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Ano XL - Nº 391 - OUTUBRO / NOVEMBRO I 2017 www.revistaminerios.com.br

Dedicada à Redução de Custos, Aumento de Produtividade e Manutenção Industrial na Mina e na Planta Dedicated to Cost Reduction, Productivity, Industrial Maintenance at the Mine and Plant


OUTUBRO / NOVEMBRO| 2017

SUMÁRIO 4

EDITORIAL Pós-ciclo de baixa 2010-15, mineração fortalece nova cultura de custos

6

COLUNA DO MENDO “Cumpre evitar que uma tributação excessiva ou mesmo prohibitiva dos estados e municípios possa dificultar ou impedir o surto da indústria que se tem em vista incentivar”

www.revistaminerios.com.br Diretor Editorial / Editorial Director Joseph Young Editor / Editor Augusto Diniz augusto.diniz@m3editorial.com.br Publicidade / Advertising Wanderlei Melo e Fabio Pimazzoni comercial@m3editorial.com.br

EXCLUSIVO - 200 MAIORES MINAS BRASILEIRAS 2017

Diagramação / Production Eduardo Cogliano

10

Índice pelo nome da mina e nº da página na ficha técnica

12 16

Mercado global x economia local em recuperação Ranking por substância - produção anual em toneladas (ROM)

21

Ranking geral por produção anual em toneladas (ROM)

26

Total de investimentos

30

Segurança – número total acumulado de homens-hora trabalhadas sem acidentes com afastamento

Circulação / Circulation circulacao@m3editorial.com.br Sede / Main Office Rua Marquês de Paraná, 471 - cj. 10 - Alto da Lapa - São Paulo - SP - Brasil - CEP: 05086-010 Telefone: (11) 3895-8590 Toda a correspondência referente a pedidos de assinatura, consultas e mudanças de endereço deve ser enviada à revista Minérios & Minerales. Departamento de Circulação no endereço acima Subscription request or information inquiries should be directed to the above address or to adm@m3editorial.com.br Preços publicações impressas Nº avulsos: R$ 12,00 Nº atrasados: R$ 12,00 Edição especial 200 Maiores Minas Brasileiras: R$ 30,00 (1 exemplar ano) Subscription 1 year airmail US$ 80.00 Registro de Divisão está assentado no cadastro de Divisão e Censura de Diversões Públicas do D.P.F. sob nº 475.209/73-8190 - Livro B - Registro no 1º Oficio de Títulos e Documentos. Todos os direitos reservados. As opiniões e conceitos emitidos nos artigos assinados não refletem necessariamente a opinião da editora. Nenhuma parte do conteúdo desta publicação poderá ser reproduzida ou transmitida, de qualquer forma e por qualquer meio, sem a autorização, por escrito, dos editores. Diretor responsável Joseph Young A revista Minérios & Minerales é uma publicação mensal dirigida aos técnicos e executivos que exercem cargos de diretoria, gerência e supervisão das empresas de mineração, metalurgia e siderurgia, órgãos governamentais e companhias de engenharia e tecnologia mineral.

200 Largest Mines in Brazil 2017

Index by mine name and page on datasheet

Mineral produced – production ROM t/year General rank by production ROM t/year Total investment

Safety - accumulated total number of men-hours worked without accidents with leave

Investimento em exploração geológica

31

Investimentos em programas de segurança

Investimento em manutenção de planta de processo

32

Investimento em preservação ambiental

Investimento em manutenção de frota

33

Annual investment in geological exploration Annual investment in safety programs

Annual investment in plant maintenance

Annual investment in environmental programs

Annual investment in mobile fleet maintenance

Investimento em TI Annual investment in IT

34

MINERAÇÃO / PARÁ Ampliação do porto de Barcarena e PPP para construir ferrovia Correias Mercúrio já trabalha em 3 turnos na nova planta Sinobras pode retomar projeto de ampliação

35 36 38 39

MINERADORAS AngloGold Ashanti investe R$ 13 mi em tecnologia Alcoa aplica soluções para elevar competitividade Itaú de Minas se diferencia pela multiplicidade de produtos COI – Centro de Operações Integradas sincroniza cadeia de produção

42

Fichas Técnicas das Minas

54

Tecnologia & Processos

Capa: Arte de Eduardo Cogliano

OS DESAFIOS E GANHOS POTENCIAIS DA MINA DIGITAL

15 e 16 de Maio de 2018 - Belo Horizonte (MG)

twitter.com/RevistaMinerios facebook.com/revistaminerioseminerales

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ED I TOR I A L

Pós-ciclo de baixa 2010-15,

mineração fortalece nova cultura de custos

As mineradoras começaram a respirar melhor a partir de

2016 quando se iniciou a recuperação de preços dos minerais e

metais, após um ciclo de baixa de cinco anos que poucos espe-

ravam que fosse possível se prolongar tanto. Ao longo desse tempo, a cultura de redução de custos se consolidou em benefí-

cio de uma maior disciplina financeira, a favor de uma margem operacional sustentável.

O crescimento orgânico passou a ser regra, extraindo-se

produtividade adicional dos ativos existentes. A aquisição de novos ativos passou a ser cogitado como negócio de oportunida-

de, quando houver vantagens tangíveis. Investir em projetos brownfield é a nova palavra de ordem.

Um estudo da consultoria Deloitte divulgado no início do

ano aponta os desafios que a mineração global tem pela frente neste novo ciclo que prioriza manter os custos sob controle, matéria em que os frutos mais fáceis de se alcançar já foram consumidos. O próximo patamar inferior de custos vai demandar solu-

ções inovadoras — não tanto no sentido de se criar o inédito, mas sim na busca de abordagens fora do padrão vigente.

Dois anos depois da tragédia de Mariana e a indústria segue pagando o ônus

Numa indústria tradicionalmente conservadora, as minera-

doras precisam se inspirar em outros segmentos da economia visando criar uma cultura em prol da inovação na empresa, en-

volvendo todos os quadros e sem designar tal tarefa a um setor especifico, entre quatro paredes, mesmo que esse se chame P&D (pesquisa e desenvolvimento). O espirito de inovação requer uma cultura empresarial amigável e aberta — caso contrário não vai florescer.

A tecnologia da informação torna-se uma ferramenta formi-

davel nesse ambiente, com a inserção crescente da tecnologia do internet das coisas (IoT, a sigla em inglês). Os equipamentos,

os sistemas e processos, estarão trocando dados em tempo real, dando tempo hábil para os gestores intervir e prevenir eventos “danosos” — que podem se tornar até catastróficos se ignorados.

A Deloitte aponta que “manter a licença social para uma mi-

neradora operar” continua a ser um desafio colossal — e essa

consciência precisa permear todos os escalões da empresa. Cumprir escrupulosamente o que a legislação exige, em termos

ambientais, ja não basta perante a opinião pública. Fazer sistematicamente a mais é visto hoje como obrigação.

O acidente de Mariana completou dois anos e o próprio Ins-

tituto Renova reconhece que há muito ainda por fazer, começando pelo moroso processo de se cadastrar a população atin-

OS DESAFIOS E GANHOS POTENCIAIS DA MINA DIGITAL

15 e 16 de Maio de 2018 - Belo Horizonte (MG)

gida que vai receber indenização. Na era da notícia instantânea digital, não há o que possa ser aceito como justificativa pela opinião pública. O ônus vai para toda a indústria da mineração.

COMPENSAÇÃO FINANCEIRA PELA EXPLORAÇÃO DE RECURSOS MINERAIS SUBSTÂNCIA

AUSTRÁLIA

CHINA

BRASIL (NOVAS REGRAS)

Bauxita

7,5% (valor de venda)

3,25% (valor de venda)

3% (valor de venda)

Ouro

1,25% (valor na mina)

3,75% (valor de venda)

2% (valor de venda)

Minério de ferro

5% a 7,5% (valor na mina)

3% (valor de venda)

2% a 4%, dependendo da cotação

GOVERNO ANUNCIA APOIO PARA SE ATRAIR MAIS INVESTIMENTOS PARA MINERAÇÃO — E AUMENTA AO MESMO TEMPO OS ROYALTIES

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COL U N A

D O

ME N D O

“Cumpre evitar que uma tributação excessiva ou mesmo prohibitiva dos estados e municípios possa dificultar ou impedir o surto da indústria que se tem em vista incentivar” José Mendo Mizael de Souza Na Exposição de Motivos do Código de Minas de 1934 - Decreto Nº 24.642, de 10 de julho de 1934, diploma legal que revolucionou, profundamente, “a exploração das riquezas do nosso sub-solo” -, Juarez Távora, que a subscreve, já destacava, com clareza e visão de futuro, na grafia da época, que “impotentes para enfrentar por si as dificuldades financeiras e technicas da industria [mineral], foi para a União que sempre convergiram os insistentes appelos de quantos pretenderam na vigencia do passado regimen dedicar-se ao aproveitamento das riquezas do sub-solo nacional. Favores directos e indirectos de toda a sorte nunca lhes foram regateados. Isenção de impostos e taxas aduaneiras, de onus fiscaes de varias especies, orientação technica e scientifica, apparelhamento, material, fretes reduzidos e mesmos deficitarios e até capitaes sob a forma de emprestimos obtiveram dos poderes federaes. Auxílios dessa especie, salvo o adiantamento de capitaes, são mantidos nas disposições deste Codigo. Mas, ao mesmo tempo que assim se desvela o poder central no amparo ás emprezas de mineração, cumpre evitar que uma tributação excessiva ou mesmo prohibitiva dos Estados e municipios possa difficultar ou impedir o surto da industria que se tem em vista incentivar [destaque nosso]. Eis a razão pela qual ficou estabelecido que a industria extractiva mineral não poderá ser tributada pela União, pelo Estado e pelo Municipio, em conjuncto, além de 25% da sua renda líquida. Realmente seria manifesta incoherencia privar-se a União das rendas alfandegarias e de outras fontes, em beneficio de uma actividade productora, sobre a qual pudessem vir a pesar os onus de uma taxação discrecionaria imposta pelo Estado ou pelo Municipio. Estes deveriam contentar-se, parcialmente, com os resultados indirectos das actividades industriaes que se implantassem em seus territorios”. Em sintonia com essa mesma visão, importante, aqui, destacar que a Constituinte de 1988 seguiu igual ensinamento, quando deixou claro, no parágrafo 3º do Art. 155 [Seção IV, Dos Impostos dos Estados e do Distrito Federal] que “à exceção dos impostos de que tratam o inciso I, b, do caput deste artigo e os arts. 153, I e II, e 156, III, nenhum outro tributo incidirá sobre operações relativas à energia elétrica, combustíveis líquidos e gasosos, lubrificantes e minerais do País” [destaque nosso]. Entretanto, esta redação foi posteriormente alterada, com o que, do texto hoje vigente, não mais constam, no citado Artigo 155 da CF88, a palavra “tributo”, substituída por “imposto”, assim

como o Inciso III do Art. 156, ou seja, dá-se início a uma percepção de ser válido aumentar a carga tributária incidente sobre a mineração - ou, pelo menos, criam-se condições para que tal venha a ocorrer. Esta tendência voltou a ter acolhida na visão dos relatores das MPs 789/2017 e 790/2017, inclusive com a ideia, por exemplo, de “royalty da renda” - que no caso do minério de ferro seria recolhido semestralmente (e variará de acordo com o volume da produção e o teor médio do minério); sem falar na incidência sobre a receita bruta, por exemplo, o que, em casos importantes, incluirá o transporte, por exemplo. Considerando-se o gravíssimo estado das contas públicas federais, dos estados e dos municípios, atenção redobrada deve, pois, ser conferida à tramitação das MPs acima citadas, já que percebe-se que está se vendo na mineração uma fonte de aumento de recursos para os entes acima citados. A propósito, vale aqui reproduzir a manifestação de Clóvis Torres, diretor-executivo da Vale, destacada pela revista “Valor Setorial Mineração”, a saber: “O Brasil tem tributos 14% mais altos que a Austrália, somando toda a carga tributária. E a Austrália é nosso maior concorrente, ao lado de Canadá, África do Sul, Chile e Peru”. Por seu turno, na mesma publicação, Wilfred Bruijn, diretor-executivo da Mineração Usiminas, chama a atenção para que “a complexidade do cenário global do minério de ferro deveria ser levada em conta antes da definição de mudanças que possam dificultar a inserção das empresas e do Brasil nos mercados e [sem o que haverá] risco à competitividade, reduzindo vendas, empregos e arrecadação. O aumento da CFEM se soma às demais taxas e impostos pagos pelas mineradoras. No nosso caso, que vendemos bastante no mercado interno, ainda há a incidência de ICMS”. Se não bastasse o acima exposto, o jornal “Valor” divulgou estudo [da Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital - Fenafisco, entidade que representa servidores dos fiscos estaduais e do DF] que sugere imposto sobre exportações de bens básicos”... Neste cenário, pois, ao nosso ver, cabe a todos nós do setor mineral esclarecer à sociedade que este caminho é um retrocesso para o desenvolvimento sustentável da mineração brasileira. É necessário ficarmos atentos à lição de Juarez Távora, ou seja, “cumpre evitar que uma tributação excessiva ou mesmo prohibitiva dos Estados e municipios possa difficultar ou impedir o surto da industria que se tem em vista incentivar”!

*José Mendo Mizael de Souza é engenheiro de minas e metalurgia pela EEUFMG (1961). Ex-Aluno honorário da Escola de Minas de Ouro Preto

(MG). Presidente da J. Mendo Consultoria. Fundador e presidente do Centro de Estudos Avançados em Mineração (Ceamin). Vice-presidente da Associação Comercial e Empresarial de Minas (ACMinas) e presidente do Conselho Empresarial de Mineração e Siderurgia da entidade. Coorde-

nador da fundação do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM). Como representante do IBRAM, é um dos três fundadores da Agência para o Desenvolvimento Tecnológico da Indústria Mineral Brasileira (Adimb). Conselheiro do Conselho Diretor da Fundação Gorceix, de apoio à Escola de Minas de Ouro Preto (MG). É um dos fundadores do Grêmio Minero-Metalúrgico “Louis Ensch” da EEUFMG.

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200 MAIORES MINAS BRASILEIRAS - ÍNDICE PELO NOME DA MINA E Nº DA PÁGINA NA FICHA TÉCNICA 200 Largest Mines in Brazil - Index by mine name and page on datasheet NOME DA MINA

Mina Velha Cana Brava Mina de Charqueadas Descalvado Analândia Itaquareia Unidade 4 Cachoeira Guararema Barra do Sul Igram Chácara Maria Cristina Purunã Nova Petrópolis Mineração Darcy Jaguaruna Itaú Juruti Miraí Ativa Planalto Poços de Caldas Santa Maria Saivá Queima Lençol Ponte Alta Taboca Mina do Rio Pedra do Sino Usina Rica Fercal Bugre Vira Saia Salto Miramar Itaretama Zuza Saudade Dagoberto Barcellos Baltar Araçariguama Lavrinhas Salobra Aguaçu Juncal Tabocal Cajamar Boa vista Laginha WD Ouro Branco Pirineus Casa da Pedra Candiota Monte Olimpo Fort Cal Santo Antônio Ibaré Butiá leste - area b3 Mina Bonito I Mina do Calombo Mina 3G/ Plano II Mina 101 Cruz de Malta Imerys PPSA Imerys Rio Capim Caulim Chapada Olho D´água Cavassin Cerrado da Roseira Cadeado Valo Rodoviário Serra Norte Itabira Minas Centrais

10 |

PRODUTO PRINCIPAL Agalmatolito Amianto Crisotila Areia Areia Areia Areia Areia Areia Areia Areia Areia Areia Areia Industrial Areia Industrial Argila Bauxita Bauxita Bauxita Bauxita Bauxita Calcário Calcário Calcário Calcário Calcário Calcário Calcário Calcário Calcário Calcário Calcário Calcário Calcário Calcário Calcário Calcário Calcário Calcário Calcário Calcário Calcário Calcário Calcário Calcário Calcário Calcário Calcário Calcário Calcário Calcário Calcário Calcário Calcário Calcário Calcário Carvão Mineral Carvão Mineral Carvão Mineral Carvão Mineral Carvão Mineral Carvão Mineral Caulim Caulim Cobre Dolomita Dolomita Dolomita Dolomita Feldspato Ferro Ferro Ferro

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PÁG.

42 42 42 42 42 42 42 42 42 42 42 42 42 42 42 42 42 43 43 44 44 44 44 44 44 44 44 44 44 44 44 44 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 45 46 46 46 46 46 46 46 46 46 46 46 46 46 46 46 47 47 47 47 47 47 47 47 48 48 48 48 48 48

NOME DA MINA

Minas Itabirito Vargem Grande Mina do Sapo Mariana (Alegria, Fábrica Nova e Fazendão) Paraopeba Oeste Ferro+ Serra Leste Serra Azul Corumbá Andrade Serra Sul Mina Morro dos Coelhos Vila Olímpia Fazenda Chapadão Lagamar Angico dos Dias Fazenda Casa de Pedra Guaju Azul Urucum Morro da Mina Boa Vista Barro Alto Codemin Tucano São Francisco Jacobina Serra Grande Cuiabá Córrego do Sítio Lamego Palito e São Chico Mineração Itapecerica Preto São Benedito Embu Itapeti Sargon Brasitália Santa Izabel Serobrita Juruaçu Beira Rio Pedreira Lageado Pedreira Sítio Destaque Pedreira DS2 Britasul Barreiro das Frutas Santo Antônio Campo Grande Pedreira de Mogi Guaçu Civil Pedreira Tavares Pinheiro Amazônia Mucajai Viracopos Pedreira São João da Boa Vista OCS Pedreira Uniporto Pedreira Aguaí Pedreira Paraibuna Cavas A&B A. Pelúcio Mostardas Brejuí Olho D´água dos Coqueiros Biscaia Bom sucesso - lavra 26 Campina Vanádio dos Maracás Morro Pelado Vazante Morro Agudo

PRODUTO PRINCIPAL

Ferro Ferro Ferro Ferro Ferro Ferro Ferro Ferro Ferro Ferro Ferro Ferro Ferro Filito Fosfato Fosfato Fosfato Gipsita Ilmenita Manganês Manganês Manganês Nióbio Níquel Níquel Ouro Ouro Ouro Ouro Ouro Ouro Ouro Ouro Pedra britada (granito) Pedra britada (granito) Pedra britada (granito) Pedra britada (granito) Pedra britada Pedra britada (granito) Pedra britada (granito) Pedra britada (gnaisse) Pedra britada (granito) Pedra britada (basalto) Pedra britada (gnaisse) Pedra britada (gnaisse) Pedra britada (gnaisse) Pedra britada (granito) Pedra britada (basalto) Pedra britada (gnaisse) Pedra britada (basalto) Pedra britada (diabásio) Pedra britada (granito) Pedra Britada Pedra Britada (gnaisse) Pedra britada (granito) Pedra britada (gnaisse) Pedra britada (fonolito) Pedra britada (basalto) Pedra Britada (diabásio) Pedra britada (granito) Quartzito Quartzito Serpentinito Scheelita Talco Talco Talco Talco Vanádio Vermiculita Zinco Zinco

PÁG.

48 48 48 48 48 48 48 48 48 48 49 49 49 49 49 49 49 49 49 49 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 51 51 51 51 51 51 51 51 52 52 52 52 52 52 52 52 52 52 52 52 52 52 52 52 52 53 53 53 53 53 53 53 53 53 53 53 53 53 53 53 53 53


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EXCL U SIV O

-

2 0 0

MA IORE S

MIN AS

B RASILE IRAS

Mercado global X economia local em recuperação

Fotos: Augusto Diniz

Os preços dos metais indicam certa estabilidade nos níveis atuais, nesse final de 2017 — a despeito dos dados mais positivos da economia chinesa, que dita os rumos do mercado global de metais há dez anos e responde por 40% dos negócios. O minério de ferro sente os efeitos da produção crescente a baixo custo — os analistas projetam média em torno de US$ 58/t em 2018, e US$ 54/t em 2019. Em fins de outubro, Goldman Sachs subiu sua estimativa de preços do cobre para US$ 7.050/t no período de 12 meses, indicando que a China vai responder por metade do aumento do consumo do metal nos próximos cinco anos. Uma das forças pode ser a popularização do automóvel elétrico, que usa quatro vezes mais cobre do que o modelo similar com motor a gasolina. Umas das razões para a relativa estabilidade de preços dos metais é a prioridade dada pelas mineradoras globais para projetos brownfield e melhorias para maximizar o retorno dos ativos existentes, mantendo a oferta relativamente estável. Novos projetos serão avaliados com rigor em termos de retorno sobre investimento — com exceção, por ora, do lítio. Na mineração brasileira os produtores aguardam a acelerada de um novo ciclo econômico, já sinalizado

Planta da CBA em Miraí (MG)

pelo número crescente dos empreendimentos privados anunciados nos 12 meses passados pela indústria, comércio e serviços. Falta ao governo federal articular sua capacidade de gestão para pôr em marcha os diversos programas de obras públicas lançados e até reembalados. Se 40% de tudo que se propalou for licitado para execução, a economia atingiria rapidamente outro patamar de atividades — mobilizada pela cadeia da construção. Essa expansão provocaria alta da arrecadação, dando fôlego aos governos estaduais e prefeituras. É o sonhado círculo virtuoso que tem se desenhado no horizonte em diversas oportunidades — e que as crises políticas obstinadamente insistem em boicotar.

Números consolidados de investimentos - 200 Maiores Minas Brasileiras (2017) Consolidated Investment in 2017 - 200 Largest Mines in Brazil

-

NÚMERO DE MINAS

VALOR

Investimento total 2018 Total investment

34

R$ 1.328.160.103

Investimento total 2017 Total investment

42

R$ 561.761.060

Investimento total 2016

39

R$ 968.527.249

Exploração geológica

9

R$ 80.251.297

Preservação ambiental

14

R$ 30.778.725

Programas de segurança

10

R$ 18.177.498

Manutenção da frota móvel

11

R$ 154.809.009

Manutenção da planta de processo

11

R$ 237.599.139

Total investment

Geological exploration

Environment programs Safety

Mining equipment maintenance Industrial plant maintenance

12 |

OUTUBRO / NOVEMBRO | 2017

Number of mines

value


EXCL U SIV O

-

2 0 0

MA IORE S

MIN AS

B RASILE IRAS

Classificação das 200 Maiores Minas por ROM (t/ano) 200 Largest Mines’ class according to ROM (ton/year)

Porte das minas Mines‘ Size

Classes

Maior que ROM

G2

3.000.000

G1

1.000.000

3.000.000

45

M4

500.000

1.000.000

42

M3

300.000

500.000

19

M2

150.000

300.000

27

M1

100.000

150.000

4

P3

50.000

100.000

11

P2

20.000

50.000

11

P1

10.000

20.000

4

Class

Grandes Large

Médias Medium

Pequenas Small

over

Menor ou igual a ROM Total de minas no ranking (base 2016) lower or equal to

Number of mines ate the rank (basis 2016)

38

Abaixo de 10.000 t/ano

6

Total de Minas

207

Fewer THAN 10.000 t/year Total number

Distribuição das 200 Maiores Minas por Estado 200 Largest Mines distribution per state in Brazil

ESTADO

QUANTIDADE

ESTADO

QUANTIDADE

Amapá

1

Paraíba

2

Amazonas

1

Paraná

14

Bahia

9

Pernambuco

1

Ceará

3

Rio de Janeiro

3

Distrito Federal

2

Rio Grande do Norte

2

Espírito Santo

3

Rio Grande do Sul

11

Goiás

14

Rondônia

1

Maranhão

1

Santa Catarina

13

Mato Grosso

4

São Paulo

44

Mato Grosso do Sul

6

Sergipe

2

Minas Gerais

50

Tocantins

3

Pará

17

-

-

STATE

NUMBER

TOTAL: 207 14 |

OUTUBRO / NOVEMBRO | 2017

STATE

NUMBER


R A N K I N G P O R S U B S T Â N C I A - P R O D U Ç Ã O A N U A L E M TO N E LA D A S ( R O M ) 200 LARGEST MINES IN BRAZIL BY MINERAL PRODUCED - PRODUCTION ROM T/YEAR

POSIÇÃO Position

NOME DA MINA Mine

LOCALIZAÇÃO Location (city & state)

MINERADORA Company

ROM (t) / ANO BASE 2016 Production ROM (t) 2016

MOVIMENTAÇÃO TOTAL EM 2016 Volume moved 2016

2017 PRODUTO FINAL 2016 Final production 2016

CLASSE DE MINA Mine class

AGALMATOLITO (Agalmatolite) 1

Mina Velha

Pará de Minas - MG

Lamil Lage e Minérios

75.000

P3

2

Fazenda das Pedras*

Leme- MG

Mineração Matheus Leme

60.000

P3

AMIANTO CRISOTILA (Asbestos) 1

Cana Brava

Minaçu - GO

Sama - Minerações Associadas

3.152

12.092

G2

ARDÓSIA (Slate) 1

Mina Pompéu Velho*

Pompéu - MG

Micapel

24.777

P2

AREIA (Sand) 1

Mina de Charqueadas

Triunfo - RS

Somar - Sociedade Mineradora

2.552.661

2

Descalvado

Descalvado - SP

Mineração Jundu

1.794.216

1.794.216

G1

3

Analândia

Analândia - SP

Mineração Jundu

1.752.718

1.752.718

4

Itaquareia Unidade 4

Mogi das Cruzes - SP

Itaquareia

997.346

997.346

5

Unidade 1 Itaquá*

Itaquaquecetuba - SP

Itaquareia

544.506

6

Areia Vale do Rio Grande

Igarapava -SP

Mineração Vale do Rio Grande

470.000

7

Cachoeira Guararema

Guararema – SP

Itaquareia

434.452

8

Unidade 6 Fazenda Mirabel*

Itaquaquecetuba - SP

Itaquareia

313.226

M3

9

Realmix*

Bofete – SP

Itaquareia

236.615

M2

10

Unidade 8 Suzano*

Mogi das Cruzes - SP

Itaquareia

222.379

11

Barra do Sul

Balneário Barra do Sul - SC

Mineração Jundu

162.013

12

Igram

Campo Grande - MS

Industria de Granilha Mineral

100.000

M1

13

Chácara Maria Cristina

Itaí - SP

Nova América Mineração

67.531

P3

14

Purunã

Balsa Nova - PR

Areal Costa

61.108

P3

15

Nova Petrópolis

Nova Petrópolis - RS

Ebam

50.000

P3

16

Cachoeira Mogi*

Mogi das Cruzes - SP

Itaquareia

48.158

P2

G1 G1 715.372

M4 M4 M3

499.452

380.928

M3

M2 162.013

M1

AREIA INDUSTRIAL (Industrial Sand) 1

Mineração Darcy

São Simão - SP

Mineração Darcy R. O. e Silva

380.000

2

Olho D'Água

Jaguaruna - SC

Sibelco

244.678

3

Jaguaruna

Jaguaruna - SC

Sibelco

242.612

M2 244.678

M3 M2

ARGILA (Clay) 1

Itaú

Itaperuçu - PR

Votorantim Cimentos

576.720

576.720 33.730.000

576.720

M4

BAUXITA (Bauxite) 1

Bela Cruz*

Oriximiná - PA

Mineração Rio do Norte

15.140.000

2

Paragominas*

Paragominas - PA

Mineração Paragominas

14.546.607

G2

3

Monte Branco*

Oriximiná - PA

Mineração Rio do Norte

8.130.000

20.720.000

4

Juruti

Juruti - PA

Alcoa World Alumina Brasil

7.363.186

43.209.955

7.363.186

5

Miraí

Miraí - MG

CBA

1.794.278

1.794.278

832.552

6

Barro Alto *

Barro Alto - GO

Mineradora Santo Expedito

700.000

7

Planalto Poços de Caldas

Poços de Caldas - MG

CBA

561.886

8

BXBA*

Barro Alto - GO

Mineradora Santo Expedito

503.000

M4

9

Campo do Meio*

Poços de Caldas - MG

Mineração Caldense

340.000

M3

10

Santa Maria

Miraí - MG

Bauminas Mineração

317.590

M2

11

Bom Jardim*

Miraí - MG

Bauminas Mineração

297.912

M2

12

Sítio Santo Antônio*

Poços de Caldas - MG

Companhia Geral de Minas - CGM

199.000

M2

G2 G2 G2 G1 M4 561.886

487.856

M4

CALCÁRIO (Limestone) 1

Saivá

Rio Branco do Sul - PR

Votorantim Cimentos

5.449.730

2

Queima Lençol

Sobradinho - DF

Cimento Planalto

4.954.414

3

Arcos*

Arcos - MG

Companhia Siderúrgica Nacional CSN

3.339.295

4

Ponte Alta

Salto de Pirapora - SP

Votorantim Cimentos

3.212.185

3.330.218

3.212.185

G2

5

Taboca

Itaú de Minas - MG

Votorantim Cimentos

3.156.841

3.725.072

3.725.072

G2

6

Mina do Rio

Laranjeiras - SE

Votorantim Cimentos

2.941.825

3.925.388

2.954

G2

7

Rio Bonito*

Campo Largo - PR

Cia de cimento Itambé

2.355.611

3.339.418

8

Pedra do Sino

Carandaí - MG

Cimento Tupi

2.023.652

2.211.944

2.023.652

9

Lapa Vermelha*

Lagoa Santa - MG

Empresa de Cimento Liz

1.900.000

10

Usina Rica

Sobral - CE

Votorantim Cimentos

1.848.111

1.957.825

1.848.111

G1

11

Fercal

Sobradinho - DF

Votorantim Cimentos

1.551.950

2.606.298

1.551.950

G1

*Produção ROM de 2015 (não informou dados de 2016)

16 |

OUTUBRO / NOVEMBRO | 2017

8.952.782

G2 G2 G2

G1 G1 G1


2017

R A N K I N G P O R S U B S T Â N C I A - P R O D U Ç Ã O A N U A L E M TO N E LA D A S ( R O M ) 200 LARGEST MINES IN BRAZIL BY MINERAL PRODUCED - PRODUCTION ROM T/YEAR

POSIÇÃO Position

NOME DA MINA Mine

LOCALIZAÇÃO Location (city & state)

