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Honda XRE 300 Flex

Avaliamos esta verdadeira esportiva urbana

Ano 1 - Edição nº9 - Agosto de 2013

Avaliações . Lançamentos . Dicas . Opiniões . Fotos . Passeios . Experiências . E muito mais...

Kawasaki Ninja 1000 A moto que “veste” como uma luva

H-D Heritage: de volta ao passado

Tesouro As concessionárias que escondiam raridades

Carros Uma paixão até em miniatura

BMW: na era da eletricidade


Fotografia criativa e com qualidade

Uma foto para ser boa depende principalmente da visão do fotógrafo. Se a visão é boa, é só aplicar a criatividade e a melhor imagem está pronta!

Visite o site e conheça-nos melhor

www.miraeclica.com.br

O boneco e a motocicleta usados nesse anúncio foram criados pelo artista Frederico David Sena com sucatas de informática recicladas


Ano 1 - Edição nº9 - Agosto de 2013

E+ 6 11 15 16 18 22 30 34 36 37

Vitrine Doutor das máquinas Em cartaz Nova Honda CG Avaliação: Yamaha XTZ 250 Ténéré Ducati no Brasil Novo Honda Fit Citroën C4 Lounge Radar Na fama

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Capa do mês: A H-D Heritage com a pin-up Sandrinha Rezende

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A importância de calçar bem sua moto

Q

Conselho editorial

ual a primeira coisa que se pensa quando se fala em pneus para motos? Custam caro e duram pouco, principalmente os traseiros. Mas eles representam um dos itens de maior importância na segurança para os motociclistas.

Edimarcio Augusto Monteiro

Os pneus radiais começam a substituir os diagonais (convencionais) nas motos modelos street de 250cc e 300cc. E tudo caminha mesmo para a radialização, até mesmo para os modelos de 125cc e 150cc.

Osvaldo Furiatto Jr

Na hora da compra dos ‘calçados’ novos para a moto, o consumidor que aplica a lei do custo x benefício pode ficar surpreso e descobrir que pneus radiais de primeira linha podem custar menos que os ‘baratinhos’ quando calculado o preço x quilômetro rodado x manutenção. Pneus de boa qualidade têm vida útil mais longa. Inclua também na conta os gastos com o borracheiro, com as trocas constantes dos pneus e balanceamento, além do tempo parado da moto. Afinal, tempo é dinheiro. Já para a segurança, o espaço de frenagem é menor graças aos compostos dos pneus, que recebem investimentos milionários no desenvolvimento em laboratórios. Além disso, boa parte desses investimentos é direcionada para pesquisas de pneus com boa performance na chuva, a maior inimiga dos motociclistas. Em outra situação de perigo, durante a curva, os pneus radiais têm menor deformação que os convencionais e o controle da manobra é mais preciso. Se ainda assim a economia imediata lhe seduz, reflita também que as suas costas agradecem se mudar de ideia, pois pneus de baixa qualidade são duros e toda vibração causada pelas imperfeições do solo são transmitidas para suas costas.

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Revista Test Rider www.testrider.com.br

Não se esqueça de apertar sempre os parafusos da sua moto, porque pneu barato é duro e, além de deixar a moto uma 'carroça'. ainda vibra muito. Fica a dica.

Editor

Johnny Inselsperger Editor

Editor de Fotografia e Design

Contato testrider@testrider.com.br

facebook.com/revistatestrider Os artigos e colunas assinados na Test Rider são de inteira responsabilidade de seus autores e não refletem necessariamente a opinião da revista. As imagens, fotografias, desenhos e/ou ilustrações contidos nas páginas que compõem a revista Test Rider são protegidos pelas leis de direitos autorais e tratados internacionais de propriedade intelectual. A reprodução ou distribuição não autorizada destas imagens, fotografias, desenhos e/ou ilustrações ou de qualquer parte delas, poderá resultar em severas punições civis e criminais, e os infratores serão punidos dentro do máximo rigor permitido por lei. As imagens, fotografias, desenhos e/ou ilustrações são de propriedade de seus devidos idealizadores e/ou criadores, os quais detêm os direitos descritos acima. Qualquer reprodução e/ou cópia das mesmas deve ser autorizada pelo detentor legal de seus direitos. © Copyright. Todos os direitos reservados. Todo material que compõe a revista Test Rider em todo ou em parte não pode ser copiado, publicado, transmitido, reescrito ou redistribuído sem prévia autorização formal dos devidos autores.


Vitrine

Pirelli fabrica no Brasil radial para motos street de 250 e 300cc

Mais seguros e esportivos, a Pirelli começou a fabricar no Brasil pneus radiais para motos naked e carenada de média cilindrada de 250cc e 300cc. O Diablo Rosso II mostrou na pista melhor performance e a fabricante garante que os novos compostos proporcionam maior vida útil e segurança, principalmente em piso molhado.

Foto: Osvaldo Furiatto Jr.

A Pirelli investiu até agora R$ 3 milhões no desenvolvimento e aplicou a tecnologia tirada de motos de alta cilindrada e do Campeonato Mundial de Superbike. Diferente da carcaça convencional, o pneu radial deforma menos nas curvas, o que aumenta a precisão na manobra, além de absorver melhor as irregularidades do solo.

Medidas disponíveis n 100/80 R 17 M/C 52H TL (R) DIABLO ROSSO II Dianteiro n 110/70 R 17 M/C 54H TL (R) DIABLO ROSSO II Dianteiro n 130/70 R 17 M/C 62H TL (R) DIABLO ROSSO II Traseiro n 140/60 R 17 M/C 63H TL (R) DIABLO ROSSO II Traseiro n 140/70 R 17 M/C 66H TL (R) DIABLO ROSSO II Traseiro n 150/60 R 17 M/C 66H TL (R) DIABLO ROSSO II Traseiro

Quer publicar seu produto na coluna Vitrine da revista Test Rider? Então envia e uma foto juntamente de um texto falando sobre o produto para o endereço de e-mail testrider@testrider.com.br

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Off-road fashion Fotos: Divulgação

A Alpinestars acaba de lançar a bota para off-road nova Tech 7. A novidade recebeu novos compostos de alta tecnologia que deixaram o produto mais leve e com perfil anatômico. A bota oferece estabilidade e flexibilidade através de pivots biomecânicos e proteção para o tornozelo. O chassi da bota permite maior sensibilidade e interação com os comandos da moto. Além disso, tem novo sistema de fechos com fechamento simples e preciso. Mais detalhes em www.staracer.com.br/linha-off-road/2013/08/nova-tech-7/21908

Novo conceito de loja para aficcionados por motos Imagine um local com tudo que os aficcionados por motos procuram. Pois ele já existe em São Paulo. Um ponto para curtir sozinho, ou em grupo, o Rocket Riders oferece boutique, lava-motos, oficina especializada e um bar temático com cardápio requintado e mesa de bilhar aberta ao público no horário de funcionamento. Com espaço amplo, conforto e qualidade no atendimento, moto e cliente podem ter acesso à manutenção, segurança e serviços. Localizada em Santana, na Rocket Riders o cliente ainda pode conferir da sua casa todo o trabalho que está sendo realizado em sua moto em tempo real, tudo isso através da internet com um simples cadastro online. Para saber mais acesse o site www.rocketriders.com.br

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MatĂŠria de capa

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Modelo combina a aparĂŞncia das motos dos anos 1920 com tecnologia atual

Har


rley-Davidson Heritage: uma volta ao passado Texto: Johnny Inselsperger Fotos: Osvaldo Furiatto Jr.

