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ANO IX N. 34 Setembro/2017 R$ 8,90

Edição de Primavera

Musicalização e o desenvolvimento infantil Crianças

Infância: alicerce da vida


Editorial Ser criança, como é bom! Para nós que já crescemos ficam as boas lembranças! Tempo de brincar e aprender, estudar e aprender, aprontar e aprender! Crescemos, nos desenvolvemos e nos tornamos adultos, nunca sem passar pela infância, e por esse motivo, nossa primeira matéria fala sobre isso, nossa infância como nosso alicerce. Mas quem é que faz parte disso junto com as crianças senão os adultos? Então, entendam o importante papel dos pais e avós nessa fase tão linda! Outro tema tratado nessa edição diz respeito da importancia da musicalização aos pequenos, uma especialista fala de vários benefícios que se soma a apresentação da música desde bem pequenos. E como está chegando o dia 12 de outubro, dia em que comemoramos o Dia das Crianças, também falamos sobre atividades físicas, quanta energia tem os pequenos! Desejo que mesmo crescidos, possamos viver com nosso lado criança sempre presente, com a alegria, a energia e aprendizados necessários! Boa leitura!

Raquel Penedo Oliveira Editora

O conteúdo das reportagens são de inteira responsabilidade dos colaboradores, assim como as informações contidas nos anúncios.

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e-mail: revistavidabebe@gmail.com

Capinha

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Victor Franchini da Silva Fernando Antonio Palermo Ana Carolina da Silva Pleul Francisco Antonio Palermo Gabriela Sotolani Peluzzo

Vestem: Hortelã Foto: Studio Michele Stahl


Índice

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Infância: alicerce para a vida.

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Treino funcional para crianças

36 54 Musicalização para relaxar, disciplinar e desenvolver

Gestão estratégica como diferencial competitivo


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Editorial bebĂŞ e infantil Fotos: Studio Michele Stahl


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Pequeno Urso

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Infância: alicerce para a vida! Basta sentir um cheiro, lembrar de uma cena, do sabor de uma comida ou simplesmente das brincadeiras de infância para uma onda de saudosismo invadir nossos pensamentos afinal, ser criança é muito bom e divertido. Mas é muito mais que isso. De acordo com a psicoterapeuta Solange Dantas Ferrari, é nesta fase que adquirimos alicerce e estrutura para a nossa vida como um todo, para a tomada de decisões futuras, escolhas, sonhos e lutas.

É muito importante respeitar o tempo de ser criança, sem antecipar as etapas seguintes. O Dia 12 de Outubro, dedicado a elas, é uma data sugestiva para refletirmos se estamos de fato proporcionando uma infância saudável aos nossos filhos ou simplesmente os transformando em mini adultos e “forçando”, mesmo que involuntariamente, um amadurecimento precoce e superficial. Agenda cheia, falta de tempo dos pais, excesso de uso de aparelhos eletrônicos e compromissos do universo adulto não podem ocupar o tempo que precisa ser dedicado, por exemplo, às brincadeiras. Segundo a especialista, é por meio das brincadeiras que as crianças começam a adquirir a capacidade de simbolizar, experimentar emoções e reproduzir a realidade por meio do seu olhar, se deVida bebê |22

senvolvendo no ritmo adequado e proporcional à faixa etária. CONTO DE FADAS O mundo da fantasia, das princesas, dos super-heróis, dos contos de fada é muito importante neste processo, pois estimula a organização cerebral da criança, possibilitando mais segurança durante o seu amadurecimento. Além disso, as histórias permitem a transmissão de informações importantes, conceitos de bom e ruim ou certo e errado. Tudo isso, evidentemente, por meio de uma linguagem apropriada para a compreensão dos pequenos. “Estimular a imaginação da criança não é tirar dela a realidade. Pelo contrário. É uma ferramenta lúdica valiosa de aprendizado para a vida”, enfatiza. LIMITES Por outro lado, permitir que a criança viva de fato sua infância sem ser transformada em um mini adulto não significa privá-la de regras e limites, itens essenciais no processo de educação. “Ser criança também é aprender desde cedo que há limites para tudo e que não se pode fazer tudo. Isso também é fundamental no desenvolvimento e na preparação para as outras fases naturais da formação do ser humano. Caso contrário, se puladas as fases sequenciais da vida, veremos cada vez mais adultos infantis, desequilibrados e educando seus filhos dessa forma,