MINERADORA Company

ROM (t) / ANO BASE 2016 Production ROM (t) 2016

MOVIMENTAÇÃO TOTAL EM 2016 Volume moved 2016

PRODUTO FINAL 2016 Final production 2016

CLASSE DE MINA Mine class

12

Bugre

Vidal Ramos - SC

Votorantim Cimentos

1.438.688

3.855.684

924.480

G1

13

Vira Saia

Cantagalo - RJ

Votorantim Cimentos

1.404.708

1.404.708

966.059

G1

14

Juliano *

Salto de Pirapora - SP

Adher Mineração

1.331.342

15

Salto

Salto de Pirapora - SP

Votorantim Cimentos

1.280.399

1.280.399

811.949

G1

16

Miramar

Caapora - PB

Lafarge

1.182.000

1.514.168

1.182.000

G1

17

Itaretama

Rio Branco do Sul - PR

Votorantim Cimentos

1.165.822

1.402.013

1.165.822

G1

18

Zuza

Xambioá - TO

Votorantim Cimentos

1.133.974

1.133.974

1.133.974

G1

19

Corgão*

Bandeirantes do Tocantins - TO

Caltins

1.104.570

20

Saudade

Cantagalo - RJ

Lafarge

986.233

G1

21

Dagoberto Barcellos

Caçapava do Sul – RS

Dagoberto Barcellos

930.453

M4

22

Baltar

Votorantim - SP

Votorantim Cimentos

907.251

907.251

907.251

23

Araçariguama

Araçariguama-SP

Votorantim Cimentos

898.193

898.193

898.193

G1

24

Lavrinhas

Itapeva - SP

Votorantim Cimentos

881.031

1.475.000

881.031

M4

25

Salobra

Nobres - MT

Votorantim Cimentos

852.704

950.000

805.828

M4

26

Aguaçu

Cuiabá - MT

Votorantim Cimentos

828.054

1.893.205

828.054

M4

27

Ativa

Caçapava do Sul – RS

Ativa Minerais

820.000

28

Santa Izabel

Santa Isabel - SP

Votorantim Cimentos

811.158

29

Juncal

Salto de Pirapora - SP

Massari Mineração

739.065

30

Capoeira Grande*

Barroso - MG

Lafarge Holcim

720.747

31

Tabocal

Primavera - PA

Votorantim Cimentos

693.501

1.688.000

32

Boa vista

Edealina - GO

Votorantim Cimentos

589.377

898.517

506.864

33

Laginha

Ladário - MS

Votorantim Cimentos

511.770

511.770

511.770

34

WD

Botuverá - SC

Calwer Mineração

380.000

35

Ouro Branco

Indiara - GO

Calcário Ouro Branco

306.239

501.756

47.175.618

M4

36

Pirineus

Cocalzinho de Goíás - GO

Mineração Pirineus

304.000

370.000

290.000

M2

37

Casa da Pedra

São João Del Rei - MG

Mineração Jundu

287.766

287.766

38

Candiota

Candiota - RS

Votorantim Cimentos

279.112

566.078

40

Monte Olimpo

Saltinho - SP

M&G Mineração de Calcário

210.000

M2

41

Fort Cal

Pains - MG

Fort Cal

204.000

M2

42

Água Boa*

Almirante Tamandaré – PR

Terra Rica

203.000

M2

43

Santo Antônio

Senges -PR

Mineração São Judas

194.793

M1

44

Sarp*

Novo Jardim - TO

Sarp Mineração

173.458

45

Ibaré

São Gabriel - RS

Votorantim Cimentos

91.956

46

Calcário BR 101*

Potiraguá - BA

Calcário BR 101

63.642

47

Boabaid*

Laguna - SC

Cysy Mineração

16.970

P1

43

Santo Antônio

Senges -PR

Mineração São Judas

194.793

M1

44

Sarp*

Novo Jardim - TO

Sarp Mineração

173.458

45

Ibaré

São Gabriel - RS

Votorantim Cimentos

91.956

46

Calcário BR 101*

Potiraguá - BA

Calcário BR 101

63.642

P3

47

Boabaid*

Laguna - SC

Cysy Mineração

16.970

P1

G1

G1

G1

M4 1.233.000

M4 M4 M4 M4 M4 G1 M2

M2 279.112

M4

M2 48.426

48.426

P3 P3

M2 48.426

48.426

P3

CARVÃO MINERAL (Coal) 1

Candiota*

Candiota - RS

Companhia Riograndense de Mineração - CRM

2.409.048

2

Butiá leste - area b3

Butiá - RS

Copelmi Mineração

1.303.182

3

Mina Bonito I

Lauro Muller - SC

Carbonífera Catarinense

960.351

4

Mina do Calombo

Arroio dos Ratos - RS

Copelmi Mineração

853.497

14.931.309

5

Cruz de Malta

Treviso - SC

Indústria Carbonífera Rio Deserto

632.776

917.524

284.749

6

Mina 3G/ Plano II

Lauro Muller - SC

Carbonífera Catarinense

578.013

7

Mina 101

Içara - SC

Indústria Carbonífera Rio Deserto

522.235

531.535

284.749

M4

8

Fontanella*

Treviso - SC

Carbonífera Metropolitana

151.528

181.465

181.465

G1

G1 22.054.716

G1 M4 G1 M4 M3

CASSITERITA (Cassiterite) 1

Rocha Sã

Presidente Figueiredo - AM

Mineração Taboca

5.205.408

G2

2

Santa Bárbara*

Itapuã D'Oeste

Estanho de Rondonia

1.430.000

G1

CAULIM (Kaolin) 1

Imerys PPSA

Ipixuna - PA

Imerys

1.330.000

G1

2

Imerys Rio Capim Caulim

Ipixuna do Pará - PA

Imerys Rio Caulim

1.330.000

G1

*Produção ROM de 2015 (não informou dados de 2016)

www.revistaminerios.com.br | 17


2017

R A N K I N G P O R S U B S T Â N C I A - P R O D U Ç Ã O A N U A L E M TO N E LA D A S ( R O M ) 200 LARGEST MINES IN BRAZIL BY MINERAL PRODUCED - PRODUCTION ROM T/YEAR

POSIÇÃO Position

NOME DA MINA Mine

LOCALIZAÇÃO Location (city & state)

MINERADORA Company

ROM (t) / ANO BASE 2016 Production ROM (t) 2016

MOVIMENTAÇÃO TOTAL EM 2016 Volume moved 2016

PRODUTO FINAL 2016 Final production 2016

63.998.468

216.332

G2

3.014.269

8.819.174

93.553

G2

244.678

CLASSE DE MINA Mine class

COBRE (Copper) 1

Salobo

2

Chapada

3

Sossego

4

Caraíba*

Jaguarari - PA

Mineração Vale do Curuçá

1

Olho D´água

Bom Sucesso de Itararé - SP

Mineração Jundu

244.678

2

Cavassin

Almirante Tamandaré - PR

Cavassin & Cia

215.000

P1

3

Cerrado da Roseira

Jaguariaiva-PR

Mineração São Judas

10.310

M2

4

Cadeado

Jaguariaiva-PR

Mineração São Judas

4.550

Alto Horizonte - GO

Vale

57.279.000

Mineração Maracá Indústria e Comércio

19.828.052

Vale

12.687.000

P3

P1

DOLOMITA (Dolomite) M2

FELDSPATO (Feldspar) 1

Valo Rodoviário

Itabirito - MG

Anex Mineração

59.924

P3 G2

FERRO (Iron) 1

Serra Norte

Parauapebas - PA

Vale

150.366.492

2

Itabira

Itabira - MG

Vale

67.338.709

3

Minas Centrais

São Gonçalo do Rio Abaixo - MG

Vale

60.502.958

40.900.000

G2

4

Minas Itabirito

Itabirito - MG

Vale

55.927.475

4.100.000

G2

5

Vargem Grande

Nova Lima - MG

Vale

44.992.295

29.200.000

G2

6

Casa de Pedra

Congonhas - MG

Companhia Siderúrgica Nacional CSN

38.882.473

7

Mina do Sapo

Conceição do Mato Dentro - MG

Anglo American

37.075.286

16

G2

8

Mariana (Alegria; Fábrica Nova e Mariana - MG Fazendão)

Vale

31.767.337

28.400.000

G2

9

Paraopeba

Nova Lima - MG

Vale

27.528.675

26.400.000

G2

10

Várzea do Lopes*

Itabirito - MG

Gerdau Açominas

9.055.000

11

Pau Branco*

Brumadinho - MG

Vallourec

6.000.000

12

Oeste

Itatiaiuçu - MG

Mineração Usiminas

5.579.052

13

Ferro +

Ouro Preto - MG

J.Mendes

4.675.121

14

Serra Leste

Parauapebas - PA

Vale

4.246.713

15

Serra Azul

Itatiaiuçu - MG

ArcelorMittal Mineração Serra Azul

2.714.000

16

Corumbá

Corumbá - MS

Vale

2.571.041

17

Central*

Itatiaiuçu - MG

Mineração Usiminas

2.298.000

G1

18

Mina Monjolinho

Corumbá - MS

Vetorial Mineração

1.746.622

G1

19

Andrade

Bela Vista de Minas - MG

ArcelorMittal Mineração Brasil

1.500.000

G2

20

Posse*

Caeté - MG

Crusader do Brasil

588.208

M4

21

Miguel Burnier*

Ouro Preto - MG

Gerdau Açominas

428.000

M3

22

Serra Sul

Parauapebas - PA

Vale

400.000

M3

23

Mina Morro dos Coelhos

Desterro de Entre Rios - MG

J. Mendes

136.204

M1

G2

G2

G2 G2 11.390.336

2.751.137

G2 G2

4.200.000

G1 G2

1.900.000

G2

FILITO (Thyllite) 1

Vila Olimpia

Sorocaba - SP

Votorantim Cimentos

828.054

1.893.205

828.054

M4

FOSFATO (Phospate) 1

Tapira*

Tapira-MG

Mosaic Fertilizantes

16.935.606

2

Catalão*

Catalão -GO

Mosaic Fertilizantes

6.097.021

G2

3

Chapadão

Ouvidor - GO

Copebrás

5.594.000

4

Lagamar

Lagamar - MG

Galvani

1.160.211

M4

5

Angico dos Dias

Campo Alegre de Lourdes - BA

Galvani

480.000

M3

1

São Jorge*

Ouricuri - PE

Mineradora São Jorge

677.860

677.860

440.609

M4

2

Fazenda Casa de Pedra

Ouricuri - PE

Votorantim Cimentos

160.006

169.188

160.006

M2

16.600.000

5.594mTON

GIPSITA (Gypsium)

GRANITO (Granite) 1

Preto São Benedito

Ecoporanga - ES

Comil Cotaxe Mineração

21.504

G2

2

Galaxy White*

Colatina - ES

Mineração Marianelli

17.280

P1

ILMENITA (Ilmenite) 1

Guaju

Matarca - PB

*Produção ROM de 2015 (não informou dados de 2016)

18 |

OUTUBRO / NOVEMBRO | 2017

Cristal Pigmentos do Brasil

12.137.863

12.137.863

132.620

G2


R A N K I N G P O R S U B S T Â N C I A - P R O D U Ç Ã O A N U A L E M TO N E LA D A S ( R O M ) 200 LARGEST MINES IN BRAZIL BY MINERAL PRODUCED - PRODUCTION ROM T/YEAR

POSIÇÃO Position

NOME DA MINA Mine

LOCALIZAÇÃO Location (city & state)

MINERADORA Company

ROM (t) / ANO BASE 2016 Production ROM (t) 2016

MOVIMENTAÇÃO TOTAL EM 2016 Volume moved 2016

2017 PRODUTO FINAL 2016 Final production 2016

CLASSE DE MINA Mine class

MANGANÊS (Manganese) 1

Azul

Parauapebas - PA

Vale

3.320.312

G2

2

Urucum

Corumbá - MS

Vale

853.658

M3

3

Serra de Buritirama *

Marabá - PA

Mineração Buritirama

376.599

P2

4

Unidade Morro da Mina

Lafaiete - MG

Vale

22.411

M4

1

Boa Vista

Catalão -GO

Niobras

NIÓBIO (Niobium) 2.853.807

11.994.971

1.705.409

G1

NÍQUEL (Nickel) 1

Barro Alto

Barro Alto - GO

Anglo American

2.339.766

G1

2

Codemin

Niquelândia - GO

Anglo American

591.955

G2

3

Onça Puma

1

Morro do Ouro*

Paracatu - MG

Kinross

52.942.195

73.817.272

14.476 (onça)

G2

2

Serra Grande

Crixás - GO

AngloGold Ashanti

5.343.546

5.343.546

4 ton

G1

Beadell Brasil

3.156.053

Mineração Apoena

2.856.473

2.169.696

1.967.532

Vale

1.710.000 OURO (Gold)

Pedra Branca do Amapari - AP Vila Bela da Santíssima Trindade - MT

3

Tucano

4

São Francisco

G2

5

Jacobina

Jacobina - BA

Yamana Gold

2.548.687

6

Cuiabá

Sabará - MG

AngloGold Ashanti

1.210.000

1.610.000

9 ton

7

Fazenda Brasileiro*

Barrocas - BA

Brio Gold

1.113.922

150.773

3.755.084

8

Lamego

Sabará - MG

AngloGold Ashanti

461.661

632.493

G2 G1 G1 G1 M3

9

Palito e São Chico

Itaituba/PA

Serabi Mineração

10

Córrego do Sítio

Santa Bárbara - MG

AngloGold Ashanti

159.000

M2

1

Sarpav*

Barueri-SP

Sarpav Mineradora

1.911.651

G1

2

Pedreira Embu

Embu das Artes - SP

Embu S.A

1.761.511

G1

3

Pedreira Itapeti

Mogi das Cruzes - SP

Embu S.A

1.755.000

4

Sargon

Santa Isabel - SP

Pedreira Sargon

1.648.533 1.058.298

1.133.766

PEDRA BRITADA (Crushed Stone)

1.648.533

950.000

950.000

G1

5

Brasitália

Cariacica - ES

Brasitália Mineradora Espírito Santense

6

Mineração Itapecerica

Itapecerica da Serra - SP

Votorantim Cimentos

950.000

7

Mairiporã*

Mairiporã - SP

Lafarge Holcim

782.300

M4

8

Serobrita

Seropédica - RJ

Ebam - Unidade Seropédica

750.000

M4

9

Minerpav*

Piracicaba - SP

Minerpav Mineradora

717.177

M4

10

Pedreira Juruçu

Juruaçu - SP

Embu S.A

704.805

M4

11

Malvinas*

Bacabeira - MA

Granorte

700.000

12

Cajamar

Cajamar - SP

Votorantim Cimentos

657.119

657.119

657.119

M4

13

Pedreira Beira Rio

Uberaba - MG

Construtora e Pedreira Beira Rio

600.000

750.000

750.000

M4

14

Lageado

São Paulo - SP

Pedreira São Matheus Lageado

591.905

M4

15

Pedreira Sitio Destaque

São João da Boa Vista - SP

Construtora Simoso

550.000

M4

16

Pedreira DS2

Bragança Paulista - SP

Ebam - Unidade Bragança Paulista

550.000

M4

17

Aratu *

Salvador - BA

Aratu Mineração

521.533

M4

18

Civil Pedreira

Salvador - BA

Civil Industrial e Comercial

503.863

M4

19

Britasul

Pouso Alegre - MG

Britasul Indústria e Mineração

500.000

M4

20

Barreira das Frutas

Campo Mourão - PR

Pedreira Itaipu

485.000

M4

21

Santo Antônio

Simões Filho-BA

Pedreiras Bahia

478.323

22

Campo Grande

Campo Grande - MS

Votorantim Cimentos

477.603

23

Pedreira de Mogi Guaçu

Mogi Guaçu - SP

Construtora Simoso

475.000

M3

24

Leverger*

Santo Antônio do Leverger - MT

Grupo Equipav

460.000

M3

25

Tavares Pinheiro

Jundiaí - SP

Tavares Pinheiro Industrial

400.000

M3

26

Amazônia Mucajai

Presidente Figueiredo - AM

Ebam - Unidade Presidente Figueiredo

350.000

M3

27

Mostardas

Belo Horizonte - MG

Pedras Congonhas

316.000

M3

28

Pedreira Viracopos

São Paulo - SP

Embu S.A

308.000

M3

29

Coqueiros*

Concórdia - SC

Britax - Britagem KPB

300.000

M2

30

Pedreira São João da Boa Vista

São João da Boa Vista - SP

Construtora Simoso

275.000

M2

*Produção ROM de 2015 (não informou dados de 2016)

20 |

G1 1.862.842

OUTUBRO / NOVEMBRO | 2017

G1 G1

M4

M3 479.103,2

489.386

M4


2017

R A N K I N G P O R S U B S T Â N C I A - P R O D U Ç Ã O A N U A L E M TO N E LA D A S ( R O M ) 200 LARGEST MINES IN BRAZIL BY MINERAL PRODUCED - PRODUCTION ROM T/YEAR

POSIÇÃO Position

NOME DA MINA Mine

LOCALIZAÇÃO Location (city & state)

ROM (t) / ANO BASE 2016 Production ROM (t) 2016

MINERADORA Company

MOVIMENTAÇÃO TOTAL EM 2016 Volume moved 2016

PRODUTO FINAL 2016 Final production 2016

CLASSE DE MINA Mine class

31

Nova Prata*

Paranaguá - PR

Mineração Nova Prata

260.000

M2

32

OCS

Eusébio-CE

Ocs Mineração

257.303

M2

33

Pedreira Uniporto

Porto Feliz - SP

Ebam - Unidade Porto Feliz

250.000

M2

34

J.A Silveira*

Pelotas - RS

J.A Silveira

250.000

M2

35

Pedreira Aguaí

Aguaí - SP

Construtora Simoso

150.000

M2

36

Simonaggio & Cia*

Garibaldi - RS

Simonaggio & Cia

86.718

P3

37

Pedreira Paraibuna

Paraibuna - SP

Embu S.A

49.740

P2

38

Britalaje Pedreira*

São Lourenço do Oeste - SC

Britalaje Pedreira

25.800

P2

39

Asa Branca*

Santa Quitéria - CE

Granistone S/A

20.322

P2

QUARTZITO (Quartzite) 1

Cavas A e B

Pirapora do Bom Jesus - SP

Mineração Angelini

132.660

P3

2

Ômega*

Santa Cruz de Minas - MG

Mineração Ômega

50.000

P2

28.801

P2

QUARTZO (Quartz) 1

A. Pelúcio Comércio e Exportação

São Thomé das Letras - MG

A. Pelúcio Comércio e Exportação TALCO (Talc)

1

Olho D´água dos Coqueiros

Brumado - BA

Xilolite

2

Biscaia

Ponta Grossa-PR

Mineração São Judas

192.834 38.136

539.353

32.000

M2 P2

3

Bom sucesso - lavra 26

Bom Sucesso de Itararé - SP

Mineração São Judas

20.463

P2

4

Campina

Ponta Grossa-PR

Mineração São Judas

7.600

1

Vanádio dos Maracás

Maracás -BA

Largo Resources

VANÁDIO (Vanadium) 886.145

M4

465.000

M3

VERMICULITA (Vermiculite) 1

Morro Pelado

Belos-GO

Brasil Minérios ZINCO (Zinc)

2017

1

Vazante

Vazante - MG

Votorantim Metais

1.355.000

G1

2

Morro Agudo

Paracatu - MG

Votorantim Metais

1.007.000

G1

3

Morro Agudo

Paracatu - MG

Votorantim Metais

1.007.000

G1

RANKING GERAL POR PRODUÇÃO ANUAL EM TONELADAS (ROM)

200 LARGEST MINES IN BRAZIL / GENERAL RANK BY PRODUCTION ROM T/YEAR PRODUTO PRINCIPAL Main ore

ROM (t) / ANO BASE 2016 Production ROM (t) 2016

Vale

Ferro

150.366.492

Vale

Ferro

67.338.709

Vale

Ferro

60.502.958

Marabá - PA

Vale

Cobre

57.279.000

Itabirito - MG

Vale

Ferro

55.927.475

Morro do Ouro*

Paracatu - MG

Kinross

Ouro

52.942.195

Vargem Grande

Nova Lima - MG

Vale

Ferro

44.992.295

8

Casa de Pedra

Congonhas - MG

Companhia Siderúrgica Nacional CSN

Ferro

38.882.473

9

Mina do Sapo

Anglo American

Ferro

37.075.286

16

G2

10

Mariana (Alegria; Fábrica Nova e Fazendão)

Conceição do Mato Dentro - MG

11

Paraopeba

POSIÇÃO Position

NOME DA MINA Mine

LOCALIZAÇÃO Location (city & state)

1

Serra Norte

Parauapebas - PA

2

Itabira

Itabira - MG

3

Minas Centrais

São Gonçalo do Rio Abaixo - MG

4

Salobo

5

Minas Itabirito

6 7

MINERADORA Company

MOVIMENTAÇÃO TOTAL EM 2016 Volume moved 2016

PRODUTO FINAL 2016 Final production 2016

CLASSE DE MINA Mine class G2 G2

40.900.000

G2

4.100.000

G2

14.476 (onça)

G2

29.200.000

G2

P3

73.817.272

G2

Mariana - MG

Vale

Ferro

31.767.337

28.400.000

G2

Nova Lima - MG

Vale

Ferro

27.528.675

26.400.000

G2

216.332

G2

12

Chapada

Alto Horizonte - GO

Mineração Maracá Indústria e Comércio

Cobre

19.828.052

13

Tapira*

Tapira-MG

Mosaic Fertilizantes

Fosfato

16.935.606

14

Bela Cruz*

Oriximiná - PA

Mineração Rio do Norte

Bauxita

15.140.000

15

Paragominas*

Paragominas - PA

Mineração Paragominas

Bauxita

14.546.607

G2

16

Sossego

Carajás - PA

Vale

Cobre

12.687.000

P1

63.998.468

G2 33.730.000

G2

*Produção ROM de 2015 (não informou dados de 2016)

www.revistaminerios.com.br | 21


2017

RANKING GERAL POR PRODUÇÃO ANUAL EM TONELADAS (ROM) 200 LARGEST MINES IN BRAZIL / GENERAL RANK BY PRODUCTION ROM T/YEAR POSIÇÃO Position

NOME DA MINA Mine

LOCALIZAÇÃO Location (city & state)

MINERADORA Company

PRODUTO PRINCIPAL Main ore

ROM (t) / ANO BASE 2016 Production ROM (t) 2016

MOVIMENTAÇÃO TOTAL EM 2016 Volume moved 2016

PRODUTO FINAL 2016 Final production 2016

CLASSE DE MINA Mine class

12.137.863

132.620

G2

17

Guaju

Matarca - PB

Cristal Pigmentos do Brasil

Ilmenita

12.137.863

18

Várzea do Lopes*

Itabirito - MG

Gerdau Açominas

ferro

9.055.000

19

Monte Branco*

Oriximiná - PA

Mineração Rio do Norte

Bauxita

8.130.000

20.720.000

20

Juruti

Juruti - PA

Alcoa World Alumina Brasil

Bauxita

7.363.186

43.209.955

7.363.186

21

Catalão*

Catalão -GO

Mosaic Fertilizantes

Fosfato

6.097.021

22

Pau Branco*

Brumadinho - MG

Vallourec

ferro

6.000.000

23

Chapadão

Ouvidor - GO

Copebrás

Fosfato

5.594.000

16.600.000

5.594.000

24

Oeste

Itatiaiuçu - MG

Mineração Usiminas

Ferro

5.579.052

11.390.336

2.751.137

25

Saivá

Rio Branco do Sul - PR

Votorantim Cimentos

Calcário

5.449.730

8.952.782

26

Rocha Sã*

Presidente Figueiredo - AM

Mineração Taboca

Cassiterita

5.205.408

27

Queima Lençol

Sobradinho - DF

Cimento Planalto

Calcário

4.954.414

G2

28

Vanádio dos Maracás

Maracás -BA

Largo Resources

Vanádio

4.876.172

M4

G2 G2 G2

G2

G2 G2 G2

29

Ferro +

Ouro Preto - MG

J.Mendes

Ferro

4.675.121

30

Serra Leste

Parauapebas - PA

Vale

Ferro

4.246.713

G2

31

Arcos*

Arcos - MG

Companhia Siderúrgica Nacional CSN

Calcário

3.339.295

32

Azul

Parauapebas - PA

Vale

Manganês

3.320.312

33

Ponte Alta

Salto de Pirapora - SP

Votorantim Cimentos

Calcário

3.212.185

3.330.218

3.212.185

G2

34

Taboca

Itaú de Minas - MG

Votorantim Cimentos

Calcário

3.156.841

3.725.072

3.725.072

G2

35

Tucano

Pedra Branca do Amapari - AP

Beadell Brasil

Ouro

3.156.053

36

Cana Brava

Minaçu - GO

Sama - Minerações Associadas

Amianto Crisotila

3.151.806

12.092

4.200.000

G1 G2 G2

G2 G2

37

Caraíba*

Jaguarari - PA

Mineração Vale do Curuçá

Cobre

3.014.269

8.819.174

93.553

G2

38

Mina do Rio

Laranjeiras - SE

Votorantim Cimentos

Calcário

2.941.825

3.925.388

2.954

G2

39

São Francisco

Vila Bela da Santíssima Trindade - MT

Mineração Apoena

Ouro

2.856.473

2.169.696

1.967.532

G2

40

Boa vista

Catalão -GO

Niobras

Nióbio

2.853.807

11.994.971

1.705.409

G1

41

Serra Azul

Itatiaiuçu - MG

ArcelorMittal Mineração Serra Azul

Ferro

2.714.000

42

Corumbá

Corumbá - MS

Vale

Ferro

2.571.041

43

Mina de Charqueadas

Triunfo - RS

Somar - Sociedade Mineradora

Areia

2.552.661

G1

44

Jacobina

Jacobina - BA

Yamana Gold

Ouro

2.548.687

G1

45

Candiota*

Candiota - RS

Companhia Riograndense de Mineração - CRM

Carvão Mineral

2.409.048

G1

46

Rio Bonito*

Campo Largo - PR

Cia de cimento Itambé

Calcário

2.355.611

3.339.418

G1

47

Barro Alto

Barro Alto - GO

Anglo American

Níquel

2.339.766

5.884.972

G1

48

Central*

Itatiaiuçu - MG

Mineração Usiminas

Ferro

2.298.000

49

Pedra do Sino

Carandaí - MG

Cimento Tupi

Calcário

2.023.652 1.911.651

G2 1.900.000

G2

G1 2.211.944

2.023.652

G1

50

Sarpav*

Barueri-SP

Sarpav Mineradora

Pedra britada(granito)

51

Lapa Vermelha*

Lagoa Santa - MG

Empresa de Cimento Liz

Calcário

1.900.000

52

Usina Rica

Sobral - CE

Votorantim Cimentos

Calcário

1.848.111

1.957.825

1.848.111

G1

53

Miraí

Miraí - MG

CBA

Bauxita

1.794.278

1.794.278

832.552

G1

54

Descalvado

Descalvado - SP

Mineração Jundu

Areia

1.794.216

1.794.216

55

Pedreira Embu

Embu das Artes - SP

Embu

56

Pedreira Itapeti

Mogi das Cruzes - SP

Embu

57

Analândia

Analândia - SP

Mineração Jundu

Areia

1.752.718

58

Mina Monjolinho

Corumbá - MS

Vetorial Mineração

Ferro

1.746.622

59

Onça Puma

Ourilândia do Norte - PA

Vale

Niquel

1.710.000

60

Sargon

Santa Isabel - SP

Pedreira Sargon

Pedra britada (granito)

1.648.533

1.862.842

1.648.533

G1

61

Fercal

Sobradinho - DF

Votorantim Cimentos

Calcário

1.551.950

2.606.298

1.551.950

G1

62

Andrade

Bela Vista de Minas - MG

ArcelorMittal Mineração Brasil

Ferro

1.500.000

63

Bugre

Vidal Ramos - SC

Votorantim Cimentos

Calcário

1.438.688

3.855.684

924.480

64

Santa Bárbara*

Itapuã D'Oeste - RO

Estanho de Rondonia

Cassiterita

1.430.000

65

Vira Saia

Cantagalo - RJ

Votorantim Cimentos

Calcário

1.404.708

1.404.708

966.059

66

Vazante

Vazante - MG

Votorantim Metais

Zinco

1.355.000

G1

67

Juliano *

Salto de Pirapora - SP

Adher Mineração

Calcário

1.331.342

G1

68

Imerys PPSA

Ipixuna - PA

Imerys

Caulim

1.330.000

G1

*Produção ROM de 2015 (não informou dados de 2016)

22 |

OUTUBRO / NOVEMBRO | 2017

Pedra britada(granito) Pedra britada(granito)

G1 G1

G1

1.761.511

G1

1.755.000

G1 1.752.718

G1 G1

G2 G1 G1 G1


2017

RANKING GERAL POR PRODUÇÃO ANUAL EM TONELADAS (ROM)

200 LARGEST MINES IN BRAZIL / GENERAL RANK BY PRODUCTION ROM T/YEAR PRODUTO PRINCIPAL Main ore

ROM (t) / ANO BASE 2016 Production ROM (t) 2016

Imerys Rio Caulim

Caulim

1.330.000

Copelmi Mineração

Carvão Mineral

1.303.182

22.054.716

AngloGold Ashanti

Ouro

1.292.618

5.343.546

4 ton

G1

Salto de Pirapora - SP

Votorantim Cimentos

Calcário

1.280.399

1.280.399

811.949

G1

Cuiabá

Sabará - MG

AngloGold Ashanti

Ouro

1.210.000

1.610.000

9 ton

G1

74

Miramar

Caapora - PB

Lafarge

Calcário

1.182.000

1.514.168

1.182.000

G1

75

Itaretama

Rio Branco do Sul - PR

Votorantim Cimentos

Calcário

1.165.822

1.402.013

1.165.822

76

Lagamar

Lagamar - MG

Galvani

Fosfato

1.160.211

POSIÇÃO Position

NOME DA MINA Mine

LOCALIZAÇÃO Location (city & state)

69

Imerys Rio Capim Caulim

Ipixuna do Pará - PA

70

Butiá leste - area b3

Butiá - RS

71

Serra Grande

Crixás - GO

72

Salto

73

MINERADORA Company

MOVIMENTAÇÃO TOTAL EM 2016 Volume moved 2016

PRODUTO FINAL 2016 Final production 2016

CLASSE DE MINA Mine class G1 G1

G1 M4

77

Zuza

Xambioá - TO

Votorantim Cimentos

Calcário

1.133.974

78

Córrego do Sítio

Santa Bárbara - MG

AngloGold Ashanti

Ouro

1.133.766

1.133.974

1.133.974

G1

79

Fazenda Brasileiro*

Barrocas - BA

Brio Gold

Ouro

1.113.922

80

Corgão*

Bandeirantes do Tocantins - TO

Caltins

Calcário

1.104.570

150.773

3.755.084

G1 G1

Pedra britada (granito)