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ostalgia e modernidade são duas palavras que definem bem a Harley-Davidson Heritage Softail Classic. Essa herança clássica remete a uma viagem ao passado. Começando pela aparência hardtail dos anos 1920, mas o amortecedor traseiro fica escondido e funciona muito bem. O conjunto se completa graças aos pneus com faixa branca, os para-lamas longos e envolventes, a roda com os raios cruzados, a bolha frontal, o painel sobre o tanque, as bolsas laterais e uma quantidade infinita de cromados espalhados por todas as partes, além do acabamento impecável.

Motor O motor Twin Cam 96B tem 1600cc de dois cilindros refrigerados a ar sobra potência. Na estrada é colocar a sexta marcha e controlar o acelerador para curtir a paisagem. Tudo isso embalado pelo ronco inconfundível e patenteado das HDs. A Heritage Softail Classic está disponível nas cores preta, prata, amarela, vermelha, azul, roxa e verde, com preços a partir de R$ 51.900.

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no site Veja galeria completa de fotos em testrider.com.br

Mas basta ligar o motor para perceber que a Heritage esbanja tecnologia. O sistema contra roubo é acionado quando o piloto se afasta da moto. Os freios saem com o eficiente sistema ABS (antitravamento) e no painel o modelo ganhou o conta-giros e o marcador de marcha. Muitos motociclistas esquecem de desligar as luzes indicadoras de direção. Na Harley, as setas desligam-se automaticamente após encerrar a inclinação da curva ou quando aumenta a rotação do motor. Os assentos são confortáveis tanto para o piloto como para o garupa, que ainda tem o apoio nas costas. A moto roda macio graças à transmissão secundária por correia. 9


Fotos: Osvaldo Furiatto Jr.

Na ga

rupa

Por Cláudia Ramos

Apesar do peso, a boa ciclística facilita a vida do piloto.

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Manobrar a moto com o motor desligado ou dar uma ré é uma tarefa complicada por causa do peso da moto.

Agradecimento especial ao bar Woolly Bully e a pinup Sandrinha Rezende

Motocicletas com bolsas são sempre bem-vindas, pois sempre sobra para a garupa carregar a mochila nas viagens. A suspensão faz bem seu papel e não castiga muito das costas. Por fim, o sissy-bar passa segurança nas arrancadas, mas o banco da garupa poderia ser só um pouquinho mais largo. Cláudia Ramos é motociclista desde os anos 1980. Anda na garupa de motos antes mesmo de nascer


Suspensão E

mbora o movimento para cima e para baixo é óbvio, o que acontece dentro é que realmente define a diferença entre o bom ou não funcionamento da suspensão. A correta calibração da suspensão para o uso desejado muda completamente o comportamento e desempenho do conjunto moto/piloto.

motocicleta específica, não temos como saber se o piloto terá 50 kg ou 140kg além da carga e de passageiros. Isso complica ainda mais o problema. Uma solução óbvia é um ajuste no amortecedor que permita ao condutor configurar rapidamente para sua combinação de peso moto/piloto. Onde o ajuste preload entra .

A suspensão pode ser dividida em dois componentes básicos. A mola, cuja função é simplificada para transportar a carga e absorver o impacto, e um amortecedor, que dissipa a energia criada pela compressão da mola e extensão resultante.

Choque de Ajuste Sag - OK, então agora você sabe que seus choques podem ser ajustados de acordo com a sua moto e peso, mas por onde começar?

A mola pode ter variações de força, isso pode trazer uma pilotagem mais confortável ou mais esportiva.

, truques, s e s i l á n a e Dicas, mpenho e s e d , s a i melhor otocletas m m e a c i mecân Por Paulinho Henn

Um amortecedor comprime uma pequena quantidade do peso da moto e do piloto, antes mesmo de andar. Isso é chamado de Sag, e é ajustado através do Preload. Existem duas medições do Sag, o primeiro é Sag Free, ideal a partir do centro do eixo traseiro, para um ponto, o para-lamas, por exemplo.

A próxima medida crítica é Sag Rider e isso é feito com o piloto sobre a moto. A medição é de novo feita a partir do centro do eixo traseiro para o mesmo ponto. A diferença entre as duas medidas é o seu Sag final. Foto: Divulgação

Amortecedores - Agora que a sua moto absolveu um solavanco, a mola comprimida armazenou a energia e sem amortecedor essa energia voltaria em sentido contrário. Um amortecedor utiliza óleo, que flui através de válvulas para controlar o retorno da energia da mola.

s a d r o t Dou uinas máq

Existem várias viscosidades de óleo para suspensão. O ideal é usar uma especifica para seu uso, pois essa diferença fará toda a diferença nessa energia dissipada pelo amortecedor. Algumas suspensões tem pré-carga ajustável. Apesar de projetar um amortecedor para atender uma

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XRE 300 flex: a esportiva urbana

Avaliação de 30 dias

Test Rider roda por um mês com o sexto modelo de moto bicombustível da Honda Texto: Johnny Inselsperger Fotos: Osvaldo Furiatto Jr.

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Honda XRE 300R já era uma moto recheada de qualidade e na versão 2013 ganhou um importante atributo: o motor bicombustível, que roda com gasolina, etanol ou os dois misturados. A revista Test Rider avaliou durante 30 dias o modelo on/off-road e a conclusão é de que a moto proporciona conforto e segurança na cidade, estrada e também na terra. Mas as mudanças do modelo, que é o sexto da Honda equipado com motor flex, também foram visuais e deixaram a XRE 300 mais moderna após 5 anos de fabricação. A moto continua equipada com motor

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no site Veja galeria completa de fotos em testrider.com.br

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monocilíndrico de 291 cm³, DOHC (Double Over Head Camshaft), quatro tempos, arrefecido a ar e com radiador de óleo, que, associado à injeção eletrônica, possibilita respostas precisas ao comando do acelerador. A moto mostrou durante um mês de uso agilidade e desempenho em qualquer situação de uso.