sem qualquer preparo”, alerta. COMPORTAMENTO Muitas vezes, quando se fala em mini adultos, a primeira imagem que surge na mente é de uma criança vestida ou dançado como adulto ou ainda ouvindo música em desacordo com sua idade. Mas a questão vai além e o problema pode se estender na forma de agir e no comportamento, muitas vezes acarretando dificuldades no convívio social e até na escola. “Pode acontecer de perder o interesse pelas coisas de criança, participando cada vez mais da vida dos adultos sem amadurecer no tempo certo”, observa. Por isso, ela lembra que é tão importante os pais estarem próximos dos filhos, interagindo e participando também do mundo deles e não apenas o contrário. Não pular fase também não significa deixar de responder aos questionamentos que são naturais à medida que a criança cresce. Porém, é sempre preciso ponderar a necessidade do uso da linguagem adequada e da explicação apenas sobre o que foi perguntado. “Sempre uso de exemplo uma criança que perguntou ao pai o que era sexo. No meio da resposta, a criança chorou porque a resposta não caberia no espaço destinado na apostila. Na verdade, a pergunta era o sexo da pessoa e não o que era sexo”, exemplifica. Esse exemplo ilustra ainda a necessida-


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de de uma boa comunicação do adulto e da sua sensibilidade em situações como essa, afinal, ser criança é processo constante e intenso de aprendizado sobre os mais diversos assuntos. AMOR DE SOBRA Evidente que proporcionar uma in-

fância saudável vai muito além dos cuidados necessários que temos com nossos filhos desde quando nascem e assumimos essa responsabilidade. Esse desejo unânime passa obrigatoriamente pela necessidade de nutrí-los de amor, zelo e um conjunto de fatores que visam transformá-los em adultos

equilibrados e felizes, sempre respeitando o ritmo individual de amadurecimento de cada um. Assim como nós, queremos que nossos pequenos tenham doces lembranças, que os transportem mesmo que em pensamento para a infância, uma fase tão curta, intensa e importante na vida de todos nós.

Pais equilibrados, filhos saudáveis Diante da complexidade e dos reflexos dos adultos no processo de educação dos filhos, é muito importante que os pais, familiares e educadores estejam equilibrados para cuidar das crianças. A forma de agir do adulto será muito determinante na infância, assim como o meio ambiente em que ela vive e se desenvolve. “Mas infelizmente há muito adulto doente que não consegue dar conta da própria vida e se aventura em cuidar de uma criança. Há muitos pais imaturos que não conseguem servir de exemplos, até desejam uma infância saudável para seus filhos, mas em muitos casos é preciso cuidar de si mesmo primeiro”, finaliza. Solange Dantas Ferrari Psicoterapeuta

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Treino funcional para crianças A tecnologia ganha cada vez mais espaço na vida de todos nós e com as crianças não é diferente. Dessa forma, elas praticamente não precisam se esforçar fisicamente no dia-a-dia. Além disso, os novos hábitos das famílias e a violência urbana fazem com que fiquem mais tempo dentro de casa e na maioria das vezes sem atividades como correr, jogar bola ou brincar ao ar livre. Consequentemente, as crianças passam horas paradas em frente a televisão, tablet ou celular, se tornando sedentárias. Esse comportamento propicia doenças crônicas e obesidade. Por esses e tantos outros motivos, surge a necessidade de estimular o movimento de forma prazerosa, dinâmica e atrativa, como o treinamento Funcional Kids, por exemplo. “Este tipo de atividade é recomendado para as crianças, pois atua de forma mais dinâmica e lúdica do que a musculação dos adultos”, compara o professor Hiago Andrade Nicolau.

O Funcional Kids tem uma série de benefícios físicos, emocionais e sociais, como a promoção do desenvolvimento motor e cognitivo, gasto de energia, consciência corporal, controle mental, regulação do sono e do apetite, além do aspecto sócio afetivo. Vida bebê |30

Segundo ele, esse tipo de treinamento é feito a partir de movimentos produzidos pelo próprio corpo, visando a melhoria das capacidades funcionais como resistência, força, flexibilidade, velocidade e agilidade. Para crianças, também favorece a aprendizagem motora através dos movimentos lúdicos como brincadeiras, histórias, jogos e lutas para estimular a imaginação, a criatividade, a motivação e o trabalho em equipe. Esse treinamento é indicado para crianças acima de quatro anos, pois é a partir dessa fase que a percepção de espaço-tempo e coordenação motora estão mais aprimoradas e independentes. “O funcional deve respeitar a faixa etária. As aulas são criadas e desenvolvidas a fim de despertar o interesse das crianças”, afirma. Além de respeitar a faixa etária, as aulas são montadas de maneira que o volume e a intensidade sejam adequados, tendo que ser de leve a moderado. Por isso, duram entre 45 minutos à 1 hora no máximo, sendo realizadas até duas vezes na semana e em forma de circuito para serem mais dinâmicas e divertidas. A professora Stefanie Ferreira lembra que o descanso e a hidratação são sempre respeitados, inclusive durante a utilização de jogos, desafios, brincadeiras e lutas para manter o lúdico presente. Além disso, o espaço climatizado deve ser totalmente equipado para a

