribuídas aos primeiros povoadores da região. Quando Taubaté torna-se vila, em 1645, com o levantamento do pelourinho e a instalação da câmara e do tabelionato, tem início a geração dos processos judiciais. Hoje, esses documentos fazem parte do acervo do Arquivo Histórico “Dr. Félix Guisard Filho”, na cidade de Taubaté. A consulta a documentos desse acervo baseia-se na hipótese de haver proprietários ao longo do caminho cujos documentos dêem pistas para reconstituir-se em maior detalhe os pontos geográficos da estrada. Por meio dos inventários, é possível identificar bens de raiz que facilitam a delimitação geográfica do roteiro. E, de fato, identificamos, pela leitura de inventários e testamentos seiscentistas e

setecentistas, paragens, datas e sesmarias ocupadas pelos primeiros povoadores e proprietários taubateanos ao longo do antigo caminho. A referência aos demais bens do falecido e as notas biográficas permitem traçar mais claramente o perfi l socioeconômico desses pioneiros. As informações obtidas de diversas fontes documentais complementam-se com a nossa pontuação das paragens. Traçamos um hipotético trajeto do caminho seiscentista, conjugando as informações para demarcar as primeiras paragens e propriedades, com os nomes de seus proprietários. Para concluirmos a pesquisa, fomos a campo, a fim de saber se aquele traçado seria, ainda hoje, viável e transitável. Como não tínhamos a menor ideia do que iríamos encontrar, entramos antes em contato com o comandante da Polícia Militar Ambiental do Estado de São Paulo, comando da 4ª companhia do 3ª batalhão, responsável pelo Vale do Paraíba e serra da Mantiqueira, e solicitamos uma viatura com acompanhamento de policiais. Achávamos que, muito provavelmente, seguindo aquele trajeto que hipoteticamente riscamos na sala do Arquivo Histórico, teríamos que atravessar propriedades e abrir porteiras particulares. E, para tanto, nada melhor do que a presença de policiais que não deixariam tomarmos, no mínimo, umas saraivadas de chumbinhos, sem falar nas prováveis cascavéis e afi ns que iríamos importunar. Mas qual não foi nossa surpresa ao perfazermos o trajeto! Existe ainda hoje, embora não pavimentada, uma pitoresca estrada entre Taubaté e Parati. Percorremos, a partir do bairro da Pedra Grande, último bairro rural de Taubaté, toda a extensão dela até chegarmos ao bairro da Encruzilhada, município de Cunha, local onde o caminho seiscentista bifurca para a estrada asfaltada que, da cidade de Cunha, desce para Parati. Portanto, além de fontes bibliográficas e de documentação notarial escrita na época, o percurso do trajeto ainda hoje existente comprova, in loco, a nossa hipótese sobre o traçado desse primitivo caminho que ligava o sertão ao litoral. revistavitti.com.br | Vitti | 75


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ESPECIAL EDUCAÇÃO

Mercado Aquecido

Vendas de livros no Brasil voltam a registrar crescimento entre agosto e setembro

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Por Paulo Virgílio (Agência Brasil)

s vendas de livros no varejo em todo o país voltaram a apresentar pequeno crescimento entre os dias 10 de agosto e 6 de setembro, em comparação com o mesmo período do ano passado. De acordo com dados divulgados no fim de setembro pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), o aumento foi 0,8% em volume e 2,2% em valor, alcançando um total de R$ 112,6 milhões. Pelo índice medido anteriormente, correspondente às quatro semanas entre 13 de julho e 9 de agosto, as vendas em 78 | Vitti | revistavitti.com.br

livrarias e supermercados tinham apresentado pela primeira vez no ano resultado negativo, com uma queda de 5,5% em volume e em 3,1% no faturamento, em comparação com o mesmo período de 2014. No acumulado do ano, os dados do Painel das Vendas de Livros no Brasil mostram, até o início de setembro, aumento de 5,94% em volume e de 5,62% no faturamento, no confronto com idêntico período do ano passado. De acordo com o Snel, os números do faturamento levam em conta as políticas de descontos em relação ao preço de capa, praticadas pelas redes varejistas. “Vamos aguardar os números do pró-

ximo painel para ver se os lançamentos da Bienal do Livro do Rio tiveram o impacto esperado no mercado”, comentou o presidente do Snel, Marcos da Veiga Pereira. Ele disse que espera fechar o ano com um crescimento de 6% na receita da indústria editorial brasileira. Divulgado a cada quatro semanas pelo Snel, o Painel das Vendas de Livros no Brasil foi criado com o objetivo de dar maior transparência ao desempenho do setor. Os números têm como base o BookScan, serviço de monitoramento de vendas de livros, presente em dez países, entre eles o Brasil. Os dados são coletados diretamente do caixa das livrarias, do e-commerce e de outros varejistas. Outubro, 2015