1.058.298

G1

81

Brasitália

Cariacica - ES

Brasitália Mineradora Espírito Santense

82

Morro Agudo

Paracatu - MG

Votorantim Metais

Zinco

1.007.000

83

Itaquareia Unidade 4

Mogi das Cruzes - SP

Itaquareia

Areia

997.346

Calcário

986.233

G1

960.351

M4

84

Saudade

Cantagalo - RJ

Lafarge

85

Mina Bonito I

Lauro Muller - SC

Carbonífera Catarinense

86

Mineração Itapecerica

Itapecerica da Serra - SP

Votorantim Cimentos

87

Dagoberto Barcellos

Caçapava do Sul – RS

Dagoberto Barcellos

Calcário

930.453

Carvão Mineral Pedra britada (granito)

950.000

G1 997.346

950.000

715.372

950.000

M4

G1 M4

88

Baltar

Votorantim - SP

Votorantim Cimentos

Calcário

907.251

907.251

907.251

89

Araçariguama

Araçariguama-SP

Votorantim Cimentos

Calcário

898.193

898.193

898.193

G1 G1

90

Lavrinhas

Itapeva - SP

Votorantim Cimentos

Calcário

881.031

1.475.000

881.031

M4

91

Urucum

Corumbá - MS

Vale

Manganês

853.658

92

Mina do Calombo

Arroio dos Ratos - RS

Copelmi Mineração

Carvão Mineral

853.497

M4

93

Salobra

Nobres - MT

Votorantim Cimentos

Calcário

852.704

950.000

805.828

M4

94

Aguaçu

Cuiabá - MT

Votorantim Cimentos

Calcário

828.054

1.893.205

828.054

M4

95

Ativa

Caçapava do Sul – RS

Ativa Minerais

Calcário

820.000

96

Santa Izabel

Santa Isabel - SP

Votorantim Cimentos

Calcário

811.158

97

Mairiporã*

Mairiporã - SP

Lafarge Holcim

Pedra Britada

782.300

M4

98

Serobrita

Seropédica - RJ

Ebam - Unidade Seropédica

Pedra britada (Gnaisse)

750.000

M4

99

Juncal

Salto de Pirapora - SP

Massari Mineração

Calcário

739.065

M4

100

Capoeira Grande*

Barroso - MG

Lafarge Holcim

Calcário

720.747

M4

101

Minerpav*

Piracicaba - SP

Minerpav Mineradora

Pedra britada (Diabásio)

717.177

M4

14.931.309

G1

M4 1.233.000

M4

102

Pedreira Juruçu

Juruaçu - SP

Embu S.A

Pedra britada(granito)

704.805

M4

103

Barro Alto *

Barro Alto - GO

Mineradora Santo Expedito

Bauxita

700.000

M4

104

Malvinas*

Bacabeira - MA

Granorte

Pedra britada (Ortognaisse)

700.000

M4

105

Tabocal

Primavera - PA

Votorantim Cimentos

Calcário

693.501

1.688.000

106

São Jorge*

Ouricuri - PE

Mineradora São Jorge

Gipsita

677.860

677.860

440.609

M4

107

Cajamar

Cajamar - SP

Votorantim Cimentos

657.119

657.119

657.119

M4

108

Cruz de Malta

Treviso - SC

Indústria Carbonífera Rio Deserto

632.776

917.524

284.749

M4

109

Pedreira Beira Rio

Uberaba - MG

Construtora e Pedreira Beira Rio

600.000

750.000

750.000

M4

110

Codemin

Niquelândia - GO

Anglo American

Níquel

591.955 591.905

Pedra britada (calcário) Carvão Mineral Pedra britada (basalto)

M4

G2

111

Lageado

São Paulo - SP

Pedreira São Matheus Lageado

Pedra britada (Gnaisse)

112

Boa Vista

Edealina - GO

Votorantim Cimentos

Calcário

589.377

113

Posse*

Caeté - MG

Crusader do Brasil

Ferro

588.208

114

Mina 3G/ Plano II

Lauro Muller - SC

Carbonífera Catarinense

Carvão Mineral

578.013

115

Itaú

Itaperuçu - PR

Votorantim Cimentos

Argila

576.720

576.720

576.720

M4

116

Planalto Poços de Caldas

Poços de Caldas - MG

CBA

Bauxita

561.886

561.886

487.856

M4

117

Pedreira Sitio Destaque

São João da Boa Vista - SP

Construtora Simoso

Pedra britada

550.000

M4 898.517

506.864

M4 M4 M3

M4

*Produção ROM de 2015 (não informou dados de 2016)

www.revistaminerios.com.br | 23


2017

RANKING GERAL POR PRODUÇÃO ANUAL EM TONELADAS (ROM) 200 LARGEST MINES IN BRAZIL / GENERAL RANK BY PRODUCTION ROM T/YEAR POSIÇÃO Position

NOME DA MINA Mine

LOCALIZAÇÃO Location (city & state)

MINERADORA Company

PRODUTO PRINCIPAL Main ore

ROM (t) / ANO BASE 2016 Production ROM (t) 2016

118

Pedreira DS2

Bragança Paulista - SP

Ebam - Unidade Bragança Paulista

Pedra britada (granito)

550.000

M4

119

Unidade 1 Itaquá*

Itaquaquecetuba - SP

Itaquareia

Areia

544.506

M4

Carvão Mineral Pedra britada (granito)

522.235

MOVIMENTAÇÃO TOTAL EM 2016 Volume moved 2016

PRODUTO FINAL 2016 Final production 2016

531.535

284.749

511.770

511.770

CLASSE DE MINA Mine class

120

Mina 101

Içara - SC

Indústria Carbonífera Rio Deserto

121

Aratu *

Salvador - BA

Aratu Mineração

122

Laginha

Ladário - MS

Votorantim Cimentos

Calcário

511.770 503.863

M4

503.000

M4

500.000

M4

521.533

M4 M4 G1

123

Civil Pedreira

Salvador - BA

Civil Industrial e Comercial

Pedra britada (granulito)

124

BXBA*

Barro Alto - GO

Mineradora Santo Expedito

Bauxita

125

Britasul

Pouso Alegre - MG

Britasul Indústria e Mineração

126

Barreira das Frutas

Campo Mourão - PR

Pedreira Itaipu

485.000

M4

127

Angico dos Dias

Campo Alegre de Lourdes - BA

Galvani

Fosfato

480.000

M3

Pedra britada (Gnaisse) Pedra britada (basalto)

128

Santo Antônio

Simões Filho-BA

Pedreiras Bahia

Pedra britada

478.323

129

Campo Grande

Campo Grande - MS

Votorantim Cimentos

Pedra britada (basalto)

477.603

M3

130

Pedreira de Mogi Guaçu

Mogi Guaçu - SP

Construtora Simoso

Pedra Britada

475.000

M3

131

Areia Vale do Rio Grande

Igarapava -SP

Mineração Vale do Rio Grande

Areia

470.000

M3

132

Morro Pelado

Belos-GO

Brasil Minérios

Vermiculita

465.000

133

Lamego

Sabará - MG

AngloGold Ashanti

Ouro

461.661

134

Leverger*

Santo Antônio do Leverger - MT

Grupo Equipav

Pedra britada (granito)

460.000

135

Cachoeira Guararema

Guararema – SP

Itaquareia

Areia

434.452

136

Miguel Burnier*

Ouro Preto - MG

Gerdau Açominas

Ferro

428.000

M3

137

Serra Sul

Parauapebas - PA

Vale

Ferro

400.000

M3

138

Tavares Pinheiro

Jundiaí - SP

Tavares Pinheiro Industrial

Pedra Britada

400.000

M3

139

Mineração Darcy

São Simão - SP

Mineração Darcy

Areia Industrial

380.000

M3

140

WD

Botuverá - SC

Calwer Mineração

Calcário

380.000

M2

141

Serra de Buritirama *

Marabá - PA

Mineração Buritirama

Manganês

376.599

M3

479.103

489.386

M4

M3 632.493

M3 M3

499.452

380.928

M3

142

Amazônia Mucajai

Presidente Figueiredo - AM

Ebam - Unidade Presidente Figueiredo

Pedra Britada

350.000

M3

143

Campo do Meio*

Poços de Caldas - MG

Mineração Caldense

Bauxita

340.000

M3

144

Santa Maria

Miraí - MG

Bauminas Mineração

Bauxita

317.590

M2

145

Mostardas

Belo Horizonte - MG

Pedras Congonhas

Pedra Britada (Serpentinito)

316.000

M3

146

Unidade 6 Fazenda Mirabel*

Itaquaquecetuba - SP

Itaquareia

Areia

313.226

M3

147

Pedreira Viracopos

São Paulo - SP

Embu S.A

Pedra britada

308.000

148

Ouro Branco

Indiara - GO

Calcário Ouro Branco

Calcário

306.239

501.756

47.175.618

M4

149

Pirineus

Cocalzinho de Goíás - GO

Mineração Pirineus

Calcário

304.000

370.000

290.000

M2

150

Coqueiros*

Concórdia - SC

Britax - Britagem KPB

Pedra Britada

300.000

151

Bom Jardim*

Miraí - MG

Bauminas Mineração

Bauxita

297.912

152

Casa da Pedra

São João Del Rei - MG

Mineração Jundu

Calcário

287.766

287.766

153

Candiota

Candiota - RS

Votorantim Cimentos

Calcário

279.112

566.078

154

Pedreira São João da Boa Vista

São João da Boa Vista - SP

Construtora Simoso

Pedra britada

275.000

M2

155

Nova Prata*

Paranaguá - PR

Mineração Nova Prata

Pedra britada (granito)

260.000

M2

156

Vila Olimpia

Sorocaba - SP

Votorantim Cimentos

Filito

259.146

157

OCS

Eusébio-CE

Ocs Mineração

Pedra britada

257.303

M2

158

Pedreira Uniporto

Porto Feliz - SP

Ebam - Unidade Porto Feliz

250.000

M2

159

J.A Silveira*

Pelotas - RS

J.A Silveira

160

Olho D'Água

Jaguaruna - SC

Sibelco

161

Olho D´água

Bom Sucesso de Itararé - SP

Mineração Jundu

Pedra britada (basalto) Pedra Britada (Granito) Areia Industrial

M3

M2 M2

259.146

250.000

M2 279.112

259.146

M4

M4

M2

244.678

244.678

M2

Dolomita

244.678

244.678

M2

162

Jaguaruna

Jaguaruna - SC

Sibelco

Areia Industrial

242.612

M2

163

Realmix*

Bofete – SP

Itaquareia

Areia

236.615

M2

164

Unidade 8 Suzano*

Mogi das Cruzes - SP

Itaquareia

Areia

222.379

M2

165

Cavassin

Almirante Tamandaré - PR

Cavassin & Cia

Dolomita

215.000

M2

166

Amargoso

Pains - MG

Fort Cal

Calcário

210.000

M2

167

Monte Olimpo

Saltinho - SP

M&G Mineração de Calcário

Calcário

210.000

M2

*Produção ROM de 2015 (não informou dados de 2016)

24 |

OUTUBRO / NOVEMBRO | 2017


2017 POSIÇÃO Position

RANKING GERAL POR PRODUÇÃO ANUAL EM TONELADAS (ROM)

200 LARGEST MINES IN BRAZIL / GENERAL RANK BY PRODUCTION ROM T/YEAR

NOME DA MINA Mine

LOCALIZAÇÃO Location (city & state)

MINERADORA Company

PRODUTO PRINCIPAL Main ore

ROM (t) / ANO BASE 2016 Production ROM (t) 2016

MOVIMENTAÇÃO TOTAL EM 2016 Volume moved 2016

PRODUTO FINAL 2016 Final production 2016

CLASSE DE MINA Mine class

169

Fort cal

Pains - MG

Fort Cal

Calcário

204.000

M2

168

Água Boa*

Almirante Tamandaré – PR

Terra Rica

Calcário

203.000

M2

170

Sítio Santo Antônio*

Poços de Caldas - MG

Companhia Geral de Minas - CGM

Bauxita

199.000

M2

171

Santo Antônio

Senges -PR

Mineração São Judas

Calcário

194.793

172

Olho D´água dos Coqueiros

Brumado - BA

Xilolite

Talco

192.834

173

Sarp*

Novo Jardim - TO

Sarp Mineração

Calcário

173.458

174

Barra do Sul

Balneário Barra do Sul - SC

Mineração Jundu

Areia

162.013

162.013

175

Fazenda Casa de Pedra

Ouricuri - PE

Votorantim Cimentos

Gipsita

160.006

169.188

176

Palito e São Chico

Itaituba - PA

Serabi Mineração

Ouro

159.000 151.528

M1 539.353

32.000

M2 M2 M1

160.006

M2 M2

177

Fontanella*

Treviso - SC

Carbonífera Metropolitana

Carvão Mineral

178

Pedreira Aguaí

Aguaí - SP

Construtora Simoso

Pedra Britada

150.000

M2

179

Mina Morro dos Coelhos

Desterro de Entre Rios - MG

J. Mendes

Ferro

136.204

M1

180

Cavas A e B

Pirapora do Bom Jesus - SP

Mineração Angelini

Quartzito

132.660

P3

181

Igram

Campo Grande - MS

Industria de Granilha Mineral

Areia

100.000

M1

182

Ibaré

São Gabriel - RS

Votorantim Cimentos

Calcário

91.956

183

Simonaggio & Cia*

Garibaldi - RS

Simonaggio & Cia

Pedra Britada (Basalto)

86.718

P3

184

Mina Velha

Pará de Minas - MG

Lamil Lage e Minérios

Agalmatolito

75.000

P3

185

Chácara Maria Cristina

Itaí - SP

Nova América Mineração

Areia

67.531

P3

186

Calcário BR 101*

Potiraguá - BA

Calcário BR 101

Calcário

63.642

P3

187

Purunã

Balsa Nova - PR

Areal Costa

Areia

61.108

P3

188

Fazenda das Pedras*

Leme- MG

Mineração Matheus Leme

Agalmatolito

60.000

P3

189

Valo Rodoviário

Itabirito - MG

Anex Mineração

Feldspato

59.924

P3

190

Nova Petrópolis

Nova Petrópolis - RS

Ebam

Areia

50.000

P3

*Produção ROM de 2015 (não informou dados de 2016)

181.465

48.426

181.465

48.426

G1

P3


2017

RANKING GERAL POR PRODUÇÃO ANUAL EM TONELADAS (ROM) 200 LARGEST MINES IN BRAZIL / GENERAL RANK BY PRODUCTION ROM T/YEAR PRODUTO PRINCIPAL Main ore

ROM (t) / ANO BASE 2016 Production ROM (t) 2016

Mineração Ômega

Quartzito

50.000

P2

Embu S.A

Pedra britada (granito)

49.740

P2

Mogi das Cruzes - SP

Itaquareia

Areia

48.158

P2

Ponta Grossa-PR

Mineração São Judas

Talco

38.136

P2

A. Pelúcio Comércio e Exportação

São Thomé das Letras - MG

A. Pelúcio Comércio e Exportação

Quartzo

28.801

P2

196

Britalaje Pedreira*

São Lourenço do Oeste - SC

Britalaje Pedreira

Pedra Britada

25.800

P2

197

Mina Pompéu Velho*

Pompéu - MG

Micapel

Ardósia

24.777

P2

198

Brejuí

Currais Novos - RN

Mineração Tomaz Salustino

Scheelita

24.768

P2

199

Unidade Morro da Mina

Lafaiete - MG

Vale

Manganês

22.411

P2

200

Preto São Benedito

Ecoporanga - ES

Comil Cotaxe Mineração

Granito

21.504

G2

201

Bom sucesso - lavra 26

Bom Sucesso de Itararé - SP

Mineração São Judas

Talco

20.463

P2

POSIÇÃO Position

NOME DA MINA Mine

LOCALIZAÇÃO Location (city & state)

MINERADORA Company

191

Ômega*

Santa Cruz de Minas - MG

192

Pedreira Paraibuna

Paraibuna - SP

193

Cachoeira Mogi*

194

Biscaia

195

MOVIMENTAÇÃO TOTAL EM 2016 Volume moved 2016

PRODUTO FINAL 2016 Final production 2016

CLASSE DE MINA Mine class

202

Asa branca*

Santa Quitéria - CE

Granistone S/A

Pedra Britada (Granito)

20.322

P2

203

Galaxy White*

Colatina - ES

Mineração Marianelli

Granito

17.280

P1

204

Boabaid*

Laguna - SC

Cysy Mineração

Calcário

16.970

P1

205

Cerrado da Roseira

Jaguariaiva-PR

Mineração São Judas

Dolomita

10.310

P1

206

Campina

Ponta Grossa-PR

Mineração São Judas

Talco

7.600

207

Cadeado

Jaguariaiva-PR

Mineração São Judas

Dolomita

4.550

*Produção ROM de 2015 (não informou dados de 2016)

TOTAL DE INVESTIMENTOS - 200 MAIORES MINAS BRASILEIRAS T O TA L I N V E S T M E N T - B Y 2 0 0 L A R G E S T M I N E S I N B R A Z I L POSIÇÃO Position

NOME DA MINA Mine

LOCALIZAÇÃO Location (city & state)

MINERADORA Company

PRODUTO PRINCIPAL Main ore

2018

INVESTIMENTO TOTAL EM 2018 (R$) Total Investment in 2018 (R$)

1

Mina do Sapo

Conceição do Mato Dentro - MG

AngloAmerican

Ferro

R$ 1.000.000.000

2

Jacobina

Jacobina - BA

Yamana Gold

Ouro

R$ 153.009.709

3

Tucano

Pedra Branco do Amapari - AP

Beadell Brasil

Ouro

R$ 36.274.108

4

Vanádio de Maracás

Maracás - BA

Largo Resources

Pentóxido de Vanádio

R$ 32.000.000

5

Serra Azul

Itatiaiuçu - MG

Arcelor Mittal

Ferro

R$ 20.600.000

6

Palito e São Chico

Itaituba-PA

Serabi Mineração

Ouro

R$ 15.000.000

7

Mina Bonito I

Lauro Müller - SC

Carbonífera Catarinense

8

Morro Pelado

Belos - GO

Brasil Minérios

9

Jaguaruna

Jaguaruna-SC

Sibelco

10

Mina 3G/Plano II

Lauro Müller - SC

Carbonífera Catarinense

11

Olho D'agua dos Coqueiros

Brumado - BA

Xilolite

12

Preto São Benedito

Ecoporanga-ES

Comil Cotaxe Mineração

13

Pedreira Sitio Destaque

São João da Boa Vista - SP

Construtora Simoso

14

Cana Brava

Minaçu - GO

Sama

15

Lageado

São Paulo - SP

Pedreira São Matheus Lageado

16

Pedreira de Mogi Guaçu

Mogi Guaçu - SP

Construtora Simoso

17

Queima Lençol

Sobradinho-DF

Ciplan

18

Areia Vale do Rio Grande

Igarapava - SP

19

Charqueadas

São Jerônimo e Triunfo - RS

26 |

OUTUBRO / NOVEMBRO | 2017

Mineração de Areia Vale do Rio Grande Somar

Carvão

R$ 12.300.053

Vermiculita

R$ 10.000.000

Areia Industrial

R$ 9.000.000

Carvão

R$ 7.612.543

Talco

R$ 5.000.000

Granito

R$ 3.500.000

Pedra Britada

R$ 3.500.000

Amianto Crisotila

R$ 3.413.690

Gnaisse

R$ 3.000.000

Pedra Britada

R$ 2.300.000

Calcário

R$ 2.000.000

Areia

R$ 1.600.000

Areia Industrial

R$ 1.500.000


2018

TOTAL DE INVESTIMENTOS - 200 MAIORES MINAS BRASILEIRAS

T O TA L I N V E S T M E N T - B Y 2 0 0 L A R G E S T M I N E S I N B R A Z I L

POSIÇÃO Position 20

NOME DA MINA Mine Mineração Darcy

LOCALIZAÇÃO Location (city & state) São Simão - SP

MINERADORA Company Mineração Darcy Pedras Congonhas Extração Arte

21

Mostardas

Nova Lima - MG

22

Monte Olimpo

Saltinho - SP

M&G Mineração de Calcário

23

Mina Velha

Pará de Minas - MG

24

Cava AB

25

PRODUTO PRINCIPAL Main ore

INVESTIMENTO TOTAL EM 2018 (R$) Total Investment in 2018 (R$)

Areia

R$ 1.000.000

Serpentinito

R$ 900.000

Calcário

R$ 800.000

Lamil Lage Minérios

Agalmatolito

R$ 750.000

Pirapora do Bom Jesus - SP

Mineração Angelini

Areia

R$ 530.000

Serobrita

Seropédica - RJ

Ebam

Granito

R$ 500.000

26

Britasul

Pouso Alegre - MG

Ebam

Granito

R$ 450.000

27

Pedreira Ds2

Bragança Paulista - SP

Ebam

Granito

R$ 300.000

28

Valo Rodoviário

Itabirito - MG

Anex Mineração

Filito

R$ 300.000

29

Cavassin

Almeirante Tamandaré - PR

Cavassin e Companhia

Dolomita

R$ 250.000

30

Maria Cristina

Itaí - SP

Nova América Mineração

Areia

R$ 250.000

31

Amazônia Mucajaí

Presidente Figueiredo - AM

Ebam

Granito

R$ 200.000

32

Brasitália

Serra do Anil - ES

Brasitália

Granito

R$ 200.000

33

Mina Santo Antônio

Simões Filho - BA

Pedreiras Bahia

Gnaisse

R$ 120.000

34

Pedreira Uniporto

Porto Feliz - SP

Ebam

Basalto

R$ 100.000

TOTAL INVESTIMENTOS DAS 34 MINAS Total Investment in 34 Mines in 2018

Indústria

R$ 1.328.260.103,00


TOTAL DE INVESTIMENTOS - 200 MAIORES MINAS BRASILEIRAS T O TA L I N V E S T M E N T - B Y 2 0 0 L A R G E S T M I N E S I N B R A Z I L POSIÇÃO Position

NOME DA MINA Mine

LOCALIZAÇÃO Location (city & state)

MINERADORA Company

PRODUTO PRINCIPAL Main ore

2017

INVESTIMENTO TOTAL EM 2017 (R$) Total Investment in 2017 (R$)

1

Serra Grande

Crixás - GO

AngloGold Ashanti

Ouro

R$ 141.659.569

2

Jacobina

Jacobina - BA

Yamana Gold

Ouro

R$ 131.930.821

3

Tucano

Pedra Branco do Amapari - AP

Beadell Brasil

Ouro

R$ 90.828.769

4

Morro dos Coelhos

Desterro de Entre Rios - MG

J.Mendes

Ferro

R$ 39.081.804

5

Vanádio de Maracás

Maracás - BA

Largo Resources

Pentóxido de Vanádio

R$ 30.000.000

6

Ferro +

Ouro Preto - MG

J.mendes

Ferro

R$ 26.540.204

7

Mina Bonito I

Lauro Müller - SC

Carbonífera Catarinense

Carvão

R$ 15.339.494

8

Palito e São Chico

Itaituba-PA

Serabi Mineração

Ouro

R$ 13.586.286

9

Olho D'agua dos Coqueiros

Brumado - BA

Xilolite

Talco

R$ 8.031.631

10

Morro Pelado

Belos - GO

Brasil Minérios

11

Pedreira Sitio Destaque

São João da Boa Vista - SP

Construtora Simoso

12

Serra Azul

Itatiaiuçu - MG

Arcelor Mittal

13

Cana Brava

Minaçu - GO

Sama

14

Mina 3G/Plano II

Lauro Müller - SC

Carbonífera Catarinense

15

Lageado

São Paulo - SP

16

Queima Lençol

17

Pedreira Viracopos

18

Vermiculita

R$ 8.000.000

Pedra Britada

R$ 7.800.000

Ferro

R$ 7.500.000

Amianto Crisotila

R$ 6.827.380

Carvão

R$ 5.971.256

Pedreira São Matheus Lageado

Gnaisse

R$ 5.000.000

Sobradinho-DF

Ciplan

Calcário

R$ 3.527.000

Itupeva - SP

Embu

Granito

R$ 3.030.000

Preto São Benedito

Ecoporanga-ES

Comil Cotaxe Mineração

Granito

R$ 2.500.000

19

Pedreira de Mogi Guaçu

Mogi Guaçu - SP

Construtora Simoso

20

Charqueadas

São Jerônimo e Triunfo - RS

Somar

21

Pedreira São João da Boa Vista

São João da Boa Vista - SP

Construtora Simoso

22

Jaguaruna

Jaguaruna-SC

Sibelco

23

Areia Vale do Rio Grande

Igarapava - SP

24

Mostardas

Nova Lima - MG

25

Pedreira Embu

Embu das Artes - SP

Embu

26

Pedreira Itapeti

Itapeti - SP

27

Monte Olimpo

Saltinho - SP

28

Mineração Darcy

São Simão - SP

Mineração Darcy

29

Pedreira Juruaçu

São Paulo - SP

30

Serobrita

Seropédica - RJ

31

Britasul

32 33

Mineração de Areia Vale do Rio Grande Pedras Congonhas Extração Arte Indústria

Pedra Britada

R$ 1.750.000

Areia Industrial

R$ 1.500.000

Pedra Britada

R$ 1.250.000

Areia Industrial

R$ 1.200.000

Areia

R$ 1.133.157

Serpentinito

R$ 900.000

Granito

R$ 778.000

Embu

Granito

R$ 769.000

M&G Mineração de Calcário

Calcário

R$ 750.000

Areia

R$ 700.000

Embu

Granito

R$ 581.000

Ebam

Granito

R$ 500.000

Pouso Alegre - MG

Ebam

Granito

R$ 450.000

Mina Velha

Pará de Minas - MG

Lamil Lage Minérios

Agalmatolito

R$ 350.000

Cava AB

Pirapora do Bom Jesus - SP

Mineração Angelini

Areia

R$ 320.000

34

Pedreira Ds2

Bragança Paulista - SP

Ebam

Granito

R$ 300.000

35

Maria Cristina

Itaí - SP

Nova América Mineração

Areia

R$ 250.000

36

Valo Rodoviário

Itabirito - MG

Anex Mineração

Filito

R$ 225.689

37

Amazônia Mucajaí

Presidente Figueiredo - AM

Ebam

Granito

R$ 200.000

38

Brasitália

Serra do Anil - ES

Brasitália

Granito

R$ 200.000

39

Pedreira Paraibuna

Paraibuna - SP

Embu

Granito

R$ 180.000

40

Mina Santo Antônio

Simões Filho - BA

Pedreiras Bahia

Gnaisse

R$ 120.000

41

Pedreira Uniporto

Porto Feliz - SP

Ebam

Basalto

R$ 100.000

42

Cavassin

Almirante Tamandaré - PR

Cavassin e Companhia

Dolomita

R$ 100.000

TOTAL INVESTIMENTOS DAS 42 MINAS Total Investment in 42 Mines in 2017 28 |

OUTUBRO / NOVEMBRO | 2017

R$ 561.761.060


2016 POSIÇÃO Position 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39

TOTAL DE INVESTIMENTOS - 200 MAIORES MINAS BRASILEIRAS

T O TA L I N V E S T M E N T - B Y 2 0 0 L A R G E S T M I N E S I N B R A Z I L

NOME DA MINA Mine Chapada Serra Grande Cuiabá + Lamego Vazante Córrego do Sítio Vanádio de Maracás Juruti Tucano Ferro + Palito e São Chico Morro Agudo Miraí Lageado Construtora e Pedreira Beira Rio Mina de Cana Brava Aguaçu Queima Lençol Amargoso Morro Pelado Mina Itapecerica Boa Vista Mina 101 Morro dos Coelhos Mina de Charqueadas São Francisco Pirineus Lavrinhas Amazônia Mucajai Monte Olimpo Guaju Cruz de Malta Serobrita Pedreira DS2 Pedreira Uniporto Jaguaruna Ouro Branco Planalto Poços de Calda Nova Petrópolis Britasul

LOCALIZAÇÃO Location (city & state) Alto Horizonte - GO Crixás - GO Sabará-MG Vazante - MG Santa Bárbara - MG Maracás - BA Juruti - PA Pedra Branco do Amapari - AP Ouro Preto - MG Itaituba-PA Paracatu - MG Miraí - MG São Paulo - SP Uberaba - MG Minaçu - GO Cuiabá-MT Sobradinho-DF Pains - MG Belos - GO Itapecerica da Serra Catalão - GO Içara - SC Desterro de Entre Rios - MG São Jerônimo e Triunfo - RS Vila Bela da Santíssima Trindade - MT Cocalzinho de Goiás Itapeva - SP Amazonas Saltinho - SP Mataraca - PB Treviso - SC Seropédica - RJ Bragança Paulista - SP Porto Feliz - SP Jaguaruna-SC Indiara - GO Poços de Calda - MG Nova Petrópolis - RS Pouso Alegre- MG

TOTAL INVESTIMENTOS DAS 39 MINAS Total Investment in 39 Mines in 2016

MINERADORA Company

PRODUTO PRINCIPAL Main ore

Yamana Gold AngloGold Ashanti AngloGold Ashanti Votorantim AngloGold Ashanti Largo Resources Alcoa Beadell Brasil J. Mendes Serabi Mineração S.A Votorantim CBA Pedreira São Matheus Lageado Construtora e Pedreira Beira Rio Sama Votorantim Cimentos Ciplan Fortcal Indústria Comércio Transportes Brasil Minérios Votorantim Cimentos Niobras Indústria Carbonífera Rio Deserto J. Mendes Somar Mineração Apoena Mineração Pirineus Votorantim Cimentos Ebam M&G Mineração de Calcário Cristal Pigmentos do Brasil Indústria Carbonífera Rio Deserto Ebam Ebam Ebam Sibelco Calcário Ouro Branco CBA Ebam Ebam

Ouro Ouro Ouro Zinco Ouro Pentóxido de Vanádio Bauxita Ouro Ferro Ouro Zinco Bauxita Gnaisse Basalto Amianto Crisotila Calcário Calcário Calcário Vermiculita Calcário Pirocloro Carvão Ferro Areia Industrial Ouro Calcário Calcário Granito Calcário Ilmenita Carvão Granito Granito Basalto Areia Industrial Calcário Bauxita Pedra Britada Granito

INVESTIMENTO TOTAL EM 2016 (R$) Total Investment in 2016 (R$)