segurança e prática das aulas. TIPOS DE EXERCÍCIOS O treinamento funcional desenvolve uma série de exercícios que incluem e integram características como a instabilidade, usada para que o aluno aprenda a agir rapidamente para a recuperaração do equilíbrio. Há também os movimentos primários como, agachar, avançar, abaixar, puxar, empurrar, girar e levantar, que são usados como base para a realização dos movimentos mais sofisticados e necessários às atividades. De acordo com o professor Alex Sandro Gomes da Silva, o treinamento baseia-se na combinação dos movimentos básicos de locomoção, estabilidade, manipulação e consciência do movimento. Ocorre ainda durante as aulas o aprimoramento das habilidades de força, equilíbrio, resistência, coordenação, flexibilidade, velocidade e postura. “Os exercícios utilizam apoios nos pés ou nas mãos, são multiarticulares e integrados”, acrescenta. A professora Camila Bernardinho diz que a criança que faz o treino funcional pode participar de outras atividades, pois o funcional é formado de exercícios e visa melhorar a capacidade funcional por meio da atividade física, estimulando o corpo de maneira a adaptá-lo para as atividades do dia-a-dia, esportes e reabilitações. “O funcional auxilia e ajuda no complemento de outras atividades, pois


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trabalha a coordenação e resistência que são fundamentais em outras modalidades, além de tantas atividades do cotidiano da criança e consequentemente depois de adultos”, pondera. MAIS COORDENDAÇÃO Crianças que praticam treinamento

funcional podem aprender de forma mais rápida atividades motoras. Dessa forma, a quantidade de quedas ao correr, que são comuns na infância, e a frequência de machucados podem diminuir, pois o treino trabalha equilíbrio e flexibilidade. Outros aprendizados importan-

tes são relacionados à parte sócio afetiva e aprendizagem corporal. “Aprendendo sobre o próprio corpo as crianças crescem sabendo seus potenciais, limites e suas necessidades, assim se tornam mais fortes fisicamente e socialmente”, finaliza Camila.

Hiago Andrade Nicolau Stefanie Ferrreira Alex Sandro Gomes da Silva Camila Bernardinho Professores de Educação Física

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Continua


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Musicalização para relaxar, disciplinar e desenvolver. Despertar o interesse pela música desde cedo pode trazer diversos benefícios no desenvolvimento das crianças, além de proporcionar uma atividade divertida para a garotada. De acordo com a professora Sônia Mazutti, a música deve ser apresentada até mesmo para os bebês como forma de interagir, despertar a atenção, a concentração e aliviar o estresse com canções mais calmas e melodiosas.

“Se desde os primeiros anos de vida a criança tiver contato com a música, desenvolverá uma capacidade de concentração e raciocínio matemático maior em relação a outra criança que não tenha tido contato musical”. O relacionamento social também é trabalhado no processo de musicalização, pois é possível montar pequenos grupos em que todos interagem tocando instrumentos e cantando também. O contato com a música estimula ainda o desenvolvimento motor. Quando as crianças tocam teclado ou piano, por exemplo, estão de-

senvolvendo a habilidade motora das duas mãos ao mesmo tempo. “Isso já foi comprovado cientificamente que é uma das poucas atividades do ser humano que faz com que os dois lados do cérebro trabalhem ao mesmo tempo, desenvolvendo assim diversos outros aspectos”, afirma. DISCIPLINA A disciplina é outro ponto positivo. Segundo ela, já existe uma corrente forte de especialistas como psicólogos, terapeutas e fonoaudiólogos que consideram o aprendizado de música como uma das atividades de maior sucesso tanto para disciplinar quanto para acalmar as crianças mais agitadas ou hiperativas. “As escolas de música recebem cada vez mais alunos encaminhados por esses profissionais”, conta. A idade mais indicada para matricular os filhos em escola de música é aos quatro anos para dar início a musicalização. Depois, é feito o encaminhamento para algum instrumento. Mas antes disso, pais e escolas também devem incentivar o gosto pela música. “Uma das minhas maiores lutas como profissional desta área é que os pais se conscientizem da

importância de ouvirem música boa em casa. Devemos mostrar as crianças vídeos e filmes musicais de qualidade, para despertar esse interesse”, aconselha. Nas escolas, de modo geral, é notória a dedicação maior à música, com aulas específicas, show de talentos e outras atividades. “Isso é um passo importante para que depois a criança tenha um acompanhamento individual e adequado com aula particular, desenvolvendo e potencializando suas habilidades musicais”. BAGAGEM CULTURAL Além de todos os benefícios, a professora de música observa ainda a bagagem cultural que a criança levará para o resto da vida, a partir de aulas práticas com instrumentos, e teóricas em que aprendem a escrever notas musicais e conhecem um pouco da vida dos grandes compositores como Beethoven, Chopin, entre outros. “Esse ganho cultural é de suma importância, pois por meio da música conhecem também as histórias de outros países e de outras épocas, além das variedades de estilos musicais. O folclore também entra nesta lista”, finaliza.