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ESPECIAL EDUCAÇÃO

Mudanças Urgentes

Educadores defendem menos conteúdo e mais qualidade no ensino básico Por Akemi Nitahara (Agência Brasil)

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ducadores debateram no dia 15 de setembro, no Rio de Janeiro, em sessão especial do Fórum Nacional do Instituto de Altos Estudos, a qualidade do ensino básico aplicado nas escolas do país. O tema foi abordado no painel “Transformar a educação, para que a educação transforme o Brasil”, dentro da sessão especial do Fórum Nacional do Instituto Nacional de Altos Estudos (Inae), que vai até amanhã na cidade. Diminuir a quantidade de conteúdo obrigatório para o ensino fundamental e médio e garantir que todos os alunos adquiram as habilidades básicas foi uma das sugestões feitas por professores como um dos meios para melhorar a educação no Brasil. O painel contou com a participação do ex-ministro da Educação, Renato Janine, e do senador Cristovam Buarque, ex-ministro da pasta, e de outros educadores. Para o professor Simon Schwartzman, do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (IETS), o principal gargalo na educação está no ensino médio, um modelo criado há 70 anos e voltado para o ingresso na faculdade. “Se conseguirmos destravar o ensino médio e abrir um pouco para experimentos, para iniciativas, conseguiremos avançar. É muito importante acabar com esse enciclopedismo, que não leva a nada, 15, 16 matérias que o

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aluno tem que passar correndo, e nunca chega a aplicar. Nós temos que permitir que os alunos optem e passem por diferentes áreas de formação e aprofundamento”. Ele destacou a importância do ensino técnico e profissional como uma opção de ensino médio, e não um complemento, como ocorre hoje. O ex-secretário de Estado de Educação do Rio de Janeiro Wilton Risolia afirmou que o ensino médio não atende as necessidades nem de quem cursa, nem do país. “Nosso ensino médio é uma commoditie às avessas. Não tem fundamento nenhum nem base teórica exigir que o menino que quer ser médico, e o que quer ser jornalista, façam rigorosamente o mesmo ensino médio. Ou que o percurso formativo de quem quer ser músico e quem quer ser engenheiro seja a mesma escola”, afirmou. O ministro Renato Janine destacou que houve muitos avanços no ensino técnico e que o Brasil ficou em primeiro lugar no WorldSkills Competition, realizado em agosto, em São Paulo. Ele lembrou que o ministério lançou as bases comuns nacionais dos componentes curriculares, que devem contemplar cerca de 60% do que será ensinado nas escolas. O restante deve ser preenchido por conteúdos regionais, como prevê o Plano Nacional de Educação, aprovado no ano passado. “Penso que, neste momento, a grande contribuição da base comum é sairmos

de discussões genéricas para entrarmos na discussão de conteúdo: no que deve ser ensinado. E de competência: o que os alunos devem aprender”. Para o senador Cristovam Buarque, é necessário uma reforma total no sistema educacional brasileiro, partindo da federalização do ensino para que a qualidade chegue a todas as cidades. “Um núcleo comum federal com a escola municipal não vai acontecer. As pessoas esquecem a pobreza das cidades. Tem cidades no Brasil cuja receita anual da prefeitura não chega a cem reais por pessoa. Como é que vai dar uma boa escola, como é que vai pagar o professor, como é que vai exigir um professor de qualidade, se eles são escolhidos na própria cidade, não vem de fora? Os funcionários do Banco do Brasil não são escolhidos na própria cidade, vem de fora. Os juízes vem de fora, os delegados vem de fora. A professora é da cidade”. Segundo Cristovam outros pontos que vão contribuir para melhorar a qualidade do ensino são formação e seleção do professor e dedicação exclusiva. “Professor qualificado e dedicado na sala de aula, professor que dá aula em três escolas não dá bem em nenhuma, tem que ser dedicado”. Ele acrescenta também avaliação do professor e capacitação para o uso das tecnologias. “A criança não aguenta uma aula no quadro negro mais, é uma violência para uma criança que nasceu vendo televisão, computador, internet, celular”. Outubro, 2015