Já a potência e o torque sofreram alterações apenas quando abastecida apenas com etanol. Com gasolina, a XRE 300 continua desenvolvendo potência máxima de 26,1 cv a 7.500 rpm e torque de 2,81 kgf.m a 6.500 giros. Com etanol, a potência máxima sobe para 26,3 cv com as mesmas 7.500 rotações e o torque aumenta para 2,85 kgf.m também com 6.500 rpm. Na prática, não senti maior força ou velocidade final quando a moto estava rodando somente com etanol. A XRE 300 é uma opção para quem necessita de um meio de locomoção para o dia a dia nas cidades e que deseja viajar ou se aventurar por

estradas de terra, geralmente nos finais de semana. Falar sobre média de consumo é sempre complicado, ainda mais quando a moto praticamente zero quilômetro. Mesmo rodando abaixo da rotação normal na maioria do tempo para respeitar o amaciamento do motor, que ainda está “amarrado”. Durante um mês foram percorridos 1.154 quilômetros, praticamente metade com cada tipo de combustível, sempre em situação de uso misto em cidade e estradas, sem colocar a moto em uso na terra. Com etanol , a média foi de 18,2km/l. Já com gasolina, a média ficou em 25,6km/l. Na cidade, a moto é muito esperta e necessita de poucas trocas de marchas. Os retrovisores passam por cima da maioria dos carros e a moto esterça bem nas manobras

mais lentas. O guidão largo e o peso bem dividido facilita o equilíbrio. Na estrada, a moto tem estabilidade e a frente não fica estável mesmo em altas velocidades. O desempenho permite rodar com segurança e sem forçar o motor na velocidade de 120km/h. A moto percorreu um trecho de 50 quilômetros na terra. O que mais chama a atenção é a eficiência do C-ABS (sistema antitravamento e com distribuição de força entre as rodas) na terra. Mesmo nas curvas as frenagens são seguras e eficientes. O desempenho do motor atende bem as necessidades. O para-lama baixo não permite investidas ousadas como pilotar em trilhas. Mas na estrada de terra a moto é segura nas mais variadas situações. As rodas raiadas de 21 polegadas na dianteira e 18 polegadas na traseira, pneus de uso misto e o chassi semiduplo mantém a moto estável.

Na ga

rupa

Durante todo tempo, o que mais chama atenção na XRE 300 é mesmo o conforto e segurança. A garupa vai praticamente na mesma posição do piloto, com corpo bem reto, pernas pouco flexionadas e com boa Por Cláudia Ramos visibilidade da frente, pois o assento tem dois níveis que deixam a garupa mais alta. O pouco que segurei nas alças traseiras passou a impressão de estarem bem posicionadas. Pouco do chacoalho dos buracos nas ruas chega ao corpo e nem trepidações da moto nas pedaleiras ou pelo banco. A moto passa sensação de segurança para a garupa mesmo em curvas e nas frenagens mais bruscas, quando o sistema C-ABS é acionado. Cláudia Ramos é motociclista desde os anos 1980. Anda na garupa de motos antes mesmo de nascer

Uma moto extremamente esperta para superar o trânsito com muito conforto aliado ao desempenho e agilidade

Rodando com etanol, o marcador de combustível vira um pesadelo, ainda mais rodando na estrada. As barras descem rapidamente e não precisa de muito para chegar na última barra e ficar piscando 13


Visual O modelo 2013 da XRE 300 ganhou mudanças visuais que deixaram o modelo mais musculoso. O tanque de combustível está um litro maior, com capacidade para 13,4 litros. Ele forma um novo conjunto com a carenagem dianteira, que ganhou aletas maiores e também são responsáveis pela aparência maior da versão flex. Vários sensores são os responsáveis pela quantidade injetada de etanol, gasolina ou os dois misturados. A leitura é feita pelo Engine Control Module (ECM), que controla o bico injetor para fornecer a quantidade ideal de combustível necessário para o desempenho exigido pelo piloto. Para atender ao maior consumo de etanol, o bocal do injetor tem maior vazão e um filtro secundário retém a sujeira que pode entupir a bomba, que recebeu tratamento interno para suportar o etanol. Para suportar as partidas a frio com etanol, o gerador está mais potente. O fabricante recomenda sempre abastecer 20% com gasolina.

Conjunto O conjunto valoriza o conforto de piloto e garupa. A posição de pilotagem é bem relaxada, onde a coluna fica praticamente ereta, com braços pouco elevados e pernas pouco flexionadas e bem juntas ao tanque. As suspensões transformam os piores pisos em um passeio agradável. Seja na terra, nas ruas de paralelepípedo ou mesmo com o asfalto remendado e esburacado, a traseira monoamortecida do tipo Pro-Link, com tensão de mola ajustável e balança de alumínio, em conjunto com a dianteira com garfo telescópico de longo curso, assegura elevada capacidade de absorção de impactos, robustez e resistência a torções. Mesmo com a traseira alta e leve, o contato constante do pneu traseiro com amplia a capacidade de tração e a eficiência nas frenagens.

a injeção eletrônica garante respostas rápidas. O modelo também está disponível com o sistema C-ABS, que proporcionam mais segurança a XRE 300. A força de frenagem dividida entre as rodas aliada ao sistema de de antitravamento funciona bem até na terra e reduz com segurança e eficiência o espaço necessário para frenagens. A XRE 300 2013 está disponível nas cores preta, vermelha metálica e branca e preço público sugerido pelo fabricante de R$ 13.290 (versão Standard) e R$ 14.990,00 (versão C-ABS). Os valores têm como base o Estado de São Paulo e não incluem despesas com frete e seguro.

O câmbio de cinco velocidades tem um escalonamento que permite o aproveitamento da potência e do torque, exigindo menos trocas de marchas,sendo ideal para o uso urbano. Além disso,

Foto: Osvaldo Furiatto Jr.

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Em cartaz Os vídeos mais vistos no site da Test Rider Fotos: Reproduções

O flagrante do acidente entre um ônibus e um trem em Natal (RN) foi um dos mais vistos. As câmeras de segurança mostram o momento exato da batida. testrider.com.br/?p=31151

A sátira a um ponto fraco do ForTwo, o off-road, garantiu à agência BBDO o Leão de Ouro no Festival de Cannes, o Oscar da publicidade mundial. testrider.com.br/?p=29000

Em sua edição de julho, a Test Rider colocou a Triumph Rocket III no dinamômetro. A moto mostrou toda a sua força e potência. testrider.com.br/?p=29359

Um brasileiro mostrou toda a sua criatividade ao criar um novo sensor de estacionamento, barato e eficiente. testrider.com.br/?p=29950

Para escapar de um predador, vale qualquer coisa. Um impala pulou dentro de uma Toyota Land + no site Cruiser para fugir de Veja esses e um par de guepardos no outros vídeos no site testrider.com.br Parque Nacional de Kruger, na África do Sul. testrider.com.br/?p=31281 15


Lançamento

Uma CG tota

A Honda lança a linha 2014 da moto mais vendid Texto: Edimarcio Augusto Monteiro | Test Rider

A

linha CG da Honda, formada pelas motos que mais vendem no Brasil, chega à oitava geração totalmente nova. Composta pela 125 Fan, 150 Fan e 150 Titan, chama a atenção logo de cara pelo novo visual, mas a mudança importante não é percebida apenas com um olhar. O chassi é completamente novo, foi redesenhado e usa novos materiais, deixado a moto cerca de 4 quilos mais leve. Isso muda sua dirigibilidade, reduz o consumo, mas a Honda não divulgou a média, e a torna mais ágil nas manobras urbanas. Essa alteração também implica em mudanças na suspensão. A inclinação da suspensão dianteira foi alterada e as suspensões dos modelos de 150 cilindradas estão 5 milímetros mais altas e foram recalibradas. Os amortecedores têm 135 mm de curso na dianteira, e 106 mm na traseira. A linha 125 traz amortecedores com curso de 115 mm na dianteira, e 82 mm na traseira. Outras mudanças A CG 125 Fan ESD também passa a ter freio a disco na dianteira como itens de série. O sistema conta com disco de 240 mm de diâmetro, tendo ainda dispositivo de acionamento progressivo, tornando as frenagens mais suaves. Na traseira, o conjunto recebe freios a tambor, com 130 mm de diâmetro. 16