Sonia Mazutti Professora de música Vida bebê |36


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Clinica Vacilim

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Michele

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Caderno Especial Ano V no. 20

Exclusivo para anunciantes

Conhecimento, Network e Parcerias Florancy

Negócios

Gestão estratégica pode fazer a diferença na sua empresa pág. 54

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Gestão estratégica como diferencial competitivo Sobreviver as crises, aos desafios do mercado e expandir as atividades são objetivos comuns nos ambientes empresariais dos mais diversos segmentos. No entanto, muitos empreendedores esbarram na dificuldade de desenvolver estratégias. Afinal, como criar alternativas diferenciadas de vendas? Com o objetivo de auxiliar seus anunciantes a encontrar essa resposta, a Revista Vida Bebê promoveu em julho o Workshop Gestão Estratégica como Diferencial Competitivo com o consultor Carlos Rigatto, especialista em desenvolvimento humano e organizacional. Segundo ele, a base para criar táticas de vendas de sucesso é primeiramente definir as estratégias do negócio que posteriormente servirão como alicerce das ações de vendas. "Sem um adequado exercício de mapeamento, análise e entendimento do ambiente de negócios em que a empresa está inserida, uma estratégia de vendas pode se tornar uma ação de alto custo e totalmente inócua em termos de resultados", alerta. Desta forma, entender e mapear o mercado, o público alvo, os fatores críticos de sucesso do negócio, as ameaças e as oportunidades são medidas que devem preceder qualquer estratégia de vendas eficiente e eficaz. AMBIENTE EXTERNO Porém, no anseio de conseguir fechar as contas, os empreendedores muitas vezes focam seus olhares apenas nos seus dilemas internos, esquecendo

completamente de avaliar o cenário externo. Rigatto pondera que observar o ambiente interno é vital para o sucesso, porém é insuficiente. Tão importante quanto o mapeamento das forças e fraquezas do ambiente interno é a observância das oportunidades e ameaças externas. “Na verdade, uma gestão estratégica deve primordialmente começar pela análise do ambiente externo, pois são essas demandas de fora, como o público alvo ou concorrentes por exemplo, que poderão definir quais forças devem ser potencializadas ou as fraquezas a serem mitigadas ou eliminadas”, explica. COMUNICAÇÃO EFICIENTE Outro desafio do mundo empresarial, mesmo com a existência de estratégias, é expandir a política da empresa desde sua base ao topo da pirâmide hierárquica. Dessa forma, é essencial disseminar a comunicação de maneira eficaz e produtiva. O consultor reforça que a chave para o sucesso no processo de comunicação é a habilidade de gestão e liderança praticadas pela mesma. “Gestores e líderes competentes precisam ter entre suas competências básicas a capacidade de comunicação e persuasão de forma clara, confiável e objetiva. O mesmo conceito vale para os casos em que o processo de gestão ou liderança é executado pelo próprio empresário ou proprietário da empresa”, afirma. Uma série de recursos, metodologias,

tecnologias e ferramentas estão disponíveis no mercado para facilitar o processo de comunicação de uma empresa. Entretanto, é preciso deixar claro que apesar de todas serem de grande valia, nenhuma substitui a comunicação “olho no olho”. “Essa forma tradicional de verbalização sempre agrega a confiabilidade e credibilidade da informação passada”, enfatiza. SEJA VISTO Superados os desafios internos e implantadas as alternativas para sobreviver e inovar no mercado, muitas empresas também enfrentam outra dificuldade comum: não são vistas. Assim, permanecem desconhecidas e deixam de aproveitar o potencial que têm. Partindo da máxima de que “quem não é visto não é lembrado”, uma vez equacionadas as questões de curto prazo e definidas as ações estratégicas de médio e longo prazo, Rigatto reforça que a publicidade se torna instrumento de vital importância e estratégia para o crescimento do negócio. Porém, a publicidade só será eficiente se for pensada, planejada e executada de forma estratégica, ou seja, direcionando os recursos de propaganda para os nichos definidos e nas linguagens que de fato conseguirão atingir seus mercados e públicos alvos.

Carlos Rigatto Especialista em desenvolvimento humano e organizacional 19|99760-6361


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Revista Vida bebê 34a Edição  

Magazine, bebê, família, mamãe, papai, valores, comportamento, moda, saúde, educação.

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