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ESPECIAL EDUCAÇÃO

Complexidades e Desafios da Educação

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Por Renata Velloso

screver um artigo não é ter uma resposta e sim uma reflexão sobre um processo e falar de educação é um tanto complexo, mas parto do princípio que o tema não se resume a escola. Para exemplificar esta reflexão citarei a história do livro do escritor Monty Roberts "O homem que houve cavalos" (1935, ed. Bertrand Brasil), uma história real que vale a leitura quando o autor conta a sua vivência em Salinas - California em contato com os cavalos. Seu pai domava animais pelo método tradicional "machucá-los para não ser machucado", mas Monty discordava do método do pai. Diante de seu amor pelos cavalos e muita observação, Monty conseguiu estabelecer algo fascinante que foi a comunicação com os cavalos, linguagem que batizou de "Equus". Através desta técnica de como se relacionar com o cavalo tinha como regra a não violência e sensibilidade quando o domador obteve grandes resultados. Voltando ao eixo da reflexão que é a educação, processos, relações e humanos a história de Monty o domador de cavalos com sabedoria nos mostra que é possível 82 | Vitti | revistavitti.com.br

mudar, fazer diferente e a diferença. Nas relações humanas muitas vezes entramos em contato com ações nada promissoras no campo da educação, e como pontuei, a educação não se resume só na ou a escola; a partir do momento em que há relação, há o aprendizado que pode ser notado como positivo ou não. Educar em casa, na escola, no trabalho e nos mais variados contextos é estar contribuindo com o outro entendendo que não existe nada isolado. Como Monty domador de cavalos, as mães, os professores, chefes entre outros são pessoas que tem a função de estimular, mas para que isso aconteça é necessário o desapego de certas convicções e métodos compreendendo que muita coisa que já foi usado como regra de ensino no momento e no contexto atual precisam ser remodelados, pois os processos do homem estão constantemente em transformação e o saber é algo hipoteticamente provisório. O que sabemos hoje, o que conhecemos hoje quanto possibilidades e funções talvez amanhã não se encaixe e o que for bom e significativo ficará. Estando em constantes mudanças sempre vai ser o momento de reconstrução e de reflexão sobre novas diretrizes e ações, é tempo de repensar a família, a

escola, a religião, a política e o social. Saber educar, ter a devida educação é o resultado para um bom desenvolvimento aceitando, portanto, que temos que aprender a aprender e habituarmos a aprender sempre. A escola tem que aprender que o professor é aquele que estimula a aprendizagem e que o aluno aprende aquilo que tem interesse e como o conteúdo foi passado. Precisamos de ambientes democráticos de convívio e ética para tornar tudo mais interessante e estabelecer maiores e melhores conexões. Finalizando esta reflexão não poderia deixar de mencionar que a criança desde muito cedo precisa de alguém que olhe para ela que a estimule através do olhar, das palavras e do toque estabelecendo assim o contato. Monty entendeu vendo o pai trabalhar com os cavalos que havia outra maneira de ser correspondido na relação homem-cavalo e foi com muita sabedoria emocional que se transformou no grande educador de cavalos. Uma história inspiradora para humanos ao que se refere a relações de convivência e educação. Renata Barbosa Lima Velloso é Psicóloga/Psicanalista Contato: reblima@ig.com.br Outubro, 2015


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ESPECIAL EDUCAÇÃO

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dicas para se preparar emocionalmente para o eNeM

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Da Redação

ara muitos jovens, a ideia de que o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) ou o vestibular pode mudar o rumo de suas vidas – ou adiar os planos por mais um ano — pode causar muito frio na barriga. A pergunta que não quer calar é: como lidar com as emoções envolvidas nessa fase? Para dar uma ajudinha, apontamos a seguir sete dicas para não pirar até o dia do exame. Domine os seus pensamentos Nada de ficar pensando que você não é bom ou que não vai dar conta. Esse pensamento angustiante bloqueia a memória. Para isso, é indicada a técnica DCD (duvidar, criticar e determinar). Quando o pensamento negativo chegar, você deve avaliá-lo de forma crítica e agir sobre ele, determinando atitudes saudáveis e positivas.

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Dormir é fundamental - Não adianta

perder uma noite de sono para ficar estudando. Isso não é saudável e prejudica o seu desempenho nos estudos. O sono é fundamental. Ficar sem dormir pode resultar em um rendimento cognitivo menor. É importante ter hora certa para dormir e, 30 minutos antes, desligar os aparelhos eletrônicos. Cuidado com a alimentação - Assim como o sono, a alimentação também pode afetar o seu desempenho na hora da prova. Por isso, é importante preferir comidas leves e ingeri-las de forma regrada. Prepare seu cérebro - Dias antes do vestibular, é importante que o estudante se prepare psicologicamente caso algo não dê certo. Mas essa projeção não pode ser passiva, tem que ser argumentativa, tem que ser um posicionamento questionador, crítico e estratégico. Por

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isso, não pensar não é uma alternativa saudável. Você precisa preparar o seu cérebro, criar possibilidades diante dos desafios futuros. Na reta final, só revisão - Duas semanas antes da prova o ideal é revisar o que você já sabe. Não adianta estudar muito coisa diferente nessa fase, é muito mais valioso para o cérebro sedimentar o que você já sabe do que querer focar em um conhecimento novo. Desmistifique o vestibular - Para ficar mais tranquilo, é importante pensar no vestibular como uma etapa, e não um objetivo final. Confie no seu taco - No dia da prova, pense positivo e confie nos seus estudos. É importante trazer essa confiança, pensar que você vai fazer o melhor que puder. Por isso, estabeleça um diálogo saudável consigo mesmo. Boa prova!