Toda a linha CG também abandona os faróis redondos e passa a ser envolto por uma carenagem que acompanha as linhas do tanque, que tem novo design. A versão top da Titan, a 150 EX, também ganha rodas de liga leve com desenho exclusivo. O novo painel de instrumentos está integrado à carenagem, totalmente digital, com aferição eletrônica de velocidade, a partir de sensor instalado no câmbio. Os comandos de seta e buzina são novos e mais modernos, para dar agilidade na utilização. O banco também tem novo formato, com espuma de densidade mais macia, e há a incorporação de um novo pedal para o garupa. Todos os modelos estão equipados com a nova lanterna traseira com visual inspirado em motocicletas de alta cilindrada da marca. Motor O motor continua o mesmo, não sofreu alterações. O modelo CG 125 Fan traz o motor do tipo OHC (Over Head Camshaft), de 124,7 cm3, monocilíndrico, quatro tempos e arrefecido a ar, com carburador. Ele entrega 11,6 cavalos de potência a 8.250 rpm e torque de 1,06 kgf.m a 6.000 giros.

Os preços sugeridos da nova linh n CG 125 Fan KS: R$ 5.490 n CG 125 Fan ES (partida elétrica n CG 125 Fan ESD (partida elétric n CG 150 Fan ESDi: R$ 6.750 n CG 150 Titan ESD: R$ 7.320 n CG 150 Titan EX: R$ 7.830

Já a linha CG 150 está equipada com motor flex OHC (Over Head Camshaft) , monocilíndrico, quatro tempos, com injeção eletrônica de combustível, de 149,2 cm3, arrefecido a ar, com comando de válvula no cabeçote e balancins roletados. O conjunto fornece 14,2 cv a 8.500 rotações e torque máximo de 1,32 kgf.m a 6.500 rpm quando abastecido com abastecido com gasolina. No caso de


almente nova

da no País, que está mais leve e tem novo visual +

ha são:

a): R$ 6.100 ca + freio a disco): R$ 6.250

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Fotos: Divulgação

estar com etanol no tanque, a potência é de 14,3 cv a 8.500 giros e torque máximo de 1,45 kgf.m a 6.500 rotações. A transmissão é de cinco velocidades. A partida é elétrica. A linha CG 150 2014 estará na rede de concessionárias a partir da segunda quinzena de agosto. Já a CG 125 Fan começará a ser comercializada na segunda quinzena do mês de setembro.

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Avaliação

Modelo da Yamaha tem cara de off-road, mas é preparada para oferecer muito conforto na cidade e estrada

Novo grafism XTZ Ténéré deixa m mais esp

Texto: Johnny Inselsperger Fotos: Osvaldo Furiatto Jr.

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Yamaha XTZ Ténéré 250 causa mais saudosismo da extinta Ténéré 600, fabricada até os anos de 1990. O novo grafismo aplicado nas cores areia metálica e preta reforçou o espírito de aventura do modelo.Apesar da cara de modelo off-road, o para-lama dianteiro rente ao pneu denuncia que a Ténéré 250 tem a proposta de oferecer muito conforto para rodar no trânsito urbano. Ainda assim, a moto se comporta extremamente bem em estradas de terra. Olhando de frente, a XTZ 250 é imponente pela altura de 1.370 mm e o conjunto ótico integrado integrado ao parabrisa e a roda raiada de 21 polegadas na dianteira. Tudo isso ligado a suspensão telescópica com 220mm de comprimento. O tamanho do tanque também reforça as grandes medidas do modelo de entrada das Ténérés. Com capacidade para 16 litros de gasolina, a moto é capaz de percorrer quase 400 quilômetros

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sem abastecer. E por falar em grandes números, a distância entre o assento e o solo é de 865mm e pode dificultar a vida dos pilotos mais baixos. Apesar disso, a moto é leve, pesando 150 quilos pronta para rodar. Se o ponto mais forte do modelo é o conforto, o guidão alto e largo é um dos grande responsáveis, principalmente na hora de pegar estrada. A posição de pilotagem não cansa. Os braços ficam relaxados, o corpo fica reto e as pernas pouco flexionadas. Na traseira, a suspensão monoamortecida transmite pouco das imperfeições do solo. Outro ponto forte da Ténéré 250 é a segurança. Tanto na dianteira como traseira, a moto é equipada com freios a disco, que são eficientes e respondem bem aos comandos. Na dianteira tem disco de 245mm e na traseira, de 203mm Agilidade A XTZ 250 esterça bem e também

obedece bem as manobras, graças ao peso concentrado na parte de baixo da motocicleta. O motor de apenas um cilindro de 250cc tem refrigeração a ar com radiador de óleo e duas válvulas, que desenvolve 21 cavalos de potência a 8.000rpm e o torque máximo 2,10 kgf.m a 6.500 giros. Traduzindo os números, uma moto esperta para superar o trânsito urbano e também para rodar bem na estrada. O câmbio tem bom escalonamento entre as cinco marchas, com trocas justas e suaves. Painel O painel de cristal líquido tem velocímetro digital e conta-giros analógico, além do marcador e hodômetro de combustível digitais, além dos hodômetros total e dois parciais. A XTZ 250 Ténéré 2013 está disponível nas cores areia metálica e preta com os novos grafismos e a azul tradicional. O preço sugerido pelo fabricante é de R$ 13.490.


mo da é 2013 modelo portivo

Excelente custo x benefício, modelo é ideal para uso no dia a dia e também em passeios nos finais de semana

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A altura do assento e a largura do banco dificulta a vida dos pilotos mais baixos 19


Equilibrada, Ninja 1000 une qualidade das irmãs ZX-10R e Z1000

Avaliação de 30 dias

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Modelo sport-touring da Kawasaki percorreu 2.200 kms: boa ergonomia e força para ir longe

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Texto: Johnny Inselsperger Fotos: Osvaldo Furiatto Jr.

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abe aqueles modelos que o piloto monta e encaixa na moto. A Kawasaki Ninja 1000 2013 é um desses casos. A longa carenagem indica que a moto é ideal para estrada. Os semiguidões estão presos na parte superior da mesa e permitem dirigir sem deitar muito sobre o tanque. A posição das pernas também é confortável e elas encaixam bem no tanque de 19 litros. Mesmo grande, com 2.105mm de comprimento e pesando 231 kg no modelo com ABS (freio antitravamento), a moto fica leve com bom ponto 20 de equilíbrio. A Ninja

1000 roda com suavidade tem boa ciclística e mostra força em todas as faixas de rotação, condição importante para circular no trânsito urbano. Mas o retrovisor fixado na carenagem sempre atrapalha na hora de passar entre os carros. O motor de quatro cilindros em linha respeita o nome que tem, com 1.043cm³ chega a 138 cavalos de potência a 9.600 rpm e um torque máximo de 11,2 kgf.m a 7.800 giros. O modelo sport-touring entrega toda força e potência de forma suave e linear em todas as faixas de rotações. Mas basta acelerar mais forte para sentir a resposta imediata de força e desempenho da Ninja 1000.