R$ 968.527.249

R$ 293.000.000 R$ 141.659.569 R$ 113.000.000 R$ 98.600.000 R$ 97.816.233 R$ 42.881.053 R$ 34.953.000 R$ 34.335.443 R$ 28.946.353 R$ 20.605.332 R$ 12.240.000 R$ 8.640.000 R$ 5.750.000 R$ 5.000.000 R$ 3.869.661 R$ 3.549.021 R$ 3.100.000 R$ 2.500.000 R$ 2.000.000 R$ 2.000.000 R$ 1.953.906 R$ 1.683.913 R$ 1.634.035 R$ 1.435.632 R$ 1.386.677 R$ 1.200.000 R$ 900.000 R$ 715.904 R$ 600.000 R$ 490.000 R$ 438.801 R$ 431.039 R$ 425.319 R$ 245.355 R$ 174.000 R$ 144.962 R$ 110.647 R$ 72.988 R$ 38.407


SEGURANÇA - NÚMERO TOTAL ACUMULADO DE HOMENS

2017

HORAS TRABALHADAS SEM ACIDENTES COM AFASTAMENTO

A C C U M U L AT E D T O TA L N U M B E R O F M E N - H O U R S W O R K E D W I T H O U T A C C I D E N T S W I T H L E A V E

POSIÇÃO Position

NOME DA MINA Mine

LOCALIZAÇÃO Location (city & state)

MINERADORA Company

PRODUTO PRINCIPAL Main ore

NÚMERO ATUAL ACUMULADO DE HOMENS - HORA TRABALHADAS SEM DATA DE ACIDENTE COM AFASTAMENTO REFERÊNCIA Accumulated Total Number of Men-hours Reference date Worked Without Accidents with Leave - 2016

Calcário

752.000.000

Mineração Usiminas

Ferro

235.974.523

Calcário Ouro Branco

Calcário

109.987.910

1

Fercal

Sobradinho - DF

Votorantim Cimentos

2

Oeste

Itatiaiuçu -MG

3

Ouro Branco

Indiara - GO

4

Chapada

Alto Horizonte - GO

Mineração Maracá Industria e comercio

5

Chapadão

Ouvidor - GO

6

Planalto Poços de Caldas

Poços de Caldas - MG

7

Vila Olimpia

Sorocaba - SP

Votorantim Cimentos

8

Juruti

Juruti -PA

9

Zuza

Xambioá - TO

10

Córrego do Sítio

Santa Bárbara - MG

AngloGold Ashanti

11

São Francisco

Vila Bela da Santíssima Trindade - MT

Mineração Apoena

12

Guaju

Matarca - PB

Cristal Pigmentos do Brasil

13

Lamego

Sabará - MG

AngloGold Ashanti

14

Lavrinhas

Itapeva - SP

Votorantim Cimentos

Calcário

771.112

15

Boa vista

Catalão -GO

Niobras

Pirocloro

684.292

16

Cuiabá

Sabará - MG

AngloGold Ashanti

Ouro

634.897

17

Cruz de Malta

Treviso -SC

Indústria Carbonífera Rio Deserto

Carvão Mineral

459.003

18

Mineração Itapecerica

Itapecerica da Serra - SP

Votorantim Cimentos

Pedra britada (granito)

440.000

19

Campo Grande

Campo Grande - MS

Votorantim Cimentos

Pedra britada (basalto)

140.723

20

Pirineus

Cocalzinho de Goíás - GO

Mineração Pirineus

Calcário

89.000

21

Filito Itaú

Itaperuçu - PR

Votorantim Cimentos

22

101

Içara – SC

Rio Deserto

23

Miraí

Miraí - MG

24

Miraí

25

Laginha

Cobre

5.849.629

Copebrás

Apatita

3.603.050

CBA

Bauxita

3.096.947

Filito

2.344.320

Alcoa World Alumina Brasil

Bauxita

2.284.905

Votorantim Cimentos

Calcário

2.272.256

Ouro

1.686.554

Ouro

1.114.594

Ilmenita

1.096.510

Ouro

1.072.385

Argila

44.352

Carvão Mineral

30.228

CBA

Bauxita

5.494

Miraí - MG

CBA

Calcário

5.494

Ladário - MS

Votorantim Cimentos

Calcário

2.457

A N N U A L I N V E S T M E N T I N G E O L O G I C A L E X P L O R AT I O N NOME DA MINA Mine

LOCALIZAÇÃO Location (city & state)

MINERADORA Company

Ouro

27.624.897

Cobre

15.500.000

2

Córrego do Sítio

Santa Bárbara - MG

3

Chapada

Alto Horizonte - GO

4

Boa vista

Catalão -GO

Niobras

5

Lamego

Sabará - MG

AngloGold Ashanti

6

Miraí

Miraí - MG

CBA

7

São Francisco

Vila Bela da Santíssima Trindade - MT

Mineração Apoena

8

Cruz de Malta

Treviso -SC

101

Içara – SC

OUTUBRO / NOVEMBRO | 2017

INVESTIMENTO EM EXPLORAÇÃO GEOLÓGICA EM 2016 (EM REAIS) Total Investment in 2016 (R$)

Mineração Maracá Industria e comercio

AngloGold Ashanti

30 |

PRODUTO PRINCIPAL Main ore

AngloGold Ashanti

Crixás - GO

*Produção ROM de 2015 (não informou dados de 2016)

15/09/2017 a 13/10/2017 26/09/2012 a 31/08/2017 26/09/2012 a 31/08/2017 20/05/2004 a 19/102017

31.385.265

Serra Grande

TOTAL DE INVESTIMENTO DAS 9 MINAS Total Investment in 9 Mines in 2016

10/2010 a 3/2015 18/06/2015 a 06/06/2017

Ouro

1

9

13/07/2017 a 30/09/2017 01/10/2013 a 14/12/2014 06/07/2016 A 30/09/2017

2017

INVESTIMENTO EM EXPLORAÇÃO GEOLÓGICA

POSIÇÃO Position

01/01/2006 a 23/08/2016 12/01/2016 a 16/07/2017 06/07/2016 a 31/12/2016 28/08/2013 a 08/05/2015 11/06/2015 a 30/09/2017 12/12/2007 A 31/08/2017 01/07/2012 a 17/10/2017 14/02/2013 a 23/01/2015 01/01/2009 a 15/10/2017 23/12/2011 a 01/10/2013 20/06/2011 a 16/08/2015 19/03/1999 a 21/05/2009 01/03/2012 a 23/01/2015

2.106.876 Ouro

1.697.403

Bauxita

1.575.000

Ouro

218.208

Indústria Carbonífera Rio Deserto

Carvão Mineral

100.000

Rio Deserto

Carvão Mineral

43.648

R$ 80.251.297


2017

INVESTIMENTOS EM PROGRAMAS DE SEGURANÇA

A N N U A L I N V E S T M E N T S A F E TY P R O G R A M S

POSIÇÃO Position

NOME DA MINA Mine

LOCALIZAÇÃO Location (city & state)

MINERADORA Company

PRODUTO PRINCIPAL Main ore

INVESTIMENTO REALIZADO EM PROGRAMAS DE SEGURANÇA EM 2016 (EM REAIS) Total Investment in 2016 (R$)

Pirocloro

7.615.755

Mineração Maracá Industria e comercio

Cobre

2.910.234

Crixás - GO

AngloGold Ashanti

Ouro

2.827.981

Cuiabá

Sabará - MG

AngloGold Ashanti

Ouro

1.883.170

5

101

Içara – SC

Rio Deserto

Carvão Mineral

1.408.112

6

Lamego

Sabará - MG

AngloGold Ashanti

7

Miraí

Miraí - MG

CBA

8

Córrego do Sítio

Santa Bárbara - MG

AngloGold Ashanti

9

Fort cal

Pains - MG

10

Planalto Poços de Caldas

Poços de Caldas - MG

1

Boa vista

Catalão -GO

Niobras

2

Chapada

Alto Horizonte - GO

3

Serra Grande

4

Ouro

630.000

Bauxita

379.477

Ouro

358.310

Fort Cal

Calcário

120.000

CBA

Bauxita

44.459

R$ 18.177.498

TOTAL DE INVESTIMENTO DAS 10 MINAS Total Investment in 10 Mines in 2016 *Produção ROM de 2015 (não informou dados de 2016)

2017

INVESTIMENTO EM MANUTENÇÃO DE PLANTA DE PROCESSO

ANNUAL INVESTMENT PLANT MAINTENANCE

POSIÇÃO Position

NOME DA MINA Mine

LOCALIZAÇÃO Location (city & state)

MINERADORA Company

PRODUTO PRINCIPAL Main ore

1

Chapada

Alto Horizonte - GO

Mineração Maracá Indústria e comercio

2

Boa vista

Catalão -GO

Niobras

3

Córrego do Sítio

Santa Bárbara - MG

4

Serra Grande

5

INVESTIMENTO TOTAL EM 2016 (R$) Total Investment in 2016 (R$)

Cobre

R$ 165.682.020

Pirocloro

R$ 30.253.333

AngloGold Ashanti

Ouro

R$ 16.764.941

Crixás - GO

AngloGold Ashanti

Ouro

R$ 14.576.605

São Francisco

Vila Bela da Santíssima Trindade - MT

Mineração Apoena

Ouro

R$ 4.564.188

6

Miraí

Miraí - MG

CBA

Bauxita

R$ 3.550.000

7

Pirineus

Cocalzinho de Goíás - GO

Mineração Pirineus

Calcário

R$ 1.215.000

8

Cruz de Malta

Treviso - SC

Indústria Carbonífera Rio Deserto

Carvão Mineral

R$ 552.985

9

Mina 101

Içara - SC

Indústria Carbonífera Rio Deserto

Carvão Mineral

R$ 264.678

10

Pedreira Beira Rio

Uberaba - MG

Construtora e Pedreira Beira Rio

Pedra britada (basalto)

R$ 100.000

11

Planalto Poços de Caldas

Poços de Caldas - MG

CBA

Bauxita

R$ 75.390

TOTAL INVESTIMENTOS DAS 11 MINAS Total Investment in 11 Mines in 2016

R$ 237.599.139 www.revistaminerios.com.br | 31


2017

INVESTIMENTO EM PRESERVAÇÃO AMBIENTAL A N N U A L I N V E S T M E N T I N E N V I R O M E N TA L P R O G R A M S POSIÇÃO Position

NOME DA MINA Mine

LOCALIZAÇÃO Location (city & state)

MINERADORA Company

PRODUTO PRINCIPAL Main ore

PRESERVAÇÃO AMBIENTAL VALORES INVESTIDOS EM 2016 (EM REAIS) Total Investment in 2016 (R$)

Bauxita

R$ 10.369.000

Ouro

R$ 6.043.000

1

Miraí

Miraí - MG

CBA

2

Córrego do Sítio

Santa Bárbara - MG

AngloGold Ashanti

3

Cruz de Malta

Treviso – SC

Rio Deserto

Carvão Mineral

R$ 4.103.199

4

101

Içara – SC

Rio Deserto

Carvão Mineral

R$ 4.103.199

5

Chapadão

Ouvidor - GO

Copebrás

Apatita

R$ 3.600.000

6

Chapada

Alto Horizonte - GO

Mineração Maracá Indústria e Comércio

Cobre

R$ 2.888.829

7

Guaju

Matarca - PB

Cristal Pigmentos do Brasil

Ilmenita

R$ 2.230.000

8

Boa vista

Catalão -GO

Niobras

Pirocloro

R$ 1.900.000

9

Planalto Poços de Caldas

Poços de Caldas - MG

CBA

10

Filito Itaú

Itaperuçu - PR

11

Cuiabá

12

Bauxita

R$ 960.000

Votorantim Cimentos

Argila

R$ 876.000

Sabará - MG

AngloGold Ashanti

Ouro

R$ 724.365

Lamego

Sabará - MG

AngloGold Ashanti

Ouro

R$ 724.365

13

Serra Grande

Crixás - GO

AngloGold Ashanti

Ouro

R$ 206.768

14

Pedreira Beira Rio

Uberaba - MG

Construtora e Pedreira Beira Rio

Pedra britada (basalto)

R$ 50.000

R$ 38.778.725

TOTAL INVESTIMENTOS DAS 14 MINAS Total Investment in 14 Mines in 2016

2017

INVESTIMENTO EM MANUTENÇÃO DE FROTA ANNUAL INVESTMENT IN MOBILE FLEET MAINTENANCE POSIÇÃO Position

NOME DA MINA Mine

LOCALIZAÇÃO Location (city & state)

MINERADORA Company

PRODUTO PRINCIPAL Main ore

MANUTENÇÃO DA FROTA MÓVEL - GASTOS EM 2016 (EM REAIS) Total Investment in 2016 (R$)

1

Chapada

Alto Horizonte - GO

Mineração Maracá Industria e comercio

Cobre

R$ 84.325.033

2

Córrego do Sítio

Santa Bárbara - MG

AngloGold Ashanti

Ouro

R$ 34.125.246

3

Serra Grande

Crixás - GO

AngloGold Ashanti

Ouro

R$ 19.171.986

4

Lamego

Sabará - MG

AngloGold Ashanti

Ouro

R$ 6.208.753

5

Cruz de Malta

Treviso - SC

Indústria Carbonífera Rio Deserto

Carvão Mineral

R$ 5.962.000

6

Miraí

Miraí - MG

CBA

Bauxita

R$ 1.490.000

7

Guaju

Matarca - PB

Cristal Pigmentos do Brasil

Ilmenita

R$ 1.432.880

8

Pirineus

Cocalzinho de Goíás - GO

Mineração Pirineus

Calcário

R$ 810.000

9

Cuiabá

Sabará - MG

AngloGold Ashanti

Ouro

R$ 553.189

10

Mina 101

Içara - SC

Indústria Carbonífera Rio Deserto

Carvão Mineral

R$ 455.014

11

Planalto Poços de Caldas

Poços de Caldas - MG

CBA

Bauxita

R$ 274.909

TOTAL INVESTIMENTOS DAS 11 MINAS Total Investment in 11 Mines in 2016 *Produção ROM de 2014 (não informou dados de 2015)

32 |

OUTUBRO / NOVEMBRO | 2017

R$ 154.809.009


MIN E RAÇ ÃO

/

PARÁ

Ampliação do porto de Barcarena e PPP para construir ferrovia Augusto Diniz

As previsões do Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (Simineral) para os investimentos deve apresentar crescimento em relação ao que foi anunciado no início desse ano, que calculava aplicações totais de US$ 24 bilhões na cadeia produtiva do setor até o ano de 2022. José Fernando A informação é de José Fernando Gomes Jr. Gomes Jr., presidente do Simineral. Segundo ele, há alguns indicadores que apontam esse possível aumento de novos negócios na área além do que estava previsto. Um diz respeito à agilidade local no processo de licenciamento; outro é certa flexibilização para exploração mineral. No campo logístico, uma constante barreira no Pará por conta do Estado possuir fronteiras minerais muito dispersas e em áreas de difícil acesso, há trabalhos sendo desenvolvido que podem dinamizar o setor, aponta José Gomes Jr. Existe, por exemplo, projeto de parceria público-privada (PPP) de construção e operação de ferrovia ligando o extremo sul do Estado ao porto de Barcarena, na Grande Belém. “Só no trecho envolveria 35 ocorrências minerais no Estado, o que ajudaria a alavancar ainda mais a mineração no Pará”, diz. O segundo item seria a ampliação do próprio porto de Barcarena, para atender um grupo maior de mineradoras; e, ainda, o incentivo de escoamento da produção mineral pelo rio Tocantins, que corta o Estado até encontrar o mar, que precisa, porém, de desobstrução em alguns trechos para efetivação da hidrovia.

PROJETOS DE MINERAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO OU EM ESTUDO NO PARÁ EMPRESAS

MUNICÍPIOS

INVESTIMENTOS (R$)

Anglo American - Proj. Jacaré

São Félix do Xingu

9,4 bilhões

Votorantim Metais

Rondon do Pará

6,7 bilhões

Vale - Salobo II

Marabá

4,760 bilhões

Horizonte Minerais

Conceição do Araguaia

1,450 bilhão

Vale - Serra Leste

Curionópolis

1,3 bilhão

Avanco

Marabá

540 milhões

Siderúrgica de Marabá (Alpa)

Marabá

4,5 bilhões

Intercement

Santarém

800 milhões

Eldorado Gold Corporation e Brazauro Resources Corporation (Tocantizinho)

Itaituba

503 milhões

Mineração Rio do Norte

Porto Trombetas

6,4 bilhões

B&A Mineração

Bonito

75 milhões

Buritirama Sinterização

Barcarena

60 milhões

Belo Sun Mineração

Senador José Porfírio

1,2 bilhão 37,7 bilhões

Fonte: Redes/Sistema Fiepa


MI N ER A Ç Ã O

/

PA R Á

Correias Mercúrio já trabalha em 3 turnos na nova planta Augusto Diniz – Marabá (PA)

Planta da empresa concebida no modelo lean manufacturing

De olho no mercado de mineração no Pará - mas não somente, já que o Estado também aponta crescimento nos setores industrial, de infraestrutura e do agronegócio -, a empresa de correias transportadoras Mercúrio inaugurou oficialmente sua unidade em Marabá (PA). Trata-se da primeira fábrica de correias transportadoras da região Norte. Segundo a empresa, a planta já está operando em três turnos para atender o mercado devido à alta demanda. Segundo Ivan Zanovello Ciruelos, CEO da Mercúrio, a meta é trabalhar em todos os segmentos que utilizam o produto. “A partir dessa fábrica, iremos atender o mercado do Norte-Nordeste”, diz. Hoje, 65% do mercado da Mercúrio está na mineração, mas ele crê em expansão em outras áreas, como nas indústrias da cadeia do minério, portos e agronegócio, que avança rapidamente no Matopiba, região de confluência dos Sinobras pode retomar projeto de ampliação A Siderúrgica Norte Brasil (Sinobras) pode retomar a ampliação de sua unidade em Marabá (PA), o que levaria aumento da capacidade produtiva para 800 mil t/ano de aço laminado. Alguns projetos previstos nessa etapa haviam sido suspensos devido à crise internacional e a queda de preços de commodities. O investimento total na chamada fase 2 da Sinobras gira em torno de US$ 200 milhões, e envolvem a ampliação dos galpões das unidades de laminação e trefila; aumento do beneficiamento de sucata para 170 mil t/ano; e a construção de uma nova subestação de energia e uma linha de transmissão de 230 kV, que tem o objetivo de suprir as novas necessidades da empresa. De acordo com Gerson Ceslau Rusky, gerente de Aciaria da Sinobras, já foi realizada a ampliação dos galpões na planta. Além disso, aumentou-se a industrialização de sucata, com a instalação de um equipamento chamado Shredder (prensa de sucata). Assim, a sucata passou a ter aproveitamento maior – antes,

34 |

OUTUBRO / NOVEMBRO | 2017

estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. Ivan ressalta que a Mercúrio deve operar não somente com instalação de novos projetos, mas com os existentes com a substituição de correias. “Pará é uma nova fronteira”, resume. A filha do fundador da Mercúrio, Cristina Kawall, ressaltou que a empresa está acostumada aos desafios. “Quando começou a operação em Jundiaí (SP), foi no meio da 2ª Guerra Mundial. Agora, abre filial em Marabá, em um momento grave de crise econômica”, disse. Com a inauguração da fábrica em Marabá, a unidade industrial da Mercúrio em Jundiaí (SP) centrará sua produção para atender a região Sul-Sudeste e o mercado externo, como o Chile, onde a empresa possui escritório, e o Peru, que tem apesentando rápido crescimento. A capacidade da planta de Marabá é de 7 mil t/ano – a de Jundiaí é de 16 mil t/ano. O CEO vê a correia transportadora com tendência de expansão no mercado. “O custo é menor do que construir ferrovia, operar com caminhões off road. Isso é uma tendência no segmento de commodities de maximizar o sistema de transporte (por meio de correias transportadoras)”, avalia. Ivan conta que o grande desafio de se instalar em Marabá foi interno. “Ao criar outra unidade, pois a empresa só tinha uma planta (a de Jundiaí), tivemos que integrá-las. Uma expansão dessas nunca tinha acontecido”, relata. A Mercúrio investiu R$ 100 milhões na abertura da unidade industrial paraense, que deve gerar 200 vagas de empregos diretos e indiretos. Segundo a empresa, a fábrica contará também com área de preparo de composto de borracha, que não estava previsto no projeto inicial. A planta foi concebida dentro do modelo lean manufacturing, que apresenta os mais avançados conceitos e as melhores práticas produtivas. 15% não eram aproveitados; hoje, apenas de 4% a 5% da sucata não é processada. Um dos projetos que completam a fase de ampliação é a construção de uma linha de transmissão, a partir do linhão de Belo Monte, que passa pelo município de Marabá, até a siderúrgica – a Sinobras detém 1% das ações da UHE Belo Monte, sendo, portanto, autoprodutora de energia; outra sócia da hidrelétrica nessa condição e a Vale, com 9% das ações de Belo Monte. Hoje, segundo Gerson, a operação da Sinobras é interrompida entre 18h30 às 21h, por conta do custo da energia. Com a interligação ao linhão de Belo Monte, a siderúrgica poderá operar 24h. Instalada em Marabá há dez anos, a Sinobras produz aço para a construção civil. A empresa mantém uma produção anual de 380 mil t/ano, com um mix de produtos que inclui vergalhões, fio-máquina e trefilados, distribuídos para todo o País. A produção do aço é feita com 70% de sucata e 30% de ferro-gusa líquido. Dessa forma, a Sinobras é a maior recicladora das regiões Norte e Nordeste. Atualmente, a siderúrgica gera um pouco mais de 1.200 postos de trabalhos diretos, sendo cerca de 80% profissionais da região onde atua. A Sinobras pertence ao grupo Aço Cearense, com quase 40 anos de atuação no mercado siderúrgico.


MIN E RADORAS

AngloGold Ashanti investe R$ 13 mi em tecnologia Augusto Diniz – Belo Horizonte (MG)

A mineradora AngloGold Ashanti aplicou R$ 13 milhões em tecnologia e inovação em sua unidade de Córrego do Sítio, em Santa Bárbara (MG). Um dos principais investimentos é no projeto Ore Sorting, com a adoção de um equipamento capaz de pré-concentrar o minério logo nos estágios iniciais do processo de beneficiamento. Dessa forma, o minério chega à planta metalúrgica com teor mais alto e em menor volume. O princípio básico do equipamento é identificar os minerais mais densos contidos nas partículas de rocha. Além de tornar o trabalho mais produtivo, entregando à planta de metalurgia o minério mais concentrado, o Ore Sorting minimiza os resíduos destinados à barragem, já que eles são encaminhados à pilha de estéril logo no início do processo. Camilo Farace Este projeto ainda está

Projeto permite identificar minério de alto teor no início do processo

em fase de testes com resultados promissores, mas de acordo com Camilo Farace, presidente da AngloGlod Ashanti Brasil, a tecnologia deve ser incorporada em definitivo ao processo no ano que vem. Segundo Camilo, a mineradora tem mantido projetos greenfield e brownfield no Brasil. Os projetos greenfield incluem um no Maranhão, inclusive já com as sondagens

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MI N ER A D OR AS iniciadas, e outro em Goiás. “Vislumbramos crescimento futuro”, diz. A AngloGold Ashanti opera minas no Quadrilátero Ferrífero em Minas Gerais e também em Crixás (GO). A produção da empresa é de 18 t/ano de ouro. Ativos existentes e depósitos geológicos atrativos explicam investimento no Brasil, ressalta Camilo. “Pensamos no crescimento orgânico. A empresa irá continuar com foco no aumento da produção”, diz. Na mina Cuiabá-Lamego a mineradora está desenvolvendo prospecção a 2 mil m de profundidade - ela já opera a 1.300 m, maior profundidade de exploração mineral no País.

No campo dos projetos socioambientais, a AngloGold Ashanti desenvolve o programa Parcerias Sustentáveis. A iniciativa seleciona projetos sociais para receber incentivos financeiros. Entre os objetivos da ação estão o fomento ao empreendedorismo sustentável nas comunidades, a ampliação do apoio social e o fortalecimento da imagem da empresa. Em seis edições, foram 168 instituições locais apoiadas, em um investimento de mais de R$ 6 milhões, beneficiando diretamente mais de 21 mil pessoas. São seis municípios mineiros e um goiano (Crixás) atendidos pelo programa.

Fotos: Divulgação

Alcoa aplica soluções para elevar competitividade

Mineradora adotou software nas máquinas para aumentar a produtividade no decapeamento

Em Juruti (PA), onde a Alcoa mantém uma mina de bauxita, a inovação e o aprimoramento das operações foram decisivos para a otimização de custos e o aumento da competitividade do negócio. A inovação está presente em todas as etapas da operação, desde a atividade de decapeamento para a exposição do minério para a lavra até a etapa de reabilitação das áreas mineradas. O empreendimento começou a produzir há oito anos. No decapeamento ou retirada do estéril para exposição e preparo da área para lavra, a Alcoa otimizou a produtividade estudando a inclinação das lâminas dos tratores de esteira. Cálculos, testes em campo e simulações (software DozSim) foram realizados, indicando a padronização da marcação do início e final da rampa de corte, aumentando a produtividade da frota em 3%, cerca de 650 mil m³/ano.

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Além disso, o desgaste do revestimento das lâminas dos tratores também foi estudado (scanner a laser e software I-Site), visto que apresentavam material agregado gerando perda de produtividade. O volume morto calculado após cinco anos de uso representava 4% do volume da lâmina. Com a simples manutenção constante do revestimento houve um ganho de quase 250 mil m³/ano de estéril movimentado. Em Juruti, a bauxita minerada é transportada até o britador através de caminhões basculantes. O estudo de padronização da carga nesta etapa de transporte proporcionou um aumento de 2,47% no volume da carga média transportada. Esta padronização também otimizou o consumo de combustível em 2,53%, reduzindo a quantidade de viagens dos caminhões. Após o beneficiamento, o minério é transportado através de uma ferrovia, percorrendo 55 km para em-


MIN E RADORAS barque no porto da Alcoa, às margens do rio Amazonas. Nesta etapa de transporte, outra melhoria foi implementada com a instalação de 14 conjuntos de filtros drenos côncavos e defletores ecológicos em cada vagão. Com isso, houve a redução da quantidade de água livre dentro dos vagões, principalmente acumulada na estação chuvosa, que ocorre nos primeiros seis meses do ano na Amazônia, com precipitações que chegam a mais de 390 mm/mês. Após os testes, foi comprovada uma eficiência de 85,74% do sistema instalado, com efeitos sobre o manejo do minério e sobre o controle de umidade do produto, resultando em ganhos concretos. COMUNIDADE Desde 2009, a Alcoa mantém parceria com quatro associações locais, beneficiando 16 comunidades e cerca 180 famílias locais, possibilitando acesso a conhecimentos técnicos, oportunidades de geração de renda e educação ambiental. Um dos enfoques da parceria é o cultivo de mudas de espécies florestais, frutíferas e ornamentais. A companhia apoia a comunidade com assistência técnica no

Conjunto de drenos e defletores instalado nos vagões reduziu acúmulo de água

cultivo das mudas, realiza a compra das mesmas produzidas pelos comunitários e eles atuam diretamente no processo de restauração florestal, realizando o plantio das mudas nas áreas mineradas. O maior ganho desta aliança é a empresa elevar a confiabilidade da comunidade sobre o processo de reabilitação das áreas, que no futuro retornarão aos próprios comunitários.


MI N ER A D OR AS

Itaú de Minas se diferencia pela multiplicidade de produtos

Planta de Itaú de Minas (MG) da Votorantim

Itaú de Minas (MG), uma das maiores plantas da Votorantim Cimentos, se destaca por atender às demandas de multiprodutos dentro do portfólio da empresa. Segundo Nelson Tsutsumi, gerente geral de Mineração da companhia, para a mineradora alcançar a produção de vários insumos minerais ao mesmo tempo exigiu a adoção ao longo do tempo de práticas eficientes de exploração e beneficiamento. A jazida de calcário da mina Taboca, em Itaú de Minas, iniciada em 1974 com produção de apenas 110 mil t/mês, tem este índice hoje na casa de 4,5 milhões de t/ano – antes, a exploração na localidade ocorria na mina Monte Alto, que por 39 anos atendeu a planta. A mina Taboca tem reservas de calcário cubadas que alcançam 128 milhões de t, volume suficiente para abastecer as fábricas da empresa, no atual ritmo de produção, por aproximadamente 80 anos. A unidade de Itaú de Minas tornou-se um dos mais aprimorados e estratégicos complexos industriais do País com uma produção diversificada de produtos como cimento, cal hidratada, calcário agrícola, argamassa e agregados para construção civil. A jazida da mina Taboca é privilegiada por ter em sua composição dois tipos de calcários. Na exploração, em média, existe a utilização de 60% de calcário calcítico e

Conjuntos de esteiras para diferentes produtos

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40% de calcário magnesiano, tendo ainda o calcário silicioso associado a esses dois calcários. O que diferencia a utilização desses calcários é basicamente o percentual de MgO presente no mesmo, sendo valores abaixo de 3,90% de MgO usado para fabricação de cimento e acima de 7% para fabricação de cal, calcário agrícola e argamassas. A empresa explica que os percentuais entre 3,9% e 7,00% não são descartados, com a realização de uma blendagem para o aproveitamento máximo desses minérios. A instalação produz três agregados separados conforme granulometria, sendo caracterizado entre 2½” a 5” para fabricação de cal (capacidade de 30 mil t), granulometria entre ½ a 2,½”(capacidade de 27 mil t) para fabricação de argamassa, de 0 a ½” (10 mil t) para fabricação exclusiva de pó calcário e agregados para construção civil. Os produtos são estocados em pilhas específicas do tipo cônicas e extraídos por calhas extratoras. A britagem de cimento utiliza apenas uma fase de redução, composto de um britador de martelos modelo EV 200x300 com alto grau de redução (1:50) fabricado pela FLS apropriado para material macio ou semiduro, com capacidade nominal de 950 t/h e equipado com 54 martelos (peso médio de 84 Kg cada). O minério é alimentado ao britador através de esteira de lâminas e, após a britagem, ele é conduzido às estocagens com auxílio de correias

Estoque em pilhas específicas em área coberta


MIN E RADORAS transportadoras e empilhado de forma específica. A estocagem é feita em barracões cobertos, sendo um específico para calcário blendado (calcário e argila – argical), composto por duas pilhas com capacidade de 14,5 mil t cada; outro barracão é de calcário puro de alto teor, com capacidade de 12 mil t, com pilha formada no sistema cônico, utilizado na adição (filler) na moagem de cimento e no abastecimento dos moinhos de bolas. Já a britagem de complementares utiliza quatro estágios de redução, com pilha pulmão cônica intermediária (capacidade total 42 mil t) entre os estágios, com quatro alimenta-

dores (um arrastador e três calhas vibratórias). O britador primário é de esforço do tipo compressão de mandíbulas, com grau de redução 1:10, modelo VB 15x12” com capacidade de 990t/h; o britador secundário é do tipo compressão cônico, grau de redução 1:10, modelo SY-MONS 5,5 pés. O britador terciário HP 400 é do tipo compressão cônico, grau de redução 1:10, com capacidade de 800 t/h. O britador quaternário de esforço é do tipo compressão cônico, grau de redução 1:10, capacidade de 360 t/h, abastecendo exclusivamente matéria prima para argamassa e calcário. Todos os quatro britadores são modelos da Metso.