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ColégioIDESA Educação Infantil - Ensino Fundamental - Ensino Médio Avenida Granadeiro Guimarães, 46 - Taubaté - CEP 12020-130 - Fone: (12) 3621-2874

Educação com disciplina e qualidade

IDESA: tradição no nome e inovação no ensino O momento é de reflexão e decisão... Como Diretor Administrativo do Colégio Idesa, registro algumas palavras oportunas neste informativo, o qual tem por objetivo tornar mais conhecido o incansável trabalho do nosso colégio em prol da educação de nossas crianças e nossos adolescentes. Há mais de 25 anos estou à frente do Colégio Idesa. A disciplina e a seriedade confirmam o meu compromisso e empenho para continuar o processo de crescimento e valorização desta instituição de ensino. Em minha administração, um tripé sempre norteou os valores do nosso colégio: Deus, Família e Pátria, pois a minha metodologia foi sempre disciplinar com amor. Um colégio só consegue chegar aos 105 anos quando está pautado em um trabalho educacional honesto, permeado por princípios éticos. Preocupamo-nos não somente com o conhecimento, mas com a formação integral de nossos alunos. Buscamos torná-los jovens que tenham consciência de seus direitos e deveres, orientando-os para uma vida promissora, acompanhada por um Deus que é Pai e, sobretudo, Amor. É assim que vemos o IDESA... Um colégio tradicional no nome, centenário, que merece o respeito de toda a comunidade de Taubaté e região, mas acima de tudo, um colégio experiente, que sempre introduz novidades no sistema educacional, com olhar consciente e futurista. Em síntese, eis o projeto do Colégio Idesa: Formar gerações comprometidas com a construção de um país melhor!

José Antonio Saud

Diretor Administrativo

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ESPECIAL EDUCAÇÃO

Menos pode sermais Estudo sugere que semana escolar mais curta melhora o aprendizado

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Da Redação

emanas escolares de apenas quatro dias podem ter um impacto positivo na performance acadêmica dos alunos nos primeiros anos da educação básica. Isso é o que afirma uma pesquisa realizada pela Universidade do Estado da Geórgia e pela Universidade do Estado de Montana, nos Estados Unidos. O estudo observou o efeito da semana escolar de apenas quatro dias nos níveis de leitura e matemática de crianças en-

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tre 4 e 5 anos no Colorado. Enquanto a semana mais curta não teve nenhuma alteração na habilidade de ler, os resultados dos testes de matemática tiveram uma melhora significativa entre as crianças que foram um dia a menos para a escola. Um grande número de escolas nos estados americanos do Colorado, Novo México e Wyoming já introduziram o sistema de aulas em apenas quatro dias da semana. Apesar de ter um dia a menos, essas instituições condensaram nesses dias o mesmo número de horas que uma semana escolar de cinco dias teria.

"Imaginávamos, especialmente para os mais novos, que dias mais longos numa semana escolar menor iriam prejudicar a performance acadêmica porque os períodos de atenção deles são mais curtos.", comenta Mary Beth Walker, uma das pesquisadoras da Universidade do Estado da Geórgia. Este estudo inicial só foi realizado em distritos escolares rurais e ainda são necessárias mais pesquisas para mostrar se a semana escolar de quatro dias também pode beneficiar as crianças que vivem nas grandes cidades.