Durante a avaliação de 30 dias, foram percorridos 2.200 kms em uso misto de cidade e estrada. Utilizando gasolina premium, a média de consumo foi de 15,6km/l, sendo que a mínima foi de 14,5 e a máxima de 17,5. O tanque permite rodar quase 300 km. Lembrando que as médias de consumo variam por região e principalmente de cada piloto. Na estrada, a carenagem faz toda diferença. A viagem fica menos cansativa, pois a aerodinâmica exige menos força do piloto. Além disso, a bolha frontal pode ser ajustada e cortar boa parte do vento até da garupa. As pedaleiras do piloto e garupa


Na ga

rupa

Por Cláudia Ramos

Mesmo com as pernas bem posicionadas, o assento da garupa fica muito alto e o ponto de equilíbrio fica mais complicado. A suspensão a gás na traseira é firme, mas não chega a ser desconfortável. A grande vantagem é que com a Ninja 1000 você chega rápido em qualquer local. Cláudia Ramos é motociclista desde os anos 1980. Anda na garupa de motos antes mesmo de nascer

A força de sobra em qualquer marcha torna a moto muito agradável de rodar tranquilamente. estão bem posicionadas e deixam as pernas confortáveis. O corpo do piloto fica levemente inclinado para frente e os braços em posição relaxada.

mola na horizontal que fica bem a vista. Além de eficiente, transmite muita agressividade ao visual.

As suspensões priorizam o conforto. Na dianteira tem garfo telescópico invertido com um curso de 41mm, que reduz com eficiência os trancos nos braços e na traseira o monoamortecimento a gás com a

Destaque também para o câmbio de seis velocidades, que tem engates suaves e precisos. Ainda bem que a Ninja 1000 quase não exige trocas de marchas, pois a embreagem é um pouco pesada.

Pela vocação touring, o banco da garupa poderia ter um pouco mais de conforto

O modelo testado veio equipado com o sistema de freios ABS, que realiza com perfeição o difícil trabalho na hora de reduzir ou parar a moto, que ultrapassa os 250km/h. A Kawasaki Ninja 1000 está disponível na cor verde e o preço sugerido pelo fabricante é R$ 51.990 21 com ABS.


Mercado

Ducati ace

Fabricante italiana lança novos modelos, a M

Texto: Edimarcio Augusto Monteiro | Test Rider Foto: Osvaldo Furiatto Jr.

A

italiana Ducati acelerou forte no último mês para marcar presença no mercado brasileiro. Ela lançou dois novos modelos, a Monster 796 e a Panigale, e inaugurou duas novas concessionárias no Interior paulista, em Ribeirão Preto e em Campinas, a maior exclusiva da marca em todo o mundo. A Monster é montada em Manaus (AM) e é o modelo de entrada da marca italiana, com preço sugerido de R$ 37.900. A naked tem motor de dois cilindros e 803 cilindradas, com injeção eletrônica e que entrega 87 cavalos de potência e 7,95 kgf.m de torque. O câmbio é de seis marchas. A moto tem chassi do tipo treliça feito de aço tubular e balança tipo monobraço e freio com disco duplo na dianteira, com ABS (sistema antitravamento) de série. Já a Panigale é o modelo mais caro da marca no País, chegando a R$ 114.900. Como curiosidade, o piloto de Fórmula 1 Jenson Button tem uma. A moto é equipada com o motor de dois cilindros mais potente já fabricado em série, 195 cavalos. A esportiva possui ABS, controle de tração, suspensões com ajustes eletrônicos, acelerador eletrônico, 22 controle de freio motor e

quick-shift — sistema que otimiza as trocas de marchas. Seu chassi é do tipo monocoque. Diversos componentes da Panigale são derivados das motos de competição da Ducati. Concessionárias Com a inauguração de mais duas lojas, a marca passa a ter três revendedores oficiais no País – a terceria fica em São Paulo. A concessionária de Campinas é a maior da marca em todo o planeta. É o resultado de investimento de R$ 3 milhões, ocupando uma área de 1.023 metros quadrados, com showroom, serviço de pós-venda, boutique com toda a linha da grife da marca e café. A loja segue padrão de layout da Ducati, com 15 funcionários treinados para garantir a qualidade dos serviço da famosa fabricante italiana, que em 2012 foi adquirida pelo Grupo Audi. De acordo com o diretor comercial da Ducati Campinas, Eduardo Bruno Lelis, todos os modelos estarão disponíveis para test ride e haverá serviço completo de pós-venda, com mecânicos especializados e treinado pela fábrica em Bolonha, na Itália. A concessionária oferecerá ainda acessórios originais, peças de reposição e linha de crédito com a própria montadora, denominado Ducati Financial Service A unidade tem em seu showroom seis modelos da marca italiana, que

estão disponíveis para test ride: Monster 796, Diavel, Multistrada, Panigale 1199, Streetfighter 848 e Evo 848. Uma das novidades é que o cliente poderá acompanhar online em tempo real o serviço executado em sua moto através do site da concessionária (www.ducaticampinas.com.br), mediante o uso de senha pessoal. “O grande receio hoje do cliente é se ele vai comprar um produto e depois encontrará o serviço de pósvenda e peças”, disse o diretor comercial da Ducati Campinas, Eduardo Bruno Lelis, ao explicar o investimento feito na parte de assistência técnica. A loja tem 15 funcionários, com mecânico treinado na Itália pela própria Ducati.


elera forte no Brasil

Monster 796 e a Panigale, e abre duas concessionárias no Interior de São Paulo Preços sugeridos: Expectativas A previsão é que a nova concessionária comercialize de 25 a 30 motos por mês, com a Monster 796, modelo de entrada da Ducati, representando em torno de 50% desse volume. De acordo com Lelis, os clientes terão à disposição um curso de pilotagem, com dicas de segurança e de condução das motos. O executivo disse que o objetivo é formar grupos de ducatisti, como são chamados os fãs da marca, através de encontros regulares e eventos na loja, além de passeios de motos.