Empresa investiu R$ 136 milhões em coprocessamento de resíduos A Votorantim Cimentos fez investimentos de R$ 136 milhões em novas tecnologias e na modernização de equipamentos que realizam o coprocessamento. A prática permite substituir os combustíveis fósseis e as matérias-primas tradicionais na produção de cimento. O plano de investimentos contemplou projetos em todas as regiões do País onde a empresa realiza o coprocessamento, atualmente praticado em 15 unidades operacionais. Até 2020, a companhia planeja investir mais de R$ 300 milhões para quase triplicar o tamanho atual dessa atividade. Na unidade de Vidal Ramos (SC), por exemplo, elevou-se para mais de 70 mil t por ano o consumo de materiais como resíduos sólidos industriais, pneus inservíveis e biomassa para geração de energia por meio

do coprocessamento. Já em Xambioá (TO), a fábrica utiliza biomassas a partir do carvão vegetal para o coprocessamento. O material é proveniente de siderúrgicas de Marabá (PA) e Açailândia (MA). Além disso, há coprocessamento de produtos e resíduos gerados internamente, como equipamentos de proteção individual (EPIs), embalagens de produtos químicos e pó de serra usado em limpezas de graxa e óleo e estopas. A unidade de Primavera (PA) utiliza sementes do açaí para coprocessamento. A semente da fruta tem sido utilizada como energia, agregando valor ambiental a um insumo antes descartado no meio ambiente. Para cada tonelada, 80% do que sobra é composto por sua biomassa principal, que é o caroço de onde vem a semente usada como combustível para produção do cimento.

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MI N ER A D OR AS

COI - Centro de Operações Integradas sincroniza cadeia de produção Augusto Diniz – Belo Horizonte (MG)

Investimento de mais de R$ 5 milhões, até o momento, para otimizar a cadeia e propiciar ganho total de US$ 600 milhões/ano

A Vale criou o Centro de Operações Integradas (COI) para sincronizar e otimizar a cadeia de valor do minério de ferro, com potencial de ganho anual de mais de US$ 600 milhões, segundo a mineradora. O COI foi implantado na sede de Águas Claras, em Nova Lima (MG). A Vale avalia que o centro melhorará o processo de planejamento de vendas e operações, aumentando a aderência entre o planejado e o executado. A empresa já investiu mais de R$ 5 milhões no projeto até o momento. Vagner Loyola, diretor da Cadeia de Ferrosos da Vale, explica que o motivo da empresa ter apostado no centro de operações deriva da instabilidade do preço do minério de ferro. “Caiu muito o preço hoje. A variação ficou grande. A tomada de decisão tornou-se mais difícil”, explica. “Essa tomada de decisão exige adaptabilidade na produtividade. A cadeia produtiva é muito longa e complexa”. Segundo Vagner, no início de 2016 “a cadeia produtiva não estava otimizada, diante das mudanças frequentes nas condições do mercado”. Dessa forma, decidiu-se dar eficiência à cadeia produtiva, envolvendo as equipes do processo e trabalhando de forma integrada. O executivo explica que o proVagner Loyola jeto é dividido em três fases.

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Ele diz que a iniciativa já gerou economia de US$ 300 milhões à empresa. A primeira fase do projeto se refere ao COI global, já em operação. Os COIs são instalações que combinam as competências de pessoas, processos de operação e tecnologia para oferecer níveis elevados de colaboração e excelência. Entre suas atribuições estão a definição do mix de produtos para atender as demandas dos clientes, dos planos de estoque e de blendagem nos portos da Ásia (Malásia e China), e otimizar a alocação de navios. A segunda fase é o COI Corredores, que está em implantação. Esta estrutura atuará no estabelecimento da programação diária e semanal da mina ao porto; na coordenação das ações entre as equipes de programação e as salas de controle, promovendo ações de melhoria nos desvios de planejamento; e na interação, em tempo real, com as operações locais e com o COI Global. Já a terceira e última fase envolve os centros de excelência, que avaliará todo o processo da mina à entrega ao cliente, analisando os caminhos críticos, acompanhando a performance e interagindo com as operações. “Com isso, será possível identificar as melhores práticas nesse processo”, conta Vagner. O centro de excelência concentrará especialistas


MIN E RADORAS que gerarão conhecimento para ser compartilhado ao longo da cadeia de valor, estabelecendo metas de produtividade e prioridades nas melhorias a serem implantadas, além de definir padrões, dividir boas práticas e suportar as operações na melhoria da produtividade e eficiência. As informações geradas pelo COI são acessíveis por dispositivos móveis e fixos. A ferramenta realiza planejamento de demanda e é capaz também de avaliar cenários. A mineradora gerencia o fluxo em torno de 300 navios em diversas posições pelo mundo e há um trabalho para reduzir o custo nesse item. O COI deverá criar condições favoráveis para atender o mercado com gestão mais de perto desses navios e consequente otimização de sua utilização. Um dos pilares para alcançar os objetivos do COI é o uso intensivo de tecnologia digital, para promover a colaboração entre as equipes. Além disso, sistemas foram aprimorados e outros foram desenvolvidos para agilizar e melhorar o processo de planejamento e distribuição da produção.

Um deles é o Advanced Planning and Scheduling (APS) Ferrosos, um otimizador que recentemente passou por melhorias. Hoje, ele reúne os dados de capacidade e custo da cadeia de valor (minas, ferrovias, portos, navios e centros de distribuição) e da dinâmica de preços do mercado, para indicar a melhor combinação possível para o atendimento das demandas dos clientes, com o objetivo de garantir a maior margem para a empresa. Outra ferramenta é o Sistema de Otimização da Alocação de Navios (SOAN), cujo objetivo é otimizar a alocação da frota de navios a serviço da empresa, visando obter o menor custo total de distribuição. O programa leva em conta todas as variáveis que influem no custo, como preço de combustível e demurrage (custo relacionado ao tempo de espera em fila do navio no terminal portuário), e determina para qual carga e rota devem ser alocados os navios que transportam minério da Vale para os clientes. A programação da distribuição e a localização de cada navio em tempo real são compartilhadas através dos telões do COI e aplicativos móveis.

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E Q U FICHAS I P A MTÉCNICAS E N T O SDAS MINAS

AGALMATOLITO

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MINA VELHA

Produção ROM em 2016 – 75.000 t Lamil Lage Minérios | www.lamil.com.br Pará de Minas - MG INVESTIMENTOS Investimentos realizados em 2017: R$ 350.000 Investimentos previstos em 2018: R$ 750.000

AMIANTO CRISOTILA

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CANA BRAVA

AREIA

Produção ROM em 2016 – 2.552.661 t Somar | www.somarmineradora.com.br Charqueadas, São Jerônimo e Triunfo – SP INVESTIMENTOS Investimentos realizados em 2017: R$ 1.500.000 Investimentos a realizar em 2018: R$ 1.500.000

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DESCALVADO

Produção ROM em 2016 – 1.794.126 t Mineração Jundu | www.mjundu.com.br Descalvado – SP

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ANALÂNDIA

Produção ROM em 2016 – 1.752.718 t Mineração Jundu | www.mjundu.com.br Analândia – SP

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ITAQUAREIA UNIDADE 4

Produção ROM em 2016 – 997.346 t Itaquareia | www.itaquareia.com.br Mogi das Cruzes – SP

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PURUNÃ

Produção ROM em 2016 – 61.107 t Areal Costa / www.arealcosta.com.br Balsa Nova – PR

NOVA PETRÓPOLIS

CACHOEIRA GUARAREMA

MINERAÇÃO DARCY

Produção ROM em 2016 – 380.000 t Mineração Darcy | www.mineracaodarcy.com.br São Simão – SP INVESTIMENTOS Investimentos realizados em 2017: R$ 700.000 Investimentos a realizar em 2018: R$ 1.000.000

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JAGUARUNA

Produção ROM em 2016 – 242.612 t Sibelco | www.sibelcosam.com Jaguaruna – SC INVESTIMENTOS Total de investimentos realizados em 2016: R$ 174.000 Total de investimentos realizados em 2017: R$ 1.200.000 Total de investimentos previstos em 2018: R$ 9.000.000

ARGILA

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ITAÚ

Produção ROM em 2016 – 576.720 t Votorantim Cimentos www.votorantimcimentos.com.br Itaperuçu – PR

Produção ROM em 2016 – 434.452 t Itaquareia | www.itaquareia.com.br Guararema – SP

PERFIL OPERACIONAL Mineral extraído: Primário – areia; secundário - argila Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 434.452 t Movimentação total ROM (Run of Mine) + estéril, em toneladas em 2016: 499.452 t Produção da mina (produto final em toneladas) em 2016: 380.928 t Principal aplicação industrial do bem mineral: Construção civil

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BARRA DO SUL

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IGRAM

Produção ROM em 2016 – 162.013 t Mineração Jundu | www.mjundu.com.br Balneário Barra do Sul – SC

Produção ROM em 2016 – 100.000 t Igram | www.igram.com.br Campo Grande - MS

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BAUXITA

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JURUTI

Produção ROM em 2016 – 7.363.186 t Alcoa World Alumina Brasil | www.alcoa.com.br Juruti – PA PEFIL DA MINA Área total da mina: 573 ha Ano de início da operação da mina: 2009 INVESTIMENTOS Investimento total realizado em 2016: R$ 34.953.000 Principais investimentos: Construção da lagoa de disposição de rejeitos; aumento da capacidade da lagoa de disposição de rejeitos; aumento da capacidade da planta com a instalação e repontenciamento de equipamentos com continuidade em 2017; e aquisição de correias transportadoras e equipamentos de pequeno porte. PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral: Minério de alumínio - bauxita Produção ROM (Run of Mine) em 2016: 7.363.186 t Movimentação total ROM (Run of Mine) + estéril,

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MELHORIAS NA PLANTA DE BENEFICIAMENTO Substituição e repotenciamento de correias transportadoras Substituição de sistemas de transferência de minério (chutes e tubulações)

MIRAÍ

Produção ROM em 2016 – 1.794.277 t Companhia Brasileira de Alumínio | www.aluminiocba.com.br Miraí – MG

AREIA INDUSTRIAL

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em toneladas em 2016: 43.209.955 t Principais aplicações industriais do bem mineral: Alumina; alumina calcinada; alumina hidratada

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Produção ROM em 2016 – 50.000 t EBAM | www.ebam.com.br Nova Petrópolis – RS

INVESTIMENTOS Investimentos realizados em 2017: R$ 6.827.380 Investimentos a realizar em 2018: R$ 3.413.690

CHARQUEADAS

MARIA CRISTINA

Produção ROM em 2016 – 67.531 t Nova América Mineração Itaí – SP INVESTIMENTOS Total de investimentos realizados em 2017: R$ 250.000 Total de investimentos previstos em 2018: R$ 250.000

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Produção ROM em 2016 – 3.151.806 t Sama | www.sama.com.br Minaçu – GO

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PERFIL DA MINA Área total da mina: 540 ha Ano de início de operação da mina: 2008 INVESTIMENTOS Investimento total realizado em 2016: R$ 8.640.000 Breve descrição dos principais projetos que receberam recursos: A unidade de Miraí investiu na construção de uma estação com capacidade de tratamento de 1.000 m³/h de água, o equivalente para uma cidade de 200 mil habitantes. Essa estação conta com um sistema completamente automatizado e com capacidade de funcionar de forma autônoma, respeitando todas as premissas de controle para que a água retirada da barragem possa ser tratada e devolvida ao meio ambiente, com níveis de qualidade superiores aos requeridos pelos órgãos ambientais. Investimento em exploração geológica em 2016: R$ 1.575.000 PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral (produtos primário e secundário): Bauxita Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 1.794.277 t Movimentação total ROM (Run of Mine) + estéril, em toneladas em 2016: 1.794.277 t Produção da mina (produto final em toneladas) em 2016: 832.552 Volume vendido ao mercado interno (%): 1,34% (venda) + 98,66% (transferência para transformação dentro da própria CBA) Principais aplicações industriais do bem mineral: metalurgia dos não ferrosos (98,66%), cimento (1,34%) PLANTA DE BENEFICIAMENTO Capacidade da planta (t/ano): 2.500.000 t Produção em 2016 (t): 832.552 t PRESERVAÇÃO AMBIENTAL Investimento realizado em 2016: R$ 10.369.000 Descreva o projeto realizado em preservação ambiental que mais obteve resultados positivos nos anos recentes: - O Programa de Educação Ambiental (PEA) é uma das grandes iniciativas que a Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) promove nas suas unidades na Zona da Mata mineira e região de Poços de Caldas, em Minas Gerais. Em 2016, quando completou 15 anos de atuação, mais de 4.700 pessoas foram capacitadas e participaram dos projetos que envolveram empregados, professores e alunos das escolas públicas, além de moradores das comunidades próximas às unidades. Durante todo o ano de 2016 o programa trabalhou junto com a comunidade escolar o tema “Fazendo arte através da educação ambiental com teatro, dança e música”. A primeira parte foi a capacitação dos professores para ambientá-los com o assunto e apresentar técnicas de abordagem do tema em sala de aula. Ao todo 74 educadores de 25 escolas mu-


FICHAS TÉCNICAS E Q U I DAS P A MINAS ME N TOS

BAUXITA (continuação) nicipais e estaduais da Zona da Mata mineira e Poços de Caldas foram capacitados. Depois da capacitação, os professores levaram o que aprenderam para sala de aula e, junto com os alunos, criaram projetos envolvendo sustentabilidade, educação ambiental, cultivo de hortas, valorização de produtos locais como café, dentre outros. Ao final do ano letivo, os professores apresentaram seus projetos para a equipe técnica da CBA e convidados. Como parte do PEA, a CBA também realizou projetos para conscientizar a população das comunidades da área de influência das unidades. Entre os destaques está a campanha de prevenção a incêndios florestais direcionada a produtores rurais. Nesta ação, realizada em período de seca, uma equipe visitou propriedades rurais e entregou material informativo sobre como evitar as queimadas. Em Miraí, o PEA participou do Fórum Regional de Educação Ambiental, onde os monitores do projeto ministraram oficinas educativas para um público de 450 pessoas. Outra ação de destaque foi a participação no Festival de Gastronomia da Serra em Pirapanema, distrito de Muriaé, onde os monitores realizaram uma Oficina de Aproveitamento Integral de Alimentos. E, por último, no Projeto “Conhecendo a CBA” que também faz parte do programa, alunos de faculdades e cursos técnicos da região visitaram as unidades da mineradora onde conheceram mais sobre o processo de mineração e produção do alumínio. - A CBA investe na atuação responsável de suas operações desde a gestão dos impactos ao consumo de recursos naturais, matérias primas e ao relacionamento com os diversos públicos, principal-

mente com as comunidades onde estão inseridas suas unidades. Desde 2008 a CBA desenvolve um modelo de restauração do solo que vem estabelecendo uma nova relação entre a mineração e o meio ambiente. Esta técnica inovadora vem sendo realizada na região de Miraí, na Zona da Mata Mineira em parceria com a Universidade Federal de Viçosa e abrange áreas com mata nativa, culturas de café e eucalipto e também pastagem. As áreas mineradas são submetidas a processos de reabilitação ambiental que proporcionam sua reintegração à paisagem da região, utilizando as melhores técnicas, que compreendem todas as etapas para a formação de um ambiente natural e sustentável. Em Miraí e Itamarati de Minas, a reabilitação de áreas mineradas é realizada em terrenos onde são cultivadas, basicamente, três tipos de plantação: pasto, eucalipto e café. Professores pesquisadores e estudantes desenvolvem experimentos e ações que visam o aperfeiçoamento das metodologias de reabilitação e restauração adotadas pela empresa, redução de custos e a sustentabilidade das áreas mineradas. A CBA possui quatro grandes linhas de pesquisa em parceria com estas universidades: solo, hidrologia, flora e fauna.

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ATIVA

Produção ROM em 2016 – 820.000 t Ativa Minerais Caçapava do Sul – RS

PLANALTO POÇOS DE CALDAS

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Produção ROM em 2016 – 561.886 t Companhia Brasileira de Alumínio | www.aluminiocba.com.br Poços de Caldas - MG

PERFIL Área total da mina: 8.500 ha Ano de início de operação: 1941 INVESTIMENTOS Investimento total realizado em 2016: R$ 110.647 Breve descrição dos principais projetos que receberam recursos: Aquisição de britador de mandíbula para amostras, compressor de ar sistema de beneficiamento AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS /SISTEMAS MINA - Principais equipamentos/sistemas comprados e a serem adquiridos / programados (mencionar tipo, quantidade, fabricante e modelo): 2017 – Peneira WL180 Frip Screen – investimento R$ 553.000 PLANTA - Principais equipamentos/sistemas comprados e a serem adquiridos/programados (mencionar tipo, quantidade, fabricante e modelo) em 2016 e 2017: 2016 – Compressor de ar modelo SRP 4020E R Schulz DADOS OPERACIONAIS Nome do bem mineral (produtos primário e secundário): Bauxita Material lavrado e processado no britador (ROM Run of Mine em toneladas) em 2016: 561.886 t Movimentação total (ROM - Run of Mine + estéril, em toneladas) em 2016: 561.886 t Produção da mina (produto final em toneladas) em 2016: 487.856 t Volume vendido ao mercado interno (%): 100% (transferência para transformação dentro da própria CBA) Principais aplicações industriais do bem mineral: Metalurgia não ferrosos

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FICHAS TÉCNICAS DAS MINAS

BAUXITA (continuação) PLANTA DE BENEFICIAMENTO Capacidade da planta (t/ano): 1.200.000 t/ ano Produção em 2016 (t): 487.856 t PRESERVAÇÃO AMBIENTAl Investimento realizado em 2016: R$ 960.000 Descreva o projeto realizado em preservação ambiental que mais obteve resultados positivos nos anos recentes: Programa de Educação Ambiental (PEA) – ver mina Miraí da CBA. Parceria com a cooperativa Ação Reciclar, de Poços de Caldas, para destinação dos materiais recicláveis da unidade, evitando seu encaminhamento para aterros. RPPN Morro Grande: unidade de conservação com 424 ha no município de Caldas. Compostagem: aproveitamento dos resíduos orgânicos para sua transformação em adubo.

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SANTA MARIA

Produção ROM em 2016 – 317.590 t Bauminas Mineração | www.bauminas.com.br Miraí – MG

CALCÁRIO

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SAIVÁ

Produção ROM em 2016 – 5.449.730 t Votorantim Cimentos | www.votorantimcimentos.com.br Rio Branco do Sul - PR PERFIL DA MINA Nome da mina: Saivá Área total da mina: 120 ha Ano de início de operação da mina: 1983 INVESTIMENTOS Estudos geotécnico e hidrogeológico PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral: Calcário Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 5.449.730 t Movimentação total ROM (Run of Mine) + estéril, em toneladas em 2016: 8.952.782 t Principais aplicações industriais do bem mineral: Fabricação de cimento

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QUEIMA LENÇOL

Produção ROM em 2016 – 4.954.414 t Cimento Planalto | www.ciplan.com.br Sobradinho – DF INVESTIMENTOS Investimentos realizados em 2016: R$ 3.100.000 Investimentos realizados em 2017: R$ 3.527.000 Investimentos a realizar em 2018: R$ 2.000.000

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PONTE ALTA

Produção ROM em 2016 – 3.212.185 t Votorantim Cimentos | www.votorantimcimentos.com.br Salto de Pirapora - SP PERFIL Área total da mina: 31,05 ha Ano de início de operação da mina: 1937 Nome da empresa mineradora: Votorantim Cimentos Composição acionária: 100% Votorantim Industrial PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral (produtos primário e secundário): Calcário Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 3.212.185 t Movimentação total ROM (Run of Mine) + estéril, em toneladas em 2016: 3.330.218 t Principais aplicações industriais do bem mineral: Fabricação de cimento

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TABOCA

Produção ROM em 2016 – 3.156.841 t Votorantim Cimentos | www.votorantimcimentos.com.br Itaú de Minas – MG MINA Nome da mina: Mina Taboca Área total da mina: 100 hectares Ano de início de operação da mina: 1937 PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral: Calcário e argila Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 3.156.841 t Movimentação total ROM (Run of Mine) + estéril, em toneladas em 2016: 3.725.072 t Principais aplicações industriais do bem mineral: Construção civil e correção de solo

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MINA DO RIO

Produção ROM em 2016 – 2.981.824 t Votorantim Cimentos | www.votorantimcimentos.com.br Laranjeiras – SE PERFIL DA MINA Nome da mina: Mina do Rio Área total da mina: 96 ha Ano de início de operação da mina: 1983 Nome da empresa mineradora: Votorantim Cimentos PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral (produtos primário e secundário): Calcário Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 2.981.824 t Movimentação total ROM (Run of Mine) + estéril, em toneladas em 2016: 3.925.387 t Produção da mina (produto final em toneladas) em 2016: 2.953.750 t Principais aplicações industriais do bem mineral: Fabricação de Cimento

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PEDRA DO SINO

Produção ROM em 2016 – 2.023.652 t Cimento Tupi | www.cimentotupi.com.br Carandaí - MG PERFIL DA MINA Nome da mina: Pedra do Sino Nome da empresa mineradora: Cimento Tupi Ano de fundação da empresa: 1974 PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral (produtos primário e secundário): Calcário Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 2.023.652 t Movimentação total ROM (Run of Mine) + estéril, em toneladas em 2016: 2.211.944 t Principal aplicação industrial do bem mineral: Fabricação de cimento

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USINA RICA

Produção ROM em 2016 – 1.848.111 t Votorantim Cimentos | www.votorantim.com.br Sobral – CE PERFIL DA MINA Nome da mina: Mina Usina Rica Nome da empresa mineradora: Votorantim Cimentos Ano de fundação da empresa: 1967 PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral (produtos pri mário e secundário): Calcário calcítico Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 1.848.111 t Movimentação total ROM (Run of Mine) + estéril,

OUTUBRO / NOVEMBRO | 2017

em toneladas em 2016: 1.957.824 t Principais aplicações industriais do bem mineral: Fabricação de Cimento

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FERCAL

Produção ROM em 2016 – 1.551.950 t Votorantim Cimentos | www.votorantimcimentos.com.br Sobradinho - DF PERFIL Área total da mina: 20 ha Ano de início de operação da mina: 1967 PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral (produtos primário e secundário): Calcário e argila Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 1.551.950 t Movimentação total ROM (Run of Mine) + estéril, em toneladas em 2016: 2.606.298 t Principais aplicações industriais do bem mineral: Fabricação de cimento

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BUGRE

Produção ROM em 2016 – 1.438.688 t Votorantim Cimentos | www.votorantimcimentos.com.br Vidal Ramos – SC PERFIL DA MINA Nome da mina: Bugre Área total da mina: 34 ha Ano de início de operação da mina: 2010 PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral (produtos primário e secundário): Calcário Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 1.438.688 t Movimentação total ROM (Run of Mine) + estéril, em toneladas em 2016: 3.855.684 t Principais aplicações industriais do bem mineral: Fabricação de cimento

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VIRA SAIA

Produção ROM em 2016 – 1.404.708 t Votorantim Cimentos | www.votorantimcimentos.com.br Cantagalo – RJ PERFIL DA MINA Nome da mina: Vira Saia Área total da mina: 36,06 ha Ano de início de operação da mina: 1975

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SALTO

Produção ROM em 2016 – 1.280.399 t Votorantim Cimentos | www.votorantimcimentos.com.br Salto de Pirapora - SP PERFIL Área total da mina: 77,55 ha Ano de início de operação da mina: 1953 Nome da empresa mineradora: Votorantim Cimentos

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MIRAMAR

Produção ROM em 2016 - 1.182.000 t Lafarge | www.lafargeholcim.com.br Caaporã - PB PERFIL Área total da mina: 90 ha Nome da empresa mineradora: Lafarge PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral: Calcário Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 1.182.000 t Movimentação total ROM (Run of Mine) + estéril, em toneladas em 2016: 1.514.168 t


FICHAS TÉCNICAS DAS MINAS E Q U I P A M E N T O S CALCÁRIO (continuação)

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ITARETAMA

Produção ROM em 2016 - 1.165.822 t Votorantim Cimentos | www.votorantimcimentos.com.br Rio Branco do Sul – PR PERFIL DA MINA Nome da mina: Itaretama Área total da mina: 365 ha Ano de início de operação da mina: 1971 INVESTIMENTOS Estudos geotécnico e hidrogeológico PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral (produtos primário e secundário): Calcário Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 1.165.822 t Movimentação total (ROM - Run of Mine + estéril, em toneladas) em 2016: 1.402.013 t Principais aplicações industriais do bem mineral: Fabricação de cimento

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MINA DO ZUZA

Produção ROM em 2016 – 1.133.974 t Votorantim Cimentos | www.votorantim.com.br Xambioá – TO PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral (produtos primário e secundário): Calcário calcítico Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 1.133.974 t Principais aplicações industriais do bem mineral: Fabricação de cimento e calcário agrícola

Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 881.031 t Movimentação total ROM (Run of Mine) + estéril, em toneladas em 2016: 1.475.000 t Principais aplicações industriais do bem mineral: Cal Industrial, Cal corretivo de solo, agregados para construção, agregados para pavimentação e calcário agrícola para corretivo de solo MELHORIAS PLANTA DE BENEFICIAMENTO Reforma do Queixo do britador de Mandíbulas modelo Blake 48 X 60 e aquisição de duas peneiras classificatória modelo 50020

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SALOBRA

Produção ROM em 2016 – 852.704 t Votorantim cimentos | www.votorantimcimentos.com.br Nobres – MT PERFIL DA MINA Nome da mina: Mina Salobra Área total da mina: 30 ha Ano de início de operação da mina: 1990 PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral (produtos primário e secundário): Calcário Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 852.704 t Movimentação total (ROM - Run of Mine + estéril, em toneladas) em 2016: 950.000 t Principais aplicações do bem mineral: Produção de cimento e corretivo de solo

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AGUAÇU

Produção ROM em 2016 – 825.054 t Votorantim Cimentos | www.votorantimcimentos.com Cuiabá – MT

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SAUDADE

INVESTIMENTOS Investimento total realizado em 2016: R$ 3.549.021 Principais investimentos: Remoção de estéril, drenagem de mina, sinalização e sondagem de pesquisa geológica

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DAGOBERTO BARCELLOS

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BALTAR

PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral (produtos primário e secundário): Calcário calcítico britado Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 825.054 t Movimentação total ROM (Run of Mine) + estéril, em toneladas em 2016: 1.893 t Principais aplicações industriais do bem mineral: Fabricação de cimento

Produção ROM em 2016 – 986.233 t LafargeHolcim | www.lafargeholcim.com Cantagalo - RJ

Produção ROM em 2016 – 930.453 t Dagoberto Barcellos / www.grupodb.com.br Caçapava do Sul – RS

Produção ROM em 2016 – 907.251 t Votorantim Cimentos | www.votorantimcimentos.com.br Votorantim – SP PERFIL DA MINA Área total da mina: 49,39 ha Ano de início de operação da mina: 1936

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ARAÇARIGUAMA

Produção ROM em 2016 – 898.192 t Votorantim Cimentos | www.votorantim.com.br Araçariguama - SP

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LAVRINHAS

Produção ROM em 2016 – 881.031 t Votorantim Cimentos | www.votorantimcimentos.com.br Itapeva – SP PERFIL DA MINA Área total da mina: 115 ha Ano de início de operação da mina: 1946 Nome da empresa mineradora: Votorantim Cimentos INVESTIMENTOS Investimento total realizado em 2016: R$ 900.000 Principais investimentos: Reforma Britador Blake 48 X 60 e aquisição de duas peneiras classificatórias 50020 PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral (produtos primário e secundário): Calcário calcítico

MELHORIAS PLANTA DE BENEFICIAMENTO Instalação de chapa defletora no britador primário para facilitar a quebra de blocos lamelares e evitando embuchamentos nos shuts de transferência e rasgamento

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JUNCAL

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TABOCAL

Produção ROM em 2016 – 739.065 t Massari Mineração | www.massari.com.br Salto de Pirapora - SP

Produção ROM em 2016 – 693.501 t Votorantim Cimentos | www.votorantimcimentos.com.br Primavera – PA PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral (produtos primário e secundário): Calcário Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 693.501 t Movimentação total ROM (Run of Mine) + estéril, em toneladas em 2016: 1.688.000 t

www.revistaminerios.com.br | 45


FICHAS TÉCNICAS DAS MINAS

CALCÁRIO (continuação)

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CAJAMAR

Produção ROM em 2016 – 657.119 t Votorantim Cimentos ww.votorantimcimentos.com.br Cajamar – SP

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BOA VISTA

Produção ROM em 2016 – 589.377 t Votorantim cimentos www.votorantimcimentos.com.br Edealina - GO PERFIL DA MINA Nome da mina: Boa Vista Área total da mina: 6 ha Ano de início de operação da mina: 2014 PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral (produtos primário e secundário): Calcário silicoso Material lavrado e processado no britador (ROM Run of Mine em toneladas) em 2016: 589.377 t Movimentação total (ROM Run of Mine + estéril, em toneladas) em 2016: 898.517 t Produção da mina (produto final em toneladas) em 2016: 506.864 t Principais aplicações industriais do bem mineral: Fabricação de cimento

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LAGINHA

Produção ROM em 2016 – 511.770 t Votorantim Cimentos www.votorantimcimentos.com.br Ladário - MS PERFIL Área total da mina: 772 ha Ano de início de operação da mina: 1990

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WD

Produção ROM em 2016 – 380.000 t Calwer Mineração | www.calwer.com.br Botuverá – SC

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OURO BRANCO

Produção ROM em 2016 – 306.238 t Calcário Ouro Branco www.grupopirineus.com.br Indiara - GO PERFIL DA MINA Nome da mina: Ouro Branco Nome da empresa mineradora: Calcário Ouro Branco INVESTIMENTOS Investimento total realizado em 2016: R$ 144.962 Principal investimento: aquisição de nova perfuratriz Wolf MW 5000 PERFIL OPERACIONAL Principal aplicação do bem mineral: Corretivo agrícola