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ESPECIAL EDUCAÇÃO

Brasil quer colocar 37 milhões de estudantes no ensino superior até 2024

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Da Redação

contagem regressiva começou em junho de 2014, quando entrou em vigor o PNE (Plano Nacional da Educação), lei que estabelece metas para diferentes etapas de ensino no Brasil até 2024. O número de matrículas é o parâmetro mais concreto quando se trata dos planos futuros para a educação no país. De acordo com a meta 12 do PNE, que

trata do ensino superior, o país precisa aumentar a taxa bruta (nº de matrículas sobre a população de 18 a 24 anos) para 50% e a líquida (nº de matrículas de jovens entre 18 e 24 anos sobre a população de 18 a 24 anos), para 33% - atualmente os números são de 31,4% e 15,5%, respectivamente. Segundo a consultoria Hoper, seria preciso colocar mais de 37 milhões de alunos na universidade em dez anos. Isso significa que devem entrar na graduação uma média de 3,4 milhões de alunos por ano para

atingir os índices propostos pela lei, entre 2014 e 2024. A título de comparação, em 2013 houve 2,7 milhões de ingressantes. A meta é considerada ousada por alguns especialistas e, na prática, só será cumprida se ocorrer um novo salto, parecido ao que já foi dado entre 2003 e 2013, quando o número de ingressantes na graduação passou de 1.554.664 para 2.742.950. O problema é que naquela época o Fies e as universidades públicas estavam em expansão, e o cenário não era de crise como hoje.

FACULDADE DE PINDAMONHANGABA

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Livros

DicaS De Leitura

Jerry Lee Lewis - Sua Própria História Rick Bragg Edições Ideal 480 páginas

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erry Lee Lewis é considerado o mais louco e perigoso dos roqueiros pioneiros dos EUA. Ele eletrificou o mundo com sucessos como “Whole Lotta Shakin’ Goin’ On”, “Great Balls of Fire” e “Breathless”. Sua música era estridente, exuberante, astuciosamente sexual; sua voz uivante se apoiava na força motora de seu piano retumbante. Decidido a roubar a coroa de Elvis Presley, parecia irrefreável – até que a notícia de seu casamento com a prima de 13 anos vazou durante sua primeira turnê britânica e quase acabou com sua carreira. Agora, a história de Jerry Lee é narrada na íntegra pela primeira vez. Dos campos e barragens da Louisiana da era da Grande Depressão até a fama internacional. A história de Jerry Lee Lewis inspirou canções e artigos, livros e filmes, mas, nesse livro, Rick Bragg (ganhador do Prêmio Pulitzer) recupera uma certa complexidade humana ausente em outros relatos. O resultado é uma história de ímpeto, fé e resiliência, iluminada pelo profundo conhecimento que Bragg tem do espírito americano e marcada pela voz inesquecível do próprio Jerry Lee. Outubro, 2015

Por Ronaldo Casarin

Maus – A História de um Sobrevivente Art Spiegelman Companhia das Letras 296 páginas

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aus ("rato", em alemão) é a história de Vladek Spiegelman, judeu polonês que sobreviveu ao campo de concentração de Auschwitz, narrada por ele próprio ao filho Art. O livro é considerado um clássico contemporâneo das histórias em quadrinhos. Em 1992, ganhou o prestigioso Prêmio Pulitzer de literatura. Nas tiras, os judeus são desenhados como ratos e os nazistas ganham feições de gatos; poloneses não-judeus são porcos e americanos, cachorros. Esse recurso, aliado à ausência de cor dos quadrinhos, reflete o espírito do livro: trata-se de um relato incisivo e perturbador, que evidencia a brutalidade da catástrofe do Holocausto. Spiegelman, porém, evita o sentimentalismo e interrompe algumas vezes a narrativa para dar espaço a dúvidas e inquietações. É implacável com o protagonista, seu próprio pai, retratado como valoroso e destemido, mas também como sovina, racista e mesquinho. De vários pontos de vista, uma obra sem equivalente no universo dos quadrinhos e um relato histórico de valor inestimável.

Correr

Dráuzio Varella Companhia das Letras 216 páginas

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rauzio Varella é oncologista, autor de best-sellers, foi voluntário na Casa de Detenção do Carandiru, em São Paulo, é pesquisador do uso medicinal de espécies amazônicas e ainda celebridade na TV. Mas consegue há mais de vinte anos conciliar esse atribulado dia a dia com a prática regular de exercício físico. Para ele, correr não é só um hobby: é o que lhe dá o equilíbrio para enfrentar os desafios da vida. Em seu novo livro, Drauzio conta como e por que decidiu espantar o sedentarismo. Narrando suas experiências de corredor amador, ele relata o desafio da primeira maratona, nos dá um panorama da história das corridas desde sua suposta origem na Grécia antiga e oferece informações médicas sobre a prática deste esporte que ganhou muita popularidade no Brasil nos últimos anos. E de quebra, nos leva de “carona” num passeio sensível pela alma humana. Leitura indispensável para corredores de plantão, e futuros corredores que buscam inspiração para começar a praticar um esporte.