Montadas no Brasil n Monster 796: R$ 37.900 n Diavel Black: R$ 58.900 n Diavel Cromo: R$ 63.900 n Diavel Carbon: R$ 69.900 Importadas n Streetfighter: R$ 52.900 n Multistrada ABS: R$ 67.900 n Multistrada Touring: R$ 79.900 n Multistrada Pikes Peak: R$ 89.900 n Panigale ABS: R$ 79.900 n Panigale S: R$ 94.900 n Panigale Tricolore: R$ 102.900 n Panigale R: R$ 114.900 Serviço Lojas Ducati no Brasil Campinas n Avenida Brasil, 342, Guanabara Ribeirão Preto n Avenida Braz Olaia Acosta, 520, Jardim Califórnia São Paulo n Avenida Brigadeiro Faria Lima 2.690, Cidade Jardim

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Exclusiva

Uma paixão (

Texto: Edimarcio Augusto Monteiro | Test Rider

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miniatura é uma maneira de expressar de forma compacta a paixão por carros, motos, aviões etc. É uma forma de reproduzir em escala o objeto dos sonhos. Quanto mais os detalhes se aproximarem da realidade, mais tocarão fundo e farão a paixão fluir. É isso que buscam três designers de produto - Fábio Garcia, Leandro Tomazati e Emerson Polaquini – ao criarem a BR118, empresa que se especializou em produzir miniaturas em resina na escala 1:18 de carros nacionais ou que fizeram sucesso no Brasil e modelos personalizados.

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A produção une a sofisticação do desenvolvimento do projeto no computador, como em um automóvel real, e o refinamento do trabalho manual no cuidado com o acabamento de cada peça. O mais recente lançamento é a miniatura do Chevrolet Tigra, modelo importado por um curto período entre o final de 1998 e o início de 1999, mas tempo suficiente para conquistar muitos fãs por aqui. Apoio do clube A miniatura foi criada com o apoio do Tigra Clube, dando origem a uma série especial com 31 exemplares. A reprodução tem aproximadamente 21,5 centímetros de comprimento, 10cm de largura

e 7,5cm de altura, com o cliente podendo customizá-la. Ele pode escolher a cor, rodas, altura da suspensão, dois modelos de aerofólio, spoiler e optar pelos logos da Chevrolet, Opel Vauxhall e Holden, subsidiárias da General Motors que comercializaram o carro. O carro é vendido por R$ 450, com os sócios do Tigra Clube tendo um desconto de R$ 50. A BR118 tem ainda em seu portfólio a linha dos anos 1980 da família Gol, o chamado Gol quadrado, que inclui a Parati e a Saveiro, em todas as suas versões, incluindo o Gol GTi, o primeiro carro nacional com injeção eletrônica de combustível e


(compacta) por carros Estúdio de design se especializa em fazer e personalizar miniaturas de carros que marcou época na sua primeira cor, o azul com a barra lateral cinza. Desenvolvimento As miniaturas são criadas a partir de um processo semelhante ao de desenvolvimento de um carro real. Desenhos (sketchs), fotos, scanner, projeto em computador e o toque artístico com trabalho feito à mão. O desafio é reproduzir em escala os elementos e detalhes do automóvel.

Acabamento As miniaturas são produzidas em resina de alta qualidade e cada parte – carroceria, faróis, rodas, pneus, interior etc – tem suas propriedades específicas. A pintura é feita com tinta automotiva e segue o catálogo de cores das fabricantes para que

sejam fiéis ao modelo real e seu ano de fabricação. A BR118 oferece ainda a possibilidade de criar uma miniatura personalizada para o cliente, com características exclusivas. A criação é feita a partir do portfólio de acessórios que ela oferece ou de uma foto do carro real. Uma das criações do estúdio foi um Volkswagen Gol da geração conhecida como Gol quadrado que reproduz internamente os equipamentos de som do carro customizado. A equipe prepara uma nova linha de miniaturas e antecipa a chegada do Volkswagen Passat, Chevrolet Opala e a geração 3 do Gol.

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Fotos: Divulgação

Itens como faróis, lanternas, maçanetas e interior, como banco e painel, têm características próprias da miniatura. Uma atenção especial é dada às rodas para que

reproduza os detalhes, respeitando a escala em relação à peça original. É um trabalho minucioso, lento, que exige dedicação. “É preciso cerca de nove meses para se criar um novo modelo e disponibilizá-lo para encomenda com qualidade que os nossos clientes esperam”, diz Fábio Garcia.


Como surgiu A ideia de se criar a BR118 nasceu em 2004 entre dois alunos, Fábio Garcia e Leandro Tomazati, de Desenho Industrial - Projeto do Produto, hoje Design do Produto, da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Bauru (SP). Naquela época, foi criada a primeira miniatura, seis réplicas da Volkswagen Saveiro Summer 1997, na escala 1:18. Um exemplar, na cor verde nice perolizado, acompanha Garcia até hoje. Isso depois dele ter trabalhado na CAIO, fabricante de ônibus de Botucatu (SP), e

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na Volkswagen, sempre na área de design, experiências que lhe deram mais bagagem para trabalhar com as miniaturas. Ele atua no desenvolvimento de novos projetos com modelagem manual de carrocerias e execução dos projetos de ferramentaria e moldes. Leandro Tomazati é o responsável pela modelagem virtual, projetos CAD e criação de conceitos da BR118. O time é formado ainda por Emerson Polaquini, que trabalha no desenvolvimento de rodas e

A BR118 comercializa as miniaturas através de contatos pelos e-mails: n minisnacionais118@gmail.com n minisnacionais118@yahoo.com.br ou pelos sites: n www.facebook.com/Br118Miniaturas n www.mercadolivre.com.br

divide as tarefas de interpretação e criação dos sketchs e fotos. O nome BR118 busca enfatizar a origem brasileira do estúdio e resgatar a história dos carros que fizeram sucesso por aqui. BR também remete à sigla usada para identificação das rodovias federais. O número 118 é uma referência à escala 1:18, que é o foco de atuação da equipe.


Fotos: Divulgação

Vendido em vários países O Tigra é cupê produzido pela Opel, o braço alemão da General Motors, entre 1994 e 2000. Em 2004, voltou na versão conversível. O carro também foi vendido em outros países por outras subsidiárias da GM, como Vauxhall (Reino Unido), Holden (Austrália) e Chevrolet (Brasil e México). Ele é baseado no Corsa, com um design totalmente diferente e alterações também no interior, ganhando a configuração 2+2 lugares. A versão comercializada no mercado brasileiro teve como base a versão esportiva Corsa GSi, que traz sob o capô um motor de 1.6 litro, 16 válvulas, com injeção eletrônica, que entrega 106 cavalos de potência. Mas ele teve uma vida curtíssima, apenas alguns meses entre o final de 1998 e início de 1999. Uma forte desvalorização do real fez o preço do carro ficar proibitivo. 27


BMW

Mercado

Texto: Edimarcio Augusto Monteiro | Test Rider

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BMW revelou detalhes de seu primeiros carros híbrido e elétrico, o i3 e i8. Esses segmentos ainda são um incerteza. Em 2012, foram comercializados 150 mil carros elétricos em todo o mundo, o que representa apenas 0,2% de todo das vendas de carros, mas montadora bávara aposta pesado nesse segmento. Nos últimos anos ela destinou um investimento de 3 bilhões de euros (R$ 9,57 bilhões) em sua submarca “i” destinada a carros elétricos e híbridos. O primeiro a chegar ao mercado é elétrico BMW i3, que começará a ser vendido no final do ano e está