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PIRINEUS

Produção ROM em 2016 – 304.000 t Mineração Pirineus | www.grupopirineus.com.br Cocalzinho de Goiás - GO PERFIL DA MINA Nome da mina: Pirineus Nome da empresa mineradora: Mineração Pirineus INVESTIMENTO Investimento total realizado em 2016: R$ 1.200.000

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OUTUBRO / NOVEMBRO | 2017

Principal investimento: Sondagem para estudo qualitativo da rocha, melhorias em sistemas elétricos, paineis de comando e manutenção preventiva PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral (produtos primário e secundário): Calcário agrícola, dolomítico e brita Nome do bem mineral: Calcário Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 304.000 t Movimentação total (ROM - Run of Mine + estéril, em toneladas) em 2016: 370.000 t Produção da mina (produto final em toneladas) em 2016: 290.000 t Principais aplicações industriais do bem mineral: Corretivo Agrícola, Brita para construção civil e aditivo para cimento REDUÇÃO DE CUSTO Redução de custo em R$ 282.303,30 no custo total de produção anual representando uma queda de 9,5% no custo total de produção de calcário moído. Esta redução de custo se deu por adequação de turnos de trabalho que possibilitou a redução do quadro de funcionários e redução nas horas trabalhadas dos equipamentos na área da extração. Consequentemente gerando economia em energia elétrica, refeições, transporte, óleo diesel e desgaste de equipamentos. MELHORIAS PLANTA DE BENEFICIAMENTO Melhorias no sistema elétrico com substituição de painéis de comando

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CASA DA PEDRA

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CANDIOTA

Produção ROM em 2016 – 287.766 t Mineração Jundu | www.mjundu.com.br São João Del Rei – MG

Produção ROM em 2016 – 279.112 t Votorantim Cimentos www.votorantim.com.br Candiota - RS PERFIL DA MINA Nome da mina: Candiota Área total da mina: 200 ha Ano de início de operação da mina: 1982 Nome da empresa mineradora: Votorantim Cimentos PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral (produtos primário e secundário): Calcário calcítico Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 279.112 t Movimentação total ROM (Run of Mine) + estéril, em toneladas em 2016: 566.078 t Produção da mina (produto final em toneladas) em 2016: 279.112 t Principais aplicações industriais do bem mineral: Fabricação de Cimento

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MONTE OLIMPO

Produção ROM em 2016 – 210.000 t M&G Mineração de Calcário Saltinho – SP INVESTIMENTOS Total de investimentos realizados em 2016: R$ 600.000 Total de investimentos realizados em 2017: R$ 750.000 Total de investimentos previstos em 2018: 800.000

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FORT CAL

Produção ROM em 2016 – 204.000 t Fort Cal | www.fortcal.com.br Pains – MG INVESTIMENTOS Investimentos realizados em 2017: R$ 6.000.000 Investimentos a realizar em 2018: R$ 10.000.000

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SANTO ANTÔNIO

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IBARÉ

Produção ROM em 2016 – 194.793 t Mineração São Judas | saojudas.com.br Senges – PR

Produção ROM em 2016 – 91.956 t Votorantim Cimentos www.votorantim.com.br São Gabriel – RS PERFIL DA MINA Nome da mina: Ibaré Área total da mina: 150 ha Ano de início de operação da mina: 1949 Nome da empresa mineradora: Votorantim Cimentos PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral (produtos primário e secundário): Calcário calcítico Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 91.956 t Produção da mina (produto final em toneladas) em 2016: 48.426 t Principais aplicações industriais do bem mineral: Fabricação de cimento

CARVÃO MINERAL

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BUTIÁ LESTE - B3

Produção ROM em 2016 – 1.303.182 t Copelmi Mineração | www.copelmi.com.br Butiá - RS PERFIL OPERACIONAL Mineral extraído: Carvão mineral Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 1.303.182 t Movimentação total ROM (Run of Mine) + estéril, em toneladas em 2016: 22.054.716 t Principal aplicação industrial do bem mineral: Geração de energia

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MINA BONITO

Produção ROM em 2016 – 960.351 t Carbonífera Catarinense www.carboniferacatarinense.com.br Lauro Muller - SC INVESTIMENTOS Total de investimentos realizados em 2017: R$ 15.339.494 Total de investimentos previstos em 2018: R$ 12.300.053

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MINA DO CALOMBO

Produção ROM em 2016 – 853.497 t Copelmi Mineração | www.copelmi.com.br Arroio dos Ratos – RS PERFIL OPERACIONAL

Mineral extraído: Carvão mineral

Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 853.497 t

Movimentação total ROM (Run of Mine) + estéril, em toneladas em 2016: 14.931.309 t

Principal aplicação industrial do bem mineral: Geração de energia

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3G/PLANO

Produção ROM em 2016 – 578.013 t Carbonífera Catarinense www.carboniferacatarinense.com.br Lauro Muller - SC


FICHAS TÉCNICAS DAS MINAS

CARVÃO MINERAL (continuação) INVESTIMENTOS Total de investimentos realizados em 2017: R$ 5.971.256 Total de investimentos previstos em 2018: R$ 7.612.543

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Produção ROM em 2016 – 522.235 t Rio Deserto | www.riodeserto.com.br Içara – SC PERFIL DA MINA Ano de início de operação da mina: 2011 Área total da mina: 1.251 ha INVESTIMENTOS Investimento total realizado em 2016: R$ 1.683.912 Breve Descrição dos principais projetos que receberam recursos: Instalações operacionais e atualização de máquinas e equipamentos Investimento em exploração geológica em 2016: R$ 43.648 PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral (produtos primário e secundário): Carvão mineral Material lavrado e processado no britador (ROM Run of Mine em toneladas) em 2016: 522.235 t Movimentação total (ROM - Run of Mine + estéril, em toneladas) em 2016: 531.535 t Produção da mina (produto final em toneladas) em 2016: 284.749 t carvão mineral Volume vendido ao mercado interno (%): 100% Principais aplicações industriais do bem mineral: Geração de energia elétrica, siderurgia, combustível em indústria cerâmica e saneamento básico. PLANTA DE BENEFICIAMENTO Capacidade da planta (t/ano): 720.000 t Produção em 2016 (t): 219.976,99 t PRESERVAÇÃO AMBIENTAL Investimento realizado em 2016: R$ 4.103.198 Projeto Felinos Aguaí, voltado à defesa do meio ambiente na região carbonífera do sul de Santa Catarina, com conservação das áreas protegidas para proteção dos felinos. O Içara mais Doce é uma parceira que a empresa mantém com a Associação de Apicultores de Içara (API), cujo objetivo é estimular a produção de mel através de plantação de eucaliptos melíferos, fortalecendo a economia da região com divulgação e comercialização do produto; além de outros projetos.

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CRUZ DE MALTA

Produção ROM em 2016 – 284.749 t Rio Deserto | www.riodeserto.com.br Treviso – SC

PLANTA DE BENEFICIAMENTO Capacidade da planta (t/ano): 900.000 t Produção em 2016 (t): 284.749 t PRESERVAÇÃO AMBIENTAL Ver mina 101

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IMERYS PPSA

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RIO CAPIM

Produção ROM em 2016 – 1.330.000 t Imerys | www.imerysnopara.com.br Ipixuna - PA Produção ROM em 2016 – 1.330.000 t Imerys | www.imerysnopara.com.br Ipixuna – PA

COBRE

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CHAPADA

Produção ROM em 2016 – 19.828.052 t Mineração Maracá | www.yamana.com Alto Horizonte – GO INVESTIMENTOS Investimento total realizado em 2016: R$ 2.000.000 Principais investimentos: Projeto Suruca PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral (produtos primário e secundário): Produto primário – cobre; produto secundário - ouro Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 19.828.052 t Movimentação total ROM (Run of Mine) + estéril, em toneladas em 2016: 63.998.466 t Principal aplicação industrial do bem mineral: O concentrado de cobre e ouro é vendido a terceiros para transformação em cobre eletrolítico REDUÇÃO DE CUSTOS Foi desenvolvido um estudo com a participação de praticamente 100% das áreas operacionais e de suporte que teve como principal objetivo a revisão de contratos de prestação de serviços, fornecimento de materiais e consequente redução de custos a patamares aceitáveis à manutenção do negócio. Neste período de quase um ano de trabalho, foram definidas várias iniciativas para melhoria de processos e performance, que resultou em uma redução de custo de R$ 72 milhões. MELHORIAS PLANTA DE BENEFICIAMENTO Trocadas as células auto aeradas por ar forçado células Outotec e incrementada a potência SAG de 10.900 MW para 12.500 MW

DOLOMITA

PERFIL DA MINA Área total da mina: 435 ha Ano de início de operação da mina: 2009

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OLHO D’ÁGUA

INVESTIMENTOS Investimento total realizado em 2016: R$ 438.800 Breve Descrição dos principais projetos que receberam recursos: Instalações operacionais e atualização de máquinas e equipamentos Investimento em exploração geológica em 2016: R$ 100.000

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CAVASSIN

PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral: Carvão mineral 4500 Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 284.749 t Movimentação total ROM (Run of Mine) + estéril, em toneladas em 2016: 917.524 t Produção da mina (produto final em toneladas) em 2016: 284.249 t Volume vendido ao mercado interno (%): 100% Principais aplicações industriais do bem mineral: Geração de energia elétrica e saneamento

CAULIM

Produção ROM em 2016 – 244.678 t Mineração Jundu | www.mjundu.com.br Bom Sucesso de Itararé – SP

Produção ROM em 2016 – 215.000 t Cavassin | www.mineracaocavassin.com.br Almirante Tamandaré - PR INVESTIMENTOS Total de investimentos realizados em 2017: R$ 100.000 Total de investimentos previstos em 2018: R$ 250.000

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CERRADO DA ROSEIRA

Produção ROM em 2016 – 10.310 t Mineração São Judas | saojudas.com.br Jaguariaíva – PR

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FICHAS TÉCNICAS DAS MINAS

DOLOMITA (continuação)

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CADEADO

FELDSPATO

VALO RODOVIÁRIO

Produção ROM em 2016 – 59.924 t Anex Mineração | www.anex.ind.br Itabirito – MG INVESTIMENTOS Investimentos realizados em 2017: R$ 225.688 (até setembro/2017) Investimentos previstos em 2018: R$ 300.000 PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral (produtos primário e secundário): Filito (feldspato) e quartzito Produção (ROM - Run of Mine em toneladas) em 2016: 59.924 t filito (feldspato) Produção (ROM - Run of Mine em toneladas) em 2016: 385,55 t quartzito

FERRO

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SERRA NORTE

Produção ROM em 2016 – 150.366.492 t Vale | www.vale.com Parauapebas - PA PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral: Minério de ferro Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 150.366.492 t* Produção da mina (produto final em toneladas) em 2016: 143.600.000 t (*) Número não oficial, estimado pela revista com base no Formulário 20F de 2016, publicado pela Vale, considerando a produção e a taxa de recuperação.

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ITABIRA

Produção ROM em 2016 – 67.338.709 t Vale | www.vale.com Itabira - MG PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral: Minério de ferro Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 67.338.709 t* Produção da mina (produto final em toneladas) em 2016: 33.400.000 t (*) Número não oficial, estimado pela revista com base no Formulário 20F de 2016, publicado pela Vale, considerando a produção e a taxa de recuperação.

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MINAS CENTRAIS

Produção ROM em 2016 – 60.502.958 t Vale | www.vale.com São Gonçalo do Rio Abaixo - MG PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral: Minério de ferro Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 60.502.958 t* Produção da mina (produto final em toneladas) em 2016: 40.900.000 t (*) Número não oficial, estimado pela revista com base no Formulário 20F de 2016, publicado pela

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MINAS ITABIRITO

Produção ROM em 2016 – 55.927.475 t Vale | www.vale.com Itabirito - MG

Produção ROM em 2016 – 4.550 t Mineração São Judas | saojudas.com.br Jaguariaíva – PR

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Vale, considerando a produção e a taxa de recuperação.

PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral: Minério de ferro Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 55.927.475 t* Produção da mina (produto final em toneladas) em 2016: 40.100.000 t (*) Número não oficial, estimado pela revista com base no Formulário 20F de 2016, publicado pela Vale, considerando a produção e a taxa de recuperação.

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VARGEM GRANDE

Produção ROM em 2016 – 44.992.265 t Vale | www.vale.com Nova Lima – MG PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral: Minério de ferro Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 44.992.265 t* Produção da mina (produto final em toneladas) em 2016: 29.200.000 t (*) Número não oficial, estimado pela revista com base no Formulário 20F de 2016, publicado pela Vale, considerando a produção e a taxa de recuperação.

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MINA DO SAPO

Produção ROM em 2016 – 37.075.286 t Anglo American | www.angloamerican.com.br Conceição do Mato Dentro - MG INVESTIMENTOS Total de investimentos previstos em 2018: R$ 1 bilhão para a implantação da etapa 3 do Minas-Rio. PERFIL OPERACIONAL Produto final de 2016: 16,1 t (base úmida)

MARIANA (ALEGRIA, FÁBRICA NOVA E FAZENDÃO)

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Produção ROM em 2016 – 31.767.337 t Vale | www.vale.com Mariana – MG

PERFIL OPERACIONAL Mineral extraído: Minério de ferro Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 31.767.337 t* Produção da mina (produto final em toneladas) em 2016: 28.400.000 t (*) Número não oficial, estimado pela revista com base no Formulário 20F de 2016, publicado pela Vale, considerando a produção e a taxa de recuperação.

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PARAOPEBA

Produção ROM em 2016 – 27.528.675 t Vale | www.vale.com Nova Lima - MG PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral: Minério de ferro Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 27.528.675 t* Produção da mina (produto final em toneladas) em 2016: 26.400.000 t (*) Número não oficial, estimado pela revista com base no Formulário 20F de 2016, publicado pela Vale, considerando a produção e a taxa de recuperação.

OUTUBRO / NOVEMBRO | 2017

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OESTE

Produção ROM em 2016 – 5.579.052 t Usiminas | www.usiminas.com Itatiaiuçu - MG PERFIL Nome da empresa mineradora: Mineração Usiminas Ano de fundação da empresa: 2010 PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral: Ferro Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 5.579.052 t Movimentação total ROM (Run of Mine) + estéril, em toneladas em 2016: 11.390.336 t Produção da mina (produto final em toneladas) em 2016: 506.864 t

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FERRO+

Produção ROM em 2016 – 4.675.120 t J. Mendes | www.jmendes.com.br Ouro Preto – MG INVESTIMENTOS Total de investimentos realizados em 2016: R$ 28.946.352 Total de investimentos previstos em 2017: R$ 26.540.203

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SERRA LESTE

Produção ROM em 2016 – 4.246.713 t Vale | www.vale.com Parauapebas - PA PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral: Minério de ferro Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 4.246.713 t* Produção da mina (produto final em toneladas) em 2016: 4.200.000 t (*) Número não oficial, estimado pela revista com base no Formulário 20F de 2016, publicado pela Vale, considerando a produção e a taxa de recuperação.

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SERRA AZUL

Produção ROM em 2016 – 2.714.000 t ArcelorMittal Mineração Brasil |brasil.arcelormittal.com.br Itatiaiuçu - MG PERFIL DA MINA Nome da mina: Mina de Serra Azul Área total da mina: 150 ha Ano de início de operação da mina: 1974 PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral (produtos primário e secundário): minério de ferro (lump ore e sinter feed) Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em 2016: 2.714.000 t INVESTIMENTOS Investimento total previsto para 2017: R$ 7.500.000 Investimentos a realizar em 2018: R$ 20.600.000

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CORUMBÁ

Produção ROM em 2016 – 2.571.041 t Vale | www.vale.com Corumbá - MS PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral: Minério de ferro Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 2.571.041 t* Produção da mina (produto final em toneladas) em 2016: 1.900.000 t (*) Número não oficial, estimado pela revista com base no Formulário 20F de 2016, publicado pela Vale, considerando a produção e a taxa de recuperação.


FICHAS TÉCNICAS DAS MINAS

FERRO (continuação)

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MONJOLINHO

Produção ROM em 2016 – 1.746.622 t Vetorial Mineração Corumbá – MS

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ANDRADE

SERRA SUL

Produção ROM em 2016 – 400.000 t Vale | www.vale.com Parauapebas - PA PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral: Minério de ferro Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 400.000 t* Produção da mina (produto final em toneladas) em 2016: 400.000 t (*) Número não oficial, estimado pela revista com base no Formulário 20F de 2016, publicado pela Vale, considerando a produção e a taxa de recuperação.

ANGICO DOS DIAS

GIPSITA

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FAZENDA CASA DE PEDRA

Produção ROM em 2016 – 160.006 t Votorantim Cimentos www.votorantimcimentos.com.br Ouricuri - PE

PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral: Gpsita Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 160.006 t Movimentação total (ROM - Run of Mine + estéril, em toneladas) em 2016: 169.188 t Principais aplicações industriais do bem mineral: Fabricação de cimento MELHORIAS PLANTA DE BENEFICIAMENTO Correção do fator de potencia dos bancos capacitores e redução no consumo de Energia elétrica

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INVESTIMENTOS Total de investimentos realizados em 2016: R$ 1.634.035 Total de investimentos previstos em 2017: R$ 39.081.803

FILITO

GUAJU

Produção ROM em 2016 – 12.137.863 t Cristal Pigmentos do Brasil | www.cristal-al.com.br Mataraca – PB INVESTIMENTOS R$ 490.000 Principal investimento: adequação de equipamentos a NR-12 PERFIL OPERACIONAL Produção ROM (Run of Mine) de 2016 em toneladas: 12.137.863 t Principais aplicações industriais do bem mineral: Ilmenita – Indústria de pigmento de dióxido de titânio Zirconita – Indústria de cerâmica e fundição Rutilo – Indústria de soldas e ligas metálicas Clanita – Indústria de cerâmica

VILA OLÍMPIA

Produção ROM em 2016 – 259.146 t Votorantim Cimentos www.votorantimcimentos.com.br Votorantim - SP PERFIL Área total da mina: 3,47 ha Ano de início de operação da mina: 1972

MANGANÊS FOSFATO

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ILMENITA

MORRO DOS COELHOS

Produção ROM em 2016 – 136.204 t J. Mendes | www.jmendes.com.br Desterro de Entre Rios – MG

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LAGAMAR

Produção ROM em 2016 – 480.000 t Galvani Fertilizantes | www.galvani.ind.br Campo Alegre de Lourdes – BA

INVESTIMENTOS Investimento total previsto para 2017: R$ 33.000.000 Investimento a realizar em 2018: R$ 11.000.000

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Produção ROM em 2016 – 1.160.210 t Galvani Fertilizantes | www.galvani.ind.br Lagamar - MG

Produção ROM em 2016 – 1.500.000 t ArcelorMittal Mineração Brasil brasil.arcelormittal.com.br Bela Vista de Minas – MG

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em toneladas) em 2016: 16.600.000 t Principais aplicações industriais do bem mineral: Utilizado na fabricação de fertilizantes fosfatados

FAZENDA CHAPADÃO

Produção ROM em 2016 – 5.594.000 t Copebras | www.cmocbrasil.com Ouvidor – GO PERFIL Nome da mina: Chapadão Área total da mina: 240.98 ha Ano de início de operação: 1958 Nome da empresa mineradora: Copebras DADOS OPERACIONAIS Nome do bem mineral (produtos primário e secundário): Apatita Material lavrado e processado no britador (ROM Run of Mine em toneladas) em 2016: 5.594.000 t Movimentação total (ROM - Run of Mine + estéril,

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AZUL

Produção ROM em 2016 – 3.320.312 t Vale | www.vale.com Parauapebas – PA PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral: Manganês Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 3.320.312 t* Produção da mina (produto final em toneladas) em 2016: 1.700.000 t (*) Número não oficial, estimado pela revista com base no Formulário 20F de 2016, publicado pela Vale, considerando a produção e a taxa de recuperação.

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URUCUM

Produção ROM em 2016 – 853.658 t Vale | www.vale.com Corumbá - MS

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FICHAS TÉCNICAS DAS MINAS

MANGANÊS (continuação)

PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral: Manganês Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 853.658 t* Produção da mina (produto final em toneladas) em 2016: 700.000 t (*) Número não oficial, estimado pela revista com base no Formulário 20F de 2016, publicado pela Vale, considerando a produção e a taxa de recuperação.

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MORRO DA MINA

Produção ROM em 2016 – 22.411 t Vale | www.vale.com Conselheiro Lafaiete – MG

NÍQUEL

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BOA VISTA

Produção ROM em 2016 - 2.853.806 t Niobras / www.cmocbrasil.com Catalão - GO

BARRO ALTO

Produção ROM em 2016 – 2.400.000 t Anglo American | www.angloamerican.com.br Niquelândia - GO PERFIL OPERACIONAL Produção em 2016: 35.500 t

u NIÓBIO

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Principais aplicações industriais do bem mineral: O Nióbio é uma matéria prima utilizada como agente de liga na produção de aço de alta resistência e baixa liga

CODEMIN

Produção ROM em 2016 – 600.000 t Anglo American | www.angloamerican.com.br Niquelândia - GO PERFIL OPERACIONAL Produção em 2016: 9.000 t

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OURO

TUCANO

PERFIL Área total da mina: 640.695 m2 Ano de início de operação: 1999

Produção ROM em 2016 – 3.156.053 t Beadell Brasil | www.beadell.com.br Amapari - AP

INVESTIMENTOS Investimento total realizado em 2016: R$ 1.953.905 Breve descrição dos principais projetos que receberam recursos: Infraestrutura: R$ 895.438 Aquisição e/ou Reforma de Equipamentos: R$ 554.996 Outros: R$ 503.470 Investimento em exploração geológica em 2016: R$ 2.106.876,44

INVESTIMENTOS Investimentos realizados em 2017: R$ 90.828.769 Investimentos previstos em 2018: R$ 36.274.108

DADOS OPERACIONAIS Nome do bem mineral (produtos primário e secundário): Pirocloro Material lavrado e processado no britador (ROM Run of Mine em toneladas) em 2016: 2.853.806 t Movimentação total (ROM - Run of Mine + estéril, em toneladas) em 2016: 11.994.971 t Produção da mina (produto final em toneladas) em 2016: 1.705.409 t

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SÃO FRANCISCO

Produção ROM em 2016 – 2.856.473 t Mineração Apoena | www.auraminerals.com Vila Bela da Santíssima Trindade – MT INVESTIMENTOS Projetos de recuperação de finos

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JACOBINA

Produção ROM em 2016 – 2.548.687 t Jacobina Mineração e Comércio | www.yamana.com Jacobina – BA INVESTIMENTOS Total de investimentos realizados em 2017: R$ 131.930.821 Total de investimentos previstos em 2018: R$ 153.009.709

DIGITALIZAÇÃO

Accenture crê em avanço dos sistemas autônomos Sabe-se que o no Brasil a mineração é uma das menos digitalizadas entre as indústrias. Mas agora o setor não tem escapatória. Quem avalia é Constantino Seixas, diretor da Accenture. Segundo ele, custos menores e a necessidade de se adequar à realidade do mercado impulsionam a implantação de projetos dentro do conceito de mina digital. “Na Austrália, por exemplo, a digitalização já anda bem avançada, com minas inteiras sendo operadas remotamente das cidades com maior estrutura”, conta. A mineração tem características especiais, como complexidade, extensão e variabilidade, impondo iniciativas diversas nesse campo. Soluções autônomas para operação de equipamentos de mina, principalmente perfuratrizes e caminhões de transporte, além de máquinas de pátio, carregamento de trens e operações portuárias são uma delas. Outra é a solução de mina conectada para colher informações de todos os sistemas produtivos, da mina ao porto, armazená-los na nu-

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OUTUBRO / NOVEMBRO | 2017

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SERRA GRANDE

Produção ROM em 2016 – 1.317.361 t AngloGold Ashanti | www.anglogoldashanti.com.br Crixás – GO PERFIL DA MINA Área total da mina: 1,6720 km² Ano de início de operação da mina: 1976 INVESTIMENTOS Investimento total realizado em 2016: R$ 141.659.569 Principais investimentos: Gastos com Desenvolvimento/infraestrutura das minas, máquinas e equipamentos para renovação da frota e Projeto de carvão ativado. PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral: Ouro Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 1.317.361 t Movimentação total ROM (Run of Mine) + estéril, em toneladas em 2016: 5.343.546 t Produção da mina (produto final em toneladas) em 2016: 4 t Au REDUÇÃO DE CUSTOS O reaproveitamento de peças gerou uma economia de R$ 762.521 até setembro d e 2017, e desde o início do projeto em 2014, já acumulamos ganho de R$ 1.682.436. MELHORIAS DA PLANTA DE BENEFICIAMENTO Plano de Automação da planta metalúrgica Cyclonetrac PST ( Sistema de monitoramento de desempenho de hidrociclone)

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CUIABÁ

Produção ROM em 2016 – 1.210.000 t AngloGold Ashanti | www.anglogoldashanti.com.br Sabará - MG PERFIL DA MINA Nome da mina: Mina Cuiabá Área total da mina: 275 ha (open pit + subsolo incluindo o LOM até nível 24) Ano de início de operação da mina: 1985 INVESTIMENTOS Investimento total realizado em 2016: R$ 113.000.000 Barragem de Cuiabá 4° Fase - 1ª Fase - R$ 11,4 milhões Barragem de Cuiabá 4° Fase - 2ª Fase – 10,2 milhões Parada da planta A - R$ 9 milhões Furo Raise Borer - R$ 8,7 milhões

vem e realizar data analytics de forma centralizada. A adoção de sistemas que trazem mais segurança para a operação com rastreamento e monitoramento de pessoas, veículos, ativos e estruturas também é algo já em andamento. A manutenção preditiva, com a introdução de sensores a equipamentos, usando técnicas avançadas, permite identificar falhas com meses de antecedência. A implantação ainda de centros remotos integrados envolvendo logística, manutenção e infraestrutura é outra solução evolutiva na mineração. Constantino vê manutenção preditiva e centro de operações integrados com potenciais grandes de implantação nas mineradoras no País. “Isso tudo diminui custo, retém mão de obra e aumenta a eficiência”, afirma. Na América Latina, o executivo diz que o Chile é o mais avançado na digitalização. “Essas soluções combinam tecnologia da informação, automação e robótica. Mas é preciso montar um bom roadmap digital para implementá-las”, diz. “Isso irá levar a mineração a outro patamar”. (Augusto Diniz)


FICHAS TÉCNICAS DAS MINAS

OURO (continuação)

PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral (produtos primário e secundário): Ouro Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 1.210.000 t Movimentação total ROM (Run of Mine) + estéril, em toneladas em 2016: 1.610.000 t Produção da mina (produto final em toneladas) em 2016: 9 t Principais aplicações industriais do bem mineral: Mercado financeiro, joalheria e investimentos

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CÓRREGO DO SÍTIO

Produção ROM em 2016 – 1.133.766 t AngloGold Ashanti www.anglogoldashanti.com.br Santa Bárbara – MG PERFIL DA MINA Nome da mina: Mina Córrego do Sítio Área total da mina: 19.867.020 m² (CDS I e II) Ano de início de operação da mina: 2004 INVESTIMENTOS Investimento total realizado em 2016: R$ 97.816.233 Principais investimentos: R$ 29,0 milhões em investimento corrente stay in business com frota de equipamentos de mina, infraestrutura de mina, ventilação de mina e instalações industriais na planta; R$ 40,7 milhões em investimento com desenvolvimento primário; e R$ 27,6 milhões em exploração geológica. PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral: Ouro Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 1.133.766 t Movimentação total ROM (Run of Mine) + estéril, em toneladas em 2016: 7.000.000 t Produção da mina (produto final em toneladas) em 2016: 3 t Au MELHORIAS DA PLANTA DE BENEFICIAMENTO Sulfetado – gravimetria automação via supervisório do circuito gravimétrico

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LAMEGO

Produção ROM em 2016 – 461.661 t AngloGold Ashanti www.anglogoldashanti.com.br Sabará - MG PERFIL DA MINA Nome da mina: Mina Lamego Área total da mina: 17 ha Ano de início de operação da mina: 2009 INVESTIMENTOS Valores e ações compartilhados com Mina Cuiabá PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral: Ouro Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 461.661 t Movimentação total ROM (Run of Mine) + estéril, em toneladas em 2016: 632.493 t REDUÇÃO DE CUSTOS Redução de aproximadamente R$ 400.000,00 em peças de manutenção.Projeto focado em redução de custos na manutenção. Entre as principais ações estava a nacionalização de peças HME, primarização de serviços e melhoria da qualidade e frequência da lubrificação.