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Esporte

Luz, Câmera, esporte e Ação

Por Fabiana Ferreira fabycanoagem@hotmail.com www.luzcameraesporteacao.blogspot.com Fotos: Divulgação

Equipe Odoyá com seu treinador

Canoagem joseense conquista pódio no Brasileiro de Canoa Havaiana Equipe Koru

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Equipe Koru, celebrando o terceiro lugar

terceira etapa do Campeonato Brasileiro de Canoa Havaiana, disputado no Lago Paranoá, mostrou as forças das equipes de São José dos Campos. Quatro times da cidade, entre masculino e feminino, disputaram a competição e três delas voltaram para casa com ótimos resultados, na categoria Interbase. No feminino, a equipe Odoyá, conquistou o segundo lugar – com participação desta colunista que vos escreve -, e a Equipe Akamai ficou com a terceira 90 | Vitti | revistavitti.com.br

colocação. Kimi, de Santos, foi a campeã. Já no masculino, o time Koru conquistou o terceiro lugar. Sete equipes participaram da prova feminina Interbase de 1500 metros, chamada como “triângulo de fogo”. O objetivo era fazer o circuito e contornar as bóias no menor tempo possível. Qualquer erro, qualquer remada a menos faz a diferença no final. A prova apresentou muita dificuldade técnica por se tratar de um percurso bem curto. Acreditamos até o fim e levamos a segunda colocação.

Equipe Odoyá

Luciana, outra integrante da equipe odoyá ressaltou que, num esporte coletivo e sincronizado como a canoagem, a sintonia entre as integrantes é fundamental para atingir a linha de chegada. “Somos amigas e respeitamos o limite de cada uma, um grande passo para fazer os treinos e as provas fluírem com uma energia muito boa”. A Equipe Odoyá conta com o apoio da Prefeitura Municipal de São José dos Campos, Geração Saúde Suplementos, ASN Nutrition e Fabíola Molina. Até a próxima remada. Outubro, 2015


Academias de Ubatuba prestam homenagem ao educador Físico

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etembro é o mês do Educador Físico e as academias Ubatuba Outdoor Fitness, Winner e Esporte e Vida se uniram pela sexta vez num evento voltado à saúde, bem estar e qualidade de vida. E para comemorar a saúde nada melhor do que uma corrida de 7 quilômetros pela orla da praia, aula de alongamento, zumba e serviços como aferição de pressão e glicemia. Parabéns a todos os profissionais que escolheram como ofício mudar a vida das pessoas! Fotos: Fabiana Ferreira

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Esporte

Papo Rápido com

Gabriel Isper

Como você começou a praticar o ciclismo e competição? Gabriel Isper - Ando de bicicleta desde pequeno, e o primeiro contato competitivo foi no BMX (bicicross), com aquelas bicicletas aro 20, quando cheguei a disputar etapas do Campeonato Paulista de BMX. Também praticava o free style, que é a modalidade de manobras. Faz uns dois anos que entrei para as provas de downhill. Em 2014 participei de algumas provas amadoras, mas em 2015 mesmo que me federei e estou correndo as competições oficiais. Por que escolheu o downhill? G.I. - Em Campos do Jordão eu já tinha vontade de fazer o downhill, pois muita gente pratica lá e há vários lugares para treino. Mas é um esporte de alto custo, a bicicleta é bem cara, é necessário ter uma caminhonete para o transporte do equipamento e fazer o resgate da bicicleta nos treinos, os equipamentos são caros também. Mas foquei nisso e depois de um tempo consegui comprar a minha bike e parti para os treinos. Como foi sua participação da Copa Brasil de Downhill este ano? 92 | Vitti | revistavitti.com.br

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João Paulo Labeda

paixonado pelo pedal desde garoto, Gabriel Isper desponta hoje, aos 22 anos, como um dos melhores ciclistas da modalidade Downhill na região do Vale do Paraíba. Natural de Campos do Jordão, estudante de Engenharia, e atualmente vivendo em Taubaté, o ciclista acaba de encerrar sua participação na Copa Brasil de Downhill Individual, em que conquistou o vice-campeonato. Ele bateu um papo rápido com a Revista Vitti, e falou sobre a modalidade e os próximos desafios e competições.

Divulgaçã

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Por Ronaldo Casarin

G.I. – Foi a minha primeira participação nessa competição. Foram cinco etapas, sendo que a última aconteceu em 13 de setembro, em Atibaia (SP). Terminei na 2ª colocação do ranking geral da categoria sub 23. Com esse resultado, tenho garantida a minha classificação para a famosa “Descida das Escadas de Santos”, prova internacional que é televisionada pela TV Globo e está marcada para os dias 13 e 14 de fevereiro de 2016. Apenas os cinco primeiros do ranking de cada categoria poderão participar, além dos pilotos internacionais convidados. Qual será a importância da sua participação na Descida de Santos? G.I. - É uma prova muito dura, a descida é muita pancada, mas é uma prova internacional de muita visibilidade. Vai ser muito importante estar lá, e será a minha primeira vez. É uma pista curta, de um minuto mais ou menos, exige muito do piloto, muitos saltos, é bem complicada. Você conta com patrocínios para competir?