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programado para desembarcar no Brasil já em 2014. Ele será lançado no Salão de Frankfurt, na Alemanha, no dia 10 de setembro. O hatch, que pode ter as baterias recarregadas em uma tomada convencional, será vendido por 34.950 euros na Alemanha (R$ 104,5 mil). O i3 é equipado com motor que entrega o equivalente a 170 cavalos de potência e 25,5 kgfm de torque, capaz de levá-lo de 0 a 100 km/h em 7,2 segundos, com velocidade máxima de 150 km. A autonomia é de 130 a 160 km. Ele terá como opcional um motor a

gasolina de dois cilindros, de 650 cm³, que terá a função de recarregar as baterias e ampliar a autonomia para 300 km. O hatch tem plataforma de fibra de carbono e alumínio, freios ABS (antitravamento), assistente de frenagem e controle de tração. Esportivo híbrido O i8 é um cupê esportivo híbrido 2+2 lugares que começará a ser vendido no próximo ano. Ele será alimentado por um motor de 1.5 litro turbo, de três cilindros, e um motor elétrico de 13, com potência combinada de 362 cavalos de potência e 58,12 kgf.m de torque. De acordo com a BMW, o i8


W entra na era elétrica Montadora lançará i3, seu primeiro carro elétrico, que chegará ao Brasil no próximo ano

O carro é feito com materiais leves e de alta tecnologia. O chassi tem a estrutura de fibra de carbono e subquadros de alumínio nas partes dianteira e traseira. As portas são no estilo borboleta. A carroceria é em CFRP (polímero reforçado com fibra de carbono), que resulta em uma redução de 50% no peso em relação ao uso de aço e em cerca de 30% no caso de alumínio.

O cupê esportivo vai da inércia aos 100 km/h em 4,5 segundos, com a velocidade máxima limitada eletronicamente a 250 km/h. De acordo com a montadora, o consumo médio do carro é de 40 km/l de gasolina, com emissão de apenas 59 gramas de CO² por quilômetro rodado no ciclo de ensaio da União Europeia pra veículo híbridos plug-in.

Fotos: Divulgação

poderá rodar no modo elétrico por até 35 km. A bateria leva 3 horas e meia para ser recarregada em uma tomada normal de 120 volts. A autonomia é de 500 km usando o modo de condução Conforto, chegando aos 600 km no modo ECO PRO.

No destaque o i8 é um cupê esportivo híbrido 2+2 lugares

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Lançamento

Novo Fit chegará em 2014 Honda revelou no Japão a nova geração do monovolume, que será produzida no Brasil no próximo ano

Texto: Edimarcio Augusto Monteiro | Test Rider

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Honda revelou por inteiro a nova geração do Fit, que será produzida no Brasil a partir do próximo ano, na fábrica de Sumaré (SP). A minivan ganha um design moderno e esportivo, com a frente e a traseira totalmente redesenhadas, além de fortes vincos laterais. O novo Fit, que na Europa é vendido como Jazz, é influenciado pelo Insight 2012, com novo parachoque dianteiro, grande frontal inteiriça e faróis 30 angulares. Na traseira,

há novas lanternas que descem ao lado da porta e avançam pelas laterais, como na nova geração do CR-V, lançada recentemente no mercado brasileiro. Além disso, ganha uma barra cromada horizontal ligando as duas lanternas. Novos esportivo e híbrido As fotos mostram ainda a chegada de uma versão esportiva RS, que tem um para-choque frontal mais agressivo e aerofólio incorporado à tampa traseira. O interior também foi totalmente redesenhado. O

painel central é dominado por uma tela multimídia sensível ao toque (touch screen) e o painel de instrumento também é novo. A versão automática ganha uma nova alavanca de câmbio, pequena e moderna, que lembra a da BMW. A nova versão híbrida é equipada com um motor a gasolina de 1.5 litro, de quatro cilindros, e outro elétrico, acoplados a um câmbio automático de sete velocidades de dupla embreagem. Ele faz, em média, 36,4 km/l, segundo a montadora.


Foto: Divulgação

Nova fábrica O motorista pode escolher entre três modos de condução: totalmente elétrico, misto ou apenas a gasolina. A montadora não revelou dados técnicos do restante da linha 2014. A nova geração do Fit será lançado em setembro, durante o Salão de Tóquio, no Japão.

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A Honda confirmou a construção de uma nova fábrica de automóveis e de um novo modelo no Brasil. Ela será instalada em Itirapina, interior de São Paulo, e entrará em operação em 2015, com capacidade de produzir 120 mil unidades/ano. A unidade fica a 200 km da Capital e a 100 km da outra fábrica de automóveis da marca, em Sumaré. O investimento será de R$ 1 bilhão, com a planta ocupando um terreno de 5,8 milhões de metros quadrados e empregará 2 mil funcionários.

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A nova unidade irá fabricar um “veículo

compacto, da categoria do Honda Fit, considerando a forte demanda neste segmento”, divulgou a montadora, sem entrar em detalhes. Entre os planos da Honda está a produção de SUV compacto baseado no Fit. O modelo vai concorrer com o Ford EcoSport, Renault Duster e os futuros Chevrolet Tracker, Volkswagen Taigun e Peugeot 2008. Com a nova fábrica, a montadora japonesa irá dobrar a capacidade produtiva no País. A Honda começou a produzir automóveis no Brasil em há 16 anos, fabricando em Sumaré o Civic, o Fit e o City. 31


História

Concessionári

Duas revendas fechadas há muitos anos, uma Volkswagen no Brasil e outra Chevrolet nos Estados Unidos, têm relíquias que o tempo não apagou

Texto: Edimarcio Augusto Monteiro | Test Rider

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uas concessionárias de carros fechadas há muitos anos, uma no Brasil e outra nos Estados Unidos, guardaram um tesouro e uma história que o tempo não apagou. São veículos que há muito tempo saíram de linha, mas foram preservados longe dos olhos das pessoas, alguns ainda zero quilômetro, como se tivessem acabado de sair da linha de produção.

Vamos começar nossa viagem no tempo com uma revendedora Volkswagen fechada há 11 anos em Estrela, no Rio Grande do Sul, a 115 km da Capital Porto Alegre. Ela guarda carros nacionais como Fuscas, Santanas, Quantuns ainda zero quilômetros, alguns ainda com plástico nos bancos e hodrômetros marcado com 1 ou 10 km. A poeira se acumula em cima das carrocerias, mas estão bem conservados, embora a parte mecânica necessite de uma revisão após tanto tempo parado. A história tornou-se conhecida em todo o País pelas fotos de Reginaldo, de Campinas, um especialista em vender carros para colecionadores. 32

Parece um museu Os veículos estão na Comercial Gaúcha, ou Covipa, e foi fechada pelo dono depois que a Volkswagen aumentou a cota de vendas de 25 para 60 carros por mês. O proprietário, Otmar Walter Essig, hoje com 79 anos, considerou a meta impossível de ser atingida e demitiu todos os 33 funcionários e fechou o local. Os carros permaneceram lá intocados. Há também peças de reposição, partes de carrocerias, como de um Gol, o chamado Gol quadrado, e um Voyage, da mesma época. Otmar vai lá todos os dias dirigindo também uma relíquia, um SP-2, que é o seu xodó. Toma seu tradicional chimarrão, passa algumas horas por ali e depois vai embora. Ele considera essa rotina um prazer, um passatempo. O local virou um museu particular. A concessionária guarda ainda material de escritório, computadores, impressoras, quadros, cartazes, quadro de serviço, além, é claro, os carros. História se repete Uma concessionária Chevrolet na cidadezinha norte-americana de