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PALITO E SÃO CHICO

Produção ROM em 2016 – 159.000 t Serabi Mineração | www.serabigold.com/pt-br Itaituba - PA INVESTIMENTOS Investimentos realizados em 2017: R$ 13.586.285 (até setembro/2017) Investimentos previstos em 2018: R$ 15.000.000 PERFIL OPERACIONAL Mineral extraído: Ouro, cobre e prata Produção ROM (Run of Mine) em 2016: 159.000 t

PEDRA BRITADA

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MINERAÇÃO ITAPECERICA / (GRANITO)

Produção ROM em 2016 – 950.000.000 t Votorantim Cimentos Brasil | www.votorantimcimentos.com.br Itapecerica da Serra – SP

INVESTIMENTOS Investimento total realizado em 2016: R$ 2.000.000 Principais investimentos: Aquisição de duas pás-carregadeiras

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PRETO SÃO BENEDITO / (GRANITO)

Produção ROM em 2016 – 21.504.513 t Comil Cotaxé Mineração www.comilcotaxe.com.br Ecoporanga - ES

INVESTIMENTOS Total de investimentos realizados em 2017: R$ 2.500.000 Total de investimentos a se realizar em 2018: R$ 3.500.000

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EMBU / (GRANITO)

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ITAPETI / (GRANITO)

Produção ROM em 2016 – 1.761.511 t Embu SA | www.embusa.com.br Embu das Artes – SP INVESTIMENTOS Investimento total realizado em 2016: R$ 778.000

Produção ROM em 2016 – 1.755.000 t Embu SA | www.embusa.com.br Mogi das Cruzes – SP INVESTIMENTOS Investimento total realizado em 2016: R$ 769.000

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SARGON

Produção ROM em 2016 – 1.648.533 t Pedreira Sargon | www.pedreirasargon.com.br Santa Isabel – SP PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral (produtos primário e secundário): Pedra britada Material lavrado e processado no britador (ROM Run of Mine em toneladas) em 2016: 1.648.533 t Movimentação total ROM (Run of Mine) + estéril, em toneladas em 2016: 1.862.842 t

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BRASITÁLIA / (GRANITO)

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SANTA IZABEL / (GRANITO)

Produção ROM em 2016 – 1.058.297 t Brasitália Mineradora Espírito Santense | www.brasitalia.com.br Cariacica - ES

Produção ROM em 2016 – 811.158 t Votorantim Cimentos | www.vcimentos.com.br Santa Isabel – SP

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E Q UFICHAS I P A MTÉCNICAS E N T O DAS S MINAS

PEDRA BRITADA (continuação) PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral (produtos primário e secundário): Calcário Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 811.158 t Movimentação total ROM (Run of Mine) + estéril, em toneladas em 2016: 1.233.000 t

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SEROBRITA / (GNAISSE)

Produção ROM em 2016 – 750.000 t Ebam | www.ebam.com.br Seropédica – RJ

INVESTIMENTOS Total de investimentos realizados em 2017: R$ 500.000 Total de investimentos previstos em 2018: R$ 500.000

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JURUAÇU / (GRANITO)

Produção ROM em 2016 – 704.805 t Embu SA | www.embusa.com.br São Paulo – SP INVESTIMENTOS Investimento total realizado em 2016: R$ 581.000

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BEIRA RIO / (BASALTO)

Produção ROM em 2016 – 600.000 t Construtora e Pedreira Beira Rio www.pedreirabeirario.com.br Uberaba – MG INVESTIMENTOS Investimento total realizado em 2016: R$ 5.000.000 Principais investimentos: Britagem PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral (produtos primário e secundário): Basalto Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 600.000 t Movimentação total ROM (Run of Mine) + estéril, em toneladas em 2016: 750.000 t Principais aplicações industriais do bem mineral: Construção civil

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PEDREIRA LAGEADO / (GNAISSE)

Produção ROM em 2016 – 591.905 t Pedreira São Matheus Lageado www.pedreiralageado.com.br São Paulo – SP

INVESTIMENTOS Total de investimentos realizados em 2016: R$ 5.750.000 Total de investimentos realizados em 2017: R$ 5.000.000 Total de investimentos previstos em 2018: R$ 3.000.000

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PEDREIRA SÍTIO DESTAQUE / (GNAISSE)

Produção ROM em 2016 – 550.000 t Construtora Simoso | www.simoso.com.br São João da Boa Vista - SP

INVESTIMENTOS Total de investimentos realizados em 2017: R$ 7.800.000 Total de investimentos previstos em 2018: R$ 3.500.000

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PEDREIRA DS2 / (GNAISSE)

Produção ROM em 2016 – 550.000 t Ebam | www.ebam.com.br Bragança Paulista – SP

INVESTIMENTOS Total de investimentos realizados em 2017: R$ 300.000 Total de investimentos previstos em 2018: R$ 300.000

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BRITASUL / (GRANITO)

PEDREIRA DE MOGI GUAÇU / (DIABÁSIO)

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Produção ROM em 2016 – 475.000 t Construtora Simoso | www.simoso.com.br Mogi Guaçu - SP

INVESTIMENTOS Total de investimentos realizados em 2017: R$ 1.750.000 Total de investimentos previstos em 2018: R$ 2.300.000

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CIVIL PEDREIRA / (GRANITO)

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TAVARES PINHEIRO

Produção ROM em 2016 – 400.175 t Civil Industrial e Comercial | www.civil.com.br Salvador – BA

Produção ROM em 2016 – 500.000 t Ebam | www.ebam.com.br Pouso Alegre – MG

Produção ROM em 2016 – 400.000 t Tavares Pinheiro Industrial www.tavarespinheiros.com.br Jundiaí - SP

INVESTIMENTOS Total de investimentos realizados em 2017: R$ 450.000 Total de investimentos previstos em 2018: R$ 450.000

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BARREIRO DAS FRUTAS / (BASALTO)

Produção ROM em 2016 – 485.000 t Pedreira Itaipuwww.pedreiraitaipu.com.br Campo Mourão – PR

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SANTO ANTÔNIO / (GNAISSE)

Produção ROM em 2016 – 478.323 t Pedreiras Bahia | pedreirasbahia.com.br Simões Filho – BA

INVESTIMENTOS Total de investimentos realizados em 2017: R$ 120.000 Total de investimentos previstos em 2018: R$ 120.000

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CAMPO GRANDE / (BASALTO)

Produção ROM em 2016 – 477.603 t Votorantim Cimentos www.votorantimcimentos.com.br Campo Grande – MS

PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral (produtos primário e secundário): Calcário

AUTOMAÇÃO

ABB quer ampliar atuação no setor

Depois que a ABB forneceu diversas soluções ao projeto S11D, da Vale, no Pará, a empresa acredita que pode avançar ainda mais no setor de mineração no País. Neste projeto a multinacional desenvolveu soluções de gerenciamento em tempo real de vários ativos da mineradora. Um pacote de soluções e produtos da empresa, lançado recentemente no evento que comemorou 105 anos da empresa no Brasil, pretende ajudar a empresa a dar esse salto no mercado de mineração. Trata-se do ABB Ability que, segundo a ABB, reduz manutenções e prolonga a vida útil dos ativos, permitindo às companhias otimizar a análise de dados de suas operações, obter ganhos de eficiência e, ao mesmo tempo, melhorar a produtividade. A ABB estima que as soluções digitais podem adicionar US$ 20 bilhões em sua receita anual. O pacote oferece uma transição significativa da conectividade para digitalização, automação e robótica, de acordo com CEO da ABB, Ulrich Spiesshofer.

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Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em toneladas em 2016: 477.603 t Movimentação total (ROM - Run of Mine + estéril, em toneladas) em 2016: 479.103 t Principais aplicações industriais do bem mineral: Construção civil

OUTUBRO / NOVEMBRO | 2017

AMAZONIA MUCAJAÍ / (GNAISSE) Produção ROM em 2016 – 350.000 t Ebam | www.ebam.com.br Presidente Figueiredo – AM

INVESTIMENTOS Total de investimentos realizados em 2017: R$ 200.000 Total de investimentos previstos em 2018: R$ 200.000

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VIRACOPOS / (GRANITO)

Produção ROM em 2016 – 308.000 t Embu SA | www.embusa.com.br Itupeva – SP

INVESTIMENTOS Investimento total realizado em 2016: R$ 3.030.000

PEDREIRA SÃO JOÃO DA BOA VISTA / (GNAISSE)

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Produção ROM em 2016 – 275.00 t Construtora Simoso | www.simoso.com.br São João da Boa Vista - SP

INVESTIMENTOS Total de investimentos realizados em 2017: R$ 1.250.000

O executivo sintetiza o lançamento com a passagem das empresas para o processo total de digitalização de suas plantas. No caso da mineração no Brasil, a mudança poderá ser ainda mais intensa devido ao baixo índice existente de tecnologia aplicada em seus ativos. Segundo Raphael Haddad, responsável por produtos de auUlrich Spiesshofer tomação da ABB, o conceito de conectividade e internet das coisas foi amplamente adotado no S11D. Isso inclui desde os elementos mais básicos de um sistema de controle, como instrumentos de campo e motores, até o nível de operação. Além de desenvolver aplicações de automação nas correias transportadoras que permitem a ativação do sistema truckless na planta, a ABB se envolveu no fornecimento de tecnologia às subestações elétricas e, ainda, serviços relacionados à segurança. O projeto foi desenhado para que 100% dos dados fossem disponibilizados e tratados pelos softwares implantados pela empresa na Vale. (Augusto Diniz – Rio de Janeiro/RJ)


FICHAS TÉCNICAS DAS MINAS

PEDRA BRITADA (continuação)

u

OCS / (FONOLITO)

Produção ROM em 2016 – 257.303 t OCS Mineração e Empreendimentos I www.ocs.ind.br Eusébio – CE Principais aplicações industriais do bem mineral: Fonolito é destinado à construção civil e é utilizado também em fábricas de cimento como adição ao cimento pozolânico

u

PEDREIRA UNIPORTO / (BASALTO)

Produção ROM em 2016 – 250.000 t Ebam | www.ebam.com.br Porto Feliz – SP

INVESTIMENTOS Total de investimentos realizados em 2017: R$ 100.000 Total de investimentos previstos em 2018: R$ 100.000

u

PEDREIRA AGUAÍ / (DIABÁSIO)

Produção ROM em 2016 – 150.000 t Construtora Simoso | www.simoso.com.br Aguaí – SP

u

u

BISCAIA

u

BOM SUCESSO – LAVRA 26

u

CAMPINA

Produção ROM em 2016 – 38.136 t Mineração São Judas | saojudas.com.br Ponta Grossa – PR Produção ROM em 2016 – 20.463 t Mineração São Judas | saojudas.com.br Bom Sucesso de Itararé – SP Produção ROM em 2016 – 7.600 t Mineração São Judas | saojudas.com.br Ponta Grossa – PR

VANÁDIO

u

INVESTIMENTOS Total de investimentos realizados em 2017: R$ 30.000.000 Total de investimentos previstos em 2018: R$ 32.000.000

PARAIBUNA / (GRANITO)

Produção ROM em 2016 – 49.740 t Embu SA | www.embusa.com.br Paraibuna – SP

VERMICULITA

INVESTIMENTOS Investimento total realizado em 2016: R$ 180.000

QUARTZITO

u

CAVA A&B

INVESTIMENTOS Investimentos realizados em 2017: R$ 320.000 Investimentos a realizar em 2018: R$ 530.000

A. PELÚCIO

Produção ROM em 2016 – 28.801 t Pelúcio Comércio e Exportação I www.apelucio.com.br São Thomé das Letras – MG

SERPENTINITO

u

MOSTARDAS

Produção ROM em 2016 – 316.000 t Pedras Congonhas I www.pedrascongonhas.com.br Nova Lima – MG

SCHEELITA

u

MORRO PELADO

Produção ROM em 2016 – 465.000 t Brasil Minérios / brasilminerios.com.br Montes Belos – GO

ZINCO

u

TALCO

OLHO D’ÁGUA DOS COQUEIROS

Produção ROM em 2016 – 192.834 t Xilotite Brumado – BA INVESTIMENTOS Total de investimentos realizados em 2017: R$ 8.031.631 Total de investimentos a se realizar em 2018: R$ 5.000.000

VAZANTE

Produção ROM em 2016 – 1.355.000 t Votorantim | www.vmetais.com.br Vazante – MG PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral (produtos primário e secundário): minério de zinco, chumbo e prata Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em 2016: 1.355.000 t INVESTIMENTOS Investimentos realizados em 2016: US$ 29.000.000

u

BREJUÍ

Produção ROM em 2016 – 24.768 t Mineração Tomaz Salutino I www.minabrejui.com.br Currais Novos – RN

u

u

INVESTIMENTOS Total de investimentos realizados em 2016: R$ 2.000.000 Total de investimentos realizados em 2017: R$ 8.000.000 Total de investimentos previstos em 2018: 10.000.000

Produção ROM em 2016 – 132.660 t Mineração Angelini | www.angelini.com.br Pirapora do Bom Jesus - SP

u

VANÁDIO DE MARACÁS

Produção ROM em 2016 – 4.876.172 Largo Resources I www.largoresources.com Maracás – BA

MORRO AGUDO

Produção ROM em 2016 – 1.007.000 t Votorantim | www.vmetais.com.br Paracatu – MG PERFIL OPERACIONAL Nome do bem mineral (produtos primário e secundário): minério de zinco, minério de chumbo e calcário dolomítico Material lavrado e processado no britador ROM (Run of Mine) em 2016: 2.714.000 t INVESTIMENTOS Investimentos realizados em 2016: US$ 3.600.000

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MANUTENÇÃO

Soluções em fundição e caldeiraria A tradição de 30 anos de história, aliada aos constantes investimentos em tecnologias e melhorias contínuas, sedimentou o crescimento da Usipe no segmento de soluções em fundição, usinagem e caldeiraria, mesmo nos tempos de estagnação no cenário econômico geral. Dentro da empresa catarinense fundada em 1987 a participação do setor da mineração vem avançando nos últimos anos e atualmente consolida-se como carro-chefe, correspondendo a 40% do faturamento. Outros segmentos representativos são as indústrias de siderurgia, celulose, usinas termelétricas, entre outros. As peças de desgaste de até 6,5 t produzidas na sede, em Içara (SC), são comercializadas em todo o território nacional, além de países da América Latina e Europa. Entre os diferenciais da empresa está a produção sob encomenda. “Os produtos são fabricados conforme as especificações dos projetos dos clientes, obedecendo às normas técnicas internacionais, visando assegurar a qualidade e a máxima performance dos equipamentos”, ressalta o gerente comercial da Usipe, Daniel Baldissera. Com média de investimento de R$ 2 milhões por ano em novos equipamentos, a Usipe expande e aprimora o portfólio de produtos, reconhecidos pelo alto desempenho de desgaste. As aquisições mais recentes são o torno Kolomna, no qual se produz peças de até 5 m de diâmetro, e o software Magma, que realiza a simulação dos projetos de fundição e confere assertividade ao processo para garantir o produto conforme as expectativas dos clientes. O desenvolvimento dos produtos da Usipe possui como pre-

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OUTUBRO / NOVEMBRO | 2017

missa a busca pelo melhor custo benefício aos clientes, ressalta a diretora industrial da empresa, Cristiane Bressan Binotti. Entre as recentes comprovações da durabilidade das peças está em uma unidade da Vale em Vitória (ES). Uma caçamba Usipe instalada em fevereiro de 2016, com o objetivo de ultrapassar 11,7 milhões de t processadas, continua em operação. Atualmente já superou a marca de 26 milhões de t e está catalogada através da SAT-1601. “Este tipo de projeto ressalta a nossa característica em customizar o produto para atender as necessidades de cada aplicação”, destaca Cristiane. Além da qualidade dos produtos, o cumprimento de prazos de entrega e a proximidade com os clientes configuram princípios da Usipe. “Somos reconhecidos pelo alto desempenho de desgaste dos nossos produtos dentro dos mercados em que atuamos. A tradição de 30 anos de história, acompanhada das características de atendimento ágil e a idoneidade da empresa nos permitiram crescer mesmo nos períodos de dificuldades na economia como o país vivencia”, afirma o diretor-presidente da empresa, Emir Bressan.


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MANUTENÇÃO

Telas com durabilidade e resultados superiores A ATX Trefilados do Brasil investiu em novas tecnologias para estabelecer produtos de alta performance, entendendo as necessidades do mercado de mineração. Uma delas diz respeito às telas

que tenham durabilidade maior e área de peneiramento superior,

siderurgia, fertilizantes, indústrias alimentícias, usinas de açúcar e álcool, papel e celulose etc.

No Mercosul, a partir deste ano, a ATX aumentou seu alcance de

mercado, exportando telas para toda a região, oferecendo produtos com alta tecnologia e raízes brasileiras.

devido às grandes demandas de minérios toneladas-hora. Estabeleceu ainda normas e controles internos para cada vez mais se adequar as necessidades, dando ênfase na gestão e controle interno.

A equipe de engenharia conta hoje com novo colaborador, o

engenheiro Aldo Fusetti, a mais de 25 anos no mercado de minera-

ção, desenvolvendo soluções em poliuretano, telas mistas, telas de borracha e telas em aço para as maiores mineradoras do país em

processos complexos, além de mais três engenheiros aptos a desenvolver e atender as necessidades e desafios.

Já a equipe de vendas foi treinada para dar todo o suporte téc-

nico e facilitar o entendimento do setor de compras e pós-vendas sobre a real necessidade dos clientes.

O setor produtivo da ATX Trefilados conta com quatro plantas,

sendo uma para telas em aço, outra para telas em poliuretano, mais

uma de telas e filtros eletrofundidos e uma última de esteiras transportadoras metálicas. Com mix de produtos desenvolvidos, a empresa atende, além do setor de mineração, outros segmentos, como

MANUTENÇÃO

Empresa realiza nacionalização de placas eletrônicas A Iontronics, com sede em Belo Horizonte (MG), mas atuante em todo o País, foi criada a partir da necessidade de diversas empresas do ramo da mineração em obter projetos e equipamentos de forma rápida, eficiente, com baixo custo e, principalmente, livre das dificuldades e burocracias referentes às importações. Ano passado, um dos clientes da Iontronics acionou a empresa em busca de uma solução para o conjunto de três placas eletrônicas distintas, responsáveis pelo controle de um dos caminhões da marca Perlini, o RDP 490. É que as placas eletrônicas, com o passar do tempo, começaram a apresentar problemas que demandavam do cliente à substituição obrigatória da peça defeituosa. No entanto, como as placas seriam importadas da Itália, sede global da Perlini, além de terem custos muito elevados, levariam 90 dias para desembarcar no Brasil. Isso traria um prejuízo incalculável ao cliente, uma vez que, enquanto aguardariam as peças, os caminhões se manteriam parados durante todo o processo de espera da importação. O projeto original das placas eletrônicas da marca italiana conta com uma camada de resina muito dura cobrindo a peça, o que inviabiliza qualquer tipo de reparo. No entanto, a Iontronics surgiu com a proposta de replicar aqui no Brasil as três placas do zero como uma única solução. Para início do projeto foram fornecidas três placas distintas para

estudo. Assim, foi feito pela Iontronics o trabalho de engenharia reversa para constituição das novas placas, além do levantamento de todos os componentes que teriam que ser adquiridos. No decorrer do projeto, foram encontrados diversos pontos que poderiam melhorar significantemente as placas eletrônicas. Dessa forma, as réplicas foram projetadas para suportar melhor o clima e o ambiente do local de operação no País, além de possibilitar acesso para possíveis intervenções de manutenção no futuro. Este é um dos cases de sucesso da Iontronics, especializada em engenharia de nacionalização de projetos para mineração. A empresa já realizou diversos outros projetos e réplicas de placas e instrumentos eletrônicos aqui no País, que são encontrados apenas no exterior. Além disso, a Iontronics realiza diversos projetos e soluções na área de comunicação sem fio para minas subterrâneas e de céu aberto como valor agregado aos seus serviços.

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MANUTENÇÃO

O avanço do monitoramento de desgaste O monitoramento de desgaste pode ser implementado nos mangotes, curvas, reduções e tubos de aço (spools) revestidos com borracha anti-abrasiva Linatex, disponíveis em diversos diâmetros a partir de 2 polegadas. Esses mangotes para sucção, recalque e dragagem são desenvolvidos e fabricados com flanges ou com conexões especiais sob projeto. Com o monitoramento de desgaste é possível identificar pontos críticos, onde há risco de rupturas e vazamentos, antecipando manutenções preventivas e no ponto ideal, também evitando paradas e trocas desnecessárias. Há diversos modelos de monitoramento de desgaste, como o visual, através de lâmpadas instaladas nos mangotes sinalizando a hora da troca. Há também sistemas mais modernos, como o monitoramento via wireless, apresentado na Exposibram 2017, que informa o nível de desgaste em três fases distintas (operação normal, desgaste mediano e por fim alerta de troca). Esse sistema permite

uma leitura e providência a distancia, monitorando mais de 40 pontos diferentes com um único aparelho. Essa característica antecipa a informação aos centros de monitoramento e controle, facilitando a programação das próximas manutenções. Os mangotes estão disponíveis em todas as áreas do processamento mineral, é um produto vital ao processamento mineral e seu rompimento pode implicar em paradas inesperadas de manutenção e consequentemente a redução da produtividade. Esse produto segue uma tendência do mercado de monitoramento e controle da operação à distância, intensificando a manutenção preditiva em busca da maior produtividade na planta. A Weir Minerals vem intensificando esse tipo de tecnologia a seus produtos, tornando-os mais eficientes e com maior vida útil.

PROCESSAMENTO DE REJEITOS

Sistema de desaguamento A Matec projeta, fabrica e instala plantas completas para purificação e filtração de águas residuais e lama decorrentes de pro-

cessos industriais e de mineração. Os equipamentos da empresa

desidratam grandes volumes de material, de forma a recuperar a água para reúso e dispor o material sólido, eliminando o uso de barragens ou tanques de sedimentação.

Segundo a Matec, a melhor forma de explicar o funcionamen-

to de seu sistema é começando a partir de um pequeno fosso feito

de concreto ou aço, que coleta a água residual da planta que irá tratar. Bombas submersíveis verticais enviam a água do fosso para o espessador através de um tubo. Mas antes, os sistemas Bifloc e Doson desempenham função essencial para obter os resultados perfeitos no desaguamento.

No tubo de alimentação do espessador, o polieletrólito flocu-

lante é injetado. O floculante é um produto químico biodegradável

e não-tóxico que reage com os sólidos em suspensão e acelera sua decantação no fundo do espessador. O produto é preparado e re-

gulado automaticamente no Bifloc, reduzindo entre 20% e 30% o consumo de floculantes graças ao sistema Doson.

O sistema Doson trabalha coletando amostras da lama a cada

2-3 minutos. Elas são analisadas por fotocélulas e, de acordo com a quantidade de sólidos e velocidade de decantação, o Doson regula a dosagem de produto. É a bomba dedicada Matec que aumenta ou reduz a quantidade necessária de floculante.

O espessador é feito em aço inoxidável AISI 304 e projetado

especificamente para uma determinada capacidade e material a

ser tratado. Ele promove a clarificação, um processo contínuo que pode recuperar grandes quantidades de água. Os espessadores

Matec são baseados no princípio da decantação estática e natural dos sólidos em suspensão.

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OUTUBRO / NOVEMBRO | 2017

A água entra no espessador através do cone invertido posicio-

nado no topo, e é clarificada. A lama se torna mais pesada, graças a ação do polieletrólito, e se separa da água, decantando no fun-

do, contando ainda com a pressão da coluna d’água acima. Ao mesmo tempo, a água clarificada sobe e transborda pelas calhas

de dreno para terminar no tanque de água limpa. Para acelerar o processo de clarificação, cada componente do espessador é preci-

samente dimensionado. Esta água está purificada e pronta para ser reutilizada.

Uma vez alcançada a compactação necessária, as válvulas au-

tomáticas descarregam a lama, que cai no Bifang, que é o tanque usado para homogeneização. Um agitador mantém a lama homo-

gênea até que esteja pronta para ser enviada para o filtro prensa. Somente quando a lama possui a densidade desejada (40-50% em volume) o sistema Vibron abre as válvulas.

Os filtros prensa Matec utilizam HPT (High Pressure Tecnology

– Tecnologia de Alta Pressão) para trabalhar a pressões muito mais elevadas quando comparadas a outros filtros prensa (5/7 bar), al-

cançando pressões de 16/21 bar. É o filtro prensa que realiza o processo de filtragem, desaguando a lama.

Quando todas as placas estão fechadas, a bomba de alimenta-

ção começa a encher as câmaras com a lama do tanque homoge-

neizador Bifang. Graças a pressão, as partículas sólidas são retidas pelas lonas de filtragem enquanto a água flui através delas e é recolhida pelos tubos de drenagem. O filtro prensa produz tortas secas com uma umidade residual muito baixa, que caem e estão

prontas para serem descartadas através de pás carregadeiras ou transportadores de correia.

A abertura do filtro prensa é feita de uma só vez ou em seções,

para otimizar o tempo e assegurar a descarga completa das tortas, graças ao sistema de abertura TT2 e aos sacudidores Gasser.

A alta tecnologia Matec, com mais de 20 tipos de controles e

alarmes, ajuda a evitar qualquer quebra e parada da planta.


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PROCESSAMENTO DE REJEITOS

Reaproveitar para se tornar um novo produto

Em um ambicioso projeto turn-key, a CDE Global vai rea-

proveitar 17 milhões de t de minério de ferro de baixo teor, que foram guardados em pilhas formadas ao longo de mais de 70

anos, em material vendável para uma grande mineradora australiana.

O projeto iniciado em 2015 está em fase final de comissio-

namento e permite o melhoramento do teor de ferro dos depósitos hoje na faixa de 38% a 42% (muito abaixo do limite de via-

bilidade para beneficiamento), para um mínimo de 60% até 65%

de teor de ferro, tudo com uma recuperação mássica total entre 45% e 65%, dependendo do material de entrada e dos teores atingidos.

O processo utiliza lavagem a úmido, atrição e separação por

densidade com equipamentos da linha modular da CDE Global,

reduzindo ão mínimo os níveis de sílica e aluminia das pilhas, que combinado ao efeito da redução dos contaminantes, garante um produto final de alta qualidade.

O processo de atrição é feito pelo AggMax, um logwasher

compacto que a CDE Global já tem em operação em vários países em diversas aplicações, onde pode-se melhorar a concentração de um minério ou eliminar impurezas e finos.

O sistema Aggmax é parte integrada de uma planta que

conta com um módulo de lavagem, separação, hidrociclonagem e desaguamento, chamado série M, que posteriormente é adicionado a espirais, jigs e transportadoras conveyors, sendo uma

solução turn-key completa, compacta, totalmente elétrica e de baixo foot print.

material e atingindo resultados acima do esperado”.

Luiz esteve recentemente no Brasil e junto a equipe da CDE

visitou várias mineradoras. O engenheiro vê grande potencial de um projeto idêntico no Brasil: “A atividade da mineração no Brasil passa por um período de mudança, inclusive do eixo tradicional de produção do sudeste para novas áreas ao norte, de me-

nor custo operacional. O aumento da vida útil dessas minas antigas com o aproveitamento de depósitos antes considerados

‘rejeitos’, traz inclusive um benefício socioeconômico para áreas tradicionais de mineração, pois permite a continuidade das operações de forma sustentável com teores mais baixos”, afirma.

No mesmo conceito de aproveitamento de antigas pilhas de

rejeito, a CDE Global coloca também em operação este ano a

primeira planta para reprocessamento de material em uma mina

de ouro na África. A planta de 300tph de capacidade ainda vai gerar areia como um sub produto da separação do rejeito e a mesma será vendida pela mina para o mercado de construção local.

A CDE já possui 3 plantas em funcionamento no Brasil na

área de empilhamento a seco de finos, eliminando o uso de barragens, e um AggMax em uma mineradora de ferro, aumentando assim o rendimento nos alto fornos da usina ligada a mesma. A CDE já conta com 28 plantas em operação na América Latina.

“Este ano tem sido bem positivo para as operações na Amé-

rica Latina, com projetos em países como Brasil, Argentina, Mé-

xico e Equador, e estamos otimistas com a recuperação das commodities que certamente irá viabilizar novos investimentos”,

avalia Bruno Paladino, responsável pelas operações na América Latina.

A planta conta ainda com um sistema de

concentração de lodos e reaproveita

90% da

água utilizada pelo sistema de via úmida, atra-

vés de um circuito fechado com o equipamento

AquaCycle que nessa região seca da Austrália é

um grande diferencial de redução de custos de operação.

O projeto foi todo desenvolvido interna-

mente na base da CDE Global na Irlanda do Norte, contou com uma equipe dedicada de en-

genheiros que trabalharam diretamente com o cliente desde a fase inicial de pré-vendas até a entrega e comissionamento no campo.

Luiz Herrmann, engenheiro brasileiro basea-

do na CDE Global, um dos integrantes do time e líder do comissionamento do projeto, conta com orgulho a experiência em terras australia-

nas: “O cliente ficou impressionado quando a

planta chegou pré-montada nos containers e previamente testada na nossa fábrica na Irlan-

da. Em 26 semanas já estávamos operando com

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SEGURANÇA

Proteção diária para a saúde Para estar preparado para uma jornada de trabalho, ter o sistema respiratório em boas condições é essencial. Ele é o conjunto de órgãos responsáveis pela respiração celular e vital para o bem estar. Porém, muitas são as situações adversas à saúde as quais milhares de trabalhadores estão expostos todos os dias. Tais riscos são insidiosos e, em sua maioria, se manifestam após longo período de exposição a concentrações de substâncias perigosas a vida e a saúde. A KSN vem oferecendo ao mercado equipamentos para proteção respiratória apresentando um conceito tecnológico e competente, aliando segurança, qualidade e conforto. Seus respiradores

estão disponíveis nos modelos dobráveis e, agora, também, no modelo concha, que por possuir formato mais anatômico tende a proporciona melhor vedação e conforto ao rosto do usuário, além de proporcionar compatibilidade para maior variedade de rostos. A empresa está presente em todos os estados através de representantes, distribuidores e milhares de revendas.

PENEIRAMENTO

Separação de ultrafinos com eficiência energética A Metso Brasil desenvolveu mais um equipamento de ponta em separação mineral de ultrafinos via processo úmido, que combina eficiência energética e durabilidade. Trata-se da UltraFine Screen (UFS), uma peneira vibratória de alta frequência, compacta e com design inovador idealizada para trazer soluções para separações finas utilizando telas de aberturas entre 75 a 1000 microns, fabricadas em poliuretano com alto porcentual de área aberta. De acordo com a marca, a utilização de telas de maior capacidade resulta em menor carga circulante e, consequentemente, alivia etapas subsequentes, diminuindo a necessidade de energia e insumos para, por exemplo, os processos de cominuição, podendo alcançar até 30% de redução energética. A tecnologia de fabricação da peneira e das telas maximiza a produção com ganho de eficiência. A UltraFine Screen atende aos desafios que limitavam as aplicações mais amplas das tecnologias de peneiramento a fino e úmido na indústria mineral, graças ao seu projeto único, que possui área de peneiramento de até 15 m² em um único equipamento. As UFS são peneiras para classificações finas, podendo, por exemplo, substituir sistemas de ciclonagem com maior eficiência, pois fazem a classificação por tamanho pela abertura e não pela massa de densidade do mineral. As telas são mais eficientes e existem opções para classificações finas (0,075 a 1 mm), reduzindo as cargas circulantes, possibilitando aplicar um moinho menor e com menos potência, maximizando a produção das etapas de flotação. O equipamento possui característica compacta, sendo que o mesmo footprint típico de padrão de mercado pode receber uma UFS, porém com o dobro da área para classificação – portanto, dobrando a capacidade instalada sem necessidade de grandes adaptações. Um sistema de quarteamento exclusivo distribui a alimentação simetricamente entre cada par de decks e, à jusante, um único sistema de chutes de descarga coleta e distribui o over e under size gerados na classificação.