G.I. - Hoje tenho patrocínio da construtora Teixeira Pinto, eles bancam os custos dos campeonatos que participo. Faço parte de uma equipe formada por ciclistas do Vale do Paraíba, chamada Equipe NEM. Um dos integrantes é o Gabriel Oliveira, um dos melhores atletas do Brasil na atualidade. Sobre a bike de Downhill, quais são as diferenças dela para uma bicicleta comum? G.I. - É outra bicicleta, tem amortecedores traseiro e dianteiro, são bem macios. Os freios são hidráulicos, muito potentes, pois uma boa pilotagem depende do controle dos freios. Ela tem uma geometria diferente, a medida da roda é específica, com aro 27,5. O pneu é mais grosso, com borracha mais mole para ajudar na aderência. Quais as atividades que você pratica para trabalhar seu condicionamento físico? G.I. - Faço natação e treino de pedal na montain bike. O atleta de downhill tem de ter explosão muscular, pois a prova é curta e intensa, então a preparação tem que focar nesse ponto. Outubro, 2015


Curiosidade

dia das Crianças Afinal, como surgiu a data e por que é celebrada?

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Da Redação

Dia das Crianças é uma data comemorada em diferentes países, em diferentes datas. De acordo com a história e o significado da comemoração, cada país escolhe um determinado dia do ano e certos tipos de celebração para lembrar de seus menores. Ao mesmo tempo, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) convencionou o dia 20 de novembro para se comemorar o dia das crianças. A escolha desta data se deu porque nesse mesmo dia, no ano de 1959, o UNICEF oficializou a Declaração dos Direitos da Criança. Nesse documento, se estabeleceu uma série de direitos válidos a todas as crianças do mundo como

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alimentação, amor e educação. No caso brasileiro, a tentativa de se padronizar uma data para as crianças aconteceu algumas décadas antes. Em 1923, a cidade do Rio de Janeiro, então capital do Brasil, sediou o 3º Congresso Sul-Americano da Criança. No ano seguinte, aproveitando a recente realização do evento, o deputado federal Galdino do Valle Filho elaborou o projeto de lei que estabelecia essa nova data comemorativa. No dia 5 de novembro de 1924, o decreto nº 4867, instituiu 12 de outubro como data oficial para comemoração do Dia das Crianças. Entretanto, a data não se tornou uma unanimidade imediata. Somente em 1955, a data começou a ser celebrada a partir de uma campanha de marketing elaborada

pela famosa fabricante de brinquedos chamada Estrela. Primeiramente, Eber Alfred Goldberg, diretor comercial da empresa, lançou a chamada “Semana do Bebê Robusto”. O sucesso da campanha logo atraiu a atenção de outros empresários ligados à indústria de brinquedos. Com isso, lançaram uma campanha publicitária promovendo a “Semana da Criança” com o objetivo de alavancar as vendas. Os bons resultados fizeram com que esse mesmo grupo de empresários revitalizassem a comemoração do “12 de outubro” criado pelo deputado Galdino. Dessa forma, o Dia das Crianças passou a incorporar o calendário de datas comemorativas do país, tanto para lembrar dos pequeninos, quanto para alavancar as vendas da industria de brinquedos.

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Cultura

Cinema em Alta

Ancine confirma que país deve voltar a ter mais de 3 mil salas de cinema ainda em outubro

H

Por Vinícius Lisboa

á sete anos seguidos com crescimento de bilheteria, o mercado cinematográfico brasileiro vai recuperar a marca de 3 mil salas de exibição ainda no mês de outubro deste ano. Foi o que afirmou o diretor-presidente da Agência Nacional do Cinema (Ancine), Manoel Rangel. Na década de 1970, o país chegou a ter 3,5 mil salas. “É uma franca recuperação”, disse Rangel, que apontou diferenças entre o parque exibidor atual e o da época. “As salas de cinema desse período eram pouco confortáveis, com cadeiras duras e uma série de fatores muito distantes do que é o parque exibidor atual. Hoje, temos 3 mil salas de cinema, e a maior parte é um parque exibidor moderno, do último tipo”, comparou. O crescimento do número de salas de cinema ganhou maior velocidade nes94 | Vitti | revistavitti.com.br