Pierce, no Estado de Nebraska, guardou um tesouro por 17 anos. Ela foi fechada em 1996 e foi aberta em meados de junho, sendo encontrados cerca de 500 veículos, modelos das décadas de 1950 a 1970, sendo que 50 com menos de 20 km rodados. Entre as relíquias estão um Chevrolet Bel Air 1959, com apenas 1 milha (pouco mais de 1,6 km) e um Chevrolet Corvette 25th Anniversary 1978. Os carros foram descobertos agora por conta do inventário da família de Ray e Mildred Lambrecht, os antigos donos da loja.


ias guardam tesouros

Fotos: Reprodução

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Lançamento

Citroën na br C4 Lounge chega para recuperar o espaço perdido pelo Pallas Texto: Edimarcio Augusto Monteiro | Test Rider

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Citroën lançou oficialmente o C4 Lounge, o substituto do C4 Pallas. A pré-venda terá início a partir do próximo dia 26 em cinco versões, com preço a partir de R$ 59.990. As entregas começarão em setembro. O sedã chega com a missão de recuperar o mercado da marca nesse segmento e brigar com Honda Civic, Toyota Corolla, Chevrolet Cruze, Ford Focus Sedan, Volkswagen Jetta, 34 Renault Fluence e outros.

Fabricado na Argentina, o C4 Lounge aposta no conforto para os ocupantes e espaço, com um porta-malas com 450 litros de capacidade. Ele também oferece mais equipamentos que o antecessor e acabamento com materiais de melhor qualidade. O painel é emborrachado e o carro tem melhor isolamento acústico. Motor O carro é equipado com motor de alumínio flex de 2.0 litros, que

desenvolve 151 cavalos de potência e 21,7 kgf.m de torque quando abastecido com etanol e 143 cavalos com gasolina. O câmbio pode ser manual de cinco velocidades ou automático com seis marchas. A versão top de linha, a Exclusive Turbo, com motor de 1.6 litro com turbocompressor, o mesmo que equipa a linha importada DS e que foi desenvolvido em parceria com a BMW. O bloco é a gasolina, com injeção direta sequencial de


riga dos sedãs Os preços sugeridos são: n Origine 2.0 Flex Manual: R$ 59.990 n Tendence 2.0 Flex Manual: R$ 62.490 n Tendence 2.0 Flex Automático: R$ 66.990 n Exclusive 2.0 Flex Automático: R$ 72.490 n Exclusive Turbo THP 165 Automático: R$ 77.990

Foto: Divulgação

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combustível e entrega 165 cavalos de potência e 24,5 kgf.m de torque já a partir de 1.400 rpm. O C4 Lounge foi desenvolvido para os chamados mercados emergentes e desde o ano passado já é vendido na China. Este ano ele chegou à Rússia e agora desembarca na América do Sul, principalmente no Brasil e Argentina. O sedã tem um design bonito, que agrada. Os faróis têm luzes diurnas de LED.

Preços O modelo compartilha a mesma plataforma do Peugeot 408. O carro foi apresentado no Salão de Buenos Aires em junho. O modelo tem 4,62 metros de comprimento, sendo 15 centímetros menor do que o Pallas, mas a distância entreeixos é a mesma, 2,71 metros. A largura é de 1,78 metro e a altura, 1,50 metro. A frente ampla dá a impressão de o sedã ser maior. A produção na planta de Palomar começou em

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meados de maio. As laterais têm fortes vincos. No quesito equipamento, o pacote inclui, dependendo da versão, seis airbags, faróis bixenônio direcionais, central multimídia com tela de 7 polegadas, sensor de ponto cego, ar-condicionado digital com saídas na parte traseira, teto solar eletrônico, GPS 35 e outros.


Radar

Yamaha anuncia lançamento moto flex de 150cc A Yamaha anunciou que irá lançar uma moto flex de 150 cilindradas no mercado brasileiro. Ela contará com injeção eletrônica e ainda não tem nome definido. A fabricante não deu mais detalhes do modelo inédito. O anúncio ocorreu apenas alguns dias após a concorrente Honda lançar a nova geração da linha CG, formada pela 125 Fan, 150 Fan e 150 Titan.

Linha 2014 do Suzuki Gran Vitara começa a ser vendida

A Volkswagen confirmou o lançamento da sétima geração do Golf no mercado brasileiro em setembro. O hatch será importado da Alemanha em duas versões, Highline e GTI, ambas com motor turbo (TSI) a gasolina. A primeira é equipado com propulsor de 1.4 litro, 16 válvulas, com 140 cavalos de potência. A esportiva GTI tem um bloco 2.0 de 220 cv.

Fiat Bravo ganha série especial Wolverine O Fiat Bravo Wolverine tem como base a versão Essence 1.8 e traz faixas laterais com a logomarca do filme, minissarias laterais na cor do veículo, aerofólio, faróis com máscara negra, rodas de liga leve de 17”, soleiras nas portas, emblema com logo Wolverine nos bancos e é mais recheado. O 36 preço sugerido é de R$ 57.640.

Fotos: Divulgação

Novo Golf chega em setembro em duas versões

A principal novidade do Suzuki Grand Vitara 2014 é a adoção de um câmbio automático como opcional. Traz ainda piscas nos retrovisores e rodas maiores de 18” e com novo desenho. Ela tem ainda a versão especial Grand Vitara Limited Edition em comemoração aos 25 anos do SUV. O motor é em alumínio de 2.0 litros a gasolina, 16V, com 140 cavalos de potência a 6.000 rpm e torque de 18,7 kgf.m a 4.000 giros.

Honda CR-V ELX ganha versão com tração simples O novo Honda CR-V comercializado no Brasil ganha versão top de linha com tração simples. A ELX 2WD é equipada com o mesmo motor dos outros modelos, o 2.0 flex de 155 cavalos de potência e 19,5 kgf.m de torque com etanol, associado a um câmbio automático de cinco velocidades. O preço sugerido da nova versão é R$ 109,9 mil e tem os mesmo equipamentos do modelo 4x4.


A coluna Na fama vai mostrar os vídeos, filmes, clips, e outras situações onde são usadas motos, carros, aviões, entre outros. Confira mais veículos famosos acessando o site testrider.com.br

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X-Men Origens: Wolverine Wolverine Imortal

Fotos: Reprodução

E parece mesmo que os superheróis estão sempre ao lado de supermotos. Um bom exemplo é o mutante Wolverine. No filme X-Men Origens: Wolverine, ele pilota uma Harley-Davidson Hydra Glide durante uma fuga. Já no novo filme do herói, Wolverine Imortal, a máquina da vez que aparece é uma Ducati Diavel Chromo.

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