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Uma aplicação típica para UFS do equipamento é a retirada de fração – 0,15 mm de sílica do pellet feed. Além disso, a UFS possui alta disponibilidade, isto porque foi projetada para uma troca rápida de seus principais componentes de manutenção, tais como: troca do motovibrador de 2 a 3 horas; troca de telas em 20 minutos por deck; e troca de molas 2 a 3 horas. Além disso, como os decks são modulares, pode ser completamente montado fora da peneira, estrategicamente como spare, diminuindo ainda mais o tempo de paradas. A UltraFine Screen tem aplicações em todas as indústrias de processamento de minerais, incluindo metálicos, industriais e agregados.


PROCESSAMENTO DE REJEITOS

Sistema de captação da barragem A Polierg, fabricante de tubos e conexões, participa de importante projeto de implantação de uma adutora de PEAD (polietileno de alta densidade) em uma planta de minério de ferro. A adutora está sendo implementada na planta de minério da Anglo American, em Conceição de Mato Dentro (MG). A Polierg forneceu 1.800 m de tubulação em PEAD para ser instalada em trecho em superfície, que integra o sistema de captação de água recuperada da barragem de rejeitos do complexo. O sistema de captação de água recuperada atualmente em operação na barragem de rejeitos é composto por dois subsistemas. Um dos subsistemas é de captação por balsa, com seis bombas centrífugas horizontais e verticais. Esse sistema de captação de água recuperada na barragem de rejeitos foi definido pela Anglo American que deve ter vazão de 5.100 m³/h, representando o repotenciamento hidráulico de todo sistema de captação e adução de água recuperada. Assim, na maior parte desse sistema de captação de água recuperada está sendo adotada tubulações em PEAD (polietileno em alta densidade), fornecidas pela Polierg. O trecho a ser instalada a tubulação compreende entre as estacas 0 a 42 da barragem. Cada seção da tubulação mede 6 m ou 12 m. O produto fornecido à mineradora possui diâmetro de 710 mm e espessura de 64,5 mm, pertencente à classe PN16 - ou seja, 16 bar. A instalação do PEAD foi levada em consideração por que um futuro alteamento da barragem ela deverá ocorrer na estaca 42, e a tubulação em PEAD garantirá mais flexibilidade à manobra, já que sua densidade é menor que as tubulações convencionais de aço e ferro fundido, além de ter grande capacidade de deflexão e adequação ao terreno. O material foi especificado ainda em função da maior facilidade na flutuação, conectando a saída do header de captação até o acesso. A solução da Polierg foi empregada também no projeto por que tem alta resistência em terreno com elevado grau de abrasão, e ótimas características hidráulicas.

MANUTENÇÃO

Maior durabilidade em correias A Ekobond é uma empresa que oferece ao mercado de mineração produtos de alta qualidade para emendas de correias transportadoras e compostos de borracha. A empresa explica alguns cuidados que devem ser tomados para obter uma maior durabilidade nas emendas das correias transportadoras, tão utilizadas no setor mineral. Pode-se observar nas instalações em plantas mineradoras correias transportadoras trabalhando desalinhadas e, normalmente, tocando a borda em estruturas metálicas; e/ou apoiadas em roletes de carga e de retorno travados; ou ainda em roletes instalados na vertical para forçá-la à posição ideal de trabalho, ocasionando sérios danos na emenda, relata a Ekobond. Assim, a empresa explica que é fundamental o tensionamento correto da correia antes do início da realização da emenda, para certificar que após o término do serviço o esticador tenha curso suficiente para que a correia trabalhe tensionada; e também que se tenha curso disponível para compensar os alongamentos que a correia venha a ter durante o transporte do material. De acordo com a Ekobond, as recomendações para o melhor desempenho e produtividade das correias transportadoras são inspeções constantes e rotinas de manutenção preventiva nestes equipamentos, possibilitando a eliminação das causas de possíveis desalinhamentos, obtendo, dessa forma, boa condição operacional que envolve a estrutura metálica, tambores, roletes e a alimentação. A Ekobond utiliza na fabricação dos seus produtos matérias primas de alta qualidade e algumas delas desenvolvidas internamente pelos seus próprios químicos.

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P R OC E SSOS

SEGURANÇA

Os trava-quedas retráteis Após a realização de uma profunda análise de mercado dos sistemas de linha de vida auto retráteis (SRL), a Latchways desenvolveu um avançado modelo de retráteis disponível. A combinação entre uma engenharia inovadora, materiais de altíssima qualidade e design moderno resultou em uma linha de produtos extremamente segura, prática e adequada para os mais hostis e desfavoráveis ambientes industriais de trabalho. Fabricado a partir de componentes cuja durabilidade foi comprovada através de exaustivos testes realizados mediante a consulta do Instituto de Materiais no Reino Unido, o trava-quedas retráteis selados MSA Latchways oferece ao trabalhador a máxima segurança e tranquilidade necessárias para a execução de suas tarefas. Com certificação Atex, o trava-quedas garante que a unidade blocante não emperre devido a oxidação ou qualquer outro tipo de contaminação. Além disso, o equipamento é provido do mecanismo patenteado Latchways denominado Full Contact 100% que garante que o sistema nunca engripe. Um tradicional sinal sonoro (tic tic) do produto Latchways possibilita ao usuário reconhecer o bom funcionamento do sistema de travamento. Os trava-quedas retráteis selados MSA Latchways passaram por extensos testes verificados de maneira independente que as-

MANUTENÇÃO

Proteção contra abrasão pode aumentar em até 50% vida útil de equipamentos

Abrasão, erosão e corrosão são verdadeiros problemas em mineradoras, pois reduzem a vida útil de máquinas e equipamentos e causam uma série de prejuízos às empresas. De acordo com a fabricante de especialidades químicas Quimatic Tapmatic, é possível contornar estes contratempos e aumentar em até 50% a vida útil dos equipamentos, com a aplicação de um revestimento epóxi de alta resistência sobre as superfícies metálicas. Para esta proteção, a Quimatic Tapmatic recomenda o uso de Plasteel Diamantado 4:1. “Fácil de aplicar pelos próprios profissionais das mineradoras, a camada protetora pode ser utilizada tanto para recuperar superfícies já bastante desgastadas, como para criar uma camada de sacrifício em equipamentos novos”, explica Jonas Guimarães, gerente comercial da empresa. Indicado para uso em roscas transportadoras, volutas de bombas, carcaças em geral, curvas, shuts, entre outros equipamentos, o revestimento epóxi da Quimatic Tapmatic conta com dureza similar a do diamante e deixa uma camada protetora de aproximadamente 3 mm.

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segura um desempenho consistente ao longo de sua vida útil: sistema de freio Constant Force Breaking, patenteado pela MSA Latchways, que não opera por fricção e não utiliza partes móveis, não precisando de ajustes; construção modular permitindo fazer qualquer reparo em minutos; teste de temperatura de operação de -30ºC a + 54ºC; sistema de frenagem que não trava, emperra ou sofre corrosão; não utiliza nenhum tipo de lubrificação á óleo, não atraindo sujeira ou poeiras para dentro do retrátil; construção em aço Inox 316 grade marítima, garantindo que o funcionamento não será afetado por água, temperatura, tempo ou contaminantes; necessárias somente inspeções visuais/sonoras, reduzindo o TCO (Total Cost Ownership) de maneira drástica; não necessidade de re-certificação anual junto ao fabricante; e cumprimento das normas OSHA 1910.66 & 1926.502 e ANSI Z359.14-2012 e CSA Z259.2.2-98. Graças a patente Latchways Constant Force os trava-quedas retráteis MSA Latchways possibilita um sistema diferenciado de amortecimento de impacto quando ocorre uma queda, limitando ao máximo a transferência das forças resultantes para o usuário. Ao contrário dos produtos concorrentes, o sistema de travamento dos trava-quedas retráteis MAS Latchways não dependem de atrito e, portanto, não exigem verificações regulares externas para garantir um desempenho seguro. A construção modular dos trava-quedas retráteis Latchways, não somente preserva a qualidade do sistema, mas também permite que a inspeção seja realizada de uma forma muito mais simples e rápida, bem como todo o processo de recertificação, resultando em um retorno sobre o investimento mais satisfatório para o cliente. O conceito TCO (Total Cost Ownership) é explorado no trava-quedas retráteis MSA Latchways. Tradicionalmente, os retráteis necessitam ser encaminhados para o fabricante para que este realize as devidas inspeções, reparações e recertificações. Devido a simplicidade e composição modular, a Latchways inovou e trouxe para o mercado um novo conceito de reparação e recertificação.

“A resistência do produto é tão elevada que a sua usinagem só é possível com velocidade baixa e ferramentas especiais”, ressalta Guimarães. “Outras vantagens são a modelagem da camada, independentemente do formato da superfície; a resistência a altas temperaturas, de até 150°C com picos de 180°C; e o fato do produto não escorrer, podendo ser utilizado em planos verticais.” Segundo o profissional, a manutenção corretiva ou preventiva com Plasteel Diamantado evita a troca prematura de equipamentos e pode representar uma economia de até 80% às mineradoras. Tudo isso com a vantagem de se tratar de um produto fabricado no Brasil, portanto fácil de ser encontrado no mercado, de alta qualidade e com preço competitivo. Isento de Compostos Orgânicos Voláteis, Plasteel Diamantado está disponível em kits de 2,3 kg e 9,33 kg.


T E C N OLOG IA MONITORAMENTO

Garantia de barragens seguras

A Ag Solve, empresa de instrumentos para monitoramento ambiental com atuação em diversos setores, tem oferecido na área de mineração equipamentos e sistemas de controle de áreas de exploração, beneficiamento e disposição de estéreis e rejeitos, além de monitoramento automático de lençol freático, clima e seus efeitos na dispersão de poeira, e de gases tóxicos e inflamáveis para a segurança ocupacional. Segundo a Ag Solve, o monitoramento permanente dos fenômenos que ocorrem na natureza é um passo importante que permite o acúmulo de conhecimento para que possam ser desenvolvidos métodos de proteção baseados nos registros. Em outra vertente, o monitoramento constante das operações da empresa garante a conformidade com as normas estabelecidas por lei e a total segurança de suas instalações. Tais medidas permitem maior harmonia da empresa com as forças da natureza e respostas mais rápidas às necessidades de adequação da companhia às normas vigentes. No caso de barragens, por exemplo, muitas delas acabam não suportando o impacto das chuvas fortes, o que causa aumentos bruscos no nível da água ou encharcamento dos resíduos contidos, levando-as ao risco de rompimento – quando não causam acidentes graves. É preciso entender que, explica a Ag Solve, por se tratarem de estruturas complexas, diferentemente das demais obras civis, com um comportamento estrutural diferenciado, as barragens necessitam de medidas preventivas e corretivas ao longo do tempo, em conformidade com o seu projeto, o que inclui essencialmente o trabalho de monitoramento.

MANUTENÇÃO

Otimização na performance dos transportadores Inserida em um contexto inovador, a Steelrool desenvolve seus produtos com foco em redução desperdícios e otimização de performance. Um exemplo da tecnologia dos produtos da empresa ocorreu em uma grande mineradora situada no Estado de Minas Gerais. Esta empresa acompanhou e registrou todas as etapas de aplicação dos rolos Steelrool, resultando em um relatório técnico extremamente completo, que apresenta a real performance do produto em operação, traçando também um comparativo com os rolos de outros fornecedores. Os resultados relatados foram surpreendentes. Foram instalados 30 roletes de carga de 36”, sendo três em um mesmo cavalete; no cavalete seguinte, foram instalados três roletes novos de outro fabricante para comparação de desempenho. Após 90 dias de montagem, os três roletes de outro fabricante foram trocados. Os roletes de carga de 36” Steelrool continuam em operação, não apresentando anormalidades. Após cinco anos em operação, concluiu-se que os rolos de carga 36” Steelrool se encontram em plenas condições de operação, sem presença de contaminantes e avarias que os impeçam de operar em condições seguras, sem apresentar risco para a operação do transportador e para a integridade física da correia. Após 58 anos, também não há previsão de troca devido ao excelente estado em que se encontram. Conforme relatório técnico o rolete do outro fabricante possui um custo de R$ 75,00 com uma vida útil de 90 dias. Ou seja, um custo diário de operação de R$ 0,83/dia. O rolete em teste da Steelrool possui um custo de R$ 95,00 com uma vida útil de 1.825 dias. Ou seja, um custo diário de operação de R$ 0,05/dia. Esta diferença gera uma economia de 94%. Dessa forma, tal relatório demonstra a qualidade e durabilidade dos rolos Steelrool.

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Assim, a empresa avalia que os sistemas de monitoramento precisam ser acompanhados continuamente, com registro e histórico de dados. Não podem ser deixados à própria sorte, sem cumprir às medidas de segurança necessárias para impedir a degradação de sua estrutura ao longo do tempo. Atualmente, a recomendação da Ag Solve para este tipo de estrutura é a implantação de sistemas automatizados para medição e leitura do nível dos reservatórios das companhias, integrados no interior das barragens, juntamente com alarmes que garantam ações rápidas em casos de urgência. Recursos como estações linimétricas, medidores de níveis automáticos, estações pluviométricas e seus softwares captam esses dados em tempo real, enviando-os automaticamente para um banco de dados, agilizando o recebimento e a análise das informações para os usuários tomadores de decisão, evitando acidentes e trazendo, consequentemente, muito mais segurança para o empreendimento. Quanto maior for a frequência da coleta de dados, melhor será a previsibilidade do dano e o tempo de reação para evitar acidentes, afirma a Ag Solve.


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GEOLOGIA

Modelo geológico rompendo paradigmas O geólogo Christian Monárdez, gerente da Maptek Brasil, explica que a geração de modelos geológicos sempre foi um tema de discussão em relação às metodologias a serem utilizadas para seu desenvolvimento. O consenso, originalmente, seria utilizar todas as informações disponíveis para que o geólogo pudesse fazer as melhores interpretações possíveis e, assim, obter a geologia inferida da melhor maneira possível. Entre essas informações estão as bases de dados de perfuração, mapeamento geológico de superfície, dados geofísicos, dados estruturais e, no caso das minas, dados de perfuração de desmonte, entre outros. Os bancos de dados devem ser constantemente verificados e validados, “auditáveis em todos os momentos” e com o respectivo plano QA-QC aplicado para garantir a qualidade e consistência das análises químicas, explica Christian. No entanto, ns últimos anos, foi estudada à necessidade de ter uma ferramenta “rápida” para a modelagem geológica 3D, que permite a obtenção de modelos geológicos complexos, automaticamente, diretamente dos bancos de dados - possibilitando, segundo ele, que os processos de geração ou atualização dos modelos exijam menos tempo dos que são usados para a geração tradicional. Assim, entre as técnicas que começaram a ser usadas, de acordo com o geólogo, existe a que utiliza como base “única” a técnica RBF (Radial Basis Function), que, ao atualizar os modelos, podem gerar inconsistências que precisam ser verificadas e resolvidas depois da geração dos modelos. À medida que a informação cresce, de forma exponencial (em exploração ou na operação) cada vez que a modelagem é executada, todos os dados serão usados para a geração de novos sólidos - e sua morfologia pode ser modificada mesmo nas áreas onde não foram incorporadas novas informações. Porém, como esse método, é necessário investir na revisão dos resultados, acarretando, muitas vezes, mais tempo no pós-processo do que todo o tempo que foi “poupado” na geração do modelo.

Como a estimativa de reservas ou recursos é feita em uma caixa aberta usando funções de distância, o RBF usa todos os dados disponíveis sem controle estrito, ao contrário do Kriging, que permite trabalhar com controle sobre grandes volumes de dados que serão usados, expõe o gerente da Maptek Brasil. Para Christian Monárdez, embora seja utilizada uma maior quantidade de ferra mentas automáticas, a visão do geólogo para a interpretação de todas as variáveis geológicas acaba sendo relegada, uma vez que a interação numérica de cada variável do banco de dados associada é priorizada em relação ao critério geológico, o que poderá ter impactos significativos sobre as reservas ou recursos totais. Para obter o melhor modelo, um equilíbrio sempre deve ser gerado entre as fontes de informação e as ferramentas de interpretação, afirma Christian. “A partir da nossa experiência, um modelo melhor é obtido se os processos automáticos forem executados, tomando como referência a interpretação do geólogo através de seções e ou plantas de controle. Desta forma, é possível condicionar um modelo automático, priorizando que os envolventes das variáveis modeladas respeitem as interpretações dos geólogos”, afirma. “Quando um modelo é construído usando as funções RBF, para manter a consistência do modelo, é necessário aplicar uma ferramenta que permita ‘congelá-lo’. Isto é, deixar essas zonas das unidades modeladas intactas, sem novas informações, e forçar que apenas sejam modificadas somente as partes das unidades com novas informações, como acontece com a ferramenta Implicit Solid no Vulcan. Uma vez que os sólidos foram atualizados, a estimativa pode ser feita usando as técnicas já conhecidas”. Ter um controle sobre o modelo deve ter como objetivo final o respeito ao critério do geólogo em todos os momentos e, acima de tudo, permitir obter um modelo 100% auditável - algo estrategicamente relevante no setor de mineração, que deve ser garantido permanentemente, evitando que o NPV do projeto seja afetado por interações matemáticas, sem considerar a interpretação do geólogo, finaliza o profissional da Maptek Brasil.

CONTROLE

Experiência em instrumentação de laboratórios Desde sua fundação, em 1992, a Labcontrol, tem como missão fornecer ao mercado brasileiro as mais conceituadas marcas de equipamentos para a área de instrumentação científica de laboratórios. O objetivo é de satisfazer as necessidades de controle de qualidade, pesquisa e investigação científica nas indústrias e universidades. Para isso, representa com exclusividade os principais fabricantes que possuem produtos de excelência com alta qualidade tecnológica com sede nos Estados Unidos e Europa. Seus parceiros fornecem os mais avançados suportes em aplicações, assistência técnica e treinamentos para os nossos técnicos e clientes.

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A empresa mantém em sua sede estoque abrangente de peças e acessórios indispensáveis para o funcionamento da base instalada, e uma oficina onde repara equipamentos e também executa demonstrações. Entre seus serviços oferecidos, estão: manutenção corretiva disponível para 24 horas e nos 365 dias do ano; manutenção preventiva e contratos; instalação e treinamento para uso dos equipamentos; suporte aos clientes com demonstrações específicas com hardware e software. A Labcontrol mantém em suas dependências exposição de equipamentos e as variedades de produtos que representam com exclusividade no Brasil.


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MONITORAMENTO

Sistema automatizado registra vibrações Em diversas minerações no Brasil, é imprescindível manter-se um monitoramento sistemático das vibrações que se propagam tanto pelo terreno quanto pela atmosfera, produzidas seja por desmontes de rocha por explosivos ou por atividades normais da operação de um empreendimento mineral. O monitoramento dos desmontes tem como objetivo controlar os efeitos indesejáveis e intensidades resultantes para preservação de estruturas naturais, edificações civis e conforto humano. Muitas vezes, o controle das vibrações é obrigatório devido à imposição de limites de normas, regulamentos e de requisitos legais, podendo ainda ser decorrentes de acordos com as comunidades. As informações desses monitoramentos, bem como sua frequência e limites, são geralmente estipuladas por órgãos e agencias regulamentadoras. Modernamente, o monitoramento remoto é uma tecnologia que funciona por conexão à distância, permitindo acesso a um servidor privado por meio de um computador que não está fisicamente conectado à rede. As principais vantagens deste sistema são: segurança de dados para todos os equipamentos instalados, possibilidade de acessar estes dados à distância, bem como realizar suporte técnico e monitorar um local sem a necessidade de estar nele, reduzindo-se os riscos e os custos de uma equipe de campo que teria de se deslocar até o local de instrumentação, eliminando-se questionamentos do pessoal envolvido no manuseio do equipamento e, ainda, incrementando-se a segurança e a melhor manutenção de um banco de dados nessa atividade. O presente artigo reporta o monitoramento sismográfico da Gruta Rei do Mato, para preservação e proteção de seus os atributos espeleológicos, seu ecossistema cárstico, fauna, flora e sítio arqueológico. A Gruta Rei do Mato situa-se a 62 km de Belo Horizonte, no município de Sete Lagoas (MG). O local liberado possui espeleotemas raros, (colunas, estalagmites e estalactite) e pinturas rupestres. A Gruta Rei Mato, juntamente com as Grutas de Maquiné e da Lapinha, formam um conjunto de cavidades naturais da região, conhecido como Circuito das Grutas de Minas, sendo todas abertas à visitação e de grande beleza e riqueza cênica. Por outro lado, grande parte das rochas que constituem a geologia local, são rochas carbonáticas, de composição calcítica e dolomitica, bastante utilizadas nas indústrias siderúrgicas, de cal, de cimento e de

construção civil (agregados). Grande parte do calcário produzido na região abastece essas industriais, algumas localizadas na vizinhança da Gruta Rei do Mato. A extração de calcário se dá através do desmonte com explosivos, tornando-se necessário o monitoramento sismográfico das detonações. Esse controle nas minerações vizinhas à Gruta Rei do Mato sempre foi realizado de forma convencional, fisicamente, por equipe de campo da empresa contratada, que se deslocava até o local em toda medição. A Agroindustrial Delta de Minas é uma dessas empresas vizinhas, e localiza-se a aproximadamente 1.700 m da Gruta Rei do Mato. Trata-se de uma empresa de mineração de calcário, que fornece seu produto para cimento, siderurgia e agregados para construção civil. A Delta realiza o monitoramento sismográfico desde sua implantação, e para a execução dessa atividade contratou a VMA - Engenharia de Explosivos e Vibrações, empresa independente de atividades de consultoria e serviços, laboratório de ensaios com reconhecimento de competência pela rede metrológica, atuando na área de mineração, engenharia, geologia e meio ambiente. Trata-se de uma empresa altamente especializada e com profissionais aptos e qualificados para desenvolver consultoria em desmonte de rochas, tanto em mineração quanto em obras de construção civil, energia e petróleo. A VMA executa o monitoramento periódico das detonações desde 2012, tendo em 2017 instalado um SMA - Sistema de Monitoramento Automatizado e contínuo de vibrações, acoplado a um sistema de transmissão composto de um modem, que envia os registros das instrumentações a um datacenter na sede da VMA. Os dados são tratados, e enviados e-mails para receptadores selecionados e autorizados. Assim, o sistema disponibiliza as informações registradas on line para todos os desmontes efetuados pela Delta, sem a necessidade de intervenção direta de operadores. Desde sua implantação, já foram efetuados, em oito meses o monitoramento de 122 desmontes. O sistema opera 24 horas/7 dias, tendo capacidade para registrar, além das detonações da Delta, outras vibrações ocorridas pelo terreno e pressões acústicas de outros eventos. Mensalmente, são emitidos pela VMA relatórios detalhados dos monitoramentos efetuados, das detonações realizadas e dos outros resultados de sismos obtidos. O método utilizado tem demonstrado grande eficácia, e pode ser utilizado para outros tipos de monitoramento, dependendo da necessidade de cada tipo de estudo, podendo-se adicionar outros tipos de sensores.

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INFRAESTRUTURA

Inovação e melhoria de processos A Mascarenhas Barbosa Roscoe (MBR) sempre trabalhou sua engenharia visando andar na frente, sendo pioneira na sua área de atuação, na implantação de novas alternativas executivas em busca da inovação e melhoria de processos. Como um dos exemplos, estudou e implantou, dentro de uma planta de mineração, o primeiro espessador de lama no país a ser executado, transformando sua estrutura de concreto, projetada no processo convencional, em uma estrutura pré-moldada com ligações hiperestáticas, vencendo o tradicional processo realizado há anos. Com o sucesso alcançado pela MBR, esta alternativa foi divulgada no mercado e repetida por outras empresas em suas obras. Hoje, mais uma vez, seguindo este mesmo princípio, a MBR está implantando, também em uma planta de mineração, a primeira britagem projetada, sendo executada como uma estrutura mista, dentro do processo pré-moldado com ligações hiperestáticas e concretagens complementares in loco. Nesta obra em área de mineração, a MBR teve quatro grandes desafios: no projeto - concebido inicial-

mente como uma estrutura de concreto convencional, foi adequado para o pré-moldado, levando-se em consideração a análise dinâmica da estrutura e os grandes esforços; na execução das peças - devido à sua complexidade de detalhes e ligações e a pouca repetitividade; na logística de transporte – necessidade de preparos de acessos; e na montagem - aproximadamente 400 peças, sendo a maioria de grandes dimensões, envolveram um trabalho minucioso de planejamento, utilizando guindastes de grande porte, equipamentos de acessos e uma equipe preparada com profissionais especializados. Desta forma, a MBR investe em pesquisa e aprimoramento de sua equipe, trabalhando seus processos e contribuindo com o desenvolvimento da engenharia também na área de mineração.


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PENEIRAMENTO

Tela piramidal gera mais produtividade As telas piramidais da Schenck Process têm aplicação em mineradoras que buscam melhorias no beneficiamento do minério de ferro, visando maior produtividade, redução de custos e aumento na qualidade do seu produto final. As telas piramidais são aplicadas em alguns tipos de peneiras como de proteção e principalmente nas desaguadoras. Os ganhos proporcionados pelas telas piramidais envolvem: redução e eliminação da utilização de baias para desaguamento de subprodutos proveniente da separação de alta intensidade; redução de custo com a retomada do material de baias para desaguamento, que são realizados através de máquinas e caminhões; e redução da movimentação de máquinas no pátio de carregamento, que são necessários para realizar a blindagem do subproduto, com foco em atender a especificação química e granulométrica solicitado pelos clientes finais. Além disso, a vida útil da tela piramidal ultrapassa na maioria dos casos 250% a mais em relação à vida útil de uma tela plana, com significativa redução do custo de manutenção com a mão de obra nos dias de parada preventiva. Sobre a melhoria na eficiência do peneiramento, as telas piramidais, com malha de 3 mm, têm em média uma área aberta de aproximadamente 20% em comparação as telas convencionais: também com malha de 3 mm, que possuem uma área aberta em média de 6,4% devido ao seu design. Isso proporciona redução, bem expressiva, na umidade do material (dependendo do processo, variando entre 10 a 12% de umidade no produto final); e maior retenção de material fino no oversize da peneira, aumentando a recuperação mássica. Já o Coniq Check são equipamentos vibratórios cruciais para a produção contínua na mineração. Os equipamentos vibratórios estão sujeitos a

cargas elevadas, o que significam que, cedo ou tarde, os mancais, excitadores, molas, eixos e outros componentes precisarão de manutenção ou reposição. O monitoramento eficaz das condições do equipamento possibilita detectar potenciais defeitos e falhas bem antes de sua ocorrência. Isto permite que intervenções de manutenção sejam feitas no momento preciso, maximizando a vida útil de seu equipamento. Desenvolvido pela Schenck Process, especialista global em equipamentos vibratórios, o sistema Coniq é uma solução para monitoramento de condição especificamente projetada para equipamentos vibratórios, sendo baseada na mais moderna tecnologia de sensores e software de análise de dados. Isto torna o Coniq particularmente adequado para plantas de mineração em locais remotos, onde o suporte especializado de manutenção nem sempre pode estar imediatamente disponível. As vantagens incluem partes desgastadas (por exemplo, mancais, engrenagens) que podem ser trocadas antes que outras peças se danifiquem; defeitos ou trincas significativas no corpo da peneira possíveis de serem detectados; e trabalhos de manutenção e reparos sendo planejados de maneira mais eficaz. Além disso, o sistema Coniq contribui para que o equipamento opere com o máximo de eficiência.


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PENEIRAMENTO

Customizações na peneira vibratória para grande variedade de aplicações A Haver & Boecker, empresa líder em fabricação de equi-

pamento e soluções para agregados e mineração, apresenta a

peneira T-Class versátil de dois rolamentos, para uma vasta gama de materiais com top size até 16 polegadas. A máquina possui um corte de 20 mesh a 6 polegadas.

Uma combinação de polias e correias de transmissão acio-

nam a T-Class com uma grande variedade de componentes, permite produzir uma máquina com características específicas

para atender e aprimorar a sua operação. Estes incluem uma capota de despoeiramento, sistema de lavagem (spray), quadro de bolas batedoras, sistemas de pintura especiais e muito

mais. É possível fabricar essa peneira com uma base estática (skid), plataforma semimóvel ou estrutura móvel.

Haver & Boecker Latinoamericana, Haver & Boecker Telas e

6x16 ou 8x20, com 1, 2 ou 3 decks. O modelo padrão tem in-

sos serviços como reforma e otimização de equipamento,

25 graus.

ventiva, preditiva e corretiva, assistência técnica e consultoria,

sem soldas, em aço carbono. As travessas da peneira também

ce o programa de análise de vibração Pulse para monitorar a

pas laterais são feitas através de huckbolts. Isso permite resis-

ções em tempo real, relatórios registrados e análise de dados.

mento vibratório é composto por um eixo concêntrico com

peneiras vibratórias para capturar pequenas inconsistências

Os clientes podem escolher máquinas com tamanho 4x12,

Haver & Boecker Manutenção e Serviços, disponibiliza diver-

clinação em 20 graus, mas há variações disponíveis entre 15 e

start-up de sistemas e processos produtivos, manutenção pre-

As chapas laterais da T-Class são de construção robusta e

treinamento, peças de reposição, entre outros. Também ofere-

são fabricadas em aço carbono, e a união destas com as cha-

saúde contínua das peneiras vibratórias através de visualiza-

tência para altas cargas vibratórias e evita torções. O aciona-

Esse sistema foi projetado pela Haver especificamente para

massas desbalanceadas em suas extremidades, o que resulta

antes de se transformarem em problemas e inatividade.

em uma vibração circular livre. Nesse tipo de acionamento, o ajuste da amplitude de vibração é feito através do aumento, ou diminuição, das massas desbalanceadas. Sua construção é feita de forma a evitar entrada de pó e impurezas nos rola-

mentos, sendo que estes são especiais resistentes à vibração, e estão montados em mancais fixados nas chapas laterais da peneira, o que propicia um aumento da sua vida útil.

Existe também a possibilidade de incluir o sistema revolu-

cionário Ty-Rail, de rápida tensão, que pode ser instalado no deck tensionado da T-Class, diminuindo o tempo de troca de

tela de peneiramento em 50%. Cada pacote Ty-Rail inclui 2

trilhos de tensão, oito caixas angulares e oito parafusos. Para remover os trilhos de tensão, um operador simplesmente

afrouxa os parafusos em cada um, desloca as portas da caixa de ângulo para cima e levanta o trilho e desliza para fora como uma única peça.

A T-Class é compatível com todos os tipos de tela de pe-

neiramento, incluindo as telas de poliuretano. Isso inclui a tela de longa durabilidade Ty-Wire, Ty-Max e Ty-Deck.

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Além disso, a Haver & Boecker através das subsidiárias

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