te ano. Segundo a Ancine, entre 2003 e 2010, o Brasil ganhava, em média, 71 salas de cinema por ano. A média subiu para 153 entre 2011 e 2014, e, em 2015, já são 183 salas construídas até setembro. Com o incremento, aumentou o número de salas de cinema comerciais por habitante em todas as regiões brasileiras. Em 2010, o país tinha 89 mil habitantes para cada sala de cinema comercial, proporção que caiu para 68 mil habitantes/sala em setembro deste ano. No Nordeste, a expansão foi mais expressiva, com variação de 201 mil habitantes por sala para 127 mil. No Norte, a queda foi de 165 mil habitantes por sala de cinema para 93 mil. O maior número de salas por habitante ainda é encontrado no Sudeste, onde há 52 mil pessoas por cinema. Rangel disse que ainda é preciso aumentar a acessibilidade ao cinema no Brasil e que o governo federal não tem ingerência sobre o preço dos ingressos.

“Este é um desafio, mas não é ruim ter uma sala confortável, digitalizada, e com bom padrão. Todas devem ser assim porque é isso que as pessoas estão buscando”, afirmou Rangel. Ele informou que o número de ingressos vendidos ao ano também aumentou, passando de 80 milhões, em 2002, para 100 milhões, em 2010, e 150 milhões, neste ano. “Estamos longe dos nossos objetivos, mas o audiovisual construiu um cenário de conquistas inegáveis e mudanças profundas”. No início de outubro, a Ancine e o Ministério da Cultura apresentaram os resultados do Programa Brasil de Todas as Telas e também as metas do segundo ano do programa. De acordo com a Ancine, o setor audiovisual recebeu mais de R$ 1 bilhão em investimentos por meio dessa política. De acordo com a Ancine, foram batidas as metas de produzir 300 longas-metragens e 400 séries/telefi lmes, com a realização de 306 e 433 obras desse tipo. Outubro, 2015


reprodução

Religiosidade

Celebrando a Padroeira do Brasil

Em 12 de outubro de 2015 comemoram-se 298 anos do encontro da imagem que eternizou Nossa Senhora Aparecida, principal símbolo do catolicismo no país Papa Francisco em visita à imagem de Nossa Senhora Aparecida

O

Da Redação

culto à Nossa Senhora Aparecida, o mais importante símbolo da religião católica no Brasil, tem sua origem em 1717. Naquele ano, três pescadores descobriram no rio Paraíba do Sul, em um local próximo à região da atual cidade de Aparecida, uma imagem de cerca de 40 centímetros, de cor escura. Devido a seu aparecimento, considerado milagroso à época, a estátua negra de Virgem Maria logo recebeu um nome: Aparecida. A imagem ganhou força com o passar dos anos - primeiro para os poucos pescadores a quem ela teria tornado a pesca abundante, em seguida para a comunidade local, até a inauguração da primeira capela, em 1745, quando ocorreram as primeiras romarias.

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Dom Pedro 1º, no ano da independência brasileira, em 1822, a proclamou "padroeira do Brasil". Em 1930, a proclamação recebe o aval do papa Pio 11. A pedra fundamental da atual basílica de Aparecida foi lançada em 1946. Uma das questões mais controversas sobre a imagem é a de sua cor. Não há, ao que parece, dúvida sobre o efeito escurecedor que a longa permanência na água possa ter provocado. A discussão se concentra nos possíveis significados que a cor pode assumir. O jornalista Luciano Ramos, autor do livro "A Padroeira - Origem do Culto à Senhora Aparecida" (edições Paulinas), considera que "o fato de a imagem ser negra poderia explicar a sua importância no século 20, mas não na época, em que quase não havia negros naquela região". Segundo Ramos, a descoberta situa-se

historicamente entre duas revoltas contra os portugueses na capitania de São Paulo e Minas (a Guerra dos Emboabas, de 1709, e a de Felipe dos Santos, em 1720). O culto ofereceria aos brasileiros uma "confiança libertária" em relação à ordem política e um incentivo ao sentimento nativista. O Santuário Nacional da Basílica de Aparecida recebe em torno de 12 milhões de peregrinos por ano, incluindo fiéis de outros países. É no interior da Basílica, no pavimento térreo, que fica o Nicho da Imagem milagrosa da Padroeira do Brasil, exposta em um retábulo de 37 metros de altura. Neste pavimento, de 25 mil m², são realizadas as Celebrações Eucarísticas que chegam a reunir 30 mil devotos em torno do Altar Central; nas celebrações externas, a capacidade é para 300 mil. revistavitti.com.br | Vitti | 95


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Revista Vitti, outubro 2015 Edição n118  

Nesta edição, entrevistamos Juarez Soares. O veterano jornalista esportivo falou do começo no rádio, suas experiências com política e passag...

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